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A IMPORTÂNCIA DA HISTÓRIA DA FILOSOFIA COMO DISCIPLINA
FILOSÓFICA
Juliana da Silva Valle (G-CCHE-UENP/CJ)
Fábio Antônio Gabriel (Orientador-CCHE-UENP/CJ)
RESUMO: Esta comunicação refere-se a resultados de pesquisa sobre o ensino de Filosofia
vinculado aos estudos realizados durante a vigência da bolsa concedida pela CAPES através do
programa PIBID CAPES/UENP, cuja realização se deu no Colégio Rio Branco, em Santo Antônio
da Platina. Defendemos que a história da filosofia como disciplina filosófica vai muito além de
uma simples disciplina da grade curricular da Filosofia. Não se deve desconsiderar a história,
os acontecimentos, os pensamentos e as teorias que são apresentadas pelos filósofos antigos,
medievais, modernos e contemporâneos. A pesquisa sobre a História da Filosofia inicia-se com
Hegel, sendo ele o fundador dos paradigmas e métodos dessa ciência e de como a História da
Filosofia deveria ser ensinada nos ginásios, qual o currículo e os métodos a serem
empregados. Buscamos, dessa forma, compreender a história da filosofia e a história do ensino
da filosofia enquanto educação através de Descartes e Nietzsche. Enquanto Descartes afirma
que se deve educar para alcançar a sabedoria e desconstruir a tradição filosófica, Nietzsche
defende que não se deve educar para sabedoria, mas preparar o aluno. Nossa investigação
sobre o assunto proposto apresenta que a História da Filosofia nos possibilita aprender para
conhecer, e assim progredir em direção às outras disciplinas filosóficas.
PALAVRAS-CHAVE: História da Filosofia, Ensino de Filosofia, PIBID.
Introdução
O artigo apresentado é caracterizado pela importância de ensinar a Historia da Filosofia,
desenvolvendo uma discussão a cerca dos problemas que acontecem no ensino de filosofia.
Explicaremos de forma objetiva as características de cada período que constitui a historia, e a
sua importância no meio educacional.
Como podemos perceber a Historia da filosofia é discutido por muitos filósofos, mas
aqui destacaremos três: Hegel, Descartes e Nietzsche. Para o filósofo moderno Georg Wilhelm
Friedrich Hegel, a manifestação da razão no meio filosófico nos permite entender a filosofia
atual em confronto com o passado. A Historia da Filosofia nos da o caminho para
acompanharmos o nascimento do pensamento racional. Para entendermos a Historia da
Filosofia de forma concreta devemos buscar a filosofia atual, desenvolvendo o pensamento
racional. Hegel articula pela importância da Historia da Filosofia como disciplina estrutural da
filosofia.
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Em contraposição as idéias de Hegel, o filosofo francês René Descartes e o filosofo
alemão argumentam da não-importância da historia, pois para Descartes a melhor maneira de
se ensinar a filosofia e alcançar a sabedoria é desconstruir a tradição filosófica, nos alertando
de devemos fugir dos pensamentos históricos que prejudicam nosso conhecimento intelectual.
Para Nietzsche, devemos ensinar para a morte filosófica, pois quando queremos expor a
historia dos pensamentos de caráter formal não educamos para sabedoria, mas educamos os
jovens para as provas, e assim fazendo com que percam as formas de conhecimento.
Ao fim deste artigo veremos que através da historia podemos conhecer as idéias,
pensamentos que se concretizaram em cada período respectivamente. Com base nas idéias de
cada pensador, pretendemos entender se a Historia da Filosofia é de fato importante na
compreensão filosófica que nos cerca de forma concreta em nossa vida. Buscaremos
compreender qual o papel fundamental da Historia da filosofia a ser passado em sala de aula,
e como devemos apresentá-la aos alunos para que os ajudem a compreender as outras
disciplinas filosóficas.
História da Filosofia: passagens e a disciplina
A História da Filosofia a ser estudada deve cumprir com as etapas que compõe a
história, consequentemente é dividida em passagens para que sejam trabalhadas ao certo as
determinadas fases da filosofia: Filosofia Antiga - onde se dá o inicio da filosofia, em um
período compreendido dos pré-socráticos à era helenística. Destacam-se no período antigo da
filosofia Tales de Mileto que foi o primeiro filósofo, onde colocava a sua explicação do principio
de todas aas coisas que era a água. Como Tales surgiu vários outros pensadores que
acreditavam em outros princípios como: Anaximandro(principio era o infinito, ou seja, um
natureza infinita que provem todas as coisas que existem); Anaxímenes (o principio era o ar);
Heráclito( principio era o fogo); Pitágoras( principio era os números); e dentre tantos outros
pensadores que fizeram parte dos pré-socráticos. Logo após esse período surgi outro período
que se dá o nome de Grécia Clássica que destacam os três grandes filósofos: Sócrates, Platão
e Aristóteles. E o último período é a era helenística que destaca principalmente: o neoestoicismo
(Sêneca,
Epicteto,
Marco
Aurélio),
neocetiscismo
(Enesídemo,
Pirro)
neo-
aristotelismo (Andronico de Rodes, Alexandre de Afrodísia), médio-platonismo (Trasilo,
Plutarco, Gaio, Albino, Apuleio, Téon, Ático), neopitagorismo (Moderato de Gades, Nicômaco
de Gerasa, Numênio de Apaméia) e por fim o mais importante desse período antigo Plotino, o
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ultimo pensador grego. Filosofia Medieval - compreendida por dois períodos, a patrística e a
escolástica.
A patrística era uma corrente filosófica que o intuito de conciliar o pensamento grecoromano com o pensamento cristão da época, tinha o propósito de converter os pagãos à
religião cristã. Foi nesse período que surgiu as explicações para o surgimento do mundo, o
pecado original, juízo final, trindade de Deus, ressurreição de Jesus. O principal pensador
cristão dessa corrente foi Santo Agostinho (354-430) que dá forma as idéias de interioridade,
ou seja, o ser humano dotado de consciência moral e livre arbítrio, onde surge a diferença de
fé e razão. A escolástica é a corrente filosófica que surge às primeiras universidades e os
centros de ensino onde o conhecimento é transmitido de uma forma muito sistemática. Aqui se
criou uma teologia preocupada em provar a existência de Deus e da alma, é um período de
muita disputa, isto é, a disputa de uma apresentação de tese, para que seja defendida por
argumentos. Foi Santo Tomás de Aquino o principal pensador dessa época, onde escreveu a
“Suma Teologia” explicando e elaborando através de argumentos os princípios da teologia
cristã. Filosofia Moderna - período moderno é conceituado pelo absolutismo monárquico e pela
Contra-Reforma, onde se coloca as teorias de Galileu Galilei e as experiências de Francis
Bacon. Um grande filosofo dessa época foi René Descartes com seu “racionalismo clássico”dando origem a outros brilhantes filósofos como Thomas Hobbes, Blaise Pascal, Baruch
Espinosa, John Locke.
O racionalismo e o empirismo era Forné nessa época, de lado o conhecimento sendo
verdadeiramente intelectual, ou seja, o conhecimento derivava da razão como afirmava René
Descartes, de outro o conhecimento é algo continuo, onde vai da sensação até atingir as
idéias, ou seja, o conhecimento é a experiência sensível. Esse período foi marcado pelo
iluminismo, onde se destaca o filósofo Immanuel Kant, defensor total de que a razão levava ao
progresso do homem, colocava a questão do famoso “imperativo categórico” que guiou seu
pensamento à moral e aos costumes. Filosofia Contemporânea - destaca os pensamentos
fundados a partir do século XIX, onde os primeiros conceitos são colocados pelo filósofo G.W.F.
Hegel que coloca suas idéias de forma totalitária e progressiva, passando a entender o homem
como ser histórico.
Foi
onde surge a
etnologia, sociologia
e a
antropologia.
Karl
Marx e Sigmund Freud, foram grandes pensadores desse período, Marx no campo político e
Freud no campo da psique. Jean-Paul Sartre com seu pensamento existencialista fez-se
presente período com as questões da liberdade do homem e seu compromisso com a história,
buscando colocar a existência no lugar da essência.
Edmund Husserl com sua fenomenologia teve a tarefa de mostrar as possibilidades e os
limites do conhecimento. Por fim Ludwig Wittgenstein, um grande filósofo da linguagem,
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buscou na filosofia analítica entender as formas, linguagem e a análise lógica. Mas esses não
foram os únicos filósofos que constituíram a historia, houve vários outros que também foram
importantes e contribuíram nas reflexões filosóficas da historia.
Com base nessa breve explicação surge a pergunta: qual a importância de se aprender
a Historia da Filosofia?
Segundo Brasil (2006, p.27):
É salutar, portanto, para o ensino da Filosofia que nunca se desconsidere
a sua história, em cujos textos reconhecemos boa parte de nossas
medidas de competência e também elementos que despertam nossa
vocação para o trabalho filosófico. Mais que isso, é recomendável que a
história da Filosofia e o texto filosófico tenham papel central no ensino da
Filosofia, ainda que a perspectiva adotada pelo professor seja temática,
não sendo excessivo reforçar a importância de se trabalhar com os textos
propriamente filosóficos e primários, mesmo quando se dialoga com
textos de outra natureza, literários e jornalísticos, por exemplo – o que
pode ser bastante útil e instigante nessa fase de formação do aluno.
Nunca devemos desconsiderar a Historia da Filosofia, pois a historia deve ter um papel
central no aprendizado dos alunos. Para que o aluno se interesse pelas outras disciplinas é
fundamental que ele aprenda a história filosófica e o que cada filósofo representou com seus
pensamentos, idéias, escritos no decorrer dos períodos. Ter esse contato com a história da
filosofia nos possibilita conhecer os pensamentos dos grandes filósofos, dos pré-socráticos até
a atualidade. Devemos recorrer a historia geral para entendermos o que aconteceu na historia
da filosofia de forma concreta. Colocando o aluno a aprender a historia da filosofia, implica a
capacidade de passar aos jovens as teorias, problemas, argumentos filosóficos e as
contribuições que esses filósofos passaram para nossa vida, ajuda o aluno a pensar.
Recorrendo a historia da filosofia nos possibilita a compreender as outras disciplinas filosóficas.
A História da Filosofia é uma disciplina filosófico-pedagógica que orienta o ensino de filosofia,
oferecendo conteúdo ao ensino.
A importância e a não-importância da Historia da Filosofia
Foi a partir das obras hegelianas que os problemas da História da Filosofia foram vistos
como problemas filosóficos, e foram postas a exercer a construção dos pensamentos
filosóficos. Quando começamos a estudar a História da Filosofia, nos apossamos do espírito
intelectual que se acumulou durante tempos. Devemos acompanhar as etapas que compõe a
história para buscarmos as condições necessárias para que sejam descobertos os vários
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pensamentos histórico-filosoficos. De acordo com o filosofo moderno Georg Wilhelm Friedrich
Hegel, a História da filosofia deve ser estudada de duas formas: primeiro, por meio de
exposição, isto é, mostrar de forma clara os pensamentos de cada filósofo caracterizando-se
com determinado tempo da história; segundo, apresentar como tal pensamento foi superado
pelos respectivos filósofos, onde a educação deveria ser uma tarefa prática. A concepção
sequencial da Filosofia não pode ser passada nenhuma verdade concreta, e sim, expor em
paradigmas para que ocorra o progresso do ensino de filosofia.
Um historia assim redigida, que não passe de pura enumeração de
opiniões, não constitui senão um objeto inútil de curiosidade ou,
quando muito, de investigação erudita, uma vez que a erudição
consiste em saber quantidade de coisas inúteis desprovidas de
interesse
intrínseco,
a
não
ser
o
interesse
de
serem
conhecidas.(Hegel, 1999, p.390)
Hegel não julga a forma erudita (o conhecimento das opiniões) por completo, pois ao
conhecer as opiniões de outros pensadores, exercitamos nosso pensamento e assim,
encontramos uma nova idéia para tal teoria filosófica. A História da Filosofia com diversas
idéias,
pensamentos,
teorias,
resulta
em
leituras
de
caráter
cientifico
e
isenta
de
universalidade, colocando a filosofia livre de opiniões, pois se é opinião não é filosofia.
Mas a filosofia não contem nenhuma opinião, porque não existe opiniões
filosóficas.[...]A filosofia é uma ciência da verdade, e a ciência da sua
necessidade: é conhecer por conceitos, não é opinar e nem deduzir uma
opinião de outra. (Hegel, 1999, p.390)
O pensamento é o objeto verdadeiro da filosofia, onde a verdade filosófica é una,
pois está no começo e no fim de todas as filosofias, tendo o espírito absoluto não como fim,
pois está sempre em atividade de desenvolvimento, tomando consciência de si através da
Historia da Filosofia. A História da Filosofia é sempre uma verdade absoluta. Hegel buscava
compreender o ensino de filosofia nos ginásios, onde em um deles foi nomeado reitor do
ginásio de Nuremberg onde passou a se questionar sobre os métodos e o currículo de ensino
utilizado nos ensinamentos filosóficos. Para Hegel a organização curricular empoe um
desenvolvimento obvio: os alunos devem aprender os temas e problemas, e então, devem
seguir o caminho das reflexões sobre as coisas abstratas da filosofia. As disciplinas deveriam
ser adequadas a idade e ao amadurecimento de cada aluno. Em sua obra Introdução da
História da Filosofia, Hegel coloca o exemplo da criança que tem a racionalidade, mas só se
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tornará racional praticando seu pensamento ao atingir a idade adulta, é propriamente o
processo de educação que permite à criança alcançar o estatuto do homem formado
intelectualmente. O objetivo da educação é fazer com que os indivíduos alcancem a forma
certa da universalidade, adaptando o indivíduo a várias formas de entendimento e
compreensão de cada pessoa.
Hegel coloca à escola uma função de formar o indivíduo para a sociedade,
reconhecendo as práticas utilizadas nas instituições chegando até uma finalidade concreta,
onde ela desempenha um papel essencial no desenvolvimento do caráter ético do individuo.
Devem ser passadas ao aluno as questões da sua realidade, ou seja, da sua existência até
chegar ao mais alto da sua consciência. Assim que a História da filosofia faz-se presente, pois
é com ela que a razão se desenvolve e vai se ajustando a cada momento. A História da
Filosofia é o progresso da razão.
Ao contrario de Hegel podemos observar que outros pensamentos refletem a
possibilidade da História da Filosofia não ser de tão grande importância, com afirmava Hegel.
Desta forma colocaremos as idéias de Descartes e Nietzsche, onde devemos nos atentar aos
cuidados de se aprender a História da Filosofia, pois quando queremos aprender tudo corremos
o risco de não dizermos nada e construir apenas caricaturas superficiais na Filosofia. Devemos
partir na perspectiva de trabalhar livremente os temas e os problemas que a História nos
apresenta.
Recorremos a René Descartes, que partia da idéia de que a melhor maneira de ensinar
filosofia e chegar a sabedoria é desconstruir a tradição filosófica. Devemos fugir dos
pensamentos históricos que nos prejudicam de forma erudita.
A repetição e a erudição, como procedimento pedagógico, na verdade,
revelava a insegurança e a falta de utilidade prática de todos aqueles
saberes. (Carvalho, 2010, p.5)
Segundo Descartes as idéias são inatas, e por conseqüência disso o conhecimento
aumenta pela dedução, ou seja, o verdadeiro método de aprendizado é o pensamento racional,
possibilitando que as crianças e jovens raciocinem com certeza e clareza da sua realidade.
Percebe-se que para Descartes há um grande valor da razão e do entendimento, onde o
caráter concreto e universal da razão descobre todas as verdades possíveis existentes no
mundo, a partir do cogito. A partir do cogito, o individuo reduz o mundo à sua medida. O
homem como ser pensante torna-se sujeito, e o mundo torna-se seu objeto. Ele pode pensar a
si próprio como aquele que reorganiza o mundo à sua vontade, a intenção de Descartes era de
mostrar o modo certo de conduzir a vida humana. Outro pensador sugere os métodos de se
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ensinar. Friedrich Wilhelm Nietzsche em seu texto Schopenhauer Educador, a filosofia e o
modo de filosofar são diferentes da História da Filosofia. Nietzsche possui a seguinte idéia:
demos ensinar para a morte filosófica, pois quando queremos expor a história dos
pensamentos de caráter formal e erudita não educamos para sabedoria, mas sim educamos os
alunos para as provas e exames. Nas palavras de Nietzsche a filosofia é o motivo de desespero
entre os alunos, os jovens que não tem muita experiência de vida não seriam capazes de
conhecer de forma concreta a filosofia, pois não se preocupariam em reconhecer a educação
de que tem na filosofia, mas sim ficam preocupados com as provas de filosofia. As duas idéias
colocam que a Historia da filosofia não deve ser ensinada para os alunos, pois ao ser ensinada
ela prejudica o conhecimento e contribui para uma filosofia falsa.
Conclusão
A partir de nossos escritos e em contraposição as idéias de Descartes e Nietzsche,
concluímos que a História da Filosofia tem um papel fundamental no ensino de filosofia. Ainda
que reconhecemos o valor didático da filosofia, é fundamental considerar que ela se encontra
em textos clássicos, onde estão os verdadeiros empreendimentos da razão. A partir dos
pensamentos de Hegel podemos estabelecer que a História da filosofia nos coloca três lições:
os acontecimento histórico da filosofia não são opiniões, mas sim representações da realidade,
que resultam no progresso da razão; cada filosofia particular está em conexão com as
verdades da filosofia universal. A História da Filosofia contém conteúdos verdadeiros e que nos
protege do falso filosofar.
É preciso ser ensinado a Historia da Filosofia, pois com ela é possível nos levar as
outras disciplinas filosóficas, onde a compreensão se tornará mais clara. A História da Filosofia
é uma disciplina que orienta o ensino de filosofia, oferecendo conteúdo ao ensino. A História da
filosofia nos possibilita aprender para conhecer.
REFERÊNCIAS
BRASIL. Secretaria da Educação Básica. Orientações curriculares para o ensino médio:
ciências humanas e suas tecnologias. Brasília: MEC/SEB, 2006. Disponível em:
HTTP://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/book_volume_03_internet.pdf
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CARVALHO, Alonso Bezerra. A Filosofia da Educação Moderna: Bancon e Descartes. São
Paulo: Unesp, 2010.
HEGEL, George W.F. Introduçoes a História da Filosofia. São Paulo: Abril Cultura, 1999.
(Coleção Os Pensadores).
REALE, Giovanni. Dario Antiseri. História da Filosofia. São Paulo: Paulus. 2003.
Para citar este artigo:
VALLE, Juliana da Silva. A importância da história da filosofia como disciplina
filosófica.. In: XIII CONGRESSO DE EDUCAÇÃO DO NORTE PIONEIRO Jacarezinho. 2013.
Anais...UENP – Universidade Estadual do Norte do Paraná – Centro de Ciências Humanas e da
Educação e Centro de Letras Comunicação e Artes. Jacarezinho, 2013. ISSN – 18083579. p.10
- 17.
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