NEWSLETTER N.º 5
CASA DE SAÚDE DA IDANHA
MAIO 2008
editorial
Todos nos lembramos das funções “clássicas” da
- Cada vez, mais os gestores devem ser formadores,
gestão – planear, organizar, liderar e controlar.
colegas e apoiantes dos seus funcionários. Uma das
Estas constituem a base para o trabalho de
principais preocupações da gestão deve ser a de
qualquer gestor. Embora suficientes para executar
criar um ambiente de trabalho mais solidário que
a maioria das tarefas, podem neste momento não
permita a cada colaborador sentir-se valorizado e
reflectir a nova realidade do local de trabalho.
ser mais produtivo. Portanto apoiar.
Torna-se necessário reflectir e redefinir um novo
- A comunicação é o sangue que corre nas veias
conjunto de funções de gestão assente nas
clássicas.
de qualquer organização, os gestores são o
elemento comum que interliga os diferentes níveis
- Uma das mais importantes funções de gestão é
de funcionários. Comunicar.
encorajar ou inspirar as pessoas, ou seja, estimular.
Numa altura em que nos preparamos para fazer
- Os bons gestores deixam os seus colaboradores
uma mudança profunda e estrutural (Equipas e
fazerem um bom trabalho, ninguém consegue
estrutura) na Casa de Saúde da Idanha, é bom
alcançar o sucesso sozinho. “Os erros que as
continuar a reflectir sobre estes conceitos.
pessoas cometem têm muito menos importância
do que os erros que a gestão comete ao dizer às
pessoas exactamente aquilo que têm de fazer.”
William Mc Knight CEO da 3M. Atribuir poderes.
[email protected]
www.ihscj.pt/csi
BIOÉTICA E PSIQUIATRIA
PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO EM PSIQUIATRIA
Alguns princípios éticos
Em psiquiatria, não poucas vezes somos confrontados com questões éticas. Situamo-nos num
campo onde existem muitas pessoas que apresentam inúmeras dificuldades no seu processo
de decisão. Segundo W. Osswald, a tomada de decisão em bioética pode descrever-se a
partir de um triângulo ético, cujos lados são: a autonomia do doente, a beneficência dos
profissionais de saúde e a subsidiariedade de familiares, representantes legais.
A autonomia da pessoa doente existe para além da sua capacidade de expressão,
comprometida por uma doença psíquica. O que significa, que nos devemos esforçar por
apreender o sentido, ao menos geral, da disposição da pessoa doente em relação ao seu
processo terapêutico sempre que este esteja em condições de o comunicar, mesmo
imperfeitamente, aproveitando para tal, os momentos lúcidos e calmos da pessoa com
doença mental. A aceitação da autonomia do doente, é a consequência do respeito pela
sua intrínseca dignidade.
A beneficência do profissional de saúde é um princípio ético e deontológico de toda a
actividade dos profissionais de saúde. O bem da pessoa doente incapacitado, mais
fragilizado, menos defendido, é uma prioridade em qualquer intervenção terapêutica.
Defender este bem, agir de forma a aumentá-lo, exige um conhecimento daquilo em que
consiste o bem e uma sensibilidade prática para aquilo que a pessoa doente considera como
bem para si mesmo.
A subsidiariedade de familiares e representantes legais que passa pela procura do melhor
interesse do doente, sem cair em relações de poder ou simples sentimentalismos, que possam
por em questão o processo terapêutico do doente.
E. Pellegrino referindo-se à decisão bioética salienta que esta não deve ser tomada pelo
médico em lugar do doente, nem por este independentemente do médico ou da
comunidade. A condição moralmente óptima é aquela na qual a decisão provém de uma
relação de confiança assente na procura do melhor bem entre o médico e o doente. A
tomada de decisão deve ser um processo compartilhado, construído com mútua participação
e respeito. Toda a equipa contribui com a sua experiência, conhecimento e habilidade para o
diagnóstico da condição do doente e com as alternativas técnicas indicadas e disponíveis. O
doente e/ou seu representante contribui com o esclarecimento de seus legítimos valores e
necessidades, através dos quais, os riscos e benefícios de uma determinado tratamento
podem ser analisados. Nesta abordagem, solucionar a melhor alternativa terapêutica para
uma pessoa doente requer contribuição de ambas as partes. Levando em consideração a
indicação técnica, os valores, os princípios e as consequências. Optar por uma conduta que
respeite o maior número destes requisitos, diminui as possibilidades de se praticar um acto
eticamente incorrecto ou injusto, isto é, o risco de instrumentalizar a pessoa, sobretudo quando
esta se encontra vulnerável. Parece-nos este o caminho que deve orientar a tomada de
decisão em psiquiatria.
REFERÊNCIAS:
cf. OSSWALD, Walter - A quem cabe a decisão, no caso dos incapazes?. Acção Médica, 63:3 (1999)
7-8.
cf. PELLEGRINO, Edmund; THOMASMA, David – Per il bene del paziente: tradizione e innovazione
nell’etica medica. Milano: Edizioni paoline, 1992, p. 321-322.
cf. FERRER, Jorge; ÁLVAREZ, Juan – Para Fundamentar la bioética: teorias y paradigmas teóricos en la
bioética contemporánea. Madrid: Desclée de Brouwer, 2003, p.463-465.
Paula Carneiro, HSC
PASTORAL DA SAÚDE
A ESPIRITUALIDADE NO TRATAMENTO ONCOLÓGICO
Investigação desenvolvida no Algarve procurou determinar se a
espiritualidade pode, ou não, influenciar a qualidade de vida
A espiritualidade pode, ou não, influenciar a qualidade de vida do doente oncológico a
realizar quimioterapia? Para encontrar a resposta a esta pergunta foi desenvolvida uma
investigação pela Associação Oncológica do Algarve, que contou com a contribuição de 23
doentes que se encontravam em tratamento no Serviço de Oncologia Médica do Hospital
Distrital de Faro.
O estudo, entretanto publicado, mostra que quanto mais elevados os índices de
espiritualidade do doente, maior era a sua qualidade de vida geral, nomeadamente ao nível
do seu bem-estar físico, funcional e emocional.
João Paulo Pestana, coordenador do estudo, refere ao Programa ECCLESIA, que apesar de,
internacionalmente, existir um interesse crescente e uma vasta investigação publicada sobre o
papel da religiosidade e da espiritualidade ao nível da saúde, em Portugal pouca importância
tem sido dada a esta questão.
(…) O estudo em causa mostrou que, de uma maneira geral, os doentes que apresentavam
índices de espiritualidade mais elevados sentiam menos os efeitos secundários da
quimioterapia, como os enjoos e as náuseas, apresentavam menos dores, dormiam melhor,
sentiam-se menos cansados e tinham maior prazer nas suas actividades diárias.
João Paulo Pestana acredita que há um impacto positivo na recuperação dos doentes, com
menos custos para o Estado: “Estes doentes necessitavam de menos medicação porque
tinham menos dores, conseguiam desempenhar as suas funções melhor do que os outros, há
um impacto a nível físico”.
Actualmente, em parceria com o Instituto Superior Dom Afonso III, em Loulé, trabalha-se na
Unidade de Radioterapia do Algarve. A Associação Oncológica do Algarve pretende, desta
vez, caracterizar clínica, social e demograficamente, a população de doentes que
actualmente realizam este tratamento, procurando delinear estratégias de intervenção que
mais beneficiem esta população.
(Agência Ecclesia 16-02-2008)
VOLUNTARIADO
TESTEMUNHO
Na escola da vida
Nesta área o voluntário
Aprendem-se muitas lições
Nunca trabalha sozinho
E nunca é demasia
Faz parte de uma equipa
Fazer algumas revisões.
Que o apoia no caminho.
Vamos lá então...
Temos de ter em mente
Rever tudo o que reti
E sempre recordar
Desta última lição
Que a vontade do doente
Verificar o que aprendi!
É preciso respeitar.
Para se ser voluntário
A nossa simples presença
(Em cuidados paliativos)
Em silêncio, ou a falar
Não chega a vocação
Pode fazer toda a diferença
É também necessário
O importante , é o estar!
Adequada formação.
Com um grande beijinho
Helena Câmara
Voluntária na Unidade de Cuidados Paliativos da CSI
Unidade de Psicogeriatria
As sociedades modernas sofreram grandes alterações que resultaram das mudanças sociais e
políticas motivadas pelo aumento da longevidade e diminuição de jovens.
Surgem problemas específicos que abrangem diversos domínios, nomeadamente na saúde,
segurança social, habitação, economia, etc.
A problemática relacionada com a saúde e a doença adquire grande relevo pela natureza
das reacções biológicas e comportamentais que se vão manifestando em função do tempo
de vida. A perda progressiva de capacidades sistémicas e orgânicas leva o idoso a situações
de dependência que implicam a reestruturação da família, a adaptação do seu ambiente e a
criação de serviços adequados à prestação de cuidados a este grupo populacional
emergente e em crescendo.
As alterações sociais, a constituição de famílias mais reduzidas e novas formas de famílias
(monoparentais, unitárias) bem como a integração da mulher no mercado de trabalho, cada
vez mais competitivo e exigente, veio reduzir a sua disponibilidade para cuidar e acompanhar
os familiares idosos.
Numa sociedade como a nossa em que se valoriza sobretudo a juventude, a beleza, a
produtividade, o lucro, que lugar ocupam as pessoas a quem o passar dos anos levou a
juventude, deixando marcas indeléveis nos rostos sofridos e incapacitados pela doença?
Num
tempo
em
que
a
política
de
Saúde
Mental
e
Psiquiatria
apostam
na
desinstitucionalização, continua a ser necessário dar respostas dentro das instituições a um
elevado número de doentes, tal como tão bem o vem fazendo ao longo do tempo a
Congregação das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus, desde a sua fundação
em 1881.
A centralidade na pessoa foi e continua a ser a nossa filosofia orientadora, ela constitui a
primeira e principal preocupação de toda a comunidade hospitaleira.
Cuidar humanamente o doente na sua dignidade de ser humano, sem constrangimentos, na
plena aceitação do doente mental como ser humano, na posse dos seus direitos de cidadão
livre. Cuidar a pessoa na sua totalidade, como uma unidade bio-psico-sócio espiritual.
A Unidade de Fátima foi criada para dar
resposta às doentes da C.S.I. com mais de 65
anos de idade com elevado grau de
dependência que necessitam de maior
vigilância e cuidados diferenciados.
A Unidade tem uma lotação de 25 camas, ocupadas por doentes do sexo feminino com uma
média de idades de 76 anos (excepto uma doente com 49 anos). Todas as doentes têm um
grau de dependência elevado. Na sua maioria transitaram de outras Unidades de longo
internamento à medida que foram envelhecendo e ficando mais dependentes. A média de
internamento na instituição varia entre 1 ano e 66 anos, e na Unidade entre 1 ano e 12 anos.
NOSSA SRA. DE FÁTIMA
A tipologia de doentes tem sido maioritariamente pessoas com demências, psicoses e
deficiência mental.
A doença e a idade avançada determinam
elevados défices cognitivos e funcionais com
incapacidade na realização das actividades de
vida diária como comer, tomar banho, vestir-se
etc. e impõe sérias restrições à mobilidade.
Os objectivos desta unidade são:
Promover uma assistência integral, prestando cuidados globais e humanizados;
Potenciar a autonomia das pessoas, através de estimulação e reabilitação cognitiva,
com vista à preservação de funções e retardar tanto quanto possível a sua
deterioração;
Proporcionar o máximo bem-estar, aumentando a sua qualidade de vida;
Promover a inclusão das famílias no processo terapêutico das doentes.
As intervenções que visam levar a cabo estes objectivos são desenvolvidas por uma equipa
multidisciplinar empenhada em prestar cuidados com o máximo rigor técnico e científico, da
qual fazem parte:
Médica psiquiátrica, médico de clínica geral, enfermeiros, psicóloga, assistente social, eng.ª.
alimentar, pastoral da saúde, terapeuta ocupacional. Contamos ainda como recurso com
uma terapeuta da fala, fisioterapeuta e a colaboração de uma Irmã, mediante as suas
disponibilidades. De realçar também o trabalho desenvolvido pela auxiliar de ocupação e
auxiliares de acção médica / serviços gerais que contribuem com o seu trabalho para o bom
funcionamento do serviço.
Além das intervenções técnicas individuais, existem na unidade actividades terapêuticas de
grupo, tais como:
Reunião de grupo terapêutico de orientação para a realidade e estimulação cognitiva;
Sessões de estimulação cognitiva e terapia de reminiscência;
Sessões de movimento, com vista a facilitar a socialização e promover a mobilidade;
Utilização da sala de Snoezelen para estímulo ou relaxamento;
Sessões de musicoterapia;
Comemoração da data de aniversário de cada doente na unidade;
Saídas e passeios recreativos.
Os familiares, amigos ou pessoas significativas, encontram sempre a porta da unidade aberta
para trazerem amor e carinho, ou mesmo para tentarem superar a sua própria solidão.
Enf.ª Mª de Lurdes Seixas
LEIGOS HOSPITALEIROS
EM NOME DE QUEM?
Foi assim que aconteceu no último encontro de leigos e sempre assim será. Cada encontro é
uma resposta pessoal ao convite de Deus. Em ambiente de grande serenidade e paz reunimos
dia 7 de Abril e participámos num momento íntimo de oração com o Senhor ressuscitado.
Porque ainda estamos em alegria pascal, meditámos a passagem bíblica dos discípulos de
Emaús tão semelhantes a nós, peregrinos, que nesta estrada da vida vamos partilhando do
que “nos vai acontecendo”, de como o Senhor está vivo e de como é este mesmo Senhor que
nos faz “arder cá dentro o coração”.
No partir do Pão e do Vinho, os discípulos de Emaús reconheceram Jesus realmente vivo.
Também nós, nestes encontros, reconhecemos na partilha da missão a riqueza das
experiências de hospitalidade.
No próximo encontro vamos ao cinema… cá em Casa!
Dia: 05 de Maio
Hora marcada: 20.30h
Local: Sala de cinema
Queres vir e trazer um amigo? Não precisas responder já. O convite vem do Alto! A resposta
está dentro de ti.
Creio que, em nome dos leigos, por nada vos convenceremos a participar no próximo
encontro de leigos hospitaleiros mas em nome do Espírito Santo, acreditamos que o convite
ganha outra dimensão.
Carla Antão
DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO
Neste momento ao nível do DFCSI estamos a dar continuidade ao ciclo de conferências
“Caminhos de Hospitalidade” iniciadas em Abril que se estendem para o dia 12 de Maio sobre
“Psiquiatria e Hospitalidade” desenvolvida pelo Dr. Luís Miranda e para o dia 19 de Maio sobre
“Espiritualidade e Hospitalidade” desenvolvida pelas Dra. Fátima Gonçalves e Rute Asseisseiro.
Realizar-se-á ainda nos dias 26 de Maio a 04 de Junho a formação de Integração de Novos
Colaboradores.
Estão ainda a decorrer estágios curriculares nas diferentes áreas técnicas:
Psicomotricidade
2 alunos da Universidade Fernando Pessoa (Viana do Castelo)
Psicologia
1 aluno da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias; 2 estágios profissionais
Área da Fisioterapia
2 alunos da Universidade Atlântica
Enfermagem
Escola Superior de Enfermagem de Lisboa (ESEL – Pólo Artur Ravara) – total de 6 alunos
Escola Superior de Enfermagem ERISA – total de 14 alunos
Escola Superior de Enfermagem de Lisboa (ESEL – Pólo Fernanda Resende) – total de 6 alunos
Escola Superior de Enfermagem S. Vicente de Paulo – total de 4 alunos
COMISSÃO LÚDICO-RECREATIVA
aniversários
MAIO
1
Maria Conceição F. Gonçalves
8
Rosária Pipa
18
Graciete Preciosa N. Correia
1
Sara Maria Gouveia P. Silva
9
Maria Baltazar Vasquez
19
Ana Isabel Teixeira Nóbrega
1
Anabela Antunes M. Reis
9
Maria Teresa Afonso Moreira
19
Maria Alexandrina Vermelhudo
1
Lídia Gabriela Carvalho
10
Nuno Lobo Antunes
20
Idalina Conceição Pires Vieira
2
Maria Miquelina M. Andrade
10
Ana Maria Lima Carvalho
20
Maria Teresa Roquete
2
Maria José Dias Gonçalves
10
Maria Céu Barqueiro
20
Maria José Silveira
2
Rosa Maria Oliveira Teixeira
10
Maria Quitéria Fernandes
21
Maria Helena M. Marques
2
Maria Daniela B. Ratado
10
Maria Adelaide Morais Neves
22
Francisca Neto Conceição
2
Sílvia Natércia Reis Gonçalves
11
Isabel Lopes Botelho
22
Lígia Maria Ferreira de Sousa
2
Maria Filomena Montenegro
11
Irene Fátima Ramos Neves
22
Amélia Santos Gomes Vieira
3
Florinda Lebre
11
Natividade Maria Miguel
24
Paula Cristina Santos Trindade
4
Maria Esperança Jacinto
11
Maria Catarina Silva Guilherme
24
Zulmira Fátima Ávila Mendes
4
Emília de Jesus
12
Elsa Maria Grilo Martins
25
Maria Manuela J. Albuquerque
4
Maria Fátima Vila Garrido Serra
12
Raquel Alexandra Graça
28
Inês Ramos Espicha Baleizão
5
Helena Maria Peixoto M. Dias
14
Paula Jacinta G. Carneiro
29
Rosa Maria Malainho Inácio
5
Isolina Castro
15
Carla Alexandra Esteves
29
Maria Manuela Jesus Patrício
5
Licínia Nobre
16
Raquel Margarida A. Jesus
29
Maria Conceição Duque
7
Armelina Almeida Fernandes
16
Carla Coelho
30
Vânia Sofia Ferreira Silva Melo
7
Graça Ribeiro
16
Maria Irene Arcão
31
Maria Ascenção B. C. Águas
8
Lili Gomes Almeida Silva
17
Grigória Antónia M. Melo
31
Isabel Fonseca
31
Margarida Moura
8
Alice Murone Rodrigues
17
Antónia Maria Silva Nunes
8
Maria Clara Alves Oliveira
17
Celeste Sousa Matias
1
Maria José Taborda D.Carvalho
11
Maria Salomé Conceição
22
Deanna Medina
1
Vânia Filipa C. Andrade
12
Maria Silva
22
Elsa Arnez
JUNHO
1
Maria Ascenção Oliveira Vaz
13
Antónia Pereira
23
Fernanda Maria Brissos
1
Maria Fátima A. Antunes
13
Teresa Maria Marques
24
Rita Conceição C. Andrade
1
Maria Zulmira Monteiro
13
Lúcia Maria Dores Vicente
24
Ana Jesus Cardoso
2
Belmira Marques
13
Maria Graça Mendes
24
Carminda Maria Silva
2
Noémia Truta
13
Maria José Oliveira Cardoso
25
Paula Alexandra S. L. Torres
3
Luisa Maria C. Cruz Neto
14
Elsa Schniering
25
Maria Teresa M.s Velhinho
4
Sónia Marisa M. Engrossa
14
Sofia Alexandra Figueira
25
Lídia Fausta Ferreira
4
Alvaro Silvestre Silvestre
15
Elisa Alexandra P. Silva
25
Clotilde Neto
4
Maria Clotilde Simões
16
Analia Silva Antunes
25
Maria Elisa Silva
4
Maria Anjos Xisto
16
Luisa Rosa
26
Maria Jesus Marques
5
Carla Isabel M. Carvalhosa
17
Adilia Maria Alves Santos
27
Ana Maria Moreira Almeida
5
Elvira Roque
17
Catarina Sofia P. Vidigal
27
Maria Margarida Lourencinho
6
Susana Paula C. S. Marques
17
Francelina Órfão
28
Maria do Carmo R.L. Duarte
6
Ana Paula Marques
17
Ilda Marques Igreja
28
Maria João Heitor L.Costa
7
Patrícia Felizardo Gonçalves
18
Maria Elisa Santos Cruz
28
Guilhermina Ribeira C. Ferreira
7
Ricardo Jorge Simões Rodrigues
18
Helena Teixeira
28
Patrícia Valador
9
Maria Fausta Sousa Almeida
19
Maria Luciene Alves de Lima
29
Maria Fátima Amaral Cristóvão
9
Maria Francisca Florentino
19
Paula Pereira
29
Pedro Miguel C. Machado
9
Fernanda Sendas
20
Idália Maria Fonseca Costa
29
Maria Anunciação Cardoso
2Maria dos Anjos Coelho
10
Ana Rita Delgado Ribeiro
20
Maria Luz Patrício
29
10
Maria Amélia Neto
21
Maria Madalena N. Melo
30
Maria Florinda Alves
11
Anabela da Silva Farinha
21
Vânia Sofia Valente Ribeiro
31
Anabela Simões Castro
11
Palmira Maria M. F. Batalha
21
Alda Simões Batista
11
Isabel Vaz
21
Ana Paula Fialho Ventosa
actividades
MAIO
JUNHO
4
Dia da Mãe
13
Visualização de Filme
9
Visualização de Filme
15
Dia do Crisma na Paróquia de Belas
13
Dia de Nossa Sra. de Fátima e Dia da Província
18
F. Sardinha “Interculturalidade e Hospitalidade”
30
Início da Colónia de Férias a Vila do Conde
20-21 20-21 Passeio ao Norte de Portugal
30
F. Aniv. e Dia de N. Sra. Sagrado Coração Jesus
31
Dia da Fundação da Congregação
FIZERAM NOTICIA!!!
Dia Mundial da Saúde
No dia 7 de Abril comemorou-se o Dia Mundial da Saúde, e neste âmbito, para sensibilizar para
a importância do bem-estar físico e mental da pessoa, foram promovidas duas actividades
lúdicas, Chi Kung e Aeróbica, destinadas a todos os colaboradores da CSI. Estas práticas
serviram como exemplo de tipos de exercícios possíveis de desenvolver no dia a dia de modo a
exercitar e relaxar, o nosso corpo e mente, promovendo assim a nossa Saúde!
Dia de S. Bento Menni
No dia 24 de Abril organizou-se na sala de cinema uma tarde recreativa comemorativa do dia
de S. Bento Menni, onde participaram utentes, colaboradores e irmã das várias unidades da CSI.
Esta tarde consistiu nas apresentações das reflexões anteriormente realizadas em grupo por
cada unidade/atelier/programa. A cada grupo foi atribuído uma parte do corpo de Bento
Menni (Cérebro, Olhos, Ouvidos, Boca, Coração, Mãos e Pés), sendo que teriam de reflectir
sobre as suas características à luz da sua obra Hospitaleira. No final da tarde, ficou construído
um puzzle em três dimensões da imagem de S. Bento Menni. A dinâmica deste trabalho que
envolveu a comunidade Hospitaleira foi importante para o conhecimento da vida e obra do
fundador assim como dos Valores que até hoje prevalecem na nossa instituição.
Viagem a Sevilha – 15 a 18 de Abril de 2008
Partimos da Idanha às 07h30m em direcção à fronteira de Vila Real de St.º António – Ayamonte.
Já em Espanha passamos por Huelva. Almoçamos em S. João do Porto no restaurante “La
Cucharita”. À tarde visitamos a península de Cádiz. Ao fim da tarde, chegamos a Algezira onde
pernoitamos no Hotel Almar. Na quarta-feira fomos a Gibraltar. Almoçamos em Monda e
visitamos a zona histórica da cidade. Continuamos viagem até Sevilha onde pernoitamos no
Hotel Solucar. Na quinta-feira fomos até a Isla Mágica, foi um dia bem passado. Na sexta-feira
visitamos em Sevilha a Catedral com s sua torre – a Giralda, o parque Maria Luísa, o parque de
Murillo e o bairro de Santa Cruz (zona histórica).
Regressamos à Idanha às 19h30m. Foram quatro dias muito bem passados!!!
Fátima Rodrigues
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editorial - Irmãs Hospitaleiras