www.br.com.br
Nº 46 • Ano 8 • julho/agosto 2012
sAtisfAção
em alta
Petrobras distribuidora alcança índices
recordes de recomendação e de fidelização
entre grandes clientes de diversos segmentos
Expansão
Mineração
Mercado aéreo regional
cresce, e bR Aviation é
eleita a melhor fornecedora
da América Latina
bR reforça seu
atendimento nacional
para atender um setor
em crescimento
Na trilha da fidelização
Tendo a satisfação e a lealdade dos clientes como seu maior capital, a
Petrobras Distribuidora cresce na medida em que faz crescer o mercado.
Nesta edição, preparamos reportagens especiais sobre o desenvolvimento de segmentos estratégicos, que revelam desafios e oportunidades.
A BR contratou a empresa de consultoria TNS Research International para
mensurar o reflexo de nossos produtos e serviços junto ao público consumidor.
Desta forma, obtivemos indicadores de satisfação que apontam o nível de eficiência dos recursos empregados e a nossa necessidade de superar nossos
padrões de qualidade. Com recorde de fidelização e recomendação, a BR já visa
atingir novos patamares nos próximos anos.
Nesta edição, abordamos ainda o crescimento do poder aquisitivo
da classe C e do surgimento de uma nova mentalidade de consumo
- intimamente relacionada ao crescimento das companhias aéreas de
pequeno e médio porte. Como temos visto, a preferência pelo uso do
avião como meio de transporte é uma tendência crescente no Brasil. E
a BR está atenta a esses altos voos.
Outro destaque é a retomada da indústria naval brasileira, que reinsere o país no cenário internacional ao gerar renda, emprego e competitividade, devolvendo ao País a quarta posição entre as maiores carteiras
de encomendas do mundo. O estado do Rio de Janeiro concentra, atualmente, o maior volume de investimentos públicos e privados, com potencial para transformar-se em um importante hub logístico internacional.
Por fim, dedicamos aos nossos leitores uma abordagem didática sobre
a fabricação dos cimentos asfálticos de petróleo, inclusive com dados a respeito da qualidade do asfalto utilizado hoje. Percorreremos cada uma das
etapas e as entidades envolvidas na pavimentação de estradas e rodovias.
Afinal, com tecnologia avançada e especial atenção ao meio ambiente, nos orgulhamos por oferecer soluções diferenciadas para os
negócios de nossos clientes, cada vez mais satisfeitos e fiéis.
Boa leitura!
Geraldo Falcão
PALAVRA br
José Lima de Andrade Neto,
Presidente da Petrobras Distribuidora
suMÁRio
3 . . . . Entrevista
Carlos Eduardo Herrmann do Nascimento
Asfaltos: parceria com universidades
prevê avanços
6 . . . . indústria Naval
A todo vapor
10 . . . . Prêmio para aviação
Noite com “céu de brigadeiro”
13 . . . . Aviação
BR Aviation Club
15 . . . . Mercado
Voando alto
19 . . . . Projeto
Iluminação eficiente
20 . . . Abastecimento elétrico
Petrobras Distribuidora e Nissan
assinam memorando para expansão
da recarga de veículos elétricos
21 . . . . Asfaltos
Excelência pavimentada
26 . . . transporte
Abastecimento no campo
29 . . . Produtos químicos
Mais Aguarrás
31 . . . . biotecnologia
Biojet: rumo à Sustentabilidade
32 . . . captação financeira
Credibilidade no mercado
34 . . . Reportagem de capa
BR alcança recorde de recomendação
44 . . . Mineração
Presença forte
48 . . . Progredir na bR
Crédito fácil
50 . . . LEV
Inovação na cozinha
53 . . . Produtos químicos
Menos riscos e mais benefícios
PRESIDENTE
José Lima de Andrade Neto
DIRETOR DE MERCADO CONSUMIDOR
Andurte de Barros Duarte Filho
DIRETOR DA REDE DE POSTOS DE SERVIÇO
Luiz Claudio Caseira Sanches
DIRETOR FINANCEIRO
Nestor Cuñat Cerveró
DIRETOR DE OPERAÇÕES E LOGÍSTICA
José Zonis
CONSELHO EDITORIAL
Antonio Carlos Alves Caldeira
Carlos Eduardo Duff da Motta Pereira
Edson Chil
Flavia Lopes de Abreu Cavalcanti
Francelino da Silva Paes
Gilce de Oliveira Sant’Anna
Hévila Aparecida Arbex
Leonardo Cesar de Barros
Luis Marcelo Freitas
Sandra Braga Nery
Viviane Salathe
GERENTE DE COMUNICAÇÃO E
RELAÇÕES INSTITUCIONAIS
Sylvia Sampaio Lopo
GERENTE DE PLANEJAMENTO
DE COMUNICAÇÃO
Luis Fernando Meinicke Farias
GERENTE DE IMPRENSA E
COMUNICAÇÃO INTERNA
Carolina Rocha Campos Pires
EDITOR
Carla de Paula Santos (MTB 32599/RJ)
PRODUTOR
César Gonçalves de Almeida
55 . . . Eventos
REPORTAGEM
Andrea Papes e Carla de Paula Santos
56 . . . Eventos
REVISÃO
Inah de Paula Comunicações
58 . . . sustentabilidade
DIAGRAMAÇÃO
Inah de Paula Comunicações
60 . . . Responsabilidade social
PRODUÇÃO GRÁFICA
Inah de Paula Comunicações
62 . . . Responsabilidade social
FOTO DE CAPA
Banco de Imagens Petrobras
BR sedia reuniões da Abegás
Indústria internacional de carvão em foco
Postos ecoeficientes
Equidade étnico-racial
Cultura para todos
63 . . . canal de comunicação
Fale Conosco agora com chat
64 . . . opinião
Desafios tecnológicos para
suporte à gestão de frota
2
PUBLICAÇÃO DA PETROBRAS DISTRIBUIDORA S.A.
PRODUZIDA POR
Inah de Paula Comunicações
TIRAGEM
9 mil exemplares
Reinaldo Hingel
ENtREVistA
AsfALtos
Parceria com universidades
busca avanço tecnológico
CaRloS eduaRdo HeRRmann do naSCimenTo
Gerente de Tecnologia de produtos de asfalto
o aumenTo daS FRoTaS e o uSo inTenSivo daS
eSTRadaS, em Todo o paíS, levam À BuSCa ConTínua
poR ConHeCimenTo apliCado ao deSenvolvimenTo
de novoS pRoduToS de pavimenTação aSFálTiCa.
neSSe ConTeXTo, a peTRoBRaS diSTRiBuidoRa queR
inCenTivaR paRCeRiaS Com a Comunidade aCadêmiCa
paRa a Realização de eSTudoS avançadoS no
SeToR. “peSquiSaS ConduzidaS em univeRSidadeS
Têm impoRTÂnCia viTal paRa o deSenvolvimenTo de
pRoduToS e SoluçõeS de pavimenTação. a Rapidez
Com que o ConHeCimenTo É diSSeminado, e o pRópRio
papel mulTipliCadoR daS univeRSidadeS, São oS
aSpeCToS maiS impoRTanTeS daS paRCeRiaS Com eSSaS
inSTiTuiçõeS”, ReSSalTa o GeRenTe de TeCnoloGia
de pRoduToS de aSFalTo da BR, CaRloS eduaRdo
HeRRmann. neSTa enTReviSTa, ele Fala SoBRe a
impoRTÂnCia do pRojeTo paRa Toda a Cadeia pRoduTiva.
Soluções BR: A BR pretende desenvolver pesquisas na área de
asfaltos em parceria com a comunidade acadêmica. O que motivou essa iniciativa?
Herrmann: O asfalto é um produto que exige constante desenvolvimento tecnológico para adequação às exigências do tráfego,
cada vez mais intenso e pesado.
Novos materiais e novas técnicas
são inseridos no processo de pavimentação e sua interface com o
asfalto influencia o desempenho do
revestimento e, em consequência,
da própria rodovia. Essas demandas de pesquisa são impossíveis
de serem atendidas única e exclusivamente pela estrutura da BR. Por
isso, precisamos da colaboração e
participação de nossas universidades e instituições acadêmicas.
Soluções BR: Qual é o enfoque
dado pelas universidades aos
estudos na área de asfaltos? Em
que eles se aproximam dos interesses da BR?
3
Entrevista
Divulgação
de recursos humanos, sendo que
a utilização de financiamentos
para condução de pesquisas que
envolvam os produtos desenvolvidos pela BR poderá ser estudada. Para avaliação dos temas de
pesquisa, será constituída uma
comissão mista com membros
da universidade interessada e da
Petrobras Distribuidora.
Soluções BR: Como serão financiados os projetos?
Herrmann: Os projetos serão
financiados pela própria BR,
Termos de cooperação com universidades preveem testes em produtos asfálticos da BR
Herrmann: Essas instituições de
Herrmann:
pesquisa estão voltadas ao de-
com instituições de pesquisa
senvolvimento de novas técnicas
ainda estão no campo do plane-
e modelos que permitam avalia-
jamento, no que tange a área de
ção e previsão do comportamen-
asfalto na BR. No entanto, a Petro-
to dos produtos asfálticos ao lon-
bras, por meio do Centro de Pes-
go de sua vida útil.
quisas da Petrobras (Cenpes), já
Nossos
trabalhos
A BR está buscando estabe-
possui parcerias consolidadas
lecer parcerias que permitam
com várias universidades com o
realizar estes estudos de forma
objetivo de desenvolver a estru-
combinada com os interesses
tura necessária para a condução
da
de pesquisas relacionadas à área
comunidade
acadêmica.
Tudo começa com a nossa necessidade de testar os produ-
de asfalto.
com recursos oriundos da Gerência de Comercialização de
Asfaltos (GCA).
Soluções BR: Sabemos que a
tecnologia empregada no desenvolvimento de produtos asfálticos pela BR é comparada
ao que há de mais moderno no
mundo. O que as universidades
podem acrescentar em termos
de conhecimento?
Herrmann: Nas universidades
encontramos pesquisadores extremamente capacitados, que
quando municiados da infraes-
Soluções BR: Em que termos se-
trutura necessária desenvolvem
rão formadas as parcerias entre a
soluções adequadas às neces-
BR e a comunidade acadêmica?
sidades do mercado. A Rede
Herrmann: As parcerias serão
Temática de Asfalto, já implanta-
desenvolvidas por meio de ter-
da pelo Centro de Pesquisas da
mos de cooperação, nos quais
Petrobras (Cenpes) com grande
serão estabelecidas as contra-
sucesso, permite que hoje te-
partidas tanto da BR como da
nhamos em diversas universida-
instituição
Estamos
des, laboratórios de ponta para
Soluções BR: Esse tipo de pro-
construindo modelos que permi-
pesquisa na área de asfalto.
jeto pode ser considerado inédito
tam a nossa participação, princi-
Este avanço recente propicia o
no País?
palmente com a disponibilização
desenvolvimento de estudos so-
tos da BR de forma comparativa
com os disponíveis no mercado, em termos de desempenho.
A isonomia dada ao processo
pelas instituições de pesquisa
garante a obtenção de resultados com um grande índice de
confiabilidade.
4
envolvida.
bre o desempenho de produtos
asfálticos quando em uso nas
rodovias, avaliando sua interface com outros elementos da cadeia produtiva.
Os produtos asfálticos, de
forma geral, podem ser classificados em convencionais e modificados.
Ambos
necessitam
de estudos que permitam ao
contratante, projetista ou usuário prever o comportamento dos
ligantes asfálticos em suas condições de aplicação, com certo
grau de confiabilidade.
Por isso, pesquisas universitárias têm importância
vital no desenvolvimento de
produtos e soluções de pavimentação. A rapidez com que
o conhecimento é disseminado e o próprio papel multiplicador das universidades po-
de forma a atender às necessidades de mercado.
so de usinagem, diminuindo a
Soluções BR: O desenvolvimento de tecnologias para o
segmento de asfaltos é pautado
também pela preocupação com
a ecoeficiência?
Herrmann: Todo o desenvolvimento de produtos que visa obter um desempenho melhor da
solução a ser adotada em uma
obra de pavimentação, cujo
asfalto é um dos insumos, tem
como preocupação a ecoeficiência, sendo este um resultado
restauração de rodovias.
Soluções BR: Como o laboratório do asfalto da BR é visto
pelo mercado?
Herrmann: Não só o Laboratório Central de Pavimentação
da BR (LCPBR) como a Petrobras Distribuidora, por meio da
Gerência de Comercialização
de Asfaltos (GCA), devem ser
vistos pelo mercado como parceiros no desenvolvimento de
soluções de pavimentação que
Precisamos nos aproximar
das universidades para
o desenvolvimento de
soluções eficazes na área
de pavimentação.
aspectos mais importantes das
indireto do processo. Produtos
parcerias com essas instituições.
com melhor desempenho di-
Soluções BR: Em que fase en-
minuem a frequência com que
contram-se os projetos?
visem a colaboração mútua
entre a área de comercialização e a acadêmica.
Nosso laboratório já participa do programa de visitas do Sistema Petrobras,
no qual representantes do
mercado e da sociedade
dem ser apontados como os
manutenções
preventivas
ou
conhecem nossas instalações e
têm oportunidade de verificar in
loco as pesquisas conduzidas
por nossa equipe.
corretivas são realizadas em ro-
Soluções BR: As pesquisas de-
as instituições interessadas nes-
dovias, reduzindo o consumo de
senvolvidas pelo laboratório de
te tipo de trabalho que tenham
recursos financeiros e materiais,
pavimentação e as desenvolvidas
seus laboratórios já equipados.
sendo estes últimos os que po-
em conjunto com as universida-
Somente após o investimento da
dem representar um maior con-
des ocorrerão em paralelo?
Petrobras nesta área é que pas-
sumo de recursos naturais.
Herrmann: As pesquisas em
Herrmann: Estamos buscando
um
nosso laboratório e nas univer-
nossas parcerias para podermos
exemplo, podemos citar a uti-
sidades devem ser conduzidas
multiplicar nossa capacidade de
lização de aditivos que redu-
de forma complementar. Em
trabalho. Temos agora na BR a
zem a temperatura de mistura
nosso laboratório, desenvolve-
infraestrutura laboratorial neces-
e aplicação de massas asfál-
mos formulações de produtos
sária e caberá não só à BR, como
ticas produzidas a quente. Tal
asfálticos que podem ser tes-
também a outras distribuidoras,
redução permite a inserção de
tadas e avaliadas comparativa-
apoiar e direcionar as pesquisas
materiais reciclados no proces-
mente nas universidades.
samos a pensar na formação de
IngImage
disposição destes quando da
Diretamente,
como
■
5
Sergio Buarque de Holanda / Renata Mello
iNdústRiA NAVAL
A todo VAPoR
indúSTRia naval CReSCe e ConCenTRa volume ReCoRde de inveSTimenToS
A
indústria naval brasileira retoma seu curso com grandes projetos. Os empreen-
de Construção e Reparação Na-
Diante do crescimento econômi-
val e Offshore (Sinaval), o Rio de
co brasileiro e das demandas dos
Janeiro deverá receber R$ 211,5
grandes eventos, as navegações
dimentos programados para o setor
bilhões em investimentos anun-
de cabotagem e de longo curso
pretendem gerar produtividade e
ciados para o período, dos quais
tornam-se importantes aliados para
competitividade em nível interna-
R$ 40,5 bilhões serão direciona-
o transporte de produtos. A constru-
cional ao país nos próximos anos.
dos ao segmento da indústria de
ção de estaleiros e navios com tec-
O Brasil tem, hoje, uma das maiores
transformação. Entre os setores,
nologia majoritariamente nacional já
carteiras de encomendas de navios
a indústria naval se destaca, con-
reservou ao Brasil a quarta posição
do mundo e conta com perspecti-
centrando 38% do total (R$ 15,4
entre os maiores produtores mun-
vas ainda mais otimistas para 2015.
bilhões), sendo que R$ 9,5 bilhões
diais, atrás apenas dos asiáticos Co-
O Rio de Janeiro é, atualmente, o
serão para a construção de em-
reia do Sul, China e Japão. Segundo
Estado com maior concentração
barcações e quase R$ 6 bilhões
o governo federal, estima-se que as
de investimentos públicos e priva-
aos novos estaleiros. Dos 234 em-
ações de revitalização da indústria
dos, com potencial para tornar-se
preendimentos previstos, a maio-
naval brasileira produzam 609 em-
um hub logístico. Empreendimentos
ria (61,5%) já está em andamento.
barcações e 27 estaleiros até 2014.
anunciados objetivam fazer do Rio
Segundo a Federação das Indús-
O Brasil, que já foi o terceiro maior
um centro internacional para impor-
trias do Estado do Rio de Janeiro
construtor de navios do mundo, en-
tação e exportação de mercadorias.
(FIRJAN), a Petrobras responde
frentava desde a década de 80 uma
De acordo com informações
por mais da metade dos investi-
crise no setor. O transporte de mer-
mentos, com R$ 107,7 bilhões.
cadorias era executado, em grande
do Sindicato Nacional da Indústria
6
parte, por embarcações fretadas, o
que encarecia a atividade. Agora,
ressurge uma indústria naval ativa,
com projetos que incluem construção, ampliação e modernização de
portos e estaleiros, e encomendas
de navios de grande porte.
pRomeF
O Brasil possui um litoral de
7.367 quilômetros de extensão e
35 mil quilômetros de vias internas
navegáveis. Apesar disso, o transporte de produtos ainda é predominantemente rodoviário, gerando
altos custos e riscos à segurança
dos usuários das estradas. Com
os incrementos econômicos direcionados ao setor naval, consolidados com a criação do Programa
de Modernização e Expansão da
Frota Transpetro (Promef), a indústria naval brasileira ganha novo
fôlego, impulsionada pela exploração de petróleo e gás.
Segundo a Transpetro, antes
da criação do Promef, em 2004, a
pilar, porque os dois primeiros já
cumprimos. Temos que estar juntos para garantir produtividade,
sustentabilidade e para colocar a
indústria naval brasileira no cenário
mundial”, afirma Sérgio Machado,
presidente da Transpetro.
A frota Transpetro já conta com
3 novos navios em operação: Celso Furtado, João Cândido e Sérgio Buarque de Holanda. Outros
navios serão entregues em breve
no Rio de Janeiro e em Pernambuco. Ao todo, há encomendas
para 49 embarcações, a um custo
de R$ 10,8 bilhões.
O João Cândido, segundo
navio em operação pelo Promef,
atingiu um índice de nacionalização de 70%, superando os 65%
estipulados na primeira fase do
programa. Com 274 metros de
comprimento e capacidade para
transportar 1 milhão de barris de
petróleo por dia, o Suezmax é o
primeiro navio construído pelo Estaleiro Atlântico Sul, em Pernam-
buco. Além do EAS, o Estado terá
o estaleiro STX-Promar, também
viabilizado pelas encomendas do
Promef, que vai construir oito navios gaseiros para Transpetro.
novoS neGóCioS
De acordo com pesquisa
do Sistema Firjan, sobre as intenções de investimentos para
o Rio de Janeiro, o Estado é o
atual centro internacional para
novos negócios, com oportunidades diversificadas em curto,
médio e longo prazos, além de
ser detentor de grandes reservas de petróleo e gás. Neste
contexto, a construção naval
exercerá enorme impacto sobre
a economia fluminense e servirá
como alavanca para a atração
de novos empreendimentos.
Até 2014, o Rio terá o maior
conjunto logístico do Atlântico
Sul e um dos maiores do mundo. Portos de alta capacidade
estão em construção e os exis-
frota da Companhia seria reduzida
João Cândido / Eudes Santana
a cerca de 20 navios até 2015, em
função da idade das embarcações.
A necessidade de renovação e de
aumento do número de petroleiros,
face ao incremento da produção
de petróleo e gás no país, criou a
oportunidade de retirar este setor
da crise.
O Promef foi elaborado a partir
de três premissas: construir navios
no Brasil; ter um índice de conteúdo nacional mínimo de 65%; e
atingir competitividade internacional após a curva de aprendizado.
“Agora vamos cumprir o terceiro
Hoje o Brasil tem uma das maiores carteiras de encomendas de navios do mundo
7
Indústria naval
tentes passam por modernização, o que encurtará as distâncias entre o estado e os demais
centros econômicos mundiais.
O Rio contará com 13 portos
e três grandes terminais, por
onde serão transportados pe-
multaneamente, inclusive o Chinamax – maior navio do mundo.
Em estaleiros da Ilha do Governador, de Niterói e da Baía de
Guanabara, diversos empreendimentos estão em andamento,
entre os quais a construção de
navios bauxiteiros, navios patrulha, de reboque, de apoio à plataformas, além de obras de conversão dos cascos para quatro
plataformas da Petrobras do tipo
FPSO (P-74, P-75, P-76 e P-77),
no Estaleiro Inhaúma.
tróleo e derivados, minério de
ferro, produtos siderúrgicos, automóveis, contêineres e outros.
Os empreendimentos anunciados objetivam fazer do Rio um
centro internacional estratégico
para importação e exportação
de mercadorias.
BR dá suporte às atividades de exploração
e produção nos campos do pré-sal, contribuindo para o crescimento do setor naval
Na Petrobras Distribuidora, a Gerência de Supply House presta
serviços à área de Exploração e Produção da Petrobras, atendendo
Dois novos estaleiros já estão
plataformas e sondas com os produtos indispensáveis às suas opera-
em operação: o Aliança Offsho-
ções. Para tanto, a área é responsável pela aquisição e o suprimento
re, em São Gonçalo, e o Estalei-
de produtos químicos, querosene, lubrificantes, álcool anidro e fluidos,
ro Inhaúma. A revitalização ur-
bem como pela disponibilização da infraestrutura necessária para a
bana da capital inclui, ainda, a
armazenagem e expedição desses produtos.
implantação de projetos na zona
Nos últimos anos, a atividade de Supply House na BR vem se prepa-
portuária, como o Porto Maravi-
rando para novos desafios com o crescimento da produção no país e o
lha. O projeto de expansão do
desenvolvimento dos grandes campos de petróleo do pré-sal. Os depósitos
Porto do Rio já está em anda-
da gerência estão localizados estrategicamente próximos à Petrobras, onde
mento e prevê a duplicação de
são disponibilizados os produtos a serem expedidos aos portos e área de
sua capacidade de movimenta-
apoio terrestre visando sua entrega às sondas de exploração e plataformas
ção de contêineres.
de produção. Ao todo, os depósitos movimentam um volume de aproxima-
No Complexo Portuário do Açu,
damente 400 mil metros cúbicos de produtos por ano.
em São João da Barra, há obras
Os depósitos de Supply House são compostos de armazéns para
em diferentes segmentos indus-
produtos embalados e granéis, tanques para armazenagem de produ-
triais. Entre eles, o Estaleiro OSX,
tos líquidos, pátio para movimentação e armazenagem de contentores
que se dedicará à construção de
offshore e instalações ligadas à área de Segurança, Meio Ambiente e
plataformas e embarcações de
Saúde (SMS), entre outros.
apoio, com ênfase na cadeia pro-
Dos sete depósitos distribuídos pelo País, o maior é o Depósito de Sup-
dutiva de petróleo e gás. Também
ply House de Macaé (Decae), no Norte fluminense, onde as operações são
deverá ser implantada uma side-
realizadas 24 horas por dia para atendimento às demandas da Bacia de
rúrgica da Ternium. A expansão
Campos. O atendimento ao pré-sal será realizado ainda pelos Depósitos de
do complexo facilitará o escoa-
Supply House de Vitória (Devit) e do Rio de Janeiro (Derio), que atendem
mento da produção e o transporte
as bacias do Espírito Santo e de Santos, respectivamente. Vale destacar
de máquinas e equipamentos. O
que o Derio, localizado no município de Duque de Caxias, foi criado no final
Porto do Açu está preparado para
do ano passado especialmente para atendimento ao pré-sal, cujas maiores
receber até 40 embarcações si-
descobertas estão localizadas na Bacia de Santos.
8
O Complexo Petroquímico do
investimentos de R$ 900 mi-
Rio de Janeiro (Comperj) marca
lhões. Aponta, ainda, que mais
um novo momento do setor petro-
de 720 novas indústrias pode-
químico. Previsto para entrar em
rão se instalar no Estado, com
operação em 2014, o projeto pre-
potencial de geração de R$ 1,8
vê a construção de duas refina-
bilhão em investimentos.
rias, uma Central Petroquímica e
uma Central de Utilidades. As instalações do Comperj serão construídas no município de Itaboraí e
corresponderão a uma área total
de 45 milhões de m².
Cada unidade de refino produzirá 165 mil barris de diesel,
gasolina, querosene de aviação e
gás liquefeito de petróleo por dia.
A Petrobras terá a Brasken como
principal parceira no setor petroquímico. As centrais utilizarão gás
natural proveniente das camadas
de pré-sal para produção de eteno – matéria-prima para a produção do polietileno e polipropileno.
Renata Mello
para o estado do Rio, gerando
Comperj
Geração de emprego
Com o aquecimento da indústria naval, que chegou a ter menos
de dois mil trabalhadores na virada do século, quase 60 mil pessoas já foram empregadas. A previsão para o estado do Rio é de que
sejam gerados 11 mil postos de
trabalho na construção dos novos
estaleiros e 16 mil na operação.
“Hoje já temos 42% dos 60 mil empregos diretos no setor no Brasil,
isso sem falar nos indiretos. E esse
número vai crescer 60% nos próximos três anos”, afirmou Eduardo
Eugênio Gouvêa Vieira, Presidente
Rio se torna um centro estratégico para
importação e exportação de mercadorias
acordo com Júlia Nicolau Butter,
especialista de Competitividade
Industrial e Investimentos da Firjan, “parte dessa necessidade
vem sendo suprida por trabalhadores estrangeiros, atentos
às oportunidades que o País e,
em particular, o estado do Rio,
oferecem”. A especialista diz,
A Petrobras constituiu seis
do Sistema Firjan. Estima-se que,
ainda, que “o Rio vem batendo
sociedades anônimas no Rio de
até 2015, o setor gere 400 mil va-
recordes de concessão de vis-
Janeiro, subsidiárias integrais:
gas em todo o país.
tos de trabalho para profissionais de diversos países”.
S.A.,
Há uma predominância de
Comperj Petroquímicos Básicos
profissionais com mais de 60
Ainda assim, Júlia alega que a
S.A., Comperj PET S.A., Comperj
anos e de jovens com menos de
chegada de estrangeiros não é su-
Estirênicos S.A., Comperj MEG
30 atuando nos novos empre-
ficiente para suprir a carência do
S.A. e Comperj Poliolefinas S.A.
endimentos. A ausência de uma
mercado e que “a solução é investir
A princípio, a estatal deterá 100%
geração se deve à estagnação
fortemente em educação de todos
do capital total e votante dessas
do setor entre os anos 80 e 2000.
os níveis: básica, técnica e supe-
companhias, quando será feita
O reaquecimento da indústria
rior, de modo a formar rapidamente
a implantação do modelo de in-
justifica, ainda, a formação dos
profissionais capacitados”. Iniciati-
tegração e relacionamento das
novos talentos.
vas, como o Programa Nacional de
Comperj
Participações
Apesar do crescimento do
Acesso ao Ensino Técnico e Em-
O Sistema Firjan estima que,
número de vagas, ainda é in-
prego (Pronatec), estão sendo cria-
com o Comperj, serão atraídas
suficiente a oferta de mão de
das para estimular e democratizar
mais de 350 novas fábricas de
obra qualificada no país para
o acesso a cursos tecnológicos e
produtos de material plástico
preenchimento de cargos. De
profissionalizantes no país. ■
empresas do Comperj.
9
REcoNHEciMENto
Noite com
beiro
al e Valéria Ri
Ricardo Amar
“céu dE bRigAdEiRo”
eo
Duarte Filho,
rte de Barros
emiação
da BR, Andu
pr
or
da
id
es
um
or
ns
ed
ercado Co
ssionais venc
o diretor de M
lado dos profi
Valorização:
lva Paes, ao
Si
da
o
lin
ce
an
de Aviação, Fr
gerente exec
utivo de Prod
utos
peTRoBRaS diSTRiBuidoRa Realiza o pRêmio naCional
de RevendedoReS e deSTaCa oS pRoFiSSionaiS do ano
A
Petrobras Distribuidora premiou os revendedores da
BR Aviation que se destacaram em 2011 e contribuíram para
os resultados alcançados. O evento
aconteceu no Hotel Windsor Barra,
no Rio de Janeiro, na noite de 31 de
maio, e o clima foi de muita expectativa e satisfação dos presentes,
pelas conquistas realizadas.
10
Esse tipo de premiação, realizada pela BR Aviation, visa ressaltar as competências pessoais
e de equipe, colaborando ainda
mais para a motivação de seus
colaboradores, que, dentre outros fatores, é essencial para que
continue a ser a empresa líder de
mercado. Diante de tantos eventos esportivos que se aproximam,
onde o segmento de aviação será
fortemente demandado, é primordial que se possa contar ainda
mais com essa parceria bem sucedida entre a BR Aviation e sua
rede de revendedores.
Na categoria Gestor, o grande
vencedor foi Leonardo Marcílio da
Paixão, da empresa Marlim Azul
Comércio de Petróleo e Derivados
Ribeiro
léria
maral e Va
Ricardo A
Ltda.; na categoria Executor, Valfredo de Souza Moura, operador
de abastecimento da Empresa Revendedora Competro Comércio e
Derivados de Petróleo Ltda.; e na
categoria Empresa Revendedora,
a empresa Sergipe Jet Comercial
Ltda. Dez profissionais chegaram
à final, cinco na categoria Gestor e
cinco na categoria Executor. A categoria Empresa Revendedora não
definiu finalistas, porque, por concepção, todas já o são, como se
evidencia pela solidez da parceria
existente, tendo sido apenas revelado o nome da empresa premiada.
Ricardo Amaral e Valéria Ribeiro
Prêmio Nacional de Revendedores: reconhecimento
e valorização das equipes
que atuam no segmento
de aviação, do qual a BR é
líder nacional de mercado
Diante de tantos eventos esportivos
que se aproximam é primordial que
se possa contar ainda mais com
essa parceria bem sucedida.
De acordo com a Gerente de
Marketing de Revendedores e Aviação Geral da Petrobras Distribuidora, Érica Saião Caputo, os operadores de abastecimento representam
a força da atuação, porque cabe
a eles a interface com os clientes,
daí a importância de reconhecer o
trabalho que realizam com muita
competência técnica e comprometimento. “O prêmio foi muito especial, fizemos um vídeo com o dia a
dia de cada finalista para todos conhecerem esses profissionais que
representam a BR nos aeroportos
Brasil afora. Essa foi apenas a pri-
11
Ricardo Amaral e Val
éria Ribeiro
REcoNHEciMENto
Noite de expectativas:
equipe BR Aviation
e de Revendedores
aguardam os resultados da premiação
meira edição do prêmio. Queremos
desempenho. Lançada no ano
sária para a atividade, a qual são
realizá-lo uma vez por ano. O obje-
passado, tendo como pilar o cum-
submetidos anualmente pela BR.
tivo da BR é reconhecer o valor que
primento do Programa Céu de Bri-
Já na categoria Gerente de
os revendedores representam para
gadeiro, programa de gestão de
Unidade, a apuração considerou
a empresa”, afirma Érica.
SMS da BR Aviation, a premiação
a habilitação e certificação de
foi dividida em três categorias:
toda a equipe, o alcance de 100%
Operador de Abastecimento (Exe-
de
cutor), Gerente de Unidade (Ges-
baseada nas inspeções técnicas,
tor) e Empresa Revendedora.
e no Sistema de Garantia da Qua-
aTuação naCional
Atualmente,
a
Petrobras
Distribuidora opera em 100
aeroportos do Brasil, sendo
que 85 deles são revendas de
aviação
(revendedores
com
bandeira BR) e 15 têm equipe
própria. Por isso, a BR investe
Na
categoria
Operador
conformidade
operacional,
de
lidade (SGQ), e a implementação
Abastecimento, foi analisada a
de práticas diferenciadas de ges-
postura proativa do operador, o
tão que tenham contribuído para
seu comprometimento com o Pro-
os resultados da unidade.
grama Céu de Brigadeiro, medido
Para finalizar, a categoria Em-
por sua conduta e comunicação de
presa Revendedora foi uma conso-
garantir que o cliente perceba o
riscos/desvios, bem como o reco-
lidação de todos os requisitos, exi-
mesmo padrão de atendimento,
nhecimento dos clientes através do
gindo da empresa o cumprimento,
segurança e qualidade, em qual-
registro de elogios. Também foram
por seus funcionários, dos princí-
quer aeroporto da rede.
considerados aspectos relaciona-
pios do Programa Céu de Brigadei-
Pensando na dedicação dos
dos à apresentação pessoal do
ro e o alcance de 100% de confor-
seus parceiros, a Companhia de-
operador e nota obtida na prova
midade operacional e no SGQ, em
cidiu premiar os destaques em
de certificação operacional neces-
todas as suas unidades. ■
na padronização, treinamento e
fiscalização dos aeroportos, para
FRANCELINO DA SILVA PAES é o titular da Gerência de Produtos de Aviação (GPA), cuja missão é distribuir produtos de aviação Petrobras, atuando nos serviços de abastecimento de aeronaves e atividades correlatas. A unidade tem como objetivo
garantir a satisfação dos consumidores, com competitividade, rentabilidade e responsabilidade social. ([email protected])
12
AViAção
bR AViAtioN
cLub
pRoGRama de RelaCionamenTo da BR aviaTion ReTRiBui paRCeRia Com pRêmioS
C
serão computados no sistema
presentam 67% dos participantes
de gestão do programa e dis-
cadastrados. Seguidos por mecâ-
ponibilizados para consultas no
nicos (17%), copilotos e atenden-
Aviation Club é o programa de
site
www.braviationclub.com.br.
tes de pista (ambos com 5%), pro-
relacionamento da aviação geral,
As solicitações de resgate tam-
prietários (4%) e escritório (2%).
segmento que engloba as aero-
bém são realizadas pelo site, que
Os estados com maior representa-
naves de pequeno porte. A cada
dispõe da lista de prêmios e dos
ção são Rio de Janeiro e São Pau-
abastecimento ou aquisição de pro-
respectivos pontos. O controle da
pontuação é administrado pela
lo, que somam 48% das adesões.
dutos BR Aviation, proprietários de
aeronaves, pilotos, copilotos, mecâ-
BR Aviation, responsável pela re-
nicos e atendentes de pista cadas-
messa dos prêmios.
riado para selar a parceria entre a BR Aviation
e seus clientes, o BR
trados acumulam pontos, que são
convertidos em prêmios.
Atualmente, o BR Aviation Club
possui 8.689 participantes e já
concedeu 3.958 prêmios. A forma
de adesão é um dos facilitadores
do programa, que disponibiliza
em seu website e em toda rede de
aeroportos cadastrados o formulário para inscrição. Realizado o
cadastro, o cliente recebe um cartão de identificação do programa,
que deve ser apresentado a cada
abastecimento.
Todo abastecimento com produtos BR Aviation, de aerona-
qualidade BR aviaTion
A BR é a maior distribuidora de
combustíveis do país e referência internacional de qualidade em
produtos de aviação. Em 2012,
recebeu o prêmio de melhor fornecedora de produtos para aviação
da América Latina, em conferência
anual realizada em Pequim, pela
Armbrust Aviation Group – uma
das mais respeitadas e atuantes
entidades internacionais de consultoria no ramo de combustíveis e
atividades aeroportuárias.
peRFil
SaTiSFação
Com o BR Aviation Club, a BR
consolida o desejo de retribuir a
confiança de seus consumidores.
Para celebrar essa parceria de
sucesso, lança periodicamente
promoções exclusivas, presenteando seus clientes com prêmios
que podem ser compartilhados
com toda a família.
A satisfação do cliente é o que
orienta as ações do BR Aviation
Club. Por esta razão, foi realizada
uma pesquisa de avaliação da receptividade do programa entre pilotos, copilotos, mecânicos e toda
a rede de cadastrados. O resultado
obtido comprova a solidez desse
ve pertencente ao segmento de
As estatísticas do BR Aviation
programa e motiva a BR Aviation a
aviação geral, é convertido au-
Club revelam a participação pre-
continuar investindo no bom rela-
tomaticamente em pontos. Estes
dominante dos pilotos, que re-
cionamento com seus clientes.
13
AViAção
depoimenToS
“O BR Aviation Club é sensacional! Para quem está buscando
um serviço, que já é de qualidade, ainda ter a oportunidade de
acumular pontos e trocar por prêmios, é extraordinário.”
É uma iniciativa muito boa, que
incentiva o cliente a se manter fiel
aos produtos da BR Aviation.
“Estou satisfeito com o BR
Aviation Club. Sempre que vocês
“Faço a solicitação pelo site,
disponibilizam novos produtos no
ligo para BR agendando a entre-
site, eu resgato. Os prêmios são
ga e efetuo o resgate dentro do
bons e os combustíveis também.
tempo previsto.”
Eu abasteço muito e acumulo
Flávio Henrique de oliveira mes-
muito. Retiro em torno de 10 prê-
quita / copiloto da Global Taxi Aéreo.
mios por ano. Escolho os do meu
Flávio se declara muito satisfeito
interesse e da minha família.”
com o programa e com os prêmios
lourival pereira / mecânico da
que escolheu. Ele resgata, em mé-
Ibis Participações.
dia, cinco produtos por ano. Ainda
“Espero acumular durante um
lamenta o encerramento da promo-
ano, depois retiro os prêmios. Na
ção lançada em comemoração ao
promoção do Dia das Crianças,
mês do aviador, quando esgotou
retirei para o meu filho um heli-
seus pontos com outros produtos
cóptero de controle remoto e um
e deixou passar a oportunidade de
relógio do Ben 10.”
resgatar o relógio da Esquadrilha
“É uma iniciativa muito boa, que
da Fumaça. O copiloto revelou que
incentiva o cliente a se manter fiel
ainda aguarda pela inclusão do
aos produtos da BR Aviation. É di-
prêmio em outras edições.
ferente dos outros fornecedores,
que não oferecem benefícios. Além
Fumaça foi lançado na Campa-
dos preços e da qualidade dos
nha Aviador 2010. Devido ao
produtos BR, ganhamos prêmios.”
grande sucesso, retornou na edi-
marcelo marques / mecânico da
ção do ano seguinte.
Riachuelo.
Arquivo BR
O relógio da Esquadrilha da
“Nunca vi divulgação nem ouvi
comentários de outros profissionais sobre programas semelhantes, criados por outras empresas
de fornecimento de combustível.”
“A retirada é super fácil: eu solicito e escolho onde quero receber. Peço que mandem para uma
cidade e eles mandam. Já participo há muitos anos. Acompanho
constantemente o lançamento de
produtos e sou sempre muito bem
atendido. Com certeza, continuarei participando do Programa.”
nelson Salzani / piloto da Estre
Ambiental.
Nelson acumula de 8 a 10 mil
pontos por ano. Um de seus últimos
prêmios resgatados foi uma bicicleta para o filho mais velho. Pretende
retirar outra este ano, para doar a
uma entidade assistencialista de
sua cidade. Um cooler em formato
de geladeira, resgatado durante a
promoção do Dia dos Pais, o deixou especialmente satisfeito.
O piloto destaca também a
qualidade do atendimento realizado pela Central de Abastecimento BR Aviation, em Congonhas. “Excelente! A atendente
Queren é sempre muito atenciosa
e solícita”, descreve Nelson. ■
ConTaTo BR:
Adriana Guimaraes
[email protected] / (11) 3478-3160
Érica Saião
[email protected] / (21) 2354-4965
Sheila Lage
[email protected] / (21) 2354-1842
14
Lourival Pereira é um dos
consumidores satisfeitos
com o BR Aviation Club
MERcAdo
VoANdo
ALto
IngImage
aviação BRaSileiRa movimenTa a eConomia, e
aeRopoRToS de CidadeS mÉdiaS BaTem ReCoRde
de pouSoS e deColaGenS
15
Mercado
O
aumento do poder aquisitivo do brasileiro e as
facilidades
oferecidas
pelas companhias aéreas estão
fazendo subir progressivamente
portos destas cidades (Guaru-
rência pela utilização do avião como
lhos, Congonhas, Santos Dumont,
meio de transporte é observada em
Galeão e Brasília).
todas as cidades pesquisadas, com
Classe C voa mais
as maiores assinalações em Recife
(84,1%) e Brasília (79,0%). Porto
o movimento dos aeroportos. A
O perfil da nova classe média
entrada de novos consumidores
brasileira, com faturamento mensal
no mercado de turismo represen-
de até R$ 4.807 (classe C), reflete
ra vez no país, a utilização do avião
ta um acréscimo significativo na
diretamente em sua escolha pelos
como meio de transporte superou a
procura por passagens aéreas.
meios de transporte, seja para pas-
de ônibus.
Os investimentos em infraestrutu-
seio, férias ou negócios. De acordo
ra aeroportuária, para atender à
com uma pesquisa de mercado,
crescente demanda por voos re-
encomendada pelo Ministério do
gulares, movimentam atualmente
Turismo à Fundação Getúlio Var-
a economia de diversas cidades
gas, em maio deste ano, dos entre-
Alegre declarou 63,6% de intenções
e Belo Horizonte 60,3%. Pela primei-
Turismo e eventos
esportivos
A proximidade dos eventos esportivos
participação
fundamental
e vem registrando crescente expansão.
Segundo a Infraero, no
período 2007-2011, o fluxo
de passageiros em voos
domésticos subiu de 93
milhões para 157,5 milhões
também
ajuda a justificar os atuais
de médio porte, onde a
Petrobras Distribuidora tem
internacionais
De acordo com a Anac, a
demanda doméstica das
companhias brasileiras
cresceu 7,77% em janeiro
de 2012, em relação a
janeiro do ano passado.
investimentos na ampliação
da infraestrutura aeroportuária brasileira, que deve estar
pronta para atender ao aumento da demanda nacional
e internacional do setor. Mesmo em estados não incluídos
no roteiro dos jogos, a visitação de cidades históricas e
pontos turísticos será inten-
no País. É possível observar, ainda, um cenário de intensa
vistados pertencentes a essa faixa
sificada nesse período. O cronogra-
produtividade nos aeroportos de
de renda que afirmaram ter inten-
ma de obras da Infraero demonstra
cidades médias, que vêm con-
ção de viajar nos próximos seis
a forte corrida para ampliação da
tribuindo para esse aumento. A
meses, 59,8% pretendiam viajar de
capacidade de atendimento do se-
evolução das vendas de produ-
avião. A rapidez na locomoção, as
tor aeroportuário em cidades cujo
tos de aviação da BR, entre 2007
facilidades de financiamento e os
movimento cresce a cada ano.
e 2012, foi de 56,1% nos cinco
preços mais acessíveis estão entre
maiores aeroportos e de 107,2%
os principais motivos da escolha.
De acordo com a Anac, a demanda doméstica das companhias
nos demais. O que equivale a di-
A pesquisa “Intenção de Via-
brasileiras cresceu 7,77% em janei-
zer que o volume de produtos de
gem” revela que o Nordeste é a
ro de 2012, em relação a janeiro do
aviação demandados neste perí-
região preferida dos entrevistados
ano passado. Desde 2005, o mês
odo, por aeroportos em regiões
para turismo. Dos que confirmaram
de janeiro vem registrando recor-
diferentes dos grandes centros
ter intenção de viajar, 46,5% preten-
de de demanda e oferta domésti-
econômicos do Brasil, percen-
dem visitar o litoral nordestino. O Su-
ca em relação ao mesmo mês dos
tualmente, foi quase duas vezes
deste aparece na segunda posição,
anos anteriores, informou a agên-
maior que o utilizado pelos aero-
com 22,1% de intenções. A prefe-
cia reguladora. As companhias aé-
16
reas Azul, Trip, Avianca e Passaredo apontaram, entre 2010 e 2011,
crescimento de 70%, 67%, 56% e
48%, respectivamente, no número
de passageiros transportados.
Interiorização do mercado
O crescimento de empresas aéreas regionais, que fazem ligação
entre cidades menores, tem empreendido forte impacto sobre os
demais segmentos. A Trip, maior
companhia aérea regional do Brasil, aumentou sua participação de
nal (Abetar), “a expansão está nas
cidades médias e isso explica o
crescimento da aviação regional”.
Tal fato se deve à incapacidade
das grandes empresas aéreas de
atuarem em locais com menor volume de pousos e decolagens, já
que operam com aviões com uma
média de 180 assentos.
A interiorização do mercado de
aviação motivou a criação do termo
classe “I”, para identificar o passa-
geiro do interior que opta cada vez
mais por gastos com transporte
aéreo. De acordo com Paulo Nascimento, Diretor Comercial e de Marketing da Azul, a chegada dos voos
regulares a essas regiões contribui
para o desenvolvimento do país, gerando emprego e renda. Enquanto o
fluxo nacional de passageiros cresceu 21,2% em 2010, as cidades do
interior apresentaram crescimento
acima da casa dos 35%.
Evolução das Vendas da BR em Aeroportos
2,39% para 4,07% em um ano.
Com o setor aquecido, acirra-se a
concorrência, e a criação de estratégias para atrair a preferência do
consumidor torna-se um diferencial
no mercado. Algumas companhias
estão aderindo ao segmento low
cost, eliminando serviços clássicos
para baixar despesas e baratear o
valor das passagens.
Fonte: BR
A maior inserção da classe C
no mercado turístico é um fator que
exerce grande influência sobre o
aquecimento da economia. É expressivo o crescimento da procura
entre famílias que até alguns anos
não incorporavam viagens às suas
opções de consumo. Assim como
o poder de compra da classe média, as cidades do interior estão
Fonte: BR
em pleno desenvolvimento, com
crescimento superior ao da média
nacional, o que motiva a ampliação do número de cidades atendidas pela aviação regional.
Para Apostole Chryssafidis,
presidente da Associação Brasi-
Crescimento 2007-2012
Guarulhos, Congonhas, Galeão,
Santos Dumont e Brasília
56,1%
Demais Aeroportos
107,2%
leira de Transporte Aéreo Regio-
17
Mercado
Fornecedora nota 10
Crescimento de Passageiros Transportados
Fonte: ANAC
IngImage
A BR Aviation foi eleita a melhor fornecedora para a América
Latina, na 16ª edição da pesquisa anual realizada pela Armbrust,
em 2012. A Companhia é líder no
mercado nacional de combustíveis de aviação e está presente
em mais de 100 aeroportos, em
25 estados e no Distrito Federal.
Acompanhando a expansão do
setor aéreo brasileiro, a Petrobras
Distribuidora apresenta resultados
muito positivos. Os gráficos apresentados demonstram o aquecimento e a evolução no desempenho de vendas da BR Aviation, nos
últimos cinco anos. No quadro ao
lado, veja a expansão do número
de passageiros das principais companhias aéreas atuantes no país. ■
Crescimento da aviação regional colabora para o desenvolvimento do país
18
PRoJEto
EficiENtE
BR deSenvolve pRojeTo de eFiCiênCia eneRGÉTiCa
em SHoppinG no Rio de janeiRo
E
ficiência energética através da modernização do
sistema de iluminação. Foi
esse o foco do mais recente projeto que a BR desenvolveu, desta
vez para o Casa e Gourmet Shopping, antigo Rio Plaza, em Botafogo, no Rio de Janeiro. A economia
projetada com a nova iluminação
do espaço foi de 60% no consumo de energia.
Depois de realizar simulações
e testes, a Petrobras Distribuidora
desenvolveu a melhor solução,
dentro das exigências de cada
ambiente e com o máximo de
eficiência energética. O projeto
contemplou a modernização do
sistema de iluminação do paisagismo, fachada e estacionamento do
shopping, com a substituição de
luminárias com elevado consumo
de energia elétrica e fluxo luminoso
depreciado, por luminárias de LED
(diodo emissor de luz), mais econômicas e adequadas às necessidades do cliente. Como são mais
eficientes e possuem maior vida
útil se comparadas às lâmpadas
incandescentes e halógenas, pro-
piciam também redução no custo
de manutenção.
O bem-estar visual e o estilo
arquitetônico do prédio também
foram considerados. Foram adotadas soluções que proporcionam
maior visibilidade, segurança e
comunicação da marca, sempre
dentro dos padrões estabelecidos pelo empreendimento.
meio amBienTe
As lâmpadas de LED não utilizam mercúrio ou outros elementos prejudiciais à natureza e, por
isso, são consideradas lixo co-
IngImage
iluminação
mum, não exigindo descarte especial. Como são mais eficientes,
diminuem o consumo de energia,
permitindo a redução das emissões de gases de efeito estufa.
A utilização de um sistema de iluminação eficiente contribui para
que o empreendedor possa obter
certificações de gestão de energia e sustentabilidade.
O projeto do Casa e Gourmet Shopping amplia os negócios da BR com o grupo BRMalls, maior empresa integrada
de shopping centers da América Latina, com participação em
mais de 45 empreendimentos nas
cinco regiões do Brasil. Outros
projetos já desenvolvidos envolvem soluções para climatização
e geração de energia no horário
de ponta e emergencial.
Para mais informações sobre as Soluções Energéticas da
Petrobras Distribuidora, acesse:
br.com.br/solucoesenergeticas. ■
ConTaTo BR:
Alexandre Santana
[email protected] / (19) 3735-6786
Marcelo do Rosário Roma
[email protected] / (21) 2534-3769
EDSON CHIL é o titular da Gerência de Negócios de Energia (GNE), cujo objetivo é desenvolver a melhor resposta
para a necessidade de energia de cada cliente. A unidade oferece produtos e serviços com alto grau de competitividade, qualidade e confiabilidade. ([email protected])
19
Alexandre Brum
Abastecimento elétrico
O objetivo principal da parceria é permitir o desenvolvimento de estudos para ampliar os serviços de abastecimento elétrico na Rede de Postos
Petrobras Distribuidora e Nissan assinam memorando
para expansão da recarga de veículos elétricos
A
Petrobras Distribuidora e
a Nissan do Brasil assinaram em junho, durante
a Conferência Rio+20, um memorando de entendimento para estudar a expansão da infraestrutura
para recarga de veículos elétricos. A BR já opera, desde 2009,
o Eletroposto, localizado na Barra
da Tijuca, no Rio de Janeiro, que
permite a recarga rápida em até
20 minutos de veículos elétricos.
O objetivo do acordo é propiciar o avanço dos estudos para
ampliar o serviço na Rede de
Postos da Petrobras. A previsão
é de que os veículos híbridos
plug-in ou puramente elétricos
sejam disponibilizados no mercado brasileiro a partir do final
deste ano. Além disso, o acordo
permitirá a aderência da BR ao
programa de Mobilidade com
Emissão Zero.
20
Por meio do memorando, a BR
avaliará se a recarga poderá ser
considerada como uma conveniência ou serviço diferenciado. O
perfil do cliente e o tempo disponibilizado para a recarga no posto
seria um dos pontos a serem avaliados nestes estudos. A Petrobras
Distribuidora e a Nissan são pioneiras no Brasil em estudos sobre
a viabilidade e infraestrutura para
veículos com emissão zero.
A experiência mundial da Nissan
com veículos elétricos foi um dos
principais fatores para a parceria entre as duas empresas, que teve início
no ano passado quando a BR inaugurou o Posto do Futuro e realizou o
abastecimento do primeiro veículo
100% elétrico produzido em larga
escala no mundo - o Nissan Leaf. O
acordo indica um passo à frente nas
questões de eficiência energética e
da sustentabilidade ambiental.
Posto do Futuro
O Posto do Futuro Petrobras
reúne tecnologias de interatividade com o consumidor e dispõe de
sistemas que garantem redução de
50% no consumo de água e 50% no
consumo de luz, utilizando fontes de
energias renováveis solar e eólica
que colaboram para este fim.
Nissan no Brasil
A Nissan opera hoje no Brasil
com 145 lojas em todo país, com
planos de aumentar esse número
para 239, até 2016. A previsão é ainda maior com a construção de mais
uma fábrica no País. Lançados em
2011, o Nissan March e Nissan Versa marcaram a entrada da empresa
nos dois segmentos de maior volume do mercado, o de compactos e
sedãs compactos. A expectativa da
montadora é atingir 5% de participação de mercado até 2014. ■
EXcELÊNciA
PAViMENtAdA
IngImage
AsfALtos
qualidade do aSFalTo BRaSileiRo É equipaRada À de paíSeS deSenvolvidoS
O
s produtos asfálticos
disponíveis no mercado
brasileiro respondem a
rentes produtos, aplicações e solu-
rigorosos critérios de qualidade,
os cimentos asfálticos de petróleo
adotando padrões semelhantes
(CAPs) são a base da elaboração
aos exigidos por países como
das misturas asfálticas utilizadas
EUA, França e Alemanha. E, nes-
em pavimentação. Tonial explica
te segmento de excelência, a
que as distribuidoras desenvolvem
Petrobras Distribuidora se consoli-
formulações próprias e os CAPs
da como referência em asfaltos no
podem ser modificados, depois
Brasil, totalizando nove fábricas
de saírem das refinarias, a fim de
instaladas. Maior fabricante brasi-
aumentar o seu desempenho para
leira de produtos deste segmento,
uma requerida função. A incorpora-
a BR também inaugurou, no ano
ção de aditivos gera produtos mais
passado, o primeiro laboratório de
resistentes, reduzindo os riscos de
pesquisas aplicadas em produtos
deterioração do revestimento e,
de pavimentação do País.
consequentemente, aumentam a
Uma equipe de profissionais
ções oferecidas no mercado. Atendendo as especificações da ANP,
durabilidade do pavimento.
qualificada desenvolve pesqui-
A escolha dos materiais que
sas avançadas para oferecer
serão utilizados na execução de
aos clientes soluções rápidas e
uma obra de pavimentação está
eficientes, de acordo com as ne-
relacionada, entre outras coisas,
cessidades de cada empreendi-
às características do solo, à topo-
mento. “Todos os nossos produ-
grafia e aos índices de tráfego pre-
tos atendem as especificações
vistos para a rodovia ou pavimento
da Agência Nacional de Petróleo
urbano. Devido à ampla variedade
(ANP) e respondem pelos pa-
de condicionantes, a área a ser
drões mais exigentes de fabrica-
mapeada é segmentada, havendo
ção”, explica o consultor da BR,
para cada trecho uma determina-
Ilonir Antônio Tonial.
ção distinta de soluções.
diFeRenTeS miSTuRaS
pavimenTo
Nesta reportagem, a Soluções
A construção de um pavi-
BR mostra o panorama dos dife-
mento compreende a sobrepo-
sição de um conjunto de camadas, de diferentes propriedades
que forma sua estrutura. O número de camadas varia normalmente de três ou cinco.
O asfalto é o revestimento, a camada superior e visível. Aplicado
sobre a base, ele cumpre a função
de impermeabilizar e proteger os
grupos inferiores da desagregação
provocada pela carga dos veículos.
Os CAPs são um dos elementos
que compõem o revestimento asfáltico, responsável pela aglutinação
dos agregados minerais. É o produto resultante da destilação de tipos
específicos de petróleo. Retiradas
as frações leves – gasolina, diesel,
querosene, etc. –, obtém-se o cimento asfáltico de petróleo.
Os CAP’s produzidos e comercializados no Brasil são
classificados por seu grau
de penetração (penetração em décimos de milímetros de uma agulha
com peso de 100g,
durante 5s, no CAP a
25ºC). O IBP especifica quatro tipos:
CAP 30/45, CAP
50/70,
CAP
85/100 e CAP
150/200.
21
Arquivo BR
Asfaltos
SBR (borracha de butadieno estireno) e o EVA (copolímero de estileno
acetato de vinila).
Em conjunto com o Centro de
Pesquisas da Petrobras (Cenpes),
a BR desenvolveu a linha CAPFLEX
de asfaltos modificados por polímeros. Indicada para curvas de
pequeno raio, corredores de tráfego intenso e cargas elevadas.
Os asfaltos modificados por
polímeros apresentam características especias:
■Redução da suscetibilidade
térmica;
■Melhoria das características
BR é a primeira distribuidora no país a criar um centro de pesquisas em pavimentação
uma presença importante durante
Laboratório BR
A ampla carta de produtos asfálticos da Petrobras Distribuidora
todas as etapas de execução de
um projeto de pavimentação.
adesivas e coesivas;
■ Elevação do ponto de amolecimento;
■ Maior resistência à deformação permanente;
é resultado de um esforço contínuo
O LCPBR conta com a última
pela busca de novos recursos que
geração de equipamentos para
aumentem a qualidade e a durabili-
pavimentação disponível nos mer-
dade dos asfaltos. Com esse intuito,
cados nacional e internacional.
foi criado o Laboratório Central de
Além disso, emprega a metodo-
Pavimentação BR (LCPBR), o pri-
logia norte-americana superpave,
A BR não se dedica apenas a
meiro centro de referência de uma
considerada a mais avançada em
desenvolver os melhores produtos
distribuidora criado no Brasil para o
análise de produtos, agregados,
asfálticos do mercado nacional.
desenvolvimento de tecnologia apli-
ligantes asfálticos, fadiga e falên-
Nosso compromisso vai além. Para
cada em produtos de pavimentação.
cia dos revestimentos.
reduzir o desperdício e contribuir
O laboratório reafirma o comprometimento do Sistema Petrobras com a
Polímeros
■ Maior resistência ao desgaste
e ao envelhecimento;
■ Maior resistência ao trincamento.
Asfalto-borracha
com a preservação ambiental,
reutilizamos pneus inservíveis e os
qualidade dos serviços prestados e
O aditamento de polímeros aos
a disseminação de conhecimentos
CAP’s é um serviço realizado pe-
científicos para o setor, já consolida-
las distribuidoras para aumentar
No Brasil, são geradas cerca
do pelo Laboratório do Asfalto.
o tempo de vida útil dos asfaltos
de 46 milhões de carcaças de
LCPBR
submetidos a grandes cargas e
pneus por ano. Quando descarta-
também oferece consultoria aos
intempéries climáticas. Os políme-
das incorretamente, transformam-
clientes da BR, o que torna a dis-
ros mais comumente empregados
-se em resíduo sólido poluente.
tribuidora não apenas fornece-
para fins rodoviários no País são o
A reutilização de pneus velhos é
dora de produtos, mas também
SBS (estireno-butadieno-estireno),
uma medida inteligente de rea-
Segundo
22
Tonial,
o
transformamos em benefícios para
os usuários das rodovias.
proveitamento da borracha em fa-
quando sujeito a grandes cargas e
vor de uma tecnologia que trans-
variações de temperatura. O asfal-
forma lixo em matéria-prima.
to-borracha é recomendado para
O pneu moído funciona como
aplicações que requeiram do ligan-
um elastômero. Adicionado ao
te asfáltico um desempenho supe-
CAP, em processo úmido, for-
rior, como revestimentos drenantes,
ma uma única mistura: o ligante
SMA (Stone Mastic Asphalt), cama-
asfalto-borracha.
proces-
das intermediárias de absorção de
so seco, a borracha é utilizada
tensões, camadas anti-reflexão de
como um dos agregados da mis-
trincas, entre outras.
No
tura asfáltica, e recebe o nome
de agregado-borracha.
emulSõeS
A borracha possui proprie-
As emulsões asfálticas são
dades elásticas, flexíveis, o que
misturas obtidas por meio da com-
determina uma maior resistência
binação de dois ou mais líquidos
do revestimento asfáltico às de-
imiscíveis em seu estado natural,
formações permanentes, mesmo
mas que após forte agitação são
mantidos estáveis através de uso
de emulsificantes. São utilizadas
a frio, proporcionando ganhos de
logística e redução de custos. Sua
utilização é compatível com quase
toda a diversidade de agregados,
inclusive os úmidos, dispensando
a utilização de aditivos melhoradores de adesividade.
A Emulpen é um dos produtos
da linha de emulsões asfálticas da
BR. Utilizada para imprimação de
bases granulares, esta emulsão
tem a função de impermeabilizar a
camada que receberá a aplicação
do revestimento asfáltico, evitando
danos à estrutura da pavimentação.
Arquivo BR
eTapaS
A construção de um
pavimento compreende
a sobreposição de um
conjunto de camadas, de
diferentes propriedades
que forma sua estrutura.
Apesar dos investimentos da
BR na elaboração de produtos de
qualidade inquestionável e da expertise de sua equipe de consultores, ainda é frequente a ocorrência
de deformidades. Para identificar
as possíveis origens desse problema, é necessário conhecer as
etapas e as entidades envolvidas
nesse longo processo – do fornecimento de produtos à conclusão
das obras.
As refinarias são responsáveis pela produção dos CAP´s.
As distribuidoras, por sua vez,
trabalham na elaboração das
misturas que aperfeiçoarão as
potencialidades dos cimentos
asfálticos de petróleo (produtos
e serviços). As contratantes, que
podem ser concessionárias ou
construtoras, por exemplo, nomeiam o projetista que realizará a análise do subleito sobre o
23
Asfaltos
qual será construída a rodovia –
e que deve considerar cada um
dos condicionamentos, em especial, o tráfego previsto. Após
a avaliação, esse profissional
definirá os materiais adequados
à obra, que será executada por
uma empreiteira.
Para que uma rodovia atinja
regularmente o tempo de vida útil
previsto em um projeto – em geral,
10 anos –, é fundamental que todas
as competências sejam executadas
devidamente. A qualidade dos produtos elaborados pelas distribuidoras, por si só, não é
um fator determinante para
o advento de intercorrências
posteriores à sua comercialização. Os produtos asfál-
■Escolha de produtos inadequados para a estrutura do
pavimento;
■ Falhas construtivas;
■Determinação
inadequada
da graduação da curva granulométrica e/ou da porcentagem do ligante;
■ Chuvas durante a aplicação
da camada de revestimento;
■ Alterações de tráfego;
■ Falhas na execução do sistema de drenagem;
■ Ausência de manutenção.
Mercado internacional
A qualidade do asfalto produzido pelos líderes do mercado
mundial não difere da utilizada
no Brasil. Ambos são balizados
pelo intenso rigor das agências
de certificação, variando apenas a natureza das propriedades
desejadas
adicionadas
ao produto final de forma
a melhor se adaptarem
à realidade de seus países. Nos países frios, por
exemplo, há preferência
pelo uso de elastômeros,
que respondem melhor a
baixas temperaturas.
Nos EUA e na Europa, as
modificações são realizadas em
função dos mesmos condicionantes investigados pelos projetistas brasileiros, como o tráfego
previsto. As possíveis variações
na aparência do revestimento
asfáltico e no conforto para a
trafegabilidade, em qualquer
país, podem estar ligadas ao
projeto ou a mudanças no volume de tráfego previsto. ■
A qualidade do asfalto
produzido pelos líderes do
mercado mundial não difere
da utilizada no Brasil.
ticos da BR, por exemplo,
passam por um rigoroso proces-
Conservação
so de certificação, que os avaliza
Para evitar o surgimento de trincas, buracos, trilha de rodas e desníveis no asfalto, é necessário que
haja o comprometimento de cada
uma das entidades envolvidas em
executar com exatidão o trabalho
que lhe cabe. Parte dos casos pode
ser facilmente contornada com investimentos em conservação.
A adoção de medidas preventivas, que prolonguem o tempo de
vida útil do asfalto, é uma delas.
A BR disponibiliza principalmente
os seguintes serviços de restauração do revestimento utilizando
emulsões asfálticas:
como prontamente aptos a cumprir
todas as suas atribuições.
Imprevistos
Há imprevistos que podem interferir na durabilidade do asfalto.
“Se por exemplo houver um novo
fato que implique em aumento de
tráfego acima do previsto durante
o projeto da rodovia, a durabilidade do pavimento será reduzida”,
afirma o consultor Ilonir Tonial.
Entre as razões possíveis para a
deterioração precoce de algumas
rodovias brasileiras, estão:
■Aplicação de microrrevestimento que podem ser aplicados tanto de dia como à noite;
■ Tratamentos superficiais simples, duplos e triplos.
CONTATO BR:
Ilonir Antonio Tonial
[email protected] / (00) 2162-3527
Carlos Eduardo Duff da motta pereira é o titular da Gerência de Comercialização de Asfaltos (GCA), cuja missão é administrar a venda de asfaltos e emulsões, agregando serviços aos produtos, de forma competitiva e rentável. A unidade procura
se entrosar com as demais áreas para o sucesso do negócio, orientada pelo mercado e com foco no cliente. ([email protected])
24
tRANsPoRtE
Abastecimento
No cAMPo
Com o CTF, uSinaS de açúCaR e álCool inveSTem em TeCnoloGia de ponTa paRa
aGilizaR e moniToRaR o aBaSTeCimenTo de maquináRioS e equipamenToS
S
istema automatizado para
otimizar o abastecimento de veículos, o Controle
Total de Frotas (CTF BR) é oferecido pela Petrobras Distribuidora
ao mercado de transportes há 15
anos e não para de evoluir para
atender às novas demandas.
Depois de cobrir todo o território
nacional, atendendo as principais
rotas rodoviárias dos centros urbanos, o direcionamento para as
usinas de açúcar e álcool mostra
cada vez mais força. De acordo
com o gerente de Marketing de
Transporte da BR, Alex Messias,
o crescimento nas contratações
no segmento sucroalcooleiro, em
Plantação de cana-de-açúcar
para produção de álcool
26
2012, já ultrapassou 40% em relação ao acumulado de 2011.
Aproveitando o investimento
em tecnologia para impulsionar
as operações, diversas usinas
paulistas, como a Cocal Energia
Responsável, de Paraguaçu Paulista, e Bioenergia do Brasil, de
Lucélia, contrataram o CTF BR
com o objetivo de controlar totalmente os gastos com combustível
e fornecer relatórios diários de
acompanhamento para gestão
de veículos, maquinário e equipamento de campo.
Messias diz que o principal
motivo de investir no CTF é o
controle dos abastecimentos
em regiões remotas e sem interferência humana, reduzindo
o nível de anomalias na movimentação de produtos. O potencial de crescimento da CTF
Technologies do Brasil no setor
sucroalcooleiro é grande, considerando que o produto é diferenciado. “No caso do segmento de açúcar e álcool temos um
atendimento particular feito por
Arquivo BR
caminhões-comboio, em locais
distantes das sedes administrativas. Esse controle é feito desde a saída do produto no tanque
primário, passando pelos comboios, até o consumo em cada
máquina no campo”, afirma.
auTomaTização e inFoRmação
Arquivo BR
Para atender novas demandas do segmento, BR investe em sistema automatizado
Tecnologia beneficia usinas de açúcar e álcool e permite avaliar o desempenho dos veículos
André Motta de Souza / Banco de Imagens Petrobras
A tecnologia usada no CTF BR
é considerada segura e de simples operação para aplicação em
usinas: um dispositivo eletrônico é
instalado na bomba de abastecimento de um caminhão comboio
e as máquinas são equipadas com
um identificador eletrônico (UVE –
27
Transporte
unidade veicular). Ao abastecer, o
bustível) são arquivadas no RFC
operador do comboio aproxima o
Embarcado, instalado na cabine
bico da antena, que fica na boca
do caminhão, que posteriormen-
do tanque do veículo ou equipa-
te as retransmite para a Central
mento, e os dispositivos instalados
da CTF, em São Paulo. Os dados
nas máquinas e no caminhão se
coletados são processados, audi-
conectam. Se a máquina for reco-
tados e disponibilizados em vários
nhecida e autorizada (um processo
formatos de relatório para o gestor
automático que leva alguns segun-
da usina, que pode avaliar o de-
dos), o abastecimento é liberado.
sempenho de todos os veículos.
No posto fixo, o abastecimento
Essa precisão nos dados é fun-
do tanque de transferência do ca-
damental para uma grande opera-
minhão comboio também é contro-
ção. Só a Cocal tem 480 equipa-
lado. E a cada reabastecimento, o
mentos para o trabalho agrícola e
Sistema CTF realiza a conciliação
transporte de cana, nos quais são
desses volumes com os abasteci-
consumidos mais de 20 milhões
mentos realizados em campo, ge-
de litros de combustível por ano.
Desde 2007 atuando no se-
nitorar o estoque desses comboios.
tor sucroalcooleiro e com clien-
Todas as informações da ope-
tes de peso, a CTF BR tem
ração (como tipo e o valor do com-
participação ativa no desen-
Rogério Reis / Banco de Imagens Petrobras
rando relatórios que permitem mo-
volvimento do segmento. “Pela
característica do negócio, as
máquinas precisam ser abastecidas no campo, por isso o
combustível precisa ser levado
até elas em plataformas móveis, os chamados comboios”,
explica o gerente nacional de
vendas do CTF Technologies do
Brasil Ltda., Marcos Nogueira.
Ganho Ambiental
Além da vantagem competitiva, o sistema desenvolvido para
o abastecimento da frota no setor
sucroalcooleiro traz também um
ganho ambiental. Este tem sido
um fator determinante para empresas que priorizam a agenda
verde em seus negócios.
A bomba automatizada dá
uma precisão muito maior para
operação, evitando desperdícios de combustíveis e fraudes.
Assim como a gestão eficiente da informação, que também
permite avanços significativos
nos padrões de acompanhamento e manutenção de veículos e maquinários.
Para Luiz Maurício Leal, gerente Regional de Consumidor
do Centro Oeste, o segmento sucroenergético é um dos grandes
vetores de negócios da BR. “A
possibilidade de uso do CTF BR
enriquece em muito a atuação
comercial da empresa”, define. ■
CONTATOS BR:
Com nova tecnologia, o abastecimento de frotas gera ganho ambiental e controle dos gastos
28
Alex Messias
[email protected] / (21) 2354-4149
Luis Maurício Leal
[email protected] / (61) 3429-7103
MAis
AguARRÁs
J. Valpereiro / Banco de Imagens Petrobras
PRodutos QuíMicos
ReCap iniCia pRodução do SolvenTe
Refinaria de Capuava (RECAP)
29
A
J. Valpereiro / Banco de Imagens Petrobras
Petrobras
Distribuidora
deu um passo importante
no mercado nacional de
aguarrás. O solvente, que antes
era produzido pela Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Minas
Gerais, passou a ser fornecido pela
Refinaria de Capuava (Recap), em
São Paulo, desde maio de 2012.
Considerada a melhor do segmento, a Aguarrás BR manteve a mesma qualidade só que agora ainda
mais próxima do consumidor.
A mudança beneficiou tanto a
BR quanto os clientes de aguarrás, já que 70% deles estão localizados no estado de São Paulo.
Dessa forma, o transporte do produto ficou mais fácil e os custos
de frete diminuíram.
Com uma produção capaz de
atender a demanda do mercado por uma aguarrás de melhor
qualidade, a Recap melhora o
suprimento desse produto para
os clientes nacionais.
Arquivo BR
PRodutos QuíMicos
Produção mais próxima dos consumidores facilita o transporte e diminui custos e riscos
mudança que deu CeRTo
Segundo o gerente Paulo
Avelar (GQTAB), a logística melhorou e, com mais produto sendo ofertado ao mercado, a possibilidade de aumentar a carteira
de clientes também se ampliou.
“Reduzimos os custos e aumentamos a produção, fortalecendo
ainda mais o solvente no mercado de aguarrás”, avalia.
Para atender as demandas
do setor, a BR lançou, também,
a Aguarrás BR AE, aditivada com
antiestático - um produto que
ajuda a minimizar os riscos de
acidentes com a geração de cargas eletrostáticas. A Petrobras
Distribuidora já iniciou o fornecimento da Aguarrás BR AE e este
promete ser mais um sucesso
no mercado. ■
Refinaria de Capuava (RECAP)
LUIS MARCELO FREITAS é o titular da Gerência de Produtos Químicos (GPQ), cujo objetivo é distribuir e comercializar produtos
químicos, insumos e serviços para a indústria química, petroquímica e de petróleo. A gerência está apta a desenvolver, fabricar
ou buscar fontes alternativas de suprimento, quando isto se mostrar necessário. A GPQ tem como compromisso observar os melhores prazos de atendimento e especificações para os clientes, com níveis adequados de rentabilidade. ([email protected])
30
Biojet: rumo à
IngImage
biotEcNoLogiA
sustENtAbiLidAdE
BR paRTiCipa de pRojeToS de vooS eXpeRimenTaiS Com uSo de BioComBuSTível
A
Petrobras Distribuidora participou, durante a Conferência Rio +20, em junho, de
sa
Amyris,
denominado
AMJ700, obtido a partir
da cana-de-açúcar, e
dois projetos de voos experimentais
cujos
com biocombustíveis (biojet) forne-
tos foram realizados
cidos às companhias aéreas Gol e
nos aeroportos de
Azul. Ambos os voos provaram que
Viracopos, em Cam-
os biocombustíveis, além de não
alterarem o funcionamento dos motores, se mostraram eficientes como
combustíveis alternativos.
A BR foi responsável por receber e realizar o blending (mistura do biocombustível + Jet A-1,
numa proporção de 50% + 50%),
providenciar a análise do biojet,
sua distribuição e os reabastecimentos nos aeroportos de
origem e destino dos voos, utilizando equipamentos de abastecimento previamente destinados
para este fim.
No caso da Gol, usou-se o
biocombustível
fornecido
pela
empresa UOP, cuja denominação
é HEFA-SPK, obtido a partir do
pinhão manso, com o abasteci-
abastecimen-
pinas e Santos Dumont,
no Rio de Janeiro.
De acordo com Cláudio Portes,
gerente de Marketing de Companhias Aéreas da BR, os projetos
mostraram que o combustível renovável é uma
alternativa promissora
a
para
aviação.
“Além de não
alterar o funcionamento
dos motores,
é muito menos
agressivo
meio
ao
ambiente”,
afirmou.
Este pode ser con-
mento realizado no aeroporto de
siderado um grande passo da
Congonhas, em São Paulo.
indústria do transporte aé-
Para a Azul, o biocombustível foi fornecido pela empre-
reo na busca pela ecoeficiência. ■
31
IngImage
cAPtAção fiNANcEiRA
cREdibiLidAdE
No MERcAdo
BR Faz CapTação HiSTóRiCa de R$ 512 milHõeS em opeRação FinanCeiRa ConSideRada
inÉdiTa em TeRmoS de volume, TaXa e pRazo
A
operação estruturada de
captação de recursos da
Petrobras
Distribuidora
estabelecendo uma nova medida
reitos de recebimento de parte
para o mercado financeiro aberto.
dos valores locatícios previstos
obteve volume, taxa e prazo inédi-
nado à construção de bases da
tos no mercado financeiro nacio-
BR na Amazônia Legal (Porto Na-
nal, confirmando a credibilidade
cional, em Tocantins, e Cruzeiro
da empresa perante os investido-
do Sul, no Acre), tendo em vista
res. Com um volume arrecadado
o aprimoramento da logística de
quase duas vezes superior ao
distribuição de derivados de pe-
valor da emissão inicial, a oferta
tróleo e de combustíveis na re-
pública, realizada em maio deste
gião. Outra parte será aplicada
ano, alcançou o prazo histórico
na ampliação e na modernização
de 20 anos para colocação dos
da Fábrica de Lubrificantes da
Certificados de Recebíveis Imobi-
Companhia em Duque de Caxias
ve resultados inéditos, mas não
liários (CRI). A taxa de juros mé-
(RJ). Os títulos adquiridos pelos
foi a primeira prova de confiança
dia de 4,5% ao ano foi a menor
investidores serão lastreados por
dos investidores. “Desde 2006,
já recebida por uma empresa bra-
cédulas de créditos imobiliários
quando obteve sucesso absoluto
sileira em operações do gênero,
(CCI), que compreendem os di-
em sua primeira oferta pública de
32
O valor captado será desti-
nos contratos de locação.
Solidez no meRCado
O montante captado reflete a
solidez e a liderança da BR no
mercado nacional, que demonstrou confiança e apostou na saúde financeira da Companhia para
os próximos 20 anos. De acordo
com Fernando de Matos, gerente de Estruturação Financeira de
Projetos da BR, a operação obte-
CRI, a BR vem mantendo um bom
relacionamento com seus parceiros e investidores, fato que tem
se reproduzido em sucessivos
casos”. De acordo com Matos,
um número significativo de investidores pretende deixar os títulos
da BR como herança ou renda
para familiares, pela confiança na
O montante captado reflete a
solidez e a liderança da BR no
mercado nacional, que demonstrou
confiança e apostou na saúde
financeira da Companhia para os
próximos 20 anos.
Companhia, na sua liderança no
mercado e em seus processos de
gestão e renovação.
A oferta esteve em análise por
mais de 2 mil investidores privados, entre instituições financeiras
e pessoas físicas, que apresentaram, em leilão, as taxas de retorno
pretendidas. A determinação final
levou em consideração a maior
oferta, estabelecendo igualda-
tidores – 80% representados por
pessoas físicas e 20% por fundos,
corretoras e bancos.
Impacto
A importância da transação
realizada incide no acesso direto
da BR aos investidores finais, sem
de de condições para todos. A
intermediação
bancária,
com
demanda total de CRI foi de R$
aproveitamento dos benefícios
742 milhões, dos quais, R$ 512
tributários de isenção de impos-
mi foram alocados por 24 inves-
to de renda. Fernando ressalta,
ainda, a elevação da expertise da
BR em operações estruturadas,
diversificadas e inovadoras como
esta, bem como a manutenção
da sintonia com o mercado investidor brasileiro em elevado grau
de confiabilidade, pouco visto em
outras operações celebradas no
mercado por empresas de grande porte como a BR. ■
CONTATO BR:
Fernando Pinto de Matos
[email protected]
Leilão
O método utilizado foi o bookbuilding, que permite a realização de leilões para coleta e formação
de taxas de colocação primária de títulos e valores
mobiliários, registrados ou não na CETIP, através do
sistema de negociação eletrônica de títulos. Do total
investido, cerca de R$ 260 milhões foram ofertados
à mesma taxa de juros dos títulos públicos federais.
O sistema permite que o emissor de um ativo possa, por meio de processo on-line, leiloá-lo
para os mais de 8.100 participantes da CETIP,
que, através de ofertas firmes, determinam
suas condições, em termos de taxa e quantidade, para compra do ativo leiloado. A partir
desse processo, o emissor pode promover a
distribuição do seu título para os investidores
vencedores do leilão.
Os investidores aportam os recursos requeridos
adquirindo CRI (valores mobiliários), detidos por
Fundo de Investimento Imobiliário (FCM) contra a
BR, a qual se compromete, contratualmente, a operá-los, alugando-os do FII por um período de vinte
anos. Durante esse período, os valores locatícios
serão também remunerativos dos investidores. Ao
fim, as construções passam a ser de propriedade
da BR – exceto no caso da Base de Tocantins, que
poderá ter renovada a sua operação por igual período junto à VALEC, proprietária da área onde a
Base de Porto Nacional será construída.
33
REPoRtAgEM dE cAPA
sAtisfEitos
E fiéis
peSquiSa da BR Com GRandeS ClienTeS Revela
alToS índiCeS de ReComendação e Fidelização
A
mais recente pesquisa
de satisfação com grandes consumidores da
Petrobras Distribuidora revela
um cenário positivo de crescimento no mercado. Nesta
edição, a BR alcançou índices
recordes de recomendação e
de fidelização: 91% e 89%, respectivamente. O relacionamento
34
com a BR, o processo de entrega de combustíveis, o Canal de
Negócios e a Central de Atendimento da Companhia receberam as melhores avaliações.
Os consumidores mais satisfeitos apontaram o atendimento,
a qualidade dos produtos e o
cumprimento de prazos como as
principais razões da satisfação.
Geraldo Falcão / Banco de Imagens Petrobras
Mercado consumidor
aponta números positivos
e a eficiência dos serviços
e produtos da BR
35
Reportagem de capa
A entrega dos produtos é um ponto de alta
satisfação entre os entrevistados. Investir em
melhorias visa maior agilidade no atendimento
36
Além de aferir os níveis de
satisfação dos clientes, o estudo possibilitou a identificação de
oportunidades de melhorias. Em
função das observações recolhidas, tem sido trabalhada a revisão
de processos internos para agilizar ainda mais o atendimento à
carteira de clientes consumidores.
Os segmentos de mercado
abrangidos pela pesquisa foram:
Indústria, Térmica, Transporte
de Passageiros, Transporte de
Cargas, Marítimo, Aquaviário,
TRR e Montadoras.
aplicou-se uma escala de 1 a
5 pontos. O mesmo critério foi
utilizado para estimar a lealdade (intenção de continuar) e a
recomendação (intenção de recomendar). Em pesquisas que
utilizam esta metodologia, o termo “Top Box” é empregado para
identificar as avaliações que
atribuem nota máxima (5), que
representa clientes totalmente
satisfeitos. Já o termo “Top 2 boxes” denomina o total de clientes satisfeitos, ou seja, todos os
que atribuíram notas 4 e 5.
Escala de satisfação
Para avaliar os índices de
satisfação dos entrevistados,
Rogério Reis / Banco de Imagens Petrobras
O levantamento é encomendado a cada dois anos pela Gerência de Grandes Consumidores
(GGC), e tem por objetivo mensurar o reflexo das ações junto ao
mercado consumidor, obter uma
medida de satisfação e revelar a
eficiência dos recursos empregados. A seleção dos entrevistados
considerou o volume de vendas
distribuído proporcionalmente por
segmento e por gerência regional, de forma a produzir um cenário estatisticamente fiel à diversidade da carteira. A GGC, na BR,
é a gerência responsável pela comercialização de combustíveis,
lubrificantes e serviços para pessoas jurídicas que não companhias de aviação e empreiteiras.
Estreante, o segmento aquaviário (transporte fluvial de cargas e passageiros) conquistou
evidência na pesquisa, com
91% de menções positivas no indicador de satisfação. As razões
apresentadas foram a qualidade
do atendimento, o cumprimento
dos prazos de entrega, a qualidade dos produtos e os preços.
O segmento atribuiu 100% de
avaliações máximas ao relacionamento com a BR, à Central de
Atendimento e ao Canal de Negócios da Companhia.
Ainda sobre o segmento
aquaviário, todos os entrevistados têm intenção de recomendar a BR como fornecedora e
de continuar consumindo seus
produtos. O resultado reflete o
diferencial de atendimento dedicado ao segmento pela Gerência Regional de Consumidor
do Norte (GRCNO).
O setor marítimo (transporte de passageiros e carga no
mar) apresentou o maior crescimento no índice top box de satisfação geral, no comparativo
com 2009. Com um incremento
de 42%, atingiu 67% de notas
máximas. A totalidade dos entrevistados indicaram notas 4
ou 5 quando perguntados sobre as intenções de compra de
produtos da BR no futuro. Destes, 83% assinalaram somente
a nota 5. O resultado revela a
aprovação pelos clientes do se-
André Valentim / Banco de Imagens Petrobras
Destaques por segmento
Pesquisa ajuda identificar melhores oportunidades de negócio
37
IngImage
Reportagem de capa
Em sua primeira participação na pesquisa, o segmento aquaviário exaltou a qualidade do atendimento da BR
tor marítimo ao trabalho desenvolvido pela GGC, reforçada
pelo alcance de 100% de intenções de recomendação.
O transporte rodoviário de
passageiros apresentou um índice de satisfação geral 10%
superior ao obtido em 2009.
Com 82% de notas 4 e 5, a satisfação do segmento com os
produtos e serviços também
fez crescer o número de clientes com intenção de recomendação. Nesta pesquisa, 92%
dos entrevistados pretendem
recomendar os produtos da BR.
A satisfação do setor com seu
relacionamento com a Compa-
38
O setor marítimo apresentou o maior
crescimento no índice top box de satisfação
geral, no comparativo com 2009.
nhia subiu de 90% para 97%
nestes dois anos.
A abertura longitudinal (ao
longo do tempo) da pesquisa
também revela uma evolução na
satisfação do transporte rodoviário de cargas, de 3%. A satisfação geral dos entrevistados foi
de 85%. O setor demonstrou 92%
de fidelização, no índice top 2 boxes, e 79% no Top Box. 89% do
segmento têm intenção de reco-
mendar os produtos e serviços da
Petrobras Distribuidora.
A atenção da Gerência de
Marketing de Transporte ao desenvolvimento de soluções integradas resultou em avanços consistentes em todo o segmento.
Em um setor onde os tempos e
movimentos das cadeias de suprimento precisam estar em sincronia, a capacidade de pronto
atendimento e a regularidade da
Thinkstock / Banco de Imagens Petrobras
Cresce a satisfação geral do setor de transporte rodoviário de passageiros, o que estimulou a intenção de recomendação
entrega da BR, destacadas pela
pesquisa, se firmam como diferenciais competitivos.
O Controle Total de Frotas
(CTF), os Pontos de Abastecimento (PAs), o Programa De
Olho no Combustível (DOC), a
comercialização de serviços e o
atendimento diferenciado dedicado às frotas marítimas estrangeiras (em trânsito no país) podem ser apontados como itens
que exerceram forte influência
sobre a satisfação em todo o
segmento de Transportes.
As avaliações das montadoras despontam como um
importante indicador da participação da BR no processo de
desenvolvimento industrial do
país. Os respondentes do segmento reconheceram o pronto
atendimento de solicitações e o
cumprimento dos prazos como
determinantes na escolha da
Companhia como fornecedora.
Entre os entrevistados, 77% manifestaram o desejo de continuar
clientes e 85% declararam intenção de recomendar.
O segmento Transportador
Revendedor Retalhista (TRR), que
compreende os revendedores de
produtos em volume fracionado a
empresas de menor porte, apresentou índice de 94% de fidelização. Dos entrevistados, 78%
atribuíram apenas a nota 5 quanto à intenção de continuar consumindo produtos da BR. As razões
da preferência foram justificadas,
em maioria, pelos critérios: bom
atendimento/atendimento ótimo e
preços competitivos.
O segmento da indústria,
com maior número de entrevistados, exibiu um índice de satisfação geral de 80% (top 2 boxes).
Respondentes com intenção de
recomendar ou que certamente
recomendariam os produtos da
BR representam 92% do setor.
O bom atendimento e o cumprimento de prazos foram destacados como principais motivadores das notas atribuídas ao
desempenho da Gerência de
Grandes Consumidores.
As praças
A abertura longitudinal por
gerência regional indicou progressos na satisfação, revelados pela pesquisa. Os resultados refletem o reconhecimento
do mercado ao trabalho realiza-
39
REPoRtAgEM dE cAPA
do pela GGC em atendimento
às solicitações listadas na pesquisa de 2009. A fidelização e
a recomendação aumentaram,
com destaque para as Gerências Norte (GRCNO), Campinas
(GRCCAM), Leste (GRCLE) e
Nordeste (GRCNE).
A Regional Norte apresentou
a maior evolução em dois anos.
Com um incremento de 19% na
categoria de clientes totalmente
satisfeitos, confirma as melhorias executadas desde a última
IngImage
As montadoras são um
dos principais segmentos
atendidos pela BR
40
pesquisa. Em consequência, os
índices de fidelização da praça
chegaram a 97% (top 2 boxes).
Entre os entrevistados, 74% assinalaram somente a nota máxima
(5), confirmando que certamente
continuarão clientes da Petrobras
Distribuidora no futuro enquanto
que 89% declararam intenção de
recomendar os produtos e serviços da Companhia.
A Regional de Campinas obteve o segundo maior aumento
percentual quanto à satisfação
geral com a BR. Com um índi-
ce 10% maior que o apresentado em 2009, a pesquisa revelou
uma migração significativa dos
satisfeitos para a categoria dos
totalmente satisfeitos. Entre os
familiarizados e muito familiarizados com as áreas apresentadas, 92% dos respondentes se
declararam satisfeitos com o relacionamento mantido com a BR,
enquanto que 78%, com certeza,
recomendariam a fornecedora
aos seus parceiros de mercado.
A Gerência de Campinas
apresentou, ainda, 92% de fidelização, com 71% de notas má-
desejam continuar consumidores
da BR. Entre os 76 entrevistados
da praça, as razões apresentadas como mais relevantes para a
atribuição das notas 4 e 5 foram:
bom e ótimo atendimento, corre-
Geraldo Falcão / Banco de Imagens Petrobras
ximas entre os que certamente
Dos entrevistados, 97%
pretendem recomendar
produtos da BR, com 74%
de notas máximas atribuídas.
ção da Companhia no cumprimentos dos prazos de entrega e
a qualidade dos produtos.
O maior índice de satisfação
geral foi observado na Gerência Regional do Consumidor do
Leste. Com um incremento positivo de oito pontos percentuais
sobre a última avaliação, 87%
dos entrevistados se declararam
satisfeitos. A Gerência de Grandes Consumidores alcançou 91%
de fidelização entre os consumidores desta região e 94% de intenções de recomendação. As
razões da satisfação desta praça
foram justificadas pela qualidade
e pela eficiência no atendimento
de suas solicitações.
O maior índice de recomendação entre as gerências regionais foi apresentado pela Gerência Regional de Consumidor
do Nordeste. Dos entrevistados,
97%
pretendem
recomendar
produtos da BR, com 74% de
notas máximas atribuídas. Dos
65 respondentes, 83% estão
Pesquisa aponta alto índice de aprovação quando o assunto é a qualidade dos produtos BR
geral com a BR, destacando a
RelaCionamenTo
educação e a cortesia do asses-
Para interpretar os dados
sor comercial e do gerente du-
obtidos, a pesquisa efetuou um
rante os atendimentos (avaliados
desdobramento das avaliações
como confiáveis e qualificados).
dos segmentos e das praças,
Nesta praça, 94% dos entre-
A pesquisa revelou crescimento
com o objetivo de identificar a
vistados se declararam familiari-
de 5% da satisfação geral, em re-
contribuição que cada atributo
zados com o relacionamento em
lação ao último levantamento.
ou variável proporciona para a
satisfeitos com o trabalho realizado pela BR, conferindo a boa
avaliação ao atendimento e à
qualidade de seus produtos.
41
Sebastião Barbosa / Banco de Imagens Petrobras
Reportagem de capa
Na região Nordeste, a BR Distribuidora alcançou os maiores índices de recomendação. O relacionamento e atendimento também foram destacados
satisfação geral dos clientes da
positivas se referiam a um dos
usuário tem acesso ao conteúdo
Petrobras Distribuidora. Trata-se
três itens acima.
de sua conta, com liberdade de
de uma análise de importância,
na qual são confrontadas performance e satisfação.
Os clientes satisfeitos com
Canal de Negócios
Em julho de 2011, o que era
apenas uma plataforma para
realizar operações sem o intermédio de um atendente. Dentre
as novas funcionalidades, algumas já estão no ar como a trans-
fins transacionais tornou-se o
missão de informações individu-
portal de comércio eletrôni-
alizadas, orientações técnicas,
co da Petrobras Distribuidora.
informações sobre lubrificantes
Além da usual capacidade de
e serviços, dimensões de em-
a dar notas até 5 pontos para a
registro de pedidos, o Canal de
balagens para planejamento de
cortesia de seus assessores co-
Negócios permite que usuários
armazenagem, horários de fun-
merciais ou gerentes, 92% dos
cadastrados tenham acesso a
cionamento de bases e contatos
clientes deram 4 e 5, e 76% atri-
conteúdos exclusivos, como ex-
comerciais. A seção “Como eu
buíram a nota 5.
trato de pedidos, segunda via
faço”, também já no ar, informa
A qualificação técnica dos
de boletos e nota fiscal eletrô-
sobre como obter informações
profissionais da área de vendas
nica. O portal tem como princí-
específicas e agendar visitas.
também recebeu 92% de ava-
pio facilitar a relação comercial
A BR tem se empenhado na
liações positivas, enquanto a
entre o cliente e a Companhia,
produção de conteúdos com foco
confiança e a credibilidade fo-
oferecendo o conforto e a prati-
nas áreas técnicas de seus gran-
ram aprovadas por 91% dos en-
cidade do autoatendimento.
des consumidores. Até o fim deste
seu relacionamento com a GGC
têm nove vezes mais chances
de estarem satisfeitos de maneira geral. Quando convidados
trevistados. As menções mais
42
Com um login e uma senha, o
ano, novas funcionalidades deve-
rão estar no ar. Apesar do novo
formato ter sido lançado apenas
alguns meses antes da realização
da pesquisa, sua repercussão foi
bastante positiva. As avaliações
revelaram 83% de satisfação dos
grandes clientes, indicando tratar-se de um facilitador. Os segmentos termoelétrico e aquaviário se
declararam totalmente satisfeitos
com o Canal de Negócios, acompanhados pelas montadoras, estas com 91% de satisfação.
luBRaX eXpReSS
Para reforçar a satisfação com
os serviços especializados, a
BR já prepara uma nova versão
de seu software Lubrax Express,
para gerenciamento de pontos
de lubrificação em equipamentos
do cliente. Em paralelo, iniciou a
comercialização dos serviços Lubrax Logic, para venda e suprimento de lubrificante a granel, e
Lubrax Matic, para automação da
lubrificação em pontos sensíveis
(ou de risco) em maquinários industriais, ambos os serviços concebidos em resposta às demandas do mercado. A Companhia
as considera ações capazes de
fazer crescer, ainda mais, a satisfação dos consumidores em médio prazo, em especial junto aos
segmentos industriais de papel e
celulose, química e petroquímica,
alimentos, agronegócios, montadoras e indústria em geral.
amoSTRa
A pesquisa teve amostra de
426 entrevistados, relacionados
por segmentos de atuação e praça. Para avaliar a percepção do
mercado, a BR contemplou os
pontos que considera essenciais
para um bom atendimento: relacionamento comercial, atendimento pós-venda, canal de negócios,
central de atendimento, comunicação, qualidade do produto,
entrega e crédito e cobrança. O
levantamento foi realizado entre
outubro e dezembro de 2011, pela
TNS Research International. ■
ConTaToS BR:
Claudio Alexandre Figueiredo
[email protected] / (21) 2354-3696
Viviane Salathé
[email protected] / (21) 2354-2511
Pontos de destaque e fatores
que exerceram maior influência
sobre os resultados da pesquisa:
■
■
■
■
■
■
■
A educação e a cortesia da equipe comercial;
A credibilidade e a confiança passadas pela equipe comercial;
A qualificação técnica dos engenheiros do suporte técnico – PST´s;
A pró-atividade durante o atendimento;
A facilidade de contato;
As informações prestadas durante a negociação;
CTF, De Olho no Combustível e os serviços especializados em
lubrificantes foram os mais reconhecidos;
■ Os serviços ambientais prestados nas instalações dos clientes e
o abastecimento de combustíveis foram apontados com os maiores índices de satisfação.
Você sabia?
■ A Gerência de Marketing de Transportes (GMTR) oferece soluções em abastecimento por CTF a diversos segmentos, além do
Transporte Rodoviário. Mineração, usinas de álcool, barcaça de
transporte na Bacia de Campos, entre outros, já utilizam o sistema de Controle Total de Frotas.
■ Com o Lubrax Express, a Petrobras Distribuidora oferece o serviço de análise de óleo em uso, com envio dos resultados em até
72 horas por fax ou e-mail.
ANTONIO CARLOS ALVES CALDEIRA é o titular da Gerência de Grandes Consumidores (GGC), que tem como objetivo ser
líder na comercialização de combustíveis e lubrificantes no mercado. A unidade destaca-se pela excelência na qualidade de
produtos e serviços a clientes. A gerência tem como compromisso se antecipar às mudanças no perfil energético brasileiro e
assegurar, de forma sustentável, um retorno adequado aos investimentos. ([email protected])
43
MiNERAção
PREsENçA
foRtE
na mineRação, a BR Se qualiFiCa Como a maioR diSTRiBuidoRa de ComBuSTíveiS
Com aTuação naCional no SeGmenTo
D
estrategicamente
carência de infraestrutura ainda
localizadas, que distribuem com-
representa um desafio. Atual-
bustíveis para mineradoras e usinas
mente, a BR monitora os proje-
porte – rodoviário, ferroviário e ma-
de processamento em todo o territó-
tos em operação e acompanha,
rítimo –, a Petrobras Distribuidora
rio nacional. Uma equipe qualificada
junto às entidades responsáveis,
atua como peça fundamental para o
de engenheiros apresenta soluções
o desenvolvimento dos que se
desenvolvimento da mineração, de-
específicas a empreendimentos em
encontram em fase de estudo
senvolvendo estudos logísticos mi-
áreas remotas, assumindo o projeto
ou implantação. A escassez das
nuciosos para a execução de novos
e a construção de instalações de
reservas mundiais tem motivado
projetos neste setor, que tem boas
suprimento interno de combustíveis.
a ampliação da produção brasi-
perspectivas de expansão. Ao lon-
Quando encerrada a apuração
leira com vistas ao mercado ex-
go dos próximos três anos, estima-
dos dados referentes ao ano de
terno, especialmente o asiático
-se que a Produção Mineral Brasilei-
2011, a Produção Mineral Brasi-
– em 2010, 49% do minério de
ra (PMB) cresça entre 10% e 15%.
ispondo de uma capilaridade logística que inclui
variados modais de trans-
abastecimento,
leira (PMB) deverá atingir um novo
ferro exportado pelo Brasil teve
Para viabilizar a extração de
recorde ao totalizar US$ 50 bilhões
como destino o mercado chinês.
bens minerais em áreas de difícil
(valor estimado), o que configura-
acesso, a BR conta com plena ca-
rá crescimento de 28% se compa-
pacidade de atendimento e uma
rado ao valor registrado em 2010,
minÉRio de FeRRo
A extensão territorial e a qua-
que foi de US$ 39 bilhões.
lidade do minério de ferro bra-
ços e suporte técnico, que são dis-
deSaFioS de inFRaeSTRuTuRa
de grandes grupos nacionais e
ponibilizados segundo a demanda
De acordo com o Plano Na-
internacionais para o País. Se-
de seus clientes. São 73 bases de
cional de Mineração 2030, a
gundo o Painel de Mineração da
abastecimento, prestação de servi-
Unidade de Níquel da Anglo
American em Barro Alto em Goiás
44
sileiro têm atraído a atenção
Divulgação: Anglo American
ampla infraestrutura montada para
Amaro Martins de Queiroz
BR, o produto lidera o ranking
brasileiro de geração de rendas
com exportação. Dentre todos
os bens minerais exportados
em 2010, o minério de ferro foi
responsável por 82% das vendas. O país já ocupa a segunda
posição entre os maiores produtores mundiais. A produção fechou 2010 com 372 milhões de
toneladas – número que pode
dobrar até 2014.
Prevê-se
que
aproximada-
mente 75% da população mundial residam em áreas urbanas
até 2035, o que intensificará a
demanda internacional por produtos minerais – imprescindíveis aos processos industriais.
O Brasil responde por 17% de
todo o minério de ferro produzido, conservando 30% de área
territorial apenas parcialmente
explorada pelo segmento. Minas
Gerais lidera o mercado nacio-
As indústrias de extração de bens minerais têm a BR como aliada
Principal cliente da Petrobras
por combustíveis, com especial
Distribuidora no segmento, a Vale
atenção para a Região Norte”,
se configura como a maior produ-
declara o coordenador de Clien-
tora de minério de ferro do mun-
tes Nacionais da Gerência de
do. A mineradora exige um nível
Marketing da Indústria, André
nal, seguido pelo Pará.
de atendimento logístico e de in-
Ações integradas
lência, necessário para que suas
fraestrutura operacional de exce-
Em áreas cuja complexidade
unidades sejam supridas inin-
geográfica resultou na conservação
terruptamente, mesmo em áreas
de grandes reservas minerais, a BR
longínquas. A BR disponibiliza a
atua como importante aliada no for-
manutenção de uma estrutura de-
necimento de soluções logísticas. A
dicada, com trabalho conjugado
carência de vias adequadas para o
entre as gerências locais e de-
acesso a algumas minas exige o de-
mais áreas da Companhia.
Marcos Pozzebon. Ele destaca,
ainda, a importância das operações da mineradora no Complexo de Carajás, onde mantém a
maior mina de minério de ferro a
céu aberto do mundo.
A Vale possui também novos
projetos no Quadrilátero Ferrífero
de Minas Gerais. De acordo com o
Mapa da Mina 2012, estão em fase
senvolvimento de ações integradas,
“Para os próximos anos, o
que garantam a manutenção das
desafio é a manutenção do nível
atividades das bases. Com experti-
de atendimento oferecido pela
pansão da Mina de Conceição, em
se e liderança no mercado nacional,
BR frente à significativa expan-
Itabira, e da Mina de Vargem Gran-
a BR disponibiliza aos clientes a in-
são produtiva das unidades da
de, em Nova Lima. Os investimentos
fraestrutura necessária à efetivação
Vale e à entrada de novos proje-
somam R$ 2,8 bilhões e as obras
de seus projetos.
tos, que duplicarão a demanda
deverão estar concluídas até 2014.
de implantação os projetos de ex-
45
IngImage
Mineração
abastecimento atuais e a constru-
As mineradoras da região Cen-
ção de uma nova base no Pará,
tro-Oeste contam, ainda, com o
com robusta capacidade de arma-
sistema de Controle Total de Frotas
zenagem de Diesel A e Biodiesel
(CTF), implantado com sucesso em
(B100). “A localização mais prová-
clientes como a SAMA, mineradora
vel dessa base será a cidade de
localizada em Minaçu, em Goiás, e
Marabá, PA, que funcionará como
a Mineração Apoena, no Mato Gros-
grande hub logístico para aten-
so. Visando a oferecer atendimento
dimento a grandes clientes, com
eficiente à região, a BR já estrutura
habilidade para receber e expedir
novas soluções, como o forneci-
produtos nos modais ferroviário e
mento de lubrificantes na modalida-
rodoviário”, revela Pozzebon.
de a granel fracionado e a implanta-
Níquel
A 230 km de Goiânia, a infraestrutura logística montada para
unidade de Níquel da Anglo American, em Barro Alto, consiste em
uma base exclusiva de armazenagem de óleo combustível. De
acordo com Marcelo Couto Rocha,
da Gerência de Marketing de Indústrias (GMIN), a unidade possui
alto valor estratégico para a Companhia e quando estiver em plena
operação irá consumir cerca de 15
ção de um sistema de garantia de
qualidade para óleo combustível.
Marcelo
Rocha
esclarece
que a atuação da Companhia
no Centro-Oeste exemplifica a
plena cobertura do atendimento
da BR e a abrangência de seus
serviços. “Trabalhamos de forma
integrada
disponibilizando
as
mesmas soluções para todas as
regionais do Brasil”.
Suporte
A BR conta com uma equipe
Novos projetos podem dobrar o volume de
combustível comercializado pela BR
mil toneladas do produto por mês.
A ARBAL, como é chamada a
engenheiros na área de soluções
Novos investimentos
base da BR na unidade, é compos-
em lubrificantes e combustíveis. Os
Inúmeros projetos em fase de
ta por dois tanques (com capacida-
profissionais são responsáveis por
pesquisa e implantação, anuncia-
de total de armazenagem de 6.000
visitas regulares às instalações dos
dos por grandes grupos como An-
toneladas), uma equipe operacional
clientes, para realização de treina-
glo American, Votorantim Metais,
local da BR e uma plataforma de
mentos e repasse de orientações.
Rio Tinto, Alcoa e Norsk Hydro,
descarga para os veículos. Para o
O programa “De Olho no Combustí-
apontam para um crescimento sig-
fornecimento de diesel, a BR cons-
vel” permite que técnicos verifiquem
nificativo do segmento no Norte do
truiu um posto de abastecimento
também a qualidade dos combustí-
país. Antecipando-se ao cresci-
para suprimento de veículos leves
veis comercializados e ofereçam
mento da demanda, a BR planeja
e pesados. A base pode ser abas-
capacitação nas próprias instala-
investir, até 2017, US$ 5,6 bilhões
tecida pelos terminais de Brasília e
ções do cliente para o recebimento,
em infraestrutura.
de Goiânia, o que permite uma fle-
manuseio e armazenamento.
As ações incluem ampliações
e modificações nas bases de
46
xibilidade logística e a garantia de
suprimento para a unidade.
técnica composta por mais de 50
A
permanente
preocupação
com as questões ambientais por
CONHEÇA O “MAPA” DOS INVESTIMENTOS DO SETOR MINERAL NO BRASIL
parte da BR fazem com que várias
de avaliação nas instalações para
iniciativas estejam implementadas,
identificação de possíveis riscos
como é o caso do convênio para
operacionais e ambientais, prestan-
a utilização dos Centros de Defesa
do orientações para a adequação
Ambiental, que a BR mantém com
dos mesmos.
a Petrobras, equipados para pro-
A relevância da Mineração
mover a contenção e a absorção
para a economia e desenvolvi-
de óleo em caso de vazamento.
mento do Brasil, as projeções
Dotados de avançada tecnologia,
de expansão e importância es-
os centros funcionam 24 horas por
tratégica dos clientes que atu-
dia, sete dias por semana. Pre-
am neste segmento, reafirmam a
ventivamente, a BR realiza visitas
estratégiada BR em manter for-
tes investimentos na ampliação
de sua infra-estrutura logística e
na implementação de soluções
customizadas para seus clientes. Aprimorando sua expertise
e consolidando sua liderança no
mercado de distribuição de combustíveis e lubrificantes. ■
CONTATOS BR:
André Marcos Pozzebon
[email protected] / (21) 2354-3708
Marcelo Couto Rocha
[email protected] / (21) 2677-3243
47
cRédito
IngImage
PRogREdiR NA bR
para fornecedores
pRoGRama de FinanCiamenTo da peTRoBRaS É eSTendido À Rede
de FoRneCedoReS da BR
D
esenvolvido pela Petrobras,
em parceria com o Prominp
e os seis maiores bancos do
rem entregues à Distribuidora.
cebíveis gerados pela estatal pro-
Com a missão de alavancar
moverá maior suporte à obtenção
o desenvolvimento sustentável
de crédito não performado, estimu-
país, o programa de financiamento
da indústria nacional e fortale-
lando o desenvolvimento de toda
Progredir, voltado para viabilizar cré-
cer a cadeia produtiva de óleo
a cadeia produtiva. Até 2016, a
dito a custos mais baixos para forne-
e gás, o Progredir pretende sa-
Petrobras irá investir US$ 236,5 bi-
cedores, está previsto para ser im-
nar os entraves financeiros que
lhões, sendo US$ 141,8 bilhões no
plantado na Petrobras Distribuidora.
limitam a competitividade dos
segmento de Exploração e Produ-
Criado para impulsionar o desenvolvi-
fornecedores brasileiros frente à
ção, US$ 65,5 no Abastecimento,
mento de toda a cadeia produtiva da
concorrência do mercado exter-
US$ 13,8 bilhões no Gás e Energia
Petrobras, o Progredir será ampliado
no. “Está em curso na Petrobras
e US$ 3,6 bilhões em Distribuição.
e abarcará também fornecedores e
a execução de um Plano de Ne-
subfornecedores da rede nacional
gócios desafiador para os pró-
de petróleo e gás da BR.
ximos quatro anos. O êxito na
A adesão ao Progredir só po-
Em vigor desde junho de
execução do Plano de Negócios
derá ser efetuada por meio do
2011, o Progredir permitirá que
está condicionado, entre outros
Portal Petrobras: www.progredir.
empresas integrantes da rede
fatores, ao desenvolvimento sus-
petronect.com.br. Ao efetuar o ca-
de suprimentos da BR obtenham
tentável da cadeia de fornece-
dastro, o fornecedor deve inserir
empréstimos junto aos bancos
dores de bens e serviços da Pe-
os dados dos contratos ativos de
participantes – Banco do Brasil,
trobras”, afirma o diretor da Área
fornecimento e solicitar a valida-
Bradesco, Caixa Econômica Fe-
Financeira e de Relacionamento
ção do Comprador. Após a con-
deral, Itaú, HSBC, Santander,
com Investidores da Petrobras,
firmação, efetuará a solicitação
BicBanco, Banrisul e Citibank –,
Almir Guilherme Barbassa.
de financiamento desejada. Os
paSSo a paSSo
com base nos contratos de for-
As dificuldades no acesso ao
bancos farão propostas, respei-
necimento de bens e serviços
crédito afetam diretamente a con-
tando os prazos pré-acordados
assinados com a Companhia.
dução dos projetos da Petrobras,
(com análise individual de crédito
O programa tem por princípio
que conta com a capacidade de
e risco). O fornecedor selecionará
a criação de condições favorá-
pronto atendimento de sua rede
o banco cuja proposta melhor lhe
veis para concessão de créditos,
de fornecimento para consolidar os
atender, validará o contrato e terá
lastreados nos serviços a serem
resultados previstos em seu Plano
acesso ao recurso financeiro.
prestados ou equipamentos a se-
de Negócios. A utilização dos re-
48
O fornecedor poderá anteci-
FidC
rem gerados pelos seus contratos
Há
aproximadamente
dois
de fornecimento. Dessa forma, os
anos, os fornecedores de produ-
recebíveis ainda não performados
tos e serviços da BR Distribuidora
serão o lastro do financiamento.
já contam com um fundo de in-
Após o recebimento da quantia
vestimento em direitos creditórios
solicitada, o comprador efetuará o
mercantis, o FIDC FCM. Criado
pagamento pelo serviço prestado
para promover o desenvolvimen-
ou bem adquirido em conta vin-
to
culada, determinada pelo banco
empresas da cadeia produtiva
credor. Com o crédito efetuado, o
da Companhia, o FIDC de for-
banco amortizará o financiamento
necedores da BR negocia títulos
e executará a liberação do saldo
de crédito (direitos creditórios)
restante ao fornecedor.
dos fornecedores, canalizando
BeneFíCioS
Desde sua implantação, o Progredir já viabilizou mais de R$ 2,8
bilhões em empréstimos. Ao todo,
até julho de 2012, foram realizadas
600 operações, em benefício de
310 empresas.
estratégico-financeiro
das
os recursos off balance aos quotistas e dispensando a intermediação bancária.
Diferente do Progredir, onde o
fornecedor é financiado pelo mercado de crédito bancário, no FIDC,
o financiamento é realizado pelo
mercado de capitais. Os recursos
Dentre as vantagens ofereci-
necessários ao financiamento de
das pelo programa, destacam-se:
seus recebíveis são obtidos no mer-
■ Maior agilidade na obtenção
cado financeiro nacional, por meio
de financiamentos;
da venda de cotas a investidores
■ Redução do custo de cap-
qualificados. O Fundo tem como
tação: redução na ordem de
política de investimento adquirir di-
20% a 50%;
reitos creditórios, sacados contra a
■ Maior robustez financeira e
BR, de fornecedores que aderiram
menor risco de insolvência
ao Programa Conta Azul – nome
dos fornecedores;
pelo qual o programa é conhecido
■ Redução dos riscos de falha
no mercado. O FIDC BR conta hoje
ou atrasos no fornecimento;
com 180 fornecedores cadastra-
■ Estímulo à competitividade en-
dos e já efetuou R$ 100 milhões em
tre os bancos participantes;
descontos de títulos. Saiba mais
■ Aumento de competitividade
sobre o assunto, acessando www.
dos bens e serviços oferecidos.
IngImage
par até 80% dos recebíveis a se-
br.com.br/fornecedores ■
ConTaToS BR:
Bruno Tolomeotti Ramos
[email protected] / (21) 2354-0758
Fernando Pinto de Matos
[email protected] / (21) 2354-0885
49
LEV
INOVAÇÃO
NA COZINHA
Liquigás testa no mercado novos modelos de botijões, que poderão
ser fabricados no Brasil
A
Arquivo Liquigás
Liquigás, subsidiária da
Petrobras
Distribuidora
e uma das maiores distribuidoras de gás de cozinha
(GLP) do país, iniciou a fase de
testes junto ao consumidor final
dos novos botijões, que receberam o nome de LEV. O novo produto, resultado de parceria
com a Braskem e a Amtrol-Alfa, é produzido com fibra de vidro termoplástico e polietileno de alta
densidade – cerca de
20% mais leve que o
similar de aço.
Consagrados internacionalmente, os
botijões de material
reciclável chegam
ao Brasil como uma
alternativa sustentável de envase do
gás de cozinha. Seis
mil residências, nas
regiões metropolitanas do Rio de Janei-
50
ro, de São Paulo e de Porto Alegre,
já receberam exemplares do LEV,
em embalagens de cinco e nove
quilos. Os testes de mercado avaliarão a aceitação da nova tecnologia entre os consumidores dos
botijões convencionais e revelarão
a viabilidade da comercialização
do LEV no País.
Os testes permitirão comprovar, ainda, a resistência do LEV
ao transporte e manuseio, já que
a realidade brasileira, diferente
da europeia, apresenta elementos característicos, que demandam considerações pontuais do
mercado. A extensão territorial do
Brasil determina que os botijões
sejam conduzidos por longos tradas acidentadas, implicando em
uma maior trepidação do produto.
Para viabilizar o projeto, a
Liquigás se uniu a duas forças do
mercado internacional: Amtrol-Alfa,
líder mundial em fabricação de bo-
Arquivo Liquigás
jetos, inclusive por ruas e estra-
Consumidores testarão a nova tecnologia, que indicará a viabilidade de comercialização
tijões e responsável pela produção
botijão de aço, a sua configura-
acordo com o diretor de Opera-
das primeiras amostras do LEV em
ção de embalagem foi certifica-
ções e Logística, Ricardo Mendes
Portugal, e Braskem, a maior petro-
da pela TÜV Rheinland, órgão de
de Paula, por serem mais leves,
química das Américas em capaci-
inspeção independente acredita-
os botijões de polietileno resultam
dade de resinas termoplásticas.
do pelo INMETRO. Além disso, a
em menor consumo de diesel da
válvula de acoplamento do LEV
frota de caminhões distribuidores,
permite o uso dos reguladores já
implicando na redução das emis-
existentes no mercado.
sões de dióxido de carbono (CO2)
Leveza e praticidade
O emprego de fibra de vidro
termoplástico e polietileno de
“Sucesso nos mercados ame-
na atmosfera – um dos gases de
alta densidade na composição
ricano, europeu e asiático, o LEV
efeito estufa responsáveis pelo
da embalagem do LEV acarreta
se destina a todos os consumido-
aquecimento global.
uma redução de 20% do peso
res finais de GLP, principalmente
Os novos botijões são cober-
os residenciais, e também para
tos por material reciclável, de alta
consumidores específicos, para
resistência à ação do tempo. Além
os quais o peso, o design, o mate-
de durarem mais que os botijões de
rial e as dimensões do vasilhame
aço – sujeitos à corrosão e a repro-
fazem a diferença, como os usu-
vações na requalificação – os boti-
ários de trailers e embarcações”,
jões LEV dispensam a aplicação de
afirma o diretor de GLP envasado
tinta em sua superfície. Após reco-
do botijão, quando comparado
ao convencional, promovendo
melhorias no transporte e no manuseio do produto. O novo botijão tem alças ergonômicas, que
o tornam mais prático e confortável, internamente possui um
invólucro de aço reforçado com
fibra Twintex (fibra de vidro com
termoplástico) e externamente
da Liquigás, Paolo Ditta.
lhido das residências, o LEV é ape-
Ganhos ambientais
de litros de tinta por ano para pintar
nas lavado. “Gastamos 2,4 milhões
é revestido com uma cobertu-
A comercialização do LEV
os botijões atuais de aço”, afirma
ra rígida de polietileno de alta
pode proporcionar benefícios sig-
Mendes, sobre as vantagens am-
densidade. Tão seguro quanto o
nificativos ao meio ambiente. De
bientais e econômicas da iniciativa.
51
Arquivo Liquigás
LEV
Mais leves, botijões sustentáveis são transportados e manuseados com mais facilidade
Líder nacional em vendas de
de produtos, conveniência e quali-
botijões de gás de até 13 kg, a
dade aos seus consumidores finais,
Liquigás busca com esta inova-
além da permanente atenção ao
ção oferecer ao consumidor um
meio ambiente e à sustentabilida-
produto prático, seguro, moderno
de”, afirma o presidente da Liqui-
e que respeite as prerrogativas
gás, Antonio Rubens Silva Silvino.
de um desenvolvimento sustentável. Para isso, investiu também na
Projeto
aparência do novo produto. O LEV
Os investimentos iniciais des-
se destaca pelo design inovador e
te projeto já atingiram um total de
revestimento moderno. Apresenta
R$ 1 milhão. Os resultados obti-
acabamento mais requintado e
dos farão parte de um relatório fi-
elegante que o convencional, com
nal sobre a viabilidade do projeto
linhas mais harmônicas.
para produção e comercialização
“O novo vasilhame demonstra o
no Brasil. Agora, discute-se a pos-
posicionamento inovador da Liqui-
sibilidade de um empreendimen-
gás e o comprometimento com o
to nacional: a Amtrol-Alfa já tem
pioneirismo, oferecendo variedade
planos de instalar uma fábrica no
52
Brasil. As condições e incentivos
estão sendo avaliados pela empresa, que possivelmente divulgará uma decisão nos próximos
meses. O investimento giraria em
torno de US$ 8 milhões. Se confirmado, o Brasil receberá a quinta
unidade produtora de botijões da
americana Amtrol, que considera
fabricar embalagens de GLP com
“resina verde”, utilizando a tecnologia desenvolvida pela Braskem.
Não sendo produzidos no Brasil, os botijões de plástico acarretariam uma importação com alto
custo por produto. De acordo com
o presidente da Liquigás, “a produção deve ser feita aqui ou não
se viabiliza economicamente para
comercializar em maior escala”.
Mesmo sem confirmação de valores, a intenção é negociar o LEV
a preços não muito diferentes dos
estabelecidos para os botijões
convencionais.
Sobre a Liquigás - A empresa
atua no engarrafamento, distribuição e comercialização do gás
liquefeito de petróleo (GLP), também conhecido como Gás LP ou
gás de cozinha, está presente em
23 estados brasileiros e registrou,
em 2011, um faturamento bruto
de R$ 3,782 bilhões. Por meio de
uma rede de mais de 4.000 revendedores, atende mensalmente,
aproximadamente, 9 milhões de
residências no País, além de seus
20.000 clientes abastecidos com
GLP a granel. ■
CONTATO LIQUIGÁS:
Livia Ferreira do Nascimento
[email protected] / (11) 3129-5158
Renato Namba
Produtos Químicos
Carregamento do solvente Tolueno ‘BR AE’
no Terminal de São Paulo (Tespa)
Menos riscos
e mais benefícios
Petrobras Distribuidora inova e lança solventes aditivados com antiestático
para minimizar riscos de acidentes em indústrias
M
inimizar os riscos de
acidentes nas indústrias devido à gera-
de explosões e incêndios em
nos produtos Tolueno e no Xileno
indústrias químicas devido à
aumentou, consideravelmente, a
eletricidade estática.
condutividade elétrica em rela-
ção de cargas eletrostáticas.
Durante o evento, a consul-
ção aos solventes não aditivados,
Esse é o objetivo da Petrobras
tora da Gerência de Desenvol-
sendo eficaz no objetivo de me-
Distribuidora ao desenvolver a
vimento de Soluções Químicas
lhorar a segurança dos proces-
linha de produtos ‘BR AE’: sol-
da BR, Melissa Sousa, apresen-
sos, já que são não condutivos ou
ventes aditivados com produto
tou o artigo intitulado “Aditivo
semicondutivos. Outra conclusão
antiestático, lançados durante
Antiestático em Solventes – mi-
apresentada foi que a redução
o 12º Congresso Internacional
nimizando riscos de acidentes
dos riscos na indústria de tintas,
de Tintas, promovido pela As-
em indústrias de tintas”, no qual
através do equacionamento do
sociação Brasileira dos Fabri-
apresentava os testes desen-
problema da eletricidade estática,
cantes de Tintas (Abrafati), em
volvidos para o lançamento dos
pode repercutir de forma positiva
São Paulo. A BR apresentou ao
novos solventes.
na diminuição dos custos de con-
mercado uma solução de segu-
O resultado mostrou que a
tratação e renovação de seguros
rança para diminuir os riscos
aplicação do aditivo antiestático
de plantas novas ou já existentes.
53
Produtos Químicos
como Aguarrás mineral BR, Solbrax ECO, Xileno BR, Tolueno
BR, entre outros.
Primeiras vendas
No
primeiro
semestre
de
2012, os produtos Xileno BR AE
e Tolueno BR AE foram os primeiros a serem comercializados,
ambos para a Milflex General
Tintas e Vernizes Ltda., cada um
com volume de 15m³. Com isso, a
Petrobras Distribuidora já oferece
Melissa Sousa
ao mercado um produto aditivado, mais seguro, que gera benefícios e diminui riscos, inclusive
no transporte do produto entre o
fornecedor e o cliente.
De uma maneira geral, o objetivo da linha ‘BR AE’ é agregar va-
Condutivímetro utilizado nos testes realizados pela BR
lor ao produto BR, diminuindo os
Tudo isso é possível porque
de acordo com os princípios de
os solventes aditivados pos-
SMS do Sistema Petrobras. “A li-
nha de solventes com aditivo antiestático visa ampliar o portfólio
da BR no mercado de solventes,
agregando valor a esses produtos e fidelizando os clientes”, afirma Melissa Sousa.
Os trabalhos e a pesquisa foram desenvolvidos por equipes da
Petrobras Distribuidora em parceria
com o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Leopoldo Américo
Miguez de Mello (Cenpes) e a área
de Exploração e Produção, ambos
pertencentes à Petrobras. Além
de Melissa Sousa, também participaram Marco Antônio Garcia (BR/
GDSQ) e Paulo Roberto Beirão (BR/
GDSQ), Claudia Oliveira (Petrobras/
Cenpes), Kátia Wagner (Petrobras/
Cenpes) e Estelito Rangel (Petrobras/Exploração e Produção). ■
riscos nas instalações do cliente
CONTATO BR:
Melissa Sousa
[email protected] / (21) 2354-1157
suem um aditivo dissipador de
dutividades
específicas
que
atendem a legislações internacionais. O aditivo antiestático,
Ricardo Oliveira
cargas eletrostáticas e con-
quando adicionado ao solvente
de origem, aumenta a sua condutividade e, consequentemente, diminui a possibilidade de
descargas por faíscas, reduzindo o risco de incêndios ou explosões em indústrias.
Os produtos da linha ‘BR
AE’ abrangem todos os tipos
de solventes hidrocarbônicos
comercializados pela Gerência
de Químicos para Tintas, Adesivos e Borrachas (GQTAB), tais
54
12º Congresso Internacional de Tintas: a consultora da BR Melissa Sousa apresenta as vantagens do novo solvente aditivado da BR
bR sedia reuniões
da Abegás
evenToS deBaTeRam oS deSaFioS e o FoRTaleCimenTo
da indúSTRia BRaSileiRa do GáS naTuRal
O
desenvolvimento e o fortalecimento da indústria
brasileira do gás natural,
a regulação do setor, a oferta e a
distribuição do produto no mercado interno, as oportunidades e
os desafios do negócio foram os
principais temas debatidos na 40ª
Assembleia Geral Extraordinária de
Associados da Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras
de Gás Canalizado (Abegás). A
reunião ocorreu, em junho, na cidade de Vitória (ES), onde também
aconteceu a 11ª Reunião do Conselho Deliberativo da associação.
O evento contou com a participação de representantes das
distribuidoras de gás canalizado de diversos estados do Brasil. Representaram a Petrobras
Distribuidora, o gerente executivo
de Negócios de Energia (GNE),
Edson Chil Nobre, e o gerente de
Marketing e Comercialização de
Rogério Reis / Banco de Imagens Petrobras
EVENtos
Gás Canalizado no Espírito Santo
(GMGC), Frederico Bichara Henriques. Na ocasião, foi apresentada a estrutura da empresa e a
atuação na distribuição de gás
natural no Espírito Santo, bem
como os projetos previstos para
ampliação da rede de distribuição de gás canalizado em municípios capixabas.
A Abegás é uma sociedade
sem fins lucrativos que congrega as empresas concessionárias
dos serviços de distribuição de
gás canalizado nos estados brasileiros, além de acionistas e empresas participantes da indústria
do gás no Brasil. Inaugurada em
1990, a associação tem seu foco
no desenvolvimento e no fortalecimento do mercado e da indústria brasileira do gás natural. ■
ConTaTo BR:
Frederico Bichara Henriques
[email protected] / (27) 3325-0755
55
Arquivo BR
EVENtos
Estratégias, novas oportunidades e
crescimento do mercado são discutidos em evento sobre o CVP
indústria internacional de carvão em foco
o meRCado de Coque veRde de peTRóleo e a evolução da indúSTRia SideRúRGiCa
FoRam oS TemaS da 5ª CoalTRanS BRazil
O
aumento do consumo de
Coque Verde de Petróleo
(CVP) pela indústria siderúrgica brasileira foi um dos temas
em destaque na apresentação
feita pelo gerente de Marketing
e Comercialização de Combustíveis Sólidos (GMCS) da Petrobras
Distribuidora, Marcelo Fernandes
Bragança, durante a 5ª Coaltrans
Brazil, conferência internacional
de carvão, realizada no Rio de
Janeiro. A BR é patrocinadora do
fórum desde sua primeira edição.
Além disso, outros temas importantes foram debatidos, tais
como as tendências da comercialização do produto no país, as novas oportunidades deste segmento, os desafios para a aquisição
56
de carvão metalúrgico na América
Latina e a evolução atual da indústria siderúrgica brasileira.
Promovido pela Coaltrans Conferences, entidade que há 31 anos
realiza conferências e cursos para
a indústria internacional de carvão, o evento reuniu os principais
estrategistas do mercado, bem
como produtores, traders e consumidores, e ofereceu aos participantes a oportunidade de acesso
a informações estratégicas sobre
as novas oportunidades de negócios neste expressivo setor.
A participação da Petrobras
Distribuidora na conferência foi
importante não apenas para estreitar ainda mais o relacionamento com seus clientes como
também para apresentar aos consumidores um panorama sobre o
crescimento do mercado de CVP
no Brasil e a prevista expansão
da utilização do produto no segmento siderúrgico.
Segundo Bragança, a composição do preço do CVP é balizada
pelos preços de várias qualidades de carvão e outros materiais
carbonosos no mercado internacional. Por isso, a participação
da empresa e o contato com os
clientes durante o evento são
considerados muito importantes
para ampliar o fluxo de informações com o segmento. ■
ConTaTo BR:
Marcelo Bragança
[email protected] / (21) 2354-4460
Divulgação
Maior evento aeronáutico da América Latina, a Expo Aero Brasil (EAB) realizou sua 15ª edição em São José dos Campos (SP), e
contou com o patrocínio da BR mais uma vez. A feira é considerada de grande importância para lançamentos de produtos e serviços da BR Aviation, desenvolvidos para atender as necessidades
do mercado. Na abertura do evento, o gerente da BR Francelino
da Silva Paes foi um dos homenageados com o Troféu
Asas de Ouro 2012, em reconhecimanto às personalidades que prestam importantes serviços
ao segmento aeronáutico brasileiro.
Luciano Porto
EAB 2012
bR expõe insumos
agrícolas na Expocafé
Esquadrilha Br Aviation
bahia farm show
Maior vitrine do agronegócio
da Bahia e uma das feiras mais
importantes de tecnologia agrícola e negócios, a Bahia Farm
Show realizou sua 5ª edição
no município de Luís Eduardo
Magalhães. A BR expôs não
apenas sua linha de produtos
agrícolas, mas também para o
segmento de aviação. Durante
o evento, o setor discutiu temas
e projetos importantes, como,
por exemplo, a criação do Plano
Sustentável, a Rodoagro, a Ferrovia Oeste Leste e o Fundesis.
A Bahia Farm Show é também
uma oportunidade para realizar
negócios, promover a marca e
atualizar-se com as novidades
do mercado agropecuário, já
que entre os participantes estão representantes de grandes
empresas mundiais na fabricação de máquinas, implementos,
insumos e serviços.
Na área de aviação, a BR
Aviation divulgou o seu Programa de Relacionamento, o BR
Aviation Club, buscando novas
adesões ao programa, e a utilização do BR Aviation Card.
Houve também a divulgação da
linha de lubrificantes. Durante
o evento, a Companhia desenvolveu ações com os clientes
do segmento, prospectando
potenciais clientes e atuando
para fortalecer a marca de maneira institucional.
A BR marcou presença, mais
uma vez, na Expocafé, maior feira
nacional do café realizada em junho,
na cidade de Três Pontas (MG). A
Companhia foi representada pelas
equipes de vendas e coordenação
de marketing automotiva de Minas
Gerais, que divulgaram em estande exclusivo a linha de insumos e
produtos para o setor agrícola, tais
como os óleos minerais OPPA e
OPPA BR EC; a ureia fertilizante e
pecuária (Reforce N). Componentes
da estrutura técnica e comercial da
GPQ, a engenheira agrônoma Ana
Paula Ayres e Samuel Miranda, avaliaram que o evento foi um sucesso,
e que a participação da BR dá continuidade ao trabalho de divulgação
dos produtos Petrobras na ponta do
agronegócio nacional. A expectativa é de consolidar a presença da
BR também neste importante polo
agrícola brasileiro.
57
sustENtAbiLidAdE
Postos EcoEficiENtEs
Rede de poSToS peTRoBRaS ConTam Com TÉCniCaS alTeRnaTivaS paRa
pRodução de eneRGia Renovável e o ReapRoveiTamenTo de áGua
a Petrobras Distribuidora desenvolve pesquisas e cria alternativas
ecoeficientes em sua rede de postos. Tendo em vista a redução do
consumo de recursos naturais limitados, a Rede Petrobras já começa
a disponibilizar orientações aos revendedores sobre fontes alternativas para produção de energia e de
técnicas de reaproveitamento e de
reciclagem da água da chuva.
As políticas e diretrizes da BR
preveem atenção especial à conservação e ao uso racional de
recursos naturais. A adoção de
tecnologia de ponta para uso de
energias renováveis nos postos
revendedores é uma ação pioneira da Petrobras Distribuidora no
Brasil. A Companhia desenvolve
programas com foco em eficiência energética e substituição de
fontes convencionais. Entre os
principais serviços oferecidos, estão a utilização de energia solar e
eólica, o reaproveitamento e reciclagem da água da chuva para
lavagem de carros.
Aerogerador no
Posto Macaé
58
eneRGiaS alTeRnaTivaS
itens tem o consumo medido para
De acordo com Paulo da Luz
Costa, Gerente de Tecnologia da
Rede de Postos BR (GTEC), o conceito de uso da energia alternativa
aplicado pela Companhia acompanha o que existe de mais avançado
no mercado. A BR utiliza fontes renováveis, do sol e dos ventos, para
geração de energia elétrica, calor
e luz. Estes recursos podem ser
direcionados para funcionamento
das bombas de abastecimento,
recarga de baterias de veículos
elétricos, aquecimento da água de
lavagem de veículos e iluminação.
Para executar um projeto de
ecoeficiência, é necessário conhecer a demanda individual dos
postos. Leva-se em conta o consumo médio de água e de energia
gasto nas atividades de lavagem
de automóveis, abastecimento,
troca de óleo, funcionamento das
lojas de conveniência, e iluminação, principalmente da pista de
abastecimento. Cada um desses
definir onde e como aplicar o sistema alternativo mais viável, com
melhor custo/benefício.
Alguns postos BR apresentam
placas fotovoltaicas e aerogeradores, que suprem com energias solar e eólica alguns pontos de força,
luz e as bombas de abastecimento. “A luz solar após ser transformada em energia elétrica, segue
para um equipamento denominado inversor, que é o cérebro do
sistema. No caso das bombas, durante o abastecimento, o inversor
gerencia qual a fonte de energia
será utilizada. Quando a bomba
não é utilizada, a energia é armazenada em baterias.”, explica da
Paulo da Luz. No Posto do Futuro,
localizado no Rio de Janeiro, esta
energia é utilizada para recarga
de veículos elétricos.
aeRoGeRadoR
A energia eólica é
produzida por ventos
a partir de 10 km/h,
com um limite de 60
km/h. Quando a velocidade aumenta, o aerogera-
Rogério Reis / Banco de Imagens Petrobras
E
m busca de soluções inteligentes em direção a um desenvolvimento sustentável,
Markos Fortes
Sustentabilidade
Iniciativa sustentável da BR: reaproveitamento de água da chuva para lavar veículos
dor se inclina até atingir um pon-
ficou equipamentos que moderni-
to de estabilização, mantendo-se
zaram esta aplicação. Este equi-
constante a geração de energia
pamento custa cerca de R$ 6 mil e
até a redução do vento. O Posto
em dez meses tem-se o retorno do
Macaé é um exemplo bem suce-
investimento”, explica o gerente.
dido de abastecimento por energia solar e eólica. “Quem controla
o sistema todo também é o inversor, o cérebro. Por isto, quando a
cidade ficou sem luz durante seis
horas, o posto Macaé conseguiu
ser o único a funcionar na cidade. As baterias mantêm a energia das bombas durante quatro
horas, garantindo a continuidade
do abastecimento”.
Uma das últimas fontes de
energia avaliadas pela BR é a iluminação zenital, por meio da qual
é possível iluminar internamente os
postos com energia solar. “Instala-
Reduzir, reutilizar,
reciclar
A técnica de reaproveitamento
de água da chuva, e seu aquecimento por energia solar para lavagem de veículos, é mais uma
iniciativa da BR para racionalizar
do em grande redução do consumo. “Instalamos recicladores para
lavar os veículos. O carro é lavado, a água passa pelo reciclador,
que remove a graxa e o sabão e
reaproveita cerca de 80% da água
para lavagem do próximo carro”,
descreve. De acordo com o gerente, a lavagem de um só carro
pode despender até 150 litros de
água porém que pode ser reduzido para 30 litros de água fresca
com o uso dos recicladores.
Atualmente, os consumos de
água e de energia geram despesas equivalentes em cidades
como Rio e São Paulo. Com a
aplicação da tecnologia de reaproveitamento da água da chuva
em conjunto com os recicladores,
por exemplo, é possível reciclar
até 2 mil litros por hora, permitindo um baixo consumo de água
fresca. E o equipamento utilizado
nos postos da Rede Petrobras é
fabricado no País.
o uso de recursos naturais es-
Semana do meio ambiente
gotáveis. O método permite que
A BR promove a Semana do
Meio Ambiente todos os anos. O
objetivo da campanha é estimular a reflexão sobre a importância
da preservação dos recursos naturais e a relação da ecoeficiência com a qualidade de vida. As
ações realizadas visam, ainda, a
conscientizar seus empregados
acerca do valor da adoção de atitudes responsáveis dentro e fora
do ambiente de trabalho. ■
uma certa quantidade de água
de chuva passe por um filtro, que
recolhe as folhas e as impurezas.
A água filtrada é encaminhada a
uma cisterna, onde recebe adição de cloro para evitar a contaminação por fungos.
mos em alguns postos no Rio de
As soluções implementadas
Janeiro com excelentes resultados.
pela Petrobras Distribuidora im-
Esta tecnologia está disponível em
plicam em benefícios para todos:
equipamentos compactos, que uti-
revendedores, consumidores e,
lizam lentes e tubos altamente refle-
principalmente, o meio ambiente.
xivos. A tecnologia original é antiga
Alguns postos trabalham também
e a Petrobras Distribuidora identi-
com reciclagem de água, resultan-
CONTATO BR:
Paulo da Luz Costa
[email protected] / (21) 2354-4594
59
Responsabilidade Social
Equidade
étnico-racial
Petrobras Distribuidora assina o termo de compromisso da 4ª edição do
Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça
O
presidente da Petrobras
Distribuidora, José Lima
de Andrade Neto, reno-
prestadores de serviço, a criação
vou o compromisso da BR com a
da Comissão de Gênero e Raça,
4ª edição do Programa Pró-Equi-
entre outros.
dade de Gênero e Raça. A ação
visa a promover um ambiente de
trabalho sem discriminação de
gênero e raça para os trabalhadores da Companhia.
A empresa, que já foi contemplada com o selo do Programa, na última edição, em
2010, fez uma nova adesão. A
questão racial já era trabalhada
nas edições anteriores, mas de
forma transversal. Esse ano, a
Petrobras Distribuidora formulou
de indicadores mensais de gênero e diversidade, a constituição
Um dos destaques do plano
é a ação afirmativa feita com os
estagiários que define uma meta
de contratar 50% de candidatos negros. A adoção representa
para Companhia um processo de
reparação histórica. O objetivo é
fortalecer o compromisso como
empresa socialmente responsável, atingindo os colaboradores
e parte expressiva da sociedade.
Segundo a coordenadora de
Equidade de gênero
A Companhia já tem uma atuação forte no compromisso com
a equidade de gênero, como a
Responsabilidade Social, Cami-
sala de apoio à amamentação na
la Freire, o plano de ação nessa
sede, uniforme feminino para mu-
zacional da empresa como tam-
adesão tem um programa forte
lheres, entre outras.
bém a cadeia de fornecedores.
para a questão racial. “Montamos
Para Camila Freire, as questões
O plano prevê 28 ações, sen-
uma comissão com representan-
de gênero e raça reforçam o conte-
do que metade já está concluída.
tes de diversas áreas da compa-
údo de responsabilidade social da
Entre as ações previstas, está o
nhia com o objetivo de fomentar o
Petrobras Distribuidora, que tem o
mapeamento de cor e raça dos
diálogo sobre o tema”.
tema como um de seus pilares. ■
um plano de ação mais ousado,
atingindo não só a cultura organi-
60
Angelo Borba / Banco de Imagens Petrobras
Atingindo colaboradores e sociedade em geral, o Programa promove a conscientização e fortalece o compromisso da responsabilidade social da BR
Saiba mais sobre o Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça:
■■ O Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça é uma iniciativa do Governo Federal, que, por meio da
Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República – SPM/PR e do II Plano Nacional
de Políticas para as Mulheres, reafirma os compromissos de promoção da igualdade entre mulheres e
homens inscrita na Constituição Federal de 1988, e conta com o apoio da Entidade das Nações Unidas
para Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres) e da Organização Internacional do Trabalho – (OIT - Escritório Brasil).
■■ O programa tem como objetivo promover a igualdade de oportunidades e tratamento entre homens e
mulheres nas organizações públicas e privadas e instituições por meio do desenvolvimento de novas
concepções na gestão de pessoas e na cultura organizacional.
■■ As empresas e organizações públicas e privadas desenvolvem o programa durante 12 meses (execução
do Plano de Ação). Para receberem o Selo Pró-Equidade de Gênero e Raça é preciso que obtenham o
mínimo de 70% de execução das ações pactuadas.
■■ O Selo Pró-Equidade de Gênero e Raça representa o reconhecimento do trabalho feito pelas organizações no desenvolvimento de ações que buscam a eliminação de todas as formas de discriminação,
evidenciando publicamente seu compromisso com a equidade de gênero e étnico-racial.
61
REsPoNsAbiLidAdE sociAL
uLtuRA
para todos
M
ais uma vez, o Cinema
BR em Movimento entra em ação nas comu-
ma do projeto. Nesta edição, apro-
nidades. Com o patrocínio da
Movimento. Três longas metragens
Petrobras Distribuidora há doze
integram a programação durante
anos, o projeto chega à sua 13ª
o circuito, realizado exclusivamen-
edição como o maior circuito não-
te em comunidades que não têm
comercial da América Latina.
acesso a salas de cinema. Com
Lu Teixeira
Cinema BR em movimenTo CHeGa À 13ª edição Com SeSSão
inauGuRal na manGueiRa
ximadamente 150 municípios serão
contemplados pelo Cinema BR em
Este ano, a sessão inaugural
duração de seis meses, o projeto irá
aconteceu em junho, no morro da
realizar 600 sessões este ano para
Mangueira, com a projeção do fil-
um público de 70 mil espectadores.
me “Rio”. O local e o horário da exi-
Os filmes em cartaz continuam
bição, no final da tarde e ao lado da
agradando a todos os públicos.
Unidade de Polícia Pacificadora da
Serão exibidos: a animação infan-
comunidade, foram pensados para
til “Rio”, de Carlos Saldanha; “Uma
facilitar o acesso da população.
Professora
Muito
Maluquinha”,
adaptação da obra do Ziraldo; e
dores do tradicional bairro carioca
“5x Favela – Agora Por Nós Mes-
que assistirão às sessões de cine-
mos”. Os títulos cobrem todas as
sões gratuitas do melhor do cine-
faixas etárias e seguem
ma nacional e mais de 1,7 milhão
o critério de qualidade
de expectadores de todo país,
técnica e artística, sen-
em cerca de mil cidades. O proje-
do que os temas sem-
to reconhece a cultura e o audio-
pre tem relevância na
visual nacional como ferramentas
geração de reflexões
para a educação e a transforma-
e debates.
ção social, fortalecendo a iden-
Lu Teixeira
Mas não são apenas os mora-
62
jeto
beneficiados com o pro
Novos municípios serão
BR leva cultura e lazer
para população carioca
Desde sua primei-
tidade brasileira e fomentando
ra edição, já foram
debates em torno dos assuntos
mais de 13 mil ses-
abordados nos filmes. ■
cANAL dE coMuNicAção
fale conosco
agora com
chat
ções de abrangência nacional
e até mesmo do cliente direto,
através do link específico dispo-
informações
nibilizado dentro da plataforma
ou tirar dúvidas em tempo real.
do Canal de Negócios. Segun-
Um dos destaques da nova fer-
do Vanessa Soares, da Gerên-
ramenta é a integração com o
cia de Atendimento a Clientes, a
atual sistema de gerenciamen-
principal vantagem do chat é a
to das manifestações do públi-
possibilidade de esclarecer dú-
sumidor
buscar
co externo, o Focus, onde todo
atendimento realizado via chat
origina automaticamente uma
manifestação no CRM (Gestão de Relacionamento com o
Cliente). Todos os atendimentos
registrados no sistema corporativo ganham um protocolo, facilitando assim a rastreabilidade
e a segurança do contato.
Reinaldo Hingel
A
Petrobras Distribuidora
criou um canal de chat
(conversa) para o con-
vidas em tempo real. “Além de
um único operador atender até
quatro clientes ao mesmo tempo,
ele responde as dúvidas em um
canal alternativo ao telefone, mas
tão eficiente quanto”, afirma.
Como FunCiona
O primeiro público a ser contemplado com o canal de chat
são os fornecedores, além dos
A BR pretende ampliar o ser-
clientes, dos consumidores e da
viço por meio deste canal para
sociedade em geral. Será dispo-
os atendimentos dos usuários de
nibilizado um link de acesso no
gás natural (no estado do Espírito
Portal BR que, ao ser clicado pelo
Santo), do SAC BR, das promo-
internauta, leva-o para uma tela
Vanessa Soares, da Gerência de Atendimento a Clientes
de identificação de atendimento
pelo operador. A partir deste momento, a pessoa já pode utilizar a
nova ferramenta de chat. O visual
está totalmente integrado ao do
Portal BR (www.br.com.br). ■
ConTaTo BR:
Saulo Pereira da Silva Marques
[email protected] / (21) 2354-4242
63
Desafios tecnológicos
para suporte à
gestão de frota
A
s tecnologias de rastreamento e monitoramento
de veículos tem evoluído
muito e se tornado, cada vez mais,
acessíveis ao mercado. Isso se
reflete no uso intensivo destes sistemas por transportadores e embarcadores, com vistas ao ganho
de eficiência operacional. Este foi
o contexto que motivou a implantação do ‘InfoPAE’ na Petrobras
Distribuidora. Trata-se de um sistema de informação corporativo
da Petrobras, desenvolvido pelo
Tecgraf/PUC-Rio, desde 1997,
para apoio às atividades de preparação, planejamento e de resposta a emergências. O sistema
organiza as informações e define
as ações de resposta, em função
dos possíveis cenários tais como
o tipo de acidente, o produto envolvido e as áreas afetadas.
Um cenário especialmente crítico refere-se ao acidente com transporte de carga, pela localização
não ser fixa e as condições serem
dinâmicas. Para estes casos, desenvolvemos o ‘InfoPAE Móvel’,
que monitora unidades móveis, por
meio da coleta e transmissão de
dados de cada veículo, em tempo
real, para a base da empresa. Pode-se conhecer, por exemplo, a lo-
64
calização, a quantidade de produtos, quem é o motorista, os pontos
de parada, os clientes atendidos,
os mais próximos e o que existe ao
seu redor. Entre outras funcionalidades, estão o rastro de movimentação do veículo, o acompanhamento do retorno de combustível para
a base, os relatórios de logística e
de SMS, o registro de acidentes, a
visualização de um mapa das ocorrências e o acompanhamento do
estado do dispositivo.
Além da aplicação em segurança e no meio ambiente, com
ganhos na redução de acidentes
e na gestão das emergências, a
BR passou a utilizar o sistema também para a logística, o que trouxe
diversos ganhos: melhor gestão da
frota e do nível de serviço, pontualidade das entregas, visibilidade
dos pedidos, identificação de rotas
deficitárias, otimização do uso dos
veículos, maior visibilidade no atendimento e gestão de risco patrimonial e de SMS, entre outros.
Outra funcionalidade especial é
o mecanismo para leitura padronizada dos dados das rastreadoras,
permitindo a integração do monitoramento dos veículos das diversas transportadoras. Por existirem
cerca de 400 empresas de rastre-
Arquivo pessoal
Opinião
Marcelo Tílio
amento no Brasil, este processo
teve importância fundamental. Outro destaque da especialização do
uso do InfoPAE Móvel na BR foram
os módulos desenvolvidos para
suporte à CCF (Central de Controle de Frotas), que é a responsável
pela programação dos clientes
a serem atendidos e das rotas a
serem percorridas, pelo monitoramento e controle das ações não
desejadas, como os desvios de
rotas programadas (Logística) ou o
excesso de velocidade, etc. (SMS/
patrimonial), e também pela análise
e planejamento da operação.
O uso inédito deste sistema
trouxe desafios tecnológicos,
vencidos ao longo dos anos, e
que hoje representam um diferencial competitivo para a BR. ■
MARCELO TÍLIO
Tecgraf/PUC-Rio
Download

nº 46 jul/ago - Petrobras Distribuidora