ENTREVISTA: Arnaldo Tavares Filho revela a estratégia da NVIDIA,
que está revolucionando o uso dos supercomputadores por meio
do OpenPower Foundation
REVISTA INFORMATIVA DAS SOLUÇÕES POWER SYSTEMS | ANO 7 | EDIÇÃO 25 | DISTRIBUIÇÃO GRATUITA
Power Enterprise Systems
é a nova geração de servidores
Baseados nos novos processadores POWER8, oferecem performance,
confiabilidade e escalabilidade modular para aplicações de missão crítica
AMM Paraná lança solução para planejamento financeiro
e orçamentário para PowerLinux
Red Hat anuncia Enterprise Virtualization para inúmeros
guests em Power
EDITORIAL
Baseados nos
novos processadores
POWER8, oferecem
performance,
confiabilidade e
escalabilidade
modular
Caros Leitores,
Queremos desejar um 2015 repleto de realizações e
conquistas e que a linha Power continue fazendo
parte do seu sucesso empresarial, fornecendo alta
disponibilidade e tecnologias inovadoras.
E se 2015 será um ano desafiador, onde a inovação
será fundamental para o sucesso, Power Systems vem
com tudo trazendo a nova geração de servidores
Enterprise, baseados nos processadores POWER8,
novidades como a possibilidade de criar uma cloud de
ativações de processadores e memória (com o
Enterprise Pools), novas parcerias e soluções disponibilizadas, como a GPU da NVIDIA integrada aos
servidores PowerLinux.
Resultado prático da inovação colaborativa através
do OpenPower Foundation, de imediato esta parceria
chamou à atenção no mundo dos supercomputadores,
culminando com o anúncio da escolha pelo Departamento de Energia dos EUA, para a criação dos dois
maiores supercomputadores do mundo para os laboratórios Oak Ridge e Lawrence Livermore. Esse
projeto consumirá US$ 425 milhões e será utilizado
para pesquisar computação em escala extrema em
ciências básicas e armamentos nucleares.
Outra novidade é trazida pela RedHat, disponibilizando a integração do PowerKVM ao seu RHEV
(Red Hat Enterprise Virtualization).
Este ecossistema sendo construído ao redor da arquitetura Power também tem reflexos locais. O Business
Partner IBM, AMM Paraná, anunciou o suporte ao
PowerLinux da sua solução de Planejamento
Financeiro e Orçamentário. A proposta é entregar
uma solução integrada e de rápida implementação
para inteligência de negócios.
E 2015 sem dúvidas trará mais, muito mais novidades
para o mundo POWER.
Boa leitura e um ano de muito sucesso a todos!
Redação Power Channel
EXPEDIENTE
REDAÇÃO: Rua Neto de Araújo, 320 - Conj. 910 - Vila Mariana, São Paulo, SP - 04111-001
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ÍNDICE
CAPA
Nova geração
de servidores
Power
Enterprise
Systems
ENTREVISTA
NVIDIA E IBM, JUNTAS NA
EVOLUÇÃO DO OPENPOWER
FOUNDATION
Baseados nos novos
processadores POWER8,
oferecem performance,
confiabilidade e
escalabilidade modular
CURTAS E
NERDVANA
18
Arnaldo Tavares Filho,
revela a estratégia da companhia,
que, junto com a IBM, está
revolucionando o uso dos
supercomputadores por meio
do OpenPower Foundation
5
SOLUÇÕES DE
NEGÓCIOS
• Novo Power S824L,
um anúncio IBM
e NVIDIA
• Notícias de TI
• NERDVANA: Como utilizar
a ferramenta Amepat para
monitorar a funcionalidade
Active Memory Expansion
8
PARCEIROS
AVNET
Avnet Technology
Solutions incorpora
o IBM Power
Systems S814
ao seu Demo
Center no Brasil
• AMM Paraná tem solução
para planejamento
financeiro e
orçamentário
para PowerLinux
• Santa Casa de
São Carlos se prepara
para oferecer infraestrutura como serviço
às áreas internas
PRODUTOS
INOVAÇÕES E
ATUALIDADES
11
Red Hat
anuncia Enterprise
Virtualization
16
Linux em Power:
o momento é agora!
4 Power Channel
14
21
22
OPINIÃO
O poder das crenças
12
26
Inovações que podem
abalar um mercado
24
DIVULGAÇÃO
NVIDIA e IBM,
juntas na evolução
do OpenPower
Foundation
A NVIDIA é mundialmente uma das pioneiras em computação visual, principalmente com sua maior invenção: a GPU – o
mecanismo da computação visual moderna que se ampliou de tal
forma que hoje engloba os mercados de videogames, produção
de filmes, design de produtos, diagnósticos médicos e pesquisas
científicas com simuladores de alta performance.
O GPU, inventado em 1999, é um dos mais complexos processadores já criados no mercado de computação e hoje estão
impulsionando novos campos como: visão computacional,
processamento de imagem, inteligência artificial e realidade
aumentada.
Em entrevista exclusiva à Revista Power Channel, o Gerente
de Vendas da linha Tesla para o Cone Sul da NVIDIA, Arnaldo
Tavares Filho, revela a estratégia da companhia, que, junto com
a IBM, está revolucionando o uso dos supercomputadores por
meio do OpenPower Foundation.
ENTREVISTA
ARNALDO TAVARES FILHO
POWER CHANEL: Como um dos integrantes
fundadores do OpenPower Foundation, como
a NVIDIA vê a contribuição desse grupo para
o futuro da TI?
Arnaldo Tavares: Vemos como fundamental.
O trabalho em conjunto através do OpenPower
Foundation permite aos integrantes unir forças e
criar tecnologias que vão impactar e revolucionar
a TI. Um exemplo recente é a tecnologia
NVLINK, que permite fazer a GPU NVIDIA
Tesla se comunicar cinco vezes mais rápido com
a CPU IBM Power, em comparação à comunicação PCI-Express com CPUs x86. Essa tecnologia foi muito importante para diferenciar a
solução que ganhou o Projeto Coral, do Departamento de Energia dos EUA, anunciado recentemente. Neste projeto, iremos entregar (em
2017) dois dos maiores supercomputadores do
mundo aos laboratórios Oak Ridge e Lawrence
Livermore. O Ministério de Energia dos EUA
planeja construir dois supercomputadores
(Summit e Sierra) com aceleração por GPU para
fornecer, pelo menos, três vezes mais performance
do que os sistemas mais potentes existentes
atualmente, deixando o mundo mais perto da
sonhada computação em exaescala. O Summit,
ficará no Oak Ridge National Laboratory, será
capaz de fornecer um pico de 150 a 300 petaflops
e será utilizado para ciência aberta. Com performance além do pico de 100 petaflops. Já o sistema
Sierra, será um elemento chave da missão de segurança nuclear nacional do Lawrence Livermore
National Laboratory. Esses sistemas serão consideravelmente mais rápidos do que o atual
campeão de velocidade dos EUA, o "Titan", do
Oak Ridge com pico de 27 petaflops, e do mais
rápido do mundo: o Tianhe-2, do National Super
Computer Center em Guangzhou – na China, que
possui 33Pflops de performance constante, com
pico de 55Pflops. Os EUA estão investindo no
Summit e no Sierra a fim de conseguir inovações
que levarão a uma independência energética
maior, além de novos enfoques para impedir alterações climáticas, melhorias na eficiência energética, previsão de desastres naturais, armazenamento seguro de material nuclear, competitividade econômica, entre outras ações. Os novos sistemas representam o primeiro grande marco na
parceria entre a IBM e a NVIDIA, tendo como
base esse trabalho em conjunto no OpenPOWER
Foundation.
Power Channel
5
PC: Recentemente a IBM anunciou um novo modelo de servidor
POWER8 Linux com GPU K40
da NVIDIA integrada. Qual a
aplicabilidade deste hardware?
Tavares: Este hardware é aplicável
a qualquer solução corporativa que
demanda alta performance de suas
aplicações de maneira paralelizada,
se beneficiando dos 2.880 núcleos de
processamento existentes nas GPUs
NVIDIA Tesla K40. A plataforma
de computação acelerada Tesla foi
projetada para aplicativos nas áreas
de computação de alta performance,
ciência da computação, supercomputação, corporativa, análises de dados
complexos e aprendizado por máquina. Ela oferece maior eficiência
energética que uma configuração
apenas com CPU. A plataforma
integra com abrangência os mais
rápidos aceleradores de GPU do
mundo, recursos avançados de
gerenciamento de sistemas, tecnologias de comunicação acelerada
e a NVIDIA CUDA, o modelo de
computação paralela mais pervasivo
do mundo. Destacamos setores
como Universidades e Centros de
Pesquisa, que usam essa tecnologia
para acelerar aplicações científicas.
Bancos e Seguradoras usam para
acelerar análise de risco e cálculo de
derivativos complexos e a Indústria
em geral, que usa para acelerar
aplicações específicas como design
de peças e simulações de dinâmica
de fluídos.
PC: No Brasil, quais Universidades e Centros de Pesquisa
já utilizam essas tecnologias?
Tavares: A NVIDIA trabalha em
conjunto com as Universidades de
todo o Brasil visando disseminar o
uso da linguagem de programação
CUDA. Hoje no país já existem 13
Centros de Estudos, três Centros
de Pesquisa e a Universidade Federal Fluminense (UFF) – como
centro de referência em pesquisa
6 Power Channel
O trabalho em conjunto através do
OpenPower Foundation permite
aos integrantes unir forças e criar
tecnologias que vão impactar e
revolucionar a TI. Um exemplo
recente é a tecnologia
NVLINK, que permite
fazer a GPU
NVIDIA Tesla
se comunicar cinco
vezes mais rápido
com a CPU IBM Power”
e desenvolvimento da NVIDIA no
Brasil e na América Latina. Com a
chancela, os pesquisadores e alunos
da UFF receberam todo o apoio e
suporte técnico da NVIDIA, além de
outros benefícios como descontos na
aquisição de equipamentos, inclusão
da universidade no programa de
concessão de lançamentos da linha
Tesla, atualização de software, treinamentos online e participação da
entidade no encontro mundial do
CUDA Research Center, que acontece anualmente.
PC: Como é o mercado para
aceleradores no Brasil?
Tavares: O mercado é excelente,
temos hoje amplo uso da computação em GPU em empresas locais
de Óleo & Gás, Finanças, Indústria
automotiva e em universidades e
centros de pesquisa espalhados por
todo o país. Esse mercado vem crescendo tremendamente, em média
90% ao ano, desde que iniciamos
o trabalho no Brasil, em 2010. A
NVIDIA atua no país com seu
ecossistema completo, desde fabricantes (OEMs) até as Universidades
e Centros de Pesquisas e Estudos
CUDA, onde acontece a capacitação
de todo o ecossistema de tecnologia.
Atuamos também com a geração
de demanda no mercado por meio
de ações de marketing, voltadas
aos pesquisadores e desenvolvedores e ações diretas em clientes
estratégicos.
PC: E como é o Ecossistema
de soluções para este produto?
Tavares: O ecossistema é bem
completo e engloba: fabricantes
de soluções corporativas completas
(como a IBM), parceiros de hardware para integração, design de
projetos e vendas, parceiros de
desenvolvimento de software para
portabilidade de aplicações para
GPUs, centros de pesquisa que
apoiam projetos de vários de nossos clientes e até mesmo universidades que ensinam a plataforma
CUDA, para programação em
GPU, em suas grades curriculares,
capacitando mão de obra especializada para o mercado.
PC: Existe plano para outros
lançamentos da NVIDIA para
Power?
Tavares: Sim, a parceria com a
IBM vai continuar e os próximos
lançamentos da linha Tesla
também estarão disponíveis para
a linha Power. Em 2016 teremos
a linha Tesla com a arquitetura
Pascal, que trará a implementação
do NVLINK e, em 2017, em função
do projeto do Departamento de
Energia dos EUA mencionado
acima, teremos produtos baseados
na arquitetura seguinte, denominada: Volta. Hoje no Brasil temos
disponíveis os seguintes modelos:
A GPU Tesla K10, que fornece a
maior taxa de processamento do
mundo para aplicações de processamento sísmico, de sinal e de
imagem. Otimizada para clientes
do setor de exploração de petróleo
e gás e do setor de defesa, uma
única placa aceleradora Tesla K10
apresenta duas GPUs GK104
Kepler que fornecem uma performance agregada de 4,58 teraflops
de ponto flutuante de precisão
simples máximo e largura de
banda de memória de 320 GB por
segundo. Já a Tesla K20 foi desenvolvida para os ambientes HPC
que mais exigem poder de computação. Esta placa tem como base a
Temos hoje amplo
uso da computação
em GPU em
empresas locais de
Óleo & Gás,
Finanças, Indústria
automotiva e em
universidades e
centros de pesquisa
espalhados por todo
o país. Esse mercado
vem crescendo
tremendamente, em
média 90% ao ano,
desde que iniciamos
o trabalho no Brasil,
em 2010
GPU GK110 Kepler e fornece três
vezes mais precisão dupla, em comparação aos produtos Tesla baseados na
arquitetura Fermi, e é compatível com
recursos de paralelismo dinâmico e
Hyper-Q. O outro modelo é a Tesla
K20X de processamento gráfico
(GPU) – uma PCI Express e dualslot, projetado para servidores e
oferece um total de 6 GB de memória
GDDR5 on-board e suporta PCI
Express Gen2. Ela pode ser configurada pelo próprio fabricante ou
pelo usuário final para ativar ou
desativar ECC ou correção de
erros de códigos que podem resolver erros de bit, além de detectar
erros double-bit. Na Tesla K20X,
os arquivos de registro, cache e
DRAM são protegidos por ECC.
E, finalmente, a Tesla K40 vem
equipada com 12GB de memória
e fornece 1,66 TFlop de performance de precisão dupla. Uma
solução flexível para aplicativos
em análise de dados e computação
de alta performance, a Tesla K40
executa facilmente computação de
alta performance e aplicativos de
análise de dados. O modelo conta
com 2.880 núcleos de processamento, 192 a mais que seu antecessor, o K20x. Como a K40 é
um produto mais completo, que
fornece o melhor da capacidade
computacional em precisão simples
e dupla, é a placa que está disponível na plataforma IBM Power.
PC: Há uma estratégia específica junto a IBM para o uso da
linha Tesla em máquinas Power?
Tavares: Nossa estratégica, acordada com a IBM, é trazer a aceleração em GPUs para clientes da
IBM que já utilizam a tecnologia
Power e precisam de aceleração
computacional adicional às suas
aplicações corporativas. Adicionalmente, ajudaremos a IBM a trazer
a tecnologia Power para áreas que
usam amplamente a computação
em GPU, porém ainda baseadas
em CPUs x86. Essa estratégia é
benéfica para ambas empresas e
para todo o mercado brasileiro,
que contará com a aceleração
por GPUs em diversas plataformas, conseguindo, assim, criar
soluções que atendam especificamente às necessidades dos nossos
clientes.
Power Channel
7
CURTAS
IBM PARTICIPA ATIVAMENTE NO
COMBATE AO EBOLA NA ÁFRICA
Liderada pelo laboratório de
pesquisas da IBM na África, a Big Blue
colocou em prática, no final do ano
passado, várias ações para ajudar os
governos e agências humanitárias na África e no
mundo todo no combate ao Ebola. As iniciativas
contam com o apoio de rede global de centros
de pesquisa, o que inclui a unidade brasileira também, para a erradicação do vírus.
A primeira ação foi colocar no ar, para os
cidadãos, um sistema de engajamento e de
Analytics em uma das principais áreas
afetadas pelo vírus: Serra Leoa. Por meio
da ferramenta da IBM, as comunidades
afetadas podem se comunicar diretamente com seu governo via torpedo e voz.
Essa plataforma é uma iniciativa da IBM, junto ao governo de Serra Leoa e a operadora
Airtel, que disponibilizou um número de telefone para o envio gratuito dos torpedos.
Dessa forma, utilizando a tecnologia analytics na nuvem, o sistema consegue
identificar imediatamente as informações e destacas as questões urgentes fazendo
análise dos torpedos enviados e das chamadas de voz. Através do geoprocessamento, a
plataforma faz o mapeamento e permite a visualização da real situação de cada área
afetada pelo Ebola.
Além disso, a fornecedora também doou o IBM Connections Heatmaps (que faz o
mapeamento) para o Centro de Operações do vírus na Nigéria e o acesso a uma
plataforma global para o compartilhamento de dados relacionados à doença.
Outro esforço da Big Blue está sendo a criação (e atualização) de um banco de dados
aberto do Ebola por meio da tecnologia em nuvem IBM SoftLayer, que fornecerá informações sobre o vírus para governos, pesquisadores e agências humanitárias.
Esse trabalho está sendo feito mundialmente por voluntários da IBM, que estão
fazendo a identificação, registro e classificação de todas as fontes de informações
relacionadas ao Ebola.
INTERNET DAS COISAS
Dados da IDC, indicam que o número
de dispositivos ou coisas que podem ser
conectados à Internet (também conhecido
como Internet das Coisas) se aproxima de
200 bilhões, com 7% (ou 14 bilhões) do
que já está conectado à Internet e se comunica por ela. Atualmente, as informações
desses dispositivos conectados represen-
8 Power Channel
tam 2% dos dados do mundo inteiro.
A IDC prevê que, até 2020, o número
de dispositivos conectados chegará a
32 bilhões, ou seja, 10% dos dados
mundiais.
Os países emergentes estão produzindo mais dados. hoje, 60% das informações no Universo Digital são atribuídas aos mercados considerados maduros
como, por exemplo, Alemanha, Japão e
Estados Unidos. Mas até 2020 isso vai
mudar e os emergentes (Brasil, China,
Índia, México e Rússia, entre outros)
serão responsáveis pela maior parte
desses dados.
A Internet das Coisas já está revolucionando os modos como interagir com
os clientes e promete ousar ainda mais,
otimizando os ciclos de negócios e reduzindo os custos operacionais, dando
margem a trilhões de dólares em oportunidades. Porém, também apresenta
grandes desafios porque as empresas
precisam (ainda mais) gerenciar, armazenar e proteger todo o volume e a diversidade dessas informações.
Ou seja, o mercado corporativo
demandará cada vez mais sistemas
ainda mais robustos, de alta escalabilidade e com extrema segurança, como a
linha Power Systems, AIX e Linux.
PREVER PARA
NÃO PARAR NUNCA
Segundo o Gartner as organizações
que usam métricas de desempenho
empresarial preditivos aumentarão
sua rentabilidade em 20%, até 2017.
Os analistas do instituto dizem que as
organizações devem usar métricas
preditivas (os famosos KPIs) para alertar
os colaboradores neste momento de
negócios que está prestes a ocorrer e
orientá-los sobre a próxima ação a ser
tomada no contexto de expectativas de
um determinado cliente.
Para o Gartner, os líderes de TI
persistem em utilizar medidas históricas
e, consequentemente, perder a oportunidade de capturar um momento de negócio
que iria aumentar o lucro ou intervir para
evitar um acontecimento imprevisto,
resultando em uma diminuição do lucro.
Por isso, os melhores líderes já
estão adotando suites inteligentes de
gestão de processos de negócios
(iBPMSs) e plataformas de inteligência
operacional para aumentar, drasticamente, sua resposta bem-sucedida e
proativa para interrupções de negócios
inesperados.
Essas tecnologias servem para
alavancar análises prévias e fornecer
informações que tornem mais fáceis
a identificação de métricas preditivas
relevantes.
COMO UTILIZAR A FERRAMENTA AMEPAT PARA
MONITORAR A FUNCIONALIDADE ACTIVE MEMORY EXPANSION
NERDVANA - O cantinho do técnico
EMPRESAS NÃO ESTÃO
PREPARADAS PARA ATAQUES
CIBERNÉTICOS, DIZ ESTUDO
DA IBM
Com o objetivo descobrir e compreender como as organizações estão atualmente se protegendo contra ataques
cibernéticos, o IBM Center for Applied
Insights realizou a terceira edição do
estudo Chief Information Security Officer,
onde foram ouvidos cerca de 140 altos
dirigentes de segurança em organizações
do mundo todo.
A constatação é de que mais de
80% dos líderes de segurança digital
acreditam que o desafio das ameaças
externas está em ascensão, no entanto,
60% afirmaram que suas empresas estão
desarmadas na guerra cibernética.
As ameaças externas avançadas
foram consideradas o principal desafio
para 40% dos entrevistados e deverão
exigir esforços adicionais nos próximos
três a cinco anos. O segundo ponto mais
indicado pelos executivos foram as regulamentações do setor (15%). Outra constatação foi que prevenção de vazamento
de dados, segurança na nuvem e em
dispositivos móveis são as áreas que
precisam de mais transformação.
Para 80% dos CISOs ouvidos, o
risco potencial de regulamentações e
padrões têm aumentado ao longo dos
últimos três anos e os executivos não
estão seguros sobre como os governos
irão lidar com a governança de segurança
em nível nacional ou global e quão transparente ela será. A estimativa de apenas
22% dos profissionais é de que haverá
uma abordagem mundial a ser acordada
no combate ao cibercrime dentro de três
a cinco anos.
Conforme mencionado em edições anteriores, a funcionalidade Active Memory
Expansion (AME) permite expandir a memória
efetiva dos servidores IBM Power Systems através da compressão de dados. O AME foi anunciado juntamente com a linha de servidores
POWER7, e seu uso foi aprimorado com o processador POWER7+, através de aceleradores
específicos para diminuir o uso de ciclos de
CPU necessários no processo de compressão e
descompressão de memória.
Mas como determinar quantos ciclos de
CPU serão necessários e qual a quantidade de
memória extra que será liberada?
Através da ferramenta amepat, disponível
à partir do AIX 6.1 TL04 SP2, é possível analisar o workload real do seu ambiente e responder à questões acima. O comando amepat
gera informações e estatísticas sobre o uso do
AME a ajuda a monitorar quais serão os efeitos
da compressão de memória no ambiente (e a
quantidade de CPU que será utilizada para tal).
Exemplos:
Para uma análise do workload por um
período de 2 horas, execute:
#amepat 120
Para obter um relatório de forma mais
rápida, determine o intervalo de tempo e a
quantidade de amostras que devem ser
coletadas.
No relatório abaixo, o workload foi monitorado
por 10 minutos, com intervalos de 2 minutos
e 5 amostras.
# amepat 5 2
Command Invoked
: amepat 2 5
Date/Time of invocation
PAKST 2009
Total Monitored time
Total Samples Collected
: Wed Dec
System Configuration:
--------------------Partition Name
Processor Implementation Mode
Number Of Logical CPUs
Processor Entitled Capacity
Processor Max. Capacity
True Memory
SMT Threads
Shared Processor Mode
Active Memory Sharing
Active Memory Expansion
2 11:29:29
: 10 mins 58 secs
: 5
:
:
:
:
:
:
:
:
:
:
aixfvt19
POWER5
8
4.00
4.00
4.25 GB
2
Disabled
Disabled
Disabled
Power Channel
9
CURTAS
System Resource Statistics:
--------------------------CPU Util (Phys. Processors)
Virtual Memory Size (MB)
True Memory In-Use (MB)
Pinned Memory (MB)
File Cache Size (MB)
Available Memory (MB)
Average
----------2.00 [ 50%]
1366 [ 31%]
1758 [ 40%]
673 [ 15%]
391 [ 9%]
841 [ 65%]
Min
---------1.00 [ 25%]
1113 [ 26%]
1234 [ 28%]
673 [ 15%]
124 [ 3%]
1812 [ 42%]
Max
----------3.00 [ 75%]
2377 [ 55%]
3834 [ 88%]
675 [ 16%]
1437 [ 33%]
3099 [ 71%]
Active Memory Expansion Modeled Statistics
------------------------------------------Modeled Expanded Memory Size
:
4.25 GB
Average Compression Ratio
:
5.29
Expansion
Factor
--------1.00
1.31
1.55
1.89
2.12
2.43
2.83
Modeled True
Memory Size
------------4.25 GB
3.25 GB
2.75 GB
2.25 GB
2.00 GB
1.75 GB
1.50 GB
Modeled
Memory Gain
-----------------0.00 KB [ 0%]
1.00 GB [ 31%]
1.50 GB [ 55%]
2.00 GB [ 89%]
2.25 GB [112%]
2.50 GB [143%]
2.75 GB [183%]
CPU Usage
Estimate
----------0.00 [ 0%]
0.34 [ 8%]
0.39 [ 10%]
0.45 [ 11%]
0.50 [ 12%]
0.65 [ 16%]
0.70 [ 18%]
Active Memory Expansion Recommendation:
--------------------------------------The recommended AME configuration for this workload is to configure the LPAR
with a memory size of 1.50 GB and to configure a memory expansion factor of
2.83. This will result in a memory gain of 183%. With this configuration, the
estimated CPU usage due to AME is approximately 0.50 physical processors, and
the estimated overall peak CPU resource required for the LPAR is 3.50 physical
processors.
NOTE: amepat's recommendations are based on the workload's utilization level
during the monitored period. If there is a change in the workload's utilization
level or a change in workload itself, amepat should be run again.
The modeled Active Memory Expansion CPU usage reported by amepat is just an estimate. The actual CPU usage used for Active Memory Expansion may be lower or higher depending on the workload.
Analisando os dados acima, é possível determinar o fator de
expansão que deve ser inserido no profile da partição (através da console de gerenciamento HMC) que utilizará o AME.
Junto com o relatório há também uma recomendação indicando
qual opção representará maior ganho de memória versus a quantidade
de CPU disponível.
Por tratar-se de uma ferramenta do AIX 6.1, o amepat pode ser
executado inclusive em servidores IBM Power Systems de famílias
anteriores (de POWER4 até POWER6+) que estejam na versão do AIX,
Technology Level e Service Pack citados acima. Dessa forma, é possível avaliar qual será o provável comportamento do workload atual ao
utilizar essa funcionalidade em servidores POWER7/POWER7+.
Para mais informações sobre como solicitar o trial do Active Memory Expansion,
consulte a coluna Nerdvana da edição 14 da Revista Power Channel:
http://www.powerchannel.com.br/revistas/edicao-14-2/
10 Power Channel
SOLUÇÕES DE NEGÓCIOS
AMM Paraná
tem solução para
planejamento
financeiro e
orçamentário
para PowerLinux
A Business Partner IBM, AMM Paraná,
é uma empresa inovadora no setor
de TI que também oferece soluções
analíticas de negócios para rodar em
Power. A novidade é a sua solução
para Planejamento Financeiro e
Orçamentário, que associa todo o
poder de PowerLinux ao planejamento,
orçamento, previsões e inteligência
de negócios DA REDAÇÃO
Por meio de painéis dinâmicos os gestores conseguem, rapidamente, informações importantes
para a correta tomada de decisões. Baseada em
Cognos, a solução Planejamento Financeiro e
Orçamentário é ideal para começar o ano usando a
ferramenta de gestão adequada.
Atualmente muitas empresas fazem o planejamento em planilhas que não são padronizadas e são
geradas em cada departamento da companhia. O
resultado disso é que alguém tem que consolidar
essas planilhas, e, normalmente, sem se preocupar
em seguir as melhores práticas de governança do
mercado.
Com a solução Planejamento Financeiro e
Orçamentário, da AMM Paraná, o gestor coleta as
informações (dos diferentes departamentos ou filiais) diretamente na ferramenta, o que lhe permite
simular cenários de inflação, projeções do dólar, etc.,
para definir as táticas e métricas adequadas ao seu
negócio.
Por meio de uma interface fácil e planilhas customizadas, o gestor terá em uma mesma ferramenta
todas as informações financeiras, contas a pagar e
todos os dados para fazer o planejamento de forma
participativa. Dessa forma, poderá planejar as despesas operacionais e de vendas, através da criação
de cenários e simulações, usando workflow visual e
inteligente que garante os prazos de cada ciclo orçamentário com toda a segurança e governança do
processo.
Além disso, a solução da AMM Paraná permite
que a área financeira acompanhe a evolução dos planos de acordo com a estratégia corporativa e
observe os impactos projetados nos demonstrativos
de resultados. Também é possível fazer, por exemplo, correções no planejamento para reduzir custos
em determinadas atividades.
Tudo isso rodando em plataforma PowerLinux,
com toda a robustez e estabilidade que essa arquitetura oferece.
AMM Paraná
(44) 3026-1122
www.ammparana.com.br
Power Channel
11
Novo Power S824L,
um anúncio IBM e NVIDIA
Modelo traz GPU K40 integrado de fábrica
Não é segredo que as atuais tendências disruptivas vivenciadas na tecnologia estão rapidamente redefinindo
como as organizações fazem negócios.
A torrente crescente de dados, de dentro e fora das organizações, apresenta
uma oportunidade sem precedentes
para obter informações valiosas. Com
a possibilidade de aplicar esses conhecimentos ao melhor ponto de impacto
para exponenciar os resultados
comerciais.
Estas tecnologias estão avançando tão rapidamente, que comunidades dinâmicas de colaboração tornam-se vitais para criar soluções no
tempo e com a qualidade de serviços
necessários.
A NVIDIA e a IBM são participantes fundadores do OpenPOWER
Foundation (veja mais detalhes na
DA REDAÇÃO
Edição 24 da Revista Power Channel,
pág. 5), que visa o desenvolvimento
colaborativo para novas tecnologias,
oferecendo soluções integradas que
suportem e auxiliem a sua transição
para capacidades avançadas, acelerando sua jornada para abordar as
oportunidades do mercado de hoje.
O servidor Power System S824L
é o primeiro servidor a integrar tecnologia desenvolvida no OpenPOWER
Foundation. Ele descarrega operações
altamente paralelizadas para um acelerador GPU e aumenta a carga de trabalho por desempenho para acelerar
dramaticamente Java, big data e aplicativos de computação técnica.
Os servidores scale out IBM
Power Systems, com tecnologia IBM
Power8, são a primeira família de
sistemas construídos com inovações
que têm como foco trazer vantagens
competitivas para aplicações emergentes como grandes volumes dados
e insights analíticos, tecnologia móvel
e cloud.
Com capacidade quatro vezes
maior de threads por core e largura de
banda de memória, do que os processadores x86 de última geração, os novos
Power Systems scale out estão na vanguarda ao fornecer soluções para obter
insights mais rápidos de análise. Isso
ocorre a partir de informações estruturadas e não estruturadas (como vídeo,
imagens e conteúdos), a partir de sensores e dados de redes sociais e dispositivos móveis.
O co-processador Tesla K40 é
o mais rápido que a NVIDIA comercializa no momento, tem 2.880 núcleos CUDA e baseia-se na "Kepler"
As atuais GPUs Tesla conectam-se através de Bus PCI-Express
x16 e não utilizam ainda a interface CAPI dos processadores
POWER8. No entanto, de acordo com informações veiculadas,
Tesla
GPU
POWER8
CPU
a IBM e Nvida estão trabalhando em conjunto, através
do OpenPOWER Foundation, para trazer a inteligente
interconexão NVLink (da NVIDIA) para o Power com
a arquitetura Pascal de GPUs.
12 Power Channel
ibm.com
SOLUÇÕES DE NEGÓCIOS
GK110B GPU. É avaliado em 1,4 teraflops (na precisão dupla) e 4.29 teraflops em precisão simples. Com GPU
Boost overclock, o desempenho pode
ser impulsionado a mais de 20% a
30%, dependendo da sobrecarga térmica no sistema.
Este cartão Tesla tem 12 GB de
memória GDDR5 tampão e oferece
288 GB/s de largura de banda de
memória, no cartão com correção
de erro desligada. A placa ocupa dois
slots PCI de espaço no servidor (mas
apenas um slot x16 PCI-Express) e
tem um consumo máximo de 235 watts.
O novo Power S824L é um servidor Linux com suporte nesta primeira
versão ao Ubuntu 14.10, ocupa 4Us
em rack padrão e pode ser configurado
com duas opções do processador em
2-sockets: 20-cores POWER8 3.42GHz
ou 24-cores POWER8 3.02GHz.
Capacidade para até 1TB de memória, possui 12-baias para discos
SAS e pode ser configurado com
uma ou duas GPUs K40, integradas
pela IBM.
A grande aposta, contra soluções
x86, é que a maior capacidade multithread e a maior largura de banda de
memória e de I/O do Power tragam
um ganho significativo para a solução
de GPU integrada ao Power.
IBM E NVIDIA CONSTRUIRÃO OS SUPERCOMPUTADORES MAIS RÁPIDOS DO MUNDO
O Departamento de Energia dos Estados Unidos anunciou,
em dezembro, que está gastando US$ 425 milhões para pesquisar computação em escala extrema e montar dois supercomputadores, que serão os mais rápidos do mundo, para pesquisas
em ciências básicas e armamentos nucleares.
O Departamento concedeu US$ 325 milhões para construir
os novos equipamentos: o "Summit", para o Laboratório Nacional
de Oak Ridge (no Tennessee) e o "Sierra", no Laboratório Nacional
Lawrence Livermore, na Califórnia.
Outros US$ 100 milhões serão alocados para pesquisas em tecnologias de "supercomputação em escala extrema",
como parte do programa FastForward2, declarou o Departamento em comunicado à imprensa.
Os supercomputadores – montados a partir de compo-
nentes da IBM, NVIDIA e Mellanox, serão entre cinco
a sete vezes mais rápidos que os computadores atualmente mais rápidos nos EUA.
O Summit e o Sierra funcionarão a 150 petaflops
e 100 petaflops, respectivamente, em comparação aos
55 petaflops do atual computador mais veloz do mundo, o
Tianhe-2 (localizado na China), informou a NVIDIA
em outro comunicado à imprensa.
Pesquisadores do mundo todo poderão solicitar
tempo de uso no Summit. A Administração Nacional
de Segurança Nuclear dos EUA usará o Sierra "para
garantir a segurança, confiabilidade e eficácia das
dissuasões nucleares do país sem testá-los", declarou
a NVIDIA.
FONTE: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/eua-investem-us-425-mi-em-computadores-mais-rapidos-do-mundo
NOVA VERSÃO 5.5 DO TOOLKIT JÁ ESTÁ DISPONÍVEL PARA POWER
O Toolkit versão 5.5, do NVIDIA CUDA, está disponível para o IBM Power Systems, assim como todos os releases trarão este suporte, começando com CUDA 7, este
ano. O Tesla Accelerated Platform Computing permite várias abordagens para a programação de aplicações aceleradas: bibliotecas (cuBLAS, cuFFT, Thrust, AmgX,
cuDNN e muitos mais), diretivas de compilador (OpenACC) e linguagens
de programação (CUDA C ++, CUDA Fortran, Python). É possível usar
qualquer uma dessas abordagens em sistemas acelerados por GPU
baseado em x86, ARM, e (agora) em Power, dando aos desenvolvedores
e integradores de sistemas a escolha de tecnologias para o desenvolvimento e implantação.
A parte do código do aplicativo pronto para GPU não precisa
mudar quando portado para Power, nem mesmo a parte que será executada pela CPU Power. Portar aplicativos Linux, que hoje rodam em
x86, para o Power8 Linux on Power (LoP) é simples e direta. Com o
POWER8, operando com Sistemas Operacionais em modo Little Endian
(LE), as complicações de conversão de dados são eliminadas e uma
série de ferramentas disponíveis para otimização, permitem obter
máximo desempenho em Power.
Power Channel
13
SOLUÇÕES DE NEGÓCIOS
Santa Casa de São Carlos
se prepara para oferecer
infraestrutura como
serviço às áreas internas
Por meio de
tecnologias IBM,
o hospital moderniza
ambiente de TI,
ganha flexibilidade e
cria condições para
adotar o modelo de
cloud computing
DA REDAÇÃO
14 Power Channel
A Santa Casa de Misericórdia de
São Carlos, hospital que atende a uma
região composta por Ibaté, Ribeirão
Bonito, Dourado, Descalvado, Porto
Ferreira, além de São Carlos e abrange
uma população estimada pela Secretaria Estadual de Saúde de 390 mil
habitantes –, adquiriu da IBM uma
nova infraestrutura para melhorar o
atendimento aos cidadãos da região e
tornar a organização mais preparada
para adoção de um modelo de cloud
computing em um futuro próximo.
Este era um antigo desejo da
instituição, que vê a computação em
nuvem como um modelo de adoção
de tecnologia flexível e capaz de
acompanhar a evolução do serviço
prestado ao público.
A Santa Casa de São Carlos adquiriu um Pure Sytems com dois nodes
Power de 16-cores e 256GB de memória e Storage V7000, com implementação do Business Partner IBM C&C,
com o apoio da Distribuidora Avnet.
Em função do crescimento do hospital nos últimos anos, a necessidade
de reorganizar a infraestrutura se tornou peça-chave para melhorar a gestão
da área administrativa de uma forma
geral, em processos como o controle
de medicamentos, despesas, armazenamento de exames, gestão de RH,
entre outros.
Ao trocar os antigos equipamentos
e centralizar o gerenciamento dos
saocarlosagora.com.br
A remodelação irá
refletir diretamente no
serviço que a Santa Casa
presta à população de São
Carlos e cidades vizinhas,
pois com a hospedagem de
informações e exames na
nuvem, conseguiremos um
melhor acompanhamento
desde o cadastro dos pacientes até os tratamentos e
medicações. Todo o processo
será mais ágil e eficiente.”
Wagner Campos - Governo do Estado de São Paulo
ambientes, a expectativa é que essas áreas
obtenham maior flexibilidade e segurança
no atendimento às suas demandas. Além
disso, a Santa Casa alcançará maior eficiência ao gerenciar o novo datacenter de
maneira simplificada.
A expectativa é que em pouco tempo
a instituição possa oferecer infraestrutura
como serviço (IaaS) para áreas do hospital
como maternidade, farmácia e RH.
O projeto contou com o leasing financeiro do Banco IBM em 36 vezes, que foi
um facilitador para a conclusão da parceria.
A proposta de financiamento apresentada
incluiu a parte de hardware e serviços em
um único contrato, simplificando a operação,
e teve como fatores fundamentais as taxas de
juros competitivas e a diluição do custo total
da aquisição ao longo dos meses do contrato.
ANTÔNIO VALÉRIO MORILLAS JÚNIOR
Provedor da Santa Casa de São Carlos
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE SÃO CARLOS
Para prestar uma homenagem a seu filho José, falecido em Jaboticabal, Francisco Domingos
de Sampaio e sua senhora, Anna Miquelina Ferraz de Sampaio, resolveram que destinariam uma
quantia em dinheiro à fundação de uma Santa Casa, em São Carlos.
Em 12 de abril de 1891, celebrou-se no então Teatro Ypiranga uma grande reunião, que daria
início à construção do edifício da Santa Casa. O primeiro pavilhão ficou pronto em 1893.
No mesmo ano, violenta epidemia de febre amarela assolou São Carlos e o pavilhão construído foi transformado em Hospital para doentes, tendo prestado grande serviço. Durante a epidemia foi constituída uma comissão de socorros.
Nesta mesma época foi reformulado o estatuto, dando-se um caráter religioso à Irmandade.
Em 1º de novembro de 1899, realizou-se, com grande solenidade, a inauguração do Hospital da
Santa Casa. Hoje, a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Carlos é referência para os
tratamentos de Alta Complexidade em diversas especialidades.
C&C
Fundada em 1992, possui larga experiência em infraestrutura de Tecnologia da Informação.
Com expertise em múltiplas plataformas, arquiteturas e sistemas de informações. Nessa jornada,
tem tido destaque pela alta qualidade com a qual implementa suas soluções de infraestrutura e
conteúdo, seja no projeto, comercialização, instalação ou no suporte oferecidos.
Conta com uma equipe de formação diversificada e experiente no mercado, além de
investir em novos talentos e novo conhecimento, através de treinamento em entidades especializadas e dos próprios fabricantes, com o objetivo de sempre atender à demanda do mercado,
com soluções de infraestrutura de Tecnologia da Informação e Soluções orientadas a negócios
como: BI, Planning e EAM.
Possui escritórios em São Paulo (SP), Ribeirão Preto (SP), Campinas (SP), São José do Rio
Preto (SP) e Goiânia (GO) - www.cc.com.br .
Power Channel
15
PARCEIROS
Avnet
Technology
Solutions
incorpora o
IBM Power
Systems S814
ao seu Demo
Center no Brasil
AVNET
A Avnet Technology Solutions,
distribuidor líder de soluções de TI e
integrante do grupo Avnet, Inc., anuncia
a aquisição de um servidor IBM Power
Systems S814. Instalado no moderno
Demo Center da Avnet em São Paulo,
que é referência para o segmento, o
equipamento já está à disposição dos
parceiros comerciais da distribuidora
interessados em realizar testes e
conduzir demonstrações de provas de
conceito em ambientes simulados de TI.
Adicionalmente, as revendas podem
utilizar o local para consulta e
desenvolvimento de soluções com
consumidores finais, tanto presenciais
como remotamente
O Demo Center da Avnet foi desenhado para apresentar as mais recentes soluções tecnológicas de TI,
incluindo aplicações específicas para as inúmeras verticais de mercado que apresentam rápido crescimento,
tais como saúde, energia, varejo e finanças.
“O compromisso da Avnet com seus canais parceiros e integradores é desenvolver e entregar soluções de
negócios que combinem serviços de alto valor agregado
com soluções de ponta de software e de hardware”,
explica Nicolau Branco, diretor de vendas da Avnet
Technology Solutions Brasil. “No Demo Center, nossos
parceiros podem rodar essas soluções e mostrar aos seus
consumidores como elas podem ser customizadas para
funcionar em diversos ambientes de TI. Ao empregar
essas demonstrações customizadas nossos parceiros
poderão fechar mais rapidamente suas vendas e crescer
seus negócios”, acrescenta.
A última geração do IBM Power Systems, com a tecnologia POWER8, é a primeira família de sistemas construídos com inovações que transformam o poder de big
data e aplicações analíticas, dispositivos móveis e computação em nuvem. Sua proposta, expansível e escalável,
tem o objetivo de fazer com que os dados trabalhem
em prol do usuário.
Vivemos em um cenário de obtenção e acúmulo
16 Power Channel
DIVULGAÇÃO
“O compromisso da Avnet
com seus canais parceiros e
integradores é desenvolver
e entregar soluções de negócios
que combinem serviços de alto
FOTO DO EQUIPAMENTO: ibm.com
valor agregado com
soluções de ponta
de software e
de hardware”
NICOLAU BRANCO
Diretor de Vendas da
Avnet Technology
Solutions Brasil
permanente de informações que para
serem úteis precisam ser armazenadas, protegidas e, claro, analisadas de
forma rápida e precisa. É o mundo big
data para o qual os servidores Power
Systems da IBM estão totalmente
adaptados. Por isso, os servidores
Power Systems classe S foram desenvolvidas com tecnologia POWER8
e com inovações projetadas para
transformar aplicativos centrados
em dados mais rápidos e eficientes,
essenciais para as empresas inteligentes da atualidade.
O design aberto centrado em
dados do Power Systems combina
potência computacional, grande capacidade de memória, largura de banda
de memória e amplos caminhos de
dados para processar e mover dados
por aplicativos de forma mais fácil
para análise e gerenciamento.
Em relação à nuvem, Power
Systems oferece os recursos de
desempenho necessários para auxiliar
as empresas a colher os benefícios da
economia com servidores expansíveis.
Por meio de seu software de virtualização PowerVM e PowerKVM e de
suas opções de aplicativos de nuvem,
a virtualização do IBM Power Systems
fornece uma alocação de recursos
inteligente e dinâmica para responder
rapidamente às demandas da carga
de trabalho.
O Power Systems oferece ainda
tecnologias abertas necessárias para
aplicativos móveis, mais a velocidade
computacional, a largura de banda
de dados e a resiliência necessária
para fornecer respostas imediatas
e confiáveis.
“A Avnet disponibiliza recursos
que permitem completo suporte aos
seus parceiros na instalação de produtos, fornecendo assistência à implantação e treinando os seus funcionários.
A Avnet também promove apresentações técnicas para as revendas parceiras com cursos e eventos focados
na geração de demanda e outras iniciativas de marketing voltadas para o
aumento das oportunidades de venda”,
complementa Branco.
O IBM
Power Systems
S814 instalado
no Demo Center
da Avnet no Brasil
é composto por:
• 8 cores 3.72 GHz POWER8;
• 192 GB DDR3 Memory;
• 2 HDs 300GB 10k RPM SAS SFF-3
Disk Drive;
• 2 HBAs 8 Gigabit PCI Express Dual
Port Fibre Channel;
• POWER GXT145 PCI Express
Graphics Accelerator;
• SATA Slimline DVD-RAM Drive;
• 2 PCIe2 4-port 1GbE Adapter;
• New AIX License Core Counter;
• 2 AC Power Supply - 1400W for
System Unit;
• Rack-mount Rail Kit.
Power Channel
17
FOTOS: ibm.com
CAPA
Nova geração de servidores
Power Enterprise Systems
Baseados nos
novos processadores
POWER8, oferecem
performance,
confiabilidade e
escalabilidade
modular
18 Power Channel
No início do evento Enterprise 2014, em Las Vegas em outubro, a IBM
anunciou a geração de servidores POWER8 Enterprise Systems, direcionados às aplicações de missão crítica, entregando performance, confiabilidade
e escalabilidade modular.
Os novos modelos E870 e E880 são resultado da fusão de duas linhas
de projeto das High End Power, unindo a modularidade que caracterizaram
modelos como a P770 e P780, mesclado com a clusterização NUMA e resiliência características das High End Power 795. Com estas máquinas de
classe empresarial, a IBM utiliza a clusterização NUMA para criar um
sistema de memória compartilhada, que se estende de um a quatro nodes,
apresentando uma única imagem para o hypervisor ou sistema operacional.
Com os processadores POWER8, a IBM aumentou o número de portas NUMA no processador utilizado nos chamados servidores scale-up e isto melhorou a interconexão on-chip, agora limitada a dois hops no máximo, o que reduz
a latência em arquiteturas com conexão multi-socket. Isto, aliado aos outros atributos* dos processadores POWER8,
permite que, por exemplo, uma E880 com 8 chips e 64 cores POWER8 apresente praticamente a mesma performance
do que uma P795 32-chips e 128-cores POWER7.
OS NOVOS
MODELOS
LANÇADOS
SÃO:
E870
E880
com até 2-nodes, 64-cores
POWER8 4.02GHz ou
modelo com até 2-nodes
80-cores POWER8 4.19GHz
e que chegam a até
4TB de memória
com até 2-nodes 64-cores
POWER8 4.35GHz que
chega a até 8TB de memória
A IBM também anunciou planos para a disponibilização, em 2015, do crescimento do E870 2-nodes 64-cores para até 4-nodes e
128-cores POWER8 4.02GHz, chegando a até 8TB de memória e uma nova opção do E880, que chegará a 192-cores e 16TB de memória.
Similar ao modelo P795, a E870 e a E880 possuem um node primário onde ficam o processador de serviço, portas HMC,
clock e osciladores, todos redundantes.
POWER ENTERPRISE POOL
TRAZ A MÁXIMA FLEXIBILIDADE
AOS SEUS NEGÓCIOS
Power Systems está redefinindo
o significado da performance em TI,
porque a velocidade e o desempenho
do processador Power continuam
sendo extremamente importantes.
Além disso, Power Systems vem
mantendo a liderança nos principais
benchmarks de mercado.
Mas a IBM, com os servidores
Power Systems, também mantém
foco em um novo tipo de desempenho extremamente crítico para seus
clientes. Estamos falando do desempenho e flexibilidade para a prestação de serviços mais rápidos, de
disponibilidade contínua do negócio
e acesso à informação, com maior
qualidade e através de um ambiente
seguro e compatível.
Isto somente é possível com
uma infraestrutura de TI de qualidade superior, eficiente, escalável,
compatível com padrões abertos,
permitindo não apenas uma TI com
nível de serviço superior, mas que
também maximize a economia e
capacidade de gerenciamento.
Os inigualáveis recursos de
RAS (Reliability, Availability e
Serviceability) da plataforma High
End IBM, testes intensivos e milhares de pontos de monitoramento da
saúde do servidor, juntamente com
recursos que permitem mover
máquinas virtuais hot swap, cluster
de servidores com PowerHA, ferramentas para implementação e auditoria de sergurança como o
PowerSC, garantem os serviços com
alto grau de disponibilidade requerido pelas aplicações críticas. Em
adicional, ferramentas de gerencia-
mento, baseadas nos padrões
OpenStack, facilitam o monitoramento e reduzem o custo da administração de sistemas.
Os novos servidores Power
Enterprise contam também com
os mesmos recursos para ativação
de processadores e memória On
Demand que a linha predecessora
POWER7+, e que podem ser ativados em cárater definitivo ou temporário conforme necessidade do
cliente. Isto oferece grande flexibilidade para ajustes do crescimento
da infraestrutura, de acordo com a
necessidade.
Mas uma nova modalidade de
ativação lançada ainda na geração
POWER7+, denominada Mobile,
tem sido muito bem recebida pelos
clientes IBM Power. Para as últimas
gerações destes servidores, é possível ativar parte dos processadores
(*) Os processadores POWER8 apresentam largura de banda de memória e I/O três vezes maiores do que seus predecessores, conta com a tecnologia de BUS PCI G3
built-in (em substituição à tecnologia HSL) e capacidade para processamento SMT8 (até 8 threads simultâneos por core). Detalhes na Edição 23 da Power Channel.
Power Channel
19
CAPA
e memória na modalidade Mobile,
que permite que estas ativações
sejam compartilhadas entre servidores físicos diferentes, dispostos
em um pool de máquinas.
É possível, assim, criar dois
tipos de pools de servidores: um
formado por modelos POWER7
P795, POWER7+ P780 e/ou
POWER8 E880 ou outro formado
por modelos POWER7+ P770
e/ou POWER8 E870.
As ativações de processador e
memória podem ser movimentadas
livremente entre os servidores físicos que compõem o pool, oferecendo à máquina flexibilidade para
ajustes de cargas, novas implemen-
tações, paradas programadas, etc.
A movimentação das ativações
podem ser feitas entre tecnologias diferentes (P7, P7+, P8),
clocks diferentes e gerenciadas
pela console HMC do pool.
Mas também é possível utilizar destas ativações Mobile na
redução de custos de aquisição
de uma nova tecnologia, como,
por exemplo, substituir uma
POWER7+ P780 por um novo
servidor POWER8 E880.
Imagine a situação onde o
cliente possui um servidor P780
e esteja no momento de substituí-lo por uma E880. Em condições normais, ele iria adquirir um
novo E880 com um número de
processaodores e GB de memória
que lhe oferecesse o crescimento
de desempenho necessário. Caso
ele possua ativações de processador e memória Mobile, poderá
adquirir um servidor com um
número menor de ativações de
processador e memória e mover
as ativações Mobile do P780
para o E880, antes de desligá-lo.
Mesmo o POWER8 tendo uma
performance superior por core,
é possível esta movimentação.
Isto traz uma grande vantagem
não apenas em flexibilidade,
mas também em preservação
de investimento.
Power 795
Power 780+
Power 795
Power 780+
move-se
ile
ões mob
25 ativaç
TOTAL DO POOL HE
4 servidores
SERVIDOR 1
64 cores P7+
4.4 Ghz
SERVIDOR 2
96 cores P7
3.7 Ghz
SERVIDOR 3
96 cores P7+
3.7 Ghz
SERVIDOR 4
128 cores P7
4.0 Ghz
Ativações:
10 definitivos
0 mobile
54 “on-demand”
Ativações:
30 definitivos
55 mobile
11 “on-demand”
Ativações:
16 definitivos
45 mobile
35 “on-demand”
Ativações:
40 definitivos
60 mobile
28 “on-demand”
CONCLUSÃO
20 Power Channel
move-se 15
ativações mobile
2014 IBM Corporation
POWER ENTERPRISE POOL - Exemplo
Ativações Cores:
96 definitivos
160 mobile
128 “on-demand”
Os novos servidores Power Enterprise Systems oferecem a infraestrutura ideal para as aplicações
críticas de um datacenter, endereçando a necessidade de performance e modularidade que aplicações
de Big Data e Analytics requerem. Tudo isso aliado à disponibilidade e flexibilidade de ajustar-se
dinamicamente e sem igual na indústria, o que permite a TI oferecer o melhor nível de serviços a
um custo reduzido, se comparado às outras tecnologias disponíveis.
PRODUTOS
Red Hat anuncia
Enterprise Virtualization
RHEV foi criado especialmente para virtualizar inúmeros guests no IBM Power Systems
POR FILIPE MIRANDA
dade, segurança e flexibilidade), além
de também reduzir drasticamente os
custos operacionais.
Outra vantagem é o gerenciamento de recursos virtuais, que é simplificado com o Red Hat Virtualization Manager – uma plataforma
que permite aos administradores
gerenciar e controlar, de forma centralizada, todos sub-sistemas da
máquina, tais como: storage, network
e recursos de infraestrutura.
Além disso, o RHEV suporta um
enorme número de máquinas virtuais
em servidores Linux scale out. Essa
soma é a chave para que as empresas
possam, cada vez mais, aumentar os
workloads e, ainda, ganhar mais
performance.
Estar preparado para o futuro é o
grande diferencial para as empresas
competirem no mundo de hoje. O Red
Hat Enterprise Virtualization para
IBM Power Systems oferece ferramentas de virtualização que maximizam os investimentos e se integra com
a infraestrutura já existente.
FILIPE MIRANDA
Red Hat Global Leader for RHEL
DIVULGAÇÃO
Pode ser novidade para alguns, mas
a parceria entre Red Hat e IBM em
Power Systems existe desde 1999. Isso
somado ao anúncio feito pela IBM de
um investimento de US$ 1 bilhão na tecnologia Linux em Power, a criação e fundação do Open Power, o lançamento do
processador POWER8, a adoção de tecnologias open source (gerando o novo
PowerKVM) e a drástica mudança cultural do mercado (que cada dia mais
está centrada na adoção do Linux) irão
determinar o futuro da tecnologia da
informação.
A estratégia da Red Hat com Power
Systems é clara e os resultados começam a aparecer com o novo integrante
do portfólio de soluções de Virtualização da companhia, o Red Hat
Enterprise Virtualization (RHEV)
para IBM Power Systems.
Empresas que usam os servidores
IBM Power System, em ambientes de
missão crítica com Red Hat Enterprise
Linux, poderão virtualizar inúmeros
guests no RHEV, sem questionar
quesito algum de performance ou
segurança.
Isso acontece porque o RHEV
herda características já conhecidas do
Linux (como performance, escalabili-
Power Channel
21
PRODUTOS
Criado para endereçar a necessidade destas aplicações emergentes, a IBM fundamentou esta sua
decisão através de uma série de
ações que já mostram seus frutos.
Linux em Power:
o momento é agora!
Os fundamentos que fazem dos servidores Power
a infraestrutura ideal para as aplicações modernas
DA REDAÇÃO
Novas maneiras de acesso 24x7
tornaram o mundo altamente conectado e mudaram a vida de milhões de
pessoas. Este turbilhão de informação
circulando de forma crescente e contínua levou a TI a uma nova era, na
qual tornou-se necessário reinventarse. Altamente disruptiva, esta nova
onda não tem lugar para “a velha TI”
e quem não subir nesta onda, corre
um grande risco de desaparecer, dragado pelo moderno.
Alguns exemplos claros em TI é
o desenvolvimento colaborativo, exponenciado pela necessidade de rapidamente criar e assimilar novas tecnologias e levá-las ao mercado; os bancos
de dados NoSQL (mais rápidos e com
menor custo de propriedade, mostrando-se muito mais eficientes para algumas aplicações modernas e desafiando
22 Power Channel
os grandes bancos) e a pulverização
de aplicativos (que ganham escala de
mercado, com atualizações constantes
graças às comunidades colaborativas
e de baixo custo de aquisição), que
desbancam ferramentas e produtos
que se julgavam consolidados no
mercado.
Nunca se viu uma mudança tão
rápida e radical. E isto exige que TI
reinvente-se, não apenas em suas aplicações, mas também em como disponibilizar todas estas aplicações e tecnologias aos seus clientes, internos
ou externos. A IBM, após o grande
sucesso do supercomputador Watson,
rodando aplicações analíticas e interagindo através de linguagem natural, trouxe ao mercado os servidores
Linux only, baseados na arquitetura
de processadores POWER.
O primeiro ponto foi trabalhar
o próprio hardware para que se torne
a referência em plataforma para rodar
aplicações Linux. Os processadores
POWER8 operam com até 8 threads
simultâneos por core, possui cerca
de 4 vezes maior largura de banda
de memória e IO do que servidores
x86 convencionais. Isto fez com que
a plataforma se destaque nos principais benchmarks de mercado.
Apresenta, também, tecnologias
exclusivas, como Memória Transacional (para reduzir o custo de locks
de memória em programas) e a interface CAPI – que permitirá que determinados dispositivos se conectem
diretamente ao processador Power.
De forma simplista, podemos
entender isso como uma super highway, para que se conecte diversos
tipos de aceleradores e até storage
diretamente ao processador, reduzindo a latência de comunicação. A
virtualização de baixíssimo overhead,
aliada a uma arquitetura que permite
a passagem de grandes volumes de
dados, permite obter níveis de utilização de servidores entre 60% e 90%,
oferencendo uma maior densidade de
aplicações por servidor, sem perda do
tempo de resposta.
Uma segunda linha de trabalho
foi o fortalecimento do ecossistema ao
redor da arquitetura POWER. Gigantes como a Google e a Rackspace
buscavam soluções alternativas ao
x86 para seus datacenters, que permitissem maior densidade de aplicações
por servidor, baixo consumo de energia e aberta o suficiente para suportar
seus projetos inovadores.
Desta necessidade surgiu o
OpenPOWER Foundation, inicialmente com cinco integrantes
(Google, NVIDIA, IBM, Melanox
e Tyan) e que hoje conta com mais
de 80 integrantes, em todos os layers
de inovação do ecossistema, ou seja,
desde a criação de chips, passando por
motherboards, servidores, aceleradores até as aplicações (veja mais detalhes
na edição 21 da Revista PowerChannel:
www.powerchannel.com.br/revistas/
edicao-21).
O ano de 2014 mostrou-se
excelente para a OpenPOWER,
lançando os primeiros produtos no
mercado resultado de desenvolvimento colaborativo, com gigantes
como Samsung e Rackspace e o
próprio governo da China, juntandose à esta comunidade inovadora.
A Rackspace, que recentemente
se tornou membro do OpenPOWER
Foundation, colocou em seu blog de
anúncio a frase: Queremos todos os
nossos sistemas Open. Este é um
grande passo nesta direção. Confira:
www.rackspace.com/blog/openpower
opening-the-stack-all-the-way-down/
Um dos grandes resultados práticos desta associação foi o recente
anúncio de que o Departamento de
Energia dos EUA escolheu os servidores Power com aceleradores
NVIDIA para a criação de dois
supercomputadores (veja matéria
nesta edição, pág. 12) para pesquisas
científicas, em um projeto de US$
325 bilhões.
O terceiro ponto é o fortalecimento do ecossistema de soluções.
Esta tarefa se dá em três frentes:
1. A IBM tem trabalhado de
forma colaborativa com os grandes
fornedores de Soluções de Software
no mercado. Exemplos disso são:
a disponibilização do SAP HANA
em Linux em Power (neste momento
aberta aos early adopters), no Brasil
com a Totvs (trazendo o Protheus
virtualizado em Linux no Power),
o CRM in a Box na parceria com a
Plusoft e o software para BigData
da Wiseminer.
2. A IBM é também um grande
contribuidor para a comunidade Open
e trabalhou para disponibilizar soluções em Power como Hadoop, a distribuição Debian do Linux, MariaDB,
MongoDB, REDIS, o virtualizador
KVM e vários outros produtos. Com
o KVM, por exemplo, a aposta é que
na busca pela padronização de datacenters, aliada à redução de custos,
o KVM assumirá papel de destaque
no mercado. O acesso à MiniCloud
na Unicamp (veja o quadro) é um
dos mecanismos disponíveis para testes de aplicações no Linux on Power.
3. O próprio Middleware da
IBM é foco neste trabalho de fortalecimento do ecossistema em torno do
Linux em Power, contando hoje com
mais de 150 produtos já suportados.
Estas ações mostram que este é o
momento do Linux em Power. Clientes que buscam redução de custos, padronização de
recursos e a inovação para se diferenciarem no
mercado, enxergam nas máquinas PowerLinux
a base para isso. A maior performance do
Power – comparada ao x86, a maior disponibilidade individual da arquitetura (graças a
recursos exclusivos de RAS) e um posicionamento de preços, que coloca uma S824L no
mesmo patamar de custos de um servidor x86
equivalente, comprovam isto!
AGORA É O MOMENTO DO LINUX EM POWER.
MINICLOUD LINUX ON POWER NA UNICAMP
Está disponível o acesso gratuito à MiniCloud Unicamp Powered by
Power virtualizada via KVM, com opções dos sistemas operacionais
Ubuntu, Fedora ou Debian.
Seu acesso está disponível para que Universidades, ISVs, Business
Partners ou qualquer pessoa física possa testar a funcionalidade de suas
aplicações no Linux on Power.
Não se destina a ambientes de produção ou análise de performance,
mas sim para testes de funcionalidade. Liberação sujeita à aprovação e
demanda, com foco principal para aqueles que buscam disponibilizar
novas aplicações no Linux on Power.
SOLICITAÇÃO DE ACESSO:
As solicitações de acesso, bem como os termos e condições
de uso estão disponíveis em:
http://openpower.ic.unicamp.br/minicloud/pt_br.html
Power Channel
23
INOVAÇÕES E ATUALIDADES
Inovações
que podem
abalar um
mercado
Estamos vivendo
a era que tem
apresentado a
maior mudança
das sociedades
desde que o
homem dominou
o fogo. Impossível
não ver essa
mudança
acontecendo a
cada segundo
POR HENRIQUE VON A. AMARAL
24 Power Channel
Um novo fenômeno conhecido
como CAMS, sigla para “Cloud,
Analytics, Mobile e Social”, tem favorecido o surgimento de novos modelos
de negócios. Mas, como isso ocorre?
Abro este texto com um questionamento que explicarei mais para frente,
levando em consideração este novo
cenário: por que os hotéis de Nova
Iorque estão tão preocupados?
Vamos começar pelo Social. A ação
de se relacionar com o próximo hoje
em dia está fortemente embasada nas
conhecidas redes sociais. Hoje conseguimos reencontrar nossos colegas de
colégio primário que moram em outra
cidade pela internet.
Recentemente descobri que minha
vizinha de infância em Ipatinga mora
no Canadá, é casada e tem dois filhos.
Descobri também que, enquanto estamos assando no verão brasileiro, ela
não pode sair de casa por conta do frio.
As redes sociais se multiplicam.
Existem redes de puro relacionamento social corriqueiro, redes de
relacionamento profissional, redes
de informação e notícias, entre outras.
Essas redes criaram um novo canal
muito importante para as empresas.
É uma nova porta pela qual as empresas podem se diferenciar diante de
seus clientes. Conseguir participar
ativamente dessas redes pode ser a
diferença entre sucesso e fracasso
para um negócio.
Colocando uma pitada adicional
de tecnologia, é importante lembrar
que estamos na era Pós-PC.
Pausa para uma sábia
constatação: empresas de
TI visionárias saíram deste
mercado há quase uma década.
Tiro estratégico e certeiro.
Em junho de 2007 foi anunciado
o iPhone, primeiro smartphone que
revolucionou o mercado. Em seguida
vieram os baseados em Android.
Hoje em dia, a porta principal entre
o ser humano e a vida conectada é
o smartphone.
O smartphone se conecta à internet e pode enviar qualquer mídia:
arquivos, mensagens, fotos, vídeos,
localização geográfica… E vem mais
por aí. O smartphone somado às redes
sociais cria novos sistemas de engajamento. Possibilita que pessoas interajam entre si de forma nunca antes
imaginada. É nessa interação que
estão surgindo novas oportunidades
de negócios que quebram paradigmas
e podem levar modelos tradicionais
de negócios à bancarrota. Falo mais
sobre isso em breve, antes preciso
colocar mais tempero nesse molho.
Analytics. Todo e qualquer novo
negócio precisa estar totalmente preparado para lidar com grandes quantidades de dados, em sua maioria,
desestruturados. É senso comum de
que os dados são o ouro do século
XXI, e Analytics é o minerador. Quem
consegue buscar, tratar e tirar insight
dos dados vai ter poder imbatível nos
novos sistemas de engajamento, ou
seja, em Social+Mobile. Analytics
é higiênico hoje em dia. Eu, como consumidor, não suporto acessos ou engajamentos errados relacionados a mim.
Mensagem errada e na hora
errada é morte para uma empresa
em minha opinião. Última pitada, mas
não menos importante, é a tecnologia
de Cloud. Essa tecnologia existe hoje
devido à evolução que as funcionalidades dos grandes servidores empresariais alcançaram. Em um momento o
servidor pode ser dividido em vários
servidores. Em outro momento, os
aplicativos (iguais àqueles que estão
no seu smartphone) puderam mover
de um servidor a outro, crescer, diminuir, crescer novamente e, até, se
auto-multiplicar em vários servidores.
A capacidade de o aplicativo funcionar a distância como um serviço
(SaaS) se juntou a isso e foi possível
criar nuvens de serviços de TI. Essas
nuvens são capazes de entregar serviços de TI muito rapidamente a preços
bastante acessíveis, o que torna qualquer sonhador com uma ideia boa
e força de vontade em um possível
grande empreendedor.
Pronto! CAMS! Cloud, Analytics,
Mobile and Social. Mas e os hotéis
de Nova Iorque, o que têm a ver
com isso? Tudo! Nas grandes universidades de negócios hoje em dia só
se fala em novidades de designs de
negócios seguindo novas tendências,
e a que mais me atrai é de consumo
colaborativo.
CAMS é o caminho já percorrido por empresas que colocaram
frente a frente pessoas que nunca
iriam se conhecer. Quando pessoas
interessadas em colaborar entre si
se unem, surgem novos modelos
de negócio.
HENRIQUE VON A. AMARAL
é executivo da área de
servidores da IBM Brasil
CONCLUSÃO: PENSANDO À FRENTE
É o caso da AirBnB: “Alugue de pessoas em mais de 34 mil cidades, em 192 países”. Trata-se de
um serviço no qual você pode ser o host de um estrangeiro, alugando sua casa ou, até mesmo, um quarto.
Encontram-se disponíveis para alugar todo tipo de imóveis, desde apartamento em Manhattan no
Upper East Side em frente ao Central Park, até uma casa na árvore no Reino Unido. O site provê segurança
às duas partes, tanto ao visitante quanto ao anfitrião. Os preços são muito mais convidativos que os da
rede de hotelaria. A experiência provida ao viajante é mais imersiva, permitindo que conheça o dia-a-dia
da cidade mais facilmente.
A AirBnB interage com seus clientes através de dispositivos móveis. Seu sistema é uma rede social
própria que faz análise de dados para indicar novas experiências de viagens. O AirBnB tem criado uma
grande controvérsia, principalmente com a rede hoteleira de Nova Iorque. Estes dizem que é concorrência
desleal. A AirBnB se justifica, dizendo ser um novo modelo de negócios. O fato é que não tem mais volta. O
mundo mudou, e a cada segundo tem uma nova ideia surgindo, que se baseará em novos sistemas de
engajamento e que destruirá modelos de negócios que não se reinventarem.
A boa notícia para as empresas já estabelecidas é que estamos no início desta nova onda. Há tempo
para redesenhar processos, reestruturar modelos de negócios e surfar alto nesta onda.
Power Channel
25
OPINIÃO
O Poder das Crenças
CRENÇAS SÃO A NOSSA INTERPRETAÇÃO DA REALIDADE E NÃO OBRIGATORIAMENTE EXPRESSAM A PRÓPRIA REALIDADE. A FORMA
COMO AGIMOS, O QUE FAZEMOS OU DEIXAMOS DE FAZER, TUDO É NORTEADO PELAS NOSSAS CRENÇAS POR MOHANDAS LIMA DA HORA
26 Power Channel
pode se estender a muitas situações da vida
cotidiana.
Não subestime o poder das crenças. Ele
funciona nos dois sentidos. Se você constantemente disser que você não é capaz o suficiente
para ser promovido ou para obter um aumento,
você não vai obter nenhum dos dois. Se você
acha que vai falhar, muito provavelmente
falhará.
Se tem medo de doença, pode muito bem
ficar doente. Se sente que sua carreira está indo
a lugar nenhum, é provavelmente para lugar
nenhum que ela irá.
O primeiro passo para a saúde, o sucesso, a
realização e o progresso é acreditar. Isso é
necessário, mas não suficiente. Não assuma
que acreditar encerra em si o conseguir. No
sentido da realização, a crença (poderosa) sem
ação é sonho.
No sentido da estagnação, a crença (limitante) sem ação é profecia autorrealizável, pois a
ação limitante é resultante da própria crença.
“Porque, assim como o corpo sem o espírito
está morto, assim também a fé sem obras é
morta.” (Tiago 2:26)
Cerque-se de provas, fatos, de que também
está agindo para o que você quer que aconteça.
Procure compartilhar seu objetivo com pessoas
positivas, que o apoiam. Faça o que for preciso e
cerque-se de provas, fatos, de que está construindo seu futuro agora, não só em sua mente,
mas através de suas ações.
As crenças são difíceis de serem modificadas, elas sempre tentam nos boicotar postergando ações ou justificando o porque não
agimos até hoje.
Tenha em mente: tudo que faço ou deixo de
fazer tem uma crença, dando suporte a isso.
Nosso comportamento, pensamentos,
emoções e realizações são influenciados por
nossas crenças.
Portanto, trate de reprogramar suas
crenças e não se esqueça de agir no sentido de
autenticá-las.
DIVULGAÇÃO
Se você duvida do poder de suas crenças
está perdendo a oportunidade de moldá-las,
utilizando o seu mais poderoso aliado:
seu cérebro.
Se você duvida que a mudança de algumas
crenças pode alterar drasticamente a trajetória de sua carreira, ou mantê-la estagnada
muito aquém do seu verdadeiro potencial,
você precisa conhecer um pouco mais sobre
neurociência.
Na pesquisa Placebo Sleep Affects
Cognitive Functioning, sobre o efeito do
placebo, os pesquisadores convenceram um
grupo de controle que eles haviam tido uma
excelente noite de sono.
Os participantes foram informados sobre
uma “nova técnica”, pela qual a porcentagem
da noite anterior do sono REM podia ser determinada através do monitoramento de algumas
funções biológicas, como frequência cardíaca,
pulso e frequência cerebral no dia seguinte.
Com certeza, os indivíduos privados de
sono que foram informados de que haviam tido
uma excelente noite de sono, na verdade,
apresentaram um melhor desempenho nos
testes de atenção auditiva e velocidade de
processamento, do que os que realmente
tiveram uma noite de sono, mas não foram
informados disso.
Apesar de ser profundamente estudado no
contexto das drogas, o efeito placebo também
MOHANDAS LIMA DA HORA
International Coaching Certified e
Diretor da Talento Desenvolvimento Pessoal
[email protected]
Turbine suas
aplicações com o IBM
PowerLinux
Acelere suas aplicações Java: JavaVM
otimizado, 4 threads simultâneos por
core e cache L3 80MB resultam em
20% mais performance Java do que
o x86 Sandy Bridge E5-2609*
Maior performance, maior
confiabilidade, melhores
recursos de virtualização, a
preços similares aos do x86
Virtualização mais eficiente
Acelere suas aplicações
performance SPECint_rate2006 22%
superior a um x86 E5-2690 16-cores*
Maior densidade de virtualização
permite muito mais carga que
em configurações similares no
x86 virtualizado com VMWare
Aumente a disponibilidade de suas
aplicações: o Linux beneficia-se da
confiabilidade e da disponibilidade
diferenciadas da arquitetura Power
PowerLinux
Arquitetura e tecnologias
otimizadas para tornar o servidor
IBM Power Systems a infraestrutura
ideal para aplicações
baseadas em Linux.
Aumente a flexibilidade e a eficiência:
Virtualização com real alocação dinâmica
de recursos e baixíssimo overhead
comparado a soluções em x86
PowerVM+Power7
Linux padrão de mercado,
SUSE ou Red Hat
Reduza o custo de sua infraestrutura
de TI: Virtualização integrada com
capacidade para microparticionamento
(até 20 máquinas virtuais por core)
até
= máquina
virtual
* FONTE - http://www.spec.org
SO SO SO
Hypervisor
Funcionalidades
que mais impactam
o Linux
Micropartição
47%
Menor custo por
máquina virtual
Permite alocar um
mínimo de 05% de um
core para uma nova VM
para fornecer maior flexibilidade
na gestão de carga de trabalho
Hardware
O Hypervisor é um firmware
“read-only” altamente
criptografado e seguro,
que roda bare metal.
Ao contrário de hypervisors para
x86, instalados como uma camada
adicional de softwares e sujeitos
a alterações.
Power
VM
Recursos
suportados
padrão
hypervisor
Migração de máquina virtual
a quente, pools compartilhados
SAN Storage, alocação
dinâmica de CPU
Pool de
processadores
compartilhados
VM#1
VM#2
VM#3
• Capacidade de uso de
CPU por 1 ou mais VMs
• Automaticamente mais
capacidade de CPU entre VMs
Deduplicação
de memória ativa
Recursos de Segurança tornam o PowerLinux com
PowerVM mais seguro do que o Linux em x86 com VMware
Pode reduzir
o consumo
de memória
em até
Vulnerabilidades
reportadas:
50%
X-86 com VWware
PowerVM + VIOS
Permite que todas as VMs compartilhem uma única cópia de
páginas automaticamente atualizando essa cópia se uma
ou mais VMs fizerem modificações no arquivo.
FONTE: “PowerLinux pumps up Linux apps” - Mel Beckman for Power IT Pro | “IBM Power VM Virtualization Technology on IBM POWER7 Systems: A Comparison
of PowerVM and VMware vSphere (4.1&5.0) Virtualization Performance” - Edson Group 2011 | “IBM Power Linux - How and why are customers using Linux on
PowerSystems” - Chuck Bryan 2012 | Peguin Illustration by Matt Wlebe | Infographic design by Jen Cintora Penton Marketing Services | Poweritpro.com
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Power Channel Ano 7