MANUAL DE NORMAS E PROJETOS
CADERNO TÉCNICO DAS CIAS AÉREAS E
EMPRESAS DE ESATAS
Requisitos para apresentação de projetos e execução
de obras
Rev.
Descrição
Exec
1.0
Primeira Versão
1.1
Ver.
Aprov.
Data
HCJ
13/01/14
Revisão da área comercial das cias aéreas
HCJ/GRAZIELA
10/02/14
1.2
Revisão da área comercial das cias aéreas
HCJ/GRAZIELA
06/03/14
1.3
Revisão da área comercial das cias aéreas
HCJ/CAROLINA
28/05/14
AMPLIAÇÃO AEROPORTO VIRACOPOS – FASE 1B
Código ABVCP (Unificado)
Rev.
ABV.GRL-01.900.RE.0002
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
1.3
2
Sumário
1.
INTRODUÇÃO ........................................................................................................................................................ 4
1.1.
DISPOSIÇÕES GERAIS............................................................................................................................................. 4
1.2.
INSTALAÇÕES ENTREGUES PELA AEROPORTOS BRASIL VIRACOPOS – COMITÊ TÉCNICO...................................... 5
1.2.1.
2.
Recebimento de área locada ......................................................................................................................... 5
CONDIÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS .................................................................................................. 6
2.1.
PROJETISTAS ......................................................................................................................................................... 6
2.2.
RECEBIMENTO DOS PROJETOS .............................................................................................................................. 6
2.3.
PROJETOS EXIGIDOS / CONDICIONANTES ............................................................................................................. 7
2.3.1.
Diretrizes para elaboração de projetos de Arquitetura ................................................................................ 7
2.3.2.
Diretrizes para elaboração de projetos de Instalações Elétricas................................................................... 8
2.3.3.
Diretrizes para elaboração de projetos de Ar Condicionado. ...................................................................... 17
2.3.4.
Diretrizes para elaboração de projetos de Proteção e Combate ................................................................ 19
a Incêndio.................................................................................................................................................................... 19
2.3.5.
Diretrizes para elaboração de projetos de Sistemas Eletrônicos ................................................................ 19
3.
DIRETRIZES E ORIENTAÇÃO PARA DESENVOLVIMENTO DAS OBRAS. ...................................................................21
4.
ANEXO 1 – MAPA GERAL DOS ESPAÇOS DAS CIAS AÉREAS E DAS EMPRESAS DE ESATAS. ....................................31
5.
ANEXO 2 – PROJETOS EXECUTIVOS ......................................................................................................................32
6.
ANEXO 3 – RESUMO DE INSTALAÇÕES DOS ESPAÇOS ..........................................................................................33
7.
ANEXO 4 – MAPA GERAL DOS ESPAÇOS - DADOS DE ELÉTRICA ............................................................................34
8.
ANEXO 5 – TERMO DE ENTREGA DE PROJETO ......................................................................................................35
9.
ANEXO 6 – TERMO DE INÍCIO DE OBRA ................................................................................................................36
10.
ANEXO 7 – TERMO DE TÉRMINO DE OBRA .......................................................................................................37
11.
ANEXO 8 – LISTAGEM DOS OPERÁRIOS / DADOS PESSOAIS E VEÍCULOS ..........................................................38
12.
ANEXO 9 – TERMO DE SOLICITAÇÃO DE TESTES DAS INSTALAÇÕES ..................................................................42
13.
ANEXO 10 - TERMO DE RECEBIMENTO DO ESPAÇO PARA DESENVOLVER DA OBRA .........................................43
14.
ANEXO 11 – PADRÃO DO CARIMBO DOS DESENHOS A SEREM APRESENTADOS (MODELO) .............................44
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
3
1.
INTRODUÇÃO
1.1.
DISPOSIÇÕES GERAIS
As instruções apresentadas neste manual visam orientar e regulamentar os procedimentos para
projetos e obras das novas instalações dos Escritórios e Instalações das Cias Aéreas e Empresas
de Esatas bem como estabelecer um padrão de relacionamento entre estas empresas e a
AEROPORTOS BRASIL VIRACOPOS.
As disposições contidas aqui são exigências básicas para apreciação e liberação dos projetos e
obras por parte da AEROPORTOS BRASIL VIRACOPOS – COMITÊ TÉCNICO, visando uma
harmonia de uso dos espaços e qualidade de instalações e segurança do Aeroporto.
Este manual não altera as normas regedoras de locações ou as cláusulas especiais pertencentes
a qualquer contrato de locação individual.
É dever de cada empresa repassar estas instruções aos profissionais/empresas responsáveis
pelo desenvolvimento dos projetos e execução das obras.
A liberação dos projetos apresentados para execução das obras não configura corresponsabilidade
técnica por parte da AEROPORTOS BRASIL VIRACOPOS – COMITÊ TÉCNICO. A responsabilidade
será única do autor do projeto ou do responsável técnico pela execução das obras. Não caberá a
AEROPORTOS
BRASIL
VIRACOPOS
–
COMITÊ
TÉCNICO
ao
aprovar
os
projetos
corresponsabilidade nos erros e/ou omissões dos mesmos. Qualquer erro e /ou omissão dos
projetos são de inteira responsabilidade do autor dos projetos e do responsável técnico pela obra
da loja.
Todos estes escritórios deverão atender a norma de acessibilidade de pessoas portadoras de
deficiência (NBR-9050) e as leis municipais que dissertam sobre o assunto. Além das normas e
recomendações aeroportuárias constantes da ICAO e FAA, no que diz respeito à instalação destes
escritórios no Aeroporto Internacional de Viracopos.
O não cumprimento destas instruções poderá acarretar o embargo das obras, ou o impedimento
do início das mesmas, até que cesse a irregularidade observada.
As instruções aqui contidas poderão, a qualquer tempo, vir a ser editadas, complementadas ou
modificadas pela AEROPORTOS BRASIL VIRACOPOS – COMITÊ TÉCNICO.
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
4
1.2.
INSTALAÇÕES ENTREGUES PELA AEROPORTOS BRASIL
VIRACOPOS – COMITÊ TÉCNICO
1.2.1.
Recebimento de área locada
Constante do ANEXO 2 deste documento CT-CIAS AÉREAS E DE ESATAS (Caderno Técnico das
Cias Aéreas e Empresas de Esatas) será entregue conjunto de projetos executivos orientativos
do Aeroporto, que norteará o desenvolvimento dos projetos destes espaços. Antes do início da
obra, quando liberado A CIA AÉREA E OU EMPRESA DE ESATAS, acompanhado por representante
e/ou responsável técnico da AEROPORTOS BRASIL VIRACOPOS – COMITÊ TÉCNICO, deverá
realizar o recebimento da área locada, conforme ANEXO 10.
Neste recebimento deverão ser observadas questões de condições gerais da área no que diz
respeito à:

Localização e limites do espaço constantes em contrato;

Acessos constantes em contrato;

Infraestrutura disponível constante em contrato;

Restrições ou elementos preexistentes;
Para o mapa geral destes espaços, consultar ANEXO 1 deste manual.
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
5
2.
CONDIÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS
2.1.
PROJETISTAS
É fundamental a contratação de profissionais legalmente habilitados, para tanto a AEROPORTOS
BRASIL VIRACOPOS – COMITÊ TÉCNICO exigirá a apresentação da ART ou RRT (Anotação de
responsabilidade técnica – CREA ou Registro de responsabilidade técnica – CAU).
2.2.
RECEBIMENTO DOS PROJETOS
Os projetos deverão ser entregues à AEROPORTOS BRASIL VIRACOPOS – DIRETORIA COMERCIAL
/ NOVOS NEGÓCIOS – COMITÊ TÉCNICO no Edifício Administrativo 2º andar
Horário de recebimento das 9:00hs às 17:30 hs
Somente serão considerados “recebidos” se estiverem com jogo completo, ou seja, ter sido
entregue todos os projetos de arquitetura e complementares necessários em 03(Três)vias
plotadas em sulfite e dobradas no formato A4, em escala 1:25 para ESPAÇOS até 250m² e 1:50
acima desta metragem, com carimbo padrão AEROPORTOS BRASIL Viracopos ( CEDENTE ) ( ver
ANEXO 11 ), sendo que todas as plantas devem obrigatoriamente estar assinadas pelos
profissionais responsáveis, bem como as ARTs/RRTs devidamente preenchidas e recolhidas e os
arquivos em DWG, PDF e PLT. O parecer de liberação será iniciado a partir da entrega completa
do jogo de projetos e ocorrerá em um prazo máximo de 05(CINCO) dias corridos. Após os projetos
terem sido analisados, deverão ser retirados no mesmo local em que foram entregues.
Sempre que necessários serão solicitados projetos ou detalhes complementares.
Todos os projetos deverão estar acompanhados de Memorial Descritivo, com as especificações
dos materiais utilizados, memórias de cálculo, quadros de carga e demanda, e detalhes executivos
específicos que se fizerem necessários.
Como norma para elaboração dos projetos deverão ser seguidas aquelas constantes da ABNT
(Associação Brasileira de Normas Técnicas), além das normas das Concessionárias e órgãos
governamentais locais.
As obras somente poderão ser iniciadas após a liberação dos projetos analisados pela Comitê
Técnico da AEROPORTOS BRASIL VIRACOPOS e após o recebimento da área locada, com os
devidos anexo 13 preenchido e seu checklist.
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
6
O efetivo início das obras se dará após a liberação da AEROPORTOS BRASIL VIRACOPOS – COMITÊ
TÉCNICO e mediante apresentação formal do empreiteiro/empresa responsável pela obra através
de Carta de Apresentação que deve ser assinada pelo Lojista ou seu preposto e a entrega de
todos os documentos necessários (Seguro de Obras, ART de execução total ou parcial da obra,
relação de colaboradores, etc.), bem como apresentação de cronograma de elaboração de
projetos e execução de obra.
2.3.
PROJETOS EXIGIDOS / CONDICIONANTES
2.3.1.
Diretrizes para elaboração de projetos de Arquitetura
Todas as lojas deverão apresentar projeto de arquitetura executivo completo como segue:

Planta de layout de mobiliários e equipamentos, com atendimento à NBR 9050;

Planta de paginação de forro e de piso;

Cortes;

Especificação completa de materiais e acabamentos e cores aplicadas (em memorial
descritivo e em projeto);

Detalhes construtivos para perfeita compreensão do projeto;

Encaminhar arquivo em DWG, PLT e PDF em CD;

ART/RRT de projeto de Arquitetura assinado por arquiteto ou engenheiro civil e cópia da
carteira do CREA/CAU.
2.3.1.1.
Condicionantes
A estrutura do Aeroporto foi executada em concreto armado. Devido ao tipo de estrutura é de
suma importância que cargas pontuais, se houverem, sejam informadas para serem analisadas
individualmente. Para as demais cargas, favor considerar nas lajes a sobrecarga máxima de
500kg/m².
As paredes limítrofes tem função exclusiva de separação não podendo ser usadas para suporte
de quaisquer elementos das instalações como prateleiras, mostruários, vitrines e equipamentos,
devendo ser esses acessórios auto portantes. Nas paredes limítrofes da área, somente poderão
ser instalados abraçadeiras, com buchas de nylon até 6,00mm, para suportação de eletrodutos
de dados, voz e energia elétrica. Em casos onde seja estritamente necessário o embutimento de
eletrodutos e, instalação de acessórios não auto portante, o caso deverá ser estudado
individualmente.
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
7
O piso deverá estar em nível com o piso das áreas comuns. Eventuais planos internos em desnível
deverão ser feitos sem enchimentos estruturados.
Prever a instalação de soleiras nas portas de acesso de, no mínimo 1cm, em material impermeável
e diferente do especificado para o interior.
Quando no espaço houver junta de dilatação atravessando piso e paredes, esta ficará aparente,
cabendo a Cia Aérea e Empresas de Esatas proceder de maneira a não atingi-la e preservá-la,
devendo a mesma ser transferida para o piso acabado, forro com tabica e/ou revestimento da
parede, através de elemento adequado para tal função, evitando assim possíveis fissuras sobre
ela. São de total responsabilidade da Cia Aérea e Empresas de Esatas os possíveis danos causados
aos outros espaços provenientes da inobservância deste item.
Não serão admitidos materiais combustíveis acima do forro, ou o uso de forro em material
combustível.
Os forros, quando atirantados, não poderão transmitir à laje esforços superiores a 50 kg/m².
Deverão ser previstos alçapões, quando houver instalações acima do forro sem outra forma de
acesso.
No caso de forro de gesso, só será permitido do tipo acartonado.
A AEROPORTOS BRASIL VIRACOPOS – COMITÊ TÉCNICO, analisará os materiais especificados e,
julgando inadequados ou de má qualidade os impugnará, solicitando a revisão do projeto.
As portas de acesso deverão ter no mínimo 90cm de largura (passagem livre) e 210cm de altura.
2.3.2.
Diretrizes para elaboração de projetos de Instalações Elétricas
Todas os espaços da Cias Aéreas e das Empresas de Esatas, deverão apresentar projeto de
instalações elétricas executivo completo, atendendo aos padrões de qualidade e segurança
exigidos pelas Normas Brasileiras e/ou outras especificações e normalizações de órgãos e
concessionárias, como segue:

Plantas de piso e forro com indicação de todas as tubulações, circuitos, fiações, pontos de
iluminação,
tomadas,
posicionamento
de
quadros,
telefones
e
lógica
(previsto:
cabeamento estruturada, cat 6A IP).

Diagrama trifilar com balanceamento de fases e capacidades dos barramentos.

Quadro/tabela de cargas instaladas e demandadas completo.

Memoriais de cálculo de queda de tensão e proteção geral Do espaço e legenda.
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
8

Especificação técnica de materiais e equipamentos.

Encaminhar arquivo em DWG, PLT e PDF em CD.

ART do projeto de Elétrica/Telefonia assinado por engenheiro eletricista e cópia da carteira
do CREA.
O Projeto elétrico deverá estar de acordo com as exigências internas do Aeroporto.
2.3.2.1.
Condicionantes
ALIMENTAÇÃO ELÉTRICA
Todos os pontos de concessão serão atendidos via Barramento de baixa tensão de cargas não
essenciais do sistema elétrico onde será disponibilizado disjuntor em cofre especifico onde deverá
ser conectado o circuito elétrico do espaço da Cia aérea ou da Empresa de Esatas. A alimentação
será em 380/220 V (neutro e terra) conforme tabela no ANEXO 4. Não será disponibilizada
alimentação em média tensão nem alimentação em corrente continua.
A opção de alimentação pontual de equipamentos em tensão diferente do fornecido deverá ser
feita por transformadores e/ou retificadores e por conta das Cias Aéreas e das Empresas de
Esatas, desde que aprovado pelos responsáveis técnicos da AEROPORTOS BRASIL VIRACOPOS –
COMITÊ TÉCNICO. A instalação de transformadores e/ou retificadores implica na alteração do
projeto elétrico, o mesmo deverá ser revisado caso haja instalação de um destes equipamentos
e submetido à aprovação pelos responsáveis técnicos da AEROPORTOS BRASIL VIRACOPOS –
COMITÊ TÉCNICO.
Estará disponível o elemento de derivação do barramento (cofre) e uma via física até uma altura
de 2,5 metros em relação ao piso acabado no interior de cada espaço, das Cias Aéreas e das
Empresas de Esatas.
Fica a cargo das Cias Aéreas e das Empresas de Esatas, a instalação da infraestrutura necessária
a partir deste ponto até o seu painel de distribuição bem como os cabos que serão conectados no
disjuntor do cofre. Este circuito não poderá ter emendas e deverá obedecer aos critérios
apresentados neste documento.
PAINEL DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO
Painel de Distribuição
O fornecimento do painel de distribuição será de responsabilidade da Cia Aérea e Empresas de
Esatas e deverá seguir as recomendações descritas neste documento.
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
9
Haverá 4 modelos típicos de painel de distribuição: 25 A, 50 A, 100 A e 200 A conforme definido
na tabela do ANEXO 3.
O Painel de Distribuição deverá ser em caixa metálica de sobrepor com grau de proteção IP 66 e
IK 10 para ambientes comercias de alimentação ou que condicionem a utilização do mesmo,
demais áreas comerciais terão seu painel com grau de proteção IP 41 e IK 10, com porta de
fechadura mecânica, proteção geral dos circuitos (disjuntor), barras de cobre eletrolítico para
fases, neutro e terra de acordo com a NBR 5410. Os painéis deverão conter contra tampas
metálicas fixadas mecanicamente através de porcas ou parafusos.
O mesmo deverá ser instalado em local acessível à fiscalização e manutenção da AEROPORTOS
BRASIL VIRACOPOS – COMITÊ TÉCNICO para vistorias periódicas. O projeto arquitetônico deverá
ser compatibilizado com o projeto elétrico para proporcionar acessibilidade adequada.
A carcaça do painel deverá ser aterrada.
A capacidade nominal de corrente do painel deverá ser obedecida. Fica a critério da Cia Aérea e
Empresas de Esatas a distribuição dos circuitos no interior do espaço. Sendo que as considerações
abaixo deverão ser obedecidas:

Fator de potência mínimo de 0,92 para as cargas instaladas.

Utilização de mini disjuntores ou disjuntor tipo caixa moldada, curva de seletividade C,
para as saídas dos circuitos.

Utilização de Dispositivo Diferencial Residual na entrada de cada painel 25 A, 50 A, 100 A
e 200 A, 300 mA.

Utilização de disjuntor motor quando da existência de motores de exaustão, refrigeração,
etc.

Utilização de Dispositivo Diferencial residual quando requerido por Norma.

Instalação de disjuntores reservas conforme Norma e obedecendo a carga máxima
disponível.

Circuitos independentes para instalações ou cargas especificam como ar condicionado,
fornos, etc.

Circuitos exclusivos para sistema de iluminação de emergência. A Cia Aérea e Empresas
de Esatas ficará responsável pela instalação de blocos autônomos internamente aos
espaços.
Lembrando que o projeto do Painel de Distribuição, diagrama trifilar, deverá ser submetido à
aprovação da equipe técnica da AEROPORTOS BRASIL VIRACOPOS – COMITÊ TÉCNICO.
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
10
LAYOUT MECÂNICO TÍPICO DOS PAINÉIS
DR – ENTRADA DO PAINEL
BARRA - NEUTRO
BARRA - TERRA
DISJUNTORES – CIRCUITOS
ALIMENTADORES
MULTIMEDIDOR
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
11
PAINEL DE DISTRIBUIÇÃO 25 A
Painel cujo disjuntor de entrada terá capacidade nominal de corrente máxima de 25 A.
COMPOSIÇÃO TÍPICA DO PAINEL DE DISTRIBUIÇÃO 25 A:
QTDE
QUADRO MODELO QD-25A
MARCA
1PÇ
PAINEL GEMINI 1 (250x300x180) TTA
ABB
1PÇ
PORTA OPACA PARA GEMINI 1
ABB
1PÇ
PORTA INTERNA PARA GEMINI 1
ABB
1PÇ
PLACA DE MONTAGEM INTEIRIÇA PARA GEMINI 1
ABB
2PÇS
MINI DISJUNTOR SH201TC16
ABB
1PÇS
MINI DISJUNTOR SH203TC16
ABB
DISPOSITIVO DE PROTEÇÃO RESIDUAL 300mA
25A
MULTIMEDIDOR ES-30-80 TRIF. C/RS485 220V
ABB
1PÇ
1PÇ
3PÇS
PROTETOR SURTO OVR T2 40KA 275V
SASSI
ABB
Nota 1: Poderão ser instalados materiais e equipamentos similares de fornecedores aprovados.
Diagrama Unifilar Típico do Painel de Distribuição 25 A:
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
12
PAINEL DE DISTRIBUIÇÃO 50 A
Painel cujo disjuntor de entrada terá capacidade nominal de corrente máxima de 50 A.
Composição Típica do Painel de Distribuição 50 A:
QTDE
QUADRO MODELO QD-50A
MARCA
1PÇ
PAINEL GEMINI 1 (250x300x180) TTA
ABB
1PÇ
PORTA OPACA PARA GEMINI 1
ABB
1PÇ
PORTA INTERNA PARA GEMINI 1
ABB
1PÇ
PLACA DE MONTAGEM INTEIRIÇA PARA GEMINI 1
ABB
4PÇS
MINI DISJUNTOR SH201TC16
ABB
2PÇS
MINI DISJUNTOR SH203TC16
ABB
1PÇ
1PÇ
3PÇS
DISPOSITIVO DE PROTEÇÃO RESIDUAL 300mA
50A
MULTIMEDIDOR ES-30-80 TRIF. C/RS485 220V
PROTETOR SURTO OVR T2 40KA 275V
ABB
SASSI
ABB
Nota 1: Poderão ser instalados materiais e equipamentos similares de fornecedores aprovados.
Diagrama Unifilar Típico do Painel de Distribuição 50 A:
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
13
Painel de Distribuição 100 A
Painel cujo disjuntor de entrada terá capacidade nominal de corrente máxima de 100 A.
Composição Típica do Painel de Distribuição 100 A:
QTDE
QUADRO MODELO QD-100A
MARCA
1PÇ
PAINEL GEMINI 5 (500x750x330) TTA
ABB
1PÇ
PORTA OPACA PARA GEMINI 5
ABB
1PÇ
PORTA INTERNA PARA GEMINI 5
ABB
1PÇ
PLACA DE MONTAGEM INTEIRIÇA PARA GEMINI 5
ABB
4PÇS
MINI DISJUNTOR SH201TC16
ABB
2PÇS
MINI DISJUNTOR SH203TC16
ABB
1PÇ
2PÇS
1PÇ
DISPOSITIVO DE PROTEÇÃO RESIDUAL 300mA
100A
MINI DISJUNTOR SH203TC32
MULTIMEDIDOR ES-30-80 TRIF. C/RS485 220V
ABB
ABB
SASSI
3PÇS
PROTETOR SURTO OVR T2 40KA 275V
ABB
3PÇS
TRANSFORMADOR DE CORRENTE HB603E 100/5A
ABB
Nota 1: Poderão ser instalados materiais e equipamentos similares de fornecedores aprovados.
Diagrama Unifilar Típico do Painel de Distribuição 100 A:
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
14
PAINEL DE DISTRIBUIÇÃO 200 A
Painel cujo disjuntor de entrada terá capacidade nominal de corrente máxima de 200 A.
Composição Típica do Painel de Distribuição 200 A:
QTDE
QUADRO MODELO QD-200A
MARCA
1PÇ
PAINEL GEMINI 5 (500x750x330) TTA
ABB
1PÇ
PORTA OPACA PARA GEMINI 5
ABB
1PÇ
PORTA INTERNA PARA GEMINI 5
ABB
1PÇ
PLACA DE MONTAGEM INTEIRIÇA PARA GEMINI 5
ABB
1PÇ
DISPOSITIVO DE PROTEÇÃO RESIDUAL 300mA
200A
ABB
6PÇS
MINI DISJUNTOR SH201TC16
ABB
3PÇS
MINI DISJUNTOR SH203TC16
ABB
3PÇS
MINI DISJUNTOR SH203TC32
ABB
1PÇ
MULTIMEDIDOR ES-30-80 TRIF. C/RS485 220V
SASSI
3PÇS
PROTETOR SURTO OVR T2 40KA 275V
ABB
3PÇS
TRANSFORMADOR DE CORRENTE HB603E 200/5A
ABB
Nota 1: Poderão ser instalados materiais e equipamentos similares de fornecedores aprovados.
Diagrama Unifilar Típico do Painel de Distribuição 200 A:
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
15
MEDIÇÃO
A energia consumida para cada espaço de concessão das Cia Aérea e Empresas de Esatas será
feita por rateio medido pelo Cedente
O responsável pela cobrança e medição da energia elétrica das concessões será a AEROPORTOS
BRASIL VIRACOPOS – COMITÊ TÉCNICO.
CABOS ISOLADOS
De modo geral os cabos deverão ser compostos de condutores de cobre, com isolamento
termoplástico, dotados de capa protetora externa se o local de utilização assim o exigir, todos
com características especiais de antichama, quanto a não propagação e extinção de fogo.
Para circuitos de força de média e baixa tensão deverão ser empregados cabos múltiplos ou
singelos, e para iluminação deverão ser empregados somente cabos singelos. Para os cabos dos
circuitos de controle, de instrumentação e de comunicações deverão ser empregados cabos
dotados de condutores múltiplos.
No aproveitamento deverão ser empregados os seguintes tipos de cabos isolados:

Cabos para circuitos de força, classe 1 kV

Cabos flexíveis para circuitos de iluminação, classe 750 V

Cabos para circuitos de controle e de instrumentação, classe 750 V
CABOS PARA CIRCUITOS DE FORÇA 0,6/1 KV
Os cabos para circuitos de força deverão ser da classe de tensão 0,6/1,0 kV, com condutor de
cobre eletrolítico, têmpera mole, isolação em HEPR 90 ºC antichama. Para cabos de aterramento,
a isolação deverá ser na cor verde. Até a seção de 50 mm2 poderão ser empregados cabos
tripolares. Seções superiores deverão ser obrigatoriamente singelos.
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
16
CABOS PARA CIRCUITOS DE CONTROLE E DE INSTRUMENTAÇÃO
Os cabos para circuitos de controle deverão ser classe de tensão de 750 V, múltiplos, com 2, 5,
7 ou 12 condutores, isolação em PVC e dotados de blindagem coletiva com fita de cobre.
Os cabos para circuitos de instrumentação (sinais analógicos de 4 a 20 mA e RTDs) deverão ser
classe de tensão de 300 V, multipares ou multitrios, com isolação em PVC. Os pares ou trios
deverão ser firmemente trançados e blindados individual e coletivamente por meio de fita de
poliéster aluminizada. Os cabos de multipares deverão ter 2, 4 ou 10 pares e os de multitrios
deverão ter 4 trios.
CONDUTORES FLEXÍVEIS PARA CIRCUITOS DE ILUMINAÇÃO
Os condutores para os circuitos de iluminação deverão ser do tipo flexível, classe 750 V,
constituído por fios de cobre eletrolítico nu, seção circular, têmpera mole, classe 4 ou 5, isolação
em HEPR 90 ºC antichama, em diferentes cores para identificação do faseamento, com
características especiais quanto a não propagação e auto extinção do fogo, fabricados conforme
as normas vigentes. A seção nominal não deverá ser inferior a 2,5 mm².
VIAS PARA CABOS
As vias para cabos deverão ser eletrodutos do tipo PVC rígido pesado ou ferro galvanizado tipo
médio. Para embutidos em dry-wall, balcões e entre forro o uso de eletrodutos de PVC corrugado
normatizado.
A instalação das vias de cabos deverá obedecer as normas técnicas e de segurança pertinentes
para que não haja incidentes com os usuários.
2.3.3.
Diretrizes para elaboração de projetos de Ar Condicionado.
Todos os espaços das Cias Aéreas e Empresas de Esatas, deverão apresentar projeto de ar
condicionado, para aprovação do Comitê Técnico, atendendo aos parâmetros calculados
individualmente e serão contratados pelos usuários dos espaços das Cias Aéreas e de Empresas
de Esatas, como segue:

Planta de rede de dutos e tubulações, devidamente cotadas e dimensionadas (a localização
dos difusores poderá ser feita na planta de forro da arquitetura);

Cortes longitudinal e transversal;

Legenda e especificações de materiais e equipamentos;
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
17

Detalhes de fixação e sustentação de rede de dutos e das tubulações, das conexões
hidráulicas, dos isolamentos dos dutos e das tubulações e outros necessários a melhor
compreensão do projeto;

Esquema elétrico;

Esquema de ligação hidráulica das tubulações de alimentação e retorno;

Memorial descritivo contendo memorial de cálculo de cargas térmicas, solução e
especificações técnicas dos equipamentos e componentes;

Espaços e acessos adequados para manutenção dos equipamentos e componentes das
instalações;

Caminhamento de eletrodutos elétricos e de controle, bem como rede de drenagem;

Esquema elétrico de comando e controle, compatível de ser integrado à supervisão do
Aeroporto;

Fluxograma de interligação com características de tubos, calhas e fios do quadro aos
equipamentos e componentes, contendo também características completas do ponto de
força necessário;

Encaminhar arquivo em DWG, PLT e PDF em CD;

ART de projeto de Ar condicionado e exaustão assinado por engenheiro mecânico e cópia
da carteira do CREA.
2.3.3.1.
Condicionantes
Para as concessões (espaços da Cias Aéreas e de Empresas de Estas) será disponibilizado ponto
de água gelada composto por 02 (duas) válvulas de bloqueio + 01 (uma) válvula de controle (2
vias) e balanceamento dinâmico independente de pressão com feedback. Esta válvula de controle
especificada no projeto será adquirida pela cia aérea e esata conforme a especificação técnica
fornecida pela Aeroportos Brasil Viracopos, devido à necessidade das cias aéreas e esatas
receberem a vazão de água gelada conforme previsto em projeto. Deverá fornecer medidor de
vazão de água gelada conforme a especificação técnica fornecida pela Aeroportos Brasil
Viracopos. Esta deverá estar interligada com ao sistema BMS do aeroporto. Será fornecido
também o ponto de ar externo.
A concessão deverá apresentar o projeto do seu sistema (dedicado), onde deverão constar todas
as informações e características, objetivando a verificação e aprovação por parte da Aeroportos
Brasil Viracopos. Cada espaço deverá ser equipado com no mínimo um condicionador do tipo Fancoil, rede de dutos, difusores e grelhas para distribuição do ar.
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
18
O sistema de ar condicionado dentro dos espaços (rede de dutos, equipamentos, difusores de ar,
válvulas, medidor de vazão, etc.) ficará sob responsabilidade e fornecimento das Cia Aérea e
Empresas de Esatas.
2.3.4.
Diretrizes para elaboração de projetos de Proteção e Combate
a Incêndio
Toda a área comum do Aeroporto possuirá uma rede de hidrantes, de sprinklers e de extintores
para Prevenção e Combate ao Incêndio. Para as áreas internas às concessões será disponibilizado
ponto para, a partir dele, seja desenvolvido rede de sprinklers interna às concessões. Os espaços
da Cias Aéreas e das Empresas de Esatas, deverão apresentar projeto de proteção e combate a
incêndio por rede interna de sprinklers e extintores, sendo de responsabilidade do lojista, como
segue:

Planta indicando a localização dos extintores;

Especificações dos extintores utilizados.

Rede interna de sprinklers à concessão
2.3.4.1.
Condicionantes
As concessões serão protegidas internamente por uma rede de sprinklers. Caberá as Cias Aéreas
e das Empresas de Esatas, desenvolver o projeto do layout interno espaços de acordo com a
distribuição dos sprinklers, obedecendo aos padrões da NBR 10897. No caso de existência de
mezanino, será imprescindível o pronunciamento da AEROPORTOS BRASIL VIRACOPOS – COMITÊ
TÉCNICO em função da possibilidade de alteração no Projeto de Combate a Incêndio do Corpo de
Bombeiro, na sua concepção global.
As concessões deverão apresentar o projeto completo de proteção e combate a incêndio por
extintores e sprinklers. Os extintores deverão estar em conformidade com a Norma Brasileira
NBR 12693.
2.3.5.
Diretrizes para elaboração de projetos de Sistemas Eletrônicos
As Cias Aéreas e Empresas de Esatas serão responsáveis pelo seu sistema de CFTV e alarme de
segurança (intrusão).
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
19
2.3.5.1.
Condicionantes
SISTEMA DE ALARME E DETECÇÃO DE INCÊNDIO (FDAS)
Todas as concessões serão dotadas de sistema de detecção e alarme de incêndio, interligado ao
sistema geral do aeroporto, através de módulo monitor de contato, fornecido junto ao forro, para
cada lojista na entrada de utilidades.
As Cias aéreas e as empresas de Esatas serão responsáveis pela instalação de sua própria central
de alarme e detecção, assim como os respectivos equipamentos. A central do concessionário
deverá possuir saída a rele em contato seco para acionamento do módulo concedido pelo
Aeroporto em caso de alarme interno, sendo monitorado pela central do aeroporto.
SISTEMA BMS (BUILDING MANAGEMENT SYSTEM)
O Sistema BMS (Building Management System) deverá receber os dados das medições de
consumo das utilidades disponibilizadas a Cias aéreas e as empresas de Esatas (energia, água,
etc.), para que seja feito o faturamento, através de rede ModBus ou similar.
PAMSN (SONORIZAÇÃO)
Nas áreas de concessão não foram previstos pontos de sonorização. As Cias aéreas e as empresas
de Esatas serão responsáveis pela instalação de sua própria central de sonorização e
equipamentos.
SDTV
Para o sistema SDTV (Sistema de distribuição de sinal de TV), foram previstos sinais de TV e FM
para todas as empresas de cias aéreas e esatas.
TELECOMUNICAÇÕES
Para o sistema de Telecom (dados e telefonia) foi previsto uma entrada junto às utilidades, no
forro, para cada concessionário com uma quantidade de pontos proporcional a área de cada Cias
aéreas e das empresas de Esatas.
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
20
3.
Diretrizes e orientação para desenvolvimento das
obras.
1.
INTRODUÇÃO
1.1. As diretrizes a seguir têm por finalidade orientar e estabelecer normas para manter o alto
padrão técnico, organização e tranquilidade na execução das instalações dos Espaços de
Uso as Cias Aéreas e de Empresas de Esatas, do AEROPORTO INTERNACIONAL DE
VIRACOPOS.
1.2. Com o intuito de fazer cumprir estas normas o AEROPORTOS BRASIL VIRACOPOS – COMITÊ
TÉCNICO (CEDENTE) será representado nos contatos técnicos com o CESSIONÁRIO e seus
prepostos, por um COMITÊ TÉCNICO que ficará incumbido de orientar e fiscalizar a execução
das obras de instalações dos Espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de Esatas.
1.3. O CESSIONÁRIO, ao aceitar o contrato com o AEROPORTOS BRASIL VIRACOPOS – COMITÊ
TÉCNICO (CEDENTE), obrigou-se a cumprir integralmente as presentes instruções,
permitindo ampla e total fiscalização quanto ao cumprimento destas
1.4. A não observância das normas estabelecidas nestas instruções pelos USUÁRIOS dos Espaços
de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de Esatas, ou seus empregados, são de sua total
responsabilidade.
2.
RESPONSABILIDADES DO CESSIONÁRIO
2.1. As Cias Aéreas e de Empresas de Esatas, são os únicos responsáveis, junto ao COMITE
TÉCNICO, pela execução das obras e instalações dos espaços das Cias Aéreas e de Esatas.
2.2. A instalação deverá ser executada de acordo com os projetos apresentados. Em caso de
não obediência aos projetos, as obras serão embargadas, até a reapresentação dos projetos
ou, quando não for possível, até o restabelecimento das condições dos projetos originais.
2.3. É de responsabilidade dos usuários dos Espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de
Esatas, o pagamento de todos os impostos, taxas e emolumentos, inclusive multas relativas
à sua obra e taxas de ligações definitivas das concessionárias.
2.4. É de responsabilidade dos usuários dos Espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de
Esatas, o recolhimento dos encargos sociais e trabalhistas de mão de obra que vier a
contratar, bem como enviar mensalmente ao COMITÊ TÉCNICO cópia autenticada das Guias
de Recolhimento devidamente quitadas; a não apresentação da totalidade das Guias
quitadas até 30 (trinta) dias após a inauguração do AEROPORTO INTERNACIONAL DE
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
21
VIRACOPOS – AMPLIAÇÃO FASE 1B, implicará no embargo do funcionamento das Cias
aéreas e as empresas de Esatas.
2.5. Os usuários dos Espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de Esatas, são responsáveis
pelo custo dos fornecimentos de energia elétrica, água, segurança, retirada de entulho e
administração, durante a execução da obra, bem como por qualquer fornecimento e/ou
serviços feitos pelo COMITE TÉCNICO, previstos ou não nesta. Nos 30 (trinta) dias seguintes
à inauguração, será apresentado aos usuários dos Espaços de Uso as Cias Aéreas e de
Empresas de Esatas, o rateio destas despesas corrigidas monetariamente, para pagamento
em 15 (quinze) dias após o envio do rateio.
2.6. Estarão disponíveis no Site do aeroporto roteiro com todas as condições e documentação
exigida pela ABV ( COMITÊ TÉCNICO ) para cumprimento das normas e orientações do
QSMS, para todo e qualquer atividade na frente de obra, quanto ao uso de equipamentos e
atividades dos operários envolvidos na execução das obras.
3.
FISCALIZAÇÃO
3.1. O COMITE TÉCNICO manterá na obra uma equipe de profissionais, com o objetivo de
fiscalizar a fiel execução dos projetos aceitos, o cumprimento das normas deste manual e
proporcionar a harmonia necessária para a realização das obras dos usuários dos Espaços
de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de Esatas, visando a abertura de todas as cias aéreas
e empresas de esatas na data prevista da inauguração, não se fazendo permanente e sendo,
portanto, de exclusiva e integral responsabilidade dos usuários dos Espaços de Uso as Cias
Aéreas e de Empresas de Esatas, a execução dos projetos, obras e utilização de materiais
e/ou técnicas.
3.2. A fiscalização terá livre acesso ao canteiro de obras dos usuários dos Espaços de Uso as
Cias Aéreas e de Empresas de Esatas.
3.3. A fiscalização poderá suspender qualquer serviço que evidencie risco de acidente, se os
mesmos estiverem em desacordo com as especificações e/ou projeto, não eximindo os
usuários dos Espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de Esatas, das obrigações,
penalidades e prazos contratuais.
3.4. A fiscalização poderá exigir a substituição de qualquer funcionário, instalador ou empreiteiro
contratado pelos usuários dos Espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de Esatas, que
seja considerado tecnicamente inapto ou inconveniente.
4.
CONDIÇÕES PARA INÍCIO DAS OBRAS
4.1. São condições essenciais para o início das obras de instalações Cias aéreas e as empresas
de Esatas:
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
22
a) Estar em dia com os encargos previstos no contrato firmado com o AEROPORTOS BRASIL
VIRACOPOS (CEDENTE).
b) Haver obtido liberação dos projetos, com a emissão do Termo da entrega de projeto (ANEXO
5), com a devida liberação de execução pelo COMITÊ TÉCNICO, e aprovação dos órgãos
públicos e concessionárias (caso necessário).
c) Providenciado o termo de recebimento dos espaços (anexo 10).
d) Os usuários dos Espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de Esatas deverão entregar ao
COMITE TÉCNICO, Termo de Início de obra (Anexo 8), tendo o COMITE TÉCNICO 5 (cinco) dias
para efetuá-la providenciar cabo com tomada primelétrica.
e) Apresentar por escrito, o nome do responsável técnico pela execução da obra e respectiva ART
e o do responsável para manter entendimentos com o COMITE TÉCNICO, nominado no
documento (Anexo 5).
f) Apresentar por escrito, em 02 vias, a relação de nome e RG dos funcionários que trabalharão
nos Espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de Esatas, para que sejam providenciados
os crachás de identificação para acesso a obra, bem como informações dos veículos de apoio
logístico a serem utilizados pelos usuários dos Espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas
de Esatas, sendo todos os custos dos mesmos reembolsado pelos dos usuários dos Espaços de
Uso as Cias Aéreas e de Empresas de Esatas, no ato do seu recebimento, (Anexo 10).
g) Providenciar a instalação de extintores provisórios no interior do espaço das Cias Aéreas e de
Empresas de Esatas.
h) Contratar os seguros de riscos de engenharia com cobertura adicional de responsabilidade
civil.
i) Montagem do tapume, consultar área técnica do aeroporto para aprovação dos tapumes.
5.
CANTEIRO DE OBRAS
5.1. O canteiro de obras de cada espaço de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de Esatas, será
seu próprio espaço físico, todos os serviços deverão ser executados no seu interior, sendo
terminantemente proibido o uso das partes comuns (mall, áreas externas, etc.).
5.2. Qualquer dano provocado pelos usuários dos Espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas
de Esatas, ou seus prepostos ao piso e/ou forro do mall, será reparado pelo CONSÓRCIO
CONSTRUTOR VIRACOPOS, a custo dos usuários dos Espaços de Uso as Cias Aéreas e de
Empresas de Esatas.
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
23
5.3. Ferramentas, equipamentos e quaisquer materiais utilizados por cada Cia Aérea ou
Empresas de Esatas, deverão ser mantidos dentro da próprio espaço, sendo a respectiva
guarda de sua exclusiva responsabilidade.
5.4. Qualquer material, ferramentas e equipamentos encontrados nos corredores ou nas partes
comuns será considerado pelo COMITE TÉCNICO como abandonado e sujeito à imediata
remoção.
5.5. Eventuais serviços que a critério exclusivo do COMITE TÉCNICO, forem julgados que devam
ser executados fora dos Espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de Esatas, terão local
e horário designados para sua execução.
5.6. Na utilização dos espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de Esatas, como canteiro
de obras, não será admitido seu uso como alojamento ou dormitório pelos seus funcionários.
Deverão providenciar alojamento fora do AEROPORTO INTERNACIONAL DE VIRACOPOS
para seus operários. O COMITE TÉCNICO indicará os locais para instalação ou utilização de
sanitários provisórios.
5.7. Não será permitido em hipótese nenhuma cozinhar ou esquentar comida no interior dos
espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de Esatas.
6.
ACESSO E PERMANÊNCIA DE PESSOAL
6.1. Os usuários dos Espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de Esatas, e seus prepostos,
sem exceção, somente terão acesso ao canteiro de obras, mediante identificação realizada
através dos crachás fornecidos pelo COMITE TÉCNICO e/ou autorização para acesso fora do
horário normal de trabalho.
6.2. Para segurança dos próprios usuários dos Espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de
Esatas, os crachás de identificação deverão ser renovados mensalmente, mediante
solicitação por escrito, em 02 vias.
6.3. As solicitações de renovação de crachás deverão ser feitas no horário das 8:00 às 12:00 e
das 14:00 às 17:00 hs de 2ª a 6ª feira, sempre observada antecedência de 48 horas em
relação à validade dos crachás anteriores.
6.4. É obrigatória a utilização de crachá e equipamentos de proteção individual cabíveis durante
a permanência no canteiro de obras.
6.5. O COMITE TÉCNICO, através de seus prepostos, poderá proceder a revista em qualquer
pessoa que entre ou saia do canteiro de obras, podendo a seu critério, abrir malas, pastas,
caixas, embrulhos, etc., item esse que deverá constar em todos os contratos dos usuários
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
24
dos Espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de Esatas, com seus empreiteiros e sub
contratados.
6.6. Não será permitida a entrada de pessoas portando armas de quaisquer tipos, mesmo
quando registradas em repartição policial.
6.7. Não serão permitidas visitas na obra, exceto quando acompanhados por representante do
COMITE TÉCNICO, estas deverão ser agendadas antecipadamente.
7.
MATERIAIS, FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOS
7.1. Todas as ferramentas e equipamentos deverão ser relacionados e registrados na portaria
geral do Canteiro Pioneiro do Consórcio Construtor Viracopos, para posterior retirada. O
presente controle não implica em eliminar responsabilidade dos usuários dos Espaços de
Uso as Cias Aéreas e de Empresas de Esatas, ou seus prepostos pela guarda dos mesmos
no interior do canteiro de obras.
7.2. Os materiais e mercadorias destinados aos usuários dos Espaços de Uso as Cias Aéreas e
de Empresas de Esatas, deverão sempre vir acompanhados da respectiva nota fiscal,
constando:

IDENTIFICAÇÀO DA FIRMA COMPRADORA (RAZÃO SOCIAL)

ENDEREÇO DA FIRMA COMPRADORA E LOCAL DE COBRANÇA



LOCAL DE ENTREGA DAS MERCADORIAS
NÚMERO DA LOJA
NOME FANTASIA DA LOJA
7.3. O cessionário será o único responsável por qualquer irregularidade que porventura venha a
ocorrer na emissão de notas fiscais; sendo que as mesmas poderão ser substituídas por
uma declaração de posse a critério do COMITE TÉCNICO.
7.4. O COMITE TÉCNICO e seus prepostos não estão autorizados a receber, guardar ou
transportar os materiais e/ou mercadorias do cessionário ou seus prepostos.
7.5. Os materiais e mercadorias deverão ser encaminhados aos espaços de Uso as Cias Aéreas
e de Empresas de Esatas, rigorosamente dentro do horário da obra. O COMITE TÉCNICO
indicará um local para estacionamento e operação de descarga.
7.6. Os veículos de entrega de materiais somente poderão acessar e permanecer nos locais
indicados pelo COMITE TÉCNICO, utilizando o tempo estritamente necessário para a
descarga.
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
25
7.7. Os materiais abrasivos deverão obrigatoriamente estar ensacados, tanto para o transporte
quanto para o depósito durante a execução da obra.
7.8. O COMITE TÉCNICO determinará os acessos e percurso a serem utilizados pelos usuários
dos Espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de Esatas, para o transporte de materiais.
7.9. Em nenhuma hipótese será permitido o uso das escadas rolantes para transporte de
material, equipamentos e para circulação de pessoas.
7.10. Todo e qualquer material, equipamento e máquina que não possa ser conduzido
manualmente, deverá ser transportado em carrinhos adequados, com rodas de borracha,
não se admitindo em hipótese nenhuma carrinhos com rodas metálicas, nem o arrasto sobre
o piso das áreas comuns.
7.11. Os materiais, ferramentas e equipamentos utilizados nas obras deverão ser mantidos dentro
do espaço físico dos usuários dos Espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de Esatas,
sendo a sua guarda de exclusiva responsabilidade do CESSIONÁRIO e seus prepostos.
7.12. A descarga de mercadorias ou material destinado aos usuários dos espaços de Uso as Cias
Aéreas e de Empresas de Esatas, somente será permitida caso esteja presente seu preposto,
que se responsabilizará pelo recebimento e entrega do material a ser levado diretamente a
loja.
8.
FORNECIMENTO DE ÁGUA E ENERGIA ELÉTRICA
8.1. A energia elétrica provisória para a obra será fornecida na tensão 380 V (trifásica) / 220 V
(monofásica).
8.2. Máquinas de solda deverão ser ligadas à rede da obra de Ampliação do Aeroporto
Internacional de Viracopos (Canteiro Pioneiro do Consórcio Construtor Viracopos) através
de ponto a ser indicado pelo COMITE TÉCNICO.
8.3. O fornecimento de água será efetuado através de pontos a serem indicados oportunamente
pelo COMITE TÉCNICO.
8.4. Os custos de energia elétrica, água deverão ser reembolsados pelos usuários dos Espaços
de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de Esatas, ou seus prepostos, através de rateio a ser
apresentado.
8.5. Caso haja interrupção de fornecimento de energia elétrica nenhuma pessoa poderá
permanecer no canteiro de obras durante o período de interrupção.
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
26
9.
HORÁRIO DE TRABALHO
9.1. Consultar Aeroportos Brasil Viracopos:

Será permitido o trabalho aos domingos e feriados, dentro dos padrões definidos
pelo COMITE TÉCNICO.
9.2. O horário de trabalho poderá ser estendido, a critério do COMITE TÉCNICO, em benefício
do cronograma das obras, nestes casos os usuários dos Espaços de Uso as Cias Aéreas e
de Empresas de Esatas, serão devidamente avisados.
9.3. Em casos excepcionais, a critério do COMITE TÉCNICO, e desde que solicitado por escrito
com 24 horas de antecedência, poderá ser autorizado a continuidade dos trabalhos em
horário extraordinário. Neste caso, a autorização deverá ser afixada no tapume.
9.4. Nos casos de trabalho em horário extraordinário, os usuários dos espaços de Uso as Cias
Aéreas e de Empresas de Esatas, será o único responsável perante as condicionantes
municipais, estaduais e do Ministério do Trabalho, no tocante à segurança, encargos e
horário de trabalho.
10.
RETIRADA DE ENTULHO
10.1. Todo entulho e lixo produzidos no interior de cada obra, deverá ser retirado ensacado.
10.2. Ao final do horário de trabalho, o entulho deverá ser depositado junto do tapume dos
usuários dos Espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de Esatas, ou em local
previamente determinado pelo COMITE TÉCNICO.
10.3. O COMITE TÉCNICO providenciará o recolhimento e retirada do entulho para fora da obra
de Ampliação do Aeroporto Internacional de Viracopos (Canteiro Pioneiro do Consórcio
Construtor Viracopos sendo os custos posteriormente reembolsados, através de rateio a ser
apresentado.
11.
SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO
11.1. É responsabilidade integral dos usuários dos Espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas
de Esatas, o cumprimento das normas, leis, portarias e regulamentos relativos à segurança
do trabalho e proteção coletiva, independentemente do preceituado nas presentes
instruções, incluindo o fornecimento de equipamentos de proteção individual.
11.2. O CESSIONÁRIO se obriga por si, seus funcionários, instaladores e empreiteiros a:

Cumprir de imediato as orientações transmitidas pelo COMITE TÉCNICO.
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
27


Manter no local de trabalho o respeito, higiene, ordem e segurança.
Não apresentar-se em estado de embriaguez ou ingerir bebidas alcoólicas no canteiro
de obras.
Sob pena de interdição da obra, não eximindo os usuários dos Espaços de Uso as Cias
Aéreas e de Empresas de Esatas, neste caso, de suas obrigações contratuais quanto a prazo,
multas. etc.
11.3. É obrigatório o uso de equipamentos de proteção individual dentro do canteiro de obra.
11.4. Qualquer acidente ocorrido deverá ser informado imediatamente ao COMITE TÉCNICO, sem
que isto implique em partilha de responsabilidade, que é única e exclusiva dos usuários dos
Espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de Esatas, assim como danos causados as
obras de Ampliação do Aeroporto Internacional de Viracopos e a terceiros, por qualquer um
de seus prepostos, funcionários ou empreiteiros.
11.5. O COMITE TÉCNICO poderá suspender qualquer trabalho no qual se evidencie risco de
acidente, não atendimento às condicionantes Municipais, Legislação Trabalhista, etc., o que
não exime os usuários dos Espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de Esatas, das
obrigações, penalidades e prazo de término das obras.
11.6. É terminantemente proibido a utilização de fogareiros ou estufas dentro do canteiro de obras
dos usuários dos Espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de Esatas.
11.7. É obrigatória a manutenção de extintores dentro do canteiro de obras, em quantidade
mínima de 01 unidade para cada 200 m2.
11.8. Na fase de acabamentos dos espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de Esatas,
devido à grande quantidade de materiais combustíveis, tais como tintas, colas, etc., é
grande o risco de ocorrências de incêndios. Dos usuários dos Espaços de Uso as Cias Aéreas
e de Empresas de Esatas, deverá exercer rigorosa fiscalização no andamento dos serviços,
observando todas as normas de segurança.
12.
COMPORTAMENTO NO CANTEIRO DE OBRAS
12.1. É de responsabilidade dos usuários dos Espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de
Esatas, e seus prepostos:
a) O cumprimento das disposições do presente, bem como quaisquer normas ou instruções
complementares determinadas pelo COMITE TÉCNICO.
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
28
b) Manter no local de trabalho e demais dependências o respeito, higiene e segurança.
c) Apresentarem-se em trajes adequados.
d) Não retirar, sem a devida autorização, qualquer material ou objeto de propriedade do
Aeroporto Internacional de Viracopos.
e) Não permitir o acesso e consumo de bebidas alcoólicas no interior do canteiro de obras.
f) Não permitir o porte de armas de fogo ou brancas.
g) Evitar o aliciamento de mão de obra que esteja em atividade na obra, seja do CONSÓRCIO
CONSTRUTOR VIRACOPOS ou de empreiteiros de outras lojas.
h) Providenciar a retirada do canteiro das obras toda e qualquer pessoa que, a critério do COMITÊ
TÉCNICO, tenha sua presença evidenciada como inconveniente.
13.
LIBERAÇÃO PARA INAUGURAÇÃO
13.1. As obras de instalação dos usuários dos Espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de
Esatas,deverão estar concluídas no prazo mínimo de 10 (dez) dias anteriores a data prevista
da inauguração, quando os usuários dos espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de
Esatas, encaminharão ao COMITE TÉCNICO solicitação de vistoria final e pedido de ligações
definitivas, com base no Termo de Término de Obra e solicitação de liberação conforme
termos do Anexo 9, bem como o Termo de solicitação de Testes de Instalações, Anexo 11.
13.2. A liberação para a operação dos Espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de Esatas,
na data da inauguração estará vinculada diretamente a vistoria do COMITE TÉCNICO, o qual
emitirá o Laudo Final de Vistoria.
13.3. Ultrapassado o prazo mínimo de 10 (dez) dias anteriores a data prevista da inauguração
e/ou estando o Espaços de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de Esatas, sem condições de
abertura, o COMITE TÉCNICO poderá interditar as obras, a seu exclusivo critério. As obras
somente poderão ser reiniciadas após a inauguração do, incorrendo os usuários dos Espaços
de Uso as Cias Aéreas e de Empresas de Esatas, as penalidades previstas em contrato.
13.4. Todo material deverá ser colocado pelos usuários dos Espaços de Uso as Cias Aéreas e de
Empresas de Esatas, até 15 (quinze) dias antes da inauguração. A partir desta data, todos
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
29
os materiais deverão ser ensacados e o seu trânsito só será permitido nos locais
previamente estabelecidos.
14.
CONSIDERAÇÕES GERAIS
14.1. O presente ANEXO 5 - DIRETRIZES E ORIENTAÇÃO PARA DESENVOLVIMENTO DAS
OBRAS tem como objetivo orientar a execução das instalações dos Espaços de Uso das
CIAS Aéreas e de Empresas de Esatas do – AEROPORTO INTERNACIONAL DE
VIRACOPOS, sem contudo esgotar o tema, podendo em qualquer instante ser retificado
e/ou complementado.
14.2. Estas diretrizes não altera as disposições contidas na Escritura Declaratória de Normas
Gerais, que prevalecerá em caso de dúvida.
14.3. Os casos omissos serão regulados pelo COMITÊ TÉCNICO.
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
30
4.
ANEXO 1 – Mapa Geral dos espaços das Cias Aéreas
e das Empresas de Esatas.
Link disponível no site da AEROPORTOS BRASIL VIRACOPOS.
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
31
5.
ANEXO 2 – Projetos Executivos
Link disponível no site da AEROPORTOS BRASIL VIRACOPOS.
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
32
6.
ANEXO 3 – Resumo de Instalações dos espaços
ANEXO 3 - RESUMO DAS INSTALAÇÕES
NOME FANTASIA
1
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E DE TELEFONE
CARGA INSTALADA
DIJUNTOR GERAL
DEMANDA
NÚMERO DE PONTOS DE TELEFONE
2
WATTS
AMPÈRES
WATTS
PONTOS
COMBATE A INCENDIO
NÚMERO DE BICOS SPRINLKER
MARCA DOS BICOS
EXTINTORES CO2
ÁGUA
PÓ QUÍMICO
3
CIA AÉREA / ESATAS
BICOS
UNIDADE
UNIDADE
UNIDADE
AR CONDICIONADO
MARCA DO CONDICIONADOR
CAPACIDADE
VAZÃO DO AR
CRACTERISTICA DA SERPENTINA - VAZÃO DE
ÁGUA
TEMPERATURA DA ÁGUA - ENTRADA
TEMPERATURA DA ÁGUA - SAÍDA
TEMPERATURA DO AR - ENTRADA
TEMPERATURA DO AR - SAÍDA
PRESSÃO ESTÁTICA EXTERNA
ROTAÇÃO DO MOTOR
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
TR's
M³/h
M³/h
°C
°C
°C
°C
mm CA
RPM
33
7.
ANEXO 4 – Mapa geral dos espaços - Dados de elétrica
CÓDIGO ÁREA
NACO
DIMENSÃO
(m²)
NÍVEL
FUNÇÃO
POTÊNCIA (KVA)
INSTALADA
DEMANDADA
TENSÃO (V)
380/220 V 220 V
PROTEÇÃO
A
mA
TPS / CENTRO COMERCIAL / CIAS AÉREAS E EMPRESAS DE ESATAS
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
34
8.
ANEXO 5 – Termo de entrega de projeto
TERMO DE ENTREGA DE PROJETO
Campinas, (data)
À
Aeroportos Brasil Viracopos SA
Diretoria Comercial / Gerência de Novos Negócios
A/C Comitê Técnico
Ref. TERMO DE ENTREGA DE PROJETO
Prezados senhores,
..........................................................................., Cessionário da Cia Aérea e / ou de
Empresas de Esatas vem a apresentar a V.Sas., para análise e aprovação 3 (três) vias do projeto
executivo referentes à instalação comercial do espaço da Cia Aérea e ou Empresa de Esatas,
acima enumerada, conforme relacionado abaixo:



....................................................................................
....................................................................................
....................................................................................
O responsável pelo acompanhamento da aprovação do projeto
sr............................................, (endereço, telefones e e-mail).
junto a
V.Sas.
É
o
Declaramos expressamente que nos responsabilizamos pela aprovação junto aos órgãos públicos
pertinentes e concessionários de todos os projetos, que couber, ficando, inclusive, a nosso cargo
todo e qualquer emolumento, contas, taxas, multas e demais despesas decorrentes. No caso da
não aprovação dos projetos, embargos, ou em hipótese de serem feitas quaisquer exigências
pelos órgãos citados anteriormente, serão as mesmas acatadas imediatamente por nós, ficando
V.Sas. sem nenhuma responsabilidade ou encargo.
Sem mais para o momento
Atenciosamente
......................................................................................................
Carimbo da Cia Aérea e de Empresas de Esatas com assinatura de seu(s) representante (s) Legal
(ais)
OBS. Utilizar papel timbrado da Loja
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
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9.
ANEXO 6 – Termo de início de obra
TERMO DE INÍCIO DE OBRA DE INSTALAÇÕES COMERCIAS E PEDIDO DE LIGAÇÃO
PROVISÓRIA DE ENERGIA ELÉTRICA
Campinas, (data)
À
Aeroportos Brasil Viracopos SA
Diretoria Comercial / Gerência de Novos Negócios
A/C Comitê Técnico
Ref. TERMO DE INÍCIO DE OBRA DE INSTALAÇÕES COMERCIAS E PEDIDO DE LIGAÇÃO
PROVISÓRIA DE ENERGIA ELÉTRICA
Prezados senhores,
Tendo recebido a aprovação por parte de V.Sas. dos projetos de instalações dos escritórios, e
assinado o “TERMO DE RECEBIMENTO DO ESPAÇO DA CIA AÉREA E OU EMPRESAS DE ESATAS”,
comunicamos pela presente o imediato início das obras necessárias a sua montagem, de acordo
com o cronograma fornecido e informado por V.Sas., para tanto solicitamos a ligação da energia
provisória, para o dia …../....../........
Informamos que estaremos iniciando as obras a partir do dia ....../…..../.....e confirmando ainda
que o responsável pela obra será o Sr. ......................................., cujo endereço é ..................
, telefone............... e e-mail .........................
Segue anexo a Relação do pessoal que trabalhará na obra, cumprindo assim e exigência do Anexo
10, bem como informando os veículos operacionais de atendimento logístico que será utilizado.
Assumimos toda e qualquer responsabilidade por eventuais danos causados e estamos cientes de
todas as normas regulamentares que serão obedecidas durante a obra a ela pertinente.
Sem mais para o momento
Atenciosamente
......................................................................................................
Carimbo Cia Aérea e ou da empresa de Esatas com assinatura de seu(s) representante (s) Legal
(ais)
OBS. Utilizar papel timbrado da Loja
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
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10.
ANEXO 7 – Termo de término de obra
TERMO DE TÉRMINO DE OBRA E SOLICITAÇÃO LIBERAÇÃO DE UTILIDADES
(ÁGUA GELADA, ENERGIA ELÉTRICA, COMUNICAÇÃO DE VOZ E DE DADOS)
Campinas, (data)
À
Aeroportos Brasil Viracopos SA
Diretoria Comercial / Gerência de Novos Negócios
A/C Comitê Técnico
Ref. TERMO DE TÉRMINO DE OBRA E SOLICITAÇÃO LIBERAÇÃO DE UTILIDADES
CIA AÉREA E OU EMPRESA DE ESATAS
Prezados senhores,
Comunicamos a V.Sas. que as obras da Loja em referência, serão finalizadas no dia
....../......./.......
Em decorrência disso, solicitamos a presença de V.Sas. (COMITÊ TÉCNICO), a fim de procederem
a vistoria final das obras de decoração e instalações, para que possamos iniciar nossas atividades
comerciais na data estabelecida.
Solicitamos também que seja efetuada a liberação definitiva das utilidades da Loja (ÁGUA
GELADA, ENERGIA ELÉTRICA, COMUNICAÇÃO DE VOZ E DE DADOS)
Sem mais para o momento
Atenciosamente
......................................................................................................
Carimbo da Cia Aérea ou Empresa de Esatas com assinatura de seu(s) representante (s) Legal
(ais)
OBS. Utilizar papel timbrado da Cia Aérea ou Empresa de Esatas
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
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11.
ANEXO 8 – Listagem dos operários / dados pessoais
e veículos
LISTAGEM PESSOAL DE OBRA / RELAÇÃO DE VEÍCULOS DE APOIO LOGÍSTICO
Campinas, (data)
À
Aeroportos Brasil Viracopos SA
Diretoria Comercial / Gerência de Novos Negócios
A/C Comitê Técnico
Ref. LISTAGEM PESSOAL DE OBRA / RELAÇÃO DE VEÍCULOS DE APOIO LOGÍSTICO
CIA AÉREA E OU EMPRESA DE ESATAS
Prezados senhores,
Vimos informar como determinado no Caderno Técnico das Cias aéreas e de empresas de esatasa,
a listagem com nomes, identidade e função do pessoal que prestará serviço na obra das Cias
áereas e de Empresas de Esatas.
....................................
.........................................
................................................
....................................
.........................................
................................................
....................................
.........................................
................................................
Outrossim informamos que os veículos relacionados serão utilizados na logística de apoio e de
transporte na referida obra.
................................................... ...................................................
................................................... ...................................................
Assumimos toda e qualquer responsabilidade pelos funcionários e veículos aqui relacionados, e
estamos cientes de todas as normas e regulamentos que serão obedecidos no período de
execução da obras.
Sem mais para o momento
Atenciosamente
......................................................................................................
Carimbo da Cia Aérea e ou Empresa de Esatas com assinatura de seu(s) representante (s) Legal
(ais)
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
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ANEXO 10 - RESUMO DOS PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS NA OBRA
A
IDENTIFICAÇÃO DA CIAS AÉREAS E EMPRESAS DE ESATAS
SETOR / NÍVEL
Nº DA LOJA
NOME FANTASIA
B
DADOS DE CESSIONÁRIO
1
CIA AÉREA E OU EMPRESA DE ESATAS
2
ENDEREÇO
3
ÁREA DA LOJA
4
AUTOR DO PROJETO
EMPRESA
ENDEREÇO
CREA SP E ART
5
RESPONSÁVEL PELA EXECUÇÃO
EMPRESA
ENDEREÇO
CREA SP E ART
A
EMPRESA / PROFISSIONAL SUB-CONTRATADO / ENDEREÇO / OUTROS DADOS
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39
PROJETO
EMPRESA / CREA-CAU SP / ART
PROFISSIONAL / CREA-CAU / ART
END. C/ TELEFONE
EXECUÇÃO
EMPRESA / CREA-CAU SP / ART
PROFISSIONAL / CREA-CAU / ART
END. C/ TELEFONE
1
INSTALAÇÃO ELÉTRICA E TELEFONE
ANOTAÇÕES COMPLEMENTARES
PROJETO
EMPRESA / CREA-CAU SP / ART
PROFISSIONAL / CREA-CAU / ART
END. C/ TELEFONE
EXECUÇÃO
EMPRESA / CREA-CAU SP / ART
PROFISSIONAL / CREA-CAU / ART
END. C/ TELEFONE
2
SISTEMA DE SGURANÇA E PREV CONTRA INCENDIO - SPRINKLERS
ANOTAÇÕES COMPLEMENTARES
PROJETO
EMPRESA / CREA-CAU SP / ART
PROFISSIONAL / CREA-CAU / ART
END. C/ TELEFONE
EXECUÇÃO
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40
EMPRESA / CREA-CAU SP / ART
PROFISSIONAL / CREA-CAU / ART
END. C/ TELEFONE
3
INSTALAÇÃO DE AR COND., VENTILAÇÃO E EXAUSTÃO MECÂNICA
ANOTAÇÕES COMPLEMENTARES
PROJETO
EMPRESA / CREA-CAU SP / ART
PROFISSIONAL / CREA-CAU / ART
END. C/ TELEFONE
EXECUÇÃO
PROFISSIONAL / CREA-CAU / ART
END. C/ TELEFONE
OBS. Utilizar papel timbrado da Cia Aérea e ou de Empresa de Esatas
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
41
12.
ANEXO 9 – Termo de solicitação de testes das
instalações
TERMO DE SOLICITAÇÃO DE TESTES NAS INSTALAÇÕES DO ESPAÇO DA CIA AÉREA E
DE EMPRESAS DE ESATAS
Campinas, (data)
À
Aeroportos Brasil Viracopos SA
Diretoria Comercial / Gerência de Novos Negócios
A/C Comitê Técnico
Ref. TERMO DE SOLICITAÇÃO DE TESTES NAS INSTALAÇÕES DE COMBATE A INCENDIO
DA CIA AÉREA E OU EMPRESA DE ESATAS
Prezados senhores,
Vimos por meio desta, solicitar a presença da FISCALIZAÇÃO (COMITE TÉCNICO) da
AEROPORTOS BRASIL VIRACOPOS (CEDENTE) os testes de instalações solicitado no “Caderno
Técnico das Cias Aéreas e de empresas de Esatas “, nominados com os seguintes parâmetros:

SPRINKLER – (150 PSI em um período de 24 horas consecutivas)
Data do início dos testes no dia .........../........./........, sendo o responsável pelo teste o
SR................................................................., com telefone de contato...................
Sem mais para o momento
Atenciosamente
......................................................................................................
Carimbo da Cia Aérea e ou Empresa de Esatas com assinatura de seu(s) representante (s) Legal
(ais)
OBS. Utilizar papel timbrado da Cia Aérea e ou de Empresa de Esatas.
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
42
13.
ANEXO 10 - Termo de recebimento do espaço para
desenvolver da obra
TERMO DE RECEBIMENTO DOS ESPAÇOS DAS CIAS AÉREAS E EMPRESAS DE ESATAS
NOME Cia Aérea e ou de Empresa de Esatas
.............................................................................
ÁREA ................................. M²
DECLARO TER RECEBIDO O ESPAÇO SUPRA CITADO, DE ACORDO COM O ESTABELECIDO, NO
“CADERNO TÉCNICO DAS CIAS AÉREAS E DE EMPRESAS DE ESATAS” DO AEROPORTO
INTERNACIONAL DE VIRACOPOS – AMPLIAÇÃO FASE 1B E A TOTALIDADE DAS CONDIÇÕES
CONTRATUAIS
Informamos que o local foi verificado de acordo com os dados de projeto recebido, e com a
presença da FISCALIZAÇÃO / COMITÊ TÉCNICO e estamos concordes com a área E CONDIÇÕES
recebidas.
OBS.:
Recebido por:.......................................................................................
Assinatura ...........................................................................................
Comitê Técnico / Fiscalização
Nome ..................................................................................................
Assinatura ...........................................................................................
Campinas / Aeroporto Internacional de Viracopos em ........./............/..............
Caderno Técnico Das Cias Aéreas e Empresas de Esatas – Versão 1.3
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14.
ANEXO 11 – Padrão do carimbo dos desenhos a
serem apresentados (modelo)
Link disponível no site da AEROPORTOS BRASIL VIRACOPOS.
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MANUAL DE NORMAS E PROJETOS CADERNO