CENTRO UNIVERSITÁRIO
DAFUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE BARRETOS
Recredenciamento Portaria CEE/GP – 553 de 21/12/11 – DOE – 22/12/11
e-mail: [email protected]
Curso de Bacharelado em
Engenharia Química
(Diurno e Noturno)
PROJETO PEDAGÓGICO
BARRETOS
Julho/2014
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE BARRETOS UNIFEB
Prof. Dr. Reginaldo da Silva
Reitor
Profª. Drª. Sissi Kawai Marcos
Pró-Reitora de Graduação
Profª. Me. Maria Paula Barcellos de Carvalho
Pró-Reitora de Extensão e Cultura
Profª. Drª. Fernanda Scarmato de Rosa
Pró-Reitora de Pesquisa e Pós-Graduação
Wander Furegatti Ramos Martins
Superintendente de Administração e Finanças
Prof. Dr Jean Carlo Alanis
Coordenadora do Curso de Engenharia
Porfª. Drª. Caren Elisabeth Studer
Porfª. Me. Silvia Elias Bortolo
Neuza Maria de Paula
Apoio Técnico-Pedagógico
1
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
2
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
SUMÁRIO
1 CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTENEDORA ........................................................................... 6
1.1 BASE LEGAL DO UNIFEB.......................................................................................................................................6
1.2 ENDEREÇO.....................................................................................................................................................................6
1.3 HISTÓRICO DA FEB..................................................................................................................................................6
1.4ORGANOGRAMA DA FEB ..........................................................................................................................................9
1.5 CONTEXTUALIZAÇÃO ECONÔMICO-SOCIAL REGIONAL.............................................................................9
2 CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO ............................................................................................. 14
2.1 DADOS GERAIS DO CURSO ................................................................................................................................ 14
2.2 RESPONSÁVEL PELO CURSO ............................................................................................................................... 14
2.3 DOCUMENTAÇÃO RELACIONADA AO CURSO ............................................................................................... 14
2.3.1 Atos Legais de Funcionamento ................................................................................................... 15
2.3.2 Documentação Contemplada na Proposta Pedagógica do Curso ................... 15
2.4 HISTÓRICO DO CURSO ......................................................................................................................................... 15
2.5 JUSTIFICATIVA.......................................................................................................................................................... 16
3 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA DO CURSO .............................................. 18
3.1 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO ............................................................................. 18
3.1.1 Objetivos do Curso ............................................................................................................................... 19
3.1.1.1 Objetivo Geral ......................................................................................................................................................... 19
3.1.1.2 Objetivos Específicos ........................................................................................................................................ 20
3.1.1.3 Perfil Profissional do Egresso ..................................................................................................................... 21
3.1.1.4 Perfil do Ingressante ......................................................................................................................................... 22
3.1.1.5 Formas de Acesso................................................................................................................................................ 22
3.1.1.6 Demanda do Curso ............................................................................................................................................. 23
3.1.1.7 Demanda do Curso nos últimos Processos Seletivos ........................................................... 23
3.1.1.8 Demonstrativo de Alunos Matriculados no Curso, por Semestre............................... 23
3.1.2 Estrutura Curricular ............................................................................................................................. 23
3.1.2.1 Eixos do Curso e suas Disciplinas.......................................................................................................... 24
3.1.2.1.1 Resumo da Carga Horária das Disciplinas por Eixos/Núcleos ............................ 25
3.1.2.1.2 Visualização Gráfica do Quadro Acima ................................................................................... 26
3.1.2.2 Matriz Curricular do Curso ........................................................................................................................... 27
3.1.2.3 Grade Curricular do Curso ........................................................................................................................... 30
3.1.2.4 Resumo Geral da Grade Curricular ....................................................................................................... 33
3.1.3 Conteúdos Curriculares..................................................................................................................... 33
3.1.3.1 Interdisciplinaridade e Transdisciplinaridade............................................................................... 34
3
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
3.1.3.2 Flexibilidade .............................................................................................................................................................. 34
3.1.3.3 Orientação Pedagógica dos Curso ......................................................................................................... 35
3.1.3.3.1 Programa de Formação Complementar (PFC).................................................................. 39
3.1.3.4 Coerência Entre a Matriz Curricular e o Perfil de Egresso do Curso........................ 40
3.1.3.5 Avaliação Interna Discente.......................................................................................................................... 40
3.1.3.5.1 Formas de Recuperação do Aluno .............................................................................................. 42
3.1.3.6 Avaliação Institucional Externa ............................................................................................................... 42
3.1.4 Ementas ......................................................................................................................................................... 43
3.1.4.1 Acervo Disponível para o Curso na Biblioteca ............................................................................ 68
3.1.5 Componentes Curriculares Adicionais ................................................................................... 68
3.1.5.1 Estágio ........................................................................................................................................................................... 68
3.1.5.2 Atividades Complementares ....................................................................................................................... 70
3.1.5.3 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)............................................................................................ 71
3.1.5.4 Monitoria...................................................................................................................................................................... 73
4 CORPO DOCENTE .................................................................................................................................. 75
4.1 RELAÇÃO NOMINAL DOS DOCENTES MATUTINO ...................................................................................... 75
4.1.1 Docentes segundo a Titulação (do matutino) ................................................................ 76
4.2 RELAÇÃO NOMINAL DOS DOCENTES NOTURNO........................................................................................ 76
4.2.2 Docente segundo a Titulação (Período Noturno) ......................................................... 77
4.3 FORMAÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) DO CURSO ........................................ 78
5 NÚCLEO DE APOIO .............................................................................................................................. 80
5.1 NÚCLEOS DE APOIO PEDAGÓGICO (NAPE) ............................................................................................... 80
5.2 NÚCLEO DE APOIO CULTURAL (NAC) .......................................................................................................... 81
5.3 APOIO AO ALUNO.................................................................................................................................................... 83
5.3.1 Apoio Pedagógico para Alunos Ingressantes .................................................................. 83
5.3.2 Pró-Aluno ...................................................................................................................................................... 83
5.3.2.1 Atendimento Psico-socioeconômico ..................................................................................................... 83
5.3.2.2 Central de Estágio ............................................................................................................................................... 84
5.3.2.3 Programa de Acompanhamento de Egressos (PAE) .............................................................. 84
5.3.3 Intercâmbio Internacional .............................................................................................................. 85
5.3.3.1 Estágio Profissional Rural nos EUA ....................................................................................................... 85
5.3.3.2 Intercâmbio Cultural nos EUA ................................................................................................................... 86
5.3.3.3 Programa “Ciência sem Fronteiras” ..................................................................................................... 87
5.3.4 Apoio Organizacional para Realização do Enade para os Formandos ........ 87
5.4 COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO CPA ................................................................................................... 87
6 INFRAESTRUTURA DISPONÍVEL AOS CURSOS............................................................. 89
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
6.1 INFRAESTRUTURA E CORPO TÉCNICO INSTITUCIONAL .......................................................................... 89
6.2 BIBLIOTECA ............................................................................................................................................................... 90
6.3 INFRAESTRUTURA DO CURSO ............................................................................................................................ 92
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
1CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTENEDORA
A Fundação Educacional de Barretos (FEB),instituição de direito privado, constitui-se, conforme
o seu estatuto, como sendo a mantenedora de duas instituições consideradas como mantidas:
1) Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos - UNIFEB e
2) Colégio e Escola Técnica da FEB – CETEC
1.1 Base legal do UNIFEB
•
Lei nº 1.032 de implantação da Fundação Educacional de Barretos (FEB) – (ato de criação)
•
Portaria CEE/GP – 477 de 04/10/2007 – DOE 05/10/2007 (credenciamento como Centro
Universitário)
•
Portaria CEE/GP 553 DOE - 22/11/11 (recredenciamento do Centro Universitário)
•
Decreto nº 86.871, de 25/10/82 - declarada como de Utilidade Pública Federal
•
Lei nº 3.846, de 04/10/83 - declarada como de Utilidade Pública Estadual
•
Decreto nº 2652, de 23/11/70 - declarada como de Utilidade Pública Municipal
1.2Endereço
Rua Roberto Frade Monte, 389
Bairro Aeroporto - CEP: 14783-226 – Barretos
(17) 3321-6411 - www.unifeb.edu.br- [email protected]
1.3Histórico da FEB
O momento histórico do surgimento da Fundação Educacional de Barretos (FEB) pode ser
visualizado como a consequência da intersecção de três níveis históricos: no nível federal, a década
de 60/70 representava a 2a. “onda” de implantação do Ensino Universitário, datado no período da
ditadura militar com ênfase na implantação de cursos na área de Exatas, a partir do acordo MECUSAID, em resposta à ênfase do modelo francês/humanista da 1a.onda de implantação anterior nos
anos 30. 1
No plano estadual, em S. Paulo, desdobra-se o movimento de interiorização das instituições,
com a criação por meio dos governos municipais, instituições de ensino superior em sua maioria
1
SANTOS FILHO, J. C. dos, Análise Teórico-Político do Exame Nacional de Cursos. In: DIAS SOBRINHO, J.;
RISTOFF, D. (Org.) Universidade desconstruída: Avaliação Institucional e Resistência. Florianópolis: Insular, 2000. p.149 –
180.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
mantidas por recursos próprios e mensalidades, com ênfase no ensino, formando um leque de mais de
30 escolas espalhadas pelo interior, das quais a FEB representa uma destas iniciativas.2
Em nível local3, em 1964 e na cidade de Barretos, no interior de S. Paulo, o prefeito João Batista
da Rocha sintetiza a intersecção histórica destas três dimensões, ao assinar a Lei nº 1.032 de
implantação da Fundação Educacional de Barretos - FEB, com o objetivo de criar, instalar, manter e
promover a expansão de cursos de nível superior, cujas atividades se iniciaram com os cursos na área
de Exatas, centradas na orientação para o desenvolvimento sociocultural, técnico-científico e
econômico da região e do país. Uma Instituição sem fins lucrativos, inscrita sob nº 192 às fls. 140 do
Livro “A” de Inscrições de Associações do Registro, de Títulos e Documentos da Comarca de Barretos.
Em 1966, a Prefeitura Municipal de Barretos doou à FEB o terreno, para ser a sede da
Instituição na Av. Prof. Roberto Frade Monte, nº 389, na cidade de Barretos, estado de São Paulo.
Ainda nesse mesmo ano, foi implantada sua primeira faculdade, a Faculdade de Engenharia de
Barretos - FAENBA, com os cursos de Engenharia Civil e Engenharia Elétrica, com as modalidades,
Eletrônica e Eletrotécnica. Em 1969, como forma de aproveitamento dos docentes de Exatas,
implantou-se a Faculdade de Ciências de Barretos – FACIBA, com os cursos de licenciaturas e
bacharelados (diurno e noturno) em Física, Química e Matemática. O curso de Engenharia de Alimentos
foi implantado dentro desta mesma faculdade no ano de 1980, com o intuito de suprir a demanda
crescente por alimentos industrializados.
A área de saúde foi contemplada pela implantação da Faculdade de Odontologia de Barretos
– FOFEB, com o início do Curso de Odontologia em 1984 e, em 1997, teve início o curso de Farmácia
e Farmácia-Bioquímica, vinculadas à FACIBA.
Em 1995, com a autorização de funcionamento dos cursos de Direito e de Administração, foi
implantada a Faculdade de Direito e de Administração – FADA, a qual, posteriormente, abrigou os
cursos de Serviço Social e Sistemas de Informação, no ano de 2003.
A FEB pode contar também com a criação e contribuição do Instituto Tecnológico e Científico
“Roberto Rios” - INTEC, além do Centro de Pós-Graduação - CPG, criado em 1993, responsável pela
organização dos Cursos de Especialização e pela implantação do Mestrado Profissionalizante em
Ciências Odontológicas em 2008.
2
BRETAS, S. A. A Rede Municipal de Ensino Superior do Estado de S. Paulo: Novas questões sobre velhos
problemas. 2005. Tese (Doutorado em Educação Escolar) – Faculdade de Ciências e Letras, Universidade Estadual Paulista
de Araraquara, 2005.
STUDER, C. E. Impacto da avaliação externa (ENC 1996-2003) sobre o habitus de docentes do ensino superior:
Estudo de uma fundação municipal no interior do estado de S. Paulo.Tese (Doutorado em Educação Escolar) – Faculdade
de Ciências e Letras – Universidade Estadual Paulista – Araraquara. 2008.
3
CASTILHO, F., 40 anos de Engenharia da FEB. Barretos: Ed. Fundação Educacional de Barretos.
2006.
JUNQUEIRA, A. L. S. F. , Diagnóstico das condições de formação dos professores e do ensino de
Química no município de Barretos. Tese (Mestrado em Química no Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia
do Departamento de Química do Programa de Pós-Graduação em Química) - Universidade Federal de São Carlos
– São Carlos. 2006.
7
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
Em 1994, foi implantado o Colégio e Escola Técnica da FEB – CETEC, com cursos técnicos
que variam conforme a demanda e atualmente são oferecidos os cursos de Enfermagem, Prótese
Dentária, Química e Radiologia. O colégio iniciou seu funcionamento com o Ensino Médio e, a partir de
2011, oferece também o Ensino Fundamental (séries finais).
Em conformidade com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394/96 sobre a
formação de docentes para a Educação Básica, implantou-se, em 2005, o Instituto Superior de
Educação – ISE - da FEB, com licenciaturas em Física, Química e Matemática. Dessa forma, a FEB
constituiu-se, até 2003, em quatro faculdades isoladas: FAENBA, FACIBA, FOFEB e FADA. A partir de
julho deste mesmo ano, essas faculdades unificaram-se, transformando a instituição em Faculdades
Unificadas da Fundação Educacional de Barretos.
No mês de fevereiro de 2006, o curso de Zootecnia passou a integrar a instituição, e, no ano
seguinte, o curso de Agronomia. Em outubro de 2007, a instituição é credenciada como centro
universitário, passando a denominar-se Centro Universitário da FEB - UNIFEB, adquirindo autonomia
para criar, organizar e extinguir cursos de graduação.
Nesse contexto, em final de 2008, são aprovados pelo Conselho Universitário, para início de
funcionamento em 2009, os cursos de Física Médica, Engenharia Mecânica, Engenharia Ambiental,
Engenharia Química e Engenharia de Produção. Somados a esses, integraram-se também os
cursos de licenciatura em Ciências Biológicas e Pedagogia, vinculados ao ISE. Para completar os
cursos atualmente existentes, teve início, ainda em 2009, os cursos de licenciatura e de bacharelado
em Educação Física e, em 2011, os cursos de Gastronomia e Ciências Contábeis.
Como instituição de Ensino Superior, o UNIFEB existe em um universo de 2.365 instituições
(INEP, 2011) 4, em que coexistem 190 universidades (8%), 131 Centros Universitários (5,6%) e 2004
faculdades isoladas (84%) além de uma minoria de Institutos Federais e CEFETS (1,7%).
Dentre os Centros Universitários, o UNIFEB, tal qual a grande maioria (124), caracteriza-se por
não ser pública, ou seja, sua manutenção advém das mensalidades dos cursos. Há de se comentar
ainda, que o sudeste concentra, segundo as mesmas fontes do INEP (2011), 48,9% das instituições de
ensino superior. Percentagem que, lentamente, passa a ser relativizada com a generalização do acesso
à Educação Básica em todo o país, com a consequente abertura de novos cursos superiores país afora.
Atualmente, o UNIFEB conta com 26 cursos e uma estrutura fortalecida e atualizada focada
em contribuir para a formação profissional brasileira de forma a viabilizar oportunidades aos egressos
para o mercado de trabalho, bem como para a carreira acadêmica.
4BRASIL.
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira [INEP].Censo da
Educação Superior. 2011. Resumo Técnico. Disponível
em:http://download.inep.gov.br/educacao_superior/censo_superior/resumo_tecnico/resumo_tecnico_censo_educacao_superio
r_2011.pdfAcesso em: 12 mai. 2013.
8
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
1.4 Organograma da FEB
1.5 Contextualização Econômico-Social Regional
O município de Barretos está situado na região Norte do Estado de São Paulo, a 430 km da
capital e compõe, com os demais municípios, a 13a. Região Administrativa do Estado.
Fazem parte dessa Região Administrativa os municípios de: Altair, Barretos, Bebedouro,
Cajobi, Colina, Colômbia, Embaúba, Guaíra, Guaraci, Jaborandi, Monte Azul Paulista, Olímpia, Pirangi,
9
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
Severínia, Taiaçu, Taiúva, Terra Roxa, Viradouro e Vista Alegre do Alto. Barretos ocupa posição
estratégica regional, uma vez que serve de passagem para polos fortes de desenvolvimento como
Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Uberaba e Uberlândia em Minas Gerais, o que justifica o alto
fluxo de população itinerante durante todo o ano. Em termos demográficos, a população de Barretos
se situa por volta de 110 mil habitantes contando com uma parcela constante de migrantes temporários.
Economicamente, segundo a Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Regional (2013),
a região demonstra uma coexistência equilibrada entre os diversos setores que a compõem: seja pela
forte transferência de recursos estaduais (como no caso os da saúde e os da educação) que a situam
em um patamar alto - considerado o contexto nacional, ocupa o 71º lugar no IDHM (Índice de
Desenvolvimento Humano Municipal) 5- seja por suas características econômicas regionais. Dado este
corroborado pelo Índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS), em que a região é classificada no
grupo 3 (com 47%), portanto “uma região com boas condições sociais, embora não figure entre as mais
ricas do estado” (SÃO PAULO, p. 50).
Trata-se de uma região em que predomina a convivência da diversidade econômica que pode
ser visualizada quando comparadas as contribuições produtivas de cada setor com a respectiva oferta
de emprego formal/regional. Uma forte agricultura é responsável por somente 8,9% do PIB regional e,
em termos de emprego formal, absorve 25,83% - um quarto - da mão de obra local; apesar de se
visualizar a tendência de a cultura mecanizada da cana de açúcar se estender sobre as demais
atividades econômicas rurais de caráter familiar. No setor industrial, as empresas vinculadas ao
agronegócio se destacam no cenário global, com caráter fortemente exportador, sendo responsável
(vide gráfico abaixo) por um terço do PIB regional, mas que absorve 20,32% da mão de obra local,
denotando, desta forma, o valor agregado e a produtividade da atividade. Como exemplos deste
complexo industrial, evidenciam-se os grupos JBS-Friboi, Minerva e Minerva-DawnFarms no setor
frigorífico e Cutrale, no setor de citros.
No setor de serviços, consideram-se os dados, ainda segundo a Secretaria de Planejamento
de S. Paulo, dos setores de comércio, turismo, saúde, educação, entre outros.
Conforme ainda a mesma fonte, a força do setor de serviços – tanto em termos produtivos
como em termos da oferta de emprego - pode ser confirmada pelo quadro abaixo: em decorrência das
políticas de transferência de renda para os estratos menos favorecidos dos últimos dez anos,ampliase a capacidade do comércio e do consumo local. O comércio tanto quanto o setor de serviços contribui,
cada um, com 18% do emprego formal e juntos representam quase 40% das possibilidades de trabalho,
o que sinaliza por sua vez a importância e o nível de mão de obra predominante na região.
5segundo
o Atlas de Desenvolvimento Humano no Brasil, a partir dos dados do Censo de 2010. Disponível
em: Disponível em: http://www.pnud.org.br/atlas/ranking/Ranking-IDHM-UF-2010.asp.Acesso em 08 jul. 2014.
p.31.; dado confirmado também pelo Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM). Disponível
em:http://www.firjan.org.br/ifdm/. Acesso em 08 jul. 2014. p.31.
10
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
Desdobrando cada um dos setores acima citados, verificam-se particularidades, quais sejam,
na agropecuária, destacam-se a o bovino de corte, a cana de açúcar, os citros e o látex, além dos grãos
(soja e milho) com a tendência de expansão da cana de açúcar sobre os demais setores. Tais atividades
desdobram-se em um pujante setor industrial exportador, relacionado à produção de açúcar e álcool,
sucocítrico, e do látex dentre outros, responsáveis pela inserção de valores de alta gerência em nossa
região, inclusive para a consequente absorção de alunos da IES.
Conforme dados de 2010 do Instituto de Economia Agrícola do Estado, com base no Valor da
Produção Agrícola, como principais produtos agropecuários da região, destacam-se a cana-de-açúcar
(e o biocombustível), a laranja para indústria local e de mesa, carne bovina, soja, látex, milho, carne de
frango e tomate para indústria. Tais produtos se integram com atividades do setor industrial (setor
secundário de biocombustível (etanol), alimentos (carne – cortes e industrializados) e bebidas,
11
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
proporcionando à região um forte perfil agroindustrial, estando as principais agroindústrias
concentradas em Bebedouro, Guaíra, Olímpia, Barretos e Colina (SÃO PAULO, 2010).
Recentemente, Barretos credenciou projeto Parque Agrotecnológico de Barretos – AgroPark
no Sistema Paulista de Parques Tecnológicos – SPTec, programa da Secretaria de Desenvolvimento
do Estado, que visa proporcionar o fortalecimento e a promoção da integração entre a ciência, os
governos e a iniciativa privada, gerando, para a comunidade, a promoção da cultura da inovação e a
competitividade das empresas e instituições de pesquisa. O AgroPark deverá se voltar à promoção do
avanço tecnológico sustentável e ao fortalecimento das principais atividades econômicas da
agropecuária e do agronegócio regional (SÃO PAULO, p.29).
Na área de serviços, sobressaem as atividades relacionadas ao comércio varejista, ao turismo,
à saúde e à educação. Em relação ao comércio varejista local, segundo os dados da Secretaria de
Planejamento de São Paulo (2010), houve uma expansão do consumo local na última década, devido
a fatores como a expansão dos empregos públicos do setor estadual (educação, saúde, justiça) e das
políticas federais de valorização da renda como o salário mínimo e a bolsa-família, entre outros
benefícios. Além da expansão quantitativa, houve a melhora na qualidade dos serviços prestados neste
setor econômico, que acabou por se beneficiar do padrão diferenciado de comércio de cidades vizinhas,
de forma a incorporar valores à dinâmica local.
Quanto ao turismo, a organização anual da Festa de Peão se destaca no sentido de agregar,
não somente em agosto, quando ocorre a festa, mas durante todo o ano, eventos de porte nacional,
que se caracterizam por trazer recursos humanos e financeiros externos. O setor também tem se
evidenciado na área do lazer, com os parques termais, sendo o principal em Olímpia (Termas dos
Laranjais), e outros empreendimentos da região.
Em relação à saúde, além da Santa Casa, voltada para o atendimento regional, a Fundação
Pio XII, mantenedora do Hospital do Câncer, promove a realização de 3 mil atendimentos/dia a
pacientes oncológicos, tais como diagnósticos, tratamentos preventivos, paliativos e curativos,
atendendo assim à população local, regional e nacional. Além da sede central em Barretos, administra
outras seis unidades 6, destacando-se a organização de sua infraestrutura física, tecnológica e
profissional, e por outro, a oferta de serviços de alta tecnologia na área de formação médica, através
de seus programas acadêmicos de pós-graduação. A atuação do Hospital de Câncer possibilitou a
implantação de uma unidade do IRCAD - Instituto de Treinamento em Técnicas Minimamente Invasivas
e Cirurgia Robótica, que se notabiliza pela realização de cursos de treinamento em cirurgias
minimamente invasivas para médicos no contexto sul-americano. Mais uma vez, este setor também
contribui agregando recursos humanos e financeiros externos ao cotidiano da cidade, incrementando
a economia local.
6
Hospital S. Judas Tadeu (Barretos) Hospital do Câncer em Jales, Casa de Captação de Recursos &
Desenvolvimento (Barretos), Unidade de Prevenção em Fernandópolis, Hospital do Câncer em Porto Velho e
Unidade Juazeiro (BA) do Hospital do Câncer de Barretos e o IRCAD (Barretos) Disponível em:
http://www.hcancerbarretos.com.br/institucional/unidades. Acesso em: 10 jul. 2014.
12
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
Na área da educação, a cidade conta com cinco instituições de educação superior, além de um
mesmo número de instituições de formação de nível técnico, de uma unidade do Instituto Federal de
Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo – IFSP e do Polo da Universidade Aberta do Brasil
(UAB). Segundo o documento da Secretaria de Planejamento de São Paulo (2010), certifica-se o
crescimento da importância da área educacional na região: “Embora a região Administrativa tenha o
segundo menor PIBentre as regiões paulistas, seus indicadores sociais ocupam melhores posições no
conjunto do Estado, sobretudo no tocante à escolaridade (...) a região ocupou a quinta colocação na
dimensão escolaridade, a sexta em riqueza e a oitava em longevidade. (SÃO PAULO, p. 14)
Ao contrário de outras regiões, em Barretos, prevalece uma diversidade econômica própria,
com diferentes setores convivendo muito proximamente, de forma a integrar demandas tecnológicas
regionais, o que se traduz, em termos da esfera da educação superior, em um leque de necessidades
de formação profissional específicas.
REFERÊNCIAS CONSULTADAS
BRASIL. Atlas de Desenvolvimento Humano no Brasil. 2010. Disponível em:
http://www.pnud.org.br/atlas/ranking/Ranking-IDHM-UF-2010.asp.Acesso em 08 jul. 2014. p.31.
SÃO PAULO, Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Regional. Caracterização Socioeconômica de S.
Paulo Região Administrativa de Barretos.2010.Disponível
em:http://www.planejamento.sp.gov.br/noti_anexo/files/uam/trabalhos/Barretos.pdf. Acesso em 08 jul. 2014.
13
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
2 CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO
2.1 Dados Gerais do Curso
Nome do curso: Bacharelado em Engenharia Química
Horário de funcionamento:
Diurno - de 2ª a 6ª feira das 07h55 às 11h30, em média com 4 aulas diárias, com intervalo de 5 min.
entre cada aula.
Noturno - aulas de 2ª a 6ª feira das 19h às 22h30, em média com 4 aulas diárias, com intervalo de 10
min. após as duas primeiras aulas, excepcionalmente até as 0h, para turmas com projeto integrado ou
divididas em turmas de laboratório.
Duração da hora/aula: 50 minutos
Carga Horária total do curso:3635 h/r
Número de vagas oferecidas:
- 50 vagas para o período diurno
- 60 vagas para o período noturno
Tempo mínimo de integralização: mínimo: 10 semestres,máximo:16 semestres
Regime de matrícula: semestral
2.2Responsável pelo Curso
Nome: Prof. Dr. Jean Carlo Alanis
Titulação: Doutor em Engenharia de Alimentos
Cargo ocupado no curso: Coordenador
Perfil: Graduado em Engenharia Química pela Universidade Estadual de Maringá (1996), Mestrado
em Engenharia de Alimentos pela Universidade Estadual de Campinas (1999) e Doutorado em
Engenharia de Alimentos pela Universidade Estadual de Campinas (2004) na área de Biotecnologia.
Professor do Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos desde 2001. Tem
experiência na área de Engenharia Química e Ambiental, com ênfase em Qualidade do Ar, das Águas
e do Solo, atuando principalmente nos seguintes temas: poluição da água, solo e ar, técnicas
avançadas de tratamento de águas residuárias, poluentes gasosos, resíduos sólidos e Processos
Industriais Orgânicos e Inorgânicos.
2.3 Documentação Relacionada ao Curso
A legislação pertinente ao curso se subdivide nos dois âmbitos de seu funcionamento:
14
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
2.3.1 Atos Legais de Funcionamento
•
Criada pela Resolução RE nº 16/2008 – de 23/10/2008
•
Rec. Par. CEE nº 79/13DOE 28/02/2013 (por 3 anos)
•
Rec. Port. CEE-GP-86, de 8-3-2013DOE 09/03/2013 (por 3 anos)
2.3.2 Documentação Contemplada na Proposta Pedagógica do Curso
•
Resolução CNE/CES no 11, de 11 de março de 2002 - Diretrizes Curriculares Nacionais
•
Resolução CNE/CES no 02, de 18 de junho de 2007 - dispõe sobre carga horária mínima para
cursos de graduação
•
Resolução CONFEA/CREA 1010/2005 - Dispõe sobre a regulamentação da atribuição de
títulos profissionais, atividades, competências e caracterização do âmbito de atuação dos
profissionais inseridos no Sistema CONFEA/CREA, para efeito de fiscalização do exercício
profissional.
•
RESOLUÇÃO Nº 1.048, de 14 de agosto de 2013 (Regulamentação Profissional);
•
Lei 11.778 de 25 de setembro de 2008 que dispõe sobre o Estágio.
•
Portaria CEE-GP-86, de 8/3/2013 – em que a Presidente do Conselho Estadual de Educação,
nos termos do Decreto nº 9887/77, e considerando o contido no Parecer CEE nº 79/2013,
homologado pelo Senhor Secretário de Estado da Educação, conforme Resolução SEE de 063-2013, publicada no D.O. de 07-3-2013, Resolve: Artigo 1º - Aprovar, por três anos, com
fundamento na Deliberação CEE nº 99/2010, o Reconhecimento do Curso de Engenharia
Química, oferecido pelo Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos.
•
Decreto n. 5.296/2004 - Condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou modalidade
reduzida;
•
Decreto n. 5.626/2005 – Disciplina obrigatória/optativa de Libras;
•
Lei n. 9.795, de 27/04/1999 – Decreto n. 4.281 de 24/06/2002 – Políticas de educação
ambiental
2.4 Histórico do Curso
Em 2008, diversos dados apontavam carência de engenheiros no Brasil, o que levava ao
adiamento dos projetos e/ou importação de engenheiros. Esta carência era estimada em cerca de 20
mil engenheiros por ano. De acordo com o Jornal Estado de São Paulo (27/02/2012), enquanto o Brasil
forma cerca de 40 mil engenheiros por ano, Rússia, Índia e China formam 190 mil, 220 mil e 650 mil,
respectivamente. Entidades empresariais, como a Confederação Nacional da Indústria, realizaram
estudos sobre o impacto da falta de engenheiros no desenvolvimento econômico brasileiro. E órgãos
governamentais, como a Financiadora de Projetos (Finep) patrocinam, desde 2006, programas de
estímulo à formação de mais engenheiros no País. No Brasil, há 600 mil engenheiros, o equivalente a
6 profissionais para cada mil trabalhadores.
15
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
Nos Estados Unidos e no Japão, a proporção é de 25 engenheiros por mil trabalhadores,
segundo publicações da Finep. Em relação aos 40 mil engenheiros que se diplomam anualmente no
Brasil, mais da metade opta pela engenharia civil - área que menos emprega tecnologia. Assim, setores
como os de petróleo, gás e biocombustível são os que mais sofrem com a escassez desses
profissionais. O País chega ao início de uma nova década com sensíveis melhorias sociais e
econômicas que ficam evidenciadas pelo padrão de consumo e o crescimento da renda. A realização
do sonho de ter um curso superior está mais evidente entre as famílias brasileiras e a procura por
cursos de Engenharia está presente na região de Barretos. A necessidade de mão de obra
especializada é evidente face à descentralização do setor industrial dos grandes centros urbanos para
o interior dos estados. A região conta com indústrias sucroalcooleiras, frigoríficos, sucos cítricos,
borrachas, fertilizantes, automação, dentre outras. Isso faz da Engenharia Química um curso essencial
na formação de profissionais para atender essa crescente demanda. Desta forma, em 11 de setembro
de 2008, foi aprovada, na 3ª Reunião do Conselho Universitário, a criação dos cursos de Engenharia
Mecânica, Engenharia de Produção, Engenharia Química e Engenharia Ambiental, através da
Resolução RE nº 16/2008 de 23/10/2008.
2.5Justificativa
A economia brasileira vem alcançando um patamar de evolução apreciável em alguns setores
produtivos como o sucroalcooleiro, petrolífero, agropecuário, automobilístico, mineração, energia,
infraestrutura, softwares e outros que a qualificam para a internalização, a partir dos países centrais,
da elaboração de produtos e processos que envolvem tecnologia inovadora.
Esses produtos e processos não comportam mais uma tecnologia menos complexa, a qual
prescindiria de pessoas com formação superior. Atualmente, são produtos e processos decorrentes de
processos produtivos tecnologicamente complexos que impõem a necessidade de engenheiros, seja
para o projeto do produto, para seu processamento na unidade produtiva ou mesmo para a elaboração
de sistemas. Essa tecnologia necessita, para seu desenvolvimento, de um número crescente de
engenheiros, uma vez que a tendência de aquecimento do mercado para tais profissionais tem se
mostrado mais e mais promissora.
A Engenharia Química é um campo de atividades que utiliza os conhecimentos das ciências
básicas e da engenharia, na elaboração de projetos de processos químicos destinados à transformação
de matérias-primas em produtos de maior valor agregado e comercial.
Os profissionais da Engenharia Química têm sido considerados um dos mais versáteis de todos
os engenheiros e poderão atuar em áreas extensas, como na prestação de consultoria e revisão de
equipamentos; realização de perícia e detecção de problemas no processo produtivo; desenvolvimento
de equipamentos para a indústria; cálculo de viabilidade técnica e econômica dos processos produtivos,
entre outras atribuições, nos seguintes setores:
- Indústrias Químicas e Petroquímicas
16
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
- Indústria Açúcar e Álcool
- Fármacos e Química Fina
- Indústria de Alimentos e Bebidas
- Indústria de Papel e Celulose
- Indústria de Materiais de Construção (Poliméricos, Metálicos, Cerâmicos e Compósitos)
- Fertilizantes
- Tintas e Vernizes
- Cosméticos e Perfumes, entre outras.
A partir do exposto, fica evidenciado a amplitude das possibilidades do mercado de trabalho
desse curso, principalmente quando se pode observar um certo movimento de descentralização desses
setores industriais dos grandes centros para as cidades de médio porte com as de nossa região no
interior de São Paulo próximo ao Triângulo Mineiro, vide o exemplo da indústria sucro-alcooleira.
17
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
3 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA DO CURSO
A organização didático-pedagógico do curso é estruturada a partir da intersecção dos diferentes
níveis de exigências e características, sejam elas do âmbito legal e regulatório como as Diretrizes
Curriculares Nacionais, da própria instituição e de suas políticas (vide abaixo), como também das
características de seu mercado de trabalho, resultando na organização da matriz, como pode ser
observado na sequência.
3.1 Políticas Institucionais no Âmbito do Curso
O UNIFEB, na definição de suas políticas institucionais, leva em consideração o fato de que
essas definem as linhas mestras que orientam as ações dos diferentes segmentos acadêmicos, em
consonância com a sua missão, bem como, as políticas gerais traçadas no seu Plano de
Desenvolvimento Institucional. O curso, objetivando alcançar a qualidade na formação e no
aprimoramento educacional, pessoal e profissional, implanta as seguintes políticas institucionais em
seu âmbito de funcionamento:
•
Políticas de ensino: As políticas do UNIFEB para a graduação fundamentam-se em alguns
princípios comuns a seus 26 cursos, objetivando formação de qualidade acadêmica e
profissional.
Valorização humana: proximidade docente/discente: A aproximação entre professores e
alunos constitui-se em um diferencial do UNIFEB, no sentido de se privilegiar uma formação
humanista e ética como pressuposto de um ensino-aprendizagem eficiente e eficaz.
Aderência do projeto de ensino às características do entorno regional: A articulação
permanente entre as ementas, as Atividades Complementares e os temas dos TCC’s com
as características profissionais do entorno regional evoca a busca pela coerência entre os
objetivos e o perfil de egresso objetivado pelo curso.
Ações sobre conhecimentos prévios: Planejamento e execução de atividades de revisão
de conteúdos do Ensino Médio em plataforma on-line logo a partir do ingresso dos alunos,
através da oferta de cursos de Português, Matemática e Física.
Atualização constante das habilidades profissionais: Procura-se estreitar o contato
entre os alunos e os profissionais de cada uma das áreas, no sentido de o aluno visualizar
as competências e habilidades próprias da área profissional escolhida através das Semanas
Científicas e Culturais.
Integração dos conteúdos: Objetiva-se a integração dos conteúdos, seja na forma de
Projetos Integrados ou mesmo pela introdução de conteúdos transversais a serem
18
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
trabalhados nas disciplinas da área de Humanas existentes nos cursos como os de
Português, Sociologia, Metodologia Científica, História ou Filosofia, entre as principais.
•
Políticas de extensão: ações educativas voltadas para a ampliação de valores e
conhecimentos, seja internamente à instituição, na comunidade local, como também, fora do
país:
•
Virtualização: O uso de alternativas específicas para o conhecimento das possibilidades
do ensino e aprendizagem em cursos on-line.
Intercâmbio Cultural
Intercâmbio profissional na área do agronegócio nos EUA
UNIFEB aberta à Melhor Idade
Cursinho UNIFEB
Campeonato de Futsal
UNIFEB Music Run.
Políticas de estímulo à pesquisa: consiste no desenvolvimento de iniciativas que incrementem
a formação acadêmico-científica de seu corpo discente
Iniciação Científica
Semanas Científicas e Profissionais
Revista Ciência e Cultura
programa de formação acadêmica internacional “Ciências sem Fronteiras”
PIBID: programa de bolsistas da CAPES para trabalho orientado na Educação Básica local
para alunos dos cursos de licenciatura.
3.1.1 Objetivos do Curso
Os objetivos do curso de Engenharia Química buscam contemplar as necessidades de
mercado, as respectivas áreas profissionais e os conteúdos sugeridos pelas Diretrizes Curriculares
Nacionais (Resolução CNE/CES no 11, de 11/03/2002) de forma a refletir os princípios, habilidades e
competências desejáveis ao profissional egresso. Processo esse que se desenvolve, a partir do
planejamento das atividades didático-pedagógicas, em sala de aula e extraclasse e no oferecimento
de atividades voltadas ao ensino, extensão e pesquisa, como também, a partir da infraestrutura
oferecida e da qualificação do corpo docente.
3.1.1.1 Objetivo Geral
O objetivo do curso de Engenharia Química do UNIFEB consiste no oferecimento de uma
formação generalista, em que os futuros profissionais sejam capazes de compreender o processo
produtivo de transformação em indústrias químicas, nos aspectos físicos, químicos e socioambientais,
19
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
relevantes tanto em termos de processo como em termos de produto. Desta forma, através de uma
fundamentação sólida nas ciências básicas, como física, química, matemática e biologia, espera-se
que o profissional seja capaz de estabelecer correlações entre a ciência e a experiência, a teoria e a
prática, de forma ética, socialmente responsável e ambientalmente adequada e segura, para a
promoção de melhorias da sociedade como um todo.
3.1.1.2 Objetivos Específicos
O Curso de Engenharia Química do UNIFEB tem por objetivo a formação de profissionais
capacitados para pesquisar, analisar, projetar e operar processos produtivos que envolvam alterações
de fase da matéria: de estado físico, de conteúdo energético ou de composição. Estes processos
existem, principalmente, nas indústrias de produtos químicos, de materiais, de alimentos etc.
O curso também visa preparar os futuros profissionais para situações de adaptação e
atualização frente a novos desafios e conjunturas, decorrentes da dinâmica de uma sociedade em
transformação, a “sociedade do conhecimento”.
Para tanto, são definidos como objetivos específicos a serem desenvolvidos durante a
formação oferecida pelo curso, os seguintes:
•
Familiarização do estudante com práticas de laboratório, observando:
- relações hierárquicas,
- fluxos de informações,
- diferenciação de funções nas organizações,
- características do mercado,
- atividades de rotinas e emergenciais, e
- comportamento de segurança no trabalho.
•
Início do estudante nas práticas de operação, manutenção e montagem nas indústrias químicas
para ter uma visão abrangente, global do processo produtivo.
•
Entendimento qualitativo do processamento das matérias-primas.
•
Acompanhamento da operação da planta. Participação nas atividades de painel e de campo
durante campanhas de produção, manutenção e montagem.
•
Entendimento das exigências dos órgãos de controle e dos procedimentos adotados para o
cumprimento dos mesmos.
•
Preenchimento de folhas de especificações de equipamentos e auxílio em cálculos de:
- balanços materiais e energéticos, e
- tubulações.
•
Execução de medições de vazão e temperatura.
•
Utilização de instrumentação em geral.
•
Dimensionamento de equipamentos e sistemas.
•
Participação no desenvolvimento de rotas de processos, simulação e automação dos mesmos.
20
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
•
Quanto à gestão da produção:
- com participação no planejamento das necessidades de matéria-prima, e utilidades;
- organização de campanha de produção;
- definição das habilidades dos colaboradores e dos níveis de responsabilidade;
- elaboração dos mapas de custos;
- previsão de paradas,
- definição de procedimentos de rotinas e emergenciais;
- definição de meio ambiente físico e social e higiene no recinto de trabalho.
•
Conhecimento de vendas de equipamentos e sistemas para indústria química.
•
Inspeção de riscos em processos químicos.
•
Normalização e qualidade.
•
Perícias e análises para órgãos de financiamento.
•
Estimulo à criação cultural e ao desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo;
•
Formação de diplomados nas diferentes áreas do conhecimento, aptos para a inserção em setores
profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua
formação contínua;
•
Incentivo ao trabalho de pesquisa e investigação científica, visando ao desenvolvimento da ciência
e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, e, deste modo, desenvolver o entendimento do
homem e o meio em que ele vive.
Estes profissionais deverão também propor modificações, visando ao aumento da
produtividade e/ou à redução do impacto para o meio ambiente.
3.1.1.3 Perfil Profissional do Egresso
O perfil desejado para o egresso do curso é de uma sólida formação acadêmica generalista e
humanista capaz de fazer com que esse profissional seja consciente das exigências éticas e de
relevância pública e social dos conhecimentos, habilidades e valores adquiridos na vida universitária e
de inseri-los em seus respectivos contextos profissionais de forma autônoma, solidária, crítica, reflexiva
e comprometida com o desenvolvimento local, regional e nacional sustentáveis, objetivando a
construção de uma sociedade justa e democrática.
O avanço tecnológico implementado, principalmente, a partir do final do século passado,
permitiu que a educação baseada na transmissão de informações e conteúdos passasse a ser uma
“educação centrada no sujeito coletivo, que reconhece a importância do outro, a existência de
processos coletivos de construção do saber e a relevância de se criar ambientes de aprendizagem que
forneçam o desenvolvimento do conhecimento interdisciplinar” (MORAES, 1997).
Esse novo paradigma, que se instaura desde o início do século XXI, prevê que a necessidade
de formação já não está restrita à mera atualização de conhecimentos, mas inclui a capacidade do
21
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
aluno de construir e comparar novas estratégias de ação, redefinindo e enfrentando os problemas
cotidianos de seu universo de atuação.
3.1.1.4 Perfil do Ingressante
O perfil dos alunos ingressantes da Engenharia Química apresenta duas características
distintas, mas complementares entre si. O aluno do diurno aparenta possuir maior fundamentação de
conhecimentos básicos e exigíveis para acompanhamento do curso; é mais dinâmico e mostra maior
potencial criativo com maior domínio das ferramentas tecnológicas atuais, tais como calculadoras
programáveis e uso intensivo de internet, mas, como regra geral, aparenta menor maturidade no
gerenciamento de sua vida universitária. Por dispor de mais tempo durante o dia, desenvolve atividades
de monitoria, iniciação cientifica, grupos de estudos etc. A faixa etária situa-se abaixo dos 20 anos,
possui renda familiar maior e a maioria fixou residência em Barretos por ser de outras cidades, dividindo
espaço com outros alunos nas locações dos imóveis (repúblicas).
O aluno do noturno aparenta maiores dificuldades no domínio de conhecimentos fundamentais
prévios e dificuldades para a otimização do tempo disponível para estudos e atividades
complementares, mas como regra geral aparenta maior maturidade em termos de postura acadêmica
e pré-profissional.
A faixa etária é maior quando comparada com o aluno do diurno, mas no que diz respeito à
renda familiar, percebe-se uma diferença expressiva. A maioria trabalha para arcar com as despesas
dos estudos e mora em cidades vizinhas a Barretos, necessitando do uso de fretados para se
deslocarem até a Instituição. O número de bolsistas (PIBIC, Filantrópica, FIES, PROUNI, Estágio,
Funcionários/Dependentes, Bolsa Reembolso UNIFEB) é maior nesse período em virtude da renda
familiar, mencionada anteriormente.
Em relação à divisão por sexo, observa-se que tanto no diurno quanto no noturno o sexo
masculino se sobressai em relação ao feminino, o que é comum em qualquer curso de Engenharia.
3.1.1.5 Formas de Acesso
Os alunos do UNIFEB ingressam por meio de vestibular que ocorre uma vez por ano, por volta
do final do período letivo anterior e é amplamente divulgado pela mídia da região.
As vagas são preenchidas mediante a classificação dos candidatos em suas primeiras
escolhas, e, em havendo vagas remanescentes, outros candidatos também podem ser contemplados
como segunda opção de escolha do aluno.
Se ainda assim permanecerem vagas remanescentes, estas serão disponibilizadas aos
graduados de outras áreas e/ou instituições, desde que registradas no Ministério de Educação e
Cultura.
22
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
3.1.1.6 Demanda do Curso
A demanda do curso pode ser visualizada pelo número dos alunos ingressantes, permanentes
e formados ao longo dos anos.
O curso de Engenharia Química oferece hoje 50 vagas para ingressantes no período diurno e
60 vagas para ingressantes no período noturno, totalizando 550 vagas nos 5 anos previstos para
integralização do curso.
Abaixo, apresentam-se dados que contextualizam a oferta e demanda de matrículas de alunos
por período que realizaram o processo seletivo dos últimos cinco anos para as turmas do período do
diurno e do noturno.
3.1.1.7 Demanda do Curso nos últimos Processos Seletivos
Vagas
Diurno
50
50
50
50
50
Período
2008/2009
2009/2010
2010/2011
2011/2012
2012/2013
2013/2014
Noturno
50
50
50
50
60
60
Candidatos
Diurno
Noturno
122
31
77
20
84
30
101
47
97
47
105
Relação Candidato/Vaga
Diurno
Noturno
2,44
0,62
1,54
0,4
1,68
0,6
2,0
0,94
1,62
0,94
1,75
3.1.1.8Demonstrativo de Alunos Matriculados no Curso, por Semestre
Período
2009
2010
2011
2012
2013
2014
Ingressantes
Diurno Noturno
22
19
13
13
22
81+16
58
65
55
55
59
MATRICULADOS
Demais séries
Diurno
Noturno
1ºS 2ºS 1ºS 2ºS
78
1
15
87 143
15
34 123 178
34
43 175 223
44
58 219 261
55
213
-
Total
Diurno
Noturno
1ºS 2ºS 1ºS 2ºS
94
23
15 145 143
34
34 188 178
47
43 230 223
57
58 274 261
77
272
-
Egressos
Diurno
Noturno
-
37
-
Uma característica marcante é a maior procura pelo curso noturno. Contudo, ambos os
períodos apresentam certa constância em número de alunos ingressantes por ano.
3.1.2Estrutura Curricular
As disciplinas são oferecidas semestralmente e são apresentadas em três versões.
Primeiramente, a orientação dos eixos do curso a partir da respectiva DCN. Em seguida, a mesma
23
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
abordagem em forma de matriz. Por último, o detalhamento dessas informações apresentadas
semestralmente, na grade curricular.
3.1.2.1 Eixos do Curso e suas Disciplinas
Eixo de Conteúdos Básicos: é composto pelas matérias que fornecem subsídios necessários
para que o futuro profissional possa desenvolver seu aprendizado. Este Núcleo corresponde, no
mínimo, a 31,7% da carga horária total, excluída aquela do estágio supervisionado.
Quadro das disciplinas
Termos
1
1/2/3/4
1
1
1
1
1
2
2
2/3
2
2
3
4
4
4
8
Disciplinas
Álgebra Linear e Geometria Analítica
Cálculo Diferencia e Integral I, II, III e IV
Ciências Humanas e Sociais
Desenho Técnico Básico
Fundamentos da Matemática
Introdução à Engenharia
Técnicas de Redação e Oratória
Desenho Técnico Computacional
Eletricidade Básica
Física Geral e Experimental I e II
Princípios de Economia
Química Geral e Experimental
Princípios de Administração
Ciências do Ambiente
Estatística Aplicada à Engenharia
Física Geral e Experimental III
Metodologia Científica
Eixo de Conteúdos Profissionalizantes: é composto pelas matérias que fornecem subsídios
necessários para que o futuro profissional possa desenvolver seu aprendizado. Este núcleo
corresponde, no mínimo, a 22,1% da carga horária total, excluída aquela do estágio supervisionado.
Quadro das disciplinas
Termos
1
2/3/4/5/6
3/4
3/4
3
5
5
5/6
Disciplinas
Computação para Engenharia
Projeto Integrado I, II, III, IV e V
Química Orgânica I e II
Química Inorgânica I e II
Métodos Computacionais Aplicados à Engenharia
Cálculo Numérico
Físico Química
Química Analítica I e II
24
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
Eixo de Conteúdos Específicos: é composto pelas matérias que fornecem conhecimentos
científicos, tecnológicos e instrumentais necessários ao profissional da engenharia, constituem-se em
extensões e aprofundamentos dos conteúdos do eixo profissionalizante, buscando garantir o
desenvolvimento das competências e habilidades estabelecidas nas diretrizes curriculares. Este núcleo
corresponde, no mínimo, a 46,2% da carga horária total, excluída aquela do estágio supervisionado.
Quadro das disciplinas
Termos
5/6
5
5
6
6
6
6
6/7/8
7/8/9
7
7/8
7
7/8
8/9
8
9
9
9
10
10
10
Disciplinas
Mecânica dos Sólidos I e II
Logística Integrada
Empreendedorismo
Termodinâmica Aplicada à Engenharia
Mecânica dos Sólidos II
Gerenciamento de Projetos
Ética e Direito na Engenharia
Fenômenos de Transporte I, II e III
Operações Unitárias I, II e III
Materiais para a Indústria Química e Princípios de Corrosão
Processos Industriais Inorgânicos I e II
Qualidade para Engenharia
Processos Industriais Orgânicos I e II
Laboratório de Engenharia Química I e II
Planejamento e Projetos da Indústria Química
Bioengenharia
Engenharia Ambiental
Cinética Química e Cálculo de Reatores
Controle de Processos e Instrumentação
Simulação, Análise e Otimização de Processos
Indústria Sucroalcooleira
3.1.2.1.1Resumo da Carga Horária das Disciplinas por Eixos/Núcleos
RESUMO
HORAS/A
HORAS/R
Eixo de disciplinas básicas
1134
945
Eixo de disciplinas profissionalizantes
792
660
Eixo de disciplinas específicas
1656
1380
Total Geral
3582
2985
Obs: h/a = horas/aula e h/r = horas/relógio
As percentagens dos diferentes eixos correspondem, aproximadamente, ao preconizado pela
Resolução CNE/CES no 11, de 11/03/2002 (DCN - Engenharia) e se encontra graficamente
demonstrado na Figura 01 abaixo.
25
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
3.1.2.1.2 Visualização Gráfica doQuadro Acima
Eixos de Conteúdos
32%
Básicos
46%
Profissionalizantes
Específicos
22%
Figura 01: Representação grafia dos eixos que compõem a organização curricular do curso.
26
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
3.1.2.2Matriz Curricular do Curso
EIXOS
Formação Básica
MATÉRIAS
Básicas
DISCIPLINAS
Álgebra Linear e Geometria Analítica
Calculo Diferencia e Integral I
Ciências Humanas e Sociais
Desenho Técnico Básico
Fundamentos da Matemática
Introdução à Engenharia
Técnicas de Redação e Oratória
Cálculo Diferencial e Integral II
Eletricidade Básica
Física Geral e Experimental I
Princípios de Economia
Química Geral e Experimental
Cálculo Diferencial e Integral III
Física Geral e Experimental II
Princípios de Administração
Cálculo Diferencial e Integral IV
Ciências do Ambiente
Estatística Aplicada à Engenharia
Física Geral e Experimental III
Metodologia Cientifica
Desenho Técnico Computacional
1o
72
72
36
36
36
36
36
324
2o
72
72
72
36
72
36
360
3o
72
72
36
180
Computação para Engenharia
Projeto Integrado I
36
-
18
-
Sub Total
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
4o
5o
6o
7o
8o
9o
54
36
72
72
36
234 0
0
0
36
0
-
27
-
-
-
-
-
10o
0
-
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
Formação
Profissionalizante
Profissionaliza
ntes
Métodos
Computacionais
Engenharia
Projeto Integrado II
Projeto Integrado III
Química Inorgânica I
Calculo Numérico
Química Inorgânica II
Química Orgânica I
Química Orgânica II
Química Analítica I
Química Analítica II
Físico Química
Projeto Integrado IV
Projeto Integrado V
Aplicados
Sub Total
Formação
Específica
Específicas
Empreendedorismo
Mecânica dos Sólidos I
Ética e Direito na Engenharia
Mecânica dos Sólidos II
Termodinâmica Aplicada a Engenharia
Logística Integrada
Fenômenos de Transporte I
Gerenciamento de Projetos
Operações Unitárias I
Materiais da Indústria Química e Princípios de
Corrosão
Processos Industriais Inorgânicos I
Processos Industriais Orgânicos I
Fenômenos de Transporte II
Qualidade para Engenharia
Operações Unitárias II
Laboratório de Engenharia Química I
à
-
-
36
-
-
-
-
-
-
-
36
18
18
72
72
198
18
72
72
162
54
108
72
18
252
108
18
126
0
0
0
0
-
-
-
-
36
36
-
36
36
72
36
72
36
-
72
-
-
-
-
-
-
-
-
-
72
-
-
-
-
-
-
-
-
-
36
36
72
72
-
72
36
-
-
28
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
Específicas
Formação
Específica
Sub Total
Sub Total Geral
Processos Industriais Inorgânicos II
Processos Industriais Orgânicos II
Fenômenos de Transporte III
Planejamento e Projetos na Indústria Química
Operações Unitárias III
Engenharia Ambiental
Laboratório de Engenharia Química II
Bioengenharia
Cinética Química e Cálculo de Reatores
Controle de Processos e Instrumentação
Simulação, Análise e Otimização de Processos
Indústria Sucroalcooleira
0
0
0
0
72
288
360
36
36
32
72
324
108
54
36
72
90
360
108
72
72
216
360
378
378
396
324
414
360
360
360
252
Atividades Complementares (AC) h/r ....................................................................................................................................................................................240
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) h/r...........................................................................................................................................................................200
Estágio Supervisionado h/r.....................................................................................................................................................................................................180
Total Geral da Carga Horária das Disciplinas h/a ...............................................................................................................................................................3.582
Total Geral da Carga Horária das Disciplinas h/r.................................................................................................................................................................2.985
Carga horaria mínima para integralização do curso h/r................................................................................................................................................3.605
Introdução à Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) – optativa h/r........................................................................................................................................ 30
TOTAL GERAL DO CURSO h/r...........................................................................................................................................................................................3.635
29
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
3.1.2.3 Grade Curricular do Curso
1º Termo
PERÍODO SEMESTRAL C. H. Total
Disciplinas
Aulas T/P
Semanas
H/A
H/R
Computação para Engenharia
2-0
18
36
30
Fundamentos da Matemática
2-0
18
36
30
Álgebra Linear e Geometria Analítica
4-0
18
72
60
Cálculo Diferencial e Integral I
4-0
18
72
60
Desenho Técnico Básico
2-0
18
36
30
Técnicas de Redação e Oratória
2-0
18
36
30
Ciências Humanas e Sociais
2-0
18
36
30
Introdução à Engenharia
2-0
18
36
30
TOTAL
20-0
18
360
300
2º Termo
PERÍODO
C. H. Total
SEMESTRAL
Disciplinas
Aulas T/P
Semanas
H/A
H/R
Química Geral e Experimental
2-2
18
72
60
Física Geral e Experimental I
2-2
18
72
60
Cálculo Diferencial e Integral II
4-0
18
72
60
Desenho Técnico Computacional
0-2
18
36
30
Eletricidade Básica
2-2
18
72
60
Princípios de Economia
2-0
18
36
30
Projeto Integrado I
0-1
18
18
15
TOTAL
21
18
378
315
3º Termo
PERÍODO SEMESTRAL C. H. Total
Disciplinas
Aulas T/P
Semanas
H/A
H/R
Química Orgânica I
2-2
18
72
60
Química Inorgânica I
2-2
18
72
60
Física Geral e Experimental II
2-2
18
72
60
Cálculo Diferencial e Integral III
4-0
18
72
60
Métodos Computacionais Aplicados à Engenharia
0-2
18
36
30
Princípios de Administração
2-0
18
36
30
Projeto Integrado II
0-1
18
18
15
TOTAL
21
18
378
315
30
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
4º Termo
PERÍODO SEMESTRAL C. H. Total
Disciplinas
Aulas T/P
Semanas
H/A
H/R
Química Inorgânica II
2-2
18
72
60
Química Orgânica II
2-2
18
72
60
Estatística Aplicada à Engenharia
3-0
18
72
45
Física Geral e Experimental III
2-2
18
72
60
Ciências do Ambiente
2-0
18
36
30
Cálculo Diferencial e Integral IV
3-0
18
54
45
Projeto Integrado III
0-1
18
18
15
TOTAL
21
18
396
315
5º Termo
PERÍODO SEMESTRAL C. H. Total
Disciplinas
Aulas T/P
Semanas
H/A
H/R
Química Analítica I
4-2
18
108
90
Físico-Química
2-2
18
72
60
Mecânica dos Sólidos I
2-0
18
36
30
Empreendedorismo
2-0
18
36
30
Logística Integrada
2-0
18
36
30
Cálculo Numérico
3-0
18
54
45
Projeto Integrado IV
0-1
18
18
15
TOTAL
20
18
360
300
6º Termo
PERÍODO SEMESTRAL C. H. Total
Disciplinas
Aulas T/P
Semanas
H/A
H/R
Química Analítica II
4-2
18
108
90
Fenômenos de Transporte I
4-0
18
72
60
Mecânica dos Sólidos II
2-0
18
36
30
Termodinâmica Aplicada à Engenharia
4-0
18
72
60
Gerenciamento de Projetos
2-0
18
36
30
Ética e Direito na Engenharia
2-0
18
36
30
Projeto Integrado V
1-0
18
18
15
TOTAL
21
18
378
315
31
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
7º Termo
PERÍODO SEMESTRAL C. H. Total
Disciplinas
Aulas T/P
Semanas
H/A
H/R
Operações Unitárias I
4-0
18
72
60
Materiais da Ind. Química e Princípios de Corrosão
4-0
18
72
60
Processos Industriais Inorgânicos I
2-0
18
36
30
Processos Industriais Orgânicos I
2-0
18
36
30
Fenômenos de Transporte II
4-0
18
72
60
Qualidade para Engenharia
4-0
18
72
60
TOTAL
20
18
360
300
8º Termo
PERÍODO SEMESTRAL
C. H. Total
Disciplinas
Aulas T/P
Semanas
H/A
H/R
Operações Unitárias II
4-0
18
72
60
Laboratório de Eng. Química I
0-2
18
36
30
Processos Industriais Inorgânicos II
2-0
18
36
30
Processos Industriais Orgânicos II
2-0
18
36
30
Fenômenos de Transporte III
4-0
18
72
60
Planejamento e Projeto da Indústria Química
4-0
18
72
60
Metodologia Científica
2-0
18
36
30
TOTAL
20
18
360
300
9º Termo
PERÍODO SEMESTRAL
C. H. Total
Disciplinas
Aulas T/P
Semanas
H/A
H/R
Laboratório de Eng. Química II
0-2
18
36
30
Bioengenharia
2-2
18
72
60
Engenharia Ambiental
3-0
18
54
45
Operações Unitárias III
6-0
18
108
90
Cinética Química e Cálculo de Reatores
3-2
18
90
5
TOTAL
20
18
360
300
10º Termo
PERÍODO SEMESTRAL
C. H. Total
Disciplinas
Aulas T/P
Semanas
H/A
H/R
Controle de Processos e Instrumentação
4-2
18
108
90
Simulação, Análise e Otimização de Processos
4-0
18
72
60
Indústria Sucroalcooleira
4-0
18
72
60
TOTAL
14
18
252
210
32
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
3.1.2.4 Resumo Geral da Grade Curricular
Eixo de conteúdos básicos
1.134 h/a
945 h/r
Eixo de conteúdos profissionalizantes
792 h/a
660 h/r
Eixo de conteúdos específicos
1.656 h/a
1380 h/r
Carga Horária Parcial
3582 h/a
2985 h/r
Atividades Complementares
-
240 h/r
Estágio Supervisionado
-
180 h/r
Trabalho de Conclusão do Curso
-
200 h/r
Introdução à Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) –
optativa
Total Geral
30h/r
3635 h/r
3.1.3 Conteúdos Curriculares
Apesar de o UNIFEB estabelecer, a partir das políticas institucionais no âmbito dos cursos,
parâmetros comuns a todos, existe o cuidado em se resguardar espaço institucional próprio para que
cada curso estabeleça as suas próprias prioridades de sua área profissional, seja na organização dos
conteúdos, como também no vínculo que estabelece com as lideranças de sua área profissional.
Ainda quanto à administração dos conteúdos, há aqueles que são comuns a todos os cursos,
conforme legislação federal própria (abaixo), cuja bibliografia é estabelecida semestralmente de comum
acordo com os docentes representantes de cada grande área das Humanas, que pode ser identificado
no item concernente ao NAC (Núcleo de Apoio Cultural, item 5.2), com ênfase no cumprimento das
legislações abaixo:
•
Resolução CNE/CP n.01 de 17/06/2004 –Lei n. 11.645 de 10/03/2008 - Diretrizes Curriculares
Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e cultura
Afro- Brasileira e Africana;
•
Decreto n. 5.626/2005 – Disciplina obrigatória/optativa de Libras;
•
Lei n. 9.795, de 27/04/1999 – Decreto n. 4.281 de 24/06/2002 relativo aos conhecimentos
ambientais.
A viabilização destes conteúdos ocorre primeiramente pelo caráter humanista da instituição, o
que se espelha tanto na (já tradicional) proximidade entre professores e alunos, como também na
presença de diferentes disciplinas da área de Humanas em todos os cursos (mesmo nas Exatas), cada
curso adequando a construção de seu perfil de egresso proposto. Fazem parte deste núcleo as
disciplinas de Português, Sociologia, Economia, Filosofia, História ou Metodologia Científica, que fazem
parte da grade ou não, conforme a os objetivos de cada curso.
Didaticamente o NAC (juntamente com o Núcleo de Apoio Pedagógico – NAPe) propõe o a
inclusão da bibliografia sugerida como forma de ensino e treinamento de habilidades específicas do
33
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
próprio curso, como por exemplo, exercício de leitura e escrita acadêmica, realização de resenhas e
seminários entre outras possibilidades. em que se propõe o uso da bibliografia sugerida pelo NAC e
suas temáticas a serem desdobradas dentro da perspectiva profissional de cada curso.
Quanto ao curso de libras, este já é oferecido regularmente para os cursos das licenciaturas
no UNIFEB, sendo oferecido como possibilidade optativa aos demais cursos.
3.1.3.1 Interdisciplinaridade e Transdisciplinaridade
O curso entende que há duas dimensões de articulação dos conteúdos por parte dos alunos,
de forma a se alcançar com maior plenitude o perfil do egresso desejado: o primeiro se refere à
característica de complementaridade dos conteúdos, que estes sejam percebidos por parte dos alunos
como integrados a um todo, superando a fragmentação inicial do ensino, didaticamente desenvolvida
de forma compartimentada. A partir da interação nos projetos e atividades propostas pelo curso, como
acima mencionados, possibilita-se uma visão mais profissional e integrada tanto do campo de trabalho
como um todo como dos conhecimentos disponibilizados para a finalidade de intervenção profissional.
De forma complementar ainda a estes conteúdos profissionais, procura-se introduzir os
conhecimentos transdisciplinares ao longo de toda a sequência de semestres percorridos pelo aluno,
estes conhecimentos referem-se ao contexto cultural maior em que o aluno se encontra inserido, com
conteúdos como os sugeridos pelo NAC (Núcleo de Apoio Cultural, item 5.2), com ênfase no
cumprimento das legislações abaixo:
•
Resolução CNE/CP n.01 de 17/06/2004 –Lei n. 11.645 de 10/03/2008 - Diretrizes
Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de
História e cultura Afro- Brasileira e Africana;
•
Decreto n. 5.626/2005 – Disciplina obrigatória/optativa de Libras;
•
Lei n. 9.795, de 27/04/1999 – Decreto n. 4.281 de 24/06/2002 relativo aos conhecimentos
ambientais.
3.1.3.2Flexibilidade
Como pode ser visualizado pelos itens anteriores referentes aos conteúdos curriculares, apesar
de termos uma parte fixa da matriz, pode ser visualizado um encadeamento dos conteúdos, que
percorre uma lógica que se inicia com o perfil inicial do aluno, a aquisição das habilidades técnicas
como próprias do perfil intermediário, para então terminar com as competências do perfil final do perfil
de egresso proposto. Esta parte garante ao aluno uma formação genérica, ou seja, ele toma
conhecimento de todas as possibilidades profissionais; mão não termina aí.
A instituição se preocupa com uma parte variável da matriz, que se refere aos componentes
curriculares em que o aluno escolhe, a partir da grade de seu curso, os temas e conteúdos de seu
maior interesse, que podem ser trabalhados nas Atividades Complementares ao longo dos 8 a10
semestres (dependendo da duração do curso), na escolha e pesquisa dos temas, seja para a Iniciação
34
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
Científica ou da confecção de seu TCC, como também, no setor de estágio, em que o aluno se aproxima
daquela área profissional com maior aderência às suas expectativas.
Este componente curricular variável objetiva oferecer um ajuste de coerência entre àquilo que
é formalmente oferecido pelo curso, e àquilo que melhor se ajusta às possibilidades, às características
e expectativas do aluno, dentro ainda do perfil de egresso proposto pelo curso.
3.1.3.3 Orientação Pedagógica dos Curso
O Curso de Engenharia Química do UNIFEB tem como eixo principal a ideia de que é
necessário formar o aluno, mais do que informá-lo, buscando criar um profissional com uma base sólida
em conhecimentos científicos e técnicos. A graduação deve proporcionar condições para que cada
aluno construa com rigor essa base inicial para a vida profissional, juntamente com o desenvolvimento
do senso crítico e da capacidade de análise. Com isso será possível ao profissional adaptar-se às
necessidades do mercado de trabalho, bem como estará apto para o treinamento continuado que se
inicia com a vida prática, única forma viável para acompanhar a continua evolução da tecnologia.
Nos últimos anos, em decorrência do processo de definição das novas diretrizes curriculares,
e em resposta à necessidade de adaptação às profundas mudanças provocadas pela evolução
acelerada das comunicações e da informática na atividade profissional do engenheiro, ocorreram
amplas discussões com relação ao papel dos futuros Engenheiros Químicos.
A revista Politécnica, em artigo intitulado “O Engenheiro do Século 21” (CYTRYNOWICZ,
1991), apresentou três tipos de engenheiro que a Universidade pode pretender formar: o de projetos,
o cientista e o sistêmico, cujas definições são apresentadas a seguir.
O Engenheiro Projetista é o engenheiro com profundo conhecimento tecnológico numa área
especifica.
O Engenheiro Cientista esta voltado a capacitação tecnológica para desenvolver produtos e
processos. Ele atua basicamente em pesquisa e desenvolvimento e uma de suas principais áreas de
trabalho é a própria Universidade.
O Engenheiro Sistêmico é voltado para as áreas de operação, planejamento e controle,
direcionando seu conhecimento técnico para a produção. Ele tem visão multidisciplinar das
engenharias, abordagem integrada dos sistemas de produção e conhecimento empresarial e
organizacional que o torna capaz de atuar em administração e gerenciamento.
Percebe-se que, historicamente, as grandes Escolas tradicionais de Engenharia sempre
tiveram um enfoque maior na formação dos dois primeiros tipos de engenheiro e que, ultimamente, a
tendência das propostas curriculares é de valorizar o engenheiro sistêmico.
Não se pode esquecer ainda que o Engenheiro Químico desenvolve atividades que o coloca
frente a frente com questões relacionadas ao meio ambiente e à preservação de valores éticos e
culturais, necessitando interagir adequadamente em equipes de trabalho multidisciplinares. Desenvolve
também atividades que o coloca em interação extensa com pessoas de todos os estratos sociais e
35
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
econômicos, bem como nos círculos de decisão, de forma que é necessária uma capacidade de
comunicação, de relacionamento pessoal e de liderança.
A engenharia, coerente com o seu caráter pragmático, tem sido mais praticada do que definida.
Não por falta de uma demanda insistente por definições “oficiais” da parte das Instituições,
principalmente as que são ligadas ao ensino. A atenção a este tipo de consideração impacta, com
certeza, na política de formação dos diferentes perfis de engenheiros. Entre as características de ordem
culturais e pessoais do indivíduo que busca a sua formação profissional (portanto na esfera dos dons
pessoais) e a política universitária deliberada, a ser construída, de forma daquele determinado tipo de
profissional que resolve determinado tipo de problema (portanto da esfera, em ultima análise, de uma
demanda do mercado, historicamente determinada) interpõe-se, necessariamente, até mesmo para
garantir que esse encontro não seja fortuito, mas conscientemente provocado, a compreensão
profunda da dimensão cognitiva da engenharia.
Desta forma, o curso está se adequando à realidade dos elementos regionais e à existência de
inovações externas, inclusive tecnológicas que vieram se apresentando neste passado recente. Além
disso, procurou adequar-se também aos novos perfis de ingressantes do diurno e noturno, propondo
práticas que possibilitem respeitar e incentivar a adequação do aluno às exigências acadêmicas dessa
sua nova etapa de estudos. Adicionalmente ao trabalho realizado pelos professores em sala de aula, o
curso também conta com o apoio de intervenções institucionais específicas por meio do programa Próaluno, conforme descrito no item 5.3.2.
Especificamente com relação à sala de aula, para fazer frente à complexidade dos elementos
já apontados, se fez e se faz necessária uma atenção voltada não apenas ao conteúdo programático,
mas na necessidade de se oferecer elementos, discussões e atividades extraclasse, atividades de
extensão e pesquisa (PIBIC), estudos de casos, assim como eventos organizados para a própria
inserção dos alunos em atividades científicas no meio acadêmico visando que se atinja aquilo que é
desejado no curso.
Para que se atinja tal meta, se fez necessária a implementação de práticas inovadoras,
específicas e peculiares da região e se pretende, num breve futuro, ajustar-se para novas realidades
socioeconômicas do país e que afetam diretamente a região onde se situa o curso.
As investigações sobre a formação e o trabalho do professor têm recebido crescente destaque
nos últimos anos, já que, no Brasil e na maioria dos países ocidentais, desde o início dos anos noventa,
os pesquisadores, que investigam na e sobre a educação, demonstram interesse específico pela
formação e pelo trabalho docente, pelas práticas pedagógicas, os saberes, as competências e o
desenvolvimento profissional dos professores (PERRENOUD, 2000).
Recentemente, são muitos os fatores que definem a escolha por parte de os pesquisadores de
objetos de estudos que investigam sobre e com os professores, sua formação, sua prática e saberes.
Rocha (2000) ressalta que um desses fatores é o papel preponderante que o professor desempenha
no processo de educação formal. Assim, dar voz e vez ao professorado representa pilares para as
mudanças que operaram melhoria na qualidade do sistema educacional atual. Nesse contexto, não
basta investigar o professor, seu papel e função nessa mudança, mas sobretudo ampliar as
36
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
possibilidade de investigar com os professores, co-produzindo saberes que deem conta das
emergentes demandas impostas à educação e a esses profissionais.
É consenso a ideia de que não existe um caminho que possa ser identificado como o único e
melhor para o ensino de qualquer disciplina, assim, conhecer diversas possibilidades de trabalho em
sala de aula é fundamental para que o professor construa sua prática. Desse modo, a prática docente
deverá sempre ser composta de várias metodologias de ensino, de acordo com os objetivos propostos.
É essencial que o docente tenha flexibilidade na escolha de procedimentos de ensino mais adequados
ao momento, considerando, sempre que possível, os mais criativos, respeitando as diferenças,
incentivando a convivência, promovendo o desenvolvimento da autonomia, de habilidades, do espírito
crítico e da coragem para a inovação.
Os desafios da educação superior na atualidade exigem práticas pedagógicas inovadoras,
entendidas como aquelas que rompem com o paradigma da racionalidade técnica, baseado na lógica
disciplinar e na transmissão de conteúdos dogmatizados. Tais práticas docentes oportunizam aos
estudantes a construção de aprendizagens significativas na formação de profissionais desenvolvidas
na universidade. O desenvolvimento de práticas pedagógicas inovadoras pressupõe a reflexão crítica
e consistente sobre a prática do docente universitário. Reflexão não como um ato isolado, mas como
processo coletivo dialógico de questionamentos, descobertas e construções.
Os desafios colocados pela sociedade contemporânea requerem a superação de modelos de
ensino que acabam privilegiando o ensino compartimentado de disciplinas, sem contemplar a
articulação/integração destes conhecimentos. Cabe ao profissional, já no mercado de trabalho, elaborar
por si próprio esta articulação/integração, o que mostra uma das lacunas do ensino segmentado
expressando uma das dimensões do afastamento entre a instituição educacional e a unidade
empreendedora.
Segundo Masetto (2003), existem várias técnicas que se aplicam na melhoria da qualidade da
aprendizagem. Entre elas, duas se destacam, cada uma com sua contribuição específica. Uma delas,
o ensino com pesquisa é uma técnica que possibilita o desenvolvimento de vários itens, tais como:
•
Incentivar a busca de informações em livros, revistas, periódicos, anais de congressos,
e em variados ambientes informativos como bibliotecas e sítios.
•
Selecionar, organizar, comparar, analisar, correlacionar dados e informações.
•
Fazer inferências, levantar hipóteses, comprová-las, reformulá-las e tirar conclusão.
Elaborar um relatório científico e comunicar os resultados obtidos com clareza, ordem,
de maneira oral e/ou escrita.
Outra técnica é o ensino por projeto que leva o aluno a relacionar a prática com a teoria,
•
promover a integração das disciplinas e a seguir no sentido de uma postura interdisciplinar, algo tão
característico da realidade profissional.
No curso de Engenharia Química do UNIFEB, os conteúdos das disciplinas de cada semestre
são articulados entre si através das atividades desenvolvidas nas disciplinas de Introdução à
Engenharia e Projeto Integrado. Essa integração do conhecimento disciplinar se dará através de uma
atividade eminentemente prática como a construção de uma maquete ou protótipo, de tal forma que o
acadêmico sentirá na prática a necessidade de dado conhecimento teórico.
37
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
A disciplina PROJETO INTEGRADO merece destaque como prática inovadora, sendo
ministrada em forma de eixo curricular até o 6o (sexto) semestre do curso, na qual é desenvolvida uma
atividade eminentemente prática como a elaboração de um mecanismo, um engenho, um processo,
um sistema ou um projeto no qual o acadêmico, a partir de uma equipe de alunos, busca elementos,
métodos e conhecimentos necessários para realizar esta atividade em todas as disciplinas do semestre
e mesmo em algumas anteriores para alcançar sucesso nos objetivos da disciplina. A atividade, que é
elaborada pelos professores orientadores, contempla várias dimensões, cada uma delas ligada a uma
disciplina da grade do semestre de forma que a equipe tenha que dialogar com os professores das
disciplinas para avançar no cumprimento da tarefa. Cada disciplina do semestre deverá incorporar em
sua avaliação, os resultados obtidos pelas equipes na disciplina PROJETO INTEGRADO, de forma que
esta corresponda a 15% da nota total.
Assim, o conhecimento teórico apresentado pelo professor das disciplinas do semestre será
solicitado pela equipe de acadêmicos para dar andamento à sua atividade. Nesse sentido, ela operará
como forma de integrar os conhecimentos ministrados nas diversas disciplinas alinhavando um todo. A
cada semestre, a equipe de acadêmicos terá que elaborar uma nova atividade no PROJETO
INTEGRADO do semestre. Idealmente, estas equipes poderão alterar a composição de seus membros
visando propiciar a superação de dificuldades quanto ao entrosamento dos grupos.
Os profissionais da área de engenharia são por natureza identificadores, formuladores e
solucionadores de problemas das mais diferentes ordens. E cada vez mais a solução de tais problemas
requer habilidades e competências mais elaboradas, atributos estes resultantes da combinação, do
espírito de iniciativa, pró-atividade, criatividade, conhecimento científico e tecnológico, arte, esforço,
planejamento e ação.
Assim sendo, a interdisciplinaridade é uma instância manifestada pela sociedade de
conhecimento dos nossos dias, mormente nas áreas que envolvem aplicações tecnológicas e
científicas.
Outro ponto de destaque é que os cursos de Engenharia Mecânica, Engenharia Química e
Engenharia de Produção possuem um ciclo básico comum nos dois primeiros anos do curso, o que
proporciona aos alunos a convivência com alunos de áreas diferentes trabalhando nas mesmas
equipes. Essa vivência reproduz as situações na vida profissional, nas quais o engenheiro necessita
trabalhar com equipes multiprofissionais que devem congregar para solução dos problemas.
Há de se mencionar ainda a articulação dos conhecimentos básicos e profissionais próprios da
Engenharia aos de Ciências Humanas, (incluindo Sociologia, Economia e Administração), novamente
em forma de eixo curricular, uma vez que estas disciplinas acompanham o aluno com crescente
complexidade em todos os semestres, de modo que o aluno possa articular esses conteúdos de forma
prática nos Projetos Integrados juntamente com as demais disciplinas de cada um dos semestres. Além
do curso praticar a interdisciplinaridade no plano horizontal através da integração dos conteúdos nos
projetos integrados de cada termo também proporciona a dimensão transdisciplinar pela condução em
espiral dos conteúdos e das práticas sugeridas na finalização do curso seja através do TCC, das
Atividades Complementares, dos projetos sugeridos pelas disciplinas nos últimos termos.
38
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
3.1.3.3.1 Programa de Formação Complementar (PFC)
Trata-se de um programa institucional de disciplinas iniciado no início de 2013, semestral,
oferecido nos diversos níveis de complexidade - relativo ao perfil generalista de graduação - cujos
conteúdos possam complementar a formação curricular e regular oferecida pelos 26 cursos. As
disciplinas são oferecidas nos formatos: presencial, semipresencial e a distância, nas quatro grandes
áreas assim denominadas: Saúde, Exatas, Humanas e Agrárias. Seus conteúdos não concorrem com
os das disciplinas regulares dos cursos de graduação.
A iniciativa é organizada pela Pró-Reitoria de Extensão e do Núcleo de Estudos Avançados
(NEA) do UNIFEB, a partir de propostas enviadas por todos os segmentos da instituição, e pode
envolver propostas advindas tanto do corpo de funcionários da FEB como também com a participação
de profissionais externos.
Trata-se de uma proposta que oferece total flexibilidade ao aluno, sendo possível cursar apenas
disciplinas isoladas do Programa, bem como o conjunto como um todo, denominado como “módulo
básico”. Os cursos poderão ser aproveitados para completar a carga horária necessária das Atividades
Complementares dos respectivos cursos.
A partir de pesquisa preliminar realizada com uma amostra dos alunos dos cursos do UNIFEB,
verificou-se o grau de necessidade e aceitabilidade da proposta, como também a indicação dos
conteúdos mais desejados no formato de cursos complementares, extra-curriculares.
Quanto aos cursos oferecidos pela instituição no 1. semestre de 2013, destacam-se:
4 disciplinas em forma de um Módulo Básico:
• Aprender a estudar (na modalidade à distância)
• Inglês – nível iniciante (na modalidade presencial)
• Organização de plano de carreira (na modalidade presencial)
• Informática (na modalidade à distância)
Como opção adicional ao Módulo Básico:
• Curso de Libras (na modalidade presencial)
• Aptidão física (na modalidade presencial)
• Gerenciamento de qualidade (na modalidade presencial)
• Melhorando a qualidade de vida (na modalidade semipresencial)
• Leitura e Interpretação NBR ISO 9001:2008 (na modalidade presencial)
• Leitura e Interpretação NBR ISO 14001:2004 (na modalidade presencial)
• Programa “5S” – Implantação e Auditorias (na modalidade presencial)
39
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
3.1.3.4 Coerência Entre a Matriz Curricular e o Perfil de Egresso do Curso
Em consonância com a proposta de Integração dos conteúdos da política de ensino proposta
no item3. 1, procura-se viabilizar uma visão sistema de todos os elementos curriculares, de forma a
cada uma das características servir de complemento e otimização quanto aos objetivos de qualidade
de ensino e formação propostos pela instituição.
A matriz curricular contempla os diferentes componentes curriculares que podem ser
classificados como sendo fixas e variáveis. A parte fixa da matriz representa a sequência tal qual é
visualizada na forma da grade (item 3.1.2.3), uma sequência de disciplinas, em que há um
encadeamento de conteúdos que se inicia no nível do perfil inicial/ingressante do aluno, perpassando
os conteúdos técnicos, com o ensino e treinamento de habilidades específicas (vide os objetivos
específicos do curso, item 3.1.1.2), para então finalizar com os conteúdos propriamente profissionais,
de forma a chegar a completar o perfil de egresso contemplado neste projeto (item 3.1.1.3.)
Por último, ainda fazem parte dos conteúdos de formação do aluno àqueles propostos pela
legislação federal, de forma que se garanta uma formação gral mínima nestes tempos de fragmentação
de conhecimentos, além da superficialização dos mesmos.
3.1.3.5Avaliação Interna Discente
A partir da dimensão do processo ensino aprendizagem, que tem como objetivo verificar a
consolidação de conhecimentos e informações por parte dos alunos são utilizados indicadores
diversificados e amplos, que possam permitir uma visão mais completa do aprendizado do aluno. Esses
indicadores são tais como: presença, trabalhos escritos, apresentação de trabalhos, provas, Trabalhos
de Conclusão de Curso – TCC, Atividades Complementares, Atividades de Extensão e etc.
Para essa perspectiva de avaliação são consideradas as normas constantes do Capítulo IV (da
avaliação escolar) do Regime Interno (constante do site da instituição), que faz considerações sobre a
avaliação formal em cada disciplina considerando os seguintes aspectos de aferição:
•
o grau de aproveitamento em trabalhos escolares e provas;
• a frequência às aulas e demais atividades previstas no plano de ensino.
Quanto ao grau de aproveitamento podem constar provas escritas e/ou orais, testes, arguições,
estudos dirigidos, trabalhos práticos, experimentais ou de campo, relatórios, seminários, projetos,
diagnósticos, estágios ou pesquisas, tendo por base o conteúdo programático da disciplina, previsto no
plano de ensino, previamente aprovado pelo respectivo Conselho de Curso.
No caso de disciplinas com características especiais, tais como estágios supervisionados,
disciplinas de projetos, laboratórios, trabalhos de conclusão de curso, monografias e outras, o resultado
final da avaliação da aprendizagem deve obedecer também às normas específicas do curso, aprovadas
pelo Conselho de Curso.
40
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
As normas específicas referentes à avaliação da aprendizagem, adotadas pelo docente
responsável pela disciplina, devem ser divulgadas aos acadêmicos juntamente com o plano de ensino
no início do período letivo.
Em cada período letivo, cada docente responsável por disciplinas deve apresentar no mínimo
duas notas parciais que comporão, através de média aritmética, a média final do aluno. As notas
parciais devem ser lançadas pelo docente no Sistema de Gerenciamento Acadêmico - R.M., programa
disponível no site do UNIFEB para conhecimento dos alunos, nas datas estabelecidas no Calendário
Acadêmico.
Nas avaliações da aprendizagem, o docente deve verificar o domínio dos tópicos constantes
do programa e ministrados na disciplina, bem como os aspectos qualitativos relativos ao
desenvolvimento de atitudes e habilidades, descritos no plano de ensino.
As avaliações da aprendizagem devem ser realizadas em dia letivo, preferencialmente no
horário de aula da disciplina/turma. Outros dias, horários e locais podem ser acordados com o docente
responsável pela disciplina e a maioria simples dos acadêmicos a serem avaliados.
Ao final do período letivo, o sistema de registro acadêmico processa, automaticamente, a Média
Final do aluno, correspondente às notas parciais fornecidas pelo docente responsável pela disciplina.
O resultado da avaliação da aprendizagem é efetuado através de notas parciais e da Média Final,
expressas em valor numérico na escala de 0 (zero) a 10 (dez), com aproximação de uma casa decimal.
É considerado aprovado o discente que satisfizer as condições de frequência igual ou superior
a 75% e média aritmética, das duas notas parciais, igual ou superior a 5,0 (cinco).
Poderá requerer a realização de Prova Substitutiva o acadêmico que não alcançou a Média
Final maior ou igual a 5,0 (cinco inteiros) ou não tenha comparecido a alguma das avaliações. Esta
prova substitutiva deve abordar todo o conteúdo programático da disciplina em curso, de acordo com
os critérios estabelecidos pelo docente responsável pela disciplina; e ser aplicada no final do semestre
letivo e após a divulgação da média final. Fica a critério do professor responsável pela disciplina se a
nota da prova substitutiva substituirá apenas a avaliação escrita ou a composição de avaliações que
formam a nota parcial.
O acadêmico que se julgar prejudicado pode requerer revisão de avaliação da aprendizagem
à Secretaria Geral, mediante requerimento acadêmico devidamente justificado, desde que esta revisão
de avaliação tenha por objeto um instrumento de avaliação que tenha sido realizado por escrito. O
requerimento com o pedido de revisão deve ser apresentado junto à Secretaria Geral, respeitando o
período de revisão constante no Calendário Acadêmico. A revisão será feita pelo docente responsável
pela disciplina juntamente com o aluno solicitante, em horário previamente agendado e o resultado da
revisão é encaminhado à Coordenação de Curso, devidamente justificado, para que se proceda ao
registro acadêmico da nota referente à avaliação revisada.
O acadêmico que não obtiver aprovação em uma disciplina deve cursá-la em semestre
posterior até obter aprovação em Regime de Dependência. Para o aluno em Regime de Dependência
o limite máximo de disciplinas a serem cursadas será igual ao número de disciplinas do termo,
adicionado de mais três, priorizando-se as dependências.
41
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
Caso haja conflito de horário entre os componentes curriculares a serem cursados em Regime
de Dependência e os do termo curricular, o aluno deverá, no seu requerimento de matrícula, priorizar
as disciplinas em Regime de Dependência.
Para a efetivação da matrícula, o requerimento deve ser deferido pela Coordenação do Curso.
Quando da realização da matrícula, a Coordenação de Curso é responsável por assessorar o aluno na
composição dos componentes curriculares que deverá cursar no semestre.
O aluno matriculado em componentes curriculares a serem cursados em Regime de
Dependência deverá cumpri-los obedecendo aos mesmos critérios de assiduidade e aproveitamento
exigidos para a turma regular.
3.1.3.5.1Formas de Recuperação do Aluno
Ao final do período letivo, o aluno que não conseguiu o aproveitamento mínimo, com nota
inferior a cinco na disciplina, tem a oportunidade de fazer nova avaliação, e substituir uma das notas
bimestrais mais baixas, refazendo sua média e podendo alcançar a condição de aprovado. Entende-se
que esta nova oportunidade poderá ajudar o aluno a rever conceitos, ler com mais cuidado a matéria,
recuperando o conteúdo e o aproveitamento.
Com o mesmo objetivo, os alunos que tiveram suas atividades acadêmicas suspensas por
algum problema de saúde, com comprovada permissão de licença diante da legislação, também têm a
oportunidade de apresentar trabalhos para repor os conteúdos perdidos em função das faltas.
3.1.3.6 Avaliação Institucional Externa
Dias Sobrinho (1995) aponta que "A Universidade é compreendida como um conjunto de
processos e relações que se produzem em seu cotidiano. É uma instituição social de caráter
essencialmente pedagógico. É vista como construção social e histórica". Portanto, não é uma realidade
acabada, pronta. Daí o sentido dinâmico e processual da avaliação. O cotidiano das universidades é
feito de processos de diferenciação e de convergências, pois não são instituições unidirecionais, nem
tampouco totalidades sem contradições, onde a divisão do trabalho e a multiplicidade funcional são
articuladas umas com as outras.
Avaliação serve para pensar e planejar a prática docente e nessa reflexão torna-se um recurso
para melhorar os processos pedagógicos. Avaliação tem o significado e valor de servir à tomada de
consciência sobre a prática. Destrinchar o significado das práticas da avaliação talvez seja um caminho
para penetrar no significado da educação institucionalizada. Para os professores não interessa colocar
a avaliação apenas como um problema técnico-pedagógico que deve resolver em seu ensino, mas
também concebê-la como um caminho para entender o currículo real do aluno. Além da compreensão
da realidade dos alunos, a avaliação permite entender a realidade dos professores, perceber o clima
institucional, as relações com a sociedade e os efeitos do currículo oculto da educação (FRIZZO, 2003).
42
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
No ano de 2011 os alunos do curso de Engenharia Química foram dispensados do Exame
Nacional de Desempenho Acadêmico (ENADE) de acordo com o art. 3º da Portaria Normativa nº 8/2011
que prevê, em seus §§ 3º e 4º, as situações de dispensa de estudantes ingressantes. São considerados
estudantes ingressantes aqueles que tenham iniciado o curso, oriundos do principal processo seletivo
da IES, com matrícula inicial no ano letivo de 2011 em curso a ser avaliado pelo ENADE. Nos termos
do art. 5º, § 5º da Lei nº. 10.861/2004 e, em consonância com o art. 33-F da Portaria Normativa nº.
40/2007, em sua atual redação. Como o curso, no ano de 2011, não possuía alunos concluintes,
nenhum aluno passou por processo de avaliação até o momento, pois são considerados estudantes
concluintes (último ano do curso) aqueles que tiverem concluído pelo menos 80% (oitenta por cento)
da carga horária mínima do currículo do curso da IES ou aqueles estudantes que tenham condições
acadêmicas de conclusão do curso no ano letivo de 2011. Na ocasião, os alunos cursavam o 3o
(terceiro) ano.
A qualidade de ensino hoje, mais do que uma ânsia da sociedade brasileira, é uma necessidade
face aos desafios que a modernidade impõe. Deseja-se que o processo de avaliação institucional
prossiga, seja ampliado e caminhe responsavelmente, creditando o próprio processo fortalecido pela
capacidade de analisar-se criticamente nos acertos e limitações. Desta forma, o compromisso do
UNIFEB com a qualidade de ensino tem se moldado de acordo com as expectativas atuais de mercado
e da sociedade de uma maneira geral.
- DIAS SOBRINHO, J. Universidade: processos de socialização e processos pedagógicos. In: DIAS
SOBRINHO, J.; BALZAN, N. C. Avaliação institucional: teoria e experiências. São Paulo: Cortez, 1995.
- FRIZZO, M. A importância da avaliação institucional para a melhoria da qualidade de ensino: a
experiência de uma instituição de ensino superior. XXIII Encontro Nacional. de Engenharia de Produção, Ouro
Preto, MG, Brasil, 21 a 24 de out de 2003.
3.1.4 Ementas
1º TERMO
INTRODUÇÃO À ENGENHARIA
EMENTA: Apresentação do curso de Engenharia: Matriz Curricular e Projeto Pedagógico do Curso. O
papel do engenheiro no contexto social e tecnológico. Exercício profissional: regulamentação,
legislação e ética profissional. Mercado de trabalho. Sistema CONFEA/CREA. Sistema CRQ/CREA.
Princípios do Projeto Integrado para Engenharia. Acompanhamento dos projetos iniciais.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
BAZZO, W. A. Introdução à engenharia. 4. ed. Revisada. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2008.
43
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
FERRAZ, H. A Formação do engenheiro: um questionamento humanístico. São Paulo: Ática,1983.
ANDRADE, M. M. Redação prática: planejamento, estruturação, produção do texto. São Paulo: Atlas,
2001.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação:
referências – elaboração. Rio de Janeiro, 2002.
ANDRADE, M. M. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico: Elaboração de trabalho de
Graduação. São Paulo: Atlas, 1999.
DIEHL, A. A.; TATIM, D. C. Pesquisa em Ciências Sociais Aplicadas: Métodos e Técnicas. São
Paulo: Prendice Hall, 2004.
FAUREZ, G. A Construção das Ciências: Introdução à Filosofia e à Ética das Ciências. São Paulo,
/UNESP, 1995.
_________________________________________________________________
ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA
EMENTA: Matrizes, Determinantes. Coordenadas Cartesianas no Plano; Equação da Reta; Vetores,
Produto Escalar, Produto Vetorial, Duplo, Misto. Teoria Angular; Distâncias; Áreas; Circunferência;
Cônicas: elipse, hipérbole e parábola.
REFERÊNCIAS BÁSICAS:
STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P.. Álgebra linear. 2.ed. São Paulo: Mc Graw-Hill, 1987
LIMA, R. B. Curso Básico de Vetores. Vol. 1. São Paulo: Editora J. A. Queiroz,1981.
LIMA, E. L.; CARVALHO, P. C. P.; WAGNER, E.; MORGADO, A. C. A Matemática do Ensino Médio.
Vol. 02. Coleção do professor de matemática. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Matemática,
2003.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES:
MACHADO, A.S., Matemática. Vol. 1, 2 ,3, 4, 5, 6. Coleção Matemática, Temas e Metas São Paulo:
Atual, 1997.
WINTERLE, Paulo. Vetores e Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 2000.
IMENES, L. M. P. Algebra. 12a edição, São Paulo: Atual, 1999.
_________________________________________________________________
FUNDAMENTOS DA MATEMÁTICA
EMENTA: Números Reais; Potências; Funções Exponenciais; Propriedades dos Logaritmos; Funções
Logarítmicas; Introdução à Trigonometria e Números Complexos.
REFERÊNCIAS BÁSICAS:
MACHADO, A.S., Matemática. Vol. 2. Coleção Matemática, Temas e Metas São Paulo: Atual, 1998.
IEZZI, G. Fundamentos da Matemática Elementar: Trigonometria. Vol. 03, 7a ed. São Paulo: Atual,
1993
IEZZI, G. Fundamentos da Matemática Elementar: Complexos/Polinômios/Equações, vol. 06. 7ª
edição. São Paulo – SP: Atual 1993.
DEMANA, F .D.; WAITS B. K.; FOLEY G.D.; KENNEDY D. Pré-cálculo. São Paulo: Addison Wesley,
2009.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES:
LIMA, E. L.; CARVALHO, P. C. P.; WAGNER, E.; MORGADO, A. C. A Matemática do Ensino Médio.
Vol. 02. Coleção do professor de matemática. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Matemática,
2003.
IEZZI, G. Fundamentos da Matemática Elementar: Conjuntos Funções, vol. 01. 7ª edição. São Paulo:
Atual 1993.
SMOLE, K. C. S. DINIZ, M. I. Ler, escrever e resolver problemas: Habilidades Básicas para Aprender
Matemática. 1a edição, [S.l.: s.n.], 2001.
44
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
_________________________________________________________________
TÉCNICAS DE REDAÇÃO E ORATÓRIA
EMENTA: Comunicação. Criatividade. Habilidades linguísticas características do bom leitor. Produção
de textos a partir de gêneros específicos. Revisão gramatical. Práticas de Oratória.
REFERÊNCIAS BÁSICAS:
ALVES, L. S. A arte da oratória: técnicas de oratória moderna e comunicação eficiente. Brasília:
Editora Jurídica, 2004.
FIORIN, J.L; SAVIOLI, F.P. Para entender o texto: leitura e redação. 16 ed. São Paulo: Ática, 2006.
MOYSÉS, Carlos Alberto. Língua Portuguesa: atividades de leitura e produção de texto. 3.ed. revisada
e atual. São Paulo: Saraiva, 2009.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES:
BAZZO, W.; VALLE, P. L. T. Introdução à engenharia: conceitos, ferramentas e comportamentos.
Florianópolis: Editora da UFSC, 2008.
GARCIA, O.M. Comunicação em prosa moderna. São Paulo: Ed. da Fundação Getúlio Vargas, 2004
MAINGUENEAU,D. Análise de textos de comunicação. 6.ed. Ed. Cortez, 2011
________________________________________________________________
CÁLCULO DIFERENCIA E INTEGRAL I
EMENTA: Estudo das funções. Funções de 1º e 2º grau. Funções crescentes e decrescentes. Máximos
e mínimos de funções. Limites: noção intuitiva; conceito formalizado. Técnicas de indeterminação.
Limites que envolvem infinito. Funções contínuas. Derivadas: definições; retas tangentes e taxa de
variação; Interpretação geométrica; técnicas de diferenciação; regra da cadeia; derivada de ordem
superior. Aplicações das derivadas.
REFERÊNCIAS BÁSICAS:
ÁVILA, G. Cálculo I: funções de uma variável. vol. 1, 6a ed. Rio de Janeiro: LTC Editora, 1994.
FLEMMING, D. M; GONÇALVES, M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação e integração. 6ªed. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. vol 1, 12a ed. São Paulo: Makron Books
Editora, 1994.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES:
HOFFMANN, L. D.; BRADLEY, G. L. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. 7ªed. Rio de
Janeiro: LTC Editora, 2002.
IEZZI, G.; MURAKAMI, C. Fundamentos da Matemática Elementar: Conjuntos e Funções. Vol, 14ª
ed. São Paulo: Atual Editora, 1993.
IEZZI,G. Fundamentos da Matemática Elementar: Limites, Derivadas, Noções de Integral. vol 8, 4ª
ed. São Paulo: Atual Editora, 1996.
GUIDORIZZI, H.L. Um Curso de Cálculo.vol 1, 5a ed. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2001.
_________________________________________________________________
COMPUTAÇÃO PARA ENGENHARIA
EMENTA: Treinamento de métodos de planejamento e execução de rotinas de trabalho ligadas a
softwares do tipo PROJECT para a elaboração do Projeto Integrado para Engenharia. Utilizar software
alternativo, do tipo Project, editor de texto, editor de cálculos e de apresentação. Introduzir o uso de
software matemático como auxílio às disciplinas de Cálculo.
REFERÊNCIAS BÁSICAS:
SILVA, Mário Gomes da, Informática: Terminologia Básica, Windows XP, Word XP e Excel XP. São
Paulo: Érica, 2004.
45
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
TREMBLAY, J. P.; BUNT, R. B. Ciência dos Computadores: Uma Abordagem Algorítmica. São Paulo:
MacGraw HILL, 1983.
VELLOSO, F. C. Informática: Conceitos Básicos. 4a ed. São Paulo: Campus, 1999.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES:
CARIBE, R., CARIBE, C., Introdução à Computação. São Paulo: FTD, 1998.
SANTOS, A. de A. A Informática na empresa. São Paulo: Atlas, 1998.
MEIRELLES, F. S. Informática. 2a edição. São Paulo: Makron Books, 1994.
_________________________________________________________________
CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
EMENTA: A ciência e as ciências Humanas e Sociais; Cultura; Fundamentação: ciência e Sociologia.
Papel e desenvolvimento da Sociologia. Perspectiva da Sociologia no âmbito político-econômico e
sociocultural. Análise dos aspectos básicos da vida humana coletiva, cultura brasileira.
REFERÊNCIAS BÁSICAS:
VILA NOVA, S. Introdução à Sociologia. São Paulo: Ed. Atlas, 1995.
HOLANDA, S. B. Raízes do Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 2005.
BAUMAN, Z. Globalização: As consequências humanas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES:
CAMPBELL, C. A ética romântica e o espírito do consumismo moderno. Rio de Janeiro: Rocco,
2001.
BAHIA, R. Das Luzes à desilusão: O conceito de indústria cultural em Adorno e Horkheimer. Belo
Horizonte: Autêntica, 2004.
BOMENY, H. Os intelectuais da Educação. 2a edição. [S.l.: s.n.]. 2003.
_________________________________________________________________
DESENHO TÉCNICO BÁSICO
EMENTA: Normas de desenho técnico. Problemas fundamentais de desenho técnico. Perspectiva
Isométrica. Escalas.
REFERENCIAS BÁSICAS:
FRENCH, T. E. Desenho Técnico. 18ª ed., Porto Alegre: GLOBO, 2010.
STAMATO, JOSE. DESENHO. 2 ed. São Paulo: MEC FENAME, 1973.
NEUFERT, E. Arte de Projetar em Arquitetura. 5. ed. São Paulo: GUSTAVO GILI , 1976.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
SILVIA, S. F. A Linguagem do Desenho Técnico. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos.
Editora S. A., 1984.
MARMO, C. Desenho Geométrico. 1. ed. São Paulo: MODERNA, 1984
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Normas Técnicas para Desenho Técnico. 1a
edição. São Paulo: ABNT, 1981.
2º TERMO
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II
EMENTA: Integral indefinida, técnicas de integração. Somas de Riemann e a Integral definida. Teorema
Fundamental do Cálculo. Aplicações da Integral Definida. Integral imprópria. Funções de várias
46
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
variáveis, definição e domínio. Limites. Derivadas parciais. Extremos de funções de várias variáveis.
REFERÊNCIAS BÁSICAS:
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica, Vol1, 2ª ed, São Paulo: Makron Books, 1994.
FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. Cálculo A, 6ª Ed., São Paulo: Makron Books, 2006.
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica, Vol2, 2ª edição, São Paulo: Makron Books,
1994.
IEZZI, G. Fundamentos da Matemática Elementar: Conjuntos Funções, vol. 01. 7ª edição. São Paulo:
Atual 1993.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES:
FLEMMING, D.; GONÇALVES, M. Cálculo B, 2ª edição, São Paulo: Makron Books, 2007.
HOFFMAN, L.; BRADLEY, G. Cálculo: Um curso moderno e suas aplicações, 6ª edição, São Paulo:
LTC, 1999.
IEZZI,G. Fundamentos da Matemática Elementar: Limites, Derivadas, Noções de Integral. vol 8, 4ª
ed. São Paulo: Atual Editora, 1996.
_________________________________________________________________
DESENHO TÉCNICO COMPUTACIONAL
EMENTA: Conhecimento das normas do desenho técnico e saber aplicá-las em representações 2D e
3D. Aplicar métodos de planejamento e execução de rotinas de trabalho ligadas a softwares do tipo
CAD. Comandos diversos de CAD 2D e 3D. Criação de desenhos e de maquetes eletrônicos.
REFERÊNCIAS BÁSICAS:
FERLINI, P. B. Normas para Desenho Técnico. 3a ed., São Paulo: Globo, 1978.
FRENCH, T. E. Desenho Técnico. 18ª ed., Porto Alegre: GLOBO, 2010.
SILVIA, S. F. A Linguagem do Desenho Técnico. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos.
Editora S. A., 1984.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
ZEID, I. Mastering CAD/CAM. New York: McGraw Hill, 2005.
ALVES, R. Técnicas de CAD. Apostila Departamento de Expressão Gráfica, Rio de Janeiro:
Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2002.
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Normas Técnicas para Desenho Técnico. 1a
edição. São Paulo: ABNT, 1981.
_________________________________________________________________
ELETRICIDADE BÁSICA
EMENTA: Noções básicas de eletrodinâmica, geradores e receptores , resolução de circuitos em
corrente continua, fator de potencia.
REFERÊNCIAS BÁSICAS:
BARTKOWIAK, R. A. Circuitos Elétricos. 2 ed. São Paulo: Makron Books, 1999.
BOYLESTAD, R. L. Introdução À Análise De Circuitos, 10ª ED. SÃO PAULO: PEARSON, 2004.
GUSSOW, M. Eletricidade Básica. 2aed, São Paulo: MacGraw Hill, 1997.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
EDMINISTER, J. A.Circuitos Elétricos. SÃO PAULO: MCGRAW HILL, 1985.
NILSSON, J. RIDEL, S. Circuitos Elétricos. 8aed, São Paulo: Prentice Hall, 2009.
EDMINISTER, J. A. Circuitos Elétricos: resumo da teoria – 350 problemas. 2a edição, São Paulo:
McGraw Hill, 1985.
_________________________________________________________________
FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I
EMENTA: Medidas Físicas. Movimento Retilíneo. Força e Movimento. Trabalho e Energia. Lei da
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
Conservação da Energia. Construção e análise de gráficos em papel milimetrado e di-log,
considerações gerais sobre retas e curvas. Algarismos significativos. Análise dimensional.
Experimentos: Trilho de ar, Queda livre, Alcance e Mesa de força.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER J. Fundamentos de Física. Vol. 1, 4ª ed, Rio de Janeiro:
Editora LTC, 1996.
SEARS, F.; YOUNG H. D.; FREEDMAN R. A.; ZEMANSKY, M. W. Física.Vol. 1, 12a ed., Rio de Janeiro:
LTC, 2009.
TIPLER, P. A. Física. Vol. 1. Rio de Janeiro: LTC, 1985.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
KELLER, F. J.; GETTYS, W.; SKOVE, M. Física. Vol. 1. São Paulo: Makron Books, 1999.
GOLDEMBERG, J. Física Geral e Experimental. Vol. 1. São Paulo: Edusp, 2000.
NETO, H. P. Fundamentos de Fisica Geral. São Paulo: Nobel, 1980.
_________________________________________________________________
PRINCIPIOS DE ECONOMIA
EMENTA: Relevância da economia para o Engenheiro; Microeconomia; Macroeconomia; Contabilidade
Social; Matemática Financeira e Engenharia Econômica.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
VASCONCELOS, M. A. S.; GARCIA, M. E. Fundamentos de Economia, São Paulo: Saraiva, 2008;
SANDRONI, P. (Org.). Novo dicionário de economia. 6a ed., São Paulo: Best Seller, 1994;
SILVA, C. R. L.; SINCLAYR, L. Economia e Mercados. São Paulo: Saraiva, 1996;
DORNBUSCH, R.; FISCHER, S. Introdução à Macroeconomia. São Paulo: Makron Books, 1993.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
Vídeo:
Tempos
Modernos,
de
Charlie
Chaplin.
1936.
Disponível
http://www.youtube.com/watch?v=EGSY3FsOJn0;
COSTA, F. N. Dez Lições de Economia. São Paulo: Makron Books, 2000.
FOLHA DE SÃO PAULO. Textos de Economia (página B-2).
_________________________________________________________________
em:
PROJETO INTEGRADO I
EMENTA: Desenvolver atividades interdisciplinares. Integrar os conteúdos das disciplinas.
Desenvolver trabalhos de pesquisa e desenvolver projetos com a construção de protótipos ou
maquetes. Fomentar a criatividade e desenvolver a comunicação oral e escrita
REFERÊNCIAS BÁSICAS
BAZZO, W. A. PEREIRA, L. T. V. Introdução à engenharia. Florianópolis Ed. da UFSC, 2007.
CNI. Inova Engenharia: Proposta para a modernização da educação da engenharia no Brasil. Instituto
EuvaldoLodi Instituto, São Paulo: SENAI, 2006.
FRENCH, T. E. Desenho Técnico. 18ª ed., Porto Alegre: GLOBO, 2010.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
MASETTO, M. Competência Pedagógica do Professor Universitário. São Paulo: Summus Editorial,
2003.
ANDRADE, M. M. Redação prática: planejamento, estruturação, produção do texto. Ed. Atlas: São
Paulo, 1992.
KAMINSKI, P. C. Desenvolvendo Produtos com Planejamento, Criatividade e Qualidade. 1a
edição, Rio de Janeiro: LTC, 2001.
_________________________________________________________________
QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL
48
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
EMENTA: Moléculas e Compostos. Ligação e Estrutura Molecular: Conceitos fundamentais.
Configuração dos elétrons atômicos e periodicidade química. Equações químicas e estequiometria.
Reações em solução aquosa. Orientações gerais sobre o laboratório; Noções elementares de
segurança; Introdução às técnicas básicas de trabalho em laboratório de química;Aplicações práticas
de princípios fundamentais em química;
REFERÊNCIAS BÁSICAS
BROWN, T. L.; LeMAY, H. E.; BURSTEN, B. E.; BURDGE, J. R. Química: A ciência central. 9ª ed. São
Paulo: Pearson, 2005.
KOTS, J. C.; TREICHEL, Jr. P. Química e reações químicas. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos:, 2002.
ATKINS, P., JONES, L. Princípios de Química. 1ªed. Porto Alegre: Bookman:, 2001.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
RUSSEL, J. B. Química Geral. 2ª ed. São Paulo: McGraw Hill, 1994.
BRADY, J.E.; HUMISTON, G.E. Química Geral. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1988.
FONSECA, M. R. M. Química Geral. 1a edição. São Paulo: FTD, 1992.
3º TERMO
CÁCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III
EMENTA: Integrais duplas. Integrais triplas. Coordenadas polares, cilíndricas e esféricas. Funções de
valores vetoriais. Derivadas direcionais. Integral de linha e de superfície. Teoremas de Green, Gauss e
Stokes.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica,Vol2, 2ª edição, São Paulo: MacGraw Hill,
1994.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 2, São Paulo: Harbra, 1982.
LIMA, R. B. Elementos de Álgebra Vetorial. Rio de Janeiro: Campus, 1976.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
FLEMMING, D.; GONÇALVES, M. Cálculo B, 2ª ed., Ed: Pearson Prentice Hall, 1998.
ANTON, H. Cálculo: Um novo horizonte. 6a ed., Vol. 2. Porto Alegre: Bookman, 2000.
BRADLEY, G, L. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. 6a edição, São Paulo: LTC, 1999.
_________________________________________________________________
QUÍMICA ORGÂNICA I
EMENTA: Introdução ao Estudo da Química Orgânica; Compostos Orgânicos Representativos:
estrutura; Compostos Orgânicos Representativos: nomenclatura; Compostos Orgânicos
Representativos: propriedades; Ácidos; Bases; Estereoquímica.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
MORRISON, R. T.; BOYD, R. N. Química Orgânica. 13a ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulben-kian,
1996.
ALLINGER, N. L.; CAVA, M. P.; JOHNSON, C. R.; LEBEL, N. A.; STEVENS, C. L. Química Orgânica.
2a ed., Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1976.
SOLOMONS, T. W. G. Química Orgânica. Vol. 1. Rio de Janeiro: Livro Técnico e Científico Editora S.
A., 1996.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
ROMERO, J. R. Fundamentos de Estereoquímica dos Compostos Orgânicos, Ribeirão Preto:
Holos,1998.
SOARES, B. G.; SOUZA, N. A.; PIRES, D. X. Química Orgânica. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988.
BRUICE, P. Y. Química Orgânica. Vol. 02, 4a edição. [S.l.: s.n.], 2006.
49
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
_________________________________________________________________
FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II
EMENTA: Termologia. Dilatação térmica. Quantidade de Calor. Primeira e segunda leis da
termodinâmica. Tensão superficial. Hidrostática. Princípios de óptica. Ondulatória.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER J. Fundamentos de Física. Vol. 2, 4ª ed, Rio de Janeiro:
Editora LTC, 1996.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER J. Fundamentos de Física. Vol. 4, 6ª ed, Rio de Janeiro:
Editora LTC, 1996.
SEARS, F.; YOUNG H. D.; FREEDMAN R. A.; ZEMANSKY, M. W. Física.Vol. 2, 12a ed., Rio de Janeiro:
LTC, 2009.
TIPLER, P. A. Física. Vol. 1. Rio de Janeiro: LTC, 1985.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
SILVA, W. P., CLEIDE, M. D. Tratamento de Dados Experimentais, 2ª Edição, João Pessoa: Editora
Universitária, 1998.
KELLER, F. J.; GETTYS, W.; SKOVE, M. Física. Vol. 1. São Paulo: Makron Books, 1999.
GOLDEMBERG, J. Física Geral e Experimental. Vol. 1. São Paulo: Edusp, 2000.
_________________________________________________________________
MÉTODOS COMPUTACIONAIS APLICADOS À ENGENHARIA
EMENTA: Desenvolvimento de algoritmos. Tipos de Dados. Estruturas de Controle: sequencia, seleção
e interação. Utilização da linguagem C para a implementação dos algoritmos.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
ZIVIANI, N. Projeto de Algoritmos com implementações em Pascal e C. São Paulo: Thomson, 2002.
GUIMARÃES, A. M.; LAGES, N. A. C. Algoritmos e Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: LTC, 1994.
WIRTH, N. Algoritmos e Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
MANZANO, J. A., OLIVEIRA, J. F. Algoritmos: Lógica para Desenvolvimento de Programação de
Computadores. São Paulo: Editora Érica, 2000.
GOTTFRIED, B. S. Programação em Pascal. São Paulo: McGraw Hill, 1988.
BECKER, C. G. Algoritmos Estruturados. 3a edição, São Paulo: Guanabara Koogan, 1999.
_________________________________________________________________
QUÍMICA INORGÂNICA I
EMENTA: Ligações e estrutura molecular. Formação da ligação química: ligação covalente e ligação
iônica. Estrutura de Lewis e a regra do octeto. Teoria de repulsão dos pares de elétrons na camada de
valência e a forma das moléculas. Propriedades da ligação química: ordem de ligação, comprimento
de ligação e energia de ligação. Ressonância. Carga formal. Eletronegatividade e polaridade das
ligações. Teoria da Ligação de Valência.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
LEE, J. D. Química inorgânica não tão concisa. São Paulo: Edgard Blücher, 2006.
SHRIVER, D. F.; ATKINS P. W. Química Inorgânica. Porto Alegre: Bookman, 2008.
KOTZ, J. C.; TREICHER, Jr, P. Química e Reações Químicas. Vol. 1, Rio de Janeiro: LTC, 1998.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
RUSSEL, J. B. Química Geral.Vol. 1.São Paulo: Makron Books, 2008.
COTTON, F. A. Chemical Applications of group theory.3° ed., New York: Wiley, 1990.
CARVALHO, G. C. Química: Funções inorgânicas. São Paulo: Anglo, 1985.
_________________________________________________________________
50
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
PRINCÍPIOS DE ADMINISTRAÇÃO
EMENTA: Administração: teoria, ciência e prática. O trabalho em grupo. Liderança. Motivação.
Processos Administrativos. Estrutura organizacional. Administração Estratégica. Formulação de
estratégias: nível empresarial, unidade de negócios, portfólio e funcionais. Implementação de
estratégias: estrutura organizacional e liderança, cultura organizacional. Controle estratégico.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
BATEMAN. T. S. SNELL. S. A. Administração: construindo vantagem competitiva. São Paulo:
Atlas. 1998.
BERNARDES, C; MARCONDES, R. C. Teoria Geral da Administração. São Paulo: Saraiva, 2003.
CHIAVENATTO, I. Introdução à Teoria Geral da Administração. São Paulo: Makron Books, 1993.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
ROBBINS, S. P., DECENZO, D.A. Fundamentos de Administração: conceitos essenciais e
aplicações. 4 e. São Paulo: Prentice Hall, 2004.
SILVA, R. O. Teorias da Administração. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008
CHIAVENATTO, I. Administração. 2a edição. São Paulo: Makron Books, 1994.
_________________________________________________________________
PROJETO INTEGRADO II
EMENTA: Desenvolvimento de atividades interdisciplinares. Integração os conteúdos das disciplinas
estudadas durante o terceiro semestre e semestres anteriores. Desenvolvimento projetos com
construção de protótipos, maquetes e outros.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
BAZZO, W. A. PEREIRA, L. T. V. Introdução à engenharia. Florianópolis Ed. da UFSC, 2007.
CNI. Inova Engenharia: Proposta para a modernização da educação da engenharia no Brasil. Instituto
Euvaldo Lodi Instituto, São Paulo: SENAI, 2006.
FRENCH, T. E. Desenho Técnico. 18ª ed., Porto Alegre: GLOBO, 2010.
51
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
MASETTO, M. Competência Pedagógica do Professor Universitário. São Paulo: Summus Editorial,
2003.
ANDRADE, M. M. Redação prática: planejamento, estruturação, produção do texto. Ed. Atlas: São
Paulo, 1992.
KAMINSKI, P. C. Desenvolvendo Produtos com Planejamento, Criatividade e Qualidade. 1a
edição, Rio de Janeiro: LTC, 2001.
4º TERMO
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL IV
EMENTA: Equações diferenciais Ordinárias. Equações Diferenciais Parciais. Transformada de
Laplace. Série de Fourier.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. Vol2, São Paulo: Makron Books, 1994.
BOYCE, W. E. [et al] Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Contorno. Rio de Janeiro:
LTC, 1999.
LARSON, R. E.; HOSTETLER, R. P.; Edwards, B. H. Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 02, Rio
de Janeiro: LTC, 1994.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo, vol. 3, Rio de Janeiro: LTC, 1997.
SPIEGEL, M. R., Equações Diferenciais e Transformada de Laplace. São Paulo: McGraw-Hill, 1979.
MAURER, W. A. Curso de Cálculo Diferencial e Integral: equações diferenciais. São Paulo : Edgard
Blucher, 2002.
_________________________________________________________________
CIÊNCIAS DO AMBIENTE
EMENTA: A engenharia no contexto ambiental. Biosfera. Conceitos básicos em ecologia. Ecologia das
comunidades. Ciclos biogeoquímicos. Poluição, contaminação, impacto ambiental e saneamento.
Recursos naturais renováveis: ar, água e solo. Geração e disposição de resíduos sólidos. EIA-RIMA.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
BRAGA, B. et al. Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2002.
ODUM, E.P. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara. 1988.
PHILIPI Jr., G. T.; ROMERO, M. A.; BRUNA, G. C. Curso de Gestão Ambiental. Barueri: Manole,
2004.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
TIBOR, T.; FELDMAM, I. ISO 14000 Um guia para as novas normas de gestão Ambiental, São
Paulo: Futura, 1996.
MOTA, S. Urbanização e meio ambiente. Fortaleza: UFC, 1999.
SPIRO, T. G.; STIGLIANI, W. M. QUIMICA AMBIENTAL. 2a edição. São Paulo: Person Prentice Hall,
2009.
_________________________________________________________________
ESTATÍSTICA APLICADA À ENGENHARIA
EMENTA: Conceitos básicos de probabilidade e estatística descritiva. Principais distribuições discretas
e continuas: Binomial, Hipergeométrica, Poisson, Normal, t, F, Chi-quadrado. Amostragem. Estimação.
Teste de Hipóteses e intervalo de confiança para média, proporção e variância. Regressão e
Correlação. Teste de comparação de médias: Noções de Planejamento Experimental.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
52
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
MORENTTIN, P. A. Estatística Básica: Probabilidades. São Paulo: Makron Books, 2001.
TRIOLA, M. F. Introdução a Estatística. São Paulo : LTC, 2008.
HOEL, P. G. Estatística Matemática. São Paulo: Guanabara Dois, 1980
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
MEDEIROS, E. S. Matemática e Estatística Aplicada. São Paulo: Atlas, 1999.
SILVA, S. M. Matemática e Estatística Aplicada. São Paulo: Atlas, 1999.
WALPOLE, R. E., MYERS, R. H., MYERS, S. L. e YE, K. Probabilidade e Estatística para Engenharia
e Ciências, 8a edição, São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.
_________________________________________________________________
QUÍMICA INORGÂNICA II
EMENTA: Ácidos e bases de Arrhenius, Bronsted-Lowry e Lewis. Forças intermoleculares: forças íondipolo; as forças dipolo-dipolo; as forças de London; a ligação de hidrogênio. Complexos metálicos ou
compostos de coordenação. Nomenclatura dos compostos de coordenação. Isomeria geométrica e
óptica dos compostos de coordenação. Teoria de Grupos – Simetria Molecular.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
LEE, J. D. Química inorgânica não tão concisa. São Paulo: Edgard Blücher, 2006.
SHRIVER, D. F.; ATKINS P. W. Química Inorgânica. Porto Alegre: Bookman, 2008.
KOTZ, J. C.; TREICHER, Jr, P. Química e Reações Químicas. Vol. 1, Rio de Janeiro: LTC, 1998.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
RUSSEL, J. B. Química Geral.Vol. 1. São Paulo: Makron Books, 2008.
COTTON, F. A. Chemical Applications of group theory.3° ed., New York: Wiley, 1990.
CARVALHO, G. C. Química: Funções inorgânicas. São Paulo: Anglo, 1985.
_________________________________________________________________
FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL III
EMENTA: Carga elétrica. Lei de Coulomb. O campo elétrico. Lei de Gauss. Potencial elétrico.
Capacitância, Capacitores e Dielétricos. Campo magnético. Fontes de Campo Magnético. Lei de
Ampére. Magnetismo em materiais. Indução, Lei de Faraday. Lei de Lenz.
Laboratório: Corrente Elétrica e Resistência Elétrica. Aparelhos de medições elétricas: voltímetro,
amperímetro e ohmímetro. Curva característica de elementos lineares e não lineares. Carga e descarga
de um capacitor. Leis de Kirchhoff. Mapeamento de campos elétricos. Ondas estacionárias. Óptica
geométrica. Uso do osciloscópio.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física. Vol. 3. Rio deJaneiro: LTC,
1996.
EDMINISTER, J. A. Eletromagnetismo.Vol 01, São Paulo: McGraw Hill, 1980.
MORETTO, V. P. Eletricidade e Eletromagnetismo. Vol. 04. São Paulo : ATICA, 1990.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
GOLDEMBERG, J. Física Geral e Experimental. Vol. 1. São Paulo: Edusp, 2000.
KELLER, F. J.; GETTYS, W.; SKOVE, M. Física. Vol. 1. São Paulo: Makron Books, 1999.
NUSSENSVEIG, H. M. Curso de Física Básica. Vol. 3. São Paulo: Edgard BlücherLtda, 1981.
_________________________________________________________________
QUÍMICA ORGÂNICA II
EMENTA: Isomeria. Modelos e Projeções. Mecanismos das reações orgânicas. Reações de adição.
Reações de eliminação. Reações de substituição. Reações de oxidação. Polímeros.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
MORRISON, R. T.; BOYD, R. N. Química Orgânica. 13a edição. Lisboa: Fundação CalousteGulbenkian, 1996.
53
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
ALLINGER, N. L.; CAVA, M. P.; JOHNSON, C. R.; LEBEL, N. A.; STEVENS, C. L. Química Orgânica.
2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1976.
SOLOMONS, T. W. G. Química Orgânica. Vol. 1. Rio de Janeiro: Livro Técnico e Científico Editora S.
A., 1996.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
ROMERO, J. R. Fundamentos de Estereoquímica dos Compostos Orgânicos, Ribeirão Preto:
Holos,1998.
SOARES, B. G.; SOUZA, N. A.; PIRES, D. X. Química Orgânica. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988.
BRUICE, P. Y. Química Orgânica. Vol. 02, 4a edição. [S.l.: s.n.], 2006.
_________________________________________________________________
PROJETO INTEGRADO III
EMENTA: Projetar, Desenvolver, relatar e apresentar o protótipo de um projeto de Engenharia com
aplicação e sustentabilidade. Estudos interdisciplinares. Abordagem holística para engenheiros.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
BAZZO, W. A. PEREIRA, L. T. V. Introdução à engenharia. Florianópolis Ed. da UFSC, 2007.
CNI. Inova Engenharia: Proposta para a modernização da educação da engenharia no Brasil. Instituto
Euvaldo Lodi Instituto, São Paulo: SENAI, 2006.
FRENCH, T. E. Desenho Técnico. 18ª ed., Porto Alegre: GLOBO, 2010.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
MASETTO, M. Competência Pedagógica do Professor Universitário. São Paulo: Summus Editorial,
2003.
ANDRADE, M. M. Redação prática: planejamento, estruturação, produção do texto. Ed. Atlas: São
Paulo, 1992.
KAMINSKI, P. C. Desenvolvendo Produtos com Planejamento, Criatividade e Qualidade. 1a
edição, Rio de Janeiro: LTC, 2001.
5º TERMO
CÁLCULO NUMÉRICO
EMENTA: Análise de erros; Série Taylor; Interpolação polinomial; Soluções de equações
transcendentes; Integração numérica; Ajuste de curvas de modelos lineares e não lineares.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
RUGGIERO, M. A. G., LOPES, V. L. R. Cálculo Numérico: Aspectos Teóricos e Computacionais. São
Paulo: Makron Books, 1999.
BARROSO, L. C.; Barroso, M. M. A.; Campos, F. F.; Carvalho, M. L. B.; Maia M. L. l. Cálculo Numérico:
com aplicações. São Paulo: Harbra, 1987.
LOPES, V. L. R. Cálculo Numérico. Vol. 02. São Paulo: Makron Books, 1996.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
CONTI, S. D. Elementos de Análise Numérica, Porto Alegre: Globo, 1998.
CLAUDIO, D. M.; MARTINS, J. M. Calculo numérico computacional: teoria e pratica. 3. edição. São
Paulo: Atlas, 2000.
FRANCO, N. B. Cálculo Numérico. 1a edição. [S.l.: s.n.], 2006.
_________________________________________________________________
QUÍMICA ANALÍTICA I
54
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
EMENTA: Análise inorgânica qualitativa; estudo da separação e identificação de cátions e ânions;
equilíbrio químico de ácidos e bases fracos; introdução à eletroquímica.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
VOGEL, A. I. Química analítica qualitativa. 5a edição. São Paulo: Mestre Jou, 1981.
BACCAN, N.; ALEIXO, L. M.; STEIN, D.; GODINHO, O. E. S. Introdução à Semimicroanálise
Qualitativa.4a edição. Campinas: Unicamp, 2001.
KOTZ, J. C.; TREICHEL, Jr.; P. Química e reações químicas. 4a edição. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química: Questionando a vida moderna e o Meio Ambiente. 1a
edição. São Paulo: BOOKMAN, 2001.
HARRIS, D. C. Análise Química Quantitativa. 8a edição. São Paulo: LTC, 2012.
RAIJ, B. V. Análise Química do Solo para fins fértil. 1a edição. São Paulo: FUNDACAO CARGI,
1987.
_________________________________________________________________
EMPREENDEDORISMO
EMENTA: Introdução ao Empreendedorismo. Perfil do Empreendedor. Noções de Visão e
oportunidade. Fundamentação teórica do Empreendedorismo. Plano de Negócios. Projeto de vida
(comportamento e planejamento). Palestras, filmes e estudo de casos.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
DOLABELA, F. O segredo de Luísa. São Paulo: Cultura, 1999. _____. Oficina do empreendedor. São
Paulo: Cultura, 1999.
DOLABELA, F. Oficina do Empreendedor. São Paulo: Cultura Editores Associados, 2002.
BANGS JR, D. H. Planejamento de negócios. São Paulo: Nobel, 2005;
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
FREIRE, A. Paixão por Empreender: como colocar suas ideias em prática: como transformar sonhos
em projetos bem sucedidos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
SALIM, C. S. et. al. Administração Empreendedora. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
SANTOS, J. R. Ensino de empreendedorismo no Brasil. Belo Horizonte: SOGRAFE, 2003.
_________________________________________________________________
FÍSICO QUÍMICA
EMENTA: Estudo dos Gases Ideais; Estudo dos Gases Reais; Fases Condensadas.
Laboratório: Propriedades dos Gases Ideais; Estudo das soluções coloidais; Pilhas eletroquímicas:
Pilha de Daniel; Medidas de calores de reação de neutralização e de dissolução de ácidos e bases.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
CASTELLAN, G. Fundamentos de Físico-Química. 8ª edição, Rio de Janeiro: LTC, 1999.
ATKINS, P. Físico-Química- Fundamentos. 3ª edição, Rio de Janeiro: LTC, 2003.
SMITH, J. M.,VAN NESS, H. C.,ABBOTT, M. M. Introdução à Termodinâmica da Engenharia
Química. 5ª edição, Rio de Janeiro: LTC, 2000.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
MAHAN, B. M., MYERS, R. J.,Química: um curso Universitário. 4ª edição, São Paulo: Editora Edgard
Blucher, 1995.
DAVID W. B. Físico Química. Vol. 1, 1ª edição, São Paulo: Thomson, 2005.
COVRE, G. J. Físico Química: O homem e a natureza. Vol. 02, 1a edição. São Paulo: FTD, 2000.
_________________________________________________________________
MECÂNICA DOS SÓLIDOS I
55
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
EMENTA: Tensão mecânica. Estados planos de tensão. Esforços solicitantes. Diagramas de esforços
solicitantes. Tração e compressão simples. Torção de barras de seção circular. Torção de barras de
seção qualquer.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
BEER, F. P., JOHNSTON Jr, E. R. Mecânica Vetorial para Engenheiros. São Paulo: McGraw Hill da
Brasil Ltda,1973.
HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. 7ª ed., São Paulo: Pearson, 2010.
BEER, F. P, JOHSTON JR., E. R. Resistência dos Materiais. São Paulo: Makron, 1995.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
HIBBELER, R. C. Estática: Mecânica para Engenheiros. 12ª ed. São Paulo: Pearson, 2005.
SUSSEKIND, J. C. Curso de Análise Estrutural. Vol I. Rio de Janeiro: Globo, 2003.
POPOV, E. P. Introdução a Mecânica dos Sólidos. 1a edição. São Paulo: Edgard Blucher, 1978.
_________________________________________________________________
LOGISTICA INTEGRADA
EMENTA: Conceito de Supply Chain; Conceito de Logística; Gestão de transportes: tipos de cargas e
modais utilizados; Armazenagem e Movimentação de Materiais: instalações e técnicas de transportes
internos das fábricas; Localização de instalações industriais; Estratégias de abastecimento e
distribuição; Indicadores de desempenho logístico; Projeto de sistemas logísticos.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
CHRISTOPHER, M. Logística e gerenciamento da cadeia de Suprimentos. São Paulo: Pioneira,
1997.
BALLOU, R. H. Logística Empresarial: transportes, administração de materiais, distribuição
física. São Paulo: Atlas, 1995.
KOBAYASHI, S. Renovação da logística: como definir as estratégias de distribuição física global. São
Paulo: Atlas, 2000.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
NOVAES, A. G. Sistemas Logísticos; Transporte, Armazenagem e Distribuição Física de
produtos. São Paulo: Edgard Blücher, 1989.
CHING, H. Y. Gestão de estoques na cadeia de logística integrada: Supply Chain. São Paulo: Atlas,
1999.
MARSHALL JUNIOR, I. et al. Gestão da Qualidade. 10a edição. Rio de Janeiro: FGV, 2010.
_________________________________________________________________
PROJETO INTEGRADO IV
EMENTA: Projetar, Desenvolver, relatar e apresentar o protótipo de um projeto de Engenharia com
aplicação e sustentabilidade. Estudos interdisciplinares. Abordagem holística para engenheiros.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
BAZZO, W. A. PEREIRA, L. T. V. Introdução à engenharia. Florianópolis Ed. da UFSC, 2007.
CNI. Inova Engenharia: Proposta para a modernização da educação da engenharia no Brasil. Instituto
Euvaldo Lodi Instituto, São Paulo: SENAI, 2006.
FRENCH, T. E. Desenho Técnico. 18ª edição., Porto Alegre: Globo, 2010.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
MASETTO, M. Competência Pedagógica do Professor Universitário. São Paulo: Summus Editorial,
2003.
ANDRADE, M. M. Redação prática: planejamento, estruturação, produção do texto. Ed. Atlas: São
Paulo, 1992.
KAMINSKI, P. C. Desenvolvendo Produtos com Planejamento, Criatividade e Qualidade. 1a
edição, Rio de Janeiro: LTC, 2001.
56
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
6º TERMO
QUÍMICA ANALÍTICA II
EMENTA: Técnicas básicas em análise quantitativa. Erros em análises quantitativas. Amostragem e
preparação de amostras para análise. Gravimétria. Determinações gravimétricas. Titulações de
neutralização. Titulações de precipitação. Titulações de complexação. Titulações de óxido-redução.
Colorimetria e espectrofotometria.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
VOGEL. J. M.; DENNEY, R. C.; BARNES J. D.; THOMAS, M. J. K. Análise química quantitativa. 6a
edição. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2002.
BACCAN, N.; ANDRADE, J. C. Química analítica quantitativa elementar. 3a edição. São Paulo:
Edgard Blücher, 2001.
HARRIS, D. C. Análise Química Quantitativa. 6a edição. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2005.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química. W. H. New York: Freeman and Company, 1998.
BROWN, T. L.; LeMAY, Jr. H. E.; BURSTEN, B. E.; BURDGE, J. R. Química: a ciência central.
Tradução por Robson Mendes de Matos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.
RAIJ, B. V. Análise Química do Solo para fins fértil. 1a edição. São Paulo: FUNDACAO CARGI,
1987.
_________________________________________________________________
MECÂNICA DOS SÓLIDOS II
EMENTA: Tensão mecânica. Estados planos de tensão. Esforços solicitantes. Diagramas de esforços
solicitantes. Tração e compressão simples. Torção de barras de seção circular. Torção de barras de
seção qualquer
REFERÊNCIAS BÁSICAS
HIBBELER, R.C. Estática: Mecânica para Engenharia. 12ª edição São Paulo: Pearson, 2005.
SUSSEKIND, J. C. Curso de Análise Estrutural. Vol 01. Rio de Janeiro: Globo, 2003.
BEER, F. P, JOHSTON JR., E. R. Resistência dos Materiais. São Paulo: Makron, 1995.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
BEER, F. P., JOHNSTON Jr, E. R. Mecânica Vetorial para Engenheiros. São Paulo: McGraw Hill da
Brasil Ltda, 1973.
HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. 7ª edição. São Paulo: Pearson, 2010.
POPOV, E. P. Introdução a Mecânica dos Sólidos. 1a edição. São Paulo: Edgard Blucher, 1978.
_________________________________________________________________
ÉTICA E DIREITO NA ENGENHARIA
EMENTA: Noções de Direito Civil (parte geral): capacidade, contratos, direito de propriedade. A
regulamentação profissional. Princípios éticos empresariais. Relação entre ética e trabalho Propriedade
Industrial: marcas, patentes e desenho industrial. Transferências de tecnologia e os royalties. Noções
de direito do consumidor. Noções de legislação trabalhista. Legislação e Direito Ambiental. Avaliações
de Impactos Ambientais, Certificações Ambientais, Tutela Administrativa, Civil e Penal do Ambiente,
Meios Processuais de Proteção Ambiental, Políticas Públicas Ambientais. Bioética e Biodireito.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
COELHO, F. U. Manual de Direito Empresarial. São Paulo: Saraiva, 2009.
SIRVINSKAS, L. P. Manual de Direito Ambiental. São Paulo: Saraiva, 2009.
MAMEDE, G. Direito Empresarial Brasileiro: empresa e atuação empresarial. Vol. 06. São Paulo:
Atlas, 2004.
57
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
DEL NIRO, P. A. Propriedade Intelectual: a tutela jurídica da biotecnologia. São Paulo: Atlas, 1998.
VAZQUES, A. S. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.
SILVEIRA, N. A Propriedade Intelectual e a nova Lei de Propriedade Industrial. São Paulo: Saraiva,
2000.
_________________________________________________________________
PROJETO INTEGRADO V
EMENTA: Projetar, desenvolver, relatar e apresentar o protótipo de um projeto de Engenharia com
aplicação e sustentabilidade. Estudos interdisciplinares. Abordagem holística para engenheiros.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
BAZZO, W. A. PEREIRA, L. T. V. Introdução à engenharia. Florianópolis Ed. da UFSC, 2007.
CNI. Inova Engenharia: Proposta para a modernização da educação da engenharia no Brasil. Instituto
EuvaldoLodi Instituto, São Paulo: SENAI, 2006.
FRENCH, T. E. Desenho Técnico. 18ª ed., Porto Alegre: Globo, 2010.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
MASETTO, M. Competência Pedagógica do Professor Universitário. São Paulo: Summus Editorial,
2003.
ANDRADE, M. M. Redação prática: planejamento, estruturação, produção do texto. Ed. Atlas: São
Paulo, 1992.
KAMINSKI, P. C. Desenvolvendo Produtos com Planejamento, Criatividade e Qualidade. 1a
edição, Rio de Janeiro: LTC, 2001.
_________________________________________________________________
GERENCIAMENTO DE PROJETOS
EMENTA: Introdução à Iniciação de Projetos: Contextualização e Conceito. Processos de
Planejamento, Execução, Controle e Encerramento de Projetos das áreas de conhecimento: Tempo,
Custo, Qualidade, Recursos Humanos, Comunicações, Riscos, Aquisição e Integração.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
KEELLING, R. Gerência de Projetos. 1ª edição. Rio de Janeiro: Saraiva, 2002.
NOCERA, R. J. Gerenciamento de Projetos: Teoria e Pratica. 4a edição. São Paulo: editora do próprio
autor, 2009.
JONES, M. P. Gerenciamento de Projetos: Guia prático para restauração da qualidade, 1a edição. São
Paulo: McGraw Hill, 1990.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
PFEIFFER, P. Gerenciamento de Projetos de Desenvolvimento. São Paulo: Brasport, 2005.
CLELAND, D. I.; IRELAND, L. R. Gerência de Projetos. 1ª edição. Rio de Janeiro: Reichmann&
Affonso, 2002.
VARGAS, R. V.Gerenciamento de Projetos. 6ª edição. São Paulo: Brasport, 2005.
_________________________________________________________________
FENÔMENOS DE TRANSPORTE I
EMENTA: Conceitos Básicos: quantidade de movimento, viscosidade, fluídos Newtonianos e NãoNewtonianos. Estática e cinemática de fluídos. Equações da continuidade, do movimento e de energia.
Análise dimensional e similaridade. Escoamento em Regime laminar e Turbulento, Camada Limite,
Escoamento de Fluídos Incompressíveis, Escoamento em Dutos, Medidores de Vazão, Cálculo de
perda de Carga distribuída, localizada e total, Cálculo do sistema de Bombeamento e NPSH.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
58
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
FOX, R. W.;McDONALD, A. T. Introdução à Mecânica dos Fluidos. 6a edição. Rio de Janeiro: LTC
Editora Guanabara Dois S.A., 2006.
INCROPERA, F. P.; WITT, D. P. Fundamentos da Transferência de Calor e Massa. São Paulo: LTC,
2003.
PITTS, D. R. Fenômenos de Transporte. 1a edição. São Paulo : Guanabara Koogan, 1988
ROMA, W. N. L. Fenômenos de Transporte para Engenharia. 2a edição. São Paulo: RIMA, 2006
REFERENCIAS COMPLEMENTARES
MUNSON, B. R.; YOUNG, D.F.; OKISHI, T.H., Fundamentos de Mecânica dos Fluídos. 4a edição.
São Paulo: Edgard BlücherLtda, 2002.
POTER, M. C., WIGGERT, G. D., Mecânica dos Fluidos. 3a edição. São Paulo: Thomson Pioneira,
2004.
ROMA, W. N. L. Fenômenos de Transporte para Engenharia. 2a edição. São Paulo: RIMA, 2006.
_________________________________________________________________
TERMODINÂMICA APLICADA À ENGENHARIA
EMENTA: Leis da Termodinâmica; Funções Termodinâmicas dos Sistemas Reais: Entalpia, Entropia,
Energia Livre de Gibbs, Energia Livre de Helmholtz; Funções Termodinâmicas para Sistemas com mais
que um Componente: Propriedades de mistura e função de Gibbs; Fugacidade e Atividade; Equilíbrio
de Fases: Equilíbrio Líquido-Vapor e previsão de propriedades de equilíbrio; Equilíbrio de Reações
químicas.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
WYLEN, V.; SOUNTAG. Fundamentos da Termodinâmica Clássica. 4ª edição. São Paulo: Edgard
Blucher, 1995.
SMITH, J. M. Introdução a Termodinâmica da Engenharia. 5a edição. São Paulo: Guanabara Dois,
2000.
TREVISAN, W. Termodinâmica dos Sistemas. Vol. 01. São Paulo: Edgard Blücher, 1996.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
GUEMEZ, J.; FIOLHAIS, C.; FIOLHAIS, M. Fundamentos de termodinâmica do equilíbrio, 1ª edição.
São Paulo: Fundação CalousteGulbenkian, 1998
ÇENGEL, Y.; M. BOLES, M. Termodinâmica. 3ª edição. São Paulo: McGraw-Hill, 2001.
SONNTAG, R. E., BORGNAKKE, C. Introdução à Termodinâmica para a Engenharia. São Paulo:
LTC. 2003.
7º TERMO
OPERAÇÕES UNITÁRIAS I
EMENTA: Operações e Processos Unitários. Bombeamento de Fluidos. Agitação e Mistura.
Escoamento em Meios Porosos. Transporte Hidráulico e Pneumático. Ciclones. Filtração.
Centrifugação. Sedimentação. Moagem.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
FOUST, A.S.; WENZEZ, L.A.; CLUMP, C.W.; MAUS, Z.; ANDERSEN, L.B. Princípios de operações
unitárias, 2ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 1982.
GOMIDE, R. Operações unitárias. vol. 01. São Paulo: Editora do Autor, 1983.
HIMMELBLAU, J. B. R.D. M. Engenharia Química: Princípios e Cálculos.7a edição. Rio de Janeiro:
Editora Prentice-Hall do Brasil Ltda, 2006.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
GAUTO, M. A.; ROSA, G. R. Processos e Operações Unitárias da Indústria Química. 1a edição. Rio
de Janeiro: CIENCIA MODERNA, 2011.
59
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
GEANKOPLIS, C.J. Transport processes and unit operations. 3a edição., New Jersey: Prentice-Hall,
1993.
CREMASCO, M. A.. Operações Unitárias em Sistemas Particulados e Fluidomecânicos. 1a edição.
[S.l.: s.n.], 2012.
_________________________________________________________________
MATERIAIS DA INDÚSTRIA QUÍMICA E PRINCÍPIOS DE CORROSÃO
EMENTA: Estrutura e Ligações Químicas. Estrutura Cristalina dos Sólidos. Propriedades mecânicas,
elétricas, térmicas e eletroquímicas dos materiais; Metais, polímeros, vidros e cerâmicas; Tecnologia
dos Materiais e tratamento de proteção; Formas e classificação da corrosão; corrosão na indústria.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
MANO, E. B. Introdução a polímeros. São Paulo: Edgard Blucher, 1986.
CALLISTER Jr, W. D. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução, 5a ed., Rio de Janeiro:
LCT, 2002.
VAN VLACK, L. H. Princípio de Ciência dos Materiais. 12º edição, São Paulo: Edgard Blücher, 1998
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
CHIAVERINI, V. Aços e Ferros Fundidos. São Paulo: Associação Brasileira de Metais, 1988.
HIGGINS, Raymond A. Propriedades e Estrutura dos Materiais em Engenharia. São Paulo: Difel,
1982.
VIDELA, C. H. A. Corrosão Microbiológica. 1a edição. São Paulo: Edgard Blucher, 1985.
_________________________________________________________________
PROCESSOS INDUSTRIAIS INORGÂNICOS I
EMENTA: Histórico das Indústrias Químicas no Brasil; Principais Operações Unitárias envolvidas nos
Processos Inorgânicos; Indústria da Cerâmica; Indústria do Cimento; Indústria do Vidro;
REFERÊNCIAS BÁSICAS
SHREVE, R. N.; BRINK JR. J. A. Indústria de Processos Químicos. 4a edição. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1980;
TURTON, R.; BAILIE, R. C. Analysis, Synthesis and Design of Chemical Process.2a edição. New
York: Prentice-Hall, 2002.
HIMMELBLAU, D. M.; Engenharia Química Princípios e Cálculos. 4ª edição., Rio de Janeiro:
Prentice Hall, 2006.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
ATKINS, P; JONES, L. Princípios de Química: Questionando a Vida Moderna e o Meio. 3ª. edição.
São Paulo, Bookman, 2006.
FOX, R.W.; McDONALD, A.T. Introdução à Mecânica dos Fluidos. 6a edição. Rio de Janeiro: LTC,
2006.
VAN VLACK, L. H. Princípio de Ciência dos Materiais. 12º edição, São Paulo: Edgard Blücher, 1998
_________________________________________________________________
QUALIDADE PARA ENGENHARIA
EMENTA: Definição de Qualidade e Qualidade Total. Introdução, históricos e conceitos básicos.
Círculos da qualidade, graus, padrões e custos da qualidade. Ferramentas da qualidade e ferramentas
de gerenciamento.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
CAMPOS, V. F. TQC: Controle de Qualidade Total. 8a edição. São Paulo: BLOCH, 1999.
DEMING, W. EDWARDS. Qualidade. 1a edição. São Paulo: Marques Saraiva, 1990.
60
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
WERKEMA, M. C. C.. Ferramentas Estatísticas Básicas para o Gerenciamento da Qualidade. 1a
edição. São Paulo: Fundação Cristiano Otoni, 1995.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
MARANHÃO, M. ISO 9000: Manual de implementação. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1993.
FERREIRA, V. L. P. & MORI, E. E. M. Seminário sobre qualidade na indústria de alimentos.
Campinas: ITAL. 1993.
ROTHERY, B. ISO 9000. Rio de Janeiro: Makron Books. 1993.
_________________________________________________________________
PROCESSOS INDUSTRIAIS ORGÂNICOS I
EMENTA: Principais reações orgânicas utilizadas em processos industriais. Visão das grandezas
utilizadas em processos industriais. Indústria de Laticínios; Carnes; Fermentação; Óleos e Gorduras.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
SHREVE, R. N.; BRINK JR. J. A. Indústria de Processos Químicos. 4a edição. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1997.
HIMMELBLAU, D. M.; Engenharia Química Princípios e Cálculos. 4ª edição., Rio de Janeiro:
Prentice Hall, 2006.
FELLOWS, P.J. Tecnologia do processamento de alimentos: Princípios e Práticas. Porto Alegre:
Artmed, 2006.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
GAVA, A. J. Tecnologia de Alimentos: Princípios e Aplicação, 1ª edição. São Paulo: Nobel, 2009.
FELDER, R. M.; ROUSSEAU, R. W. Elementary Principles of Chemical Process.3th edition. New
York: John Wiley & Sons, 2005.
SCROFERNEKER, M. L. Curso de Tecnologia da Carne.1a edição. São Paulo: CTC - ITAL, 1988.
_________________________________________________________________
FENÔMENOS DE TRANSPORTE II
EMENTA: Conceituação de Fenômenos de Transporte: Introdução; Conceituação de Calor;
Mecanismos de Transferências, Transferência por condução, convecção e radiação. Conceito de
Análogo Elétrico; resistência térmica e Coeficiente global de transferência de calor.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
INCROPERA, F. P; DEWITT, D. P. Fundamentos de Transferência de Calor e Massa. 7a edição. São
Paulo: LTC, 2011.
BENNET, C., MYERS, J. Fenômenos de transporte: quantidade de movimento, calor e massa. São
Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1978.
HOLMAN, J. P. Transferência de calor. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1983.
SILVA, R. B.. Manual de termodinâmica e transmissão de calor. 6a edição. São Paulo: Grêmio
Politécnico, 1980.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
KREITH, F. Princípios da transmissão de calor. São Paulo: Edgard Blucher, 1977.
PITTS,D.; SISSOM, L. Fenômenos de transporte: transferência de calor, momento e massa. São
Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1981.
KERN, D. Processos de transmissão de calor. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1980.
8º TERMO
OPERAÇÕES UNITÁRIAS II
61
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
EMENTA: Trocadores de calor. Geração de vapor. Caldeiras. Evaporação. Cristalização. Secagem.
Refrigeração
REFERÊNCIAS BÁSICAS
GOMIDE, R. Operações Unitárias; Operações com fluídos. Vol. 02. São Paulo: Edição do autor, 1997.
MACINTYRE, J. J. Bombas e instalações de bombeamento. 2ª edição. São Paulo: LTC, 2012.
FOUST, A.S.; WENZEL, L. A, CLUMP, C. W., MAUS, L.; ANDERSEN, L. B. Princípios das Operações
Unitárias. 2a edição., Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1982.
AZEVEDO NETO, J. M.; ALVARES, G.A. Manual de Hidráulica. 2ª edição. São Paulo: Edgard Blücher,
1982
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
PERRY, R.H., CHILTON, C.H. Manual da Engenharia Química, São Paulo: MacGraw Hill, 1963.
MORAN, M. J. SHAPIRO, H. N. Princípios de Termodinâmica para a Engenharia. 6a edição. São
Paulo: LTC, 2009.
CREMASCO, M. A.. Operações Unitárias em Sistemas Particulados e Fluido mecânicos. 1a edição.
[S.l.: s.n.], 2012.
_________________________________________________________________
LABORATÓRIO DE ENGENHARIA QUÍMICA I
EMENTA:Experiências de caráter interdisciplinar, envolvendo as principais operações unitárias
aplicadas a processos de transporte e separação, envolvendo programação, montagem e operação
dos equipamentos e análise e interpretação dos dados coletados.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
SMITH, J.M., VAN NESS, H.C. Introdução à Termodinâmica da Engenharia Química. 7ª ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2000.
GOMIDE, R. Operações Unitárias; Operações com fluídos. Vol. 2. São Paulo: Edição do autor, 1997.
MACINTYRE, J. J. Bombas e instalações de bombeamento. 2ª edição. São Paulo: LTC, 1977.
FOUST, A.S.; WENZEL, L. A, CLUMP, C. W., MAUS, L.; ANDERSEN, L. B. Princípios das Operações
Unitárias. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1982.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
PERRY, R.H., CHILTON, C.H. Manual da Engenharia Química, São Paulo: MacGraw Hill, 1963.
MORAN, M. J. SHAPIRO, H. N. Princípios de Termodinâmica para a Engenharia. 6a edição. São
Paulo: LTC, 2009.
CREMASCO, M. A.. Operações Unitárias em Sistemas Particulados e Fluido mecânicos. 1a edição.
[S.l.: s.n.], 2012.
_________________________________________________________________
METOLOGIA CIENTIFICA
EMENTA: Conceitos e fundamentos da Ciência e da pesquisa científica; Métodos e Estratégias de
Estudo aprendizagem; Metodologia, Método e Técnicas de pesquisa. Trabalhos Científicos;
Publicações científicas; Projeto de pesquisa; Etapas do trabalho acadêmico.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
RICHARDSON, J. R. Pesquisa Social: Métodos e Técnicas. 3a edição., São Paulo: Atlas, 2007.
SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Cortez, 2002.
ANDRADE, M. M. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico: Elaboração de trabalho de
Graduação. São Paulo: Atlas, 2001.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação:
referências e elaboração. Rio de Janeiro, 2002.
DIEHL, A. A.; TATIM, D. C. Pesquisa em Ciências Sociais Aplicadas: Métodos e Técnicas. São
Paulo: Prentice Hall, 2004.
62
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de Metodologia Científica. 7a edição. São Paulo:
ATLAS, 2010
_________________________________________________________________
PROCESSOS INDUSTRIAIS INORGÂNICOS II
EMENTA: Indústria do Fósforo; Indústria do Carvão Mineral; Indústria do Fertilizante; Produção de
Gases Industriais; Indústria do Sódio, Nitrogênio, Cloro e Enxofre.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
SHREVE, R. N.; BRINK JR. J. A. Indústria de Processos Químicos. 4a ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1980;
TURTON, R.; BAILIE, R. C. Analysis, Synthesis and Design of Chemical Process.2a edição. New
York: Prentice-Hall, 2002.
HIMMELBLAU, D. M.; Engenharia Química Princípios e Cálculos. 4ª edição., Rio de Janeiro:
Prentice Hall, 2006.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
ATKINS, P; JONES, L. Princípios de Química: Questionando a Vida Moderna e o Meio. 3ª. edição.
São Paulo, Bookman, 2006.
FOX, R.W.; McDONALD, A.T. Introdução à Mecânica dos Fluidos. 6a edição. Rio de Janeiro: LTC,
2006.
VAN VLACK, L. H. Princípio de Ciência dos Materiais. 12a edição, São Paulo: Edgard Blücher, 1998
_________________________________________________________________
PROCESSOS INDUSTRIAIS ORGÂNICOS II
EMENTA: Principais etapas, matérias primas dos processos orgânicos de fabricação de: Tintas e
Correlatos; Sabões e Detergentes; Açúcar e Álcool; Borracha, Papel e Celulose; Biodiesel, Polímeros,
Sucos Cítricos e Curtimento de couros.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
SHREVE, R. N.; BRINK JR. J. A. Indústria de Processos Químicos. 4a edição. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1980;
TURTON, R.; BAILIE, R. C. Analysis, Synthesis and Design of Chemical Process.2a edição. New
York: Prentice-Hall, 2002.
HIMMELBLAU, D. M.; Engenharia Química Princípios e Cálculos. 4ª edição., Rio de Janeiro:
Prentice Hall, 2006.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
ATKINS, P; JONES, L. Princípios de Química: Questionando a Vida Moderna e o Meio. 3ª. edição.
São Paulo, Bookman, 2006.
FOX, R.W.; McDONALD, A.T. Introdução à Mecânica dos Fluidos. 6a edição. Rio de Janeiro: LTC,
2006.
POLIMEROS. São Paulo: Associação Brasileira de Tecnologia, 20a edição, 2010. Mensal.
_________________________________________________________________
FENÔMENOS DE TRANSPORTE III
EMENTA: Transferência de massa difusiva. Modelos de Difusão para gases, líquidos e sólidos.
Transferência de Massa convectiva. Transferência de Massa em Regime Transiente. Transferência de
Massa com reação Química. Transferência simultânea de Calor e Massa. Transferência de Massa entre
fases
REFERÊNCIAS BÁSICAS
SISSOM, L., PITTS, Donald R. Fenômenos de transporte. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1988.
BENNET, Carrol, MYERS, John. Fenômenos de transporte: quantidade de movimento, calor e massa.
São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1978.
63
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
TREYBAL, R. E. Mass transferoperation. 3a edição. Singapore: McGraw-Hill, 1985.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
INCROPERA, F. P; DEWITT, D. P. Fundamentos de Transferência de Calor e Massa. São Paulo:
LTC, 1998.
BIRD, B., STEWART, W., LIGHTFOOT, E. Fenômenos de transporte: um estúdio sistematico de los
fundamentos del transporte de materia, energia y cantidad de movimiento. Barcelona: Reverté, 1980.
MORAN, M. J. SHAPIRO, H. N. Princípios de Termodinâmica para a Engenharia. 6a edição. São
Paulo: LTC, 2009.
_________________________________________________________________
PLANEJAMENTO E PROJETO DA INDÚSTRIA QUÍMICA
EMENTA: Materiais e Normas para Tubulações e Acessórios de Processos Industriais. Instalação de
Fluidos de Utilidade (vapor, condensado, ar comprimido). Sistema de Refrigeração e Aquecimento.
Noções básicas sobre desenvolvimento e planejamento de uma unidade de Produção apresentando
as etapas de um projeto. Desenvolvimento do Projeto, Seleção e especificação de equipamentos;
Materiais; Fluxograma de Processo. Instalações industriais, de higiene e segurança e do ambiente de
trabalho.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
TELLES, P. C. S. Tubulações industriais. São Paulo: LTC, 1988.
TELLES, Pedro Carlos da Silva. Materiais para equipamentos de processo. 4a edição. Rio de
Janeiro: Interciência, 1989.
FELDER, R. M; ROUSSEAU, R. W. Princípios elementares dos processos químicos. 3a edição. Rio
de Janeiro: LTC, 2005.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
HAPPEL, J.,DekkerM. Chemical Process Economics, 2rd edition, New York, 1975.
PETERS, M. S., Plant Design and Economics for Chemical Engineering.3rd edition, New York:
McGraw-Hill, 1980.
STOECKER, W .F.; JABARDO, J. M. SAIZ. Refrigeração Industrial. 2a edição. [S.l.: s.n.], 2002.
9º TERMO
OPERAÇÕES UNITÁRIAS III
EMENTA: Destilação. Extração Sólido-Líquido. Extração Líquido-Líquido. Absorção. Adsorção.
REFERENCIAS BASICAS
GOMIDE, R. Operações Unitárias: Separações Mecânicas. Vol. 03, São Paulo: edição do autor, 1983.
FOUST, A. S.; WENZEL, L. A, CLUMP, C. W., MAUS, L.; ANDERSEN, L. B. Princípios das Operações
Unitárias. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1982.
GOMIDE, R. Operações Unitárias IV. São Paulo: edição do autor, 1988
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
PERRY, R.H., CHILTON, C.H. Manual da Engenharia Química, São Paulo: MacGraw Hill, 1963.
MORAN, M. J. SHAPIRO, H. N. Princípios de Termodinâmica para a Engenharia. 6a edição. São
Paulo: LTC, 2009.
BLACKADDER, D.A. Manual de Operações Unitárias: Destilação de Sistemas Binários. 1a edição.
São Paulo: HEMUS, 2004.
_________________________________________________________________
LABORATÓRIO DE ENGENHARIA QUÍMICA II
64
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
EMENTA: Experiências de caráter interdisciplinar, envolvendo as principais operações unitárias
aplicadas a transferência de calor e de massa, com estudo da teoria relacionada, coleta e análise dos
dados e simulação computacional.
REFERENCIAS BÁSICAS
SMITH, J.M., VAN NESS, H.C. Introdução à Termodinâmica da Engenharia Química. Vol. 02, 7ª
edição. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
FOUST, A. S.; WENZEL, L. A, CLUMP, C. W.; MAUS, L.; ANDERSEN, L. B. Princípios das Operações
Unitárias. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1982.
CREMASCO, M. A.. Operações Unitárias em Sistemas Particulados e Fluido mecânicos. 1a edição.
[S.l.: s.n.], 2012.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
PERRY, R. H., CHILTON, C. H. Manual da Engenharia Química, São Paulo: MacGraw Hill, 1963.
MORAN, M. J. SHAPIRO, H. N. Princípios de Termodinâmica para a Engenharia. 6a edição. São
Paulo: LTC, 2009.
GOMIDE, R. Operações Unitárias; Operações com fluídos. Vol. 2. São Paulo: Edição do autor, 1997.
________________________________________________________________
BIOENGENHARIA
EMENTA: Cinética Microbiana. Cinética Enzimática. Ampliação de Escala. Aeração. Esterilização.
Separação e Purificação de Produtos Biotecnológicos. Biorreatores.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
CONN, E. E.; STUMPF, P. K. Introdução a bioquímica. 4a edição. Tradução de MAGALHÃES, J. R.
São Paulo: Edgard Blücher, 1980.
LEHNINGER, A. L.; NELSON, D. L.; COX, M. M. Princípios de bioquímica. Tradução de LOODI, W.
R. e SIMÕES, A. A. São Paulo: Sarvier, 1995.
BORZANI, W.; SCHMIDELL, W.; LIMA, U. A.; AQUARONE, E. Biotecnologia Industrial:
Fundamentos. Vol. 01, São Paulo: Edgard Blucher, 2001
BORZANI, W.; SCHMIDELL, W.; LIMA, U. A.; AQUARONE, E. Biotecnologia Industrial:
Fundamentos. Vol. 02, São Paulo: Edgard Blucher,
BORZANI, W.; SCHMIDELL, W.; LIMA, U. A.; AQUARONE, E. Biotecnologia Industrial:
Fundamentos. Vol. 03, São Paulo: Edgard Blucher, 2002.
REFERENCIAS COMPLEMENTARES
CLARK, J. M. Bioquímica experimental. Zaragoza: Acribia, 1966.
COELHO, A. P. Práticas de bioquímica. 3 edição. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 1979.
BORZANI, W.; SCHMIDELL, W.; LIMA, U. A.; AQUARONE, E. Biotecnologia Industrial:
Fundamentos. Vol. 04, São Paulo: Edgard Blucher, 2001.
_________________________________________________________________
CINÉTICA QUÍMICA E CALCULO DE REATORES
EMENTA: Reatores químicos e cinética química. Cinética das reações homogêneas. Cinética de
reações elementares em fase gasosa e líquida. Catálise homogênea. Adsorção e catálise heterogênea.
Reatores químicos. Reatores químicos de comportamento ideal. Desvios do comportamento ideal.
Reatores catalíticos heterogêneos.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
LEVENSPIEL, O. Engenharia das Reações Químicas. 3a edição. São Paulo: Edgard Blucher, 2005.
SCHMAL, M. Cinética Homogênea Aplicada ao Calculo de Reatores. Rio de Janeiro: Guanabara
Dois, 1982.
FOGLER, H.S. Elementos de Engenharia das Reações Químicas. 4a edição. Rio de Janeiro: LTC,
2012.
REFERENCIAS COMPLEMENTARES
65
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
HOLLAND, C. D. e RAYFORD, G. A., Fundamentals of Chemical Reaction Engineeering,
New Jersey: Prentice Hall, 1979.
SCHMAL, M. Cinética Homogênea Aplicada e Cálculo de Reatores. Rio de Janeiro: Guanabara
Dois, 1982.
PERRY, R. H., CHILTON, C. H. Manual da Engenharia Química, São Paulo: MacGraw Hill, 1963.
_________________________________________________________________
ENGENHARIA AMBIENTAL
EMENTA: Efeitos da Tecnologia Industrial sobre o equilíbrio ecológico; Normas e legislação brasileira;
Poluição de águas; Tratamento de águas para uso industrial; Resíduos Industriais: Processos de
tratamento físico, químico e biológico; Instrumentação e análise no controle da poluição ambiental.
Rejeitos como fonte de materiais e energia.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
BRAGA B., HESPANHOL I.;Introdução a Engenharia Ambiental. São Paulo, Prentice Hall, 2005.
BAIRD, C. Química Ambiental, Porto Alegre: Boodman, 2002.
SPERLING, M. V. Lodos ativados. Vol. 04, Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais,
1997.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
DERÍSIO, J. C. Introdução ao Controle de Poluição Ambiental. 4a edição São Paulo: Sigmus, 2012.
MULLER-PLANTENBERG, C. Impacto Ambiental. São Paulo: Edusp, 2006.
MATOS, A. T. Poluição Ambiental: Impactos no meio físico. 1a edição. [S.l.: s.n.], 2010.
10º TERMO
CONTROLE DE PROCESSOS E INSTRUMENTAÇÃO
EMENTA: Regulação e Controle de processos. Sistemas de controle analógico e digitais.
Comportamento dinâmico de processos. Modelos dinâmicos no domínio do tempo e de Laplace.
Estabilidade. Projeto de sistemas de controle por realimentação no domínio do tempo e de Laplace.
Técnicas avançadas de controle. Conceitos básicos. Diagramas P&I. Sensores de vazão, nível,
temperatura e pressão. Transmissores e transdutores. Controladores. Registradores. Normatização e
projeto de malhas de controle. Sensores. Válvulas de controle: tipos e projeto. Sistemas de geração de
vapor, ar comprimido, água de instrumentação, água de resfriamento e de refrigeração.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
OGATA, K. Engenharia de controle moderno. 4a ed., Prentice-Hall, 2003.
SOISSON, H. E. Instrumentação Industrial. 1a edição. [S.l.: s.n.], 2002.
SIGHIERI, L; NISHINARI, A. Controle automático de processos industriais: Instrumentação, 2a ed.,
São Paulo: Edgard Blucher, 1998.
MORAES, C. C; CASTRUCCI, P. L. Engenharia de Automação Industrial. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
LUYBEN, W. L. Process modeling, simulation and control for chemical engineers. New York:
McGraw-Hill, 1990.
SEBORG, D. E., EDGAR, T. F., MELLICHAMP, D. A. Process Dynamics and Control. New York:
John Wiley, 1989.
PHILLIPS, C. L. Digital Control System Analysis and Design. 3rd ed. New Jersey: Prentice Hall,
1995.
NATALE, F. Automação Industrial. 4a.edição. São Paulo: ERICA, 2002.
_________________________________________________________________
INDÚSTRIA SUCRO ALCOOLEIRA
66
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
EMENTA: Cana de açúcar como matéria prima; processamento de açúcar; processamento de álcool;
outros derivados da indústria sucro alcooleira; novas possibilidades tecnológicas.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
HOWARD, P. J. Operações Unitárias na Produção de Açúcar de Cana. São Paulo: Nobel, 1989.
SANTOS, F.; BORÉM, A.; CALDAS C. Cana de Açúcar: Bioenergia, Açúcar e Etanol, 2a ed., São
Paulo: Editora do autor, 2011.
CORTEZ, L. A. B.Bioetanol de Cana de Açúcar. São Paulo: Blucher, 2010.
MARQUES, M. O.; MARQUES, TADEU, A.; TASSO J. L. C. Tecnologia do Açúcar: Produção e
Industrialização da Cana de Açúcar. 1a edição. [S.l.: s.n.], 2001.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
EID, F. Progresso técnico na agroindústria sucroalcooleira. Informações Econômicas. V. 26. N 5,
1996. 29-36p.
CARON, D. Novas tecnologias para a indústria sucroalcooleira. Preços Agrícolas. Ano 11. N 121,
1996.13-16p.
ALCOOLBRAS: O Combustível Renovável para seus negócios. São Paulo: VALETE, 137aedição,vol
08. Mensal.
SILVA, L. B.; FILHO, J. A. S.; GOMES, M. R. Produção de Açúcar e as Principais Perdas de
Sacarose. 72a edição. [S.l.: s.n.], 2011.
_________________________________________________________________
SIMULAÇÃO, ANÁLISE E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS
EMENTA: Modelos matemáticos de sistemas de engenharia química. Análise de processos e
simulação. Simulação estática de sistemas. PERT/CPM; Teoria de filas; Programação não-linear;
Análise de decisão; Programação dinâmica; Aplicações em áreas da Engenharia.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
MORAES, C. C; CASTRUCCI, P. L. Engenharia de Automação Industrial. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
MACHADO, R. A. F.; MARANGONI, C.; MENEGUELO, A. P.; BARAÑANO, A.G.; TEIXEIRA, A. C.
Análise e controle de processos da indústria de petróleo e gás. Santa Catarina: UFSC-LCP, 2003.
PERLINGEIRO, C. A. G. Engenharia de Processos: Análise, Simulação, Otimização e Síntese de
Processos. São Paulo: Blucher, 2005.
CHWIF, L.; MEDINA, A. C. Modelagem e Simulação de Eventos Discretos: Teoria e Aplicações. 3ª
edição., São Paulo: Editora Do Autor, 2010.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
SILEBI, C. A., SCHIESSER, W. E.,Dynamic Modeling of Transport Process Systems,
New York: Academic Press Inc., 1992.
EDGAR, T. F., HIMMELBLAU, D. M.; LASDON, L., Optimization of Chemical Processes,
New Jersey: McGraw-Hill, 2001.
NATALE, F. Automação Industrial. 4a.edição. São Paulo: ERICA, 2002.
_________________________________________________________________
Disciplina optativa
INTRODUÇÃO À LINGUAGEM BRASILEIRA DE SINAIS – LIBRAS
EMENTA: Marcos Históricos e Abordagens Educacionais na Escolarização dos Surdos.
Vocabulário da Língua Brasileira de Sinais – Libras. Gramática das Libras. A importância
das Libras na comunicação e educação da pessoa surda. Implementação do bilinguismo na
atualidade. A função do intérprete e do professor de Libras.
Bibliografia Básica:
AUROUX, S. Língua e hiperlíngua. In: Línguas e instrumentos linguísticos. São Paulo:
Pontes, 1998.
FELIPE, T. A. A função do intérprete na escolarização do surdo. Anais do Congresso
Surdez e Escolaridade: desafios e reflexões. Instituto Nacional de Educação de Surdos
67
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
– INES (Org.) Rio de Janeiro, 2003.
QUADROS, R. M DE; KARNOPP, L. B. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos.
Porto Alegre: Artmed, 2004.
Bibliografia Complementar:
BAGNO, M. Norma linguística. São Paulo: Loyola, 2001.
LACERDA, C. B. O intérprete educacional de língua de sinais no ensino fundamental: refletindo
sobre seus limites e possibilidades. In: LODI, A.C.E. et al (Org.). Letramento e minorias.
Porto alegre: Mediação, 2002.
______.A inclusão escolar de alunos surdos: o que dizem alunos, professores e intérpretes
sobre esta experiência. Caderno Cedes, v. 26, no 69, maio/ago, Campinas: 2006.
MCCLEARY, L. Bilinguismo para surdos: brega ou chique?(Mesa redonda: Os surdos e o
bilinguismo – da Casa para o Mundo, 29 de setembro de 2006). V Congresso Internacional e
XI Seminário Nacional. Surdez: família, linguagem, educação. Rio de Janeiro: INES – Instituto
Nacional de Educação de Surdos.
_________________________________________________________________
3.1.4.1 Acervo Disponível para o Curso na Biblioteca
Tipo de acesso ao acervo
É específica para o curso
Total de livros para o curso (no)
Periódicos
Videoteca/Multimídia
Teses
Outros (TCC, Projetos, Relatório de
Estágio)
TOTAL
( x ) Livre ( ) através de funcionário
( x ) sim ( ) não ( ) específica da área
Títulos
Volumes
4.064
11.059
8
288
10
-
-
4.072
11.357
Detalhes do acervo em: www.unifeb.edu.br.
3.1.5 Componentes Curriculares Adicionais
Estes componentes curriculares referem-se à parte variável da matriz curricular do curso, uma
parte em que o aluno pode procurar aprofundar aqueles aspectos por ele almejados, de forma a
completar o seu perfil profissional, tal qual visualizado pelo item 3.1.1.3 – Perfil do Egresso do Curso.
3.1.5.1 Estágio
É considerado estágio, de acordo com o Decreto nº 87.497/82, "As atividades de aprendizagem
social, profissional e cultural, proporcionadas ao estudante pela participação em situações reais da vida
e trabalho de seu meio, sendo realizada na comunidade em geral ou junto a pessoas jurídicas de direito
público ou privado, sob responsabilidade e coordenação da instituição de ensino". Essas características
fazem com que o estágio seja analisado como parte integrante da formação educacional e profissional
68
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
do estudante, ambas garantidas pela Constituição Federal de 1988 e pela Lei nº 9.394/96 (LDB),
contemplando, assim, a aplicação prática das teorias abordadas em sala de aula.
O estágio é uma das mais eficientes formas de propiciar ao estudante a complementação
profissional, pois o coloca em contato direto com a realidade da indústria, com o ambiente real de
trabalho e com os mais diversos problemas técnicos. Neste período, também o aspecto humano-social
é aprimorado, em face do consequente contato com problemas sociais e culturais, que se apresentam
no ambiente de trabalho.
Quanto ao aspecto legal, o estágio supervisionado representa a complementação curricular
obrigatória, ou seja, poderá ser realizado a partir do 8°semestre, totalizando 180 (cento e oitenta) horas
e visa possibilitar aos alunos a aquisição de hábitos de estudo, de pesquisa, de prestação de serviços
à comunidade, desenvolvendo um espírito crítico e de discussão de problemas sociais e profissionais
a partir de seu engajamento a programas de integração profissional (CIEE, SEBRAE, Sindicatos
Patronais e de Trabalhadores, Empresas, Instituições Governamentais e etc.).
O acompanhamento e a supervisão do estágio serão realizados por um docente do curso
(coordenador de estágio) e por um profissional de campo (ligado à empresa). Cada um deles emitirá
um parecer sobre a atuação do aluno na empresa e uma nota ao estagiário, que será aprovado (ou
não), pela média aritmética entre essas notas para encaminhamento a secretaria acadêmica. As
empresas deverão firmar convenio com a Instituição, como solicita a Lei de estágios. Os modelos do
Termo de Compromisso de Estágio e Convênio, bem como as Normas de Estágio do curso de
Engenharia Química encontram-se disponíveis para a consulta discente no site do UNIFEB.
A finalidade do estágio é proporcionar ao aluno formação prática, com desenvolvimento das
habilidades necessárias à atuação profissional. No ambiente físico onde se realiza o estágio, o
estudante se submete a tarefas diversificadas e específicas, que lhe trazem, além da experiência
necessária a seu preparo profissional, uma visão concreta do meio e das condições de trabalho,
permitindo que se enriqueça o seu currículo e sua formação como Engenheiro Químico. Ao final do
estágio, o aluno deverá apresentar aos responsáveis um relatório contendo as atividades
desenvolvidas durante o período de vigência para apreciação e composição da nota final.
Portanto, o ESTÁGIO SUPERVISIONADO tem como objetivos:
1. Proporcionar ao acadêmico, condições de desenvolver suas habilidades e analisar
criticamente situações;
2. Incentivar o desenvolvimento das potencialidades individuais, propiciando surgimento de
profissionais empreendedores, capazes de implantar novas técnicas de gestão, métodos e processos
inovadores;
3. Consolidar o processo ensino-aprendizagem, através da conscientização das deficiências
individuais, e incentivar a busca do aprimoramento pessoal e profissional;
4. Contracenar a transição da passagem da vida profissional, abrindo ao estagiário,
oportunidades de conhecer a filosofia, diretrizes, organização e funcionamento das instituições;
69
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
5. Possibilitar o processo de atualização dos conteúdos disciplinares, permitindo adequar
aquelas de caráter profissionalizantes às constantes inovações tecnológicas, políticas, sociais e
econômicas a que estão sujeitos;
6. Promover a integração entre a Faculdade e Comunidade.
Desta forma, a teoria e a prática não se separam, mas em muitos momentos, nos cursos
superiores, há uma fragmentação o que prejudica a qualidade do profissional; a tarefa do estágio nesse
sentido, é a de fazer a práxis pedagógica, ou seja, mostrar que toda prática está mesclada de teoria e
toda teoria é determinada por uma prática.
3.1.5.2 Atividades Complementares
As Atividades Complementares compreendem toda e qualquer atividade que complemente a
formação acadêmica oferecida pelas disciplinas obrigatórias do currículo pleno dos cursos de
graduação – exceto Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e Estágio Supervisionado – e que seja
considerada relevante pela instituição de ensino, independentemente de ser oferecida pelo UNIFEB ou
por qualquer outra instituição, pública ou privada, ou por pessoa física. A escolha e a validação das
atividades complementares deverão ser fundadas no objetivo de flexibilizar o currículo pleno,
propiciando ao aluno enriquecimento curricular, diversificação temática e aprofundamento
interdisciplinar, além da preocupação de complementar a formação profissional e social, assim como
tem a preocupação de favorecer o relacionamento entre grupos e a convivência com as diferenças
sociais.
São consideradas prolongamentos do ensino-aprendizado formal. Estas atividades possibilitam
criar uma trajetória autônoma e particular do aluno, compondo-se de iniciativas e atitudes
extracurriculares, organizadas de maneira que possam enriquecer o aprendizado e o desenvolvimento
técnico, acadêmico e cultural dos alunos.
A diversidade de iniciativas e oportunidades oferecidas pelo curso ou organizadas por eles tais
como visitas técnicas, participação em congressos e feiras, monitoria, cursos, entre outras, contemplam
a formação do aluno promovendo sua integração sociocultural do aluno com a instituição e comunidade,
numa visão global da realidade humana e social.
O objetivo da realização de Atividades Complementares é estimular a diversificação da
atividade profissional, a criatividade, a produção do conhecimento e a articulação entre teoria e prática,
além de contribuir para a formação humanística e ética dos alunos, com o desenvolvimento de
atividades variadas e voltadas para a consciência social, humanística, ética e de cidadania.
São desenvolvidas atividades acadêmicas ao longo do curso, com o mínimo de 240 horas,
estabelecendo-se 24 horas semestrais, para proporcionar engajamento dos estudantes em atividades
de caráter acadêmico, científico e cultural e garantir a interação teoria-prática. As Atividades
Complementares são consideradas atividades obrigatórias e apresentam uma carga horária mínima
que deve ser integralizada dentro do período em que o aluno estiver regularmente matriculado e sua
validação ocorre por meio de 75% de frequência nas atividades, sendo condição obrigatória para a
70
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
Colação de Grau. Assim, são atividades que não são avaliadas por notas, mas sim pela frequência do
aluno. Essas atividades devem ser desenvolvidas segundo a conveniência, oportunidade e
compatibilidade de horário do aluno com disciplinas curriculares. Em 16 de março de 2010, foi aprovada
a Instrução Normativa PRG 03/2010 da Pró-Reitoria de Graduação que cria procedimentos para a
regulamentação das Atividades Complementares. A Instrução Normativa encontra-se no sítio do
UNIFEB, sendo que abaixo estão transcritos aspectos centrais desses procedimentos:
•
•
•
O grupo das atividades científicas com atividades de iniciação cientifica e tecnológica;
grupos de estudo; ligas universitárias; produção intelectual e técnico científica; apresentação
oral/painel em eventos científicos; publicações em anais, revistas ou jornais; entre outros do
gênero.
O grupo das atividades técnico – profissionalizantes que incluem atividades como:
palestras; seminários; visitas técnicas; congressos; cursos extracurriculares; estágio
voluntário; monitoria; jornadas acadêmicas; workshops; Semana Científica e Cultural do
UNIFEB; disciplinas de outros cursos da instituição; entre outros do gênero.
O grupo das atividades esportivas, culturais e sociais apresenta atividades como:
torneios; campeonatos; grupos de teatro/dança/música; representação acadêmica junto aos
Órgãos Colegiados do UNIFEB, entidades de Classe ou Profissionais; atividade de
voluntariado; campanhas beneficentes; Cursinho UNIFEB; entre outros do gênero.
As orientações quanto à distribuição dessas atividades considera que os alunos devem
respeitar um mínimo de duas atividades diferentes por grupo, contemplando, também, até 25% da
carga horária exigida para cada um deles. Essas atividades quando oferecidas pela instituição são
gratuitas e as cursadas fora são de responsabilidade dos alunos, devendo apenas ser apresentado
documentação de tal atividade.
A responsabilidade pela supervisão da realização das Atividades Complementares dos alunos
é atribuída ao Coordenador das Atividades, professor Dr. Jorge Ricardo Moreira de Castro (professor
indicado pelo Conselho de Curso para esse propósito), o qual recebe a documentação dos alunos,
contabiliza e atribui a devida pontuação semestralmente. O regulamento das Atividades
Complementares e a pontuação semestral de cada aluno estão disponíveis no site do UNIFEB para
consulta discente.
Dessa forma, pode-se dizer que as atividades complementares visam à formação integral do
perfil do egresso, onde se ressalta principalmente a capacidade de estudo independente, de
responsabilidade social, pelo contato com o mercado de trabalho, entre outros.
3.1.5.3 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
A elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é obrigatória para obtenção do título
de Bacharel em Engenharia Química. Trata-se de um trabalho cujas atividades contemplam
aprendizagem profissional proporcionada ao estudante pela participação em situações reais,
integrando os conhecimentos teóricos com a vivência prática.
71
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma atividade integrante da matriz curricular de
todos os cursos de graduação do Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos (UNIFEB)
e deve ser desenvolvido em conformidade com as normas e procedimentos descritos neste documento.
Consiste de uma atividade importante na formação acadêmica, pois permite uma integração entre a
teoria e prática, aprendizado sobre a metodologia científica e oportunidade para exercitar a redação
técnica e científica, aprimorando a sua capacidade crítica e reflexiva.
A instituição, a partir do reconhecimento do Centro Universitário implementou normas
institucionais para a realização do TCC. Assim, em 2010, elaborou-se o documento institucional
“Normas e Procedimentos para Elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso” da Pró-Reitoria de
Graduação. Esse documento orienta que o TCC é uma atividade obrigatória para a obtenção de
certificado de conclusão de curso. O Regulamento dos critérios e procedimentos exigíveis para o
projeto, a orientação, a elaboração e a defesa, foi aprovado pelos órgãos colegiados e encontra-se no
sítio do UNIFEB www.unifeb.edu.br em Institucional/Documentos para download/Normas e
Procedimentos para Elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
Os objetivos gerais dessa atividade referem-se à viabilização de oportunidades de participação
em atividades de pesquisa, ao envolvimento com a metodologia científica e o aprimoramento das
capacidades crítica e interpretativa. Quanto aos principais objetivos específicos, a atividade procura
contemplar a ampliação e consolidação de uma visão técnica e científica do estágio, estimular a
aprendizagem dos procedimentos, métodos e técnicas que são utilizados para obter e apresentar
informações científicas, e contribuir para o desenvolvimento da capacidade científica.
Para auxiliar no gerenciamento dos trabalhos, o Conselho de Curso nomeia um coordenador
de TCC, que tem a função de dar suporte aos orientadores, esclarecer dúvidas, definir datas e verificar
o andamento dos TCC’s junto aos orientadores.
O aluno tem a liberdade de escolher o tema e o professor orientador, docente do UNIFEB. Para
formalizar a orientação, o aluno deverá entregar ao professor designado para o TCC, uma ficha de
inscrição do TCC, assinado juntamente com a assinatura do orientador. Os trabalhos poderão ser
desenvolvidos individualmente ou até o número máximo de 4 (quatro) alunos por grupo. Os alunos,
portanto, são acompanhados por um orientador que, juntamente com eles, procura elaborar o projeto
do TCC com seu devido cronograma, o que imprime maior organização ao processo de orientação e
permite que o mesmo transcorra sem atropelos. O orientador tem a responsabilidade de inscrever o
projeto de TCC junto à Coordenação do Curso ou responsáveis pelo Programa de TCC.
No decorrer do desenvolvimento de tal projeto, o orientador mantém periodicamente contato
com os alunos (com horários previamente agendados) para que as orientações sejam feitas, as dúvidas
dissipadas e as etapas de desenvolvimento do trabalho acompanhadas. Nesse sentido, o orientador
mantém controle e registro periódico da frequência dos orientandos, assim como seus desempenhos,
permitindo melhor visibilidade sobre a evolução dos trabalhos. Quanto às características da escrita
acadêmica e monográfica, com as respectivas normas da ABNT, os alunos já são orientados em
disciplinas específicas, desde o início do curso, cabendo ao orientador retomar essas questões e
aprofundá-las.
72
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
Faz parte do processo de orientação dos alunos informações quanto às normas de
desenvolvimento do TCC, as normas constantes do trabalho científico e as normas de avaliação e
defesa do TCC. O orientador também tem a responsabilidade de avaliar o trabalho final do aluno e
aferir se o mesmo tem condições de ser encaminhado para defesa.
A apresentação perante a banca examinadora do TCC é obrigatória, no 10º semestre letivo. O
TCC deve ser entregue junto com a ficha de autorização de defesa, assinada pelo orientador, à
secretaria geral do UNIFEB, em três vias impressas que serão encaminhadas para o orientador e para
os outros dois componentes da banca.
Os trabalhos são apresentados a uma banca examinadora composta por 3 docentes, sendo
eles: orientador, docente da área estudada e obrigatoriamente um terceiro de outra área, professores
integrantes do quadro do UNIFEB. Havendo a possibilidade de um dos integrantes da banca ser
convidado de outra instituição. A banca é escolhida pelo orientador e pelo coordenador de TCC.
O processo da defesa inicia-se com a abertura do Presidente, qual seja o orientador, sendo
seguido pela apresentação dos alunos responsáveis pelo TCC, com até 30 minutos de apresentação.
Finda essa apresentação, os dois componentes da banca convidados têm 15 minutos cada para
procederem às arguições.
A avaliação do TCC pela banca examinadora deve contemplar questões como estrutura básica
e redação de trabalhos científico-acadêmicos, conteúdo, resultados e discussão que permitam a
compreensão de um problema, seu devido desenvolvimento e uma discussão pertinente com o
raciocínio lógico e a reflexão acadêmica. Esse desenvolvimento de trabalho deve contemplar a
utilização de fontes atualizadas, fidedignas e respeitáveis no âmbito acadêmico e científico.
Essa avaliação configura-se como a classificação de aprovado ou reprovado e nos casos do
TCC não ser aceito, determinando sua reprovação, o aluno deverá matricular-se novamente para a
realização do Programa de TCC.
Após a defesa, atendidas as solicitações de alterações e ajustes, o aluno deve entregar uma
via impressa e encadernada do TCC revisado e aprovado, sendo que os TCC’s que são indicados para
divulgação na Biblioteca Central do UNIFEB são apresentados em via impressa em capa dura, além
da versão digital. Para a disponibilização do TCC no site do UNIFEB, é necessário que o aluno entregue
a autorização para divulgação do trabalho. A conclusão do curso de Engenharia Química está
condicionada à aprovação do TCC.
3.1.5.4 Monitoria
A monitoria, entendida como instrumento para a melhoria do ensino de graduação, por meio
de novas práticas e experiências pedagógicas, visa promover a cooperação mútua entre discentes e
docentes e a vivência com o professor e com suas atividades técnico-didáticas.
Esta atividade é oferecida ao aluno regularmente matriculado em um dos cursos de graduação
do
UNIFEB
e
é
regida
pelo
Regulamento
de
Monitoria,
disponível
no
link:
http://unifeb.edu.br/index.php?option=com_docman&task=search_result&Itemid=170
73
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
74
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
4 CORPO DOCENTE
No quadro que segue, a descrição dos professores do período matutino e noturno, sua
titulação e o contrato na instituição.
4.1 Relação Nominal dos Docentes Matutino
Nome docente
ALFREDO ARGUS
ANA LEONOR SANTOS JUNQUEIRA
FRANCO
ANTONIO BATISTA DE OLIVEIRA JR.
ANTONIO CARLOS MARANGONI
ANTONIO CESAR DA SILVA
APARECIDA FATIMA SIMÃO DE LIMA
ARAUJO
CÉLIO FERNANDO DOS SANTOS
CAMARGO
CLAUDIA CRISTINA PASCOALETI
EDSON MARCONDES DE SOUZA
HALLEN PINTO FERREIRA
INÁCIO RAMOS LEITE
JAQUELINE APARECIDA BORIA
FERNANDES
JEAN CARLO ALANIS
JELSON MACHADO DE CAMARGO
JEOSADAQUE JOSÉ DE SENE
JORGE RICARDO MOREIRA DE
CASTRO
JURANDYR CARNEIRO NOBRE DE
LACERDA NETO
LETÍCIA ANE SIZUKI NOCITI
LUCIANO HENRIQUE DE ALMEIDA
LUIS CARLOS DE MARINO SCHIAVON
LUCIMARA BIANCO
LUÍZA MARIA PIERINI MACHADO
MARCELO HENRIQUE DA SILVA
MARCOS ALEXANDRE POLIZELLI
MARIA TEREZA RIBEIRO SILVA
DIAMANTINO
NILTON BORGES PIMENTA
NORBERTO LUIZ AMSEI JUNIOR
OSVALDO EDUARDO AIELO
PAULO MACHADO MARTINCOWSKI
RAIMUNDO NONATO DA ROCHA FILHO
RENAN FELÍCIO DOS REIS
RHADLER HERCULANI
ROBERTO PINHEIRO GÁTSIOS
RODOLFO ANTONIO COSTA
ROSANGELA DE CARVALHO GOULART
GUEDES PRADO
ROSEMEIRE APARECIDA ROSA
SABRINA LUZIA CAETANO
Titulação
Regime de trabalho
Doutor
P
Mestre
P
Mestre
Doutor
Mestre
P
H
I
Especialista
H
Doutor
P
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
I
H
H
H
Doutor
I
Doutor
Mestre
Doutor
I
H
H
Doutor
I
Doutor
H
Doutor
Doutor
Mestre
Mestre
Doutor
Mestre
Doutor
P
H
H
I
H
H
I
Doutor
I
Mestre
Doutor
Doutor
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
I
P
H
H
H
P
I
I
I
Doutor
I
Mestre
Doutor
I
I
75
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
SALMEM SALEME GIDRÃO
SILVIA ELIAS BORTOLO
THAISA ALVES PIANOSCHI
VAGNER RICARDO DE ARAUJO
PEREIRA
VALDECIR POLIZELI
WALTER HENRIQUE BERNADELLI
Especialista
Mestre
Mestre
H
I
I
Mestre
I
Mestre
Mestre
I
I
4.1.1 Docentes segundo a Titulação (do matutino)
TITULAÇÃO
Especialistas
Mestres
Doutores
TOTAL
Nº
2
25
16
43
%
4,7
58,1
37,2
100
4.2Relação Nominal dos Docentes Noturno
Nome docente
ALFREDO ARGUS
ANDRÉ APARECIDO
GUEDES
ANTONIO BATISTA DE
OLIVEIRA JR.
ANTONIO MANOEL BATISTA
ANTONIO CESAR DA SILVA
CÉLIO FERNANDO DOS
SANTOS CAMARGO
CLAUDIA CRISTINA
PASCOALETI
CLAUDIA REGINA ZANI LUZ
DIANA MARIA SERAFIM
MARTINS
EDSON MARCONDES DE
SOUZA
FABIO LUIZ SCANNAVINO
FABIO OLIVEIRA NOBILE
FERNANDO CESAR PEREIRA
GOMES
GEORGE ODA
GILBERTO DOMINGUES JR.
INÁCIO RAMOS LEITE
HALLEN PINTO FERREIRA
JACYANA SARAIVA
MARTHES FONSECA
JAQUELINE APARECIDA
BORIA FERNANDES
JEAN CARLO ALANIS
JELSON MACHADO DE
CAMARGO
JORGE RICARDO MOREIRA
CASTRO
Titulação
Doutor
Regime de trabalho
P
Doutor
P
Mestre
P
Mestre
Mestre
H
I
Doutor
P
Mestre
I
Mestre
I
Doutor
P
Mestre
H
Doutor
Doutor
I
I
Mestre
H
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
H
I
H
H
Mestre
H
Doutor
I
Doutor
I
Mestre
H
Doutor
I
76
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
JEOSADAQUE JOSÉ DE
SENE
JORGE RICARDO MOREIRA
DE CASTRO
LUCIANO HENRIQUE DE
ALMEIDA
LUCIANO HENRIQUE DE
ALMEIDA
LUÍZA MARIA PIERINI
MACHADO
MARCELO HENRIQUE DA
SILVA
MARCOS ALEXANDRE
POLIZELLI
MARIA CRISTINA
SALUSTIANO E SILVA
COLTRI (licença)
MARIA TEREZA RIBEIRO
SILVA DIAMANTINO
MATHEUS NICOLINO
PEIXOTO HENARES
MIRELLA BORGES PEREZ
LAPORTA HOBLES
NORBERTO LUIZ AMSEI
JUNIOR
OSVALDO EDUARDO AIELO
PAULO MACHADO
MARTINCOWSKI
RAIMUNDO NONATO DA
ROCHA FILHO
RENAN FELÍCIO DOS REIS
RHADLER HERCULANI
RODOLFO ANTONIO COSTA
ROSANGELA DE CARVALHO
GOULART GUEDES PRADO
ROSEMEIRE APARECIDA
ROSA
SABRINA LUZIA CAETANO
SALMEM SALEME GIDRÃO
SILVIA ELIAS BORTOLO
THAISA ALVES PIANOSCHI
VAGNER RICARDO DE
ARAUJO PEREIRA
Legenda: I – integral; P – parcial; H – horista.
Doutor
H
Doutor
I
Doutor
H
Doutor
H
Doutor
H
Mestre
H
Doutor
I
Mestre
H
Doutor
I
Doutor
I
Especialista
H
Doutor
P
Doutor
H
Mestre
H
Mestre
H
Mestre
Mestre
Mestre
P
I
I
Doutor
I
Mestre
I
Doutor
Especialista
Mestre
Mestre
I
H
I
I
Mestre
I
4.2.2 Docente segundo a Titulação (Período Noturno)
TITULAÇÃO
Especialistas
Mestres
Doutores
TOTAL
Nº
2
23
19
44
%
4,5
52,3
43,2
100
77
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
4.3 Formação do Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso
O Núcleo Docente Estruturante NDE foi um conceito criado pela Portaria Nº 147, de 2 de
fevereiro de 2007, com o intuito de qualificar o envolvimento docente no processo de concepção e
consolidação de um curso de graduação. Considerando a Resolução n°01 de 17 de junho de 2010 da
Comissão Nacional de Avaliação do Ensino Superior - CONAES, o Centro Universitário da Fundação
Educacional de Barretos – UNIFEB, através da Resolução RE 03/2013 de 05 de Fevereiro de 2013
estabelece a criação os Núcleos Docentes Estruturantes – NDE’s para os cursos de graduação, com
critérios para sua composição e funcionamento.
As atribuições do NDE estabelecidas no artigo 2 da Resolução n. 01 são: atualizar
periodicamente o Projeto Pedagógico do curso de Engenharia Química, definindo sua concepção e
fundamentos; discutir e propor mecanismos de interdisciplinaridade; acompanhar e propor mecanismos
e a forma de integralização das atividades complementares; analisar e avaliar os Planos de Ensino dos
componentes curriculares; acompanhar as avaliações do corpo docente, por meio da Avaliação
Institucional; planejar mecanismos de preparação para avaliações externas, conduzidas pelo sistema
SINAES. Desta forma, em atendimento a Portaria 147/2007em seu artigo 3º, inciso II, letras a, b e c
que estabelece normas para o funcionamento do Núcleo Docente Estruturante nas IES, c/c com a
Resolução Nº 01/2010 da Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES), que
normatiza o Núcleo Docente Estruturante, o curso de Engenharia Química possui como membros
integrantes os seguintes professores, indicados pelo Conselho de Curso da Engenharia Química e
submetidos a aprovação do Conselho Superior de Cursos com mandato de 2 anos:
Presidente do NDE: Prof. Dr. Célio Fernando dos Santos Camargo;
Membros: Prof. Me. Antônio Batista de Oliveira Junior;
Prof. Dr. André Aparecido Guedes;
Prof. Dr. Jorge Ricardo Moreira de Castro;
Prof. Dr. Jean Carlo Alanis (coordenador do curso de Engenharia Química)
Como primeiras iniciativas, em 2013, foi introduzida a Avaliação Integrada semestral para todos
os termos, além de um trabalho específico sobre as avaliações bimestrais, em consonância com as
oficinas docentes oferecidas pela Pró-Reitoria de Graduação, cujas atividades constam no item 5 do
Relatório de Atividades Relevantes.
O NDE do curso de Engenharia Química reunir-se-á, por convocação de iniciativa do seu
Presidente, semanalmente, sendo que a convocação deverá ocorrer com a antecedência mínima de 2
(dois) dias úteis. A pauta dos trabalhos das sessões será obrigatoriamente a seguinte:
a) Leitura e aprovação da Ata da sessão anterior;
b) Expediente;
c) Ordem do dia;
d) Outros assuntos de interesse geral.
78
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
Ainda poderão ser submetidos à consideração do plenário, assuntos de urgência, a critério do
Núcleo Docente Estruturante - NDE, que não constem da Ordem do Dia, se encaminhados por qualquer
um de seus membros. Das reuniões, será lavrada uma ata circunstanciada que, depois de lida e
aprovada será assinada pelos membros presentes na reunião. Além desse registro, será elaborado
mensalmente um relatório com as atividades desenvolvidas pelo NDE e submetido a análise e
aprovação da Pro Reitoria de Graduação.
79
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
5NÚCLEO DE APOIO
Há dois núcleos pedagógicos de apoio institucional com função interdisciplinar de assistir a
todas as instâncias de ensino da instituição:
5.1 Núcleos de Apoio Pedagógico (NAPe)
Trata-se de um órgão de apoio à Pró-Reitoria de Graduação, com função interdisciplinar de
formulação e de implantação de documentos, propostas e ações pedagógicas de suporte institucional.
Dessa forma, o NAPe propõe-se a oferecer apoio estrutural e pedagógico permanente às coordenações
e ao corpo docente do UNIFEB, buscando o aprimoramento permanente das condições de ensino dos
vinte e seis cursos existentes .
Foi instituído a partir de iniciativa da Reitoria sob Resolução RE. nº 14/2013 em maio de 2013,
juntamente com a aprovação do Conselho Universitário com Portaria nº 27/2013. O NAPe estabelecese em espaço institucional próprio dentro da FEB, para atendimento e apoio às iniciativas pedagógicas
institucionais propostas pela Pró-Reitoria de Graduação.
O NAPe apresenta propostas de projetos de intervenção e/ou acompanhamento pedagógico
institucional relacionadas às seguintes frentes:
•
Projetos Pedagógicos dos Cursos – Elaborou-se um modelo institucional de
documentação a partir do qual a coordenação assume o processo de autorização, de
reconhecimento ou de renovação de reconhecimento conforme características próprias
do curso e respeitadas as políticas institucionais;
•
Orientação para alteração curricular dos cursos - Existe um procedimento institucional
de diagnóstico, de fundamentação e de proposta de alteração da matriz curricular a ser
apresentada aos diferentes órgãos colegiados pertinentes com o objetivo de assegurar que
as mudanças curriculares propostas sigam as diretrizes institucionais, conforme Resolução
RE nº 23/2012;
•
Oficinas Docentes – O mercado de trabalho tem assumido características cada vez mais
exigentes e, ao mesmo tempo, os alunos têm chegado com formação básica aquém do
necessário, situação essa desafiadora para os docentes da Instituição. São oferecidas
oficinas de estratégias e procedimentos didáticos que possam proporcionar subsídios para
um aprimoramento das práticas educativas existentes na instituição, como , por exemplo,
as oficinas de avaliação;
•
Oficinas para coordenadores – Ante as crescentes exigências dos órgãos reguladores
da educação superior (CEE e MEC) e da rotatividade da função de coordenador de curso
por parte dos professores da Instituição, torna-se necessária constante atualização e
aprimoramento dos procedimentos que favoreçam o cumprimento das exigências legais
como também a manutenção da qualidade do ensino oferecido pelo UNIFEB. Exemplos
80
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
dessas práticas são o oferecimento de oficinas em relação às DCN’s, aos Eixos
Curriculares, aos novos formatos avaliativos entre outros;
•
Oficinas de recuperação de conteúdos prévios para alunos -Nivelamento- Observase uma crescente defasagem entre os conteúdos mínimos esperados pelo aluno
ingressante e os que efetivamente foram aprendidos na Educação Básica. Nesse sentido,
o UNIFEB realiza mecanismos de apoio (presenciais e online) à aprendizagem dos
conhecimentos básicos de Português, Matemática e Física como forma de assegurar a
permanência dos alunos e o alcance dos objetivos institucionais;
•
Estratégias relacionadas aos cursos e aos alunos que prestam ENADE- Observamse, nos últimos dez anos, avanços significativos nos formatos avaliativos, os quais tem
levado a instituição a rever suas práticas educacionais. Neste sentido, o NAPe oferece
oficinas e orientações sobre as atualizações que se fazem necessárias para o bom
cumprimento das exigências internas e externas ao UNIFEB como, por exemplo, as
oficinas para elaboração de questões.
•
Estratégias de comunicação e de apoio aos alunos da cidade e da região –Consistem
em encontros e orientações de apoio e esclarecimento aos alunos da Educação Básica
regional sobre o mercado de trabalho, sobre a escolha profissional adequada além das
exigências do ensino superior como forma de preparação para essa nova etapa da vida.
São atividades como Palestras de Orientação Profissional, de Orientação sobre o ENEM,
visita à Clínica Odontológica, ao Núcleo Jurídico, aos laboratórios didáticos;
•
Apoio aos Núcleos Docentes Estruturantes -NDE’s-Consiste no acompanhamento e na
orientação à formação dos NDE´s dos respectivos cursos. Elaborou-se um roteiro inicial de
observação e de acompanhamento da execução do Projeto Pedagógico do Curso;
•
Apoio a outros setores da Instituição – Organizou-se documentação institucional dos
setores de apoio ao ensino do UNIFEB entre eles os Laboratórios Didáticos, o Pró-Aluno,
os projetos de Intercâmbio, a Central de Estágios, entre outros;
•
Elaboração de projetos ou de atividades específicas – Ofereceram-se subsídios para a
elaboração e execução de projetos específicos ligados aos cursos, propondo um nível de
exigência e de abrangência mínimo aos padrões de qualidade do UNIFEB. Entre esses,
citam-se iniciativas relacionadas à Metodologia Científica, ao PIBID nas Licenciaturas, ao
Projeto de Leitura e Produção de Textos, ao Programa de Formação Complementar –
PFC,entre outros.
5.2 Núcleo de Apoio Cultural (NAC)
Trata-se de um núcleo de apoio cultural vinculado à Pró-Reitoria de Graduação e à de Extensão
e Cultura do UNIFEB com a função de organizar e de desenvolver as iniciativas institucionais relativas
à formação cultural complementar dos conteúdos oferecidos pelas matrizes curriculares dos cursos de
81
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
graduação principalmente referentes a temas transversais. Constitui-se em um núcleo interdisciplinar
formado por cinco docentes e um secretário do UNIFEB, sendo um representante de cada grande área
contemplada, como Português, Sociologia, Filosofia, Metodologia Científica, Biologia, entre outras. Ao
NAC compete estabelecer a programação das atividades, registrá-las, avaliá-las e propor ações
corretivas para o alcance de seus objetivos. Os conteúdos são propostos e revistos semestralmente
pela equipe e encontram-se sugeridos abaixo.
Além disso, o NAC responde às exigências dos requisitos legais referentes à(s):
•
Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o
Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana (Lei n° 11.645 de 10/03/2008;
Resolução CNE/CP n° 01 de 17/06/2004).
•
Políticas de Educação Ambiental (Lei n° 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto n°4.281,
de 25/6/2002).
•
Disciplina obrigatória/optativa de Libras (Dec. N° 5.626/2005).
Como propostas de intervenção institucional, apresentam-se as seguintes atividades:
•
Disciplinas optativas (no caso de Libras).
•
Palestras e mesas redondas no teatro do UNIFEB.
•
Aulas com temas específicos em horário de professores ausentes.
•
Exposições com conteúdos das artes visuais.
•
Audição de apresentações musicais nos intervalos.
•
Apresentação de grupo de danças e artes marciais.
•
Aulas/conteúdos em plataforma on-line como nas de Atividade Complementar.
Tais atividades poderão ser validadas como Atividades Complementares conforme as
exigências do Projeto Pedagógico de cada curso.
Bibliografia Sugerida para 2. Semestre 2014:
- FREYRE, G. Casa Grande e Senzala. São Paulo: Univ. Brasília. 2005.
- RIBEIRO, D. O processo Civilizatório. São Paulo: Civ. Brasileira. 2005.
- IBGE – Inst. Brasileira de Geografia e Estatística. Características Étnico-raciais da População. Um estudo das categorias
de classificação de cor ou raça. 2008.
Disponível
em:
http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/caracteristicas_raciais/PCERP2008.pdfAcesso
em:
15jun.2014.
-A Inclusão da História Africana no Tempo dos Parâmetros Curriculares Nacionais
Disponível em: http://www.mulheresnegras.org/cunha_01.html. Acesso em: 15 jun.2014
- DVD: O Povo brasileiro. Diretor: FERRAZ, I.G. Distribuidora Versatil Home Video.Disponível on-line
no Youtube
- Orientações e Ações para a Educação das Relações Étnico-RaciaisDisponível em:
http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/orientacoes_etnicoraciais.pdf Acesso em: 15/6/20
- Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações o Ensino de História e Cultura Afro-
82
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
Brasileira e Africana Disponível em: http://www.acaoeducativa.org.br/fdh/wp-content/uploads/2012/10/DCN-sEducacao-das-Relacoes-Etnico-Raciais.pdf Acesso em: 15/6/2014
- FIORIN, J.L; SAVIOLI, F.P. Para entender o texto: leitura e redação. 16 ed. São Paulo: Ática, 2006.
5.3 Apoio ao Aluno
O curso conta com várias formas de apoio ao aluno, com o objetivo de proporcionar aos alunos
não somente um bom acompanhamento nas condições de ensino-aprendizagem, como também uma
adequada aproximação ao mercado de trabalho profissional do curso de sua escolha.
5.3.1 Apoio Pedagógico para Alunos Ingressantes
Visando dar condições ao aluno de acompanhar o curso e de possibilitar sua permanência na
instituição, evitando a desistência, o UNIFEB, desde 2012 aplicou Avaliação Diagnóstica aos
ingressantes, abordando conhecimentos básicos em Português, em todos os cursos, e também em
Matemática, para os cursos que apresentam desdobramentos nessa área.
Logo após a aplicação da Avaliação Diagnóstica, são oferecidos Programas de Apoio
Institucional ao Aprendizado em Matemática, Física e também em Português no formato a distância,
no sentido de oferecer nivelamento aos alunos ingressantes, possibilitando que estes possam alcançar
o aprendizado almejado pelo perfil do egresso do curso.
5.3.2Pró-Aluno
Projeto institucional subordinado à Pró-Reitoria de Graduação, direcionado aos alunos do
UNIFEB, tem como foco contribuir para a humanização das relações sociais e acadêmicas que se
desenvolvem como suporte às atividades de ensino-aprendizagem na instituição. O Pró-Aluno
desenvolve três grandes linhas de ação:
5.3.2.1Atendimento Psico-socioeconômico
O setor cumpre a função de mediação das questões pertinentes ao universo acadêmico,
através da leitura da subjetividade das relações e da garantia dos direitos sociais. Transcende deste
modo o papel tradicional do ensino superior. A formação acadêmica não está dissociada
da
complexidade dos fatores culturais, sociais, econômicos e psíquicos presentes no sistema educativo.
Atendimento realizado por uma psicóloga e assistente social que procura encaminhamentos
para dificuldades econômicas, psicológicas de adaptação e relacionamento no âmbito universitário
envolvendo alunos, salas, docentes e coordenações, como também o encaminhamento de dificuldades
83
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
econômicas através das várias modalidades de financiamento e bolsas existentes. Atualmente a
atuação do Pró-Aluno tem atuado nas seguintes frentes:
•
no âmbito acadêmico: atendimento com vistas a encaminhamento de dificuldades
psicológicas e sociais no âmbito individual;
•
mediação nas salas de aula: vivências de “Grupalidade” como suporte às coordenações;
•
cancelamento de matrículas: atendimento quanto às dificuldades apresentadas, oferecendo
possibilidades de encaminhamento;
•
apoio e orientação financeira: identificação do perfil e apoio familiar e procura da melhor
opção dentre as existentes entre bolsas e financiamentos;
•
estágio interno: possibilidade de estágio interno para os alunos interessados identificando o
perfil e as procurando pelas possíveis áreas de trabalho;
•
núcleo de inclusão: apoio e encaminhamento aos alunos com necessidades diferenciadas e
•
ações educacionais: juntamente com a demanda de coordenações, desenvolvimento de
ações preventivas no âmbito da saúde psico-social dos alunos do UNIFEB.
5.3.2.2 Central de Estágio
Trata-se de um núcleo que tem por finalidade organizar a integração entre a instituição de
ensino e o mercado de trabalho, entendido este como: empresas, órgãos públicos, entidades nãogovernamentais ou mesmo filantrópicas. Tem como foco facilitar o acesso dos discentes, através de
estágios, a uma experiência de formação profissional, de forma a ampliar a sua capacitação
profissional.
Cabe a este núcleo a responsabilidade pelos elementos extracurriculares do estágio, sendo o
curso responsável pelo acompanhamento e avaliação dos conteúdos e ações propriamente
desenvolvidas na experiência do estágio.
Para a implantação dos objetivos acima elencados, há uma série de ações organizadas, entre
as quais destacam-se:
•
cadastro on-line dos alunos, por curso, termo e período;
•
estabelecimento de convênios com as diferentes instituições do mercado de trabalho;
•
acompanhamento institucional da experiência em andamento;
•
avaliação do relatório apresentado como finalização da experiência.
5.3.2.3Programa de Acompanhamento de Egressos (PAE)
Considerando as diferentes dimensões que compõem a avaliação institucional, o
acompanhamento dos egressos constitui-se em elemento fundamental para a construção dos
indicadores e políticas de aprimoramento das ações institucionais tanto no âmbito acadêmico quanto
no comunitário. Neste sentido, o Programa de Acompanhamento de Egressos (PAE) tem o seu foco
principal direcionado na busca do conhecimento das opiniões dos sujeitos egressos. Esse
conhecimento está voltado para a formação acadêmica recebida, sugestões de melhoria através da
análise de pontos fortes e fracos identificados pelo público alvo além de monitorar a inserção desses
84
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
no mercado de trabalho não somente no sentido do “onde está você?” mas abrindo a possibilidade de
(re)orientar o egresso na sua trajetória profissional a partir da oferta de complementos á sua formação
original através de cursos de atualização, pós-graduação e demais atividades institucionais procurando,
permanentemente, construir e/ou fortalecer as habilidades e competências identificadas pela constante
evolução do mundo do trabalho.
Para a implantação dos objetivos acima elencados, há uma série de ações organizadas, entre
as quais destacam-se:
•
avaliar o desempenho institucional por meio da realidade profissional do egresso;
•
construir e manter um banco de dados atualizado a partir de um canal de comunicação constante
entre a instituição e o egresso;
•
coletar indicadores confiáveis acerca da relação dos conteúdos curriculares com o mercado de
trabalho;
•
realinhar as atividades da instituição, contribuindo para uma constante atualização dos Projetos
Pedagógicos dos cursos, a partir da divulgação das informações coletadas;
•
proceder a divulgação sobre a inserção dos egressos no mercado de trabalho;
•
promover palestras, oficinas e outras modalidades de encontros acadêmicos com a participação
efetiva dos egressos de modo a motivar o aprimoramento da formação do aluno.
•
criação, no site institucional, o “portal do egresso” ou “onde está você” incentivando a sua
constante atualização de modo a manter o contato constante sem o rompimento do vínculo
institucional; e
•
incentivar a criação da “Associação dos Egressos do UNIFEB” a partir das iniciativa isoladas já
existentes entre alguns dos cursos da instituição.
5.3.3 Intercâmbio Internacional
Ante uma exigência tecnológica e cultural crescente no mercado de trabalho globalizado,
verifica-se uma valorização dos profissionais em todas as áreas de atuação com experiências
profissionais, vivências diferenciadas, além de fluência em uma segunda língua. Nesse sentido, o
UNIFEB procura incentivar a oportunidade de incrementar a formação dos alunos, principalmente de
abertura de novos horizontes.
Os alunos do curso de Engenharia Ambiental podem participar dos programas de intercâmbio
internacional proporcionados pela instituição, mediante o preenchimento dos respectivos requisitos
necessários.
5.3.3.1 Estágio Profissional Rural nos EUA
Trata-se de um estágio profissional de 9 meses a 1 ano organizado pelo International Farms
Aid Association (IFAA) e o UNIFEB, direcionado aos alunos dos cursos da área de agrárias (Agronomia
e Zootecnia) e demais áreas afins. O estágio é reconhecido pelos cursos no UNIFEB como equivalente
ao estágio curricular do curso em que estiver matriculado.
85
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
Direciona-se aos alunos a partir do 3º termo até um ano depois de formado, com o pré-requisito
de domínio da língua inglesa ao menos no nível básico de comunicação oral e escrita, contemplando
as seguintes áreas: laticínio, suíno, grãos, fruticultura, floricultura e horticultura. Estão entre os objetivos
do programa:
•
aprendizado de conhecimentos técnicos e específicos;
•
melhora na resolutividade de problemas do cotidiano profissional (tomada de decisões);
•
treinamento de postura profissional;
•
responsabilidades profissionais, de gerência;
•
desenvolvimento de autonomia pessoal;
•
melhorana sociabilidade e
• capacidade de adaptação em culturas diferentes
No segundo semestre de 2013, o UNIFEB encaminhou 7 alunos para este programa, sendo 2
do curso de Zootecnia, 2 da Agronomia, e um aluno dos cursos de Engenharia de Alimentos,
Engenharia Ambiental e Ciências Biológicas.
5.3.3.2 Intercâmbio Cultural nos EUA
A partir de convênio bilateral firmado entre o UNIFEB e a Wentworth Militar Academy, da cidade
de Lexington (do estado de Missouri) - EUA, abriu-se a oportunidade aos alunos, professores e
funcionários de ambas as instituições realizarem intercâmbio internacional. Prioriza-se o aprendizado
da língua inglesa, além da vivência cultural local e regional.
O convênio também possibilita ir além do caráter cultural, podendo ser estendido para a
formação profissional, de duração semestral ou anual, uma vez que existe o compromisso firmado entre
ambas as partes de reconhecimento e validação dos conteúdos frequentados.
A convivência em grupo desta iniciativa proporciona uma série de aprendizagens, tanto
competências como habilidades específicas. Entre as mais relevantes, destacam-se:
•
aprofundamento nos conhecimentos da língua inglesa;
•
interação e conhecimento de realidade diferenciada e o olhar externo ao próprio país;
•
interação do participante com o grupo durante um período mais prolongado;
•
aprendizagem do comportar-se como representante de um país e de uma instituição;
•
organização e administração dos elementos práticos do dia a dia pessoal próprios de um
contexto fora de sua casa e família;
•
capacidade de interação em ambientes não-familiares culturalmente;
• entre outros.
No ano de 2013, foram enviados dois grupos, sendo que o primeiro realizou o intercâmbio em
janeiro e outro em julho, perfazendo um total de 12 alunos e 2 professores em cada uma das iniciativas.
86
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
5.3.3.3Programa “Ciência sem Fronteiras”
Em consonância com o movimento de internacionalização observado atualmente no ensino
superior em nível mundial, o governo federal lançou o Programa Ciência sem Fronteiras – CsF em 2011
e o UNIFEB se credenciou junto ao Ministério da Ciência e Tecnologia para participar desse Programa.
O CsF abre novas oportunidades de intercâmbio acadêmico aos discentes. Em 2012, houve a adesão
de 1 aluno do Curso de Engenharia Ambiental sendo incluído pela quota institucional. No ano de 2013,
o UNIFEB mantinha 13 alunos homologados junto ao Programa.
5.3.4 Apoio Organizacional para Realização do Enade para os Formandos
O UNIFEB entende o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) como uma
oportunidade de avaliar os cursos. Desta foram, realiza atividades que complementam e atualizam os
conhecimentos gerais que são desenvolvidos rotineiramente, assim como orientações quanto à
realização do Exame. Dispensa-se atenção quanto aos prazos de inscrição e preenchimentos dos
formulários e questionários, de forma a propiciar um ambiente adequado para a realização das provas
pelos diferentes cursos.
5.4 Comissão Própria de Avaliação CPA
O acompanhamento do desenvolvimento eda consolidação do projeto pedagógico constará da
auto-avaliarão institucional, sendo que tanto a Reitoria quanto a Coordenadoria do Curso promovem
ampla abertura, ouvindo as reivindicações dos alunos, no que diz respeito ao corpo docente, aos
conteúdos programáticos, às atividades de ensino procurando atendê-las.
É importante ressaltar que o UNIFEB possui uma Comissão Própria de Avaliação – CPA, que
tem como atribuições a condução dos processos de avaliação interna da instituição e a sistematização
das informações, procurando realizar pesquisas de forma ampla, diversificada e profunda, dentro de
todo o contexto universitário. Nesses processos, busca-se identificar e compreender potenciais e
fragilidades que reorientam os Planos de Desenvolvimento, as Políticas Institucionais, a Organização
Acadêmico Administrativa, os Programas e Projetos Institucionais e as Práticas Pedagógicas.
Essa Comissão tem como principal finalidade a criação de uma cultura acadêmica de constante
monitoramento e avaliação enquanto instrumento gerencial e pedagógico fundamental para nortear a
busca constante do UNIFEB pela excelência no ensino superior. Como objetivos gerais, tem-se a
preocupação do desenvolvimento do processo como um todo e da consolidação de uma cultura de
auto-avaliarão.
A construção das avaliações apresenta um caráter formativo visando ao aperfeiçoamento da
comunidade acadêmica e da instituição como um todo. Para issoconta com a participação efetiva de
toda a comunidade acadêmica, pois só assim se constrói uma cultura de avaliação constante que sirva
de instrumento permanente para tomada de consciência sobre fragilidades e potencialidades.
87
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
Durante o processo, a Comissão procura avaliar a percepção dos discentes, docentes e corpo
técnico-administrativo, sobre os mais variados âmbitos/setores do Centro Universitário da Fundação
Educacional de Barretos. A intenção consiste na promoção do debate sobre as condições do centro
universitário, podendo contribuir para a elaboração das políticas da instituição, no sentido de verificação
e de cumprimento de sua missão e garantia da melhoria do processo de ensino.
Após uma trajetória que teve início no ano de 2004, a atual comissão foi nomeada pelo Reitor,
Prof. Dr. Reginaldo da Silva, por meio da Portaria RE n.28/2014, considerando o que estabelece o
Inciso I do artigo 11 da Lei 10.861/2004. Esta comissão atualmente é formada pelos seguintes
membros:
Representantes Titulares:
Coordenador
Docentes
Técnicos Administrativos
Discentes
Sociedade Civil
Representantes Suplentes
Docentes
Técnicos Administrativos
Sociedade Civil
Profª. Drª Marcella de Toledo Piza Roth
Prof. Me. Araré de Carvalho Júnior
Profª. Drª. Maira Mattar
Bruno Ono de Moraes
Miguel Roberto Prieto
Jorge Gibertoni Chehadi
José Guilherme Paschoaleti Simões
Letícia de Oliveira Catani
Maurício Suzuki
Profª. Drª. Glaucia Heloisa M. Bastos de
Aquino
José Mendes Santana
Camila Rocha Marin
Seguindo o Regimento Interno da CPA, bem como seu Projeto, ambos aprovados em reunião
do Conselho Universitário, as avaliações contemplam as 10 dimensões do SINAES. Em ciclos de três
anos serão avaliados discentes, docentes, corpo técnico-administrativo, usuários, comunidade externa
e egressos.
Conta-se, ainda, com o dispositivo eletrônico de Ouvidoria, para permitir liberdade de
pronunciamento de outras questões cotidianas, quer se refiram ao curso ou à própria instituição.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
6 INFRAESTRUTURA DISPONÍVEL AOS CURSOS
Esta primeira parte refere-se às instalações comuns a todos os cursos e, na sequência, o
respectivo corpo profissional.
6.1 Infraestrutura e Corpo Técnico Institucional
Instalação
Auditório
anfiteatro,
comum)
Biblioteca
Quantidade
em salas
Capacidade
Observações
1
180 lugares
Usado
para
palestras,
conferências,
congressos e eventos científicos e culturais.
1
350 lugares
1
780 lugares
(estilo
uso
Teatro (uso comum)
Posto
Atendimento
bancário
Restaurante
Universitário
de
1
1
Cantina
1
Papelaria
e
Fotocopiadora
Sede esportiva dos
estudantes–DCE(no
interior do campus)
1
1
Setor
Laboratórios didáticos
Pró-Aluno
Multimeios
Biblioteca (uso comum)
Secretaria da Coordenação do curso
Secretaria Geral
Com vários ambientes de estudo e leitura
Usado
para
palestras,
conferências,
congressos, eventos científicos e culturais.
Atendimento preferencial aos professores,
funcionários e alunos da Instituição.
Atendimento preferencial aos professores,
funcionários e alunos da Instituição.
Atendimento preferencial aos professores,
funcionários e alunos da Instituição.
Atendimento preferencial aos professores,
funcionários e alunos da Instituição.
Sede do Diretório Central dos Estudantes –
DCE possui salão de festas, piscina, campo
de futebol, área de lazer, etc.
Função e Quantidade
01 Coordenador
05 Técnicos
02 Auxiliares
03 Estagiários
01 Psicólogo (institucional)
01 Assistente Social
01 Analista de Sistemas
02 Estagiárias para atendimento no 0800
02 Estagiárias para atendimento presencial
01 Técnico
02 Auxiliar
14 Estagiários
01 Bibliotecária
03 Escriturários
09 Estagiários
01 Secretária
02 Estagiários
01 Secretaria geral
02 Secretárias
09 Escriturários
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
Departamento
Informação
de
Tecnologia
Setor de Manutenção
Gestão de Conteúdo Web
e
03 Funcionários para protocolo
05 Estagiários
01 Gerente
02 Analistas de sistema
01 Analista de Suporte
01 Administrador de rede
07 Estagiários
01 Engenheiro de manutenção
20 Funcionários
02 Analistas
6.2 Biblioteca
A biblioteca central da FEB é o local controlador do acervo bibliográfico institucional, de apoio
ao desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão, e tem como objetivo:
•
coletar, organizar e difundir a documentação bibliográfica;
•
proporcionar serviço bibliográfico e de informação à comunidade interna e externa;
•
manter intercâmbio com bibliotecas, universidades e outras Instituições técnicas, científicas e
culturais;
•
coordenar todas as atividades do sistema bibliotecário da FEB.
O acervo da biblioteca do UNIFEB é composto por livros, periódicos, teses, monografias
(Trabalho de Conclusão de Curso – Graduação e Especialização), apostilas, catálogos, arquivos
digitais (contidos em DVD e CD) entre outros e está representado em catálogos on-line para consulta,
todo acervo é circulante exceto as obras de único volume.
O empréstimo é liberado para os usuários, os quais também podem usufruir de um sistema de
reserva de obras do acervo disponível eletronicamente, vide dados abaixo.
Média anual de consultas e empréstimos.
CONSULTAS E EMPRÉSTIMOS (ano base 2014)
Média anual de consultas
28.954
Média anual de empréstimos
29.290
Total
58.244
A circulação de empréstimos e consultas, assim como demais atividades pertinentes à
biblioteca são controladas através do Sistema Acadêmico Interno, embora atualmente esteja sendo
substituído gradativamente pelo Sistema Totvs (Gestão de Bibliotecas - RM Biblios).
No ambiente virtual, ocorrem as consultas em base de dados referenciais e textuais, como:
•
Portal de Periódicos da CAPES;
•
Portais de Periódicos e Bases de Dados:
EBSCO (Dentristry and Oral Sciences Source)
Scopus
Science Direct
Periódicos de Acesso Livre
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
A Biblioteca mantém convênios que permitem o contato com profissionais da informação,
ampliando o campo de trabalho, propiciando intercâmbios com outras Instituições, além da atualização
do acervo. Dentre os convênios está:
•
Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas (APCD);
•
Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI);
•
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA);
•
Editora LTr: Revista Legislação do Trabalho;
•
Editora RT: Revista dos Tribunais;
•
Editora PINI;
•
Editora Santos;
•
Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL);
•
Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE).
Adendo
O Plano Pedagógico do Sistema Acadêmico Administrativo (SAA) que se encontra na
fase de implantação possibilitará ao docente verificar o total de obras por autor/título do acervo
referente à sua área de atuação acadêmica, determinando a necessidade de novas aquisições
ou a ampliação do acervo atual.
Quanto ao espaço físico, a biblioteca ocupa um amplo espaço no centro da infraestrutura dos
26 cursos do UNIFEB com 1200 m², oferecendo condições adequadas quanto à área física, área de
leitura geral, individual e em grupo; área de acervo de livros, periódicos especializados e mídias; acesso
a internet, bem como uma adequada gestão e informatização do acervo, pautada numa política de
atualização e expansão do acervo, além do acesso às redes de informação.
O mobiliário da Biblioteca é adequado, de acordo com os princípios recomendados para as
bibliotecas acadêmicas. O acervo está acomodado em estantes, devidamente distribuído. Os
periódicos especializados contam com estantes expositoras para os títulos correntes.
A Biblioteca é adequada ao número de 350 usuários, com 10 salas de trabalhos em equipe,
seguindo os critérios de salubridade, ou seja, é climatizada, bem iluminada, limpa e segura. Além disso,
este ambiente é adaptado às pessoas portadoras de necessidades especiais e possui nas suas
proximidades equipamentos de proteção contra incêndio. As instalações para estudos individuais e em
grupo possuem espaços e mobiliários adequados, atendendo às necessidades dos alunos e
professores.
A Biblioteca funciona todos os dias letivos e se encontra aberta à comunidade acadêmica das
8 às 22:30, no mesmo horário de funcionamento da instituição, respeitando as condições estabelecidas
em seu regulamento da biblioteca. A biblioteca conta com 10 colaboradores, uma bibliotecária, 3
funcionários e 6 auxiliares.
91
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA QUÍMICA
6.3 Infraestrutura do Curso
Instalação
Salas de aula
Quantidade
Capacidade
10
Entre 60 e 110
05
07
Laboratórios
08
12
30
Observações
Salas: 42; 58; 88; 89; 90; 91; 92; 93; 98; 99
Laboratório
de
instalações
elétricas
e
eletrônica básica (07, 08, 17, 18 e 59)
30
Laboratórios de Física (03,04, 25, 48, 50, 51
e 58)
30
Laboratórios de informática (Lab. 39, 40, 41,
42, 43, 44, 45 e 46)
30
Laboratórios de Química (9, 10, 11, 12, 13,
19, 20, 23, 24, 26, 52 e 53)
01
30
Laboratório de Hidráulica
02
40
Laboratório de Desenho Técnico
01
30
Laboratório de Engenharia Química (Lab.29)
01
02
Sala da Secretaria do Curso
01
12
Recepção
01
02
Sala da Secretaria do curso
01
50
Biblioteca
04
12
Banheiros (com e sem acessibilidade)
01
800
Teatro *
01
-
Departamento de Tecnologia e Informática
01
-
Setor de multimeios
Outros
92
Download

PROJETO PEDAGÓGICO