Porte Pago 2193/2004 - DR / ES Assembléia Legislativa CORREIOS DEVOLUÇÃO GARANTIDA CORREIOS DIÁRIO OFICIAL PODER LEGISLATIVO ANO XXXIX - VITÓRIA-ES, QUINTA-FEIRA, 10 DE NOVEMBRO DE 2005 - Nº 5484 - 50 PÁGINAS TAQUIGRAFIA – Composição, Revisão, Diagramação, Arte Final. REPROGRAFIA – Impressão 3ª SESSÃO LEGISLATIVA ORDINÁRIA DA 15ª LEGISLATURA MESA DIRETORA MARCELO SANTOS 1o Secretário SÉRGIO BORGES 1º Vice-Presidente CÉSAR COLNAGO Presidente GEOVANI SILVA 2º Vice-Presidente GABINETE DAS LIDERANÇAS REGINALDO ALMEIDA 2o Secretário DÉLIO IGLESIAS 3º Secretário LUZIA TOLEDO 4ª Secretária REPRESENTAÇÃO PARTIDÁRIA PFL – Gilson Gomes PFL - Zé Ramos, Gilson Gomes, José Tasso de Andrade, Heraldo Musso. PT – Carlos Casteglione PT – Claudio Vereza, Carlos Casteglione. PTB – Luzia Toledo PTB – Marcelo Santos, Fátima Couzi, Marcos Gazzani, Luzia Toledo. PSB – PSB – Paulo Foletto, Janete de Sá. PL – Robson Vaillant PL - Robson Vaillant, Cláudio Thiago. PDT – Sueli Vidigal PDT – Sueli Vidigal, Cabo Elson, José Esmeraldo, Euclério Sampaio. PSDB – Geovani Silva PSDB – Rudinho de Souza, César Colnago, Geovani Silva, Mariazinha Vellozo Lucas, Graciano Espíndula. PMDB – Sérgio Borges PMDB - Luiz Carlos Moreira, Sérgio Borges. PMN – Edson Vargas PMN – Edson Vargas, Délio Iglesias. PSC - Jurandy Loureiro PSC – Reginaldo Almeida, Jurandy Loureiro. P-SOL – Brice Bragato P-SOL - Brice Bragato. Líder do Governo – Cláudio Thiago Sem Partido – Esta edição está disponível no site da Assembléia Legislativa www.al.es.gov.br COMISSÕES PERMANENTES COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA, SERVIÇO PÚBLICO E REDAÇÃO Presidente: Zé Ramos Vice-Presidente:Luiz Carlos Moreira Efetivos: Heraldo Musso, Paulo Foletto, Euclério Sampaio, Sueli Vidigal e Claudio Vereza. Suplentes: Gilson Gomes, Luzia Toledo, Délio Iglesias, Sérgio Borges, Marcos Gazzani, José Esmeraldo e Brice Bragato. COMISSÃO DE FINANÇAS, ECONOMIA, ORÇAMENTO, FISCALIZAÇÃO, CONTROLE E TOMADA DE CONTAS Presidente: Edson Vargas Vice-Presidente: Délio Iglesias Efetivos: Jurandy Loureiro, José Esmeraldo, José Tasso de Andrade, Sérgio Borges e Brice Bragato. Suplentes: Euclério Sampaio, Marcos Gazzani, Cláudio Thiago, Sueli Vidigal, Zé Ramos, Luiz Carlos Moreira e Carlos Casteglione. COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA COMISSÃO DE, DEFESA DO CONSUMIDOR, DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE, DE AGRICULTURA, DE ABASTECIMENTO E DE Presidente: Gilson Gomes REFORMA AGRÁRIA Vice-Presidente: Marcos Gazzani Efetivos: José Tasso de Andrade, Cláudio Thiago e Presidente: Luiz Carlos Moreira Vice-Presidente: Rudinho de Souza Carlos Casteglione Suplentes: Zé Ramos, Sérgio Borges, Délio Iglesias, Efetivos: José Esmeraldo, Geovani Silva, Claudio Vereza. Suplentes: Sérgio Borges, Délio Iglesias, Cabo Elson, Zé Robson Vaillant e Claudio Vereza. Ramos e Carlos Casteglione COMISSÃO DE DEFESA DA CIDADANIA E DOS DIREITOS HUMANOS Presidente: Brice Bragato Vice-Presidente: Sueli Vidigal Efetivos: Paulo Foletto, Luzia Toledo e Geovani Silva. Suplentes: Janete de Sá, Cabo Elson, Robson Vaillant, Rudinho de Souza e Claudio Vereza. COMISSÃO DE SEGURANÇA Presidente: Cabo Elson Vice-Presidente: Marcos Gazzani Efetivos: Geovani Silva, José Tasso de Andrade e Robson Vaillant. Suplentes: Sueli Vidigal, Gilson Gomes, Zé Ramos, Euclério Sampaio e Fátima Couzi. COMISSÃO DE SAÚDE, SANEAMENTO E ASSISTÊNCIA SOCIAL Presidente: José Tasso de Andrade Vice-Presidente: Gilson Gomes Efetivos: Janete de Sá, Rudinho de Souza e Carlos Casteglione. Suplentes: Paulo Foletto, Luiz Carlos Moreira, Jurandy Loureiro, Geovani Silva e Brice Bragato. COMISSÃO DE TURISMO E DESPORTO Presidente: Fátima Couzi Vice Presidente: Délio Iglesias Efetivos: Luzia Toledo, Graciano Espíndula e Cabo Elson. Suplentes: Heraldo Musso, Marcos Gazzani, Geovani Silva, Sueli Vidigal e Euclério Sampaio. COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA Presidente: Janete de Sá Vice-Presidente: Mariazinha Vellozo Lucas. Efetivos: Luzia Toledo. Suplentes: Heraldo Musso. DEPUTADO OUVIDOR: Jurandy Loureiro LIGUE OUVIDORIA 3382-3846 3382-3845 0800-2839955 [email protected] Ata das Sessões....................................pág. 6934 a 6961 Publicação Autorizada...............................pág. 01 a 15 Atos Legislativos Atos Administrativos..................................pág. 16 a 18 Suplemento Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 ATA DAS SESSÕES CENTÉSIMA OCTOGÉSIMA SÉTIMA SESSÃO SOLENE DA TERCEIRA SESSÃO LEGISLATIVA ORDINÁRIA DA DÉCIMA QUINTA LEGISLATURA, REALIZADA EM 07 DE NOVEMBRO DE 2005. ÀS DEZENOVE HORAS, O SR. DEPUTADO EUCLÉRIO SAMPAIO OCUPA A CADEIRA DA PRESIDÊNCIA. O SR. PRESIDENTE - (EUCLÉRIO SAMPAIO) – Invocando a proteção de Deus, declaro aberta sessão e procederei à leitura de um versículo da Bíblia. (O Sr Deputado Euclério Sampaio lê o Salmo 23.1) O SR. PRESIDENTE – (EUCLÉRIO SAMPAIO) – Informo aos Srs. Deputados e aos Srs. presentes que esta Sessão é solene em comemoração ao 54º Aniversário da Igreja do Evangelho Quadrangular no Brasil, conforme requerimento de minha autoria, aprovado por unanimidade no Plenário desta Casa de Leis. Convido para compor a Mesa o Presidente da Igreja do Evangelho Quadrangular e Superintendente de Vila Velha, Pastor Aroldo Pereira dos Santos; o Pastor João Coutinho, Superintendente da Região de Cariacica I; o Pastor José das Dores Braz, vicepresidente da Igreja Quadrangular de Minas Gerais; o Pastor Silas Vieira, Presidente da Associação de Pastores do Espírito Santo; o Sr. Elias Kiefer, Prefeito de Marechal Floriano e a minha esposa representando todas as mulheres presente nesta sessão, Sr.ª Ieda Pereira N. Sampaio. Convido todos para, de pé, ouvirmos a execução do Hino Nacional e da Igreja do Evangelho Quadrangular. (São executados os Hinos Nacional Brasileiro e da Igreja do Evangelho Quadrangular) O SR. PRESIDENTE - (EUCLÉRIO SAMPAIO) - Neste instante assistiremos a uma apresentação em vídeo sobre a Igreja do Evangelho Quadrangular. (É apresentado o vídeo) O SR. CERIMONIALISTA – Concedo a palavra a Sra. Joseane Sampaio. A SRA. JOSEANE SAMPAIO – Boa-noite Irmãos. A paz esteja convosco. Amém. Fico até emocionada porque vejo como Deus está agindo no Brasil e no mundo todo. Amém. Quem acredita em milagre levanta a mão. (Pausa) Diário do Poder Legislativo - 6934 Aleluia. A música que vou cantar fala sobre isso. Se você quer ter visões, acredite em Deus. Amém. Aleluia, Santo seja o teu nome Senhor. Glória a Deus. Cantarei a Música “Milagres em Jericó” (É feita a apresentação) O SR. PRESIDENTE - (EUCLÉRIO SAMPAIO) - Convido o Pastor Ronaldo de Andrade, Superintendente da Região de Vitória, para fazer parte da Mesa. O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Concedo a palavra ao Pastor Aroldo dos Santos, Presidente Estadual da Igreja do Evangelho Quadrangular. O SR. AROLDO DOS SANTOS – (Sem revisão do orador) - Meus queridos irmãos, boanoite. A paz esteja convosco. Com muita alegria estamos nesta sessão solene. É um privilégio muito grande para a Igreja do Evangelho Quadrangular. Quero, em primeiro lugar, agradecer a Deus por esta oportunidade que Ele está nos concedendo de poder estar nesta Casa de Leis e mostrar que Deus é um Deus vivo e poderoso. É o Deus supremo. É Ele que comanda todo o universo e todas as coisas. Quando esta Casa de Leis abre suas portas, no Plenário Oficial, através da instrumentalidade do Sr. Deputado Euclério Sampaio, nosso irmão em Cristo nos sentimos honrados de, nesta noite, poder participar desta homenagem do 54º aniversário da Igreja do Evangelho Quadrangular no Brasil. Vimos o documentário que mostra a nossa Igreja em cem países. Agora, já em cento e quarenta e dois países está a Igreja do Evangelho Quadrangular. Agradecemos a Deus porque Ele é misericordioso. Tem estendido suas mãos para abençoar o povo da Igreja do Evangelho Quadrangular, no Estado do Espírito Santo. Com muita fé temos certeza de que ficará registrado nos Anais da história desta Casa de Leis, esta noite tão memorável, que o Senhor nos concede para mostrar a força do povo de Deus; a força da Igreja do Evangelho Quadrangular, que é o Terceiro Ministério do Brasil. Por isso, caminhamos para que, no Estado do Espírito Santo, a Igreja do Evangelho Quadrangular possa ser esta que tem demonstrado uma Igreja de amor, que tem as portas abertas. Não tem sectarismo; não faz distinção de religião; abre suas portas acolhedoras para as pessoas aflitas e necessitadas. Deus tem usado nossos pastores e missionários numa mensagem simples, acolhedora, que proporciona a Vitória para as pessoas que entram pelas portas da Igreja do Evangelho Quadrangular. 6935 – Diário do Poder Legislativo Que Deus nos abençoe. Muito obrigado ao nosso Deputado. Que Deus continue abençoando esta reunião. Amém. (Muito bem!) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Concedo a palavra ao Pastor José Das Dores Braz, representante do Pastor Mário de Oliveira. O SR. JOSÉ DAS DORES BRAZ – (Sem revisão do orador) - Srs. Deputados; Sr. Presidente do Conselho Estadual do Estado do Espírito Santo; demais componentes da Mesa e autoridades; Senhores Pastores; e a todos presentes, boa-noite. Que a Graça de Deus esteja sobre nossas vidas. Chamo-me José das Dores Braz, sou vicePresidente do Conselho Estadual de Minas Gerais e nesta sessão estou representando o Reverendo Mário de Oliveira, Presidente nacional da Igreja do Evangelho Quadrangular no Brasil. O Reverendo Mário de Oliveira, devido ao fato de ter outro compromisso hoje, firmado há mais tempo, em Santa Catarina, não pôde comparecer, mas pediu que agradecesse ao Conselho Estadual do Espírito Santo e a todos os presentes por este carinho com a Igreja do Evangelho Quadrangular. Sinto-me muito honrado em fazer parte deste ministério que é abençoado, a cada um que faz parte deste ministério, meus parabéns. Agradeço a oportunidade e desejo a todos uma boa noite. (Muito bem!) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Neste momento assistiremos à apresentação do “Grupo Vida” de Cariacica. (É feita a apresentação) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Neste momento convidamos o Conselho Estadual e Líderes do nosso Ministério Quadrangular para receberem as Placas de Homenagem. Convido o Pastor Aroldo Pereira dos Santos para receber a Placa de Homenagem das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (O homenageado recebe a placa) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido o Pastor Wesley Luiz Coutinho para receber a Placa de Homenagem das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (O homenageado recebe a placa) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido o Pastor Nesio Chagas para receber a Placa de Homenagem das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 (O homenageado recebe a placa) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido o Pastor Inácio Claudino Boa Morte para receber a Placa de Homenagem das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (O homenageado recebe a placa) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido a Pastora Rosa Helena Coutinho para receber a Placa de Homenagem das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (A homenageada recebe a placa) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido o Pastor Ademir Bianchi para receber a Placa de Homenagem das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (O homenageado recebe a placa) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido o Pastor Francisco Helano Lima da Silva para receber a Placa de Homenagem das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (O homenageado recebe a placa) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido o Pastor João Coutinho para receber a Placa de Homenagem das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (O homenageado recebe a placa) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido o Pastor José Ronaldo de Andrade para receber a Placa de Homenagem das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (O homenageado recebe a placa) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido a Pastora Irene Kiefer para receber a Placa de Homenagem das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (A homenageada recebe a placa) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido o Pastor Germano Kiefer para receber a Placa de Homenagem das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (Pausa) Como o homenageado não pôde comparecer, convido o Sr. Elias Kiefer, seu filho, Prefeito de Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 Marechal Floriano, para recebê-lo em nome do homenageado. (O Sr. Elias Kiefer recebe a Placa em nome do homenageado) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido o Pastor Mário de Oliveira para receber a Placa de Homenagem das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (Pausa) Como o homenageado não pôde comparecer, convido o Pastor José das Dores Brás para recebê-lo em nome do homenageado. (O Pastor Mário de Oliveira Brás recebe a Placa em nome do homenageado) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido o Pastor Jonathan Hall, representante internacional da Igreja Quadrangular, para receber a Placa de Homenagem das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio.(Pausa) Como o homenageado não pôde comparecer, convido o Pastor Aroldo Pereira dos Santos para receber em nome do homenageado. (O Sr. Aroldo Pereira dos Santos recebe a Placa em nome do homenageado) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido o Sr. Boanerges Gaspar Silveira para receber a Placa de Homenagem das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (O homenageado recebe a Placa) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido a Srtª Micheli Beiris para a sua apresentação. (É feita a apresentação da cantora) A SRA. MICHELI BEIRIS – (Sem revisão da oradora) – Boa-noite a todos. Paz. É com grande alegria que estamos nesta sessão solene, para agradecer a Deus pelos cinqüenta e quatro anos da nossa Igreja no Brasil. O louvor que vou cantar nesta noite, fala de felicidade e alegria. Alegria em poder ter Jesus em nosso coração. Amém. (É entoado o louvor) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Neste momento convidamos os Coordenadores Estaduais de Grupos Missionários para receberem seus diplomas de homenagem. Convido o Sr. Deputado Euclério Sampaio para fazer a entrega dos diplomas aos homenageados. Diário do Poder Legislativo - 6936 Convido o Sr. Carlos Júnior de Sá, Coordenador dos Jovens para receber seu diploma das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (O homenageado diploma) recebe o O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido o Pastor Marcos Pereira, Coordenador dos Adolescentes para receber o seu diploma das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (O homenageado diploma) recebe o O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido o Pastor Miguel Matos Santos, Coordenador Adolescentes 2004 para receber o seu diploma das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (O homenageado diploma) recebe o O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido a Pastora Magnólia Cruz Nascimento, Coordenadora de Mulheres para receber o seu diploma das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (A homenageada recebe o diploma) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido o Pastor Daniel gomes Santos, Coordenador dos Homens para receber o seu diploma das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (O homenageado diploma) recebe o O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido o Pastor Izon Pereira do Nascimento, Coordenador dos Diáconos para receber o seu diploma das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (O homenageado diploma) recebe o O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido a Pastora Maria Aparecida G. Gomes, Coordenadora das Crianças para receber o seu diploma das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (A homenageada recebe o diploma) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido a Srª. Célia Sena Frasson, Secretária de Ação Social para receber 6937 – Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 o seu diploma das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (A homenageada recebe o diploma) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido o Pastor Silviomar Falcão, Secretário de Cidadania para receber o seu diploma das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (O homenageado diploma) recebe o O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido a Pastora Ana Paula F. Santos, Coordenadora dos Homens e Mulheres de Negócios para receber o seu diploma das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (O homenageado diploma) recebe o O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Passaremos a entrega dos diplomas de homenagem aos Pastores Capixabas. Os homenageados serão convidados, em grupo, para receberem os seus diplomas. Convido os Pastores e Pastoras do Grupo I, Srs. Abdias Pereira da Silva Filho, Adão Luiz e Nascimento, Ademaro Marcelino dos Santos, Adriano Barcelos Fraga, Alacir Vieira da Silva, Alcina Moreira Motta, Aldenora Pinto Brito Oliveira, Alessandra Magno V. Gomes, Alzenora Pinto de Brito, Américo Kiefer, Anderson Costa Rodrigues e Anderson Nunes Delfino para receberem os seus diplomas das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (Os homenageados recebem os diplomas) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Passaremos à entrega dos diplomas aos homenageados do grupo 2. Convido os Pastores e Pastoras Antônio Carlos Batista, Antônio Carlos de Jesus, Antônio Carlos Pontara, Antônio César Candido, Antônio de Jesus, Antônio Negrelli, Arilson Basílio Ribeiro e Aristeu Boone Koeffler, para receberem seus diplomas das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (Os homenageados recebem os diplomas) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Passaremos à entrega dos diplomas aos homenageados do grupo 3. Convido os Pastores e Pastoras Áurea de Brito Nascimento, Benedicta Rita Almeida da Cruz, Bernadete B. Reis Belmiro, Carlos Henrique de Jesus Silva, Carlos Luiz da Silva, Carlos Renato Oliveira Alves, Cícero Marques Timoteo, Claudir Bitencourt Beckman, Clélio Crespo Viana e Coriolano Gonçalves da Silva, para receberem seus diplomas das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (Os homenageados recebem os diplomas) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Passaremos à entrega dos diplomas aos homenageados do grupo 4. Convido os Pastores e Pastoras Damaris de Oliveira Barbosa, Daniel Coutinho, Daniel Kiefer, Darlete da Rocha Alves, Marcelo Nascimento, Débora Fonseca dos Santos, Divanil Alves dos Santos, Edith de Paulo Costa, Edivar Borges Martins, Edson Duarte Carneiro e Eliezer Carvalho de Souza, para receberem seus diplomas das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (Os homenageados recebem os diplomas) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Passaremos à entrega dos diplomas aos homenageados do grupo 5. Convido os Pastores e Pastoras Eliezer Gomes dos Santos, Elizeu Gomes Santos, Emerson da Silva Araújo, Ericsson Roza Soares, Erli Maria Rosa Coutinho, Eronilo Fernandes Brito, Eva Rosa da Cunha, Ezio Cláudio da Silva, Francisco Ferreira de Sá e Geane de Lourdes Pereira, para receberem seus diplomas das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (Os homenageados recebem os diplomas) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Passaremos à entrega dos diplomas dos homenageados do grupo 6. Convido os Pastores e Pastoras Genedir Jesus Norberto Reis, Genilson Rosa, representado por Mário Simmer; Geraldo Felomeno Coelho, Geraldo Magela Marcal, Gilberto Rodrigues de Oliveira, Gilmar de Oliveira Loureiro, Gláucia Maria N. da Silva, Glaudyr Borges de Campos, Ieda Pereira N. Sampaio e Iranildo da Silva, para receberem seus diplomas das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (Os homenageados recebem os diplomas) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Passaremos à entrega dos diplomas aos homenageados do grupo 7. Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 Diário do Poder Legislativo - 6938 Convido os Pastores e Pastoras Isvaldete Vieira Ribeiro, Itabajara Mariano S. Santos, Jaci Francisco Correia Britis, Janio do Nascimento, João Batista Alves Prates, João de Oliveira Vicente, João Marcos dos S. Guimarães, João Paulo Sobrinho, Joaquim Alves Moratti e Jordan Nascimento Pinheiro, para receberem seus diplomas das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. Convido os Pastores e Pastoras Maria Madalena Santos Silva, Maria Rangel de Freitas, Maria Rosa Teixeira, Marilene Fernandes Souza, Marlene Lopes Santana, Marta Coutinho, Marta Izabel Bremenkamp, Miria dos Santos Pinto e Nadia Vieira da Silva Nascimento e Miguel Siqueira, para receberem seus diplomas das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (Os homenageados recebem os diplomas) (Os homenageados recebem seus diplomas) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Passaremos à entrega dos diplomas aos homenageados do grupo 8. Convido os Pastores Jorge Augusto Soares, José Ailton de Jesus, José Augusto Soeiro Barbosa, José Barbosa de Paula, José Carlos Coimbra Agner, José Carlos Passos, José Daniel dos Santos, José Edinaldo Alves de Sousa, José Henrique Maria e José Jerônimo Dantas Neto, para receberem seus diplomas das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Passaremos à entrega dos diplomas aos homenageados do grupo 12. Convido os Pastores e Pastoras Nagila Barbosa Vignoli, Natanael Cordeiro Medeiros, Nivaldo da Cruz Nascimento, Nivaldo Francisco de Assis, Olavo José Martins do Carmo, Osvaldo Aparecido Dias, Oton Luiz Coutinho, Paulino Francisco Chagas, Paulo Cézar Braz e Paulo José Cândido, para receberem seus diplomas das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (Os homenageados recebem os diplomas) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Passaremos à entrega dos diplomas dos homenageados do grupo 9. Convido os Pastores e Pastoras José Martins dos Santos, Josenesio Almeida Pereira, Josiane Giurisatto Almeida, Juarez do Nascimento, Lena Márcia Bernardo Cordeiro, Lúcia Helena Jesus Pinheiro, Lúcio Otávio Amorim, Luís Carlos de Farias, Manoel Messias Donato Bezerra e Manoel Paixão de Almeida. (Os homenageados recebem os diplomas) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Passaremos à entrega dos diplomas aos homenageados do grupo 10. Convido os Pastores e Pastoras Manoel Pimentel dos Santos, Márcio Cley da Silva, Margareth Sandra Hortencio, Margarethe Rosani Santos, Maria Aparecida Coutinho, Maria Carmo Souza Minguta, representada pela Sra. Ana Paula do Carmo Minguta; Maria da Penha Leandro, Maria das Graças Nascimento, Maria José dos Santos e Maria Lourdes Conceição Soeiro, para receberem seus diplomas das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (Os homenageados recebem os diplomas) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Passaremos à entrega dos diplomas aos homenageados do grupo 11. (Os homenageados recebem os diplomas) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Passaremos à entrega dos diplomas aos homenageados do grupo 13. Convido os Pastores e Pastoras Roberto Henrique Alvarenga, Roberto Rosa de Lima, Roberval Oliveira Moreira, Rogério Carlos Zerbinato, Ronaldo Cardoso Gurjão, Rosana Ressurreição R. Santos, Ruy dos Santos, Schirley Santos D’Avila Souza, Valdir Dias dos Santos, Wantuil Pereira, Wilber Vieira Barbosa, José Fábio Machado e Carlos Humberto Alves para receberem seus diplomas das mãos do Sr. Deputado Euclério Sampaio. (Os homenageados recebem os diplomas) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido o Sr. Deputado Euclério Sampaio para fazer a entrega de um buquê de flores a algumas Senhoras presentes, em nome de todas as mulheres da Igreja do Evangelho Quadrangular do Estado do Espírito Santo, ratificando a efetiva participação feminina na estrutura da Igreja do Evangelho Quadrangular, por ter sido fundada pela Pastora Aimne Semple Macpherson, uma mulher visionária. São elas as Pastoras Esterlita Fonseca dos Santos, primeira dama da igreja no Estado; Cleuza César Coutinho; Ieda Pereira Sampaio; Sônia Marta Guimarães e Valdete Kiefer, Primeira-Dama de Marechal Floriano. (A homenageada recebe as flores) 6939 – Diário do Poder Legislativo O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido o Sr. Deputado Euclério Sampaio a proceder à entrega de um buquê de flores a sua mãe, Srª Augusta Leontina Dela Picola. (A homenageada recebe as flores) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido o Sr. Deputado Euclério Sampaio a proceder à entrega de um buquê de flores a sua sogra, Srª Maria Auxiliadora Teixeira do Nascimento. (A homenageada recebe as flores) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido o Sr. Deputado Euclério Sampaio a proceder à entrega de um buquê de flores à Pastora Ana Paula Minguta. (A homenageada recebe as flores) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido o Sr. Deputado Euclério Sampaio a proceder à entrega de um buquê de flores à Pastora Jaiza Bianchi. (A homenageada recebe as flores) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido o Sr. Deputado Euclério Sampaio a proceder à entrega de um buquê de flores à Srª Maria Ribeiro de Aguiar, esposa do Pastor Jorge Jacó. (A homenageada recebe as flores) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) – Convido o Sr. Deputado Euclério Sampaio a assumir a presidência desta sessão. O SR. PRESIDENTE – (EUCLÉRIO SAMPAIO) - Concedo a palavra ao Pastor Wesley Luiz Coutinho, que falará em nome dos homenageados e dos superintendentes. O SR. WESLEY LUIZ COUTINHO – (Sem revisão do orador) – A paz esteja convosco, amados. Para a Igreja, para nós pastores, para as lideranças, é uma alegria muito especial uma noite como esta, pois estamos agradecendo a Deus a nossa Igreja no Brasil. E é preciso registrar uma coisa muito importante: esta Igreja não existiria se não existissem os pastores e as pastoras. Louvo a Deus a atitude do Sr. Deputado Euclério Sampaio, em agradecer a Deus e, de modo muito especial, lembrar aquele e aquela que realmente fazem a história desta Igreja. Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 Daqui a algum tempo os nossos filhos saberão que realmente fomos honrados e valorizados. A Igreja está num pedestal cada vez maior, mas eles saberão que a razão de tudo isso, abaixo de Deus, são os senhores e as senhoras. Que a unção de Deus continue sendo derramada em nossas vidas e que no próximo ano tenhamos mais disposição, mais garra, mais força. E, se Deus quiser, que em novembro de 2006, de 2007, de 2008, e por aí afora, retornemos a esta Casa para mais um aniversário da Igreja Quadrangular. Deus abençoe a todos. (Muito bem!) (Palmas) O SR. PRESIDENTE – (EUCLÉRIO SAMPAIO) – Concedo a palavra ao Sr. Elias Kiefer, Prefeito de Marechal Floriano. O SR. ELIAS KIEFER – (Sem revisão do orador) – Cumprimentamos o Sr. Deputado Euclério Sampaio, proponente desta sessão; o presidente da nossa Igreja no Estado do Espírito Santo, Pastor Aroldo Pereira dos Santos; o Superintendente da Região de Cariacica I, Pastor João Coutinho; os Srs. membros da Mesa; os Srs. pastores; o Grupo Diaconal, que nos dá apoio nesta bela sessão. A Igreja do Evangelho Quadrangular é feita de história. E muitos dos que a escreveram, e continuam escrevendo, estão aqui presentes. Tivemos oportunidade de ver no vídeo apresentado o início da nossa Igreja no Estado do Espírito Santo e no Brasil. Se Deus me der vida e saúde, daqui a trinta a seis anos estarei na idade que meu pai, Pastor Germano Kiefer, tem hoje. Então, representá-lo nesta sessão solene, histórica, tão importante, é uma honra muito grande e também uma responsabilidade, pois ele não é só pai mas também um amigo, um conselheiro. A mensagem quadrangular entrou no coração dele e ele a passou para toda a família. Está aí o resultado: o sucesso da nossa Igreja na região montanhosa do Estado do Espírito Santo. Parabenizo o Sr. Deputado Euclério Sampaio por esta iniciativa; agradeço a Deus este momento tão importante e histórico para a nossa Igreja no Estado do Espírito Santo. Hoje estamos no Plenário da Assembléia Legislativa, realizando esta sessão, porque todos nós temos a responsabilidade de proclamar cada dia a mensagem quadrangular em todo o Estado do Espírito Santo. Parabéns, Deputado Euclério Sampaio; parabéns, homenageados; parabéns, homenageadas; parabéns, primeira-dama da Igreja do Evangelho Quadrangular no Estado do Espírito Santo, querida irmã Esterlita Fonseca; parabéns, primeira-dama de Marechal Floriano, minha linda mulher; parabéns a todos. Que Deus nos abençoe. Quadrangular hoje, amanhã e sempre. (Muito bem!) (Palmas) O SR. CERIMONIALISTA – (WASHINGTON MAIA) - O Deputado Euclério Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 Sampaio, proponente desta sessão, fará uso da palavra. O SR. PRESIDENTE - (EUCLÉRIO SAMPAIO) – (Sem revisão do orador) – Irmãos, boa-noite e que a paz do nosso Deus maravilhoso esteja com todos. Tenho um discurso preparado, mas o deixarei de lado. Falarei com o coração. Ouvi a irmã do Grupo Vida dizer: “ A Igreja que tanto amamos”. Deus não procura Igreja para nos salvar, para nos atender. Igreja, para mim, é igual a pai e mãe. Não tem um filho que não queira que seu pai e sua mãe sejam os melhores, e não tem um pai ou uma mãe que não queira que seu filho seja o melhor. Converti-me na Igreja Quadrangular há dezoito anos. Nessa Igreja conheci esse Deus maravilhoso, tive uma comunhão com Ele, conheci essa esposa maravilhosa e tive a graça de ter essas duas filhas. Então, é nessa Igreja que tenho de servir a esse Deus maravilhoso. A minha família é a Família Quadrangular. Meus Irmãos não têm defeito. Os senhores me elegeram e tenho feito um trabalho de luta. Sei que muitos irmãos não entendem minha luta, mas tenho tentado fazer aquilo a que a Igreja se propõe, aquilo a que o servo de Deus se propõe: trazer dias melhores para o povo. E temos demonstrado nesta Casa que um servo de Deus pode fazer a diferença. Ele pode fazer a diferença e não se envolver. Os diáconos estão trabalhando com esmero, e os senhores poderão constatar. Já elaboramos um projeto de lei estabelecendo dia vinte e um de abril o “Dia Estadual do Diácono”, e tenho certeza de que a matéria não será vetada pelo Governador do Estado. Diversas leis de nossa autoria já vigoram neste Estado, mas não as citarei devido o avançado da hora. Que Deus abençoe a vida dos Conselhos Estadual e Nacional. Gostaria de ter homenageado cada um dos senhores e senhoras, mas somos humanos e falhos. Agradeço a minha assessoria: ao Manoel Messias Donato Bezerra; ao Fabiano Gonçalves de Oliveira; à Zilá Espíndula de Alcântara. Agradeço também ao Cerimonial da Casa, ao locutor Washington Maia, a todos os presentes, enfim, a todos que nos proporcionaram fazer esta festa. Que Deus abençoe cada um dos senhores e senhoras. Ao final desta sessão teremos uma confraternização no Salão Nobre. Quando estivermos saindo, solicito que seja tocada a música “Quebrando Maldições”, do Grupo Presença, pois sou fã desse Grupo. Aliás, nossa Igreja só tem Grupos e Bandas boas. Não sei por quê - falha nossa, Pastor – não divulgamos o trabalho deles. Temos que lutar mais por isso. Visando a dar continuidade às comemorações, já reservamos o Clube Álvares Diário do Poder Legislativo - 6940 Cabral para no próximo dia 10 realizarmos um evento da Igreja do Evangelho Quadrangular, sem custo nenhum para os irmãos. Estamos tentando trazer um cantor de renome nacional. O evento só será cancelado se não conseguirmos cumprir as metas, mas peço a oração dos senhores e senhoras para que consigamos. O Conselho está ajudando e, se Deus quiser, conseguiremos. E é nosso desejo promover outras festividades até o final do ano para a Igreja do Evangelho Quadrangular. Que Deus abençoe cada um de vocês e que essa família Quadrangular cresça cada vez mais, levando a todos aquilo que temos de melhor: a palavra desse Deus maravilhoso. Confesso a vocês que fui um pouquinho egoísta no convite aos demais deputados. Fiquei com ciúme e só convidei dois, que não puderam comparecer. Mas nas sessões solenes geralmente comparece apenas o deputado proponente. Antes de encerrarmos peço ao Pastor Aroldo dos Santos que faça uma oração de agradecimento. (Pausa) O SR. AROLDO PEREIRA DOS SANTOS - Senhor nosso Deus, poderoso Senhor que está no céu. Louvamos a ti neste momento pelo privilégio, pela oportunidade maravilhosa que nos concede, de estarmos no Plenário da Assembléia Legislativa do Estado do Espírito Santo, para agradecer o aniversário da Igreja do Evangelho Quadrangular. Pai, agradecemos pela vida do deputado que proporcionou esta oportunidade e pedimos que continue abençoando tudo que será realizado. Abençoa todos os presentes e dê a todos uma noite de paz. Agradecemos a ti tudo que nos concede. Em nome de Jesus, amém. (Pausa) O SR. PRESIDENTE – (EUCLÉRIO SAMPAIO) – Nada mais havendo a tratar, vou encerrar a presente sessão convocando os Srs. Deputados para a próxima, ordinária, e para a qual designo: EXPEDIENTE: O que ocorrer. ORDEM DO DIA: Discussão única, em regime de urgência, do Projeto de Lei n.º 328/2005. Votação adiada, com discussão encerrada, em 1º turno, da Proposta de Emenda Constitucional n.º 04/2005. Discussão prévia, do Projeto de Lei n.º 195/2005. Discussão prévia, do Projeto de Resolução n.º 122/2005. Discussão prévia, dos Projetos de Lei n.ºs 224/2005 e 226/2005. Está encerrada a sessão. Encerra-se a sessão às vinte e uma horas e dezessete minutos. 6941 – Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 CENTÉSIMA OCTOGÉSIMA OITAVA SESSÃO ORDINÁRIA DA TERCEIRA SESSÃO LEGISLATIVA ORDINÁRIA DA DÉCIMA QUINTA LEGISLATURA, REALIZADA EM 08 DE NOVEMBRO DE 2005. À HORA REGIMENTAL, COMPARECEM OS SRS. DEPUTADOS BRICE BRAGATO, CARLOS CASTEGLIONE, CÉSAR COLNAGO, CLÁUDIO THIAGO, CLAUDIO VEREZA, EUCLÉRIO SAMPAIO, FÁTIMA COUZI, GEOVANI SILVA, GILSON GOMES, GRACIANO ESPÍNDULA, HERALDO MUSSO, JANETE DE SÁ, JOSÉ ESMERALDO, JOSÉ TASSO DE ANDRADE, JURANDY LOUREIRO, LUIZ CARLOS MOREIRA, LUZIA TOLEDO, MARIAZINHA VELLOZO LUCAS, PAULO FOLETTO, ROBSON VAILLANT, RUDINHO DE SOUZA, SUELI VIDIGAL E ZÉ RAMOS. (23) O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) - Havendo número legal e invocando a proteção de Deus, declaro aberta a sessão. (A convite de S.Ex.a, ocupa a cadeira da 1ª e 2ª Secretarias, respectivamente, os Srs. Deputados José Esmeraldo e Claudio Vereza) O SR. PRESIDENTE - (CÉSAR COLNAGO) - Convido o Sr. Deputado Claudio Vereza a proceder à leitura de um versículo da Bíblia. (O Sr. Claudio Eclesiastes 11, 9) Vereza lê O SR. PRESIDENTE - (CÉSAR COLNAGO) - Convido o Sr. 2º Secretário a proceder à leitura da Ata da sessão anterior. O SR. RUDINHO DE SOUZA – (Sem revisão do orador) – Sr. Presidente, Sras. Deputadas e Srs. Deputados, toda dúvida sobre a interpretação do Regimento Interno, na sua prática exclusiva ou relacionada com a Constituição Estadual, considerase uma Questão de Ordem. Isto é o que estabelece textualmente o artigo 133 do nosso Regimento Interno. Ao ser encaminhado a esta Corregedoria expediente no sentido de recebimento de representação contra Deputado por fato sujeito a pena de perda do mandato, somos forçados a interpretar os artigos 1º e 2º da Resolução nº 1775/95, que estabelece: “Art.1º - No exercício do mandato, o Deputado atenderá às prescrições constitucionais e regimentais e às contidas neste Código, sujeitando-se aos procedimentos e medidas disciplinares nele previstos. Art. 2º - É expressamente vedado ao Deputado: I - Desde a Expedição do Diploma: (...) II - Desde a Posse”. Em primeira análise quer nos parecer inexistir dúvida quanto ao texto deste dispositivo e a referente origem constitucional. Entretanto, ao confrontarmos sua redação com a prevista no artigo 14,§ 3º , VI, “c”, art.55, § §1º e 2º da Constituição Federal, verificamos a existência de divergência de interpretação quanto à existência e preenchimento de requisitos expressos no diploma confrontado, que se apresenta de grande relevância. Senão, vejamos: O SR. RUDINHO DE SOUZA - Sr. Presidente, pela ordem! Peço a palavra para levantar uma Questão de Ordem, com base nos artigos 1º, 2º e 18 da Resolução nº 1775 do Código de Ética e Decoro Parlamentar, que é parte integrante do Regimento Interno desta Casa, combinados com os Artigos 14, § 3º, VI, alínea “c”, e Artigo 55, § § 1º e 2º da Constituição Federal e Artigo 53, V, da Constituição Estadual. “Art.14 – (...) § 3º - São condições de elegibilidade, na forma da lei: VI – idade mínima de: c) vinte e um anos para Deputado Federal, Deputado Estadual ou Distrital, Prefeito, VicePrefeito e Juiz de Paz; Art.55- Perderá o mandato o Deputado: (...) § 1º - É incompatível com o decoro parlamentar, além dos casos definidos no Regimento Interno, o abuso das prerrogativas asseguradas a membro do Congresso Nacional ou a percepção de vantagens indevidas. O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) – É regimental. Concedo a palavra ao Sr. Deputado Rudinho de Souza. Sabemos que a Constituição Federal é suprema e que suas disposições prevalecem contra qualquer outra norma. Contudo, para que não pairem dúvidas sobre a aplicabilidade deste dispositivo (O Sr. 2º Secretário procede à leitura da Ata) O SR. PRESIDENTE – COLNAGO) - Ata aprovada como lida. (CÉSAR Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 constitucional federal no caso de perda de mandato dos Deputados Estaduais, invocamos as normas previstas no artigo 27, § 1º, da referida Carta Federal que estabelece o seguinte: “Art. 27, ................................ 1º. Será de quatro anos o mandato dos Deputados Estaduais, aplicando-se-lhes as regras desta Constituição sobre sistema eleitoral, inviolabilidade, imunidades, remuneração, PERDA DE MANDATO, licença, impedimentos e incorporação às Forças Armadas.” Trata a presente representação fundada em uma notícia veiculada em Jornal de Circulação Estadual que induz a uma “SUPOSTA” ocorrência de conduta contrária ao decoro parlamentar. Contudo, se apresenta como parte integrante do noticiado a informação da “SUPOSTA” prática ter ocorrido na data de 09 de agosto de 1999. O Nobre Jurista Alexandre de Moraes nos leciona que: “Apesar do grande subjetivismo, o termo decoro parlamentar deve ser entendido como o conjunto de regras legais e morais que devem reger a conduta dos parlamentares, no sentido de dignificação da nobre atividade legislativa.” É notório que este Representado iniciou seu primeiro mandato como Deputado Estadual no ano de 2003, estando à época dos fatos com 20 (vinte) anos de idade e desta forma inapto para a Eleição para o cargo de Deputado, conforme interpretação do artigo 14, § 3º, VI, “c” da Carta Maior. Pela necessidade de delimitação da amplitude da norma, necessário se faz uma observância do preceituado no art. 53 da Constituição do Estado do Espírito Santo, vejamos: “Art. 53 – Perderá o mandato o DEPUTADO:” Por uma interpretação literal ao disposto nos artigos 1º e 2º da Resolução 1.775 em confronto com o artigo 53 da Constituição Estadual, temos que a penalidade de perda do mandato somente será aplicável ao integrante de mandato eletivo que ao tempo do exercício da qualidade de parlamentar contrariar as normas éticas comportamentais. Representantes do povo, os Deputados são eleitos para um mandato de quatro anos, e do conjunto deles se compõe o colegiado que exerce, primordialmente, a função legislativa. A exteriorização desse desempenho, delimitado Diário do Poder Legislativo - 6942 temporalmente, é apontado constitucionalmente como legislatura, período qual é outorgado ao representante popular a qualidade pública de Parlamentar. Assim, a atividade parlamentar, conteúdo principal da legislatura, como tantas outras atividades, sofre limitação temporal constitucional que restringe prerrogativas e responsabilidades. No espaço de tempo da legislatura é que se há de operar a relação causal, de concomitância, entre a constatação do procedimento faltoso e a inflição da grave sanção do perdimento do mandato em curso dentro do lapso temporal. Cristalina é a conclusão de que sendo à época do fato menor incapaz e consequentemente inapto para ao pleito eleitoral, não figura o Representado como Manifestante da vontade popular na cúpula do Poder Legislativo Estadual, não iniciando sequer uma legislatura, logo não exercendo mandato de Deputado. Pelos conceitos expostos, parece lógico equacionar a questão suscitada, ou seja, se é juridicamente possível decretar a perda do mandato do Deputado por alegada suposta falta de decoro parlamentar ocorrida em data anterior à “aquisição” desta qualidade. As evidências apontam pela impossibilidade resultar de um processo interpretativo a conclusão pela aplicação de normas de decoro parlamentar a quem não possuía ao tempo dos atos a qualidade de parlamentar. De acordo com a ótica constitucional, mandato que se perde é o atual e vigente, contemporâneo ao procedimento que for declarado incompatível com o decoro parlamentar. Não faz sentido admitir que a perda se dê em um mandato futuro, quando o procedimento que lhe dá causa seja um fato pretérito. Admitir-se conduziria ao absurdo, e não vale a interpretação que conduza ao absurdo, principalmente por não se tratar de qualquer processo, mas sim da perda de mandato emanado da SOBERANIA POPULAR e sufragado pelo VOTO DIRETO. Desta forma, outro não pode ser o entendimento, senão o de que em face aos conceitos constitucionais, representa uma extrapolação e abuso de poder a proposta de perda do mandato no suposto de procedimento incompatível com o decoro parlamentar, dado como ocorrente antes de iniciada a legislatura e exercício do mandato. É imperioso ressaltar, Excelências, que o que nesse momento se faz é uma discussão sobre a aplicação ou não do disposto nos arts. 1º e 2º da Resolução 1.775 em confronto com o artigo 53 da Constituição Estadual e em observância aos artigos 14, § 3º, VI, “c” e art. 55, §§ 1º da Constituição Federal, não versando a presente questão sobre a ocorrência ou não do fato, já que esta Nobre e Respeitável Corregedoria somente poderia lançar 6943 – Diário do Poder Legislativo vistas sobre este tema, caso fosse aplicável a referida Resolução. DO PEDIDO: Portanto, Sr. Presidente e Srs. Deputados, instada esta dúvida regimental, entendemos que a Representação contra este Deputado, que se encontra na Corregedoria desta Casa, por versar sobre questões jurídicas de interpretação e aplicação de normas constitucionais e regimentais, deva ser interpretada na forma acima exposta, sendo afinal declarada a inaplicabilidade da Resolução 1.775/95 aos fatos ocorridos fora do mandato parlamentar, decidindo em ato contínuo PELA EXCLUSÃO DO DEPUTADO RUDINHO DE SOUZA DA REFERIDA REPRESENTAÇÃO, tendo em vida que a mesma se circunscreveu a fatos ocorridos antes deste Deputado iniciar o exercício do seu mandato. Esta, Sr. Presidente, é a questão de ordem que apresentamos e para a qual pedimos deferimento nos termos acima expostos. Obrigado, Sr. Presidente. (Muito bem!) A SRA. BRICE BRAGATO - Sr. Presidente, pela ordem! Peço a palavra para contraditar a Questão de Ordem formulada pelo Sr. Deputado Rudinho de Souza. O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) - Concedo a palavra à Srª. Deputada Brice Bragato. A SRA. BRICE BRAGATO – (Sem revisão da oradora) - Sr. Presidente, Srs. Deputados e Sras. Deputadas, vamos contraditar a Questão de Ordem levantada pelo Sr. Deputado Rudinho de Souza, com base no Artigo 133, § 5º do Regimento Interno e também com base no mesmo Artigo 55, inciso II, § 1º da Constituição Federal, que o Sr. Deputado Rudinho de Souza usou para levantar a Questão de Ordem de S.Exa. A nossa contradição é no sentido de argüir a admissibilidade do processo de cassação em relação ao Sr. Deputado Rudinho de Souza. Portanto, argüir neste momento pela procedência do prosseguimento do processo de investigação em relação ao Sr. Deputado Rudinho de Souza. A Questão de Ordem pode ser verbal. Mas vamos ler alguns argumentos. A Carta Magna, que é o fundamento de validade para todas as outras legislações pátrias, prevê dentre os atos incompatíveis com o decoro parlamentar a percepção de vantagens indevidas. “Art. 55 – Perderá o mandato o Deputado ou Senador; II – cujo procedimento for declarado incompatível com o decoro parlamentar; Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 § 1º - É incompatível com o decoro parlamentar, além dos casos definidos no regimento interno, o abuso das prerrogativas asseguradas a membro do Congresso Nacional ou a percepção de vantagens indevidas.” Com efeito constituinte quando prevê como incompatível o decoro parlamentar o recebimento de qualquer vantagem indevida pelo Parlamentar, não ressalvou no texto constitucional o lapso temporal a gerar o fato indecoroso. Isto é, se a vantagem indevida deve ser auferida pelo Parlamentar durante o exercício do mandato. Não está escrito no texto constitucional auferir vantagem indevida no decurso do mandato. Não há lapso temporal para o auferimento desta vantagem no texto constitucional. Além do mais, no Artigo 37 da Constituição Federal é ressalvada a necessidade de respeitar o princípio da moralidade à coisa pública. Deve-se entender, portanto, que o recebimento ilícito de dinheiro público é ato incompatível com o decoro parlamentar a qualquer tempo, independentemente, do mandato parlamentar e que a conduta indecorosa de um cidadão acompanha o cidadão a partir do momento em que se elege parlamentar. É isso o que está em debate. Por isso que contradito a questão de ordem no sentido de que o processo contra o Sr. Deputado Rudinho de Souza deve prosseguir. O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, por meio de sua Consultoria Legislativa, já examinou diversos casos e atos cometidos antes do exercício de mandato parlamentar e confirmou a tese de que podem levar sim a quebra de decoro parlamentar. Foi assim que gerou três processos que abriram precedentes importantes no âmbito daquele Poder em relação aos três deputados cassados, Talvane Albuquerque, Hildebrando Pascoal e Feres Nader. Prescinde de que o congressista se encontre no efetivo exercício do mandato no âmbito da Casa na qual tem assento, porque o atributo há de ser averiguado em relação à conduta do ser humano probo, da pessoa do Sr. Deputado Rudinho de Souza, já que é o representante de milhares de eleitores/cidadãos. Como pode alguém ser representante de outrem se não possui retidão para tanto. Com que legitimidade esta Casa continuará exercendo seus trabalhos, como por exemplo efetuar a aprovação de projetos de leis, discutir orçamentos, aprovar as contas do Governo, responder pela vida de milhares de capixabas, com um representante que supostamente tenha recebido um cheque de onze mil reais e que sequer foi investigado. Vale ressaltar que no fundo a falta de decoro parlamentar é a falta de decência no comportamento pessoal. Falta de decência no comportamento pessoal capaz de desmerecer a Casa dos representantes do Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 povo e falta de respeito à dignidade do Poder Legislativo, de modo a expô-lo a críticas infundadas, injustas e irremediáveis de forma inconveniente. Diante do exposto contradito a questão de ordem apresentada pelo Sr. Deputado Rudinho de Souza, a fim de que seja apreciada a possibilidade de cassação por atos cometidos antes do exercício de mandato parlamentar, tendo em conta a previsão do art. 55, II, § 1° do Constituição Federal. (Muito bem!) O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) – Sr. Deputado Rudinho de Souza, esta Presidência responderá à Questão de Ordem. Estamos fazendo análise do material que recebemos por escrito para poder respondê-la. Passa-se ao Grande Expediente. Conforme requerimento nº 2641/2005, de autoria do Sr. Deputado Graciano Espíndula, aprovado na sessão do dia 24 de outubro de 2005, o Grande Expediente da Sessão Ordinária de hoje será destinado à explanação por parte de representação da Companhia Vale do Rio Doce sobre o trabalho de preservação ambiental realizadas entre as reservas de Linhares e Sooretama. Solicito ao Sr. Deputado Graciano Espíndula que faça adentrar ao Plenário os convidados da Companhia Vale do Rio Doce. (Pausa) É com prazer que recebemos nesta Casa o Sr. Renato de Jesus, engenheiro e diretor do Instituto Ambiental, representante da Companhia Vale do Rio Doce, que luta em prol da preservação ambiental. O Sr. Renato de Jesus fará uma explanação sobre os trabalhos de preservação ambiental realizados nas reservas de Linhares e de Sooretama. Concedo a palavra ao Sr. Renato de Jesus. O SR. RENATO DE JESUS – (Sem revisão do orador) – Sr. Presidente César Colnago, Srªs. e Srs. Deputados, é um prazer muito grande estar nesta Casa e poder falar do trabalho que a Companhia Vale do Rio Doce faz em sua reserva em Linhares. Falarei sobre a Reserva Natural da Vale do Rio Doce que é uma mata fechada aberta para o público. O vídeo mostra a localização da reserva no Município de Linhares e se observarem praticamente não sobrou mais nada de florestas. No início do século passado o Espírito Santo tinha noventa e dois por cento da sua cobertura florestal e, hoje, passados cerca de noventa e cinco, noventa e sete anos, se vocês imaginarem, só de cobertura vegetal primária, florestas que não foram mexidas, só temos um por cento. Há mais três ou quatro por cento de vegetação secundária, vegetação essa que está morrendo em pé. Por que a Vale tem uma reserva florestal? Na realidade, a empresa comprou essa reserva para fazer dormentes de madeiras. Comprovado pelos trabalhos que temos de levantamento histórico, em 1963 foi Diário do Poder Legislativo - 6944 feito um inventário florestal, quantificou-se o dormente e se fez uma experiência. Em 1967 cortouse duzentos hectares e constatou-se que fazer dormentes com a sua madeira, ele mesmo fazer o dormente era mais caro que comprar o dormente de terceiro. A incompetência na atividade de produção de dormente é que naquele momento fez com que aquela reserva fosse preservada. Os anos se seguiram, a companhia adotou outras posturas e temos já há algum tempo outros objetivos para essa reserva. Qual é a missão da reserva? Primeiro, conservar e preservar a mata atlântica de Linhares. Com os dados que demos no início, com um por cento apenas de floresta natural, é fundamental essa reserva não do ponto de vista de que é importante para o clima mas é o banco genético que ela tem não só de flora quanto de flora. É uma chance que temos se um dia mudarmos as nossas cabeças e voltarmos um filme a que assistimos ao longo dessas décadas de destruir florestas, acabar com a bicharada toda. Simultâneo à preservação, desenvolver tecnologia para fazer a recuperação. Temos um por cento de floresta, quanto teríamos de recuperar? Se imaginarmos, temos apenas cinco por cento do que sobrou da mata atlântica brasileira, o que fazer com os noventa e cinco por cento? Hoje, a Vale do Rio Doce tem todo um pacote tecnológico desenvolvido nesses últimos trinta anos para fazer essa recuperação. O que fazemos na reserva? Quais são as atividades básicas? Manutenção e pesquisa. Dentro da manutenção temos uma manutenção predial. Temos toda uma infra-estrutura de pesquisa de utilização que tem de ser mantida e temos, essa sim de grande importância, a proteção ecossistêmica. Não adianta nada você ter uma relíquia daquela se não assegura a sua preservação. O que de diferente se faz na reserva da Vale do Rio Doce? Primeiro não somos treinados a apagar incêndio. Somos treinados para não deixar pegar fogo. Isso é fundamental. Agora nesses últimos quinze dias, no auge da seca, o risco de acidente era altíssimo. O que fazíamos? Proteção o dia inteiro, apagando foco de incêndio fora da reserva, ou seja, não deixando pegar fogo na reserva. Uma outra atividade é aquela contra caçadores. Ainda existe isso. É fato. Os registros mostram isso e é realmente uma coisa que pode cada vez mais limitar a nossa biodiversidade faunística. Para vocês terem um exemplo de como as estradas são mantidas, há vinte e oito anos que estou nessa reserva e quando cheguei essas estradas tinham quinze, vinte metros de largura, mostrando evidentemente que o objetivo era cortar a floresta. Ela é toda acerada e cercada. Isso é o diferencial também, porque você tem condição de chegar no foco do incêndio e apagá-lo. Além disso temos ao longo do acero uma cerca viva, que além de dificultar a passagem do 6945 – Diário do Poder Legislativo caçador é uma infra-estrutura que atrasa a passagem do fogo. E às vezes esse momento de atraso é suficiente para você chegar, apagar o fogo e não deixá-lo entrar na floresta. Toda a área é protegida com vigilante com motocicleta e rádio. Isso ostensivamente faz com que tenhamos níveis de caçadores muito baixos. Podemos dizer que em nível de Brasil é um dos índices mais baixos de caçador. Aqui têm um detalhe do acompanhamento de caças. Muda alguma lei, alguma coisa, contratamos advogado e hoje todo número de ocorrência é praticamente igual ao número de processo aberto. Isso faz com que progressivamente, em termos de caçador, haja um controle muito sério. Quer dizer, não chega a ser prejudicial a nossa fauna. O que fazemos de pesquisa? Estudos do ecossistema, silvicultura tropical, cultura de espécies florestais ocorrente nos trópicos, manejo de florestas naturais e tudo convergindo para preservação, conservação e recuperação de ecossistema degradado. É toda uma pesquisa voltada para conhecer o ecossistema, silvicultura tropical, manejo de floresta, que estão aí acabando as nossas florestas, e tudo voltado para a preservação e recuperação do ecossistema degradado. Para vocês terem uma idéia, essa é a nossa floresta, é onde ainda tem jacarandá da Bahia. Se a Vale hoje fosse cortar jacarandá teria uma receita da ordem de cinqüenta milhões de dólares. É uma coisa expressiva. Quando chegamos na reserva conhecíamos cento e sessenta espécies e hoje já são mais de duas mil. Só de espécies arbóreas são oitocentas. É uma riqueza muito grande. Para vocês terem uma idéia da altura da floresta, é uma floresta que chega a ter quarenta e cinco metros de altura. Todo estudo de floração, frutificação, coleta de material botânico para conhecer as espécies. Conhecemos duas mil espécies, mas dessas duas mil espécies temos aproximadamente cem espécies novas que foram descobertas pela ciência. Uma coisa inédita no Estado do Espírito Santo. Temos aproximadamente oitenta mil matrizes marcadas dentro da floresta. E todo um estudo da nossa fauna. Um detalhe superinteressante quando se fala de avifauna. A reserva de Linhares tem cinco por cento do que ocorre no mundo inteiro de avifauna. Temos quatrocentas espécies identificadas, sendo que uma dessas é o maior gavião brasileiro, onde se constatou a primeira presença de ninho dessa espécie na mata atlântica brasileira. A parte de mamíferos também é muito rica, vinte e cinco por cento do que ocorre no Brasil ocorre na mata de Linhares. Num trabalho recente estamos quantificando e qualificando todas as espécies de felinos. A reserva ainda é o lugar na mata atlântica brasileira onde Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 encontramos as seis espécies de felinos, inclusive a onça pintada. Isso é uma técnica de armadilha fotográfica. São espalhadas máquinas fotográficas ao longo da floresta que, através do calor, são disparadas. Em cinco meses de observação já identificamos sete indivíduos de onça. As marcas pintadas são as impressões digitais que nos permitem contar os diferentes indivíduos. Uma fauna de anfíbios muito rica. Répteis também extremamente rica. Outra riqueza também significativa são os insetos. Mais de mil e quinhentas espécies de borboletas e mariposas ainda são desconhecidas pela ciência e estão lá para serem descritas. Ou seja, o que certamente destruímos sem ter conhecido. O que fazemos de silvicultura tropical? Basicamente conhecer os comportamentos, como se plantam as espécies de ocorrência na mata atlântica. O Brasil hoje, sem dúvida nenhuma, é o maior país em silvicultura de pinos e eucalipto. Na reserva desenvolvemos tecnologia para as espécies da Mata Atlântica. Como coletar semente da espécie. Estudo da casca, qual é o tipo da casca. Quando frutifica, quando floresce. Como é o seu tipo de folha, seus frutos, número de semente por fruto, como beneficia a semente. Para se ter uma idéia, dessas oitocentas espécies, seiscentas espécies já temos todos os processos de colheita e beneficiamento de semente, quando frutifica, quando floresce, qual é o bicho que come. Como se faz a muda, qual é o tipo de embalagem, se é semeio direto ou indireto, se é com ou sem sombra, quanto custa produzir essa muda. Essa é uma espécie da mata atlântica, é a boleira, uma das espécies que tem um crescimento tão bom quanto a do eucalipto. Estamos fazendo esse livro com as espécies. Está para sair o primeiro volume exclusivamente com espécies da mata atlântica e de Linhares. Esse é o jacarandá. Quer dizer, é um trabalho para todas as espécies de mata atlântica que ocorrem na reserva de Linhares. Temos um viveiro onde, além de fazermos pesquisas, é o centro de produção de mudas que contribui para a auto-sustentabilidade da reserva, que falaremos daqui a pouco. A grande pesquisa é a diminuição do custo de produção. É importante que esse custo de produção seja diminuído para vulgarizar a técnica do plantio dessas espécies. O trabalho é basicamente diminuir custo de produção. Manejo de florestas naturais. Cada vez mais vemos falar da necessidade de fazer manejo de floresta natural. E temos mostrado com pesquisas de vinte e oito, trinta anos que isso é uma falácia e ecodemagogia. Não existe sustentabilidade econômica quando se pensa em fazer manejo de florestas naturais. O que acontecerá é o que Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 aconteceu no sudeste asiático onde todas as florestas praticamente se extinguiram. Hoje se vê o pessoal da Malásia e Indonésia vindo para o Brasil com a coisa do manejo sustentável, que na realidade nos levará ao que aconteceu na mata atlântica. Não existe essa sustentabilidade em floresta natural; quem quiser produzir madeira a filosofia é que se plante. Parte do que fazemos com a recuperação de áreas degradadas. É importante fazer isso. Costumamos dizer sempre que o ecossistema hoje está no CTI. E quando se está no CTI não se deve fazer já a cirurgia plástica e sim a sua reabilitação, manter vivo o paciente. E assim está o ecossistema. Recupera-se o paciente, recupera-se o ecossistema e depois, se der dinheiro, vai no INSS e faz a cirurgia plástica. A Sr.ª Fátima Couzi – Dr. Renato de Jesus, estamos ouvindo atentamente a palestra e gostaríamos de saber se existe dentro da reserva, um viveiro onde alunos ou entidades pudessem participar de convênios para plantação e manutenção de árvores frutíferas, ou até mesmo das flores, das espécies que o senhor colocou. Existe possibilidade desse convênio com prefeituras do interior? O SR. RENATO DE JESUS - Falarei sobre isso adiante. A SRA. FÁTIMA COUZI – Agradeço. O SR. RENATO DE JESUS – Esta é uma foto da China, da parte da floresta subtropical, já temos situações idênticas no Brasil. É impossível recuperar? Não. Quanto maior a degradação maior o custo da recuperação. Existe a factibilidade, só que aumenta o custo da recuperação. Essa é a imagem de uma floresta localizada no Município de Domingos Martins. Na realidade pensamos que Domingos é um município que tem muito verde, que possui muitas florestas. Mas é a tal floresta decrepta: cheia de bambus, cheia de cipós e está morrendo em pé. Se nada for feito, acabará. Essa é uma área cada vez mais suscetível a incêndios florestais. Essa é a imagem de um acesso àquela cachoeira de quem vai para um município no Sul, onde para se fazer um empreendimento turístico se destruiu, acabando com a mata ciliar. Nessa imagem, em função da degradação do solo, pelo seu mau uso já expõe a rocha. Há recuperação, mas se gasta muito mais dinheiro para essa recuperação. Este é um trabalho que fazemos; estamos fazendo um banco genético de plantas para fazer essa recuperação inicial, para recuperar o solo, recuperar os microorganismos para depois fazer aquela cirurgia plástica. Essa é uma série de exemplos, basicamente de leguminosas, são plantas de uma determinada Diário do Poder Legislativo - 6946 família que têm a propriedade de, em consórcio com bactérias, com fungos e microorganismos, ao se colocar nitrogênio aumenta a absorção de fósforo gratuitamente. Este é um exemplo muito interessante de recuperação de áreas mineradas, ou seja, a reserva de Linhares aqui no Estado do Espírito Santo é um centro de pesquisa para recuperação de áreas degradadas. Esta panorâmica é de uma área minerada onde foi feito todo um trabalho de topografia com drenagem. E dois anos depois? É possível se fazer recuperação. Acaba-se com o problema de erosão e depois se pode fazer o enriquecimento florístico. Aqui era Tubarão, que dizíamos ser o dia seguinte. Foi feita a recuperação, dois anos depois se tem essa figura. Essa é uma fábrica de alumínio da Vale, no Rio de Janeiro, cinco anos depois se conseguiu essa condição. Essa é uma panorâmica dessa fábrica de alumínio, onde além do valor estético, do valor paisagístico conseguiu-se diminuir o consumo do ar condicionado em doze por cento, por diminuição da radiação solar nos prédios. Esse é o projeto “Faixa Verde” que é um projeto de revegetação que vem sendo feito ao longo da ferrovia Vitória-Minas, começando sempre das estações: dois quilômetros para cá; dois quilômetros para lá, de modo a tornar esse cantinho da ferrovia um dos mais bonitos daquele trecho. E não é só pelo emocional, mas também pelos benefícios a essas propriedades que esse cinturão poderá produzir. A diminuição do nível do rio, contenção de poeira, recuperação de mata ciliar, porque a ferrovia corta determinados cursos d’ água. São vários atributos que esse esverdeamento propiciará a todo esse trecho da ferrovia Vitória-Minas. Esse é um trabalho superinteressante feito nas encostas de Vitória, em 1986, 1987 houve um escorregamento no Morro do Macaco e morreram sessenta e quatro, sessenta e cinco pessoas. Foi feito um convênio com a prefeitura de Vitória; foram plantados 262 hectares no município, sendo a maior área urbana plantada. Coincidência ou não de 1987 para cá não teve mais escorregamento nessas encostas. Esse também é um trabalho superinteressante feito na pracinha da rodoviária, através de um convênio com a prefeitura de Vitória e a Vale do Rio Doce, cujo objetivo foi estabelecer as ilhas verdes. Sabe-se que cada vez mais está-se impermeabilizando a cidade, vai sendo tudo asfaltado. Faz canaletas e já não é suficiente, por quê? Cada vez mais está tudo edificado, cada vez mais se tem asfalto. É fundamental fazer ilhas verdes nos centros urbanos para diminuição dos níveis de calor e melhoria paisagista. Lembro-me de quando fizemos isso o pessoal queria cortar, porque estava escondendo assassino, bandido. Disse-lhes: vocês 6947 – Diário do Poder Legislativo estão descobrindo uma coisa: vamos cortar as florestas que acabará a criminalidade; - o pessoal ficou confuso – então vamos fazer mais florestas e em torno das florestas colocar alçapão pega-se todos dos bandidos. Essa floresta está lá e é um lugar extremamente aprazível e tem um efeito pontual de diminuição do calor impressionante. Agora no verão, observem a quantidade de pessoas que ficam ali embaixo. Esse é um trabalho superinteressante também, onde se fez a restauração da mata do Convento, esse trabalho já tem dezessete anos. Era uma floresta que estava morrendo em pé. Esse processo começou desde a construção do convento que você abriu o caminho, entra luz e vem o cipó. O cipó quando controlado é importante na floresta, mas quando não, entra em descontrole e é danoso à floresta. E depois os espaços; no afã de reduzir o processo erosivo plantaram o bambu. Então, piorou a situação. Tivemos que cortar o cipó. Olhem a quantidade de bambu. Vocês vêem que poucos eram os indivíduos arbóreos. Não tinha floresta. Aqui era uma enganação; olhávamos e achávamos que tinha verde. E essas árvores foram plantadas. São cinqüenta hectares. Plantamos aproximadamente duzentas e vinte mil mudas envolvendo cento e sessenta espécies exclusivamente da Mata Atlântica. Em pouco tempo foi modificando. A semente que frutificava já conseguia cair no chão, germinava, ou seja, estava estabelecido o ciclo da floresta. Árvore é igual a nós, nasce, cresce, morre e tem que fazer filho, senão a família acaba. E assim é com a floresta. Então, foi crescendo. Tínhamos uma floresta que era assim. Ela foi modificando e hoje está assim. Tecnologia desenvolvida aqui no Espírito Santo para restauração do ecossistema. Isso não existe no Brasil. Infelizmente, gostaria que tivesse outros exemplos dessa natureza. Recuperação de capoeiras que é essa vegetação que está morrendo em pé. Achamos que ainda tem cobertura no Estado. Temos um dado de oito por cento. Isso na realidade não é verdade. Temos menos de cinco por cento da cobertura florestal, sendo como disse anteriormente, um por cento de floresta natural e três ou quatro por cento dessa floresta decrépita, que está morrendo em pé. Você tem que manejar essa floresta, tirar o que está morrendo e ela vai se modificando. Dezessete anos depois você tem uma nova floresta. É possível fazer rejuvenescimento, fazer recuperação de floresta. Aqui nesta foto temos uma tecnologiamuitas pessoas acham que você pode fazer recuperação jogando semente. Então, você tem um pasto. Você semeia, faz o trato cultural. É possível fazer recuperação não plantando, só usamos sementes-. É uma tecnologia nova, despende muita Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 semente, o que talvez aumente um pouco o custo da recuperação. Esse é um trabalho superinteressante. O grande problema ambiental na minha ótica são as matas ciliares. Ficamos escutando que o clima está mudando. Isso na realidade não tem comprovação científica. O clima não está mudando. As chuvas não estão diminuindo. O que acontece hoje é que não temos mais florestas que eram os fatores de retenção. As florestas eram o aumento de recarga. Você aumenta a penetrabilidade da água. Então, se você não tem a cobertura florestal, a água bate e vai embora. O careca toma banho, a água bate e cai. No cabeludo a água bate e fica, tendo que usar o secador para secar. E a floresta é assim. Acabamos com ela. A chuva cai e vai embora. Além de ir embora, de não armazenar a água, você assoreia o curso d’ água. Existem uns programas ... O SR. PRESIDENTE - (CÉSAR COLNAGO) – Posso fazer uma pergunta nesse aspecto? O SR. RENATO DE JESUS – Claro. O SR. PRESIDENTE - (CÉSAR COLNAGO) - Imaginando a Floresta Amazônica, imensa, diminuindo a quantidade de vegetação que inclusive deixa com que a água fique mais no solo... Mas o processo de evaporação para formação de nuvens e novas precipitações, na ausência da floresta, não se pode ter menos chuva? O SR. RENATO DE JESUS – Não. O papel fundamental da floresta é retenção. Ela não faz chover. O que pode acontecer é que em função da rugosidade que uma cobertura florestal - e há de convir que essa rugosidade é baixa, quarenta e cinco, cinqüenta metros no máximo - pode fazer com que uma nuvem que passe ali, bata e se precipite. Isso é comprovação científica. O grande papel da floresta é retenção da floresta. O SR. PRESIDENTE - (CÉSAR COLNAGO) – Na verdade o nosso Instituto de Agricultura, desde quarenta e tantos, cinqüenta e poucos, faz acompanhamento da precipitação de chuva na nossa região norte. Realmente, mesmo quando tinha floresta tinha seca. Não mudou o regime de chuvas no nosso noroeste, no norte do Espírito Santo, independente do que foi desmatado. Foi quase tudo desmatado. Hoje você tem pasto na maioria das vezes. E o regime de chuva continua igual, período de seca e de chuva. Numa extensão tipo do Amazonas, se for tirado, não mudaria inclusive o regime de precipitação de chuvas? O SR. RENATO DE JESUS – Não. Isso não vai acontecer. Temos o exemplo da Mata Atlântica que foi toda destruída e o regime de chuva como S.Exa. disse... Isso não se refere somente ao Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 Espírito Santo, ocorre em toda costa brasileira de precipitação, de chuvas? O SR. RENATO DE JESUS – Não. Isso não vai acontecer e tem o exemplo da Mata Atlântica que foi toda destruída. O regime de chuva como V. Exa. Falou - isso não se refere somente ao Espírito Santo, ocorre em toda a costa brasileira - não diminuiu. Temos dados que não modificaram. Como não tem mais a recarga, qualquer período de seca é muito mais sentido hoje. Claro, não tem recarga: a água cai e vai embora. Então os lençóis estão cada vez mais baixos. Infelizmente sentimos que esse trabalho de recuperação da mata ciliar ainda não tenha sido adotado pelo Estado do Espírito Santo, bem como para outros Estados. Isso aqui não é só do Espírito Santo. Fazemos uma conta muito simples: o Espírito Santo tem aproximadamente oitenta mil agricultores, se cada agricultor plantasse meio hectare por ano, em 4h, num dia, teremos quarenta mil hectares de floresta por ano. Ou seja, em pouco mais de dez anos toda a área de preservação do Estado do Espírito Santo estará recomposta. O grande problema ambiental que o Estado passa é a falta d’água e estará resolvido. Em pouco mais de dez anos teremos todas as matas ciliares recuperadas. Ou seja, com a capacidade de recarga refeita, nunca mais teremos problema de água, fora os outros atributos que a floresta nos dá. Tivemos vários exemplos e vários trabalhos com agricultores. Não adianta darmos muita coisa para o agricultor. Temos que dar a muda e a orientação técnica. O Espírito Santo é um Estado maravilhoso, pois em cada Município temos um escritório do Incaper, temos um “IDAF da vida” e os técnicos são bons. Então por que não incrementar essa recuperação? Não conseguimos admitir fazer agricultura que não tenha água e todos os nossos modelos agrícolas cada vez mais usam água. Ligamos o equipamento de irrigação em Boa Esperança e acaba a água da cidade! Isso aconteceu em Jaguaré: o agricultor procurou-me. Demos a muda e a orientação. Quisemos dar-lhe dinheiro, pois tinha ganhado um dinheiro do Banco Mundial e ele disse: “Não quero. Você está me dando a muda e isso é suficiente”. A propriedade dele era assim e agora está assim. Isso foi há dois anos. Superinteressante, porque o Ministério Público quer fazer. Existe aqui, em Vitória, um centro que está fazendo a recuperação. Tem um promotor aí fantástico, que não é da área, está fazendo Ele é quem vai para o campo e com o seu dinheiro, somos testemunha e está conseguindo. Este ano plantaremos quatrocentas mil mudas, fazendo plantação de mata ciliar, onde o agricultor é quem o fará. Ele está dando a muda, está Diário do Poder Legislativo - 6948 dando o formicida para controlar as formigas cortadeiras e toda orientação técnica. Interessante, um promotor é quem está fazendo isso. Menos mau! Sempre as decisões na reserva eram muito pessoais, eram muito de “Renato de Jesus”. Perturbamos muito a Companhia para fazer um plano diretor, para a coisa ficar consagrada. Foi feito esse plano diretor no ano de 2000. Não se mudou nada da nossa missão. Mas, sim, entramos com um componente de auto-sustentabilidade. Mostrar que meio ambiente, para fazer conservação e recuperação tem que ser também um bom negócio. A Vale não está querendo ganhar dinheiro com a reserva. Estamos desenvolvendo programas que nos levam à auto-sustentabilidade. O princípio era que em cinco ela viesse e com quatro anos chegamos. Hoje, a reserva não precisa mais do dinheiro da Vale para fazer a sua manutenção, para fazer as pesquisas, porque ela conseguiu a sua autosustentabilidade. Ou seja, é um modelo para as nossas unidades de conservação. Lá existe a produção de mudas, é o maior viveiro da América Latina. Tem uma capacidade de produção de quarenta e cinco milhões de mudas. Para se ter uma idéia, são quarenta e cinco milhões de mudas por ano, de várias espécies como: frutíferas, floríferas, ornamentais, mata atlântica, floresta de proteção, floresta de produção. Esta imagem reflete um panorama de nosso viveiro. Temos um programa de uso público, onde procuramos mostrar o que essa reserva pode fornecer. É o slogan “mata fechada, aberta para o público é isso”. A reserva é uma área aberta ao público. Qualquer pessoa pode ir a reserva, não é um patrimônio exclusivo da CVRD. Sem demagogia nenhuma, a Companhia Vale do Rio Doce entende que aquilo hoje é um patrimônio da comunidade. Assim é a lei também. A lei da Mata Atlântica diz que aquilo é um bem da comunidade. Temos cursos, temos capacitação, temos treinamento. Recebemos aproximadamente trinta mil pessoas por ano. Temos um hotel delicioso, que serve comida maravilhosa. Somos cozinheiro, estamos até fazendo um livro de receitas, são maravilhosas as comidas. É importante que todos conheçam a reserva. Esta imagem reflete uma das hospedagens construída só com madeira de reflorestamento, não é madeira de floresta tropical, mas sim de planta. Nossa filosofia é: quem quiser usar madeira que plante a madeira. Temos programa de educação ambiental com várias crianças do município, onde escolas carentes do município não pagam. Temos um auditório com toda infra-estrutura. Temos área de eventos. Mostramos aqui a reserva de Linhares, que é um bom negócio. Imaginamos que isso possa ser um exemplo não só para o Espírito Santo, mas para os outros Estados da federação. 6949 – Diário do Poder Legislativo É possível conservar e recuperar, mas temos que fazer disso um negócio. Estamos à disposição para perguntas. Queremos reforçar o convite aos Srs. Deputados que compareçam, que passem um fim de semana na reserva e virão que não é propaganda enganosa. É pura verdade. Muito obrigado! (Muito bem!). O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) – Parabenizamos o Sr. Renato de Jesus pela belíssima apresentação. Este é o momento de aproveitarmos e tirarmos dúvida a respeito de um tema tão importante, que é a questão da preservação das matas, dos recursos hídricos e da mata ciliar. Concedo a palavra à Sr.ª Deputada Brice Bragato. A SRA. BRICE BRAGATO – (Sem revisão da oradora) - Parabéns Sr. Renato de Jesus. Prestamos muita atenção e achamos muito interessante sua explanação. Não conhecemos a reserva nem a sede, mas nosso filho já fez uma visita escolar e achou extraordinário. Já sabíamos, mais ou menos, o que tinha lá. O que achamos mais interessante foi o projeto de recuperação da mata ciliar. Ainda mais quando o senhor nos mostrou dois anos com aquele sucesso. Achamos até que o senhor tirou uma foto de outro lugar para nos animar. Tivemos o cuidado de olharmos o orçamento do Governo do Estado. Lembramos de que na época do ex-Governo Vitor Buaiz, que tinha como Secretário o Sr. Jorge Alex - sem fazermos nenhum elogio, foi criado um programa de recuperação da Mata Ciliar, mas não foi adiante. Conhecemos o caso de uma Mata Ciliar, em Pedro Canário, que foi recuperada e depois um fazendeiro foi lá e a cortou. Achamos que essa foi a única experiência. Denunciamos, mas não conseguimos impedir. Olhamos no orçamento das Secretarias de Agricultura e de Meio Ambiente e nos parece que não há. Passamos os olhos sem nos aprofundar, enquanto o senhor falava. Mas esses programas como Rios Saudáveis, recuperação dessas matas, existiam no PPA. O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) – Eles existem no atual PPA. A SRA. BRICE BRAGATO – Eles existem no PPA, não estão no orçamento. Mas devem estar na LDO, porque nos lembramos da briga que houve aqui no dia de sua votação. A fala do senhor chamou-nos a atenção, para conversarmos com os Srs. Deputados para estarmos mais atentos ao orçamento. Ou seja, que reincluamos essas metas e programas da área ambiental que o Governo porventura não tenha incluído, achamos fundamental. Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 Em nosso primeiro ano, destinamos três emendas orçamentárias pequenas: uma para Mucurici, uma para Pedro Canário e outra para Pinheiros. Foi feita em convênio com uma ONG. Nunca fomos ver o que fizeram, mas o recurso foi liberado, foi feito um projeto. O Conselho de Meio Ambiente que acompanhou. Somos apaixonada pelo tema. Achamos extraordinária a sua apresentação. Obrigada. O SR. RENATO DE JESUS – Para contribuir com V.Exª conheço sua luta e o caminho é esse mesmo. Só um lembrete: não precisa de muita grana. É preciso vontade; respeito para com o cidadão, com o agricultor. Fazer com que ele faça. Ele tem que fazer. As empresas do Estado do Espírito Santo têm tecnologias. Não é só a Vale que tem as mudas. Façam um convênio; alguma coisa, para que os agricultores façam. Temos toda infra-estrutura técnica. Os técnicos da Emater são excelentes. Agora, tem que fazer rodar. O SR. PRESIDENTE - (CESAR COLNAGO) – Concedo a palavra ao Sr. Deputado Graciano Espíndula, autor do requerimento dessa explanação. O SR. GRACIANO ESPÍNDULA Primeiramente, queremos agradecer ao Sr. Renato de Jesus, que aceitou o nosso convite. S.S.ª chegou de viagem há pouco para fazer essa explanação. Lembramos aos Deputados, que quando assomamos a tribuna para falarmos sobre esse tema e lembrar que o orçamento do Estado do Espírito Santo, as Secretarias de Estado do Meio Ambiente e Agricultura e nós deveríamos começar desde já, a usar os recursos que a Floresta da Companhia Vale do Rio Doce tem para podermos revitalizar ou refazer a Mata Atlântica, perdida a ponto de V.S.ª nos mostrar que, hoje, temos o mínimo possível, no Brasil, um por cento. Se é que entendemos bem. Do Estado do Espírito Santo esse é um pedaço até bom. Devemos aos senhores. Parabenizamos V.S.ª. Gostaríamos que os Colegas ajudassem nessa campanha que começamos a mover dessa tribuna. Depois, nos comunicamos com a nossa Representação Federal, para que, também, no Orçamento da União, começássemos a usar o tesouro que os senhores têm para a revitalização e reformulação para o renascimento da Mata Atlântica, que faz tanta falta, como V.S.ª acabou de nos mostrar. Mais uma vez, muito obrigado por ter atendido ao nosso convite. O SR. RENATO DE JESUS – O prazer foi meu. Tenha certeza de que a Companhia Vale do Rio Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 Doce está de portas abertas. Temos prazer de fazer, de colaborar com o Estado. O SR. PRESIDENTE - (CESAR COLNAGO) - Concedo a palavra a Sr.ª Deputada Janete de Sá. A SRA. JANETE DE SÁ – Agradecemos a presença do colega de trabalho, Sr. Renato de Jesus. Colega de muito tempo; entusiasta nessa questão da Floresta rio Doce. Queremos agradecê-lo publicamente pela parceria que a Floresta rio Doce tem feito com a Assembléia Legislativa e com o nosso mandato. No Dia da Árvore foram disponibilizadas mil mudas, da Floresta Rio Doce, que foram distribuídas nesta Assembléia Legislativa e em algumas escolas, para serem plantadas. Temos mais um pedido. Porque essa distribuição de mudas gerou nas escolas de ensino público, uma procura até mesmo por uma questão educativa, para ensinar aos pais e alunos a plantarem árvores. Tenho um pedido para uma escola do Bairro São Pedro, da Ilha das Caieiras, para ensinar os pais das crianças a plantarem mudas de árvores nos seus quintais. Sr. Renato de Jesus ouvimos com bastante clareza a sua exposição e pensamos que não precisa de muita coisa. Achamos que temos de colocar nas diretrizes do orçamento, porque isso passará a ser uma política de governo a ser desenvolvida. Mas pensamos que não precisa de tanto dispêndio financeiro do Estado para recuperar essa mata. Basta que haja uma política voltada para isso. Sabemos que podemos contar com a parceria da Companhia Vale do Rio Doce através da Floresta Rio Doce. O Sindicato dos Ferroviários tem, através de acordo coletivo, o passeio na floresta para a família ferroviária, que já está aposentada. Temos seis visitas por ano e estamos querendo passar para doze visitas, uma por mês. A satisfação dos visitantes que vão naquele patrimônio é de cem por cento. Muito obrigada por cuidar tão bem desse patrimônio para a família capixaba e para a família ferroviária. O SR. RENATO DE JESUS - Srª Deputada Janete de Sá, concordo com o que V.Exª falou. Namorar, coçar e plantar é só começar. O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) - Concedo a palavra à Srª Deputada Luzia Toledo. A SRA. LUZIA TOLEDO – (Sem revisão da oradora) - Cumprimentamos o Sr. Renato de Jesus. Conhecemos bem a reserva, pois já passamos um final de semana inteiro naquela localidade. Parabenizamos o nosso colega, Sr. Deputado Graciano Espíndula, por tê-lo convidado a vir a esta Diário do Poder Legislativo - 6950 Casa fazer essa explanação. O senhor dividiu com todos nós e com a sociedade do Espírito Santo uma realidade que é um sucesso. É isso que precisamos fazer com todas as nossas reservas. Outro exemplo que temos é o Caparaó. Só podíamos subir o Pico da Bandeira por Minas Gerais, o que era um absurdo, considerando que o Caparaó do lado do Espírito Santo é muito mais bonito. O que aconteceu ali? Estamos com treze Ongs, as autoridades juntaram-se a elas e hoje temos uma preservação bem acentuada no Caparaó. V.Sª que é apaixonado pela natureza, é apaixonado pela reserva de Sooretama e de Linhares, gostaríamos de lhe fazer um pedido, já o fizemos por escrito, mas até hoje apenas limpam. Gostaríamos que a Companhia Vale do Rio Doce fizesse a preservação daquela matinha maravilhosa no final de Camburi. O Sr. Antônio José Feu Rosa, nosso Desembargador querido que lançou um livro ontem, ficará muito feliz porque S.Exª só anda naquele trecho e nós também. Aquela matinha precisa ser preservada, a exemplo do que é feito em Sooretama e Linhares. Já usufruímos daquele trabalho magnífico. Parabenizamos o senhor pelo trabalho que realiza e os seus técnicos, pois são todos abnegados, apaixonados. O acolhimento aos visitantes é maravilhoso, podemos falar por nós mesma, pois estivemos naquele lugar. (Muito bem!) O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) - Concedo a palavra ao Sr. Deputado Claudio Vereza. O SR. CLAUDIO VEREZA – (Sem revisão do orador) - Sr. Presidente, Sras. Deputadas e Srs. Deputados, saudamos a presença do Sr. Renato de Jesus que trouxe uma experiência positiva de conservação e preservação ambiental no Estado. Felizmente a Companhia Vale do Rio Doce não conseguiu atuar a contento naquele primeiro objetivo que o senhor se referiu e que seria derrubar a Mata para produzir dormentes. Felizmente, em segundo lugar, na privatização a Companhia Vale do Rio Doce manteve a floresta, não se desfez dela; pelo contrário, está investindo significativamente no aperfeiçoamento do manejo, da conservação e até da reprodução da floresta Rio Doce, que se junta com Sooretama e forma um conjunto cortado pela BR 101, um conjunto razoavelmente integrado e que permite a preservação da Mata Atlântica de forma muito significativa no Espírito Santo e no Sudeste. Lamentamos que a área de meio ambiente no orçamento estadual seja o terceiro menor orçamento por função do Estado do Espírito Santo. O primeiro menor é Desenvolvimento e Turismo, com 0,19; o segundo é Cultura, com 0,20; o terceiro é Meio Ambiente, com 0,32; o quarto é 6951 – Diário do Poder Legislativo Esporte, com 0,33 e o quinto é toda a Área Social, com 0,63. O Estado está a dever muito nessas áreas. Esses dados são peça orçamentária para 2006, recursos do Tesouro. Cremos que teremos que trabalhar junto ao Secretário Guilherme Gomes Dias para tentar incrementar um pouco mais de recursos para a área Ambiental. Na última visita do Presidente Lula ao Estado do Espírito Santo, quando S.Exª visitou as obras da Petrobras no Município de Jaguaré, sobrevoamos, junto a comitiva, a Floresta Rio Doce. Tivemos a impressão de que estávamos sobrevoando a Amazônia. Nunca estivemos na Amazônia, mas o tempo de vôo de helicóptero sobre a reserva foi tão longo que tivemos a impressão de não estar no Espírito Santo. A impressão é essa, de tão imensa a extensão de floresta, e floresta de volume, alta, madura. Parabenizamos o senhor pela apresentação. Aos Srs. Deputados, teremos que incrementar o orçamento para a área de Meio Ambiente. A SRA. FÁTIMA COUZI – Sr. Presidente, pela ordem! O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) – Concedo a palavra a Sra. Deputada Fátima Couzi. A SRA. FÁTIMA COUZI - Dr. Renato de Jesus, existe um funcionário de nome Luciano que está trabalhando na Agenda 21, por sinal um trabalho belíssimo. Gostaríamos de saber, posteriormente, a disponibilidade de V.Sª no sentido de participar conosco de um evento, inclusive dia 17 próximo estará sendo realizado um evento, levando todo esse material que o senhor trouxe para nós hoje. Será extremamente importante e produzirá um efeito positivo no trabalho que estamos desenvolvendo no Caparaó. Gostaríamos de saber da disponibilidade de V.Sª estar conosco. Porém, como o dia 17 está muito próximo, se V.Sª achar melhor haverá outro evento no início de dezembro, ou poderíamos estar marcando um evento para um dos dez, doze municípios do entorno do Caparaó, para o que V.Sª possa levando essa experiência maravilhosa. O SR. RENATO DE JESUS – Com muito prazer. Depois acerto com V.Exª o dia. A SRA. FÁTIMA COUZI – Ficaremos muito feliz. Seria uma parceria, porque esse rapaz, Luciano, da Agenda 21, também tem feito um trabalho muito interessante. Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 Falaremos com o Dr. Orlando Erler para estar acertando essa agenda. Parabenizamos a V.Sª pela palestra e ao Sr. Deputado Graciano Espíndula, que sempre traz temas muito importantes para debatermos nesta Casa. O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) – Gostaríamos de fazer uma pergunta fora do âmbito da Vale. Dr. Renato de Jesus é sitiante das regiões serranas. Na construção de pequenas hidrelétricas, as UHS, o projeto de aproveitar as quedas de água do rio Jucu, próximo da estação, na forma concebida, do ponto de vista do desvio do rio, traz impactos ambientais sérios, na sua avaliação? Não sabemos se os Srs. Deputados estão entendendo. Mudamos de assunto. Saímos da Vale e fomos para a Região Serrana, lá em Domingos Martins, onde existe um projeto antigo para se fazer pequenos geradores de energia elétrica com retenção da água, represamento e quedas gerando energia elétrica. No caso, nesse projeto havia um desvio do rio Jucu, em torno de alguns quilômetros, para que pudesse provocar a queda. Na sua avaliação, qual o principal impacto desse projeto? Tem benefício porque gera energia, desenvolvimento. Mas qual é o principal problema ambiental que V.Sª, como sitiante e da área, vê? O SR. RENATO DE JESUS MORAES Como sitiante, teoricamente o projeto não me atinge. A minha propriedade tem uma cachoeira lindíssima, onde estou construindo um SPA anti estresse. Quer dizer, não vai me atingir. Mas, do ponto-de-vista ambiental será um desastre. Embora tenhamos uma floresta secundária decrépita, é onde ainda temos os remanescentes de floresta. O maior agrupamento de florestas é naquela região. Ou seja, vamos destruir aquilo. E a troco de quê? O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) - O desvio daquele percurso do rio destruirá aquela floresta? O SR. RENATO DE JESUS MORAES – Sim, vai destruir ainda os resíduos remanescentes que existem naquela região. Evidentemente, tem que haver todo um estudo: será que eles vão recuperar? O que será feito? As coisas não foram feitas, para mim, às claras. E como morador fiz uma carta ao antigo Secretário, àquele que foi Presidente em Jaguaré, e não obtive resposta até hoje. Eu queria conhecer o projeto, o que é um direito do cidadão, mas até hoje não me apresentaram. O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) - O projeto pode ser desenhado e pode Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 Diário do Poder Legislativo - 6952 ser mitigado os efeitos devastadores do meio ambiente. O SR. RENATO DE JESUS MORAES Pode. O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) - Mas temos que discutir e conhecê-lo. O SR. RENATO DE JESUS MORAES – Exatamente. A princípio tem destruição. Não seria honesto dizer o contrário. Agora, em que nível? O que vai ser feito em reparação, em mitigação, em recuperação? O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) - O senhor tem notícias de como anda esse processo? O SR. RENATO DE JESUS MORAES – Eu estive com a Glorinha e ela me disse que há ameaça de voltar à tona. Acredito, que como é ano eleitoral não vai sair, porque isso é uma bomba! O SR. CLÁUDIO THIAGO - Sr. Presidente, pela ordem! Gostaria de perguntar ao Sr. Renato a respeito de uma pequena dúvida sobre o percentual. V.Sª que citou “um por cento do território”. É do território capixaba? O SR. RENATO DE JESUS MORAES - Sr. Renato, sem nenhuma crítica pessoal ao senhor ou a Vale do Rio Doce, sabemos muito bem que numa geração anterior a nossa o crescimento da Vale do Rio Doce no leito do rio foi um dos grandes promotores da devastação ambiental do nosso Estado, pegando Minas Gerais também. Achamos que a Vale ainda deve mais do que está fazendo, independentemente, do maravilho trabalho que o senhor realizada. Entendemos que a Vale tem que fazer o que vem fazendo, mas deve muito mais ainda à sociedade capixaba e à sociedade mineira. Na nossa região de Colatina, onde moramos, na região noroeste deste Estado, o dano ambiental é muito grande, e o senhor sabe disso; há áreas na região de Nova Venécia, Montanha, bem no alto, onde praticamente o terreno é desértico, o solo é desértico. Perguntamos: a Vale não poderia ampliar isso e adquirir lá alguma área grande e promover o reflorestamento, floresta de mata originária de mata atlântica? Há algum projeto da Vale neste sentido, para fazer alguma coisa parecida com o que ela tem perto do litoral, em Sooretama, nessa região que estamos nos referindo, que é uma região praticamente desértica? O SR. RENATO DE JESUS MORAES Primeiro, quero discordar de V. Exª. A sua informação não tem significado técnico, não é verdadeira. V. Exª. mesmo acabou de citar lugares como Montanha, Nova Venécia, que não têm um metro de ferrovia. A Vale não levou degradação a esses lugares. Sim. O Estado tem quatro milhões e meio de hectares. Apenas um por cento desses quatro milhões e meio de hectares é de floresta primária. Basicamente, como o Sr. Deputado Claudio Vereza falou, concentrado em Linhares e Sooretama. Ou seja, Linhares e Sooretama correspondem a setenta por cento desse um por cento. O restante de floresta, eu falei que tem cinco, um é primário e quatro por cento é vegetação secundária, como aquela que mostrei, com muito bambu, como muito cipó, floresta morrendo em pé. O SR. CLÁUDIO THIAGO Principalmente no Sul, na Região Serrana? - O SR. RENATO DE JESUS MORAES Sim, são aquelas ilhas de vegetação que sobraram, que progressivamente vão sendo queimadas. Lembrar que o primeiro incêndio tem um impacto, o segundo já é maior que o primeiro e assim até acabar. O SR. PAULO FOLETTO - Sr. Presidente, pela ordem! O SR. PAULO FOLETTO - Referimo-nos ao Vale do Rio Doce. O SR. RENATO DE JESUS MORAES Mas não é a ferrovia que leva a isso. Posso dizer para V.Exa. que na Etiópia o nível de indústria é zero e não tem país mais degradado no mundo do que a Etiópia. É claro que a Vale pode ter contribuído de um certa maneira, neste caso concordo com V.Exa. Mas, dizer que ela foi a grande causadora é uma inverdade técnica. Talvez por falta de conhecimento dos dados pretéritos. Acho maravilhosa a idéia de criar unidades de conservação, fazer uma área nos Municípios de Montanha e Nova Venécia, mas isso é incumbência do Estado. A Vale pode orientar, ajudar e contribuir, como vem fazendo no Município de Nova Venécia. Temos trinta e cinco agricultores fazendo recuperação de mata ciliar e não é área de influencia da Vale. Eu estava lá com os agricultores e com aquele promotor dando esta contribuição. Acho que precisa-se criar uma área de conservação nos Municípios de Montanha e Nova Venécia... 6953 – Diário do Poder Legislativo Ontem conversei com o Secretário Ricardo Ferraço, no avião, tem remanescentes de floresta, do Grupo Aoki, que precisam ser transformados. Devese fazer ali uma desapropriação para área de proteção, aquilo vai acabar. E é uma das caixas d’água que temos no Espírito Santo. Quer dizer, não é a Vale. A Vale pode ajudar com todo esse embasamento técnico, e ajuda. Em conversa com meu diretor da área de meio ambiente, estamos propomos ao Governador uma programa de recuperação de mata ciliar; junto com o Estado. Daremos mudas e orientação. Queremos parceria. O SR. PAULO FOLETTO – Ótimo. A Aracruz Celulose fez, em conjunto com a Secretaria de Agricultura, o Projeto Olhos D’água, cinqüenta unidades de recuperação de nascentes, onde ela doou toda a infra-estrutura, as mudas, a cerca e a orientação tecnológica. Ao agricultor caberia apenas cuidar da cerca para que o gado não fizesse o pisoteamento da área plantada. O SR. RENATO DE JESUS – É por aí. É o social de cada empresa. O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) – Agradecemos e parabenizamos o trabalho do Engenheiro Renato de Jesus e também todo o envolvimento de parceiros, de municípios e de promotorias. Na verdade, o homem, muitas vezes, primeiro degrada e agride para depois aprender que ali está a nossa própria destruição. A recuperação e a consciência criada a partir disso é fundamental. No mundo de hoje, com tantas informações e base científica, temos que evitar coisas as quais assistimos neste país. É só ler o noticiários semanais, como a retirada de madeira de lei sem qualquer sustentabilidade, no Amazonas. Quer dizer, você pode fazer aquilo, do ponto de vista econômico, com muita racionalidade. Mas, não se faz. Faz-se destruindo, e isso tem um custo ambiental e sobre todos os aspectos muito grande para o nosso país. Parabenizamos o Sr. Deputado Graciano Espíndula, que trouxe uma temática importante para o Espírito Santo, que já teve uma cobertura vegetal da mata atlântica imensa. Tem que haver esta preocupação na Ordem do Dia. Os Deputados que levantaram a questão do orçamento, como o Sr. Deputado Claudio Vereza,... Evidentemente que as questões ambientais não estão somente dentro do orçamento do meio ambiente. Nas ações da agricultura, na própria ação da educação, e vários tipos de ações, você vai buscando um conjunto de ação. O SR. RENATO DE JESUS – Agradeço a oportunidade de mostrar esse trabalho que a Vale faz. Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 E repito: a Vale esta aberta. É realmente uma mata aberta para o público. Esperamos junto com o Estado e com este Poder Legislativo contribuir. Muito obrigado! (Muito bem!) O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) – Registramos a presença do Sr. Orlando Eller, que também é da Companhia Vale do Rio Doce, e de todos aqueles que o acompanham. Solicito ao Sr. Deputado Graciano Espíndula que conduza o engenheiro Sr. Renato de Jesus e sua equipe até a saída deste Plenário. (Pausa) Passa-se à: ORDEM DO DIA: 1. Discussão única, em regime de urgência, do Projeto de Lei nº 328/2005, de autoria do Governador do Estado, abrindo crédito especial no valor de R$ 300.000,00 (trezentos mil reais), em favor da Secretaria de Estado de Desenvolvimento de Infra-Estrutura e dos Transportes, para interligação viária da Terceira Ponte com a Av. Carlos Lindenberg (Vala Bigossi). Publicado no DPL de 27.10.2005. (COMISSÃO DE FINANÇAS) 2. Votação adiada, com discussão encerrada, em 1º turno, da Proposta de Emenda Constitucional nº 04/2005, do Deputado Euclério Sampaio e outros, alterando a redação do § 4º do art. 66 da Constituição Estadual, determinando o escrutínio aberto para a votação do veto. Publicado no DPL de 14/04/2005. Parecer nº 199/2005, da Comissão de Justiça pela constitucionalidade, publicado no DPL 10.08.2005. Quorum para votação: 3/5(18 votos) – votação nominal. 3. Discussão prévia, do Projeto de Lei nº 195/2005, do Deputado Reginaldo Almeida, que dispõe sobre a restrição do acesso de determinadas páginas da Internet e fiscalização do e-mail do setor público. Publicado no DPL de 16.06.2005. Parecer nº 237/2005, da Comissão de Justiça, pela inconstitucionalidade, publicado no DPL de 27.10.2005. 4. Discussão prévia, do Projeto de Resolução nº 122/2005, da Deputada Mariazinha Vellozo Lucas, que fixa prazos para a realização de concurso público na Assembléia Legislativa. Publicado no DPL de 11.08.2005. Parecer nº 288/2005, da Comissão de Justiça, pela inconstitucionalidade, publicado no DPL de 27.10.2005. 5. Discussão prévia, do Projeto de Lei nº 224/2005, do Deputado Reginaldo Almeida, que dispõe sobre a obrigatoriedade das concessionárias de serviço público de telefone, energia elétrica, gás e água, instituições financeiras, administradoras Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 de cartões de crédito, de afinidade e de empresas correlatas a fornecerem contas e/ou correspondências impressas no Sistema Braile. Publicado no DPL de 04.08.2005. Parecer nº 287/2005, da Comissão de Justiça, pela inconstitucionalidade, publicado no DPL de 27.10.2005. 6. Discussão prévia, do Projeto de Lei nº 226/2005, do Deputado Paulo Foletto, que dispõe sobre a obrigatoriedade de informações em seus editais, pelas instituições de ensino superior, sobre o reconhecimento ou não por parte do Ministério da Educação, dos cursos para os quais os candidatos estarão concorrendo, quando da realização do vestibular. Publicado no DPL de 04.08.2005. Parecer nº 265/2005, da Comissão de Justiça, pela inconstitucionalidade, publicado no DPL de 27.10.2005. (Comparecem os Srs. Deputados Cabo Elson, Edson Vargas, Marcelo Santos e Marcos Gazzani) O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) – Discussão única, em regime de urgência, do Projeto de Lei nº 328/2005. Convoco a Comissão de Finanças, para que esta ofereça parecer oral à matéria. A SRA. BRICE BRAGATO – Sr. Presidente, pela ordem! Desculpe-nos, tínhamos que ter falado dez segundos antes. Sabemos que V.Exª combinou com o Presidente da Comissão de Finanças para pedir prazo regimental para a matéria, mas achamos muito arriscado. A matéria é muito complexa para ser analisada na segunda-feira. Se nós não ouvirmos o Secretário de Estado do Planejamento, que virá a esta Casa amanhã, a partir da oitiva de S.Exª, talvez tenhamos que rediscutir a matéria. E, com a matéria no prazo de ser votada pela Comissão de Finança na segunda-feira, não teremos muita opção. Requeiro que V.Exª baixe a matéria de pauta até ouvirmos o Secretário. Assim, avaliaríamos amanhã, no final do Grande Expediente, se a matéria volta à pauta imediatamente ou na segunda-feira para que possamos fazê-la tramitar normalmente. V.Exª conhece o assunto melhor do que nós e sabe a gravidade do que poderemos fazer neste Plenário. O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) – Fizemos o entendimento de que é fundamental a presença do Sr. Guilherme Dias e também do Sr. Carlos Hanna, que acompanhou todo o processo de discussão e estarão nesta Casa amanhã. Se sentirmos necessidade de mais esclarecimentos, temos instrumentos regimentais e mesmo de plenário para tentar adiar a votação. Diário do Poder Legislativo - 6954 A SRA. BRICE BRAGATO – Mas prevenir é melhor do que remediar. Isso a gente aprende lá na roça, com os mais antigos. Nosso requerimento é no sentido de que V.Exª previna. Remediar pode ficar mais difícil. O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) – Entendemos a preocupação de V.Exª, mas mantemos a palavra convocando a Comissão de Finanças. E, conforme combinado, esperaremos a vinda do Secretário do Planejamento para explanações. Convoco a Comissão de Finanças para que esta ofereça parecer oral à matéria. O SR. PRESIDENTE DA COMISSÃO – (EDSON VARGAS) - Convoco os membros da Comissão de Finanças, Srs. Deputados Jurandy Loureiro, Brice Bragato, Euclério Sampaio e Cláudio Thiago. Sr. Presidente, avoco a matéria para relatar e me prevaleço do prazo de até setenta e duas horas para oferecer parecer. O SR. PRESIDENTE COLNAGO) – É regimental. – (CÉSAR O SR. PRESIDENTE DA COMISSÃO – (EDSON VARGAS) – Devolvo a palavra à Mesa. O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) – Votação adiada, com discussão encerrada, em 1º turno, da Proposta de Emenda Constitucional nº 04/2005. O Presidente, de ofício, convida o Sr. 1º Secretário a proceder à chamada dos Srs. Deputados para efeito de verificação de quorum para votação. O SR. 1º SECRETÁRIO procede à chamada a que respondem os Srs. Brice Bragato, Carlos Casteglione, César Colnago, Cláudio Thiago, Claudio Vereza, Edson Vargas, Euclério Sampaio, Fátima Couzi, Heraldo Musso, Graciano Espíndula, Janete de Sá, Jurandy Loureiro, Luiz Carlos Moreira, Luzia Toledo, Marcelo Santos, Marcos Gazzani, Paulo Foletto, Robson Vaillant, Rudinho de Souza e Sueli Vidigal. (20) O SR. 1º SECRETÁRIO – (CLÁUDIO THIAGO) – Sr. Presidente, responderam à chamada vinte Srs. Deputados. 6955 – Diário do Poder Legislativo O SR. PRESIDENTE – (MARCELO SANTOS) – Há quorum para votação. Votação, em 1º turno, da Proposta de Emenda Constitucional nº 04/2005. O SR. ROBSON VAILLANT – Sr. Presidente, peço a palavra para encaminhar a votação na qualidade de Líder do PL. O SR. PRESIDENTE – (MARCELO SANTOS) – Concedo a palavra ao Sr. Deputado Robson Vaillant. O SR. ROBSON VAILLANT – (Sem revisão do orador) – Sr. Presidente, Srs. Deputados, Srªs. Deputadas, todos os presentes e os que nos acompanham pela TV Assembléia. A Proposta de Emenda Constitucional de autoria do Sr. Deputado Euclério Sampaio é um projeto gritantemente inconstitucional até pelo fato de ferir a Constituição Federal. Sr. Deputado Euclério Sampaio, o nosso voto é contra e V.Exª. sabe disso. Assinamos o projeto mas fere a Constituição Federal. Preferiríamos que todos os votos fossem abertos para que pudéssemos realmente mostrar à população os nossos pensamentos e externar o que queremos. O que nos faz assomar a esta tribuna é justamente para falar sobre a área da saúde e, especificamente, sobre o Secretário de Saúde, Sr. Anselmo Tose. O Sr. Secretário Anselmo Tose trabalhou conosco nesta Casa durante dois anos e alguns meses, pediu licença como deputado e se retirou para assumir como Secretário de Saúde. Pasmem, a forma como tem trabalhado o Secretário de Saúde, - temos certeza de que o nosso discurso chegará àquela secretaria - o Sr. Anselmo Tose. S.Exª. não está tendo respeito para com os Srs. Deputados deste Parlamento. Temos problemas quando a imprensa procura saber de cada um de nós parlamentares para onde destinaremos os recursos das emendas que apresentamos. Temos que nos virar e resolver o problema do Estado do Espírito Santo com, neste semestre, setecentos mil reais. Pegamos as emendas e começamos a distribuí-las aos municípios. Os prefeitos e vereadores conversam conosco e, claro, as distribuímos atendendo as bases segundo os nossos interesses políticos. Não adianta o deputado falar: ah, mandei para lá mas nem conheço. Não. O deputado manda para a sua base eleitoral e depois vai lá e faz o seu trabalho político. Ou, então, envia para aquela base que realmente já o apoiou, politicamente falando. Não é só no nosso caso como também no de outros Srs. Deputados desta Assembléia Legislativa. Encaminhamos, por meio da nossa emenda parlamentar, ao Município de Alegre, onde temos como inimigo político o prefeito, que disse até que Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 não havíamos enviado emenda para lá, uma ambulância. E o que aconteceu? O Secretário de Saúde fez um convênio com o prefeito de Alegre e mandou a ambulância para aquele município sem ao menos comunicar a este Deputado, autor da emenda que vez com que a ambulância chegasse ao Município de Alegre. O desrespeito é muito grande! O que vale as emendas que são liberadas para os parlamentares desta Casa? Defendemos o Sr. Governador Paulo Hartung quando o mesmo disponibilizou, e continua disponibilizando, para cada um dos Srs. Deputados a quantia de seiscentos, setecentos mil reais, e para alguns muito mais. Agora, alguns secretários do Governo Paulo Hartung têm deixado a desejar e têm agido de forma totalmente contrária ao que o Sr. Governador Paulo Hartung tem tratado conosco. Sr. Secretário Anselmo Tose, V.Exª. precisa ter mais respeito para com os parlamentares. Se a emenda foi de determinado Deputado, no mínimo, deveria ser comunicado para que possa, na hora da entrega da ambulância, ou seja lá o que for que a emenda determinar, estar ciente do benefício que levou para o município. O Sr. Secretário de Saúde Anselmo Tose deveria estar preocupado com os hospitais, que começaremos a citar agora. Estamos inclusive com algumas imagens preparadas para mostrar o caos em que se encontra a saúde do nosso Estado, o que faremos em outra oportunidade. (Muito bem!) O SR. EUCLÉRIO SAMPAIO – Sr. Presidente, pela ordem! Como autor da matéria peço a palavra para encaminhar a votação. O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) – Concedo a palavra ao Sr. Deputado Euclério Sampaio. O SR. EUCLÉRIO SAMPAIO – (Sem revisão do orador) – Sr. Presidente, Srs. Deputados, Srªs. Deputadas, servidores da Casa, funcionários da imprensa e demais pessoas que nos assistem, o Projeto de Emenda Constitucional nº04/2005, de nossa autoria, altera o § 4º, Artigo 66 da Constituição Estadual. Sr. Deputado Robson Vaillant, respeito o entendimento de V.Exª, mas informo-lhe que na data de hoje não votaremos se o projeto é constitucional ou inconstitucional, e sim o mérito. Esta Casa quer ter transparência ou não, quer se adequar ao que a população que nos enviou para este Poder quer ou não? A questão da constitucionalidade, Sr. Deputado Robson Vaillant, a matéria já passou pela Comissão de Justiça e na votação obteve um resultado de sete a zero, ou seja, à unanimidade. Dessa Comissão V.Exª. não faz parte, por isso não tem conhecimento do resultado. Mas respeito o Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 posicionamento de V.Exª, pois sei que para muitos dos Srs. Deputados, não é o caso de V.Exª, é difícil alguns posicionamentos. Às vezes o Deputado vota favorável a um determinado projeto para ficar bem perante o povo e depois, quando vem o veto do governador, para que seja mantido, o voto é secreto, naquela “portinha da covardia”. Aí, pode se esconder do povo. Isso ainda existe nesta Casa. É uma vergonha, mas infelizmente ainda existe. Em um município do nosso Estado, Vila Velha, lá não existe mais votação secreta para nada. Mas não estranharemos se essa emenda for derrubada, hoje, sobre o frágil argumento de que é inconstitucional. A fase para se saber se é ou não inconstitucional já foi ultrapassada. Seria mais elegante falar que é contra, que continuará se preservando atrás da “portinha da covardia”, se escondendo do povo, o que não é o caso do Sr. Deputado Robson Vaillant. Quero deixar claro que V.Exª. tem coragem, assume as suas posições. Está errado só quanto à questão da constitucionalidade, porque esta fase já foi exaurida. Cada um vota com a sua consciência, a decisão de V. Exªs. tem de ser respeitada como gosto que a minha também o seja. Hoje brinquei com o Sr. Deputado Luiz Carlos Moreira, que cabeça de advogado e médico é a mesma coisa, cada um pensa de uma maneira, cada um receita com um tratamento diferenciado. Vamos mudar esta Casa de uma vez por todas, vamos mostrar ao povo que realmente viemos aqui para mudar, e que todas as nossas atitudes sejam transparentes. Não devemos nos esconder sob um manto de que o projeto é inconstitucional porque já foi exaurida essa parte. Se assim não fosse, na Câmara Federal a eleição da Mesa Diretora é secreta e aqui é aberta, porque assim a sociedade exigiu, ela quer transparência. (Muito bem!) O SR. PRESIDENTE - (CÉSAR COLNAGO) – Quanto à Questão de Ordem do Sr. Deputado Rudinho de Souza, a nossa assessoria já a analisou, e passaremos a relatar o nosso posicionamento. “Trata-se de questão de ordem formulada pelo Deputado Estadual Rudinho de Souza, interposta perante esta Presidência com base nos artigos 14, § 3º, VI, “c”, Art. 55, §§ 1º e 2º da Constituição Federal, Art.53, Inciso V da Constituição Estadual; Art. 1º, 2º e 18 da Resolução 1.775 (Código de Ética e Decoro Parlamentar), sustentando, em síntese que: a época da suposta ocorrência dos fatos que lhe são imputados o representado, ora requerente, “era menor incapaz Diário do Poder Legislativo - 6956 e conseqüentemente inapto para o pleito eleitoral, não exercendo mandato de Deputado”; que o mandato parlamentar susceptível de perda é o atual, já que um fato pretérito não pode dar causa a perda de um mandato futuro”. Ao final, requer o representado seja “declarada a inaplicabilidade da Resolução 1.775/95 aos fatos ocorridos fora do mandato parlamentar, decidindo em ato contínuo pela EXLCUSÃO DO DEPUTADO RUDINHO DE SOUZA DA REFERIDA REPRESENTAÇÃO” A questão de ordem apresentada pelo representado Deputado Rudinho de Souza, configura um incidente processual cujos desdobramentos podem afetar diretamente a validade do procedimento jurídico em trâmite, relativamente ao requerente. De fato, a matéria suscitada na questão de ordem, é prejudicial à tramitação do feito e diretamente vinculada ao próprio mérito, posto que seu eventual acolhimento implicaria na extinção do processo em relação ao representado requerente. A admissibilidade ou inadmissibilidade da possibilidade jurídica de que o requerente seja processado em relação aos fatos mencionados vincula-se, necessariamente, AO MÉRITO, impondo-se em conseqüência o exame das provas que foram requisitadas a receita federal e ao MP Federal, e que chegaram a esta casa no dia de ontem. Como é sabido, toda a decisão administrativa, mormente aquelas proferidas no âmbito do processo administrativo de cunho sancionatório devem ser motivadas sob pena de nulidade, consoante preconiza a Constituição no Art. 93, Incisos IX e X. A observância deste preceito constitucional, obviamente, não se limita à fase final do processo, isto é ao seu relatório conclusivo. Com efeito, por se tratar de uma garantia constitucional que permite às partes, aos litigantes e à sociedade o conhecimento das razões que motivam as decisões da autoridade 6957 – Diário do Poder Legislativo ensejando que possam ser objeto de controle, também são aplicáveis as decisões sobre incidentes, ou questões de ordem no curso do processo. Assim, na qualidade de Presidente deste Poder não posso e nem pretendo me esquivar do dever legal que é indeclinável de decidir a questão de ordem que foi apresentada, sob pena de abdicação indevida das responsabilidades que a lei me atribui e das responsabilidades ética e social que envolvem o processo. Muito embora alegue o requerente que a dúvida suscitada na presente questão de ordem verse sobre questões jurídicas de interpretação e aplicação de normas constitucionais e regimentais, é inegável que a sua apreciação envolve, necessariamente, o exame das provas, inclusive para análise e verificação fundamentada da procedência ou improcedência dos fatos e alegações referentes à época de ocorrência dos supostos atos delituosos que teriam sido praticados pelo representado consoante narrados na Representação. Ora, a autoridade quando decide que deve fazê-lo com base em elementos de fato e de direito, consistentes que possam fundamentar seu ato. A matéria suscitada na questão de ordem é complexa e, mais: seus efeitos implicarão na prática, na possibilidade ou impossibilidade de prosseguimento de processo em relação ao Deputado requerente. Não se desconhece, também a natural e legítima expectativa da sociedade quanto ao isento e regular encaminhamento do processo em que serão julgados cinco Deputados Estaduais. Como se vê, a questão de ordem formulada, por todos os títulos merece detida e cautelosa apreciação, à luz de todos os elementos de prova que serão trazidos para o processo. Não se justificaria, portanto, uma decisão açodada, sem qualquer exame das provas que serão oportunamente examinadas. Afinal, esta Presidência não poderá, no futuro, se eximir da responsabilidade por uma decisão equivocada e eventualmente Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 prejudicial ao próprio procedimento em curso ou, ao suposto direito do acusado, sob alegação de insuficientes elementos de convicção para decidir. Atuando sem favoritismo ou liberalidade, é dever da Corregedoria examinar os elementos ora apresentados pelo Representado em conjunto com os fatos que a circundam e envolvem. Assim, a análise relativa da data da suposta prática do ato inquinado como violador do decoro parlamentar precisa ser cotejado com prova documental que, segundo relata a própria Representação, teria sido praticado no ano de 1999. A Presidência, evidentemente, não pode fundamentar suas decisões apenas nas declarações dos envolvidos, especialmente quando as versões revelam-se antagônicas. Ademais, é publico e notório, segundo noticia a imprensa, que a longa e minuciosa investigação realizada pela Receita Federal abrange um volume expressivo de informações que não podem ser relegadas pela Corregedoria. Tratase, segundo se noticia de estudos técnicos, que ao serem examinados pela Corregedoria, certamente, vão compor um importante acervo de provas para a formação do julgamento dos integrantes do órgão. Em suma, não vislumbro nesta fase em que os documentos requisitados sequer foram examinados, fundamentos para atendimento do pedido de exclusão formulado pelo Deputado Rudinho de Souza. Sendo assim, e resguardando a necessidade de exame dos fatos alegados com as provas requisitadas a Receita Federal e ao Ministério Público Federal, considero precipitado e inoportuno o deferimento da questão de ordem. Somente na fase de oferecimento da defesa, à luz das provas documentais e da minuciosa análise das alegações apresentadas poderá a Corregedoria, com a devida fundamentação, apreciar a matéria ora suscitada na presente questão de ordem. Isto posto, com amparo nas razões expendidas, conheço da questão da ordem, e lhe nego Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 provimento, indeferindo assim o pedido do Deputado representado de ser excluído da representação, bem como o de ser subtraído da incidência das normas legais previstas na Resolução nº 1.775 (Código de Ética e Decoro Parlamentar). Deputado César Colnago Presidente” Essa é a minha resposta à Questão de Ordem. Indeferido. (Pausa) O SR. RUDINHO DE SOUZA – Sr. Presidente, pela ordem! O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) – Concedo a palavra ao Sr. Deputado Rudinho de Souza O SR. RUDINHO DE SOUZA – Sr. Presidente, nos temos do artigo 133 §12, do Regimento Interno recorro com efeito suspensivo da decisão de V. Exa. para o Plenário ouvir a Comissão de Justiça. O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) – Nos termos desse Parágrafo, recebo, defiro e baseado no parágrafo 12, Sr. Deputado Rudinho de Souza, informo que será feito o encaminhamento sem o efeito suspensivo. À Comissão de Justiça para analisar a Questão de Ordem. O SR. RUDINHO DE SOUZA – Obrigado, Sr. Presidente. O SR. MARCELO SANTOS – Sr. Presidente, peço a palavra para encaminhar a votação. À Comissão de Justiça para analisar a Questão de Ordem. (Pausa) O SR. RUDINHO DE SOUZA – Obrigado, Sr. Presidente. O SR. MARCELO SANTOS – Sr. Presidente, peço a palavra para encaminhar a votação. O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) – Concedo a palavra ao Sr. Deputado Marcelo Santos. O SR. MARCELO SANTOS – (Sem revisão do orador) – Sr. Presidente, Sr.ªs Deputadas e Srs. Deputados, estamos no processo de votação da Proposta de Emenda Constitucional nº 04/2005, de autoria do Sr. Deputado Euclério Sampaio. A nossa Diário do Poder Legislativo - 6958 posição - e temos certeza que a dos demais membros do PTB - é da forma mais legal possível e constitucional, ou seja, é assim que nos posicionaremos no momento da votação. Hoje houve uma solenidade à tarde no Palácio Anchieta para a assinatura dos convênios de cooperação técnica/financeira entre o Governo do Estado e as Prefeituras Municipais da Grande Vitória. O Prefeito do Município de Vila Velha não esteve presente. Contamos com a presença do Prefeito da Capital e com os Prefeitos dos Municípios da Serra, Viana e Cariacica. Agradecemos ao Sr. Governador Paulo Hartung por ter atendido a uma antiga solicitação nossa feita em reuniões no Palácio Anchieta com S.Exª, líderes comunitários, empresários e membros do Parlamento do Município de Cariacica, que visa à pavimentação da avenida principal da Grande Nova Rosa da Penha, que tem uma extensão aproximada de dois quilômetros e seiscentos metros. Essa conversa foi-se alongando e criou-se na comunidade uma grande expectativa. Hoje o Governador do Estado, Sr. Paulo Hartung, anunciou que pavimentará a avenida principal que liga o bairro Nova Rosa da Penha I a Nova Rosa da Penha II, uma avenida de vital importância para aquela região e para um conglomerado de bairros que compõem a Grande Nova Rosa da Penha que somam mais de setenta mil moradores. Agradecemos ao Sr. Governador Paulo Hartung em nome da população de Cariacica, em especial dos moradores da região da Grande Nova Rosa da Penha, que devem estar nos assistindo, assim como o líder João Batista de Nova Rosa da Penha, Pastor Izac, e muitos outros líderes. Devemos comemorar pois esse é um fato histórico através do Estado em nosso município. Agradecemos mais uma vez ao Sr. Governador Paulo Hartung por uma outra luta que teve início na administração passada, quando abríamos uma avenida e sonhávamos com ela para desafogar o trânsito da Grande Campo Grande, facilitando o acesso ao Município de Vila Velha, principalmente, e a uma outra região do Município de Cariacica. Colocamos o projeto no papel e o apresentamos ao Estado que começou a estudá-lo. Hoje, nessa solenidade, o Governador Paulo Hartung anunciou também, a meu pedido, a pavimentação da Avenida Alice Coutinho Santos, nome de minha mãe que, infelizmente, já não está mais em nosso meio. Esta avenida liga a Câmara Municipal de Cariacica, que fica na BR-262, ao trevo do Bairro Maracanã, onde haverá uma avenida com aproximadamente vinte metros de largura, obra a ser executada pelo Governo do Estado e que beneficiará a Cariacica inteira. Sr. Deputado Cláudio Thiago, Líder do Governo nesta Casa, mais uma vez em nome do povo de Cariacica, agradecemos ao Sr. Governador Paulo Hartung por ter atendido a nossa solicitação que começou desde quando chegamos nesta Assembléia 6959 – Diário do Poder Legislativo Legislativa. Após discussões, elaborações de projetos, idas e vindas ao Palácio Anchieta e à Secretaria de Transportes, conseguimos hoje, anunciado pelo Sr. Governador Paulo Hartung, na presença de diversas lideranças de diversos municípios, na presença de diversos prefeitos, a autorização para que a Secretária Rita Camata inicie o processo de licitação para a pavimentação da Avenida Alice Coutinho Santos, que liga a Rodovia BR-262, na Câmara Municipal de Cariacica, em Vera Cruz, até o trevo do Bairro Maracanã, que liga Maracanã, Bela Aurora, Rio Marinho e Castelo Branco. Parabenizamos toda a equipe do Governo, a Secretaria de Estado dos Transportes, a Ceturb, o Dertes e todos que se empenharam na elaboração do Plano Transcol III, que beneficiará diversos municípios. O Município de Cariacica terá um terminal no Bairro Jardim América, além de diversas obras de pavimentação incluídas no projeto Transcol III, através de financiamento do Bandes e de recursos do próprio Governo. Agradecemos o Governo do Estado em nome do povo de Cariacica, que tem recebido obras. Aguardamos muito mais obras e benefícios. Elaboraremos emendas para o orçamento do exercício 2006 e solicitamos aos Srs. Deputados que também destinem algumas emendas com recursos para a nossa Cariacica, observado os critérios, e que possamos corrigir as distorções da peça orçamentária que já chegou neste Poder, que está sendo analisada pela Comissão de Finanças e também pelo Plenário desta Casa, que é soberano. (Muito bem!) A SRA. BRICE BRAGATO - Sr. Presidente, na qualidade de Líder do PSOL, peço a palavra para encaminhar a votação. O SR. PRESIDENTE - (CESAR COLNAGO) - Concedo a palavra à Sr.ª Deputada Brice Bragato. A SRA. BRICE BRAGATO – (Sem revisão da oradora) - Sr. Presidente, Srs. Deputados e Srªs Deputadas, primeiro esclarecer que estamos encaminhando votação, não declarando voto como disse o Sr. Deputado Marcelo Santos. Em segundo lugar, o quorum para votação da emenda, que é de três quintos, dezoitos votos favoráveis para a aprovação, está começando a ficar comprometido. Sabemos que o assunto não é muito simples, mas votaremos contrária à emenda de autoria do Sr. Deputado Euclério Sampaio, embora tenha levantado a diferença da Constituição Estadual e Federal em relação ao voto para eleição da Mesa-Diretora, que instituímos o voto aberto na Assembléia Legislativa. Extremamente simbólica essa decisão de instituir o voto aberto na Assembléia Legislativa, na era pós- Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 Gratz. Achamos que teve muito mais o sentido de marcar o final de um tempo do que cumprir uma regra constitucional até para emendar a Constituição. Somos adepta ao princípio da simetria das formas. Achamos que a Constituição Estadual deve acompanhar a forma da Constituição Federal, cujo voto para apreciação de veto é secreto. Mas não propomos a mudança da nossa Constituição em relação à questão da eleição da Mesa, porque para este caso, especificamente, fazemos uma concessão ao princípio da simetria das formas, não o exigindo, já que a simbologia é muito mais importante. O sinal do voto aberto para presidente nesta Assembléia Legislativa tem um sentido político, social muito mais importante do que o princípio das constituições serem iguais, de que a Constituição Estadual tenha que acompanhar a Constituição Federal. Queremos comentar as falas da socióloga Glória Diógenes no debate de ontem, do “Pacto pela Paz”, e parabenizar o Presidente desta Casa de Leis, Sr. Deputado César Colnago, pela escolha da palestrante. O jornal “A Gazeta” de hoje traz uma síntese da fala da Srª Glória Diógenes, que começou perguntando: “não seria a violência uma resposta sangrenta à indiferença a que são relegados os jovens da periferia?” Adiante afirma que a juventude é vitrine das tensões sociais nesse final de século e que a maioria dos jovens está relegada às sombras da periferia. “Ele explode em violência para ser visto, ser notado. É uma forma às avessas de inclusão social”. Chamamos a atenção dos que nos ouvem, dos que nos assistem para os fatos que ocorrem há cerca de uma semana na França, que começaram na periferia e se estenderam até o centro de Paris. Fatos de violência protagonizados pela juventude da periferia, juventude filhos de imigrantes, a juventude negra, a juventude desempregada, excluída, rejeitada dentro dos padrões franceses e europeus de vivência. O medo é que essa violência urbana se alastre para toda a Europa. Não temos muito tempo para discorrer sobre o assunto, devido ao tempo regimental, mas 3,5 mil veículos foram queimados nos últimos dias. Esse número foi apresentado ontem, mas hoje já deve ser maior. Uma fábrica de bombas caseiras com cento e cinqüenta explosivos foi encontrada em uma região. Já houve ataques a escolas, centros sociais, sedes da polícia, pessoas hospitalizadas, uma pessoa morreu na tarde de ontem. Há bombas em creches, lojas, ginásios, bibliotecas, enfim, o conflito está sendo disseminado. Há saídas desde a proposição do estado de sítio até as propostas da oposição de enfrentamento dos problemas sociais que causam tais conflitos. Esperamos que as lições da França sejam entendidas pelo Brasil e pelo Espírito Santo para que a nossa juventude não copie aquela experiência. Mas se os governos não fizerem a juventude o fará. Até Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 porque ela é protagonista e ousada, e será muito lamentável se o poder público não se antecipar. (Muito bem!) O SR. CLAUDIO VEREZA - Sr. Presidente, na qualidade de Líder do PT, peço a palavra para encaminhar votação. O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) - Concedo a palavra ao Sr. Deputado Claudio Vereza. O SR. CLAUDIO VEREZA – (Sem revisão do orador) - Sr. Presidente, Sras. Deputadas e Srs. Deputados, declararemos o nosso voto sobre a emenda constitucional de iniciativa do Sr. Deputado Euclério Sampaio e outros Deputados, que visa eliminar a apreciação de vetos na Casa por escrutínio secreto, transformando esse voto em voto aberto. Já houve uma alteração da Constituição nesse sentido na Casa, no mandato anterior, e essa decisão foi revertida já que no Congresso Nacional a apreciação de vetos é por voto secreto. Não temos como alterar o modelo de votação de vetos no Brasil enquanto o Congresso Nacional não alterá-lo. Por simetria das formas devemos manter a apreciação de vetos por voto secreto. Dessa forma teremos que votar contra a emenda constitucional de autoria do Sr. Deputado Euclério Sampaio. Gostaríamos também que essa votação pudesse ser aberta. Aliás, todas as votações da Casa, não apenas a de veto. Lamentavelmente, neste caso, temos que seguir os ditames da Constituição Federal e do Congresso Nacional. Aproveitamos esse tempo para parabenizar o Prefeito Helder Salomão que na semana passada, indiretamente, teve uma vitória importante. A empresa Multilifit, que faz embarques de açúcar no Porto de Vitória, mas com retroárea em Cariacica. Porto de Santana, anunciou investimentos da ordem de três milhões de reais para ampliar a área do terminal retroportuário que já existe em Cariacica, no Bairro Porto Santana. Até o próximo ano o terminal deverá ter uma área de dez mil metros quadrados de armazéns operando em Cariacica e trazendo cerca de quarenta empregos diretos e cento e vinte empregos indiretos, o que contribui para o bom desenvolvimento de Cariacica e para a melhoria da qualidade de vida de famílias que moram naquele Município tão discriminado no desenvolvimento capixaba. Temos que louvar novos investimentos naquele Município, parabenizar e incentivar. O terminal retroportuário é a instalação situada na área contínua a do porto organizado ou instalação portuária e está localizado no perímetro de cinco quilômetros dos limites da zona primária do porto, onde são realizadas as operações sobre controle aduaneiro com cargas de importação e exportação. Diário do Poder Legislativo - 6960 Parabéns Prefeito Helder Salomão por mais esse investimento que agrega receita e qualidade de vida para uma quantidade grande de moradores daquele Município. Congratulamo-nos também com o movimento de deputados federais no sentido de extinguirem a cobrança da taxa de marinha e do laudêmio dos chamados terrenos de marinha no Brasil inteiro. Essa é uma iniciativa que pode resolver de uma vez por todas essa agonia de moradores dos Municípios de Vitória, Vila Velha, Cariacica, Guarapari e de tantos outros que ainda têm esse mecanismo antiquíssimo, do tempo do império, e que não faz mais sentido na realidade brasileira. Naquela época havia necessidade de proteção de nosso litoral, tanto do ponto de vista ambiental quanto do ponto de vista da defesa de nosso território. Mas hoje não faz mais sentido e parabenizamos a Bancada Federal por estar trabalhando pela aprovação da emenda constitucional nº 603/1998, que prevê o fim dos terrenos de marinha e por conseqüência da cobrança da taxa de marinha e do laudêmio cobrado absurdamente da população que mora nessas regiões. (Muito bem!) O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) – Faremos um pequeno comentário a respeito a fala da Sra. Deputada Brice Bragato. Vejam como esse fenômeno da França tem tudo a ver com a discussão que estamos fazendo no “Pacto Pela Paz”, exclusão, negros... A SRA. BRICE BRAGATO - Cujo seminário será nos dias 22 e 23... O SR. PRESIDENTE – COLNAGO) – Não seria dias 21 e 22? (CÉSAR A SRA. BRICE BRAGATO - 22 e 23, segundo o jornal e o que V.Exª falou ontem no Centro de Convenções. O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) – Mas voltando à manchete do jornal: famílias desestruturadas, sem emprego, sem cidadania se rebelam. Uma última notícia, na Alemanha e em Bruxelas ontem ocorreram vários casos de carros queimados. Não está só na França, que evidentemente tem cinco milhões de imigrantes do qual três milhões e meio são descendentes, são franceses. Não resolveram em trinta ou quarenta anos a questão da inclusão da cidadania dessa população. O nosso caso é mais grave porque é histórico. Os problemas sociais históricos deste País são grandes. A população abandonada, subcidadã ou não cidadã. A SRA. BRICE BRAGATO – Lembrei-me do livro do companheiro petista, Gilney Miranda, “A Revolta dos Bagrinhos”. Os bagrinhos são os 6961 – Diário do Poder Legislativo pequenos, mas quando se revoltam enfrentam os tubarões. São pequenos mas são muitos. Imagine quando os bagrinhos se rebelam. É isso o que está acontecendo na França. E é um barril de pólvora que pode explodir a qualquer momento. O SR. CLAUDIO VEREZA - Sr. Presidente, pela ordem! Gostaríamos de fazer um breve comentário, embora o tema mereça um debate mais longo. Mas o interessante é o alvo dos jovens franceses: automóveis. Quer símbolo mais forte do capitalismo dominante no mundo inteiro hoje do que o automóvel, do que a indústria automobilística. Talvez, nem racionalmente isso seja escolhido, mas os jovens escolhem um símbolo do capitalismo neoliberal dominante no mundo inteiro, o automóvel. E aí independe se esse automóvel é do Estado ou de particulares. Os jovens querem mostrar que nesse modelo econômico estão completamente excluídos e isso é inadmissível A SRA. BRICE BRAGATO - Sr. Deputado Claudio Vereza, mais um comentário feito ontem pela debatedora antropóloga, Srª. Glória Diógenes: o fogo é para clarear, é para mostrar a insatisfação, é o grito de querer dizer nós estamos aqui. É a chama. A chama acesa todo mundo é obrigado a ver. E mostra que esses jovens estão clamando por alguma coisa. Então, na simbologia da Srª. Glória Diógenes incendiar os carros é para clarear, mostrar, chamar atenção. Impressionante. O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) - A Srª. Glória Diógenes até faz uma metáfora. Na verdade, quando você está alegre ou quando você, por alguma razão, quer mostrar que você está ali, você solta folgos, clareia. Mostra que você está ali. Na verdade, essa coisa do fogo é um pouco dessa simbologia, até muitas vezes inconsciente ou subjetiva de que estamos aqui. E estávamos no subterrâneo. A SRA. LUZIA TOLEDO - É exatamente isso. Queremos falar do simbologismo. Quando você passa por uma estrada e vê a mata pegando fogo, você fica triste; quando você está numa festa de final de ano e vê os fogos pipocando, você fica feliz. Estamos vendo que são os jovens da Europa, porque já chegou na Alemanha, na Bélgica, não está só mais na França, não está só em Paris. E, sinceramente, não temos a formação, a informação que tem o europeu. Temos uma situação histórica de família, dos nossos jovens, da exclusão mesmo. Parabenizamos o Presidente César Colnago e queremos saber se o seminário ocorrerá dia 21 e 22. Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 seminário e usamos dia 21. Vamos consultar a nossa assessoria. É importante porque nesse dia teremos o debate de todas as proposições e, principalmente, a pesquisa realizada pela FDV no Estado e a pesquisa realizada pelo Sr. Luiz Eduardo Soares e a equipe no Brasil de experiências no campo da abrangência do combate à violência, das questões ligadas a pais e também a questões ligadas à segurança. As mais diversas experiências serão apresentadas nesses dois dias para que possamos ter elementos práticos de encaminhamento no dia do seminário. A SRA. BRICE BRAGATO - Sr. Presidente, pela ordem! Requeiro a V.Exª verificação de quorum para efeito de votação e sustentação da sessão. O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) – Defiro o requerimento de V.Exª. Convido o Sr. 1º Secretário a proceder à chamada dos Srs. Deputados para efeito de verificação de quorum. O SR. lº SECRETÁRIO procede à chamada a que respondem os Srs. Brice Bragato, César Colnago, Cláudio Thiago, Claudio Vereza, Edson Vargas, Euclério Sampaio, Heraldo Musso, Luzia Toledo e Sueli Vidigal. (09) O SR. 1° SECRETÁRIO – (CLÁUDIO THIAGO) – Sr. Presidente, responderam à chamada nove Srs. Deputados. O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLNAGO) – Não há quorum para manutenção da sessão, pelo que vou encerrá-la. Antes, porém, convoco os Srs. Deputados para a próxima, ordinária, e para qual designo: EXPEDIENTE: O que ocorrer. ORDEM DO DIA: Discussão única, em regime de urgência, do Projeto de Lei n.º 328/2005. Votação adiada, com discussão encerrada, em 1º turno, da Proposta de Emenda Constitucional n.º 04/2005. Discussão prévia, do Projeto de Lei n.º 195/2005, do Projeto de Resolução n.º 122/2005 e de Lei n.ºs 224/2005 e 226/2005. Está encerrada a sessão. O SR. PRESIDENTE – (CÉSAR COLANGO) - Ficamos na dúvida. Hoje fizemos com os parceiros o convite para a abertura do Encerra-se a sessão às dezessete horas e trinta minutos. Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 PUBLICAÇÃO AUTORIZADA MENSAGEM Nº 238/2005 Diário do Poder Legislativo - 1 CRÉDITO SUPLEMENTAR – ANEXO I - SUPLEMENTAÇÃO R$ 1,00 CÓDIGO 03.000 ESPECIFICAÇÃO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO 03.901 FUNDO ESPECIAL DO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO 0206101431.031 PROVER DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS PERMANENTES AS INSTALAÇÕES FÍSICAS FORENSES Equipamentos e 4.4.90.52.00 material permanente GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO GABINETE DO GOVERNADOR Vitória, 07 de novembro de 2005. Senhor Presidente, Encaminho à apreciação dessa Assembléia Legislativa o anexo Projeto de Lei em que solicito autorização para abertura de Crédito Suplementar, em virtude de superávit financeiro apurado no balanço patrimonial do exercício de 2004 do Fundo Especial do Poder Judiciário do Estado do Espírito Santo, no valor de R$ 1.900.000,00 (Hum milhão e novecentos mil reais), em favor do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, visando atender despesas com aquisição de equipamentos e materiais permanentes e ampliação e reforma em Fóruns e outras instalações do Poder Judiciário, conforme Anexo I do Projeto de Lei. Desta forma, Senhor Presidente e Senhores Deputados, solicito a aprovação do incluso Projeto de Lei que permitirá a adequação do orçamento vigente às necessidades da Administração Pública Estadual. Renovo a Vossa Excelência e aos seus ilustres Pares os meus protestos de estima e consideração. Atenciosamente, PAULO CESAR HARTUNG GOMES Governador do Estado PROJETO DE LEI Nº 352/2005 Abre o Crédito Suplementar no valor de R$ 1.900.000,00 (Hum milhão e novecentos mil reais), para o fim que especifica. Art. 1º Fica aberto o Crédito Suplementar no valor de R$ 1.900.000,00 (Hum milhão e novecentos mil reais), conforme Anexo I. Art. 2º Os recursos necessários à execução do disposto no Artigo anterior, serão provenientes do superávit financeiro apurado no balanço patrimonial do exercício de 2004 do Fundo Especial do Poder Judiciário do Estado do Espírito Santo. Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 0206101431.032 NATUREZA F VALOR 0271 400.000 0271 1.400.000 4.4.90.51.00 0271 TOTAL 100.000 1.900.000 AMPLIAÇÃO E REFORMA EM FÓRUNS E OUTRAS INSTALAÇÕES DO PODER JUDICIÁRIO Outros serviços de terceiros – pessoa jurídica Obras e instalações 3.3.90.39.00 MENSAGEM N º 239/2005 GOVERNO DO ESTADO DO SANTO GABINETE DO GOVERNADOR ESPÍRITO Vitória, 08 de novembro de 2005. Senhor Presidente: Submeto à elevada apreciação dessa Assembléia Legislativa o anexo Projeto de Lei em que solicito a abertura de Crédito Suplementar no valor de R$ 370.000,00 (Trezentos e setenta mil reais), em favor da Secretaria de Estado da Cultura e da Secretaria de Estado do Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social, visando o atendimento de despesa com transferência de Subvenções Sociais e Auxílios a Entidades, conforme Anexo I do Projeto de Lei. Os recursos necessários à execução do referido Crédito Suplementar serão provenientes de anulações parciais de dotações orçamentárias constante dos Programas de Trabalho da Secretaria de Estado de Economia e Planejamento, Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aqüicultura e Pesca, Secretaria de Estado de Esportes e Lazer, Secretaria de Estado da Cultura, Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Secretaria de Estado da Educação, Secretaria de Estado da Saúde, Secretaria de Estado da Justiça e Secretaria de Estado do Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social, conforme Anexo II do Projeto de Lei. O presente Projeto de Lei visa ainda alterar o Anexo V da Lei Orçamentária Anual Nº 7.969, de 17 de janeiro de 2005 conforme discriminado: 2 – Diário do Poder Legislativo • Inclusão no Anexo V da Lei Orçamentária nº 7.969, de 17 de janeiro de 2005 do Quadro Demonstrativo de Auxílios da Secretaria de Estado da Cultura – Administração Direta com as Entidades constantes do Anexo III do Projeto de Lei; • Inclusão no Anexo V da Lei Orçamentária nº 7.969, de 17 de janeiro de 2005 no Quadro Demonstrativo de Subvenções Sociais da Secretaria de Estado do Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social – Fundo Estadual de Assistência Social das Entidades constantes do Anexo IV do Projeto de Lei; • Inclusão no Anexo V da Lei Orçamentária nº 7.969, de 17 de janeiro de 2005 no Quadro Demonstrativo de Auxílios da Secretaria de Estado do Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social – Fundo Estadual de Assistência Social das Entidades constantes do Anexo V do Projeto de Lei; Desta forma, Senhor Presidente e Senhores Deputados, solicito a aprovação do incluso Projeto de Lei que permitirá a adequação do Orçamento vigente às necessidades da Administração Pública Estadual. Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 Quadro Demonstrativo de Auxílios da Secretaria de Estado da Cultura – Administração Direta com as Entidades constantes do Anexo III desta lei. Art. 4º Fica incluído no Anexo V da Lei Orçamentária nº 7.969, de 17 de janeiro de 2005 no Quadro Demonstrativo de Subvenções Sociais da Secretaria de Estado do Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social – Fundo Estadual de Assistência Social as Entidades constantes do Anexo IV desta lei. Art. 5º Fica incluído no Anexo V da Lei Orçamentária nº 7.969, de 17 de janeiro de 2005 no Quadro Demonstrativo de Auxílios da Secretaria de Estado do Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social – Fundo Estadual de Assistência Social as Entidades constantes do Anexo V desta lei. Art. 6º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação CRÉDITO SUPLEMENTAR – ANEXO I – SUPLEMENTAÇÃO R$ 1,00 CÓDIGO 40.000 40.101 1339201162.604 Art. 1º Fica aberto o Crédito Suplementar no valor de R$ 370.000,00 (Trezentos e setenta mil reais), em favor da Secretaria de Estado da Cultura e da Secretaria de Estado do Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social para atender a programação constante do Anexo I desta lei. Art. 2º Os recursos necessários à execução do disposto no artigo 1°, serão provenientes de anulações parciais de dotações orçamentárias, indicadas no Anexo II desta lei Art. 3º Fica incluído no Anexo V da Lei Orçamentária nº 7.969, de 17 de janeiro de 2005 o F 4.4.50.42.00 . 0101 40.000 4.4.50.42.00 0101 15.000 3.3.50.43.00 4.4.50.42.00 0101 0101 10.000 170.000 SER DIFERENTE É DIREITO Despesas com subvenções sociais e 3.3.50.43.00 auxílios 4.4.50.42.00 0101 0101 40.000 95.000 SECRETARIA DE ESTADO DO TRABALHO, ASSISTÊNCIA DESENVOLVIMEN TO SOCIAL 47.101 ADMINISTRAÇÃO DIRETA CAPACITAÇÃO PARA IMPLEMENTAÇÃO E FORTALECIMENTO DOS CONSELHOS E COMISSÕES EM NÍVEL ESTADUAL E MUNICIPAL NA ÁREA DO TRABALHO E RENDA E DESENVOLVIMENT O SOCIAL 1112801394.889 Despesas com auxílios 47.901 FUNDO ESTADUAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL 0824300162.893 PROTEÇÃO SOCIAL ÀS CRIANÇAS E ADOLESCENTES Despesas com subvenções sociais e auxílios 084200162.895 VALOR SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA ADMINISTRAÇÃO DIRETA FOMENTO E CAPACITAÇÃO DE PRODUTORES E AGENTES CULTURAIS 47.000 PAULO CESAR HARTUNG GOMES Governador do Estado Abre o Crédito Suplementar no valor de R$ 370.000,00 (Trezentos e setenta mil reais) e inclui Entidades no Anexo V da Lei Orçamentária nº 7.969, de 17 de janeiro de 2005, conforme Anexos III, IV, V, para o fim que especifica. NATUREZA Despesas com auxílios Atenciosamente PROJETO DE LEI Nº 359/2005 ESPECIFICAÇÃO TOTAL 370.000 Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 Diário do Poder Legislativo - 3 CRÉDITO SUPLEMENTAR – ANEXO II – ANULAÇÃO R$ 1,00 CÓDIGO 27.000 27.000 O41220431.127 31.000 ESPECIFICAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO E OPERACIONALIZAÇ ÃO DA UNIDADE ESTADUAL PARA EXECUÇÃO DO PNAGE 2054101401.493 MELHORIA E CONSERVAÇÃO DE ESTRADAS RURAIS 39.000 SECRETARIA DE ESTADO DE ESPORTES E LAZER 39.101 ADMINISTRAÇÃO DIRETA 2781201411.664 PROMOÇÃO E APOIO AOS ESPORTES COMUNITÁRIOS E 40.000 SECRETARIA ESTADO CULTURA 40.101 ADMINISTRAÇÃO DIRETA 1339102941600 IDENTIFICAR, PRESERVAR E RECUPERAR O PATRIMÔNIO CULTURAL DO ESPÍRITO SANTO FOMENTO CAPACITAÇÃO PRODUTORES AGENTES CULTURAIS 3.3.90.30.00 3.3.90.36.00 4.4.90.5200 2101 2101 2101 16.130 19.000 18.160 FUNDO DE DEFESA E DESENVOLVIMENT O DO MEIO AMBIENTE 1854100931.651 IMPLEMENTAÇÃO DE PROJETOS PILOTOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL 0101 0101 10.000 10.000 4.4.40.42.00 0101 ADMINISTRAÇÃO DIRETA 1236701882.695 MANUTENÇÃO DA REDE ESCOLAR DE EDUCAÇÃO DE APOIO FINANCEIRO AOS MUNICÍPIOS PARA PROJETO DE REESTRUTURAÇÃO NA REDE DE SERVIÇOS DE SAÚDE 46.000 SECRETARIA ESTADO JUSTIÇA 46.902 FUNDO PARA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA 0824300921.867 AMPLIAÇÃO E/OU REORDENAMENTO DA REDE GOVERNAMENTAL E NÃO GOVERNAMENTAL DE PROTEÇÃO SOCIAL Á CRIANÇA E AO ADOLESCENTE 4.4.40.42.00 0104 20.000 3.3.50.43.00 4.4.50.42.00 0101 0101 40.000 10.000 4.4.90.51.00 3101 31.710 4.4.90.51.00 TOTAL 0101 10.000 370.000 DE DA 47.000 SECRETARIA DE ESTADO DO TRABALHO, ASSISTÊNCIA E DESENVOLVIMEN TO SOCIAL 47.101 ADMINISTRAÇÃO DIRETA 0845101101.880 DESENVOLVIMENTO HUMANO E URBANO 47.901 FUNDO ESTADUAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL 0824400161.891 CENTROS ATENDIMENTO FAMÍLIACONSTRUÍDO EQUIPADO DE À E 140.000 ANEXO III 0101 20.000 QUADRO DEMONSTRATIVO DE AUXÍLIOS Exercício de 2005 ÓRGÃO: SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA UNIDADE ORÇAMENTÁRIA: ADMINISTRAÇÃO DIRETA INCLUSÃO DE ENTIDADE 4.4.40.42.00 0101 10.000 DE DA 42.101 SECRETARIA 3.3.40.39.00 4.4.40.42.00 41.901 SECRETARIA ESTADO EDUCAÇÃO 4.4.40.42.00 E DE E SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS 44.901 1030203371.583 DE DA 41.000 44.000 VALOR SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA, ABASTECIMENTO, AQÜICULTURA E PESCA ADMINISTRAÇÃO DIRETA 42.000 F SECRETARIA DE ESTADO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ADMINISTRAÇÃO DIRETA 31.101 1339201162.604 NATUREZ A ESTADO DA SAÚDE FUNDO ESTADUAL DE SAÚDE FUNDO ESTADUAL DE SAÚDE 3.3.50.43.00 4.4.50.42.00 0102 0102 10.000 5.000 Nº DE ENTIDADES A SEREM ORDEM BENEFICIADAS ASSOCIAÇÃO CULTURAL E 01 RECREATIVA DE BELÉM ASSOCIAÇÃO ESTADUAL DA 02 CULTURA ALEMÃ DO ESPÍRITO SANTO ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE E 03 CULTURAL – ABC MUNICÍPIO SANTA MARIA DE JETIBÁ VITÓRIA SÃO ROQUE DO CANAÃ 4 – Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 ANEXO IV QUADRO DEMONSTRATIVO DE SUBVENÇÕES SOCIAIS Exercício de 2005 ÓRGÃO: SECRETARIA DE ESTADO DO TRABALHO, ASSISTÊNCIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL UNIDADE ORÇAMENTÁRIA: FUNDO ESTADUAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL INCLUSÃO DE ENTIDADE Nº DE ORDEM 31 32 33 34 35 ENTIDADES A SEREM BENEFICIADAS ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS - APAE ASSOCIAÇÃO PESTALOZZI DE LINHARES ASSOCIAÇÃO PESTALOZZI DE ALFREDO CHAVES ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS - APAE LAR DA MENINA MUNICÍPIO GUAÇUI LINHARES ALFREDO CHAVES ALEGRE VITÓRIA ANEXO V QUADRO DEMONSTRATIVO DE AUXÍLIOS Exercício de 2005 ÓRGÃO: SECRETARIA DE ESTADO DO TRABALHO, ASSISTÊNCIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL UNIDADE ORÇAMENTÁRIA: FUNDO ESTADUAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL INCLUSÃO DE ENTIDADE Nº DE ORDEM 17 18 19 20 21 22 23 ENTIDADES A SEREM BENEFICIADAS ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS – APAE ASSOCIAÇÃO PESTALOZZI DE ATÍLIO VIVACQUA ASSOCIAÇÃO PESTALOZZI DE MARECHAL FLORIANO CENTRO DA DEFESA DE DIREITOS HUMANOS DA SERRA ASSOCIAÇÃO PESTALOZZI DE CONCEIÇÃO DA BARRA JUNTA DE AÇÃO SOCIAL DA CONVENÇÃO BATISTA DO ESPÍRITO SANTO INSTITUTO ADVENTISTA DE EDUCAÇÃO E ASSISTÊNCIA SOCIAL ESTE BRASILEIRA – IAEASEB/ADRA MUNICÍPIO IÚNA ATILIO VIVACQUA MARECHAL FLORIANO SERRA CONCEIÇÃO DA BARRA VITÓRIA VITÓRIA MENSAGEM Nº 240/2005 GOVERNO DO ESTADO DO SANTO GABINETE DO GOVERNADOR ESPÍRITO Projeto de Lei Complementar, propondo alterações da estrutura organizacional e do plano de cargos e vencimentos dos servidores do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado do Espírito Santo – IPAJM. O IPAJM, com a implantação da Lei Complementar Estadual nº 282, de 22 de abril de 2004, passou a ser o gestor único do Regime Próprio de Previdência do Estado, ampliando as suas atividades e responsabilidades, com a absorção da gestão previdenciária dos servidores e beneficiários dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Com esse novo foco, teve que rever sua estrutura organizacional, sua capacidade funcional e, principalmente, o seu quadro de pessoal efetivo. Neste Projeto de Lei Complementar está sendo proposta uma estrutura organizacional hierárquica ágil, com a identificação de poucas unidades administrativas, com visão desburocratizada e que oportunize a melhoria interna do fluxo de processos do Órgão. O IPAJM, nessas últimas administrações, ficou bastante distanciado das políticas de governo e bem pouco investiu no desenvolvimento humano de seu quadro de pessoal. Conseqüentemente, depara-se, hoje, com um quadro bastante enxuto e desmotivado. Os poucos profissionais de nível superior se aposentaram e a grande maioria ocupa cargos de nível de escolaridade de ensino médio. Uma forma de recuperar a alto-estima dos servidores do IPAJM e proporcionar o seu crescimento no Órgão foi rever o plano de cargos e vencimentos e estabelecer critérios que oportunizassem o crescimento de padrão de vencimentos, de forma periódica, através da busca individual de desenvolvimento profissional. Ressalta-se que a despesa gerada com essa nova proposta de estrutura relacionada aos cargos comissionados é na ordem de R$ 8.254,00 (oito mil, duzentos e cinqüenta e quatro reais), e com os cargos efetivos é de R$ 21.595,00 (vinte e um mil, quinhentos e noventa e cinco reais) conforme poderá ser verificado no demonstrativo anexo. Com a aprovação do presente Projeto, objetivamos dotar a Autarquia de ferramentas eficazes de gestão. E essas, quando aprovadas e implantadas, irão oferecer resultados satisfatórios à administração estadual, aos órgãos parceiros e, principalmente, aos servidores segurados, aos aposentados e aos pensionistas do Estado do Espírito Santo. Diante do exposto, conto com o apoio de V. Exa., e Ilustres Pares para a aprovação deste Projeto de Lei. Vitória, 08 de novembro de 2005. Senhor Presidente: Tenho a honra de encaminhar à apreciação dessa Augusta Assembléia Legislativa, o anexo Atenciosamente PAULO CESAR HARTUNG GOMES Governador do Estado Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 32/2005 Estabelece a estrutura organizacional e altera o Plano de Cargos e Vencimentos dos Servidores do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado do Espírito Santo – IPAJM e dá outras providências. TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E ESTRUTURA ORGANIZACIONAL Art. 1º O Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado do Espírito Santo – IPAJM é uma entidade autárquica, com personalidade jurídica de direito público interno e autonomia administrativa, financeira e patrimonial, em relação ao Poder Executivo. Parágrafo único. O IPAJM tem sede e foro em Vitória, capital do Estado do Espírito Santo e jurisdição em todo o território estadual, gozando no que se refere aos seus bens, receitas e serviços, das regalias, privilégios, isenções e imunidades conferidas à Fazenda Pública. Art. 2º O IPAJM é responsável, como gestor único, pela administração do Regime Próprio de Previdência do Estado do Espírito Santo. Art. 3º A estrutura organizacional básica do IPAJM é a seguinte: I – nível de administração superior; a) a posição do Presidente Executivo; b) o Conselho Administrativo; c) o Conselho Fiscal. II – nível de assessoramento; a) Gabinete do Presidente; b) Assessoria Estratégica; c) Assessoria de Comunicação; d) Núcleo de tecnologia e Informação. III – nível gerencial; Diário do Poder Legislativo - 5 c) Gerência de Finanças Investimentos; 1 Subgerência de Arrecadação Investimentos; 2 Subgerência de Contabilidade Orçamento; 3 Subgerência de Finanças; e e e d) Gerência de Benefícios e Assistência; 1 Subgerência de Fixação e Revisão; 2 Subgerência de Cadastro e Tempo de Contribuição; 3 Subgerência de Assistência Social e Perícia Médica. Art. 4º A representação gráfica da estrutura organizacional básica do IPAJM é a constante do Anexo I, que integra a presente Lei. Art. 5º A competência das unidades administrativas integrantes da estrutura organizacional do IPAJM, bem como a descrição dos cargos dela decorrentes, serão descritas no regulamento do Instituto, a ser publicado em 30 (trinta) dias contados a partir da presente lei, por ato do Presidente Executivo. Art. 6º A tabela salarial do quadro de cargos de provimento em comissão do IPAJM, com suas referências e valores, é a constante do anexo II, que integra a presente Lei Complementar. Art. 7º Ficam criados os cargos de provimento em comissão com suas nomenclaturas, referências, quantitativos e valores, para atender as necessidades de funcionamento do IPAJM, constantes do anexo III, que integra a presente Lei Complementar. Art. 8º Ficam extintos os cargos de provimento em comissão e as funções gratificadas do IPAJM, com suas nomenclaturas, referências, quantitativos e valores, constantes do anexo IV que integra a presente Lei Complementar. a) Gerência Jurídica Previdenciária; 1 Subgerência do Contencioso; 2 Subgerência do Administrativo; Art. 9º Ficam mantidos os cargos de provimento em comissão, com suas nomenclaturas, referências, quantitativos e valores, para atender as necessidades de funcionamento do IPAJM, constantes do anexo V que integra a presente Lei Complementar. b) Gerência Administrativa; 1 Subgerência de Folha de Benefícios; 2 Subgerência de Recursos Humanos 3 Subgerência de Administração Geral; Art. 10. Ficam transformadas as denominações dos cargos de provimento em comissão do IPAJM, na forma prevista no anexo VI que integra a presente Lei Complementar. 6 – Diário do Poder Legislativo TÍTULO II DO PLANO DE CARGOS E VENCIMENTOS DOS SERVIDORES CAPÍTULO I DA JORNADA DE TRABALHO E DA ESTRUTURA DOS CARGOS Art. 11. Os conceitos utilizados nesta Lei estão definidos a seguir: I – cargo é o conjunto de atribuições semelhantes quanto à natureza do trabalho e aos níveis de complexidade e responsabilidade, reunidas sob uma mesma denominação. II – padrão é a referência numérica de cada um dos valores da faixa salarial de cada cargo a que corresponde um determinado vencimento. III – vencimento é a retribuição pecuniária pelo exercício de cargo público, com valor fixado em lei, sendo vedada a sua vinculação ou equiparação, conforme disposto no inciso XIII do art. 37 da Constituição Federal. IV - interstício é o lapso de tempo estabelecido como o mínimo necessário para que o servidor se habilite à progressão. V – progressão é a passagem de um padrão salarial para outro superior, dentro do mesmo cargo. VI – avaliação de Mérito é o resultado, devidamente pontuado, obtido pelo servidor, em reconhecimento do seu crescimento profissional, em determinado período, através de sua participação em cursos e demais eventos de capacitação e desenvolvimento humano. Art. 12. A estrutura dos cargos efetivos do IPAJM segue os seguintes princípios e objetivos: I – vinculação à natureza das atividades e aos objetivos do IPAJM, de acordo com os níveis de escolaridade e qualificação profissional; II – investidura nos cargos de provimento efetivo de carreira, por meio de concurso público de provas ou de provas e títulos; Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 III – adoção do sistema de progressão funcional na carreira, moldado nos planos de ação anual e na missão institucional do Instituto, que busca o seu desempenho organizacional e a motivação e valorização dos servidores. Art. 13. Ficam criados os cargos efetivos de Advogado, Assistente Social, Psicólogo, Contador, Analista de Sistemas, Técnico Superior e de Técnico Médio, constantes do Anexo VII, que integra a presente Lei Complementar. Art. 14. Os cargos constantes do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos dos Servidores do IPAJM são de provimento efetivo. Art. 15. Os cargos de provimento efetivo e respectivos quantitativos e referências são os constantes do Anexo VII desta Lei, e serão providos de acordo com as normas estabelecidas na Constituição da República Federativa do Brasil e no Estatuto do Servidor Público do Estado do Espírito Santo. Parágrafo único. A Tabela de Vencimentos dos cargos efetivos mencionados no caput deste artigo é a constante do Anexo VIII. Art. 16. A carga horária de trabalho dos servidores do IPAJM é de 40 (quarenta) horas semanais, para os ocupantes dos cargos efetivos e para os ocupantes de cargos comissionados. § 1º Aos servidores efetivos que ingressaram no IPAJM anterior a data de publicação desta Lei fica garantido o cumprimento da carga horária de trabalho de 30 (trinta) horas semanais. § 2º Aos servidores efetivos ocupantes dos cargos de Cirurgião-Dentista e de Médico Perito fica garantido o cumprimento da carga horária de 20 (vinte) horas semanais. Art. 17. Fica determinada, na vacância, a extinção dos cargos efetivos de Auxiliar Previdenciário, Recepcionista Previdenciário, Motorista Previdenciário, Telefonista Previdenciário, Auxiliar Técnico Previdenciário, Desenhista Previdenciário, Contabilista Previdenciário, Técnico Previdenciário, Administrador Previdenciário e de CirurgiãoDentista Previdenciário. Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 § 1º O quantitativo de cargos mencionados no caput deste artigo, é o constante do Anexo IX. § 2º A Tabela de Vencimentos dos cargos mencionados no caput deste artigo é a constante do Anexo X. Art. 18. Ficam extintos os cargos efetivos de Atendente Odontológico Previdenciário, Operador de Computador, Programador de Computador, Economista Previdenciário, Auditor Previdenciário, Procurador Previdenciário, Contador Previdenciário e Assistente Social Previdenciário. Diário do Poder Legislativo - 7 Art. 25. A progressão dar-se-á no interstício de dois anos, resultante da avaliação de mérito, de acordo com os critérios estabelecidos no Anexo XII. § 1º A progressão horizontal não poderá ocorrer durante o estágio probatório do servidor. § 2º Será interrompida a contagem do interstício previsto no caput deste artigo, quando o servidor afastar-se do exercício do cargo em virtude de: I – penalidade disciplinar prevista no Estatuto do Servidor Público do Estado do Espírito Santo; II – falta injustificada; Art. 19. Aplica-se aos Servidores Inativos do IPAJM, ex-ocupantes de cargos mencionados nos artigos 17 e 18 desta Lei, a Tabela de Vencimentos constante do Anexo X. III – licença para trato de interesses particulares; Art. 20. Fica transformado o cargo efetivo de Médico Previdenciário em Médico Perito. IV – licença por motivo de deslocamento do cônjuge ou companheiro, quando superiores a 30 (trinta) dias ininterruptos ou não; Art. 21. As atribuições e requisitos dos cargos efetivos estão descritos no Anexo XI, que integra a presente Lei Complementar. V - licença para trato de saúde superior a 60 (sessenta) dias, ininterruptos no período de avaliação; CAPÍTULO II DO INGRESSO E DO ESTÁGIO PROBATÓRIO VI – licença para atividade política eleitoral; Art. 22. O ingresso nos cargos de provimento efetivo será sempre no primeiro padrão da Tabela de Vencimentos do cargo, mediante concurso público de provas ou de provas e títulos. Art. 23. Os candidatos aprovados em concurso público cumprirão o estágio probatório constitucional, na forma definida no Estatuto do Servidor Público do Estado do Espírito Santo e deverão atender às regras específicas estabelecidas no regulamento desta Lei Complementar. CAPÍTULO III A PROGRESSÃO FUNCIONAL Art. 24. A progressão funcional é a passagem de um padrão salarial para outro imediatamente superior, dentro do mesmo cargo. VII – afastamento para exercício de mandato eletivo nos termos do art. 38 e seus incisos da Constituição da Federativa do Brasil; VIII – suspensão disciplinar, decorrente de conclusão de processo administrativo disciplinar; IX – estar à disposição de outro órgão e/ou poder, nas esferas municipal, estadual ou federal, com ou sem ressarcimento financeiro; X – prisão mediante sentença transitada em julgado. § 3º A interrupção da contagem do interstício de que trata o § 2º deste artigo, determinará o reinicio da contagem a partir da data do término do afastamento. Art. 26. Para fazer jus à progressão o servidor deverá, cumulativamente: 8 – Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 a) estar em efetivo exercício do cargo efetivo; b) cumprir o interstício mínimo de 730 (setecentos e trinta ) dias de efetivo exercício, no padrão de vencimento em que se encontra; c) obter a pontuação mínima exigida na avaliação de mérito, para a mudança de padrão salarial. Art. 27. A progressão será requerida pelo servidor ao Presidente Executivo do IPAJM, mediante a apresentação de comprovantes da habilitação constantes da avaliação de mérito. Art. 28 A avaliação de mérito dos servidores será realizada pela área que gerencia os recursos humanos do Instituto, em cumprimento ao estabelecido na presente Lei Complementar. Art. 29. A avaliação de mérito será efetuada com base no interesse do servidor em buscar o seu permanente aperfeiçoamento profissional, que medirá o seu crescimento individual obtido nos seguintes fatores, associado a sua presença assídua ao trabalho: I – participação em curso ou eventos de capacitação, promovidos/organizados ou patrocinados pelo próprio IPAJM; II – participação em cursos e demais eventos de capacitação nas áreas de interesse do IPAJM, porém não patrocinados pelo mesmo; III – participação com representante do IPAJM em órgãos colegiados e/ou em comissões não remuneradas do mesmo; IV – elaboração de artigos técnicos, dentro das áreas de interesse do IPAJM, devidamente publicado em jornais, livros e revistas; V – coordenação, não remunerada, de estudos e/ou projetos não permanente do IPAJM, com indicação oficial pelo Presidente Executivo; Art. 30. Os pontos relativos aos fatores mencionado no artigo 29 são os constantes do Anexo XII – Tabela de Pontuação da Avaliação de Mérito. § 1º Para fazer jus à progressão, o total de pontos deverá ser no mínimo de 20 (vinte). § 2º É de responsabilidade do servidor a comprovação oficial de participação nos eventos para avaliação de mérito, e da área que gerencia os recursos humanos, a ratificação da assiduidade do servidor no período que compreende a avaliação de mérito. § 3º Para cada avaliação de mérito que proporciona a progressão salarial, independente do quantitativo de pontos obtidos, o servidor obterá apenas uma mudança de padrão. CAPITULO IV DA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL Art. 31. A qualificação e capacitação profissional dos servidores será um processo contínuo, iniciando-se no estágio probatório e prolongando-se por toda a vida laborativa. Art. 32. A capacitação dos servidores do IPAJM tem por objetivo o aperfeiçoamento técnico e funcional de seu quadro, através do seu profissionalismo e desenvolvimento permanente que visa ao desempenho e a qualidade institucional. Art. 33. É de responsabilidade do IPAJM a elaboração de seu plano de Capitação Profissional dos Servidores – PCPI. Art. 34. O PCPI será elaborado pela área que gerencia os recursos humanos do IPAJM e deverá ser submetido ao Conselho de Administração para apreciação e aprovação. § - 1º O PCPI será elaborado anualmente com base na necessidade identificada em cada área de trabalho do IPAJM, compatível com os resultados dimensionados no plano estratégico do órgão. VI – participação como instrutor ou palestrante, em eventos promovidos pelo IPAJM ou em seu nome; § 2º - O IPAJM poderá firmar convênio ou protocolos de cooperação com outros órgãos, com o objetivo de viabilizar o PCPI, visando à capacitação técnica, gerencial e funcional. VII – incentivo assiduidade ao trabalho. Art. 35. O PCPI estabelecerá mecanismos para viabilizar as modalidades de a valorização a Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 participação dos servidores nos cursos de interesse do IPAJM. CAPITULO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 36. O regime jurídico aplicado aos servidores do IPAJM é o estatutário, estabelecido no Estatuto do Servidor Público do Estado do Espírito Santo. Art. 37. O servidor efetivo, ocupante do cargo que integra o Anexo IX, poderá optar pela extensão de sua carga horária de trabalho semanal de 30 (trinta) para 40 (quarenta) horas, desde que aja interesse de ambas as partes firmado por meio de Termo de Opção de Exercício de Carga Horária. § 1º A extensão da carga horária de trabalho resultará em uma gratificação adicional de 40 % (quarenta por cento) sobre o padrão de vencimento do cargo efetivo do servidor e vigorar enquanto houver o cumprimento do acordo firmado. § 2º Sobre o valor da gratificação adicional por extensão da carga horária não incidirá nenhum adicional. Diário do Poder Legislativo - 9 enquadramento dos servidores decorrentes da presente Lei Complementar. Art. 41. A cada membro do Conselhos Administrativo e Fiscal, à exceção do Presidente do IPAJM, será atribuído um jeton mensal para cobertura de despesas pela participação nas reuniões, no valor de 7% (sete por cento) do vencimento do cargo em comissão de Gerente, referencia CCP-01. Parágrafo único. O jeton estabelecido no caput deste artigo será pago a cada membro, proporcionalmente ao comparecimento às reuniões mensais ordinárias ou extraordinárias. Art. 42. O Inciso V do artigo 16 da Lei Complementar nº 282, de 22 de abril de 2004, passa a vigorar com a seguinte redação: “V – mediante autorização do beneficiário poderá haver consignação em folha de pagamento a favor de terceiros, custeada pela entidade consignatária, a critério da administração, na forma definida em regulamento”. Art. 43. O artigo 73 da Lei Complementar nº 282, de 22 de abril de 2004, passa a vigorar com a seguinte redação: Art. 38. O valor da gratificação adicional pela extensão da carga horária de trabalho percebido de forme ininterrupta, nos 5 (cinco) últimos anos que antecederem a data de aposentadoria, incorporará aos proventos do servidor. “Art. 73. Os bens patrimoniais imobiliários em nome do IPAJM, vinculado ou não ao Fundo de Previdência criado pela Lei Complementar nº 109/97, passam a integrar o Fundo Previdenciário previsto no artigo 49, § 2º desta Lei Complementar”. Parágrafo único. Sobre o valor da gratificação prevista no caput deste artigo incidirá a contribuição previdenciária, prevista na Lei que institui o Regime próprio de previdência do Servidor Público Estadual. Art. 44. As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão à conta das dotações orçamentárias próprias consignadas no orçamento vigente, que serão suplementadas, se necessário. Art. 39. A data a ser considerada para o inicio da contagem do primeiro período da avaliação de mérito, previsto no art. 29 desta Lei Complementar, é aquela em que o servidor obteve a última mudança do seu padrão salarial. Art. 40. Fica estabelecido o prazo de 30 (trinta) dias, contados a partir da publicação desta Lei, para que o IPAJM publique o Art. 45. Fica o Chefe do Poder Executivo autorizado a regulamentar a aplicação desta Lei Complementar. Art. 46. Esta Lei entra em vigor no 1º dia do mês seguinte ao de sua publicação. Art. 47. Fica revogada a Lei Complementar nº 134, de 17 de dezembro de 1998, exceto o Anexo IX, a que se refere o parágrafo único do artigo 7º. 10 – Diário do Poder Legislativo Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 A D MS I U NP I E S R T I R O A R Ç Ã O GOVERNADOR INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA DOS SERVIDORES DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO - IPAJM PRESIDENTE EXECUTIVO CONSELHO ADMINISTRATIVO CONSELHO FISCAL SUBPROCURADORIA DE CONTENCIOSO GABINETE DO PRESIDENTE ASSOSSORIA ESTRATÉGICA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO NÚCLEO DE TECNOLOGIA E INFORMAÇÃO PROCURADORIA JURÍDICA PREVIDENCIÁRIA SUBPROCURADORIA ADMINISTRATIVA SUBGERÊNCIA DE FOLHA DE BENEFÍCIOS SUBGERÊNCIA DE RECURSOS HUMANOS SUBGERÊNCIA DE ADMINIS TRAÇÃO GERAL LEGENDA SUBGERÊNCIA DE ARRECA DAÇÃO E INVESTI MENTO SUBGERÊNCI A DE CONTABILI DADE E ORÇAMENTO SUBGERÊNCI A DE FIXAÇÃO E REVISÃO SUBGERÊNCI A DE FINANÇAS SUBGERÊNCI A DE CADASTRO E TEMPO DE CONTRI BUIÇÃO SUBGERÊNCI A DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E PERÍCIA MÉDICA ÓRGÃO COLEGIADO Anexo II – Tabela Salarial dos comissionados a que se refere o artigo 6º REFERÊNCIAS CCP-01 CCP-02 CCP-03 CCP-04 CCP-05 cargos VALORES 3.120,00 2.340,00 1.560,00 1.352,00 904,80 Anexo III – cargos comissionados criados, a que se refere o artigo 7º NOMENCLATURA REF. QUANT. VALOR Subgerente Assessor Especial Assessor de Comunicação Chefe de Gabinete Gestor de Acervo Documental Assessor Administrativo Assistente de Rede CCP-02 CCP-02 CCP-02 CCP-03 CCP-04 11 01 01 01 01 2.340,00 2.340,00 2.340,00 1.560,00 1.352,00 CCP-04 CCP-04 04 02 19 1.352,00 1.352,00 TOTAL GERAL P R EO XG E R CA UM ÇÁ ÃT OI C A GERÊNCIA DE BENEFÍCIOS E ASSISTÊNCIA GERÊNCIA DE FINANÇAS E INVESTIMENTOS GERÊNCIA ADMINISTRATIVA AR SA SM EE SN ST OO VALOR TOTAL 25.740,00 2.340,00 2.340,00 1.560,00 1.352,00 5.408,00 2.704,00 41.444,00 Anexo IV – cargos de provimento em comissão e funções gratificadas extintos, a que se refere o art. 8º NOMENCLATURA REF. QUANT. VALOR Assessor de Comunicação Assessor de Planejamento Assessor Jurídico Coordenador Chefe de Gabinete Programador de Informática Chefe de Setor (FG) JM-03 JM-03 JM-03 JM-04 JM-04 JM-04 01 01 02 12 01 01 1.560,00 1.560,00 1.560,00 1.352,00 1.352,00 1.053,70 FG 20 36 416,00 TOTAL GERAL VALOR TOTAL 1.560,00 1.560,00 3.120,00 16.224,00 1.352,00 1.053,70 8.320,00 33.189,70 Anexo V – cargos de provimento em comissão mantidos, a que se refere o artigo. 9º NOMENCLATURA REF. QUANT. VALOR Gerente Administrativo Gerente de Finanças e Investimentos Gerente Jurídico Previdenciário CCP-01 CCP-01 01 01 3.120,00 3.120,00 VALOR TOTAL 3.120,00 3.120,00 CCP-01 01 3.120,00 3.120,00 TOTAL GERAL 03 9.360,00 Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 Diário do Poder Legislativo - 11 Anexo VI – denominações de cargos comissionados transformados a que se refere o artigo 10. NOMENCLATURA REF. ANTERIOR Gerente de Benefícios JM-02 Previdenciários Gerente de Informática JM-02 QUANT 01 01 Assessor Técnico de Perícia Médica Previdenciária JM-06 Assessor Técnico de Previdência JM-06 VALOR NOMENCLATURA REF. UNITÁRIO ATUAL 3.120,00 Gerente de Benefícios e CCP-01 Assistência 3.120,00 Gerente do Núcleo de CCP-01 Tecnologia e Informação 02 904,80 04 904,80 Assessor Previdenciário Assessor Previdenciário CCP-05 CCP-05 QUANT. ANEXO VII – Tabela de Cargos Efetivos a que se refere o artigo 15. 01 VALOR UNITÁRIO 3.120,00 01 3.120,00 02 904,80 04 904,80 Cargos Assistente Social Analista de Sistemas Contador Médico Perito Psicólogo Técnico Superior Advogado Técnico Médio TOTAL Referência CNS-I CNS-I CNS-I CNS-I CNS-I CNS-I CNS-II CNM-I Vagas 6 2 2 8 3 20 6 55 102 ANEXO VIII – Tabela de Vencimentos, a que se refere o Parágrafo único do artigo 15. Padrão Referencia CNS-I CNS-II CNM-I 1 1.800,00 2.800,00 855,00 2 1.854,00 2.884,00 880,65 3 1.909,62 2.970,52 907,07 4 1.966,91 3.059,64 934,28 5 2.025,92 3.151,42 962,31 6 2.086,69 3.245,97 991,18 7 2.149,29 3.343,35 1.020,91 8 2.213,77 3.443,65 1.051,54 9 2.280,19 3.546,96 1.083,09 10 2.348,59 3.653,36 1.115,58 11 2.419,05 3.762,97 1.149,05 12 2.491,62 3.875,85 1.183,52 13 2.566,37 3.992,13 1.219,03 14 2.643,36 4.111,89 1.255,60 15 2.722,66 4.235,25 1.293,26 ANEXO IX – Tabelas dos Cargos Efetivos a serem Extintos na Vacância a que se refere o § 1º do artigo 17. Cargos Auxiliar Previdenciário Recepcionista Previdenciário Motorista Previdenciário Telefonista Previdenciário Auxiliar Técnico Previdenciário Técnico Previdenciário Desenhista Previdenciário Contabilista Previdenciário Administrador Previdenciário Cirurgião Dentista Previdenciário Procurador Previdenciário TOTAL Ref. PAE-1 PAE-2 PAE-3 PAE-3 PAE-4 PAE-5 PAE-6 PAE-6 PAE-7 PAE-7 PAE-8 Criados 8 6 4 4 73 7 1 6 1 20 06 146 Ocupados 4 4 1 4 43 5 1 5 1 15 00 83 ANEXO X – Tabela de Vencimentos, a que se refere o § 2º do artigo 17. Padrão Ref PAE1 PAE2 PAE3 PAE4 PAE5 PAE6 PAE7 PAE8 1 260,42 2 276,05 3 292,61 4 310,17 5 328,78 6 348,5 7 369,41 8 391,58 9 415,07 10 439,98 11 466,37 12 494,36 13 524,02 14 555,46 15 588,79 16 624,11 17 661,56 337,4 357,64 379,1 401,85 425,96 451,51 478,61 507,32 537,76 570,03 604,23 640,48 678,91 719,65 762,82 808,59 857,11 368,84 390,97 439,29 465,65 493,59 523,21 554,6 587,87 623,15 660,54 700,17 742,18 786,71 833,91 883,95 936,98 993,2 587,45 622,7 699,66 741,64 786,14 833,31 883,31 936,31 992,48 1.052,03 1.115,16 1.182,06 1.252,99 1.328,17 1.407,86 1.492,33 1.581,87 692,91 734,48 825,27 874,78 927,27 982,91 1.041,88 1.104,39 1.170,66 1.240,90 1.315,35 1.394,27 1.477,93 1.566,60 1.660,60 1.760,24 1.865,85 900,92 954,42 1.012,27 1.073,00 1.137,38 1.205,63 1.277,97 1.354,64 1.435,92 1.522,08 1.613,40 1.710,21 1.812,82 1.921,59 2.036,88 2.159,10 2.288,64 1.291,91 1.369,42 1.631,00 1.728,86 1.832,59 1.942,55 2.059,10 2.182,65 2.313,61 2.452,42 2.599,57 2.755,54 2.920,88 3.096,13 3.281,90 3.478,81 3.687,54 2.001,11 2.121,18 2.248,45 2.383,35 2.526,36 2.677,94 2.838,61 3.008,93 3.189,47 3.380,83 3.583,68 3.798,70 4.026,63 4.268,22 4.524,32 4.795,78 5.083,52 Cargo: ADVOGADO IPAJM; elaborar metodologia e gerir a elaboração de pareceres de natureza institucional, administrativa e organizacional; exercer outras atividades de natureza jurídica e/ou compatível com a formação acadêmica. Sumário de Atribuições Atribuições detalhadas Desenvolver estudos e projetos, coletar dados e proceder à tabulação, elaborar relatórios específicos; formular, supervisionar, orientar e avaliar os trabalhos de natureza jurídica, assessorar, assistir, coordenar e formular pareceres relativos ao Sistema Único de Gestão Previdenciária, compreendendo os três Poderes, representar o 1 – Elaborar estudos e emitir pareceres jurídicos acerca dos benefícios previdenciários, a serem concedidos aos servidores públicos do Estado do Espírito Santo; ANEXO XI – Atribuições e requisitos dos cargos efetivos do IPAJM a que se refere o Artigo 21. 2 – Emitir pareceres jurídicos específicos, de interesse da administração geral da autarquia; 12 – Diário do Poder Legislativo 3 – Propor e elaborar pareceres setoriais quanto aos aspectos jurídicos institucionais; 4 – Estabelecer e manter contatos, por determinação superior, com entidades federais, estaduais, municipais e sociedade civil, visando obter dados e informações necessárias ao desenvolvimento de pareceres e opinamentos do Instituto; 5 – Conceber e orientar técnica e juridicamente a execução de pesquisas e consultas na área jurídica, visando subsidiar estudos e pareceres; 6 – Representar judicial e extrajudicialmente o IPAJM, exercendo privativamente a sua consultoria e assessoramento jurídico; 7 – Promover medidas administrativas e judiciais para proteção dos bens e patrimônio do IPAJM; 8 – Examinar e aprovar previamente as minutas dos editais de licitação, contratos, acordos, convênios, ajustes e quaisquer outros instrumentos em que haja um acordo de vontades para formação de vínculo obrigacional, onerosa ou não, qualquer que seja a denominação dada aos mesmos, celebrados entre o IPAJM e os órgãos ou entidades integrantes da Administração do Estado do Espírito Santo, inclusive seus aditamentos; 9 – Fixar administrativamente a interpretação da Constituição, das leis, decretos, ajustes, contratos e atos normativos em geral, e orientar o seu cumprimento; 10 – Editar enunciados dos seus Pronunciamentos; 11 – Propor ação civil pública em representação ao IPAJM; 12 – Opinar previamente sobre a forma de cumprimento de decisões judiciais e pedido de extensão de julgados relacionados com o IPAJM; Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 Sumário de Atribuições Desenvolver as atribuições do cargo de acordo com a formação profissional; revisar e executar trabalhos relacionados com a defesa e proteção da saúde dos servidores estaduais e dependentes; realizar perícias médico-administrativas e previdenciárias; presidir e fazer parte de juntas médicas; examinar os beneficiários do regime para efeitos de licença, fornecendo pareceres técnicos; examinar e emitir laudos para fins previdenciários e assistenciais; desempenhar outras atribuições de acordo com a sua unidade e natureza de trabalho conforme determinação superior e de acordo com a sua área de formação. Pré-requisitos básicos Curso superior completo de Medicina, com especialização em Medicina do Trabalho ou Perícia Médica do Trabalho, Inscrição no CRM. Cargo: PSICÓLOGO Sumário de Atribuições Desenvolver estudos e projetos, coletar dados e proceder à tabulação, elaborar relatórios específicos; formular, supervisionar, orientar e avaliar os trabalhos da área de sua responsabilidade; executar trabalhos que requerem o conhecimento de sua formação profissional nas atividades do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado do Espírito Santo; realizar atendimento familiar para orientação ou acompanhamento psicoterápico; emitir pareceres de ordem psicológica em casos de pedidos de benefícios e desempenhar outras atribuições de acordo com a sua unidade e natureza de trabalho, conforme determinação superior e de acordo com a sua área de formação. Pré-requisitos básicos 13 – Desempenhar outras atribuições de acordo com a sua unidade e natureza de trabalho, conforme determinação superior e de acordo com a sua área de formação. Curso superior completo em Psicologia. Inscrição no CRP. Cargo: ASSISTENTE SOCIAL Pré-requisitos básicos Curso superior completo em Direito. Inscrição na OAB. Cargo: MÉDICO PERITO Sumário de Atribuições Desenvolver estudos e projetos, coletar dados e proceder à tabulação, elaborar relatórios específicos; formular, supervisionar, orientar e avaliar os trabalhos de natureza técnico-científica, assessorar, Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 Diário do Poder Legislativo - 13 assistir, apreciar e/ou executar trabalhos que requerem o conhecimento de sua formação profissional nas atividades do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado do Espírito Santo; realizar atendimento familiar promovendo estudos e a investigação do meio e da realidade social do segurado e dependentes, visando à concessão de benefícios previdenciários e assistenciais; orientar os beneficiários quanto aos direitos a que façam jus junto ao IPAJM; desempenhar outras atribuições de acordo com a sua unidade e natureza de trabalho conforme determinação superior e de acordo com a sua área de formação. Pré-requisitos básicos Curso superior completo Inscrição no CRESS. em Serviço Social. Cargo: CONTADOR Sumário de Atribuições Desenvolver estudos e projetos, coletar dados e proceder à tabulação, elaborar relatórios específicos; formular, supervisionar, orientar e avaliar os trabalhos de natureza técnico-científica, assessorar, assistir, apreciar e/ou executar trabalhos de natureza complexa nas atividades do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado do Espírito Santo; coordenar e formular estudos e projetos relativos à Gestão Previdenciária, compreendendo os três Poderes; executar trabalhos e estudos relacionados com a gestão contábil, financeira e orçamentária do Instituto; examinar e analisar balancetes mensais e balanço anual; desenvolver estudos para avaliação sobre a capitalização de recursos financeiros do fundo de previdência; analisar e avaliar os resultados obtidos, utilizando técnicas estatísticas ou análise de conteúdo, para possibilitar a compreensão e explicação dos fenômenos em estudos e desempenhar outras atribuições de acordo com a sua unidade e natureza de trabalho, conforme determinação superior e de acordo com a sua área de formação. Pré-requisitos básicos Curso superior completo em Ciências Contábeis, com experiência em Contabilidade Pública. Inscrição no CRC. Cargo: ANALISTA DE SISTEMAS Sumário de Atribuições Desenvolver estudos e projetos, coletar dados e proceder à tabulação, elaborar relatórios específicos; formular, supervisionar, orientar e avaliar os trabalhos de natureza técnico-científica, assessorar, assistir, apreciar e/ou executar trabalhos de natureza complexa em sua área de formação, nas atividades do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado do Espírito Santo; desenvolver projetos relativos ao Sistema Único de Gestão Previdenciária, compreendendo os três Poderes; promover e supervisionar, levantar, analisar e consolidar dados e gerar informações para elaboração de planos, programas e projetos, afetos à área de atuação do IPAJM; propor e supervisionar a implantação de sistemas eletrônicos de processamento de dados, adequando-os e compatibilizando-os com as necessidades gerais e específicas de sua área; coletar e analisar dados e informações necessários ao planejamento de informática da Autarquia, participando da sua elaboração; desenvolver sistemas de processamento de dados, de grande complexidade, realizando levantamento de informações, análise, projeto, implantação, operação e manutenção do sistema; levantar e analisar novas tecnologias, tanto de hardware, como de software, verificando sua viabilidade e aplicabilidade no ambiente do Instituto, tendo em vista o atendimento das suas necessidades; desempenhar outras atribuições de acordo com a sua unidade e natureza de trabalho, conforme determinação superior e de acordo com a sua área de formação. Pré-requisitos básicos Curso superior, com especialização em Análise de Sistema com experiência em redes, sistemas operacionais e sistemas aplicativos. Inscrição no Conselho de Classe. Cargo: TÉCNICO SUPERIOR Sumário de Atribuições Desenvolver estudos e projetos, coletar dados e proceder à tabulação, elaborar relatórios específicos; formular, supervisionar, orientar e avaliar os trabalhos de natureza técnico-científica, assessorar, assistir, apreciar e/ou executar trabalhos de natureza complexa nas atividades do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado do Espírito Santo; coordenar e formular estudos e projetos relativos ao Sistema Único de Gestão Previdenciária, compreendendo os três Poderes; elaborar metodologia e gerir a elaboração de pesquisas, 14 – Diário do Poder Legislativo estudos estatísticos e projetos de natureza institucional e organizacional; promover e supervisionar, levantar, analisar e consolidar dados e gerar informações para a elaboração de planos, programas e projetos, afetos à área de atuação do IPAJM; emitir pareceres técnicos específicos, de acordo com a amplitude e complexidade de sua atuação; instruir e orientar estagiários e apoio técnico nos trabalhos a serem desenvolvidos; auditar os cálculos da folha de benefícios, auditar os cálculos da folha de pagamento e das contribuições previdenciárias, junto aos órgãos dos três Poderes da administração pública estadual, orientar a aplicabilidade da legislação cabível e relatar distorções de cálculos encontradas; participar da elaboração da proposta orçamentária e nos estudos da composição da receita e despesa da autarquia; orientar a organização e constituição do acervo histórico documental do Instituto; analisar as necessidades de informações das diversas áreas, seus agrupamentos e relacionamento; definindo a organização das bases de dados do Instituto e promovendo o seu controle e gerenciamento; implementar programas de trabalho, com vistas ao desenvolvimento humano técnico profissional; desempenhar outras atribuições de acordo com a sua unidade e natureza de trabalho, conforme determinação superior e de acordo com a sua área de formação. Pré-requisitos básicos Curso superior completo Cargo: TÉCNICO MÉDIO Sumário de Atribuições Desempenhar as atribuições de apoio técnico, utilizando conhecimentos técnicos profissionalizantes de Administração, Secretariado, Contabilidade, Informática entre outros, que vêm a ser de interesse do Instituto e sob a supervisão das respectivas áreas de trabalho, compreendendo receber, cadastrar, controlar e distribuir processos e documentos; proceder a levantamentos de orçamento no mercado local para compra de material e/ou aquisição de serviços de terceiros; cadastrar e acompanhar os contratos de fornecedores de bens e serviços firmados pelo Instituto; controlar entrada e saída de material de consumo e de bens patrimoniais do Instituto, bem como controlar sua movimentação interna; conferir material e notas fiscais, verificando a qualidade e atendimento dos itens adquiridos; instituir os processos de direitos e vantagens dos servidores do Instituto; manter atualizado os arquivos referentes ao cadastro e movimentação dos servidores; controlar saldo financeiro e orçamentário dos recursos destinados ao Instituto; proceder ao Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 levantamento de dados para elaboração de balancetes. Balanços e inventários do Instituto; proceder ao arquivamento e desarquivamento de documentos orçamentários e financeiros da Autarquia; elaborar, conferir e classificar os seus documentos, procedendo a sua escrituração contábil, bem como manter permanentemente atualizados os registros dos respectivos documentos; controlar as dotações orçamentárias das despesas autorizadas com as realizadas, observando as normas internas préfixadas; conferir, classificar e contabilizar todos os documentos financeiros de acordo com o plano de contas, tais como: prestações de contas de fornecedores, entradas e saídas de almoxarifado, recibo e folhas de pagamento, dentre outros; elaborar serviços no Sistema Financeiro próprio, providenciar reservas orçamentárias, empenhos orçamentários e notas de pagamento, e controlar a movimentação das contas bancárias, objetivando evitar problemas de saldo; elaborar demonstrações contábeis, aplicando as técnicas apropriadas, objetivando apresentar resultados parciais e totais da situação patrimonial, econômica e financeira da Autarquia; informar processos e dar pareceres sobre assuntos previdenciários e assistenciais, dentro de sua competência; redigir, sob orientação e de acordo com os padrões do Instituto, a correspondência convencional de sua área, bem como os respectivos formulários, procedendo à sua digitação e conferência observados os aspectos de estética e padrão definidos; manter arquivo de documentos, correspondências, fichários e outros, zelando pela organização e controle de dados e informações; receber e encaminhar pessoas, orientando-as e prestando informações de sua área de atuação, quando solicitada; controlar o estoque da área de trabalho, solicitando ressuprimento, mediante autorização da chefia imediata bem como proceder à sua distribuição quando solicitada, receber, classificar, protocolar e distribuir a correspondência e outros documentos de sua área de trabalho, dispensando atenção especial para os que exijam respostas urgentes, para que sejam providenciados em tempo hábil; providenciar a reprodução de documentos, correspondências e outros documentos, preenchendo as requisições próprias e encaminhando os mesmos à área competente; projetar e testar lógicas de programação, codificar programas e prepará-los para operação no computador, preparar fluxogramas e codificar rotinas necessárias ao processamento de dados; documentar programas e rotinas computacionais de acordo com especificações da área; participar de estudos, análise e elaboração de fluxogramas, lay-out, formulários, manuais e outras atividades necessárias à realização de projetos que competem à sua área de atuação, de acordo com orientação da coordenação e com base em sua formação; preparar quadros com resumo de dados, tabelas, gráficos, relatórios e outros, de acordo com Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 Diário do Poder Legislativo - 15 padrões pré-estabelecidos e/ou instruções de seu superior, redigir minutas de ofícios, atas, relatórios e outros documentos próprios da área; digitar trabalhos técnicos ou pareceres jurídicos produzidos pelo Instituto de acordo com os padrões determinados, conferir e fazer as correções necessárias, e manter os arquivos organizados e armazenados em mídia física; preencher guias de encargos sociais, fichas financeiras individuais, carteira profissional, escalas de férias e outras, de acordo com a sua área de trabalho; desempenhar outras atribuições, de acordo com as atividades próprias de sua unidade e da natureza do seu trabalho para com o cargo que foi designado, conforme determinação superior. Pré-requisito básico Curso de Ensino Médio completo. ANEXO XII – Tabela de Pontuação da Avaliação de Mérito a que se refere o artigo 30. Fatores Aperfeiçoamento adquirido através de curso promovido/organizado ou patrocinado pelo próprio Instituto, de no mínimo 360 horas. Aperfeiçoamento adquirido através de curso nas áreas de interesse do Instituto, porém não patrocinado pelo mesmo, de no mínimo 360 horas. Aperfeiçoamento adquirido através de curso promovido/organizado ou patrocinado pelo próprio Instituto, de 150 a 359 horas. Aperfeiçoamento adquirido através de curso nas áreas de interesse do Instituto, porém não patrocinados pelo mesmo, de 150 a 359 horas. Aperfeiçoamento adquirido através de cursos promovidos/organizados ou patrocinados pelo próprio Instituto, de 40 a 149 horas Participação como representante do Instituto em órgãos colegiados e/ou em Pontos 8 6 5 3 2 Máximo por Avaliação 8 6 5 3 4 comissões não remuneradas do mesmo. 2 4 Aperfeiçoamento adquirido através de cursos nas áreas de interesse do Instituto, porém não patrocinados pelo mesmo, de 40 a 149 horas 1 3 Coordenação ou membro de grupo de trabalho não remunerado, para desempenhar atividades não permanentes do Instituto, com indicação oficial de sua diretoria; por participação. 2 4 Participação oficial como responsável pela gestão de contratos firmados pelo IPAJM. Contratos superiores a 12 meses. 0,5 3 Aperfeiçoamento adquirido através de cursos, seminários, congressos ou similar promovidos/organizados ou patrocinados pelo próprio Instituto, de 12 a 39 horas 1,5 4,5 1 3 Participação como instrutor ou palestrante, em eventos promovidos pelo Instituto ou em seu nome. 1 3 Aperfeiçoamento adquirido através de seminários, congressos ou similar, nas áreas de interesse do Instituto, sem especificação de carga horária ou carga inferior a oito horas. 0,5 2 Valorização adquirida no período de avaliação, correspondente ao trabalho sem nenhuma ausência, justificada ou não. 5 5 1 1 Aperfeiçoamento adquirido através de cursos, Seminários, Congressos ou similar, nas áreas de interesse do Instituto, porém não patrocinados pelo mesmo, de 12 a 39 horas adquirida no período de avaliação correspondente à até três ausências ao trabalho, justificadas ou não. Valorização 16 – Diário do Poder Legislativo ATOS ADMINISTRATIVOS Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 de Representação Parlamentar, código AGRP, da Secretaria da Assembléia Legislativa, no gabinete do Deputado Reginaldo Almeida, por solicitação do próprio Deputado. ATOS DA MESA PALÁCIO DOMINGOS MARTINS, em 09 de novembro de 2005. ATO Nº 1667 CÉSAR COLNAGO Presidente MARCELO SANTOS 1º Secretário REGINALDO ALMEIDA 2º Secretário A MESA DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando de suas atribuições legais, resolve: EXONERAR, na forma do artigo 61, § 2º, alínea “a”, da Lei Complementar nº 46, de 31 de janeiro de 1994, MARIVAN BATISTA DE OLIVEIRA, do cargo em comissão de Agente de Gabinete de Representação Parlamentar, código AGRP, da Secretaria da Assembléia Legislativa, do gabinete do Deputado Reginaldo Almeida, por solicitação do próprio Deputado. PALÁCIO DOMINGOS MARTINS, em 09 de novembro de 2005. CÉSAR COLNAGO Presidente MARCELO SANTOS 1º Secretário REGINALDO ALMEIDA 2º Secretário ATO Nº 1668 A MESA DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando de suas atribuições legais, resolve: NOMEAR, na forma do artigo 12 inciso II, da Lei Complementar nº 46, de 31 de janeiro de 1994, MARIVAN BATISTA DE OLIVEIRA para exercer o cargo em comissão de Assistente Legislativo, da Secretaria da Assembléia Legislativa. PALÁCIO DOMINGOS MARTINS, em 09 de novembro de 2005. CÉSAR COLNAGO Presidente MARCELO SANTOS 1º Secretário REGINALDO ALMEIDA 2º Secretário ATO Nº 1669 A MESA DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando de suas atribuições legais, resolve: NOMEAR, na forma do artigo 12 inciso II, da Lei Complementar nº 46, de 31 de janeiro de 1994, LUCIANA DE OLIVEIRA BRUNO, para exercer o cargo em comissão de Agente de Gabinete ATO N.º 1670 A MESA DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, com base no art. 37, do Regimento Interno, resolve distribuir as vagas para a Comissão Permanente de Cultura, criada pela Resolução n.º 2.258, da seguinte forma: PARTIDO VAGAS PTB 01 PDT 01 PSDB 01 PMDB 01 PT 01 PALÁCIO DOMINGOS MARTINS, em 09 de novembro de 2005. CÉSAR COLNAGO Presidente MARCELO SANTOS 1º Secretário REGINALDO ALMEIDA 2º Secretário ATO N.º 1672 A MESA DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando de suas atribuições legais, resolve: EXONERAR, na forma do artigo 61, § 2º, alínea “a”, da Lei Complementar nº 46, de 31 de janeiro de 1994, RITA DE CÁSSIA GUZZO, do cargo em comissão de Auxiliar de Gabinete de Representação Parlamentar, código AXGRP, da Secretaria da Assembléia Legislativa, do gabinete do Deputado Marcelo Santos, por solicitação do próprio Deputado. PALÁCIO DOMINGOS MARTINS, em 09 de novembro de 2005. CÉSAR COLNAGO Presidente MARCELO SANTOS 1º Secretário REGINALDO ALMEIDA 2º Secretário Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 ATO Nº 1673 A MESA DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando de suas atribuições legais, resolve: NOMEAR, na forma do artigo 12 inciso II, da Lei Complementar nº 46, de 31 de janeiro de 1994, RITA DE CÁSSIA GUZZO, para exercer o cargo em comissão de Técnico Júnior de Gabinete de Representação Parlamentar, código TJGRP, da Secretaria da Assembléia Legislativa, no gabinete do Deputado Marcelo Santos, por solicitação do próprio Deputado. PALÁCIO DOMINGOS MARTINS, em 09 de novembro de 2005. CÉSAR COLNAGO Presidente MARCELO SANTOS 1º Secretário REGINALDO ALMEIDA 2º Secretário ATOS DO DIRETOR GERAL PORTARIA Nº 222 O DIRETOR GERAL DA SECRETARIA DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando de suas atribuições legais, resolve: MARCAR 19 (dezenove) dias restantes de férias regulamentares, referentes ao exercício de 2004, no período de 02 a 20.06.2006, da servidora LÚCIA HELENA ESTEVAM DE ATHAYDES, matrícula nº 028728, estável no cargo de Assistente de Apoio Legislativo, código EASAL, do Quadro Permanente da Secretaria da Assembléia Legislativa, suspensas anteriormente pela Portaria nº 101/2005. Diário do Poder Legislativo - 17 Secretaria da Assembléia Legislativa, em 09 de novembro de 2005. JARBAS RIBEIRO DE ASSIS JUNIOR Diretor Geral da Secretaria PORTARIA Nº 224 O DIRETOR GERAL DA SECRETARIA DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando de suas atribuições legais, resolve: MARCAR, para o período de 02.01 a 31.01.2006, as férias regulamentares, referentes ao exercício de 2005, da servidora DEORCY PEREIRA DOS SANTOS, matrícula nº 027651, titular do cargo efetivo de Agente de Apoio Legislativo, código EAGAL, do Quadro Permanente da Secretaria da Assembléia Legislativa, suspensas anteriormente conforme Portaria nº 24/2005. Secretaria da Assembléia Legislativa, em 09 de novembro de 2005. JARBAS RIBEIRO DE ASSIS JUNIOR Diretor Geral da Secretaria PORTARIA Nº 225 O DIRETOR GERAL DA SECRETARIA DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando de suas atribuições legais, resolve: MARCAR, para o período de 02.01 a 31.01.2006, as férias referentes ao exercício de 2004, da servidora INÊS FONSÊCA NUNES, matrícula nº 016647, titular do cargo efetivo de Assistente de Apoio Legislativo, código EASAL, do Quadro Permanente da Secretaria da Assembléia Legislativa, suspensas anteriormente pela Portaria nº 478/2004. Secretaria da Assembléia Legislativa, em 09 de novembro de 2005. Secretaria da Assembléia Legislativa, em 09 de novembro de 2005. JARBAS RIBEIRO DE ASSIS JUNIOR Diretor Geral da Secretaria JARBAS RIBEIRO DE ASSIS JUNIOR Diretor Geral da Secretaria ATOS DO SUBDIRETOR GERAL PORTARIA Nº 223 O DIRETOR GERAL DA SECRETARIA DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, usando de suas atribuições legais, resolve: TRANSFERIR, para o período de 15.12.2005 a 13.01.2006, as férias regulamentares, referentes ao exercício de 2005, da servidora CÉLIA MARIA DA PENHA, matrícula nº 034996, titular do cargo efetivo de Agente de Apoio Legislativo, código EAGAL, do Quadro Permanente da Secretaria da Assembléia Legislativa, marcadas anteriormente conforme Portaria nº 476/2004. RESUMO DO CONTRATO N.º 023/2005 A Subdireção Geral da Secretaria da Assembléia Legislativa do Estado do Espírito Santo, em atendimento ao que dispõe o parágrafo único do artigo 61 da Lei n.º 8.666, de 21 de junho de 1993, torna pública a celebração de Contrato, conforme descrito abaixo: Contratante Contratada Objeto Assembléia Legislativa do Estado do Espírito Santo. Sistema Norte de Rádio LTDA Prestação de serviços de veiculação de programa denominado “Rádio 18 – Diário do Poder Legislativo Valor Global Prazo Elemento de Despesa Atividade Processo Assembléia”, na “Rádio CBN FM”, com duração de 3 minutos diários, 3 (três) vezes por semana. Receberá o valor mensal de R$ 3.394,29 (três mil, trezentos e noventa e quatro reais e vinte e nove centavos), sendo que, o valor relativo aos serviços prestados no mês de dezembro de 2005 será de R$ 1.697,13 (Hum mil, seiscentos e noventa e sete reais e treze centavos). Sua vigência é de 106 dias, com início no dia 1º de setembro de 2005, podendo ser prorrogado por igual período. 3.3.90.39.00. 01.101.01.031.0400-2003. 054665-0. Secretaria da Assembléia Legislativa, em 05 de outubro de 2005. LUIZ ALBERTO DAROS Subdiretor Geral da Secretaria COMUNICADO AVISO DE INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO A Comissão Permanente de Licitação da Assembléia Legislativa do Estado do Espírito Santo, em atendimento ao disposto no Artigo 26 da Lei nº 8.666/93, torna público que a MESA DIRETORA, com base no parecer da Procuradoria Geral constante do Processo nº 055.509-0, ratificou a INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO para contratação de empresa para prestação de serviços de veiculação de mídia do projeto Agenda do Interior, com base no Caput do Artigo 25 da citada Lei . CONTRATADA: TELEVISÃO VITÓRIA S/A Empenho nº 2005NE02571, no valor de R$ 180.000,00 (Cento e oitenta mil reais). Vitória, 08 de novembro de 2005. Wilson da Silva Athaydes Filho Presidente da Comissão Permanente de Licitação AVISO DE INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO A Comissão Permanente de Licitação da Assembléia Legislativa do Estado do Espírito Santo, em atendimento ao disposto no Artigo 26 da Lei nº 8.666/93, torna público que a MESA DIRETORA, com base no parecer da Procuradoria Geral constante do Processo nº 055.692-0, ratificou a INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO para Vitória-ES, quinta-feira, 10 de novembro de 2005 contratação de empresa para prestação de serviços de veiculação de mídia do Projeto o Futuro do Trabalho, com base no Caput do Artigo 25 da citada Lei . CONTRATADA: NASSAU EDITORA RÁDIO E TELEVISÃO LTDA. Empenho nº 2005NE02529, no valor de R$ 300.000,00 (Trezentos mil reais). Vitória, 08 de novembro de 2005. Wilson da Silva Athaydes Filho Presidente da Comissão Permanente de Licitação AVISO DE INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO A Comissão Permanente de Licitação da Assembléia Legislativa do Estado do Espírito Santo, em atendimento ao disposto no Artigo 26 da Lei nº 8.666/93, torna público que a PRESIDÊNCIA, com base no parecer da Procuradoria Geral constante do Processo nº 055.964-0, ratificou a INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO para contratação de empresa para prestação de serviços de veiculação de programa radiofônico informativo institucional, sobre as atividades da Ales, denominado Rádio Assembléia, com base no Caput do Artigo 25 da citada Lei . CONTRATADA: ASSOCIAÇÃO CRISTÃ DE COMUNICAÇÃO - ACC Empenho nº 2005NE02673, no valor de R$ 3.000,00 (Três mil reais). Vitória, 09 de novembro de 2005. Wilson da Silva Athaydes Filho Presidente da Comissão Permanente de Licitação AVISO DE INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO A Comissão Permanente de Licitação da Assembléia Legislativa do Estado do Espírito Santo, em atendimento ao disposto no Artigo 26 da Lei nº 8.666/93, torna público que a MESA DIRETORA, com base no parecer da Procuradoria Geral constante do Processo nº 055.962-0, ratificou a INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO para contratação de empresa para prestação de serviços de veiculação de programa radiofônico informativo institucional, sobre as atividades da Assembléia, denominado “Rádio Assembléia”, com base no Caput do Artigo 25 da citada Lei . CONTRATADA: RÁDIO ASTRAL S/A Empenho nº 2005NE02554, no valor de R$ 10.140,00 (dez mil cento e quarenta reais). Vitória, 09 de novembro de 2005. Wilson da Silva Athaydes Filho Presidente da Comissão Permanente de Licitação HINO NACIONAL BRASILEIRO Poema: Joaquim Osório Duque Estrada Música: Francisco Manuel da Silva I Ouviram do Ipiranga as margens plácidas De um povo heróico o brado retumbante, E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos, Brilhou no céu da Pátria nesse instante. Se o penhor dessa igualdade Conseguimos conquistar com braço forte, Em teu seio, ó liberdade, Desafia o nosso peito a própria morte! HINO DO ESPÍRITO SANTO Música: Arthur Napoleão Letra: Pessanha Povoa Surge ao longe a estrela prometida Que a luz sobre nós quer espalhar; Quando ela ocultar-se no horizonte, Há de o sol nossos feitos lumiar. Nossos braços são fracos, que importa? Temos fé, temos crença a fartar. Suprem a falta de idade e da força Peitos nobres, valentes, sem par. (Estribilho) Ó Pátria amada, Idolatrada, Salve! Salve! Brasil, um sonho intenso, um raio vívido De amor e de esperança à terra desce, Se em teu formoso céu, risonho e límpido, A imagem do Cruzeiro resplandece. Salve, oh povo espírito-santense. Herdeiro de um passado glorioso, Somos nós a falange do presente Em busca de um futuro esperançoso. Gigante pela própria natureza, És belo, és forte, impávido colosso, E o teu futuro espelha essa grandeza. Saudemos nossos pais e mestres, A Pátria, que estremece de alegria, Na hora em que seus filhos, reunidos, Dão exemplo de amor e de harmonia. Terra adorada, Entre outras mil, És tu, Brasil, Ó Pátria amada! Venham louros, coroas, venham flores Ornar os troféus da mocidade. Se as glórias do presente forem poucas, Acenai para nós – Posteridade! Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil II Deitado eternamente em berço esplendido Ao som do mar e a luz do céu profundo, Fulguras, ó Brasil, florão da América, Iluminado ao sol do Novo Mundo! Do que a terra mais garrida Teus risonhos lindos campos têm mais flores; Nossos bosques têm mais vida, (Estribilho) Salve, oh povo espírito-santense. Herdeiro de um passado glorioso, Somos nós a falange do presente Em busca de um futuro esperançoso. Saudemos nossos pais e mestres, A Pátria, que estremece de alegria, Na hora em que seus filhos, reunidos, Dão exemplo de amor e de harmonia. Nossa vida no teu seio mais amores. Ó Pátria amada, Idolatrada, Salve! Salve! Venham louros, coroas, venham flores Ornar os troféus da mocidade. Se as glórias do presente forem poucas, Acenai para nós – Posteridade! Brasil, de amor eterno seja símbolo O lábaro que ostentas estrelado, E diga o verde-louro desta flâmula -Paz no futuro e glória no passado. Surge ao longe a estrela prometida Que a luz sobre nós quer espalhar; Quando ela ocultar-se no horizonte, Há de o sol nossos feitos lumiar. Mas, se ergues da justiça a clava forte, Verás que um filho teu não foge à luta, Nem teme, quem te adora, a própria morte. Nossos braços são fracos, que importa? Temos fé, temos crença a fartar. Suprem a falta de idade e da força Peitos nobres, valentes, sem par. Terra adorada, Entre outras mil, És tu, Brasil, Ó Pátria amada! Dos filhos deste solo és mãe gentil Pátria amada, Brasil (Estribilho) Salve, oh povo espírito-santense. Herdeiro de um passado glorioso, Somos nós a falange do presente Em busca de um futuro esperançoso ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA ESTADO DO ESPÍRITO SANTO DIRETORIAS DO PODER LEGISLATIVO SECRETARIA GERAL DIRETOR GERAL DA SECRETARIA JARBAS RIBEIRO DE ASSIS JUNIOR SECRETÁRIO GERAL DA MESA CARLOS EDUARDO CASA GRANDE PROCURADOR GERAL HÉLIO GUALBERTO VASCONCELLOS SUBDIRETOR GERAL SUBPROCURADOR GERAL LUIZ ALBERTO DAROS JULIO CESAR BASSINI CHAMUN SECRETÁRIO DA MESA P/ASSUNTOS ECONÔMICOS RICARDO FERREIRA DOS SANTOS SECRETÁRIA DA MESA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL – ROSEMARY MARTINS DUARTE Coordenador de Agência de Notícias – CAN Assessoria Militar – ASLM Marcelo de Souza Martins Guilherme Coelho da Rocha DIRETORES LEGISLATIVOS João dos Santos Pires Filho - DLA Ricardo Wagner Viana Pereira – DLMD Juarez Fernandes Ramos – DLCPD Paulo Marcos Lemos – DLR Naciene Luzia Modenezi Vicente – DLPL Pio Jorge Pedrini – DLP Eduardo Rios Santos – DLMAE Arildo José Cassaro – DLDI Núbia Rocha dos Passos – DLSM Marcelo Siano Lima – DLCPT Simone Silvares Itala Rizk – DLTP