Curso FORMAÇÃO DE GESTORES EDUCACIONAIS
Área de Concentração
Gestão Educacional
Conceito: 3
Programa: Mestrado Profissional
PROCESSO CAPES - 776/2014
Coordenação do Programa: Profa. Dra. Angela Maria Martins
e-mail: [email protected]
CONTEXTUALIZAÇÃO INSTITUCIONAL E REGIONAL DA PROPOSTA
A Universidade Cidade de São Paulo (UNICID) é uma instituição criada em 1972,
mantida por uma sociedade de direito privado e localizada no município de São Paulo,
capital do estado homônimo. Principal centro financeiro da América Latina, São Paulo é
uma das maiores cidades brasileiras com população estimada, em 2013, de quase 12
milhões de habitantes, segundo o último Censo Demográfico do IBGE. A Universidade
está localizada na Zona Leste da cidade, uma das regiões mais populosas, com cerca de
4 milhões de habitantes.Nesse sentido, a zona Leste poderia ser considerada uma cidade
dentro da cidade de São Paulo, com um significativo potencial de crescimento que
recebe crescentes investimentos governamentais em infraestrutura. Como exemplo
destes investimentos a Zona Leste recebeu, recentemente, da Prefeitura do Município de
São Paulo o Programa de Incentivos Fiscais para Prestadores de Serviços da Zona
Leste, estabelecido na Lei Municipal 15.931/2013. Tal programa tem por objetivo
promover e fomentar, por meio de ações específicas voltadas para essa região, seu
desenvolvimento, incentivando a instalação de diferentes empresas e propiciando a
geração de empregos. Para atender as demandas desse espaço urbano os números de
instituições e serviços públicos e privados também demonstram a grandiosidade da
região. No que tange especificamente à Educação, a Zona Leste é atendida por cinco
(05) Diretorias de Ensino, gerenciadas pela Secretaria de Estado da Educação,
compondo uma rede de ensino com 489 escolas estaduais e 426 particulares, perfazendo
um total de 915 unidades. Além da rede estadual e particular, a Zona Leste também é
atendida pela rede municipal de ensino oferecendo serviços em quatro (04) Diretorias
Regionais de Educação sob a supervisão da Secretaria Municipal de Educação da
Cidade de São Paulo. Considerando apenas o sistema formal de educação é possível
constatar a existência de grande demanda por formação continuada de gestores. Desde
sua criação, a UNICID vem atendendo as demandas profissionais de formação de
gestores e professores dos municípios que formam a grande São Paulo, principalmente
destacando o Curso de Pedagogia e as Licenciaturas (História, Pedagogia, Letras,
Ciências Biológicas, Matemática e Educação Física) que passaram, desde 2000, a ser
inseridas no Programa de Formação de Professores, para atender às diretrizes do MEC.
Objetivos do Curso
O curso busca proporcionar referenciais teóricos e metodológicos aos profissionais da
educação, para compreender, organizar e ampliar estratégias de gestão e participação
nos espaços educacionais; subsidiar a elaboração de instrumentos de planejamento,
registro, acompanhamento e avaliação, lançando mão, sempre que possível, de recursos
tecnológicos à disposição; propor – preferencialmente – atividades de intervenção no
que tange às práticas de gestão e às práticas pedagógicas; construir estratégias de
mediação para trabalhar em equipe.
Público-alvo: profissionais da educação básica e superior; profissionais de
organizações não governamentais que trabalham com processos educacionais.
Perfil do profissional a ser formado:
Ao concluir o curso, espera-se que o egresso tenha atuação qualificada e inovadora em
processos de gestão educacional, considerando as demandas das políticas públicas para
a educação; a construção da profissionalização do gestor; organização do trabalho
pedagógico, a produção e a utilização de materiais/recursos educacionais no contexto
das redes/sistemas e unidades escolares.
Linhas de Pesquisa
LINHA 1 - ORGANIZAÇÃO
INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO
DO
TRABALHO
PEDAGÓGICO
EM
A linha trata da organização do trabalho pedagógico em instituições de educação, com
foco na elaboração, acompanhamento e avaliação de projetos pedagógicos. Examina
relações de trabalho entre os diferentes atores educacionais, os processos de formação
continuada e de construção da identidade profissional de gestores.
Professores:
Profa. Dra. Adelina de Oliveira Novaes
Profa. Dra. Ana Paula Ferreira da Silva
Profa. Dra. Ecleide Cunico Furlanetto
Prof. Dr. Julio Gomes Almeida
Profa. Dra. Margaréte May B. Rosito
Prof. Dr. Roberto Gimenez
Projetos de Pesquisa
SUBJETIVIDADE
DOCENTE
NA
PERSPECTIVA
PSICOSSOCIAL:
ELEMENTOS PARA UM DEBATE ACERCA DAS “POLÍTICAS DA
SUBJETIVIDADE”
Adelina Novaes
O projeto visa aprofundar a investigação acerca das subjetividades construídas pelos
docentes do ensino fundamental, ao combinar os esforços teóricos no sentido de
delimitar as relações entre os conceitos de representações sociais, subjetividade e
profissionalização que vem sendo desenvolvido junto ao Departamento de Psicologia
Social da London School of Economics and Political Science. Considera ainda a base de
dados construída pela Rede Internacional de Estudos sobre Profissionalização Docente,
no contexto do Programa de Pesquisa “Processos psicossociais da formação e trabalho
docente” do Centro Internacional de Estudos sobre Representações Sociais e
Subjetividade – Educação (CIERS-ed), que conta com 500 respostas de professores do
ensino fundamental, das cinco regiões brasileiras, incluindo 25 professores da Argentina
(Buenos Aires), para, por meio de análise multireferenciada, amparada pela perspectiva
psicossocial das representações sociais, obter elementos acerca das dinâmicas das
subjetividades docentes e oferecer elementos que permitam fomentar um debate acerca
daquilo que Juan Carlos Tedesco denominou “políticas da subjetividade”.
ALUNOS QUE FREQUENTAM ESCOLAS PÚBLICAS: NARRATIVAS DE
VIDA E TRAJETÓRIAS ESCOLARES
Ecleide Cunico Furlanetto
O projeto apresenta-se como desdobramento de duas pesquisas das quais a autora
participa, criando uma zona de intersecção entre elas -“Conflitos no espaço escolar: a
gestão de escolas públicas em contextos vulneráveis”, coordenada por Angela Maria
Martins e financiada pelo Edital Universal -CNPQ (Processo 445406/2014-3) e
Narrativas da infância. O que contam as crianças sobre a escola e os professores sobre a
infância, coordenada por Maria da Conceição Passeggi, também financiada pelo Edital
Universal – (Processo 462119/2014-9. A pesquisa busca apreender as significações
construídas narrativamente por alunos (as) que frequentam escolas em situação de
vulnerabilidade, inseridas no Sistema de Proteção Escolar da Secretaria de Estado da
Educação a respeito da cultura escolar. Compreende que o ato de narrar possibilita a
organização e a compreensão da experiência humana, pois ao narrar os sujeitos não
somente descrevem, mas recriam sentidos para o que vivenciam.. Pretende realizar
grupos focais com alunos de escolas públicas, com vistas a construir espaços de diálogo
entre pesquisadores e alunos (as).
AVALIAÇÃO E VIDA ESCOLAR: A PERCEPÇÃO DE ALUNOS SOBRE
QUALIDADE DA EDUCAÇÃO
Júlio Gomes de Almeida
Com esta pesquisa busca-se investigar a percepção dos alunos que estudam nas escolas
da rede pública municipal sobre qualidade da educação. Trata-se de desdobramento de
estudo realizado no período de 2011 – 2013, por meio de parceria entre a EMEF Coelho
Neto e o Programa de Mestrado em Educação da Universidade Cidade de São Paulo,
com apoio da FAPESP, e que teve entre seus objetivos investigar a possibilidade de
uma escola pública construir indicadores próprios de qualidade que possibilitassem o
diálogo com os indicadores externos. Entre os resultados daquela pesquisa verificou-se
nos diversos segmentos da comunidade escolar uma tendência no sentido de considerar
a avaliação como controle do comportamento opondo-se, em muitos casos, a
aprendizagem à convivência. Contudo, no segmento alunos, embora essa tendência
também se faça presente, percebeu-se sinais de uma visão de qualidade que inclui os
aspectos lúdicos relacionados ao que vivenciam na escola como indicadores de
qualidade, ao lado da aprendizagem. Assim esta pesquisa assume como foco este
segmento buscando, com isso, encontrar indicações de inovação daquilo que se entende
por educação escolar de qualidade.
NARRATIVAS FORMATIVAS: UM ESTUDO SOBRE A DIMENSÃO
ESTÉTICA NA CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE PROFISSIONAL
Margaréte May Berkenbrock-Rosito
A pesquisa tem como objeto de estudo as narrativas dos processos formativos
produzidas pelos participantes da disciplina “Educação Estética: caminhos para
trabalhar em grupo no espaço escolar”, a partir da metodologia da Colcha de Retalhos
desenvolvida por Berkenbrock-Rosito (2010), no qual prevê que os (as) alunos (as)
narrem suas trajetórias pessoais e profissionais. Para a análise, compreensão e
interpretação dos dados produzidos recorre-se aos conceitos de autonomia e
emancipação, respectivamente, em Freire (2011) e em Adorno (1986). Em Schiller
(2002) a perspectiva de Educação Estética, como possibilidade de reconciliação entre o
sensível e o racional. Na perspectiva da dimensão estética considera as emoções como
uma questão epistemológica nos processos formativos dos grupos e de construção de
identidade profissional.
CONTEXTO FÍSICO E SOCIAL DE ESCOLAS PÚBLICAS: UMA ANÁLISE
DE PROPOSTAS DE INCLUSÃO
Roberto Gimenez
Reconhecidamente, as propostas de inclusão de crianças e jovens com deficiência
constituem uma necessidade para instituições de Ensino da Educação Básica. Diante do
complexo contexto de mudanças provocado por esta realidade, as escolas têm recorrido
a diferentes estratégias para mobilizar seus recursos e estruturas a fim de acolher os
estudantes e atender à diversidade. Invariavelmente, o impacto das ações desenvolvidas
pelas diferentes instituições estaria associado ao seu projeto pedagógico, em nível de
ensino, bem como à sua capacidade de mobilizar recursos físicos e humanos para sua
viabilização. Entretanto, por se tratar de uma realidade relativamente recente ainda
podem ser considerados incipientes os dados dos desdobramentos em diferentes
contextos para a inclusão de crianças e jovens na escola. Desse modo, o presente projeto
tem por objetivo identificar e caracterizar elementos do contexto físico e social de
escolas públicas com vistas a contribuir para a discussão sobre possibilidades e limites
na efetivação de propostas de inclusão de alunos.
INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA
PEDAGÓGICA NOS ANOS INCIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
Ana Paula Ferreira da Silva
O Projeto analisa as questões inerentes à prática pedagógica, nos anos iniciais do Ensino
Fundamental, tendo como foco central a formação dos alunos do curso de Pedagogia.
Discute os fundamentos, concepções e práticas relacionadas à atividade docente e seus
impactos na formação inicial, possibilitando a interlocução entre o curso de formação de
professores, a formação continuada dos profissionais da rede pública de ensino e a
educação básica.
LINHA 2 - POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO ESCOLAR: PLANEJAMENTO
E AVALIAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO
Apresenta a organização da educação brasileira, tomando como referência, inicialmente
diretrizes que regulamentam os planos, programas e projetos de governo. Enfatiza seus
desdobramentos nas instituições de educação, com base na discussão sobre o
planejamento pedagógico, administrativo e financeiro e dos processos avaliativos. Trata
da participação de professores, alunos e comunidade nos órgãos colegiados. Busca
propor instrumentos de planejamento e intervenção para subsidiar estratégias de
acompanhamento e avaliação das ações nas instituições de educação.
Professores:
Profa. Dra. Angela Maria Martins – Coordenadora
Profa. Dra. Celia Maria Haas
Profa. Dra. Cristiane Machado
Profa. Dra. Maria Aparecida Guedes Monção
Profa. Dra. Sandra Lúcia Ferreira
Profa. Dra. Vanda Mendes Ribeiro
PROJETOS DE PESQUISA
O TRABALHO DE PROFESSORES MEDIADORES COMUNITÁRIOS: A
MEDIAÇÃO DE SITUAÇÕES DE CONFLITO, INDISCIPLINA E VIOLÊNCIA
ESCOLAR NA REDE ESTADUAL DE ENSINO.
Angela Maria Martins
Ecleide Cunico Furlanetto
Este estudo – desdobramento de investigação maior intitulada Conflitos no espaço
escolar: a gestão de escolas públicas em contextos vulneráveis, financiada pelo Edital
Universal do CNPQ (Processo 445406) - busca apontar possibilidades e limites do
trabalho de Professores Mediadores Comunitários (PMCs) no que se refere às suas
atribuições e ao seu trabalho no cotidiano escolar, como mediador de situações e
conflitos. As referidas atribuições são previstas pelo conjunto legal do Sistema de
Proteção Escolar (SPE), implementado desde 2011 na rede de ensino estadual paulista.
Em outros termos, a pesquisa – inserida no campo da análise da micro-política - visa
desvendar o campo de tensão constituído no trabalho cotidiano desses professores,
partindo do pressuposto de que as relações configuradas no espaço escolar são
permeadas pela mediação entre diretrizes oficiais de programas, projetos e medidas, e os
acasos arquitetados por um cotidiano, muitas vezes, de difícil apreensão. Nesse sentido,
o estudo propõe o seguinte questionamento central: quais as percepções de Professores
Mediadores Comunitários acerca das situações de conflito, indisciplina e violência
escolar?
AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR NO BRASIL: SISTEMA
IMPLEMENTADO PELO GOVERNO FEDERAL E USO DOS SEUS
RESULTADOS NA GESTÃO INSTITUCIONAL
Celia Maria Haas
O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), implementado pelo
governo federal, completa 10 anos em 2014. No Brasil e no mundo, a avaliação dos
sistemas de ensino pode ser considerada um dos principais instrumentos de gestão da
educação, amplamente utilizado pelo poder público para a regulação de políticas
públicas nesse campo. Considerada a relevância de tal iniciativa propõe-se esta pesquisa
a caracterizar o sistema de avaliação da educação superior brasileira, descrevendo seus
pressupostos, contornos, regulamentações e cotejar as diversas formas de utilização das
quais as instituições de ensino superior vêm-se valendo para delinear seus planos de
gestão. O estudo será baseado em análise de legislação, de documentos governamentais
e institucionais bem como em entrevistas com gestores acadêmicos e presidentes de
Comissões Próprias de Avaliação (CPA) de instituições privadas e públicas. Os
procedimentos metodológicos podem ser inscritos na avaliação de política com foco na
análise da implementação e uso de seus resultados em ambos os segmentos (privado e
público), exigindo, portanto, uma revisão de literatura, levantamento das pesquisas
sobre o assunto, coleta e análise de dados disponíveis em arquivos oficiais e em
depoimentos de gestores institucionais. Como resultado, espera-se contribuir para as
reflexões acerca do sistema de avaliações atualmente em vigor, discutindo seus
possíveis efeitos na gestão institucional.
A FUNÇÃO POLÍTICA DO USO DOS RESULTADOS AVALIATIVOS PARA O
ENCAMINHAMENTO DE TOMADA DE DECISÃO
Investiga as problemáticas apresentadas por pós-graduandos quanto a dilemas relativos
à avaliação que dizem respeito aos princípios éticos e de justiça que sustentam
atitudes.Tais dilemas são enfrentados por professores que vivem o cotidiano da sala de
aula na relação com seus alunos.
O QUE REVELA A PROVA BRASIL SOBRE SITUAÇÕES DE CONFLITOS
EM ESCOLAS PÚBLICAS? CENÁRIOS DELINEADOS PELA VISÃO DE
DOCENTES
Cristiane Machado
Angela Maria Martins
Vanda Mendes Ribeiro
Esta pesquisa - desdobramento de investigação maior intitulada “Conflitos no espaço
escolar: a gestão de escolas públicas em contextos vulneráveis” - financiada pelo Edital
Universal do CNPQ (Processo 445406) - apresenta como propósito examinar
indicativos de conflitos e violência ocorridos no espaço escolar a partir da visão de
docentes de escolas públicas da rede estadual de São Paulo, com base nas respostas
dadas no Questionário Contextual da Prova Brasil de 2013. O estudo analisa as vinte e
oito questões relativas à “disciplina e violência” e “violência contra o professor”, para
delinear possíveis cenários de situações de conflitos vivenciados no espaço escolar. Os
Questionários Contextuais têm o objetivo de auxiliar as escolas na construção de fatores
explicativos para os desempenhos dos alunos nas provas padronizadas. Assim, este
projeto também tem a perspectiva de explorar eventuais interfaces entre os cenários de
situações de conflitos e o desempenho dos alunos. Em outros termos, busca contribuir
para o entendimento do tipo e frequência das ocorrências consideradas violentas entre
professores e alunos registradas nos referidos questionários contextuais, e a
possibilidade dessas ocorrências refletirem (ou não) no desempenho dos alunos.
AS POLÍTICAS PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE
SÃO PAULO: ACESSO E INSERÇÃO DAS CRIANÇAS NOS CENTROS DE
EDUCAÇÃO INFANTIL
Maria Aparecida Guedes Monção
Partindo do pressuposto de que a universalização das vagas na educação infantil
envolve, necessariamente, a configuração de uma política pública que tenha como foco
a criança pequena e seus direitos fundamentais, o presente projeto de pesquisa tem
como objetivo verificar a expansão de vagas e a inserção das crianças nos Centros de
Educação infantil (CEI) no município de São Paulo no período de 2009 a 2016.
Pretende-se realizar uma pesquisa qualitativa, na rede municipal de educação infantil da
cidade de São Paulo, por meio de análise documental, questionários e grupos focais de
discussão. A investigação envolverá revisão bibliográfica e análise de documentos do
Ministério da Educação e da Secretaria de Educação do Município de São Paulo. Dentre
as referências teóricas básicas desta investigação, destacam-se: Campos (1999, 2006,
2009); Corrêa (2011; 2013); Haddad (1990; 2006); Kramer (1987, 2006); Rosemberg
(1999; 2002a; 2002b; 2003;2009) e Monção (1999; 2013). A relevância da investigação
ancora-se na importância de ampliar as pesquisas sobre as políticas públicas nesta área e
na fragilidade da relação entre os direitos conquistados na legislação - especialmente
na Constituição Federal de 1988 e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e a implementação de políticas públicas que os viabilizem. Nesse sentido, é
imprescindível aprofundar os estudos que tratem da relação entre as políticas públicas e
as práticas cotidianas, como um elemento fundamental para garantir o efetivo avanço na
qualidade do atendimento público à criança pequena. Um dos principais aspectos a
serem abordados diz respeito à gestão dos CEIs.
ESTRUTURA CURRICULAR
Organizada por disciplinas obrigatórias, optativas, e atividades programadas, a estrutura
curricular possibilita aos alunos uma base de conhecimentos que subsidiam a análise e a
discussão de aportes teórico-metodológicos da pesquisa em educação, com
aprofundamento de referenciais específicos relacionados às temáticas abrangidas pelas
Linhas de Pesquisa. Possibilita, ainda, o desenvolvimento de atividades de intervenção,
com vistas a viabilizar a reorganização dos processos de gestão. O aluno matriculado no
Programa integraliza 28 créditos. Destes, 12 créditos são cumpridos em disciplinas
obrigatórias, 6 em disciplinas optativas, 10 créditos pela elaboração da dissertação.
Desde o ingresso no Programa, os mestrandos têm um orientador designado para
acompanhá-los nas atividades acadêmicas.
Créditos Disciplinas: 18
Créditos Tese/Dissertação: 10
Outros Créditos: 0
Vagas por seleção: 20
Equivalência hora/aula: 15
DISCIPLINAS E BIBLIOGRAFIA
Políticas públicas de educação e organização da educação brasileira
Obrigatória: SIM
Créditos: 3
Carga Horária: 45
Ementa: Analisa as diretrizes da política educacional brasileira e sua organização a
partir da LDB 9394/1996. Discute os programas e projetos governamentais que
repercutem na organização e funcionamento das instituições educacionais, com
destaque para o atual Plano Nacional de Educação. Trata dos conselhos de educação e
da gestão da educação na esfera municipal.
Bibliografia:
AZEVEDO, Janete M.L. de; SANTOS, Ana L. F. dos. Influências do poder central no
planejamento da educação dos municípios da Região Metropolitana do Recife.
Educação & Sociedade, Campinas, S.P., v.33, n.119, sbr-jun.2012, pp.551-573.
BARROSO, João (org.). A regulação das políticas públicas de educação. Lisboa:
Educa/Inidade de I&D de Ciências da Educação, 2006.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Senado, 1988.
Disponível em: <http://www.presidencia.gov.br>. Acesso em: 20 jun. 2011.
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº 9.394, de 20 de
dezembro de 1996. Disponível em: <http://www.portal.mec.gov.br>. Acesso em: 20
jun. 2011.
CURY, Carlos Roberto Jamil. A gestão democrática na escola e o direito à educação.
Revista Brasileira de Política e Administração da Educação, Porto Alegre, v. 23, n. 3, p.
483-495, set./dez. 2007.
DOURADO, L. F. (Org.). Política e Gestão da Educação no Brasil: novos marcos
regulatórios. São Paulo: Xamã, 2009.
ESQUINSANI, Rosimar Serena Siqueira. Tá lá, em cima da mesa: os dados das
avaliações em larga escala e a mediação do coordenador pedagógico. In: WERLE,
Flávia Obino Corrêa. Avaliação em larga escala: foco na escola. 1ª Ed. Brasília: Líber
Livro, 2010, p. 134-146.
MARTINS, A. M., CALDERÓN, I. Adolfo, GANZELLI, Pedro, GARCIA, Teise
Políticas e Gestão da Educação - desafios em tempos de mudanças. Campinas: Autores
Associados, 2013.
MARTINS, A. M., OLIVEIRA, C. de, PIMENTA, C. O. Conselhos Municipais de
Educação no Estado de São Paulo: avanços e desafios In: SOUZA, Donaldo B. de
(org.). Mapa dos Conselhos Municipais de Educação no Brasil: criação, implantação e
funcionamento. São Paulo: Edições Loyola, 2013, v.1, p. 149-164.
Martins, Angela M; SOUSA, Sandra Zakia. A produção científica sobre avaliação
educacional e gestão de sistemas e de escolas: o campo da questão entre 2000 e 2008.
Revista Ensaio – Avaliação em Políticas Públicas. Rio de Janeiro: Fundação Cesgranrio,
v.20, p. 9 - 26, 2012.
OLIVEIRA, D. A. de. Gestão democrática da educação: desafios contemporâneos.
(Org.). 8. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.
SOUZA, D. B. de; MARTINS, A. M. (org.s). Planos de Educação no Brasil planejamento, políticas e práticas. 1 ed. São Paulo: Editora Loyola, 2014, v.1, p. 13-21.
SOUSA, Sandra Zakia. Avaliação externa e em larga escala no âmbito do Estado
brasileiro: interface de experiências estaduais e municipais de avaliação da Educação
Básica com iniciativas do governo federal. In: BAUER, A.; GATTI, B. A. (orgs.) Vinte
e cinco anos de avaliação de sistemas educacionais no Brasil: Implicações nas redes de
ensino, no currículo e na formação de professores. Florianópolis: Insular, 2013, p. 6185).
VIEIRA, Sofia Lerche. Educação Básica: política e gestão da escola. Brasília, DF: Liber
Livro, 2008.
Gestão escolar, organização pedagógica e mediações no espaço escolar.
Obrigatória: SIM
Créditos: 3
Carga Horária: 45
Ementa: Apresenta e discute os elementos que compõem a organização pedagógica de
instituições educacionais, com ênfase no currículo. Analisa o papel do gestor escolar
nesse contexto e as relações que se estabelecem no cotidiano de trabalho entre os
diferentes atores. Enfatiza os problemas que afetam a elaboração dos Projetos
Pedagógicos e a formação continuada dos profissionais da educação. Propõe atividades
de intervenção para (re) organização do trabalho pedagógico em instituições
educacionais.
Bibliografia:
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº 9.394, de 20 de
dezembro de 1996. Disponível em: <http://www.portal.mec.gov.br>. Acesso em: 20
jun. 2011.
DAVIS, Cláudia, L. F et ali. Formação continuada de professores: uma análise das
modalidades e das práticas em estados e municípios brasileiros. In: FUNDAÇÃO
VICTOR CIVITA (org.). Estudos & Pesquisas Educacionais. São Paulo: Fundação
Victor Civita, 2011, v. 2, p. 81 - 166.
INSTITUTO PAULO MONTENEGRO. Gestão escolar nas escolas públicas de ensino
básico das principais capitais brasileiras:o perfil do protagonista. In: FUNDAÇÃO
VICTOR CIVITA (org.). Estudos & Pesquisas Educacionais. São Paulo: Fundação
Victor Civita, 2010, v. 1, p. 211-240.
LIBÂNEO, J. C.; OLIVEIRA, J. F.; TOSCHI, M. S. (Orgs.). Educação Escolar:
políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2007.
LUCK, H. A Gestão Participativa na Escola. 10 ed. Série Cadernos de Gestão.
Petrópolis: Editora Vozes, 2011.
MARTINS, A M. O contexto escolar e a dinâmica de órgãos colegiados: uma
contribuição ao debate sobre gestão de escolas. Rio de Janeiro: Fundação Cesgranrio.
Ensaio. Avaliação e Políticas Públicas em Educação, v.16, p.195 - 206, 2008.
________. Gestão da escola pública: análise de uma proposta de intervenção. Revista
Cadernos de Pesquisa. São Paulo: Fundação Carlos Chagas. Campinas: Autores
Associados, v. 37, p. 711-731, 2007.
________. Aspectos organizacionais e dinâmicos na gestão da escola pública: dilemas e
conflitos. Revista Brasileira de Política e Administração da Educação. , v.24, p.135 152, 2008.
PLACCO, V. M. N. de et al O coordenador pedagógico (CP) e a formação de
professores: intenções, tensões e contradições.In: FUNDAÇÃO VICTOR CIVITA
(org.). Estudos & Pesquisas Educacionais. São Paulo: Fundação Victor Civita, 2010, v.
1, p.227 - 288.
UNESCO / MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA. Gestão da escola
fundamental. Versão brasileira adaptada. São Paulo: Cortez; Paris: Unesco, 2009.
Laboratório de Pesquisa Aplicada I
Nível: Mestrado Profissional
Obrigatória: SIM
Créditos: 3
Carga Horária: 45
Ementa: Apresenta noções e princípios que estruturam a pesquisa aplicada, assim como
diferentes abordagens, modalidades e procedimentos de pesquisa. Discute o contexto
educacional e a experiência profissional dos alunos visando identificar aspectos
significativos que contribuam para a definição de um objeto de investigação e para a
elaboração do projeto de pesquisa. Mapeia interesses e problemas trazidos pelos alunos
à luz de suas trajetórias profissionais. Pretende-se organizar e socializar experiências
vivenciadas pelos profissionais de educação, em banco de dados.
Bibliografia:
BOGDAN, Robert; BIKLEN, Sari. Investigação qualitativa em Educação. Porto: Porto
Editora, 1994.
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
CRESWELL, J. W. Investigação qualitativa e projeto de pesquisa. Porto Alegre: Penso,
2014.
LAPASSADE, Georges. As microssociologias. Brasília: Liber Livros, 2005.
DAMÁSIO, M.J. Tecnologia e educação - as tecnologias da informação e da
comunicação e o processo educativo. Lisboa: Ed.
Vega, 2007.
FREITAS, M. T. de A. Cibercultura e formação de professores. Belo Horizonte:
Autêntica Editora, 2009.
KINCHELOE, J.L e BERRY, K.S. Pesquisa em educação: conceituando a bricolagem.
Porto Alegre: Artmed, 2007
LAVILLE, C; DIONNE, J. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa.
Porto Alegre: ARTMED; Belo Horizonte:UFMG, 2002.
MINAYO, M. C. de S. (Org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 25. ed.
Petrópolis: Vozes, 2007.
SANTAELLA, L.; LEMOS, R. Redes sociais digitais. São Paulo: Paulus, 2010.
STAKE, Robert. Pesquisa qualitativa estudando como as coisas funcionam. Porto
Alegre: Penso, 2011 pg 101-148
STRECK, D. R. e BRANDÃO, C. R. (Org.). Pesquisa participante: o saber da partilha.
São Paulo: Idéias & Letras, 2006.
Laboratório de Pesquisa Aplicada II Práticas Pedagógicas
Nível: Mestrado Profissional
Obrigatória: SIM
Créditos: 3
Carga Horária: 45
Ementa: Aprofunda a discussão sobre diferentes abordagens, modalidades e
procedimentos de pesquisa, com vistas a fundamentar os temas e problemas presentes
nos projetos dos alunos. Estrutura e sistematiza trocas de experiências entre os
mestrandos, sobretudo no que se refere à elaboração de projetos pedagógicos, às
práticas pedagógicas escolares, às relações entre equipes de direção, professores, alunos,
pais e comunidade. Propõe a interação com as demandas da comunidade educacional da
região onde o Programa se insere e estimula parcerias acadêmicas com os atores
educacionais do entorno.
Bibliografia:
ANDRÉ, M. E. D. A. Estudo de caso e avaliação educacional. Brasília: Liber Livro,
2005.
BARBIER, R. A pesquisa-ação. Brasília: Liber Livro, 2002.
BAUER, M. e GASKELL, G. P. Pesquisa qualitativa com contexto, imagem e som.
Petrópolis: Vozes, 2005.
BECKER, Howard. Segredos e truques da pesquisa. Rio de Janeiro: Zahar, 2007
DEMO, P. Pesquisa participante; saber pensar e intervir junto. Brasília: Liber Livro,
2004.
FRANCO, M.L.B. Análise do Conteúdo. Brasília: Plano, 2003.
IBIAPINA, I.M.L.de M. Pesquisa colaborativa: investigação, formação e produção de
conhecimento. Brasília: Liber Livro, 2008.
MARTINS, Ângela Maria. Estudos em Políticas Educacionais: uma discussão
metodológica. In: MARTINS, Ângela Maria, WERLE, Flávia Obino Corrêa (orgs.).
Políticas Educacionais: elementos para reflexão. Porto Alegre: Capes/Redes
editora,2010, p. 21-48.
SZYMANSKI, H (org.) A entrevista em educação: a prática reflexiva. Brasília: Liber
Livro, 2010.
THIOLLENT, Michel. Metodologia da Pesquisa-Ação. São Paulo: Cortez Editora, 1986
VIANA, H. M. Pesquisa em educação: a observação. Brasília: Liber Livro, 2007.
ZAGO, Nadir, CARVALHO, Marília Pinto, VILELA, Rita Amélia (orgs.). Itinerários
de pesquisa - perspectivas qualitativas emSociologia da Educação. Rio de Janeiro:
DP&A, 2003.
Laboratório de Pesquisa Aplicada II - Práticas de gestão
Obrigatória: SIM
Créditos: 3
Carga Horária: 45
Ementa: Aprofunda a discussão sobre diferentes abordagens, modalidades e
procedimentos de pesquisa, com vistas a fundamentar os temas e problemas presentes
nos projetos dos alunos. Estrutura e sistematiza trocas de experiências entre os
mestrandos, sobretudo no que se refere às práticas de gestão frente às demandas que
recaem sobre as instituições educacionais, com ênfase nos programas de governo e nos
instrumentos de apoio à gestão administrativa e financeira das organizações escolares.
Propõe a interação com as demandas da comunidade educacional da região onde o
Programa se insere e estimula parcerias acadêmicas com os atores educacionais do
entorno.
Bibliografia:
ANDRÉ, M. E. D. A. Estudo de caso e avaliação educacional. Brasília: Liber Livro,
2005.
BARBIER, R. A pesquisa-ação. Brasília: Liber Livro, 2002.
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de pesquisa - perspectivas qualitativas em Sociologia da Educação. Rio de Janeiro:
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A escola como cenário de trocas simbólicas
Obrigatória: NÃO
Créditos: 3
Carga Horária: 45
Ementa: Analisa a escola como cenário de trocas simbólicas entre diferentes grupos
que nela atuam; apresenta atividades de intervenção como meio de subsidiar o trabalho
em grupo no espaço escolar, com vistas a aprimorar a gestão escolar.
Bibliografia:
ALMEIDA, Júlio Gomes (1998). O cenário das trocas: um encontro com os rumores da
paixão. São Paulo. 167p. Dissertação (Mestrado) Faculdade de Educação, Universidade
de São Paulo.
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administração da educação. São Paulo: Pioneira; Niterói, RJ: UFF.
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(Doutoramento) Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo.
Avaliação institucional: conceitos e procedimentos
Obrigatória: NÃO
Créditos: 3
Carga Horária: 45
Ementa: Serão analisadas as atuais tendências e abordagens da avaliação institucional.
Considera parâmetros, critérios, indicadores e práticas de avaliação institucional, com
foco nos elementos que a compõem: a avaliação de cursos; a avaliação de programas e
de componentes curriculares; a avaliação de desempenho de alunos; a avaliação do
corpo docente; avaliação das condições de infraestrutura e operacionais e da
produtividade institucional; avaliação do gerenciamento institucional; autoavaliação e
avaliação externa.
Bibliografia:
ACOSTA, S. F., MARCONDES, A., SOUSA, C. P., FELDMANN M. G. (2008) AutoAvaliação Institucional: a legitimação como pressuposto para o encaminhamento de
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Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v.34, n. 123, p. 555-572, set./dez.
Avaliação e gestão da (na) educação básica
Obrigatória: NÃO
Créditos: 3
Carga Horária: 45
Ementa: Apresenta e discute as principais diretrizes e medidas no campo da avaliação
educacional no Brasil, nas últimas décadas, com ênfase nas avaliações externas e da
aprendizagem. Problematiza as questões que envolvem a avaliação como instrumento
de gestão, propondo atividades de planejamento e intervenção para (re) organização de
processos pedagógicos e avaliativos em instituições educacionais.
Bibliografia
ABRUCIO, Luiz Fernando. Gestão escolar e qualidade da educação: um estudo sobre
dez escolas paulistas. In: FUNDAÇÃO VICTOR CIVITA (org.). Estudos & Pesquisas
Educacionais. São Paulo: Fundação Victor Civita, 2010, v. 1, p. 241-276.
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origem e pressupostos. Volume 1, Florianópolis: Insular, 2013.
BAUER, Adriana; GATTI, Bernadete A. (orgs.) Ciclo de Debates – Vinte e cinco anos
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currículo e na formação de professores. Volume 2, Florianópolis: Insular, 2013.
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de Janeiro, 2008.
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e técnicas de avaliação da aprendizagem. São Paulo: Senac, 2009.
MACHADO, Cristiane. Avaliação externa e gestão escolar: reflexões sobre o uso dos
resultados. Revista @mbienteeducação, São Paulo, v. 5, n. 1, p. 70-82, jan./jun. 2012.
RAPHAEL, Hélia Sonia. Avaliação: questão técnica ou política. Estudos em avaliação
educacional, n. 12, p. 33-43, 1995.
SOUSA, Clarilza Prado de. Dimensões da avaliação educacional. Estudos em
Avaliação Educacional, São Paulo, n. 22, dez. 2000.
Os efeitos das políticas de avaliação da educação superior na gestão institucional
Obrigatória: NÃO
Créditos: 3
Carga Horária: 45
Ementa: A disciplina tem como proposta discutir os impactos das políticas de avaliação
da educação superior na condução da gestão institucional. Examina os instrumentos de
avaliação utilizados pelo INEP, buscando compreender os indicadores que informam a
concepção de qualidade que permeia as práticas de avaliação institucional e analisa as
possíveis respostas institucionais.
Bibliografia:
AFONSO, Almerindo Janela. Estado, mercado, comunidade e avaliação: esboço para
uma rearticulação crítica. Educação & Sociedade, Campinas, a. 20, n. 69, p. 139-164,
dez. 1999.
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emergência da regulação supranacional. Educação & Sociedade, Campinas, a. 22, n.
75, ago. 2001.
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investigação. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro: ANPEd; Campinas:
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Educação. Currículo sem Fronteiras, v. 1, n. 2, pp. 99-116, jul./dez. 2001.
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Avaliação da Educação Superior – SINAES e dá outras providências. Brasília, DF:
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______. Ministério da Educação e do Desporto. Portaria Normativa nº 40, de 12 de
dezembro de 2007, Consolidada em 28 de dezembro de 2010. Altera dispositivos da
Portaria Normativa nº 40, de 12 de dezembro de 2007, que Institui o e-MEC, sistema
eletrônico de fluxo de trabalho e gerenciamento de informações relativas aos processos
de regulação, avaliação e supervisão da educação superior no sistema federal de
educação, e o Cadastro e-MEC de Instituições e Cursos Superiores e consolida
disposições sobre indicadores de qualidade, banco de avaliadores (Basis) e o Exame
Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) e outras disposições. Brasília, DF,
Diário Oficial da União, n. 249, 29 dez. 2010, Seção 1, p. 23-31, 2010e.
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Dinah de Abreu Azevedo. Avaliação de Programas: concepções e práticas. São
Paulo: Editora Gente, 2004.
Educação Estética: caminhos para trabalhar em grupo no espaço escolar
Obrigatória: NÃO
Créditos: 3
Carga Horária: 45
Ementa: Tem como foco explicitar metodologias de trabalho em grupo no espaço
escolar, com vistas a favorecer a tessitura de uma narrativa coletiva, a partir de
narrativas individuais. Propõe a discussão metodológica da colcha de retalhos como
recurso para que os (as) alunos (as) narrem suas trajetórias individuais e profissionais.
Considera as emoções como uma questão epistemológica nos processos formativos dos
grupos e de construção de identidade profissional do gestor.
Bibliografia:
ADORNO, Theodor. Teoria Estética. Lisboa/Portugal: Edições 70, 1970
__________________. Educação e emancipação. 2 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
2000.
AMORIM-NETO, Roque do Carmo e BERKENBROCK-ROSITO, Margaréte May.
Ética e Moral na Educação. Rio de Janeiro,Editora Wak, 2009
BERKENBROCK ROSITO, Margaréte May. Ser professor: entre a ética e a estética. In:
BERKENBROCK ROSITO, Margaréte May; MORENO, Leda Virgínia Alves. O
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FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia:saberes necessários à prática educativa. São
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JOSSO, Marie-Christine. Experiências de vida e formação. São Paulo: Cortez, 2004.
LAPASSADE, Georges. Grupos, Organizações e Instituições. Rio de Janeiro: Francisco
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de Janeiro: José Olyimpio, 2010.
PERISSÊ, Gabriel. Estética e Educação. Belo Horizonte, Editora Autêntica, 2009
SCHILLER, A Educação estética do Homem. São Paulo:Editora Iluminuras Ltda, 2002
Gestão escolar e demandas sociais contemporâneas
Obrigatória: NÃO
Créditos: 3
Carga Horária: 45
Ementa: Discute a educação e o papel social das instituições educacionais no mundo
contemporâneo. Examina relações da gestão escolar com as demandas emergentes no
mundo contemporâneo: as novas configurações familiares; os conflitos sociais, a
violência, a indisciplina, e seu rebatimento nas instituições de educação. Discute o
direito às diferenças: as opções sexuais; a tolerância; os preconceitos.
Bibliografia:
AQUINO, Julio Groppa. Indisciplina na escola: alternativas teóricas e práticas. São
Paulo: Summus, 1996.
CASTEL, Robert. A insegurança social. O que é ser protegido? Petrópolis: Vozes,
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CECCON, Claudia et al. Conflitos na escola: modos de transformação: dicas para
refletir e exemplos de como lidar. São Paulo:CECIP: Imprensa Oficial do Estado de São
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CHRISPINO, Álvaro; CHRISPINO, Raquel S. P. Políticas educacionais de redução da
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COCCO, Giuseppe. Trabalho e cidadania: produção e direitos na crise do capitalismo
global. São Paulo: Cortez, 2012.
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ENGUITA, Mariano Fernández. Educação e transformação social. Lisboa: edições
Pedago, 2007.
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TORRES, C. A. Sociologia Política da Educação. São Paulo: Cortez, 2002.
Gestão escolar e interdependência competitiva entre escolas em territórios
vulneráveis
Obrigatória: NÃO
Créditos: 3
Carga Horária: 45
Ementa: Discute características e desafios da gestão escolar em territórios vulneráveis,
abordando o conceito de vulnerabilidade social. Relaciona os desafios da gestão escolar
à questão da interdependência competitiva entre escolas, expondo a interface entre seus
principais conteúdos - seleção ou evitamento de alunos, rotatividade de professores e
reputação das escolas e como essa situação pode interferir na qualidade das
oportunidades educacionais de um território. Situa essa problemática na complexidade
do objetivo de garantia do direito de todos à educação básica quando esse objetivo
encontra-se pautado pelo princípio de justiça como equidade.
Bibliografia:
ALVES, L.; BATISTA, A. A. G.; RIBEIRO, V. M.; ERNICA, M. Seleção velada em
escolas públicas: práticas, processos e princípios geradores. Educação e Pesquisa, v.
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Cadernos de Pesquisa, v. 42, n. 146, pp. 640-666, maio/ago. 2012.
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Narrativas como prática de pesquisa
Obrigatória: NÃO
Créditos: 3
Carga Horária: 45
Ementa: A disciplina lança mão da perspectiva metodológica de narrativas para
promover uma reflexão sobre a formação de profissionais da educação, assumida como
contribuição capaz de instigar um trabalho pessoal dos sujeitos sobre suas trajetórias,
com vistas à produção de saberes que permitem ultrapassar desafios impostos pela
prática, mediante uma (re) invenção pessoal.
Bibliografia:
ALHEIT, Peter; DAUSIEN, B. Processo de formação e aprendizagem ao longo da vida.
Educação e Pesquisa, São Paulo, v.32, n.1, p.177-197, jan./abr. 2006.
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Formatado: Espanhol
(internacional)
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PINEAU, G., LE GRAND, J-L. As Histórias de vida. Natal: EDUFRN, 2012.
BERTAUX, D. Narrativas de vida: a pesquisa e seus métodos. Natal: EDUFRN; São
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JOSSO, Marie-Christine. Experiência de vida e formação. Natal: EDUFRN; São Paulo:
Paulus, 2010.
NÓVOA, Antonio; FINGER, Mathias (Org). O método (auto)biográfico e a formação.
Natal: EDUFRN; São Paulo: Paulus, 2010.
MORAES, D.Z. ; LUGLI, R.S.G. Docência, pesquisa e aprendizagem: (Auto)biografias
como espaço de formação/investigação,
São Paulo: Cultura Acadêmica, 2010.
SILVA, V.L. da ; CUNHA, J.L. da, (Orgs) Práticas de formação, memória e pesquisa
(auto)biográfica, São Paulo: Cultura Acadêmica, 2010.
Políticas Públicas de Educação e Financiamento
Obrigatória: NÃO
Créditos: 3
Carga Horária: 45
Ementa: Considera gasto público e funções de governo; o financiamento do gasto
público (sistema tributário e transferências intergovernamentais no sistema federativo
brasileiro); execução orçamentária (normas legais para o acompanhamento do gasto
público) e lei de responsabilidade fiscal (diretrizes sobre planejamento, transparência,
prestação de contas, controle interno e externo e responsabilização); orçamentos
especiais (FUNDEF e FUNDEB); as inovações do Plano de Desenvolvimento da
Educação (PDE).
Bibliografia:
ARAÚJO, Raimundo Luiz Silva. Desvendando o perfil dos gastos educacionais dos
municípios brasileiros. Educação e Sociedade, vol.33, n.121, dez, 2012. p.1215-1233.
BASSI, Marcos Edgar. Financiamento da educação infantil em seis capitais Brasileiras.
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BRASIL. Plano Nacional de Educação - Lei 10.172 de 2001.
BRASIL. Emenda Constitucional n. 53 de 2006. Institui o Fundo de Manutenção e
Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação
(FUNDEB).
BRASIL. Lei n. 11.494 de 2007 - regulamenta o FUNDEB.
GIACOMONI, James. Financiamento público. São Paulo: Atlas, 2007.
GIAMBIAGI, Fábio; ALEM, Ana Cláudia Duarte. Finanças públicas: teoria e prática
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São Paulo: Xamã, 2007. p. 83-129
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poucos à massificação barata da rede pública. Educação e Sociedade, vol.32, n..116,
set, 2011. p.639-665.
Profissão, trabalho e subjetividade docente
Obrigatória: NÃO
Créditos: 3
Carga Horária: 45
Ementa: Discute diferentes noções e concepções da profissão docente. Examina o
trabalho docente na perspectiva das ciências humanas e sociais, com foco nas
abordagens psicossociais, da sociologia e da educação, Problematiza a relação entre o
exercício da docência e a constituição das subjetividades no trabalho cotidiano no
contexto escolar.
Bibliografia:
CANÁRIO, R. A escola: o lugar onde os professores aprendem. Revista Psicologia da
Educação, v. 6, n. 10, pp. 9-27, 1998.
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HARGREAVES, Andy. Os professores em tempo de mudanças. Lisboa, 1998, Editora
Mc Graw-Hill.
IMBERNÓN, Francisco. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e
a incerteza. 9 ed. São Paulo: Cortez,
2011.
JOLIBERT, Josette (Org.). Transformando a formação docente. Porto Alegre, Editora
Artmed, 2007.
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Angélica. Representações Sociais sobre o Trabalho Docente: trajetórias de formação de
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Sociais - diálogos com a educação. Curitiba: Editora Champagnat, 2012, v.1, p. 79-108.
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SEIDMANN, Susana; SOUSA, Clarilza Prado. (Coord.) Hacia uma psicologia social de
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de Moscovici. In: ENS, R. T.; VILLAS BÔAS, L. P. S.; BEHRENS, M. A.
Representações sociais: fronteiras, interfaces e contextos. Curitiba: Champagnat; São
Paulo: Fundação Carlos Chagas, 2013.
Representações sociais e profissionalização no contexto educacional
Obrigatória: NÃO
Créditos: 3
Carga Horária: 45
Ementa: Oferece instrumental teórico para a análise psicossocial das simbolizações dos
profissionais da educação no que concerne à sua profissionalização. Tendo por foco o
potencial hermenêutico das representações sociais, a seleção das referências
bibliográficas respeitou o objetivo de proporcionar elementos ao debate e à
identificação de subsídios conceituais para a análise da formação e do desenvolvimento
dos profissionais da educação nos diferentes contextos em que sua profissionalização se
desenvolve.
Bibliografia:
GUILLY, Michel. As representações sociais no campo da educação. In: JODELET,
Denise. (Org.). Representações sociais.Tradução de Lilian Ulup, Rio de Janeiro:
EdUerj, 2001. p. 321-341.
JODELET, Denise. Representações sociais: um domínio em expansão. In: JODELET,
Denise. (Org.). As representações sociais. Tradução de Lilian Ulup, Rio de Janeiro:
EdUerj, 2001. p.17-44.
JODELET, Denise. Sobre o movimento das representações sociais na comunidade
científica brasileira. Temas em Psicologia, Brasília v. 19, n.1, p. 19-26, 2011.
JOVCHELOVITCH, Sandra. Os contextos do saber: representações, comunidade e
cultura. Petrópolis: Vozes, 2008.
Maria Suzana de S.; SHIMIZU, Alessandra de M.; LIMA, Cláudia Maria. A teoria das
representações sociais nos estudos sobre representações de professores. Cadernos de
Pesquisa, São Paulo, v. 39, p. 549-576, 2009.
MARKOVÁ, Ivana. Dialogicidade e representações sociais: as dinâmicas da mente.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2006.
NOVAES, A.. Protagonismo? - Representações e identidade sociais de estudantes de
pedagogia sobre o Brasil. In: Angela Arruda; Clarilza Prado de Sousa. (Org.).
Imaginário e representação social de universitários sobre o Brasil e a escola brasileira:
um estudo construído com múltiplas possibilidades. 1ed.São Paulo: Annablume, 2013,
v. 1, p. 27-52.
SÁ, Celso. A construção do objeto de pesquisa em representações sociais. Rio de
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Shimizu, A.M. (Orgs.), Experiência e Representações Sociais: questões teóricas e
metodológicas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2005.
SOUSA, Clarilza Prado; VILLAS BOAS, Lúcia Santiso; NOVAES, Adelina de
Oliveira. Contribuições dos estudos de Representações Sociais para a compreensão do
trabalho docente. In: Angela Maria de Oliveira Almeida; Maria de Fátima de Souza
Santos; Zeidi Araujo Trindade. (Org.). Teoria das Representações Sociais: 50 anos. 1ed.
Brasília: Technopolitik, 2011,
v. 1, p. 625-652.
A especifidade da Gestão democrática nas instituições de educação infantil
Obrigatória: NÃO
Créditos: 3
Carga Horária: 45
Ementa: Analisa e discute a especificidade da gestão nas instituições de educação
infantil, com base na análise do cotidiano das creches e pré-escolas, a relação com os
estudos da área e a legislação atual.
Bibliografia:
APPLE, Michael; BEANE, James. Escolas democráticas. 2. ed. São Paulo: Cortez,
2001.
ARROYO, Miguel Gonzalez. Gestão democrática: recuperar sua radicalidade política?
In: CORRÊA, Bianca Cristina; GARCIA, Teise Oliveira (Org.). Políticas educacionais
e organização do trabalho na escola. São Paulo: Xamã, 2008. p. 39-56.
BARBOSA, Maria Carmen Silveira. Práticas cotidianas na educação infantil: bases
para reflexão sobre as orientações curriculares. Brasília, DF: MEC: UFRGS, 2009.
Disponível em:
<http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/relat_seb_praticas_cotidianas.pdf>. Acesso em:
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CAMPOS, Maria Malta; ROSEMBERG, Fúlvia. Critérios para um atendimento em
creches que respeite os direitos fundamentais das crianças. 6. ed. Brasília, DF:
MEC/SEB, 2009.
CORRÊA, Bianca Cristina; GARCIA, Teise Oliveira (Org.). Políticas educacionais e
organização do trabalho na escola. São Paulo: Xamã, 2008. p. 39-56.
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KRAMER, Sônia; BAZILIO, Luiz Cavallieri. Infância, educação e direitos humanos.
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LIMA, Licínio C. Organização escolar e democracia radical: Paulo Freire e a
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MONÇÃO, Maria Aparecida Guedes. Gestão democrática na educação infantil: O
compartilhamento da educação da criança pequena. 2013. Tese (Doutorado em
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