Editores: UNIVERSIDADE FEDERAL DE ViÇOSA DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA Odilon Gomes Pereira José Antônio Obeid Domicio do Nascimento Júnior Dilermando Miranda da Fonseca UNIVERSIDADE FEDERAL DE ViÇOSA Apoio ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ @lCNPQ Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnol6glco CAPES FAPEMIG FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DE MINAS GERAIS v-~ FERTILIZANTES _*Dow AgroSciences HERINGER HBf11S' mlUfflNO. ISBN 857269281-9 J Illlllllllm~~ III Exemplares deste livro podem ser adquiridos no: Departamento de Zootecnia Universidade Federal de Viçosa (OXX) 31-3899-2677 36570-000 - Viçosa-MG. Comissão Organizadora: Odilon Gomes Pereira (Presidente) José Antonio Obeid Domicio do Nascimento Júnior Dilermando Miranda da Fonseca Secretaria (Estagiárias do Curso de Secretariado Izabella Fonseca Barbosa Clara Moreira de Andrade Executivo): Digitação e Montagem: Edson Agostinho Pereira Diagramação: Edson Agostinho Pereira (Oxx) 31-3899-2677 Capa, Impressão e Acabamento: Suprema Gráfica e Editora Ltda (Oxx-32-3551-2546) Ficha catalográfica S612a 2006 preparada pela Seção de Catalogação Biblioteca Central da UFV e Classificação da Simpósio sobre manejo estratégico da pastagem ( 3 : 2006 : Viçosa, MG ) Anais do III Simpósio sobre manejo estratégico da pastagem / Odilon Gomes Pereira ... [et al.], editores. - Viçosa: UFV; DZO, 2006. 430p. : il.; 22cm Acima do título: III SIMFOR. Inclui bibliografia. 1. Pastagens - Manejo - Congressos. r. Pereira, Odilon Gomes. II. Obeid, José Antonio. III. Nascimento Júnior, Domicio do. IV. Universidade Federal de Viçosa. Departamento de Zootecnia. V. Título: III Simpósio sobre manejo estratégico da pastagem. CDD 22.ed. 633.206 o conteúdo 11 dos artigos contidos nesta publicação são de inteira responsabilidade dos respectivos autores BASES ECOFISIOlOGICAS PARA O MANEJO DE GRAMíNEAS DO GÊNERO Cynodon 1 Carlos Guilherme Silveira Pedreira; 2 Felipe Tonato / Professor Associado. Depto. de Zootecnia, ESALQ-USP. Piracicaba. SP. cgspedretiiesatq.usp.br 1 Zootecnista. M'S; Doutorando em Ciência Animal e Pastagens. Depto. de Zootecnia, ESALQ-USP. Piracicaba. SP .. [email protected] INTRODUÇÃO o gênero Cynodon pode ser considerado um gênero pequeno comparado a outros gêneros de plantas forrageiras comumente usadas nas regiões tropicais, principalmente se forem consideradas apenas as e~pécies efetivamente usadas para a produção animal. Considerando, ,se .., .. as três principais espécies empregadas como forrageiras dentro do . genero, Cynodon dactylon (L.) Pers (a grama-bermuda), Cynodon n/~mfuensis Vanderyst e Cynodon plectostachyus (K. Schum.) Pilg. (as f()rmas não-rizomatosas conhecidas coletivamente como gramase;5!rela) e seus híbridos, existem provavelmente algo entre sete e dez di erentes cultivares de maior emprego hoje como material forrageiro no .(3rãsil,podendo ser considerados os principais a Estrela roxa, Florico e Florona dentro do grupo das gramas estrela, a Florakirk, a Tifton 68 e a ,'V. Tifton 78 no grupo das bermudas, e Coastcross-1 e Tifton 85 na categoria dos híbridos interespecíficos, com destaque para os dois últimos, atualmente as gramíneas do gênero mais implantadas no ~r€lsil. t' Numa primeira apreciação, esse tamanho relativamente ~gueno do gênero passa a impressão de ser uma vantagem quando se~.pensano estabelecimento de bases ecológicas e fisiológicas para o manejo desses materiais, já que um número restrito de cultivares em un;,l pequeno rol de espécies sugerem a idéia de similaridade em relação às repostas dessas plantas aos fatores de ambiente e de manejo a elas .. 'imposto. Isso pode ser considerado parcialmente correto, já que, ao contrário de outros gêneros, todos os cultivares de Cynodon a~[,esentam características semelhantes no que diz respeito ao hábito crescimento, à localização dos meristemas em relação ao solo e à / to~ma de propagação (vegetativa no caso dos materiais híbridos, os _ "fT!qis usados no Brasil). Por outro lado, os resultados de pesquisas . ' recentes, têm dado subsídios à noção de que existem diferenças • < '. de 94 - III Simpósio Sobre Manejo Estratégico da Pastagem significativas entre as espécies integrantes do gênero, e principalmente entre seus híbridos no que diz respeito à adaptabilidade a diferentes ambientes e estratégias de manejo empregadas. O atual status do gênero Cynodon como uma das principais opções de plantas forrageiras tropicais, é o resultado daquele que pode ser considerado um dos mais bem sucedidos programas de melhoramento de plantas (Crowder e Cheda, 1982; citados por Rodrigues et aI., 1998), no qual não apenas uma planta antes considerada invasora foi transformada em uma planta de interesse agronômico e de grande potencial produtivo, mas através da contínua seleção de plantas superiores e sua hibridação, desenvolveram-se diversos cultivares com características agronômicas bastante distintas é específicas (Pedreira et aI., 1998). Esse processo resultou no aurnents da variabilidade de respostas ao ambiente e ao manejo já existentes' nas plantas, gerando uma gama de cultivares comerciais hoje utilizados~, com grande amplitude de resposta às variáveis ambientais e às praticas de manejo a eles impostas, já que as diferenças entre cultivares refletem a história evolutiva da população, sejam estas adquiridas naturalmente ou através de programas de melhoramento e seleção (Cooper, 1983). Capins do gênero Cynodon apresentam, em nossas condições;' um elevado potencial de produção por animal e por área (Corsi é Martha Jr., 1998) e grande flexibilidade de manejo (Nussio et aI., 1998); possibilitando a conservação sob as mais diversas formas (Corsi fI Martha Jr., 1998). De maneira geral, as gramíneas Cynodon proporcionam elevada produção de matéria seca (superando as 20 Mg. MS/ha/ano) de bom valor nutritivo 11 a 13% de PB e 58 a 65% de digestibilidade (Pedreira, 1996), e apresentam uma das distribuições estacionais de crescimento mais uniformes (proporção relativa daprodução total no "inverno" e no "verão") quando comparada a outrasê espécies de interesse econômico no sudeste do Brasil (Pedreira e' Mattos, 1981). Nas condições brasileiras, os capins Cynodon têm sido' empregados principalmente em explorações leiteiras e para a produção de forragem conservada, e em menor escala em explorações de gado;" de corte (Vilela e Alvim, 1998). ,~, Apesar do estabelecimento de bases para o manejo dos Cynodons não ser tão simples (como inicialmente pode parecer, já que a primeira vista a impressão que se tem é que as plantas são muito r: semelhantes), em decorrência da quantidade e variabilidade de novos lI! Simpósio Sobre Manejo Estratégico da Pastagem :-~9-S-- ctIltivares comerciais ainda pouco conhecidos, hoje algumas das spécies desse gênero, estão entre as gramíneas forrageiras tropicais ais bem estudadas, tendo o seu manejo relativamente bem determinado, fruto de um programa consistente e específico de ~valiação, visando estudos para o manejo correto e racional de alguns Gultivares (Da Silva et aI., 1998). RESPOSTAS DE PLANTAS FORRAGEIRAS AO AMBIENTE , O crescimento das plantas é condicionado pela combinação de as características genéticas com diversos fatores de ambiente, como :edáficos (textura e fertilidade do solo), climáticos (temperatura, ,e,cipitação pluviométrica, luminosidade, fotoperíodo e qualidade da e fatores relacionados manejo (intensidade e freqüência e época desfolhação). Apesar do manejo ser fundamental para a ~rminação da produção final, os fatores ligados ao ambiente .stJmem um papel-chave na determinação das respostas das plantas, do os principais determinantes da produtividade primária (Nabinger, 97), e só é possível exercer o manejo da desfolhação se previamente ~··tirprodução (acúmulo), o que obviamente depende dos fatores de i,'i 0 Para as gramíneas do gênero Cynodon existem na literatura dive~sos trabalhos que suportam a idéia de que a influência dos fatores arnbientais na produtividade das plantas é marcante, e caracterizando . a~ qiferenças existentes entre os cultivares. Burton et aI. (1988) estudando a influência da temperatura, fotoperíodo e radiação solar na r~dutividade de Coastal bermuda [Cynodon dacty/on (L.) Pers.] colhida eJ:n intervalos de 24 dias durante um período de três anos, escreveram gU,e{' os fatores que melhor se correlacionaram com a produtividade ú~.1J1 o fotoperíodo (r 0,95) e a radiação solar (r O, 93), o que ~!icaria as baixas produtividades obtidas no outono, quando esses . es de crescimento são muito restritos. Trabalho conduzido pqr lair et aI. (2003) reforça a tese de que o fotoperíodo seria talvez o cipal fator determinando as variações estacionais na produção, pois o aumento o comprimento do dia para 15 horas durante os meses ias curtos, Tifton 85 (Cynodon spp.), Florakirk (Cynodon dacty/on L. s.) e Florona (Cynodon n/emfuensis Vanderyst var. n/emfuensis) ,ram alterada a distribuição estacional da produção, mostrando-se <..,,~~isprodutivos sob os dias mais longos. Os autores fizeram, no = = 96 - 111Simpósio Sobre Manejo Estratégico da Pastagem entanto, uma ressalva no sentido de que Florakirk e Florona foram menos sensíveis às alterações no fotoperíodo, atteranos proporcionalmente menos a sua produção com o incremento do fotoperíodo, o que segundo os mesmos se deve possivelmente à'" seleção dessa plantas em seu programa de melhoramento para melhor distribuição da produção ao longo do ano, e isso por sua vez teria como. consequência menor sensibilidade desse cultivar ao comprimento do dia. Contrastes na resposta de cultivares de Cynodon aos fatores ambientais também foram evidenciadas no trabalho de Tonato et aI. (2004), onde as produções de forragem de parcelas manejadas sob cortes a cada 28 ou 42 dias por dois anos, foram usados para determinar a temperatura base inferior (Tbi, abaixo da qual o. crescimento das plantas é nulo) de cinco cultivares de Cynodon, Tiftonr 85, Estrela (Cynodon n/emfuensis Vanderyst varo n/emfuensis), Coastcross (Cynodon dacty/on L. Pres.), Florico e Florona (Cynodon n/emfuensis Vanderyst var. n/emfuensis). Os valores de Tbi obtidos variaram de 16,9 °C para Tifton 85, passando por 16,3 C para Estrela até 15,3 DC para os três demais, em uma amplitude razoavelmente grande para plantas pertencentes ao mesmo gênero. Essas diferenças valores podem explicar em parte as diferenças em distribuição estacional da produção dessas plantas, com as de maior Tbi tendo se mostrado mais estacionais ao passo que as de menor Tbi distribuíram melhor a sua produção, indicando mais uma vez os efeitos da seleção imposta sobre os materiais selecionados ou cruzados (i.e., seja a., seleção natural ou advinda de programas de melhoramento), assim. como discutido por Sinclair et aI. (2003). As diferenças entre os diversos i cultivares do gênero às características do ambiente também foram ~ registradas por Chakroun, et aI. (1990) que avaliaram o desempenho produtivo 24 genótipos cultivados simultaneamente em cinco 1 . localidades diferentes por um período de três anos. Os autores! reportaram que os coeficientes de regressão entre a produtividade dos" cultivares e os fatores ambientais variaram de 0,61 a 1,38, mostrando . claramente a diferença de resposta dos genótipos em relação aos locais :i. e aos anos de avaliação. Os resultados obtidos por Burton et aI. (1988), Sinclair et aI.' (2003) e Tonato et aI. (2004) têm uma série de implicações práticas, demonstrando que no período do ano em que fatores de crescimento são escassos ("inverno" agrostológico), o acúmulo de forragem será D 111Simpósio Sobre Manejo Estratégico da Pastagem - 97 menor, mesmo quando água não é fator limitante (irrigação) e nutrientes são fornecidos via adubação. Isso por vezes, torna essas estratégias antieconômicas. Fica também claro que a capacidade de suporte das -,pastagens é inevitavelmente diminuída nessas épocas, fazendo com que ajustes de taxa de lotação, adequação de demanda alimentar a oferta de alimentos e alteração nas práticas de manejo sejam feitos, caso não se queira comprometer a perenidade da pastagem ou o desempenho dos animais por ela suportados. As diferentes respostas - aos fatores de meio devem ser consideradas para a alocação de um determinado cultivar em um determinado ambiente, e com base na interação entre cultivar e ambiente é que as diferentes estratégias de manejo devem ser consideradas. MANEJO DE PLANTAS FORRAGEIRAS . Manejar uma planta forrageira não significa apenas controlar a sua desfolha, mas de forma genérica, manejar plantas forrageiras é de 'certo modo, interferir no ritmo de crescimento e desenvolvimento não apenas das plantas, mas também dos animais quando esses estão Inseridos no ambiente pastoril. Para Da Silva et aI. (1998) os principais objetivos do manejo de áreas de pastagens são assegurar a ,Iongevidade e a produtividade das plantas forrageiras além de fornecer alimento em quantidade e qualidade para suprir as exigências hutricionais de ruminantes, o que evidencia que diversos outros aspectos além da desfolhação em si estão envolvidos no processo. Hodgson (1990) conceituou que o processo de produção animal - a partir de pastagens é composto por três fases, o crescimento, a utilização e a conversão. O crescimento expressa a capacidade da planta em transformar os fatores do meio, como água, luz e nutrientes em tecido vegetal, e aí o manejo teria início com a escolha do cultivar que melhor se adaptaria às condições do ambiente em que se pretende implantar a pastagem (em função de temperatura, regime hídrico e _,c;}nndição hídrica do solo), passaria pela correta preparação do ambiente para a implantação da planta (correção da fertilidade do solo, drenagem ou instalação de sistemas de irrigação), e só então chegaria no 'manejo da desfolhação propriamente dito, com a determinação da .. 'freqüência e da intensidade com que essa seria realizada', e no manejo -de reposição da fertilidade do solo. A utilização estaria ligada à -.capacidade de colheita do material acumulado durante o crescimento, e 98 - li! Simpósio Sobre Manejo Estratégico da Pastagem seja por parte do homem (colheita mecânica), seja por parte do anim (pastejo). Esta é, dentre as três, a fase do processo que apresenta, maior eficiência (Hodgson, 1990), e está diretamente ligada ao manej da desfolha (Da Silva e Corsi, 2003). A última etapa do processo é conversão, que está em parte ligada ao manejo da desfolha, pois ess determina o estrato do dossel que será colhido, e dessa forma composição do material colhido no que diz respeito à participação d folhas e colmos, o que afeta os níveis nutricionais do material ingerid e que também está associado ao mérito genético e a fisiologia d animal (Da Silva e Corsi, 2003). Pelo exposto acima, apesar de diversos fatores comporem manejo de plantas forrageiras, o manejo do processo de desfolhaçã especificamente apresenta papel de destaque (Nabinger, 2002), poi em última instancia a freqüência e a intensidade com que o material colhido, determinam a composição e a estrutura residual do dossel, dessa forma condicionam o novo crescimento (Lemaire e Agnusdei 2000). Os capins Cynodon de maneira geral apresentam porte baixo crescimento rasteiro (estolonífero), com meristemas bastante próximo do nível do solo, fatores que por si só já dão indicação de que tolera desfolhação mais drástica (mais baixa e mais freqüente). Esses capin são, por essa razão, considerados muito flexíveis (Da Silva, 1995), podendo ser usadas para pastejo, corte mecânico (fenação, ensilagem pré-secado) ou diferimento. MANEJO DE PLANTAS DO GÊNERO Cynodon: CONHECIMENTO CLÁSSICO Os estudos avaliando o potencial produtivo e as respostas a, manejo dos capins do gênero Cynodon tiveram nos Estados Unido grande parte da massa crítica de informações, o que pode ser explicad pelo interesse da indústria pecuária do sul daquele país nas grama bermuda e pelo fato de que a maioria dos híbridos desenvolvidos e programas de melhoramento genético o foram pelos pesquisadore norte-americanos. Já nas décadas de 1950 e 1960, estudos enfocara principalmente as respostas do cv. Coastal a manejo, pois do se lançamento em 1943 pelo Dr. Glenn Burton até os anos 1970-1980 quando novos cultivares como Coastcross-1 e Tifton 68 (Cynodo nlemfuensís Vanderyst var. nlemfuensís) foram lançados, esse era único cultivar de emprego comercial (Taliaferro et aI., 2004). lI! Simpósio Sobre Manejo Estratégico da Pastagem - 99 Em um dos primeiros estudos sobre Coastal bermuda avaliando freqüência de corte combinada com doses de N durante dois anos de avaliação, Prine e Burton (1956) mediram produções da ordem de 32 Mg/ha no primeiro ano para a maior dose de N (1008 kg/ha) quando as chuvas não limitaram o crescimento, e de 16 Mg/ha no segundo ano para a dose de 660 kg N/ha, quando as chuvas foram restritivas, mas sempre mostrando que as maiores produções ocorriam nos intervalos de 6 a 8 semanas entre cortes. Também trabalhando com cv. Coastal, Burton et aI. (1963) avaliaram sete intervalos entre cortes (3, 4, 5, 6, 8, 12 e 24 semanas) por um período de três anos de duração e reportaram produções máximas no intervalo entre cortes de 6 semanas. Além da freqüência de colheita semelhante para a maximização da produção, ambos os trabalhos, Prine e Burton (1956) e Burton et aI. (1963) . relataram que com a ampliação do intervalo entre colheitas o percentual de folhas na composição morfológica da forragem foi diminuindo de ;6.5% com 2 semanas, para 55% com 8 semanas, chegando a apenas \36% com 24 semanas, o que foi acompanhado por incremento na altura das plantas e alongamento dos internódios. , Holt e Lancaster (1968) testaram três doses de N (O, 134 e 268 kg/ha) em Coastal, sob pastejo,' empregando diferentes alturas de entrada (5, 10,20,25,35 e 40 cm) e de saída (5 e 13 cm) ao invés de -freqüências de desfolhação baseadas em tempo cronológico. Em 5 . anos de experimento as maiores produções ocorreram na combinação entre a menor altura de resíduo (5cm) as maiores alturas de entrada .(a5,..40 cm) e a maior dose de N (268 kg/ha). Os autores citaram ainda que a densidade populacional de perfilhos aumentou, ao passo que a massa de raízes diminuiu com as desfolhações mais freqüentes embora nadadisso tenha, aparentemente, colocado em risco a perenidade dos estendes. Os autores concluíram que a freqüência e a dose de N são ais importantes do que a altura de desfolhação para a produtividade 'um estande Coastal bermuda. A partir da década de 1960, com o lançamento de novos ivares de gramas bermuda, grama estrela e seus híbridos, as quisas passaram a enfocar essas novas plantas, frequentemente ndo o cv. Coastal como base de comparação (Taliaferro et aI., 4). Na grande maioria desses trabalhos avaliou-se o acúmulo de agem, o teor de proteína bruta (PB) e a degradabilidade in vitro da téria seca (DIVMS) dos diferentes cultivares quando submetidos a ersos intervalos entre cortes. Com isso buscava-se determinar os 100 -!lI Simpósio Sobre Manejo Estratégico da Pastagem intervalos nos quais a combinação entre níveis dessas variáveis, proporcionava máxima produção de PB por área, e máximo acúmulo de matéria seca digestível, usando esses intervalos (ou mesmo valores pontuais de frequência e intensidade) como referência para recomendação do manejo de corte ou de pastejo. Assim, trabalhos de manejo sob corte ou pastejo, como os de Mislevy e Everett (1981), Mislevy et aI. (1982), Monson e Burton (1982), Holt e Conrad (1986), Mislevy et aI. (1987), Mislevy et aI. (1989a, b), Brown e Mislevy (1989), Hill et aI. (1993) Mandebvu et aI. (1999) e Pedreira et aI. (1999) levaram os autores a concluir que para as gramas estrela e bermudas estudadas, Florico, Florona, Florakirk, Tifton 68, Coastcross-1 e Tifton :;. 85, o período de descanso após a colheita está provavelmente em torno de três a cinco semanas no "verão" (período de crescimento vegetativo vigoroso) e deva ser aumentado em uma ou duas semanas no "inverno" -c ou em "veranicos" (épocas em que o crescimento vegetativo é lento), . possibilitando dessa forma boa persistência e altas produções de forragem, com alto valor nutritivo (altos teores de proteína e boa degradabilidade in vitro), conforme apresentado (Tabela 1). Nesses trabalhos, os autores também concluíram que se o período de descanso for diminuído, o valor nutritivo da forragem aumenta, mas a produção e a persistência diminuem, ao passo que se o período de descanso for aumentado, a produção e a persistência aumentam, mas a digestibilidade e o teor de PB caem. Em estudos complementares, Mislevy et aI. (1989c) trabalhando com Florico e Florona sob pastejo submetidas a combinações de alturas de entrada e de resíduo, concluíram que o manejo para as plantas em . questão deveria ter como objetivo promover o corte ou pastejo quando a planta estiver com uma altura aproximada de 15 a 45 cm acima do resíduo, e deixar um resíduo de 15 a 25 cm no pastejo e de 10 a 15 em no corte mecânico. Para Florakirk, Pedreira et aI. (1999) recomendaram altura pós-pastejo de 10 a 15 cm. 1I1Simpósio Sobre Manejo Estratégico da Pastagem - 101 Tabela 1 - Cultivar Florico Florona Florakirk Florico ", Florona ;'Florakirk Produção de forragem, teor de proteína bruta (PB) e digestibilidade in vitro da matéria seca (DIVMS) em forragem de gramíneas do gênero Cynodon colhidas a diferentes intervalos Intervalo entre 2 3 - - - - - - - - - - - - Produção 7,6 9,6 10,1 12,1 12,3 18 16 12 16 14 68 62 60 67 59 " ,Florico , Florona . Florakirk cortes (semanas) 4 5 7 (Mg/ha/ano) - - - - - - - - - - - 10,8 14,8 20,4 11,4 14,8 19,9 16,8 16,8 17,0 PB (%) 13 12 8 8 12 11 10 DIVMS (%) 60 51 56 59 51 57 53 46 53 8 9 Usando enfoque similar aos trabalhos norte-americanos, isto é, no contexto de uma possível recomendação de manejo com base na ~ombinação de produção de massa, teor de PB e DIVMS, Alvim et al. "(1998, 1999, 2000) estudaram o efeito da dose de N e do intervalo entre cortes com Coastcross, Tifton 85 e Tifton 68. Os autores indicaram que Rara os três cultivares seriam recomendados intervalos entre cortes de ~uatro semanas no verão e seis semanas no inverno. Outros trabalhos vl· . c~mo os de Palhano e Haddad (1992), Gornide (1996) e Castro (1999) trQuxeram recomendações semelhantes, acrescentando que o intervalo ,e,ntrecortes de 28 a 35 dias (4-5 semanas) propiciam a máxima taxa de . 'a.i:'úmulo de forragem, que segundo Gomide (1996) foi decorrente da Weração entre a máxima taxa de crescimento relativo e do índice de área foliar dos cinco cultivares de Cynodon estudados pelo autor (Tifton8$; Florakirk, Tifton-68, Florico e Florona). ,. Cedefío et al. (2003) avaliando o efeito de cortes a cada 28, 42, ~6 e 70 dias em Coastcross, Tifton 68 e Tifton 85, indicaram que a 102 - lI! Simpósio Sobre Manejo Estratégico da Pastagem melhor idade para o corte dessas plantas deveria ser entre 35 e 48 dias, pois dentro desse intervalo combinam-se alta produção de massa com bons teores de PB (próximo a 14%), FDN (80%) e DIVMS (62%). Também estudando o efeito de diferentes intervalos entre cortes de Coastcross e Tifton 85, Gonçalves et aI., (2001) propuseram que as melhores relações entre produção de massa, teores de PB, FDN, FDA, MS digestível in vitro, EM (energia metabolizável) e a relação entre lâmina foliar e colmo seriam obtidos no intervalo de colheita de 21 no "verão" a 42 dias no "inverno". Vilela et aI. (2005) estudando a morfogênese e o acúmulo de forragem de capim Coastcross' recomendaram intervalo entre pastejos de 28 dias, visando a maximização da participação das folhas no dossel, e por conseqüência' maior valor nutritivo da forragem para a produção de leite. Resumindo uma série de trabalhos brasileiros Vilela (2005) indicou que para todas as espécies e cultivares do gênero Cynodon, o:, intervalo de descanso não deve superar as seis semanas sob pena de: grande queda na qualidade da forragem, e citou que a altura de resíduo deve ser de 20 a 25 cm. No que diz respeito ao intervalo entre cortes essa recomendação corrobora os valores citados em diversos trabalhos como de Mislevy et aI. (1989), Palhano (1990), Mislevy e Brown (1991),' Da Silva (1993), Gomide (1996) e Castro (1997), mas contrasta' fortemente com os valores indicados por esses mesmos trabalhos nó que diz respeito à altura de resíduo (intensidade de pastejo), que pode ser tão pequena quanto 5 a 7 em. Nota-se, portanto, que enquanto existe certo consenso nos trabalhos em relação à recomendação do tempo de descanso dado à ' planta após sua colheita, o mesmo não ocorre em relação à recomendação de altura de corte. Os trabalhos americanos em sua maioria citam valores de 10 a 25 cm e os trabalhos brasileiros indicam uma faixa mais estreita de 15 a 25 em, e trabalhos realizados em Porto ", Rico, citados por Da Silva (1995) recomendam alturas de 5 a 7 em. , Essa aparente discrepância decorre provavelmente da "fragilidade" de uma abordagem metodológica até certo ponto simplista, que considera apenas o acúmulo de massa e algumas variáveis qualitativas na determinação de valores de referência para manejo, mas no aspecto de protocolo experimental falha em contemplar aspectos relacionados com a morfologia, fisiologia e a ecologia da planta forrageira (Pedreira, 1995; Da Silva et aI., 1998). Il! Simpósio Sobre Manejo Estratégico da Pastagem - 103 ESTUDOS EM ECOFISIOLOGIA PARA SUBSDIAR NOVAS PRÁTICAS DE MANEJO DE Cynodon spp Em anos recentes, uma série de trabalhos adotando um novo enfoque, não apenas baseado na combinação entre produção e qualidade do material produzido, mas sim em princípios de ecofisiologia foram conduzidos no Brasil na tentativa de otimizar o manejo de pastagens do gênero Cynodon. Esses trabalhos têm se baseado na premissa de que é fundamental conhecer os constituintes individuais das pastagens nos seus mais diversos aspectos, seu arranjo espacial (estrutura), assim como a dinâmica das suas interações dentro da comunidade de plantas, para, com base neles, fazer recomendações de manejo (Da Silva et aI., 1998), já que o acúmulo de matéria seca é apenas um dos processos dentro do sistema de produção em x pastagens (e ainda assim resultante de vários outros processos), e pouco representa como guia de manejo para a otimização do uso da , pastagem como recurso dentro do sistema, caso outros processos não sejam identificados, quantificados e compreendidos (Da Silva e Pedreira, 1997). Seguindo essa linha, em um experimento com duração de 12 meses, três cultivares de Cynodon (Coastcross, Florakirk e Tifton 85) foram pastejados por ovinos em lotação continua, mantendo a altura do · dossel em 5, 10, 15 e 20 cm acima do nível do solo, sendo essas · alturas respectivamente correspondentes ás massas de 3000, 4000, ,5000 e 6000 kg de MS/ha. Dentro desse experimento, diversos aspectos ligados às plantas e a inter-relação entre planta e animal foram estudados, com avaliações sobre a composição morfológica (Fagundes et aI., 1999a), IAF, IL, coeficiente de extinção e acúmulo de forragem (Fagundes et aI., 1999b e Fagundes et aI., 2001), demografia çfe perfilhos e perfilhamento (Carvalho et aI., 2000a, Carvalho et aI., 2000b e Carvalho et aI., 2001a), dinâmica dos compostos de reserva JCarvalho 2001b), dinâmica do acumulo de matéria seca e padrões ~stacionais de crescimento (Pinto, 2000; Pinto et aI., 2001 a; Pinto 2001 b), mecanismos de compensação entre tamanho e densidade de d;-perfilhos(Sbrissia et aI., 1999) e por fim, o desempenho dos animais em · pastejo (Carnevalli et aI., 2000, 2001a, 2001b). rEssa série de trabalhos mostrou que, apesar do hábito de .crescirnento prostrado, cerca de 60 a 75 % do crescimento das plantas foi proveniente de elongação de colmos, e não de folhas, o que foi 104 - 1/1 Simpósio Sobre Manejo Estratégico da Pastagem constatado com a evolução da constituição longo do período experimental (Tabela 2). morfológica das plantas ao Tabela 2 - Distribuição percentual dos componentes morfológicos de Julho a Dezembro de 1998 para três cultivares de Cynodon . Tifton 85 Mês Folha Colmo Florakirk Morto Folha Colmo Coastcross Morto - - - - - - - - - - - - - - - - - % da massa de forragem Folha Colmo Morto ---------------_ Julho 24,2 34,1 41,7 16,9 34,6 42,0 17,4 40,0 46,0 Agosto 26,5 37,8 35,6 19,3 36,9 43,2 17,5 42,5 40,0' Setembro 18,4 44,5 39,1 10,4 36,9 52,6 10,8 31,8 57,4' Outubro 22,6 41,5 35,9 19,5 41,6 37,7 23,3 39,6 37,1 Novembro 15,3 46,7 38,0 13,9 45,0 40,3 17,9 49,0 33,1 Dezembro 12,5 47,5 40,0 12,1 42,2 44,6 17,1 41,2 41,7 Adaptado de Fagundes et al., 1999a. o número de folhas vivas por perfilho se manteve praticamente.' inalterado, ao redor de 5 folhas, com a taxa de aparecimento de folhas ,. diminuindo, conforme ficou evidenciado pelos valores de filocrono ' (Tabela 3) e o tempo de vida médio das folhas aumentando com o incremento nas alturas de corte (Pinto et aI., 2001). O índice de área foliar (IAF) variou entre cultivares, sendo consistentemente maior para Tifton 85 do que para os demais, (Figura 1), o mesmo acontecendo com. a interceptação de luz (IL) (Figura 2), refletindo as diferenças· morfológicas entre os cultivares (Fagundes et aI., 1999b). . Estudos da dinâmica do perfilhamento revelaram que a população de perfilhos em áreas de Cynodon sob pastejo passa por, constante renovação, que é mais acentuada nas menores alturas de.:, dossel, e mais lenta nas maiores alturas. Esse processo opera de forma concomitante com um mecanismo de compensação entre o tamanho e a densidade populacional de perfilhos, onde nas menores alturas o número de perfilhos por unidade de área é maior, porém com indivíduos de menor tamanho, enquanto que conforme a altura aumenta o tamanho dos perfilhos também aumenta, em detrimento da densidade populacional, que diminui devido a competição intra-específica (Sbrissia et aI., 2001). lI! Simpósio Sobre Manejo Estratégico da Pastagem - 105 Tabela 3 - Valores de filocrono em dosséis mantidos a quatro alturas constantes (steady-state) por pastejo. Média de três cultivares (Tifton 85, Florakirk, e Coastcross) Altura do dossel (cm) 5 10 15 20 - - - - - - - - - - - - dias I folha - - - - - - - - - - - 4,1 4,3 4,0 3,1 3,8 4,9 4,2 5,3 4,7 4,8 5,3 5,4 8,3 9,2 8,5 11,4 Época de avaliação Dez Fev Abr Jul Adaptado de Pinto et aI. (2001). Cultivares: • Tifton 85 li1Florakirk O Coastcross ! 2,5~--------------------------, o Julho Agosto Seterrbro OJtubro Noverrbro Dezerrbro Época de avaliação (rrês) L_ Figura 1 - índice de área foliar em pastos de Cynodon spp. sob regime de lotação contínua e em diferentes épocas de avaliação (Fagundes et aI., 1999b). 106 - 111Simpósio Sobre Manejo Estratégico da Pastagem - Cultivares: ; 11ITifton 85 m Florakirk O Coastcross , I 80 .,-----------'11I ~70 o '-" 5560 o .8 50 S 340 o 'f330 CI:l ~20 o •... 210 E o Julho Agosto Seterroro Outubro Noverrbro Dezerrbro Época de avaliação (rrês) _., .J Figura 2 - Interceptação luminosa em pastos de Cynodon spp. sob. regime de lotação contínua e em diferentes épocas de avaliação (Fagundes et aI., 1999b). Tabela 4 - Densidade populacional e peso de perfilhos individuais de pastos de Cynodon spp, mantidos a quatro alturas constantes (steady-state) por pastejo. Média de três cultivares (Tifton 85, Florakirk, e Coastcross) Altura Époea de avaliação Dez (em) Fev Abr Jul peso densidade peso densidade peso densidade perfiího/rn" mg perfüho/rn'' mg perfilho/m/ mg perfiiho/rrr' mg 5 15127 17,4 16482 11,1 11155 17,4 14415 17,8 10 9904 41,2 11773 32,6 15528 22,6 11661 36,7 12001 41,5 17659 42,8 densidade 15 10145 51,1 9026 43,2 14483 28,4 20 6980 88,8 9996 63,0 12251 55,6 Adaptado de Sbrissia et aI., 2001. peso ~"' ll! Simpósio Sobre Manejo Estratégico da Pastagem - 107 Na pesquisa citada, mesmo as alturas de pastejo mais drásticas, utilizadas em regime de lotação contínua com ajustes frequentes na taxa de lotação para manutenção da condição de equilíbrio, . aparentemente não comprometeram a perenidade dos estandes, pois >,além da evidência proveniente dos dados de dinâmica populacional de ~l;perfilhOs,os níveis de compostos de reserva (carboidratos totais não,estruturais e compostos nitrogenados) em momento nenhum indicaram um esgotamento dos estoques energéticos para manutenção das 'plantas. Além disso, amostras de forragem obtidas por pastejo simulado .' revelaram que os teores de proteína bruta e digestibilidade da matéria orgânica foram pouco variáveis, ao redor de 17,5% e 76,3% : respectivamente, em função de a variação da composição da dieta .,.,"selecionada" ter sido pequena entre os tratamentos, mostrando que as ~diferenças em desempenho se deram mais em função das diferenças quantitativas no consumo voluntário do que em diferenças no valor 'nutritivo do material consumido (Carnevalli et aI., 2000; 2001a; 2001b). ,Ã faixa de aparente flexibilidade para acúmulo de forragem total (equilíbrio entre crescimento e senescência) para os capins Cynodon 'estudados, ocorreu nas alturas de dossel entre 10 e 20 cm, com as maiores produções de matéria seca ocorrendo entre os 15 e 20 cm, ,iit bem como os melhores desempenhos de produção por unidade de área (kg PV/ha). \ Conforme tem sido demonstrado por uma série de trabalhos ~'mais recentes, realizados com outras espécies forrageiras tropicais, ~como os capins dos gêneros Panícum (Uebele, 2002; Bueno, 2003; Carnevalli, 2003 e Barbosa, 2004) e Brachíaría (Lupinacci, 2002; Sarmento, 2003; Molan, 2004; Andrade, 2004), seguindo essa àbordaqern ecofisiológica, existe uma semelhança muito grande no adrão de resposta apresentado por essas plantas tropicais no que diz respeito à estrutura do dossel(arranjo espacial), tamanho do aparato fotossíntétíco (IAF), interceptação luminosa e dinâmica do perfilhamento com os relatados para as plantas temperadas (Da Silva, 2002). Isso ermite inferir que os processos fundamentais que, determinam 'respostas biológicas de espécies forrageiras tropicais não" devem diferir daqueles que já há algum tempo são melhor conhecidos,bem aceitos, e , largamente aplicados no manejo de gramíneas de clima temperado. Com base nesse conceito de interceptação de luz, os dados apresentados por Fagundes (1999b) (Figura 2), indicam que Tifton 85 atingiu os 95 % de interceptação em alturas de dossel ao redor de '1;' _1_O_8_-_J_ll_'J:_i_m~p_ÓS_iO __ So-.b_r_e_M_a_n~~_'O_E_S_~_a_té~g_iC_O~d~~~p_a_st_a~ge_m __ , , ',T f •• ~ ,',',,' ~~ ,,' s " ~- "j ,l a_I' 20 cm, ao passo que Florakirk e Coastcross em alturas na faixa de 25 30 em. Isso sugeré 'que devem existir diferenças nas exi.gêocias;de" manejo para a otimização de processos biológicos nesses três capins, ' que, de outra maneira, parecem ser tão semelhantes. Estudos com outras espécies manejadas sob desfolha intermitente como Panicum e Brachiaria (não existemd'ados específicos para CynoêJon em pastejo . intermitente usando' este.aboidaqern rnetodolóqica), sugerem que a altura recomendada, _'Pt?ra - o manejo sob lotação contínua, corresponderia, numa'bóa aproxirnaçâo, à condição média entre a altura de entrada e a altura de resíduo para a planta. Se isso se aplicar aos capins do qênerd, !Cynddoh, pode-se indicá'rqúe, para Tifton 85 seriam recomendados-arma-altura de entrada para pasteio ou corte de , 25 cm, com umrébaixarnento para 1'5 cm de resídúo, e para Coastcross e Florakirk uma-altura -de entrada de 30 a 35 cm, e um resíduo semelhante ao do Tifton-85. .. Esse novo jenfçque vnetodotóqico ofereee hão apenas' uma abordagem sob o -prisma de conceitos e princípios, mas principalmente um novo rol informações para,o entendimento dos diversos aspectos ligados à dinâmiçQ,éf~,,-Rroduçã'oe consumo de forragem ernpastaqens, bem, como as respó$tas de animais em pastejo, -trazendo uma visão integrada dos comp'ôrÍentes do sistema pastoril, solo -:::planta - animal, e possibilitandovo- restabeleclrnento de técnicas de rnanejo" mais racionais, eficientes-e economicamente mais viáveis. " _ ; ~". . REFERENCIA BIBLIOGRÁFICAS ALVIM, M.J.; XAVIER, D.F.; BOTREL, MA et aI. Resposta do "Coastcross" (Cynodot: dacty/on (L.) Pers.) a diferentes doses de nitrogênio e intervalos de cortes. Revista Brasileira de Zootecnia, v.27, n.5, p. 829-836, 1998. ALVIM, M.J.; XAVIER,D.F.; VERNEQUE, R.S. et aI. Resposta do Tifton 85 a' doses de nitrogênio e' intervalos de cortes, Pesqulsa-Aqropecuária Brasileira," ) v.34, n.12, p.2345- 2352,1999. 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