CENTRO UNIVERSITÁRIO DAFUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE BARRETOS Recredenciamento Portaria CEE/GP – 553 de 21/12/11 – DOE – 22/12/11 e-mail: [email protected] Curso de Bacharelado em Engenharia Química (Diurno e Noturno) PROJETO PEDAGÓGICO BARRETOS Julho/2014 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE BARRETOS UNIFEB Prof. Dr. Reginaldo da Silva Reitor Profª. Drª. Sissi Kawai Marcos Pró-Reitora de Graduação Profª. Me. Maria Paula Barcellos de Carvalho Pró-Reitora de Extensão e Cultura Profª. Drª. Fernanda Scarmato de Rosa Pró-Reitora de Pesquisa e Pós-Graduação Wander Furegatti Ramos Martins Superintendente de Administração e Finanças Prof. Dr Jean Carlo Alanis Coordenadora do Curso de Engenharia Porfª. Drª. Caren Elisabeth Studer Porfª. Me. Silvia Elias Bortolo Neuza Maria de Paula Apoio Técnico-Pedagógico 1 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA 2 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA SUMÁRIO 1 CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTENEDORA ........................................................................... 6 1.1 BASE LEGAL DO UNIFEB.......................................................................................................................................6 1.2 ENDEREÇO.....................................................................................................................................................................6 1.3 HISTÓRICO DA FEB..................................................................................................................................................6 1.4ORGANOGRAMA DA FEB ..........................................................................................................................................9 1.5 CONTEXTUALIZAÇÃO ECONÔMICO-SOCIAL REGIONAL.............................................................................9 2 CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO ............................................................................................. 14 2.1 DADOS GERAIS DO CURSO ................................................................................................................................ 14 2.2 RESPONSÁVEL PELO CURSO ............................................................................................................................... 14 2.3 DOCUMENTAÇÃO RELACIONADA AO CURSO ............................................................................................... 14 2.3.1 Atos Legais de Funcionamento ................................................................................................... 15 2.3.2 Documentação Contemplada na Proposta Pedagógica do Curso ................... 15 2.4 HISTÓRICO DO CURSO ......................................................................................................................................... 15 2.5 JUSTIFICATIVA.......................................................................................................................................................... 16 3 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA DO CURSO .............................................. 18 3.1 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO ............................................................................. 18 3.1.1 Objetivos do Curso ............................................................................................................................... 19 3.1.1.1 Objetivo Geral ......................................................................................................................................................... 19 3.1.1.2 Objetivos Específicos ........................................................................................................................................ 20 3.1.1.3 Perfil Profissional do Egresso ..................................................................................................................... 21 3.1.1.4 Perfil do Ingressante ......................................................................................................................................... 22 3.1.1.5 Formas de Acesso................................................................................................................................................ 22 3.1.1.6 Demanda do Curso ............................................................................................................................................. 23 3.1.1.7 Demanda do Curso nos últimos Processos Seletivos ........................................................... 23 3.1.1.8 Demonstrativo de Alunos Matriculados no Curso, por Semestre............................... 23 3.1.2 Estrutura Curricular ............................................................................................................................. 23 3.1.2.1 Eixos do Curso e suas Disciplinas.......................................................................................................... 24 3.1.2.1.1 Resumo da Carga Horária das Disciplinas por Eixos/Núcleos ............................ 25 3.1.2.1.2 Visualização Gráfica do Quadro Acima ................................................................................... 26 3.1.2.2 Matriz Curricular do Curso ........................................................................................................................... 27 3.1.2.3 Grade Curricular do Curso ........................................................................................................................... 30 3.1.2.4 Resumo Geral da Grade Curricular ....................................................................................................... 33 3.1.3 Conteúdos Curriculares..................................................................................................................... 33 3.1.3.1 Interdisciplinaridade e Transdisciplinaridade............................................................................... 34 3 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA 3.1.3.2 Flexibilidade .............................................................................................................................................................. 34 3.1.3.3 Orientação Pedagógica dos Curso ......................................................................................................... 35 3.1.3.3.1 Programa de Formação Complementar (PFC).................................................................. 39 3.1.3.4 Coerência Entre a Matriz Curricular e o Perfil de Egresso do Curso........................ 40 3.1.3.5 Avaliação Interna Discente.......................................................................................................................... 40 3.1.3.5.1 Formas de Recuperação do Aluno .............................................................................................. 42 3.1.3.6 Avaliação Institucional Externa ............................................................................................................... 42 3.1.4 Ementas ......................................................................................................................................................... 43 3.1.4.1 Acervo Disponível para o Curso na Biblioteca ............................................................................ 68 3.1.5 Componentes Curriculares Adicionais ................................................................................... 68 3.1.5.1 Estágio ........................................................................................................................................................................... 68 3.1.5.2 Atividades Complementares ....................................................................................................................... 70 3.1.5.3 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)............................................................................................ 71 3.1.5.4 Monitoria...................................................................................................................................................................... 73 4 CORPO DOCENTE .................................................................................................................................. 75 4.1 RELAÇÃO NOMINAL DOS DOCENTES MATUTINO ...................................................................................... 75 4.1.1 Docentes segundo a Titulação (do matutino) ................................................................ 76 4.2 RELAÇÃO NOMINAL DOS DOCENTES NOTURNO........................................................................................ 76 4.2.2 Docente segundo a Titulação (Período Noturno) ......................................................... 77 4.3 FORMAÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) DO CURSO ........................................ 78 5 NÚCLEO DE APOIO .............................................................................................................................. 80 5.1 NÚCLEOS DE APOIO PEDAGÓGICO (NAPE) ............................................................................................... 80 5.2 NÚCLEO DE APOIO CULTURAL (NAC) .......................................................................................................... 81 5.3 APOIO AO ALUNO.................................................................................................................................................... 83 5.3.1 Apoio Pedagógico para Alunos Ingressantes .................................................................. 83 5.3.2 Pró-Aluno ...................................................................................................................................................... 83 5.3.2.1 Atendimento Psico-socioeconômico ..................................................................................................... 83 5.3.2.2 Central de Estágio ............................................................................................................................................... 84 5.3.2.3 Programa de Acompanhamento de Egressos (PAE) .............................................................. 84 5.3.3 Intercâmbio Internacional .............................................................................................................. 85 5.3.3.1 Estágio Profissional Rural nos EUA ....................................................................................................... 85 5.3.3.2 Intercâmbio Cultural nos EUA ................................................................................................................... 86 5.3.3.3 Programa “Ciência sem Fronteiras” ..................................................................................................... 87 5.3.4 Apoio Organizacional para Realização do Enade para os Formandos ........ 87 5.4 COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO CPA ................................................................................................... 87 6 INFRAESTRUTURA DISPONÍVEL AOS CURSOS............................................................. 89 4 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA 6.1 INFRAESTRUTURA E CORPO TÉCNICO INSTITUCIONAL .......................................................................... 89 6.2 BIBLIOTECA ............................................................................................................................................................... 90 6.3 INFRAESTRUTURA DO CURSO ............................................................................................................................ 92 5 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA 1CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTENEDORA A Fundação Educacional de Barretos (FEB),instituição de direito privado, constitui-se, conforme o seu estatuto, como sendo a mantenedora de duas instituições consideradas como mantidas: 1) Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos - UNIFEB e 2) Colégio e Escola Técnica da FEB – CETEC 1.1 Base legal do UNIFEB • Lei nº 1.032 de implantação da Fundação Educacional de Barretos (FEB) – (ato de criação) • Portaria CEE/GP – 477 de 04/10/2007 – DOE 05/10/2007 (credenciamento como Centro Universitário) • Portaria CEE/GP 553 DOE - 22/11/11 (recredenciamento do Centro Universitário) • Decreto nº 86.871, de 25/10/82 - declarada como de Utilidade Pública Federal • Lei nº 3.846, de 04/10/83 - declarada como de Utilidade Pública Estadual • Decreto nº 2652, de 23/11/70 - declarada como de Utilidade Pública Municipal 1.2Endereço Rua Roberto Frade Monte, 389 Bairro Aeroporto - CEP: 14783-226 – Barretos (17) 3321-6411 - www.unifeb.edu.br- [email protected] 1.3Histórico da FEB O momento histórico do surgimento da Fundação Educacional de Barretos (FEB) pode ser visualizado como a consequência da intersecção de três níveis históricos: no nível federal, a década de 60/70 representava a 2a. “onda” de implantação do Ensino Universitário, datado no período da ditadura militar com ênfase na implantação de cursos na área de Exatas, a partir do acordo MECUSAID, em resposta à ênfase do modelo francês/humanista da 1a.onda de implantação anterior nos anos 30. 1 No plano estadual, em S. Paulo, desdobra-se o movimento de interiorização das instituições, com a criação por meio dos governos municipais, instituições de ensino superior em sua maioria 1 SANTOS FILHO, J. C. dos, Análise Teórico-Político do Exame Nacional de Cursos. In: DIAS SOBRINHO, J.; RISTOFF, D. (Org.) Universidade desconstruída: Avaliação Institucional e Resistência. Florianópolis: Insular, 2000. p.149 – 180. 6 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA mantidas por recursos próprios e mensalidades, com ênfase no ensino, formando um leque de mais de 30 escolas espalhadas pelo interior, das quais a FEB representa uma destas iniciativas.2 Em nível local3, em 1964 e na cidade de Barretos, no interior de S. Paulo, o prefeito João Batista da Rocha sintetiza a intersecção histórica destas três dimensões, ao assinar a Lei nº 1.032 de implantação da Fundação Educacional de Barretos - FEB, com o objetivo de criar, instalar, manter e promover a expansão de cursos de nível superior, cujas atividades se iniciaram com os cursos na área de Exatas, centradas na orientação para o desenvolvimento sociocultural, técnico-científico e econômico da região e do país. Uma Instituição sem fins lucrativos, inscrita sob nº 192 às fls. 140 do Livro “A” de Inscrições de Associações do Registro, de Títulos e Documentos da Comarca de Barretos. Em 1966, a Prefeitura Municipal de Barretos doou à FEB o terreno, para ser a sede da Instituição na Av. Prof. Roberto Frade Monte, nº 389, na cidade de Barretos, estado de São Paulo. Ainda nesse mesmo ano, foi implantada sua primeira faculdade, a Faculdade de Engenharia de Barretos - FAENBA, com os cursos de Engenharia Civil e Engenharia Elétrica, com as modalidades, Eletrônica e Eletrotécnica. Em 1969, como forma de aproveitamento dos docentes de Exatas, implantou-se a Faculdade de Ciências de Barretos – FACIBA, com os cursos de licenciaturas e bacharelados (diurno e noturno) em Física, Química e Matemática. O curso de Engenharia de Alimentos foi implantado dentro desta mesma faculdade no ano de 1980, com o intuito de suprir a demanda crescente por alimentos industrializados. A área de saúde foi contemplada pela implantação da Faculdade de Odontologia de Barretos – FOFEB, com o início do Curso de Odontologia em 1984 e, em 1997, teve início o curso de Farmácia e Farmácia-Bioquímica, vinculadas à FACIBA. Em 1995, com a autorização de funcionamento dos cursos de Direito e de Administração, foi implantada a Faculdade de Direito e de Administração – FADA, a qual, posteriormente, abrigou os cursos de Serviço Social e Sistemas de Informação, no ano de 2003. A FEB pode contar também com a criação e contribuição do Instituto Tecnológico e Científico “Roberto Rios” - INTEC, além do Centro de Pós-Graduação - CPG, criado em 1993, responsável pela organização dos Cursos de Especialização e pela implantação do Mestrado Profissionalizante em Ciências Odontológicas em 2008. 2 BRETAS, S. A. A Rede Municipal de Ensino Superior do Estado de S. Paulo: Novas questões sobre velhos problemas. 2005. Tese (Doutorado em Educação Escolar) – Faculdade de Ciências e Letras, Universidade Estadual Paulista de Araraquara, 2005. STUDER, C. E. Impacto da avaliação externa (ENC 1996-2003) sobre o habitus de docentes do ensino superior: Estudo de uma fundação municipal no interior do estado de S. Paulo.Tese (Doutorado em Educação Escolar) – Faculdade de Ciências e Letras – Universidade Estadual Paulista – Araraquara. 2008. 3 CASTILHO, F., 40 anos de Engenharia da FEB. Barretos: Ed. Fundação Educacional de Barretos. 2006. JUNQUEIRA, A. L. S. F. , Diagnóstico das condições de formação dos professores e do ensino de Química no município de Barretos. Tese (Mestrado em Química no Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia do Departamento de Química do Programa de Pós-Graduação em Química) - Universidade Federal de São Carlos – São Carlos. 2006. 7 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA Em 1994, foi implantado o Colégio e Escola Técnica da FEB – CETEC, com cursos técnicos que variam conforme a demanda e atualmente são oferecidos os cursos de Enfermagem, Prótese Dentária, Química e Radiologia. O colégio iniciou seu funcionamento com o Ensino Médio e, a partir de 2011, oferece também o Ensino Fundamental (séries finais). Em conformidade com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394/96 sobre a formação de docentes para a Educação Básica, implantou-se, em 2005, o Instituto Superior de Educação – ISE - da FEB, com licenciaturas em Física, Química e Matemática. Dessa forma, a FEB constituiu-se, até 2003, em quatro faculdades isoladas: FAENBA, FACIBA, FOFEB e FADA. A partir de julho deste mesmo ano, essas faculdades unificaram-se, transformando a instituição em Faculdades Unificadas da Fundação Educacional de Barretos. No mês de fevereiro de 2006, o curso de Zootecnia passou a integrar a instituição, e, no ano seguinte, o curso de Agronomia. Em outubro de 2007, a instituição é credenciada como centro universitário, passando a denominar-se Centro Universitário da FEB - UNIFEB, adquirindo autonomia para criar, organizar e extinguir cursos de graduação. Nesse contexto, em final de 2008, são aprovados pelo Conselho Universitário, para início de funcionamento em 2009, os cursos de Física Médica, Engenharia Mecânica, Engenharia Ambiental, Engenharia Química e Engenharia de Produção. Somados a esses, integraram-se também os cursos de licenciatura em Ciências Biológicas e Pedagogia, vinculados ao ISE. Para completar os cursos atualmente existentes, teve início, ainda em 2009, os cursos de licenciatura e de bacharelado em Educação Física e, em 2011, os cursos de Gastronomia e Ciências Contábeis. Como instituição de Ensino Superior, o UNIFEB existe em um universo de 2.365 instituições (INEP, 2011) 4, em que coexistem 190 universidades (8%), 131 Centros Universitários (5,6%) e 2004 faculdades isoladas (84%) além de uma minoria de Institutos Federais e CEFETS (1,7%). Dentre os Centros Universitários, o UNIFEB, tal qual a grande maioria (124), caracteriza-se por não ser pública, ou seja, sua manutenção advém das mensalidades dos cursos. Há de se comentar ainda, que o sudeste concentra, segundo as mesmas fontes do INEP (2011), 48,9% das instituições de ensino superior. Percentagem que, lentamente, passa a ser relativizada com a generalização do acesso à Educação Básica em todo o país, com a consequente abertura de novos cursos superiores país afora. Atualmente, o UNIFEB conta com 26 cursos e uma estrutura fortalecida e atualizada focada em contribuir para a formação profissional brasileira de forma a viabilizar oportunidades aos egressos para o mercado de trabalho, bem como para a carreira acadêmica. 4BRASIL. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira [INEP].Censo da Educação Superior. 2011. Resumo Técnico. Disponível em:http://download.inep.gov.br/educacao_superior/censo_superior/resumo_tecnico/resumo_tecnico_censo_educacao_superio r_2011.pdfAcesso em: 12 mai. 2013. 8 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA 1.4 Organograma da FEB 1.5 Contextualização Econômico-Social Regional O município de Barretos está situado na região Norte do Estado de São Paulo, a 430 km da capital e compõe, com os demais municípios, a 13a. Região Administrativa do Estado. Fazem parte dessa Região Administrativa os municípios de: Altair, Barretos, Bebedouro, Cajobi, Colina, Colômbia, Embaúba, Guaíra, Guaraci, Jaborandi, Monte Azul Paulista, Olímpia, Pirangi, 9 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA Severínia, Taiaçu, Taiúva, Terra Roxa, Viradouro e Vista Alegre do Alto. Barretos ocupa posição estratégica regional, uma vez que serve de passagem para polos fortes de desenvolvimento como Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Uberaba e Uberlândia em Minas Gerais, o que justifica o alto fluxo de população itinerante durante todo o ano. Em termos demográficos, a população de Barretos se situa por volta de 110 mil habitantes contando com uma parcela constante de migrantes temporários. Economicamente, segundo a Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Regional (2013), a região demonstra uma coexistência equilibrada entre os diversos setores que a compõem: seja pela forte transferência de recursos estaduais (como no caso os da saúde e os da educação) que a situam em um patamar alto - considerado o contexto nacional, ocupa o 71º lugar no IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) 5- seja por suas características econômicas regionais. Dado este corroborado pelo Índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS), em que a região é classificada no grupo 3 (com 47%), portanto “uma região com boas condições sociais, embora não figure entre as mais ricas do estado” (SÃO PAULO, p. 50). Trata-se de uma região em que predomina a convivência da diversidade econômica que pode ser visualizada quando comparadas as contribuições produtivas de cada setor com a respectiva oferta de emprego formal/regional. Uma forte agricultura é responsável por somente 8,9% do PIB regional e, em termos de emprego formal, absorve 25,83% - um quarto - da mão de obra local; apesar de se visualizar a tendência de a cultura mecanizada da cana de açúcar se estender sobre as demais atividades econômicas rurais de caráter familiar. No setor industrial, as empresas vinculadas ao agronegócio se destacam no cenário global, com caráter fortemente exportador, sendo responsável (vide gráfico abaixo) por um terço do PIB regional, mas que absorve 20,32% da mão de obra local, denotando, desta forma, o valor agregado e a produtividade da atividade. Como exemplos deste complexo industrial, evidenciam-se os grupos JBS-Friboi, Minerva e Minerva-DawnFarms no setor frigorífico e Cutrale, no setor de citros. No setor de serviços, consideram-se os dados, ainda segundo a Secretaria de Planejamento de S. Paulo, dos setores de comércio, turismo, saúde, educação, entre outros. Conforme ainda a mesma fonte, a força do setor de serviços – tanto em termos produtivos como em termos da oferta de emprego - pode ser confirmada pelo quadro abaixo: em decorrência das políticas de transferência de renda para os estratos menos favorecidos dos últimos dez anos,ampliase a capacidade do comércio e do consumo local. O comércio tanto quanto o setor de serviços contribui, cada um, com 18% do emprego formal e juntos representam quase 40% das possibilidades de trabalho, o que sinaliza por sua vez a importância e o nível de mão de obra predominante na região. 5segundo o Atlas de Desenvolvimento Humano no Brasil, a partir dos dados do Censo de 2010. Disponível em: Disponível em: http://www.pnud.org.br/atlas/ranking/Ranking-IDHM-UF-2010.asp.Acesso em 08 jul. 2014. p.31.; dado confirmado também pelo Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM). Disponível em:http://www.firjan.org.br/ifdm/. Acesso em 08 jul. 2014. p.31. 10 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA Desdobrando cada um dos setores acima citados, verificam-se particularidades, quais sejam, na agropecuária, destacam-se a o bovino de corte, a cana de açúcar, os citros e o látex, além dos grãos (soja e milho) com a tendência de expansão da cana de açúcar sobre os demais setores. Tais atividades desdobram-se em um pujante setor industrial exportador, relacionado à produção de açúcar e álcool, sucocítrico, e do látex dentre outros, responsáveis pela inserção de valores de alta gerência em nossa região, inclusive para a consequente absorção de alunos da IES. Conforme dados de 2010 do Instituto de Economia Agrícola do Estado, com base no Valor da Produção Agrícola, como principais produtos agropecuários da região, destacam-se a cana-de-açúcar (e o biocombustível), a laranja para indústria local e de mesa, carne bovina, soja, látex, milho, carne de frango e tomate para indústria. Tais produtos se integram com atividades do setor industrial (setor secundário de biocombustível (etanol), alimentos (carne – cortes e industrializados) e bebidas, 11 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA proporcionando à região um forte perfil agroindustrial, estando as principais agroindústrias concentradas em Bebedouro, Guaíra, Olímpia, Barretos e Colina (SÃO PAULO, 2010). Recentemente, Barretos credenciou projeto Parque Agrotecnológico de Barretos – AgroPark no Sistema Paulista de Parques Tecnológicos – SPTec, programa da Secretaria de Desenvolvimento do Estado, que visa proporcionar o fortalecimento e a promoção da integração entre a ciência, os governos e a iniciativa privada, gerando, para a comunidade, a promoção da cultura da inovação e a competitividade das empresas e instituições de pesquisa. O AgroPark deverá se voltar à promoção do avanço tecnológico sustentável e ao fortalecimento das principais atividades econômicas da agropecuária e do agronegócio regional (SÃO PAULO, p.29). Na área de serviços, sobressaem as atividades relacionadas ao comércio varejista, ao turismo, à saúde e à educação. Em relação ao comércio varejista local, segundo os dados da Secretaria de Planejamento de São Paulo (2010), houve uma expansão do consumo local na última década, devido a fatores como a expansão dos empregos públicos do setor estadual (educação, saúde, justiça) e das políticas federais de valorização da renda como o salário mínimo e a bolsa-família, entre outros benefícios. Além da expansão quantitativa, houve a melhora na qualidade dos serviços prestados neste setor econômico, que acabou por se beneficiar do padrão diferenciado de comércio de cidades vizinhas, de forma a incorporar valores à dinâmica local. Quanto ao turismo, a organização anual da Festa de Peão se destaca no sentido de agregar, não somente em agosto, quando ocorre a festa, mas durante todo o ano, eventos de porte nacional, que se caracterizam por trazer recursos humanos e financeiros externos. O setor também tem se evidenciado na área do lazer, com os parques termais, sendo o principal em Olímpia (Termas dos Laranjais), e outros empreendimentos da região. Em relação à saúde, além da Santa Casa, voltada para o atendimento regional, a Fundação Pio XII, mantenedora do Hospital do Câncer, promove a realização de 3 mil atendimentos/dia a pacientes oncológicos, tais como diagnósticos, tratamentos preventivos, paliativos e curativos, atendendo assim à população local, regional e nacional. Além da sede central em Barretos, administra outras seis unidades 6, destacando-se a organização de sua infraestrutura física, tecnológica e profissional, e por outro, a oferta de serviços de alta tecnologia na área de formação médica, através de seus programas acadêmicos de pós-graduação. A atuação do Hospital de Câncer possibilitou a implantação de uma unidade do IRCAD - Instituto de Treinamento em Técnicas Minimamente Invasivas e Cirurgia Robótica, que se notabiliza pela realização de cursos de treinamento em cirurgias minimamente invasivas para médicos no contexto sul-americano. Mais uma vez, este setor também contribui agregando recursos humanos e financeiros externos ao cotidiano da cidade, incrementando a economia local. 6 Hospital S. Judas Tadeu (Barretos) Hospital do Câncer em Jales, Casa de Captação de Recursos & Desenvolvimento (Barretos), Unidade de Prevenção em Fernandópolis, Hospital do Câncer em Porto Velho e Unidade Juazeiro (BA) do Hospital do Câncer de Barretos e o IRCAD (Barretos) Disponível em: http://www.hcancerbarretos.com.br/institucional/unidades. Acesso em: 10 jul. 2014. 12 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA Na área da educação, a cidade conta com cinco instituições de educação superior, além de um mesmo número de instituições de formação de nível técnico, de uma unidade do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo – IFSP e do Polo da Universidade Aberta do Brasil (UAB). Segundo o documento da Secretaria de Planejamento de São Paulo (2010), certifica-se o crescimento da importância da área educacional na região: “Embora a região Administrativa tenha o segundo menor PIBentre as regiões paulistas, seus indicadores sociais ocupam melhores posições no conjunto do Estado, sobretudo no tocante à escolaridade (...) a região ocupou a quinta colocação na dimensão escolaridade, a sexta em riqueza e a oitava em longevidade. (SÃO PAULO, p. 14) Ao contrário de outras regiões, em Barretos, prevalece uma diversidade econômica própria, com diferentes setores convivendo muito proximamente, de forma a integrar demandas tecnológicas regionais, o que se traduz, em termos da esfera da educação superior, em um leque de necessidades de formação profissional específicas. REFERÊNCIAS CONSULTADAS BRASIL. Atlas de Desenvolvimento Humano no Brasil. 2010. Disponível em: http://www.pnud.org.br/atlas/ranking/Ranking-IDHM-UF-2010.asp.Acesso em 08 jul. 2014. p.31. SÃO PAULO, Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Regional. Caracterização Socioeconômica de S. Paulo Região Administrativa de Barretos.2010.Disponível em:http://www.planejamento.sp.gov.br/noti_anexo/files/uam/trabalhos/Barretos.pdf. Acesso em 08 jul. 2014. 13 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA 2 CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO 2.1 Dados Gerais do Curso Nome do curso: Bacharelado em Engenharia Química Horário de funcionamento: Diurno - de 2ª a 6ª feira das 07h55 às 11h30, em média com 4 aulas diárias, com intervalo de 5 min. entre cada aula. Noturno - aulas de 2ª a 6ª feira das 19h às 22h30, em média com 4 aulas diárias, com intervalo de 10 min. após as duas primeiras aulas, excepcionalmente até as 0h, para turmas com projeto integrado ou divididas em turmas de laboratório. Duração da hora/aula: 50 minutos Carga Horária total do curso:3635 h/r Número de vagas oferecidas: - 50 vagas para o período diurno - 60 vagas para o período noturno Tempo mínimo de integralização: mínimo: 10 semestres,máximo:16 semestres Regime de matrícula: semestral 2.2Responsável pelo Curso Nome: Prof. Dr. Jean Carlo Alanis Titulação: Doutor em Engenharia de Alimentos Cargo ocupado no curso: Coordenador Perfil: Graduado em Engenharia Química pela Universidade Estadual de Maringá (1996), Mestrado em Engenharia de Alimentos pela Universidade Estadual de Campinas (1999) e Doutorado em Engenharia de Alimentos pela Universidade Estadual de Campinas (2004) na área de Biotecnologia. Professor do Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos desde 2001. Tem experiência na área de Engenharia Química e Ambiental, com ênfase em Qualidade do Ar, das Águas e do Solo, atuando principalmente nos seguintes temas: poluição da água, solo e ar, técnicas avançadas de tratamento de águas residuárias, poluentes gasosos, resíduos sólidos e Processos Industriais Orgânicos e Inorgânicos. 2.3 Documentação Relacionada ao Curso A legislação pertinente ao curso se subdivide nos dois âmbitos de seu funcionamento: 14 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA 2.3.1 Atos Legais de Funcionamento • Criada pela Resolução RE nº 16/2008 – de 23/10/2008 • Rec. Par. CEE nº 79/13DOE 28/02/2013 (por 3 anos) • Rec. Port. CEE-GP-86, de 8-3-2013DOE 09/03/2013 (por 3 anos) 2.3.2 Documentação Contemplada na Proposta Pedagógica do Curso • Resolução CNE/CES no 11, de 11 de março de 2002 - Diretrizes Curriculares Nacionais • Resolução CNE/CES no 02, de 18 de junho de 2007 - dispõe sobre carga horária mínima para cursos de graduação • Resolução CONFEA/CREA 1010/2005 - Dispõe sobre a regulamentação da atribuição de títulos profissionais, atividades, competências e caracterização do âmbito de atuação dos profissionais inseridos no Sistema CONFEA/CREA, para efeito de fiscalização do exercício profissional. • RESOLUÇÃO Nº 1.048, de 14 de agosto de 2013 (Regulamentação Profissional); • Lei 11.778 de 25 de setembro de 2008 que dispõe sobre o Estágio. • Portaria CEE-GP-86, de 8/3/2013 – em que a Presidente do Conselho Estadual de Educação, nos termos do Decreto nº 9887/77, e considerando o contido no Parecer CEE nº 79/2013, homologado pelo Senhor Secretário de Estado da Educação, conforme Resolução SEE de 063-2013, publicada no D.O. de 07-3-2013, Resolve: Artigo 1º - Aprovar, por três anos, com fundamento na Deliberação CEE nº 99/2010, o Reconhecimento do Curso de Engenharia Química, oferecido pelo Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos. • Decreto n. 5.296/2004 - Condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou modalidade reduzida; • Decreto n. 5.626/2005 – Disciplina obrigatória/optativa de Libras; • Lei n. 9.795, de 27/04/1999 – Decreto n. 4.281 de 24/06/2002 – Políticas de educação ambiental 2.4 Histórico do Curso Em 2008, diversos dados apontavam carência de engenheiros no Brasil, o que levava ao adiamento dos projetos e/ou importação de engenheiros. Esta carência era estimada em cerca de 20 mil engenheiros por ano. De acordo com o Jornal Estado de São Paulo (27/02/2012), enquanto o Brasil forma cerca de 40 mil engenheiros por ano, Rússia, Índia e China formam 190 mil, 220 mil e 650 mil, respectivamente. Entidades empresariais, como a Confederação Nacional da Indústria, realizaram estudos sobre o impacto da falta de engenheiros no desenvolvimento econômico brasileiro. E órgãos governamentais, como a Financiadora de Projetos (Finep) patrocinam, desde 2006, programas de estímulo à formação de mais engenheiros no País. No Brasil, há 600 mil engenheiros, o equivalente a 6 profissionais para cada mil trabalhadores. 15 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA Nos Estados Unidos e no Japão, a proporção é de 25 engenheiros por mil trabalhadores, segundo publicações da Finep. Em relação aos 40 mil engenheiros que se diplomam anualmente no Brasil, mais da metade opta pela engenharia civil - área que menos emprega tecnologia. Assim, setores como os de petróleo, gás e biocombustível são os que mais sofrem com a escassez desses profissionais. O País chega ao início de uma nova década com sensíveis melhorias sociais e econômicas que ficam evidenciadas pelo padrão de consumo e o crescimento da renda. A realização do sonho de ter um curso superior está mais evidente entre as famílias brasileiras e a procura por cursos de Engenharia está presente na região de Barretos. A necessidade de mão de obra especializada é evidente face à descentralização do setor industrial dos grandes centros urbanos para o interior dos estados. A região conta com indústrias sucroalcooleiras, frigoríficos, sucos cítricos, borrachas, fertilizantes, automação, dentre outras. Isso faz da Engenharia Química um curso essencial na formação de profissionais para atender essa crescente demanda. Desta forma, em 11 de setembro de 2008, foi aprovada, na 3ª Reunião do Conselho Universitário, a criação dos cursos de Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção, Engenharia Química e Engenharia Ambiental, através da Resolução RE nº 16/2008 de 23/10/2008. 2.5Justificativa A economia brasileira vem alcançando um patamar de evolução apreciável em alguns setores produtivos como o sucroalcooleiro, petrolífero, agropecuário, automobilístico, mineração, energia, infraestrutura, softwares e outros que a qualificam para a internalização, a partir dos países centrais, da elaboração de produtos e processos que envolvem tecnologia inovadora. Esses produtos e processos não comportam mais uma tecnologia menos complexa, a qual prescindiria de pessoas com formação superior. Atualmente, são produtos e processos decorrentes de processos produtivos tecnologicamente complexos que impõem a necessidade de engenheiros, seja para o projeto do produto, para seu processamento na unidade produtiva ou mesmo para a elaboração de sistemas. Essa tecnologia necessita, para seu desenvolvimento, de um número crescente de engenheiros, uma vez que a tendência de aquecimento do mercado para tais profissionais tem se mostrado mais e mais promissora. A Engenharia Química é um campo de atividades que utiliza os conhecimentos das ciências básicas e da engenharia, na elaboração de projetos de processos químicos destinados à transformação de matérias-primas em produtos de maior valor agregado e comercial. Os profissionais da Engenharia Química têm sido considerados um dos mais versáteis de todos os engenheiros e poderão atuar em áreas extensas, como na prestação de consultoria e revisão de equipamentos; realização de perícia e detecção de problemas no processo produtivo; desenvolvimento de equipamentos para a indústria; cálculo de viabilidade técnica e econômica dos processos produtivos, entre outras atribuições, nos seguintes setores: - Indústrias Químicas e Petroquímicas 16 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA - Indústria Açúcar e Álcool - Fármacos e Química Fina - Indústria de Alimentos e Bebidas - Indústria de Papel e Celulose - Indústria de Materiais de Construção (Poliméricos, Metálicos, Cerâmicos e Compósitos) - Fertilizantes - Tintas e Vernizes - Cosméticos e Perfumes, entre outras. A partir do exposto, fica evidenciado a amplitude das possibilidades do mercado de trabalho desse curso, principalmente quando se pode observar um certo movimento de descentralização desses setores industriais dos grandes centros para as cidades de médio porte com as de nossa região no interior de São Paulo próximo ao Triângulo Mineiro, vide o exemplo da indústria sucro-alcooleira. 17 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA 3 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA DO CURSO A organização didático-pedagógico do curso é estruturada a partir da intersecção dos diferentes níveis de exigências e características, sejam elas do âmbito legal e regulatório como as Diretrizes Curriculares Nacionais, da própria instituição e de suas políticas (vide abaixo), como também das características de seu mercado de trabalho, resultando na organização da matriz, como pode ser observado na sequência. 3.1 Políticas Institucionais no Âmbito do Curso O UNIFEB, na definição de suas políticas institucionais, leva em consideração o fato de que essas definem as linhas mestras que orientam as ações dos diferentes segmentos acadêmicos, em consonância com a sua missão, bem como, as políticas gerais traçadas no seu Plano de Desenvolvimento Institucional. O curso, objetivando alcançar a qualidade na formação e no aprimoramento educacional, pessoal e profissional, implanta as seguintes políticas institucionais em seu âmbito de funcionamento: • Políticas de ensino: As políticas do UNIFEB para a graduação fundamentam-se em alguns princípios comuns a seus 26 cursos, objetivando formação de qualidade acadêmica e profissional. Valorização humana: proximidade docente/discente: A aproximação entre professores e alunos constitui-se em um diferencial do UNIFEB, no sentido de se privilegiar uma formação humanista e ética como pressuposto de um ensino-aprendizagem eficiente e eficaz. Aderência do projeto de ensino às características do entorno regional: A articulação permanente entre as ementas, as Atividades Complementares e os temas dos TCC’s com as características profissionais do entorno regional evoca a busca pela coerência entre os objetivos e o perfil de egresso objetivado pelo curso. Ações sobre conhecimentos prévios: Planejamento e execução de atividades de revisão de conteúdos do Ensino Médio em plataforma on-line logo a partir do ingresso dos alunos, através da oferta de cursos de Português, Matemática e Física. Atualização constante das habilidades profissionais: Procura-se estreitar o contato entre os alunos e os profissionais de cada uma das áreas, no sentido de o aluno visualizar as competências e habilidades próprias da área profissional escolhida através das Semanas Científicas e Culturais. Integração dos conteúdos: Objetiva-se a integração dos conteúdos, seja na forma de Projetos Integrados ou mesmo pela introdução de conteúdos transversais a serem 18 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA trabalhados nas disciplinas da área de Humanas existentes nos cursos como os de Português, Sociologia, Metodologia Científica, História ou Filosofia, entre as principais. • Políticas de extensão: ações educativas voltadas para a ampliação de valores e conhecimentos, seja internamente à instituição, na comunidade local, como também, fora do país: • Virtualização: O uso de alternativas específicas para o conhecimento das possibilidades do ensino e aprendizagem em cursos on-line. Intercâmbio Cultural Intercâmbio profissional na área do agronegócio nos EUA UNIFEB aberta à Melhor Idade Cursinho UNIFEB Campeonato de Futsal UNIFEB Music Run. Políticas de estímulo à pesquisa: consiste no desenvolvimento de iniciativas que incrementem a formação acadêmico-científica de seu corpo discente Iniciação Científica Semanas Científicas e Profissionais Revista Ciência e Cultura programa de formação acadêmica internacional “Ciências sem Fronteiras” PIBID: programa de bolsistas da CAPES para trabalho orientado na Educação Básica local para alunos dos cursos de licenciatura. 3.1.1 Objetivos do Curso Os objetivos do curso de Engenharia Química buscam contemplar as necessidades de mercado, as respectivas áreas profissionais e os conteúdos sugeridos pelas Diretrizes Curriculares Nacionais (Resolução CNE/CES no 11, de 11/03/2002) de forma a refletir os princípios, habilidades e competências desejáveis ao profissional egresso. Processo esse que se desenvolve, a partir do planejamento das atividades didático-pedagógicas, em sala de aula e extraclasse e no oferecimento de atividades voltadas ao ensino, extensão e pesquisa, como também, a partir da infraestrutura oferecida e da qualificação do corpo docente. 3.1.1.1 Objetivo Geral O objetivo do curso de Engenharia Química do UNIFEB consiste no oferecimento de uma formação generalista, em que os futuros profissionais sejam capazes de compreender o processo produtivo de transformação em indústrias químicas, nos aspectos físicos, químicos e socioambientais, 19 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA relevantes tanto em termos de processo como em termos de produto. Desta forma, através de uma fundamentação sólida nas ciências básicas, como física, química, matemática e biologia, espera-se que o profissional seja capaz de estabelecer correlações entre a ciência e a experiência, a teoria e a prática, de forma ética, socialmente responsável e ambientalmente adequada e segura, para a promoção de melhorias da sociedade como um todo. 3.1.1.2 Objetivos Específicos O Curso de Engenharia Química do UNIFEB tem por objetivo a formação de profissionais capacitados para pesquisar, analisar, projetar e operar processos produtivos que envolvam alterações de fase da matéria: de estado físico, de conteúdo energético ou de composição. Estes processos existem, principalmente, nas indústrias de produtos químicos, de materiais, de alimentos etc. O curso também visa preparar os futuros profissionais para situações de adaptação e atualização frente a novos desafios e conjunturas, decorrentes da dinâmica de uma sociedade em transformação, a “sociedade do conhecimento”. Para tanto, são definidos como objetivos específicos a serem desenvolvidos durante a formação oferecida pelo curso, os seguintes: • Familiarização do estudante com práticas de laboratório, observando: - relações hierárquicas, - fluxos de informações, - diferenciação de funções nas organizações, - características do mercado, - atividades de rotinas e emergenciais, e - comportamento de segurança no trabalho. • Início do estudante nas práticas de operação, manutenção e montagem nas indústrias químicas para ter uma visão abrangente, global do processo produtivo. • Entendimento qualitativo do processamento das matérias-primas. • Acompanhamento da operação da planta. Participação nas atividades de painel e de campo durante campanhas de produção, manutenção e montagem. • Entendimento das exigências dos órgãos de controle e dos procedimentos adotados para o cumprimento dos mesmos. • Preenchimento de folhas de especificações de equipamentos e auxílio em cálculos de: - balanços materiais e energéticos, e - tubulações. • Execução de medições de vazão e temperatura. • Utilização de instrumentação em geral. • Dimensionamento de equipamentos e sistemas. • Participação no desenvolvimento de rotas de processos, simulação e automação dos mesmos. 20 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA • Quanto à gestão da produção: - com participação no planejamento das necessidades de matéria-prima, e utilidades; - organização de campanha de produção; - definição das habilidades dos colaboradores e dos níveis de responsabilidade; - elaboração dos mapas de custos; - previsão de paradas, - definição de procedimentos de rotinas e emergenciais; - definição de meio ambiente físico e social e higiene no recinto de trabalho. • Conhecimento de vendas de equipamentos e sistemas para indústria química. • Inspeção de riscos em processos químicos. • Normalização e qualidade. • Perícias e análises para órgãos de financiamento. • Estimulo à criação cultural e ao desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo; • Formação de diplomados nas diferentes áreas do conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua formação contínua; • Incentivo ao trabalho de pesquisa e investigação científica, visando ao desenvolvimento da ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, e, deste modo, desenvolver o entendimento do homem e o meio em que ele vive. Estes profissionais deverão também propor modificações, visando ao aumento da produtividade e/ou à redução do impacto para o meio ambiente. 3.1.1.3 Perfil Profissional do Egresso O perfil desejado para o egresso do curso é de uma sólida formação acadêmica generalista e humanista capaz de fazer com que esse profissional seja consciente das exigências éticas e de relevância pública e social dos conhecimentos, habilidades e valores adquiridos na vida universitária e de inseri-los em seus respectivos contextos profissionais de forma autônoma, solidária, crítica, reflexiva e comprometida com o desenvolvimento local, regional e nacional sustentáveis, objetivando a construção de uma sociedade justa e democrática. O avanço tecnológico implementado, principalmente, a partir do final do século passado, permitiu que a educação baseada na transmissão de informações e conteúdos passasse a ser uma “educação centrada no sujeito coletivo, que reconhece a importância do outro, a existência de processos coletivos de construção do saber e a relevância de se criar ambientes de aprendizagem que forneçam o desenvolvimento do conhecimento interdisciplinar” (MORAES, 1997). Esse novo paradigma, que se instaura desde o início do século XXI, prevê que a necessidade de formação já não está restrita à mera atualização de conhecimentos, mas inclui a capacidade do 21 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA aluno de construir e comparar novas estratégias de ação, redefinindo e enfrentando os problemas cotidianos de seu universo de atuação. 3.1.1.4 Perfil do Ingressante O perfil dos alunos ingressantes da Engenharia Química apresenta duas características distintas, mas complementares entre si. O aluno do diurno aparenta possuir maior fundamentação de conhecimentos básicos e exigíveis para acompanhamento do curso; é mais dinâmico e mostra maior potencial criativo com maior domínio das ferramentas tecnológicas atuais, tais como calculadoras programáveis e uso intensivo de internet, mas, como regra geral, aparenta menor maturidade no gerenciamento de sua vida universitária. Por dispor de mais tempo durante o dia, desenvolve atividades de monitoria, iniciação cientifica, grupos de estudos etc. A faixa etária situa-se abaixo dos 20 anos, possui renda familiar maior e a maioria fixou residência em Barretos por ser de outras cidades, dividindo espaço com outros alunos nas locações dos imóveis (repúblicas). O aluno do noturno aparenta maiores dificuldades no domínio de conhecimentos fundamentais prévios e dificuldades para a otimização do tempo disponível para estudos e atividades complementares, mas como regra geral aparenta maior maturidade em termos de postura acadêmica e pré-profissional. A faixa etária é maior quando comparada com o aluno do diurno, mas no que diz respeito à renda familiar, percebe-se uma diferença expressiva. A maioria trabalha para arcar com as despesas dos estudos e mora em cidades vizinhas a Barretos, necessitando do uso de fretados para se deslocarem até a Instituição. O número de bolsistas (PIBIC, Filantrópica, FIES, PROUNI, Estágio, Funcionários/Dependentes, Bolsa Reembolso UNIFEB) é maior nesse período em virtude da renda familiar, mencionada anteriormente. Em relação à divisão por sexo, observa-se que tanto no diurno quanto no noturno o sexo masculino se sobressai em relação ao feminino, o que é comum em qualquer curso de Engenharia. 3.1.1.5 Formas de Acesso Os alunos do UNIFEB ingressam por meio de vestibular que ocorre uma vez por ano, por volta do final do período letivo anterior e é amplamente divulgado pela mídia da região. As vagas são preenchidas mediante a classificação dos candidatos em suas primeiras escolhas, e, em havendo vagas remanescentes, outros candidatos também podem ser contemplados como segunda opção de escolha do aluno. Se ainda assim permanecerem vagas remanescentes, estas serão disponibilizadas aos graduados de outras áreas e/ou instituições, desde que registradas no Ministério de Educação e Cultura. 22 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA 3.1.1.6 Demanda do Curso A demanda do curso pode ser visualizada pelo número dos alunos ingressantes, permanentes e formados ao longo dos anos. O curso de Engenharia Química oferece hoje 50 vagas para ingressantes no período diurno e 60 vagas para ingressantes no período noturno, totalizando 550 vagas nos 5 anos previstos para integralização do curso. Abaixo, apresentam-se dados que contextualizam a oferta e demanda de matrículas de alunos por período que realizaram o processo seletivo dos últimos cinco anos para as turmas do período do diurno e do noturno. 3.1.1.7 Demanda do Curso nos últimos Processos Seletivos Vagas Diurno 50 50 50 50 50 Período 2008/2009 2009/2010 2010/2011 2011/2012 2012/2013 2013/2014 Noturno 50 50 50 50 60 60 Candidatos Diurno Noturno 122 31 77 20 84 30 101 47 97 47 105 Relação Candidato/Vaga Diurno Noturno 2,44 0,62 1,54 0,4 1,68 0,6 2,0 0,94 1,62 0,94 1,75 3.1.1.8Demonstrativo de Alunos Matriculados no Curso, por Semestre Período 2009 2010 2011 2012 2013 2014 Ingressantes Diurno Noturno 22 19 13 13 22 81+16 58 65 55 55 59 MATRICULADOS Demais séries Diurno Noturno 1ºS 2ºS 1ºS 2ºS 78 1 15 87 143 15 34 123 178 34 43 175 223 44 58 219 261 55 213 - Total Diurno Noturno 1ºS 2ºS 1ºS 2ºS 94 23 15 145 143 34 34 188 178 47 43 230 223 57 58 274 261 77 272 - Egressos Diurno Noturno - 37 - Uma característica marcante é a maior procura pelo curso noturno. Contudo, ambos os períodos apresentam certa constância em número de alunos ingressantes por ano. 3.1.2Estrutura Curricular As disciplinas são oferecidas semestralmente e são apresentadas em três versões. Primeiramente, a orientação dos eixos do curso a partir da respectiva DCN. Em seguida, a mesma 23 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA abordagem em forma de matriz. Por último, o detalhamento dessas informações apresentadas semestralmente, na grade curricular. 3.1.2.1 Eixos do Curso e suas Disciplinas Eixo de Conteúdos Básicos: é composto pelas matérias que fornecem subsídios necessários para que o futuro profissional possa desenvolver seu aprendizado. Este Núcleo corresponde, no mínimo, a 31,7% da carga horária total, excluída aquela do estágio supervisionado. Quadro das disciplinas Termos 1 1/2/3/4 1 1 1 1 1 2 2 2/3 2 2 3 4 4 4 8 Disciplinas Álgebra Linear e Geometria Analítica Cálculo Diferencia e Integral I, II, III e IV Ciências Humanas e Sociais Desenho Técnico Básico Fundamentos da Matemática Introdução à Engenharia Técnicas de Redação e Oratória Desenho Técnico Computacional Eletricidade Básica Física Geral e Experimental I e II Princípios de Economia Química Geral e Experimental Princípios de Administração Ciências do Ambiente Estatística Aplicada à Engenharia Física Geral e Experimental III Metodologia Científica Eixo de Conteúdos Profissionalizantes: é composto pelas matérias que fornecem subsídios necessários para que o futuro profissional possa desenvolver seu aprendizado. Este núcleo corresponde, no mínimo, a 22,1% da carga horária total, excluída aquela do estágio supervisionado. Quadro das disciplinas Termos 1 2/3/4/5/6 3/4 3/4 3 5 5 5/6 Disciplinas Computação para Engenharia Projeto Integrado I, II, III, IV e V Química Orgânica I e II Química Inorgânica I e II Métodos Computacionais Aplicados à Engenharia Cálculo Numérico Físico Química Química Analítica I e II 24 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA Eixo de Conteúdos Específicos: é composto pelas matérias que fornecem conhecimentos científicos, tecnológicos e instrumentais necessários ao profissional da engenharia, constituem-se em extensões e aprofundamentos dos conteúdos do eixo profissionalizante, buscando garantir o desenvolvimento das competências e habilidades estabelecidas nas diretrizes curriculares. Este núcleo corresponde, no mínimo, a 46,2% da carga horária total, excluída aquela do estágio supervisionado. Quadro das disciplinas Termos 5/6 5 5 6 6 6 6 6/7/8 7/8/9 7 7/8 7 7/8 8/9 8 9 9 9 10 10 10 Disciplinas Mecânica dos Sólidos I e II Logística Integrada Empreendedorismo Termodinâmica Aplicada à Engenharia Mecânica dos Sólidos II Gerenciamento de Projetos Ética e Direito na Engenharia Fenômenos de Transporte I, II e III Operações Unitárias I, II e III Materiais para a Indústria Química e Princípios de Corrosão Processos Industriais Inorgânicos I e II Qualidade para Engenharia Processos Industriais Orgânicos I e II Laboratório de Engenharia Química I e II Planejamento e Projetos da Indústria Química Bioengenharia Engenharia Ambiental Cinética Química e Cálculo de Reatores Controle de Processos e Instrumentação Simulação, Análise e Otimização de Processos Indústria Sucroalcooleira 3.1.2.1.1Resumo da Carga Horária das Disciplinas por Eixos/Núcleos RESUMO HORAS/A HORAS/R Eixo de disciplinas básicas 1134 945 Eixo de disciplinas profissionalizantes 792 660 Eixo de disciplinas específicas 1656 1380 Total Geral 3582 2985 Obs: h/a = horas/aula e h/r = horas/relógio As percentagens dos diferentes eixos correspondem, aproximadamente, ao preconizado pela Resolução CNE/CES no 11, de 11/03/2002 (DCN - Engenharia) e se encontra graficamente demonstrado na Figura 01 abaixo. 25 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA 3.1.2.1.2 Visualização Gráfica doQuadro Acima Eixos de Conteúdos 32% Básicos 46% Profissionalizantes Específicos 22% Figura 01: Representação grafia dos eixos que compõem a organização curricular do curso. 26 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA 3.1.2.2Matriz Curricular do Curso EIXOS Formação Básica MATÉRIAS Básicas DISCIPLINAS Álgebra Linear e Geometria Analítica Calculo Diferencia e Integral I Ciências Humanas e Sociais Desenho Técnico Básico Fundamentos da Matemática Introdução à Engenharia Técnicas de Redação e Oratória Cálculo Diferencial e Integral II Eletricidade Básica Física Geral e Experimental I Princípios de Economia Química Geral e Experimental Cálculo Diferencial e Integral III Física Geral e Experimental II Princípios de Administração Cálculo Diferencial e Integral IV Ciências do Ambiente Estatística Aplicada à Engenharia Física Geral e Experimental III Metodologia Cientifica Desenho Técnico Computacional 1o 72 72 36 36 36 36 36 324 2o 72 72 72 36 72 36 360 3o 72 72 36 180 Computação para Engenharia Projeto Integrado I 36 - 18 - Sub Total CARGA HORÁRIA SEMESTRAL 4o 5o 6o 7o 8o 9o 54 36 72 72 36 234 0 0 0 36 0 - 27 - - - - - 10o 0 - PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA Formação Profissionalizante Profissionaliza ntes Métodos Computacionais Engenharia Projeto Integrado II Projeto Integrado III Química Inorgânica I Calculo Numérico Química Inorgânica II Química Orgânica I Química Orgânica II Química Analítica I Química Analítica II Físico Química Projeto Integrado IV Projeto Integrado V Aplicados Sub Total Formação Específica Específicas Empreendedorismo Mecânica dos Sólidos I Ética e Direito na Engenharia Mecânica dos Sólidos II Termodinâmica Aplicada a Engenharia Logística Integrada Fenômenos de Transporte I Gerenciamento de Projetos Operações Unitárias I Materiais da Indústria Química e Princípios de Corrosão Processos Industriais Inorgânicos I Processos Industriais Orgânicos I Fenômenos de Transporte II Qualidade para Engenharia Operações Unitárias II Laboratório de Engenharia Química I à - - 36 - - - - - - - 36 18 18 72 72 198 18 72 72 162 54 108 72 18 252 108 18 126 0 0 0 0 - - - - 36 36 - 36 36 72 36 72 36 - 72 - - - - - - - - - 72 - - - - - - - - - 36 36 72 72 - 72 36 - - 28 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA Específicas Formação Específica Sub Total Sub Total Geral Processos Industriais Inorgânicos II Processos Industriais Orgânicos II Fenômenos de Transporte III Planejamento e Projetos na Indústria Química Operações Unitárias III Engenharia Ambiental Laboratório de Engenharia Química II Bioengenharia Cinética Química e Cálculo de Reatores Controle de Processos e Instrumentação Simulação, Análise e Otimização de Processos Indústria Sucroalcooleira 0 0 0 0 72 288 360 36 36 32 72 324 108 54 36 72 90 360 108 72 72 216 360 378 378 396 324 414 360 360 360 252 Atividades Complementares (AC) h/r ....................................................................................................................................................................................240 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) h/r...........................................................................................................................................................................200 Estágio Supervisionado h/r.....................................................................................................................................................................................................180 Total Geral da Carga Horária das Disciplinas h/a ...............................................................................................................................................................3.582 Total Geral da Carga Horária das Disciplinas h/r.................................................................................................................................................................2.985 Carga horaria mínima para integralização do curso h/r................................................................................................................................................3.605 Introdução à Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) – optativa h/r........................................................................................................................................ 30 TOTAL GERAL DO CURSO h/r...........................................................................................................................................................................................3.635 29 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA 3.1.2.3 Grade Curricular do Curso 1º Termo PERÍODO SEMESTRAL C. H. Total Disciplinas Aulas T/P Semanas H/A H/R Computação para Engenharia 2-0 18 36 30 Fundamentos da Matemática 2-0 18 36 30 Álgebra Linear e Geometria Analítica 4-0 18 72 60 Cálculo Diferencial e Integral I 4-0 18 72 60 Desenho Técnico Básico 2-0 18 36 30 Técnicas de Redação e Oratória 2-0 18 36 30 Ciências Humanas e Sociais 2-0 18 36 30 Introdução à Engenharia 2-0 18 36 30 TOTAL 20-0 18 360 300 2º Termo PERÍODO C. H. Total SEMESTRAL Disciplinas Aulas T/P Semanas H/A H/R Química Geral e Experimental 2-2 18 72 60 Física Geral e Experimental I 2-2 18 72 60 Cálculo Diferencial e Integral II 4-0 18 72 60 Desenho Técnico Computacional 0-2 18 36 30 Eletricidade Básica 2-2 18 72 60 Princípios de Economia 2-0 18 36 30 Projeto Integrado I 0-1 18 18 15 TOTAL 21 18 378 315 3º Termo PERÍODO SEMESTRAL C. H. Total Disciplinas Aulas T/P Semanas H/A H/R Química Orgânica I 2-2 18 72 60 Química Inorgânica I 2-2 18 72 60 Física Geral e Experimental II 2-2 18 72 60 Cálculo Diferencial e Integral III 4-0 18 72 60 Métodos Computacionais Aplicados à Engenharia 0-2 18 36 30 Princípios de Administração 2-0 18 36 30 Projeto Integrado II 0-1 18 18 15 TOTAL 21 18 378 315 30 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA 4º Termo PERÍODO SEMESTRAL C. H. Total Disciplinas Aulas T/P Semanas H/A H/R Química Inorgânica II 2-2 18 72 60 Química Orgânica II 2-2 18 72 60 Estatística Aplicada à Engenharia 3-0 18 72 45 Física Geral e Experimental III 2-2 18 72 60 Ciências do Ambiente 2-0 18 36 30 Cálculo Diferencial e Integral IV 3-0 18 54 45 Projeto Integrado III 0-1 18 18 15 TOTAL 21 18 396 315 5º Termo PERÍODO SEMESTRAL C. H. Total Disciplinas Aulas T/P Semanas H/A H/R Química Analítica I 4-2 18 108 90 Físico-Química 2-2 18 72 60 Mecânica dos Sólidos I 2-0 18 36 30 Empreendedorismo 2-0 18 36 30 Logística Integrada 2-0 18 36 30 Cálculo Numérico 3-0 18 54 45 Projeto Integrado IV 0-1 18 18 15 TOTAL 20 18 360 300 6º Termo PERÍODO SEMESTRAL C. H. Total Disciplinas Aulas T/P Semanas H/A H/R Química Analítica II 4-2 18 108 90 Fenômenos de Transporte I 4-0 18 72 60 Mecânica dos Sólidos II 2-0 18 36 30 Termodinâmica Aplicada à Engenharia 4-0 18 72 60 Gerenciamento de Projetos 2-0 18 36 30 Ética e Direito na Engenharia 2-0 18 36 30 Projeto Integrado V 1-0 18 18 15 TOTAL 21 18 378 315 31 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA 7º Termo PERÍODO SEMESTRAL C. H. Total Disciplinas Aulas T/P Semanas H/A H/R Operações Unitárias I 4-0 18 72 60 Materiais da Ind. Química e Princípios de Corrosão 4-0 18 72 60 Processos Industriais Inorgânicos I 2-0 18 36 30 Processos Industriais Orgânicos I 2-0 18 36 30 Fenômenos de Transporte II 4-0 18 72 60 Qualidade para Engenharia 4-0 18 72 60 TOTAL 20 18 360 300 8º Termo PERÍODO SEMESTRAL C. H. Total Disciplinas Aulas T/P Semanas H/A H/R Operações Unitárias II 4-0 18 72 60 Laboratório de Eng. Química I 0-2 18 36 30 Processos Industriais Inorgânicos II 2-0 18 36 30 Processos Industriais Orgânicos II 2-0 18 36 30 Fenômenos de Transporte III 4-0 18 72 60 Planejamento e Projeto da Indústria Química 4-0 18 72 60 Metodologia Científica 2-0 18 36 30 TOTAL 20 18 360 300 9º Termo PERÍODO SEMESTRAL C. H. Total Disciplinas Aulas T/P Semanas H/A H/R Laboratório de Eng. Química II 0-2 18 36 30 Bioengenharia 2-2 18 72 60 Engenharia Ambiental 3-0 18 54 45 Operações Unitárias III 6-0 18 108 90 Cinética Química e Cálculo de Reatores 3-2 18 90 5 TOTAL 20 18 360 300 10º Termo PERÍODO SEMESTRAL C. H. Total Disciplinas Aulas T/P Semanas H/A H/R Controle de Processos e Instrumentação 4-2 18 108 90 Simulação, Análise e Otimização de Processos 4-0 18 72 60 Indústria Sucroalcooleira 4-0 18 72 60 TOTAL 14 18 252 210 32 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA 3.1.2.4 Resumo Geral da Grade Curricular Eixo de conteúdos básicos 1.134 h/a 945 h/r Eixo de conteúdos profissionalizantes 792 h/a 660 h/r Eixo de conteúdos específicos 1.656 h/a 1380 h/r Carga Horária Parcial 3582 h/a 2985 h/r Atividades Complementares - 240 h/r Estágio Supervisionado - 180 h/r Trabalho de Conclusão do Curso - 200 h/r Introdução à Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) – optativa Total Geral 30h/r 3635 h/r 3.1.3 Conteúdos Curriculares Apesar de o UNIFEB estabelecer, a partir das políticas institucionais no âmbito dos cursos, parâmetros comuns a todos, existe o cuidado em se resguardar espaço institucional próprio para que cada curso estabeleça as suas próprias prioridades de sua área profissional, seja na organização dos conteúdos, como também no vínculo que estabelece com as lideranças de sua área profissional. Ainda quanto à administração dos conteúdos, há aqueles que são comuns a todos os cursos, conforme legislação federal própria (abaixo), cuja bibliografia é estabelecida semestralmente de comum acordo com os docentes representantes de cada grande área das Humanas, que pode ser identificado no item concernente ao NAC (Núcleo de Apoio Cultural, item 5.2), com ênfase no cumprimento das legislações abaixo: • Resolução CNE/CP n.01 de 17/06/2004 –Lei n. 11.645 de 10/03/2008 - Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e cultura Afro- Brasileira e Africana; • Decreto n. 5.626/2005 – Disciplina obrigatória/optativa de Libras; • Lei n. 9.795, de 27/04/1999 – Decreto n. 4.281 de 24/06/2002 relativo aos conhecimentos ambientais. A viabilização destes conteúdos ocorre primeiramente pelo caráter humanista da instituição, o que se espelha tanto na (já tradicional) proximidade entre professores e alunos, como também na presença de diferentes disciplinas da área de Humanas em todos os cursos (mesmo nas Exatas), cada curso adequando a construção de seu perfil de egresso proposto. Fazem parte deste núcleo as disciplinas de Português, Sociologia, Economia, Filosofia, História ou Metodologia Científica, que fazem parte da grade ou não, conforme a os objetivos de cada curso. Didaticamente o NAC (juntamente com o Núcleo de Apoio Pedagógico – NAPe) propõe o a inclusão da bibliografia sugerida como forma de ensino e treinamento de habilidades específicas do 33 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA próprio curso, como por exemplo, exercício de leitura e escrita acadêmica, realização de resenhas e seminários entre outras possibilidades. em que se propõe o uso da bibliografia sugerida pelo NAC e suas temáticas a serem desdobradas dentro da perspectiva profissional de cada curso. Quanto ao curso de libras, este já é oferecido regularmente para os cursos das licenciaturas no UNIFEB, sendo oferecido como possibilidade optativa aos demais cursos. 3.1.3.1 Interdisciplinaridade e Transdisciplinaridade O curso entende que há duas dimensões de articulação dos conteúdos por parte dos alunos, de forma a se alcançar com maior plenitude o perfil do egresso desejado: o primeiro se refere à característica de complementaridade dos conteúdos, que estes sejam percebidos por parte dos alunos como integrados a um todo, superando a fragmentação inicial do ensino, didaticamente desenvolvida de forma compartimentada. A partir da interação nos projetos e atividades propostas pelo curso, como acima mencionados, possibilita-se uma visão mais profissional e integrada tanto do campo de trabalho como um todo como dos conhecimentos disponibilizados para a finalidade de intervenção profissional. De forma complementar ainda a estes conteúdos profissionais, procura-se introduzir os conhecimentos transdisciplinares ao longo de toda a sequência de semestres percorridos pelo aluno, estes conhecimentos referem-se ao contexto cultural maior em que o aluno se encontra inserido, com conteúdos como os sugeridos pelo NAC (Núcleo de Apoio Cultural, item 5.2), com ênfase no cumprimento das legislações abaixo: • Resolução CNE/CP n.01 de 17/06/2004 –Lei n. 11.645 de 10/03/2008 - Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e cultura Afro- Brasileira e Africana; • Decreto n. 5.626/2005 – Disciplina obrigatória/optativa de Libras; • Lei n. 9.795, de 27/04/1999 – Decreto n. 4.281 de 24/06/2002 relativo aos conhecimentos ambientais. 3.1.3.2Flexibilidade Como pode ser visualizado pelos itens anteriores referentes aos conteúdos curriculares, apesar de termos uma parte fixa da matriz, pode ser visualizado um encadeamento dos conteúdos, que percorre uma lógica que se inicia com o perfil inicial do aluno, a aquisição das habilidades técnicas como próprias do perfil intermediário, para então terminar com as competências do perfil final do perfil de egresso proposto. Esta parte garante ao aluno uma formação genérica, ou seja, ele toma conhecimento de todas as possibilidades profissionais; mão não termina aí. A instituição se preocupa com uma parte variável da matriz, que se refere aos componentes curriculares em que o aluno escolhe, a partir da grade de seu curso, os temas e conteúdos de seu maior interesse, que podem ser trabalhados nas Atividades Complementares ao longo dos 8 a10 semestres (dependendo da duração do curso), na escolha e pesquisa dos temas, seja para a Iniciação 34 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA Científica ou da confecção de seu TCC, como também, no setor de estágio, em que o aluno se aproxima daquela área profissional com maior aderência às suas expectativas. Este componente curricular variável objetiva oferecer um ajuste de coerência entre àquilo que é formalmente oferecido pelo curso, e àquilo que melhor se ajusta às possibilidades, às características e expectativas do aluno, dentro ainda do perfil de egresso proposto pelo curso. 3.1.3.3 Orientação Pedagógica dos Curso O Curso de Engenharia Química do UNIFEB tem como eixo principal a ideia de que é necessário formar o aluno, mais do que informá-lo, buscando criar um profissional com uma base sólida em conhecimentos científicos e técnicos. A graduação deve proporcionar condições para que cada aluno construa com rigor essa base inicial para a vida profissional, juntamente com o desenvolvimento do senso crítico e da capacidade de análise. Com isso será possível ao profissional adaptar-se às necessidades do mercado de trabalho, bem como estará apto para o treinamento continuado que se inicia com a vida prática, única forma viável para acompanhar a continua evolução da tecnologia. Nos últimos anos, em decorrência do processo de definição das novas diretrizes curriculares, e em resposta à necessidade de adaptação às profundas mudanças provocadas pela evolução acelerada das comunicações e da informática na atividade profissional do engenheiro, ocorreram amplas discussões com relação ao papel dos futuros Engenheiros Químicos. A revista Politécnica, em artigo intitulado “O Engenheiro do Século 21” (CYTRYNOWICZ, 1991), apresentou três tipos de engenheiro que a Universidade pode pretender formar: o de projetos, o cientista e o sistêmico, cujas definições são apresentadas a seguir. O Engenheiro Projetista é o engenheiro com profundo conhecimento tecnológico numa área especifica. O Engenheiro Cientista esta voltado a capacitação tecnológica para desenvolver produtos e processos. Ele atua basicamente em pesquisa e desenvolvimento e uma de suas principais áreas de trabalho é a própria Universidade. O Engenheiro Sistêmico é voltado para as áreas de operação, planejamento e controle, direcionando seu conhecimento técnico para a produção. Ele tem visão multidisciplinar das engenharias, abordagem integrada dos sistemas de produção e conhecimento empresarial e organizacional que o torna capaz de atuar em administração e gerenciamento. Percebe-se que, historicamente, as grandes Escolas tradicionais de Engenharia sempre tiveram um enfoque maior na formação dos dois primeiros tipos de engenheiro e que, ultimamente, a tendência das propostas curriculares é de valorizar o engenheiro sistêmico. Não se pode esquecer ainda que o Engenheiro Químico desenvolve atividades que o coloca frente a frente com questões relacionadas ao meio ambiente e à preservação de valores éticos e culturais, necessitando interagir adequadamente em equipes de trabalho multidisciplinares. Desenvolve também atividades que o coloca em interação extensa com pessoas de todos os estratos sociais e 35 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA econômicos, bem como nos círculos de decisão, de forma que é necessária uma capacidade de comunicação, de relacionamento pessoal e de liderança. A engenharia, coerente com o seu caráter pragmático, tem sido mais praticada do que definida. Não por falta de uma demanda insistente por definições “oficiais” da parte das Instituições, principalmente as que são ligadas ao ensino. A atenção a este tipo de consideração impacta, com certeza, na política de formação dos diferentes perfis de engenheiros. Entre as características de ordem culturais e pessoais do indivíduo que busca a sua formação profissional (portanto na esfera dos dons pessoais) e a política universitária deliberada, a ser construída, de forma daquele determinado tipo de profissional que resolve determinado tipo de problema (portanto da esfera, em ultima análise, de uma demanda do mercado, historicamente determinada) interpõe-se, necessariamente, até mesmo para garantir que esse encontro não seja fortuito, mas conscientemente provocado, a compreensão profunda da dimensão cognitiva da engenharia. Desta forma, o curso está se adequando à realidade dos elementos regionais e à existência de inovações externas, inclusive tecnológicas que vieram se apresentando neste passado recente. Além disso, procurou adequar-se também aos novos perfis de ingressantes do diurno e noturno, propondo práticas que possibilitem respeitar e incentivar a adequação do aluno às exigências acadêmicas dessa sua nova etapa de estudos. Adicionalmente ao trabalho realizado pelos professores em sala de aula, o curso também conta com o apoio de intervenções institucionais específicas por meio do programa Próaluno, conforme descrito no item 5.3.2. Especificamente com relação à sala de aula, para fazer frente à complexidade dos elementos já apontados, se fez e se faz necessária uma atenção voltada não apenas ao conteúdo programático, mas na necessidade de se oferecer elementos, discussões e atividades extraclasse, atividades de extensão e pesquisa (PIBIC), estudos de casos, assim como eventos organizados para a própria inserção dos alunos em atividades científicas no meio acadêmico visando que se atinja aquilo que é desejado no curso. Para que se atinja tal meta, se fez necessária a implementação de práticas inovadoras, específicas e peculiares da região e se pretende, num breve futuro, ajustar-se para novas realidades socioeconômicas do país e que afetam diretamente a região onde se situa o curso. As investigações sobre a formação e o trabalho do professor têm recebido crescente destaque nos últimos anos, já que, no Brasil e na maioria dos países ocidentais, desde o início dos anos noventa, os pesquisadores, que investigam na e sobre a educação, demonstram interesse específico pela formação e pelo trabalho docente, pelas práticas pedagógicas, os saberes, as competências e o desenvolvimento profissional dos professores (PERRENOUD, 2000). Recentemente, são muitos os fatores que definem a escolha por parte de os pesquisadores de objetos de estudos que investigam sobre e com os professores, sua formação, sua prática e saberes. Rocha (2000) ressalta que um desses fatores é o papel preponderante que o professor desempenha no processo de educação formal. Assim, dar voz e vez ao professorado representa pilares para as mudanças que operaram melhoria na qualidade do sistema educacional atual. Nesse contexto, não basta investigar o professor, seu papel e função nessa mudança, mas sobretudo ampliar as 36 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA possibilidade de investigar com os professores, co-produzindo saberes que deem conta das emergentes demandas impostas à educação e a esses profissionais. É consenso a ideia de que não existe um caminho que possa ser identificado como o único e melhor para o ensino de qualquer disciplina, assim, conhecer diversas possibilidades de trabalho em sala de aula é fundamental para que o professor construa sua prática. Desse modo, a prática docente deverá sempre ser composta de várias metodologias de ensino, de acordo com os objetivos propostos. É essencial que o docente tenha flexibilidade na escolha de procedimentos de ensino mais adequados ao momento, considerando, sempre que possível, os mais criativos, respeitando as diferenças, incentivando a convivência, promovendo o desenvolvimento da autonomia, de habilidades, do espírito crítico e da coragem para a inovação. Os desafios da educação superior na atualidade exigem práticas pedagógicas inovadoras, entendidas como aquelas que rompem com o paradigma da racionalidade técnica, baseado na lógica disciplinar e na transmissão de conteúdos dogmatizados. Tais práticas docentes oportunizam aos estudantes a construção de aprendizagens significativas na formação de profissionais desenvolvidas na universidade. O desenvolvimento de práticas pedagógicas inovadoras pressupõe a reflexão crítica e consistente sobre a prática do docente universitário. Reflexão não como um ato isolado, mas como processo coletivo dialógico de questionamentos, descobertas e construções. Os desafios colocados pela sociedade contemporânea requerem a superação de modelos de ensino que acabam privilegiando o ensino compartimentado de disciplinas, sem contemplar a articulação/integração destes conhecimentos. Cabe ao profissional, já no mercado de trabalho, elaborar por si próprio esta articulação/integração, o que mostra uma das lacunas do ensino segmentado expressando uma das dimensões do afastamento entre a instituição educacional e a unidade empreendedora. Segundo Masetto (2003), existem várias técnicas que se aplicam na melhoria da qualidade da aprendizagem. Entre elas, duas se destacam, cada uma com sua contribuição específica. Uma delas, o ensino com pesquisa é uma técnica que possibilita o desenvolvimento de vários itens, tais como: • Incentivar a busca de informações em livros, revistas, periódicos, anais de congressos, e em variados ambientes informativos como bibliotecas e sítios. • Selecionar, organizar, comparar, analisar, correlacionar dados e informações. • Fazer inferências, levantar hipóteses, comprová-las, reformulá-las e tirar conclusão. Elaborar um relatório científico e comunicar os resultados obtidos com clareza, ordem, de maneira oral e/ou escrita. Outra técnica é o ensino por projeto que leva o aluno a relacionar a prática com a teoria, • promover a integração das disciplinas e a seguir no sentido de uma postura interdisciplinar, algo tão característico da realidade profissional. No curso de Engenharia Química do UNIFEB, os conteúdos das disciplinas de cada semestre são articulados entre si através das atividades desenvolvidas nas disciplinas de Introdução à Engenharia e Projeto Integrado. Essa integração do conhecimento disciplinar se dará através de uma atividade eminentemente prática como a construção de uma maquete ou protótipo, de tal forma que o acadêmico sentirá na prática a necessidade de dado conhecimento teórico. 37 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA A disciplina PROJETO INTEGRADO merece destaque como prática inovadora, sendo ministrada em forma de eixo curricular até o 6o (sexto) semestre do curso, na qual é desenvolvida uma atividade eminentemente prática como a elaboração de um mecanismo, um engenho, um processo, um sistema ou um projeto no qual o acadêmico, a partir de uma equipe de alunos, busca elementos, métodos e conhecimentos necessários para realizar esta atividade em todas as disciplinas do semestre e mesmo em algumas anteriores para alcançar sucesso nos objetivos da disciplina. A atividade, que é elaborada pelos professores orientadores, contempla várias dimensões, cada uma delas ligada a uma disciplina da grade do semestre de forma que a equipe tenha que dialogar com os professores das disciplinas para avançar no cumprimento da tarefa. Cada disciplina do semestre deverá incorporar em sua avaliação, os resultados obtidos pelas equipes na disciplina PROJETO INTEGRADO, de forma que esta corresponda a 15% da nota total. Assim, o conhecimento teórico apresentado pelo professor das disciplinas do semestre será solicitado pela equipe de acadêmicos para dar andamento à sua atividade. Nesse sentido, ela operará como forma de integrar os conhecimentos ministrados nas diversas disciplinas alinhavando um todo. A cada semestre, a equipe de acadêmicos terá que elaborar uma nova atividade no PROJETO INTEGRADO do semestre. Idealmente, estas equipes poderão alterar a composição de seus membros visando propiciar a superação de dificuldades quanto ao entrosamento dos grupos. Os profissionais da área de engenharia são por natureza identificadores, formuladores e solucionadores de problemas das mais diferentes ordens. E cada vez mais a solução de tais problemas requer habilidades e competências mais elaboradas, atributos estes resultantes da combinação, do espírito de iniciativa, pró-atividade, criatividade, conhecimento científico e tecnológico, arte, esforço, planejamento e ação. Assim sendo, a interdisciplinaridade é uma instância manifestada pela sociedade de conhecimento dos nossos dias, mormente nas áreas que envolvem aplicações tecnológicas e científicas. Outro ponto de destaque é que os cursos de Engenharia Mecânica, Engenharia Química e Engenharia de Produção possuem um ciclo básico comum nos dois primeiros anos do curso, o que proporciona aos alunos a convivência com alunos de áreas diferentes trabalhando nas mesmas equipes. Essa vivência reproduz as situações na vida profissional, nas quais o engenheiro necessita trabalhar com equipes multiprofissionais que devem congregar para solução dos problemas. Há de se mencionar ainda a articulação dos conhecimentos básicos e profissionais próprios da Engenharia aos de Ciências Humanas, (incluindo Sociologia, Economia e Administração), novamente em forma de eixo curricular, uma vez que estas disciplinas acompanham o aluno com crescente complexidade em todos os semestres, de modo que o aluno possa articular esses conteúdos de forma prática nos Projetos Integrados juntamente com as demais disciplinas de cada um dos semestres. Além do curso praticar a interdisciplinaridade no plano horizontal através da integração dos conteúdos nos projetos integrados de cada termo também proporciona a dimensão transdisciplinar pela condução em espiral dos conteúdos e das práticas sugeridas na finalização do curso seja através do TCC, das Atividades Complementares, dos projetos sugeridos pelas disciplinas nos últimos termos. 38 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA 3.1.3.3.1 Programa de Formação Complementar (PFC) Trata-se de um programa institucional de disciplinas iniciado no início de 2013, semestral, oferecido nos diversos níveis de complexidade - relativo ao perfil generalista de graduação - cujos conteúdos possam complementar a formação curricular e regular oferecida pelos 26 cursos. As disciplinas são oferecidas nos formatos: presencial, semipresencial e a distância, nas quatro grandes áreas assim denominadas: Saúde, Exatas, Humanas e Agrárias. Seus conteúdos não concorrem com os das disciplinas regulares dos cursos de graduação. A iniciativa é organizada pela Pró-Reitoria de Extensão e do Núcleo de Estudos Avançados (NEA) do UNIFEB, a partir de propostas enviadas por todos os segmentos da instituição, e pode envolver propostas advindas tanto do corpo de funcionários da FEB como também com a participação de profissionais externos. Trata-se de uma proposta que oferece total flexibilidade ao aluno, sendo possível cursar apenas disciplinas isoladas do Programa, bem como o conjunto como um todo, denominado como “módulo básico”. Os cursos poderão ser aproveitados para completar a carga horária necessária das Atividades Complementares dos respectivos cursos. A partir de pesquisa preliminar realizada com uma amostra dos alunos dos cursos do UNIFEB, verificou-se o grau de necessidade e aceitabilidade da proposta, como também a indicação dos conteúdos mais desejados no formato de cursos complementares, extra-curriculares. Quanto aos cursos oferecidos pela instituição no 1. semestre de 2013, destacam-se: 4 disciplinas em forma de um Módulo Básico: • Aprender a estudar (na modalidade à distância) • Inglês – nível iniciante (na modalidade presencial) • Organização de plano de carreira (na modalidade presencial) • Informática (na modalidade à distância) Como opção adicional ao Módulo Básico: • Curso de Libras (na modalidade presencial) • Aptidão física (na modalidade presencial) • Gerenciamento de qualidade (na modalidade presencial) • Melhorando a qualidade de vida (na modalidade semipresencial) • Leitura e Interpretação NBR ISO 9001:2008 (na modalidade presencial) • Leitura e Interpretação NBR ISO 14001:2004 (na modalidade presencial) • Programa “5S” – Implantação e Auditorias (na modalidade presencial) 39 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA 3.1.3.4 Coerência Entre a Matriz Curricular e o Perfil de Egresso do Curso Em consonância com a proposta de Integração dos conteúdos da política de ensino proposta no item3. 1, procura-se viabilizar uma visão sistema de todos os elementos curriculares, de forma a cada uma das características servir de complemento e otimização quanto aos objetivos de qualidade de ensino e formação propostos pela instituição. A matriz curricular contempla os diferentes componentes curriculares que podem ser classificados como sendo fixas e variáveis. A parte fixa da matriz representa a sequência tal qual é visualizada na forma da grade (item 3.1.2.3), uma sequência de disciplinas, em que há um encadeamento de conteúdos que se inicia no nível do perfil inicial/ingressante do aluno, perpassando os conteúdos técnicos, com o ensino e treinamento de habilidades específicas (vide os objetivos específicos do curso, item 3.1.1.2), para então finalizar com os conteúdos propriamente profissionais, de forma a chegar a completar o perfil de egresso contemplado neste projeto (item 3.1.1.3.) Por último, ainda fazem parte dos conteúdos de formação do aluno àqueles propostos pela legislação federal, de forma que se garanta uma formação gral mínima nestes tempos de fragmentação de conhecimentos, além da superficialização dos mesmos. 3.1.3.5Avaliação Interna Discente A partir da dimensão do processo ensino aprendizagem, que tem como objetivo verificar a consolidação de conhecimentos e informações por parte dos alunos são utilizados indicadores diversificados e amplos, que possam permitir uma visão mais completa do aprendizado do aluno. Esses indicadores são tais como: presença, trabalhos escritos, apresentação de trabalhos, provas, Trabalhos de Conclusão de Curso – TCC, Atividades Complementares, Atividades de Extensão e etc. Para essa perspectiva de avaliação são consideradas as normas constantes do Capítulo IV (da avaliação escolar) do Regime Interno (constante do site da instituição), que faz considerações sobre a avaliação formal em cada disciplina considerando os seguintes aspectos de aferição: • o grau de aproveitamento em trabalhos escolares e provas; • a frequência às aulas e demais atividades previstas no plano de ensino. Quanto ao grau de aproveitamento podem constar provas escritas e/ou orais, testes, arguições, estudos dirigidos, trabalhos práticos, experimentais ou de campo, relatórios, seminários, projetos, diagnósticos, estágios ou pesquisas, tendo por base o conteúdo programático da disciplina, previsto no plano de ensino, previamente aprovado pelo respectivo Conselho de Curso. No caso de disciplinas com características especiais, tais como estágios supervisionados, disciplinas de projetos, laboratórios, trabalhos de conclusão de curso, monografias e outras, o resultado final da avaliação da aprendizagem deve obedecer também às normas específicas do curso, aprovadas pelo Conselho de Curso. 40 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA As normas específicas referentes à avaliação da aprendizagem, adotadas pelo docente responsável pela disciplina, devem ser divulgadas aos acadêmicos juntamente com o plano de ensino no início do período letivo. Em cada período letivo, cada docente responsável por disciplinas deve apresentar no mínimo duas notas parciais que comporão, através de média aritmética, a média final do aluno. As notas parciais devem ser lançadas pelo docente no Sistema de Gerenciamento Acadêmico - R.M., programa disponível no site do UNIFEB para conhecimento dos alunos, nas datas estabelecidas no Calendário Acadêmico. Nas avaliações da aprendizagem, o docente deve verificar o domínio dos tópicos constantes do programa e ministrados na disciplina, bem como os aspectos qualitativos relativos ao desenvolvimento de atitudes e habilidades, descritos no plano de ensino. As avaliações da aprendizagem devem ser realizadas em dia letivo, preferencialmente no horário de aula da disciplina/turma. Outros dias, horários e locais podem ser acordados com o docente responsável pela disciplina e a maioria simples dos acadêmicos a serem avaliados. Ao final do período letivo, o sistema de registro acadêmico processa, automaticamente, a Média Final do aluno, correspondente às notas parciais fornecidas pelo docente responsável pela disciplina. O resultado da avaliação da aprendizagem é efetuado através de notas parciais e da Média Final, expressas em valor numérico na escala de 0 (zero) a 10 (dez), com aproximação de uma casa decimal. É considerado aprovado o discente que satisfizer as condições de frequência igual ou superior a 75% e média aritmética, das duas notas parciais, igual ou superior a 5,0 (cinco). Poderá requerer a realização de Prova Substitutiva o acadêmico que não alcançou a Média Final maior ou igual a 5,0 (cinco inteiros) ou não tenha comparecido a alguma das avaliações. Esta prova substitutiva deve abordar todo o conteúdo programático da disciplina em curso, de acordo com os critérios estabelecidos pelo docente responsável pela disciplina; e ser aplicada no final do semestre letivo e após a divulgação da média final. Fica a critério do professor responsável pela disciplina se a nota da prova substitutiva substituirá apenas a avaliação escrita ou a composição de avaliações que formam a nota parcial. O acadêmico que se julgar prejudicado pode requerer revisão de avaliação da aprendizagem à Secretaria Geral, mediante requerimento acadêmico devidamente justificado, desde que esta revisão de avaliação tenha por objeto um instrumento de avaliação que tenha sido realizado por escrito. O requerimento com o pedido de revisão deve ser apresentado junto à Secretaria Geral, respeitando o período de revisão constante no Calendário Acadêmico. A revisão será feita pelo docente responsável pela disciplina juntamente com o aluno solicitante, em horário previamente agendado e o resultado da revisão é encaminhado à Coordenação de Curso, devidamente justificado, para que se proceda ao registro acadêmico da nota referente à avaliação revisada. O acadêmico que não obtiver aprovação em uma disciplina deve cursá-la em semestre posterior até obter aprovação em Regime de Dependência. Para o aluno em Regime de Dependência o limite máximo de disciplinas a serem cursadas será igual ao número de disciplinas do termo, adicionado de mais três, priorizando-se as dependências. 41 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA Caso haja conflito de horário entre os componentes curriculares a serem cursados em Regime de Dependência e os do termo curricular, o aluno deverá, no seu requerimento de matrícula, priorizar as disciplinas em Regime de Dependência. Para a efetivação da matrícula, o requerimento deve ser deferido pela Coordenação do Curso. Quando da realização da matrícula, a Coordenação de Curso é responsável por assessorar o aluno na composição dos componentes curriculares que deverá cursar no semestre. O aluno matriculado em componentes curriculares a serem cursados em Regime de Dependência deverá cumpri-los obedecendo aos mesmos critérios de assiduidade e aproveitamento exigidos para a turma regular. 3.1.3.5.1Formas de Recuperação do Aluno Ao final do período letivo, o aluno que não conseguiu o aproveitamento mínimo, com nota inferior a cinco na disciplina, tem a oportunidade de fazer nova avaliação, e substituir uma das notas bimestrais mais baixas, refazendo sua média e podendo alcançar a condição de aprovado. Entende-se que esta nova oportunidade poderá ajudar o aluno a rever conceitos, ler com mais cuidado a matéria, recuperando o conteúdo e o aproveitamento. Com o mesmo objetivo, os alunos que tiveram suas atividades acadêmicas suspensas por algum problema de saúde, com comprovada permissão de licença diante da legislação, também têm a oportunidade de apresentar trabalhos para repor os conteúdos perdidos em função das faltas. 3.1.3.6 Avaliação Institucional Externa Dias Sobrinho (1995) aponta que "A Universidade é compreendida como um conjunto de processos e relações que se produzem em seu cotidiano. É uma instituição social de caráter essencialmente pedagógico. É vista como construção social e histórica". Portanto, não é uma realidade acabada, pronta. Daí o sentido dinâmico e processual da avaliação. O cotidiano das universidades é feito de processos de diferenciação e de convergências, pois não são instituições unidirecionais, nem tampouco totalidades sem contradições, onde a divisão do trabalho e a multiplicidade funcional são articuladas umas com as outras. Avaliação serve para pensar e planejar a prática docente e nessa reflexão torna-se um recurso para melhorar os processos pedagógicos. Avaliação tem o significado e valor de servir à tomada de consciência sobre a prática. Destrinchar o significado das práticas da avaliação talvez seja um caminho para penetrar no significado da educação institucionalizada. Para os professores não interessa colocar a avaliação apenas como um problema técnico-pedagógico que deve resolver em seu ensino, mas também concebê-la como um caminho para entender o currículo real do aluno. Além da compreensão da realidade dos alunos, a avaliação permite entender a realidade dos professores, perceber o clima institucional, as relações com a sociedade e os efeitos do currículo oculto da educação (FRIZZO, 2003). 42 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA No ano de 2011 os alunos do curso de Engenharia Química foram dispensados do Exame Nacional de Desempenho Acadêmico (ENADE) de acordo com o art. 3º da Portaria Normativa nº 8/2011 que prevê, em seus §§ 3º e 4º, as situações de dispensa de estudantes ingressantes. São considerados estudantes ingressantes aqueles que tenham iniciado o curso, oriundos do principal processo seletivo da IES, com matrícula inicial no ano letivo de 2011 em curso a ser avaliado pelo ENADE. Nos termos do art. 5º, § 5º da Lei nº. 10.861/2004 e, em consonância com o art. 33-F da Portaria Normativa nº. 40/2007, em sua atual redação. Como o curso, no ano de 2011, não possuía alunos concluintes, nenhum aluno passou por processo de avaliação até o momento, pois são considerados estudantes concluintes (último ano do curso) aqueles que tiverem concluído pelo menos 80% (oitenta por cento) da carga horária mínima do currículo do curso da IES ou aqueles estudantes que tenham condições acadêmicas de conclusão do curso no ano letivo de 2011. Na ocasião, os alunos cursavam o 3o (terceiro) ano. A qualidade de ensino hoje, mais do que uma ânsia da sociedade brasileira, é uma necessidade face aos desafios que a modernidade impõe. Deseja-se que o processo de avaliação institucional prossiga, seja ampliado e caminhe responsavelmente, creditando o próprio processo fortalecido pela capacidade de analisar-se criticamente nos acertos e limitações. Desta forma, o compromisso do UNIFEB com a qualidade de ensino tem se moldado de acordo com as expectativas atuais de mercado e da sociedade de uma maneira geral. - DIAS SOBRINHO, J. Universidade: processos de socialização e processos pedagógicos. In: DIAS SOBRINHO, J.; BALZAN, N. C. Avaliação institucional: teoria e experiências. São Paulo: Cortez, 1995. - FRIZZO, M. A importância da avaliação institucional para a melhoria da qualidade de ensino: a experiência de uma instituição de ensino superior. XXIII Encontro Nacional. de Engenharia de Produção, Ouro Preto, MG, Brasil, 21 a 24 de out de 2003. 3.1.4 Ementas 1º TERMO INTRODUÇÃO À ENGENHARIA EMENTA: Apresentação do curso de Engenharia: Matriz Curricular e Projeto Pedagógico do Curso. O papel do engenheiro no contexto social e tecnológico. Exercício profissional: regulamentação, legislação e ética profissional. Mercado de trabalho. Sistema CONFEA/CREA. Sistema CRQ/CREA. Princípios do Projeto Integrado para Engenharia. Acompanhamento dos projetos iniciais. REFERÊNCIAS BÁSICAS BAZZO, W. A. Introdução à engenharia. 4. ed. Revisada. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2008. 43 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA FERRAZ, H. A Formação do engenheiro: um questionamento humanístico. São Paulo: Ática,1983. ANDRADE, M. M. Redação prática: planejamento, estruturação, produção do texto. São Paulo: Atlas, 2001. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação: referências – elaboração. Rio de Janeiro, 2002. ANDRADE, M. M. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico: Elaboração de trabalho de Graduação. São Paulo: Atlas, 1999. DIEHL, A. A.; TATIM, D. C. Pesquisa em Ciências Sociais Aplicadas: Métodos e Técnicas. São Paulo: Prendice Hall, 2004. FAUREZ, G. A Construção das Ciências: Introdução à Filosofia e à Ética das Ciências. São Paulo, /UNESP, 1995. _________________________________________________________________ ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA EMENTA: Matrizes, Determinantes. Coordenadas Cartesianas no Plano; Equação da Reta; Vetores, Produto Escalar, Produto Vetorial, Duplo, Misto. Teoria Angular; Distâncias; Áreas; Circunferência; Cônicas: elipse, hipérbole e parábola. REFERÊNCIAS BÁSICAS: STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P.. Álgebra linear. 2.ed. São Paulo: Mc Graw-Hill, 1987 LIMA, R. B. Curso Básico de Vetores. Vol. 1. São Paulo: Editora J. A. Queiroz,1981. LIMA, E. L.; CARVALHO, P. C. P.; WAGNER, E.; MORGADO, A. C. A Matemática do Ensino Médio. Vol. 02. Coleção do professor de matemática. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Matemática, 2003. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: MACHADO, A.S., Matemática. Vol. 1, 2 ,3, 4, 5, 6. Coleção Matemática, Temas e Metas São Paulo: Atual, 1997. WINTERLE, Paulo. Vetores e Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 2000. IMENES, L. M. P. Algebra. 12a edição, São Paulo: Atual, 1999. _________________________________________________________________ FUNDAMENTOS DA MATEMÁTICA EMENTA: Números Reais; Potências; Funções Exponenciais; Propriedades dos Logaritmos; Funções Logarítmicas; Introdução à Trigonometria e Números Complexos. REFERÊNCIAS BÁSICAS: MACHADO, A.S., Matemática. Vol. 2. Coleção Matemática, Temas e Metas São Paulo: Atual, 1998. IEZZI, G. Fundamentos da Matemática Elementar: Trigonometria. Vol. 03, 7a ed. São Paulo: Atual, 1993 IEZZI, G. Fundamentos da Matemática Elementar: Complexos/Polinômios/Equações, vol. 06. 7ª edição. São Paulo – SP: Atual 1993. DEMANA, F .D.; WAITS B. K.; FOLEY G.D.; KENNEDY D. Pré-cálculo. São Paulo: Addison Wesley, 2009. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: LIMA, E. L.; CARVALHO, P. C. P.; WAGNER, E.; MORGADO, A. C. A Matemática do Ensino Médio. Vol. 02. Coleção do professor de matemática. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Matemática, 2003. IEZZI, G. Fundamentos da Matemática Elementar: Conjuntos Funções, vol. 01. 7ª edição. São Paulo: Atual 1993. SMOLE, K. C. S. DINIZ, M. I. Ler, escrever e resolver problemas: Habilidades Básicas para Aprender Matemática. 1a edição, [S.l.: s.n.], 2001. 44 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA _________________________________________________________________ TÉCNICAS DE REDAÇÃO E ORATÓRIA EMENTA: Comunicação. Criatividade. Habilidades linguísticas características do bom leitor. Produção de textos a partir de gêneros específicos. Revisão gramatical. Práticas de Oratória. REFERÊNCIAS BÁSICAS: ALVES, L. S. A arte da oratória: técnicas de oratória moderna e comunicação eficiente. Brasília: Editora Jurídica, 2004. FIORIN, J.L; SAVIOLI, F.P. Para entender o texto: leitura e redação. 16 ed. São Paulo: Ática, 2006. MOYSÉS, Carlos Alberto. Língua Portuguesa: atividades de leitura e produção de texto. 3.ed. revisada e atual. São Paulo: Saraiva, 2009. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: BAZZO, W.; VALLE, P. L. T. Introdução à engenharia: conceitos, ferramentas e comportamentos. Florianópolis: Editora da UFSC, 2008. GARCIA, O.M. Comunicação em prosa moderna. São Paulo: Ed. da Fundação Getúlio Vargas, 2004 MAINGUENEAU,D. Análise de textos de comunicação. 6.ed. Ed. Cortez, 2011 ________________________________________________________________ CÁLCULO DIFERENCIA E INTEGRAL I EMENTA: Estudo das funções. Funções de 1º e 2º grau. Funções crescentes e decrescentes. Máximos e mínimos de funções. Limites: noção intuitiva; conceito formalizado. Técnicas de indeterminação. Limites que envolvem infinito. Funções contínuas. Derivadas: definições; retas tangentes e taxa de variação; Interpretação geométrica; técnicas de diferenciação; regra da cadeia; derivada de ordem superior. Aplicações das derivadas. REFERÊNCIAS BÁSICAS: ÁVILA, G. Cálculo I: funções de uma variável. vol. 1, 6a ed. Rio de Janeiro: LTC Editora, 1994. FLEMMING, D. M; GONÇALVES, M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação e integração. 6ªed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. vol 1, 12a ed. São Paulo: Makron Books Editora, 1994. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: HOFFMANN, L. D.; BRADLEY, G. L. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. 7ªed. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2002. IEZZI, G.; MURAKAMI, C. Fundamentos da Matemática Elementar: Conjuntos e Funções. Vol, 14ª ed. São Paulo: Atual Editora, 1993. IEZZI,G. Fundamentos da Matemática Elementar: Limites, Derivadas, Noções de Integral. vol 8, 4ª ed. São Paulo: Atual Editora, 1996. GUIDORIZZI, H.L. Um Curso de Cálculo.vol 1, 5a ed. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2001. _________________________________________________________________ COMPUTAÇÃO PARA ENGENHARIA EMENTA: Treinamento de métodos de planejamento e execução de rotinas de trabalho ligadas a softwares do tipo PROJECT para a elaboração do Projeto Integrado para Engenharia. Utilizar software alternativo, do tipo Project, editor de texto, editor de cálculos e de apresentação. Introduzir o uso de software matemático como auxílio às disciplinas de Cálculo. REFERÊNCIAS BÁSICAS: SILVA, Mário Gomes da, Informática: Terminologia Básica, Windows XP, Word XP e Excel XP. São Paulo: Érica, 2004. 45 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA TREMBLAY, J. P.; BUNT, R. B. Ciência dos Computadores: Uma Abordagem Algorítmica. São Paulo: MacGraw HILL, 1983. VELLOSO, F. C. Informática: Conceitos Básicos. 4a ed. São Paulo: Campus, 1999. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: CARIBE, R., CARIBE, C., Introdução à Computação. São Paulo: FTD, 1998. SANTOS, A. de A. A Informática na empresa. São Paulo: Atlas, 1998. MEIRELLES, F. S. Informática. 2a edição. São Paulo: Makron Books, 1994. _________________________________________________________________ CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS EMENTA: A ciência e as ciências Humanas e Sociais; Cultura; Fundamentação: ciência e Sociologia. Papel e desenvolvimento da Sociologia. Perspectiva da Sociologia no âmbito político-econômico e sociocultural. Análise dos aspectos básicos da vida humana coletiva, cultura brasileira. REFERÊNCIAS BÁSICAS: VILA NOVA, S. Introdução à Sociologia. São Paulo: Ed. Atlas, 1995. HOLANDA, S. B. Raízes do Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 2005. BAUMAN, Z. Globalização: As consequências humanas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999 REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: CAMPBELL, C. A ética romântica e o espírito do consumismo moderno. Rio de Janeiro: Rocco, 2001. BAHIA, R. Das Luzes à desilusão: O conceito de indústria cultural em Adorno e Horkheimer. Belo Horizonte: Autêntica, 2004. BOMENY, H. Os intelectuais da Educação. 2a edição. [S.l.: s.n.]. 2003. _________________________________________________________________ DESENHO TÉCNICO BÁSICO EMENTA: Normas de desenho técnico. Problemas fundamentais de desenho técnico. Perspectiva Isométrica. Escalas. REFERENCIAS BÁSICAS: FRENCH, T. E. Desenho Técnico. 18ª ed., Porto Alegre: GLOBO, 2010. STAMATO, JOSE. DESENHO. 2 ed. São Paulo: MEC FENAME, 1973. NEUFERT, E. Arte de Projetar em Arquitetura. 5. ed. São Paulo: GUSTAVO GILI , 1976. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES SILVIA, S. F. A Linguagem do Desenho Técnico. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. Editora S. A., 1984. MARMO, C. Desenho Geométrico. 1. ed. São Paulo: MODERNA, 1984 Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Normas Técnicas para Desenho Técnico. 1a edição. São Paulo: ABNT, 1981. 2º TERMO CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II EMENTA: Integral indefinida, técnicas de integração. Somas de Riemann e a Integral definida. Teorema Fundamental do Cálculo. Aplicações da Integral Definida. Integral imprópria. Funções de várias 46 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA variáveis, definição e domínio. Limites. Derivadas parciais. Extremos de funções de várias variáveis. REFERÊNCIAS BÁSICAS: SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica, Vol1, 2ª ed, São Paulo: Makron Books, 1994. FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. Cálculo A, 6ª Ed., São Paulo: Makron Books, 2006. SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica, Vol2, 2ª edição, São Paulo: Makron Books, 1994. IEZZI, G. Fundamentos da Matemática Elementar: Conjuntos Funções, vol. 01. 7ª edição. São Paulo: Atual 1993. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: FLEMMING, D.; GONÇALVES, M. Cálculo B, 2ª edição, São Paulo: Makron Books, 2007. HOFFMAN, L.; BRADLEY, G. Cálculo: Um curso moderno e suas aplicações, 6ª edição, São Paulo: LTC, 1999. IEZZI,G. Fundamentos da Matemática Elementar: Limites, Derivadas, Noções de Integral. vol 8, 4ª ed. São Paulo: Atual Editora, 1996. _________________________________________________________________ DESENHO TÉCNICO COMPUTACIONAL EMENTA: Conhecimento das normas do desenho técnico e saber aplicá-las em representações 2D e 3D. Aplicar métodos de planejamento e execução de rotinas de trabalho ligadas a softwares do tipo CAD. Comandos diversos de CAD 2D e 3D. Criação de desenhos e de maquetes eletrônicos. REFERÊNCIAS BÁSICAS: FERLINI, P. B. Normas para Desenho Técnico. 3a ed., São Paulo: Globo, 1978. FRENCH, T. E. Desenho Técnico. 18ª ed., Porto Alegre: GLOBO, 2010. SILVIA, S. F. A Linguagem do Desenho Técnico. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. Editora S. A., 1984. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ZEID, I. Mastering CAD/CAM. New York: McGraw Hill, 2005. ALVES, R. Técnicas de CAD. Apostila Departamento de Expressão Gráfica, Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2002. Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Normas Técnicas para Desenho Técnico. 1a edição. São Paulo: ABNT, 1981. _________________________________________________________________ ELETRICIDADE BÁSICA EMENTA: Noções básicas de eletrodinâmica, geradores e receptores , resolução de circuitos em corrente continua, fator de potencia. REFERÊNCIAS BÁSICAS: BARTKOWIAK, R. A. Circuitos Elétricos. 2 ed. São Paulo: Makron Books, 1999. BOYLESTAD, R. L. Introdução À Análise De Circuitos, 10ª ED. SÃO PAULO: PEARSON, 2004. GUSSOW, M. Eletricidade Básica. 2aed, São Paulo: MacGraw Hill, 1997. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES EDMINISTER, J. A.Circuitos Elétricos. SÃO PAULO: MCGRAW HILL, 1985. NILSSON, J. RIDEL, S. Circuitos Elétricos. 8aed, São Paulo: Prentice Hall, 2009. EDMINISTER, J. A. Circuitos Elétricos: resumo da teoria – 350 problemas. 2a edição, São Paulo: McGraw Hill, 1985. _________________________________________________________________ FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I EMENTA: Medidas Físicas. Movimento Retilíneo. Força e Movimento. Trabalho e Energia. Lei da 47 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA Conservação da Energia. Construção e análise de gráficos em papel milimetrado e di-log, considerações gerais sobre retas e curvas. Algarismos significativos. Análise dimensional. Experimentos: Trilho de ar, Queda livre, Alcance e Mesa de força. REFERÊNCIAS BÁSICAS HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER J. Fundamentos de Física. Vol. 1, 4ª ed, Rio de Janeiro: Editora LTC, 1996. SEARS, F.; YOUNG H. D.; FREEDMAN R. A.; ZEMANSKY, M. W. Física.Vol. 1, 12a ed., Rio de Janeiro: LTC, 2009. TIPLER, P. A. Física. Vol. 1. Rio de Janeiro: LTC, 1985. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES KELLER, F. J.; GETTYS, W.; SKOVE, M. Física. Vol. 1. São Paulo: Makron Books, 1999. GOLDEMBERG, J. Física Geral e Experimental. Vol. 1. São Paulo: Edusp, 2000. NETO, H. P. Fundamentos de Fisica Geral. São Paulo: Nobel, 1980. _________________________________________________________________ PRINCIPIOS DE ECONOMIA EMENTA: Relevância da economia para o Engenheiro; Microeconomia; Macroeconomia; Contabilidade Social; Matemática Financeira e Engenharia Econômica. REFERÊNCIAS BÁSICAS VASCONCELOS, M. A. S.; GARCIA, M. E. Fundamentos de Economia, São Paulo: Saraiva, 2008; SANDRONI, P. (Org.). Novo dicionário de economia. 6a ed., São Paulo: Best Seller, 1994; SILVA, C. R. L.; SINCLAYR, L. Economia e Mercados. São Paulo: Saraiva, 1996; DORNBUSCH, R.; FISCHER, S. Introdução à Macroeconomia. São Paulo: Makron Books, 1993. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES Vídeo: Tempos Modernos, de Charlie Chaplin. 1936. Disponível http://www.youtube.com/watch?v=EGSY3FsOJn0; COSTA, F. N. Dez Lições de Economia. São Paulo: Makron Books, 2000. FOLHA DE SÃO PAULO. Textos de Economia (página B-2). _________________________________________________________________ em: PROJETO INTEGRADO I EMENTA: Desenvolver atividades interdisciplinares. Integrar os conteúdos das disciplinas. Desenvolver trabalhos de pesquisa e desenvolver projetos com a construção de protótipos ou maquetes. Fomentar a criatividade e desenvolver a comunicação oral e escrita REFERÊNCIAS BÁSICAS BAZZO, W. A. PEREIRA, L. T. V. Introdução à engenharia. Florianópolis Ed. da UFSC, 2007. CNI. Inova Engenharia: Proposta para a modernização da educação da engenharia no Brasil. Instituto EuvaldoLodi Instituto, São Paulo: SENAI, 2006. FRENCH, T. E. Desenho Técnico. 18ª ed., Porto Alegre: GLOBO, 2010. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES MASETTO, M. Competência Pedagógica do Professor Universitário. São Paulo: Summus Editorial, 2003. ANDRADE, M. M. Redação prática: planejamento, estruturação, produção do texto. Ed. Atlas: São Paulo, 1992. KAMINSKI, P. C. Desenvolvendo Produtos com Planejamento, Criatividade e Qualidade. 1a edição, Rio de Janeiro: LTC, 2001. _________________________________________________________________ QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL 48 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA EMENTA: Moléculas e Compostos. Ligação e Estrutura Molecular: Conceitos fundamentais. Configuração dos elétrons atômicos e periodicidade química. Equações químicas e estequiometria. Reações em solução aquosa. Orientações gerais sobre o laboratório; Noções elementares de segurança; Introdução às técnicas básicas de trabalho em laboratório de química;Aplicações práticas de princípios fundamentais em química; REFERÊNCIAS BÁSICAS BROWN, T. L.; LeMAY, H. E.; BURSTEN, B. E.; BURDGE, J. R. Química: A ciência central. 9ª ed. São Paulo: Pearson, 2005. KOTS, J. C.; TREICHEL, Jr. P. Química e reações químicas. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos:, 2002. ATKINS, P., JONES, L. Princípios de Química. 1ªed. Porto Alegre: Bookman:, 2001. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES RUSSEL, J. B. Química Geral. 2ª ed. São Paulo: McGraw Hill, 1994. BRADY, J.E.; HUMISTON, G.E. Química Geral. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1988. FONSECA, M. R. M. Química Geral. 1a edição. São Paulo: FTD, 1992. 3º TERMO CÁCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III EMENTA: Integrais duplas. Integrais triplas. Coordenadas polares, cilíndricas e esféricas. Funções de valores vetoriais. Derivadas direcionais. Integral de linha e de superfície. Teoremas de Green, Gauss e Stokes. REFERÊNCIAS BÁSICAS SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica,Vol2, 2ª edição, São Paulo: MacGraw Hill, 1994. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 2, São Paulo: Harbra, 1982. LIMA, R. B. Elementos de Álgebra Vetorial. Rio de Janeiro: Campus, 1976. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES FLEMMING, D.; GONÇALVES, M. Cálculo B, 2ª ed., Ed: Pearson Prentice Hall, 1998. ANTON, H. Cálculo: Um novo horizonte. 6a ed., Vol. 2. Porto Alegre: Bookman, 2000. BRADLEY, G, L. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. 6a edição, São Paulo: LTC, 1999. _________________________________________________________________ QUÍMICA ORGÂNICA I EMENTA: Introdução ao Estudo da Química Orgânica; Compostos Orgânicos Representativos: estrutura; Compostos Orgânicos Representativos: nomenclatura; Compostos Orgânicos Representativos: propriedades; Ácidos; Bases; Estereoquímica. REFERÊNCIAS BÁSICAS MORRISON, R. T.; BOYD, R. N. Química Orgânica. 13a ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulben-kian, 1996. ALLINGER, N. L.; CAVA, M. P.; JOHNSON, C. R.; LEBEL, N. A.; STEVENS, C. L. Química Orgânica. 2a ed., Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1976. SOLOMONS, T. W. G. Química Orgânica. Vol. 1. Rio de Janeiro: Livro Técnico e Científico Editora S. A., 1996. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ROMERO, J. R. Fundamentos de Estereoquímica dos Compostos Orgânicos, Ribeirão Preto: Holos,1998. SOARES, B. G.; SOUZA, N. A.; PIRES, D. X. Química Orgânica. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. BRUICE, P. Y. Química Orgânica. Vol. 02, 4a edição. [S.l.: s.n.], 2006. 49 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA _________________________________________________________________ FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II EMENTA: Termologia. Dilatação térmica. Quantidade de Calor. Primeira e segunda leis da termodinâmica. Tensão superficial. Hidrostática. Princípios de óptica. Ondulatória. REFERÊNCIAS BÁSICAS HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER J. Fundamentos de Física. Vol. 2, 4ª ed, Rio de Janeiro: Editora LTC, 1996. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER J. Fundamentos de Física. Vol. 4, 6ª ed, Rio de Janeiro: Editora LTC, 1996. SEARS, F.; YOUNG H. D.; FREEDMAN R. A.; ZEMANSKY, M. W. Física.Vol. 2, 12a ed., Rio de Janeiro: LTC, 2009. TIPLER, P. A. Física. Vol. 1. Rio de Janeiro: LTC, 1985. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES SILVA, W. P., CLEIDE, M. D. Tratamento de Dados Experimentais, 2ª Edição, João Pessoa: Editora Universitária, 1998. KELLER, F. J.; GETTYS, W.; SKOVE, M. Física. Vol. 1. São Paulo: Makron Books, 1999. GOLDEMBERG, J. Física Geral e Experimental. Vol. 1. São Paulo: Edusp, 2000. _________________________________________________________________ MÉTODOS COMPUTACIONAIS APLICADOS À ENGENHARIA EMENTA: Desenvolvimento de algoritmos. Tipos de Dados. Estruturas de Controle: sequencia, seleção e interação. Utilização da linguagem C para a implementação dos algoritmos. REFERÊNCIAS BÁSICAS ZIVIANI, N. Projeto de Algoritmos com implementações em Pascal e C. São Paulo: Thomson, 2002. GUIMARÃES, A. M.; LAGES, N. A. C. Algoritmos e Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: LTC, 1994. WIRTH, N. Algoritmos e Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: LTC, 1999. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES MANZANO, J. A., OLIVEIRA, J. F. Algoritmos: Lógica para Desenvolvimento de Programação de Computadores. São Paulo: Editora Érica, 2000. GOTTFRIED, B. S. Programação em Pascal. São Paulo: McGraw Hill, 1988. BECKER, C. G. Algoritmos Estruturados. 3a edição, São Paulo: Guanabara Koogan, 1999. _________________________________________________________________ QUÍMICA INORGÂNICA I EMENTA: Ligações e estrutura molecular. Formação da ligação química: ligação covalente e ligação iônica. Estrutura de Lewis e a regra do octeto. Teoria de repulsão dos pares de elétrons na camada de valência e a forma das moléculas. Propriedades da ligação química: ordem de ligação, comprimento de ligação e energia de ligação. Ressonância. Carga formal. Eletronegatividade e polaridade das ligações. Teoria da Ligação de Valência. REFERÊNCIAS BÁSICAS LEE, J. D. Química inorgânica não tão concisa. São Paulo: Edgard Blücher, 2006. SHRIVER, D. F.; ATKINS P. W. Química Inorgânica. Porto Alegre: Bookman, 2008. KOTZ, J. C.; TREICHER, Jr, P. Química e Reações Químicas. Vol. 1, Rio de Janeiro: LTC, 1998. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES RUSSEL, J. B. Química Geral.Vol. 1.São Paulo: Makron Books, 2008. COTTON, F. A. Chemical Applications of group theory.3° ed., New York: Wiley, 1990. CARVALHO, G. C. Química: Funções inorgânicas. São Paulo: Anglo, 1985. _________________________________________________________________ 50 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA PRINCÍPIOS DE ADMINISTRAÇÃO EMENTA: Administração: teoria, ciência e prática. O trabalho em grupo. Liderança. Motivação. Processos Administrativos. Estrutura organizacional. Administração Estratégica. Formulação de estratégias: nível empresarial, unidade de negócios, portfólio e funcionais. Implementação de estratégias: estrutura organizacional e liderança, cultura organizacional. Controle estratégico. REFERÊNCIAS BÁSICAS BATEMAN. T. S. SNELL. S. A. Administração: construindo vantagem competitiva. São Paulo: Atlas. 1998. BERNARDES, C; MARCONDES, R. C. Teoria Geral da Administração. São Paulo: Saraiva, 2003. CHIAVENATTO, I. Introdução à Teoria Geral da Administração. São Paulo: Makron Books, 1993. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ROBBINS, S. P., DECENZO, D.A. Fundamentos de Administração: conceitos essenciais e aplicações. 4 e. São Paulo: Prentice Hall, 2004. SILVA, R. O. Teorias da Administração. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008 CHIAVENATTO, I. Administração. 2a edição. São Paulo: Makron Books, 1994. _________________________________________________________________ PROJETO INTEGRADO II EMENTA: Desenvolvimento de atividades interdisciplinares. Integração os conteúdos das disciplinas estudadas durante o terceiro semestre e semestres anteriores. Desenvolvimento projetos com construção de protótipos, maquetes e outros. REFERÊNCIAS BÁSICAS BAZZO, W. A. PEREIRA, L. T. V. Introdução à engenharia. Florianópolis Ed. da UFSC, 2007. CNI. Inova Engenharia: Proposta para a modernização da educação da engenharia no Brasil. Instituto Euvaldo Lodi Instituto, São Paulo: SENAI, 2006. FRENCH, T. E. Desenho Técnico. 18ª ed., Porto Alegre: GLOBO, 2010. 51 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES MASETTO, M. Competência Pedagógica do Professor Universitário. São Paulo: Summus Editorial, 2003. ANDRADE, M. M. Redação prática: planejamento, estruturação, produção do texto. Ed. Atlas: São Paulo, 1992. KAMINSKI, P. C. Desenvolvendo Produtos com Planejamento, Criatividade e Qualidade. 1a edição, Rio de Janeiro: LTC, 2001. 4º TERMO CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL IV EMENTA: Equações diferenciais Ordinárias. Equações Diferenciais Parciais. Transformada de Laplace. Série de Fourier. REFERÊNCIAS BÁSICAS SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. Vol2, São Paulo: Makron Books, 1994. BOYCE, W. E. [et al] Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Contorno. Rio de Janeiro: LTC, 1999. LARSON, R. E.; HOSTETLER, R. P.; Edwards, B. H. Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 02, Rio de Janeiro: LTC, 1994. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo, vol. 3, Rio de Janeiro: LTC, 1997. SPIEGEL, M. R., Equações Diferenciais e Transformada de Laplace. São Paulo: McGraw-Hill, 1979. MAURER, W. A. Curso de Cálculo Diferencial e Integral: equações diferenciais. São Paulo : Edgard Blucher, 2002. _________________________________________________________________ CIÊNCIAS DO AMBIENTE EMENTA: A engenharia no contexto ambiental. Biosfera. Conceitos básicos em ecologia. Ecologia das comunidades. Ciclos biogeoquímicos. Poluição, contaminação, impacto ambiental e saneamento. Recursos naturais renováveis: ar, água e solo. Geração e disposição de resíduos sólidos. EIA-RIMA. REFERÊNCIAS BÁSICAS BRAGA, B. et al. Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2002. ODUM, E.P. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara. 1988. PHILIPI Jr., G. T.; ROMERO, M. A.; BRUNA, G. C. Curso de Gestão Ambiental. Barueri: Manole, 2004. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES TIBOR, T.; FELDMAM, I. ISO 14000 Um guia para as novas normas de gestão Ambiental, São Paulo: Futura, 1996. MOTA, S. Urbanização e meio ambiente. Fortaleza: UFC, 1999. SPIRO, T. G.; STIGLIANI, W. M. QUIMICA AMBIENTAL. 2a edição. São Paulo: Person Prentice Hall, 2009. _________________________________________________________________ ESTATÍSTICA APLICADA À ENGENHARIA EMENTA: Conceitos básicos de probabilidade e estatística descritiva. Principais distribuições discretas e continuas: Binomial, Hipergeométrica, Poisson, Normal, t, F, Chi-quadrado. Amostragem. Estimação. Teste de Hipóteses e intervalo de confiança para média, proporção e variância. Regressão e Correlação. Teste de comparação de médias: Noções de Planejamento Experimental. REFERÊNCIAS BÁSICAS 52 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA MORENTTIN, P. A. Estatística Básica: Probabilidades. São Paulo: Makron Books, 2001. TRIOLA, M. F. Introdução a Estatística. São Paulo : LTC, 2008. HOEL, P. G. Estatística Matemática. São Paulo: Guanabara Dois, 1980 REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES MEDEIROS, E. S. Matemática e Estatística Aplicada. São Paulo: Atlas, 1999. SILVA, S. M. Matemática e Estatística Aplicada. São Paulo: Atlas, 1999. WALPOLE, R. E., MYERS, R. H., MYERS, S. L. e YE, K. Probabilidade e Estatística para Engenharia e Ciências, 8a edição, São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. _________________________________________________________________ QUÍMICA INORGÂNICA II EMENTA: Ácidos e bases de Arrhenius, Bronsted-Lowry e Lewis. Forças intermoleculares: forças íondipolo; as forças dipolo-dipolo; as forças de London; a ligação de hidrogênio. Complexos metálicos ou compostos de coordenação. Nomenclatura dos compostos de coordenação. Isomeria geométrica e óptica dos compostos de coordenação. Teoria de Grupos – Simetria Molecular. REFERÊNCIAS BÁSICAS LEE, J. D. Química inorgânica não tão concisa. São Paulo: Edgard Blücher, 2006. SHRIVER, D. F.; ATKINS P. W. Química Inorgânica. Porto Alegre: Bookman, 2008. KOTZ, J. C.; TREICHER, Jr, P. Química e Reações Químicas. Vol. 1, Rio de Janeiro: LTC, 1998. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES RUSSEL, J. B. Química Geral.Vol. 1. São Paulo: Makron Books, 2008. COTTON, F. A. Chemical Applications of group theory.3° ed., New York: Wiley, 1990. CARVALHO, G. C. Química: Funções inorgânicas. São Paulo: Anglo, 1985. _________________________________________________________________ FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL III EMENTA: Carga elétrica. Lei de Coulomb. O campo elétrico. Lei de Gauss. Potencial elétrico. Capacitância, Capacitores e Dielétricos. Campo magnético. Fontes de Campo Magnético. Lei de Ampére. Magnetismo em materiais. Indução, Lei de Faraday. Lei de Lenz. Laboratório: Corrente Elétrica e Resistência Elétrica. Aparelhos de medições elétricas: voltímetro, amperímetro e ohmímetro. Curva característica de elementos lineares e não lineares. Carga e descarga de um capacitor. Leis de Kirchhoff. Mapeamento de campos elétricos. Ondas estacionárias. Óptica geométrica. Uso do osciloscópio. REFERÊNCIAS BÁSICAS HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física. Vol. 3. Rio deJaneiro: LTC, 1996. EDMINISTER, J. A. Eletromagnetismo.Vol 01, São Paulo: McGraw Hill, 1980. MORETTO, V. P. Eletricidade e Eletromagnetismo. Vol. 04. São Paulo : ATICA, 1990. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES GOLDEMBERG, J. Física Geral e Experimental. Vol. 1. São Paulo: Edusp, 2000. KELLER, F. J.; GETTYS, W.; SKOVE, M. Física. Vol. 1. São Paulo: Makron Books, 1999. NUSSENSVEIG, H. M. Curso de Física Básica. Vol. 3. São Paulo: Edgard BlücherLtda, 1981. _________________________________________________________________ QUÍMICA ORGÂNICA II EMENTA: Isomeria. Modelos e Projeções. Mecanismos das reações orgânicas. Reações de adição. Reações de eliminação. Reações de substituição. Reações de oxidação. Polímeros. REFERÊNCIAS BÁSICAS MORRISON, R. T.; BOYD, R. N. Química Orgânica. 13a edição. Lisboa: Fundação CalousteGulbenkian, 1996. 53 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA ALLINGER, N. L.; CAVA, M. P.; JOHNSON, C. R.; LEBEL, N. A.; STEVENS, C. L. Química Orgânica. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1976. SOLOMONS, T. W. G. Química Orgânica. Vol. 1. Rio de Janeiro: Livro Técnico e Científico Editora S. A., 1996. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ROMERO, J. R. Fundamentos de Estereoquímica dos Compostos Orgânicos, Ribeirão Preto: Holos,1998. SOARES, B. G.; SOUZA, N. A.; PIRES, D. X. Química Orgânica. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. BRUICE, P. Y. Química Orgânica. Vol. 02, 4a edição. [S.l.: s.n.], 2006. _________________________________________________________________ PROJETO INTEGRADO III EMENTA: Projetar, Desenvolver, relatar e apresentar o protótipo de um projeto de Engenharia com aplicação e sustentabilidade. Estudos interdisciplinares. Abordagem holística para engenheiros. REFERÊNCIAS BÁSICAS BAZZO, W. A. PEREIRA, L. T. V. Introdução à engenharia. Florianópolis Ed. da UFSC, 2007. CNI. Inova Engenharia: Proposta para a modernização da educação da engenharia no Brasil. Instituto Euvaldo Lodi Instituto, São Paulo: SENAI, 2006. FRENCH, T. E. Desenho Técnico. 18ª ed., Porto Alegre: GLOBO, 2010. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES MASETTO, M. Competência Pedagógica do Professor Universitário. São Paulo: Summus Editorial, 2003. ANDRADE, M. M. Redação prática: planejamento, estruturação, produção do texto. Ed. Atlas: São Paulo, 1992. KAMINSKI, P. C. Desenvolvendo Produtos com Planejamento, Criatividade e Qualidade. 1a edição, Rio de Janeiro: LTC, 2001. 5º TERMO CÁLCULO NUMÉRICO EMENTA: Análise de erros; Série Taylor; Interpolação polinomial; Soluções de equações transcendentes; Integração numérica; Ajuste de curvas de modelos lineares e não lineares. REFERÊNCIAS BÁSICAS RUGGIERO, M. A. G., LOPES, V. L. R. Cálculo Numérico: Aspectos Teóricos e Computacionais. São Paulo: Makron Books, 1999. BARROSO, L. C.; Barroso, M. M. A.; Campos, F. F.; Carvalho, M. L. B.; Maia M. L. l. Cálculo Numérico: com aplicações. São Paulo: Harbra, 1987. LOPES, V. L. R. Cálculo Numérico. Vol. 02. São Paulo: Makron Books, 1996. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES CONTI, S. D. Elementos de Análise Numérica, Porto Alegre: Globo, 1998. CLAUDIO, D. M.; MARTINS, J. M. Calculo numérico computacional: teoria e pratica. 3. edição. São Paulo: Atlas, 2000. FRANCO, N. B. Cálculo Numérico. 1a edição. [S.l.: s.n.], 2006. _________________________________________________________________ QUÍMICA ANALÍTICA I 54 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA EMENTA: Análise inorgânica qualitativa; estudo da separação e identificação de cátions e ânions; equilíbrio químico de ácidos e bases fracos; introdução à eletroquímica. REFERÊNCIAS BÁSICAS VOGEL, A. I. Química analítica qualitativa. 5a edição. São Paulo: Mestre Jou, 1981. BACCAN, N.; ALEIXO, L. M.; STEIN, D.; GODINHO, O. E. S. Introdução à Semimicroanálise Qualitativa.4a edição. Campinas: Unicamp, 2001. KOTZ, J. C.; TREICHEL, Jr.; P. Química e reações químicas. 4a edição. Rio de Janeiro: LTC, 2002. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química: Questionando a vida moderna e o Meio Ambiente. 1a edição. São Paulo: BOOKMAN, 2001. HARRIS, D. C. Análise Química Quantitativa. 8a edição. São Paulo: LTC, 2012. RAIJ, B. V. Análise Química do Solo para fins fértil. 1a edição. São Paulo: FUNDACAO CARGI, 1987. _________________________________________________________________ EMPREENDEDORISMO EMENTA: Introdução ao Empreendedorismo. Perfil do Empreendedor. Noções de Visão e oportunidade. Fundamentação teórica do Empreendedorismo. Plano de Negócios. Projeto de vida (comportamento e planejamento). Palestras, filmes e estudo de casos. REFERÊNCIAS BÁSICAS DOLABELA, F. O segredo de Luísa. São Paulo: Cultura, 1999. _____. Oficina do empreendedor. São Paulo: Cultura, 1999. DOLABELA, F. Oficina do Empreendedor. São Paulo: Cultura Editores Associados, 2002. BANGS JR, D. H. Planejamento de negócios. São Paulo: Nobel, 2005; REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES FREIRE, A. Paixão por Empreender: como colocar suas ideias em prática: como transformar sonhos em projetos bem sucedidos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. SALIM, C. S. et. al. Administração Empreendedora. Rio de Janeiro: Campus, 2004. SANTOS, J. R. Ensino de empreendedorismo no Brasil. Belo Horizonte: SOGRAFE, 2003. _________________________________________________________________ FÍSICO QUÍMICA EMENTA: Estudo dos Gases Ideais; Estudo dos Gases Reais; Fases Condensadas. Laboratório: Propriedades dos Gases Ideais; Estudo das soluções coloidais; Pilhas eletroquímicas: Pilha de Daniel; Medidas de calores de reação de neutralização e de dissolução de ácidos e bases. REFERÊNCIAS BÁSICAS CASTELLAN, G. Fundamentos de Físico-Química. 8ª edição, Rio de Janeiro: LTC, 1999. ATKINS, P. Físico-Química- Fundamentos. 3ª edição, Rio de Janeiro: LTC, 2003. SMITH, J. M.,VAN NESS, H. C.,ABBOTT, M. M. Introdução à Termodinâmica da Engenharia Química. 5ª edição, Rio de Janeiro: LTC, 2000. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES MAHAN, B. M., MYERS, R. J.,Química: um curso Universitário. 4ª edição, São Paulo: Editora Edgard Blucher, 1995. DAVID W. B. Físico Química. Vol. 1, 1ª edição, São Paulo: Thomson, 2005. COVRE, G. J. Físico Química: O homem e a natureza. Vol. 02, 1a edição. São Paulo: FTD, 2000. _________________________________________________________________ MECÂNICA DOS SÓLIDOS I 55 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA EMENTA: Tensão mecânica. Estados planos de tensão. Esforços solicitantes. Diagramas de esforços solicitantes. Tração e compressão simples. Torção de barras de seção circular. Torção de barras de seção qualquer. REFERÊNCIAS BÁSICAS BEER, F. P., JOHNSTON Jr, E. R. Mecânica Vetorial para Engenheiros. São Paulo: McGraw Hill da Brasil Ltda,1973. HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. 7ª ed., São Paulo: Pearson, 2010. BEER, F. P, JOHSTON JR., E. R. Resistência dos Materiais. São Paulo: Makron, 1995. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES HIBBELER, R. C. Estática: Mecânica para Engenheiros. 12ª ed. São Paulo: Pearson, 2005. SUSSEKIND, J. C. Curso de Análise Estrutural. Vol I. Rio de Janeiro: Globo, 2003. POPOV, E. P. Introdução a Mecânica dos Sólidos. 1a edição. São Paulo: Edgard Blucher, 1978. _________________________________________________________________ LOGISTICA INTEGRADA EMENTA: Conceito de Supply Chain; Conceito de Logística; Gestão de transportes: tipos de cargas e modais utilizados; Armazenagem e Movimentação de Materiais: instalações e técnicas de transportes internos das fábricas; Localização de instalações industriais; Estratégias de abastecimento e distribuição; Indicadores de desempenho logístico; Projeto de sistemas logísticos. REFERÊNCIAS BÁSICAS CHRISTOPHER, M. Logística e gerenciamento da cadeia de Suprimentos. São Paulo: Pioneira, 1997. BALLOU, R. H. Logística Empresarial: transportes, administração de materiais, distribuição física. São Paulo: Atlas, 1995. KOBAYASHI, S. Renovação da logística: como definir as estratégias de distribuição física global. São Paulo: Atlas, 2000. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES NOVAES, A. G. Sistemas Logísticos; Transporte, Armazenagem e Distribuição Física de produtos. São Paulo: Edgard Blücher, 1989. CHING, H. Y. Gestão de estoques na cadeia de logística integrada: Supply Chain. São Paulo: Atlas, 1999. MARSHALL JUNIOR, I. et al. Gestão da Qualidade. 10a edição. Rio de Janeiro: FGV, 2010. _________________________________________________________________ PROJETO INTEGRADO IV EMENTA: Projetar, Desenvolver, relatar e apresentar o protótipo de um projeto de Engenharia com aplicação e sustentabilidade. Estudos interdisciplinares. Abordagem holística para engenheiros. REFERÊNCIAS BÁSICAS BAZZO, W. A. PEREIRA, L. T. V. Introdução à engenharia. Florianópolis Ed. da UFSC, 2007. CNI. Inova Engenharia: Proposta para a modernização da educação da engenharia no Brasil. Instituto Euvaldo Lodi Instituto, São Paulo: SENAI, 2006. FRENCH, T. E. Desenho Técnico. 18ª edição., Porto Alegre: Globo, 2010. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES MASETTO, M. Competência Pedagógica do Professor Universitário. São Paulo: Summus Editorial, 2003. ANDRADE, M. M. Redação prática: planejamento, estruturação, produção do texto. Ed. Atlas: São Paulo, 1992. KAMINSKI, P. C. Desenvolvendo Produtos com Planejamento, Criatividade e Qualidade. 1a edição, Rio de Janeiro: LTC, 2001. 56 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA 6º TERMO QUÍMICA ANALÍTICA II EMENTA: Técnicas básicas em análise quantitativa. Erros em análises quantitativas. Amostragem e preparação de amostras para análise. Gravimétria. Determinações gravimétricas. Titulações de neutralização. Titulações de precipitação. Titulações de complexação. Titulações de óxido-redução. Colorimetria e espectrofotometria. REFERÊNCIAS BÁSICAS VOGEL. J. M.; DENNEY, R. C.; BARNES J. D.; THOMAS, M. J. K. Análise química quantitativa. 6a edição. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2002. BACCAN, N.; ANDRADE, J. C. Química analítica quantitativa elementar. 3a edição. São Paulo: Edgard Blücher, 2001. HARRIS, D. C. Análise Química Quantitativa. 6a edição. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2005. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química. W. H. New York: Freeman and Company, 1998. BROWN, T. L.; LeMAY, Jr. H. E.; BURSTEN, B. E.; BURDGE, J. R. Química: a ciência central. Tradução por Robson Mendes de Matos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. RAIJ, B. V. Análise Química do Solo para fins fértil. 1a edição. São Paulo: FUNDACAO CARGI, 1987. _________________________________________________________________ MECÂNICA DOS SÓLIDOS II EMENTA: Tensão mecânica. Estados planos de tensão. Esforços solicitantes. Diagramas de esforços solicitantes. Tração e compressão simples. Torção de barras de seção circular. Torção de barras de seção qualquer REFERÊNCIAS BÁSICAS HIBBELER, R.C. Estática: Mecânica para Engenharia. 12ª edição São Paulo: Pearson, 2005. SUSSEKIND, J. C. Curso de Análise Estrutural. Vol 01. Rio de Janeiro: Globo, 2003. BEER, F. P, JOHSTON JR., E. R. Resistência dos Materiais. São Paulo: Makron, 1995. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BEER, F. P., JOHNSTON Jr, E. R. Mecânica Vetorial para Engenheiros. São Paulo: McGraw Hill da Brasil Ltda, 1973. HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. 7ª edição. São Paulo: Pearson, 2010. POPOV, E. P. Introdução a Mecânica dos Sólidos. 1a edição. São Paulo: Edgard Blucher, 1978. _________________________________________________________________ ÉTICA E DIREITO NA ENGENHARIA EMENTA: Noções de Direito Civil (parte geral): capacidade, contratos, direito de propriedade. A regulamentação profissional. Princípios éticos empresariais. Relação entre ética e trabalho Propriedade Industrial: marcas, patentes e desenho industrial. Transferências de tecnologia e os royalties. Noções de direito do consumidor. Noções de legislação trabalhista. Legislação e Direito Ambiental. Avaliações de Impactos Ambientais, Certificações Ambientais, Tutela Administrativa, Civil e Penal do Ambiente, Meios Processuais de Proteção Ambiental, Políticas Públicas Ambientais. Bioética e Biodireito. REFERÊNCIAS BÁSICAS COELHO, F. U. Manual de Direito Empresarial. São Paulo: Saraiva, 2009. SIRVINSKAS, L. P. Manual de Direito Ambiental. São Paulo: Saraiva, 2009. MAMEDE, G. Direito Empresarial Brasileiro: empresa e atuação empresarial. Vol. 06. São Paulo: Atlas, 2004. 57 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES DEL NIRO, P. A. Propriedade Intelectual: a tutela jurídica da biotecnologia. São Paulo: Atlas, 1998. VAZQUES, A. S. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001. SILVEIRA, N. A Propriedade Intelectual e a nova Lei de Propriedade Industrial. São Paulo: Saraiva, 2000. _________________________________________________________________ PROJETO INTEGRADO V EMENTA: Projetar, desenvolver, relatar e apresentar o protótipo de um projeto de Engenharia com aplicação e sustentabilidade. Estudos interdisciplinares. Abordagem holística para engenheiros. REFERÊNCIAS BÁSICAS BAZZO, W. A. PEREIRA, L. T. V. Introdução à engenharia. Florianópolis Ed. da UFSC, 2007. CNI. Inova Engenharia: Proposta para a modernização da educação da engenharia no Brasil. Instituto EuvaldoLodi Instituto, São Paulo: SENAI, 2006. FRENCH, T. E. Desenho Técnico. 18ª ed., Porto Alegre: Globo, 2010. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES MASETTO, M. Competência Pedagógica do Professor Universitário. São Paulo: Summus Editorial, 2003. ANDRADE, M. M. Redação prática: planejamento, estruturação, produção do texto. Ed. Atlas: São Paulo, 1992. KAMINSKI, P. C. Desenvolvendo Produtos com Planejamento, Criatividade e Qualidade. 1a edição, Rio de Janeiro: LTC, 2001. _________________________________________________________________ GERENCIAMENTO DE PROJETOS EMENTA: Introdução à Iniciação de Projetos: Contextualização e Conceito. Processos de Planejamento, Execução, Controle e Encerramento de Projetos das áreas de conhecimento: Tempo, Custo, Qualidade, Recursos Humanos, Comunicações, Riscos, Aquisição e Integração. REFERÊNCIAS BÁSICAS KEELLING, R. Gerência de Projetos. 1ª edição. Rio de Janeiro: Saraiva, 2002. NOCERA, R. J. Gerenciamento de Projetos: Teoria e Pratica. 4a edição. São Paulo: editora do próprio autor, 2009. JONES, M. P. Gerenciamento de Projetos: Guia prático para restauração da qualidade, 1a edição. São Paulo: McGraw Hill, 1990. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES PFEIFFER, P. Gerenciamento de Projetos de Desenvolvimento. São Paulo: Brasport, 2005. CLELAND, D. I.; IRELAND, L. R. Gerência de Projetos. 1ª edição. Rio de Janeiro: Reichmann& Affonso, 2002. VARGAS, R. V.Gerenciamento de Projetos. 6ª edição. São Paulo: Brasport, 2005. _________________________________________________________________ FENÔMENOS DE TRANSPORTE I EMENTA: Conceitos Básicos: quantidade de movimento, viscosidade, fluídos Newtonianos e NãoNewtonianos. Estática e cinemática de fluídos. Equações da continuidade, do movimento e de energia. Análise dimensional e similaridade. Escoamento em Regime laminar e Turbulento, Camada Limite, Escoamento de Fluídos Incompressíveis, Escoamento em Dutos, Medidores de Vazão, Cálculo de perda de Carga distribuída, localizada e total, Cálculo do sistema de Bombeamento e NPSH. REFERÊNCIAS BÁSICAS 58 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA FOX, R. W.;McDONALD, A. T. Introdução à Mecânica dos Fluidos. 6a edição. Rio de Janeiro: LTC Editora Guanabara Dois S.A., 2006. INCROPERA, F. P.; WITT, D. P. Fundamentos da Transferência de Calor e Massa. São Paulo: LTC, 2003. PITTS, D. R. Fenômenos de Transporte. 1a edição. São Paulo : Guanabara Koogan, 1988 ROMA, W. N. L. Fenômenos de Transporte para Engenharia. 2a edição. São Paulo: RIMA, 2006 REFERENCIAS COMPLEMENTARES MUNSON, B. R.; YOUNG, D.F.; OKISHI, T.H., Fundamentos de Mecânica dos Fluídos. 4a edição. São Paulo: Edgard BlücherLtda, 2002. POTER, M. C., WIGGERT, G. D., Mecânica dos Fluidos. 3a edição. São Paulo: Thomson Pioneira, 2004. ROMA, W. N. L. Fenômenos de Transporte para Engenharia. 2a edição. São Paulo: RIMA, 2006. _________________________________________________________________ TERMODINÂMICA APLICADA À ENGENHARIA EMENTA: Leis da Termodinâmica; Funções Termodinâmicas dos Sistemas Reais: Entalpia, Entropia, Energia Livre de Gibbs, Energia Livre de Helmholtz; Funções Termodinâmicas para Sistemas com mais que um Componente: Propriedades de mistura e função de Gibbs; Fugacidade e Atividade; Equilíbrio de Fases: Equilíbrio Líquido-Vapor e previsão de propriedades de equilíbrio; Equilíbrio de Reações químicas. REFERÊNCIAS BÁSICAS WYLEN, V.; SOUNTAG. Fundamentos da Termodinâmica Clássica. 4ª edição. São Paulo: Edgard Blucher, 1995. SMITH, J. M. Introdução a Termodinâmica da Engenharia. 5a edição. São Paulo: Guanabara Dois, 2000. TREVISAN, W. Termodinâmica dos Sistemas. Vol. 01. São Paulo: Edgard Blücher, 1996. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES GUEMEZ, J.; FIOLHAIS, C.; FIOLHAIS, M. Fundamentos de termodinâmica do equilíbrio, 1ª edição. São Paulo: Fundação CalousteGulbenkian, 1998 ÇENGEL, Y.; M. BOLES, M. Termodinâmica. 3ª edição. São Paulo: McGraw-Hill, 2001. SONNTAG, R. E., BORGNAKKE, C. Introdução à Termodinâmica para a Engenharia. São Paulo: LTC. 2003. 7º TERMO OPERAÇÕES UNITÁRIAS I EMENTA: Operações e Processos Unitários. Bombeamento de Fluidos. Agitação e Mistura. Escoamento em Meios Porosos. Transporte Hidráulico e Pneumático. Ciclones. Filtração. Centrifugação. Sedimentação. Moagem. REFERÊNCIAS BÁSICAS FOUST, A.S.; WENZEZ, L.A.; CLUMP, C.W.; MAUS, Z.; ANDERSEN, L.B. Princípios de operações unitárias, 2ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 1982. GOMIDE, R. Operações unitárias. vol. 01. São Paulo: Editora do Autor, 1983. HIMMELBLAU, J. B. R.D. M. Engenharia Química: Princípios e Cálculos.7a edição. Rio de Janeiro: Editora Prentice-Hall do Brasil Ltda, 2006. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES GAUTO, M. A.; ROSA, G. R. Processos e Operações Unitárias da Indústria Química. 1a edição. Rio de Janeiro: CIENCIA MODERNA, 2011. 59 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA GEANKOPLIS, C.J. Transport processes and unit operations. 3a edição., New Jersey: Prentice-Hall, 1993. CREMASCO, M. A.. Operações Unitárias em Sistemas Particulados e Fluidomecânicos. 1a edição. [S.l.: s.n.], 2012. _________________________________________________________________ MATERIAIS DA INDÚSTRIA QUÍMICA E PRINCÍPIOS DE CORROSÃO EMENTA: Estrutura e Ligações Químicas. Estrutura Cristalina dos Sólidos. Propriedades mecânicas, elétricas, térmicas e eletroquímicas dos materiais; Metais, polímeros, vidros e cerâmicas; Tecnologia dos Materiais e tratamento de proteção; Formas e classificação da corrosão; corrosão na indústria. REFERÊNCIAS BÁSICAS MANO, E. B. Introdução a polímeros. São Paulo: Edgard Blucher, 1986. CALLISTER Jr, W. D. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução, 5a ed., Rio de Janeiro: LCT, 2002. VAN VLACK, L. H. Princípio de Ciência dos Materiais. 12º edição, São Paulo: Edgard Blücher, 1998 REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES CHIAVERINI, V. Aços e Ferros Fundidos. São Paulo: Associação Brasileira de Metais, 1988. HIGGINS, Raymond A. Propriedades e Estrutura dos Materiais em Engenharia. São Paulo: Difel, 1982. VIDELA, C. H. A. Corrosão Microbiológica. 1a edição. São Paulo: Edgard Blucher, 1985. _________________________________________________________________ PROCESSOS INDUSTRIAIS INORGÂNICOS I EMENTA: Histórico das Indústrias Químicas no Brasil; Principais Operações Unitárias envolvidas nos Processos Inorgânicos; Indústria da Cerâmica; Indústria do Cimento; Indústria do Vidro; REFERÊNCIAS BÁSICAS SHREVE, R. N.; BRINK JR. J. A. Indústria de Processos Químicos. 4a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1980; TURTON, R.; BAILIE, R. C. Analysis, Synthesis and Design of Chemical Process.2a edição. New York: Prentice-Hall, 2002. HIMMELBLAU, D. M.; Engenharia Química Princípios e Cálculos. 4ª edição., Rio de Janeiro: Prentice Hall, 2006. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ATKINS, P; JONES, L. Princípios de Química: Questionando a Vida Moderna e o Meio. 3ª. edição. São Paulo, Bookman, 2006. FOX, R.W.; McDONALD, A.T. Introdução à Mecânica dos Fluidos. 6a edição. Rio de Janeiro: LTC, 2006. VAN VLACK, L. H. Princípio de Ciência dos Materiais. 12º edição, São Paulo: Edgard Blücher, 1998 _________________________________________________________________ QUALIDADE PARA ENGENHARIA EMENTA: Definição de Qualidade e Qualidade Total. Introdução, históricos e conceitos básicos. Círculos da qualidade, graus, padrões e custos da qualidade. Ferramentas da qualidade e ferramentas de gerenciamento. REFERÊNCIAS BÁSICAS CAMPOS, V. F. TQC: Controle de Qualidade Total. 8a edição. São Paulo: BLOCH, 1999. DEMING, W. EDWARDS. Qualidade. 1a edição. São Paulo: Marques Saraiva, 1990. 60 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA WERKEMA, M. C. C.. Ferramentas Estatísticas Básicas para o Gerenciamento da Qualidade. 1a edição. São Paulo: Fundação Cristiano Otoni, 1995. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES MARANHÃO, M. ISO 9000: Manual de implementação. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1993. FERREIRA, V. L. P. & MORI, E. E. M. Seminário sobre qualidade na indústria de alimentos. Campinas: ITAL. 1993. ROTHERY, B. ISO 9000. Rio de Janeiro: Makron Books. 1993. _________________________________________________________________ PROCESSOS INDUSTRIAIS ORGÂNICOS I EMENTA: Principais reações orgânicas utilizadas em processos industriais. Visão das grandezas utilizadas em processos industriais. Indústria de Laticínios; Carnes; Fermentação; Óleos e Gorduras. REFERÊNCIAS BÁSICAS SHREVE, R. N.; BRINK JR. J. A. Indústria de Processos Químicos. 4a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. HIMMELBLAU, D. M.; Engenharia Química Princípios e Cálculos. 4ª edição., Rio de Janeiro: Prentice Hall, 2006. FELLOWS, P.J. Tecnologia do processamento de alimentos: Princípios e Práticas. Porto Alegre: Artmed, 2006. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES GAVA, A. J. Tecnologia de Alimentos: Princípios e Aplicação, 1ª edição. São Paulo: Nobel, 2009. FELDER, R. M.; ROUSSEAU, R. W. Elementary Principles of Chemical Process.3th edition. New York: John Wiley & Sons, 2005. SCROFERNEKER, M. L. Curso de Tecnologia da Carne.1a edição. São Paulo: CTC - ITAL, 1988. _________________________________________________________________ FENÔMENOS DE TRANSPORTE II EMENTA: Conceituação de Fenômenos de Transporte: Introdução; Conceituação de Calor; Mecanismos de Transferências, Transferência por condução, convecção e radiação. Conceito de Análogo Elétrico; resistência térmica e Coeficiente global de transferência de calor. REFERÊNCIAS BÁSICAS INCROPERA, F. P; DEWITT, D. P. Fundamentos de Transferência de Calor e Massa. 7a edição. São Paulo: LTC, 2011. BENNET, C., MYERS, J. Fenômenos de transporte: quantidade de movimento, calor e massa. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1978. HOLMAN, J. P. Transferência de calor. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1983. SILVA, R. B.. Manual de termodinâmica e transmissão de calor. 6a edição. São Paulo: Grêmio Politécnico, 1980. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES KREITH, F. Princípios da transmissão de calor. São Paulo: Edgard Blucher, 1977. PITTS,D.; SISSOM, L. Fenômenos de transporte: transferência de calor, momento e massa. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1981. KERN, D. Processos de transmissão de calor. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1980. 8º TERMO OPERAÇÕES UNITÁRIAS II 61 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA EMENTA: Trocadores de calor. Geração de vapor. Caldeiras. Evaporação. Cristalização. Secagem. Refrigeração REFERÊNCIAS BÁSICAS GOMIDE, R. Operações Unitárias; Operações com fluídos. Vol. 02. São Paulo: Edição do autor, 1997. MACINTYRE, J. J. Bombas e instalações de bombeamento. 2ª edição. São Paulo: LTC, 2012. FOUST, A.S.; WENZEL, L. A, CLUMP, C. W., MAUS, L.; ANDERSEN, L. B. Princípios das Operações Unitárias. 2a edição., Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1982. AZEVEDO NETO, J. M.; ALVARES, G.A. Manual de Hidráulica. 2ª edição. São Paulo: Edgard Blücher, 1982 REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES PERRY, R.H., CHILTON, C.H. Manual da Engenharia Química, São Paulo: MacGraw Hill, 1963. MORAN, M. J. SHAPIRO, H. N. Princípios de Termodinâmica para a Engenharia. 6a edição. São Paulo: LTC, 2009. CREMASCO, M. A.. Operações Unitárias em Sistemas Particulados e Fluido mecânicos. 1a edição. [S.l.: s.n.], 2012. _________________________________________________________________ LABORATÓRIO DE ENGENHARIA QUÍMICA I EMENTA:Experiências de caráter interdisciplinar, envolvendo as principais operações unitárias aplicadas a processos de transporte e separação, envolvendo programação, montagem e operação dos equipamentos e análise e interpretação dos dados coletados. REFERÊNCIAS BÁSICAS SMITH, J.M., VAN NESS, H.C. Introdução à Termodinâmica da Engenharia Química. 7ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. GOMIDE, R. Operações Unitárias; Operações com fluídos. Vol. 2. São Paulo: Edição do autor, 1997. MACINTYRE, J. J. Bombas e instalações de bombeamento. 2ª edição. São Paulo: LTC, 1977. FOUST, A.S.; WENZEL, L. A, CLUMP, C. W., MAUS, L.; ANDERSEN, L. B. Princípios das Operações Unitárias. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1982. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES PERRY, R.H., CHILTON, C.H. Manual da Engenharia Química, São Paulo: MacGraw Hill, 1963. MORAN, M. J. SHAPIRO, H. N. Princípios de Termodinâmica para a Engenharia. 6a edição. São Paulo: LTC, 2009. CREMASCO, M. A.. Operações Unitárias em Sistemas Particulados e Fluido mecânicos. 1a edição. [S.l.: s.n.], 2012. _________________________________________________________________ METOLOGIA CIENTIFICA EMENTA: Conceitos e fundamentos da Ciência e da pesquisa científica; Métodos e Estratégias de Estudo aprendizagem; Metodologia, Método e Técnicas de pesquisa. Trabalhos Científicos; Publicações científicas; Projeto de pesquisa; Etapas do trabalho acadêmico. REFERÊNCIAS BÁSICAS RICHARDSON, J. R. Pesquisa Social: Métodos e Técnicas. 3a edição., São Paulo: Atlas, 2007. SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Cortez, 2002. ANDRADE, M. M. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico: Elaboração de trabalho de Graduação. São Paulo: Atlas, 2001. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação: referências e elaboração. Rio de Janeiro, 2002. DIEHL, A. A.; TATIM, D. C. Pesquisa em Ciências Sociais Aplicadas: Métodos e Técnicas. São Paulo: Prentice Hall, 2004. 62 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de Metodologia Científica. 7a edição. São Paulo: ATLAS, 2010 _________________________________________________________________ PROCESSOS INDUSTRIAIS INORGÂNICOS II EMENTA: Indústria do Fósforo; Indústria do Carvão Mineral; Indústria do Fertilizante; Produção de Gases Industriais; Indústria do Sódio, Nitrogênio, Cloro e Enxofre. REFERÊNCIAS BÁSICAS SHREVE, R. N.; BRINK JR. J. A. Indústria de Processos Químicos. 4a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1980; TURTON, R.; BAILIE, R. C. Analysis, Synthesis and Design of Chemical Process.2a edição. New York: Prentice-Hall, 2002. HIMMELBLAU, D. M.; Engenharia Química Princípios e Cálculos. 4ª edição., Rio de Janeiro: Prentice Hall, 2006. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ATKINS, P; JONES, L. Princípios de Química: Questionando a Vida Moderna e o Meio. 3ª. edição. São Paulo, Bookman, 2006. FOX, R.W.; McDONALD, A.T. Introdução à Mecânica dos Fluidos. 6a edição. Rio de Janeiro: LTC, 2006. VAN VLACK, L. H. Princípio de Ciência dos Materiais. 12a edição, São Paulo: Edgard Blücher, 1998 _________________________________________________________________ PROCESSOS INDUSTRIAIS ORGÂNICOS II EMENTA: Principais etapas, matérias primas dos processos orgânicos de fabricação de: Tintas e Correlatos; Sabões e Detergentes; Açúcar e Álcool; Borracha, Papel e Celulose; Biodiesel, Polímeros, Sucos Cítricos e Curtimento de couros. REFERÊNCIAS BÁSICAS SHREVE, R. N.; BRINK JR. J. A. Indústria de Processos Químicos. 4a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1980; TURTON, R.; BAILIE, R. C. Analysis, Synthesis and Design of Chemical Process.2a edição. New York: Prentice-Hall, 2002. HIMMELBLAU, D. M.; Engenharia Química Princípios e Cálculos. 4ª edição., Rio de Janeiro: Prentice Hall, 2006. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES ATKINS, P; JONES, L. Princípios de Química: Questionando a Vida Moderna e o Meio. 3ª. edição. São Paulo, Bookman, 2006. FOX, R.W.; McDONALD, A.T. Introdução à Mecânica dos Fluidos. 6a edição. Rio de Janeiro: LTC, 2006. POLIMEROS. São Paulo: Associação Brasileira de Tecnologia, 20a edição, 2010. Mensal. _________________________________________________________________ FENÔMENOS DE TRANSPORTE III EMENTA: Transferência de massa difusiva. Modelos de Difusão para gases, líquidos e sólidos. Transferência de Massa convectiva. Transferência de Massa em Regime Transiente. Transferência de Massa com reação Química. Transferência simultânea de Calor e Massa. Transferência de Massa entre fases REFERÊNCIAS BÁSICAS SISSOM, L., PITTS, Donald R. Fenômenos de transporte. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1988. BENNET, Carrol, MYERS, John. Fenômenos de transporte: quantidade de movimento, calor e massa. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1978. 63 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA TREYBAL, R. E. Mass transferoperation. 3a edição. Singapore: McGraw-Hill, 1985. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES INCROPERA, F. P; DEWITT, D. P. Fundamentos de Transferência de Calor e Massa. São Paulo: LTC, 1998. BIRD, B., STEWART, W., LIGHTFOOT, E. Fenômenos de transporte: um estúdio sistematico de los fundamentos del transporte de materia, energia y cantidad de movimiento. Barcelona: Reverté, 1980. MORAN, M. J. SHAPIRO, H. N. Princípios de Termodinâmica para a Engenharia. 6a edição. São Paulo: LTC, 2009. _________________________________________________________________ PLANEJAMENTO E PROJETO DA INDÚSTRIA QUÍMICA EMENTA: Materiais e Normas para Tubulações e Acessórios de Processos Industriais. Instalação de Fluidos de Utilidade (vapor, condensado, ar comprimido). Sistema de Refrigeração e Aquecimento. Noções básicas sobre desenvolvimento e planejamento de uma unidade de Produção apresentando as etapas de um projeto. Desenvolvimento do Projeto, Seleção e especificação de equipamentos; Materiais; Fluxograma de Processo. Instalações industriais, de higiene e segurança e do ambiente de trabalho. REFERÊNCIAS BÁSICAS TELLES, P. C. S. Tubulações industriais. São Paulo: LTC, 1988. TELLES, Pedro Carlos da Silva. Materiais para equipamentos de processo. 4a edição. Rio de Janeiro: Interciência, 1989. FELDER, R. M; ROUSSEAU, R. W. Princípios elementares dos processos químicos. 3a edição. Rio de Janeiro: LTC, 2005. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES HAPPEL, J.,DekkerM. Chemical Process Economics, 2rd edition, New York, 1975. PETERS, M. S., Plant Design and Economics for Chemical Engineering.3rd edition, New York: McGraw-Hill, 1980. STOECKER, W .F.; JABARDO, J. M. SAIZ. Refrigeração Industrial. 2a edição. [S.l.: s.n.], 2002. 9º TERMO OPERAÇÕES UNITÁRIAS III EMENTA: Destilação. Extração Sólido-Líquido. Extração Líquido-Líquido. Absorção. Adsorção. REFERENCIAS BASICAS GOMIDE, R. Operações Unitárias: Separações Mecânicas. Vol. 03, São Paulo: edição do autor, 1983. FOUST, A. S.; WENZEL, L. A, CLUMP, C. W., MAUS, L.; ANDERSEN, L. B. Princípios das Operações Unitárias. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1982. GOMIDE, R. Operações Unitárias IV. São Paulo: edição do autor, 1988 REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES PERRY, R.H., CHILTON, C.H. Manual da Engenharia Química, São Paulo: MacGraw Hill, 1963. MORAN, M. J. SHAPIRO, H. N. Princípios de Termodinâmica para a Engenharia. 6a edição. São Paulo: LTC, 2009. BLACKADDER, D.A. Manual de Operações Unitárias: Destilação de Sistemas Binários. 1a edição. São Paulo: HEMUS, 2004. _________________________________________________________________ LABORATÓRIO DE ENGENHARIA QUÍMICA II 64 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA EMENTA: Experiências de caráter interdisciplinar, envolvendo as principais operações unitárias aplicadas a transferência de calor e de massa, com estudo da teoria relacionada, coleta e análise dos dados e simulação computacional. REFERENCIAS BÁSICAS SMITH, J.M., VAN NESS, H.C. Introdução à Termodinâmica da Engenharia Química. Vol. 02, 7ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 2000. FOUST, A. S.; WENZEL, L. A, CLUMP, C. W.; MAUS, L.; ANDERSEN, L. B. Princípios das Operações Unitárias. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1982. CREMASCO, M. A.. Operações Unitárias em Sistemas Particulados e Fluido mecânicos. 1a edição. [S.l.: s.n.], 2012. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES PERRY, R. H., CHILTON, C. H. Manual da Engenharia Química, São Paulo: MacGraw Hill, 1963. MORAN, M. J. SHAPIRO, H. N. Princípios de Termodinâmica para a Engenharia. 6a edição. São Paulo: LTC, 2009. GOMIDE, R. Operações Unitárias; Operações com fluídos. Vol. 2. São Paulo: Edição do autor, 1997. ________________________________________________________________ BIOENGENHARIA EMENTA: Cinética Microbiana. Cinética Enzimática. Ampliação de Escala. Aeração. Esterilização. Separação e Purificação de Produtos Biotecnológicos. Biorreatores. REFERÊNCIAS BÁSICAS CONN, E. E.; STUMPF, P. K. Introdução a bioquímica. 4a edição. Tradução de MAGALHÃES, J. R. São Paulo: Edgard Blücher, 1980. LEHNINGER, A. L.; NELSON, D. L.; COX, M. M. Princípios de bioquímica. Tradução de LOODI, W. R. e SIMÕES, A. A. São Paulo: Sarvier, 1995. BORZANI, W.; SCHMIDELL, W.; LIMA, U. A.; AQUARONE, E. Biotecnologia Industrial: Fundamentos. Vol. 01, São Paulo: Edgard Blucher, 2001 BORZANI, W.; SCHMIDELL, W.; LIMA, U. A.; AQUARONE, E. Biotecnologia Industrial: Fundamentos. Vol. 02, São Paulo: Edgard Blucher, BORZANI, W.; SCHMIDELL, W.; LIMA, U. A.; AQUARONE, E. Biotecnologia Industrial: Fundamentos. Vol. 03, São Paulo: Edgard Blucher, 2002. REFERENCIAS COMPLEMENTARES CLARK, J. M. Bioquímica experimental. Zaragoza: Acribia, 1966. COELHO, A. P. Práticas de bioquímica. 3 edição. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 1979. BORZANI, W.; SCHMIDELL, W.; LIMA, U. A.; AQUARONE, E. Biotecnologia Industrial: Fundamentos. Vol. 04, São Paulo: Edgard Blucher, 2001. _________________________________________________________________ CINÉTICA QUÍMICA E CALCULO DE REATORES EMENTA: Reatores químicos e cinética química. Cinética das reações homogêneas. Cinética de reações elementares em fase gasosa e líquida. Catálise homogênea. Adsorção e catálise heterogênea. Reatores químicos. Reatores químicos de comportamento ideal. Desvios do comportamento ideal. Reatores catalíticos heterogêneos. REFERÊNCIAS BÁSICAS LEVENSPIEL, O. Engenharia das Reações Químicas. 3a edição. São Paulo: Edgard Blucher, 2005. SCHMAL, M. Cinética Homogênea Aplicada ao Calculo de Reatores. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1982. FOGLER, H.S. Elementos de Engenharia das Reações Químicas. 4a edição. Rio de Janeiro: LTC, 2012. REFERENCIAS COMPLEMENTARES 65 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA HOLLAND, C. D. e RAYFORD, G. A., Fundamentals of Chemical Reaction Engineeering, New Jersey: Prentice Hall, 1979. SCHMAL, M. Cinética Homogênea Aplicada e Cálculo de Reatores. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1982. PERRY, R. H., CHILTON, C. H. Manual da Engenharia Química, São Paulo: MacGraw Hill, 1963. _________________________________________________________________ ENGENHARIA AMBIENTAL EMENTA: Efeitos da Tecnologia Industrial sobre o equilíbrio ecológico; Normas e legislação brasileira; Poluição de águas; Tratamento de águas para uso industrial; Resíduos Industriais: Processos de tratamento físico, químico e biológico; Instrumentação e análise no controle da poluição ambiental. Rejeitos como fonte de materiais e energia. REFERÊNCIAS BÁSICAS BRAGA B., HESPANHOL I.;Introdução a Engenharia Ambiental. São Paulo, Prentice Hall, 2005. BAIRD, C. Química Ambiental, Porto Alegre: Boodman, 2002. SPERLING, M. V. Lodos ativados. Vol. 04, Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais, 1997. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES DERÍSIO, J. C. Introdução ao Controle de Poluição Ambiental. 4a edição São Paulo: Sigmus, 2012. MULLER-PLANTENBERG, C. Impacto Ambiental. São Paulo: Edusp, 2006. MATOS, A. T. Poluição Ambiental: Impactos no meio físico. 1a edição. [S.l.: s.n.], 2010. 10º TERMO CONTROLE DE PROCESSOS E INSTRUMENTAÇÃO EMENTA: Regulação e Controle de processos. Sistemas de controle analógico e digitais. Comportamento dinâmico de processos. Modelos dinâmicos no domínio do tempo e de Laplace. Estabilidade. Projeto de sistemas de controle por realimentação no domínio do tempo e de Laplace. Técnicas avançadas de controle. Conceitos básicos. Diagramas P&I. Sensores de vazão, nível, temperatura e pressão. Transmissores e transdutores. Controladores. Registradores. Normatização e projeto de malhas de controle. Sensores. Válvulas de controle: tipos e projeto. Sistemas de geração de vapor, ar comprimido, água de instrumentação, água de resfriamento e de refrigeração. REFERÊNCIAS BÁSICAS OGATA, K. Engenharia de controle moderno. 4a ed., Prentice-Hall, 2003. SOISSON, H. E. Instrumentação Industrial. 1a edição. [S.l.: s.n.], 2002. SIGHIERI, L; NISHINARI, A. Controle automático de processos industriais: Instrumentação, 2a ed., São Paulo: Edgard Blucher, 1998. MORAES, C. C; CASTRUCCI, P. L. Engenharia de Automação Industrial. Rio de Janeiro: LTC, 2001. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES LUYBEN, W. L. Process modeling, simulation and control for chemical engineers. New York: McGraw-Hill, 1990. SEBORG, D. E., EDGAR, T. F., MELLICHAMP, D. A. Process Dynamics and Control. New York: John Wiley, 1989. PHILLIPS, C. L. Digital Control System Analysis and Design. 3rd ed. New Jersey: Prentice Hall, 1995. NATALE, F. Automação Industrial. 4a.edição. São Paulo: ERICA, 2002. _________________________________________________________________ INDÚSTRIA SUCRO ALCOOLEIRA 66 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA EMENTA: Cana de açúcar como matéria prima; processamento de açúcar; processamento de álcool; outros derivados da indústria sucro alcooleira; novas possibilidades tecnológicas. REFERÊNCIAS BÁSICAS HOWARD, P. J. Operações Unitárias na Produção de Açúcar de Cana. São Paulo: Nobel, 1989. SANTOS, F.; BORÉM, A.; CALDAS C. Cana de Açúcar: Bioenergia, Açúcar e Etanol, 2a ed., São Paulo: Editora do autor, 2011. CORTEZ, L. A. B.Bioetanol de Cana de Açúcar. São Paulo: Blucher, 2010. MARQUES, M. O.; MARQUES, TADEU, A.; TASSO J. L. C. Tecnologia do Açúcar: Produção e Industrialização da Cana de Açúcar. 1a edição. [S.l.: s.n.], 2001. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES EID, F. Progresso técnico na agroindústria sucroalcooleira. Informações Econômicas. V. 26. N 5, 1996. 29-36p. CARON, D. Novas tecnologias para a indústria sucroalcooleira. Preços Agrícolas. Ano 11. N 121, 1996.13-16p. ALCOOLBRAS: O Combustível Renovável para seus negócios. São Paulo: VALETE, 137aedição,vol 08. Mensal. SILVA, L. B.; FILHO, J. A. S.; GOMES, M. R. Produção de Açúcar e as Principais Perdas de Sacarose. 72a edição. [S.l.: s.n.], 2011. _________________________________________________________________ SIMULAÇÃO, ANÁLISE E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS EMENTA: Modelos matemáticos de sistemas de engenharia química. Análise de processos e simulação. Simulação estática de sistemas. PERT/CPM; Teoria de filas; Programação não-linear; Análise de decisão; Programação dinâmica; Aplicações em áreas da Engenharia. REFERÊNCIAS BÁSICAS MORAES, C. C; CASTRUCCI, P. L. Engenharia de Automação Industrial. Rio de Janeiro: LTC, 2001. MACHADO, R. A. F.; MARANGONI, C.; MENEGUELO, A. P.; BARAÑANO, A.G.; TEIXEIRA, A. C. Análise e controle de processos da indústria de petróleo e gás. Santa Catarina: UFSC-LCP, 2003. PERLINGEIRO, C. A. G. Engenharia de Processos: Análise, Simulação, Otimização e Síntese de Processos. São Paulo: Blucher, 2005. CHWIF, L.; MEDINA, A. C. Modelagem e Simulação de Eventos Discretos: Teoria e Aplicações. 3ª edição., São Paulo: Editora Do Autor, 2010. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES SILEBI, C. A., SCHIESSER, W. E.,Dynamic Modeling of Transport Process Systems, New York: Academic Press Inc., 1992. EDGAR, T. F., HIMMELBLAU, D. M.; LASDON, L., Optimization of Chemical Processes, New Jersey: McGraw-Hill, 2001. NATALE, F. Automação Industrial. 4a.edição. São Paulo: ERICA, 2002. _________________________________________________________________ Disciplina optativa INTRODUÇÃO À LINGUAGEM BRASILEIRA DE SINAIS – LIBRAS EMENTA: Marcos Históricos e Abordagens Educacionais na Escolarização dos Surdos. Vocabulário da Língua Brasileira de Sinais – Libras. Gramática das Libras. A importância das Libras na comunicação e educação da pessoa surda. Implementação do bilinguismo na atualidade. A função do intérprete e do professor de Libras. Bibliografia Básica: AUROUX, S. Língua e hiperlíngua. In: Línguas e instrumentos linguísticos. São Paulo: Pontes, 1998. FELIPE, T. A. A função do intérprete na escolarização do surdo. Anais do Congresso Surdez e Escolaridade: desafios e reflexões. Instituto Nacional de Educação de Surdos 67 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA – INES (Org.) Rio de Janeiro, 2003. QUADROS, R. M DE; KARNOPP, L. B. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004. Bibliografia Complementar: BAGNO, M. Norma linguística. São Paulo: Loyola, 2001. LACERDA, C. B. O intérprete educacional de língua de sinais no ensino fundamental: refletindo sobre seus limites e possibilidades. In: LODI, A.C.E. et al (Org.). Letramento e minorias. Porto alegre: Mediação, 2002. ______.A inclusão escolar de alunos surdos: o que dizem alunos, professores e intérpretes sobre esta experiência. Caderno Cedes, v. 26, no 69, maio/ago, Campinas: 2006. MCCLEARY, L. Bilinguismo para surdos: brega ou chique?(Mesa redonda: Os surdos e o bilinguismo – da Casa para o Mundo, 29 de setembro de 2006). V Congresso Internacional e XI Seminário Nacional. Surdez: família, linguagem, educação. Rio de Janeiro: INES – Instituto Nacional de Educação de Surdos. _________________________________________________________________ 3.1.4.1 Acervo Disponível para o Curso na Biblioteca Tipo de acesso ao acervo É específica para o curso Total de livros para o curso (no) Periódicos Videoteca/Multimídia Teses Outros (TCC, Projetos, Relatório de Estágio) TOTAL ( x ) Livre ( ) através de funcionário ( x ) sim ( ) não ( ) específica da área Títulos Volumes 4.064 11.059 8 288 10 - - 4.072 11.357 Detalhes do acervo em: www.unifeb.edu.br. 3.1.5 Componentes Curriculares Adicionais Estes componentes curriculares referem-se à parte variável da matriz curricular do curso, uma parte em que o aluno pode procurar aprofundar aqueles aspectos por ele almejados, de forma a completar o seu perfil profissional, tal qual visualizado pelo item 3.1.1.3 – Perfil do Egresso do Curso. 3.1.5.1 Estágio É considerado estágio, de acordo com o Decreto nº 87.497/82, "As atividades de aprendizagem social, profissional e cultural, proporcionadas ao estudante pela participação em situações reais da vida e trabalho de seu meio, sendo realizada na comunidade em geral ou junto a pessoas jurídicas de direito público ou privado, sob responsabilidade e coordenação da instituição de ensino". Essas características fazem com que o estágio seja analisado como parte integrante da formação educacional e profissional 68 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA do estudante, ambas garantidas pela Constituição Federal de 1988 e pela Lei nº 9.394/96 (LDB), contemplando, assim, a aplicação prática das teorias abordadas em sala de aula. O estágio é uma das mais eficientes formas de propiciar ao estudante a complementação profissional, pois o coloca em contato direto com a realidade da indústria, com o ambiente real de trabalho e com os mais diversos problemas técnicos. Neste período, também o aspecto humano-social é aprimorado, em face do consequente contato com problemas sociais e culturais, que se apresentam no ambiente de trabalho. Quanto ao aspecto legal, o estágio supervisionado representa a complementação curricular obrigatória, ou seja, poderá ser realizado a partir do 8°semestre, totalizando 180 (cento e oitenta) horas e visa possibilitar aos alunos a aquisição de hábitos de estudo, de pesquisa, de prestação de serviços à comunidade, desenvolvendo um espírito crítico e de discussão de problemas sociais e profissionais a partir de seu engajamento a programas de integração profissional (CIEE, SEBRAE, Sindicatos Patronais e de Trabalhadores, Empresas, Instituições Governamentais e etc.). O acompanhamento e a supervisão do estágio serão realizados por um docente do curso (coordenador de estágio) e por um profissional de campo (ligado à empresa). Cada um deles emitirá um parecer sobre a atuação do aluno na empresa e uma nota ao estagiário, que será aprovado (ou não), pela média aritmética entre essas notas para encaminhamento a secretaria acadêmica. As empresas deverão firmar convenio com a Instituição, como solicita a Lei de estágios. Os modelos do Termo de Compromisso de Estágio e Convênio, bem como as Normas de Estágio do curso de Engenharia Química encontram-se disponíveis para a consulta discente no site do UNIFEB. A finalidade do estágio é proporcionar ao aluno formação prática, com desenvolvimento das habilidades necessárias à atuação profissional. No ambiente físico onde se realiza o estágio, o estudante se submete a tarefas diversificadas e específicas, que lhe trazem, além da experiência necessária a seu preparo profissional, uma visão concreta do meio e das condições de trabalho, permitindo que se enriqueça o seu currículo e sua formação como Engenheiro Químico. Ao final do estágio, o aluno deverá apresentar aos responsáveis um relatório contendo as atividades desenvolvidas durante o período de vigência para apreciação e composição da nota final. Portanto, o ESTÁGIO SUPERVISIONADO tem como objetivos: 1. Proporcionar ao acadêmico, condições de desenvolver suas habilidades e analisar criticamente situações; 2. Incentivar o desenvolvimento das potencialidades individuais, propiciando surgimento de profissionais empreendedores, capazes de implantar novas técnicas de gestão, métodos e processos inovadores; 3. Consolidar o processo ensino-aprendizagem, através da conscientização das deficiências individuais, e incentivar a busca do aprimoramento pessoal e profissional; 4. Contracenar a transição da passagem da vida profissional, abrindo ao estagiário, oportunidades de conhecer a filosofia, diretrizes, organização e funcionamento das instituições; 69 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA 5. Possibilitar o processo de atualização dos conteúdos disciplinares, permitindo adequar aquelas de caráter profissionalizantes às constantes inovações tecnológicas, políticas, sociais e econômicas a que estão sujeitos; 6. Promover a integração entre a Faculdade e Comunidade. Desta forma, a teoria e a prática não se separam, mas em muitos momentos, nos cursos superiores, há uma fragmentação o que prejudica a qualidade do profissional; a tarefa do estágio nesse sentido, é a de fazer a práxis pedagógica, ou seja, mostrar que toda prática está mesclada de teoria e toda teoria é determinada por uma prática. 3.1.5.2 Atividades Complementares As Atividades Complementares compreendem toda e qualquer atividade que complemente a formação acadêmica oferecida pelas disciplinas obrigatórias do currículo pleno dos cursos de graduação – exceto Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e Estágio Supervisionado – e que seja considerada relevante pela instituição de ensino, independentemente de ser oferecida pelo UNIFEB ou por qualquer outra instituição, pública ou privada, ou por pessoa física. A escolha e a validação das atividades complementares deverão ser fundadas no objetivo de flexibilizar o currículo pleno, propiciando ao aluno enriquecimento curricular, diversificação temática e aprofundamento interdisciplinar, além da preocupação de complementar a formação profissional e social, assim como tem a preocupação de favorecer o relacionamento entre grupos e a convivência com as diferenças sociais. São consideradas prolongamentos do ensino-aprendizado formal. Estas atividades possibilitam criar uma trajetória autônoma e particular do aluno, compondo-se de iniciativas e atitudes extracurriculares, organizadas de maneira que possam enriquecer o aprendizado e o desenvolvimento técnico, acadêmico e cultural dos alunos. A diversidade de iniciativas e oportunidades oferecidas pelo curso ou organizadas por eles tais como visitas técnicas, participação em congressos e feiras, monitoria, cursos, entre outras, contemplam a formação do aluno promovendo sua integração sociocultural do aluno com a instituição e comunidade, numa visão global da realidade humana e social. O objetivo da realização de Atividades Complementares é estimular a diversificação da atividade profissional, a criatividade, a produção do conhecimento e a articulação entre teoria e prática, além de contribuir para a formação humanística e ética dos alunos, com o desenvolvimento de atividades variadas e voltadas para a consciência social, humanística, ética e de cidadania. São desenvolvidas atividades acadêmicas ao longo do curso, com o mínimo de 240 horas, estabelecendo-se 24 horas semestrais, para proporcionar engajamento dos estudantes em atividades de caráter acadêmico, científico e cultural e garantir a interação teoria-prática. As Atividades Complementares são consideradas atividades obrigatórias e apresentam uma carga horária mínima que deve ser integralizada dentro do período em que o aluno estiver regularmente matriculado e sua validação ocorre por meio de 75% de frequência nas atividades, sendo condição obrigatória para a 70 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA Colação de Grau. Assim, são atividades que não são avaliadas por notas, mas sim pela frequência do aluno. Essas atividades devem ser desenvolvidas segundo a conveniência, oportunidade e compatibilidade de horário do aluno com disciplinas curriculares. Em 16 de março de 2010, foi aprovada a Instrução Normativa PRG 03/2010 da Pró-Reitoria de Graduação que cria procedimentos para a regulamentação das Atividades Complementares. A Instrução Normativa encontra-se no sítio do UNIFEB, sendo que abaixo estão transcritos aspectos centrais desses procedimentos: • • • O grupo das atividades científicas com atividades de iniciação cientifica e tecnológica; grupos de estudo; ligas universitárias; produção intelectual e técnico científica; apresentação oral/painel em eventos científicos; publicações em anais, revistas ou jornais; entre outros do gênero. O grupo das atividades técnico – profissionalizantes que incluem atividades como: palestras; seminários; visitas técnicas; congressos; cursos extracurriculares; estágio voluntário; monitoria; jornadas acadêmicas; workshops; Semana Científica e Cultural do UNIFEB; disciplinas de outros cursos da instituição; entre outros do gênero. O grupo das atividades esportivas, culturais e sociais apresenta atividades como: torneios; campeonatos; grupos de teatro/dança/música; representação acadêmica junto aos Órgãos Colegiados do UNIFEB, entidades de Classe ou Profissionais; atividade de voluntariado; campanhas beneficentes; Cursinho UNIFEB; entre outros do gênero. As orientações quanto à distribuição dessas atividades considera que os alunos devem respeitar um mínimo de duas atividades diferentes por grupo, contemplando, também, até 25% da carga horária exigida para cada um deles. Essas atividades quando oferecidas pela instituição são gratuitas e as cursadas fora são de responsabilidade dos alunos, devendo apenas ser apresentado documentação de tal atividade. A responsabilidade pela supervisão da realização das Atividades Complementares dos alunos é atribuída ao Coordenador das Atividades, professor Dr. Jorge Ricardo Moreira de Castro (professor indicado pelo Conselho de Curso para esse propósito), o qual recebe a documentação dos alunos, contabiliza e atribui a devida pontuação semestralmente. O regulamento das Atividades Complementares e a pontuação semestral de cada aluno estão disponíveis no site do UNIFEB para consulta discente. Dessa forma, pode-se dizer que as atividades complementares visam à formação integral do perfil do egresso, onde se ressalta principalmente a capacidade de estudo independente, de responsabilidade social, pelo contato com o mercado de trabalho, entre outros. 3.1.5.3 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) A elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é obrigatória para obtenção do título de Bacharel em Engenharia Química. Trata-se de um trabalho cujas atividades contemplam aprendizagem profissional proporcionada ao estudante pela participação em situações reais, integrando os conhecimentos teóricos com a vivência prática. 71 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma atividade integrante da matriz curricular de todos os cursos de graduação do Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos (UNIFEB) e deve ser desenvolvido em conformidade com as normas e procedimentos descritos neste documento. Consiste de uma atividade importante na formação acadêmica, pois permite uma integração entre a teoria e prática, aprendizado sobre a metodologia científica e oportunidade para exercitar a redação técnica e científica, aprimorando a sua capacidade crítica e reflexiva. A instituição, a partir do reconhecimento do Centro Universitário implementou normas institucionais para a realização do TCC. Assim, em 2010, elaborou-se o documento institucional “Normas e Procedimentos para Elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso” da Pró-Reitoria de Graduação. Esse documento orienta que o TCC é uma atividade obrigatória para a obtenção de certificado de conclusão de curso. O Regulamento dos critérios e procedimentos exigíveis para o projeto, a orientação, a elaboração e a defesa, foi aprovado pelos órgãos colegiados e encontra-se no sítio do UNIFEB www.unifeb.edu.br em Institucional/Documentos para download/Normas e Procedimentos para Elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Os objetivos gerais dessa atividade referem-se à viabilização de oportunidades de participação em atividades de pesquisa, ao envolvimento com a metodologia científica e o aprimoramento das capacidades crítica e interpretativa. Quanto aos principais objetivos específicos, a atividade procura contemplar a ampliação e consolidação de uma visão técnica e científica do estágio, estimular a aprendizagem dos procedimentos, métodos e técnicas que são utilizados para obter e apresentar informações científicas, e contribuir para o desenvolvimento da capacidade científica. Para auxiliar no gerenciamento dos trabalhos, o Conselho de Curso nomeia um coordenador de TCC, que tem a função de dar suporte aos orientadores, esclarecer dúvidas, definir datas e verificar o andamento dos TCC’s junto aos orientadores. O aluno tem a liberdade de escolher o tema e o professor orientador, docente do UNIFEB. Para formalizar a orientação, o aluno deverá entregar ao professor designado para o TCC, uma ficha de inscrição do TCC, assinado juntamente com a assinatura do orientador. Os trabalhos poderão ser desenvolvidos individualmente ou até o número máximo de 4 (quatro) alunos por grupo. Os alunos, portanto, são acompanhados por um orientador que, juntamente com eles, procura elaborar o projeto do TCC com seu devido cronograma, o que imprime maior organização ao processo de orientação e permite que o mesmo transcorra sem atropelos. O orientador tem a responsabilidade de inscrever o projeto de TCC junto à Coordenação do Curso ou responsáveis pelo Programa de TCC. No decorrer do desenvolvimento de tal projeto, o orientador mantém periodicamente contato com os alunos (com horários previamente agendados) para que as orientações sejam feitas, as dúvidas dissipadas e as etapas de desenvolvimento do trabalho acompanhadas. Nesse sentido, o orientador mantém controle e registro periódico da frequência dos orientandos, assim como seus desempenhos, permitindo melhor visibilidade sobre a evolução dos trabalhos. Quanto às características da escrita acadêmica e monográfica, com as respectivas normas da ABNT, os alunos já são orientados em disciplinas específicas, desde o início do curso, cabendo ao orientador retomar essas questões e aprofundá-las. 72 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA Faz parte do processo de orientação dos alunos informações quanto às normas de desenvolvimento do TCC, as normas constantes do trabalho científico e as normas de avaliação e defesa do TCC. O orientador também tem a responsabilidade de avaliar o trabalho final do aluno e aferir se o mesmo tem condições de ser encaminhado para defesa. A apresentação perante a banca examinadora do TCC é obrigatória, no 10º semestre letivo. O TCC deve ser entregue junto com a ficha de autorização de defesa, assinada pelo orientador, à secretaria geral do UNIFEB, em três vias impressas que serão encaminhadas para o orientador e para os outros dois componentes da banca. Os trabalhos são apresentados a uma banca examinadora composta por 3 docentes, sendo eles: orientador, docente da área estudada e obrigatoriamente um terceiro de outra área, professores integrantes do quadro do UNIFEB. Havendo a possibilidade de um dos integrantes da banca ser convidado de outra instituição. A banca é escolhida pelo orientador e pelo coordenador de TCC. O processo da defesa inicia-se com a abertura do Presidente, qual seja o orientador, sendo seguido pela apresentação dos alunos responsáveis pelo TCC, com até 30 minutos de apresentação. Finda essa apresentação, os dois componentes da banca convidados têm 15 minutos cada para procederem às arguições. A avaliação do TCC pela banca examinadora deve contemplar questões como estrutura básica e redação de trabalhos científico-acadêmicos, conteúdo, resultados e discussão que permitam a compreensão de um problema, seu devido desenvolvimento e uma discussão pertinente com o raciocínio lógico e a reflexão acadêmica. Esse desenvolvimento de trabalho deve contemplar a utilização de fontes atualizadas, fidedignas e respeitáveis no âmbito acadêmico e científico. Essa avaliação configura-se como a classificação de aprovado ou reprovado e nos casos do TCC não ser aceito, determinando sua reprovação, o aluno deverá matricular-se novamente para a realização do Programa de TCC. Após a defesa, atendidas as solicitações de alterações e ajustes, o aluno deve entregar uma via impressa e encadernada do TCC revisado e aprovado, sendo que os TCC’s que são indicados para divulgação na Biblioteca Central do UNIFEB são apresentados em via impressa em capa dura, além da versão digital. Para a disponibilização do TCC no site do UNIFEB, é necessário que o aluno entregue a autorização para divulgação do trabalho. A conclusão do curso de Engenharia Química está condicionada à aprovação do TCC. 3.1.5.4 Monitoria A monitoria, entendida como instrumento para a melhoria do ensino de graduação, por meio de novas práticas e experiências pedagógicas, visa promover a cooperação mútua entre discentes e docentes e a vivência com o professor e com suas atividades técnico-didáticas. Esta atividade é oferecida ao aluno regularmente matriculado em um dos cursos de graduação do UNIFEB e é regida pelo Regulamento de Monitoria, disponível no link: http://unifeb.edu.br/index.php?option=com_docman&task=search_result&Itemid=170 73 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA 74 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA 4 CORPO DOCENTE No quadro que segue, a descrição dos professores do período matutino e noturno, sua titulação e o contrato na instituição. 4.1 Relação Nominal dos Docentes Matutino Nome docente ALFREDO ARGUS ANA LEONOR SANTOS JUNQUEIRA FRANCO ANTONIO BATISTA DE OLIVEIRA JR. ANTONIO CARLOS MARANGONI ANTONIO CESAR DA SILVA APARECIDA FATIMA SIMÃO DE LIMA ARAUJO CÉLIO FERNANDO DOS SANTOS CAMARGO CLAUDIA CRISTINA PASCOALETI EDSON MARCONDES DE SOUZA HALLEN PINTO FERREIRA INÁCIO RAMOS LEITE JAQUELINE APARECIDA BORIA FERNANDES JEAN CARLO ALANIS JELSON MACHADO DE CAMARGO JEOSADAQUE JOSÉ DE SENE JORGE RICARDO MOREIRA DE CASTRO JURANDYR CARNEIRO NOBRE DE LACERDA NETO LETÍCIA ANE SIZUKI NOCITI LUCIANO HENRIQUE DE ALMEIDA LUIS CARLOS DE MARINO SCHIAVON LUCIMARA BIANCO LUÍZA MARIA PIERINI MACHADO MARCELO HENRIQUE DA SILVA MARCOS ALEXANDRE POLIZELLI MARIA TEREZA RIBEIRO SILVA DIAMANTINO NILTON BORGES PIMENTA NORBERTO LUIZ AMSEI JUNIOR OSVALDO EDUARDO AIELO PAULO MACHADO MARTINCOWSKI RAIMUNDO NONATO DA ROCHA FILHO RENAN FELÍCIO DOS REIS RHADLER HERCULANI ROBERTO PINHEIRO GÁTSIOS RODOLFO ANTONIO COSTA ROSANGELA DE CARVALHO GOULART GUEDES PRADO ROSEMEIRE APARECIDA ROSA SABRINA LUZIA CAETANO Titulação Regime de trabalho Doutor P Mestre P Mestre Doutor Mestre P H I Especialista H Doutor P Mestre Mestre Mestre Mestre I H H H Doutor I Doutor Mestre Doutor I H H Doutor I Doutor H Doutor Doutor Mestre Mestre Doutor Mestre Doutor P H H I H H I Doutor I Mestre Doutor Doutor Mestre Mestre Mestre Mestre Mestre Mestre I P H H H P I I I Doutor I Mestre Doutor I I 75 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA SALMEM SALEME GIDRÃO SILVIA ELIAS BORTOLO THAISA ALVES PIANOSCHI VAGNER RICARDO DE ARAUJO PEREIRA VALDECIR POLIZELI WALTER HENRIQUE BERNADELLI Especialista Mestre Mestre H I I Mestre I Mestre Mestre I I 4.1.1 Docentes segundo a Titulação (do matutino) TITULAÇÃO Especialistas Mestres Doutores TOTAL Nº 2 25 16 43 % 4,7 58,1 37,2 100 4.2Relação Nominal dos Docentes Noturno Nome docente ALFREDO ARGUS ANDRÉ APARECIDO GUEDES ANTONIO BATISTA DE OLIVEIRA JR. ANTONIO MANOEL BATISTA ANTONIO CESAR DA SILVA CÉLIO FERNANDO DOS SANTOS CAMARGO CLAUDIA CRISTINA PASCOALETI CLAUDIA REGINA ZANI LUZ DIANA MARIA SERAFIM MARTINS EDSON MARCONDES DE SOUZA FABIO LUIZ SCANNAVINO FABIO OLIVEIRA NOBILE FERNANDO CESAR PEREIRA GOMES GEORGE ODA GILBERTO DOMINGUES JR. INÁCIO RAMOS LEITE HALLEN PINTO FERREIRA JACYANA SARAIVA MARTHES FONSECA JAQUELINE APARECIDA BORIA FERNANDES JEAN CARLO ALANIS JELSON MACHADO DE CAMARGO JORGE RICARDO MOREIRA CASTRO Titulação Doutor Regime de trabalho P Doutor P Mestre P Mestre Mestre H I Doutor P Mestre I Mestre I Doutor P Mestre H Doutor Doutor I I Mestre H Mestre Mestre Mestre Mestre H I H H Mestre H Doutor I Doutor I Mestre H Doutor I 76 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA JEOSADAQUE JOSÉ DE SENE JORGE RICARDO MOREIRA DE CASTRO LUCIANO HENRIQUE DE ALMEIDA LUCIANO HENRIQUE DE ALMEIDA LUÍZA MARIA PIERINI MACHADO MARCELO HENRIQUE DA SILVA MARCOS ALEXANDRE POLIZELLI MARIA CRISTINA SALUSTIANO E SILVA COLTRI (licença) MARIA TEREZA RIBEIRO SILVA DIAMANTINO MATHEUS NICOLINO PEIXOTO HENARES MIRELLA BORGES PEREZ LAPORTA HOBLES NORBERTO LUIZ AMSEI JUNIOR OSVALDO EDUARDO AIELO PAULO MACHADO MARTINCOWSKI RAIMUNDO NONATO DA ROCHA FILHO RENAN FELÍCIO DOS REIS RHADLER HERCULANI RODOLFO ANTONIO COSTA ROSANGELA DE CARVALHO GOULART GUEDES PRADO ROSEMEIRE APARECIDA ROSA SABRINA LUZIA CAETANO SALMEM SALEME GIDRÃO SILVIA ELIAS BORTOLO THAISA ALVES PIANOSCHI VAGNER RICARDO DE ARAUJO PEREIRA Legenda: I – integral; P – parcial; H – horista. Doutor H Doutor I Doutor H Doutor H Doutor H Mestre H Doutor I Mestre H Doutor I Doutor I Especialista H Doutor P Doutor H Mestre H Mestre H Mestre Mestre Mestre P I I Doutor I Mestre I Doutor Especialista Mestre Mestre I H I I Mestre I 4.2.2 Docente segundo a Titulação (Período Noturno) TITULAÇÃO Especialistas Mestres Doutores TOTAL Nº 2 23 19 44 % 4,5 52,3 43,2 100 77 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA 4.3 Formação do Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso O Núcleo Docente Estruturante NDE foi um conceito criado pela Portaria Nº 147, de 2 de fevereiro de 2007, com o intuito de qualificar o envolvimento docente no processo de concepção e consolidação de um curso de graduação. Considerando a Resolução n°01 de 17 de junho de 2010 da Comissão Nacional de Avaliação do Ensino Superior - CONAES, o Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos – UNIFEB, através da Resolução RE 03/2013 de 05 de Fevereiro de 2013 estabelece a criação os Núcleos Docentes Estruturantes – NDE’s para os cursos de graduação, com critérios para sua composição e funcionamento. As atribuições do NDE estabelecidas no artigo 2 da Resolução n. 01 são: atualizar periodicamente o Projeto Pedagógico do curso de Engenharia Química, definindo sua concepção e fundamentos; discutir e propor mecanismos de interdisciplinaridade; acompanhar e propor mecanismos e a forma de integralização das atividades complementares; analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares; acompanhar as avaliações do corpo docente, por meio da Avaliação Institucional; planejar mecanismos de preparação para avaliações externas, conduzidas pelo sistema SINAES. Desta forma, em atendimento a Portaria 147/2007em seu artigo 3º, inciso II, letras a, b e c que estabelece normas para o funcionamento do Núcleo Docente Estruturante nas IES, c/c com a Resolução Nº 01/2010 da Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES), que normatiza o Núcleo Docente Estruturante, o curso de Engenharia Química possui como membros integrantes os seguintes professores, indicados pelo Conselho de Curso da Engenharia Química e submetidos a aprovação do Conselho Superior de Cursos com mandato de 2 anos: Presidente do NDE: Prof. Dr. Célio Fernando dos Santos Camargo; Membros: Prof. Me. Antônio Batista de Oliveira Junior; Prof. Dr. André Aparecido Guedes; Prof. Dr. Jorge Ricardo Moreira de Castro; Prof. Dr. Jean Carlo Alanis (coordenador do curso de Engenharia Química) Como primeiras iniciativas, em 2013, foi introduzida a Avaliação Integrada semestral para todos os termos, além de um trabalho específico sobre as avaliações bimestrais, em consonância com as oficinas docentes oferecidas pela Pró-Reitoria de Graduação, cujas atividades constam no item 5 do Relatório de Atividades Relevantes. O NDE do curso de Engenharia Química reunir-se-á, por convocação de iniciativa do seu Presidente, semanalmente, sendo que a convocação deverá ocorrer com a antecedência mínima de 2 (dois) dias úteis. A pauta dos trabalhos das sessões será obrigatoriamente a seguinte: a) Leitura e aprovação da Ata da sessão anterior; b) Expediente; c) Ordem do dia; d) Outros assuntos de interesse geral. 78 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA Ainda poderão ser submetidos à consideração do plenário, assuntos de urgência, a critério do Núcleo Docente Estruturante - NDE, que não constem da Ordem do Dia, se encaminhados por qualquer um de seus membros. Das reuniões, será lavrada uma ata circunstanciada que, depois de lida e aprovada será assinada pelos membros presentes na reunião. Além desse registro, será elaborado mensalmente um relatório com as atividades desenvolvidas pelo NDE e submetido a análise e aprovação da Pro Reitoria de Graduação. 79 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA 5NÚCLEO DE APOIO Há dois núcleos pedagógicos de apoio institucional com função interdisciplinar de assistir a todas as instâncias de ensino da instituição: 5.1 Núcleos de Apoio Pedagógico (NAPe) Trata-se de um órgão de apoio à Pró-Reitoria de Graduação, com função interdisciplinar de formulação e de implantação de documentos, propostas e ações pedagógicas de suporte institucional. Dessa forma, o NAPe propõe-se a oferecer apoio estrutural e pedagógico permanente às coordenações e ao corpo docente do UNIFEB, buscando o aprimoramento permanente das condições de ensino dos vinte e seis cursos existentes . Foi instituído a partir de iniciativa da Reitoria sob Resolução RE. nº 14/2013 em maio de 2013, juntamente com a aprovação do Conselho Universitário com Portaria nº 27/2013. O NAPe estabelecese em espaço institucional próprio dentro da FEB, para atendimento e apoio às iniciativas pedagógicas institucionais propostas pela Pró-Reitoria de Graduação. O NAPe apresenta propostas de projetos de intervenção e/ou acompanhamento pedagógico institucional relacionadas às seguintes frentes: • Projetos Pedagógicos dos Cursos – Elaborou-se um modelo institucional de documentação a partir do qual a coordenação assume o processo de autorização, de reconhecimento ou de renovação de reconhecimento conforme características próprias do curso e respeitadas as políticas institucionais; • Orientação para alteração curricular dos cursos - Existe um procedimento institucional de diagnóstico, de fundamentação e de proposta de alteração da matriz curricular a ser apresentada aos diferentes órgãos colegiados pertinentes com o objetivo de assegurar que as mudanças curriculares propostas sigam as diretrizes institucionais, conforme Resolução RE nº 23/2012; • Oficinas Docentes – O mercado de trabalho tem assumido características cada vez mais exigentes e, ao mesmo tempo, os alunos têm chegado com formação básica aquém do necessário, situação essa desafiadora para os docentes da Instituição. São oferecidas oficinas de estratégias e procedimentos didáticos que possam proporcionar subsídios para um aprimoramento das práticas educativas existentes na instituição, como , por exemplo, as oficinas de avaliação; • Oficinas para coordenadores – Ante as crescentes exigências dos órgãos reguladores da educação superior (CEE e MEC) e da rotatividade da função de coordenador de curso por parte dos professores da Instituição, torna-se necessária constante atualização e aprimoramento dos procedimentos que favoreçam o cumprimento das exigências legais como também a manutenção da qualidade do ensino oferecido pelo UNIFEB. Exemplos 80 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA dessas práticas são o oferecimento de oficinas em relação às DCN’s, aos Eixos Curriculares, aos novos formatos avaliativos entre outros; • Oficinas de recuperação de conteúdos prévios para alunos -Nivelamento- Observase uma crescente defasagem entre os conteúdos mínimos esperados pelo aluno ingressante e os que efetivamente foram aprendidos na Educação Básica. Nesse sentido, o UNIFEB realiza mecanismos de apoio (presenciais e online) à aprendizagem dos conhecimentos básicos de Português, Matemática e Física como forma de assegurar a permanência dos alunos e o alcance dos objetivos institucionais; • Estratégias relacionadas aos cursos e aos alunos que prestam ENADE- Observamse, nos últimos dez anos, avanços significativos nos formatos avaliativos, os quais tem levado a instituição a rever suas práticas educacionais. Neste sentido, o NAPe oferece oficinas e orientações sobre as atualizações que se fazem necessárias para o bom cumprimento das exigências internas e externas ao UNIFEB como, por exemplo, as oficinas para elaboração de questões. • Estratégias de comunicação e de apoio aos alunos da cidade e da região –Consistem em encontros e orientações de apoio e esclarecimento aos alunos da Educação Básica regional sobre o mercado de trabalho, sobre a escolha profissional adequada além das exigências do ensino superior como forma de preparação para essa nova etapa da vida. São atividades como Palestras de Orientação Profissional, de Orientação sobre o ENEM, visita à Clínica Odontológica, ao Núcleo Jurídico, aos laboratórios didáticos; • Apoio aos Núcleos Docentes Estruturantes -NDE’s-Consiste no acompanhamento e na orientação à formação dos NDE´s dos respectivos cursos. Elaborou-se um roteiro inicial de observação e de acompanhamento da execução do Projeto Pedagógico do Curso; • Apoio a outros setores da Instituição – Organizou-se documentação institucional dos setores de apoio ao ensino do UNIFEB entre eles os Laboratórios Didáticos, o Pró-Aluno, os projetos de Intercâmbio, a Central de Estágios, entre outros; • Elaboração de projetos ou de atividades específicas – Ofereceram-se subsídios para a elaboração e execução de projetos específicos ligados aos cursos, propondo um nível de exigência e de abrangência mínimo aos padrões de qualidade do UNIFEB. Entre esses, citam-se iniciativas relacionadas à Metodologia Científica, ao PIBID nas Licenciaturas, ao Projeto de Leitura e Produção de Textos, ao Programa de Formação Complementar – PFC,entre outros. 5.2 Núcleo de Apoio Cultural (NAC) Trata-se de um núcleo de apoio cultural vinculado à Pró-Reitoria de Graduação e à de Extensão e Cultura do UNIFEB com a função de organizar e de desenvolver as iniciativas institucionais relativas à formação cultural complementar dos conteúdos oferecidos pelas matrizes curriculares dos cursos de 81 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA graduação principalmente referentes a temas transversais. Constitui-se em um núcleo interdisciplinar formado por cinco docentes e um secretário do UNIFEB, sendo um representante de cada grande área contemplada, como Português, Sociologia, Filosofia, Metodologia Científica, Biologia, entre outras. Ao NAC compete estabelecer a programação das atividades, registrá-las, avaliá-las e propor ações corretivas para o alcance de seus objetivos. Os conteúdos são propostos e revistos semestralmente pela equipe e encontram-se sugeridos abaixo. Além disso, o NAC responde às exigências dos requisitos legais referentes à(s): • Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana (Lei n° 11.645 de 10/03/2008; Resolução CNE/CP n° 01 de 17/06/2004). • Políticas de Educação Ambiental (Lei n° 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto n°4.281, de 25/6/2002). • Disciplina obrigatória/optativa de Libras (Dec. N° 5.626/2005). Como propostas de intervenção institucional, apresentam-se as seguintes atividades: • Disciplinas optativas (no caso de Libras). • Palestras e mesas redondas no teatro do UNIFEB. • Aulas com temas específicos em horário de professores ausentes. • Exposições com conteúdos das artes visuais. • Audição de apresentações musicais nos intervalos. • Apresentação de grupo de danças e artes marciais. • Aulas/conteúdos em plataforma on-line como nas de Atividade Complementar. Tais atividades poderão ser validadas como Atividades Complementares conforme as exigências do Projeto Pedagógico de cada curso. Bibliografia Sugerida para 2. Semestre 2014: - FREYRE, G. Casa Grande e Senzala. São Paulo: Univ. Brasília. 2005. - RIBEIRO, D. O processo Civilizatório. São Paulo: Civ. Brasileira. 2005. - IBGE – Inst. Brasileira de Geografia e Estatística. Características Étnico-raciais da População. Um estudo das categorias de classificação de cor ou raça. 2008. Disponível em: http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/caracteristicas_raciais/PCERP2008.pdfAcesso em: 15jun.2014. -A Inclusão da História Africana no Tempo dos Parâmetros Curriculares Nacionais Disponível em: http://www.mulheresnegras.org/cunha_01.html. Acesso em: 15 jun.2014 - DVD: O Povo brasileiro. Diretor: FERRAZ, I.G. Distribuidora Versatil Home Video.Disponível on-line no Youtube - Orientações e Ações para a Educação das Relações Étnico-RaciaisDisponível em: http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/orientacoes_etnicoraciais.pdf Acesso em: 15/6/20 - Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações o Ensino de História e Cultura Afro- 82 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA Brasileira e Africana Disponível em: http://www.acaoeducativa.org.br/fdh/wp-content/uploads/2012/10/DCN-sEducacao-das-Relacoes-Etnico-Raciais.pdf Acesso em: 15/6/2014 - FIORIN, J.L; SAVIOLI, F.P. Para entender o texto: leitura e redação. 16 ed. São Paulo: Ática, 2006. 5.3 Apoio ao Aluno O curso conta com várias formas de apoio ao aluno, com o objetivo de proporcionar aos alunos não somente um bom acompanhamento nas condições de ensino-aprendizagem, como também uma adequada aproximação ao mercado de trabalho profissional do curso de sua escolha. 5.3.1 Apoio Pedagógico para Alunos Ingressantes Visando dar condições ao aluno de acompanhar o curso e de possibilitar sua permanência na instituição, evitando a desistência, o UNIFEB, desde 2012 aplicou Avaliação Diagnóstica aos ingressantes, abordando conhecimentos básicos em Português, em todos os cursos, e também em Matemática, para os cursos que apresentam desdobramentos nessa área. Logo após a aplicação da Avaliação Diagnóstica, são oferecidos Programas de Apoio Institucional ao Aprendizado em Matemática, Física e também em Português no formato a distância, no sentido de oferecer nivelamento aos alunos ingressantes, possibilitando que estes possam alcançar o aprendizado almejado pelo perfil do egresso do curso. 5.3.2Pró-Aluno Projeto institucional subordinado à Pró-Reitoria de Graduação, direcionado aos alunos do UNIFEB, tem como foco contribuir para a humanização das relações sociais e acadêmicas que se desenvolvem como suporte às atividades de ensino-aprendizagem na instituição. O Pró-Aluno desenvolve três grandes linhas de ação: 5.3.2.1Atendimento Psico-socioeconômico O setor cumpre a função de mediação das questões pertinentes ao universo acadêmico, através da leitura da subjetividade das relações e da garantia dos direitos sociais. Transcende deste modo o papel tradicional do ensino superior. A formação acadêmica não está dissociada da complexidade dos fatores culturais, sociais, econômicos e psíquicos presentes no sistema educativo. Atendimento realizado por uma psicóloga e assistente social que procura encaminhamentos para dificuldades econômicas, psicológicas de adaptação e relacionamento no âmbito universitário envolvendo alunos, salas, docentes e coordenações, como também o encaminhamento de dificuldades 83 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA econômicas através das várias modalidades de financiamento e bolsas existentes. Atualmente a atuação do Pró-Aluno tem atuado nas seguintes frentes: • no âmbito acadêmico: atendimento com vistas a encaminhamento de dificuldades psicológicas e sociais no âmbito individual; • mediação nas salas de aula: vivências de “Grupalidade” como suporte às coordenações; • cancelamento de matrículas: atendimento quanto às dificuldades apresentadas, oferecendo possibilidades de encaminhamento; • apoio e orientação financeira: identificação do perfil e apoio familiar e procura da melhor opção dentre as existentes entre bolsas e financiamentos; • estágio interno: possibilidade de estágio interno para os alunos interessados identificando o perfil e as procurando pelas possíveis áreas de trabalho; • núcleo de inclusão: apoio e encaminhamento aos alunos com necessidades diferenciadas e • ações educacionais: juntamente com a demanda de coordenações, desenvolvimento de ações preventivas no âmbito da saúde psico-social dos alunos do UNIFEB. 5.3.2.2 Central de Estágio Trata-se de um núcleo que tem por finalidade organizar a integração entre a instituição de ensino e o mercado de trabalho, entendido este como: empresas, órgãos públicos, entidades nãogovernamentais ou mesmo filantrópicas. Tem como foco facilitar o acesso dos discentes, através de estágios, a uma experiência de formação profissional, de forma a ampliar a sua capacitação profissional. Cabe a este núcleo a responsabilidade pelos elementos extracurriculares do estágio, sendo o curso responsável pelo acompanhamento e avaliação dos conteúdos e ações propriamente desenvolvidas na experiência do estágio. Para a implantação dos objetivos acima elencados, há uma série de ações organizadas, entre as quais destacam-se: • cadastro on-line dos alunos, por curso, termo e período; • estabelecimento de convênios com as diferentes instituições do mercado de trabalho; • acompanhamento institucional da experiência em andamento; • avaliação do relatório apresentado como finalização da experiência. 5.3.2.3Programa de Acompanhamento de Egressos (PAE) Considerando as diferentes dimensões que compõem a avaliação institucional, o acompanhamento dos egressos constitui-se em elemento fundamental para a construção dos indicadores e políticas de aprimoramento das ações institucionais tanto no âmbito acadêmico quanto no comunitário. Neste sentido, o Programa de Acompanhamento de Egressos (PAE) tem o seu foco principal direcionado na busca do conhecimento das opiniões dos sujeitos egressos. Esse conhecimento está voltado para a formação acadêmica recebida, sugestões de melhoria através da análise de pontos fortes e fracos identificados pelo público alvo além de monitorar a inserção desses 84 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA no mercado de trabalho não somente no sentido do “onde está você?” mas abrindo a possibilidade de (re)orientar o egresso na sua trajetória profissional a partir da oferta de complementos á sua formação original através de cursos de atualização, pós-graduação e demais atividades institucionais procurando, permanentemente, construir e/ou fortalecer as habilidades e competências identificadas pela constante evolução do mundo do trabalho. Para a implantação dos objetivos acima elencados, há uma série de ações organizadas, entre as quais destacam-se: • avaliar o desempenho institucional por meio da realidade profissional do egresso; • construir e manter um banco de dados atualizado a partir de um canal de comunicação constante entre a instituição e o egresso; • coletar indicadores confiáveis acerca da relação dos conteúdos curriculares com o mercado de trabalho; • realinhar as atividades da instituição, contribuindo para uma constante atualização dos Projetos Pedagógicos dos cursos, a partir da divulgação das informações coletadas; • proceder a divulgação sobre a inserção dos egressos no mercado de trabalho; • promover palestras, oficinas e outras modalidades de encontros acadêmicos com a participação efetiva dos egressos de modo a motivar o aprimoramento da formação do aluno. • criação, no site institucional, o “portal do egresso” ou “onde está você” incentivando a sua constante atualização de modo a manter o contato constante sem o rompimento do vínculo institucional; e • incentivar a criação da “Associação dos Egressos do UNIFEB” a partir das iniciativa isoladas já existentes entre alguns dos cursos da instituição. 5.3.3 Intercâmbio Internacional Ante uma exigência tecnológica e cultural crescente no mercado de trabalho globalizado, verifica-se uma valorização dos profissionais em todas as áreas de atuação com experiências profissionais, vivências diferenciadas, além de fluência em uma segunda língua. Nesse sentido, o UNIFEB procura incentivar a oportunidade de incrementar a formação dos alunos, principalmente de abertura de novos horizontes. Os alunos do curso de Engenharia Ambiental podem participar dos programas de intercâmbio internacional proporcionados pela instituição, mediante o preenchimento dos respectivos requisitos necessários. 5.3.3.1 Estágio Profissional Rural nos EUA Trata-se de um estágio profissional de 9 meses a 1 ano organizado pelo International Farms Aid Association (IFAA) e o UNIFEB, direcionado aos alunos dos cursos da área de agrárias (Agronomia e Zootecnia) e demais áreas afins. O estágio é reconhecido pelos cursos no UNIFEB como equivalente ao estágio curricular do curso em que estiver matriculado. 85 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA Direciona-se aos alunos a partir do 3º termo até um ano depois de formado, com o pré-requisito de domínio da língua inglesa ao menos no nível básico de comunicação oral e escrita, contemplando as seguintes áreas: laticínio, suíno, grãos, fruticultura, floricultura e horticultura. Estão entre os objetivos do programa: • aprendizado de conhecimentos técnicos e específicos; • melhora na resolutividade de problemas do cotidiano profissional (tomada de decisões); • treinamento de postura profissional; • responsabilidades profissionais, de gerência; • desenvolvimento de autonomia pessoal; • melhorana sociabilidade e • capacidade de adaptação em culturas diferentes No segundo semestre de 2013, o UNIFEB encaminhou 7 alunos para este programa, sendo 2 do curso de Zootecnia, 2 da Agronomia, e um aluno dos cursos de Engenharia de Alimentos, Engenharia Ambiental e Ciências Biológicas. 5.3.3.2 Intercâmbio Cultural nos EUA A partir de convênio bilateral firmado entre o UNIFEB e a Wentworth Militar Academy, da cidade de Lexington (do estado de Missouri) - EUA, abriu-se a oportunidade aos alunos, professores e funcionários de ambas as instituições realizarem intercâmbio internacional. Prioriza-se o aprendizado da língua inglesa, além da vivência cultural local e regional. O convênio também possibilita ir além do caráter cultural, podendo ser estendido para a formação profissional, de duração semestral ou anual, uma vez que existe o compromisso firmado entre ambas as partes de reconhecimento e validação dos conteúdos frequentados. A convivência em grupo desta iniciativa proporciona uma série de aprendizagens, tanto competências como habilidades específicas. Entre as mais relevantes, destacam-se: • aprofundamento nos conhecimentos da língua inglesa; • interação e conhecimento de realidade diferenciada e o olhar externo ao próprio país; • interação do participante com o grupo durante um período mais prolongado; • aprendizagem do comportar-se como representante de um país e de uma instituição; • organização e administração dos elementos práticos do dia a dia pessoal próprios de um contexto fora de sua casa e família; • capacidade de interação em ambientes não-familiares culturalmente; • entre outros. No ano de 2013, foram enviados dois grupos, sendo que o primeiro realizou o intercâmbio em janeiro e outro em julho, perfazendo um total de 12 alunos e 2 professores em cada uma das iniciativas. 86 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA 5.3.3.3Programa “Ciência sem Fronteiras” Em consonância com o movimento de internacionalização observado atualmente no ensino superior em nível mundial, o governo federal lançou o Programa Ciência sem Fronteiras – CsF em 2011 e o UNIFEB se credenciou junto ao Ministério da Ciência e Tecnologia para participar desse Programa. O CsF abre novas oportunidades de intercâmbio acadêmico aos discentes. Em 2012, houve a adesão de 1 aluno do Curso de Engenharia Ambiental sendo incluído pela quota institucional. No ano de 2013, o UNIFEB mantinha 13 alunos homologados junto ao Programa. 5.3.4 Apoio Organizacional para Realização do Enade para os Formandos O UNIFEB entende o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) como uma oportunidade de avaliar os cursos. Desta foram, realiza atividades que complementam e atualizam os conhecimentos gerais que são desenvolvidos rotineiramente, assim como orientações quanto à realização do Exame. Dispensa-se atenção quanto aos prazos de inscrição e preenchimentos dos formulários e questionários, de forma a propiciar um ambiente adequado para a realização das provas pelos diferentes cursos. 5.4 Comissão Própria de Avaliação CPA O acompanhamento do desenvolvimento eda consolidação do projeto pedagógico constará da auto-avaliarão institucional, sendo que tanto a Reitoria quanto a Coordenadoria do Curso promovem ampla abertura, ouvindo as reivindicações dos alunos, no que diz respeito ao corpo docente, aos conteúdos programáticos, às atividades de ensino procurando atendê-las. É importante ressaltar que o UNIFEB possui uma Comissão Própria de Avaliação – CPA, que tem como atribuições a condução dos processos de avaliação interna da instituição e a sistematização das informações, procurando realizar pesquisas de forma ampla, diversificada e profunda, dentro de todo o contexto universitário. Nesses processos, busca-se identificar e compreender potenciais e fragilidades que reorientam os Planos de Desenvolvimento, as Políticas Institucionais, a Organização Acadêmico Administrativa, os Programas e Projetos Institucionais e as Práticas Pedagógicas. Essa Comissão tem como principal finalidade a criação de uma cultura acadêmica de constante monitoramento e avaliação enquanto instrumento gerencial e pedagógico fundamental para nortear a busca constante do UNIFEB pela excelência no ensino superior. Como objetivos gerais, tem-se a preocupação do desenvolvimento do processo como um todo e da consolidação de uma cultura de auto-avaliarão. A construção das avaliações apresenta um caráter formativo visando ao aperfeiçoamento da comunidade acadêmica e da instituição como um todo. Para issoconta com a participação efetiva de toda a comunidade acadêmica, pois só assim se constrói uma cultura de avaliação constante que sirva de instrumento permanente para tomada de consciência sobre fragilidades e potencialidades. 87 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA Durante o processo, a Comissão procura avaliar a percepção dos discentes, docentes e corpo técnico-administrativo, sobre os mais variados âmbitos/setores do Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos. A intenção consiste na promoção do debate sobre as condições do centro universitário, podendo contribuir para a elaboração das políticas da instituição, no sentido de verificação e de cumprimento de sua missão e garantia da melhoria do processo de ensino. Após uma trajetória que teve início no ano de 2004, a atual comissão foi nomeada pelo Reitor, Prof. Dr. Reginaldo da Silva, por meio da Portaria RE n.28/2014, considerando o que estabelece o Inciso I do artigo 11 da Lei 10.861/2004. Esta comissão atualmente é formada pelos seguintes membros: Representantes Titulares: Coordenador Docentes Técnicos Administrativos Discentes Sociedade Civil Representantes Suplentes Docentes Técnicos Administrativos Sociedade Civil Profª. Drª Marcella de Toledo Piza Roth Prof. Me. Araré de Carvalho Júnior Profª. Drª. Maira Mattar Bruno Ono de Moraes Miguel Roberto Prieto Jorge Gibertoni Chehadi José Guilherme Paschoaleti Simões Letícia de Oliveira Catani Maurício Suzuki Profª. Drª. Glaucia Heloisa M. Bastos de Aquino José Mendes Santana Camila Rocha Marin Seguindo o Regimento Interno da CPA, bem como seu Projeto, ambos aprovados em reunião do Conselho Universitário, as avaliações contemplam as 10 dimensões do SINAES. Em ciclos de três anos serão avaliados discentes, docentes, corpo técnico-administrativo, usuários, comunidade externa e egressos. Conta-se, ainda, com o dispositivo eletrônico de Ouvidoria, para permitir liberdade de pronunciamento de outras questões cotidianas, quer se refiram ao curso ou à própria instituição. 88 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA 6 INFRAESTRUTURA DISPONÍVEL AOS CURSOS Esta primeira parte refere-se às instalações comuns a todos os cursos e, na sequência, o respectivo corpo profissional. 6.1 Infraestrutura e Corpo Técnico Institucional Instalação Auditório anfiteatro, comum) Biblioteca Quantidade em salas Capacidade Observações 1 180 lugares Usado para palestras, conferências, congressos e eventos científicos e culturais. 1 350 lugares 1 780 lugares (estilo uso Teatro (uso comum) Posto Atendimento bancário Restaurante Universitário de 1 1 Cantina 1 Papelaria e Fotocopiadora Sede esportiva dos estudantes–DCE(no interior do campus) 1 1 Setor Laboratórios didáticos Pró-Aluno Multimeios Biblioteca (uso comum) Secretaria da Coordenação do curso Secretaria Geral Com vários ambientes de estudo e leitura Usado para palestras, conferências, congressos, eventos científicos e culturais. Atendimento preferencial aos professores, funcionários e alunos da Instituição. Atendimento preferencial aos professores, funcionários e alunos da Instituição. Atendimento preferencial aos professores, funcionários e alunos da Instituição. Atendimento preferencial aos professores, funcionários e alunos da Instituição. Sede do Diretório Central dos Estudantes – DCE possui salão de festas, piscina, campo de futebol, área de lazer, etc. Função e Quantidade 01 Coordenador 05 Técnicos 02 Auxiliares 03 Estagiários 01 Psicólogo (institucional) 01 Assistente Social 01 Analista de Sistemas 02 Estagiárias para atendimento no 0800 02 Estagiárias para atendimento presencial 01 Técnico 02 Auxiliar 14 Estagiários 01 Bibliotecária 03 Escriturários 09 Estagiários 01 Secretária 02 Estagiários 01 Secretaria geral 02 Secretárias 09 Escriturários 89 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA Departamento Informação de Tecnologia Setor de Manutenção Gestão de Conteúdo Web e 03 Funcionários para protocolo 05 Estagiários 01 Gerente 02 Analistas de sistema 01 Analista de Suporte 01 Administrador de rede 07 Estagiários 01 Engenheiro de manutenção 20 Funcionários 02 Analistas 6.2 Biblioteca A biblioteca central da FEB é o local controlador do acervo bibliográfico institucional, de apoio ao desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão, e tem como objetivo: • coletar, organizar e difundir a documentação bibliográfica; • proporcionar serviço bibliográfico e de informação à comunidade interna e externa; • manter intercâmbio com bibliotecas, universidades e outras Instituições técnicas, científicas e culturais; • coordenar todas as atividades do sistema bibliotecário da FEB. O acervo da biblioteca do UNIFEB é composto por livros, periódicos, teses, monografias (Trabalho de Conclusão de Curso – Graduação e Especialização), apostilas, catálogos, arquivos digitais (contidos em DVD e CD) entre outros e está representado em catálogos on-line para consulta, todo acervo é circulante exceto as obras de único volume. O empréstimo é liberado para os usuários, os quais também podem usufruir de um sistema de reserva de obras do acervo disponível eletronicamente, vide dados abaixo. Média anual de consultas e empréstimos. CONSULTAS E EMPRÉSTIMOS (ano base 2014) Média anual de consultas 28.954 Média anual de empréstimos 29.290 Total 58.244 A circulação de empréstimos e consultas, assim como demais atividades pertinentes à biblioteca são controladas através do Sistema Acadêmico Interno, embora atualmente esteja sendo substituído gradativamente pelo Sistema Totvs (Gestão de Bibliotecas - RM Biblios). No ambiente virtual, ocorrem as consultas em base de dados referenciais e textuais, como: • Portal de Periódicos da CAPES; • Portais de Periódicos e Bases de Dados: EBSCO (Dentristry and Oral Sciences Source) Scopus Science Direct Periódicos de Acesso Livre 90 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA A Biblioteca mantém convênios que permitem o contato com profissionais da informação, ampliando o campo de trabalho, propiciando intercâmbios com outras Instituições, além da atualização do acervo. Dentre os convênios está: • Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas (APCD); • Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI); • Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA); • Editora LTr: Revista Legislação do Trabalho; • Editora RT: Revista dos Tribunais; • Editora PINI; • Editora Santos; • Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL); • Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE). Adendo O Plano Pedagógico do Sistema Acadêmico Administrativo (SAA) que se encontra na fase de implantação possibilitará ao docente verificar o total de obras por autor/título do acervo referente à sua área de atuação acadêmica, determinando a necessidade de novas aquisições ou a ampliação do acervo atual. Quanto ao espaço físico, a biblioteca ocupa um amplo espaço no centro da infraestrutura dos 26 cursos do UNIFEB com 1200 m², oferecendo condições adequadas quanto à área física, área de leitura geral, individual e em grupo; área de acervo de livros, periódicos especializados e mídias; acesso a internet, bem como uma adequada gestão e informatização do acervo, pautada numa política de atualização e expansão do acervo, além do acesso às redes de informação. O mobiliário da Biblioteca é adequado, de acordo com os princípios recomendados para as bibliotecas acadêmicas. O acervo está acomodado em estantes, devidamente distribuído. Os periódicos especializados contam com estantes expositoras para os títulos correntes. A Biblioteca é adequada ao número de 350 usuários, com 10 salas de trabalhos em equipe, seguindo os critérios de salubridade, ou seja, é climatizada, bem iluminada, limpa e segura. Além disso, este ambiente é adaptado às pessoas portadoras de necessidades especiais e possui nas suas proximidades equipamentos de proteção contra incêndio. As instalações para estudos individuais e em grupo possuem espaços e mobiliários adequados, atendendo às necessidades dos alunos e professores. A Biblioteca funciona todos os dias letivos e se encontra aberta à comunidade acadêmica das 8 às 22:30, no mesmo horário de funcionamento da instituição, respeitando as condições estabelecidas em seu regulamento da biblioteca. A biblioteca conta com 10 colaboradores, uma bibliotecária, 3 funcionários e 6 auxiliares. 91 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA 6.3 Infraestrutura do Curso Instalação Salas de aula Quantidade Capacidade 10 Entre 60 e 110 05 07 Laboratórios 08 12 30 Observações Salas: 42; 58; 88; 89; 90; 91; 92; 93; 98; 99 Laboratório de instalações elétricas e eletrônica básica (07, 08, 17, 18 e 59) 30 Laboratórios de Física (03,04, 25, 48, 50, 51 e 58) 30 Laboratórios de informática (Lab. 39, 40, 41, 42, 43, 44, 45 e 46) 30 Laboratórios de Química (9, 10, 11, 12, 13, 19, 20, 23, 24, 26, 52 e 53) 01 30 Laboratório de Hidráulica 02 40 Laboratório de Desenho Técnico 01 30 Laboratório de Engenharia Química (Lab.29) 01 02 Sala da Secretaria do Curso 01 12 Recepção 01 02 Sala da Secretaria do curso 01 50 Biblioteca 04 12 Banheiros (com e sem acessibilidade) 01 800 Teatro * 01 - Departamento de Tecnologia e Informática 01 - Setor de multimeios Outros 92