.1£
....
Universidade Tuiuti do Parana
/'
FACULDADE
DE ClENCIAS
Curso
TERMO
NOME DO ALUNO:
FERNANDA
HUMANAS,
LETRAS E ARTES
de Pedagogia
DE APROVA<;:AO
FIEDLER DA SILVA ALBERTI
A importancia da sucata como instrumento pedagogico
TiTULO:
TRABALHO
DE CONCLUSAO
PARA A OBTEN<;:AO
PEDAGOGIA
DA
UNIVERSIDADE
MEMBROS
DE CURSO
DO GRAU
FACULDADE
TUIUTI
APROVADO
DE LlCENCIADO
DE CIENCIAS
HUMANAS,
DO PARANA.
DA COMISSAO
AVALI~DO.
RA:
1..l""I~').)v'-~(;
PROF(a).
MARCIAZE
ORIENTADOR
EIROS MACHADO
/0
/',
v--'
7~~:jX.
PROF(a).
MARIA 9'RISTINA
MEMBRO
DA BA'NCA
't{e<q-t..')lQ
B
BORGES DA SILVA
B.£-L..I1-
PROF(a) REGINA BERGAMASCHI
MEMBRO
DATA:
MEDIA:
BLEY
DA BANCA
21/12/2004
__
li'il
_
CURITIBA
I
- PARANA
2004
COMO
REQUISITO
PARCIAL
EM PEDAGOG lA, DO CURSO
.
LETRAS
E ARTES,
DE
DA
UNIVERSIDADE
TUIUTI DO PARANA
Fernanda Fiedler da Silva Alberti
A IMPORTANCIA
DA SUCATA COMO
INSTRUMENTO
PEDAGOGICO
Curitiba
2004
Fernanda
Fiedler
da Silva Alberti
A IMPORTANCIA
DA SUCATA COMO
INSTRUMENTO
PEDAGCGICO
Trabalho
de ConciusAo
de Curso
apresentado
aD
curse de Pedagogia da Faculdade de Cj~ncjas
Humanas,
Letms
e Artes
dOl Universidade
Parana.
Orientador;
Curitiba
2004
Marcia
Medeiros
Mllchado
Tuiuli
do
A.gradecimentos
Agradeyo
realizar
primeiramente
todos as objetivos
a Deus que me deu a oportunidade
de minha vida.
Agradeyo a minha familia que sempre compreendeu as
compareci
a algum compromisso
Um agradecimento
me deu apoio
E claro
pronta
quando
para
par estar fazendo
especial
nos momentos
tudo pais pensava
nos
a meu esposo
de dificuldade
que nao iria conseguir
muito
obrigada
atender
de estar aqui e
e orientar
nao comparecemos
que temos que passa durante
a algum
com
todo
que sempre
que pensei
me ajudou
em desistir
e
de
ao tim dessa caminhada.
orienta dora
encontro
a caminhada.
Leandro
e cansa90
chegar
a minha
vezes que neo
esta pesquisa.
Marcia
a carinho
p6r diversos
que
estava
e vontade,
motivos
sempre
entendendo
e transtornos
.. Viver
processos
e,
ao mesmo tempo, exercer
educacionais.
Todos
e sofrer
n6s aprendemos
com a vida, todos n6s produzimos
algum tipo de
influencia ao nosso redor"
(Santos, 1997, pg. 15)
Resumo
A Educac;ao Ambiental
e
uma questao
extremamente
importante
e que deve ser a
cada dia tratada com todos os individuos da sociedade, para que possam
desenvolver um sen so critico e transformador.
Com os processos da Educac;ao
e
Ambiental, verifica-se que a reciclagem
um meio muito eficaz na preserva<;ao, pois
ela vincula-se 0 trabalho artesanal com sucata, que tern se transformado em fonte
de renda e pode ser muito utilizada nas escolas como uma forma de auxiliar no
aprendizado
dos alunos, onde esta sera transformada
em recurso pedag6gico
a
interdisciplinar, estimulando a confecyiio de jogos e brinquedos. Assim pode-se
verificar com esta pesquisa a importancia da sucata como instrumento de pratica
ambiental,
devidamente
fundamentada,
promovendo
a verdadeira
consciencia
ecolOgica, e sua relac;:ao com os jogos e brincadeiras no ambiente escolar.
Palavras - chave: Meio Ambiente;
intera~o; brincadeiras; sucata; reciclagem.
SUMARIO
1. INTRODUyAO
2.
EDUCAyAo
........
..
AMBIENTAL
3. 0 MEIO AMBIENTE
3.1
EDUCAR
NA ESCOLA
RECICLANDO
SUCATA
COMO
6. SUCATEANDO
REFERENCIAS
ANEXOS
..
08
...09
...12
..
...
UJDICO-PEDAG6GICO
.
FINAIS
14
.
...
18
.......... 20
RESPONDEM
EM SALA
7. CONSIDERAyOES
07
.
UM MEIO LODICO
RECURSO
5. AS PROFESSORAS
.
..
.
3.3 INTERDISCIPLINARIDADE
4. 0 AMBIENTE
01
..03
..
.
3.2 TEMA TRANSVERSAL
4.1
E CONCEITOS
DE AULA.
..
31
.
.
37
..
.
.
38
.40
1. INTRODUC;Ao
A partir
investiga<;ao
da observ8gao
centrada
especificos,
tai$
importante
aJiade
que
pode
como:
a
conflitos
do mundo
conscientiza~o
a questao
questao
da
ambiental
transformar
S8
dos
na
em
atuar,
ambiental,
reciclagem
que
foi
fonte
inieia
geradora
sendo
trabalho
0
de
urna
aspectos
e continua
e, em consequencia,
importante
deu-s8
envolvenda
urn
com sucat.a
recursos
para
a
porque
0
sociedade.
A utilizac;.ao da sucata
trabalho
ser
com este material.
transform ado
criatividade,
qualquer
em
interesse
tern urn papel fundamental
alem de ter rela~o
urn
rico
recurso
e desenvolve
direta
pedagogica,
habilidades
neste projeto,
com
0
pois
desperta
Meio Ambiente.
para as atividades
nas
pode
crianc;as
relacionadas
com
area do conhecimento.
Sabemos
conhecimentas
comeyarem
e atuar
que a escola
sabre
na escola,
no
mundo
a
e
ambiente
Educac;aa
as crianyas
de
0
uma
adequado
Ambiental,
pais
que as receberem
maneira
consciente,
para
se
poderao
S8
repassar
estes
estes
ensinamentas
desde
pequenas
agir
natureza
e a
com
respeito
a
dos
estagias
e das
saciedade.
Atraves
profissionais,
ficavam
de observayaes
pude
armazenas
perceber
feitas
no decorrer
que as sucatas
em caixas
ou armarios
eram
recolhidas
no fundo
pelos
vivencias
professores
da sal a de aula
e
sem serem
utilizadas.
Com
objetivo,
isso deu-se
visa verificar
como recurso
0
inicio
ao problema
armazenamento,
interdisciplinar
e pedag6gico.
desta
pesquisa
que desta
a real usa da sucata
maneira
e sua importancia
a
No processo
bibliografica
ande os autores
devido a grande
questionarios
Colombo,
contribuic;ao
a professores
pesquisa
perfodos
de pesquisa
Luise Weiss
e,
a seguinte
e Jose
que padem dar,
Carlos
pesquisa
Barbieri,
de campo
Ambiental,
capitulo
recidagem
No capitulo
Parflmetros
de
a partir de abservac6es
pratica
durante
quatro
0
sao trabalhados
e sucata como
uma
Nacionais e
a
feitas
execuyao
durante
de atividade
as
com
na seguinte seqO~ncia:
conceitos
Educac;:ao
sabre
IUdico-pedag6gico.
e a escola,
dando
enfase
nas questOes
das
a interdisciplinaridade.
ligac;:ao com a que foi trabalhado
meio ambiente
com
e viv~ncias
alguns
reCUfSD
tres a meio ambiente
Curriculares
Fazendo
muito utilizados
da rede publica e particular de ensina do munidpio
aplicac;ao
dois
pesquisa
de
sucata em sala de aula. 0 trabalho esta organizado,entao,
No
metodologia:
aplicac;ao
labaratoria
de estagios
foi utilizada
e trabalhado
de forma ludica,
anteriormente,
mostrando
no capitulo
a importancia
dos
jog as e brincadeiras.
Cam a realiza<;a.a pratica desta pesquisa,
um questianaria
pesquisa,
sabre
essa
quest~a
para verificar a qualifica~a
cujo registro encontra-se
ambiental
desses
fai aplicada
a alguns professares
que fai tratada
professares
durante
no capitulo cinco.
Para finalizar a pesquisa e pratica deste trabalho, foi realizado
pratico com os alunos
em sala de aula,
capitulo
detalhadamente
seis que abarda
aula quando trabalhado
realizadas.
tad a a
quanta a esse assunta,
assim foi
necessaria
como fai a pracessa
um trabalho
inserir,
da pratica
em
ainda,
a
sal a de
com a sucata, seguido das fotos que registram as atividades
2. EDUCAC;;Ao
AMBIENTAL
Ao falarmos
esclarecida,
E CONCEITOS
em Educa~o
pais atualmente
Ambiental,
S8
uma forma de conscientiz8930
para a Educa~o
a
ainda necessitarn
a Educayao Ambiental
para preservayao
Segundo documentos referentes
Ambiental
muitas questoes
faz referenda
ser
somente como
da natureza.
Conferencia Sub-regionat de Educa.,ao
Secundaria,
retirado
do site
do Ministerio
do Meio
Ambiente, tem-se um exemplo de conceito sobre a Educa.,ao Ambiental.
A Educa.,ao ambiental
(...) e a ayao edUcatrvCl pemlanente
con5ci~ncia
de sua realidade
global,
si e com a natureza,
dos problemas
(CHOSICAlPeru,
1976)
pela qual a comunidade
edUcatrv8
do tipo de rels¢es
que as homens
derivados
de ditas relaryOes e suss
tern a tomada de
estabeleoem
entre
causas profundas.
Este conceito nos mostra a preocupa.,ao da Educa.,ao Ambiental estando
ligada ao educando,
corn a praiica
as
adquiridos
conhecimentos
multiplicador
o
de desenllolvimento
para
sua
e estrategias
realidade,
como
para repassar
urn
transformador
deste conhecimento.
artigo
1
0
da Lei n
0
9795 de abril de 1999 nos traz outro conceito
de
Educa.,ao Ambiental, que mostra a Educa.,ao Ambiental como uma ayao a ser
praticada
par
aproveitamento
todos.
todos
0
desenvolvimento,
do meio em que vivemos,
Podemos
individuos
para
perceber
devem
estar
ajudando
que este conceito
envolvidos
a
preserva9ao
em sua uso, levando
com pi eta 0 anterior,
no processo,
e
comprometidos
onde
n~o
°
0
melhor
bern a
todos
os
56 com a
natureza, mas tambem com ooutro.
Patricia
muito
com
a
Mousinho,
discutida
sabre esta questaa,
anteriormente,
ende
detem uma opiniao
a
EduC8t;aO
que coincide
Ambiental
e
uma
preocupayao
aprender
mUlto
da
co!etividade,
a respeitar
as conceitos
ampla
e
fazendo
e aquisiyao
a propria
devido
ao aumento
de
sociedade
estao
inseridos
tecnologias,
prejudicando
outros
anteriormente
da
val ores
esta
de emisstrio
das grandes
esquecida
apresentado
objetiva,
quando
todos
e del/em
traba!har
e
a meio onde vivem.
Todos
conhecimento
onde
muito
de gases
valores,
fazendo
tern uma
Ambiental
impartantes
destruindo
desmatamento
a necessidade
Educa9llo
para
seu ambiente
poluentes,
ilimitado,
as
dias
desenvolvimento
de
de
hOje,
desenfreado
que, entre outras
das atitudes
de mundo
processo
e se auto-destruindo,
assim com saja camuflada
de modificay:io
visao
urn
eOisas, acabam
essa consciencia
relacionadas
e
ao meio em que
vivemos.
Na busca
preocupam
com
pensa-se
somente
anteriormente.
acontecem
projetos
forma,
Barbieri
fai decorrente
atingindo
nao
segundo
de conquista
falar
cuidar
poucos
em
que
para atingir
geralmente
lanQam
marcas,
as seus interesses.
consequ~ncias
suas rela¢es
se
ambientais,
e rios, como citamos
do ambiente
da elite dominante
e as suas
individuos
problemas
das arvores
a populayao
a ambiente
necessitam
sar
entre si e com a ambiente,
de ayao.
(t997,
p. 15) a preocupa9ao
do erescimento
lentamente
e uma
e pessoa!,
Ao
e preservaytrio
assim, auxiliando
alternativas
Segundo
real mente
a natureza,
de conservac;:ao
sabre
as pessoas,
proporcionando
econ6mico
ambientais.
com os interesses
formas
alternativas
repassadas
ambiente
em preservar
de acordo
Algumas
erescimento
problemas
Os ideais
e outras
eidades,
pe!o
os
questao
as individuas
desvinculada
ele, a evoluyao
com os problemas
papuladonal
ambientais
e do desenvolvimanto
das
e a sociedade
em geral,
pois 0 meio
das necessidades
humanas.
oesta
da preacupayao
ambiental,
sa deu am tres etapas:
A primeira etapa baseia-se na percepyao dos problemas ambientais
localizadas
a
a atribuidos
ignorimcia,
neglig{tncia,
dolo au indiferenya
das pessoas.
Na segunda etapa, a degradayao ambiental Ei vista como uma gestao inadequada de
recursos.
E na terceira
stapa,
a
degradayao ambiental
e
percebida
como
urn
problema do planeta, que atinge todos as habitantes. Os diversos processos
desenvolvidos
pessoas
em
todo
a raspaito
da
0
mundo
terminam
promovendo
questao, mas continuariam
a
sensibiliza~o
incipientes
quanta
das
as
reais
possibilidades de configurar prospectivas menos sombrias. (Dias, 2000, p. 93)
Dias afirma, tambem, que a Brasil
urna politica nacional
de ambientalistas
para Educayao
e 0 ullico
Ambiental,
anonimos, funcionarios
palS da America Latina a possuir
resultado de urna grande conquista
do Ibama, do Ministerio do Meio Ambiente
e coordenadores de Organiza<;6es Nao Governamentais (2000, p201) "A Educayao
Ambiental
58
insurge
num contexto
derivado
do usa inadequado
dos bens coletivos
planetarios em diferentes escalas espac;o-temporais." (PEDRINI, 1997, p. 88).
Para
que decis6es
obter algum resultado
S8
pol iticas sejam tamadas
obter formas globais
para
a
quanta a
Educac;ao Ambiental e necessaria
para que assim, com coopera98o,
prote~o do ambients
e seus
recursos,
busquem
sendo
a
Educa<;ao Ambiental um processo de globalizayaa que envolve a competitividade
entre as paises
rnais ricos e as menes
dominando e causando a fragmentayao
favorecidos,
ends as mais ricos acabam
de espayo e tempo.
Uma das tentativas de acordo mutua, com apurayao de responsabilidades
sabre
0
inten~o
agressao
aD
meio ambients
e
0
Protocolo de Kyoto. Ests Protocolo tern a
de reunir as paises mais poluidores do mundo, na tentativa de frear 0
astufa sabre
0
planeta.
Varies
parses aderiram, cerca de 140. 0 problema
ate ita
e que,
justa mente uma das maiores pot~ncias das paises, ditos de primeiro mundo, n~o
aderiu. EUA, como sempre, nao se compromete, justa mente para n:3o ser punido
pelos seus erros. E ate paises em desenvolvimento como a China, a India e,
inclusive, a Brasil, s~o contnirios a algumas normas, temendo que prejudique
0
seu
crescimento. (NOGUEIRA & LOPES, 2005)'
De qualquer forma, 0 Protocolo js entrou em vigor e espera.se que aos
poucos, transforme-se em um objetivo, comum a
todas. Pais ista
nao deveria
acontecer de forma fragmentada, porque, afinal, trata-se de urn problema mundial.
Enfim, ap6s varios problemas terem surgido no mundo envolvendo muitas
questoes como relac;:ao ao mau usa dos bens naturais, surgem preocupayoes
incessante, porern nao efetivas suficientes, para a conservayao do mesmo. A
realizac;ao da Educac;ao Ambiental em diferentes espac;os, nao devers apenas
conscientizar, mas, aeirna de tude,
ser urn instrumente concreto que incentive a
pratica. E 0 lugar mais propiciO a tude isto
1 Foll!.:ldc Solo Paulo.
: EXlII:ullcnlc" p:ulir
S:.10 Paulo, qU.lrt:l-fcirn, 16 dc
de 16 de (("""crciro de 2005.
e, sem duvida,
fc\"crciro de
a escola.
2005. p.A 15
3. 0 MEIO AMBIENTE
NA ESCOLA
A escola tern urn papel fundamental
nesse
proresso
intensidade
trabalhar.
de
em
algumas
populares,
da aprendizagem
parte
A escola
custos
que
deve
facilitar,
0
aluno
e deve estar
acompanhar,
produtiva
evolutivas
ambiental
das futuras
devemos
como
com as
promocao
sabre
todas
as questoes
crianc;a deve saber que faz
preparada
para
enfrentar
esses eventuais
desafios.
possibilitar,
de todes
a formac;ao de valores
para a recuperayao
ainda
tanta
compartilhar
com
as
seus
que tera 80 lango do desenvolvimento.
da educac;:!lo ambiental
a participa~o
com
a trabalhar
entendido
pais, a
no caminho e ajudar a solucionar
e estimular
possibilidades
tratando
e em outras
deve orientar
este processo
0
Urn dos papeis
Isto concentraria
de seus alunos, e tambem
estamos
2000 p. 59)
de educayao
toda a aprendizagem
promever
jil
do pedag6gico
(PRADO,
no mundo e com da sociedade,
encontrados
alunos
que
atualmente,
pode desentender-se
de este todo
desafios
escolas
produtiva".
Todo processo
que ocorrem
na educacao
Ambiental
educacyao, emenDS ainda aquela orientada
"Nenhuma
setores
Educa~o
e da educac;Ao
como urn todo, seria,
para uma melhor
e promoveria
e dos seus valores
especies.
reeduca<;ao
a percepc;ao
Insere-se
humanos,
social.
do ser quanta
aos
aumentando
as
ai urn aspecto
chamado
etica ambiental.
Atraves
das formas
ambiental
do que podemos
simples
e de grande
crescimento
diversas
mais
de residuDs,
formas
positivas
observar
encontrada
impacto
em nosso
nos resultados,
favoreceu
no cotidiano
dia-a dia verifica-se
pela humanidade
e
a reutilizac;ao
da popula~o.
para amenizar
a redclagem,
destes
que uma
0 problema
que pela busca
recursos,
influenciando
de
de
3.1 EDUCAR
Com
0
RECICLANDO
aumento
da populayao
aumentou
muito
chamados
de lixo. Observado
tinha
nos ultimos
urn determinado
tipos de materiais,
junto
a
sabre
desses
da grande
abordados
desta
empregos
lixo, preservando
diretos
planeta
podem
de residuos
forma,
e vista
e indiretos,
como
ate a redu~ao
deeornpor
estes
a
a serem
comec;ando
que sobrou
do lanche
problemas,
a
popula~aa,
do
a poluic;ao do solo, da agua
de energia
economizando
pade ser feita em tad as as partes
iniciar essa conscientizac;ao
com pequenas
atitudes
e a resto da comida
perceber
do que pode
da compreensao
de muitos
do Meio Ambiente.
a Educac;ao Ambiental
a crianc;a podera
na natureza.
e
que
dos locais de armazenamento
0 con sumo
atraves
Aspectos
a solu~o
reduz
nao pode ser reaproveitado
Assim
promover~o
pode gerar muitas beneficias
0 desmatamento,
Assim
alguns
da reciclagem,
reaproveitados,
diminuindo
latinha de refrigerante
conscilmcia
sar
decompor
decomposic;Ao.
e agora sua reutiliza~o
industriais.
e a eseola tern como uma das func;6es,
aproveitada.
para
nao
que
posteriormente.
da produta,
alunos desde muito pequenos,
de residuDs,
de residuos
a importancia
naturais,
Weiss,
quanti dade
au de dificil
isso vamos
como citado do site da Secretaria
Segundo
de produtos,
fica sobrecarregada
orgimicos
assim as recursos
e do ar e evita
as tipos
da quantidade
lixo foram repensadas
Com
quanti dade
com mais detalhes
A reciclagem,
energia,
0
de todos
uma enorme
aumento
materia is que
pais al8m da reutiliza"aa
desde
gerando
grande
fim, a natureza
para a sociedade.
coleta
reduyao
0
par n~o serem
algumas considera90es
urn desafio
anos,
a con sumo
a necessidade
ser reaproveitado
do tempo
que alguns
do
com as
como separa
sua
que nao sera mais
de separar
e tambem
0 lixo que
criara
essa
materia is levarn para se
Vejamos a tabela abaixo, retirado do Material Didatico Expoente, 2' serie 4° Bimestre.
Tempo para decomposi~ao
Material
Plastico
150 anos
Papel
Minimo 3 meses
Latas de aluminio
1000 anos
Vidro
10000 anos
Latas de a~o
10 anos
Rastos organicos
De 2 meses a 12 anos
Tecido
6 meses a 1 ana
Madeira com tinta
13 anos
Borracha
Tempo indeterminado
3.2 TEMA TRANSVERSAL
Quando
S8
trabalha a Educar;:80 Ambiental
nas series iniciais, desenvolve-se
urn trabalho em cima dos valoras, atitudes e posturas eticas, e
tema prioriza
0
fornecer instrumentos que as insiram nas rela<;6es do ambiente,
segundo as
Parametros Curriculares Nacionais.
relayao de conteudos que seguem estes criterios:
Vejamos abaixo, a
Importi1ncia dos conteud05 para ums visilo integrada da realidade, especiillmente sob 0
ponto de vista socioambiental;
Capacidade de apreens.lio e neceS$idade de instru~o de habitos e atitudes ja no estagio
de desenvoJvimenlo em que se enconlrnm;
PossibiJidade -de desenvolvimento de procedimenlos e vaJores basicos para 0 exercicio
pleno da cidadania. (Parametros Curriculares Nacionnis, 1997, pg.57)
Os peNs
~Iocal ao global-
sugerem
para
aos professores
que
0 aluno
que utilizem
perceba
temas
a importancia
que envolvem
de
melhorar
do
essa
10
determinada
natureza
e
situa~o,
0
Varias
ambiente
atue
de forma
Assim, vejamos
05 cidos
das
comprometida
em determinadas
alguns
aguas
desenvolvem
situa¢es
conteudos
para a hist6ria
No bloco Sociedade
oportunidades
Vejamos
a vida,
a
no aluno a capacidade
selecionados
para esse bloco:
dos pavas;
e Meio Ambiente,
de discuss6es
alguns dos conteudos
de
as relat;'ijo no tempo e espa<;o.
as ciclos da mat~r1a orgAnica e sua importAncia
para 0 saneamento
;
as teias e cadeias alimentares
e sua import:lncia;
relac;lio entre as elementos
do mesmo sistema. (Parametros
Curriculares
pg 60)
oferecendo
com
com os alunos.
bloco, Ciclos da Natureza
e perceber
mais
em que esta inserido.
blocos sao trabalhados
No primeiro
observar
e que
as conteudos
e intera¢es
propostos
entre
Nacionais,
1997.
sao proporcionados
grupo.
0
para esse bloco:
Diversidade
cultural e diversidade
ambiental;
os limiles de atyOes humanas em termos quantitativos
e qualitativos;
as principais caracteristicas
do ambienle
e/ou paisagem da regi:io em que vive;
diferenyas
entre os ambientes
preservados
e os degradados;
interdepend~ncia
ambiental
entre as areas urbana e rural. (parametros
Curriculares
Nacionais,
1997, pg 61)
Manejo
leva
as alunos
conservac;ao
e Conservac;ao
a adquirir
da qualidade
de
e quantidade
Manejo e conservac;llo
para 0 consumo;
a necessidade
Ambiental,
formas
e fonnas
e urn
rnanusear
outro
bloco
e para isso sugere-se
das aQuas:
de Iratamenio
no¢es
de conhecimentos
os recursos
sobre
de detritos
captat;io,
naturais,
alguns
que
visando
a
itens:
tratamento
e distribuiyAo
humanos;
iii necessidade
e as fonnas de coleta e destino de fixo; recidagem;
nocaes de manejo e conservacao
do solo;
no¢es
sabre procedimentos
adequados
com plantas e animais; cuidados
alguns procedimentos
simples de recidagem
de materiais;
as p~ticas
que evitam
0 desperdicio
no uso cotidiano
de recursos
energia e alimentos.
(pammelros
Curriculares
Nacionais,
1997, pg 62)
da saude;
como
agua,
II
Atraves
perceber
que
dos
0
conteudos
trabalho
com a Educac;ao
ande assim 0 aluno tera
proposto,
assim
Para
perceber
capacidade
devera
S9
trabalhar
envolver
urn conjunto
criterios
• Observar
natureza;
• identificar
no ambiente,
de avaliac;ao
as caracteristicas
explicitar
valorizar
Estes
execur;ao
Ambienlal,
sua pralica.
3) cria~ao
e identificar
criterios
devem
das pralicas
dos recursos
pedag6gica
identificar
suas
de
exemplos.
Ambiental.
a existencia
de cidos
realizando
e fluxos
na
transformac;Oes
do ambiente rna is imediato em que vive;
de um ambienle,
tanto urbano quanto
como sua importancia
para a homem;
e urn ambiente saudavel;
rural,
disponiveis.
ser seguidos
avaliativas
como a
de oportunidades
e estimular
as intervenl;Oes
com as quais a 50ciedade
local vern
n8 paisagem,
nos espacos em que habits ou cultiv~;
0 usa adequado
sensa
e a avaliat;:ao
a pratica
buscando
para a Educac;ao
do meio ambiente
farmas,
1) Revisar
aluno,
e facilidade;
sao adotados
0
e necessaria
destes conteudos,
de diversas
de cada
evidenciar,
em eta pas
do conteudo
de Meio Ambiente
com tres finalidades:
de maior dificuldade
podemos
ser realizado
e assimila~o
de assimila~o
• contribui para a conserva<;lio
e a manutenc;ao
• reconhecer
alguns processos
de construc;:ao
com a respectiva
intervent;.ao n8 paisagem,
bern
perceber a rel3yAo entre a quantidade
de vida
•
dave
oferece,
de mane ira a desenvolver
dos conteudos
cuidadosa
bloco
em grupos.
pode ser analisada
vivemcia e refon;:o que permitam
Alguns
na sociedade
de discuss6es
a avalia9£lo
2) observa<;ao
de interesse
cada
Ambiental,
de cada individuo
de observaya.o
do professor;
areas
atuar
condi9~es
as diferen~s
que
uma maior compreensao
podendo
critico e oferecendo
especificos
e analisados
dos alunos
sobre
pelos
professores
os conteudos
para
a
de Educar;ao
para que lodos tenham a mesma forma de avaliac;ao justa e necessaria
a
12
3.3 INTERDISCIPLINARIDADE
A
interdisciplinaridade
conhecimento
surge
e reorganizac;ao
que existe entre
a elabora9ao
homem e
0
0
evoluir de maneira significativa,
sobretudo,
superar
a partir
escolas
classica
influencia
nao
sejam
dando
urn passo
varias
areas
muito
"( ... ) se
No
surgem
0
certa e segura,
e mais
modo,
formando
assim
inseridos,
para que as
anos,
porque
a Educac;ao
agentes
de modo
hoje em nossas
concepc;Oes
a educac;;ao
Ambiental
acaba
transformadores
tornando-os
capazes
nas
de tamar
facilmente
trabalho
analisar
inumeras
com
adequadamente
dificuldades".
a seu cotidiano
(LUCK,
a interdisciplinaridade,
do processo,
situa96es
0
e vital
e
1999, p. 33)
muitas
em que
escolar
dificuldades,
professor
problemas
deve estar atenla
e
a resolve-las.
que
facilidade,
correlas
mais
1999. p. 32)
no que necessaria.
Par issa a professor
para
de
educac;ao possa
e a
que encontramos
Oeste
em que estao
professor
no decorrer
dispasto
(LUCK,
sejam superados
par
pessoas.
importante
do ambiente
decisOes e auxiliar
ira idenlificar
das
do ensino"
aconte!):a de forma
repetidas
na formayao
superayao
para que a barreira
seja derrubada
que as problemas
e que vern de muito tempo,
pedag6gicas
de
que segundo Helolsa Luck, ~torna~se necessaria,
Para que a interdisciplinaridade
e necessaria
necessidade
de conhecimentos
conhecimento
a problematica
que possa evoluir,
da
no
surgimento
pois somente
e coerenles
as atitudes
necessarias
deve
de
quando
urn
estar
sempre
dessas
em observayao
situac;6es,
as observac;Oes
e que ele real mente conhecera
para 0 momento.
consiga
do cotidiano
com seus
alunos
idenlifica.-la
com
sao feitas de maneiras
sua classe
e podera
aluar
com
13
~ 0 conhecimento
e um fenOmeno
multidimensional
e inacabado,
sendo impassive1
sua
completude
e abrang~ncia
total, uma vez que, a cada elapa da visJo globalizada,
novas
questOes e novos desdobramentos
surgem.~(LUCK,
1994, p. 67)
Quando
disciplinas
falamos
isoladas,
fragmentada
em interdisciplinaridade,
pois devemos
do processo
trabalhar
do conhecimento.
pensamos
informar;:6es,
apud LUCK,
Para
inseridos,
as idaias
enquanto
19B7) (Verificar
se trabalhar
ambiental,
Pais, na verdade tudo ja
o processo
interdisciplinar
ensino-aprendizagem,
conhecimento,
realidade
questOes
na qual
esta
externas,
aos elementos,
a conhecimento.
e
necessaria
as
(MORIN
inserido
estar
atendo
para que este aprendizado
e natural
as
se tome
mente interligado.
assume, ent.:3o, um papel importante
principal mente na educag.:3o ambiental,
ao ser repassado
a outras
Luck,
da realidade
se a dala esla correIa).
a educa9Ao
relar;6es que existem entre tad as as disciplinas,
mais significativo.
oferece
para construir
das
a visao
segundo
da complexidade
a disciplinaridade
que sao utilizadas
a superar
A interdisciplinaridade,
supera a vi sao restrita de mundo e a compreensao
em que estamos
no afastamento
de urna forma
pois um determinado
para os alunos sera trabalhado
e isto, por sua vez,
estara
sejam elas locais ou universais.
no processo
de acordo
vinculado
com a
algumas
'4
4. 0 AMBIENTE
COMO UM MEIO UJOICO
A crian<;a explora
corpa,
com
explora~o
a qual
ao seu redor,
a vivenciar
0
seu ambiente,
situa¢es
cada
vez
engatinha,
que
entra em
espont~neas,
inicia
Ihe sao
espaC;os pequenos,
desenvolvimento
0
( 1991), sao extremamente
integra980
oferecidas.
Ela
e atraves
importantes
Experimentar
e desmontaveis,
virar cambalhota,
situac;6es
experimentar
brincar
a crian.ya utiliza todas
sobe
onde
e muitas
para a aquisi9aO
con segue.
Qutras atividades
que segundo
de conhecimentos
e
Atividades
acordo
a
rftmicas,
situac;6es
como arrastar
engatinhar,
com
suas
sua linguagem,
ludica:
de uma tran5ronna~ao do real em funt;:ao dos desejos:
refaz 8 sua propria vida oonigindo
sua maneira,
e
resolvendo-Qs,
repensando-Qs
ou seja, oomplelando
p. 29)
brincar
com bonecos
de equilibrio,
com bola, s~o atividades
no ch~o ou em almofadas,
De
dessas
de
social.
Consiste em satisfazer
0 eu pOr meio
a crianGa que bTinca com bonecas
revive todos as prazeres
Oll conflitos
a atraves da fietyao. (PIAGET,
1969,
desenvolver
para:
do pr6prio
complexas
das noc;6es de espac;o e tempo,
Para Piaget (1969) a fun9i!io da atividade
da crianc;a.
nao
atraves
mais
do espac;o. Como asta em amplo desenvolvimento,
as possibilidades
Weiss
a mundo
passa
articulaveis
subir e descer
que favorecem
e puxar caixas,
cadeias,
possibilidades,
ela
realiza
suas habilidades
escadas,
relar,
desenvolvimento
relar 0 proprio
sao sensa.yOes agradaveis
sua perceptyao,
0
de sucata
corpo
para a crianc;a.
atividades
motoras
que
irao
e sua atenc;ao
e memoria.
Uma alternativa
para
sucata a partir de conteudos
as crianyas
buscando
em situay6es
conhecer,
0
professor
significativos
de aprendizagens
assim evidenciando
e
planejar
para sua classe
atividades
com
para as crian<;8s, ou seja, ele deve colocar
de aspectos
a importancia
da realidade
do brinquedo
que eles estao
sucata.
15
As brincadeiras
meio de express~o,
e as jogos
como estrategia
como uma fonte privilegiada
Referindo~se
ideia
de
encontra-se
acumulada
que
a imaginayao
da crianya
Duve, sente
S8 canstitui
ambiente
outras
palo homem.
S8
alimenta
importante,
para
satisfazer
espayo
e 0 de
que
a a~o.
0
impossiveis
de
brinquedos
s~o
o
principia,
do
converter
S9
maior
imaginativa
pequena
ele apresenta
e
anterior.
e maior
0
Vigotski
Isto porque
Aquila
que ela ve,
do
de seus jogos
de cada
crianya,
e
mais
seu conhecimento.
atribui
tem uma
a
incentivQ
0
ao brinquedo
um papel
basica da crianc;a, ou saja, ele
Quanto
a
e os elementos
nos temas
a experi~ncia
urna atividade
imediatamente.
mundo
de sua imagina~o
criadora
e com a variedade
necessidade
muito
mais nova a crianya,
e um
grande
menor
de
sera
0
desejo e sua satisfa~o.
No periodo
tendencias
que a atividade
mas sim complementares.
ao psicol6gico,
A crianya
seus desejos
entre
quanto
preencher
deste
de sua experiemcia
podem
de express~o,
No que diz respeito
do mundo e, sobretudo
afirma
conhecimento
na materia-prima
rica poden~ ser a sua atividade
motivo
do
como
de aprendizagem.
Partindo
incompativeis,
que mais impressionam
atividades
para compreensao
h:'dicas, Vigolski
desenvolvimento
0
pelos professores
em rela9aO direta com a riqueza
nao sao objetlvos
imagina9Bo
ser incentivados
de desenvolvimento
as atividades
da sua imaginayao
da experiencia
podem
pre-escolar,
serem
simples
realizados
inventados,
irrealizaveis,
ha urna grande
imediatamente,
justa mente
segundo
podem ser realizados.
para
e
que
e
de tendencias
nesse
a crianya
momenta
possa
e desejos
que
os
experimentar
Vigotski.
fato de nao se poder
ten sao e a crianc;a se envolve
quantidade
com
0
realizar
ilus6rio
e
Eo 0 mundo dos brinquedos.
seus desejos
0
imaginario,
irnediatarnente,
cria
em que seus desejos
16
A imagina98.o,
constitui
para
uma caracteristica
tipica
surge da 8<;80, sendo a primeira
da atividade
situacionais.
satisfeitos
aos brinquedos.
dao origem
documentam
estudos
pelo
Benjamin
como
adulto
conteudo
para
a crianya.
imaginario
quando
do
Segundo
Podemos
em um universo
uma rigidez
dos termos,
perspectiva
ludica
consciente.
e
brincar
jogo ou hora da brincadeira,
pode ser uma alternativa
A
pois
imaginac;:ao
da crianya
sempre
acreditava~se
determinava
faz
forem
estao
ao mundo
brinquedo
em
associ ados
da crianya.
Seus
criado
brincadeiras
que
0
infantis,
crian<;8.
a
iSSQ
as brinquedos,
e
toi urn objeto
erraneamente
as
0
maior,
jogo,
a brincadeira
chamado
mais distantes
e
pedagogica,
por outro,
por isso, utilizar
para
0
professor,
0
brinquedo,
de ato de brincar.
pois se por um lado a discussao
da pratica
a crianya,
estarao
do brincar.
que
englobados
que
quem
mais atraentes
perceber
0
ele,
e
brinquedo
do seu valor como instrumentos
para
da emancipa~o
em rela~o
as origens
verdade
na
Par isse, quanta
humana
brinquedo
coloca
S8
como desde
novo
1550 naD quer dizer que todos os desejos naG
(1984)
a adulto
mostraram
urn processo
uma manifestar;:ao
relac;ao as restri<;6es
Segundo
e
Vigotski
Nao
ser
sobre eles pode amptiar
pode seleciona-Ia
0 brinquedo
que criara
podem
e favorecida
sucata
no aluno
a
em hora do
em sal a de aula
0 sentido
do meio
ambiente.
Na brincadeirn
a crianc;a cornporta-se
nurn nivel que ullrapassa
0 Que esta habituado
a
fazer, funcionando
como se fosse maior do Que
0 jogo traz a oportunidade
pClra 0
preenchimento
de necessidades
irrealizilveis.
(VIGOTSKY,
1996)
e.
Brincar,
ent~o,
forma mais completa
nao significa
que
simplesmente
a crianC(8 tern de
uma
se comunicar
recreac;ao,
pois
com as pessoas
esta
e
a
e com a
17
esta a verbalizayao,
mundo. Nessa brincar
0 pensamento
e 0 movimento
que geram
canais de comunicac;:ao.
A linguagem
cultural
dele e par meio dele
fundamental
o
para se chegar
ato de brincar
fundamental
necessidade
uma
ao desenvolvimento
necessidade
de brincar
interior,
e inerente
criam;a representar
no brincar,
brincar
ela constr6i
conhecimentos,
tempo,
arnplia seu vocabulario,
na representa~ao
desses
e 0 ludico.
humano.
tanto
e
Podemos
da crian98
Vigotski
0
assim
Quanta
dizer
ponto
0
que
a
do adulto.
mais
sera ampliada.
afetivo
e
prazer
quanta
emocional
A
papsis
a
A partir do
e ao masma
que atinge
(1998).
A crian<;a brinca porque tern urn papel, urn lugar especifico
n~o apenas porque a faz-de-conta
atraves
urn aspecto
dos paps is que representa
alern do ajustamento
segundo
comunica
da crianJ;a.
ao desenvolvimento.
atraves
S8
0 brincar
e prazeroso
mais sua expressividade
papeis,
Ela
sendo
integral
pode ser terap~utico
essemcia do equilibrio
da
e
ludicidade
propria da crian~
sera agente transformadof,
e parte da natureza
na sociedade,
e
da crianya.
Educadores. psic61ogos, pais ou qualquer pessoa que trabalhe com cnanCil. interfere em
sue desen\lol\limento, nilo podendo ficar alheio ao brinquedo, ao jogo, ils brincadeiras. pais
1ais atMdades sao 0 \leiculo do seu crescimento. possibilitando ~ crianca a explorar 0
mundo, descobrir~se. entender~se e posicionar-se em rela~o il sl mesma e iii sociedade de
uma fonna natural" (SANTOS, 1995. p. 3)
K
Sendo
incentivados
para
assim,
as
brincadeiras
pelos pais e professores
compreensao
desenvolvimento
do
mundo
e aprendizagem
A seguir mais detalhes
algumas
sugestoes.
e,
e
as
como
sobretudo,
envolvendo
jogos
com
sucatas
meio de expressao,
como
urna
fonte
podem
ser
como estrategia
privilegiada
de
a questao da educac;ao ambiental.
sobre a imporUmcia
do usa da sucata nas escolas
e
4.1 SUCATA:
RECURSO
e
A sucata
cuidados
LUDICO-PEDAG6GICO
urn suporte
devem ser tornados
ser separado
valorizem
0
e classlficado,
material
potencial
no seu usc. Weiss
de jogos
em si, mas sim
a cria9Bo
infantil,
porem
afirma que 0 material
alguns
catetado
deve
para que elas percebam
e
que iraQ utilizar.
e0
portanto,
a atividade
junta mente com as crian98s
Para a construtrao
essen cia I nao
para
objeto
de uma
sucataleea,
e brincadeiras
cam material
end a serao
armazenadas
de sucata
E
que ele pode oferecer.
0
0
interessante,
todas
as sucatas
recolhidas.
Muitas escolas
depois
nao sabem
em ·urn amontoado
pela propria
de cacarecos",
tam bern coloca
com a sucata
em, par exemplo,
criatividade
crian~
de sucatas, atraves
como afirma
Weiss
de campanhas
classificando-as
(1991)
muitas
e
vezes
e como ja vivenciado
pesquisadora.
Weiss
trabalhar
fazem a arrecadayao
a que fazer com 0 que foi catatado,
fazem
urn coelho,
que muitas
todas
profissionais
buscar
do desenvalvimento
solu96es,
despreparados
trans forma rem urn copo
e tern que ter cara de coelho,
da crianc;a e na constru<;8o
dave ter a possibilidade
vezes
as crianyas
de adaptar
assim
para
de iogurte
interferindo
de seu pr6prio
determinado
na
objeto.
A
material
a
necessidade
diversas
Segundo
Weiss,
etapas,
sao elas:
a constrw;Ao
do brinquedo
com sucata
deve
passar
por
Levantamento dos mais variados materiais de sucata ~Ios tllunos e pelo professor,
com a elabora~o dos pais;
Percepc;.i}odos diversos materiais extraidos da natureza, dos objetos de desuso, do
lixo, etc.
Separayao e classificaclio desses materiais segundo crit~rio de textura, sllperficie,
cor, tamanho, cheiro, etc.
Escolha e IIdapl8~o dos instrumemtos necessarios para a manipulayao das sucatas:
ferramentas, tinlas, colas, arames, etc ...
19
Preparacao e adapta~o da sala de aula para que a crianCfl se sinhl iI vontade no
espavo de constrw;Ao.
Ordeni1~o e arrumaQlio de todo 0 matenal e da salil de aula 80 final da aula, com a
participayAo
Muitas
crianc;as.
oliva dos alunos,
SaO
utilizar
a demonstrar
respeito
as ideias de confeCA;8.o de brinquedos
Devern-s8
podemos
estimulando-os
levar
em conta
a criatividade
as fatos
pela malerilii.
para desenvolver
de experiemcia
com as
da crian<;a cnde
de cada urn para a desenvolvimento
de brinquedos
e
jogos.
Uma ideia que as escolas
S8
sucatof.ecas,
cnde as crian~s
toda a escola
seJeyao
dos
brinquedos
poderao
Santos
para suprir
aprendiza.gem
Agora
armazenamento,
a comunidade,
de materiais
ate
observar
nas aulas
um instrumento
posslvel
a confe~o
e sucatotecas
de materiais
antes,
de Artes,
para
0
as pais e
reciclaveis,
de
outros
nas escolas
sao
desenvolvimento
E, ainda,
apJicat;ao de um questionario
preciso
colocados
utilizando
° professor
para
algumas
da
demonstrar
para as professoras
as areas
como
de ensino,
e aprendizagem
dos
de trabalho
com
de Santa Marli Pires
ser observado
aplicadas
atraves
nas escolas
sugestoes
Vira Brinquedo
podera
em pratica,
a sucata
mas sim em todas
do livro Sucata
foram efetivamente
torna~e
conceitos
nos Anexos,
retirados
e colaboradores.
como estas atividades
esses
e jogos
facilitador
se verificar
sucata e seus objetivos
Mas
as brinquedotecas
de brinquedo
n~o somente
dos Santos
(1997),
as necessidades
poderemos
a sucata
E
de arrecadayao
montagem
dos alunos.
do desenvolvimento
alunos.
ea
a sua realidade
junto com as professores,
campanhas
materia is coletados,
Segundo
recurso,
fazer
adaptando
e jogos.
alternativas
sendo
estao
no capitulo
final
em sal a de aula.
os
resultados
de ~olombo.
obtidos
com
a
20
5. AS PROFESSORAS
RESPONDEM
Este questionario apJicado. como instrumento de coteta de dados, tornou-se
necessario
quando verificou-se que apesar de haver pratica em sala de aula,
algumas professoras 0 fazem de forma equivocada, pois nao dominam certos
conceitos e nem vislumbram objetivos ambientais mais amplos ap6s sua aplica9ao.
Tomou-se, entao, como amostra, um numero de 13 professoras da rede publica e da
rede particular de ensino do municipio de Colombo - PR.
1)
A
eseola que voeA trabalha
e publica
ou particular?
o escola
publica
13 Escola
Particular
--------------_."----Percebeu-se a importancia desta pergunta estar inserida no question;3rio,
para se verificar se h8 rela980 entre 0 uso da sucata e a necessidade de recursos
alternativos. E como se pode verificar, a grande maioria de professores leciona em
escola particular, 0 que
e um fato interessante e positiv~ sobre 0 usa da sucata.
Isto
quer dizer 0 uso deste material, atualmente, independe poder aquisitivo dos alunos.
2) Qual a serie que vocllieciona?
---_._8%
o Educaylio
Infantil
1!l1° serie
02° serie
03° serie
84° serie
o Cia sse especial
23%
Nesta pergunta, 0 objetivo e verificar a serie em que 0 professor leciona
dentro da sua instituiylio de ensino, para ao final da pesquisa relacionar a serie que
ala laciona com a utilizaylio da sucata.
3) Qual a sua escolaridade?
.---------------=o".su""'p.~rlo"'"r~-.-,
Completo
C Maglst'rio
Suparior
Completo
+
o Magist6rio
+
Superior
Incompleto
o Maglsterio
+
Superlor
Completo + P6s
GraduliWAo
• Superior
Compl.to + Pbs
gradu.~'o
22
4) Qual a sua idade?
8~ 0'"
31,.
DMO'nos
d. 20
ano.
iii entre 21 e 30 anas
entre 31 e 40 ana,
o
Dmals de 41
A
importancia de inserir a pergunta 3 e 4 ( sobre a escolaridade e a idade
dos professores) no questiomirio aos professores, foi a de verificar se a escolaridade
do professor influ~ncia na sua pratica em sala de aula, no sentido de se dispor a
trabalhar com materiais altemativos como a sucata, onde pude verificar que em
algumas situac;6es,professores que nao sa interessam por diferentes atividades, sAo
justa mente aqueles que sAo formados jli hli algum tempo e nao se interessam mais
pelo novo, ja se acomodaram.
23
5)
A eseola que yoel> leeiona
apostila
utlliza
como materiais
dldatieos,
IiYros,
au Qutros recursos?
o Livros
o Liyros e outros
recursos
15%
L-
o Apostila e
Qutros recursos
~
Na aplicac;ao do questionano, ao analisar as respostas sabre as materiais
didaticos utilizados pelos professores entreYistados, percebemos que seu usa
e
muito diversificado e it utilizados mais do que urn simples recurso. As maiorias des
professores que utilizam apostilas e livros, tambem fazem a usa de outros recursos
necessaries a sua pratica.
14
6) Quais
0
materiais didatlcos que vocl! costuma utilizar?
OCartolina
12%
II:Ilsopor
OPapel
OSucata
.lIustra"Oes
L-
Podemos observar que 0 isopor
._~
e
..
_
um material alternativo que esta sendo
menos utilizado em sala de aula e Qutros recursos como a sucata, podem sar
alternativos, baratos e simples, e que muitos prolessores js estao adquirindo a essa
pratica.Mas muitos dos materiais ainda utilizados, nem sempre silo aproveitados da
maneira correta e adequada.
25
7)
Qual a sua opinillo sobre as campanhas de coleta de materials
reciclados?
,--------.--_._------
o Pouco
Ii
importante
Importante
o Extremamente importante
[J Ind)ferente
Atraves dos resultados da aplicayao destes questionBrios, podemos
observar que a maioria dos profissionais em educayao verificam a importllncia da
utilizayao de campanhas de coleta de materiais reciclados.
Mesmo sabendo da importllncia destas campanhas, muitas pessoas, ainda
nllo conseguem verificar
0
verdadeiro sentido destas campanhas.
Veja a seguir, algumas justificativas destas respostas:
Sabemos que he uma alta produtividade de lixo diariamente, quanto menos
material ficar exposto, melhor.
Pois e assim que estaremos preservando 0 Meio Ambiente.
E de extrema importllncia a reciciagem para os cuidados com
0
Meio de
Ambiente.
Para a melhoria da qualidade de vida, pois, assim nllo estaremos destruindo
o meio ambiente.
POr que a quantidade de lixo produzido
e muito
grande, entao temos que
26
reaproveitar 0 maximo possivel.
Para
"economizar" espayo ern aterros sanitarios e recursos naturais como:
arvores, minerios, etc.
Auxilio para 0 trabalho em sala.
Importante pois nao acontece 0 desperdicio.
Pois aprendemos a reutilizar materiais e aproveita-Ios.
Para poder fazer 0 reaproveitamento do mesmo.
Para a educacao das pessoas, como esses materiais podem ser utilizados.
8)
Existe algum tipo de campanha na sua escola para recolhimento
do material sucata?
I~
~~
._--------_.-A campanha para a coleta de materiais sucatas
e
um trabalho muito
importante tanto para 0 desenvolvimento da criatividade, do processo pedagogico,
quanto para 0 Meio Ambiente.
Atraves dessa questao, podemos observar que muitas escolas participam de
campanhas de coleta de material de sucata. Porem,
a escola e os professores
devem ter a consci~ncia da importancia deste trabalho quando se comprometem
com esta questao em que envolve todos em um mesmo processo.
9)
5e a resposta anterior for aflrrnativa, quem participa da coleta?
OAlunos
Professores
OPais
24%
o Comunidade
De uma forma geral, todas as pessoas sao envolvidas no processo de coleta
de materiais sucatas que faz com que
em case a seus famlliares
0
aluno repasse os conhecimentos adquiridos
e vizinhos e assim a coletividade
vai sando
construfda,
levando em conta com a observaylio deste questionario que quem mais participa
das campanhas sao os pais e alunos.
10) 0 material coletado costuma ser utilizado em sala de aula?
15%
IoSiflil
~
23
Para podermos utilizar adequadamente 0 material de sucata,
e feito
todo
um trabalho desde a campanha, limpeza, armazenamento e 0 que se espera a que
essa grande maioria de escolas que utilizam a sucata,
correta, utilizando·as na constru~o
0
fayam de uma maneira
do conhecimento e elabora~o
de materiais
necessarios aos alunos.
11) Para voe6
0
que signlfiea Eduea~ao Amblental?
o Conscientizar
para preserver a
natureza
I:l Preservar para
maior qualidade
de vida
54%
oSabercomo
utilizar produtos
para reciclar
OVai alemda
reciclagem
Veja abaixo as respostas dadas pelos (as) professores (a) entrevistados(as):
Serve para conscientizar a popula~o da importancia da preserva~o, deixar
claro que hoje destruimos 0 que amanha nossos filhos iraQ precisar.
Cuidar do meio ambiente para termos uma boa qualidade de vida.
Cuidar da natureza e ata do ambiente em que vivemos. (nossa casa)
Significa realmente 0 papel de eidadao para a melhoria de vida de toda a
popula~o.
Nao respondeu.
29
E saber como utilizar e descartar produtos e embalagens.
Ir alem da reciclagem
Significa conscientizar as alunos para atuarem na sociedade de forma
diferente para que aconteyam mudanyas.
Significa conscientizar sobre a importancia de tudo ao nosso redor para
nossa sobreviv~ncia,
Ensinar os alunos a separar 0 lixo.
Saber utilizar os materiais existentes em nosso cotidiano, saber reaproveitar,
dar valor, respeitar 0 nosso meio ambiente, etc.
E 0 estudo das conexOes entre as questOes ambientais e s6cio- culturais e 0
papel da educac;ilo como elemento de transformac;ilo e sustentabilidade social.
sao os estudos aprofundados sobre a conscientizac;ilo da preservac;ilo,
qualidade de vida, social, cultural e socia- econOmico como urn todo na sociedade.
12)
A que areas do conhecimento
a EducagAo Ambiental
relaclonada?
,------------------------,
DPortugues
Matematica
o Hist6ria
o Geografia
.Ciencias
o Todas
DArte
esta
30
Ainda
hoje podemos
perceber
questao da sucata a atividades
um instrumento
Mas
conscientizar;ao
disciplinas,
desvinculado
felizmente
sala de aula.
professores
ainda
vinculam
a
das outras areas pedag6gicas.
essa
da maioria
isso auxiliara
que alguns
de Arte, pais muitas vezes pensam na sucata como
vi sao
dos
vem
mudando
professores,
e ja
relacionando
cada vez mais na melhoria
podemos
perceber
a sucata
e recursos
para
0
a
a todas
as
trabalho
em
31
6. SUCATEANDO
Durante
EM SALA
a elabora980
DE AULA
do projeto,
foi aplicado
serie do Ensine Fundamental de uma escola
Colombo.
Estas crianc;as
trabalham
para auxiliar
dias
atuais.
iniciou-se
problemas
Os
relacionaram
05 problemas
homem,
e 0 maior
pois
da rede publica
do munidpio de
cnde
muitas
jil
da familia.
a partir
ambientais
alunos
da 40
com alunos
a urn nivel baixo da sociedade,
no sustento
Este trabalho
sobre diversos
pertencem
um trabalho
de conversas
participaram
das
ambientais
responsavel
informais
que encontramos
discuss6es
existentes
pela existencia
durante
as aulas
no dia a dia das pessoas
com
muito
hoje diretamente
destes
nos
interesse
e
com 0 pr6prio
problemas.
Para a realiza9!lo pratica do projeto, no primeiro momento, loram leitos
grupos de alunos para elabora~o
mini-projeto
regras
com
do jogo.
0
nome do brinquedo,
Cada mini-projeto
cada grupo sem que
responsavel
cada
passos
pequeno
da construc;ao
No terceiro
conforme
0
material
interferisse
do material
momento,
grupo
0
toi construldo
professor
pel a arrecadac;ao
Num segundo
onde
do que seria construido.
diretamente
toi
urn
para sua constru<;ao
e imagina.yao
e
de
na ideia. Cada grupo ficou
necessario.
fez a simula~o
momento,
necessario
com a criatividade
foi feita a apresentagao
e respectivas
Cada grupo elaborou
de seu
do projeto
projeto,
ao grande
explicando
grupo,
todos
os
regras
realizada
a constru~o
do
brinquedo
ou jogo,
0 projeto de cada equipe.
E, tinalmente,
para todos os alunos
toi feita
da escola.
uma feira
para
Neste momenta,
exposigao
os alunos
lases do projeto desde as conversas ate a execu9!lo.
dos trabalhos
apresentaram
realizados
todas
as
32
A execu9"!o deste projeto foi registrada atrav8s de fotos que veremos a
seguir:
Constru~ao do Jogo com Sucata
33
II
Fotos de alguns jogos em tase de acabamentos
34
35
Apresentagllo
e Exposlgllo
dos trabalhos
reallzados
ao grupo
eseolar
36
Durante a realiza9"lo deste trabalho pratico, pudemos perceber 0 grande
interesse dos alunos desde
0
inicio, pais estavam sempre muito entusiasmados com
a realiza9"lo do mesmo. Com este projeto, atraves das conversas e explorayOes que
foram feitas, os alunos compreenderam melhor a questao ambiental como um bem
que devemos preservar, come9Bndo pelas pequenas coisas que podemos fazer em
casa mesmo independentemente de classe social ou cultural, e que cada um
fazendo a sua parte, poderemos juntos dar continuidade a uma sociedade de
mudan9Bs.
37
7. CONSIDERACOES
Percebe-s9,
quando
FINAlS
ap6s
a crianc;:.a
todo asta processo
esta inserida
de investigar;ao
em urn processo
te6rica
de transforma~o
e pratica
e
que
adaptac;ao ao
ambiente desde pequena. paden; atuar e compreender a mundo de forma que
possa modificar
0
pensamento
de outras pessoas
mundo que asta inserido.
E pode-s8
como urn perteito
pedag6gico,
recurso
Verificou-se
afirmar,
que na sala de aula, quando
disposto a trabalhar com esse recurso,
fundamentayao,
adquire
responsabilidades
com
o
de
despertar
nos conteudo
verdadeiro
urn
papal
com 0 mundo.
a criayao
professor,
seus
jogos
no aluno
interdisciplinares,
sentimento
quanto
ecol6gico.
mas promover
a praxis,
56 depois,
entaD
a
pesquisa,
realizado
retornar
a maior
foram
as
alunos
e professores
meio,
atraves
produtos,
mas
Esta
partindo
consci~ncia
positivas
da 4° serie.
encontradas
Atrav8s
tambem
a ajuda
deve
individual
do
trabalhadas
que fazem
despertar
ser
apenas
para a teeria e
que pode-s8
ap6s
deste
a importancia
as atitudes
0
trabalho,
que e um instrumento
e capaz de recidar
com
das
Iud ice,
com 0 meio.
compensat;;ao
real mente compreenderam
do uso da sucata,
1
n~o
do experimento
Giente
instrumento
as concretas,
as de conscientiza<;ao,
pratica compartilhada
respostas
ativD,
ainda
tanto
e
manuseio e devida
0
apenas
podera
0
da sucata,
asta. consciente
sujeito
antes
habilidades:
e mais instantanea
com os alunos
professor
de
e brinquedos,
infinitas
0
e transformar
a importancia
a crian~, ap6s
diferente,
Pois a sucata,
ideol6gica,
Enfim,
com quem convive
sem duvida
obter
trabalho
com a
pratico
observou-se
que
em se valorizar
0 seu
n~o 56 de recidagem
e valores
humanos
de
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e meio ambiente:
mudan~s
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Paulo, SP. Ed. Gaia, 2000
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Santa Marli Pires dos. Brinquedoteca:
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0 ludico
vira
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em diferentes
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A forma~ao
Pensamento
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social
da menle.
e Linguagem
Atividades
S1\o Paulo.
Martins.
S1\o Paulo:
Martins
Ludicas
com
sucata.
Sao
.0
ANEXOS
PROPOSTAS
1) Jogo
DE ATIVlDADES
COM SUCATA
de Argola
jogo de argolas
consiste
num conjunto
de 10 g.m"aras descartltveis,
em cores
diferentes,
numeradas de 1 [l 10, e num conjunto de materiais de contagem com as mesm'-lS cores
di!ls gl!!ffefas e aroolas.
Material·
Garr-afo:l, papel crepom, p.apel preto e argolas.
ConfeccAo:
Colocar uma parCito de oareia no fundo da g:arrafa.
Cortar papel crepam em tir2l5 e colOCl1r em cada gmrafa uma cor.
Fechflr ft garrafa;
Cortll.r tllmpas de plastico no tllmanho
que enCl!lixem nas garrafas para servir de
lIrgolas.
Recortarem
papel preto as numeros de 1 a 10 e coIar urn em cada garrafa.
8..ruJ..@Lde dois a seis participantes.
As criance devem arremessaf
as argolas, uma 8
uma, lentando
acertar.
Quando
acartar,
verifiear
0 nDmero
contido
na garrafa
e a cor
eorr'e1lpondente. Vence 0 jogo que conseguir 0 maior numero de pontos.
Objetivo: 0 jogo de argolas lem pOr finalidade desenvolver
a perccpi;io
visuo - motora, a
KJentifica~a.o de cores e a rela~o
numeral qUllnWade.
o
2) Jogo
o
encaixe
L6gico
e
Jogo l6giCO
cornj.)OSlo pM do~ dado$
diviclidas em seis cores.
Malen.,l: 8andeja para OVOS, tinta guache,
~
( quantidade
e cor) Urn tabuleiro
papel ClIrtto
e papel colorido.
e S4
peC;Us
de
Pintar U oondeja de avOs em seiS (;Ores.
Cortar e4 peyas dc bandcja e colorir corn as mCSlll3S cores do tabuleiro.
FlIzer dais dados: um com quantidades
de 1 a 6 e outr~ pintado cada mdo com as
mesmas cores do tabuleifo.
~De
dais a seis I>ilrticipantes,
uude Gilda urn escolhe urna cor. Joga.;re entM a
dado da cor e em 5eguide 0 da qU('Intidade. Venfica-se 0 resul10do
(ex. 4 e amarelo) e retiram-se as peyas encaixandO-3s
no tabuleiro, nll fileirll da mesma
cor. Ganha quem primeiro colocar lodas as pe~ilS de SUI) cor no tabuleiro.
Q.QLe~
0 jouo Jogito It~rn pur rillalidade des€nvolver
<IS ncx;Oes de qu.mtkhtde,
cor
encaixe e raciocfnio l6gico.
3) Vaivem
o vaivem e uma adaptacAo
ern razer de~izar no fio 0 objelo.
Maleri<ll: Garrafas plasticas,
~
com gmrafas
cordito,
deacart0veis
artlolas
do $imil.3r indu5lrinlizado:
consiste
e durex colorido.
Cortar duas garr.aras ao meio
Juntar as pedes iyullis.
Colar com durex colorido.
PasSlIr dois fios (mnis au menos 3m.)
Colocar argolas nas quatro extremidades.
~:
0 Vaivem e um jogo de dupills, em que cada cnanca segura uma das
extremidades
do cord30 e uma delas do'l urn impulso abrindo os bra((os, jogando 0 objelo para 0
outro lado, que repele II opera((80, e assim, sucessivamente
ate errar. Quando lIlgucm erra, esle
5i.'1ido jogo e entre outro participante.
Objelivo: 0 Vaiv~m tem p6r nnalidade desenvolver
a coorden.,~ao
motora e vi$u31, e as
nOQOes de allernancia
e diltAncia.
.r~\nd(· Li~t.a de
lu,ulh;,$
Ad.-sj\'C»
lI.l\";,;t.!j, dc
de A a Z
'llca(a
••••
1[inCIM
5:t,""CJ1~
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J\lp>(F
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D
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Dobr.adic;tu
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POLITICA
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s;io :lhrULSI:lS, IIlO\'ido~ p..:lo impuJ-'(1 IlL- :-.(,hll.:-
puros
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rotu!:tdo.o;
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convcnccndo
S<.:lllcS c vinciollr:ls
nomicl,
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Sc.:m dll\'id:l,
cumplicid:lClcs.
Os ambicnt:llisl;IS
vivcncia
AmcriCI Latin:[
Ec:lllC:l~:::-IO
Ambient:;!.
conquis[;J politicl
quisl:1ndo
DE
AMBIENTAL
livro
como
rormJ
N:lcion:11 de
instnlTm;nlo
de difundir
Edu.:.":.C"lO Am-
de t.:SfX.'(Lt!iz:I(,';io
0:> nQ./l.-.o:\ehrt:itos
l"
devcres.
Lei
DispOc
sobre
Ed\lc:t~:'o Ambknt:t1
o
nO 9.795. de 27 de abril de 1999
:1 (.'"<lucH;~10 :unbicnul,
F:t(o .s:lhcrqllc
institui
;1 Politic:l
N;ujon:t!
d<.:
e eLl outr:.IS pro\"id<7:n<.:ia.".
PHESIDENTE
d;1 HEPOULICA
0 Con~l
N:tcion;ll ck-'("rclac eu s:tn<.:iono:1 ~'guillft.:
201
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Capitulo
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