Elementos preparatórios
para a pesquisa
qualitativa em educação
O suporte do trabalho acadêmico na
organização do artigo científico
• Fichamento
• Resumo
• Resenha
• Referências
FICHAMENTO
• É importante quando se esta fazendo um
levantamento bibliográfico;
• Recuperação dos assuntos desejados;
• Devem conter referência completa do material
consultado seguida dos pontos importantes
do livro que irão interessar para pesquisas
futuras.
O fichamento pode ser usado para:
•
•
•
•
•
•
- Identificar as obras;
- Conhecer seu conteúdo;
- Fazer citações;
- Analisar o material;
- Elaborar a crítica;
- Auxiliar e embasar a produção de textos;
Classificação de Fichamento
a) FICHAMENTO TEXTUAL
É o que capta a estrutura do texto, percorrendo a
seqüência do pensamento do autor e destacando:
idéias principais e secundárias; argumentos,
justificações, exemplos, fatos etc., ligados às idéias
principais. Traz, de forma racionalmente
visualizável - em itens e de preferência incluindo
esquemas, diagramas ou quadro sinóptico - uma
espécie de “radiografia” do texto.
b) FICHAMENTO TEMÁTICO
Reúne elementos relevantes (conceitos, fatos, idéias,
informações) do conteúdo de um tema ou de uma
área de estudo, com título e subtítulos destacados.
Consiste na transcrição de trechos de texto estudado
ou no seu resumo, ou, ainda, no registro de idéias,
segundo a visão do leitor.
As transcrições literais devem vir entre aspas e com
indicação completa da fonte (autor, título da obra,
cidade, editora, data, página). As que contêm apenas
uma síntese das idéias dispensam as aspas, mas
exigem a indicação completa da fonte. As que trazem
simplesmente idéias pessoais não exigem qualquer
indicação.
c) FICHAMENTO BIBLIOGRÁFICO
Consiste em um comentário que dê idéia do que
trata a obra, sempre com indicação completa
da fonte. Pode ser feito também a respeito de
artigos ou capítulos isolados, a arquivado
segundo o tema ou a área de estudo.
O Fichamento bibliográfico completa a
documentação textual e temática e representa
um importante auxiliar do trabalho de
estudantes e professores.
ESTRUTURA (básica) de um FICHAMENTO
SOBRENOME, Nome do Autor. Nome do
Livro. Cidade:Editora, Ano. (páginas
fichadas)
Local de onde se fez a consulta do livro
Principais ideias da obra ou do texto lido
Passo a passo de um fichamento
Primeiro Passo: Conteúdo dos parágrafos
EAGLETON, Terry. Ideologia: uma introdução. São Paulo: Unesp/Boitempo, 1997. Introdução
(p.11-14) / Conteúdos dos Parágrafos
Primeiro Parágrafo: Paradoxo: eclipse do conceito de ideologia frente ao fortalecimento de
movimentos ideológicos por todo o mundo.
Segundo Parágrafo: Hipótese teórica para a derrocada do conceito de ideologia na atualidade.
Terceiro Parágrafo: Hegel, repetição da história como tragédia e como farsa, dois momentos
históricos: Fim da Ideologia (Final da Segunda Guerra Mundial) e Era Pós-Ideológica (Anos 80 e
90).
Quarto Parágrafo: Hesitação da antiga esquerda revolucionária para com questões “metafísicas” e
os objetivos do livro.
Quinto Parágrafo: Poema de Thom Gunn.
Sexto Parágrafo: Ilustração do mecanismo ideológico pelo poema de Thom Gunn.
Sétimo Parágrafo: Em que consiste o estudo da Ideologia.
Oitavo Parágrafo: Afinidades entre Crítica ideológica e a Psicanálise – Diferenças entre “criticismo”
(concepção iluminista/transcendental) e “crítica” (concepção dialética e material) – Critica da
Ideologia em sua rejeição do transcendentalismo iluminista e em sua comunhão com o
Iluminismo na confiança fundamental na racionalidade humana – Argumentação para sustentar
a filiação da crítica ideológica com o iluminismo.
Nono Parágrafo: Agradecimentos
Segundo Passo: Principais ideias do Texto
Importante: o texto deve sempre ser escrito com suas próprias
palavras!!!
EAGLETON, Terry. Ideologia: uma introdução. São Paulo: Unesp/Boitempo, 1997. Introdução (p.11-14) / Estruturação de Idéias
Na introdução, Eagleton começa por expor um paradoxo existente na sociedade moderna: de um lado o eclipse e a obsolescência
do conceito de Ideologia como capaz de fazer uma crítica da realidade existente e do outro a ressurgência dos fenômenos e
dos movimentos ideológicos em todas as partes do mundo. Para explicar tal absurdo, o autor aventa uma hipótese
explicativa para entender porque o conceito de ideologia evaporou-se dos escritos pós-modernistas e pós-estruturalistas na
atualidade. Para ele existem três doutrinas essenciais que explicam esse fato: 1. As doutrinas que pregam a rejeição da
noção de representação e do modelo empírico; 2. As doutrinas que pregam um ceticismo epistemológico e advogam que o
conceito de ideologia implicaria, em contra partida, uma indefensável idéia metafísica de verdade absoluta; e 3. As
doutrinas que reformulam a concepção e a estrutura dos mecanismos de poder, feitas em bases nietzschianas, que tornam
obsoleto toda a operacionalidade e capacidade de distinção do conceito de ideologia. Para o autor, o momento atual é a
materialização da velha idéia de Hegel de que alguns eventos históricos (os de grande magnitude, pelo menos) às vezes se
repetem. Dessa forma, o atual momento nada mais é do que a ressurgência do mesmo fenômeno que se deu ao final da
Segunda Guerra Mundial, e que ficou conhecido como a época do “fim da ideologia”. Entretanto, o período do “fim da
ideologia” podia ser explicado historicamente pelo trauma causado pelos crimes nazi-fascistas e pelo stalinismo. Já a era
“pós-ideológica” dos anos 80 e 90 não possui nenhuma fundamentação política que autorize a derrocada do conceito de
ideologia. Para o autor, a escola que preconizava a abertura de uma nova fase histórica conhecida como o “fim da ideologia”
era claramente uma criação da direita política e tinha como objetivos deturpar e invalidar o próprio conceito de ideologia
como ferramenta de crítica política e de emancipação. Acrescentando-se a isso, houve uma hesitação política da esquerda
revolucionária tradicional que abandonou questões essenciais da sua luta política por serem, a partir de então, consideradas
“metafísicas”, como: luta de classes, modos de produção, ação revolucionária, a natureza do Estado Burguês, além do
próprio conceito de ideologia. Essa dupla ação de força centrípeta, ou seja, de um lado o arrefecimento dos conceitos
ligados à ação revolucionária perpetrado pela direita política e, de outro, a própria hesitação das esquerdas constrangidas
pelo horror stalinista, e posteriormente pela percepção do fracasso e colapso do sistema comunista soviético, explica em
parte a decadência do socialismo, do marxismo e da força política da esquerda no período do pós-guerra até os anos 90.
Dessa forma, Eagleton pretende esclarecer algumas das confusões da história conceitual da noção de Ideologia além de
intervir politicamente em questões mais amplas, como revide a essa traição por parte dos intelectuais que se calaram frente
ao avanço dessas concepções neutralizadoras do conceito de ideologia. Em seguida, o autor expõe de maneira sucinta em
que consiste o estudo da ideologia como instrumento de emancipação política.
Terceiro Passo: Contribuições da leitura
Apresentar na leitura os conceitos do autor, de preferência relacionando-os com outros escritos
já realizados.
EAGLETON, Terry. Ideologia: uma introdução. São Paulo:
Unesp/Boitempo, 1997. Introdução (p.11-14)
Para compreender a derrocada do conceito de ideologia na sociedade
contemporânea é preciso compreender a derrocada do
materialismo histórico como um todo, dentro do contexto da
ascensão do estruturalismo francês nos anos 60 e 70, se utilizando
das análises de Perry Anderson em seu livro Nas Trilhas do
Materialismo Histórico, no texto sobre Estrutura e Sujeito. Para
compreender a crise da razão ocidental no contexto das teorias pósmodernistas e pós-estruturalistas é importante a análise de André
Gorz em seu Metamorfoses do Trabalho ou Crítica da
Racionalidade Econômica, no qual o autor diz que a crise atual da
razão não é uma crise da racionalidade, mas sim a crise dos
pressupostos irracionais da modernidade, ou melhor, a crise mesmo
da racionalidade econômica tal como esta foi posta em marcha pelo
industrialismo a partir do século XVIII e XIX.
RESUMO
Segundo a ABNT, o resumo é uma sequencia de frases
concisas e objetivas. Trata-se de um texto elaborado
em um único parágrafo, contendo o conteúdo do
artigo, monografia, dissertação ou tese.
O limite é de 500 palavras ( para dissertações e
mestrados) e no final deve aparecer as palavraschaves ( de 3 a 5 palavras)
Em caso de artigos científicos, dissertações e teses
deve-se escrever o resumo em outra idioma (em
geral em Inglês – Abstract – ou espanhol, francês ou
italiano)
Orientações básicas
-Começar com uma frase geral, introdutória, afeita ao tema do
trabalho. Depois, cada frase deve informar as conclusões de cada
capítulo (sem mencionar os capítulos). Conclui-se o resumo
mostrando as conclusões concretas do trabalho como um todo.
• Escrever entre 200 a 300 palavras. (em média)
• Não se deve iniciar o resumo escrevendo "Este trabalho..." ou "O
objetivo deste trabalho é...", mas deve-se iniciar com o assunto
do trabalho de forma direta.
• Não mencionar os capítulos, apenas seu conteúdo. Então, é
errado escrever "No capítulo 1...", e assim por diante.
• O espacejamento entre linhas deve ser simples, deve ser escrito
em apenas um parágrafo, sem desvios nem recuos. Além disso,
usar a mesma fonte usada no texto (Arial), corpo 12.
Exemplo
VALENTE, Wagner Rodrigues. Controvérsias sobre educação matemática
no brasil: Malba Tahan versus Jacomo Stávale . In: Cadernos de
Pesquisa. São Paulo, n. 120, p.151-167, novembro, 2003.
Este texto tem por objetivo analisar historicamente debate entre dois
professores brasileiros de matemática no início dos anos de 1930.
Nessa época, foi criada a primeira lei nacional de ensino – Reforma
Francisco Campos – com um currículo nacional que caracterizava,
pela primeira vez no país, a disciplina denominada “Matemática”,
resultado da integração dos ramos independentes aritmética, álgebra
e geometria. Os protagonistas da discussão foram os professores Júlio
César de Mello e Souza (1895–1974) e Jacomo Stávale (1881– 1956).
Com a análise da controvérsia, busca-se compreender como o
cotidiano escolar brasileiro apropriou-se da primeira proposta de
internacionalização do ensino de Matemática, surgida há mais de
vinte anos antes da polêmica.
PALAVRAS – CHAVES: Matemática – Reforma do ensino – Ensino de
matemática – Currículo
RESENHA ACADÊMICA
A resenha é a apresentação do conteúdo de
uma obra. Consiste na leitura, no resumo
e na crítica, formulando um conceito
sobre o valor do livro.
É um exercício de compreensão e crítica;
É encontrada em revistas de divulgação
científica;
Ela, por sua vez, se subdivide em resenha
crítica, resenha descritiva e resenha
temática.
Na resenha acadêmica crítica,
existem alguns passos a seguir :
• Identifique a obra: coloque os dados bibliográficos
essenciais do livro ou artigo que você vai resenhar;
• Apresente a obra: situe o leitor descrevendo em
poucas linhas todo o conteúdo do texto a ser
resenhado;
• Descreva a estrutura: fale sobre a divisão em
capítulos, em seções, sobre o foco narrativo ou
até, de forma sutil, o número de páginas do texto
completo;
• Descreva o conteúdo: utilize de 3 a 5 parágrafos
para resumir claramente o texto resenhado;
• Analise de forma crítica: Nessa parte, e apenas nessa
parte, você vai dar sua opinião. Argumente baseandose em teorias de outros autores, fazendo comparações
ou até mesmo utilizando-se de explicações que foram
dadas em aula. É difícil encontrarmos resenhas que
utilizam mais de 3 parágrafos para isso, porém não há
um limite estabelecido. Dê asas ao seu senso crítico.
• Recomende a obra: Depois de lido e resumido formule
a sua opinião, agora é hora de analisar para quem o
texto realmente é útil. Utilize elementos sociais ou
pedagógicos, baseie-se na idade, na escolaridade, na
renda etc.
Na resenha acadêmica descritiva, os passos são
exatamente os mesmos, excluindo-se o passo
da ‘análise de forma crítica’. Como o próprio
nome já diz, a resenha descritiva apenas
descreve, não expõe a opinião do resenhista.
Na resenha temática, você fala de vários textos que
tenham um assunto (tema) em comum.
Os passos são um pouco mais simples:
• Apresente o tema: Diga ao leitor qual é o
assunto principal dos textos que serão
tratados e o motivo por você ter escolhido
esse assunto;
• Resuma os textos: Utilize um parágrafo para
cada texto, diga logo no início quem é o autor
e explique o que ele diz sobre aquele assunto;
• Conclusão: Você acabou de explicar cada um
dos textos, agora é sua vez de opinar e tentar
chegar a uma conclusão sobre o tema tratado;
• Mostrar as fontes: Coloque as referências
Bibliográficas de cada um dos textos que você
usou;
• Assine e identifique-se: Coloque seu nome e
uma breve descrição.
REFERÊNCIAS
Referência é conjunto
padronizado de
elementos descritivos,
retirados de um
documento, que permite
a sua identificação
individual. (NBR 6023,
2002, p. 2).
Tipos mais comuns de referências
1. Livro no todo
• SOBRENOME, Nome; SOBRENOME, Nome;
SOBRENOME, Nome.Título.Local de
publicação: Editora, ano.
EX: PINHO, Diva Benevides; VASCONCELOS,
Marco Antonio Sandoval de. Manual de
economia. São Paulo: Saraiva, 1998.
2. Capítulo de livro
Com autoria especial (autor do capítulo diferente do autor do livro)
SOBRENOME, Nome./Título do capítulo./In: SOBRENOME, Nome./Título
do livro./edição./Local: Editora, ano. p. inicial-final.
Ex.: ARCHER, Earnest R. Mito da motivação. In: BERGAMINI, Cecília;
CODA, Roberto (Org.). Psicodinâmica da vida organizacional:
motivação e liderança. São Paulo: Atlas, 1997. p.23-46
Sem autoria especial (quando o autor do livro for o mesmo do
capítulo).
SOBRENOME, Nome. /Título do capítulo./In: ______./Título do livro./
edição./Local: Editora, ano./p. inicial-final.
Ex: FOUCAULT, Michel. A prosa do mundo. In: ______. As palavras e as
coisas. São Paulo: Martins Fontes, 2000. p.23-58.
3. Artigos periódicos
SOBRENOME, Nome (autor do artigo)./Título do artigo./Nome
da Revista, Local, v., n., p.inicial - final, mês ano.
Ex: PEIXOTO, Fábio. Sua empresa não quer fera. Exame, São
Paulo, v.35, n.738, p.30-31, abr. 2001.
Obs.: abreviar o mês até a terceira letra, com exceção ao mês
de maio.
4. Artigos jornais
SOBRENOME, Nome (autor do artigo)./Título do artigo./Nome
do Jornal, Local, dia mês e ano./Caderno, p.
Ex: SILVA, Carlos José. O drama da economia. Folha de
Londrina, Londrina, 23 abr. 1998. Caderno Economia, p.4.
5. Teses/dissertações/monografias
SOBRENOME, Nome./Título do trabalho./Ano./
Natureza do Trabalho (Nível e área do curso) Unidade de Ensino, Instituição, Local.
Ex: MONTAGNA, Adelma Pistun. Expressões de
gênero no desenho infantil. 2001. Dissertação
(Mestrado em Educação) – Universidade
Federal de Uberlândia, Uberlândia.
6. Documentos meios eletrônicos
a) Páginas da Internet
SOBRENOME, Nome./Título da página./Disponível
em:<http:/www.editora.com.br>. Acesso em: 23 maio
2001.
Ex: CALDAS, Juarez. O fim da economia: o começo de tudo.
Disponível em: <http:/www.caldasecon.com.br>. Acesso
em: 23 abr. 2001.
b) Artigos de periódicos (Internet)
SOBRENOME, Nome./Título do artigo./Nome da Revista,
Local, v. , n. , mês ano. Disponível em:
<http:/www.editora.com.br> . Acesso em: 23 maio 2001.
Ex: BAGGIO, Rodrigo. A sociedade da informação e a
infoexclusão. Ciência da Informação, Brasília, v.29, n.2,
maio/ago. 2000. Disponível em:
<http:/www.scielo.br/cgi-bin/wxis.exe/iah>. Acesso em: 11
jun. 2002.
c) E-mail
SOBRENOME, Nome (autor da mensagem). Título da
mensagem. [mensagem pessoal] Mensagem recebida
por <endereço destinatário> data.
Ex: SILVA, Mário. Informações eletrônicas [mensagem
pessoal]. Mensagem recebida por
<[email protected]> em 11 jun. 2002.
d) CD-ROM
Ex: RIO DE JANEIRO. Prefeitura Municipal. Subsecretaria
de Desenvolvimento Institucional. Organização básica
do poder executivo municipal. Rio de Janeiro: Unisys
Brasil, 1996. CDROM.
7. Documentos jurídicos: leis decretos e portarias
BRASIL. Lei nº 9394, de 20 de dezembro de 1996.
Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.
Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Poder
Executivo, Brasília, DF, 23 dez. 1996.
8. Constituição
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República
Federativa do Brasil. São Paulo: Saraiva, 1991.
9. Código
BRASIL. Código civil. Organização dos textos de Maurício
Antônio Ribeiro Lopes. São Paulo: Revista dos Tribunais,
2000.
10. Bíblia
BÍBLIA. Idioma. Título da obra. Tradução ou
versão. Local: Editora, Data de publicação.
Total de páginas. Notas (se houver).
Ex: BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução
por Padre Francisco Zbik. Rio de Janeiro:
Paumape, 1980.
As citações bibliográficas
A Citação é a menção, no texto, de uma
informação extraída de outra fonte.
O Objetivo da NBR-10520 é fixar as condições
exigíveis para padronização e coerência da
seguridade das fontes indicadas nos textos dos
tipos de documentos (ABNT, 2002).
Os Tipos de citação
De acordo com a ABNT, as formas de citações
mais conhecidas são: direta, indireta e citação
de citação.
Citação direta, literal ou textual
Citações diretas, literais ou textuais: transcrição do
trecho do texto de parte da obra do autor
consultado.
A citação com menos de 4 linhas é colocada
entre “aspas”
Citação indireta ou livre
Citação de citação
“Esta Norma destina-se a orientar a preparação
e compilação de referências de material
utilizado para a produção de documentos e
para inclusão em bibliografias, resumos,
resenhas, recensões e outros.”
NBR 6023/2003
“O pesquisador da
educação e o
docente devem
compartilhar a
mesma
linguagem.”
(Lawrence Stenhouse)
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