www.portaldosjornalistas.com.br Edição 895 Prêmio Embratel divulga os vencedores Do Rio – n Acaba de sair o resultado do Prêmio Embratel. Apenas o vencedor do Grande Prêmio Barbosa Lima Sobrinho, que fará jus a R$ 32 mil, será anunciado na solenidade de premiação, marcada para 14/5, no Rio. Este ano, 1.862 reportagens de 860 jornalistas disputaram um valor total líquido de R$ 194 mil. Os ganhadores são: n Por mídia: Jornal, Revista, Internet com tema livre – Letícia Duarte e Jefferson Botega, do Zero Hora, com o trabalho Filhos da rua (vencedora do Esso de Reportagem de 2012); Televisão – Rodrigo Carvalho, Egledio Vianna, Ana Athayde, Felipe Martins e Inês Valladão, do Jornal das Dez da GloboNews, com Juízes ameaçados. Estas categorias recebem R$ 13 mil cada. Rádio – Adriano Faria, Jefferson Dalmoro, Josevaldo Souza, Carlos Xavier e Ester Monteiro, da Rádio Senado, pelo trabalho Os 50 anos da renúncia de Jânio Quadros, com R$ 11 mil. Foto – Wilton Júnior, de O Estado de S. Paulo, com Touché (Esso de Fotografia em 2012); Reportagem Cinematográfica – Marco Motta, com Júlio e Bruno, do Repórter Rio da TV Brasil, com BRS Presidente Vargas. As duas últimas categorias recebem R$ 9 mil cada. n Por temas: Investigativo – Jonas Campos, Carlos Rodrigues, Idemar Marcatto, Adiel Lima, Renato Mendes, Cheyla Ferraz, Robson Crivelli e Alexandre Castanho, da TV Centro América de Cuiabá, pelo trabalho Madeira chipada (R$ 13 mil); Cultura – José Hamilton Ribeiro e equipe composta por José Augusto Bezerra, Wilson Berzuini, Maurino Marques, Orlando Daniel, Olympio Giuzio, Jorge dos Santos e Fernando César, do Globo Rural da TV Globo, por Tinoco; Economia – Mariana Segala, Eduardo Salgado, Luciene Antunes, Patrick Cruz, Lucas Vettorazzo, Daniel Barros, Angela Pimenta, Lucas Amorim e Tatiana Gianini, da 1 a 7 de maio de 2013 revista Exame, por Onde o Brasil desponta; Esporte – Leandro Colon, Filipe Coutinho, Júlio Wiziack, Rodrigo Mattos e Sérgio Rangel, da Folha de S.Paulo, por Os negócios suspeitos e a queda de Ricardo Teixeira (Esso de Jornalismo 2012); e TI, Comunicação e Multimídia – Silvia Bessa e Vandeck Santiago, do Diário de Pernambuco, por Nordeste em rede. Serão R$ 11 mil para cada uma dessas quatro categorias. Educação – Antônio Góis, Chico Otavio, Carolina Benevides, Efrem Ribeiro, Letícia Lins, Odilon Rios, Marcelo Carnaval, Paula Giolito, Jarbas Oliveira, João Brito Jr. e Hans von Manteuffel, de O Globo, por Aula de excelência na pobreza (Esso de Educação 2012); e Socioambiental – Henrique Kugler, Jean Remy Guimarães, Alicia Ivanissevich, Sheila Kaplan e Ricardo Menandro, da revista Ciência Hoje, por Paraíso dos agrotóxicos. São R$ 10 mil para cada categoria. n Por região: Centro-Oeste – João Valadares, Adriana Caitanto, Karla Korreia, Renata Mariz, Junia Gama, Ricardo Taffner e Lilian Tahan, do Correio Braziliense, com o trabalho Fim do 14º e 15º salários; Nordeste – Ciara Carvalho e Ricardo Labastier, do Jornal do Commercio, de Recife, com Paraíso às avessas; Norte – Elaíze Farias, Leandro Prazeres, Carolina Silva, Cimone Barros, Jonas Santos, Adauto Silva e Carla Yael, de A Crítica, de Manaus, com Cheia do século; Sudeste – Mateus Parreiras, Valquiria Lopes e Luiz Ribeiro, do Estado de Minas, com Morte S/A; e Sul – Mauri König, Diego Ribeiro, Felippe Aníbal e Albari Rosa, da Gazeta do Povo, de Curitiba, com Polícia fora da lei. Cada categoria recebe R$ 6 mil. n Vale registrar que Folha, Zero Hora, Estadão e O Globo tem um duplo motivo para celebrar: com as mesmas matérias, os quatro veículos haviam recebido, em 2012, o Esso. uma empresa de medicina e saúde imprensa: (11) 3897-4122 Jornalistas&Cia fecha parceria com o Centro de Estudos em Finanças da FGV Iniciativa tem por objetivo apoiar os cursos para jornalistas oferecidos gratuitamente pela instituição n Um encontro na tarde desta 3ª.feira (20/4), na sede da Jornalistas Editora, selou um acordo entre este Jornalistas&Cia e o Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo, também conhecido como GVcef. Participaram William Eid Junior, professor titular e coordenador do GVcef, Eduardo Ribeiro, diretor da Jornalistas Editora, e Ângelo Raposo, da AR Comunicação Corporativa, que cuida da asses- soria de imprensa da instituição e organizou o encontro. O objetivo é estimular a participação dos jornalistas nos inúmeros cursos gratuitos oferecidos pela GVcef e que visam a aprimorar o conhecimento de temas econômicos e financeiros de quem atua nas editorias afins. São cursos exclusivos, só para turmas de jornalistas, e cursos dirigidos a profissionais de outras áreas, mas que muitas vezes interessam e são importantes para a formação complementar dos profissionais que cobrem Economia. n Na próxima 4ª.feira (8/4), às 19h, por exemplo, a instituição reservou algumas vagas para jornalistas no curso Regulação e autorregulação na indústria de fundos de investimentos, que acontece na rua Itapeva, 432, ministrado por Luciane Ribeiro, diretora-executiva do Santander Brasil Asset Management e membro do Conselho do Fundo Ethical; e Carlos Massaru Takahashi, vice-presidente da Anbima e presidente da RTM. O curso é gratuito e as inscrições podem ser feitas pelo http://migre.me/ elhr2. Outras informações pelo 11-3799-7994 ou [email protected]. Um novo profissional para uma nova comunicação n Encerrada em 25/4, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, a 16ª edição do Congresso Mega Brasil de Comunicação reuniu profissionais de todo o País em 40 atividades, entre elas a homenagem a Domingo Alzugaray e Caco Alzugaray com o Prêmio Personalidade da Comunicação; e o lançamento do Anuário Brasileiro da Comunicação Corporativa. O encontro deixa como um de seus principais legados múltiplas reflexões sobre o intenso e abrangente processo de mutação nas hostes da comunicação corporativa. Veja a cobertura completa a partir da pág. 11. cursos Aberje 2013 15 e 16 M A I O Como Fazer Relações Governamentais e Institucionais com aberje.com.br/cursos Ouça também Jornalistas&Cia na Rádio Mega Brasil Online (www.megabrasil.com), toda 4ª.feira, às 18h, com reapresentações na 5ª, às 10h, e na 6ª, às 20 horas. Gilberto Galan Edição 895 Página 2 São Paulo Suzana Singer inicia um quarto e inédito mandato como ombudsman da Folha de S.Paulo n Suzana Singer deu início em 25/4 ao seu quarto mandato como ombudsman da Folha de S.Paulo. Nenhum dos nove antecessores na função passou de três mandatos, casos de Renata Lo Prete (1998-2001), Bernardo Ajzenberg (2001-2004), Marcelo Beraba (2004 a 2007) e Mario Vitor Santos (1991-1993 e 19961997). Cumpriram dois mandatos Caio Túlio Costa (1989-1991), Marcelo Leite (1994-1996) e Car- los Eduardo Lins da Silva (20002010); e apenas um mandato Junia Nogueira de Sá (1993-1994) e Mário Magalhães (2007-2008). No texto com que abriu esse seu novo mandato, sob o título Queridos, encolhi o jornal, Suzana comenta as mudanças no concorrente Estadão e o slogan “A maior menor mudança” que o jornal já teve, destacando ser ele “tão constrangedor quanto a campanha na tevê”. E avança: “Nem Don Draper, o sexy gênio criativo de Mad Men, teria se saído bem diante da missão de convencer o leitor de que ele está recebendo menos jornal, pelo mesmo preço, mas que isso é uma vantagem”. E cutuca também a própria Folha: “A diminuição do espaço editorial não é, porém, prerrogativa do Estadão. A Folha vem emagrecendo ao longo dos anos, só que de modo mais suave e preservando a divisão de cadernos. No anúncio da última grande reforma gráfica, em 2010, já se falava em ‘textos sintéticos e analíticos em pouco espaço’”. Em entrevista ao jornal ela diz ver com bons olhos o novo mandato, pois “permite consolidar o trabalho e identificar vários pontos que precisam ainda ser abordados”, mas defende a rotatividade da função por considerar importante a renovação para o arejamento de ideias. Leandro Modé e Raquel Landim deixam o Estadão, ele a caminho da FSB e ela, da Folha de S.Paulo n Leandro Modé despediu-se neste início de semana do Grupo Estado e das redações, para uma nova experiência profissional, no segmento da comunicação corporativa. Convidado pelo sócio-diretor Tom Camargo, ele está a caminho da FSB, onde se integrará nos próximos dias ao núcleo dirigido por Marcelo Aguiar. Especializado em finanças e macroeconomia, Leandro conquistou em 2011, ao lado de David Friedlander, Sonia Racy e Fausto Macedo, o Esso de E mais... n Na Globo, Carla Vilhena, que recentemente deixou o Bom Dia São Paulo, vai para a reportagem do Fantástico. Em seu lugar assume Rodrigo Bocardi. Além de novo apresentador, o telejornal matutino local da emissora terá novos quadros e uma cobertura ao vivo mais ampla da cidade. n Fran Augusti deixou no começo de março o jornal jurídico Tribuna do Direito, em que atuava como editor-chefe desde 2000. Fran foi por dez anos, entre 1990 Agenda-SP 2/5 (5ª.feira) – n Coletiva com os pilotos brasileiros Helio Castroneves, Tony Kanaan e Bia Figueiredo, que irão disputar no próximo domingo a etapa São Paulo da Fórmula Indy. A partir das 14h30, na Sala de Imprensa montada no complexo do Anhembi (entrada pelo portão 35 – rua Professor Milton Rodrigues), com credenciamento específico no local. O credenciamento para a cobertura da corrida já está encerrado. 3/5 (6ª.feira) – n Começa e vai até domingo no Grand Hyatt São Paulo (av. das Nações Unidas, 13.301) a 7ª edição do Paladar – Cozinha do Brasil. Credenciamento com Marco Barone ou Gabriel Nunes pelos 11-32778891, [email protected] e [email protected]. Informação Econômica, com o caso do Banco Panamericano. Ultimamente, além de repórter do impresso, dividia com Roberto Godoy a apresentação do jornal do meio dia da Rádio Estadão (um dos maiores destaques da emissora, desde que foi criado meses atrás), e também atuava em vídeos para a tevê e nos eventos do jornal. Estava havia sete anos no Grupo Estado, em sua segunda passagem por lá – a primeira foi em meados de 1997, logo após ter-se formado no Cure 2000, gerente de imprensa da Volkswagen do Brasil e anteriormente esteve por 27 anos no Estadão, ali ocupando várias funções, como redator, editorialista, repórter e editor. Também atuou como redator das redes Globo, Record e Bandeirantes, em programas do apresentador Fausto Silva. Seus atuais contatos são [email protected] e 11-4153-4369. n Gisele Alexandre, repórter fotográfica e de texto, deixou, depois de seis anos, a agência so de Focas, quando permaneceu na casa por três anos e meio. De lá passou por UOL, Forbes Brasil, TV Bloomberg e revista Foco Economia e Negócios. n Quem também deixou o jornal, mas a caminho da Folha de S.Paulo, onde começa em junho como repórter especial, é Raquel Landim, que estava havia quatro anos na reportagem da editoria de Economia. Antes, foi por nove anos do Valor Econômico, onde participou da equipe fundadora. Na Folha, segundo Coletânea Editorial, do Grupo MTCom SP. Seus contatos pessoais são gialexandre@hotmail. com e 11-98414-8949. n Wanderley Midei (ex-Estadão) deixou São Paulo por motivo de saúde e está morando em Aracaju, com a família da sua filha Daniela. Lá, ele está disponível para contribuir com revistas, jornais de bairro e principalmente atuar como webwriter ou blogueiro e para quem quiser publicar seus contos, crônicas e poemas. Os contatos dele são a nova estruturação do jornal, Raquel terá duplo comando: responderá a Vinícius Motta, secretário de Redação e chefe dos repórteres especiais, e a Ana Estela de Sousa Pinto, editora de Mercado, onde ficará alocada. n Outro que saiu do jornal foi Fabio Lemos Lopes, que havia dois anos era editor no portal do Estadão. A partir da próxima semana ele passa a integrar a equipe de Veja São Paulo. br. Programação e informações no www.paladarcozinhadobrasil. com.br. 4/5 (sábado) – n Quinta edição do Encontro com Autores e Ideias, promovido por Mona Dorf em parceria com o Governo de São Paulo. O tema da vez é Literatura em blogs, com participação de Luiz Bras (ex-Nelson de Oliveira) e Ivana Arruda Leite. Às 11h, na Biblioteca de São Paulo (av. Cruzeiro do Sul, 2.640). Entrada franca. Mais informações em http://migre.me/elas6. 7/5 (3ª.feira) – n Wálter Casagrande autografa sua biografia Casagrande e seus demônios (Globo Livros), escrita em coautoria com Gilvan Ribeiro. Na Saraiva do Shopping Center Norte (travessa Casalbuono, 120), das 19h às 22 horas. n Bárbara Gancia (Folha de S.Paulo), Júlia Bussius (Companhia das Letras), Christina Baum (Pauliceia Literaria) e Neka Menna Barreto (Neka Gastronomia) participam de bate-papo sobre situação da mulher do mercado de trabalho, tema do livro de Sheryl Sandberg, chefe executiva do facebook, que está sendo lançado em português. Às 19h, na Fnac da Paulista (av. Paulista, 901). n Na mesma 3ª, lançamento da segunda edição do livro Retorno de Investimentos em Comunicação: avaliação e mensuração, de Mitsuru Higuchi Yanaze (ECA-USP), Otávio Freire e Diego Senise, ambos do instituto de pesquisa Ilumeo. Revista e ampliada, a obra apresenta pesquisa inédita realizada pelo Centro de Estudos de Avaliação e Mensuração em Comunicação e Marketing da ECA-USP com gestores de comunicação e clientes internos da área em 50 empresas do ranking Maiores e Melhores da Exame. O levantamento revela como os profissionais planejam, organizam, avaliam e mensuram os resultados de comunicação. Às 19h, na Fnac Pinheiros (Praça dos Omaguás, 34). [email protected] e 79-3243-2722 / 11-99402-1262 (TIM). Pingos nos is – n Na nota sobre a divergência no número de demitidos do Estadão em São Paulo, que publicamos em J&Cia 894, citamos não terem sido computados na conta original dois editores-executivos que deixaram suas funções no início do mês e passaram a ser colunistas, mas por lapso citamos apenas um: Luiz Américo Camargo; o outro é Laura Greenhalgh. Patrocine os Jornalistas de Arquitetura e Construção 11-3861-5288 ou 3861-5283 Clique aqui para conhecer a comunidade Tributo a Paulo Vanzolini n J&Cia Memória da Cultura Popular, editado em parceria com o Instituto Memória Brasil, trará na próxima 2ª.feira (6/5) entrevista que Paulo Emílio Vanzolini, zoólogo paulistano especializado em herpetologia na Universidade de Harvard, deu a Assis Ângelo, seu amigo por mais de 30 anos. Também compositor, e dos mais importantes da nossa música popular, Paulo morreu no último domingo (28/4), em São Paulo, vítima de pneumonia. A entrevista que republicaremos saiu primeiramente nas páginas do suplemento cultural do Diário Oficial do Estado de São Paulo, D.O. Leitura, em abril de 1990, e em novembro do mesmo ano no hebdomadário carioca Pasquim. Vale ressaltar que um dos últimos eventos de que participou foi o Roteiro Musical da Cidade de São Paulo, que Assis realizou no Sesc Santana de janeiro a maio de 2012, com a participação do também amigo Eduardo Gudin (foto). Vanzolini (esq.), Gudin e Assis Edição 895 Página 3 São Paulo – continuação Assessorias-SP Eugênio Araújo acerta com a Câmara Municipal n Eugênio Araújo aceitou convite de José Américo Dias, presidente da Câmara dos Vereadores de São Paulo (e também jornalista), e é o novo assessor Institucional da Casa. Ele deixará o cargo de editor da revista Negócios da Comunicação, onde está desde agosto de 2012, mas continuará atuando nos Projetos Especiais da publicação, conforme acordo que fez com o Curtas-SP n Antonio Carlos Rios Corral, superintendente do DCI, deixou a empresa em 23/4 para, segundo comunicado interno, “abraçar novas oportunidades”. Ao noticiar a saída, o Portal Imprensa informou ser provável que Cristiane Quércia assuma o cargo. Filha do ex-governador Orestes Quércia, ela é a atual acionista e executiva da Divisão de Comunicação da Sol Panamby, controladora do DCI, e integra o Conselho Editorial do jornal. n A Câmara Municipal de São Paulo abriu nesta 3ª.feira (30/4) licitação para contratar agência de propaganda. Para participar da concorrência, os envelopes com os dados necessários devem ser enviados antecipadamente – de 2ª a 6ª.feira, das 11h às 17h, à Comissão de Julgamentos de Licitações da Casa (viaduto Jacareí, 100, sala Dança das contas-SP n O Grupo Máquina é nova agência responsável pelo relacionamento de mídia da Zeiss, fabricante alemã de lentes oftálmicas e sistemas de alta precisão. Atendimento de Renata Asprino (renata.asprino@ grupomaquina.com). n A Ogilvy PR Brasil assumiu a assessoria de imprensa da Yamaha, passando a responder pela distribuição de releases, redação e publicação semanal de materiais na área de imprensa do site da empresa e pelo controle do empréstimo da frota para testes junto aos veículos especializados publisher Marcio Cardial, sem prejuízos para seu trabalho na Câmara. Amilton Pinheiro, que cuidava da revista Panorama, o substitui na publicação. Eugênio teve passagens por O Estado de S. Paulo, Grupo Abril, Associação Paulista de Jornais (APJ) e dirigiu os jornais do interior Cruzeiro do Sul e Jornal de Jundiaí. n Reiko Miura deixou a Comunicação da Fundação Perseu 1.307) – ou entregues no dia da sessão de escolha da empresa, prevista para 19 de junho. O edital está disponível no site da Câmara Municipal (www.camara.sp.gov. br) e pode ser solicitado pelo cjl@ camara.sp.gov.br. n O Comando Militar do Sudeste promoverá em 23/5 a terceira edição do Encontro de Gestores da Comunicação. O evento tem como propósito aproximar Exército e profissionais de Comunicação. O tema deste ano é a relação das empresas com seus públicos. Entre os palestrantes estarão Márcio Polidoro (Odebrecht) e Bob Vieira da Costa (Nova/Sb). Às 8h, no auditório do Comando Militar do Sudeste (av. Sargento Mário Kozel Filho, 222). Inscrições gratuitas pelo www. eventoscmse.wordpress.com. Mais informações com Capitão em motocicletas. Atendimento de Gustavo Ribeiro (gustavo. [email protected]), sob direção de Márcio Gaspar (marcio. [email protected]), que irá responder diretamente à gerente de Comunicação da fabricante Antoniela Silva. n A br7 (11-3804-7700) é a nova assessoria de imprensa da Yamá Cosméticos e da RJ Consultores Associados, empresa especializada em software de venda de passagens rodoviárias. Daniela Augusto (daniela@ br7comunicacao.com) responde pelo atendimento. Abramo para dedicar-se às coleções que serão publicadas pela entidade ainda em 2013. Seus novos contatos são reiko.publica@ fpabramo.org.br e 11-5571-4299, ramal 125. n A Andreoli MSL Brasil está lançando a ação social MSL Solidária à Cidade, que consiste em oferecer serviços pro-bono de comunicação e relações públicas a uma organização social paulisMarília, Tenente Tiago ou Tenente Filinto pelos imprensa.cmse@ gmail.com e 11-3888-5253. n Começou em 29/4 a segunda rodada da série de reportagens Assaltódromos, da Rádio Bandeirantes. Nela, o repórter Claudio Junqueira visita os cinco pontos mais perigosos de São Paulo, indicados por ouvintes, e conversa com moradores, comerciantes e motoristas para conhecer a realidade do local, além de repercutir com autoridades as ações que estão sendo feitas ou planejadas para reduzir as ocorrências. As reportagens vão ao ar nos programas Primeira Hora, Jornal Gente, Manhã Bandeirantes, Jornal da Hora, Jornal em Três Tempos e Jornal de Amanhã. n Aberto o credenciamento para as feiras FCE Pharma e FCE Cosmetique, que este ano n MR passou a fazer assessoria de imprensa para a Microquímica, empresa brasileira que atua na produção e comercialização de micronutrientes. Atendimento de Mariana Giorgiani (mariana@ m rcom uni ca.com .br) e Ivo Mattos (ivomattos@mrcomunica. com.br). irão acontecer de 14 a 16/5, no Transamérica Expo Center (av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387). Enviar dados para amanda. [email protected] ou kadygia.ferreira@s2publicom. com.br, até 10 de maio. n Abertas as inscrições para o 5º Simpósio de Comunicação da ABF, que este ano terá entre seus palestrantes o apresentador e âncora do SPTV Carlos Tramontina. Durante o evento serão apresentados cases de sucesso de marcas associadas à entidade. O custo para participação do evento, que acontece no Centro de Capacitação da ABF (av. das Nações Unidas, 10.989) é de R$ 250 e quem quiser participar deve entrar em contato com Caroline Prado (11-3020-8846 e [email protected]. br). Mais informações pelo www. portaldofranchising.com.br. Herzog: jornalismo e direitos humanos no Brasil, no próximo dia 14/5, às 19h, no Cineclube Cauim, em Ribeirão Preto (rua São Sebastião, 920, centro). Inscrições gratuitas (vagas limitadas) pelo eventos@ nucleodanoticia.com.br ou 163237-7367 / 7368 / 7369. São Paulo – Interior (*) Assessoria-Interior n Ivo Herzog, filho de Vladimir Herzog e diretor do Instituto Vladimir Herzog, e Audálio Dantas, autor do livro As duas guerras de Vlado Herzog, vão ministrar a palestra Vladimir tana, sem fins lucrativos, escolhida via seleção pública. Será oferecido à organização social o valor de R$ 40 mil em horas de profissionais da agência, projeto inspirado em uma ação voluntária feita pela MSL Nova York. O edital do projeto pode ser conferido no http://andreolimsl.com.br e as organizações sociais podem se inscrever até 28 de junho. n A Conceito, de Ribeirão Preto, comandada por Sonia Maggiotto ([email protected]), conquistou as contas de Unimed Ribeirão Preto e Rodonaves Transportes. (*) Com a colaboração de Thell de Castro ([email protected] e 16-8833-0543). Minas Gerais (*) Mineiros famosos estão na edição especial de aniversário de Veja BH n Veja BH, que completa agora em maio seu primeiro ano de vida, terá no próximo sábado (4/5) uma edição comemorativa com mineiros famosos, escolhidos pela redação, que contarão histórias, curiosidades da cidade e apontarão lugares preferidos na capital. Além disso, os cronistas da revista Luís Gissoni e Cris Guerra farão pela primeira vez uma crônica juntos, falando sobre o aniversário da publicação. O veículo estreia também duas novas colunas, uma sobre animais de estimação, que trará dicas de especialistas, fotos de leitores com seus pets, feiras de adoção etc.; e outra sobre o interior de Minas Gerais, abordando uma cidade por edição, para dar um tom de familiaridade aos leitores belo-horizontinos, que em sua grande maioria têm familiares em outras cidades. O diretor de redação Alessandro Duarte comemora o crescimento da revista, que ganhou em março o Prêmio Minas de Comunicação, na categoria Veículo do Ano – Mídia Impressa Revista, e destaca algumas edições: “A primeira foi muito bacana, pois abordamos o crescimento econômico e social da cidade em um período de dez anos. Para quem mora aqui é FSB promove debate sobre as novas tecnologias e a reputação das empresas n A FSB promove em Belo Horizonte na próxima 3ª.feira (7/5), às 18h30, no auditório do Ibmec (rua Rio Grande do Norte, 300 – Funcionários), o evento As novas tecnologias e a reputação das empresas, que reunirá a diretora-executiva da FSB Digital Rizzo Miranda, ganhadora de um Leão em Cannes na Categoria PR – Melhor Uso de Redes Sociais, o advogado especializado em Direito Digital Alexandre Atheniense e Leonardo Chebly, diretor-executivo da agência de comunicação JChebly. A mesa-redonda vai colocar em pauta como a revolução digital está transformando as empresas e os negócios, pois enquanto as organizações se esquivam de olhar para o ecossistema digital, o cidadão conectado trata de falar das marcas na rede à sua maneira. Inscrições pelo [email protected] ou 31-3247-5757. n O portal O Tempo Online passará por mudanças em maio: o nome será apenas O Tempo, as- sim como o jornal; o leiaute será redesenhado; e novos canais e uma nova estrutura com conceito diferenciado serão apresentados aos internautas. As mudanças objetivam reforçar a identidade do jornal impresso no portal. n O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Fernando Pimentel é o novo colunista do jornal O Tempo. Ele vai escrever aos sábados sobre os reflexos que os fatos econômicos têm no cotidiano dos cidadãos. n Também o Estado de Minas mais difícil ter noção da evolução contínua, e diante dos dados numéricos isso fica mais notório. Além dessa, tivemos outras edições que foram bem diferentes, como a em que abordamos a exposição de Caravaggio, que ocorreu primeiro em BH; ou uma outra sobre política, veiculada na época das eleições, em que entrevistamos os dois principais candidatos a vereador”. está com uma coluna nova, Giro Saudável, na página de saúde, com notas factuais sobre saúde e bem estar, sem periodicidade definida. Sugestões para Cristiana Andrade, no cristianaandrade. [email protected]. n E completou nove anos em abril a coluna Quem Sabe, do jornal Edição do Brasil, de responsabilidade de Paulo Cesar Pedrosa (paulocesarpedrosa@ yahoo.com.br), que também é advogado. Ele aborda assuntos variados do cotidiano. (*) Com a colaboração de Admilson Resende ([email protected] – 31- 8494-9605), da Zoom Comunicação (31-2511-3111 / 8111) Edição 895 Página 4 Rio de Janeiro Eleição da ABI é realizada sub judice n A ABI realizou em 26/4 sua eleição para Diretoria e Conselho. Dos três mil associados da entidade, apenas 201 (6,7%) compareceram para votar. A chapa única Prudente de Morais, liderada por Maurício Azêdo (que pela quarta vez concorreu à reeleição), recebeu 188 votos, 45 dos quais de integrantes da própria chapa; houve 12 votos em branco e um nulo. A eleição foi realizada sub judice, por determinação da juíza Maria da Glória Bandeira de Melo, depois que a chapa de oposição Vladimir Herzog entrou com uma ação para adiamento do pleito, alegando ter sido impedida de se registrar. A juíza manteve a data, mas colocou o resultado pendente do julgamento da ação, podendo ser ratificado ou anulado. Durante a semana, houve tro- Vaivém-RJ n Wellington Bahnemann deixa a sede em São Paulo e começa esta semana na sucursal Rio do Estadão, sempre como setorista de Energia. ca de farpas dos dois grupos pela internet. Enquanto a oposição conclamava os sócios, por e-mail, a se recusarem a comparecer, por considerar a eleição ilegítima, a situação divulgava em seu site um texto de Mário Augusto Jakobskind que conclamava ao comparecimento e continha, na plataforma da campanha, a promessa de que Azêdo “certamente dará agora espaço especial ao chamamento de novos jornalistas para integrar o seu corpo de associados, no propósito de preparar a ABI para ser o espaço de formação do futuro”. n A Associação da Imprensa de Pernambuco (www.imprens-pe. com.br) divulgou o apoio às reivindicações da chapa Vladimir Herzog, com palavras de seu presidente Múcio Aguiar: “AcreRegistro-RJ – n Sirlene Chervezan morreu em 24/4, em decorrência de câncer de mama, depois de três anos doente. Era paulista, formada em Comunicação pela FAAP e em Sociologia ditamos que a mudança nasce nas alternâncias das gestões (...), acreditamos que cada presidente eleito tem seu tempo, e um novo tempo começa agora”. Até que a ação seja julgada em definitivo, a oposição montou o blog www. chapavladimirherzog.blogspot. com.br e propõe aos interessados deixarem ali seus endereços para correspondência futura. n Quem também se manifestou sobre as eleições foi Andrei Bastos, que publicou em seu blog (www.andreibastos.com.br/blog) e distribuiu aos amigos o seguinte texto: “O sonho do Azêdo é morrer como presidente da ABI, sua derradeira oportunidade de ‘entrar para a história’. Por isso, tentará se reeleger até conseguir. O problema é que, não largando a alça ‘do próprio caixão’, ele pela PUC-SP. Morava no Rio havia 20 anos, trabalhou em TV Manchete e Rádio CBN, foi assessora da Associação Comercial, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e, por último, da Se- levará a instituição junto. Além disso, Azêdo e sua corte perderam a noção do ridículo e ficam ‘rasgando seda’ um para o outro, dando-se importância descabida. O problema é que, incapacitada e só preocupada em alisar os próprios egos, essa turma pra lá de provecta não tira a água do barco que está afundando”. n Além da ABI, também esquenta a disputa eleitoral no Sindicato dos Jornalistas do Município, com votação marcada para julho próximo. Antes mesmo do registro formal das chapas, uma batalha epistolar pelo facebook ocorre entre atual diretoria, encabeçada por Suzana Blass, que responde agora aos ataques que Alberto Jacob Filho, presidente da Arfoc e diretor-secretário do próprio Sindicato, fez nos últimos meses. cretaria de Cultura. O enterro foi no cemitério Vila Alpina, em São Paulo. Na 3ª.feira (30/4), amigos mandaram celebrar Missa de 7º Dia na Igreja de N.Sra. do Carmo, no Centro do Rio. Assessorias-RJ Luzia Giffoni volta ao Rio e assume assessoria do TJ De Brasília – n Luzia Giffoni ([email protected]) assumiu nesta 2ª.feira (29/4) o comando da Assessoria de Imprensa do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, em substituição a José Carlos Tedesco. Após dez anos em Brasília, dedicados a Procuradoria Geral da República, Defensoria Pública do Distrito Federal e magistério no Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), ela volta à cidade natal trazendo na bagagem duas estatuetas do Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça. n O MZ Group (www.mzgroup. com.br), empresa de relações com investidores e comunicação corporativa, com sede em São Paulo, inaugurou escritório no Rio. Bruno Fisbhen (bruno. [email protected]), enge- nheiro formado pela UFRJ, com carreira em empresas de tecnologia e engenharia, foi contratado como gerente da nova unidade. O novo escritório fica na rua Alcindo Guanabara, 25, 18º, Centro (213549-4145). Curtas-RJ eventos que vêm por aí; é preciso se preparar muito bem. Pretendemos conseguir mais velocidade para executar o que pretendemos: produtos cada vez melhores, novo patamar de audiência, trabalho conjunto com outras seções. O Lancenet foi ao ar em 1997, uma semana antes de o jornal ir para as bancas, o que mostra o DNA digital do Lance. Temos muitos usuários fiéis, e isso representa uma vantagem competitiva”. n Uma edição de luxo de 200 Crônicas Escolhidas de Rubem Braga é o lançamento da Editora Record, prosseguindo com as co- memorações pelo centenário de nascimento do autor. A obra tem apresentação de José Castello e nota final de Dalton Trevisan, e traz textos publicados até 1937, escolhidos por Braga a partir de uma seleção original do amigo Fernando Sabino. n Até 16/5 estão abertas as inscrições do curso Direito para jornalistas, oferecido pela Escola de Direito da FGV. O curso é gratuito e será ministrado no Rio entre 8 e 13 de julho. Há um edital de seleção no www. fgv.br/direitorio, e exige-se do profissional interessado que envie um trabalho que tenha recebido algum prêmio ou tido repercussão. Os candidatos de outros estados, se forem selecionados, poderão ter passagem e hospedagem custeadas pela Fundação. Além das aulas de Direito Penal, Tributário, Ambiental, Constitucional, Econômico e Trabalhista, haverá aulas de Regulação e Licitações, Segurança Pública e Direitos Autorais. A cadeira sobre Direitos Humanos é uma novidade nesta terceira edição do curso. Entre os docentes, estão os juristas Joaquim Falcão, Carlos Ayres Britto e Nelson Jobim. n O grupo Lance criou uma Diretoria de Mídias Digitais, a cargo de Paulo Henrique Ferreira, anteriormente gerente-executivo dessa área. Ele terá o apoio de João Gabriel Pereira, gerente de Operações Web, uma equipe de 20 pessoas e a tarefa de integrar redação, marketing e comercial para desenvolver novos produtos e administrar o relacionamento com os leitores nas várias plataformas. Sobre a nova função, Ferreira comenta: “Mídia digital é um investimento importante para o Lance, às portas dos grandes Portal dos Jornalistas Com José Eduardo Barella, Portal chega ao 4.500º perfilado n Com a inclusão do perfil de José Eduardo Barella, profissional com 25 anos de profissão e passagens por Veja e Grupo Estado, de onde saiu recentemente, o Portal dos Jornalistas chega esta semana ao seu 4.500º perfilado. Barella começou a carreira na Editora Abril em 1986 e ali passou por várias publicações, até chegar a Veja no ano seguinte. Após dois anos na revista, transferiu-se para o Jornal da Tarde, onde atuou em diversas funções até retornar a Veja, em 2001. Novamente no caminho inverso, assumiu em 2006 como chefe de Reportagem da editoria Vida do Estadão; de lá para cá passou por várias editorias e de julho de 2011 até seu desligamento, no início do mês, vinha atuando como editor do caderno mensal Planeta. n A semana marcou ainda a inclusão dos perfis de profissionais como Helle Alves e Bernardo Kucinski, além de Marcelo Beraba (Grupo Estado), José Roberto de Toledo (Estadão e RedeTV), Evandro Spinelli (Folha de S.Paulo), Ana Flor (Thomson Reuters), Luiz Fara Monteiro (Record News), Paula Azzar (Band), Maria Clara Póvia (Elle), Marilia Serra (TV Senado), Marcus Barreto (TV Record), Edgard Alves (Folha de S.Paulo), Alessandra Alves (Rádio Bandeirantes) e das criadoras do site Coisas de Diva Sabrina Sá Olivetti, Marina Fabri e Thais Marques. De papo pro ar Amigo comum Assis Ângelo, jornalista, estudioso da cultura popular e presidente do Instituto Memória Brasil http://assisangelo.blogspot.com.br Certa vez levei um amigo para dividir cerveja com Paulo Vanzolini. Era raro eu fazer isso. Fins dos anos 1970, ou começo dos 80. Papo animado e três ou quatro geladinhas depois, Paulo fitou o meu amigo nos olhos e disse: – Pela sua voz, acho que conheço você. E o meu amigo: – A sua fala também não me é estranha. Os dois se levantaram rindo e se abraçaram. O amigo comum era Geraldo Vandré. Edição 895 Página 5 Brasília Igor Silveira retorna ao Correio Braziliense n Igor Silveira está de volta ao Correio Braziliense para suprir uma das vagas na subeditoria de Cultura com as saídas de Sérgio Maggio e Tereza Albuquerque (ver J&Cia 893). Igor trabalhou em Política até 2011 e saiu do jornal para atuar na Executiva Nacional do PSDB. n Flávia Gomes, gerenteexecutiva da Santa Fé Ideias, deixou a agência e quem a sucede no cargo é Carin Leinig (carin@ santafeideias.com.br), que atua ao lado do diretor executivo Maurício Jr.. Também publicitária, Flávia passa a se dedicar à criação da Solucionare, agência com foco em projetos especiais e treinamentos em comunicação, e a integrar o quadro de consultores externos da Santa Fé. Seus novos contatos são flavia@solucionarecomunicacao. com.br e 61-4103-2262. n Christian Escot Morais sai da Coordenação de Conteúdo da Câmara dos Deputados, onde cuida da grade de programação da Rádio Câmara, e a partir desta 5ª.feira (2/5) passa a integrar a equipe da Assessoria de Im- prensa da instituição. A área é comandada por Malva Duarte, e tem também Maria Clarice Dias como assessora. n A Proativa (proativacomuni cacao.com.br e 61-3242-9058) comemora a chegada da conta do Consórcio Metropolitano, composto por quatro empresas de transporte coletivo: Transporte Cidade Brasília, MCS, Rota do Sol e Cootransp. O consórcio participa atualmente da licitação que vai renovar o sistema de transporte público do DF, disputando o direito de operar a Bacia 1, que compreende o trecho das cidades-satélites de Sobradinho, Planaltina, Sobradinho II, Cruzeiro, Lago Norte, Sudoeste/Octogonal, Varjão e Fercal. As regiões terão uma frota prevista de 417 ônibus. Curtas-DF Assessorias-DF Flávia Gomes deixa a Santa Fé n Com o intuito de facilitar a relação entre jornalistas e pesquisadores, a Secretaria de Comunicação da UnB passa a oferecer na internet o sistema de busca Nossos Pesquisadores, um banco de fontes com informações sobre 135 profissionais da universidade. Há registros de que veículos de comunicação nacionais e internacionais acionaram os serviços da UnB mais de 60 mil vezes nos últimos sete anos, a maioria concentrada na busca por especialistas que contribuam para a elaboração de reportagens. O sistema admite três possibilidades de busca: por assunto, por departamento ou por nome. Todos os especiaser lucrativos?, ao lado dos também palestrantes Amure Pinho, Everaldo Coelho, Anderson Fér e Mateus Braga. n A série do Correio sobre a morte de Oscar Niemeyer recebeu menção honrosa no prêmio The 2013 Newspaper Award – categoria International Newspaper of The Year –, dedicada as publicações que se destacaram na mídia impressa entre outubro de 2012 e fevereiro de 2013. n Ainda sobre o Correio, o jornal veiculou nesta 2ª.feira (29/4) o suplemento especial Educação & Cidadania, caderno com 12 páginas que aborda temas fundamentais para a formação cidadã, como o papel de educadores no fortalecimento da cidadania e listas cadastrados autorizaram a divulgação dos dados à imprensa. Os nomes disponíveis são, inicialmente, de pesquisadores homenageados com o Prêmio Parceiros da Imprensa 2012, concedido aos que mais atenderam demandas da mídia no período. A participação no banco, no entanto, não é restrita. A ferramenta será ampliada de forma contínua, conforme solicitação dos pesquisadores. A UnB informa que o atendimento à imprensa não sofreu qualquer tipo de alteração e continua a ser realizado pelos [email protected] e 613107-0542 / 0538 / 0535. n A série de reportagens do Correio Braziliense que venceu o Prêmio Esso de Jornalismo 2007, sobre a criação de um serviço secreto dentro do Ministério de Relações Exteriores, foi um dos temas do documentário Rede Condor, sobre a Operação Condor, exibido em março pelo canal Discovery Channel. Assinadas por Cláudio Dantas Sequeira, elas revelaram que, entre 1966 e 1985, diplomatas foram escalados para compor o Centro de Informações do Exterior (Ciex), primeira agência vinculada ao Sistema Nacional de Informação (SNI), um dos órgãos-chave do aparato de repressão política do regime militar. Dados exclusivos, obtidos pelo repórter revelaram que os refugiados brasileiros contrários à ditadura não tiveram refúgio seguro, pois o serviço se estendia por países da América Latina, da Europa, incluindo a antiga União Soviética, e do norte da África. n O Correio também participou, na semana passada, do evento sobre conteúdo mobile Brazilian Application Seminar. O encontro, inédito no País, reuniu no Ópera Hall, em Brasília, desenvolvedores, empreendedores, líderes empresariais, comunicadores, investidores, representantes de startups e apaixonados pelo mundo digital. Alexandre Botão, editor de Esportes do jornal, que tem mestrado em Jornalismo Digital em Dispositivos Móveis, participou em 26/4 da palestra Aplicativos focados em mídia para aparelhos móveis podem dados sobre o nível de analfabetismo e de escolaridade no DF. Destaca ainda ações de inclusão social, como a educação continuada e a alfabetização de jovens e adultos, e temas como o mercado de trabalho, a importância da qualificação profissional e a necessidade de investimentos no setor educacional. No dia seguinte, também houve lançamento do suplemento Motociclista Urbano, com o lema Pilotar sobre duas rodas é para quem sabe usar. Respeitar é para todos. n A Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República lançou nesta 2ª.feira (29/4), no Anexo I do Palácio do Planalto, a terceira edição do caderno Vozes da Nova Classe Mé- dia. O evento foi promovido em parceria com a Caixa Econômica Federal e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Mais informações pelos 61-9839-9836 e 21-3515-8627 / 8536-4655. n Em reunião com o Sindicato dos Jornalistas do DF, Hélio Queiroz, presidente do jornal Alô Brasília, admitiu o não-pagamento da Participação nos Lucros e Resultados e auxílio-creche de seus funcionários. Questionado sobre os salários abaixo do piso, ele argumentou que os profissionais não trabalham mais do que cinco horas diárias, e que se o horário se estende um pouco, o jornal utiliza uma escala de folga para compensar as horas extras. Nas palavras de Wanderlei Pozzembom, vice-presidente do Sindicato, “o jornal precisa atender às regras estipuladas pelo Acordo Coletivo. O bônus do PLR foi criado pelo próprio patronato e é um mecanismo utilizado como ferramenta na hora de negociar o ganho real da categoria. Isso é um abono que precisa ser pago”. n O Sindicato firmou parceria com a Câmara Legislativa do DF para a realização do Mês da Fotografia, em agosto, quando se comemora o Dia Mundial da Fotografia. Estão previstas uma exposição de fotos e uma homenagem ao fotógrafo Gervásio Baptista, cidadão honorário do Distrito Federal. Os órgãos também discutiram sobre a proposta para a viabilização do 1º Prêmio de Imprensa Gervásio Baptista de Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, concurso que reconhecerá trabalhos que se destacaram durante o ano em seis categorias: Fotografia, Cinegrafia, Impresso, Rádio, Tevê, Internet e Arte Gráfica. n E vão até a próxima 4ª.feira (8/5) as consultas públicas sobre a revisão do estatuto do Sindicato. Pelo endereço www.estatutosjpdf. wordpress.com, o associado poderá fazer comentários e acessar a nova proposta, bem como o texto do documento ainda em vigor. O objetivo da revisão é modernizar a gestão do Sindicato e oferecer melhores condições para que diretoria possa atuar em defesa da categoria. Outro propósito é adequar a Comissão de Ética às regras nacionais aprovadas com o Código de Ética dos Jornalistas, em 2006. A principal mudança, no entanto, é a transformação do modelo de diretoria, de presidencialista para colegiada, com o intuito de desconcentrar as atribuições do presidente e melhorar a organização do trabalho dos diretores. Outra sugestão da entidade é a integração das diretorias do Sindicato e do Clube da Imprensa. Na próxima 2ª.feira (6/5), o Sindicato irá realizar um debate com entidades parceiras com o objetivo de conhecer outras experiências de gestão colegiada. n O Ministério Público do Trabalho promoveu em 23 e 24/4, em seu auditório, em Brasília, o seminário Escravidão, Copa do Mundo, Trabalho Infantil e Turismo Sexual. O objetivo do evento, que reuniu jornalistas de todo o País, foi mostrar aos profissionais como é o cotidiano dos procuradores do Trabalho, e estimular a descoberta de novas abordagens para tratar de temas atuais em discussão na mídia. O encontro foi aberto com o lançamento do projeto O MPT, a Sociedade e o Cidadão, de fortalecimento da relação com as instituições de ensino. O encontro também contou, entre outros, com a participação de representantes da Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo, da Secretaria de Direitos Humanos e da Orga- nização Internacional do Trabalho. No último dia, jornalistas mediaram mesas-redondas para discussão de temas como Grandes Obras da Copa do Mundo, o caso McDonald’s, o Trabalho Infanto-juvenil e o Turismo Sexual. Mais informações com Alessandro Soares (alessandro.soares@mpt. gov.br e 61-3314-8222). Patrocine os Jornalistas Correspondentes Estrangeiros 11-3861-5288 ou 3861-5283 Clique aqui para conhecer a comunidade Perfis biográficos dos jornalistas brasileiros e o noticiário com o vaivém profissional Edição 895 Página 6 Brasília – continuação Agenda-DF Jornalistas debatem em Brasília megaeventos esportivos n O Projor – Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo promove nas próximas 3ª e 4ª.feiras (7 e 8/5), a partir das 9h, no Auditório da Apex Brasil, o Seminário Internacional de Jornalismo Esportivo, Sociedade e Indústria – Os Desafios de 2014 e 2016. Participarão dos debates 20 jornalistas e especialistas brasileiros e estrangeiros, que abordarão temas da cobertura jornalística de esportes com foco nos megaeventos esportivos que o Brasil irá sediar até 2016. Entre os convidados estão André Fontenelle (SporTV), Caio Magri (Instituto Ethos), Cesar Itiberê (IstoÉ), Eduardo Zebini (FoxSports), Fábio Seixas (Folha de S.Paulo), Gustavo Poli (Globoesporte. com), Joanna de Assis (SporTV), Jorge Luiz Rodrigues (O Globo), Juca Kfouri (ESPN/Folha de S.Paulo), Luiz Antonio Prósperi (O Estado de S. Paulo), Luiz Caversan (Folha.com), Marluci Martins (Extra), Marta Salomon, Mauricio Stycer (UOL), Paulo Calçade (ESPN Brasil) e Paulo Rossi (Ministério do Esporte), além de Andy Richardson (Al Jazeera English), James Dart (The Guardian) e Thom Loverro (ESPN Radio/Washington). Eles falarão sobre O papel das mídias sociais na cobertura dos megaeventos esportivos; Técnicas da cobertura jornalística de espor- tes; Megaeventos esportivos e Sociedade; Como aproveitar a Copa do Mundo para a promoção dos negócios brasileiros; Emoção e objetividade na cobertura esportiva; A atuação da jornalista mulher num universo basicamente masculino; e Ética no Esporte. O encerramento, na 4ª.feira, às 12h30, será de Luiz Egypto, redator-chefe do Observatório da Imprensa. Informações com Sandra Muraki (projetos@projor. org.br e 11-9 9263-4746). 7/5 (3ª.feira) – n Fórum Liberdade de Imprensa & Democracia, para discutir o papel do jornalismo como garantia aos regimes democráticos. Estão entre os con- vidados Cátia Seabra (Folha de S. Paulo), Dad Squarisi (Correio Braziliense), Fábio Pannunzio (Bandeirantes), Maria Eugênia Moreira (Jornal de Brasília), Fernando Tolentino de Sousa Vieira (Imprensa Nacional), Hugo Studart (PUC-Brasília), Nereide Beirão (EBC) e Théo Rochefort (Abert), além da senadora Ana Amélia Lemos e da ministra da Comunicação Social Helena Chagas. Inscrições pelo http:// migre.me/ek9lH. Mais informações com Gisele Sotto, pelos [email protected]. br e 11-2117-5312. No Museu da Imprensa Nacional (SIA, Quadra 6, Lote 800), das 9h às 18 horas. cias e também cobria eventuais ausências dos apresentadores da casa. n Maíra, a propósito, havia substituído Tulio Milman, que estava no comando do Teledomingo havia 14 anos e desligou-se para tocar o programa de entrevistas Mãos e Mentes, pela TVCOM, também integrante do Grupo RBS, lançado em outubro e que estreou nova temporada nesta 2ª.feira (29/5). As 136 entrevistas realizadas na primeira temporada estão disponíveis no site da TVCOM (http://bit.ly/12TOiHL). n O Grupo Bandeirantes escalou Oziris Marins para acompanhar a comitiva, liderada pelo governador Tarso Genro, que está no Oriente Médio em busca de parcerias, negócios e novos mercados para os produtos do Rio Grande do Sul. Até 3/5, contribui com participações nos programas Band Cidade e Brasil Urgente, na Band TV, e com boletins no Jornal Gente, Manhã Bandeirantes, Ciranda da Cidade e Tempo Real, da Rádio Bandeirantes, e na BandNews FM, com participações no BandNews Porto Alegre (1ª e 2ª Edição), Redação BandNews e nos noticiários locais. n Também Nelson Matzenbacher Ferrão acompanha a missão pelo Grupo Sinos. A cobertura dele pode ser conferida diariamente em colunas no Jornal NH e em boletins na Rádio ABC 900. Pelo Grupo RBS, a cobertura está a cargo de André Machado. que registrou nos Estados Unidos e no Brasil, confirmando o seu pioneirismo no campo das telecomunicações. n A edição conjunta de 30/4 e 1º/5 do Jornal do Comércio chega aos leitores com novidades no projeto gráfico. O leiaute traz linhas mais grossas e espaços brancos maiores e acima do cabeçalho passou a ser estampada a frase “Há 80 anos o jornal de economia e negócios do RS”. A contracapa e as páginas 2 e 3 também tiveram mudanças na diagramação e o site passa a apresentar visual mais limpo e novos recursos, como previsão do tempo. Mércio Tumelero, presidente do jornal, confirmou ainda a aquisição de uma nova sede na av. São Pedro, 1.282, e deve deixar em breve seu atual endereço, na av. João Pessoa, após quatro décadas no local. n A Revista Manhã anuncia em 13/5 os vencedores da 23ª edição do Top of Mind – As Marcas do Rio Grande. A cerimônia acontecerá durante brunch exclusivo para profissionais da imprensa, no Restaurante Épico do Grêmio Náutico União (rua João Obino, 300), a partir das 10 horas. Confirmação de presença pelo [email protected] ou 51-3230-3551, com Raphaela Donaduce Flores. Rio Grande do Sul (*) Novidades em jornalísticos do Grupo RBS n O Grupo RBS tem novidades em alguns de seus programas jornalísticos. No ano em que completa 30 anos no ar, o Bom Dia Rio Grande, da RBS TV, apresenta mudanças nas vinhetas, logomarca, cenário e equipe. Ancorado por Carla Fachim, passa a contar com espaço para receber entrevistados e participantes especiais no estúdio, que deixa de dividir com outro noticiário da casa, o Jornal do Almoço, e ganha cenário próprio. A repórter e ex-apresentadora do Teledomingo Maíra Gatto passa a ter participação fixa no matinal, onde assume o quadro Mobilidade Urbana, que mostra imagens captadas por câmeras espalhadas pela Capital, trazendo dicas sobre como evitar conges- tionamentos e lentidões pelas ruas e avenidas. Completam a equipe do jornal Cristiane Silva, com a previsão do tempo, e Thiago Morão, com as informações do esporte. A atração, que vai ao ar de 2ª a 6ª.feira, a partir das 6h30, também traz novidades nas vinhetas de abertura e chamadas de bloco, com novas arte e trilha sonora, e logomarca renovada, com o mapa do Rio Grande do Sul estilizado em linhas horizontais azuis ganhando contornos mais fortes e dois tons diferenciados de cor. n Com a ida de Maíra para o Bom Dia Rio Grande, ela deixa de comandar o Teledomingo após sete meses no posto. Em seu lugar assumiu Daniela Ungaretti, que era apresentadora do RBS Notí- Curtas-RS do Espírito Santo, presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul, Euclides Torres será o mais novo membro da entidade. Atualmente aposentado, residindo em Caçapava do Sul, Torres atuou em redações de jornais em Porto Alegre e no Rio de Janeiro e foi professor de Jornalismo na UFRGS. Sua posse está marcada para 3/7, em encontro de entidades do gênero a se realizar em Lajeado. Vale ressaltar que o Instituto Histórico e Geográfico do RS é depositário de grande parte da documentação das invenções do padre-cientista Roberto Landell de Moura, incluindo as patentes n A publicação da reportagem especial Órfãos da Violência Doméstica na edição de 28/4 da Zero Hora gerou repercussão em Brasília. Encabeçada pela senadora Ana Rita (PT/ES), uma reunião de trabalho foi agendada na Capital Federal para 9 de maio. A reportagem de Kamila Almeida exigiu quatro meses de apuração. No especial, ela aponta que de 2011 para 2012 dobrou o número de mulheres mortas por seus companheiros no Rio Grande do Sul, o que gerou 157 órfãos. Veja a íntegra em http:// migre.me/elbY2. n A convite de Miguel Frederico E mais... (*) Com o portal Coletiva.Net (www.coletiva.net) Movimento Landell de Moura Peça sobre Landell volta a Porto Alegre n Landell de Moura – O incrível padre-inventor, peça que recria a saga do cientista gaúcho Roberto Landell de Moura, encenada em Porto Alegre no ano passado, está de volta à cidade desde o último Leia na edição 203 dia 26/4, agora no Teatro de Câmara Túlio Piva (rua da República, 575). Com texto de Hercules Grecco, direção de Camilo de Lélis e Leonardo Barison no papel principal, fica em cartaz até 19/5, 6as e sábados às 21h e domingos às 20h30. Ingressos a R$ 25. n A campanha desenvolvida para o Time Nissan, que faturou dois importantes prêmios de Relações Públicas; a anúncio da Ogilvy PR como agência para a conta da Yamaha; e o lançamento do aplicativo da Bridgestone para a Copa Libertadores, em parceria com a Fox. A edição traz ainda uma entrevista com Rodrigo Rumi, novo diretor do portfólio de feiras automotivas da Reed; a confirmação da presença de Emerson Fittipaldi no IV Fórum Abraciclo; e o Encontro Paulista de Autos Antigos, que abre inscrições para sua 18ª edição. n Em Destaque da semana, Luís Perez critica eventos que obrigam jornalistas automotivos a prolongados jejuns forçados e tempo demais nos traslados – e de menos em contato com os lançamentos. Jornalistas&Cia Imprensa Automotiva – todas as 6ªs.feiras nas mesas e computadores dos principais jornalistas e assessores de imprensa ligados ao setor automotivo. Peça sua inclusão no mailing gratuito pelo e-mail [email protected] ou leia diretamente no site www.jornalistasecia.com.br. Edição 895 Página 7 Master em Gestão Estratégica e de Marcas n Em função do apoio de divulgação aos cursos Master do Instituto Internacional de Comunicação Social (IICS), J&Cia reproduz a seguir texto de Cláudio Amaral ([email protected]) sobre palestra de Laurentino Gomes no Master em Gestão Estratégica e de Marcas. Publicar livros exige investimentos pessoais Escritor desde 1997, Laurentino Gomes explicou como é a rotina de um autor de sucesso Por Cláudio Amaral, especial para Jornalistas&Cia Laurentino Gomes não esperou que a aposentadoria lhe caísse no colo. Mesmo sabendo que teria os benefícios de quem ocupava cargo de destaque entre os executivos da Editora Abril. Em 2008, resolveu correr todos os riscos possíveis e imagináveis – e até os inimagináveis –, pediu demissão e se arriscou numa empreitada própria: escrever livros a respeito da história do Brasil, mesmo não sendo historiador, como faz questão de dizer. E não se arrepende. Até porque hoje ganha mais do que o polpudo salário que recebia na ocasião dessa importante decisão. Na terceira vez em que esteve no IICS, 6ª.feira, 26/4/2013, a convite do professor Carlos Alberto Di Franco, diretor de Comunicação do Instituto Internacional de Comunicação Social, Laurentino falou de suas experiências aos alunos do Módulo 2 do Master em Gestão Estratégica e de Mar- cas. Declarou-se paranaense de nascimento, ituano de coração e admirador do trabalho do Master: “Creio que o Master preenche muito bem as lacunas do Jornalismo ensinado nas nossas faculdades”. A contribuição que se dispôs a dar naquela tarde ele disse ser a “de um observador do mundo das comunicações”. Explicou que é um leitor atento e “pai de uma jornalista que está com muita dificuldade de entrar no mercado de trabalho”. Acrescentou ser interessante que ainda o chamam de jornalista, de doutor – “o que não sou” – e também de professor. E explicou: “Sempre insisto em me nominar jornalista”. Desde que deixou a reportagem, “que fiz até 2008”, Laurentino Gomes continua “fazendo jornalismo”. E nisso ele inclui os dois primeiros livros a respeito da história do Brasil – 1808 e 1822 –, lançados com sucesso de mídia e de público. Há dois anos, intercalando um ano e meio de pesquisa no Brasil e nos Estados Unidos, muita leitura de livros, jornais e revistas impressos e digitais, ele tem um novo conteúdo pronto. “Mas qual é o formato?”, perguntou Laurentino, inclusive à agente literária (e esposa) Carmem. A decisão foi lançar em todas as mídias possíveis o conteúdo de 1889, que ele classifica como “o último volume da série” e no qual promete “explicar porque o País permaneceu como a única monarquia das Américas por mais de 67 anos”, assim como “mostrar como foi a Proclamação da República”. Todas as mídias a que ele se refere incluem “livro para adulto com 24 capítulos; audiolivro para mais de um milhão de portadores de deficiência visual e para quem não gosta de ouvir rádio no trânsito das grandes cidades; para os jovens que não apreciam leitura destinada a adultos; e-book com novos meios de distribuição; e site em português e inglês”. Quando tudo isso estiver pronto, explicou, chegará a hora de o autor “botar os pés na estrada”. Ele garante que fará mais ainda do que fez por ocasião do lançamento de 1822, quando compareceu a pelo menos 50 eventos em três meses e meio. O objetivo é “se aproximar do público leitor”, diz o dublê de jornalista e escritor. E mais: “Dar muitas entrevistas, falar em escolas de todos os níveis, comparecer a feiras literárias”. Mas sempre com muito cuidado, pois Laurentino Gomes não quer ser visto como inconveniente. “Meu objetivo é falar só quando tiver novidade”. Em resposta às perguntas dos alunos do Master, ele lembrou que o atual cenário da mídia “é assustador”, tanto no Brasil quanto no mundo. Lamentou o fechamento de uma de suas re- vistas preferidas, a Newsweek, e lembrou que um amigo baseado no Rio de Janeiro lhe disse na véspera que “a crise é do CGC e não do CPF”, referindo-se às pessoas jurídicas e físicas, respectivamente. E acrescentou que “há uma enorme fragmentação do mercado publicitário e mudanças de hábitos dos leitores”. Ainda assim, disse acreditar que, “mesmo sendo o cenário muito difícil, o conteúdo continua a representar o poder do jornalista e do repórter e não tem crise”. E explicou o por quê: “O jornalista, como orientador e formador de opinião, continua tão ou mais essencial do que sempre foi”. Ao analisar especificamente o mercado brasileiro, afirmou: “No Brasil, demoramos mais do que o normal para reagir às mudanças do mercado e dos leitores. Tanto que estamos produzindo poucas reportagens e muitas opiniões. Por isso, falta explicar o que está acontecendo”. Em seguida ele falou da experiência de ter vivido com Carmem na Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, dizendo que lá recuperou “o hábito da leitura” e que, folheando diariamente o The New York Times, viu “quantas reportagens bem-feitas, sobre os mais diferentes assuntos” eram publicadas num dos maiores jornais do mundo. “E opiniões também”, acrescentou. “De volta ao Brasil”, explicou, “continuei a ler o NYT e acabei de fazer uma assinatura pelo iPhone”. Laurentino Gomes explicou aos alunos do Master que essa não é a única fórmula de leitura que o “encanta muito”. Citou também National Geographic, que oferece conteúdos em vários formatos, e The Guardian, que permite inclusiva a formação de comunidades. Para ele, os próximos anos serão dificeis, mas diz começar a ver luz no fim do túnel. E deu mais um exemplo do que viu nos EUA: grupos de jornalistas produzem conteúdos e publicam em blogs, por exemplo, informações a respeito de política, economia, lazer, cultura, moda e beleza, entre outros assuntos. De volta ao cenário nacional, citou dois exemplos que se mostram promissores: das Organizações Globo e da RBS, que, na opinião dele, estão usando diferentes mídias e encontrando soluções positivas para despertar o interesse do público. Especificamente a respeito do “bom jornalismo e da boa reportagem”, recomendou: “Tem que haver planejamento”. E detalhou: “O jornalista tem que sair da redação sabendo que fim terá a sua reportagem”. Para ele, “certo grau de segurança é indispensável”. Ao falar diretamente aos jornalistas que desejam seguir o caminho que ele está trilhando, o autor de 1808, 1822 e 1889 disse que por vezes o acaso salva o autor. E explicou que o primeiro capítulo do próximo lançamento foi escrito depois que o livro estava pronto, e a partir de uma sugestão de um nobre residente em Portugal. Depois de afirmar que é “muito metódico”, disse que há dias em que vai para o computador e nada consegue produzir: “Ai eu vou passear com o cachorro, jogar água no jardim e fazer outras coisas que nada têm a ver com o texto do futuro livro”. E só volta a escrever no dia seguinte, “quando trabalho em dobro”. Ficção? Não. Laurentino Gomes garantiu que isso não faz parte dos seus livros: “Tudo é baseado em realidade”. Ele explicou mais: “Gosto muito de parar no personagem e descrevê-lo”. Foi esse o caso, por exemplo, do marechal Deodoro da Fonseca, que estava doente, esperava uma carruagem para a Proclamação da República mas foi a cavalo mesmo. Um animal que estava tão velho que foi aposentado no dia seguinte e passou anos sendo alimentado do bom e do melhor, mesmo não trabalhando mais. Antes de terminar a conversa com os masterianos, explicou que não fica apenas na dependência dos editores e que faz “investimentos pessoais”. Paga inclusive os serviços de assessoria de imprensa. E as pesquisas junto aos pontos de venda, cujos dados dão à agente literária Carmem instrumentos para pressionar canais de distribuição dos livros. “Estou muito feliz. Estou muito animado”. de 2004, dois anos depois de voltar para Curitiba com a familia. Antes, morou quatro anos em São Paulo, período em que atuou em Gazeta Mercantil, Estadão e Forbes Brasil. No retorno, teve uma experiência na assessoria de imprensa da Prefeitura de Curitiba. n O Grupo Paranaense de Comunicação acaba de lançar a Zaag, agência especializada em marketing promocional, com sede em Curitiba, que terá atuação no mercado nacional e faz parte do posicionamento estratégico do grupo de diversificar os seus negócios investindo em segmentos que tenham sinergia com o seu core business. assembleia realizada na porta da empresa. Uma nova reunião entre representantes sindicais e diretoria foi marcada para esta 5ª.feira (2/5). n Ciro Gomes é o entrevistado da programação de estreia da Rádio Experimental Centro Universitário Estácio FIC. Os alunos da cadeira de Produção e Redação de ÁudioRádio do curso de Jornalismo vão entrevistar Ciro com pauta livre e a entrevista irá ao ar em partes na programação diária, de 7h às 21h30. n Pepo Melo comemora os dez anos da revista esportiva Tá na Área com uma edição especial, onde entrevista o craque do futsal Falcão. n Monalisa Alencar passa a assessora o North Shopping Parangaba. Paraná n Marli Lima (marli_lima@ hotmail.com) deixou o Valor Econômico na semana passada, segundo ela por questões pessoais, depois de nove anos como correspondente no Paraná. Ela começou no jornal em julho Ceará (*) n A redação de O Povo parou por mais de três horas em 25/4. Em estado de greve desde 17/4 (ver J&Cia 894), os profissionais, segundo o Sindijorce, receberam da direção do jornal proposta de 7% de reajuste para pisos e 6,5% para salários, recusada em (*) Colaboração de Lauriberto Braga ([email protected] e 85-9139-3235), com Rendah Mkt & Com ([email protected] e 85-3231-4239). Edição 895 Página 8 Curtas Abraji abre inscrições para Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo n A Abraji abriu inscrições para a oitava edição do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, de 12 a 15 de outubro, no campus Gávea da PUC-RJ. O evento, que conta com o apoio deste J&Cia, acontecerá junto à 8ª Conferência Global de Jornalismo Investigativo, realizada pela Global Investigative Journalism Network(GIJN), e à 5ª Conferencia Latinoamericana de Periodismo de Investigación (COLPIN), do Instituto Prensa y Sociedad (IPYS). Será a primeira vez que a Conferência Global de Jornalismo Investigativo acontecerá no hemisfério Sul. Os inscritos poderão participar dos três encontros, o que torna o evento deste ano maior do que todos os anteriores, com expectativa de 1.200 participantes durante os quatro dias. Estão previstos mais de cem painéis, seminários e workshops, abordando os blocos temáticos Corrupção e crime organizado, Meio-ambiente, Esporte e Jornalismo de dados. Além disso, três prêmios internacionais serão entregues: Global Shining Light Award, Daniel Pearl Awards for Outstanding International Investigative Reporting e Prémio Latinoamericano de Periodismo de Investigación. O Theatro Municipal do Rio abrigará cerimônia em homenagem a uma grande personalidade do jornalismo brasileiro, ainda a ser divulgada. As inscrições custam R$ 300 (profissional sócio da Abraji), R$ 490 (profissional não-sócio), R$ 215 (estudante sócio) e R$ 310 (estudante não-sócio), e podem ser feitas nesses preços promocionais até 9/9 pelo http:// bit.ly/187YPTk. Maxpress, Boxnet e Todo Ouvidos profissionalizam gestão e concluem implantação de Governança Corporativa Decio Paes Manso e Thales Toffoli assumem respectivamente a Presidência e Vice-Presidência do recém-criado Conselho de Administração. Sérgio Franco, nomeado CEO do Grupo, está à frente da nova Diretoria Executiva n As empresas Maxpress, Box- presidente e vice-presidente, ao permanece inalterado, tendo De- agora preside o Conselho de Adnet e Todo Ouvidos, que integram lado dos conselheiros Fábio Bor- cio Paes Manso e Thales Toffoli ministração, diz tratar-se “de um hoje um único grupo de negócios, ges Franco e Roberto Faldini como sócios nas três empresas passo extremamente importante acabam de concluir um cuidado- (independente externo); e Sérgio e participação acionária de Fábio dentro do processo contínuo de so processo de reorganização Franco, oriundo da própria direto- Borges Franco na Boxnet e de profissionalização, da busca por operacional que culminou com a ria da empresa, assume a função Marcelo Molnar na Todo Ouvidos. desafios e pela perpetuação dos profissionalização da gestão e a de CEO, passando a comandar a Perpetuação dos negócios – n negócios”. Ele se mostra confianimplantação do modelo de Gover- nova Diretoria Executiva, integra- Os primeiros estudos de reor- te em que “a gestão de valor e nança Corporativa na companhia. da por Marcelo Molnar (Inovação ganização do grupo começaram de riscos empresariais contribuirá Os sócios fundadores Decio Paes e Marketing), Mauro Chagas a ser realizados três anos atrás para o fortalecimento do nosso Manso e Thales Toffoli, à fren- (Atendimento e Mercado), Enrico e avançaram com o apoio de crescimento de forma saudável te das operações desde 1991, Manzi Paes Manso (Operações), consultorias nas áreas de plane- e sustentável”. quando criaram a Maxpress, Vitor Lucats (Administrativo, jamento estratégico, negócios, A origem – n O grupo de negótransferem-se para o recém-cria- Financeiro e Recursos Humanos) recursos humanos, governança cios teve origem em 1991 com a do Conselho de Administração, e Maurício Martelli (Planejamen- corporativa e familiar, finanças Maxpress, criada para fornecer respectivamente nas posições de to). O controle acionário do grupo e assuntos jurídicos. Decio, que ao mercado de assessoria de imprensa e comunicação corporativa um então inovador serviço de mailing de imprensa, com atualização permanente, avançada tecnologia e abrangência nacional e na América Latina. A empresa cresceu, investiu e diversificou-se e hoje oferece ao mercado tecnologia e know-how para a montagem de bancos de dados de interesse corporativo, num ciclo que envolve levantamento, tratamento e organização de informações para relacionamento com públicos estratégicos. Em 2002, nasceu a Boxnet, criada para monitorar, estruturar e avaliar a exposição de marcas e corporações na mídia, com o ob- jetivo de gerar maior inteligência competitiva para a tomada de decisões das organizações e de permitir que seus núcleos de comunicação atuem com maior rapidez e agilidade nos momentos de crise, e sejam mais eficazes nas ações operacionais planejadas. A terceira empresa do grupo, a Todo Ouvidos, foi incorporada em abril de 2011, quando recebeu aporte acionário dos sócios da Boxnet. Ela tem como foco compreender o fenômeno das redes sociais com uma metodologia que fornece a seus clientes alertas e análises sobre o aparecimento de assuntos de interesse, além de indicadores sobre a iminên- cia de repercussões nas redes sociais e nas mídias tradicionais. Seu fundador foi Marcelo Molnar, que permanece como sócio. No total, o grupo tem hoje mais de 300 colaboradores e escritórios regionais, no caso da Boxnet, no Rio de Janeiro, Brasília e Santa Catarina, além de parceiros em todo o território nacional. E mais... n A RedeTV estreou nesta 2ª.feira (29/4) Bola Dividida, esportivo ancorado por Silvio Luiz e com participações fixas dos comentaristas Juarez Soares e Luiz Ceará. No ar de 2ª a 6ª.feira, a partir das 11h30, com 30 minutos de duração, o programa irá debater as principais notícias, lances, gols e momentos das rodadas dos campeonatos nacionais e internacionais. Sob o comando do diretor de Esportes Edson Porto, integram o time da nova atração o editor-chefe Alex Fogaça, a editora-executiva Thais Drumont, o chefe de Reportagem César Antonio Ferreira Filho, os repórteres Fernando Fontana e Ricardo Neves, os produtores Soraia Oliveira, Fernanda Lima, Tamires Souza, Débora Velozo e Guilherme Ludwig e os editores Fernanda Capelli, Raphael Florêncio, Daniela Pires e Felipe Jardini. Livro n O editor-executivo do Terra Brasil Daniel Buarque lança o livro Brazil: Um País do presente (Alameda). Fruto de seis meses de pesquisas nos Estados Unidos, onde entrevistou mais de cem pessoas, Daniel concedeu entrevista ao Portal dos Jornalistas e contou sobre como surgiu a ideia do tema, o período que passou em terras norte-americanas e a diferença entre o que pensam especialistas e público médio sobre o Brasil. Confira em http:// migre.me/elacA. premiados do mês são Madame Clean (Sexo para todos), Cido Tongue (Da boca pra fora), Naomi Springfield (Modas e Desfiles) e Garlic Hamenegues (Panela e copo). E mais: a charge de Nicolielo e uma oferta ao leitor intitulada Como vencer a chatice do escritório. Há 11 anos na rede, o site foi criado e é editado por Fernando Morgado. n A Mega Brasil Comunicação lançou na última semana, durante o 16° Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa, seu novo portal com mudanças no leiaute e novidades que destacam notícias e informações do segmento. O portal conta com sites específicos para produtos da casa, como o Jornal da Comunicação Corporativa, a Rádio Mega Brasil Online, Eventos e o Anuário Brasileiro da Comunicação Corporativa. O endereço é www.megabrasil. com.br. Sites, blogs e afins n Sempre fiel a sua filosofia (“a mentira em primeiro lugar”), o Sacolão Brasil (www.sacolaobrasil. com.br) de maio tem entre outras atrações duas matérias exclusivas: Violência chega ao convento e obriga freiras a pegar em armas e Portugal põe nomes de corruptos em placas de rua. Os colunistas Inscreva seus trabalhos no Prêmio Jornalistas&Cia/HSBC de Imprensa e Sustentabilidade! Ou prepare suas pautas e matérias. As inscrições estão abertas no www.premiojornalistasecia.com.br Serão mais de R$ 100 mil em prêmios e um importante upgrade no currículo! Edição 895 Página 9 Prêmios Trabalhos devem ser inscritos na categoria Mídia Nacional ou na categoria especial Água n Uma das dúvidas que os jornalistas têm levado à coordenação do Prêmio Jornalistas&Cia/ HSBC de Im- prensa e Sustentabilidade é como se inscrever na categoria Mídia Regional. De acordo com o regulamento, os trabalhos devem ser inscritos exclusivamente em um dos segmentos da categoria Mídia Nacional ou CNI define Comissão de Seleção n A Confederação Nacional da Indústria definiu esta semana os nomes dos profissionais que irão compor a Comissão de Seleção do Prêmio CNI de Jornalismo 2013. O grupo, responsável por indicar à Comissão de Julgamen- to as três reportagens finalistas em cada categoria, é integrado por Rodrigo Orengo (BandNews FM), Regina Alvarez (O Globo), Isabel Versiani (Folha de S.Paulo), Mauro Zanatta (Valor Econômico), Leonêncio Nossa na categoria especial Água (se o conteúdo for sobre esse tema). Somente passam a concorrer à Mídia Regional os finalistas de todos os segmentos que não vencerem na categoria Mídia Nacional, escolhidos pela Comis- são de Premiação. Quem tiver dúvidas sobre o regulamento pode enviar e-mail para premio@ jornalistasecia.com.br ou entrar em contato com a coordenação pelo telefone 11-2679-6994. (Estadão), João Beltrão (Rede Record), Rose Nascimento (SBT), Clarissa Oliveira (IG) e Luciano Pires (FSB Comunicações). No total, o concurso distribuirá R$ 310 mil em valores brutos, sendo R$ 50 mil para o Grande Prêmio José Alencar de Jornalismo, entregue ao melhor entre todos os inscritos. A festa de premiação está marcada para o dia 25 de junho. Mais informações em www. cni.org.br/premiocni. The Holmes Report elege Burson-Marsteller como agência do ano na América Latina n A Burson-Marsteller foi anunciada em 29/4 como agência do ano na América Latina pelo The Holmes Report, uma das mais prestigiadas publicações globais na área de Comunicação e Relações Públicas. A publicação destaca a agência como “pioneira na América Latina ao abrir seu primeiro escritório regional em São Paulo em 1977, e ter construído e mantido sua atuação em períodos de instabilidades econômica e política”. Para Ramiro Prudencio, CEO da Burson-Marsteller na América Latina, “o reconhecimento do Holmes Report é resultado de uma lon- ga história de compromisso da agência com a região, que hoje conta com 12 escritórios próprios em dez países, e quatro afiliados a serviço de clientes nacionais e multinacionais, sendo uma empresa dedicada à excelência e à inovação em comunicação numa região em constante crescimen- to”. No Brasil, além do escritório em São Paulo, a Burson conta com unidades no Rio de Janeiro e Brasília. A publicação também concedeu menções honrosas aos trabalhos de FSB (vencedora nesta mesma categoria em 2012), Imagem Corporativa, Llorente & Cuenca e Jeffrey Group. com oportunidades de negócios, turismo e curiosidades sobre a cultura brasileira, chega à sua 9º edição com um especial sobre a Copa do Mundo e sua importância para a economia do País, além de uma entrevista com o ministro do Turismo Gastão Vieira. Editada por Leila Monteiro Lins, a revista, gratuita, está em seu 4º ano e pode ser lida no www. discoverbrazil.ca. Internacional n A revista semestral Discover Brazil, que circula nas cidades c a n a d e n s e s d e To r o n t o , Montreal, Calgary e Vancouver Memórias da redação Caros leitores(as): Espaço democrático, esse Memórias aceita colaborações de colegas de todo o Brasil. Valem casos engraçados, histórias dramáticas, coberturas que marcaram época, enfim, temas que façam parte da memória da imprensa brasileira. Aos tímidos, vale a dica: se quiserem escrever com pseudônimo, também vale. n A história desta semana é sobre um episódio que Nereu Leme ([email protected]), presidente da agência de comunicação Casa da Notícia, viveu na redação da Folha de S.Paulo na década de 1970. Uma bomba caiu no meu colo Na Geral da Folha de S.Paulo, na década de 1970, era difícil fugir das greves, do spray com pimenta da polícia e até mesmo das bombas. Bombas de gás lacrimogêneo, bombas de efeito moral, sem contar a pressão psicológica dos agentes federais. À época, trabalhei muitas vezes de paletó e gravata porque meu chefe dizia que eu precisava estar apresentável quando fosse entrevistar um prefeito ou governador, o que realmente aconteceu muitas vezes. Reunião do sindicato na redação, eu era o único de gravata, sentado bem no meio do grupo. Também cobri muito buraco de rua, polícia, favela e enchentes. Em uma delas, no Vale do Ribeira, estraguei um sapato novinho de camurça, mesmo fazendo muita entrevista de dentro do carro amarelinho da Folha, para não pisar no barro e na água. Fiz matérias marcantes – para mim – de primeira página, página inteira, duas e até de quatro paginas, coisa inimaginável hoje em dia. Lembro-me bem de uma cobertura de greve, chamada de Manifestação da Panela Vazia, na qual donas de casa protestavam na praça da Sé, em frente à Catedral, contra a carestia. Deu-me muita dor de cabeça! No começo foi uma grande curtição. Durante algum tempo, usei uma bolsa tiracolo (oh moda sem graça). A Ana Maria Leopoldo e Silva me lembrou outro dia, que era uma Fiorucci vermelha, argh… Como nas bolsas femininas, nela também cabia de tudo. Na minha primeira cobertura de greve, e era greve pra todo lado, achei uma bomba de gás lacrimogêneo vermelha, bonitinha, da cor da minha bolsa. Guardei a primeira na minha gaveta da redação. Como um verdadeiro estopim, estava aí o início de uma coleção bizarra. Fui juntando. Vermelha, verde, branca, azul, muitas cinzentas na cor e nas manchas da explosão e do gás que emanavam. Bóris Casoy, editor do jornal, se divertia. Quando eu chegava da rua, após mais uma cobertura de greve, perguntava: “Qual é a bomba da coleção de hoje?” Até que um belo dia, na greve das Panelas Vazias, com muitas donas de casa, encontrei uma amarelinha, a mais bonita de todas. Parecia rara e faltava na minha coleção. Ocupado com a cobertura do corre-corre das mulheres, dos policiais e dos jornalistas que – como eu – tentavam fugir das bombas e da fumaça, joguei a bomba dentro da Fiorucci vermelha. Já na redação, a primeira providência foi mostrar o novo troféu ao Bóris. “Nossa Senhora”, disse ele. “Esta bomba está com o prazo de validade vencido”. Pronto! Estava aceso o estopim da bomba que caiu no meu colo. O editor do jornal não teve dúvida. Mandou fotografar a bomba e colocou a foto, com uma legenda, no alto da primeira página: “Polícia Federal usa bombas com prazo vencido, contra mulheres indefesas na praça da Sé”. Jornalisticamente foi ótimo para mim e para o jornal. Abordamos um ângulo diferente das greves. Pessoalmente, foi como se uma bomba – a própria com seu prazo de validade vencido e efeitos inesperados – tivesse caído no meu colo. Logo, a Polícia Federal me convocou para saber onde, como, quando e porque eu conseguira a bomba amarela. Foi uma sucessão de depoimentos na PF de Higienópolis. Primeiro queriam que eu admitisse que algum grevista havia jogado a tal bomba. Depois de vários depoimentos, tentaram me forçar a confessar que eu é que plantara a bomba. Foi uma tortura sem fim. Em todas as “visitas” à PF, Bóris Casoy me acompanhou até a antessala. Ele não podia assistir aos depoimentos. Passado algum tempo, o assunto foi esfriando, as greves diminuindo e pararam de me convocar. Até a nossa própria greve, em 1979. Comecei fazendo piquete na porta da Folha de S.Paulo e depois – sabiamente, como outros colegas – promovemos a troca. Nós, da Folha faríamos piquete na porta do Estadão e vice-versa. Lembro-me de que tentei convencer o agora ex-ministro Miguel Jorge (que foi meu primeiro chefe de Reportagem no Jornal da Tarde e era – então – diretor de Redação de O Estado de S. Paulo) a não entrar para trabalhar. Ele havia sido chamado às pressas de uma viagem que fazia ao Exterior. Argumentou que seu cargo era de confiança e por isso deveria ajudar a colocar o jornal nas bancas. Durante nossa greve, um agente da PF – fazendo-se passar por amigo de um companheiro de profissão – me chamou para um café no bar e me confidenciou – ou tentou me intimidar – dizendo que a minha ficha na PF era quilométrica. Bom, nossa greve não durou, foi infrutífera e a PF finalmente me esqueceu. Joguei as bombas na última gaveta da minha mesa (um arquivo morto), até o dia em que a deputada Ruth Escobar, então presidente de uma associação dos direitos humanos, visitou a redação da Folha. Bóris contou a ela sobre a minha coleção de bombas. Ruth Escobar levou todas para uma apresentação nessa associação e nunca mais as devolveu. Jornalistas&Cia é um informativo semanal produzido pela Jornalistas Editora Ltda. • Tel 11-3861-5280 • Diretor: Eduardo Ribeiro ([email protected]. br) • Editor-Executivo: Wilson Baroncelli ([email protected]) • Editor-assistente: Fernando Soares ([email protected]) • Assistente de redação: Mariana Ribeiro ([email protected]) • Editora-regional RJ: Cristina Vaz de Carvalho, 21-2527-7808 ([email protected]. br) • Correspondente: Kátia Morais (DF), 61-3347-3852 ([email protected]) • Diagramação e Programação visual: Paulo Sant’Ana (santana@santanabiro. com.br) • Assinaturas: Silvio Ribeiro, 11-3861-5283 ([email protected]) • Novos negócios: Oswaldo Braglia Jr. ([email protected]). Edição 895 Página 10 Anuário Brasileiro da Comunicação Corporativa Anuário de Comunicação Corporativa deve fomentar debates sobre formação de profissionais da área n O lançamento, em 24/4, do Anuário Brasileiro da Comunicação Corporativa, dentro do Congresso Mega Brasil de Comunicação, realizado de 23 a 25/4 no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, deve incentivar o aumento das discussões sobre a formação de profissionais que atuam na área. Isso porque entre os temas de maior destaque da publicação está o resumo de um encontro que em 1º/3 reuniu, no Instituto Aberje, executivos da comunicação corporativa de empresas e dirigentes de agências de comunicação para debater A pluralidade profissional na comunicação corporativa, que ganha questionamentos múltiplos inclusive das instituições do meio, como Aberje e Abracom. Mais recentemente, a própria área de relações públicas, internamente, também pôs o tema em destaque, com vistas a uma possível flexibilização da Lei N° 5.377/67 (que regulamenta a atividade de RP), como assinala em artigo no Anuário a presidente do Conferp Andreia Athaydes. No texto, ela defende a mudança da lei afirmando não haver mais dúvida de que os mecanismos disciplinadores do exercício da profissão de relações públicas no País “devem contemplar o atual mercado de trabalho, pelo fato de ele já ter consagrado um modelo exitoso de atuação integrada entre as habilitações de comunicação. O Conferp, as entidades coirmãs e os profissionais devem ter a sabedoria de assumir que, muito embora as universidades sejam extremamente importantes para a qualificação dos profissionais e da reconstrução cotidiana do conhecimento, o modelo tradicional ainda vigente no País para a formação de relações-públicas, jornalistas e publicitários não atende às necessidades das diferentes organizações contemporâneas”. n Paulo Nassar, diretor-presidente da Aberje e professor-doutor da ECA/USP, que também escreve sobre o tema no Anuário, afirma que, “nesse ambiente amplo e Eduardo Ribeiro, diretor deste J&Cia e Publisher do Anuário, entrega um exemplar, em primeira mão, para Carlos Carvalho, presidente da Abracom, e Paulo Nassar, presidente da Aberje, instituições que apoiaram o projeto. Databerje confirma tendência n A exemplo do que fez com exclusividade para a edição 2012 do Anuário Brasileiro dae Comunicação Corporativa, ao mapear as práticas adotadas pelas empresas na contratação de fornecedores de serviços de comunicação, para esta edição o Databerje – Instituto ••Curso superior – 85% são formados na área de comunicação. Com 52%, o jornalismo é a formação da maioria dos profissionais participantes, seguido de relações públicas com 24%. Mas já há considerável número de publicitários (9%) e de administradores (5%). Outras profissões somam significativos 9%. ••Grau de escolaridade – Todos têm superior completo, sendo que 55% estão cursando ou concluíram a pós-graduação em nível de especialização/MBA, 3% estão cursando ou concluíram a pós-graduação em nível de mestrado e 9% em nível de doutorado. ••Faixa etária – Os participantes mostram uma força jovem, com 62% tendo até 35 anos de complexo, não é possível falar em comunicação empresarial de maneira restrita. Cada vez mais falaremos em comunicação em empresas – em uma dimensão culta, intelectual, que una técnica, ética e estética. Esta abrangência atual das atividades de comunicação e dos relacionamentos é obrigatoriamente embasada na administração, na sociologia, nas artes, na história e memória, na antropologia e na psicologia. E expulsa os comunicadores mecanicistas e incultos da atividade. A comunicação empresarial é, então, constituída de uma mestiçagem maravilhosa, democrática e inclusiva, que tem como ingredientes gente de muitas origens profissionais, formada pelas Aberje de Pesquisa investigou aspectos ligados às vidas pessoal, acadêmica e de trabalho de profissionais alocados em atividades de comunicação corporativa no Brasil. E uma das conclusões do estudo reforça a tese de que o setor já tem um caráter multidisciplinar: embora idade. A maior parte (26%) se concentra na faixa de 26 a 30 anos, seguida de 31 a 35 (21%) e de 22 a 25 (14%). ••Estado em que trabalha atualmente – A região Sudeste, com 77%, é onde se concentra a maioria dos profissionais participantes, sendo metade deles (51%) no Estado de São Paulo. Seguem-se Rio de Janeiro (17%) e Minas Gerais (9%). ••Tipo de organização em que trabalha – A maioria dos respondentes (54%) trabalha em organizações nacionais privadas. Dessas, 66% são agências de comunicação. Outros 20% atuam em multinacionais. ••Ramo de atividade da organização – 76% dos que participaram do levantamento trabalham www.portaldosjornalistas.com.br universidades tradicionais e pela universidade da vida”. n Carlos Henrique Carvalho, presidente-executivo da Abracom, é outro que defende em artigo no Anuário essa linha multidisciplinar: “A comunicação deve estar na ponta de lança da inovação e do pensamento estratégico. Ela precisa tirar seus profissionais de dentro das caixas. Por isso que, no Brasil e no mundo, a comunicação é uma atividade multidisciplinar, que derruba os muros da especialização e coloca para trabalhar juntos profissionais das mais diversas áreas do conhecimento: relações públicas, jornalistas, publicitários, profissionais de marketing, arquitetos, advogados, economistas, administradores, antropólogos, sociólogos, psicólogos, médicos, engenheiros se integram em equipes de atendimento”. n Com 200 páginas e 5 mil exemplares de tiragem, o Anuário chega à sua quarta edição apontando um crescimento de 18,6% do segmento das agências de comunicação e um novo ranking das agências, com a presença de 276 empresas, parte delas classificadas pelo faturamento e outra parte pelo número de colaboradores. Para mais informações, consulte www.megabrasil.com.br. a maioria absoluta (52%) ainda seja constituída de jornalistas, os RPs dividem igualmente com outras profissões, em especial publicitários e administradores, os demais 48%. Realizado com apoio institucional da Vale entre 22/2 e 5/3, por meio de autopreenchimento em sistema online, o estudo contou com a participação de 1.085 profissionais de comunicação de diversos segmentos e setores da economia. n Reproduzimos a seguir as principais conclusões dessa pesquisa: no setor de serviços, sendo que 48% atuam especificamente em agências de comunicação. Em terceiro vem a indústria, com 16%. ••Tempo de empresa – 57% dos pesquisados trabalham na atual organização há até três anos, seguidos de 22% com menos de um ano e de 20% com de quatro a sete anos. Chama a atenção o fato de que, num setor onde é grande o turnover, 4% estejam há mais de 20 anos na mesma empresa. ••Regime de contratação – 63% dos profissionais são contratados por suas organizações sob o regime da CLT. Entre os profissionais que atuam em agências de comunicação, 47% são contratados pela CLT. Os que trabalham como pessoa jurídica dentro de empresas/agências somam 14%. ••Área em que trabalha – A grande maioria dos profissionais participantes (78%) trabalha na área de comunicação, o que parece indicar que ainda há falta de compreensão de algumas organizações para a natureza desse trabalho. Das demais áreas, a que concentra maior número de profissionais é marketing, que fica com 5%. ••Cargo atual – 41% dos participantes ocupam atualmente o cargo de analista (33%) ou de assistente (8%), exatamente o mesmo percentual dos que estão em posições de liderança – direção/vice-presidência (13%), gerência (13%) e chefia (15%). Perfis biográficos dos jornalistas brasileiros e o noticiário com o vaivém profissional Edição 895 Página 11 Congresso Mega Brasil de Comunicação Um novo profissional para uma nova comunicação Congresso Mega Brasil de Comunicação reuniu profissionais de todo o País em 40 atividades, entre elas a homenagem a Domingo Alzugaray e Caco Alzugaray com o Prêmio Personalidade da Comunicação; e o lançamento do Anuário Brasileiro da Comunicação Corporativa Encerrada em 25/4, no Centro de Convenções Rebouças, em São em instituições como Aberje e Abracom e mesmo nos Conselhos Paulo, a 16ª edição do Congresso Mega Brasil de Comunicação deixa de Relações Públicas, onde a flexibilização da lei que exige diploma como um de seus principais legados múltiplas reflexões sobre o in- de curso superior na área para o exercício profissional começa a ser tenso e abrangente processo de mutação nas hostes da comunicação debatida pelas diretorias que tomaram posse recentemente. corporativa. Mudança tão acentuada que já não cabe mais no figurino Com cerca de 500 congressistas, de um total de 1.000 participando profissional de uma só especialidade. O tema do encontro foi O tes, que se revezaram entre os dias 23 e 25 de abril em cerca de 40 planeta comunicação na era do diálogo, mas bem poderia ser o do atividades, o encontro abriu espaço para discussões de temáticas título acima, tão presentes foram as discussões sobre esse binômio. atuais, como a lei de acesso à informação no serviço público, os limites Falou-se em fim da reserva de mercado para profissionais diplomados de exposição nas redes sociais, o olhar jurídico sobre os crimes de na área, em transdicisplinaridade da comunicação, em flexibilização reputação, a expansão da comunicação brasileira na América Latina. da atual legislação da atividade de relações públicas, da necessidade Ousou, programando debates sobre dança; formação intelectual do de um profissional culturalmente melhor preparado para entender o comunicador; a felicidade como motor de produtividade e criatividamundo que se acerca das organizações e ter assertividade, criatividade de, de sucesso profissional; e as conversas que movem a sociedade e eficácia nas soluções propostas. A nova comunicação – impactada e impactam os negócios e a comunicação. E trouxe novos ângulos pelas novas tecnologias, pela mobilidade, pelas mudanças nas audi- de abordagem para questões tradicionais como mensuração de ências e nos comportamentos humanos, pela resultados, comunicação integrada, potencomplexidade dos temas que afetam os negócios cialização de investimentos publicitários e ou as organizações – pressupõe a existência de de marketing com ações conjugadas de um novo profissional, capaz de entender a prorelações públicas, entre outros. fundidade das mudanças e dar respostas convinO Congresso foi integralmente acompacentes e produtivas para o êxito dos processos nhado por uma equipe especial, integrada em curso. Um profissional que pode ter origem pelo presidente-executivo da Abracom no jornalismo e nas relações públicas, principais Carlos Henirque Carvalho e pelos conceleiros da área, mas que também poderá vir de sultores João José Forni, Cristina Vaz outras áreas do conhecimento, como já é realidade Carvalho e Marilene Lopes. As obde em inúmeros locais de trabalho, que abrigam servações, sempre buscando os aspectos arquitetos, publicitários, executivos de marketing, diferenciados e inovadores, as tendências, administradores, sociólogos, advogados, antroos pontos fora da curva, foram levadas para pólogos, entre outros. A discussão já ganhou Equipe do Crème de la Crème: João José Forni, o painel final Crème de la Crème e estão, espaço e avança de forma veloz e crescente Cristina Vaz de Carvalho, Carlos Carvalho e em sua essência, nos textos deles, a seguir. Marilene Lopes Comunicação em busca de talentos Por Carlos Henrique Carvalho Foram três dias de palestras, mesas-redondas e debates sobre comunicação corporativa. Gestão de crises, comunicação nas redes sociais, relacionamento com a mídia, comunicação interna e uma dezena de outros assuntos que mobilizaram os participantes de mais uma edição do Congresso da Mega Brasil. Em meio a essa diversidade de assuntos “técnicos” da comunicação corporativa, o que mais chamou a minha atenção nos debates em que estive presente foi um tema que começa a tomar corpo entre agências e empresas: a formação do profissional de comunicação. Além de mesas específicas sobre o tema, que foram três, a atenção dos profissionais para o desenvolvimento e retenção de talentos na área de comunicação corporativa foi tônica dominante do discurso de nove entre dez palestrantes. Estivéssemos em palestras sobre gerenciamento de crises, social media ou comunicação interna, logo vinha à tona a preocupação com a qualidade dos profissionais envolvidos no trabalho. Expressões como compromisso, envolvimento, conhecimento do core business do cliente, capacidade de pensamento estratégico e outros predicados necessários ao trabalho de comunicação eram apontados pelos palestrantes. E todos eram unânimes em afirmar que estes predicados são matéria-prima escassa em nosso setor. O Congresso verbalizou a busca crescente dos executivos e gestores de comunicação das organizações e das agências por talentos. Porque esse é um tema dominante em reuniões de diretoria da Abracom, é conversado em intervalos de seminários e encontros setoriais e apareceu como um dos três fatores mais importantes para o desenvolvimento das agências em pesquisa que a Abracom fez com seus associados no final de 2012, ao lado da carga tributária e das questões concorrenciais. A qualificação dos profissionais do setor é um tema que todos levamos do Congresso de 2013. Tema que certamente terá presença garantida no próximo ano. Mas que deve ser objeto de um grande movimento de profissionais, agências, universidades e centros de pesquisa de relações públicas e áreas afins, para que possamos responder a alguns questionamentos deixados pelos palestrantes: qual o perfil do profissional de comunicação? A multidisciplinaridade é um dos caminhos para atender à demanda crescente de nosso mercado? Como a Universidade vai se preparar para formar um profissional de amplo conhecimento de mercado? Em 2014, não vamos ter todas as respostas, mas será mais um bom momento para aprofundar, juntos, o debate. E poderemos contribuir para que as empresas e agências de relações públicas sejam cada vez mais qualificadas e possam enfrentar os desafios de um mundo que se torna mais complexo e no qual a gestão de relacionamentos – nossa matéria-prima – ganha importância estratégica para empresas, governos e organizações. Até lá! A era da perplexidade Por João José Forni Compromisso social, romper paradigmas, buscando um novo protocolo nas relações com clientes, empregados, acionistas e a sociedade, diante da nova realidade das mídias sociais; estratégia de negócios integrada à da comunicação; inovação, o que significa uma ruptura com a burocracia e o ultrapassado para gerar um ciclo virtuoso de criatividade; foco mais nas pessoas e menos na parafernália tecnológica. Estes pressupostos emergiram do Congresso Mega Brasil de Comunicação 2013, realizado em São Paulo na semana passada. Parece óbvio. Mas não é bem o que mostram eventuais pesquisas apresentadas em algumas das 27 palestras e seis conferências nos três dias do Congresso, quando se sabe que a maioria dos CEOs ainda encara a internet e as mídias sociais como um tema da área de comunicação – embora se trate de um instrumento estratégico da equipe de negócios. A reputação cada vez mais se firma como o ativo mais importante da organização, a ponto de a comunicação precisar integrar-se e desenvolver competências na área de relações com investidores, responsável pelo valor de mercado da organização. As empresas se aventuram no mercado, prometem o paraíso e depois não entregam. Onde vai bater a cobrança? Nesse aspecto, outros valores apareceram nas palestras como fundamentais: transparência, replicabilidade, clareza, acesso total à informação, um diferencial presente e primordial nas organizações ou governos que despontam no mercado com a marca da modernidade e da inovação. “O livre fluxo de informações cria espíritos mais livres”, ensina Rachel Mello, via Groysberg e Slind, da HBR. Mas por que a “era da perplexidade”? Porque não há mais tempo para discutir ou sequer experimentar fórmulas antigas de relacionamento com os empregados e, menos ainda, com os clientes. Inovação significa risco, até porque “se você não está preparado para errar, você nunca fará nada inovador”. Por isso, é bom dar uma olhada no que fazem as empresas inovadoras do século XXI. “A cada dois dias geramos a quantidade de informação correspondente a toda a Humanidade até 2003”, alerta Martha Gabriel, uma das palestrantes que, junto com Graça Taguti, Gil Giardelli, Risoletta Miranda, Bob Bejan, Rodrigo Azevedo, Manoel Fernandes, Lalá Aranha, Flávio Pestana, entre outros, se não deixaram os participantes perplexos, certamente os fizeram voltar às empresas bastante preocupados. O bem mais valioso é a atenção. E como despertá-la nos empregados, clientes, na sociedade, na era da conectividade, da hiperconexão, em que preterimos o conhecimento pelo consumo obsoleto e descartável? Quando qualquer cidadão se empoderou da capacidade de se transformar em veículo de comunicação? Edição 895 Página 12 “Há uma revolução acontecendo e é difícil perceber, pois as revoluções demoram mais de uma semana”, apareceu numa palestra. A descentralização é a característica do novo cenário, segundo o futurista Ray Kurzweil. E a atividade dos relações públicas, que no Brasil engloba hoje todo o espectro da comunicação organizacional, está na fronteira do engajamento da audiência e do marketing inteligente, como disse a VP da Weber Shandwick Allyson Hugley. Para quem está preocupado com o tsunami das redes sociais, os palestrantes, em sua maioria, alertam: é preciso revisitar a mídia tradicional e não desprezá-la. Avaliar os silos da mídia tradicional e social, porque as grandes corporações de mídia pegam as histórias e replicam em blogs e outras redes, havendo uma interconexão entre essas mídias com fronteiras bastante complicadas. Não há como navegar nesse mar sem informação e dados. Foi por isso que Obama triturou a campanha milionária de Romney, que se perdeu porque tinha dados defasados. Pensar dados como investimento e não custos. Mas não confundir dados com conhecimento ou inteligência. Para isso entenda as necessidades do insight humano. O capital humano também apareceu como um valor cada vez mais precioso das corporações em pesquisa com cem jornalistas brasileiros. Entre tantos inputs interessantes e – por que não dizer – imprescindíveis ao comunicador brasileiro que emergiram do Congresso da Mega Brasil, desponta o que parece ser o dilema do pensador do século XXI: o tempo. Ah, o tempo! As tecnologias que vieram para facilitar acabaram criando um paradoxo. Não temos mais tempo. Só o comprometimento nos irá motivar. É preciso um novo pacto para não confundir acesso à informação e aos gadgets modernos com geração do conhecimento. Como disse Francisco Viana, “o comunicador não briga com o tempo. Aprende com ele”. Não sendo assim, continuaremos perplexos diante de tanta informação para processar, metas a cumprir, exigências pessoais e profissionais, sem eleger prioridades. Talvez, repetiram vários palestrantes, esteja na hora de repensarmos nossos valores e até mesmo nossas opções de vida para não virarmos uma “persona digital”. Caso contrário, como disse o procurador Marcio Lauria, “toda a perplexidade que se perpetua vira estupidez”. A segunda tela Por Cristina Vaz de Carvalho Este 16º Congresso mostrou, principalmente, a mudança no tra- integrada, apresentou a ideia de flexibilização das exigências feitas tamento das redes sociais, sob o ponto de vista da comunicação aos profissionais de Relações Públicas pelo Conselho regulador, o que institucional. Em edições anteriores, de início, essa plataforma foi interessa às agências do setor – em boa parte formadas por jornalistas apresentada, depois dissecada e, agora, encarada sob uma perspec- que, na prática, expandem seu trabalho para a área de relações públicas tiva revisionista. Mas houve tempo histórico para todos os gostos, –, e as ações dela no sentido de que esta proposta seja aprovada. pois convivemos, no dia a dia, com várias abordagens, e com elas Fora das salas temáticas, era sempre encontrada em conversas com precisamos lidar. representantes do Conrerp de outras regiões, divulgando sua proposta. Ainda se falou em mídias tradicionais, como José Paulo Kupfer, do Como se podia esperar, apareceu muita coisa interessante sobre Grupo Estado, que levou uma interessante linha do tempo das reda- as mídias sociais. Allyson Hugley, da Weber Sandwick, no Brasil S2 ções no Brasil. E, com humor crítico, comparou as revistas dirigidas Publicom, veio falar sobre mensuração e critérios estatísticos para a agências de viagens, por mostrarem apenas casos de sucesso em tanto. Porém, mais importante do que a técnica que ela trouxe, foi a determinadas áreas, fazendo com que o leitor embarcasse num tapete recomendação abalizada sobre a necessidade de separar o que, de voador que o levava à excelência no desempenho. Francisco Viana, fato, representa valor na comunicação das redes. Para definir o que do Bradesco, defendeu a importância da erudição, a tão depreciada ocorre hoje nessas plataformas, cunhou a expressão “indigestão da busca de cultura geral, para se compreender fatos presentes – quase informação”. Complementando, Bob Bejan (convidado da Andreoli uma psicanálise do comportamento comunicacional nas instituições. para falar sobre criatividade), disse que ser criativo, para gerar voluEntre os temas sempre presentes, mas sob nova perspectiva, me, não é mais a grande preocupação. E citou Nietsche: “É preciso tivemos uma visão reciclada da área de descartar, selecionar, escolher”. Quanto à Recursos Humanos e da comunicação presença dele no palco, seu terno de grife e “Nada mais se vê a olho nu; interna. Alexandre Teixeira, autor do livro sapatos clássicos deixavam entrever, às veexiste sempre uma tela, Felicidade S.A., inseriu RH no conceito zes, meias vermelhas listradas – em termos amplo de sustentabilidade, na medida da de prêt à porter, os franceses fazem jus à como um preservativo midiático” valorização do ambiente de trabalho. Ou o fama em qualquer situação. que ele chamou de desafio + significado + Mas voltando aos assuntos sérios, tivemos Graça Taguti reconhecimento. Mostrou que áreas antes insights acadêmicos, com o de Paulo Nasilhadas, como Endomarketing e o Marketing externo, unem-se para a sar, professor da USP e presidente da Aberje, que foi moderador de nova situação de employer branding, em que a comunicação procura uma palestra. Ele acusou o panorama das redes como sendo uma atingir não apenas quem já trabalha na empresa, mas também aqueles “barbárie digital”. Gil Giardelli, mais contido, na mesa-redonda sobre que a empresa pretende atrair para seus quadros. os limites da exposição nessas mídias, propôs sairmos da “infância O branding clássico trouxe uma boa surpresa. A conferência inter- digital” para passar ao debate. Em outras palestras, este foi um nacional de Richard Funess (convidado pela CDI), intitulada Por que tema dominante: não mais estar ou não-estar nas redes, mas como pagar USD 4 milhões pelo Super Bowl sai barato?, poderia espantar a estar ali. Outros participantes do painel mostraram casos em que o audiência: o que eu tenho a ver com o Super Bowl?. Mas ele apontou e próprio contexto se autorregulou, e deram conselhos experientes de descreveu – em um case exemplar em termos de exploração exaustiva que devemos transformar as redes sociais em espaços civilizados de de todas as possibilidades conhecidas na comunicação institucional – convívio e difusão de cultura. ferramentas para se trabalhar de forma integrada com outras áreas, Chegamos, enfim, à pensata de Graça Taguti sobre esse relacionacomo eventos, marketing, mídia paga. Demonstrou que as empresas mento das instituições com as redes, e que se estende aos produtos que pagaram por publicidade, durante o jogo, reforçando aquela inser- híbridos de inteligência biológica e tecnológica que conversam entre ção antes e depois, obtiveram resultados não somente em termos de si: “Nada mais se vê a olho nu; existe sempre uma tela, como um imagem, mas chegaram a ter suas ações valorizadas em bolsa. preservativo midiático”. E Mônica Albuquerque mostrou movimento Houve espaço para articulações. Lalá Aranha, presidente do já presente na TV Globo, de extrapolar a telinha e lançar os aplicativos Conrerp-RJ, falando sobre o mercado de trabalho para comunicação para uma segunda tela. Ou terceira tela, ou quarta... Festa de lançamento do Anuário reúne 300 convidados Sarau da Cultura Popular, organizado pelo Instituto Memória Brasil, reuniu Assis Ângelo, Jorge Melo, Papete, Oswaldinho do Acordeon, as cantoras gêmeas Célia e Celma e a cantora Fernanda de Paula Cerca de 300 convidados prestigiaram na noite de 24/4 o lançamento do Anuário Brasileiro da Comunicação Corporativa, que a partir de agora será distribuído para as agências de comunicação, áreas de comunicação corporativa, marketing e RH das Assis Ângelo abre o Sarau grandes organizações públideclamando Patativa do Assaré cas e privadas, secretarias de Comunicação dos governos Federal, estaduais e capitais, e pautas dos principais veículos de comunicação do País. Coordenado por Lena Miessva ([email protected]), o Anuário pode ser adquirido diretamente na Mega Brasil, ao preço de R$ 80 o exemplar. Informações com Amanda pelo [email protected] ou 11-5576-5600. Oswaldinho do Acordeon, um show dentro do show As gêmeas Célia e Celma interpretam No rancho fundo, do conterrâneo Ary Barroso, de Ubá (MG). Ao fundo, Jorge Melo e Papete Edição 895 Página 13 Congresso Mega Brasil de Comunicação PERCENTUAL DE AVALIADORES DAS ATIVIDADES DO CONGRESSO 2013 A avaliação dos participantes Maurício Bandeira, do Instituto Corda Em avaliação independente feita pelo Instituto Corda – Rede de Projetos e Pesquisas e apresentada no painel final Crème de la Crème, a média geral de todas as atividades do Congresso, numa escala de notas de 1 a 5, foi de 4,17. “É uma nota excepcional – diz Maurício Bandeira, diretor do Instituto Corda – sobretudo ao considerarmos que as palestras e conferências foram avaliadas por quase 54% da audiência”. MELHORES AVALIAÇÕES ATIVIDADES NÃO AVALIARAM 46.082% AVALIARAM 53.918% TOTAL DE CONGRESSITAS EM 2013: 500 6 CONFERÊNCIAS 27 PALESTRAS RESULTADOS POR ITEM DE AVALIAÇÃO ATIVIDADES QUE OBTIVERAM AS MELHORES NOTAS MÉDIAS 1. Inovação e Criatividade em Marketing Corporativo – 4,73 2. Primeira plataforma na nuvem para gestão da comunicação – 4,59 3. Crise em Redes Sociais – 4,59 4. Você no Facebook – os limites da exposição – 4,54 5. Perfil e desafios do novo profissional de comunicação global – 4,53 RESULTADOS POR ITEM DE AVALIAÇÃO NOTAS MÉDIAS POR ITEM DE AVALIAÇÃO Outros olhares Reproduzimos a seguir depoimentos de outros profissionais que atuaram no Congresso como moderadores, exceto o de Mariana Trindade, que é correspondente deste J&Cia na Bahia. “Lalá Aranha trouxe ao Congresso um dos temas mais ‘quentes’ do setor nos últimos tempos: a necessidade de se discutir a flexibilização da atividade de relações públicas. Reconhecendo que, da forma como está, a legislação ‘engessa’ a categoria e a afasta da realidade do mercado, Lalá falou dos planos do Conferp para uma nova consulta pública que buscará um consenso sobre a forma de se chegar a essa flexibilização. Esta discussão culminará em uma proposta que será enviada ao Congresso Nacional para a mudança na lei de 1967 que ainda hoje regula a atividade de RP. Além desse projeto, Lalá também exemplificou algumas atividades que, por não terem ‘dono’ atualmente, poderiam facilmente ser ocupadas por profissionais de RP, como ouvidoria, coaching e ativação. Ao final, a discussão com a plateia girou em torno da retomada da relevância que as relações públicas perderam nos últimos anos, e como fazer para ampliar as fronteiras da atividade. Em resumo, a bandeira levantada por Lalá pode, no futuro, corrigir graves distorções profissionais e mercadológicas que são verificadas somente no Brasil, devido a uma legislação ultrapassada e às novas exigências de um setor em constante evolução e com novos e mais altos níveis de exigência. Se der certo, todos sairão ganhando.” – Daniel Bruin, IICS “A era da comunicação por meio de paradigmas estáticos ou experiências passadas acabou. As novas mídias ampliaram fortemente as possibilidades de geração e captação de dados sobre percepções, tendências e preferências da sociedade, multiplicando o poder que as pesquisas sempre tiveram. E, para os profissionais da área, a capacidade de combinar e interpretar esses dados tornou-se fundamental para construir estratégias vencedoras de comunicação, e medir com maior precisão os resultados. A executiva Allyson Hugley, da Weber Shandwick de Nova York, especialista no assunto, discorreu sobre essa mudança conceitual e descreveu as inúmeras possibilidades de usar a estatística no planejamento e execução de ações de relações públicas. Uma delas é a possibilidade de medir o que “não acontece”. Afinal, muitas vezes os clientes solicitam a suas agências que trabalhem na prevenção de crises de imagem, ou para que possam influenciar nas discussões públicas sobre seus temas de interesse, antes que afetem os negócios. E, para Edição 895 Página 14 isso, é necessário conhecer o status anterior e acompanhar a evolução do cenário, o que trará aos clientes e às agências maior segurança em relação aos resultados das estratégias escolhidas. Allyson abordou também as estratégias utilizadas por Barack Obama em sua campanha vitoriosa de reeleição à presidência dos EUA em 2012. Totalmente baseado em medição de microtendências nas redes sociais e muita pesquisa, Obama conseguiu entender as evoluções das preferências dos eleitores e adaptar seu discurso, garantindo maior alinhamento e uma vitória eleitoral que era considerada difícil por muitos analistas. A palestra foi inspiradora e mostrou aos participantes a importância de aumentarmos nosso foco e investimento em pesquisa e análise de dados para alcançarmos ações mais precisas e eficientes na comunicação.” – Leandro Conti, Syngenta “Mauro Chagas, que faz parte da equipe de Boxnet e Maxpress, fez a palestra Sala de Situação – O poder da informação real time na tomada de fecisão, da qual participei como moderadora. Com experiência de 28 anos na área de comunicação, Mauro levou aos congressistas um pouco da angústia do excesso de informação. Para ilustrar, apresentou uma interessante linha do tempo sobre as mudanças na forma de trabalharmos desde 1980. Por que 1980? Porque a partir dessa década é que a atividade começa a sofrer o impacto das novas tecnologias, que mudam inteiramente a comunicação corporativa. A transição da máquina de escrever para o computador, a chegada da internet, o advento do celular (os primeiros pesavam mais de 1 kg!), o nascimento dos blogs e, por fim, as redes sociais representam os desafios vividos pelos profissionais do setor. Fundador da Elemidia, Mauro é um profissional antenado, que pensa em meios de unir plataformas para ajudar o trabalho do estrategista da no mundo da comunicação corporativa: o ouvir e o falar. Já entramos na Era do Diálogo e precisamos refletir sobre isso. Esta foi a mensagem-chave e o tema que esteve presente em quase todas as palestras a que assisti. Saiu de cena uma avalanche de cases bem-sucedidos de clientes perfeitos – o que quero deixar claro que não acho ruim – para assistir, ou melhor, ouvir sobre inovação, criatividade, estratégia, inteligência, integração e conhecimento. Os desafios – e o perfil – destes novos profissionais estiveram presentes em vários encontros. Das apresentações de comunicação interna, passando pelo marketing motivacional, até uma palestra específica sobre o tema. Curiosa foi a participação virtual de lideres de comunicação, em que eles pontuavam aspectos importantes no perfil desses profissionais. Um deles chegou a dizer que nem se importava com a formação universitária, mas que essa pessoa deveria ser capaz de resolver problemas, ter personalidade, bom network e ser interessante, ou seja, ser capaz de dialogar de forma eficiente. Ainda ficou como legado para nós, participantes, discussões sobre desenvolvimento humano, conectividade e compartilhamento de informações. Hoje nos deparamos com uma infinidade de conteúdos que muitas vezes nem temos tempo de assimilar, e este é o nosso grande desafio: criar conteúdo que seja interessante, sem exagerar nas publicações, ou seja, quantidade não é qualidade.” – Mariana Trindade, Darana “Comunicação 360° é fundamental para consolidar a simbiose entre as atividades de Relações com Investidores e a Comunicação. Este foi o eixo da boa apresentação de Flávio Pestana, abordando, com propriedade, os pontos que podem ser aperfeiçoados por uma companhia no listas brasileiros e as redes sociais: um estudo qualitativo, enriquecemo-nos com a excelente contribuição do Manoel Fernandes, diretor da Consultoria Bites, que abordou questionamentos sobre a eficácia das redes sociais e seus conteúdos quanto a superficialidade versus a profundidade dos temas veiculados nas redes. Um verdadeiro exercício de reflexão.” – Pedro Luiz Dias, General Motors do Brasil “Tive a honra de ser a mediadora da palestra Relações Governamentais e Lobby: oportunidades de carreira e desafios éticos, proferida por Gilberto Galan durante o Congresso Mega Brasil. O tema não é apenas relevante, mas se torna instigante quando se reflete sobre o fato apresentado de que a bibliografia brasileira ao seu redor é constituída por apenas dois livros (Lobby: o que é e como se faz, de Said Farhat, e Relações Governamentais e Lobby: aprendendo a fazer, do próprio Galan). Considerando-se o relativo sucesso da consolidação da democracia no País e o fato de que o governo brasileiro mantém um diálogo constante com a iniciativa privada – a despeito do fato de estar geograficamente isolado em Brasília –, era de se esperar que mais atores desse diálogo já tivessem se manifestado e contribuído para a construção de uma massa crítica sobre o tema. E que a mesma estivesse disponível para novos profissionais com o desejo de enveredar por essa atividade. Nesse sentido, muito saudável o apelo de Galan durante a palestra, pedindo para que mais profissionais atuem nessa área. Sua experiência à frente de áreas de Relações Institucionais e Governamentais de importantes organizações, como Kodak, HP e Philip Morris (acentuando aqui as questões sensíveis contidas nessa última) é encorajadora. E a generosidade com que a divide, inspiradora. Assim, revisitando sua contribuição durante o Congresso, destacaria, comunicação. Em sua opinião, a angústia do excesso de informações pode ser resolvida com uma plataforma que simplifique a chegada das informações relevantes sobre os temas que nos interessam.” – Marcia Glogowski, RP1 “Na fala apaixonada e vibrante com que Ligia Vannucci apresentou a Braskem na mesa As razões que fizeram a Braskem ser escolhida a Empresa do Ano pela Aberje percebi como esta empresa tão jovem e corajosa tornou a comunicação com seus integrantes (funcionários) pedra angular na estratégia de tornar-se líder em seu segmento. Isto só é possível construir quando se observam as melhores práticas das organizações incorporadas pela Brakem ao longo de seus dez anos de história, com o apoio de seus líderes, com timing perfeito e regularidade, criando uma comunicação envolvente e engajada, que tem a cara da empresa. Foi um aprendizado que pude compartilhar com o público que prestigiou esta mesa e que no debate, mostrou muito interesse em saber como a Braskem soube lidar bem com a linguagem audiovisual e em seu mix de mídias internas e externas resolver com tranquilidade essas demandas de diálogo com seus stakeholders.” – Marcus Vinícius de Jesus Bonfim, ABRP-SP “Das nove edições do Congresso Mega Brasil de Comunicação a que estive presente, já participei de quase todos os temas relacionados às nossas atividades. Comunicação integrada, assessoria de imprensa, comunicação interna, responsabilidade social, redes sociais e redes sociais novamente. Mas em 2013 a “bola da vez” teve um viés diferente. Enquanto ainda temos muitas dúvidas e sequer conseguimos fazer previsão de como será o mundo digital em pouco tempo, saímos desse tema, em que poderíamos ficar muitas edições discutindo, para um assunto ainda mais instigante. O que de fato, fará toda a diferença seu relacionamento com os stakeholders. E para que não restasse dúvida o palestrante ilustrou com dois cases: o da OGX, no qual a perda de valor é grande; e o da Kroton, em que a geração de valor é crescente. No primeiro são vistos erros de comunicação com o mercado, enquanto no segundo caso é observada a assertividade na comunicação. Em um mundo de tecnologias cada dia mais sofisticadas é razoável cumprir as premissas de conteúdo, sem as quais não existirá um real benefício nos negócios.” – Nelson Tucci, Virtual “Foi uma grande satisfação participar e contribuir com mais esta edição do Congresso Mega Brasil de Comunicação, para profissionais e estudantes desse fantástico mundo das Comunicações. Durante três dias foi possível enriquecer conhecimentos, aprimorar e compartilhar vivências numa atividade profissional que não tem limite para evolução. Sem dúvida alguma, trata-se de um campo profícuo e muito rico para o enriquecimento das relações sócio-político-econômicas. A estimulante convivência com especialistas de notório saber demonstra a importância e a necessidade da troca de experiências e, mais do que isso, trouxe narrativas que influem nesse processo de transformação que as sociedades globais atravessam, em particular a coletividade brasileira. Notamos um interesse muito grande de participação dos congressistas em debater cada tema e incentivar os participantes a meditarem sobre os novos desafios que surgem quanto à forma e, mais especificamente, quanto ao conteúdo das mensagens. Na palestra da qual tive a honra de atuar como moderador, Os jornaalém da falta de bibliografia, os seguintes fatos: 1) ausência de uma formação específica para o profissional de Relações Governamentais (atuam na área hoje profissionais de advocacia, comunicação, jornalistas etc.); 2) ausência de regulamentação do setor (em discussão há mais de 20 anos e fator que influencia diretamente o primeiro); 3) a discussão sobre o desafio ético, salutar para qualquer atividade dentro das áreas de Relações Públicas, Instiucionais e Governamentais. O tema é rico e se fosse para dar uma sugestão para a próxima edição do Congresso, que sejam aprofundados com tópicos como:1) quais as bases fundamentais para a formação de um profissional de Relações Governamentais?; 2) quais os entraves para a regulamentação do setor e como superá-los?; 3) quais as medidas para a conscientização, junto à sociedade, das diferenças entre lobby (legítimo) e tráfico de influência?” – Renata Saraiva, Ogilvy PR Brasil “Em nosso painel, ficou claro o movimento de expansão das Relações Públicas na direção de outras disciplinas de comunicação. A construção das marcas, hoje, é um fenômeno desafiador, uma vez que a dinâmica de conversas entre indivíduos e corporações transformou-se notavelmente. Se antes os indivíduos eram envolvidos de maneira massificada nos processos de transmissão de mensagens, hoje o pré-requisito para qualquer laço junto a empresas baseia-se na igualdade de condições em processos pautados pela lógica do diálogo. Da comunicação, rumamos para a conversa – e ela gera engajamento. Confiamos mais em pessoas comuns – como amigos, familiares – no momento de formarmos opiniões sobre uma organização do que no próprio CEO que a representa. Não há outra saída para as marcas que fuja da premissa do diálogo. Se esta é a era que se anuncia, cabe a Edição 895 Página 15 Congresso Mega Brasil de Comunicação nós, comunicadores, ressignificarmos as relações públicas – ainda mais neste momento, em que o mundo parece estar mais perto dessa disciplina, que teve sempre em sua raiz o compartilhamento de valor e a criação de conversações em ambientes cada vez mais fragmentados. Porém, essa ressignificação pressupõe uma ampliação do escopo do que entendemos ser RP. Indivíduos mais críticos, conectados e empoderados demandam uma transcendência por parte das marcas. Querem mais do que a entrega de produtos e serviços de qualidade. Desejam, antes disso, envolvimento por meio de um significado mobilizador, que os atraia por afinidade e não apenas em decorrência de um conjunto de benefícios. Além de uma propósito relevante e atraente, é necessário fazer com que as marcas coloquem tal discurso à prova por meio de ações. Apenas depois se ganha a consistência necessária para comunicar – ou melhor, conversar. Isso está, sim, na agenda estratégica das organizações. Uma vez que o valor não é mais determinado apenas por elas, mas atribuído pelos stakeholders, nada mais natural do que se alinhar a esse cenário. O pilar fundamental na construção de marcas nesse panorama, portanto, passa pela tríade identidade-atitude-conversa. Variáveis interdependentes, levam as relações públicas a interagirem sinergicamente junto a outras disciplinas para aumentar sua efetividade, ao absorverem a cultura do branding, a fluência nos meios digitais, a capacidade de gerar ativações pertinentes, respeitar a estética das marcas e aferir os resultados de modo eficiente graças aos fundamentos oriundos da pesquisa. Uma visão evoluída de RP pressupõe, por consequência, profissionais alinhados a tal transdisciplinaridade, capazes de agregar criatividade, capacidade estratégica e alto poder de execução para tornar real toda essa teoria. Temos o desafio de educar o mercado e, ao mesmo tempo, formar profissionais e desenvolver conhecimento compatível com essa missão. Se o mundo está mais perto das relações públicas, caberá a nós, deste mercado, liderar esse processo em um panorama competitivo em que as fronteiras já não são visíveis como antes.” – Rodolfo Araújo, Edelman Significa “Ouvir as palavras de Francisco Viana no Congresso Mega Brasil de Comunicação me fez refletir sobre a importância da narrativa e da consciência sobre o quotidiano. Observo o quanto líderes empresariais têm grande dificuldade em transformar os propósitos, valores e princípios da companhia em narrativas marcantes, relevantes e inspiradoras para seus funcionários. Por esse motivo, cada ação se torna perdida em uma rotina desagradável e sem sentido. Ao mesmo tempo, esse quotidiano pode ser, a cada momento, um segundo da eternidade quando expressa o sentido da vida da pessoa, alinhada aos propósitos da companhia. Penso que a narrativa dá ao propósito e aos atos do cotidiano a forma de um legado que auxilia aos que nos cercam, e às gerações futuras, a encontrar seu significado e valor em sua própria vida. Isso torna a existência do indivíduo e da organização relevante ao mundo contemporâneo e à história futura. Sábias palavras. Obrigado, Francisco!” – Silvio Celestino, Alliance Coaching “O desafio de trabalhar para uma empresa reconhecida por sua excelência em comunicação, como a TV Globo, despertou a curiosidade dos profissionais que assistiram à palestra da diretora de Comunicação Corporativa Mônica Albuquerque no Congresso Mega Brasil. Todos queriam saber como encarar esse enorme desafio. A favor dela, o fato de ter participado de todos os grandes movimentos ocorridos na Organização na última década. E de ser uma profissional focada em planejamento. Planejamento, segundo Monica Albuquerque, foi e continua sendo o segredo do sucesso do trabalho realizado com o apoio de uma equipe campeã. Que conquistou reconhecimento interno, outro fator essencial para que um projeto de comunicação seja vencedor.” – Sonia Azevedo, In Press Porter Novelli Flagrantes Espaço patrocinado por Maxpress, Boxnet e Todo Ouvidos, a Sala Vip do Congresso Mega Brasil de Comunicação foi passagem obrigatória de palestrantes e convidados. As presenças ilustres se alastraram por todo o Centro de Convenções Rebouças numa bela festa da comunicação corporativa brasileira. Marcelo Alonso, Ana Francisca Pônzio e Gilberto Galan Marco Rossi, Mauro Chagas e Ulisses Rocha Carlos Villanova e Ana Julião O promotor público Márcio Lauria, à frente da galeria de fotos de sua autoria... Antonio Assiz e Jamir Kinoshita A cobertura fotográfica do evento foi feita pela Agência Imagem, dirigida por Luiz Machado, e o trabalho pode ser conferido pelo link http://www.flickr.com/photos/megabrasil2013 Eduardo Ribeiro, Luiz Fernando Sá e Milton Gamez Eduardo Ribeiro, Lázaro de Mello Brandão, Luiz Fernando Sá, João Rodarte, Marília Stabile e José Ramos ...e dando uma canja na festa do Prêmio Personalidade da Comunicação Domingo Alzugaray e o time da Editora Três: Luiz Fernando Sá (esq.), Carlos Marques, Caco Alzugaray, Mario Simas e Milton Gamez Caco e Paula Alzugaray com o pai Domingo, ao lado de Mino Carta Audálio Dantas e Domingo Alzugaray Troféu Prêmio Personalidade da Comunicação Edição 895 Página 16 Congresso Mega Brasil de Comunicação Com moderação de Pedro Luiz Dias (de terno, na plateia), Manoel Fernandes falou sobre os jornalistas nas redes sociais Sérgio Franco, Decio Paes Manso, Silvana Hafez e Tales Toffoli Milton Gamez, entre Lázaro de Mello Brandão e Joseph Safra Flávio Pestana Thilde Rocha (esq.), Lucinéia Pacheco e Admilson Rezende Mariana Trindade e Ricardo Caribé Sonia Azevedo (esq.) e Tatiana Marzullo Alexandre Teixeira, tendo ao fundo Márcio Cardial Rosana Dias (esq.), Ana Paula Pessoa e Tereza Kaneta Carlos Marchi e Mônica Valdvogel Eduardo Ribeiro, Tânia Miranda, Marco Rossi e Célia Radzvilaviez Junia Nogueira de Sá e José Paulo Kupfer Martha Becker (esq.) e Evane Becker Nemércio Nogueira, Lalá Aranha e Sidineia Gomes Freitas Mônica Albuquerque Ruy Portilho e a esposa Mônica Nobre, em conversa com Lalá Aranha (de costas) Daniel Bruin e Lalá Aranha Luiz Gustavo Pacete Marilene Lopes (esq.) e Elisa Prado Martha Gabriel (esq.) e Graça Taguti – ambas mexeram com o astral do Congresso Cassia Gargantini, Sérgio Lapastina, Vinícius Ribeiro, Márcio Lauria e Márcio Coelho Gil Giardelli Mônica Paula da Silva Floreal Rodriguez e Angélica Consiglio Marcel Sofner (esq.) e Bill Lara Edição 895 Página 17 Congresso Mega Brasil de Comunicação Salles Neto cumprimenta Domingo Alzugaray Equipe da Effort, que cuidou dos coquetéis e refeições Darlan Ferreira, José Aparecido Miguel, as gêmeas Célia e Celma, José Donizete, Assis Ângelo, Andrea Lago, Wilson Baroncelli (abaixado), Ana Assis Ângelo, Fernanda de Paula, Papete e Eduardo Ribeiro Marcos Masini, Martha Gabriel e Vany Laubé Carlos Henrique Carvalho e Graça Taguti Rachel Mello (esq.) e Marilene Lopes Gladston Holanda, Katia Cubel, Rosenildo Ferreira e José Ramos Renato Mendes (dir.) e Sérgio Lapastina Marta Dourado Gregório França (esq.), Helio Campos Mello, Gilberto Mansur e Carlos Marques Equipe de jornalismo da Mega Brasil que atuou na cobertura do evento, alimentando o site e as mídias sociais Em sentido horário: Mônica Albuquerque (TV Globo), Marilene Lopes, João José Forni (em pé), Carlos Henrique Carvalho, Eduardo Ribeiro e Cristina Vaz de Carvalho Mateus Furlaneto Capitão Marília Vilas Boas e tenente Tiago Bob Bejan (dir.) e Carlos Ximenes Público presente na palestra de Mônica Albuquerque, da Rede Globo Raquel Ogando (esq.) e Carolina Cordioli Adriana Brondani Rodrigo Pinotti Intérpretes da Polícia Militar circularam entre os congressistas, numa prévia de como atuarão na Copa das Confederações Marco Antonio Lage, observado por Milton Gamez Roberto Baraldi (esq.) e Eduardo Ribeiro Cledorvino Belini, impossibilitado de comparecer, gravou vídeoconferência Martha Gabriel Edição 895 Página 18 Congresso Mega Brasil de Comunicação Paulo Nassar (esq.), Silvio Celestino e Francisco Viana Sérgio Lapastina, Valéria Café, Vivian Bialski e Marco Rossi Sergio Bourroul, em primeiro plano, Valter Brunner, Elisa Prado e Sidineia Gomes Freitas Ligia Vannucci Paulo Pereira, observado ao fundo por Paulo Gilvane Equipe do Comunique-se – Rodrigo Azevedo, CEO da empresa, é o segundo a partir da direita Márcio Coelho, Ediana Balleroni, Gil Giardelli e Márcio Lauria Richard Funess falou diretamente dos Estados Unidos em vídeoconferência, com moderação de Nemércio Nogueira Márcia Glogovski e Mauro Chagas Victor Drummond (esq.), Edward Borba, Silvana Ribeiro e Henry Wender Edmundo Almeida, Decio Paes Manso e Renato Avanzi Ciro Dias Reis Marcelo Molnar, João Abramo e Assahi Lima Bill Lara e Amanda Tamura Estudantes de relações públicas que atuaram como “madrinhas” dos convidados Renata Saraiva Ponto de Vista: parceria da Fundamento com a Fundação Dorina Nowill levou dezenas de participantes a terem uma vivência totalmente no escuro, como os cegos. Sharon Hess (esq.), Andréia Athaydes, Rodolfo Araújo, Daniela Schmitz, Daniel Rimoli e Natalia Martinez Mônica Galvão, Márcio Chaer, Fabi Siviero e Marco Chiaretti Leandro Conti e Allyson Hugley José Luiz Schiavoni (esq.) e Eduardo Ribeiro Marco Rossi, Sérgio Bertarelli, Vinícius Ribeiro e Gabriel Espinosa, gravando o programa Na Prancheta, na Rádio Mega Brasil Online Renata Binoto, Juliana Marques, Lena Miessva, Nemércio Nogueira e Magda Oliveira Aline dos Anjos, Adriana Somma e Cristiane Linguevis