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Edição 895
Prêmio Embratel divulga os vencedores
Do Rio – n Acaba de sair o resultado do Prêmio Embratel. Apenas
o vencedor do Grande Prêmio
Barbosa Lima Sobrinho, que fará
jus a R$ 32 mil, será anunciado
na solenidade de premiação,
marcada para 14/5, no Rio. Este
ano, 1.862 reportagens de 860
jornalistas disputaram um valor
total líquido de R$ 194 mil. Os
ganhadores são:
n Por mídia: Jornal, Revista, Internet com tema livre – Letícia
Duarte e Jefferson Botega, do
Zero Hora, com o trabalho Filhos
da rua (vencedora do Esso de
Reportagem de 2012); Televisão
– Rodrigo Carvalho, Egledio
Vianna, Ana Athayde, Felipe
Martins e Inês Valladão, do
Jornal das Dez da GloboNews,
com Juízes ameaçados. Estas categorias recebem R$ 13 mil cada.
Rádio – Adriano Faria, Jefferson
Dalmoro, Josevaldo Souza,
Carlos Xavier e Ester Monteiro,
da Rádio Senado, pelo trabalho
Os 50 anos da renúncia de Jânio
Quadros, com R$ 11 mil. Foto –
Wilton Júnior, de O Estado de
S. Paulo, com Touché (Esso de
Fotografia em 2012); Reportagem
Cinematográfica – Marco Motta,
com Júlio e Bruno, do Repórter
Rio da TV Brasil, com BRS Presidente Vargas. As duas últimas
categorias recebem R$ 9 mil cada.
n Por temas: Investigativo – Jonas Campos, Carlos Rodrigues,
Idemar Marcatto, Adiel Lima,
Renato Mendes, Cheyla Ferraz,
Robson Crivelli e Alexandre
Castanho, da TV Centro América
de Cuiabá, pelo trabalho Madeira
chipada (R$ 13 mil); Cultura – José
Hamilton Ribeiro e equipe composta por José Augusto Bezerra,
Wilson Berzuini, Maurino Marques, Orlando Daniel, Olympio
Giuzio, Jorge dos Santos e
Fernando César, do Globo Rural
da TV Globo, por Tinoco; Economia
– Mariana Segala, Eduardo Salgado, Luciene Antunes, Patrick
Cruz, Lucas Vettorazzo, Daniel
Barros, Angela Pimenta, Lucas
Amorim e Tatiana Gianini, da
1 a 7 de maio de 2013
revista Exame, por Onde o Brasil
desponta; Esporte – Leandro
Colon, Filipe Coutinho, Júlio Wiziack, Rodrigo Mattos e Sérgio
Rangel, da Folha de S.Paulo, por
Os negócios suspeitos e a queda
de Ricardo Teixeira (Esso de Jornalismo 2012); e TI, Comunicação
e Multimídia – Silvia Bessa e
Vandeck Santiago, do Diário de
Pernambuco, por Nordeste em
rede. Serão R$ 11 mil para cada
uma dessas quatro categorias.
Educação – Antônio Góis, Chico
Otavio, Carolina Benevides,
Efrem Ribeiro, Letícia Lins,
Odilon Rios, Marcelo Carnaval,
Paula Giolito, Jarbas Oliveira,
João Brito Jr. e Hans von Manteuffel, de O Globo, por Aula de
excelência na pobreza (Esso de
Educação 2012); e Socioambiental
– Henrique Kugler, Jean Remy
Guimarães, Alicia Ivanissevich,
Sheila Kaplan e Ricardo Menandro, da revista Ciência Hoje, por
Paraíso dos agrotóxicos. São R$
10 mil para cada categoria.
n Por região: Centro-Oeste – João
Valadares, Adriana Caitanto,
Karla Korreia, Renata Mariz,
Junia Gama, Ricardo Taffner e
Lilian Tahan, do Correio Braziliense, com o trabalho Fim do 14º
e 15º salários; Nordeste – Ciara
Carvalho e Ricardo Labastier, do
Jornal do Commercio, de Recife,
com Paraíso às avessas; Norte –
Elaíze Farias, Leandro Prazeres,
Carolina Silva, Cimone Barros,
Jonas Santos, Adauto Silva
e Carla Yael, de A Crítica, de
Manaus, com Cheia do século;
Sudeste – Mateus Parreiras,
Valquiria Lopes e Luiz Ribeiro,
do Estado de Minas, com Morte
S/A; e Sul – Mauri König, Diego
Ribeiro, Felippe Aníbal e Albari
Rosa, da Gazeta do Povo, de Curitiba, com Polícia fora da lei. Cada
categoria recebe R$ 6 mil.
n Vale registrar que Folha, Zero
Hora, Estadão e O Globo tem um
duplo motivo para celebrar: com
as mesmas matérias, os quatro
veículos haviam recebido, em
2012, o Esso.
uma empresa de medicina e saúde
imprensa: (11) 3897-4122
Jornalistas&Cia fecha parceria com o Centro de Estudos em Finanças da FGV
Iniciativa tem por objetivo apoiar os cursos para jornalistas oferecidos gratuitamente pela instituição
n Um encontro na tarde desta
3ª.feira (20/4), na sede da Jornalistas Editora, selou um acordo
entre este Jornalistas&Cia e o
Centro de Estudos em Finanças
da Fundação Getúlio Vargas,
em São Paulo, também conhecido como GVcef. Participaram
William Eid Junior, professor
titular e coordenador do GVcef,
Eduardo Ribeiro, diretor da
Jornalistas Editora, e Ângelo
Raposo, da AR Comunicação
Corporativa, que cuida da asses-
soria de imprensa da instituição e
organizou o encontro. O objetivo
é estimular a participação dos
jornalistas nos inúmeros cursos
gratuitos oferecidos pela GVcef
e que visam a aprimorar o conhecimento de temas econômicos e financeiros de quem atua
nas editorias afins. São cursos
exclusivos, só para turmas de
jornalistas, e cursos dirigidos a
profissionais de outras áreas, mas
que muitas vezes interessam e
são importantes para a formação
complementar dos profissionais
que cobrem Economia.
n Na próxima 4ª.feira (8/4), às
19h, por exemplo, a instituição reservou algumas vagas para jornalistas no curso Regulação e autorregulação na indústria de fundos
de investimentos, que acontece
na rua Itapeva, 432, ministrado
por Luciane Ribeiro, diretora-executiva do Santander Brasil
Asset Management e membro
do Conselho do Fundo Ethical;
e Carlos Massaru Takahashi,
vice-presidente da Anbima e
presidente da RTM. O curso é
gratuito e as inscrições podem
ser feitas pelo http://migre.me/
elhr2. Outras informações pelo
11-3799-7994 ou [email protected].
Um novo profissional para uma nova comunicação
n Encerrada em 25/4, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, a 16ª
edição do Congresso Mega Brasil de Comunicação reuniu profissionais de todo o
País em 40 atividades, entre elas a homenagem a Domingo Alzugaray e Caco
Alzugaray com o Prêmio Personalidade da Comunicação; e o lançamento do
Anuário Brasileiro da Comunicação Corporativa. O encontro deixa como um de
seus principais legados múltiplas reflexões sobre o intenso e abrangente processo
de mutação nas hostes da comunicação corporativa. Veja a cobertura completa
a partir da pág. 11.
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toda 4ª.feira, às 18h, com reapresentações na 5ª, às 10h, e na 6ª, às 20 horas.
Gilberto Galan
Edição 895
Página 2
São Paulo
Suzana Singer inicia um quarto e inédito mandato como ombudsman da Folha de S.Paulo
n Suzana Singer deu início em
25/4 ao seu quarto mandato
como ombudsman da Folha de
S.Paulo. Nenhum dos nove antecessores na função passou de
três mandatos, casos de Renata
Lo Prete (1998-2001), Bernardo
Ajzenberg (2001-2004), Marcelo
Beraba (2004 a 2007) e Mario
Vitor Santos (1991-1993 e 19961997). Cumpriram dois mandatos
Caio Túlio Costa (1989-1991),
Marcelo Leite (1994-1996) e Car-
los Eduardo Lins da Silva (20002010); e apenas um mandato Junia Nogueira de Sá (1993-1994)
e Mário Magalhães (2007-2008).
No texto com que abriu esse
seu novo mandato, sob o título
Queridos, encolhi o jornal, Suzana
comenta as mudanças no concorrente Estadão e o slogan “A maior
menor mudança” que o jornal já
teve, destacando ser ele “tão
constrangedor quanto a campanha na tevê”. E avança: “Nem
Don Draper, o sexy gênio criativo
de Mad Men, teria se saído bem
diante da missão de convencer o
leitor de que ele está recebendo
menos jornal, pelo mesmo preço,
mas que isso é uma vantagem”.
E cutuca também a própria Folha:
“A diminuição do espaço editorial
não é, porém, prerrogativa do Estadão. A Folha vem emagrecendo
ao longo dos anos, só que de
modo mais suave e preservando
a divisão de cadernos. No anúncio
da última grande reforma gráfica,
em 2010, já se falava em ‘textos
sintéticos e analíticos em pouco
espaço’”. Em entrevista ao jornal
ela diz ver com bons olhos o novo
mandato, pois “permite consolidar o trabalho e identificar vários
pontos que precisam ainda ser
abordados”, mas defende a rotatividade da função por considerar
importante a renovação para o
arejamento de ideias.
Leandro Modé e Raquel Landim deixam o Estadão, ele a caminho da FSB e ela, da Folha de S.Paulo
n Leandro Modé despediu-se
neste início de semana do Grupo
Estado e das redações, para uma
nova experiência profissional,
no segmento da comunicação
corporativa. Convidado pelo
sócio-diretor Tom Camargo, ele
está a caminho da FSB, onde
se integrará nos próximos dias
ao núcleo dirigido por Marcelo
Aguiar. Especializado em finanças e macroeconomia, Leandro
conquistou em 2011, ao lado de
David Friedlander, Sonia Racy
e Fausto Macedo, o Esso de
E mais...
n Na Globo, Carla Vilhena, que
recentemente deixou o Bom Dia
São Paulo, vai para a reportagem
do Fantástico. Em seu lugar assume Rodrigo Bocardi. Além de
novo apresentador, o telejornal
matutino local da emissora terá
novos quadros e uma cobertura
ao vivo mais ampla da cidade.
n Fran Augusti deixou no começo de março o jornal jurídico
Tribuna do Direito, em que atuava
como editor-chefe desde 2000.
Fran foi por dez anos, entre 1990
Agenda-SP
2/5 (5ª.feira) – n Coletiva com os
pilotos brasileiros Helio Castroneves, Tony Kanaan e Bia Figueiredo, que irão disputar no próximo
domingo a etapa São Paulo da
Fórmula Indy. A partir das 14h30,
na Sala de Imprensa montada no
complexo do Anhembi (entrada
pelo portão 35 – rua Professor
Milton Rodrigues), com credenciamento específico no local. O
credenciamento para a cobertura
da corrida já está encerrado.
3/5 (6ª.feira) – n Começa e vai
até domingo no Grand Hyatt São
Paulo (av. das Nações Unidas,
13.301) a 7ª edição do Paladar
– Cozinha do Brasil. Credenciamento com Marco Barone ou
Gabriel Nunes pelos 11-32778891, [email protected]
e [email protected].
Informação Econômica, com o
caso do Banco Panamericano. Ultimamente, além de repórter do
impresso, dividia com Roberto
Godoy a apresentação do jornal
do meio dia da Rádio Estadão
(um dos maiores destaques da
emissora, desde que foi criado
meses atrás), e também atuava
em vídeos para a tevê e nos
eventos do jornal. Estava havia
sete anos no Grupo Estado, em
sua segunda passagem por lá – a
primeira foi em meados de 1997,
logo após ter-se formado no Cure 2000, gerente de imprensa da
Volkswagen do Brasil e anteriormente esteve por 27 anos
no Estadão, ali ocupando várias
funções, como redator, editorialista, repórter e editor. Também
atuou como redator das redes
Globo, Record e Bandeirantes,
em programas do apresentador
Fausto Silva. Seus atuais contatos são [email protected]
e 11-4153-4369.
n Gisele Alexandre, repórter
fotográfica e de texto, deixou,
depois de seis anos, a agência
so de Focas, quando permaneceu na casa por três anos e meio.
De lá passou por UOL, Forbes
Brasil, TV Bloomberg e revista
Foco Economia e Negócios.
n Quem também deixou o jornal, mas a caminho da Folha
de S.Paulo, onde começa em
junho como repórter especial,
é Raquel Landim, que estava
havia quatro anos na reportagem
da editoria de Economia. Antes,
foi por nove anos do Valor Econômico, onde participou da equipe
fundadora. Na Folha, segundo
Coletânea Editorial, do Grupo
MTCom SP. Seus contatos pessoais são gialexandre@hotmail.
com e 11-98414-8949.
n Wanderley Midei (ex-Estadão)
deixou São Paulo por motivo
de saúde e está morando em
Aracaju, com a família da sua filha
Daniela. Lá, ele está disponível
para contribuir com revistas,
jornais de bairro e principalmente
atuar como webwriter ou
blogueiro e para quem quiser
publicar seus contos, crônicas e
poemas. Os contatos dele são
a nova estruturação do jornal,
Raquel terá duplo comando:
responderá a Vinícius Motta,
secretário de Redação e chefe
dos repórteres especiais, e a
Ana Estela de Sousa Pinto,
editora de Mercado, onde ficará
alocada.
n Outro que saiu do jornal foi
Fabio Lemos Lopes, que havia
dois anos era editor no portal
do Estadão. A partir da próxima
semana ele passa a integrar a
equipe de Veja São Paulo.
br. Programação e informações
no www.paladarcozinhadobrasil.
com.br.
4/5 (sábado) – n Quinta edição do
Encontro com Autores e Ideias,
promovido por Mona Dorf em
parceria com o Governo de São
Paulo. O tema da vez é Literatura
em blogs, com participação de
Luiz Bras (ex-Nelson de Oliveira)
e Ivana Arruda Leite. Às 11h,
na Biblioteca de São Paulo (av.
Cruzeiro do Sul, 2.640). Entrada
franca. Mais informações em
http://migre.me/elas6.
7/5 (3ª.feira) – n Wálter Casagrande autografa sua biografia
Casagrande e seus demônios
(Globo Livros), escrita em coautoria com Gilvan Ribeiro. Na
Saraiva do Shopping Center Norte
(travessa Casalbuono, 120), das
19h às 22 horas.
n Bárbara Gancia (Folha de
S.Paulo), Júlia Bussius (Companhia das Letras), Christina Baum
(Pauliceia Literaria) e Neka Menna
Barreto (Neka Gastronomia) participam de bate-papo sobre situação
da mulher do mercado de trabalho,
tema do livro de Sheryl Sandberg,
chefe executiva do facebook, que
está sendo lançado em português.
Às 19h, na Fnac da Paulista (av.
Paulista, 901).
n Na mesma 3ª, lançamento da
segunda edição do livro Retorno
de Investimentos em Comunicação: avaliação e mensuração,
de Mitsuru Higuchi Yanaze
(ECA-USP), Otávio Freire e
Diego Senise, ambos do instituto de pesquisa Ilumeo. Revista
e ampliada, a obra apresenta
pesquisa inédita realizada pelo
Centro de Estudos de Avaliação e
Mensuração em Comunicação e
Marketing da ECA-USP com gestores de comunicação e clientes
internos da área em 50 empresas
do ranking Maiores e Melhores da
Exame. O levantamento revela
como os profissionais planejam,
organizam, avaliam e mensuram
os resultados de comunicação.
Às 19h, na Fnac Pinheiros (Praça
dos Omaguás, 34).
[email protected] e
79-3243-2722 / 11-99402-1262
(TIM).
Pingos nos is – n Na nota sobre a divergência no número de
demitidos do Estadão em São
Paulo, que publicamos em J&Cia
894, citamos não terem sido
computados na conta original
dois editores-executivos que deixaram suas funções no início do
mês e passaram a ser colunistas,
mas por lapso citamos apenas
um: Luiz Américo Camargo; o
outro é Laura Greenhalgh.
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Tributo a Paulo Vanzolini
n J&Cia Memória da Cultura Popular, editado em parceria
com o Instituto Memória Brasil, trará na próxima 2ª.feira
(6/5) entrevista que Paulo Emílio Vanzolini, zoólogo paulistano especializado em herpetologia na Universidade de Harvard, deu a Assis Ângelo, seu amigo por
mais de 30 anos. Também compositor, e dos mais importantes da nossa música popular, Paulo morreu no
último domingo (28/4), em São Paulo, vítima de pneumonia. A entrevista que republicaremos saiu primeiramente nas páginas do suplemento cultural do Diário Oficial do Estado de São Paulo, D.O. Leitura, em
abril de 1990, e em novembro do mesmo ano no hebdomadário carioca Pasquim. Vale ressaltar que um
dos últimos eventos de que participou foi o Roteiro Musical da Cidade de São Paulo, que Assis realizou
no Sesc Santana de janeiro a maio de 2012, com a participação do também amigo Eduardo Gudin (foto).
Vanzolini (esq.), Gudin e Assis
Edição 895
Página 3
São Paulo – continuação
Assessorias-SP
Eugênio Araújo acerta com a Câmara Municipal
n Eugênio Araújo aceitou convite de José Américo Dias,
presidente da Câmara dos Vereadores de São Paulo (e também
jornalista), e é o novo assessor
Institucional da Casa. Ele deixará
o cargo de editor da revista Negócios da Comunicação, onde
está desde agosto de 2012,
mas continuará atuando nos
Projetos Especiais da publicação,
conforme acordo que fez com o
Curtas-SP
n Antonio Carlos Rios Corral,
superintendente do DCI, deixou a
empresa em 23/4 para, segundo
comunicado interno, “abraçar novas oportunidades”. Ao noticiar a
saída, o Portal Imprensa informou
ser provável que Cristiane Quércia
assuma o cargo. Filha do ex-governador Orestes Quércia, ela é a atual
acionista e executiva da Divisão
de Comunicação da Sol Panamby,
controladora do DCI, e integra o
Conselho Editorial do jornal.
n A Câmara Municipal de São
Paulo abriu nesta 3ª.feira (30/4)
licitação para contratar agência
de propaganda. Para participar da
concorrência, os envelopes com
os dados necessários devem ser
enviados antecipadamente – de 2ª
a 6ª.feira, das 11h às 17h, à Comissão de Julgamentos de Licitações
da Casa (viaduto Jacareí, 100, sala
Dança das contas-SP
n O Grupo Máquina é nova agência
responsável pelo relacionamento
de mídia da Zeiss, fabricante alemã
de lentes oftálmicas e sistemas de
alta precisão. Atendimento de
Renata Asprino (renata.asprino@
grupomaquina.com).
n A Ogilvy PR Brasil assumiu
a assessoria de imprensa da
Yamaha, passando a responder
pela distribuição de releases,
redação e publicação semanal de
materiais na área de imprensa do
site da empresa e pelo controle do
empréstimo da frota para testes
junto aos veículos especializados
publisher Marcio Cardial, sem
prejuízos para seu trabalho na
Câmara. Amilton Pinheiro, que
cuidava da revista Panorama, o
substitui na publicação. Eugênio
teve passagens por O Estado de
S. Paulo, Grupo Abril, Associação
Paulista de Jornais (APJ) e dirigiu
os jornais do interior Cruzeiro do
Sul e Jornal de Jundiaí.
­­n Reiko Miura deixou a Comunicação da Fundação Perseu
1.307) – ou entregues no dia da
sessão de escolha da empresa,
prevista para 19 de junho. O edital
está disponível no site da Câmara
Municipal (www.camara.sp.gov.
br) e pode ser solicitado pelo cjl@
camara.sp.gov.br.
n O Comando Militar do Sudeste
promoverá em 23/5 a terceira
edição do Encontro de Gestores da Comunicação. O evento
tem como propósito aproximar
Exército e profissionais de Comunicação. O tema deste ano é a
relação das empresas com seus
públicos. Entre os palestrantes
estarão Márcio Polidoro (Odebrecht) e Bob Vieira da Costa
(Nova/Sb). Às 8h, no auditório do
Comando Militar do Sudeste (av.
Sargento Mário Kozel Filho, 222).
Inscrições gratuitas pelo www.
eventoscmse.wordpress.com.
Mais informações com Capitão
em motocicletas. Atendimento
de Gustavo Ribeiro (gustavo.
[email protected]), sob direção
de Márcio Gaspar (marcio.
[email protected]), que irá
responder diretamente à gerente
de Comunicação da fabricante
Antoniela Silva.
n A br7 (11-3804-7700) é a
nova assessoria de imprensa
da Yamá Cosméticos e da RJ
Consultores Associados, empresa
especializada em software de
venda de passagens rodoviárias.
Daniela Augusto (daniela@
br7comunicacao.com) responde
pelo atendimento.
Abramo para dedicar-se às coleções que serão publicadas pela
entidade ainda em 2013. Seus novos contatos são reiko.publica@
fpabramo.org.br e 11-5571-4299,
ramal 125.
n A Andreoli MSL Brasil está
lançando a ação social MSL Solidária à Cidade, que consiste em
oferecer serviços pro-bono de
comunicação e relações públicas
a uma organização social paulisMarília, Tenente Tiago ou Tenente Filinto pelos imprensa.cmse@
gmail.com e 11-3888-5253.
n Começou em 29/4 a segunda
rodada da série de reportagens
Assaltódromos, da Rádio Bandeirantes. Nela, o repórter Claudio
Junqueira visita os cinco pontos
mais perigosos de São Paulo, indicados por ouvintes, e conversa
com moradores, comerciantes e
motoristas para conhecer a realidade do local, além de repercutir
com autoridades as ações que
estão sendo feitas ou planejadas
para reduzir as ocorrências. As
reportagens vão ao ar nos programas Primeira Hora, Jornal Gente,
Manhã Bandeirantes, Jornal da
Hora, Jornal em Três Tempos e
Jornal de Amanhã.
n Aberto o credenciamento
para as feiras FCE Pharma e
FCE Cosmetique, que este ano
n MR passou a fazer assessoria
de imprensa para a Microquímica,
empresa brasileira que atua na
produção e comercialização de
micronutrientes. Atendimento
de Mariana Giorgiani (mariana@
m rcom uni ca.com .br) e Ivo
Mattos (ivomattos@mrcomunica.
com.br).
irão acontecer de 14 a 16/5, no
Transamérica Expo Center (av.
Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues,
387). Enviar dados para amanda.
[email protected]
ou kadygia.ferreira@s2publicom.
com.br, até 10 de maio.
n Abertas as inscrições para o
5º Simpósio de Comunicação da
ABF, que este ano terá entre seus
palestrantes o apresentador e âncora do SPTV Carlos Tramontina.
Durante o evento serão apresentados cases de sucesso de marcas
associadas à entidade. O custo
para participação do evento, que
acontece no Centro de Capacitação da ABF (av. das Nações
Unidas, 10.989) é de R$ 250 e
quem quiser participar deve entrar
em contato com Caroline Prado
(11-3020-8846 e [email protected].
br). Mais informações pelo www.
portaldofranchising.com.br.
Herzog: jornalismo e direitos
humanos no Brasil, no próximo
dia 14/5, às 19h, no Cineclube
Cauim, em Ribeirão Preto (rua
São Sebastião, 920, centro).
Inscrições gratuitas (vagas
limitadas) pelo eventos@
nucleodanoticia.com.br ou 163237-7367 / 7368 / 7369.
São Paulo – Interior (*)
Assessoria-Interior
n Ivo Herzog, filho de Vladimir
Herzog e diretor do Instituto
Vladimir Herzog, e Audálio
Dantas, autor do livro As duas
guerras de Vlado Herzog, vão
ministrar a palestra Vladimir
tana, sem fins lucrativos, escolhida via seleção pública. Será
oferecido à organização social o
valor de R$ 40 mil em horas de
profissionais da agência, projeto
inspirado em uma ação voluntária
feita pela MSL Nova York. O edital
do projeto pode ser conferido no
http://andreolimsl.com.br e as
organizações sociais podem se
inscrever até 28 de junho.
n A Conceito, de Ribeirão Preto,
comandada por Sonia Maggiotto
([email protected]),
conquistou as contas de Unimed
Ribeirão Preto e Rodonaves
Transportes.
(*) Com a colaboração de Thell de Castro ([email protected] e 16-8833-0543).
Minas Gerais (*)
Mineiros famosos estão na edição especial de aniversário de Veja BH
n Veja BH, que completa agora
em maio seu primeiro ano de
vida, terá no próximo sábado
(4/5) uma edição comemorativa
com mineiros famosos, escolhidos pela redação, que contarão
histórias, curiosidades da cidade
e apontarão lugares preferidos na
capital. Além disso, os cronistas
da revista Luís Gissoni e Cris
Guerra farão pela primeira vez
uma crônica juntos, falando sobre
o aniversário da publicação. O
veículo estreia também duas novas colunas, uma sobre animais
de estimação, que trará dicas de
especialistas, fotos de leitores
com seus pets, feiras de adoção
etc.; e outra sobre o interior de
Minas Gerais, abordando uma
cidade por edição, para dar um
tom de familiaridade aos leitores
belo-horizontinos, que em sua
grande maioria têm familiares
em outras cidades. O diretor de
redação Alessandro Duarte comemora o crescimento da revista,
que ganhou em março o Prêmio
Minas de Comunicação, na
categoria Veículo do Ano – Mídia
Impressa Revista, e destaca
algumas edições: “A primeira foi
muito bacana, pois abordamos o
crescimento econômico e social
da cidade em um período de dez
anos. Para quem mora aqui é
FSB promove debate sobre as novas tecnologias e a reputação das empresas
n A FSB promove em Belo Horizonte na próxima 3ª.feira (7/5),
às 18h30, no auditório do Ibmec
(rua Rio Grande do Norte, 300 –
Funcionários), o evento As novas
tecnologias e a reputação das
empresas, que reunirá a diretora-executiva da FSB Digital Rizzo
Miranda, ganhadora de um Leão
em Cannes na Categoria PR –
Melhor Uso de Redes Sociais,
o advogado especializado em
Direito Digital Alexandre Atheniense e Leonardo Chebly,
diretor-executivo da agência de
comunicação JChebly. A mesa-redonda vai colocar em pauta
como a revolução digital está
transformando as empresas e
os negócios, pois enquanto as
organizações se esquivam de
olhar para o ecossistema digital, o cidadão conectado trata
de falar das marcas na rede à
sua maneira. Inscrições pelo
[email protected] ou
31-3247-5757.
n O portal O Tempo Online passará por mudanças em maio: o
nome será apenas O Tempo, as-
sim como o jornal; o leiaute será
redesenhado; e novos canais e
uma nova estrutura com conceito
diferenciado serão apresentados
aos internautas. As mudanças
objetivam reforçar a identidade do
jornal impresso no portal.
n O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
Fernando Pimentel é o novo colunista do jornal O Tempo. Ele vai
escrever aos sábados sobre os
reflexos que os fatos econômicos
têm no cotidiano dos cidadãos.
n Também o Estado de Minas
mais difícil ter noção da evolução
contínua, e diante dos dados
numéricos isso fica mais notório.
Além dessa, tivemos outras edições que foram bem diferentes,
como a em que abordamos a
exposição de Caravaggio, que
ocorreu primeiro em BH; ou uma
outra sobre política, veiculada
na época das eleições, em que
entrevistamos os dois principais
candidatos a vereador”.
está com uma coluna nova, Giro
Saudável, na página de saúde,
com notas factuais sobre saúde
e bem estar, sem periodicidade
definida. Sugestões para Cristiana Andrade, no cristianaandrade.
[email protected].
n E completou nove anos em
abril a coluna Quem Sabe, do
jornal Edição do Brasil, de responsabilidade de Paulo Cesar
Pedrosa (paulocesarpedrosa@
yahoo.com.br), que também é
advogado. Ele aborda assuntos
variados do cotidiano.
(*) Com a colaboração de Admilson Resende ([email protected] – 31- 8494-9605), da Zoom Comunicação (31-2511-3111 / 8111)
Edição 895
Página 4
Rio de Janeiro
Eleição da ABI é realizada sub judice
n A ABI realizou em 26/4 sua
eleição para Diretoria e Conselho.
Dos três mil associados da entidade, apenas 201 (6,7%) compareceram para votar. A chapa única
Prudente de Morais, liderada
por Maurício Azêdo (que pela
quarta vez concorreu à reeleição),
recebeu 188 votos, 45 dos quais
de integrantes da própria chapa;
houve 12 votos em branco e um
nulo. A eleição foi realizada sub
judice, por determinação da juíza
Maria da Glória Bandeira de Melo,
depois que a chapa de oposição
Vladimir Herzog entrou com
uma ação para adiamento do
pleito, alegando ter sido impedida
de se registrar. A juíza manteve
a data, mas colocou o resultado
pendente do julgamento da ação,
podendo ser ratificado ou anulado. Durante a semana, houve tro-
Vaivém-RJ
n Wellington Bahnemann deixa
a sede em São Paulo e começa
esta semana na sucursal Rio do
Estadão, sempre como setorista
de Energia.
ca de farpas dos dois grupos pela
internet. Enquanto a oposição
conclamava os sócios, por e-mail,
a se recusarem a comparecer, por
considerar a eleição ilegítima, a
situação divulgava em seu site
um texto de Mário Augusto
Jakobskind que conclamava
ao comparecimento e continha,
na plataforma da campanha, a
promessa de que Azêdo “certamente dará agora espaço especial
ao chamamento de novos jornalistas para integrar o seu corpo
de associados, no propósito de
preparar a ABI para ser o espaço
de formação do futuro”.
n A Associação da Imprensa de
Pernambuco (www.imprens-pe.
com.br) divulgou o apoio às reivindicações da chapa Vladimir
Herzog, com palavras de seu
presidente Múcio Aguiar: “AcreRegistro-RJ – n Sirlene Chervezan morreu em 24/4, em
decorrência de câncer de mama,
depois de três anos doente. Era
paulista, formada em Comunicação pela FAAP e em Sociologia
ditamos que a mudança nasce
nas alternâncias das gestões (...),
acreditamos que cada presidente
eleito tem seu tempo, e um novo
tempo começa agora”. Até que
a ação seja julgada em definitivo,
a oposição montou o blog www.
chapavladimirherzog.blogspot.
com.br e propõe aos interessados
deixarem ali seus endereços para
correspondência futura.
n Quem também se manifestou
sobre as eleições foi Andrei Bastos, que publicou em seu blog
(www.andreibastos.com.br/blog)
e distribuiu aos amigos o seguinte texto: “O sonho do Azêdo é
morrer como presidente da ABI,
sua derradeira oportunidade de
‘entrar para a história’. Por isso,
tentará se reeleger até conseguir.
O problema é que, não largando
a alça ‘do próprio caixão’, ele
pela PUC-SP. Morava no Rio
havia 20 anos, trabalhou em TV
Manchete e Rádio CBN, foi assessora da Associação Comercial,
da Secretaria de Estado de Meio
Ambiente e, por último, da Se-
levará a instituição junto. Além
disso, Azêdo e sua corte perderam a noção do ridículo e ficam
‘rasgando seda’ um para o outro,
dando-se importância descabida.
O problema é que, incapacitada e
só preocupada em alisar os próprios egos, essa turma pra lá de
provecta não tira a água do barco
que está afundando”.
n Além da ABI, também esquenta a disputa eleitoral no Sindicato
dos Jornalistas do Município, com
votação marcada para julho próximo. Antes mesmo do registro
formal das chapas, uma batalha
epistolar pelo facebook ocorre
entre atual diretoria, encabeçada
por Suzana Blass, que responde
agora aos ataques que Alberto
Jacob Filho, presidente da Arfoc
e diretor-secretário do próprio
Sindicato, fez nos últimos meses.
cretaria de Cultura. O enterro foi
no cemitério Vila Alpina, em São
Paulo. Na 3ª.feira (30/4), amigos
mandaram celebrar Missa de 7º
Dia na Igreja de N.Sra. do Carmo,
no Centro do Rio.
Assessorias-RJ
Luzia Giffoni volta ao Rio e assume assessoria do TJ
De Brasília – n Luzia Giffoni
([email protected]) assumiu
nesta 2ª.feira (29/4) o comando da
Assessoria de Imprensa do Tribunal
de Justiça do Rio de Janeiro, em
substituição a José Carlos Tedesco.
Após dez anos em Brasília, dedicados
a Procuradoria Geral da República,
Defensoria Pública do Distrito Federal
e magistério no Centro Universitário
de Brasília (UniCEUB), ela volta à
cidade natal trazendo na bagagem
duas estatuetas do Prêmio Nacional
de Comunicação e Justiça.
n O MZ Group (www.mzgroup.
com.br), empresa de relações
com investidores e comunicação corporativa, com sede em
São Paulo, inaugurou escritório
no Rio. Bruno Fisbhen (bruno.
[email protected]), enge-
nheiro formado pela UFRJ, com
carreira em empresas de tecnologia e engenharia, foi contratado
como gerente da nova unidade. O
novo escritório fica na rua Alcindo
Guanabara, 25, 18º, Centro (213549-4145).
Curtas-RJ
eventos que vêm por aí; é preciso
se preparar muito bem. Pretendemos conseguir mais velocidade
para executar o que pretendemos:
produtos cada vez melhores, novo
patamar de audiência, trabalho
conjunto com outras seções. O
Lancenet foi ao ar em 1997, uma
semana antes de o jornal ir para
as bancas, o que mostra o DNA
digital do Lance. Temos muitos
usuários fiéis, e isso representa
uma vantagem competitiva”.
n Uma edição de luxo de 200
Crônicas Escolhidas de Rubem
Braga é o lançamento da Editora
Record, prosseguindo com as co-
memorações pelo centenário de
nascimento do autor. A obra tem
apresentação de José Castello e
nota final de Dalton Trevisan, e
traz textos publicados até 1937,
escolhidos por Braga a partir de
uma seleção original do amigo
Fernando Sabino.
n Até 16/5 estão abertas as
inscrições do curso Direito para
jornalistas, oferecido pela Escola
de Direito da FGV. O curso é
gratuito e será ministrado no
Rio entre 8 e 13 de julho. Há
um edital de seleção no www.
fgv.br/direitorio, e exige-se do
profissional interessado que envie
um trabalho que tenha recebido
algum prêmio ou tido repercussão.
Os candidatos de outros estados,
se forem selecionados, poderão
ter passagem e hospedagem
custeadas pela Fundação. Além das
aulas de Direito Penal, Tributário,
Ambiental, Constitucional,
Econômico e Trabalhista, haverá
aulas de Regulação e Licitações,
Segurança Pública e Direitos
Autorais. A cadeira sobre Direitos
Humanos é uma novidade nesta
terceira edição do curso. Entre
os docentes, estão os juristas
Joaquim Falcão, Carlos Ayres
Britto e Nelson Jobim.
n O grupo Lance criou uma Diretoria de Mídias Digitais, a cargo
de Paulo Henrique Ferreira,
anteriormente gerente-executivo
dessa área. Ele terá o apoio de
João Gabriel Pereira, gerente de
Operações Web, uma equipe de
20 pessoas e a tarefa de integrar
redação, marketing e comercial
para desenvolver novos produtos
e administrar o relacionamento
com os leitores nas várias plataformas. Sobre a nova função,
Ferreira comenta: “Mídia digital é
um investimento importante para
o Lance, às portas dos grandes
Portal dos Jornalistas
Com José Eduardo Barella, Portal chega ao 4.500º perfilado
n Com a inclusão do perfil de José
Eduardo Barella, profissional
com 25 anos de profissão e passagens por Veja e Grupo Estado, de
onde saiu recentemente, o Portal
dos Jornalistas chega esta semana ao seu 4.500º perfilado. Barella
começou a carreira na Editora Abril
em 1986 e ali passou por várias
publicações, até chegar a Veja no
ano seguinte. Após dois anos na
revista, transferiu-se para o Jornal
da Tarde, onde atuou em diversas
funções até retornar a Veja, em
2001. Novamente no caminho
inverso, assumiu em 2006 como
chefe de Reportagem da editoria
Vida do Estadão; de lá para cá passou por várias editorias e de julho
de 2011 até seu desligamento, no
início do mês, vinha atuando como
editor do caderno mensal Planeta.
n A semana marcou ainda a inclusão dos perfis de profissionais
como Helle Alves e Bernardo Kucinski, além de Marcelo Beraba
(Grupo Estado), José Roberto de
Toledo (Estadão e RedeTV), Evandro Spinelli (Folha de S.Paulo),
Ana Flor (Thomson Reuters), Luiz
Fara Monteiro (Record News),
Paula Azzar (Band), Maria Clara
Póvia (Elle), Marilia Serra (TV
Senado), Marcus Barreto (TV
Record), Edgard Alves (Folha de
S.Paulo), Alessandra Alves (Rádio Bandeirantes) e das criadoras
do site Coisas de Diva Sabrina
Sá Olivetti, Marina Fabri e Thais
Marques.
De papo pro ar
Amigo comum
Assis Ângelo, jornalista, estudioso
da cultura popular e presidente do
Instituto Memória Brasil
http://assisangelo.blogspot.com.br
Certa vez levei um amigo para dividir cerveja
com Paulo Vanzolini. Era raro eu fazer isso.
Fins dos anos 1970, ou começo dos 80. Papo
animado e três ou quatro geladinhas depois,
Paulo fitou o meu amigo nos olhos e disse:
– Pela sua voz, acho que conheço você.
E o meu amigo:
– A sua fala também não me é estranha.
Os dois se levantaram rindo e se abraçaram.
O amigo comum era Geraldo Vandré.
Edição 895
Página 5
Brasília
Igor Silveira retorna ao Correio Braziliense
n Igor Silveira está de volta ao
Correio Braziliense para suprir uma
das vagas na subeditoria de Cultura
com as saídas de Sérgio Maggio
e Tereza Albuquerque (ver J&Cia
893). Igor trabalhou em Política até
2011 e saiu do jornal para atuar na
Executiva Nacional do PSDB.
n Flávia Gomes, gerenteexecutiva da Santa Fé Ideias,
deixou a agência e quem a sucede
no cargo é Carin Leinig (carin@
santafeideias.com.br), que atua ao
lado do diretor executivo Maurício
Jr.. Também publicitária, Flávia
passa a se dedicar à criação da
Solucionare, agência com foco em
projetos especiais e treinamentos
em comunicação, e a integrar o
quadro de consultores externos da
Santa Fé. Seus novos contatos são
flavia@solucionarecomunicacao.
com.br e 61-4103-2262.
n Christian Escot Morais sai
da Coordenação de Conteúdo
da Câmara dos Deputados, onde
cuida da grade de programação
da Rádio Câmara, e a partir desta
5ª.feira (2/5) passa a integrar
a equipe da Assessoria de Im-
prensa da instituição. A área é
comandada por Malva Duarte, e
tem também Maria Clarice Dias
como assessora.
n A Proativa (proativacomuni
cacao.com.br e 61-3242-9058)
comemora a chegada da conta
do Consórcio Metropolitano,
composto por quatro empresas
de transporte coletivo: Transporte
Cidade Brasília, MCS, Rota do
Sol e Cootransp. O consórcio
participa atualmente da licitação
que vai renovar o sistema de
transporte público do DF, disputando o direito de operar a Bacia
1, que compreende o trecho das
cidades-satélites de Sobradinho,
Planaltina, Sobradinho II, Cruzeiro,
Lago Norte, Sudoeste/Octogonal,
Varjão e Fercal. As regiões terão
uma frota prevista de 417 ônibus.
Curtas-DF
Assessorias-DF
Flávia Gomes deixa a Santa Fé
n Com o intuito de facilitar
a relação entre jornalistas e
pesquisadores, a Secretaria de
Comunicação da UnB passa a
oferecer na internet o sistema
de busca Nossos Pesquisadores,
um banco de fontes com informações sobre 135 profissionais
da universidade. Há registros de
que veículos de comunicação
nacionais e internacionais acionaram os serviços da UnB mais
de 60 mil vezes nos últimos sete
anos, a maioria concentrada na
busca por especialistas que
contribuam para a elaboração de
reportagens. O sistema admite
três possibilidades de busca:
por assunto, por departamento
ou por nome. Todos os especiaser lucrativos?, ao lado dos também palestrantes Amure Pinho,
Everaldo Coelho, Anderson Fér
e Mateus Braga.
n A série do Correio sobre a morte de Oscar Niemeyer recebeu
menção honrosa no prêmio The
2013 Newspaper Award – categoria International Newspaper of
The Year –, dedicada as publicações que se destacaram na mídia
impressa entre outubro de 2012
e fevereiro de 2013.
n Ainda sobre o Correio, o jornal
veiculou nesta 2ª.feira (29/4) o
suplemento especial Educação
& Cidadania, caderno com 12
páginas que aborda temas fundamentais para a formação cidadã,
como o papel de educadores no
fortalecimento da cidadania e
listas cadastrados autorizaram a
divulgação dos dados à imprensa. Os nomes disponíveis são,
inicialmente, de pesquisadores
homenageados com o Prêmio
Parceiros da Imprensa 2012, concedido aos que mais atenderam
demandas da mídia no período. A
participação no banco, no entanto, não é restrita. A ferramenta
será ampliada de forma contínua,
conforme solicitação dos pesquisadores. A UnB informa que
o atendimento à imprensa não
sofreu qualquer tipo de alteração
e continua a ser realizado pelos
[email protected] e 613107-0542 / 0538 / 0535.
n A série de reportagens do
Correio Braziliense que venceu o
Prêmio Esso de Jornalismo 2007,
sobre a criação de um serviço
secreto dentro do Ministério de
Relações Exteriores, foi um dos
temas do documentário Rede
Condor, sobre a Operação Condor, exibido em março pelo canal
Discovery Channel. Assinadas
por Cláudio Dantas Sequeira,
elas revelaram que, entre 1966
e 1985, diplomatas foram escalados para compor o Centro de
Informações do Exterior (Ciex),
primeira agência vinculada ao
Sistema Nacional de Informação
(SNI), um dos órgãos-chave do
aparato de repressão política do
regime militar. Dados exclusivos,
obtidos pelo repórter revelaram
que os refugiados brasileiros
contrários à ditadura não tiveram
refúgio seguro, pois o serviço se
estendia por países da América
Latina, da Europa, incluindo a
antiga União Soviética, e do norte
da África.
n O Correio também participou,
na semana passada, do evento
sobre conteúdo mobile Brazilian
Application Seminar. O encontro,
inédito no País, reuniu no Ópera
Hall, em Brasília, desenvolvedores, empreendedores, líderes
empresariais, comunicadores,
investidores, representantes
de startups e apaixonados pelo
mundo digital. Alexandre Botão,
editor de Esportes do jornal, que
tem mestrado em Jornalismo
Digital em Dispositivos Móveis,
participou em 26/4 da palestra
Aplicativos focados em mídia
para aparelhos móveis podem
dados sobre o nível de analfabetismo e de escolaridade no DF.
Destaca ainda ações de inclusão
social, como a educação continuada e a alfabetização de jovens
e adultos, e temas como o mercado de trabalho, a importância
da qualificação profissional e a
necessidade de investimentos no
setor educacional. No dia seguinte, também houve lançamento do
suplemento Motociclista Urbano,
com o lema Pilotar sobre duas
rodas é para quem sabe usar.
Respeitar é para todos.
n A Secretaria de Assuntos
Estratégicos da Presidência da
República lançou nesta 2ª.feira
(29/4), no Anexo I do Palácio do
Planalto, a terceira edição do caderno Vozes da Nova Classe Mé-
dia. O evento foi promovido em
parceria com a Caixa Econômica
Federal e o Programa das Nações
Unidas para o Desenvolvimento
(PNUD). Mais informações pelos
61-9839-9836 e 21-3515-8627 /
8536-4655.
n Em reunião com o Sindicato
dos Jornalistas do DF, Hélio
Queiroz, presidente do jornal Alô
Brasília, admitiu o não-pagamento
da Participação nos Lucros e Resultados e auxílio-creche de seus
funcionários. Questionado sobre
os salários abaixo do piso, ele
argumentou que os profissionais
não trabalham mais do que cinco
horas diárias, e que se o horário
se estende um pouco, o jornal
utiliza uma escala de folga para
compensar as horas extras. Nas
palavras de Wanderlei Pozzembom, vice-presidente do Sindicato, “o jornal precisa atender às
regras estipuladas pelo Acordo
Coletivo. O bônus do PLR foi
criado pelo próprio patronato e
é um mecanismo utilizado como
ferramenta na hora de negociar
o ganho real da categoria. Isso é
um abono que precisa ser pago”.
n O Sindicato firmou parceria
com a Câmara Legislativa do
DF para a realização do Mês da
Fotografia, em agosto, quando
se comemora o Dia Mundial da
Fotografia. Estão previstas uma
exposição de fotos e uma homenagem ao fotógrafo Gervásio
Baptista, cidadão honorário do
Distrito Federal. Os órgãos também discutiram sobre a proposta
para a viabilização do 1º Prêmio
de Imprensa Gervásio Baptista
de Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, concurso que
reconhecerá trabalhos que se
destacaram durante o ano em
seis categorias: Fotografia, Cinegrafia, Impresso, Rádio, Tevê,
Internet e Arte Gráfica.
n E vão até a próxima 4ª.feira (8/5)
as consultas públicas sobre a revisão do estatuto do Sindicato. Pelo
endereço www.estatutosjpdf.
wordpress.com, o associado poderá fazer comentários e acessar a
nova proposta, bem como o texto
do documento ainda em vigor. O
objetivo da revisão é modernizar
a gestão do Sindicato e oferecer
melhores condições para que
diretoria possa atuar em defesa
da categoria. Outro propósito é
adequar a Comissão de Ética às
regras nacionais aprovadas com
o Código de Ética dos Jornalistas,
em 2006. A principal mudança,
no entanto, é a transformação
do modelo de diretoria, de presidencialista para colegiada, com
o intuito de desconcentrar as
atribuições do presidente e melhorar a organização do trabalho
dos diretores. Outra sugestão
da entidade é a integração das
diretorias do Sindicato e do Clube
da Imprensa. Na próxima 2ª.feira
(6/5), o Sindicato irá realizar um
debate com entidades parceiras
com o objetivo de conhecer outras
experiências de gestão colegiada.
n O Ministério Público do Trabalho promoveu em 23 e 24/4,
em seu auditório, em Brasília, o
seminário Escravidão, Copa do
Mundo, Trabalho Infantil e Turismo Sexual. O objetivo do evento,
que reuniu jornalistas de todo o
País, foi mostrar aos profissionais
como é o cotidiano dos procuradores do Trabalho, e estimular a
descoberta de novas abordagens
para tratar de temas atuais em
discussão na mídia. O encontro
foi aberto com o lançamento do
projeto O MPT, a Sociedade e o
Cidadão, de fortalecimento da
relação com as instituições de ensino. O encontro também contou,
entre outros, com a participação
de representantes da Comissão
Nacional para a Erradicação do
Trabalho Escravo, da Secretaria
de Direitos Humanos e da Orga-
nização Internacional do Trabalho.
No último dia, jornalistas mediaram mesas-redondas para discussão de temas como Grandes
Obras da Copa do Mundo, o caso
McDonald’s, o Trabalho Infanto-juvenil e o Turismo Sexual. Mais
informações com Alessandro
Soares (alessandro.soares@mpt.
gov.br e 61-3314-8222).
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Correspondentes Estrangeiros
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Perfis biográficos dos jornalistas
brasileiros e o noticiário com
o vaivém profissional
Edição 895
Página 6
Brasília – continuação
Agenda-DF
Jornalistas debatem em Brasília megaeventos esportivos
n O Projor – Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo promove nas próximas 3ª e 4ª.feiras (7
e 8/5), a partir das 9h, no Auditório
da Apex Brasil, o Seminário Internacional de Jornalismo Esportivo,
Sociedade e Indústria – Os Desafios de 2014 e 2016. Participarão
dos debates 20 jornalistas e especialistas brasileiros e estrangeiros,
que abordarão temas da cobertura
jornalística de esportes com foco
nos megaeventos esportivos
que o Brasil irá sediar até 2016.
Entre os convidados estão André
Fontenelle (SporTV), Caio Magri
(Instituto Ethos), Cesar Itiberê (IstoÉ), Eduardo Zebini (FoxSports),
Fábio Seixas (Folha de S.Paulo),
Gustavo Poli (Globoesporte.
com), Joanna de Assis (SporTV),
Jorge Luiz Rodrigues (O Globo),
Juca Kfouri (ESPN/Folha de
S.Paulo), Luiz Antonio Prósperi
(O Estado de S. Paulo), Luiz
Caversan (Folha.com), Marluci
Martins (Extra), Marta Salomon,
Mauricio Stycer (UOL), Paulo
Calçade (ESPN Brasil) e Paulo
Rossi (Ministério do Esporte),
além de Andy Richardson (Al
Jazeera English), James Dart
(The Guardian) e Thom Loverro
(ESPN Radio/Washington). Eles
falarão sobre O papel das mídias
sociais na cobertura dos megaeventos esportivos; Técnicas da
cobertura jornalística de espor-
tes; Megaeventos esportivos e
Sociedade; Como aproveitar a
Copa do Mundo para a promoção
dos negócios brasileiros; Emoção e objetividade na cobertura
esportiva; A atuação da jornalista
mulher num universo basicamente masculino; e Ética no Esporte.
O encerramento, na 4ª.feira, às
12h30, será de Luiz Egypto,
redator-chefe do Observatório
da Imprensa. Informações com
Sandra Muraki (projetos@projor.
org.br e 11-9 9263-4746).
7/5 (3ª.feira) – n Fórum Liberdade
de Imprensa & Democracia, para
discutir o papel do jornalismo
como garantia aos regimes democráticos. Estão entre os con-
vidados Cátia Seabra (Folha de
S. Paulo), Dad Squarisi (Correio
Braziliense), Fábio Pannunzio
(Bandeirantes), Maria Eugênia
Moreira (Jornal de Brasília),
Fernando Tolentino de Sousa
Vieira (Imprensa Nacional), Hugo
Studart (PUC-Brasília), Nereide
Beirão (EBC) e Théo Rochefort
(Abert), além da senadora Ana
Amélia Lemos e da ministra
da Comunicação Social Helena
Chagas. Inscrições pelo http://
migre.me/ek9lH. Mais informações com Gisele Sotto, pelos
[email protected].
br e 11-2117-5312. No Museu da
Imprensa Nacional (SIA, Quadra
6, Lote 800), das 9h às 18 horas.
cias e também cobria eventuais
ausências dos apresentadores
da casa.
n Maíra, a propósito, havia substituído Tulio Milman, que estava
no comando do Teledomingo
havia 14 anos e desligou-se para
tocar o programa de entrevistas
Mãos e Mentes, pela TVCOM,
também integrante do Grupo
RBS, lançado em outubro e que
estreou nova temporada nesta
2ª.feira (29/5). As 136 entrevistas
realizadas na primeira temporada estão disponíveis no site da
TVCOM (http://bit.ly/12TOiHL).
n O Grupo Bandeirantes escalou
Oziris Marins para acompanhar
a comitiva, liderada pelo governador Tarso Genro, que está
no Oriente Médio em busca de
parcerias, negócios e novos mercados para os produtos do Rio
Grande do Sul. Até 3/5, contribui
com participações nos programas
Band Cidade e Brasil Urgente, na
Band TV, e com boletins no Jornal
Gente, Manhã Bandeirantes, Ciranda da Cidade e Tempo Real, da
Rádio Bandeirantes, e na BandNews FM, com participações no
BandNews Porto Alegre (1ª e 2ª
Edição), Redação BandNews e
nos noticiários locais.
n Também Nelson Matzenbacher Ferrão acompanha a missão
pelo Grupo Sinos. A cobertura
dele pode ser conferida diariamente em colunas no Jornal NH
e em boletins na Rádio ABC 900.
Pelo Grupo RBS, a cobertura está
a cargo de André Machado.
que registrou nos Estados Unidos e no Brasil, confirmando o
seu pioneirismo no campo das
telecomunicações.
n A edição conjunta de 30/4 e
1º/5 do Jornal do Comércio chega aos leitores com novidades
no projeto gráfico. O leiaute traz
linhas mais grossas e espaços
brancos maiores e acima do cabeçalho passou a ser estampada
a frase “Há 80 anos o jornal de
economia e negócios do RS”.
A contracapa e as páginas 2 e
3 também tiveram mudanças
na diagramação e o site passa
a apresentar visual mais limpo e
novos recursos, como previsão
do tempo. Mércio Tumelero,
presidente do jornal, confirmou
ainda a aquisição de uma nova
sede na av. São Pedro, 1.282, e
deve deixar em breve seu atual
endereço, na av. João Pessoa,
após quatro décadas no local.
n A Revista Manhã anuncia em
13/5 os vencedores da 23ª edição
do Top of Mind – As Marcas do
Rio Grande. A cerimônia acontecerá durante brunch exclusivo
para profissionais da imprensa,
no Restaurante Épico do Grêmio
Náutico União (rua João Obino, 300), a partir das 10 horas.
Confirmação de presença pelo
[email protected] ou
51-3230-3551, com Raphaela
Donaduce Flores.
Rio Grande do Sul (*)
Novidades em jornalísticos do Grupo RBS
n O Grupo RBS tem novidades
em alguns de seus programas
jornalísticos. No ano em que
completa 30 anos no ar, o Bom
Dia Rio Grande, da RBS TV, apresenta mudanças nas vinhetas,
logomarca, cenário e equipe.
Ancorado por Carla Fachim,
passa a contar com espaço para
receber entrevistados e participantes especiais no estúdio,
que deixa de dividir com outro
noticiário da casa, o Jornal do
Almoço, e ganha cenário próprio.
A repórter e ex-apresentadora
do Teledomingo Maíra Gatto
passa a ter participação fixa no
matinal, onde assume o quadro
Mobilidade Urbana, que mostra
imagens captadas por câmeras
espalhadas pela Capital, trazendo
dicas sobre como evitar conges-
tionamentos e lentidões pelas
ruas e avenidas. Completam a
equipe do jornal Cristiane Silva,
com a previsão do tempo, e Thiago Morão, com as informações
do esporte. A atração, que vai
ao ar de 2ª a 6ª.feira, a partir das
6h30, também traz novidades nas
vinhetas de abertura e chamadas
de bloco, com novas arte e trilha
sonora, e logomarca renovada,
com o mapa do Rio Grande do Sul
estilizado em linhas horizontais
azuis ganhando contornos mais
fortes e dois tons diferenciados
de cor.
n Com a ida de Maíra para o Bom
Dia Rio Grande, ela deixa de comandar o Teledomingo após sete
meses no posto. Em seu lugar
assumiu Daniela Ungaretti, que
era apresentadora do RBS Notí-
Curtas-RS
do Espírito Santo, presidente do
Instituto Histórico e Geográfico
do Rio Grande do Sul, Euclides
Torres será o mais novo membro
da entidade. Atualmente aposentado, residindo em Caçapava do
Sul, Torres atuou em redações
de jornais em Porto Alegre e no
Rio de Janeiro e foi professor
de Jornalismo na UFRGS. Sua
posse está marcada para 3/7,
em encontro de entidades do
gênero a se realizar em Lajeado.
Vale ressaltar que o Instituto
Histórico e Geográfico do RS é
depositário de grande parte da
documentação das invenções do
padre-cientista Roberto Landell
de Moura, incluindo as patentes
n A publicação da reportagem
especial Órfãos da Violência
Doméstica na edição de 28/4
da Zero Hora gerou repercussão
em Brasília. Encabeçada pela
senadora Ana Rita (PT/ES), uma
reunião de trabalho foi agendada na Capital Federal para 9 de
maio. A reportagem de Kamila
Almeida exigiu quatro meses de
apuração. No especial, ela aponta
que de 2011 para 2012 dobrou
o número de mulheres mortas
por seus companheiros no Rio
Grande do Sul, o que gerou 157
órfãos. Veja a íntegra em http://
migre.me/elbY2.
n A convite de Miguel Frederico
E mais...
(*) Com o portal Coletiva.Net (www.coletiva.net)
Movimento Landell de Moura
Peça sobre Landell volta a Porto Alegre
n Landell de Moura – O incrível
padre-inventor, peça que recria a
saga do cientista gaúcho Roberto Landell de Moura, encenada em
Porto Alegre no ano passado, está de volta à cidade desde o último
Leia na edição 203
dia 26/4, agora no Teatro de Câmara Túlio Piva (rua da República, 575).
Com texto de Hercules Grecco, direção de Camilo de Lélis e Leonardo
Barison no papel principal, fica em cartaz até 19/5, 6as e sábados às
21h e domingos às 20h30. Ingressos a R$ 25.
n A campanha desenvolvida para o Time Nissan, que faturou dois importantes prêmios de Relações
Públicas; a anúncio da Ogilvy PR como agência para a conta da Yamaha; e o lançamento do aplicativo
da Bridgestone para a Copa Libertadores, em parceria com a Fox. A edição traz ainda uma entrevista
com Rodrigo Rumi, novo diretor do portfólio de feiras automotivas da Reed; a confirmação da presença de Emerson Fittipaldi no IV Fórum
Abraciclo; e o Encontro Paulista de Autos Antigos, que abre inscrições para sua 18ª edição.
n Em Destaque da semana, Luís Perez critica eventos que obrigam jornalistas automotivos a prolongados jejuns forçados e tempo demais
nos traslados – e de menos em contato com os lançamentos.
Jornalistas&Cia Imprensa Automotiva – todas as 6ªs.feiras nas mesas e computadores
dos principais jornalistas e assessores de imprensa ligados ao setor automotivo.
Peça sua inclusão no mailing gratuito pelo e-mail [email protected] ou leia diretamente no site www.jornalistasecia.com.br.
Edição 895
Página 7
Master em Gestão Estratégica e de Marcas
n Em função do apoio de divulgação aos cursos Master do Instituto
Internacional de Comunicação Social (IICS), J&Cia reproduz a seguir
texto de Cláudio Amaral ([email protected]) sobre palestra de
Laurentino Gomes no Master em Gestão Estratégica e de Marcas.
Publicar livros exige investimentos pessoais
Escritor desde 1997, Laurentino Gomes explicou como é a rotina de um autor de sucesso
Por Cláudio Amaral, especial para Jornalistas&Cia
Laurentino Gomes não esperou que a aposentadoria lhe
caísse no colo. Mesmo sabendo
que teria os benefícios de quem
ocupava cargo de destaque entre
os executivos da Editora Abril.
Em 2008, resolveu correr todos
os riscos possíveis e imagináveis
– e até os inimagináveis –, pediu
demissão e se arriscou numa empreitada própria: escrever livros
a respeito da história do Brasil,
mesmo não sendo historiador,
como faz questão de dizer. E não
se arrepende. Até porque hoje
ganha mais do que o polpudo
salário que recebia na ocasião
dessa importante decisão.
Na terceira vez em que esteve
no IICS, 6ª.feira, 26/4/2013, a convite do professor Carlos Alberto
Di Franco, diretor de Comunicação do Instituto Internacional de
Comunicação Social, Laurentino
falou de suas experiências aos
alunos do Módulo 2 do Master
em Gestão Estratégica e de Mar-
cas. Declarou-se paranaense de
nascimento, ituano de coração e
admirador do trabalho do Master:
“Creio que o Master preenche
muito bem as lacunas do Jornalismo ensinado nas nossas
faculdades”.
A contribuição que se dispôs
a dar naquela tarde ele disse ser
a “de um observador do mundo
das comunicações”. Explicou que
é um leitor atento e “pai de uma
jornalista que está com muita dificuldade de entrar no mercado de
trabalho”. Acrescentou ser interessante que ainda o chamam de
jornalista, de doutor – “o que não
sou” – e também de professor. E
explicou: “Sempre insisto em me
nominar jornalista”.
Desde que deixou a reportagem, “que fiz até 2008”, Laurentino Gomes continua “fazendo
jornalismo”. E nisso ele inclui os
dois primeiros livros a respeito da
história do Brasil – 1808 e 1822 –,
lançados com sucesso de mídia e
de público. Há dois anos, intercalando um ano e meio de pesquisa
no Brasil e nos Estados Unidos,
muita leitura de livros, jornais e
revistas impressos e digitais, ele
tem um novo conteúdo pronto.
“Mas qual é o formato?”,
perguntou Laurentino, inclusive
à agente literária (e esposa)
Carmem. A decisão foi lançar
em todas as mídias possíveis o
conteúdo de 1889, que ele classifica como “o último volume da
série” e no qual promete “explicar porque o País permaneceu
como a única monarquia das
Américas por mais de 67 anos”,
assim como “mostrar como foi a
Proclamação da República”.
Todas as mídias a que ele se
refere incluem “livro para adulto
com 24 capítulos; audiolivro para
mais de um milhão de portadores
de deficiência visual e para quem
não gosta de ouvir rádio no trânsito das grandes cidades; para os
jovens que não apreciam leitura
destinada a adultos; e-book com
novos meios de distribuição; e
site em português e inglês”.
Quando tudo isso estiver pronto, explicou, chegará a hora de o
autor “botar os pés na estrada”.
Ele garante que fará mais ainda do
que fez por ocasião do lançamento de 1822, quando compareceu
a pelo menos 50 eventos em três
meses e meio. O objetivo é “se
aproximar do público leitor”, diz
o dublê de jornalista e escritor. E
mais: “Dar muitas entrevistas, falar em escolas de todos os níveis,
comparecer a feiras literárias”.
Mas sempre com muito cuidado,
pois Laurentino Gomes não quer
ser visto como inconveniente.
“Meu objetivo é falar só quando
tiver novidade”.
Em resposta às perguntas dos
alunos do Master, ele lembrou
que o atual cenário da mídia
“é assustador”, tanto no Brasil
quanto no mundo. Lamentou o
fechamento de uma de suas re-
vistas preferidas, a Newsweek, e
lembrou que um amigo baseado
no Rio de Janeiro lhe disse na
véspera que “a crise é do CGC
e não do CPF”, referindo-se às
pessoas jurídicas e físicas, respectivamente. E acrescentou que
“há uma enorme fragmentação
do mercado publicitário e mudanças de hábitos dos leitores”.
Ainda assim, disse acreditar
que, “mesmo sendo o cenário
muito difícil, o conteúdo continua
a representar o poder do jornalista
e do repórter e não tem crise”. E
explicou o por quê: “O jornalista,
como orientador e formador de
opinião, continua tão ou mais
essencial do que sempre foi”.
Ao analisar especificamente o
mercado brasileiro, afirmou: “No
Brasil, demoramos mais do que
o normal para reagir às mudanças
do mercado e dos leitores. Tanto
que estamos produzindo poucas
reportagens e muitas opiniões.
Por isso, falta explicar o que está
acontecendo”.
Em seguida ele falou da experiência de ter vivido com Carmem
na Universidade da Pensilvânia,
nos Estados Unidos, dizendo que
lá recuperou “o hábito da leitura”
e que, folheando diariamente o
The New York Times, viu “quantas reportagens bem-feitas, sobre
os mais diferentes assuntos”
eram publicadas num dos maiores jornais do mundo. “E opiniões
também”, acrescentou. “De volta
ao Brasil”, explicou, “continuei a
ler o NYT e acabei de fazer uma
assinatura pelo iPhone”.
Laurentino Gomes explicou
aos alunos do Master que essa
não é a única fórmula de leitura
que o “encanta muito”. Citou
também National Geographic,
que oferece conteúdos em vários
formatos, e The Guardian, que
permite inclusiva a formação de
comunidades.
Para ele, os próximos anos
serão dificeis, mas diz começar
a ver luz no fim do túnel. E deu
mais um exemplo do que viu nos
EUA: grupos de jornalistas produzem conteúdos e publicam em
blogs, por exemplo, informações
a respeito de política, economia,
lazer, cultura, moda e beleza,
entre outros assuntos.
De volta ao cenário nacional,
citou dois exemplos que se
mostram promissores: das Organizações Globo e da RBS, que,
na opinião dele, estão usando
diferentes mídias e encontrando
soluções positivas para despertar
o interesse do público.
Especificamente a respeito
do “bom jornalismo e da boa
reportagem”, recomendou: “Tem
que haver planejamento”. E
detalhou: “O jornalista tem que
sair da redação sabendo que fim
terá a sua reportagem”. Para
ele, “certo grau de segurança é
indispensável”.
Ao falar diretamente aos jornalistas que desejam seguir o caminho que ele está trilhando, o autor
de 1808, 1822 e 1889 disse que
por vezes o acaso salva o autor.
E explicou que o primeiro capítulo
do próximo lançamento foi escrito
depois que o livro estava pronto,
e a partir de uma sugestão de
um nobre residente em Portugal.
Depois de afirmar que é “muito metódico”, disse que há dias
em que vai para o computador
e nada consegue produzir: “Ai
eu vou passear com o cachorro,
jogar água no jardim e fazer outras
coisas que nada têm a ver com o
texto do futuro livro”. E só volta a
escrever no dia seguinte, “quando trabalho em dobro”.
Ficção? Não. Laurentino Gomes garantiu que isso não faz
parte dos seus livros: “Tudo é
baseado em realidade”. Ele explicou mais: “Gosto muito de parar
no personagem e descrevê-lo”.
Foi esse o caso, por exemplo, do
marechal Deodoro da Fonseca,
que estava doente, esperava uma
carruagem para a Proclamação
da República mas foi a cavalo
mesmo. Um animal que estava
tão velho que foi aposentado no
dia seguinte e passou anos sendo
alimentado do bom e do melhor,
mesmo não trabalhando mais.
Antes de terminar a conversa
com os masterianos, explicou
que não fica apenas na dependência dos editores e que faz “investimentos pessoais”. Paga inclusive os serviços de assessoria de
imprensa. E as pesquisas junto
aos pontos de venda, cujos dados
dão à agente literária Carmem instrumentos para pressionar canais
de distribuição dos livros.
“Estou muito feliz. Estou muito animado”.
de 2004, dois anos depois de
voltar para Curitiba com a familia.
Antes, morou quatro anos em
São Paulo, período em que atuou
em Gazeta Mercantil, Estadão e
Forbes Brasil. No retorno, teve
uma experiência na assessoria
de imprensa da Prefeitura de
Curitiba.
n O Grupo Paranaense de Comunicação acaba de lançar a Zaag,
agência especializada em marketing promocional, com sede
em Curitiba, que terá atuação no
mercado nacional e faz parte do
posicionamento estratégico do
grupo de diversificar os seus negócios investindo em segmentos
que tenham sinergia com o seu
core business.
assembleia realizada na porta
da empresa. Uma nova reunião
entre representantes sindicais
e diretoria foi marcada para esta
5ª.feira (2/5).
n Ciro Gomes é o entrevistado da
programação de estreia da Rádio
Experimental Centro Universitário
Estácio FIC. Os alunos da cadeira
de Produção e Redação de ÁudioRádio do curso de Jornalismo
vão entrevistar Ciro com pauta
livre e a entrevista irá ao ar em
partes na programação diária, de
7h às 21h30.
n Pepo Melo comemora os dez
anos da revista esportiva Tá na
Área com uma edição especial,
onde entrevista o craque do futsal
Falcão.
n Monalisa Alencar passa a
assessora o North Shopping
Parangaba.
Paraná
n Marli Lima (marli_lima@
hotmail.com) deixou o Valor
Econômico na semana passada,
segundo ela por questões
pessoais, depois de nove anos
como correspondente no Paraná.
Ela começou no jornal em julho
Ceará (*)
n A redação de O Povo parou
por mais de três horas em 25/4.
Em estado de greve desde 17/4
(ver J&Cia 894), os profissionais,
segundo o Sindijorce, receberam
da direção do jornal proposta
de 7% de reajuste para pisos e
6,5% para salários, recusada em
(*) Colaboração de Lauriberto Braga ([email protected] e 85-9139-3235), com Rendah Mkt & Com ([email protected] e 85-3231-4239).
Edição 895
Página 8
Curtas
Abraji abre inscrições para Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo
n A Abraji abriu inscrições para
a oitava edição do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, de 12 a 15 de outubro,
no campus Gávea da PUC-RJ.
O evento, que conta com o
apoio deste J&Cia, acontecerá
junto à 8ª Conferência Global
de Jornalismo Investigativo, realizada pela Global Investigative
Journalism Network(GIJN), e à
5ª Conferencia Latinoamericana
de Periodismo de Investigación
(COLPIN), do Instituto Prensa y
Sociedad (IPYS). Será a primeira
vez que a Conferência Global de
Jornalismo Investigativo acontecerá no hemisfério Sul. Os inscritos poderão participar dos três
encontros, o que torna o evento
deste ano maior do que todos
os anteriores, com expectativa
de 1.200 participantes durante
os quatro dias. Estão previstos
mais de cem painéis, seminários
e workshops, abordando os
blocos temáticos Corrupção e crime organizado, Meio-ambiente,
Esporte e Jornalismo de dados.
Além disso, três prêmios internacionais serão entregues: Global
Shining Light Award, Daniel Pearl
Awards for Outstanding International Investigative Reporting
e Prémio Latinoamericano de
Periodismo de Investigación. O
Theatro Municipal do Rio abrigará cerimônia em homenagem
a uma grande personalidade do
jornalismo brasileiro, ainda a ser
divulgada. As inscrições custam
R$ 300 (profissional sócio da
Abraji), R$ 490 (profissional não-sócio), R$ 215 (estudante sócio)
e R$ 310 (estudante não-sócio), e
podem ser feitas nesses preços
promocionais até 9/9 pelo http://
bit.ly/187YPTk.
Maxpress, Boxnet e Todo Ouvidos profissionalizam gestão
e concluem implantação de Governança Corporativa
Decio Paes Manso e Thales Toffoli assumem respectivamente a Presidência e Vice-Presidência do recém-criado Conselho de Administração.
Sérgio Franco, nomeado CEO do Grupo, está à frente da nova Diretoria Executiva
n As empresas Maxpress, Box- presidente e vice-presidente, ao permanece inalterado, tendo De- agora preside o Conselho de Adnet e Todo Ouvidos, que integram lado dos conselheiros Fábio Bor- cio Paes Manso e Thales Toffoli ministração, diz tratar-se “de um
hoje um único grupo de negócios, ges Franco e Roberto Faldini como sócios nas três empresas passo extremamente importante
acabam de concluir um cuidado- (independente externo); e Sérgio e participação acionária de Fábio dentro do processo contínuo de
so processo de reorganização Franco, oriundo da própria direto- Borges Franco na Boxnet e de profissionalização, da busca por
operacional que culminou com a ria da empresa, assume a função Marcelo Molnar na Todo Ouvidos. desafios e pela perpetuação dos
profissionalização da gestão e a de CEO, passando a comandar a Perpetuação dos negócios – n negócios”. Ele se mostra confianimplantação do modelo de Gover- nova Diretoria Executiva, integra- Os primeiros estudos de reor- te em que “a gestão de valor e
nança Corporativa na companhia. da por Marcelo Molnar (Inovação ganização do grupo começaram de riscos empresariais contribuirá
Os sócios fundadores Decio Paes e Marketing), Mauro Chagas a ser realizados três anos atrás para o fortalecimento do nosso
Manso e Thales Toffoli, à fren- (Atendimento e Mercado), Enrico e avançaram com o apoio de crescimento de forma saudável
te das operações desde 1991, Manzi Paes Manso (Operações), consultorias nas áreas de plane- e sustentável”.
quando criaram a Maxpress, Vitor Lucats (Administrativo, jamento estratégico, negócios, A origem – n O grupo de negótransferem-se para o recém-cria- Financeiro e Recursos Humanos) recursos humanos, governança cios teve origem em 1991 com a
do Conselho de Administração, e Maurício Martelli (Planejamen- corporativa e familiar, finanças Maxpress, criada para fornecer
respectivamente nas posições de to). O controle acionário do grupo e assuntos jurídicos. Decio, que ao mercado de assessoria de
imprensa e comunicação corporativa um então inovador serviço
de mailing de imprensa, com atualização permanente, avançada
tecnologia e abrangência nacional
e na América Latina. A empresa
cresceu, investiu e diversificou-se e hoje oferece ao mercado
tecnologia e know-how para a
montagem de bancos de dados
de interesse corporativo, num
ciclo que envolve levantamento,
tratamento e organização de informações para relacionamento
com públicos estratégicos. Em
2002, nasceu a Boxnet, criada para monitorar, estruturar e
avaliar a exposição de marcas e
corporações na mídia, com o ob-
jetivo de gerar maior inteligência
competitiva para a tomada de
decisões das organizações e de
permitir que seus núcleos de comunicação atuem com maior rapidez e agilidade nos momentos de
crise, e sejam mais eficazes nas
ações operacionais planejadas. A
terceira empresa do grupo, a Todo
Ouvidos, foi incorporada em abril
de 2011, quando recebeu aporte
acionário dos sócios da Boxnet.
Ela tem como foco compreender
o fenômeno das redes sociais
com uma metodologia que fornece a seus clientes alertas e
análises sobre o aparecimento
de assuntos de interesse, além
de indicadores sobre a iminên-
cia de repercussões nas redes
sociais e nas mídias tradicionais.
Seu fundador foi Marcelo Molnar,
que permanece como sócio. No
total, o grupo tem hoje mais de
300 colaboradores e escritórios
regionais, no caso da Boxnet, no
Rio de Janeiro, Brasília e Santa
Catarina, além de parceiros em
todo o território nacional.
E mais...
n A RedeTV estreou nesta 2ª.feira
(29/4) Bola Dividida, esportivo
ancorado por Silvio Luiz e com
participações fixas dos comentaristas Juarez Soares e Luiz
Ceará. No ar de 2ª a 6ª.feira, a
partir das 11h30, com 30 minutos
de duração, o programa irá debater as principais notícias, lances,
gols e momentos das rodadas
dos campeonatos nacionais e
internacionais. Sob o comando
do diretor de Esportes Edson
Porto, integram o time da nova
atração o editor-chefe Alex Fogaça, a editora-executiva Thais
Drumont, o chefe de Reportagem César Antonio Ferreira
Filho, os repórteres Fernando
Fontana e Ricardo Neves, os
produtores Soraia Oliveira, Fernanda Lima, Tamires Souza, Débora Velozo e Guilherme
Ludwig e os editores Fernanda
Capelli, Raphael Florêncio, Daniela Pires e Felipe Jardini.
Livro
n O editor-executivo do Terra Brasil Daniel Buarque lança o livro
Brazil: Um País do presente (Alameda). Fruto de seis meses de
pesquisas nos Estados Unidos,
onde entrevistou mais de cem
pessoas, Daniel concedeu entrevista ao Portal dos Jornalistas e
contou sobre como surgiu a ideia
do tema, o período que passou
em terras norte-americanas e a
diferença entre o que pensam
especialistas e público médio
sobre o Brasil. Confira em http://
migre.me/elacA.
premiados do mês são Madame
Clean (Sexo para todos), Cido
Tongue (Da boca pra fora), Naomi
Springfield (Modas e Desfiles)
e Garlic Hamenegues (Panela
e copo). E mais: a charge de
Nicolielo e uma oferta ao leitor
intitulada Como vencer a chatice
do escritório. Há 11 anos na rede,
o site foi criado e é editado por
Fernando Morgado.
n A Mega Brasil Comunicação
lançou na última semana, durante
o 16° Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa, seu novo
portal com mudanças no leiaute e
novidades que destacam notícias
e informações do segmento. O
portal conta com sites específicos
para produtos da casa, como o
Jornal da Comunicação Corporativa, a Rádio Mega Brasil Online,
Eventos e o Anuário Brasileiro
da Comunicação Corporativa. O
endereço é www.megabrasil.
com.br.
Sites, blogs e afins
n Sempre fiel a sua filosofia (“a
mentira em primeiro lugar”), o
Sacolão Brasil (www.sacolaobrasil.
com.br) de maio tem entre outras
atrações duas matérias exclusivas:
Violência chega ao convento e
obriga freiras a pegar em armas e
Portugal põe nomes de corruptos
em placas de rua. Os colunistas
Inscreva seus trabalhos no
Prêmio Jornalistas&Cia/HSBC
de Imprensa e Sustentabilidade!
Ou prepare suas pautas e matérias.
As inscrições estão abertas no
www.premiojornalistasecia.com.br
Serão mais de R$ 100 mil em prêmios
e um importante upgrade no currículo!
Edição 895
Página 9
Prêmios
Trabalhos devem ser inscritos na categoria Mídia Nacional ou na categoria especial Água
n Uma das dúvidas que os
jornalistas têm
levado à coordenação do Prêmio
Jornalistas&Cia/
HSBC de Im-
prensa e Sustentabilidade é
como se inscrever na categoria
Mídia Regional. De acordo com
o regulamento, os trabalhos
devem ser inscritos exclusivamente em um dos segmentos
da categoria Mídia Nacional ou
CNI define Comissão de Seleção
n A Confederação Nacional da
Indústria definiu esta semana os
nomes dos profissionais que irão
compor a Comissão de Seleção
do Prêmio CNI de Jornalismo
2013. O grupo, responsável por
indicar à Comissão de Julgamen-
to as três reportagens finalistas
em cada categoria, é integrado
por Rodrigo Orengo (BandNews FM), Regina Alvarez (O
Globo), Isabel Versiani (Folha de
S.Paulo), Mauro Zanatta (Valor
Econômico), Leonêncio Nossa
na categoria especial Água (se o
conteúdo for sobre esse tema).
Somente passam a concorrer à
Mídia Regional os finalistas de
todos os segmentos que não
vencerem na categoria Mídia
Nacional, escolhidos pela Comis-
são de Premiação. Quem tiver
dúvidas sobre o regulamento
pode enviar e-mail para premio@
jornalistasecia.com.br ou entrar
em contato com a coordenação
pelo telefone 11-2679-6994. (Estadão), João Beltrão (Rede
Record), Rose Nascimento
(SBT), Clarissa Oliveira (IG) e Luciano Pires (FSB Comunicações).
No total, o concurso distribuirá R$
310 mil em valores brutos, sendo
R$ 50 mil para o Grande Prêmio
José Alencar de Jornalismo, entregue ao melhor entre todos os
inscritos. A festa de premiação
está marcada para o dia 25 de junho. Mais informações em www.
cni.org.br/premiocni.
The Holmes Report elege Burson-Marsteller como agência do ano na América Latina
n A Burson-Marsteller foi anunciada em 29/4 como agência do
ano na América Latina pelo The
Holmes Report, uma das mais
prestigiadas publicações globais
na área de Comunicação e Relações Públicas. A publicação
destaca a agência como “pioneira na América Latina ao abrir
seu primeiro escritório regional
em São Paulo em 1977, e ter
construído e mantido sua atuação
em períodos de instabilidades
econômica e política”. Para Ramiro Prudencio, CEO da Burson-Marsteller na América Latina,
“o reconhecimento do Holmes
Report é resultado de uma lon-
ga história de compromisso da
agência com a região, que hoje
conta com 12 escritórios próprios
em dez países, e quatro afiliados
a serviço de clientes nacionais e
multinacionais, sendo uma empresa dedicada à excelência e à
inovação em comunicação numa
região em constante crescimen-
to”. No Brasil, além do escritório
em São Paulo, a Burson conta
com unidades no Rio de Janeiro
e Brasília. A publicação também
concedeu menções honrosas aos
trabalhos de FSB (vencedora nesta mesma categoria em 2012),
Imagem Corporativa, Llorente &
Cuenca e Jeffrey Group.
com oportunidades de negócios,
turismo e curiosidades sobre a
cultura brasileira, chega à sua 9º
edição com um especial sobre a
Copa do Mundo e sua importância
para a economia do País, além de
uma entrevista com o ministro do
Turismo Gastão Vieira. Editada
por Leila Monteiro Lins, a
revista, gratuita, está em seu
4º ano e pode ser lida no www.
discoverbrazil.ca.
Internacional
n A revista semestral Discover
Brazil, que circula nas cidades
c a n a d e n s e s d e To r o n t o ,
Montreal, Calgary e Vancouver
Memórias da redação
Caros leitores(as):
Espaço democrático, esse Memórias aceita colaborações de colegas de todo o Brasil. Valem casos engraçados, histórias dramáticas, coberturas que marcaram época, enfim, temas que façam parte da memória
da imprensa brasileira. Aos tímidos, vale a dica: se quiserem escrever com pseudônimo, também vale.
n A história desta semana é sobre um episódio que Nereu Leme ([email protected]), presidente
da agência de comunicação Casa da Notícia, viveu na redação da Folha de S.Paulo na década de 1970.
Uma bomba caiu no meu colo
Na Geral da Folha de S.Paulo,
na década de 1970, era difícil
fugir das greves, do spray com
pimenta da polícia e até mesmo
das bombas. Bombas de gás
lacrimogêneo, bombas de efeito
moral, sem contar a pressão
psicológica dos agentes federais.
À época, trabalhei muitas vezes
de paletó e gravata porque meu
chefe dizia que eu precisava estar
apresentável quando fosse entrevistar um prefeito ou governador,
o que realmente aconteceu muitas vezes.
Reunião do sindicato na redação, eu era o único de gravata,
sentado bem no meio do grupo.
Também cobri muito buraco de
rua, polícia, favela e enchentes.
Em uma delas, no Vale do Ribeira,
estraguei um sapato novinho de
camurça, mesmo fazendo muita
entrevista de dentro do carro
amarelinho da Folha, para não
pisar no barro e na água.
Fiz matérias marcantes – para
mim – de primeira página, página inteira, duas e até de quatro
paginas, coisa inimaginável hoje
em dia.
Lembro-me bem de uma cobertura de greve, chamada de
Manifestação da Panela Vazia, na
qual donas de casa protestavam
na praça da Sé, em frente à Catedral, contra a carestia. Deu-me
muita dor de cabeça!
No começo foi uma grande
curtição. Durante algum tempo,
usei uma bolsa tiracolo (oh moda
sem graça). A Ana Maria Leopoldo e Silva me lembrou outro dia,
que era uma Fiorucci vermelha,
argh…
Como nas bolsas femininas,
nela também cabia de tudo. Na
minha primeira cobertura de
greve, e era greve pra todo lado,
achei uma bomba de gás lacrimogêneo vermelha, bonitinha,
da cor da minha bolsa. Guardei
a primeira na minha gaveta da
redação. Como um verdadeiro
estopim, estava aí o início de uma
coleção bizarra.
Fui juntando. Vermelha, verde,
branca, azul, muitas cinzentas na
cor e nas manchas da explosão e
do gás que emanavam.
Bóris Casoy, editor do jornal,
se divertia. Quando eu chegava
da rua, após mais uma cobertura
de greve, perguntava: “Qual é a
bomba da coleção de hoje?”
Até que um belo dia, na greve
das Panelas Vazias, com muitas
donas de casa, encontrei uma
amarelinha, a mais bonita de
todas. Parecia rara e faltava na
minha coleção. Ocupado com a
cobertura do corre-corre das mulheres, dos policiais e dos jornalistas que – como eu – tentavam
fugir das bombas e da fumaça,
joguei a bomba dentro da Fiorucci
vermelha.
Já na redação, a primeira providência foi mostrar o novo troféu
ao Bóris. “Nossa Senhora”, disse
ele. “Esta bomba está com o
prazo de validade vencido”.
Pronto! Estava aceso o estopim
da bomba que caiu no meu colo.
O editor do jornal não teve dúvida. Mandou fotografar a bomba e
colocou a foto, com uma legenda,
no alto da primeira página: “Polícia Federal usa bombas com
prazo vencido, contra mulheres
indefesas na praça da Sé”. Jornalisticamente foi ótimo para
mim e para o jornal. Abordamos
um ângulo diferente das greves.
Pessoalmente, foi como se
uma bomba – a própria com
seu prazo de validade vencido
e efeitos inesperados – tivesse
caído no meu colo. Logo, a Polícia
Federal me convocou para saber
onde, como, quando e porque
eu conseguira a bomba amarela.
Foi uma sucessão de depoimentos na PF de Higienópolis.
Primeiro queriam que eu admitisse que algum grevista havia
jogado a tal bomba. Depois de
vários depoimentos, tentaram
me forçar a confessar que eu é
que plantara a bomba. Foi uma
tortura sem fim.
Em todas as “visitas” à PF,
Bóris Casoy me acompanhou até
a antessala. Ele não podia assistir
aos depoimentos. Passado algum
tempo, o assunto foi esfriando, as
greves diminuindo e pararam de
me convocar.
Até a nossa própria greve, em
1979. Comecei fazendo piquete
na porta da Folha de S.Paulo e depois – sabiamente, como outros
colegas – promovemos a troca.
Nós, da Folha faríamos piquete
na porta do Estadão e vice-versa.
Lembro-me de que tentei convencer o agora ex-ministro Miguel
Jorge (que foi meu primeiro
chefe de Reportagem no Jornal
da Tarde e era – então – diretor
de Redação de O Estado de S.
Paulo) a não entrar para trabalhar.
Ele havia sido chamado às pressas de uma viagem que fazia ao
Exterior. Argumentou que seu
cargo era de confiança e por isso
deveria ajudar a colocar o jornal
nas bancas.
Durante nossa greve, um agente da PF – fazendo-se passar por
amigo de um companheiro de
profissão – me chamou para um
café no bar e me confidenciou –
ou tentou me intimidar – dizendo
que a minha ficha na PF era quilométrica.
Bom, nossa greve não durou,
foi infrutífera e a PF finalmente
me esqueceu. Joguei as bombas
na última gaveta da minha mesa
(um arquivo morto), até o dia em
que a deputada Ruth Escobar, então presidente de uma associação
dos direitos humanos, visitou a
redação da Folha. Bóris contou
a ela sobre a minha coleção de
bombas. Ruth Escobar levou
todas para uma apresentação
nessa associação e nunca mais
as devolveu.
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Edição 895
Página 10
Anuário Brasileiro da Comunicação Corporativa
Anuário de Comunicação Corporativa deve fomentar
debates sobre formação de profissionais da área
n O lançamento, em 24/4, do Anuário Brasileiro da Comunicação
Corporativa, dentro do Congresso
Mega Brasil de Comunicação, realizado de 23 a 25/4 no Centro de
Convenções Rebouças, em São
Paulo, deve incentivar o aumento
das discussões sobre a formação
de profissionais que atuam na
área. Isso porque entre os temas
de maior destaque da publicação
está o resumo de um encontro
que em 1º/3 reuniu, no Instituto
Aberje, executivos da comunicação corporativa de empresas e
dirigentes de agências de comunicação para debater A pluralidade profissional na comunicação
corporativa, que ganha questionamentos múltiplos inclusive das
instituições do meio, como Aberje
e Abracom. Mais recentemente, a
própria área de relações públicas,
internamente, também pôs o
tema em destaque, com vistas a
uma possível flexibilização da Lei
N° 5.377/67 (que regulamenta a
atividade de RP), como assinala
em artigo no Anuário a presidente
do Conferp Andreia Athaydes.
No texto, ela defende a mudança
da lei afirmando não haver mais
dúvida de que os mecanismos disciplinadores do exercício da profissão de relações públicas no
País “devem contemplar o atual
mercado de trabalho, pelo fato de
ele já ter consagrado um modelo
exitoso de atuação integrada entre
as habilitações de comunicação.
O Conferp, as entidades coirmãs
e os profissionais devem ter a
sabedoria de assumir que, muito
embora as universidades sejam
extremamente importantes para
a qualificação dos profissionais e
da reconstrução cotidiana do conhecimento, o modelo tradicional
ainda vigente no País para a formação de relações-públicas, jornalistas e publicitários não atende
às necessidades das diferentes
organizações contemporâneas”.
n Paulo Nassar, diretor-presidente da Aberje e professor-doutor da
ECA/USP, que também escreve
sobre o tema no Anuário, afirma
que, “nesse ambiente amplo e
Eduardo Ribeiro, diretor deste J&Cia e Publisher do Anuário, entrega um
exemplar, em primeira mão, para Carlos Carvalho, presidente da Abracom, e
Paulo Nassar, presidente da Aberje, instituições que apoiaram o projeto.
Databerje confirma tendência
n A exemplo do que fez com
exclusividade para a edição 2012
do Anuário Brasileiro dae Comunicação Corporativa, ao mapear as
práticas adotadas pelas empresas
na contratação de fornecedores
de serviços de comunicação, para
esta edição o Databerje – Instituto
••Curso superior – 85% são
formados na área de comunicação. Com 52%, o jornalismo é a
formação da maioria dos profissionais participantes, seguido de
relações públicas com 24%. Mas
já há considerável número de
publicitários (9%) e de administradores (5%). Outras profissões
somam significativos 9%.
••Grau de escolaridade – Todos
têm superior completo, sendo
que 55% estão cursando ou
concluíram a pós-graduação em
nível de especialização/MBA,
3% estão cursando ou concluíram a pós-graduação em nível
de mestrado e 9% em nível de
doutorado.
••Faixa etária – Os participantes
mostram uma força jovem,
com 62% tendo até 35 anos de
complexo, não é possível falar
em comunicação empresarial de
maneira restrita. Cada vez mais
falaremos em comunicação em
empresas – em uma dimensão
culta, intelectual, que una técnica,
ética e estética. Esta abrangência
atual das atividades de comunicação e dos relacionamentos é
obrigatoriamente embasada na
administração, na sociologia, nas
artes, na história e memória, na
antropologia e na psicologia. E
expulsa os comunicadores mecanicistas e incultos da atividade.
A comunicação empresarial é,
então, constituída de uma mestiçagem maravilhosa, democrática
e inclusiva, que tem como ingredientes gente de muitas origens
profissionais, formada pelas
Aberje de Pesquisa investigou
aspectos ligados às vidas pessoal,
acadêmica e de trabalho de profissionais alocados em atividades de
comunicação corporativa no Brasil.
E uma das conclusões do estudo
reforça a tese de que o setor já tem
um caráter multidisciplinar: embora
idade. A maior parte (26%) se
concentra na faixa de 26 a 30
anos, seguida de 31 a 35 (21%)
e de 22 a 25 (14%).
••Estado em que trabalha atualmente – A região Sudeste,
com 77%, é onde se concentra
a maioria dos profissionais participantes, sendo metade deles
(51%) no Estado de São Paulo.
Seguem-se Rio de Janeiro (17%)
e Minas Gerais (9%).
••Tipo de organização em que
trabalha – A maioria dos respondentes (54%) trabalha em
organizações nacionais privadas.
Dessas, 66% são agências de
comunicação. Outros 20% atuam em multinacionais.
••Ramo de atividade da organização – 76% dos que participaram do levantamento trabalham
www.portaldosjornalistas.com.br
universidades tradicionais e pela
universidade da vida”.
n Carlos Henrique Carvalho,
presidente-executivo da Abracom, é outro que defende em
artigo no Anuário essa linha
multidisciplinar: “A comunicação
deve estar na ponta de lança
da inovação e do pensamento
estratégico. Ela precisa tirar
seus profissionais de dentro das
caixas. Por isso que, no Brasil e
no mundo, a comunicação é uma
atividade multidisciplinar, que derruba os muros da especialização
e coloca para trabalhar juntos
profissionais das mais diversas
áreas do conhecimento: relações
públicas, jornalistas, publicitários,
profissionais de marketing, arquitetos, advogados, economistas,
administradores, antropólogos,
sociólogos, psicólogos, médicos,
engenheiros se integram em
equipes de atendimento”.
n Com 200 páginas e 5 mil exemplares de tiragem, o Anuário chega
à sua quarta edição apontando
um crescimento de 18,6% do
segmento das agências de comunicação e um novo ranking das
agências, com a presença de 276
empresas, parte delas classificadas pelo faturamento e outra parte
pelo número de colaboradores.
Para mais informações, consulte
www.megabrasil.com.br.
a maioria absoluta (52%) ainda seja
constituída de jornalistas, os RPs
dividem igualmente com outras
profissões, em especial publicitários e administradores, os demais
48%. Realizado com apoio institucional da Vale entre 22/2 e 5/3,
por meio de autopreenchimento
em sistema online, o estudo contou com a participação de 1.085
profissionais de comunicação de
diversos segmentos e setores da
economia.
n Reproduzimos a seguir as
principais conclusões dessa
pesquisa:
no setor de serviços, sendo que
48% atuam especificamente
em agências de comunicação.
Em terceiro vem a indústria,
com 16%.
••Tempo de empresa – 57% dos
pesquisados trabalham na atual
organização há até três anos,
seguidos de 22% com menos de
um ano e de 20% com de quatro
a sete anos. Chama a atenção o
fato de que, num setor onde é
grande o turnover, 4% estejam
há mais de 20 anos na mesma
empresa.
••Regime de contratação – 63%
dos profissionais são contratados por suas organizações
sob o regime da CLT. Entre os
profissionais que atuam em
agências de comunicação, 47%
são contratados pela CLT. Os que
trabalham como pessoa jurídica
dentro de empresas/agências
somam 14%.
••Área em que trabalha – A
grande maioria dos profissionais
participantes (78%) trabalha na
área de comunicação, o que parece indicar que ainda há falta de
compreensão de algumas organizações para a natureza desse
trabalho. Das demais áreas, a
que concentra maior número de
profissionais é marketing, que
fica com 5%.
••Cargo atual – 41% dos participantes ocupam atualmente o
cargo de analista (33%) ou de
assistente (8%), exatamente
o mesmo percentual dos que
estão em posições de liderança
– direção/vice-presidência (13%),
gerência (13%) e chefia (15%).
Perfis biográficos dos
jornalistas brasileiros
e o noticiário com o
vaivém profissional
Edição 895
Página 11
Congresso Mega Brasil de Comunicação
Um novo profissional para uma nova comunicação
Congresso Mega Brasil de Comunicação reuniu profissionais de todo o País em 40 atividades,
entre elas a homenagem a Domingo Alzugaray e Caco Alzugaray com o Prêmio Personalidade da Comunicação;
e o lançamento do Anuário Brasileiro da Comunicação Corporativa
Encerrada em 25/4, no Centro de Convenções Rebouças, em São em instituições como Aberje e Abracom e mesmo nos Conselhos
Paulo, a 16ª edição do Congresso Mega Brasil de Comunicação deixa de Relações Públicas, onde a flexibilização da lei que exige diploma
como um de seus principais legados múltiplas reflexões sobre o in- de curso superior na área para o exercício profissional começa a ser
tenso e abrangente processo de mutação nas hostes da comunicação debatida pelas diretorias que tomaram posse recentemente.
corporativa. Mudança tão acentuada que já não cabe mais no figurino
Com cerca de 500 congressistas, de um total de 1.000 participando profissional de uma só especialidade. O tema do encontro foi O tes, que se revezaram entre os dias 23 e 25 de abril em cerca de 40
planeta comunicação na era do diálogo, mas bem poderia ser o do atividades, o encontro abriu espaço para discussões de temáticas
título acima, tão presentes foram as discussões sobre esse binômio. atuais, como a lei de acesso à informação no serviço público, os limites
Falou-se em fim da reserva de mercado para profissionais diplomados de exposição nas redes sociais, o olhar jurídico sobre os crimes de
na área, em transdicisplinaridade da comunicação, em flexibilização reputação, a expansão da comunicação brasileira na América Latina.
da atual legislação da atividade de relações públicas, da necessidade Ousou, programando debates sobre dança; formação intelectual do
de um profissional culturalmente melhor preparado para entender o comunicador; a felicidade como motor de produtividade e criatividamundo que se acerca das organizações e ter assertividade, criatividade de, de sucesso profissional; e as conversas que movem a sociedade
e eficácia nas soluções propostas. A nova comunicação – impactada e impactam os negócios e a comunicação. E trouxe novos ângulos
pelas novas tecnologias, pela mobilidade, pelas mudanças nas audi- de abordagem para questões tradicionais como mensuração de
ências e nos comportamentos humanos, pela
resultados, comunicação integrada, potencomplexidade dos temas que afetam os negócios
cialização de investimentos publicitários e
ou as organizações – pressupõe a existência de
de marketing com ações conjugadas de
um novo profissional, capaz de entender a prorelações públicas, entre outros.
fundidade das mudanças e dar respostas convinO Congresso foi integralmente acompacentes e produtivas para o êxito dos processos
nhado por uma equipe especial, integrada
em curso. Um profissional que pode ter origem
pelo presidente-executivo da Abracom
no jornalismo e nas relações públicas, principais
Carlos Henirque Carvalho e pelos conceleiros da área, mas que também poderá vir de
sultores João José Forni, Cristina Vaz
outras áreas do conhecimento, como já é realidade Carvalho e Marilene Lopes. As obde em inúmeros locais de trabalho, que abrigam
servações, sempre buscando os aspectos
arquitetos, publicitários, executivos de marketing,
diferenciados e inovadores, as tendências,
administradores, sociólogos, advogados, antroos pontos fora da curva, foram levadas para
pólogos, entre outros. A discussão já ganhou Equipe do Crème de la Crème: João José Forni,
o painel final Crème de la Crème e estão,
espaço e avança de forma veloz e crescente Cristina Vaz de Carvalho, Carlos Carvalho e
em sua essência, nos textos deles, a seguir.
Marilene Lopes
Comunicação em busca de talentos
Por Carlos Henrique Carvalho
Foram três dias de palestras, mesas-redondas e debates sobre
comunicação corporativa. Gestão de crises, comunicação nas redes
sociais, relacionamento com a mídia, comunicação interna e uma
dezena de outros assuntos que mobilizaram os participantes de mais
uma edição do Congresso da Mega Brasil.
Em meio a essa diversidade de assuntos “técnicos” da comunicação
corporativa, o que mais chamou a minha atenção nos debates em que
estive presente foi um tema que começa a tomar corpo entre agências
e empresas: a formação do profissional de comunicação.
Além de mesas específicas sobre o tema, que foram três, a atenção
dos profissionais para o desenvolvimento e retenção de talentos na
área de comunicação corporativa foi tônica dominante do discurso de
nove entre dez palestrantes.
Estivéssemos em palestras sobre gerenciamento de crises, social
media ou comunicação interna, logo vinha à tona a preocupação com
a qualidade dos profissionais envolvidos no trabalho. Expressões
como compromisso, envolvimento, conhecimento do core business
do cliente, capacidade de pensamento estratégico e outros predicados necessários ao trabalho de comunicação eram apontados pelos
palestrantes. E todos eram unânimes em afirmar que estes predicados
são matéria-prima escassa em nosso setor.
O Congresso verbalizou a busca crescente dos executivos e gestores de comunicação das organizações e das agências por talentos.
Porque esse é um tema dominante em reuniões de diretoria da
Abracom, é conversado em intervalos de seminários e encontros
setoriais e apareceu como um dos três fatores mais importantes
para o desenvolvimento das agências em pesquisa que a Abracom
fez com seus associados no final de 2012, ao lado da carga tributária
e das questões concorrenciais.
A qualificação dos profissionais do setor é um tema que todos levamos do Congresso de 2013. Tema que certamente terá presença
garantida no próximo ano. Mas que deve ser objeto de um grande
movimento de profissionais, agências, universidades e centros de
pesquisa de relações públicas e áreas afins, para que possamos responder a alguns questionamentos deixados pelos palestrantes: qual
o perfil do profissional de comunicação? A multidisciplinaridade é um
dos caminhos para atender à demanda crescente de nosso mercado?
Como a Universidade vai se preparar para formar um profissional de
amplo conhecimento de mercado?
Em 2014, não vamos ter todas as respostas, mas será mais um bom
momento para aprofundar, juntos, o debate. E poderemos contribuir
para que as empresas e agências de relações públicas sejam cada
vez mais qualificadas e possam enfrentar os desafios de um mundo
que se torna mais complexo e no qual a gestão de relacionamentos –
nossa matéria-prima – ganha importância estratégica para empresas,
governos e organizações. Até lá!
A era da perplexidade
Por João José Forni
Compromisso social, romper paradigmas, buscando um novo
protocolo nas relações com clientes, empregados, acionistas e a
sociedade, diante da nova realidade das mídias sociais; estratégia de
negócios integrada à da comunicação; inovação, o que significa uma
ruptura com a burocracia e o ultrapassado para gerar um ciclo virtuoso
de criatividade; foco mais nas pessoas e menos na parafernália tecnológica. Estes pressupostos emergiram do Congresso Mega Brasil
de Comunicação 2013, realizado em São Paulo na semana passada.
Parece óbvio. Mas não é bem o que mostram eventuais pesquisas
apresentadas em algumas das 27 palestras e seis conferências nos
três dias do Congresso, quando se sabe que a maioria dos CEOs
ainda encara a internet e as mídias sociais como um tema da área de
comunicação – embora se trate de um instrumento estratégico da
equipe de negócios.
A reputação cada vez mais se firma como o ativo mais importante
da organização, a ponto de a comunicação precisar integrar-se e
desenvolver competências na área de relações com investidores,
responsável pelo valor de mercado da organização. As empresas se
aventuram no mercado, prometem o paraíso e depois não entregam.
Onde vai bater a cobrança?
Nesse aspecto, outros valores apareceram nas palestras como
fundamentais: transparência, replicabilidade, clareza, acesso total à
informação, um diferencial presente e primordial nas organizações ou
governos que despontam no mercado com a marca da modernidade e
da inovação. “O livre fluxo de informações cria espíritos mais livres”,
ensina Rachel Mello, via Groysberg e Slind, da HBR.
Mas por que a “era da perplexidade”?
Porque não há mais tempo para discutir ou sequer experimentar
fórmulas antigas de relacionamento com os empregados e, menos
ainda, com os clientes. Inovação significa risco, até porque “se você
não está preparado para errar, você nunca fará nada inovador”. Por
isso, é bom dar uma olhada no que fazem as empresas inovadoras
do século XXI.
“A cada dois dias geramos a quantidade de informação correspondente a toda a Humanidade até 2003”, alerta Martha Gabriel, uma
das palestrantes que, junto com Graça Taguti, Gil Giardelli, Risoletta
Miranda, Bob Bejan, Rodrigo Azevedo, Manoel Fernandes, Lalá
Aranha, Flávio Pestana, entre outros, se não deixaram os participantes perplexos, certamente os fizeram voltar às empresas bastante
preocupados. O bem mais valioso é a atenção. E como despertá-la
nos empregados, clientes, na sociedade, na era da conectividade,
da hiperconexão, em que preterimos o conhecimento pelo consumo
obsoleto e descartável? Quando qualquer cidadão se empoderou da
capacidade de se transformar em veículo de comunicação?
Edição 895
Página 12
“Há uma revolução acontecendo e é difícil perceber, pois as revoluções demoram mais de uma semana”, apareceu numa palestra. A
descentralização é a característica do novo cenário, segundo o futurista
Ray Kurzweil. E a atividade dos relações públicas, que no Brasil engloba
hoje todo o espectro da comunicação organizacional, está na fronteira
do engajamento da audiência e do marketing inteligente, como disse
a VP da Weber Shandwick Allyson Hugley.
Para quem está preocupado com o tsunami das redes sociais, os
palestrantes, em sua maioria, alertam: é preciso revisitar a mídia
tradicional e não desprezá-la. Avaliar os silos da mídia tradicional e
social, porque as grandes corporações de mídia pegam as histórias e
replicam em blogs e outras redes, havendo uma interconexão entre
essas mídias com fronteiras bastante complicadas.
Não há como navegar nesse mar sem informação e dados. Foi por
isso que Obama triturou a campanha milionária de Romney, que se
perdeu porque tinha dados defasados. Pensar dados como investimento e não custos. Mas não confundir dados com conhecimento ou
inteligência. Para isso entenda as necessidades do insight humano.
O capital humano também apareceu como um valor cada vez mais
precioso das corporações em pesquisa com cem jornalistas brasileiros.
Entre tantos inputs interessantes e – por que não dizer – imprescindíveis ao comunicador brasileiro que emergiram do Congresso da
Mega Brasil, desponta o que parece ser o dilema do pensador do
século XXI: o tempo. Ah, o tempo! As tecnologias que vieram para
facilitar acabaram criando um paradoxo. Não temos mais tempo. Só o
comprometimento nos irá motivar. É preciso um novo pacto para não
confundir acesso à informação e aos gadgets modernos com geração
do conhecimento. Como disse Francisco Viana, “o comunicador não
briga com o tempo. Aprende com ele”.
Não sendo assim, continuaremos perplexos diante de tanta informação para processar, metas a cumprir, exigências pessoais e profissionais, sem eleger prioridades. Talvez, repetiram vários palestrantes,
esteja na hora de repensarmos nossos valores e até mesmo nossas
opções de vida para não virarmos uma “persona digital”. Caso contrário, como disse o procurador Marcio Lauria, “toda a perplexidade
que se perpetua vira estupidez”.
A segunda tela
Por Cristina Vaz de Carvalho
Este 16º Congresso mostrou, principalmente, a mudança no tra- integrada, apresentou a ideia de flexibilização das exigências feitas
tamento das redes sociais, sob o ponto de vista da comunicação aos profissionais de Relações Públicas pelo Conselho regulador, o que
institucional. Em edições anteriores, de início, essa plataforma foi interessa às agências do setor – em boa parte formadas por jornalistas
apresentada, depois dissecada e, agora, encarada sob uma perspec- que, na prática, expandem seu trabalho para a área de relações públicas
tiva revisionista. Mas houve tempo histórico para todos os gostos, –, e as ações dela no sentido de que esta proposta seja aprovada.
pois convivemos, no dia a dia, com várias abordagens, e com elas Fora das salas temáticas, era sempre encontrada em conversas com
precisamos lidar.
representantes do Conrerp de outras regiões, divulgando sua proposta.
Ainda se falou em mídias tradicionais, como José Paulo Kupfer, do
Como se podia esperar, apareceu muita coisa interessante sobre
Grupo Estado, que levou uma interessante linha do tempo das reda- as mídias sociais. Allyson Hugley, da Weber Sandwick, no Brasil S2
ções no Brasil. E, com humor crítico, comparou as revistas dirigidas Publicom, veio falar sobre mensuração e critérios estatísticos para
a agências de viagens, por mostrarem apenas casos de sucesso em tanto. Porém, mais importante do que a técnica que ela trouxe, foi a
determinadas áreas, fazendo com que o leitor embarcasse num tapete recomendação abalizada sobre a necessidade de separar o que, de
voador que o levava à excelência no desempenho. Francisco Viana, fato, representa valor na comunicação das redes. Para definir o que
do Bradesco, defendeu a importância da erudição, a tão depreciada ocorre hoje nessas plataformas, cunhou a expressão “indigestão da
busca de cultura geral, para se compreender fatos presentes – quase informação”. Complementando, Bob Bejan (convidado da Andreoli
uma psicanálise do comportamento comunicacional nas instituições. para falar sobre criatividade), disse que ser criativo, para gerar voluEntre os temas sempre presentes, mas sob nova perspectiva, me, não é mais a grande preocupação. E citou Nietsche: “É preciso
tivemos uma visão reciclada da área de
descartar, selecionar, escolher”. Quanto à
Recursos Humanos e da comunicação
presença dele no palco, seu terno de grife e
“Nada
mais
se
vê
a
olho
nu;
interna. Alexandre Teixeira, autor do livro
sapatos clássicos deixavam entrever, às veexiste sempre uma tela,
Felicidade S.A., inseriu RH no conceito
zes, meias vermelhas listradas – em termos
amplo de sustentabilidade, na medida da
de prêt à porter, os franceses fazem jus à
como
um
preservativo
midiático”
valorização do ambiente de trabalho. Ou o
fama em qualquer situação.
que ele chamou de desafio + significado +
Mas voltando aos assuntos sérios, tivemos
Graça Taguti
reconhecimento. Mostrou que áreas antes
insights acadêmicos, com o de Paulo Nasilhadas, como Endomarketing e o Marketing externo, unem-se para a sar, professor da USP e presidente da Aberje, que foi moderador de
nova situação de employer branding, em que a comunicação procura uma palestra. Ele acusou o panorama das redes como sendo uma
atingir não apenas quem já trabalha na empresa, mas também aqueles “barbárie digital”. Gil Giardelli, mais contido, na mesa-redonda sobre
que a empresa pretende atrair para seus quadros.
os limites da exposição nessas mídias, propôs sairmos da “infância
O branding clássico trouxe uma boa surpresa. A conferência inter- digital” para passar ao debate. Em outras palestras, este foi um
nacional de Richard Funess (convidado pela CDI), intitulada Por que tema dominante: não mais estar ou não-estar nas redes, mas como
pagar USD 4 milhões pelo Super Bowl sai barato?, poderia espantar a estar ali. Outros participantes do painel mostraram casos em que o
audiência: o que eu tenho a ver com o Super Bowl?. Mas ele apontou e próprio contexto se autorregulou, e deram conselhos experientes de
descreveu – em um case exemplar em termos de exploração exaustiva que devemos transformar as redes sociais em espaços civilizados de
de todas as possibilidades conhecidas na comunicação institucional – convívio e difusão de cultura.
ferramentas para se trabalhar de forma integrada com outras áreas,
Chegamos, enfim, à pensata de Graça Taguti sobre esse relacionacomo eventos, marketing, mídia paga. Demonstrou que as empresas mento das instituições com as redes, e que se estende aos produtos
que pagaram por publicidade, durante o jogo, reforçando aquela inser- híbridos de inteligência biológica e tecnológica que conversam entre
ção antes e depois, obtiveram resultados não somente em termos de si: “Nada mais se vê a olho nu; existe sempre uma tela, como um
imagem, mas chegaram a ter suas ações valorizadas em bolsa.
preservativo midiático”. E Mônica Albuquerque mostrou movimento
Houve espaço para articulações. Lalá Aranha, presidente do já presente na TV Globo, de extrapolar a telinha e lançar os aplicativos
Conrerp-RJ, falando sobre o mercado de trabalho para comunicação para uma segunda tela. Ou terceira tela, ou quarta...
Festa de lançamento do Anuário reúne 300 convidados
Sarau da Cultura Popular, organizado pelo Instituto Memória Brasil, reuniu Assis Ângelo, Jorge Melo,
Papete, Oswaldinho do Acordeon, as cantoras gêmeas Célia e Celma e a cantora Fernanda de Paula
Cerca de 300 convidados
prestigiaram na noite de 24/4
o lançamento do Anuário
Brasileiro da Comunicação
Corporativa, que a partir de
agora será distribuído para
as agências de comunicação,
áreas de comunicação corporativa, marketing e RH das
Assis Ângelo abre o Sarau
grandes organizações públideclamando Patativa do Assaré
cas e privadas, secretarias de
Comunicação dos governos Federal, estaduais e capitais,
e pautas dos principais veículos de comunicação do País.
Coordenado por Lena Miessva ([email protected]),
o Anuário pode ser adquirido diretamente na Mega Brasil,
ao preço de R$ 80 o exemplar. Informações com Amanda
pelo [email protected] ou 11-5576-5600.
Oswaldinho do Acordeon, um show
dentro do show
As gêmeas Célia e Celma interpretam No rancho
fundo, do conterrâneo Ary Barroso, de Ubá (MG).
Ao fundo, Jorge Melo e Papete
Edição 895
Página 13
Congresso Mega Brasil de Comunicação
PERCENTUAL DE AVALIADORES DAS ATIVIDADES DO CONGRESSO 2013
A avaliação dos participantes
Maurício Bandeira, do
Instituto Corda
Em avaliação independente
feita pelo Instituto Corda –
Rede de Projetos e Pesquisas
e apresentada no painel final
Crème de la Crème, a média
geral de todas as atividades
do Congresso, numa escala
de notas de 1 a 5, foi de 4,17.
“É uma nota excepcional – diz
Maurício Bandeira, diretor do
Instituto Corda – sobretudo ao
considerarmos que as palestras
e conferências foram avaliadas
por quase 54% da audiência”.
MELHORES AVALIAÇÕES
ATIVIDADES
NÃO AVALIARAM
46.082%
AVALIARAM
53.918%
TOTAL DE CONGRESSITAS EM 2013: 500
6 CONFERÊNCIAS
27 PALESTRAS
RESULTADOS POR ITEM DE AVALIAÇÃO
ATIVIDADES QUE OBTIVERAM AS MELHORES NOTAS MÉDIAS
1. Inovação e Criatividade em Marketing Corporativo – 4,73
2. Primeira plataforma na nuvem para gestão da comunicação – 4,59
3. Crise em Redes Sociais – 4,59
4. Você no Facebook – os limites da exposição – 4,54
5. Perfil e desafios do novo profissional de comunicação global – 4,53
RESULTADOS POR ITEM DE AVALIAÇÃO
NOTAS MÉDIAS POR ITEM DE AVALIAÇÃO
Outros olhares
Reproduzimos a seguir depoimentos de outros profissionais que atuaram no Congresso como moderadores, exceto o de Mariana Trindade,
que é correspondente deste J&Cia na Bahia.
“Lalá Aranha trouxe ao Congresso um dos temas mais ‘quentes’
do setor nos últimos tempos: a necessidade de se discutir a flexibilização da atividade de relações públicas. Reconhecendo que, da forma
como está, a legislação ‘engessa’ a categoria e a afasta da realidade
do mercado, Lalá falou dos planos do Conferp para uma nova consulta
pública que buscará um consenso sobre a forma de se chegar a essa
flexibilização. Esta discussão culminará em uma proposta que será enviada ao Congresso Nacional para a mudança na lei de 1967 que ainda
hoje regula a atividade de RP.
Além desse projeto, Lalá também exemplificou algumas atividades
que, por não terem ‘dono’ atualmente, poderiam facilmente ser ocupadas por profissionais de RP, como ouvidoria, coaching e ativação. Ao
final, a discussão com a plateia girou em torno da retomada da relevância
que as relações públicas perderam nos últimos anos, e como fazer para
ampliar as fronteiras da atividade.
Em resumo, a bandeira levantada por Lalá pode, no futuro, corrigir
graves distorções profissionais e mercadológicas que são verificadas
somente no Brasil, devido a uma legislação ultrapassada e às novas
exigências de um setor em constante evolução e com novos e mais
altos níveis de exigência. Se der certo, todos sairão ganhando.” – Daniel Bruin, IICS
“A era da comunicação por meio de paradigmas estáticos ou experiências passadas acabou. As novas mídias ampliaram fortemente
as possibilidades de geração e captação de dados sobre percepções,
tendências e preferências da sociedade, multiplicando o poder que as
pesquisas sempre tiveram. E, para os profissionais da área, a capacidade de combinar e interpretar esses dados tornou-se fundamental para
construir estratégias vencedoras de comunicação, e medir com maior
precisão os resultados.
A executiva Allyson Hugley, da Weber Shandwick de Nova York,
especialista no assunto, discorreu sobre essa mudança conceitual e
descreveu as inúmeras possibilidades de usar a estatística no planejamento e execução de ações de relações públicas. Uma delas é a
possibilidade de medir o que “não acontece”. Afinal, muitas vezes os
clientes solicitam a suas agências que trabalhem na prevenção de crises
de imagem, ou para que possam influenciar nas discussões públicas
sobre seus temas de interesse, antes que afetem os negócios. E, para
Edição 895
Página 14
isso, é necessário conhecer o status anterior e acompanhar a evolução
do cenário, o que trará aos clientes e às agências maior segurança em
relação aos resultados das estratégias escolhidas.
Allyson abordou também as estratégias utilizadas por Barack Obama em sua campanha vitoriosa de reeleição à presidência dos EUA
em 2012. Totalmente baseado em medição de microtendências nas
redes sociais e muita pesquisa, Obama conseguiu entender as evoluções das preferências dos eleitores e adaptar seu discurso, garantindo
maior alinhamento e uma vitória eleitoral que era considerada difícil
por muitos analistas.
A palestra foi inspiradora e mostrou aos participantes a importância
de aumentarmos nosso foco e investimento em pesquisa e análise de
dados para alcançarmos ações mais precisas e eficientes na comunicação.” – Leandro Conti, Syngenta
“Mauro Chagas, que faz parte da equipe de Boxnet e Maxpress, fez
a palestra Sala de Situação – O poder da informação real time na tomada
de fecisão, da qual participei como moderadora. Com experiência de
28 anos na área de comunicação, Mauro levou aos congressistas um
pouco da angústia do excesso de informação.
Para ilustrar, apresentou uma interessante linha do tempo sobre as
mudanças na forma de trabalharmos desde 1980. Por que 1980? Porque
a partir dessa década é que a atividade começa a sofrer o impacto das
novas tecnologias, que mudam inteiramente a comunicação corporativa.
A transição da máquina de escrever para o computador, a chegada
da internet, o advento do celular (os primeiros pesavam mais de 1 kg!),
o nascimento dos blogs e, por fim, as redes sociais representam os
desafios vividos pelos profissionais do setor.
Fundador da Elemidia, Mauro é um profissional antenado, que pensa
em meios de unir plataformas para ajudar o trabalho do estrategista da
no mundo da comunicação corporativa: o ouvir e o falar.
Já entramos na Era do Diálogo e precisamos refletir sobre isso.
Esta foi a mensagem-chave e o tema que esteve presente em quase
todas as palestras a que assisti. Saiu de cena uma avalanche de cases
bem-sucedidos de clientes perfeitos – o que quero deixar claro que não
acho ruim – para assistir, ou melhor, ouvir sobre inovação, criatividade,
estratégia, inteligência, integração e conhecimento.
Os desafios – e o perfil – destes novos profissionais estiveram
presentes em vários encontros. Das apresentações de comunicação
interna, passando pelo marketing motivacional, até uma palestra específica sobre o tema. Curiosa foi a participação virtual de lideres de
comunicação, em que eles pontuavam aspectos importantes no perfil
desses profissionais. Um deles chegou a dizer que nem se importava
com a formação universitária, mas que essa pessoa deveria ser capaz de
resolver problemas, ter personalidade, bom network e ser interessante,
ou seja, ser capaz de dialogar de forma eficiente.
Ainda ficou como legado para nós, participantes, discussões sobre
desenvolvimento humano, conectividade e compartilhamento de
informações. Hoje nos deparamos com uma infinidade de conteúdos
que muitas vezes nem temos tempo de assimilar, e este é o nosso
grande desafio: criar conteúdo que seja interessante, sem exagerar
nas publicações, ou seja, quantidade não é qualidade.” – Mariana
Trindade, Darana
“Comunicação 360° é fundamental para consolidar a simbiose entre
as atividades de Relações com Investidores e a Comunicação. Este foi
o eixo da boa apresentação de Flávio Pestana, abordando, com propriedade, os pontos que podem ser aperfeiçoados por uma companhia no
listas brasileiros e as redes sociais: um estudo qualitativo, enriquecemo-nos com a excelente contribuição do Manoel Fernandes, diretor da
Consultoria Bites, que abordou questionamentos sobre a eficácia das
redes sociais e seus conteúdos quanto a superficialidade versus a profundidade dos temas veiculados nas redes. Um verdadeiro exercício
de reflexão.” – Pedro Luiz Dias, General Motors do Brasil
“Tive a honra de ser a mediadora da palestra Relações Governamentais e Lobby: oportunidades de carreira e desafios éticos, proferida por
Gilberto Galan durante o Congresso Mega Brasil. O tema não é apenas
relevante, mas se torna instigante quando se reflete sobre o fato apresentado de que a bibliografia brasileira ao seu redor é constituída por
apenas dois livros (Lobby: o que é e como se faz, de Said Farhat, e Relações Governamentais e Lobby: aprendendo a fazer, do próprio Galan).
Considerando-se o relativo sucesso da consolidação da democracia
no País e o fato de que o governo brasileiro mantém um diálogo constante com a iniciativa privada – a despeito do fato de estar geograficamente isolado em Brasília –, era de se esperar que mais atores desse
diálogo já tivessem se manifestado e contribuído para a construção de
uma massa crítica sobre o tema. E que a mesma estivesse disponível
para novos profissionais com o desejo de enveredar por essa atividade.
Nesse sentido, muito saudável o apelo de Galan durante a palestra,
pedindo para que mais profissionais atuem nessa área. Sua experiência
à frente de áreas de Relações Institucionais e Governamentais de importantes organizações, como Kodak, HP e Philip Morris (acentuando
aqui as questões sensíveis contidas nessa última) é encorajadora. E a
generosidade com que a divide, inspiradora.
Assim, revisitando sua contribuição durante o Congresso, destacaria,
comunicação. Em sua opinião, a angústia do excesso de informações
pode ser resolvida com uma plataforma que simplifique a chegada das
informações relevantes sobre os temas que nos interessam.” – Marcia
Glogowski, RP1
“Na fala apaixonada e vibrante com que Ligia Vannucci apresentou
a Braskem na mesa As razões que fizeram a Braskem ser escolhida a
Empresa do Ano pela Aberje percebi como esta empresa tão jovem
e corajosa tornou a comunicação com seus integrantes (funcionários)
pedra angular na estratégia de tornar-se líder em seu segmento. Isto
só é possível construir quando se observam as melhores práticas das
organizações incorporadas pela Brakem ao longo de seus dez anos de
história, com o apoio de seus líderes, com timing perfeito e regularidade,
criando uma comunicação envolvente e engajada, que tem a cara da
empresa. Foi um aprendizado que pude compartilhar com o público que
prestigiou esta mesa e que no debate, mostrou muito interesse em
saber como a Braskem soube lidar bem com a linguagem audiovisual
e em seu mix de mídias internas e externas resolver com tranquilidade
essas demandas de diálogo com seus stakeholders.” – Marcus Vinícius
de Jesus Bonfim, ABRP-SP
“Das nove edições do Congresso Mega Brasil de Comunicação a
que estive presente, já participei de quase todos os temas relacionados
às nossas atividades. Comunicação integrada, assessoria de imprensa,
comunicação interna, responsabilidade social, redes sociais e redes
sociais novamente. Mas em 2013 a “bola da vez” teve um viés diferente. Enquanto ainda temos muitas dúvidas e sequer conseguimos
fazer previsão de como será o mundo digital em pouco tempo, saímos
desse tema, em que poderíamos ficar muitas edições discutindo, para
um assunto ainda mais instigante. O que de fato, fará toda a diferença
seu relacionamento com os stakeholders.
E para que não restasse dúvida o palestrante ilustrou com dois
cases: o da OGX, no qual a perda de valor é grande; e o da Kroton, em
que a geração de valor é crescente. No primeiro são vistos erros de
comunicação com o mercado, enquanto no segundo caso é observada
a assertividade na comunicação.
Em um mundo de tecnologias cada dia mais sofisticadas é razoável
cumprir as premissas de conteúdo, sem as quais não existirá um real
benefício nos negócios.” – Nelson Tucci, Virtual
“Foi uma grande satisfação participar e contribuir com mais esta
edição do Congresso Mega Brasil de Comunicação, para profissionais
e estudantes desse fantástico mundo das Comunicações.
Durante três dias foi possível enriquecer conhecimentos, aprimorar
e compartilhar vivências numa atividade profissional que não tem
limite para evolução. Sem dúvida alguma, trata-se de um campo profícuo e muito rico para o enriquecimento das relações sócio-político-econômicas.
A estimulante convivência com especialistas de notório saber
demonstra a importância e a necessidade da troca de experiências e,
mais do que isso, trouxe narrativas que influem nesse processo de
transformação que as sociedades globais atravessam, em particular a
coletividade brasileira.
Notamos um interesse muito grande de participação dos congressistas em debater cada tema e incentivar os participantes a meditarem
sobre os novos desafios que surgem quanto à forma e, mais especificamente, quanto ao conteúdo das mensagens.
Na palestra da qual tive a honra de atuar como moderador, Os jornaalém da falta de bibliografia, os seguintes fatos: 1) ausência de uma
formação específica para o profissional de Relações Governamentais
(atuam na área hoje profissionais de advocacia, comunicação, jornalistas
etc.); 2) ausência de regulamentação do setor (em discussão há mais de
20 anos e fator que influencia diretamente o primeiro); 3) a discussão
sobre o desafio ético, salutar para qualquer atividade dentro das áreas
de Relações Públicas, Instiucionais e Governamentais.
O tema é rico e se fosse para dar uma sugestão para a próxima edição
do Congresso, que sejam aprofundados com tópicos como:1) quais as
bases fundamentais para a formação de um profissional de Relações
Governamentais?; 2) quais os entraves para a regulamentação do setor
e como superá-los?; 3) quais as medidas para a conscientização, junto
à sociedade, das diferenças entre lobby (legítimo) e tráfico de influência?” – Renata Saraiva, Ogilvy PR Brasil
“Em nosso painel, ficou claro o movimento de expansão das Relações Públicas na direção de outras disciplinas de comunicação. A
construção das marcas, hoje, é um fenômeno desafiador, uma vez que
a dinâmica de conversas entre indivíduos e corporações transformou-se notavelmente. Se antes os indivíduos eram envolvidos de maneira
massificada nos processos de transmissão de mensagens, hoje o
pré-requisito para qualquer laço junto a empresas baseia-se na igualdade de condições em processos pautados pela lógica do diálogo. Da
comunicação, rumamos para a conversa – e ela gera engajamento.
Confiamos mais em pessoas comuns – como amigos, familiares –
no momento de formarmos opiniões sobre uma organização do que
no próprio CEO que a representa. Não há outra saída para as marcas
que fuja da premissa do diálogo. Se esta é a era que se anuncia, cabe a
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nós, comunicadores, ressignificarmos as relações públicas –
ainda mais neste momento, em que o mundo parece estar
mais perto dessa disciplina, que teve sempre em sua raiz
o compartilhamento de valor e a criação de conversações
em ambientes cada vez mais fragmentados. Porém, essa
ressignificação pressupõe uma ampliação do escopo do
que entendemos ser RP.
Indivíduos mais críticos, conectados e empoderados demandam
uma transcendência por parte das marcas. Querem mais do que a
entrega de produtos e serviços de qualidade. Desejam, antes disso,
envolvimento por meio de um significado mobilizador, que os atraia por
afinidade e não apenas em decorrência de um conjunto de benefícios.
Além de uma propósito relevante e atraente, é necessário fazer com
que as marcas coloquem tal discurso à prova por meio de ações. Apenas
depois se ganha a consistência necessária para comunicar – ou melhor,
conversar. Isso está, sim, na agenda estratégica das organizações. Uma
vez que o valor não é mais determinado apenas por elas, mas atribuído
pelos stakeholders, nada mais natural do que se alinhar a esse cenário.
O pilar fundamental na construção de marcas nesse panorama,
portanto, passa pela tríade identidade-atitude-conversa. Variáveis interdependentes, levam as relações públicas a interagirem sinergicamente
junto a outras disciplinas para aumentar sua efetividade, ao absorverem
a cultura do branding, a fluência nos meios digitais, a capacidade de gerar
ativações pertinentes, respeitar a estética das marcas e aferir os resultados de modo eficiente graças aos fundamentos oriundos da pesquisa.
Uma visão evoluída de RP pressupõe, por consequência, profissionais
alinhados a tal transdisciplinaridade, capazes de agregar criatividade, capacidade estratégica e alto poder de execução para tornar real toda essa
teoria. Temos o desafio de educar o mercado e, ao mesmo tempo, formar
profissionais e desenvolver conhecimento compatível com essa missão.
Se o mundo está mais perto das relações públicas, caberá a nós,
deste mercado, liderar esse processo em um panorama competitivo em
que as fronteiras já não são visíveis como antes.” – Rodolfo Araújo,
Edelman Significa
“Ouvir as palavras de Francisco Viana no Congresso Mega Brasil
de Comunicação me fez refletir sobre a importância da narrativa e da
consciência sobre o quotidiano. Observo o quanto líderes empresariais
têm grande dificuldade em transformar os propósitos, valores e princípios da companhia em narrativas marcantes, relevantes e inspiradoras
para seus funcionários. Por esse motivo, cada ação se torna perdida
em uma rotina desagradável e sem sentido. Ao mesmo tempo, esse
quotidiano pode ser, a cada momento, um segundo da eternidade
quando expressa o sentido da vida da pessoa, alinhada aos propósitos
da companhia. Penso que a narrativa dá ao propósito e aos atos do
cotidiano a forma de um legado que auxilia aos que nos cercam, e às
gerações futuras, a encontrar seu significado e valor em sua própria
vida. Isso torna a existência do indivíduo e da organização relevante ao
mundo contemporâneo e à história futura. Sábias palavras. Obrigado,
Francisco!” – Silvio Celestino, Alliance Coaching
“O desafio de trabalhar para uma empresa reconhecida por sua excelência em comunicação, como a TV Globo, despertou a curiosidade
dos profissionais que assistiram à palestra da diretora de Comunicação
Corporativa Mônica Albuquerque no Congresso Mega Brasil. Todos
queriam saber como encarar esse enorme desafio.
A favor dela, o fato de ter participado de todos os grandes movimentos ocorridos na Organização na última década. E de ser uma profissional
focada em planejamento. Planejamento, segundo Monica Albuquerque,
foi e continua sendo o segredo do sucesso do trabalho realizado com
o apoio de uma equipe campeã. Que conquistou reconhecimento interno, outro fator essencial para que um projeto de comunicação seja
vencedor.” – Sonia Azevedo, In Press Porter Novelli
Flagrantes
Espaço patrocinado por Maxpress, Boxnet e Todo Ouvidos, a
Sala Vip do Congresso Mega Brasil de Comunicação foi passagem
obrigatória de palestrantes e convidados. As presenças ilustres se
alastraram por todo o Centro de Convenções Rebouças numa bela
festa da comunicação corporativa brasileira.
Marcelo Alonso, Ana Francisca Pônzio e
Gilberto Galan
Marco Rossi, Mauro Chagas e Ulisses
Rocha
Carlos Villanova e Ana Julião
O promotor público Márcio Lauria,
à frente da galeria de fotos de sua
autoria...
Antonio Assiz e Jamir Kinoshita
A cobertura fotográfica do evento foi feita pela Agência Imagem,
dirigida por Luiz Machado, e o trabalho pode ser conferido pelo
link http://www.flickr.com/photos/megabrasil2013
Eduardo Ribeiro, Luiz Fernando Sá e
Milton Gamez
Eduardo Ribeiro, Lázaro de Mello
Brandão, Luiz Fernando Sá, João
Rodarte, Marília Stabile e José Ramos
...e dando uma canja na festa do Prêmio
Personalidade da Comunicação
Domingo Alzugaray e o time da Editora
Três: Luiz Fernando Sá (esq.), Carlos
Marques, Caco Alzugaray, Mario Simas
e Milton Gamez
Caco e Paula
Alzugaray com
o pai Domingo,
ao lado de Mino
Carta
Audálio Dantas e Domingo Alzugaray
Troféu Prêmio Personalidade
da Comunicação
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Com moderação de Pedro Luiz Dias (de terno, na
plateia), Manoel Fernandes falou sobre os jornalistas
nas redes sociais
Sérgio Franco, Decio Paes Manso,
Silvana Hafez e Tales Toffoli
Milton Gamez, entre Lázaro de Mello
Brandão e Joseph Safra
Flávio Pestana
Thilde Rocha (esq.), Lucinéia Pacheco
e Admilson Rezende
Mariana Trindade e Ricardo Caribé
Sonia Azevedo (esq.) e Tatiana Marzullo
Alexandre Teixeira, tendo ao fundo
Márcio Cardial
Rosana Dias (esq.), Ana Paula Pessoa e
Tereza Kaneta
Carlos Marchi e Mônica Valdvogel
Eduardo Ribeiro, Tânia Miranda, Marco
Rossi e Célia Radzvilaviez
Junia Nogueira de Sá e José Paulo
Kupfer
Martha Becker (esq.) e Evane Becker
Nemércio Nogueira, Lalá Aranha e
Sidineia Gomes Freitas
Mônica Albuquerque
Ruy Portilho e a esposa Mônica Nobre,
em conversa com Lalá Aranha (de costas)
Daniel Bruin e Lalá Aranha
Luiz Gustavo Pacete
Marilene Lopes (esq.) e Elisa
Prado
Martha Gabriel (esq.) e Graça
Taguti – ambas mexeram com
o astral do Congresso
Cassia Gargantini, Sérgio Lapastina,
Vinícius Ribeiro, Márcio Lauria e Márcio
Coelho
Gil Giardelli
Mônica Paula da Silva
Floreal Rodriguez e
Angélica Consiglio
Marcel Sofner (esq.) e Bill Lara
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Salles Neto cumprimenta
Domingo Alzugaray
Equipe da Effort, que cuidou dos
coquetéis e refeições
Darlan Ferreira, José Aparecido Miguel, as gêmeas
Célia e Celma, José Donizete, Assis Ângelo, Andrea
Lago, Wilson Baroncelli (abaixado), Ana Assis Ângelo,
Fernanda de Paula, Papete e Eduardo Ribeiro
Marcos Masini, Martha Gabriel
e Vany Laubé
Carlos Henrique Carvalho e Graça Taguti
Rachel Mello (esq.) e Marilene Lopes
Gladston Holanda, Katia Cubel,
Rosenildo Ferreira e José Ramos
Renato Mendes (dir.) e Sérgio Lapastina
Marta Dourado
Gregório França (esq.), Helio Campos
Mello, Gilberto Mansur e Carlos
Marques
Equipe de jornalismo da Mega Brasil
que atuou na cobertura do evento,
alimentando o site e as mídias sociais
Em sentido horário: Mônica
Albuquerque (TV Globo), Marilene
Lopes, João José Forni (em pé), Carlos
Henrique Carvalho, Eduardo Ribeiro e
Cristina Vaz de Carvalho
Mateus Furlaneto
Capitão Marília Vilas Boas e tenente Tiago
Bob Bejan (dir.) e Carlos Ximenes
Público presente na palestra de Mônica
Albuquerque, da Rede Globo
Raquel Ogando (esq.) e Carolina
Cordioli
Adriana Brondani
Rodrigo Pinotti
Intérpretes da Polícia Militar circularam
entre os congressistas, numa prévia
de como atuarão na Copa das
Confederações
Marco Antonio Lage, observado por
Milton Gamez
Roberto Baraldi (esq.) e Eduardo Ribeiro
Cledorvino Belini, impossibilitado de
comparecer, gravou vídeoconferência
Martha Gabriel
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Paulo Nassar (esq.), Silvio Celestino e
Francisco Viana
Sérgio Lapastina, Valéria Café, Vivian
Bialski e Marco Rossi
Sergio Bourroul, em primeiro plano,
Valter Brunner, Elisa Prado e Sidineia
Gomes Freitas
Ligia Vannucci
Paulo Pereira, observado ao
fundo por Paulo Gilvane
Equipe do Comunique-se – Rodrigo Azevedo,
CEO da empresa, é o segundo a partir da
direita
Márcio Coelho, Ediana Balleroni, Gil Giardelli e Márcio
Lauria
Richard Funess falou diretamente dos
Estados Unidos em vídeoconferência,
com moderação de Nemércio Nogueira
Márcia Glogovski e Mauro
Chagas
Victor Drummond (esq.), Edward Borba,
Silvana Ribeiro e Henry Wender
Edmundo Almeida, Decio Paes Manso
e Renato Avanzi
Ciro Dias Reis
Marcelo Molnar, João Abramo e
Assahi Lima
Bill Lara e Amanda Tamura
Estudantes de relações públicas que
atuaram como “madrinhas” dos
convidados
Renata Saraiva
Ponto de Vista: parceria da Fundamento
com a Fundação Dorina Nowill levou
dezenas de participantes a terem uma
vivência totalmente no escuro, como
os cegos.
Sharon Hess (esq.), Andréia Athaydes, Rodolfo Araújo,
Daniela Schmitz, Daniel Rimoli e Natalia Martinez
Mônica Galvão, Márcio Chaer, Fabi
Siviero e Marco Chiaretti
Leandro Conti e Allyson Hugley
José Luiz Schiavoni (esq.) e Eduardo
Ribeiro
Marco Rossi, Sérgio Bertarelli, Vinícius Ribeiro
e Gabriel Espinosa, gravando o programa Na
Prancheta, na Rádio Mega Brasil Online
Renata Binoto, Juliana Marques, Lena
Miessva, Nemércio Nogueira e Magda
Oliveira
Aline dos Anjos, Adriana Somma e
Cristiane Linguevis
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Um novo profissional para uma nova comunicação Jornalistas&Cia