Turismo ~ projeto pedagógico ~ 1 Projeto pedagógico do curso de Turismo ~ 2012 ~ 2 Sumário 1) Dados gerais ....................................................................... 4 2) Histórico do curso ............................................................... 4 3) Organização institucional ................................................... 4 4) Concepção do curso .......................................................... 7 5) Objetivo geral ..................................................................... 8 6) Objetivos específicos ......................................................... 8 7) Competências e habilidades .............................................. 8 8) Áreas de atuação ............................................................... 9 9) Perfil do egresso ................................................................ 10 10) Dinâmica curricular ............................................................ 10 11) Distribuição das disciplinas por semestre e carga horária ............................................................................... 11 12) Esclarecimentos acerca da dinâmica curricular ................ 13 13) Metodologias de ensino ..................................................... 15 14) Critérios de avaliação ........................................................ 16 15) Gestão acadêmico-administrativa ...................................... 17 16) Processo de autoavaliação ................................................ 18 17) Responsabilidade social .................................................... 19 18) Programas de atenção aos estudantes ............................. 20 19) Anexos .............................................................................. Anexo 1 - Ementas e bibliografias ..................................... Anexo 2 - Infraestrutura .................................................... Anexo 3 - Normas que disciplinam o trabalho final de graduação .................................................... Anexo 4 - Normas que disciplinam o funcionamento dos estágios ............................. Anexo 5 - Normas que disciplinam o registro de atividades curriculares complementares ........... Anexo 6 - Regulamento do Colegiado do Curso ............... Anexo 7 - Regulamento dos laboratórios .......................... Anexo 8 - Projeto de autoavaliação .................................. 22 22 49 50 53 57 58 60 69 3 1) Dados gerais Denominação Nível Modalidade Titulação conferida Duração Tempo mínimo de integralização Tempo máximo de integralização Carga horária Regime escolar Formas de ingresso Número de vagas anuais Turno de funcionamento Situação legal Início do funcionamento Turismo Graduação Presencial Bacharel em turismo 7 semestres 6 semestres 14 semestres 2.890h Crédito - semestral Vestibular, transferência, reabertura de matrícula e reopção de curso 40 Noite Reconhecido pela portaria nº 315/2011, de 2 de agosto de 2011, publicada no DOU em 4 de agosto de 2011 1º de março de 1999 2) Histórico do curso O curso de Turismo foi criado para atender às necessidades locais e regionais e para ampliar os conhecimentos dos profissionais vinculados às atividades turísticas, pois se constatou a ausência desse curso em Santa Maria e região. Tais necessidades eram percebidas frequentemente em debates que problematizavam o desenvolvimento turístico de Santa Maria. Havia falta de empreendimentos no setor, ausência de programas para o desenvolvimento turístico e falta de profissionais formados na área específica. O projeto de organização curricular do curso foi estruturado e concluído em outubro de 1998, com aprovação dos órgãos colegiados da instituição. A primeira turma iniciou em março de 1999, com 40 estudantes no turno da noite. Pela portaria n. 2.099, de 5 de agosto de 2003, o curso foi reconhecido pelo Ministério da Educação. 3) Organização institucional O Centro Universitário Franciscano é mantido pela Sociedade Caritativa e Literária São Francisco de Assis, Zona Norte - Scalifra-ZN - entidade de direito privado; sem fins lucrativos; beneficente; de caráter educacional, cultural e científico; 4 reconhecida pelo decreto federal n. 64.893, de 25 de julho de 1969, com certificado de entidade de fins filantrópicos. Localiza-se à rua dos Andradas, 1614, na cidade de Santa Maria, RS. Iniciou suas atividades como instituição de educação superior aos 27 de abril de 1955, denominada Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Imaculada Conceição, com cursos de licenciatura. Data também de maio de 1955, a criação da Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora Medianeira, pertencente à mesma mantenedora que desenvolveu os cursos superior, técnico e auxiliar de Enfermagem. Posteriormente, com a unificação das duas instituições, formaram-se as Faculdades Franciscanas - Fafra e essas deram origem ao atual Centro Universitário. O credenciamento para Centro Universitário ocorreu em outubro de 1998 e significou uma nova fase institucional. Nesse período, a instituição realizou significativo avanço na proposta institucional. O aumento do número de cursos de graduação, de pós-graduação e de extensão foi acompanhado da decisão pela qualidade, que perpassa o fazer institucional da gestão e de todas as atividades acadêmicas. De acordo com o estatuto, a organização e a estrutura institucional fundamentam-se nos princípios de autonomia administrativa, didático-científica, patrimonial, econômico-financeira e de gestão de recursos humanos; na integração das atividades acadêmicas de ensino, pesquisa e extensão; na capacitação e qualificação dos quadros de pessoal docente e técnico-administrativo. Nesse sentido, a organização e a administração do Centro Universitário Franciscano abrangem: a) Administração superior, constituída pelo Conselho Universitário e gabinete do reitor; b) Administração geral, formada por: Pró-Reitoria de Administração, PróReitoria de Graduação e Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão; c) Unidades de ensino, pesquisa e extensão denominadas: Área de Ciências da Saúde, Área de Ciências Humanas, Área de Ciências Sociais e Área de Ciências Tecnológicas. As áreas são unidades organizacionais, responsáveis pela produção e gestão operacional do ensino, da pesquisa e da extensão, bem como da organização, funcionamento e gestão operacional dos cursos e programas, orientadas sob supervisão das pró-reitorias. A administração das áreas compreende o conselho de área, a direção de área; a direção de programas e órgãos colegiados e 5 coordenações dos cursos. O curso, por sua vez, é uma subunidade dessas estruturas, para efeito de planejamento, organização e administração didáticocientífica. Está organizado a partir de projetos pedagógicos que se baseiam no projeto pedagógico institucional - PPI, no plano de desenvolvimento institucional PDI, no estatuto, no projeto de autoavaliação da instituição e na legislação federal. As políticas para o ensino de graduação, constantes no PPI e no PDI, se refletem nos projetos dos cursos mediante os seguintes princípios curriculares: a) formação de qualidade técnico-científica e social: o curso é o lugar institucional para assimilação, socialização e produção do conhecimento humano e técnico-científico. Nesse sentido, os conteúdos devem refletir a realidade sociocultural nacional, perpassada pela realidade internacional, com vistas a uma formação profissional de qualidade e consistente consoante com o mundo contemporâneo; b) flexibilidade curricular: a materialização da flexibilização curricular é observada pela inclusão de disciplinas optativas ou eletivas, que têm por finalidade oferecer ao estudante diferentes alternativas para sua formação. Isso é percebido por meio da flexibilização nos pré-requisitos; nas atividades curriculares complementares; nas diferentes práticas e programas institucionalizados que levam em consideração os espaços escolares e não-escolares; na articulação das diferentes áreas que compõem o currículo do curso; c) Interdisciplinaridade: é entendida como um princípio que integra e dá unidade ao conhecimento e que permite o rompimento da fragmentação das disciplinas que compõem o currículo; d) relação teoria-prática como eixo articulador do currículo: é estabelecida nas diferentes práticas de ensino e de laboratório que permeiam as disciplinas de cada curso desde o seu início. É concretizada, também, nos estágios curriculares, entendidos como atividades teórico-práticas e desenvolvidos por meio de projetos de estágios integrados, com a finalidade de promover a aproximação concreta com o campo de trabalho; e) integração entre ensino, pesquisa e extensão: a integração é refletida em diferentes disciplinas que compõem os currículos e na dinâmica da sala de aula, mediada por meio de aprendizagens de pesquisa e extensão desenvolvidas durante o curso. Além disso, é parte integrante do projeto pedagógico a definição das linhas de pesquisa e dos programas de extensão de cada curso, que orientam o 6 desenvolvimento de projetos de pesquisa e extensão apoiados pela instituição ou por fontes financiadoras externas; f) pesquisa como princípio educativo e de produção do conhecimento: os projetos pedagógicos incluem, em sua dinâmica curricular, metodologias formativas pelas quais busca-se desenvolver a cultura investigativa, proporcionar condições de apropriação crítica do conhecimento e o desenvolvimento de competências e habilidades científicas; g) gestão colegiada: envolve representantes de professores e de estudantes. 4) Concepção do curso O fenômeno turístico começou a se desenvolver em meados do século 19 e atingiu uma grande transformação a partir de 1950 quando ampliou suas características e se converteu em uma atividade de caráter global. O fenômeno turístico ganhou importância à medida que meios de comunicação, aliados a tecnologias, propiciaram amplas possibilidades de contatos. O progresso econômico e a melhoria da qualidade de trabalho e do nível de vida de parte da população favoreceram a ampliação de oportunidades de lazer, criação e participação em eventos, novos negócios, diversidade de oferta cultural e prática da atividade turística. Para organizar a produção turística de maneira sustentável, faz-se necessário planejamento em que, além do desenvolvimento econômico da região na qual a atividade está presente, o turismo possa se constituir num fator de integração sóciocultural, de produção de identidades e cidadania. Porém, isso requer o trabalho de profissionais comprometidos com a realidade local e com as políticas nacionais e regionais de turismo. Desta forma, o curso de Turismo visa a suprir a necessidade regional do centro do Rio Grande do Sul, principalmete, Santa Maria e região. Este local se apresenta como um pólo econômico que tem atraído um fluxo constantemente renovado de públicos diversos, como: profissionais liberais, estudantes, militares, funcionários públicos, empresários e visitantes que requerem infraestrutura capaz de atender a tão variada demanda. A região apresenta características culturais diversas e ainda preservadas, resultantes do verdadeiro mosaico étnico que formou a população, bem como apresenta riquezas naturais, arqueológicas e paleontológicas. 7 Além da economia voltada para agropecuária e indústrias de pequeno e médio porte, a região central do Estado tem se destacado no campo do ensino superior com a criação de cursos oferecidos por instituições estatais e privadas. O aproveitamento turístico do potencial cultural, humano e econômico da região central do Estado trouxe a necessidade da criação do curso de Turismo, o qual visa à formação de profissionais comprometidos com o uso equilibrado do território e preocupados com a fragilidade do meio ambiente. O curso foi concebido com o compromisso de oferecer uma sólida formação básica ao lado de uma formação ética e humanística que busca preparar o estudante para enfrentar os desafios das rápidas transformações da sociedade, do mercado de trabalho e das condições de exercício profissional. Desta forma, o projeto pedagógico do curso procura valorizar a integração do ensino com a pesquisa e a extensão, programas de iniciação científica e a prática profissional de cultura investigativa. 5) Objetivo geral Formar profissionais capacitados para o exercício do planejamento e da gestão do turismo, a partir de uma concepção humanística, solidária e ética. 6) Objetivos específicos - Formar profissionais comprometidos com o uso equilibrado do território em que se configura o turismo enquanto fenômeno social; - sensibilizar para a pesquisa na área do turismo como elemento importante na promoção do desenvolvimento local, regional e nacional de forma responsável; - estimular processos de sensibilização coletiva, relacionados à preservação patrimonial de recursos naturais e culturais nos destinos turísticos; - incentivar a implementação de modelos de gestão inovadores voltados para inclusão social, geração de emprego e renda. 7) Competências e habilidades 8 Espera-se que, ao final do curso, o bacharel em turismo tenha competências para: - planejar, operacionalizar e avaliar planos, programas e políticas municipais, estaduais e nacionais de turismo; - inventariar serviços, equipamentos turísticos e infraestrutura básica; - identificar e avaliar os efeitos do turismo sobre o patrimônio natural e cultural; - conhecer a legislação aplicável ao turismo; - identificar empreendimentos e projetos turísticos economicamente viáveis, socialmente justos e ambientalmente corretos; - normatizar e sistematizar categorias e hierarquias dos prestadores de serviços turísticos; - gerenciar empreendimentos turísticos e a qualidade de seus serviços; - promover a formação de recursos humanos para atuarem no turismo; - realizar estudos de mercado interno e externo, com ênfase nos destinos turísticos; - conhecer as políticas e variações cambiais do mercado internacional; - promover o conhecimento científico do turismo nos diversos âmbitos sociais; - planejar e gerenciar os processos e a produção do turismo macro e microeconômica; - atuar em equipes multidisciplinares e exercer liderança mediante o uso da razão e da sensibilidade; - adotar medidas colaborativas e solidárias. As habilidades pretendidas para a formação do perfil profissional desejado envolvem as capacidades de: - planejar o turismo e seu desenvolvimento de forma flexível e abrangente; - criar e propor negócios turísticos, bem como captar investimentos no setor; - ordenar atividades e programas, decidir entre alternativas, identificar e dimensionar riscos; - mediar e solucionar contradições, crises e conflitos; - observar, interpretar e analisar críticamente dados e informações; - identificar, intervir e solucionar problemas; - selecionar procedimentos que privilegiem formas de atuação em prol de objetivos comuns; - comunicar-se adequadamente em seu idioma e entender idiomas estrangeiros. 9 8) Áreas de atuação O bacharel em turismo poderá atuar em planejamento público e em órgãos oficiais de turismo, agenciamento de viagens e transporte, hospedagem e alimentação, organização do lazer e eventos, produção de roteiros e destinos turísticos, docência e pesquisa em turismo. 9) Perfil do egresso O perfil do profissional que se espera seja desenvolvido ao longo do curso envolve: - formação abrangente com sensibilidade para as questões humanísticas, sociais e ambientais; - atitude investigativa que favoreça o processo contínuo de atualização do conhecimento; - compreensão da necessidade constante do aperfeiçoamento profissional e desenvolvimento da autoconfiança; - visão de autocrítica para avaliar o seu potencial de desempenho e ajustar-se às novas demandas geradas pelo processo científico e tecnológico, bem como às exigências conjunturais em permanente mutação e evolução; - formação ético-profissional baseada em princípios de solidariedade e de integralidade; - capacidade de exercer uma ação educativa e preservacionista do patrimônio natural e cultural; - desenvoltura criativa e inovadora, permanentemente, aberta às mudanças; - conhecimento e compreensão das políticas nacionais e regionais sobre o turismo. 10) Dinâmica curricular A estrutura curricular do curso está organizada em torno de três campos de aprendizagens do fenômeno turístico: planejamento turístico, gestão no turismo e ciências humanas aplicadas ao turismo. 10 No âmbito dessa organização, cabe destacar o papel integrador do ensino em práticas extracurriculares, como: pesquisa e extensão por meio dos programas e projetos de investigação, atividades de prática profissional (agência-escola, lazer e eventos, hospitalidade, gastronomia e planejamento das políticas públicas do turismo) e estágios supervisionados. Desta forma, busca-se contemplar mecanismos capazes de conferir ao currículo um grau de flexibilidade que permita ao estudante desenvolver seus interesses e potenciais específicos. Na dinâmica curricular, incentiva-se também uma sólida formação geral, para que o estudante possa superar os desafios das condições de exercício profissional e de produção do conhecimento. Procura-se, sobretudo, fortalecer a articulação da teoria com a prática. Estimula-se a busca de estudos independentes pela realização de atividade de prática profissional e pela iniciação à atividade científica. Incluem-se também no currículo dimensões éticas e humanísticas, pela quais se espera que os estudantes possam desenvolver atitudes e valores orientados para a cidadania. 11) Distribuição das disciplinas, créditos e carga horária Matriz 2011 Semestre Código 1º 2º Disciplinas TUR250 TUR251 TUR264 TUR288 Teorias do Turismo Turismo e Espaço Geográfico Meios de Hospedagem I Administração de Empresas Turísticas TUR289 Relações Interpessoais do Turismo TUR252 Patrimônio Turístico TUR258 Agenciamento de Viagens I TUR259 TUR290 TUR291 TUR260 TUR292 ALC104 TUR267 TUR263 TUR293 Economia Aplicada ao Turismo Turismo e Cultura Popular Arte Brasileira e Turismo Agenciamento de Viagens II Planificação Urbana Metodologia Científica Meios de Hospedagem II Gestão de Pessoas Contabilidade Aplicada ao Turismo Carga Horária Teórico Prática Total 51 17 68 68 0 68 51 17 68 34 0 34 34 34 17 0 0 17 34 34 34 68 34 34 17 34 34 17 34 34 0 0 0 17 0 0 17 0 0 68 34 34 34 34 34 34 34 34 11 3º TUR294 Planejamento Turístico I TUR265 Arte e Estética TUR270 Planejamento e Organização de Eventos I TUR295 Gastronomia TUR296 Sociologia Aplicada ao Turismo TUR286 Tecnologias do Turismo TUR280 Cenários de Hospitalidade TRO Optativa I 51 68 34 17 0 34 68 68 68 34 34 34 34 34 0 0 0 0 0 34 34 34 34 34 TUR283 Planejamento e Organização de Eventos II TUR271 Lazer e Entretenimento TUR297 Planejamento Turístico II TUR284 Construção da Imagem Turística TUR298 Espanhol I TUR306 Comunicação e Turismo TRO Optativa II 17 51 68 51 34 51 34 34 34 17 34 17 0 0 0 68 68 68 34 34 34 5º TUR269 Marketing Turístico TUR279 Turismo e Ruralidade TUR285 Transportes Turísticos TUR276 Pesquisa Aplicada ao Turismo TUR299 Espanhol II TUR275 Projetos Turísticos TUR300 Estágio I 68 51 51 34 34 34 102 0 17 17 0 0 0 0 68 68 68 34 34 34 102 6º EDU251 TUR268 TUR301 TUR302 ALC102 EDU328 TRO TUR304 Ética e Cidadania Gestão de Alimentos e Bebidas Roterização Turística Inglês I Trabalho Final de Graduação I Língua Brasileira de Sinais Optativa III Estágio II 68 17 34 34 34 34 34 102 0 17 0 0 34 0 0 0 68 34 34 34 68 34 34 102 7º EDU250 Antropologia e Cosmovisão Franciscana TUR274 Políticas Públicas e Desenvolvimento Turístico TUR303 Inglês II ALC103 Trabalho Final de Graduação II TRO Optativa IV TRO Optativa V 68 0 68 34 0 34 34 17 34 34 0 51 0 0 34 68 34 34 4º 12 TUR305 Estágio III Atividades Curriculares ACC Complementares 102 0 102 272 0 272 Resumo da distribuição da carga horária Carga horária teórico-prática Optativas Atividades curriculares complementares Estágios Carga horária total Número de créditos 2.142h 170h 272h 306h 2.890h 170 12) Esclarecimentos acerca da dinâmica curricular a) Atividades curriculares complementares As atividades curriculares complementares são um componente curricular obrigatório. O estudante deverá cumprir um total de 102 horas ao longo do desenvolvimento do curso. As possibilidades de composição envolvem a participação em congressos, seminários, simpósios, encontros, jornadas e outros; participação em monitorias ou estágios relativos à área profissional; participação em cursos realizados na área educacional ou áreas afins; participação em programas de iniciação científica; participação em projetos de pesquisa, extensão e estágios nãoobrigatórios. A partir desta definição, o Colegiado do Curso estabeleceu os tipos de atividades curriculares complemetares, as ações e os créditos correspondentes, conforme quadro a seguir. Tipo Estudos independentes (para créditos como horas-atividade) Visitas técnicas (para créditos como horas-laboratório e/ou horasatividade) Atividades emergentes de atualização (para créditos como horas-atividade) Ação Cursos em áreas afins Créditos Até 8 créditos Visitas técnicas na localidade do curso Visitas técnicas em outras localidades: Visitas a exposições Participação em Congressos Participação em Seminários Participação em Simpósios Até 3 créditos Até 3 créditos Até 3 créditos Até 5 créditos Até 5 créditos Até 2 créditos 13 Participação em Jornadas Participação em Conferências Participação em atividades socioculturais Publicações científicas em anais e revistas Monitorias Minicursos Palestras Tutorias Estágios não-obrigatórios Até 3 créditos Até 3 créditos Até 5 créditos Até 3 créditos Até 1 crédito Até 3 créditos Até 1 crédito Até 1 crédito Até 5 créditos b) Disciplinas optativas O currículo prevê a oferta de cinco disciplinas optativas, num total de 170 horas. Da mesma maneira que se busca garantir algum grau de flexibilidade no currículo por meio das atividades curriculares complementares, procura-se alcançálo por meio das disciplinas optativas. O elenco das disciplinas optativas que podem ser ofertas pelo curso é o seguinte. Disciplinas Análise estrutural do turismo Conteúdos culturais do lazer Empreendedorismo e novos negócios Estatística aplicada ao turismo Estratégia de leitura em língua inglesa I Estratégia de leitura em língua inglesa II Estudos socioeconômicos e turismo Fotografia Fundamentos do Marketing de Relacionamento Gastronomia rural artesanal Gastronomia, cultura e turismo Gestão do patrimônio histórico cultural Gestão financeira de empresas turísticas Gestão Mercadológica de Destinos Turísticos Língua espanhola Língua espanhola I Mídias e turismo Práticas em agenciamento de viagens Práticas em Eventos Qualidade no turismo receptivo Carga horária 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 14 Turismo urbano 34h c) Trabalho final de graduação O trabalho de conclusão de curso, denominado trabalho final de graduação, é componente curricular obrigatório, com horário previamente estabelecido na estrutura do curso e abrange duas etapas: - Trabalho Final de Graduação I: oferecido no sétimo semestre letivo, trata dos passos para a elaboração de um trabalho acadêmico na área do turismo. Nesta disciplina, sob a orientação do professor, cabe ao estudante elaborar um projeto de pesquisa, a ser desenvolvido no semestre seguinte, na disciplina TFG II. - Trabalho Final de Graduação II: oferecido no oitavo semestre, contempla o desenvolvimento do projeto de pesquisa aprovado na disciplina TFG I. O trabalho é submetido a uma banca examinadora, que emite um parecer avaliativo após a apresentação oral do estudante, de acordo com cronograma de apresentação organizado pela coordenação e colegiado do curso. No âmbito do curso, orientam-se trabalhos nas seguintes áreas: políticas públicas e desenvolvimento turístico; meios de hospedagem; gastronomia e turismo; patrimônio cultural; administração do turismo; sociologia do lazer e animação; planejamento e organização de eventos; agenciamento de viagens e transportes e marketing turístico. Em anexo estão as normas que disciplinam a oferta de apresentação do trabalho de conclusão de curso. d) Estágio curricular supervisionado O estágio curricular supervisionado abrange 170h de trabalho teórico e prático e envolve a seguintes atividades: - Estágio Curricular Supervisionado I: elaboração do projeto de estágio com orientação dos responsáveis pelos laboratórios, acerca dos temas: políticas públicas e desenvolvimento turístico, lazer e entretenimento, turismo no meio rural; hospedagem e alimentação; planejamento e organização de eventos, agenciamento de viagens e transportes, marketing turístico e prática de estágio; - Estágio Curricular Supervisionado II: desenvolvimento das atividades planejadas ou iniciadas no Estágio Curricular Supervisionado I, em órgãos estatais, empresas privadas e organizações do terceiro setor. 15 Os estágios constituem-se em momentos importantes do curso, pois os estudantes são colocados no mercado de trabalho seja por meio de acordos, seja por meio de convênios de estágio. Eles são acompanhados pela equipe docente nomeada para a supervisão de estágio (em caráter presencial ou meio eletrônico, quando for o caso), com devida obediência ao regulamento de estágio curricular dos cursos de graduação. e) Estágio não-obrigatório Faculta-se aos estudantes, na forma da lei, a participação em estágios nãoobrigatórios. Esses estágios são entendidos como atividade opcional, desenvolvida sob supervisão, com vistas à inserção no mundo do trabalho. 13) Metodologias de ensino No âmbito do curso, procura-se que os estudantes, além de adquirirem informações, possam buscar seus própios conhecimentos e ampliá-los. Por isso, os conteúdos são desenvolvidos em atividades práticas e teóricas, individuais ou de equipe, que incluem: - aulas teóricas complementadas por palestras e conferências, previamente planejadas ao longo do semestre; - produção prática no Laboratório de Turismo como a elaboração de inventários turísticos, locais e regionais; planejamento e organização de eventos, de caráter experimental; prestação de serviços em hotelaria, em áreas de lazer, marketing turístico e agências de viagens; - viagens técnicas orientadas; - pesquisas na área do turismo; - participação dos estudantes em atividades extracurriculares. Desta forma, a metodologia de ensino é desenvolvida para proporcionar uma ampla visão do mercado de trabalho e para inseri-los neste contexto, com espírito crítico e criativo, de forma a possibilitar uma intervenção consciente na realidade. 14) Critérios de avaliação Os critérios gerais de avaliação estão oficializados no Regimento Geral. De acordo com esse regimento, o sistema de avaliação dos estudantes compõe-se de 16 duas avaliações parciais e uma avaliação final, no período letivo, cumpridos os prazos estabelecidos no calendário acadêmico. Cada avaliação parcial é realizada de acordo com os critérios estabelecidos pelo professor responsável pela disciplina e leva em consideração as peculiaridades inerentes a cada atividade. É considerado aprovado: a) o estudante que, independentemente do exame final, obtiver média igual ou superior a sete no semestre letivo; b) o estudante que, submetido a exame final, obtiver nota igual ou superior a cinco, correspondente à média entre a nota de aproveitamento do semestre letivo e a nota do exame final. É considerado reprovado: a) o estudante que não obtiver frequência mínima de setenta e cinco por cento nas aulas e nas atividades didático-pedagógicas programadas; b) o estudante que, após o exame final, obtiver nota inferior a cinco, resultante da média entre a nota de aproveitamento do semestre letivo e a nota do exame final. A concepção de aprendizagem adotada pelo curso esmera-se em construir condições favoráveis para o desenvolvimento das potencialidades do futuro profissional e para que aprendizagem ocorra concretamente. Por isso, a avaliação não somente está enraizada no processo de aquisição de conhecimentos, habilidades, competências e atitudes, mas também no envolvimento de estudantes e professores por meio de diálogo crítico e emancipador, a fim de superarem as dificuldades encontradas no processo de aquisição, problematização, elaboração e recriação do saber. A avaliação da aprendizagem caracteriza-se como um processo correlacional entre os que ensinam e os que aprendem, o que pode trazer implicações positivas para o redimensionamento crítico dos papeis do professor e do estudante no processo formativo. Volta-se não apenas para a apropriação dos saberes, mas também para as suas formas de apreensão e de produção. Com isso, busca-se superar a concepção de avaliação da aprendizagem como uma variável independente, isto é, como uma variável com um fim em si mesma, que desconsidera as reais implicações e aplicações no contexto social e cultural vigente. 15) Gestão acadêmico-administrativa 17 O curso é administrado por uma coordenação, escolhida pela Reitora. O coordenador do curso tem, segundo o artigo 42 do Estatuto, as seguintes atribuições: a) gestão administrativa e pedagógica; b) planejamento, organização e funcionamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão, bem como dos demais processos e atividades; d) acompanhamento da vida acadêmica dos estudantes; e) articulação do curso com os demais órgãos e comunidade externa; f) avaliação sistemática do curso. A concepção de gestão acadêmico-administrativa adotada pelo curso é de gestão compartilhada entre o coordenador, o Colegiado do Curso e o Núcleo Docente Estruturante (NDE). O Colegiado do Curso tem o coordenador por seu presidente e conta com a participação de representantes do corpo docente e representante do corpo discente, eleitos por seus pares. As atribuições no seu âmbito são de cunho deliberativo e consultivo. O Núcleo Docente Estruturante é composto pelo coordenador, também como presidente, mais representantes docentes, sendo suas atribuições de cunho pedagógico. Participam, ainda, da gestão do curso o a coordenação de estágios e a coordenação de pesquisa e extensão. A coordenação promove a gestão do curso, especialmente, nas seguintes atividades: a) elaboração conjunta, no período que antecede o início do ano letivo, do planejamento anual do projeto de gestão acadêmico-administrativa com ênfase na organização das atividades de apoio técnico-administrativo e na organização do trabalho pedagógico-científico previstos no planejamento do curso; b) reuniões coletivas em que predominam o diálogo e o consenso, com vistas à racionalização do trabalho de gestão; c) elaboração e desenvolvimento de planos de trabalho diretamente ligados à gestão acadêmico-administrativa do curso; d) reuniões de trabalho para análise e busca de soluções de dificuldades detectadas pela Comissão Própria de Avaliação e pelo processo de autoavaliação do curso a ser implementado. 16) Processo de autoavaliação 18 A autoavaliação é parte integrante do projeto pedagógico do curso e caracteriza-se como um processo permanente, formativo e educativo. Pauta-se pelo disposto do projeto institucional de autoavaliação e está voltado para o estudo de um conjunto de ações processuais pelas quais objetiva-se sistematizar e trabalhar os dados obtidos, no intuito de melhorar os aspectos negativos e aperfeiçoar ou manter os que já estão bem estruturados. As ações previstas estão centradas nos seguintes aspectos: a) estrutura organizacional e gestão administrativa; b) relações entre estudantes, professores e equipe técnico-administrativa; d) currículo e suas relações com as exigências sociais e profissionais, bem como o desenvolvimento real de seus componentes (conteúdos programáticos, perfil esperado do futuro profissional, competências e habilidades, métodos de ensino e de avaliação da aprendizagem, atividades de pesquisa e extensão, atividades profissionais, atividades culturais, estágio curricular supervisionado e trabalho de conclusão do curso); e) envolvimento da comunidade acadêmica na elaboração e execução de planos de ação e de trabalho; f) avaliação das diferentes dimensões do próprio processo de autoavaliação empregado. Entre os instrumentos de avaliação mais comuns utilizados pelo curso em seu processo de autoavaliação podem ser citados: questionários; entrevistas; depoimentos e discussões com professores, estudantes e equipe técnicoadministrativa. O projeto de autoavaliação do curso encontra-se em anexo. 17) Responsabilidade social Entende-se que a educação se constitui num processo complexo e relacional de formação e desenvolvimento pessoal inscrito, por um lado, no campo das habilidades profissionais e, por outro, no campo dos valores éticos. Constitui-se, ainda, num bem social de caráter coletivo, que envolve as instâncias institucional, familiar e individual. Portanto, a responsabilidade social no ensino se configura como um elemento eminentemente ético, por meio do qual se busca produzir condutas em que as pessoas se sintam comprometidas com o desenvolvimento equitativo e sustentável 19 do país, pautem suas ações por referências éticas e sejam criativos na articulação entre a sua profissão e a promoção do desenvolvimento coletivo. A responsabilidade social no ensino se expressa, então, na intenção de assegurar uma formação que promova o êxito profissional, fundamentada em princípios éticos, humanísticos e de sensibilidade social. Nesse sentido, no Centro Universitário Franciscano, o processo de ensinoaprendizagem empenha-se para o desenvolvimento e incorporação, por todos e cada um, de uma série de princípios, expressos no projeto pedagógico institucional: a) educar para a cidadania ao oferecer um lugar permanente para o aprendizado pelo exercício da ética e do rigor científico; b) promover a formação de cidadãos capacitados ao exercício de sua profissão, que possam contribuir para o desenvolvimento humano e para a construção da paz; c) desenvolver uma educação de qualidade, para a formação de profissionais críticos; d) produzir e divulgar o conhecimento em suas diferentes formas e aplicações, pela preservação da vida. A responsabilidade social no ensino se expressa no projeto pedagógico do curso e ganha visibilidade por meio de ações relacionadas ao desenvolvimento regional: projeto de inventariação turística da região central; levantamento do potencial cultural do município de São Sepé/RS; fórum regional do turismo da microrregião central do Rio Grande do Sul: coordenação; curso de extensão gastronomia étnica e turismo; mapeamento da hospitalidade dos municípios da região central e da fronteira do Rio Grande do Sul; seminário de turismo rural da microrregião central do Rio Grande do Sul: planejamento, ordenação e gestão; cartografia do mercado turístico: turismo de negócios e eventos de Santa Maria; projeto de sensibilização para o turismo: turismo jovem - compromisso com a educação. 18) Programas de atenção aos estudantes Os estudantes têm acesso a programas de atenção que se destinam a contribuir para a formação pessoal e pedagógico-científica. Esses programas são os seguintes: 20 a) Programa de Bolsa de Monitoria: possibilita ao estudante de graduação auxiliar os docentes nas atividades de caráter técnico-didática, no âmbito de determinada disciplina, basicamente, nas aulas práticas, a partir de vagas e critérios determinados pela Pró-Reitoria de Graduação; b) Programa de Tutoria: objetiva oferecer aos discentes, com necessidades de melhoria de rendimento escolar, a oportunidade de realizar, em pequenos grupos, estudos complementares, com o auxílio de um estudante-tutor e sob a supervisão de um professor. c) Programa de Bolsa de Iniciação Científica: é um instrumento de integração das atividades de graduação e pós-graduação que objetiva iniciar o estudante na produção do conhecimento e permitir sua convivência com o procedimento acadêmico em suas técnicas, organizações e métodos. d) Programa de Bolsa de Extensão: tem como objetivo estimular a participação dos estudantes nos programas de extensão da instituição, desenvolver a sua sensibilidade para os problemas sociais e para diversas formas de manifestações culturais da população. As bolsas são concedidas mediante plano de trabalho vinculado a um projeto de extensão. e) Programa de Assistência Financeira: é voltado para o estudante carente e oferece bolsas institucionais e financiamentos externos: Programa Universidade para Todos - Prouni, auxílios da da Associação dos Profissionais Liberais Universitários do Brasil -Fundaplub, além de auxílios parciais e integrais. f) A Coordenadoria de Atenção ao Estudante - Cores - presta assistência aos estudantes com vistas a sua integração acadêmica, científica e social. Isso se efetiva por meio de ações de acolhimento, apoio psicopedagógico na organização, na gestão das aprendizagens, nos métodos de estudo e na promoção da adaptação e do sucesso estudante. A Coordenadoria de Atenção ao Estudante é constituída por duas divisões: a primeira, Divisão de Assistência Financeira, orienta os estudantes sobre os programas relacionados à assistência financeira. A segunda, Divisão de Assistência Educativa, é responsável por atendimento psicológico, quanto às questões que interferem no desempenho do estudante, orientação profissional; acompanhamento de egressos e estágios, recepciona os calouros, possibilita orientação jurídica e assessora formaturas. g) Meios de divulgação de trabalhos e produções: o Centro Universitário Franciscano mantém duas revistas próprias para a divulgação de trabalhos 21 acadêmicos: a revista Vidya e a Disciplinarum Scientia. A revista Disciplinarum Scientia é destinada à publicação dos trabalhos dos estudantes, enquanto a revista Vidya publica trabalhos de professores e pesquisadores. Além dessas revistas, o Centro Universitário realiza, a cada ano, o Simpósio de Ensino, Pesquisa e Extensão - Sepe - evento em que os trabalhos de ensino, pesquisa e extensão são apresentados e seus publicados em anais. h) Pastoral Universitária: oportuniza aos estudantes espaços para convivência em grupos, com vistas ao crescimento pessoal e ao compromisso evangelizador. Pois tem como base a formação humana cristã. A Pastoral promove encontros para a prática de reflexão sobre compromisso solidário, bem como estimula a convivência amigável no âmbito educacional e na sociedade em geral. 22 19) Anexos Anexo 1 - Ementas e bibliografia 1° semestre Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar TUR250 Teorias do Turismo Fenômeno turístico. Oferta turística. Produção turística. Turismo e desenvolvimento sustentável. BARRETO, Margarida. Manual de iniciação ao estudo do turismo. São Paulo: Papirus, 1997. RUSCHMANN, Dóris. Turismo e planejamento sustentável: a proteção do meio ambiente. São Paulo: Papirus, 1997. SWARBROOKE, John. Turismo sustentável. São Paulo: Aleph, 2000. BENI, Mário Carlos. Análise estrutural do turismo. São Paulo: Senac, 2001. BOULLÓN, Roberto. Los municipios turísticos. México: Trillas, 1996. FLORES, Hilda Agnes Hübner (org.). Turismo no Rio Grande do Sul: 50 anos de pioneirismo no Brasil. Porto Alegre: Edipucrs, 1993. KRIPEENDORF, Jost. Sociologia do turismo. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 1989. URRI, John. O olhar do turista, lazer e viagens nas sociedades contemporâneas. São Paulo: Nobel/Sesc, 1996. TUR251 Turismo e Espaço Geográfico Cartografia e turismo. Espaço geográfico mundial. Espaço do turismo e natureza. Espaço geográfico e sociedade. Enfoques regionais de turismo e geografia no Brasil. ALMEIDA, M. G et al. Geografia: leituras culturais. São Paulo: Alternativa, 2003. BOULLÓN, Roberto. Planejamento do espaço turístico. São Paulo: Edusc, 2002. COIMBRA, P; TIBÚRCIO, J. A. Geografia: uma análise do espaço geográfico. São Paulo: Harbra, 2002. TEIXEIRA, W et al. Decifrando a terra. São Paulo: Oficina de Textos/USP, 2001. BRUHNS, H. T. Viagens à natureza. São Paulo: Papirus, 1997. CAMARGO, L. H. R. A ruptura do meio ambiente. São Paulo: Bertrand, 2006. COSTA, W. M. Geografia política e geopolítica. São Paulo: Hucitec/Edusp, 1992. FERREIRA, G. M. L. Atlas geográfico espaço mundial. São Paulo: Moderna, 2003. MOREIRA, R. Para onde vai o pensamento geográfico? São Paulo: Contexto, 2006. RODRIGUES, A. B. Turismo e espaço: rumo a um conhecimento interdisciplinar. São Paulo: Hucitec, 1997. ____. Turismo, modernidade, globalização. São Paulo: Hucitec, 1997. ____. Turismo e desenvolvimento local. São Paulo: Hucitec, 1997. ____ (org.). Turismo e geografia: reflexões teóricas e enfoques regionais. São Paulo: Hucitec, 1999. SENE, E; MOREIRA, J. C. Geografia geral e do Brasil. São Paulo: Scipione, 2000 STRAHLER, A. Geografia física. Barcelona: Omega, 1978. VESENTINI, J. W. Geografia. Série Brasil. São Paulo: Ática, 2003. VIERO, L. M. D. Atlas municipal geográfico. Porto Alegre: Zero Hora, 23 2003. YÁZIGI, Eduardo et al. Turismo: espaço, paisagem e cultura. São Paulo: Hucitec, 1999. Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar TUR252 Patrimônio Turístico História, memória, e patrimônio histórico-cultural. Patrimônio históricocultural e turismo. Patrimônio histórico e bens culturais materiais e imateriais. Turismo e patrimônio histórico. Interpretação do patrimônio para o turismo. COSTA, Flávia Roberta. Turismo e Patrimônio Cultural: interpretação e qualificação. São Paulo: SESC, 2009. LE GOFF, J. História e Memória. Lisboa: Edições 70, 2000. SILVA, F. F. da. As cidades Brasileiras e o Patrimônio Cultural da humanidade. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2003. SOUZA FILHO, C. F. M. Bens Culturais e Proteção Jurídica. Curitiba: Juruá, 2011. BRASIL. Ministério do Turismo. Manual da Segmentação do Turismo Cultural. Brasília: MINTUR, 2008. DIAS, R. Turismo e Patrimônio Cultural: recursos que acompanham o crescimento das cidades. São Paulo: Saraiva 2006. FONSECA, M. S. L. O patrimônio em processo: trajetória da política federal de preservação: Rio de Janeiro: UFRJ, 2005. MEIRA, Ana Lucia. O passado no futuro da cidade: políticas públicas e participação dos cidadãos na preservação do patrimônio cultural de Porto Alegre. Porto Alegre: UFRGS, 2004. MURTA, S. M.; ALBANO, C. Interpretar o patrimônio: um exercício do olhar. Belo Horizonte: UFMG, 2002. OLIVEIRA, Lucia Lippi. Patrimônio é Cultura. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2008. PELEGRINI, S. C. A.; FUNARI, Pedro Paulo. O que é Patrimônio Cultural Imaterial. São Paulo: Brasiliense, 2008. SIMÃO, M. C. Rocha. Preservação do patrimônio cultural em cidades. Belo Horizonte: Autêntica, 2001. TUR258 Agenciamento de Viagens I Concepções teóricas e histórico-estruturais do agenciamento de viagens. Enfoque estrutural do mercado do agenciamento de viagens e transporte. Aspectos administrativos do agenciamento de viagens. Aspectos técnicos do agenciamento de viagens e transportes. DE LA TORRE, Francisco. Agencias de viajes e Transportación. México: Triullas, 2000. PALHARES, Guilherme. Transporte Turístico. 2. ed. São Paulo: Aleph, 2003. TOMELIN, Carlos. Mercado de Agencias de Turismo. São Paulo: Aleph, 2002. AMARAL, Ricardo. Cruzeiros Marítimos. 2 ed. São Paulo: Manole, 2006. DE LA TORRE, Francisco. Sistema de Transporte Turístico. México: Triullas, 2000. DI RONÁ,Ronaldo. Transportes no Turismo. São Paulo: Manole, 2002. MARÍN, Airton. Tecnologias de Informação nas Agencias de Viagens: em busca da produtividade e do Valor Agregado. São Paulo: Aleph, 2005. 24 Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia TUR264 Meios de Hospedagem I Hospedagem no mundo e no Brasil. Administração da indústria hoteleira. Projeto de meios de hospedagem. ANDRADE, Nelson. Hotel: planejamento e projeto. São Paulo: Senac, 2000. ANDRADE, Renato Brenol. Manual de eventos. Caxias do Sul: Educs, 1999. CAMPOS, José Ruy Veloso (org.). Estudo de viabilidade para projeto hoteleiro. Campinas: Papirus, 2003. CÂNDIDO, Índio. Governança em hotelaria. Caxias do Sul: Educs, 1995. CASTELLI, Geraldo. Administração hoteleira. Caxias do Sul: Educs, 1999. CAVASSA, Cesar Ramirez. Hotéis: gerenciamento, segurança e manutenção. São Paulo: Roca, 2000. DAVIES, Carlos Alberto. Alimentos e bebidas. Caxias do Sul: Educs, 1999. DI MURO, Lus. Manual prático de recepção hoteleira. México: Trilhas, 1999. CASTELLI, Geraldo. Excelência em hotelaria: uma abordagem prática. Rio de janeiro: Qualitymark, 1998. COIMBRA, Ricardo. Assassinatos em hotelaria (ou como perder seu hóspede em 8 capítulos). Salvador: Casa da Qualidade, 1998. DAVIES, Carlos Alberto. Cargos em hotelaria. Caxias do Sul: Educs, 1997. DUARTE, Vladir Vieira. Administração de sistema hoteleiros: conceitos básicos. São Paulo: Senac, 1996. EMBRATUR. Legislação dos meios de hospedagem. DIFC/DEQPT, 1998. LINZMAYER, Eduardo. Guia básico para administração da manutenção hoteleira. São Paulo: Senac, 1994. MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. São Paulo: Manole, 2002. MEDLIK, S; INGRAM, H. Introdução à hotelaria: gerenciamento e serviços. Rio de Janeiro: Campus, 2002. PETROCCHI, Mario. Hotelaria: planejamento e gestão. São Paulo: Futura, 2002. SERSON, Fernando. Hotelaria: a busca da excelência. São Paulo: Marcos Cobra, 1999. TUR288 Administração de Empresas Turísticas Administração de empresas. Processo administrativo e administração estratégica. Gestão da qualidade em serviços turísticos. Administração mercadológica em empresas turísticas. Administração financeira em empresas turísticas. CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 7 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. GROPPELLI, A. A; NIKBAKHT, E. Administração financeira. 2 ed. São Paulo: Saraiva, 2002. KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de marketing. 12 ed. São Paulo: Prentince Hall, 2006. LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Qualidade total em serviços: conceitos, exercícios, casos práticos. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2008. ASSAF NETO, Alexandre; LIMA, Fabiano Guasti. Curso de 25 complementar administração financeira. São Paulo: Atlas, 2009. CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e prática. 4 ed. São Paulo: Makron Books, 2007. ____. Introdução à teoria geral da administração. 5 ed. São Paulo: Makron Books, 1999. GIANESI, Irineu G. N; CORRÊA, Henrique L. Administração estratégica de serviços: operações para a satisfação do cliente. São Paulo: Atlas, 1994. GRACIOSO, Francisco. Marketing estratégico: planejamento estratégico orientado para o mercado. São Paulo: Atlas, 2001. GRÖNROOS, Christian. Marketing: gerenciamento e serviços. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. MAXIMIANO, Antonio C. Amaru. Teoria geral da administração: da escola científica à competitividade em economia globalizada. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2000. PALADINI, Edson Pacheco. Gestão da qualidade: teoria e prática. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2007. TRIGO, L. G. G. Turismo e qualidade: tendências contemporâneas. 4. ed. Campinas: Papirus, 1998. Código Disciplina Ementa Bibliografia básica TUR289 Relações Interpessoais do Turismo Comunicação. Relações humanas. Relações interpessoais e turismo. COOPER, Robert; SAWAF, Ajman. Inteligência emocional na empresa. Rio de Janeiro: Campus, 1997. GARDNER Howard. Estruturas da mente: a teoria múltipla. Tradução Sandra Costa. Porto Alegre: Artes Médias, 1994. GOLEMAN, Daniel. Inteligência emocional. Rio de Janeiro: Objetiva, 1995. ____. Trabalhando com inteligência emocional. Rio de Janeiro: Objetiva, 1999. OLIVEIRA, Milton de. Energia emocional: base para a inteligência eficaz. São Paulo: Makron Books, 1997. BRAGA, José Luis; PORTO, Sérgio Dayrell; FAHSTONETO, Antonio. A encenação dos sentidos: mídia, cultura e política. Rio de Janeiro: Diadorim, 1995. KIRBY, Andy. 150 jogos de treinamento. São Paulo: T&D, 1995. RECTOR, Mônica; NEIVA, Eduardo (Org.). Comunicação na era pósmoderna. Rio: Vozes, 1997. WEIL, Pierre; TOMPAKOW, Roland. O corpo fala: a linguagem silenciosa da comunicação não verbal. Petrópolis: Vozes, 1999. Bibliografia complementar 2° semestre Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar TUR260 Agenciamento de Viagens II Aspectos operacionais do setor de agenciamento de viagens. Aspectos comerciais do setor de agenciamento de viagens e transportes. Tendências e possibilidades do setor de agenciamento de viagens e transporte. Dificuldades e problemáticas do setor de agenciamento de viagens e transporte. DI RONÁ, R. Transportes no turismo. São Paulo: Manole, 2002. PALHARES, G. Transporte turístico. São Paulo: Aleph, 2003. TOMELIN, C. Mercado de agencias de turismo. São Paulo: Aleph, 2002. AMARAL, R. Cruzeiros marítimos. São Paulo: Manole, 2006. DE LA TORRE, F. Sistema de transporte turístico. México: Triullas, 26 2000. Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica ALC104 Metodologia Científica Ciência e conhecimento. Método científico. Trabalhos acadêmicos. Exercício de elaboração de diferentes trabalhos acadêmicos. ALVES-MAZZOTTI, A. J; GEWANDSZNAJDER, F. O método das ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Pioneira Learning Thomson, 2002. ANDRADE, M. M. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos de graduação. São Paulo: Atlas, 2003. GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002. LAKATOS, E. M; MARCONI, M. A. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 1991. LIMA, M. C. Monografia: a engenharia da produção acadêmica. São Paulo: Saraiva, 2004. OLIVEIRA, J. L. Texto acadêmico: técnicas de redação e de pesquisa científica. Petrópolis: Vozes, 2005. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2002. ABNT. NBR 6023: Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002. ____. NBR 14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2005. ____. NBR 10520: Informação e documentação. Citações em documentos. Apresentação. Rio de Janeiro, 2005. BASTOS, C. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica. Petrópolis: Vozes, 2002. CERVO, A. L; BERVIAN, P. A. Metodologia científica: para uso dos estudantes universitários. São Paulo: MacGraw Hill, 1996. DEMO, P. Introdução à metodologia da ciência. São Paulo: Atlas, 1987. ISKANDAR, J. I. Normas da Abnt: comentadas para trabalhos científicos. Curitiba: Juruá, 2007. MINAYO, M. C. S (org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes, 1994. TUR267 Meios de Hospedagem II Organizações ligadas aos meios de hospedagem. Meios de hospedagem e turismo. Modelos de gestão dos meios de hospedagem. Redes de hotéis nacionais e internacionais. Sistemas de comercialização. Comportamento ético hoteleiro. Mercado hoteleiro: oportunidades de trabalho. Hospitalidade. Programas de qualidade e suas contribuições. ANDRADE, N. Hotel: planejamento e projeto. São Paulo: Senac, 2000. ANDRADE, R. B. Manual de eventos. Caxias do Sul: Educs, 1999. CAMPOS, J. R. V (org.). Estudo de viabilidade para projeto hoteleiro. Campinas: Papirus, 2003. CÂNDIDO, Í. Governança em hotelaria. Caxias do Sul: Educs, 1995. CASTELLI, G. Administração hoteleira. Caxias do Sul: Educs, 1999. CAVASSA, C. R. Hoteis: gerenciamento, segurança e manutenção. São Paulo: Roca, 2000. DAVIES, C. A. Alimentos e bebidas. Caxias do Sul: Educs, 1999. DI MURO, L. Manual prático de recepção hoteleira. México: Trilhas, 1999. 27 Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código MEDLIK, S; INGRAM, H. Introdução à hotelaria: gerenciamento e serviços. Rio de Janeiro: Campus, 2002. PETROCCHI, M. Hotelaria: planejamento e gestão. São Paulo: Futura, 2002. CASTELLI, G. Excelência em hotelaria: uma abordagem prática. Rio de janeiro: Qualitymark, 1998. ____. Gestão hoteleira. São Paulo: Saraiva, 2006. COIMBRA, R. Assassinatos em hotelaria (ou como perder seu hóspede em 8 capítulos). Salvador: Casa da Qualidade, 1998. DAVIES, C. A. Cargos em hotelaria. Caxias do Sul: Educs, 1997. DUARTE, V. V. Administração de sistema hoteleiros: conceitos básicos. São Paulo: Senac, 1996. EMBRATUR. Legislação dos meios de hospedagem. Brasília: DIFC/DEQPT, 1998. LINZMAYER, E. Guia básico para administração da manutenção hoteleira. São Paulo: Senac, 1994. MATIAS, M. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. São Paulo: Manole, 2002. SERSON, F. Hotelaria: a busca da excelência. São Paulo: Marcos Cobra, 1999. TUR259 Economia Aplicada ao Turismo Introdução à economia. Funcionamento de uma economia de mercado. Evolução do pensamento econômico. Aspectos macroeconômicos. LAGE, Beatriz Helena Gelas; MILONE, Paulo César. Economia do turismo. São Paulo: Atlas, 2001. ____.Turismo na economia. São Paulo: Aleph, 2004. LEMOS, Leandro de. Turismo que negócios é esse? Uma análise econômica do turismo. Campinas: Papirus, 1999. ____. O valor turístico na economia da sustentabilidade. São Paulo: Aleph, 2005. VASCONCELLOS, Marcos Antonio Sandoval. Fundamentos de economia. São Paulo: Saraiva, 2005. Brasil. Dados e fatos. Brasília: Minintur, 2006. OMT. Relatórios anuais. Madrid: OMT, 2004/2005/2006. Jornais, revistas e sites selecionados. TUR290 Turismo e Cultura Popular Cultura. Turismo cultural e sua dimensão mundial. Cultura popular brasileira. CANCLINI, N. G. Culturas híbridas. México: Grijalbo, 1989. DELLA MÔNICA, L. Turismo e folclore. São Paulo: Global, 2001. RIBEIRO, D. O povo brasileiro. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. BARRETTO, M. Turismo e legado cultural. Campinas: Papirus, 2000. COELHO, T. Dicionário crítico de política cultural. São Paulo: Iluminuras, 1997. DIEGUES, M. J. Etnias e culturas no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1997. GEERTZ, C. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989. ORTIZ, R. Mundialização e cultura. São Paulo: Brasiliense, 2000. TUR291 28 Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Arte Brasileira e Turismo Brasil-Colônia. Brasil-Império. Brasil-República. SEGAWA, Hugo. Arquiteturas no Brasil 1900-1990. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2002. STRICKLAND, Carol. Arquitetura comentada. Uma breve viagem pela história da arquitetura. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003. ____; BOSWELL, John. Arte Comentada – Da Pré-História ao PósModerno. Rio de Janeiro: Ediouro Publicações, 1999. TRIGO, Luiz Gonzaga Godoi. A Sociedade Pós-Industrial e o Profissional em Turismo. Campinas: Papirus, 1998. ZANINI, Walter. História Geral da Arte no Brasil. São Paulo: Instituto Moreira Salles. Fundação Djalma Guimarães, 1983. v. I e II. ARCHER, Michael. Arte contemporânea. São Paulo: Martins Fontes, 2001. BAZIN, Germain. A arquitetura religiosa barroca no Brasil. Rio de Janeiro: Record, 1983. 2v. CHIARELLI, Tadeu. Arte internacional brasileira. São Paulo: Lemos Editorial, 1999. FILHO, Nestor Goulart Reis. Quadro da Arquitetura no Brasil. São Paulo: Perspectiva, 1987. LEMOS, Carlos A. C. Arquitetura brasileira. São Paulo: Melhoramentos, 1979. MARQUES, Sérgio. A revisão do movimento Moderno. Arquitetura no Rio Grande do Sul nos anos 80. Porto Alegre: Ritter dos Reis, 2002. MINDLIN, Henrique E. Arquitetura moderna no Brasil. Trad. Paulo Pedreira. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2000. POSENATO, Júlio. Arquitetura da imigração italiana no Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Fundação Giovanni Agnelli, EST/EDUCS, 1983. 600p. (Assim vivem os italianos, v.4). REIS Filho, Nestor G. Imagens de vilas e cidades do Brasil colonial. São Paulo: USP, 2001. SHCELLING, Vivian. A Presença do Povo na Cultura Brasileira. Campinas: Unicamp, 1991. SILVA, Geraldo Gomes. Arquitetura do Ferro no Brasil. São Paulo: Nobel, 1987. WEIMER, Günter. A arquitetura de imigração alemã. Porto Alegre: Ed. UFRGS, 1983. ____. A arquitetura erudita da Imigração alemã no Rio Grande do Sul. Tese de Doutorado. São Paulo: FAU/USP, 1989. TUR292 Planificação Urbana Urbanização e cidades: tempo e espaço. Gestão urbana. Teoria do espaço turístico. BOULLÓN, Roberto. Planejamento do Espaço Turístico. Bauru: EDUSC, 2002. CASTROGIOVANNI, Antonio Carlos (Org.). Turismo Urbano. São Paulo: Contexto, 2001. LYNCH, Kevin. A imagem da cidade. Tradução Jefferson Luiz Camargo. São Paulo: Martins Fontes, 1997. YÁZIGI, Eduardo. A alma do lugar: turismo, planejamento e cotidiano em litorais e montanhas. São Paulo: Contexto, 2001. CALVINO, Italo. As cidades invisíveis. Tradução de Diogo Mainardi. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. CULLEN, Gordon. Paisagem Urbana. São Paulo: Martins Fontes, 1983. BELÉM, João da Silva. História do Município de Santa Maria. Santa 29 Maria: UFSM, 2000. LACAZE, Jean-Paul. A cidade e o urbanismo. Tradução de Magda Bigotte de Figueiredo. Lisboa, Instituto Piaget, 1995. LEFEBVRE, Henri. A revolução urbana. Martins, Sérgio (trad.). Belo Horizonte: UFMG, 2004. FERRARA, Lucrecia D’Alessio. Os significados urbanos. São Paulo: Edusp/Fapesp, 2000. FOLETTO, Vani Terezinha (Org.). Apontamentos sobre a história da arquitetura de Santa Maria. Santa Maria: Pallotti, 2008. SANCHEZ, Fernanda. A reinvenção das cidades para um mercado mundial. Chapecó: Argos, 2003. SILVA, Adriana Pisoni da. O saber-fazer do turismo na revitalização de sítios históricos urbanos: um estudo das praças da Alfândega e da Matriz na cidade de Porto Alegre/RS. Dissertação (Mestrado em Planejamento urbano e regional).UFRGS, 2006. WEIMER, Günter. Urbanismo no Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Universidade UFRGS/Prefeitura Municipal de Porto Alegre, 1992. ____. Origem e evolução das cidades rio-grandenses. Porto Alegre: Livraria do Arquiteto, 2004. Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia TUR293 Contabilidade aplicada ao turismo Introdução a Contabilidade. Movimentações patrimoniais. Apuração de resultados. Demonstrações contábeis básicas. Introdução à análise de demonstrações contábeis. GONÇALVES, E. C.; BAPTISTA, A. E. Contabilidade geral. São Paulo: Atlas, 2007. NEVES, S.das; VICECONTI, Paulo E.V. Contabilidade básica - e estrutura das demonstrações contábeis. São Paulo. Frase, 2003. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade geral fácil. São Paulo: Saraiva, 2009. Castilho, E.; Castilho, A.S.N.de; Castilho, L.F.N.de. Introdução à lógica contábil: contabilidade básica com exercícios e aplicação. São Paulo. Saraiva, 2010. NEVES, Silvério das; VICECONTI, Paulo E. V.Contabilidade avançada e análise das demonstrações financeiras. São Paulo. Atlas, 2003. RIBEIRO, OSNI MOURA. Estrutura e análise de balanços fácil. São Paulo. Saraiva, 2009. _______. Contabilidade básica fácil. Saraiva, 2009. TUR263 Gestão de Pessoas Organização e gestão de pessoas. Planejamento da gestão de pessoas. Processos de agregar pessoas. Processos de aplicar pessoas. Processos de recompensar pessoas. Processos de desenvolver pessoas. Processos de manter pessoas. Processos de monitorar pessoas. ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de pessoas: estratégias e integração organizacional. São Paulo: Atlas, 2006. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Campus, 2004. WOOD JUNIOR, Thomaz; FILHO, Vicente Picarelli. Remuneração e carreira por habilidades e por competências: preparando a organização para a era das empresas de conhecimento intensivo. São Paulo: Atlas, 2004. CHIAVENATO, Idalberto. Recursos humanos. São Paulo: Atlas, 2000. 30 complementar 3° semestre Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar DUTRA, Joel Souza. Gestão de pessoas: modelos, processos, tendências e perspectivas. São Paulo: Atlas, 2002. LUCENA, Maria Salete. Planejamento de recursos humanos. São Paulo: Atlas, 1999. ROBBINS, Stephen Paul. Administração: mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva, 2000. TUR270 Planejamento e Organização de Eventos I Contexto geral. Tipologia e caracterização. Eventos no mercado turístico. Organização de eventos. Detalhamento de eventos. ANDRADE, R. B. Manual de eventos. Caxias do Sul: Educs, 1999. CESCA, C. G. G. Organização de eventos: manual para planejamento e execução. São Paulo: Summus, 1997. MATIAS, M. Organização de eventos: procedimentos e técnicas São Paulo: Manole, 2001. MELO NETO, F. P. Marketing de eventos. Rio de Janeiro: Print, 1998. NICHOLS, B. Gerenciamento profissional de eventos. Fortaleza: ABC, 1998. ACERENZA, M. A. Promoción turística: um enfoque metodológico. México: Trilhas, 1990. BETTEGA, M. L. Eventos e cerimonial: simplificando as ações. Caxias do Sul: Educs, 2001. GOIDANISCH, K. L; MOLETTA, V. F. Turismo de eventos. Porto Alegre: Sebrae/RS, 2000. JOLLES, R. Como conduzir seminários e workshops. São Paulo: Papirus, 2000. MELO NETO, F. P. Criatividade em eventos. São Paulo: Contexto, 2000. MIRANDA, L. Negócios e festas: cerimonial e etiqueta em eventos Belo Horizonte: Autêntica, 2001. NAKANE, A. Técnicas de organização de eventos. Rio de Janeiro: Infobook, 2000. 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TUR286 Tecnologias no Turismo Aspectos teóricos e conceituais. Tecnologias facilitadoras de práticas operacionais e administrativas. Tecnologias como instrumentos de distribuição e promoção do produto turístico. Uso de tecnologias: dificuldades e problemáticas. NORTON, Peter. Distribuição da informação eletrônica em turismo e hotelaria. Porto Alegre: Boockman, 2001. OMT. E-business for tourism: pratical guidelines for destinations and business. Madrid: OMT, 2001 ____. Promoción de destinos turísticos em el ciberespacio: retos del marketing electronico. Madrid: OMT, 1999. MARIN, Airton. Tecnologia da informação nas agências de viagens: em busca da produtividade e do valor agregado. São Paulo: Aleph, 2004. MIDDLETON, Vitor. Marketing de turismo: teoria e prática. Rio de Janeiro: Campus, 2002. OMT. Marketing tourism destinations online. Madrid: OMT, 1999. TUR294 Planejamento Turístico I Planejamento do turismo. Análise estrutural do turismo e a sustentabilidade do sistema. 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Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar 4° semestre Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa TUR296 Sociologia Aplicada ao Turismo Construção da trajetória sociocultural das práticas turísticas no contexto histórico do mundo ocidental capitalista. Turismo e fenômeno social. Dialética global-local e o fenômeno turístico sustentável. Turismo e ética. GIDDENS, Anthony. Sociologia. Porto Alegre: Artmed, 2006. KIPPENDORF, Jost. Sociologia do turismo: para uma nova compreensão do lazer e das viagens. São Paulo: Aleph, 2001. MAFFESOLI, Michel. Sobre o nomadismo. Rio de Janeiro: Record, 2001. BAUMAN, Zygmunt. Modernidade Líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar editores, 2001. ____. Globalização: as consequências humanas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores, 1999. MOLINA, Sergio. O pós-turismo. São Paulo: Aleph, 2003. MOESCH, Marutschka. A produção do saber turístico. São Paulo: Contexto, 2000. URRY, John. 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Conjugar es fácil en español de España y de América. Madrid: Edelsa, 1998. HERNÁNDEZ, Guillermo. Ortografía fácil: actividades de autoaprendizaje. Madrid: Edelsa, 1999. MASIP, Vicente. Gramática española para brasileños. Tomo I Morfosintaxis. Barcelona: Difusión, 2000 MEDINA LÓPEZ, J. Lenguas en contacto. Madrid: Arco/Libros. 1997. MOLINER, María. Diccionario de uso del español. 2ª ed. 2v. Madrid: Gredos, 1999. MORA, Carmen. Hispanoamérica, ayer y hoy. Madrid: Sgel, 1998. MORENO, Concha; FERNÁNDEZ, Gretel Eres. Gramática contrastiva del español para brasileños. Madrid: SGEL, 2007. MORENO, Concha; TUTS, Martina. El español en el hotel. Madrid: SGEL, 2005. Nueva Gramática de la Lengua Española. Real Academia Española y Asociación de Academias Americanas. 2 Vol. Madrid: Espasa-Calpe: 2009. SALAMANCA, Universidad de. Viaje al español. España: Santillana, 2001. 36 SARMIENTO, R. SÁCHEZ, A. Gramática básica del español. Madrid: Sgel, 1989. SEÑAS. 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TUR275 Projetos Turísticos Estrutura de gerenciamento de projetos turísticos. Noções de gerenciamento das áreas de conhecimento do projeto. Fases do 38 Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina projeto. DINSMORE, Paul Campbell; BARBOSA, Adriane Monteiro Cavalieri (coord.). Como se tornar um profissional em gerenciamento de projetos: livro-base de preparação para certificação PMP - Project Management Professional. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005. VARGAS, Ricardo Viana. Manual prático do plano de projeto. Rio de Janeiro: Brasport, 2007. BARBOSA, Luiz Gustavo Medeiros; ZOUAIN, Débora Moraes (orgs.). Gestão em turismo e hotelaria: experiências públicas e privadas. São Paulo: Aleph, 2004. TOLEDO, Geraldo Luciano; OVALLE, Ivo Izidoro. Estatística básica. São Paulo: Atlas, 1994. VARGAS, Ricardo Viana. 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BARRETTO Filho, Abdon. Marketing turístico. Porto Alegre: I4All/Consulatio/Autor, 2002. BENI, Mário Carlos. Análise estrutura do turismo. São Paulo: Senac, 1998. Brasil. Dados e fatos. Brasília: Minintur, 2006. BRUHNS, H. T. Viagens à natureza. São Paulo: Papirus, 1997. CASTELLI, Geraldo. Administração hoteleira. Caxias do Sul: Educs, 1999. CASTROGIOVANNI, Antonio Carlos (org.). Turismo urbano. São Paulo: Contexto, 2001. CAVASSA, César Ramirez. Hotéis: gerenciamento, segurança e manutenção. São Paulo: Rocca, 2000. CESCA, C. G. G. Organização de eventos: manual para planejamento e execução. São Paulo: Summus, 1997. CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e prática. São Paulo: Makron Books, 1994. DENCCKER, Ada de Freitas. Métodos e técnicas de pesquisa em turismo. São Paulo:Futura, 2000. LEAL, Maria L. M. Soares. A história da gastronomia. Rio de Janeiro: Senac Nacional, 1998. LEMOS, Leandro de Lemos. Turismo que negócio é esse? Uma análise econômica do turismo. Campinas: Papirus, 1999. ____. O valor turístico na economia da sustentabilidade. São Paulo: Aleph, 2005. LIONEL, Maítre. Restaurante: técnicas de serviço. Caxias do Sul: Educs, 1990. MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. São Paulo: Manole, 2001. MOESCH, Marutschka. A produção do saber turístico. São Paulo: Contexto, 2000. OMT. Organização mundial do turismo. Relatórios anuais. Madrid: OMT, 2004/2005/2006. BIANCHI, Anna Cecília de Moraes. Manual de orientação:estágio supervisionado. São Paulo: Thomson Pioneira, 2001. ____. Orientação para estágio em turismo. São Paulo: Thomson Pioneira, 2002. BISSOLI, Maria Ângela Marques Ambrizi. Estágio em turismo e 40 hotelaria. São Paulo: Aleph, 2002. ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projetos de estágio e de pesquisa em administração. São Paulo: Atlas, 2005. 6° semestre Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica EDU251 Ética e Cidadania Ética, cidadania e historicidade. Indivíduo, sociedade e Estado. Construção da cidadania. Valor ético do trabalho e da profissão. CAMARGO, M. Fundamentos de ética geral e profissional. Petrópolis: Vozes, 2001. PIRES, C. M. P. Ética e cidadania. Porto Alegre: Dacasa/Palmarinca, 1999. VÁZQUEZ, A. S. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1969. ARISTÓTELES. Ética a nicômanos. Brasília: UNB, 1999. BOBBIO, N. A era dos direitos. São Paulo: Campus, 1962. BOFF, L. Ética da vida. Brasília: Letraviva, 2000. DIMENSTEIN, G. O cidadão de papel: a infância, a adolescência e os direitos humanos no Brasil. São Paulo: Ática, 1994. HERKENHOFF, J. B. Ética, educação e cidadania. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2001. JUNGES, J. R Bioética. São Leopoldo: Unisinos, 1999. MARQUES, M. O. Botar a boca no mundo. Ijuí: Unijuí, 1999. MANZINI-COVRE, M. L. O que é cidadania. São Paulo: Brasiliense, 1995. NALINI, J. R. Ética geral e profissional. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001. VALLS, Á. O que é ética. São Paulo: Brasiliense, 1986. TUR268 Gestão de alimentos e Bebidas Alimentos e bebidas. Gestão de cozinha (postura profissional, administração de mercadorias, escalas de trabalho, treinamento de pessoal). Estrutura e funcionamento de restaurante. Bares. CASTELLI, Geraldo. Administração hoteleira. Caxias do Sul: Educs, 2000. DAVIES, Carlos A. Alimentos e bebidas. São Paulo: Educs, 1999. DAVIES, Christine; DER, Lynn Van. Supervisão e liderança em turismo e hotelaria. São Paulo: Contexto, 2001. FONSECA, Marcelo Traldi. Tecnologias gerenciais de restaurantes. São Paulo: Senac, 1999. LIONEL, Maítre. Restaurante: técnicas de serviço. Caxias do Sul: Educs, 1990. LONA, Adolfo Alberto Vinhos: degustação, elaboração e serviço. Porto Alegre: AGE, 2006. MIRANDA, Fernando. Análise sensorial de vinhos. Rio de Janeiro: Axcel, 2000. REAL, Mauro Corte. Degustação de vinhos: uma iniciação à análise sensorial. Porto Alegre: AGE, 2005. TEICHMANN, Ione Mendes. Cardápios: técnicas e criatividade. Caxias do Sul: Educs, 1987. ____. Tecnologia culinária. Caxias do Sul: Educs, 2000. 41 Bibliografia complementar BARRETO, Ronaldo Lopes Pontes. Passaporte para o sabor: tecnologias para a elaboração de cardápios. São Paulo: Senac, 2000. FREUND, Tommy . Técnicas de alimentos e bebidas. Rio de Janeiro: Infobook, 2000. Código Disciplina Ementa TUR301 Roteirização Turística Estrutura do produto turístico. Roteiros turísticos: teorias e conceitos. Roteiros turísticos: utilização como instrumento de integração regional e informação. Roteiros turísticos: articuladores da produção. BAHL, Miguel. Viagens e Roteiros Turísticos. Curitiba: Protexto, 2004. BENI, Mário. Análise Estrutural do Turismo. São Paulo: Senac, 1998. TAVARES, Adriana de Menezes. City Tour. Coleção ABC do Turismo. São Paulo: Aleph, 2002. TOMELIN, Carlos. Mercado de Agencias de Turismo. São Paulo: Aleph, 2000. ANSARAH, Marília Gomes Reis (Org). Turismo – Segmentação de Mercado. São Paulo: Futura, 1999. LEMOS, Leandro. O Valor Turístico na Economia da Sustentabilidade. São Paulo: Aleph,2005. Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar TUR302 Inglês I Aspectos da comunicação relacionados à área do turismo. Aspectos gramaticais (fonológicos, sintáticos), semânticos e pragmáticos da língua. DUCKWORTH, M. First class: English for tourism; workbook. Nova York: Oxford, 1997. MUNHOZ Rosangêla. Inglês instrumental: estratégias de leitura. São Paulo: Texto Novo, 2004. STOTT, Trist; HOLT, Roger. First class: English for tourism; student’s book. Oxford: Oxford, 2000. Dicionário Oxford Escolar: para estudantes brasileiros de inglês. Português-Inglês/Inglês-Português. New York: Universidade de Oxford, 2000. MURPHY, Raymond. English grammar in use. Cambridge: Cambridge, 1995. SOUZA, Adriana Grade Fiori et al. Leitura em língua inglesa: uma abordagem instrumental. São Paulo: Dinal, 2005. ALC102 Trabalho Final de Graduação I Diretrizes para elaboração do trabalho de conclusão do curso. Planejamento da pesquisa. HOHLFELDT, Antonio; WEBER, Maria; BENTZ, Ione. Tensões e objetos da pesquisa em comunicação. Porto Alegre: Sulina, 2002. LOPES, Maria Imaculata V. Pesquisa em comunicação. São Paulo: Loyola, 1990. SOUZA, Jorge Pedro. Elementos de teoria e pesquisa da comunicação. Florianópolis: Letras Contemporânea, 2004. BARTHES, Roland. Sistema da moda. São Paulo: Cultrix, 1971. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2005 42 MINAYO, Maria Cecília de Souza (org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes, 1997. Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica EDU328 Língua Brasileira de Sinais Introdução à língua de sinais. Alfabeto manual. Diálogos com estruturas afirmativas, negativas e interrogativas. Expressões de quantificação e intensidade. Descrição: narrativa básica. CAPOVILLA, F. Dicionário trilíngue de libras. São Paulo: USP, 2001. KARNOPP, Lodenir Becker; QUADROS, Ronice Muller. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto alegre: Artimed, 2004. SKLIAR, Carlos. A surdez: um olhar sobre as diferenças. São Paulo: Mediação, 2008. LOPES. M. C. Redações de poderes no espaço multicultural da escola para surdos. In. QUADROS, Ronice Muller. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artimed, 1997. OLIVEIRA, Luiza de Fátima Medeiros de. Formação docente na escola inclusiva: diálogo como fio tecedor. Porto Alegre: Mediação, 2009. SKLIAR, Carlos. Pedagogia (improvável) da diferença. E se o outro não estivesse aí? Rio de Janeiro: Dp&A, 2003. SKLIAR, C (org.). Educação e exclusão: abordagens sócioantropológicas em educação especial. Porto Alegre: Mediação, 1998. THOMA, Adriana da Silva; KLEIN, Madalena (org.). Currículo e avaliação: a diferença surda na escola. Santa Cruz do Sul: Edunisc, 2009. TUR304 Estágio II Definição do campo de estágio. Prospecção por parte do professor e do aluno da empresa onde o estágio se realizará. Planejamento das atividades. Início da atividade prática. Elaboração e apresentação do relatório de estágio. ACERENZA, Miguel A. Agencia de viajes: organización y operación. Mexico: Trillas, 1999. ALBRECHT, Karl. Revolução nos serviços. São Paulo: Pioneira, 1992. BARRETTO Filho, Abdon. Marketing turístico. Porto Alegre: I4All/Consulatio/Autor, 2002. BENI, Mário Carlos. Análise estrutura do turismo. São Paulo: Senac, 1998. Brasil. Dados e fatos. Brasília: Minintur, 2006. BRUHNS, H. T. Viagens à natureza. São Paulo: Papirus, 1997. CASTELLI, Geraldo. Administração hoteleira. Caxias do Sul: Educs, 1999. CASTROGIOVANNI, Antonio Carlos (org.). Turismo urbano. São Paulo: Contexto, 2001. CAVASSA, César Ramirez. Hotéis: gerenciamento, segurança e manutenção. São Paulo: Rocca, 2000. CESCA, C. G. G. Organização de eventos: manual para planejamento e execução. São Paulo: Summus, 1997. CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e prática. São Paulo: Makron Books, 1994. DENCCKER, Ada de Freitas. Métodos e técnicas de pesquisa em turismo. São Paulo:Futura, 2000. LEAL, Maria L. M. Soares. A história da gastronomia. Rio de Janeiro: 43 Bibliografia complementar 7° semestre Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia Senac Nacional, 1998. LEMOS, Leandro de Lemos. Turismo que negócio é esse? Uma análise econômica do turismo. Campinas: Papirus, 1999. ____. O valor turístico na economia da sustentabilidade. São Paulo: Aleph, 2005. LIONEL, Maítre. Restaurante: técnicas de serviço. Caxias do Sul: Educs, 1990. MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. São Paulo: Manole, 2001. MOESCH, Marutschka. A produção do saber turístico. São Paulo: Contexto, 2000. OMT. Organização mundial do turismo. Relatórios anuais. Madrid: OMT, 2004/2005/2006. BIANCHI, Anna Cecília de Moraes. Manual de orientação:estágio supervisionado. São Paulo: Thomson Pioneira, 2001. ____. Orientação para estágio em turismo. São Paulo: Thomson Pioneira, 2002. BISSOLI, Maria Ângela Marques Ambrizi. Estágio em turismo e hotelaria. São Paulo: Aleph, 2002. ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projetos de estágio e de pesquisa em administração. São Paulo: Atlas, 2005. EDU250 Antropologia e Cosmovisão Franciscana Antropologia filosófica e seu objeto de estudo: ser humano. Pessoa humana numa perspectiva histórica. Alteridade: reverência e cuidado. Cosmovisão franciscana. BOFF, L. Saber cuidar: ética do humano-compaixão pela terra. Petrópolis: Vozes, 2000. BUZZI, A. R. Introdução ao pensar: o ser, o conhecer, a linguagem. Petrópolis: Vozes, 1990. ____. Filosofia da vida: visão franciscana. Braga: Franciscana, 2000. ARENDT, H. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1997. BOFF, L. O despertar da águia: o dia-bólico e o simbólico na construção da realidade. Petrópolis: Vozes, 1999. ____. A águia e a galinha. Petrópolis: Vozes, 2000. CAYOTA, M. Semeando entre brumas: utopia franciscana e humanismo renascentista: uma alternativa para a conquista. Petrópolis: Cepepal, 1992. MERINO, J. A; FRESNEDA, F. M. Manual de filosofia franciscana. Petrópolis: Vozes, 2006. ____. Humanismo franciscano: franciscanismo e mundo atual. Petrópolis: FFB, 1999. VAZ, H. C. L. Antropologia filosófica I. São Paulo: Loyola, 1991. TUR274 Políticas Públicas e Desenvolvimento Turístico Políticas públicas. Poder público. Estudo de planos e programas de desenvolvimento turístico. BARRETTO, Margarita. Turismo, políticas públicas e relações 44 básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar internacionais. Campinas: Papirus, 2003. BENI, Mário Carlos. Política e planejamento de turismo no Brasil. São Paulo: Aleph, 2006. ____. Análise estrutural do turismo. São Paulo: Senac, 1998. TYLER, Ducan; GUERRIER, Yvone; ROBERTSON, Martin (org.). Gestão do turismo municipal. São Paulo: Futura, 2001. CRUZ, Rita de Cássia. Política de turismo e território. São Paulo: Contexto, 2000. DIAS, Reinaldo. Planejamento do turismo: política e desenvolvimento do turismo no Brasil. São Paulo: Atlas, 2003. GASTAL, S; MOESCH, M. M. Um outro turismo é possível. São Paulo: Contexto, 2004. YAZIGI, Eduardo. Turismo: uma esperança condicional. São Paulo: Global, 1999. MOLINA, Sérgio E; RODRIGUES, Sérgio. Planificación integral del turismo. México: Trillas, 1994. NEVES, Carlos Augusto dos Santos et al. Governança global: reorganização da política em todos os níveis de ação. Rio de Janeiro: Konrad-Adenauer Stiftung, 1999. OMT. Turismo internacional: uma perspectiva global. Porto Alegre: Bookman, 2003. SOUZA, Maria José (org.). Políticas públicas e o lugar do turismo. Brasília: Universidade de Brasília, 2002. TUR302 Inglês II Comunicação na área do turismo. Vocabulário básico e técnico. Aspectos gramaticais. MURPHY, Raymond. English grammar in use. Cambridge: Cambridge, 1995. SOUZA, Adriana Grade Fiori et al. Leitura em língua inglesa: uma abordagem instrumental. São Paulo: Dinal, 2005. STOTT, Trish; HOLT, Roger. First class: English for tourism. Student’s book. Oxford: Oxford, 2000. Dicionário Oxford Escolar: para estudantes brasileiros de inglês. Português-Inglês/Inglês-Português. New York: Universidade de Oxford, 2000. DUCKWORTH, Michael. First class: English for tourism. Oxford: Oxford, 1997. OLIVEIRA, Luciano Amaral. English for tourism students. São Paulo: Roca, 2001. ALC103 Trabalho Final de Graduação II Desenvolvimento, redação e apresentação do trabalho de conclusão do curso. HOHLFELDT, Antonio; WEBER, Maria; BENTZ, Ione. Tensões e objetos da pesquisa em comunicação. Porto Alegre: Sulina, 2002. LOPES, Maria Imaculata V. Pesquisa em comunicação. Formulação de um modelo metodológico. São Paulo: Loyola, 1990. SOUZA, Jorge Pedro. Elementos de teoria e pesquisa da comunicação. Florianópolis: Letras Contemporânea, 2004. BARTHES, Roland. O sistema da moda. São Paulo: Cultrix, 1971. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2005 45 MINAYO, Maria Cecília de Souza (org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes, 1997. Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar TUR305 Estágio III Definição do campo de estágio. Prospecção por parte do professor e do aluno da empresa onde o estágio se realizará. Planejamento das atividades. Início da atividade prática. Elaboração e apresentação do relatório de estágio. ACERENZA, Miguel A. Agencia de viajes: organización y operación. Mexico: Trillas, 1999. ALBRECHT, Karl. Revolução nos serviços. São Paulo: Pioneira, 1992. BARRETTO Filho, Abdon. Marketing turístico. Porto Alegre: I4All/Consulatio/Autor, 2002. BENI, Mário Carlos. Análise estrutura do turismo. São Paulo: Senac, 1998. Brasil. Dados e fatos. Brasília: Minintur, 2006. BRUHNS, H. T. Viagens à natureza. São Paulo: Papirus, 1997. CASTELLI, Geraldo. Administração hoteleira. Caxias do Sul: Educs, 1999. CASTROGIOVANNI, Antonio Carlos (org.). Turismo urbano. São Paulo: Contexto, 2001. CAVASSA, César Ramirez. Hotéis: gerenciamento, segurança e manutenção. São Paulo: Rocca, 2000. CESCA, C. G. G. Organização de eventos: manual para planejamento e execução. São Paulo: Summus, 1997. CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e prática. São Paulo: Makron Books, 1994. DENCCKER, Ada de Freitas. Métodos e técnicas de pesquisa em turismo. São Paulo:Futura, 2000. LEAL, Maria L. M. Soares. A história da gastronomia. Rio de Janeiro: Senac Nacional, 1998. LEMOS, Leandro de Lemos. Turismo que negócio é esse? Uma análise econômica do turismo. Campinas: Papirus, 1999. ____. O valor turístico na economia da sustentabilidade. São Paulo: Aleph, 2005. LIONEL, Maítre. Restaurante: técnicas de serviço. Caxias do Sul: Educs, 1990. MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. São Paulo: Manole, 2001. MOESCH, Marutschka. A produção do saber turístico. São Paulo: Contexto, 2000. OMT. Organização mundial do turismo. Relatórios anuais. Madrid: OMT, 2004/2005/2006. BIANCHI, Anna Cecília de Moraes. Manual de orientação:estágio supervisionado. São Paulo: Thomson Pioneira, 2001. ____. Orientação para estágio em turismo. São Paulo: Thomson Pioneira, 2002. BISSOLI, Maria Ângela Marques Ambrizi. Estágio em turismo e hotelaria. São Paulo: Aleph, 2002. ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projetos de estágio e de pesquisa em administração. São Paulo: Atlas, 2005. 46 Optativas Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar TRO Análise Estrutural do Turismo Fundamentos da teoria de sistemas aplicada ao turismo. BENI, Mário Carlos. Análise estrutural do turismo. São Paulo: Senac, 2001. MOLINA, Sérgio; Rodriguez, Sérgio. Planejamento integral do turismo: um enfoque para a América Latina. Bauru: Edusc, 2001. BENI, Mário Carlos. Globalização do turismo: megatendências do setor e a realidade brasileira. São Paulo: Aleph, 2004. BOULLÓN, Roberto C. Planejamento do espaço turístico. Bauru: Edusc, 2002. HALL, Colin Michael. Planejamento turístico: políticas, processos e relacionamentos. Tradução de Edite Sciulli. São Paulo: Contexto, 2001. MORIN, Edgar. A cabeça bem-feita. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000. TRO Estatística Aplicada ao Turismo Recursos elementares para análise interpretativa de informações turísticas. Apresentação tabular. Representações gráficas dos dados estatísticos no turismo. Medidas de tendência central. Noções de probabilidade. Modelos empíricos e teóricos. BARBOSA, Luiz Gustavo Medeiros; ZOUAIN, Débora Moraes (orgs.). Gestão em turismo e hotelaria: experiências públicas e privadas. São Paulo: Aleph, 2004. EMBRATUR40ANOS: uma trajetória do turismo no Brasil. Brasília: Ministério do turismo, 2006. TOLEDO, Geraldo Luciano; OVALLE, Ivo Izidoro. Estatística básica. Atlas, 1994. AGUADO, Carmen Fernéndez. Manual de estatística descritiva aplicada al sector turístico. Madrid: Síntesis, 1993. CROXTON, Frederick E; COWDEN, Dudley J. Estatística geral e aplicada. Rio de Janeiro: Ibge, 2006. TRO Gastronomia Rural Artesanal Gastronomia rural artesanal do Brasil. Ciclos da natureza. Ordenação do método do saber-sabor. CALOCA, Fernandes. Viagem gastronômica através do Brasil. São Paulo: Senac, 2000. FLANDRIN, Jean-Louis. História da alimentação. São Paulo: Estação Liberdade, 1998. FRANCO, Ariovaldo. De caçador a gourmet: uma história da gastronomia. São Paulo: Senac, 2001 LEAL, Maria Leonor de Macedo Soares. A história da gastronomia. Rio de Janeiro: Senac, 1998. SCHLÜTER, Regina. Gastronomia e turismo. São Paulo: Aleph, 2003. BRASIL. Segmentação do turismo: marcos conceituais. Brasília: Ministério do Turismo, 2006. BOLAFFI, Gabriel. A saga da comida. Rio de Janeiro: Record, 2000. 47 BOFF, Leonardo. Virtude para um outro mundo possível. Petrópolis: Vozes. 2005. Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica TRO Gastronomia, Cultura e Turismo Etnogastronomia. Caráter festivo da alimentação. SCHLÜTER, Regina G. Gastronomia e turismo. São Paulo: Aleph, 2003. FLANDRIN, Jean-Louis. História da alimentação. São Paulo: Estação Liberdade, 1998. FRANCO, Ariovaldo. De caçador a gourmet: uma história da gastronomia. São Paulo: Senac, 2001. CALOCA, Fernandes. Viagem gastronômica através do Brasil. São Paulo: Senac, 2000. ORNELLAS, Liselotte H. A alimentação através dos tempos. Florianópolis: Ufsc, 2000. LEAL, Maria L. M. Soares. A história da gastronomia. Rio de Janeiro: Senac, 1998. SAVARIN, Brillat. A fisiologia do gosto. São Paulo: Companhia das Letras, 2001. FREUND, Francisco Tommy Vieira. Festas e recepções: gastronomia e cerimonial. Rio de Janeiro: Senac/Nacional, 2002. TRO Gestão do Patrimônio Histórico e Cultural História, patrimônio e memória. Origens da preocupação com patrimônio. Gestão do patrimônio histórico cultural, material e imaterial. Preservação do patrimônio urbano e turismo. MINISTÉRIO DA CULTURA. Cartas patimoniais. Brasília: Iphan, 1995. CHOAY, F. A alegoria do patrimônio. São Paulo: Unesp, 2001. SOUZA FIHO, C. F. M. Bens culturais e sua proteção jurídica. Curitiba: Juruá, 2005. SILVA, F. F. As cidades brasileiras e o patrimônio cultural da humanidade. Petrópolis: Edusp, 2003. ABREU, R; CHAGAS, M. Memória e patrimônio: ensaios contemporâneos. Rio de Janeiro: Faperj, 2003. MARTINS, C. Patrimônio cultural: da memória ao sentido de lugar. São Paulo: Roca, 2006. MEIRA, A. L. O passado no futuro da cidade. Porto Alegre: Ufrgs, 2004. OLIVEIRA, F. V. Capacidade de cargas nas cidades históricas. Campinas: Papirus, 2003. PORTUGUEZ, A. P. Turismo, memória e patrimônio cultural. São Paulo: Roca, 2004. SIMÃO, M. C. R. Preservação do patrimônio cultural em cidades. Belo Horizonte: Autêntica, 2001. VASCONCELOS, C. M. Turismo e museus. São Paulo: Aleph, 2006. TRO Gestão Mercadológica de Destinos Turísticos Estrutura de produção. Relações e gestão da produção. Gestão sistêmica da produção. BENI, Mário Carlos. Análise estrutural do turismo. São Paulo: Senac, 1998. LEMOS, Leandro de Lemos. O valor turístico na economia da 48 Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar sustentabilidade. São Paulo: Aleph, 2005. RUSCHMANN, Doris. Marketing turístico: um enfoque promocional. São Paulo: Papirus, 1996. KOTLER, Philip. Marketing público. São Paulo: Makron Books, 1995. THEOBALD, Willian. F (org.). Turismo global. São Paulo: Contexto, 2000 CRUZ, Rita de Cássia. Políticas de turismo e território. São Paulo: Contexto, 2000. MOLINA, Sérgio. Planificación integrada del turismo. México: Trilhas, 1994. TRO Qualidade no Turismo Receptivo Qualidade dos equipamentos. Qualidade da formação profissional. Qualidade da interação turista e núcleo receptor. BANDUCCI, Álvaro; BARRETTO, Margaritta (orgs.). Turismo e identidade local: uma visão antropológica. Campinas: Papirus, 2001. BENI, Mario Carlos. Análise estrutural do turismo. São Paulo: Senac, 2001. CATROGIOVANNI, Antonio Carlos et al. Turismo: nove propostas para um saber fazer. Porto Alegre: Edipucrs, 1999. BARRETTO, Margaritta. Manual de iniciação ao estudo do turismo. Campinas: Papirus, 1995. BENI, Mário Carlos. Globalização do turismo: megatendências do setor e a realidade brasileira. São Paulo: Aleph, 2004. GASTAL, Suzana; CASTROGIOVANNI, Carlos (org.). Turismo na pósmodernidade: (dês) inquietações. Porto Alegre: Edipucrs, 2003. SERRANO, Célia; BRUHNS, Heloísa H; LUCHIARI, Maria T. Olhares contemporâneos sobre o turismo. Campinas: Papirus, 2001. 49 Anexo 2 - Infraestrutura Espaço Salas de aula Sala para coordenação e secretária Salas de reuniões Salões Salas de estudo para professores e orientações Lepetur Laboratório de Informática Laboratório de Planejamento e Gestão do Turismo Laboratório de Hospitalidade e Gastronomia Laboratório de Lazer e eventos Agência de viagens Descrição dos equipamentos Localização (prédio e número da sala) Salas para aulas teóricas, com Salas: 501, 502, 504, mesas para estudantes e professores 509 e quadro de giz Um birô, um computador, um arquivo Sala 406E e um armário. Uma mesa e 15 cadeiras Sala 512A, 507 e 308APrédio 14 120 poltronas Salão acústico 215 poltronas Salão de atos 80 poltronas Sala de convenções 130 poltronas Salão do júri 2 mesas, 10 cadeiras, um armário Sala 507 Armários, uma mesa e três Sala 505 computadores 15 computadores e duas impressoras Sala 208 4 computadores, uma impressora, 2 Sala 512A birôs, uma mesa, 10 cadeiras, 2 armários 2 computadores, uma mesa, 2 birôs, Sala 512B 8 cadeiras, 2 armários Um computador, 2 birôs, uma mesa, Sala 512C um armário, 4 cadeiras 5 computadores, um fax, uma Sala 512 impressora, 5 birôs, 10 cadeiras, uma prateleira, um armário 50 Anexo 3 - Normas que disciplinam o trabalho final de graduação Resolução n. 28/2007, de 30 de agosto de 2007, do Conselho Universitário Dispõe sobre as normas para elaboração, desenvolvimento e apresentação do trabalho final de graduação Art. 1- A elaboração, desenvolvimento e apresentação de um trabalho final de graduação constitui exigência para a integralização curricular, a colação de grau e a obtenção do diploma em todos os cursos de graduação. Art. 2 - O trabalho final de graduação constituiu-se num trabalho acadêmico, baseado na análise de um problema específico e elaborado de acordo com as normas do método científico. Parágrafo único - O tema do trabalho final de graduação é de livre escolha do estudante, desde que observada a proximidade temática com as linhas de pesquisa, de extensão ou com as possibilidades do corpo de orientadores do curso. Art. 3 - O trabalho final de graduação tem por finalidades estimular o desenvolvimento da iniciação científica e avaliar os conhecimentos teóricos e técnicos essenciais às condições de qualificação do estudante para o seu acesso ao exercício profissional. Art. 4 - Para a matrícula, na disciplina Trabalho Final de Graduação I e Trabalho Final de Graduação II, o estudante deverá ter sido aprovado nas disciplinas até o semestre anterior ao da oferta das referidas disciplinas. Art. 5 - A orientação das atividades acadêmicas, desenvolvidas no âmbito do trabalho final de graduação, será realizada por um professor especialmente designado para tal fim. § 1º - Pode orientar o desenvolvimento de trabalho final de graduação o professor que tiver aprovação, concedida pelo Colegiado do curso, para integrar o corpo de orientadores do respectivo curso. § 2º - Compete à coordenação do curso encaminhar ao Colegiado, por meio de processo formal, a solicitação de definição do corpo de orientadores, com as respectivas temáticas. § 3º - Constituem critérios para a composição do corpo de orientadores a produção acadêmica, o desempenho de atividade profissional e a ética na produção técnico-científica. § 4º - As coordenações dos cursos têm o prazo de sessenta dias, a contar da publicação desta resolução para definir, publicar e promover ampla divulgação, junto aos estudantes, da composição do corpo de orientadores e das respectivas temáticas. Art. 6 - Cada professor poderá orientar, concomitantemente, até dez estudantes, contadas as diferentes orientações acadêmicas. Parágrafo único - Para a orientação das atividades acadêmicas desenvolvidas no âmbito do trabalho final de graduação, cada professor tem o encargo de uma hora semanal por orientando. Art. 7 - A substituição de orientador pode ocorrer, desde que solicitada pelo estudante, por meio de requerimento fundamentado e se for aprovada pelo Colegiado do curso. Art. 8 - Na disciplina de Trabalho Final de Graduação I, a verificação do rendimento acadêmico realiza-se por meio da avaliação do projeto de estudo correspondente e de outras atividades previstas no plano de ensino da disciplina. § 1º - A avaliação do projeto de estudo fica a cargo do professor responsável pela disciplina, ou do professor orientador, que poderá observar critérios de avaliação definidos pelo Colegiado do curso. § 2º - Devido às características próprias da disciplina Trabalho Final de Graduação I, a prestação de exame final não faz parte do processo de avaliação. 51 § 3º - O estudante cujo desempenho não atingir média sete (7,0) deverá reelaborar, no semestre em curso, no prazo a ser definido pelo Colegiado do curso, em parte ou em sua totalidade, as atividades previstas no plano de ensino da disciplina. § 4º - O estudante que não cumprir o prazo concedido para a reelaboração do trabalho final de graduação ou que, após reelaborar as atividades previstas no plano de ensino da disciplina, não atingir média final igual ou superior a cinco (5,0), será considerado reprovado. Art. 9 - No início do semestre letivo correspondente à oferta da disciplina Trabalho Final de Graduação II, a coordenação do curso, ou o órgão por ela designado, deve entregar a cada professor orientador uma cópia do projeto de estudo dos matriculados na disciplina sob a sua orientação. § 1º - O estudante entregará a primeira versão do trabalho final de graduação ao seu professor-orientador até cinco semanas antes do prazo fixado no calendário acadêmico para o término do período de aulas do semestre. § 2º - O professor-orientador tem o prazo de uma semana para avaliar a primeira versão do trabalho final de graduação e fazer observações e sugestões, quando for o caso, para a melhoria da versão definitiva. § 3º - O texto do trabalho final de graduação para a avaliação da banca deve ser entregue, pelo professor-orientador, à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, até uma semana antes do prazo fixado no calendário escolar para o término do período de aulas do semestre. § 4º - O texto final deve ser acompanhado do formulário de solicitação de constituição de banca examinadora, subscrito pelo professor-orientador. § 5º - Após a avaliação e aprovação da banca, a versão final do trabalho final de graduação, observadas a normas da Abnt, deve ser entregue à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, em duas vias: uma impressa, sob a forma de monografia ou de artigo publicável, e outra em arquivo eletrônico, em formato PDF, gravado em mídia digital. Art. 10 - A verificação do rendimento acadêmico do estudante matriculado na disciplina Trabalho Final de Graduação II é realizada por uma banca examinadora constituída pelo orientador, como seu presidente, e por mais dois professores por ele sugeridos e designados pela coordenação do curso, ou pelo órgão por ela delegado. § 1º - A indicação e a designação dos integrantes das bancas examinadoras levarão em conta, preferencialmente, a vinculação dos examinadores à temática do trabalho final de graduação a ser avaliado. § 2º - É facultada participação de avaliadores de outras instituições, desde que não implique em encargos financeiros. Art. 11 - O Colegiado do curso pode optar em definir, como forma de avaliação do trabalho final de graduação, a sustentação oral do trabalho desenvolvido ou pareceres individuais, por escrito, da banca examinadora. § 1º - Em caso de defesa oral, o tempo de apresentação poderá ser de até trinta minutos, prorrogáveis, a critério da banca examinadora. § 2º - Cada membro da banca examinadora terá o tempo de até trinta minutos para a arguição do trabalho apresentado. Art. 12 - O trabalho final de graduação será considerado aprovado se, pela média aritmética das três notas atribuídas pelos integrantes da banca, o resultado for igual ou superior a sete (7,0), cumpridos ainda os requisitos de frequência mínima à programação feita na disciplina. § 1º - A coordenação do curso, ou o órgão por ela designado, com a aprovação do respectivo colegiado, pode estabelecer critérios de avaliação a serem observados pela banca examinadora. § 2º - Devido às características próprias da disciplina Trabalho Final de Graduação II, a prestação de exame final não faz parte do processo de avaliação. 52 § 3º - Após o parecer da banca, o estudante cujo desempenho não atingir média sete (7,0) deverá, no semestre em curso, replanejar e reexecutar, em parte ou em sua totalidade, as atividades previstas no projeto de trabalho. § 4º - Cabe à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, definir o prazo e a forma para a reapresentação do trabalho, que será avaliado pelos mesmos integrantes da banca designada para a primeira avaliação. § 5º - O prazo, a ser definido pela coordenação do curso, observará as datas de encerramento do semestre letivo dispostas no calendário acadêmico. § 6º - O estudante que, após replanejar e reexecutar as atividades previstas no projeto de trabalho, não atingir média final igual ou superior a cinco (5,0), será considerado reprovado. Art. 13 - Em caso de plágio, desde que comprovado, o estudante estará sujeito ao regime disciplinar previsto no Regimento Geral. Parágrafo único - Constitui plágio o ato de assinar, reproduzir ou apresentar, como de autoria própria, partes ou a totalidade de obra intelectual de qualquer natureza (texto, música, pictórica, fotografia, audiovisual ou outra) de outrem, sem referir os créditos para o autor. Art. 14 - O horário da orientação, nas disciplinas de Trabalho Final de Graduação I e Trabalho Final de Graduação II, não pode coincidir com o horário das demais disciplinas em que o estudante está matriculado. § 1º - Cabe ao orientador e ao estudante, de comum acordo, definirem os horários destinados para orientação e desenvolvimento das atividades previstas no plano de ensino da disciplina. § 2º - Cabe à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, estabelecer critérios e formas de acompanhamento ou registro da frequência e das atividades desenvolvidas na disciplina. Art. 15 - Os direitos e deveres dos estudantes matriculados nas disciplinas de Trabalho Final de Graduação I e Trabalho Final de Graduação II, são os mesmos estabelecidos para as demais disciplinas, ressalvadas as disposições da presente normativa. Art. 16 - Os casos omissos são resolvidos pelo colegiado do curso, cabendo recurso aos colegiados superiores. Art. 17 - A presente resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogada a resolução 3/01, de 29 de março de 2001, e demais disposições em contrário. 53 Anexo 4 - Normas que disciplinam o funcionamento dos estágios O estágio se constitui numa atividade obrigatória que envolve 170 horas. Está distribuído em duas disciplinadas, conforme segue: - Estágio Curricular Supervisionado I: 68 horas - elaboração do projeto de estágio com orientação dos responsáveis pelos laboratórios de turismo: planejamento e gestão do turismo; sociologia do lazer e animação, turismo no meio rural; hospedagem e gastronomia; planejamento e organização de eventos, agenciamento de viagens e transportes, marketing turístico e laboratório de ensino, pesquisa e extensão do turismo; - Estágio Curricular Supervisionado II: 102 horas - desenvolvimento, em empresas estatais ou privadas, das atividades planejadas no Estágio Curricular Supervisionado I. Por meio dos estágios busca-se possibilitar aos estudantes vivências relacionadas ao mercado de trabalho, seja por meio de acordos ou convênios de estágio. Os estudantes são acompanhados por equipe docente nomeada para a supervisão de estágio (em caráter presencial ou via meio eletrônico, quando for o caso), considerando-se a disposições do regulamento de estágio curricular dos cursos de graduação. Regulamentação de estágio Considera-se campo de estágio, além de seus próprios órgãos, instituições estatais ou privadas que, mediante convênio ou acordo de cooperação, manifestem interesse em receber estagiários e apresentem condições para: - planejamento, desenvolvimento e avaliação cooperativa das atividades de estágio; - aprofundamento e produção de conhecimentos teóricos e práticos da respectiva área profissional do turismo; - vivência de situações reais de vida e de trabalho próprias da profissão; - efetivação de supervisão pela universidade; No que se refere à celebração de convênios ou acordos de cooperação com segmentos populares, respeita-se o § 3º do art. 6º, do decreto federal n. 87.497, de 18/08/82. O estágio curricular do curso de turismo tem a duração de 170 horas, distribuídas da seguinte forma: Semestre Disciplina Carga Horária 7º Estágio Curricular Supervisionado I 68 horas 8º Estágio Curricular Supervisionado II 102 horas Os estágios realizados em entidades conveniadas deverão estar apoiados em instrumentos jurídicos, celebrados entre o Cento Universitário Franciscano e o campo concedente de estágio em que estarão acordadas todas as condições de sua viabilização. Compreende-se por instrumentos jurídicos: convênios, acordos de cooperação e termo de compromisso. 1) Atribuições a) Da coordenação do estágio A coordenação do estágio ficará sob responsabilidade de um professor do curso, a ser designado especificamente para este cargo. São atribuições: 1) definir as políticas dos estágios, em consonância com os membros do colegiado; 2) elencar as áreas e instituições a serem programadas para os estágios; 54 3) contatar com as entidades ofertantes de estágio para análise das propostas e condições de campo, bem como fornecer informações sobre a celebração do instrumento jurídico; 4) encaminhar listagem com o local da empresa ou entidade concedente do estágio à assessoria da reitoria, para celebração dos instrumentos jurídicos; 5) encaminhar os estagiários aos respectivos orientadores e instituições acordadas; 6) avaliar permanentemente o roteiro de estágio do curso; 7) promover reuniões sistemáticas com o coordenador do curso e orientadores, para discussões de questões relativas ao desenvolvimento do estágio; 8) criar mecanismos operacionais que facilitem a condução do estágio com segurança e aproveitamento, bem como manter atualizado o sistema de documentação e cadastramento. b) Do orientador de estágio Entende-se por orientação de estágio o acompanhamento da execução das atividades específicas do estudante por um profissional da área. Esse profissional deverá ter formação ou experiência comprovada na área de concentração do estágio. São atribuições: 1) orientar o estagiário no planejamento e desenvolvimento das atividades de estágio; 2) possibilitar condições para a atuação do estagiário no local, conforme atribuições previstas no roteiro de estágio; 3) realizar, de acordo com a forma de orientação adotada, acompanhamento das práticas de estágio, no que se refere à atuação e desempenho do estagiário em conformidade com a proposta de estágio efetuada, ou ainda, propor mecanismos hábeis que permitam a orientação à distância; 4) orientar o estagiário em aspectos técnicos e éticos da profissão, por meio de realimentações contínuas, proporcionando-lhes gradativa independência; 5) orientar o estagiário na elaboração de relatórios de estágio; 6) orientar o desempenho do estagiário conforme seu projeto de estágio, desenvolvido na disciplina de Estágio I; 7) participar de reuniões previstas no plano de estágio do curso; 8) encaminhar à coordenação de estágio e ao colegiado sugestões, dificuldades e constatações; 9) discutir com o coordenador de estágio a atuação do estagiário; 10) encaminhar ao coordenador de estágio comprovantes relativos ao desempenho do estagiário e relatório final apresentado pelo estagiário. c) Do estagiário Considera-se estagiário o estudante matriculado nas disciplinas de Estágio Curricular Supervisionado I e II e com frequência regular ao curso. Cabe ao estudante estagiário: 1) apresentar-se ao local de estágio, com encaminhamento por escrito, do coordenador e orientador do estágio; 2) assinar o termo de compromisso em três vias. Uma via ficará com o estagiário, uma com a entidade e outra com a secretaria dos cursos; 3) elaborar e executar seu projeto de estágio juntamente com seu orientador; 4) cumprir a programação do projeto de estágio; 5) participar das atividades acadêmicas e/ou do campo programadas para o estágio; 6) observar as normas internas da entidade conveniada, conduzir-se pela ética profissional e atender o acompanhamento e avaliação de seu desempenho e aproveitamento; 7) comunicar ao orientador do estágio, em tempo hábil, as alterações que surgirem. 55 d) Da empresa/entidade Considera-se empresa/entidade credenciada, aquela devidamente conveniada com a universidade por meio de instrumento jurídico que deve: 1) atender ao plano de estágio do curso; 2) oportunizar o acompanhamento junto ao estudante pelo orientador na empresa/ entidade conveniada; 3) efetuar os registros pertinentes ao desempenho do estagiário nos instrumentos destinados à avaliação; 4) solicitar, sempre que necessário, o comparecimento do orientador do estágio; 5) informar à universidade, por meio do orientador, em tempo hábil, as alterações que surgirem. 2) Possibilidades preferenciais do campo de atuação profissional Conforme o campo de atuação profissional, o estudante poderá direcionar o projeto de estágio às seguintes áreas: - desenvolvimento de investigações teóricas e aplicadas nos campos das práticas turísticas; - planejamento e organização de eventos: desenvolvimento de atividades relativas à criação, planejamento, organização, execução e avaliação de eventos; - agenciamento de viagens e transportes: com ênfase na gestão administrativa, preferencialmente em operadoras em que o estudante possa participar da criação de roteiros turísticos ou onde exista departamento de receptivo, cuja área está alocada no marketing turístico, na qual o estudante possa desenvolver atividades relativas ao planejamento, execução e avaliação de projetos de marketing; - hospitalidade e gastronomia: especialmente nas áreas de marketing, comercialização, eventos, animação, entretenimento, lazer e atendimento ao cliente; - políticas públicas e desenvolvimento turístico: com ênfase em planos de desenvolvimento turístico municipal, participação em processo de planejamento, execução e avaliação de atividades efetuadas pelos órgãos oficiais de turismo ou organizações nãogovernamentais. Nesta área estão alocados também os temas pertinentes à sociologia do lazer e animação, que envolvem participação no processo de planejamento, organização, execução e avaliação de atividades de lazer e recreação e turismo no meio rural; bem como planejamento, execução e avaliação de projetos com vistas a infraestrutura, serviços e entretenimento. Observações: a) Para fins de realização dos estágios I, II o estudante deverá já ter cursado ou estar cursando as disciplinas que abordam a temática proposta para a prática escolhida; b) Os estágios poderão ser realizados em áreas distintas, desde que sejam desenvolvidos diferentes projetos para cada área. Relatório final O relatório final de estágio deve apresentar os resultados das atividades desenvolvidas. No relatório final o estudante deverá apresentar: projeto, descrição do campo de estágio, descrição da execução das atividades, diagnóstico e prognóstico, avaliação dos resultados fornecidos pelo campo de estágio e conclusão geral. O prazo de entrega do relatório é de trinta dias a contar da data do término do estágio. Os estudantes que realizarem o estágio no final do semestre letivo, devem obedecer ao prazo de entrega de dez dias antes do término do mesmo, a fim de que o professororientador possa dispor de tempo hábil para as devidas considerações, avaliação e entrega da nota final. 56 Sistema de avaliação Como parte integrante do currículo, o estágio requer avaliação e registro no histórico escolar do estudante como uma exigência para conclusão do curso. a) Da aprovação - Cumprir as exigências formais, como prazos de entrega de trabalhos, relatórios e presença durante a supervisão e seminários; - desenvolver e alcançar os objetivos das atividades propostas no plano de ação; - elaborar relatório final do estágio; - receber parecer dos relatórios de avaliação: da empresa/entidade e do supervisor de estágio. b) Da reprovação São determinantes para a reprovação do estudante, independentemente de seu desempenho: - abandono do seu local de estágio (empresa/entidade); - dispensa do estagiário pela empresa/entidade devido à infração de normas; - envolvimento, no local de estágio, em acontecimentos que possam denegrir a imagem da empresa/entidade e do curso; - o não cumprimento do cronograma de sessões de orientação ajustado com o orientador. 57 Anexo 5 - Normas que disciplinam o registro de atividades curriculares complementares Resolução n. 27/2007, de 30 de agosto de 2007, do Conselho Universitário Dispõe sobre o registro de atividades curriculares complementares nos cursos de graduação Art. 1 - O currículo pleno do curso de graduação é constituído por disciplinas obrigatórias e por atividades curriculares complementares. Art. 2 - As atividades curriculares complementares objetivam oferecer espaço, na dinâmica curricular, para conteúdos disciplinares, temas do cotidiano e para atividades teórico-práticas que, ligadas à atualidade e geradas pelo avanço do conhecimento em estudo, não tenham sido contemplados no currículo do curso. Art. 3 - As atividades curriculares complementares são mecanismos que concorrem para assegurar a atualização permanente e a flexibilidade curricular, preconizadas pelas diretrizes curriculares para o curso de graduação em Turismo. Art. 4 - A carga horária destinada às atividades curriculares complementares, definida no projeto pedagógico do curso, observa o disposto nas diretrizes curriculares nacionais. Parágrafo único - A total integralização da carga horária das atividades curriculares complementares é requisito para a colação de grau e obtenção do diploma. Art. 5 - As atividades curriculares complementares abrangem as atividades correspondentes à participação de cursos, congressos, seminários, palestras, jornadas, conferencias, simpósios, viagens de estudos, encontros, estágios não-obrigatórios, projetos de pesquisa ou extensão, atividades cientificas, artísticas, culturais, de integração ou qualificação profissional, monitoria, tutoria, publicação e apresentação de trabalhos, desde que estritamente vinculados aos conteúdos que o currículo do curso abrange, ou outras atividades definidas pelo colegiado do curso. Parágrafo único - Consideradas as especificidades do curso deTurismo, compete ao Colegiado definir a carga horária a ser atribuída a cada modalidade de atividade curricular complementar. Art. 6 - O registro de atividades complementares curriculares, referidas no caput do art. 5º desta resolução, deve ser solicitada pelo estudante, por meio eletrônico e mediante pagamento da taxa, no prazo estabelecido no calendário acadêmico. § 1º - Compete ao Colegiado estabelecer os critérios para determinar o número de créditos a serem atribuídos às atividades curriculares complementares. § 2º - Compete à coordenação do curso a análise das atividades requeridas pelo estudante e, se for o caso, a validação do registro. § 3º - Poderá ser requerido o registro para as atividades realizadas pelo estudante a partir do semestre de ingresso no respectivo curso no Centro Universitário Franciscano. Art. 7 - As atividades curriculares complementares não serão aproveitadas para a concessão de dispensa de disciplinas obrigatórias do currículo de vinculação do estudante. Art. 8 - Os casos omissos são resolvidos pelo Colegiado do curso. 58 Anexo 6 - Regimento do colegiado do curso Capítulo I Da natureza e da constituição do colegiado Art. 1 - O Colegiado de Curso é o órgão integrador e deliberativo do curso e tem a seguinte composição: I - o coordenador do curso, como seu presidente; II - três docentes do curso, eleitos por seus pares; III - um representante do corpo discente do curso, designado pelo respectivo diretório estudante. Parágrafo único - É de dois anos o mandato dos membros a que se refere o inciso II e de um ano, do representante a que se refere o inciso III. Capítulo II Da competência do colegiado Art. 2 - Compete ao Colegiado de Curso: I - propor iniciativas vinculadas à inovação do ensino, à atualização do curso/programa e à integração do mesmo com as demais atividades; II - apreciar e aprovar o plano de ação do curso para cada período letivo; III - apreciar e aprovar o projeto pedagógico do curso; IV - aprovar o regulamento do estágio curricular do curso; V - apreciar e propor ao Conselho de Área a alteração curricular do curso; VI - definir critérios para aproveitamento de estudos, adaptações e transferência de estudantes; VII - promover a autoavaliação e propor iniciativas de intervenção em vista do aperfeiçoamento do curso. Capítulo III Do presidente Art. 3 - O Colegiado de Curso será presidido pelo coordenador do curso e, na sua ausência ou impedimento, pelo docente mais antigo no magistério do Centro Universitário, com formação ou titulação na área específica. Art. 4 - Compete ao presidente, além de outras atribuições contidas neste regulamento: I - convocar reuniões ordinárias e extraordinárias; II - presidir os trabalhos do colegiado e organizar a pauta das sessões plenárias e a respectiva ordem do dia; III - orientar a distribuição de trabalhos e processos entre os membros do colegiado; IV - dirigir os trabalhos, conceder a palavra aos membros do colegiado e coordenar os debates e neles intervir para esclarecimentos; V - exercer, no colegiado, o direito de voto e, nos casos de empate, o voto de qualidade; VI - registrar em ata e comunicar as decisões, quando pertinente, ao colegiado de cursos da respectiva área ou aos órgãos de apoio da Instituição. VII - cumprir e fazer cumprir as decisões do colegiado; VIII - exercer a representação do colegiado. 59 Capítulo IV Das sessões Art. 5 - O Colegiado de Curso reunir-se-à por convocação do presidente, com a indicação precisa da matéria a tratar. Art. 6 - As sessões do Colegiado de Curso serão instaladas e só funcionarão com a presença de todos os membros, que é o número legal para deliberação e votação. Parágrafo único - Com a presença do número legal dos membros da banca e declarada aberta a sessão, proceder-se-á a discussão e votação da ata da sessão anterior, após passar-se-á à expediente ordem do dia e às comunicações. Art. 7 - A convocação para as sessões será feita com a assinatura do presidente por circular ou por correio eletrônico, com o recebimento acusado de 48 horas, contendo a pauta da sessão atual e da ata da última sessão. Capítulo V Dos atos do colegiado Art. 8 - As decisões do Colegiado de Curso tomarão forma de parecer. Art. 9 - As decisões do colegiado, sob a forma de parecer, serão assinadas pelo presidente. Art. 10 - Das decisões do Colegiado de Curso cabe recurso ao Conselho da Área respectiva, ressalvados os casos de estrita arguição de ilegalidade, que podem ser encaminhadas ao Conselho Universitário. Capítulo VI Das disposições gerais Art. 11 - Os casos omissos serão resolvidos pelo colegiado sob a forma de parecer interno. Art. 12 - o presente regulamento poderá ser reformado, total ou parcialmente, pelo voto favorável da maioria absoluta dos membros do colegiado. 60 Anexo 7 - Regulamento dos laboratórios Como suporte para os eixos de ensino, pesquisa e extensão, o curso possui os seguintes saboratórios: 1) Laboratório de Planejamento Público e Gestão do Turismo: tem como principal objetivo a construção da relação teórico-prática, do planejamento e da gestão pública. Com a função integradora entre a academia, comunidade e governos. A unidade visa a contribuir com o desenvolvimento turístico local e regional. 2) Laboratório de Lazer e Organização de Eventos: esse espaço objetiva fomentar o setor na criação de eventos, estimular e capacitar os estudantes para o trabalho em eventos promovidos pela instituição, além de prestar serviços à comunidade e ao mercado externo. 3) Laboratório de Hospitalidade e Gastronomia: centra-se no planejamento e gestão de hospedagem e alimentação. 4) Laboratório de Agenciamento de Viagens - Agência escola: tem como proposta inserir o discente na realidade do mercado turístico, a partir de vivências das práticas diárias de uma agência de viagens. 5) Laboratório de Ensino, Pesquisa e Extensão: tem como função realizar e promover investigações teóricas e aplicadas nos campos das práticas turísticas. 1) Laboratório de Planejamento Público e Gestão do Turismo O Laboratório ancorado no Projeto Pedagógico do Curso de Turismo tem como objetivo a construção da relação teórico-prática no planejamento de políticas de turismo com os discentes do curso, bem como visa a contribuir com o desenvolvimento turístico local e regional. Parte geral Art. 1º - Esse regulamento dispõe sobre a estrutura administrativa, acadêmica e o modo de funcionamento dos laboratórios do curso de Turismo. Parágrafo único - Esta unidade está subordinada à coordenação do curso de Turismo. Art. 2º - O responsável pelo laboratório é encarregado da orientação, supervisão e avaliação das práticas relacionadas às políticas de turismo e planejamento público do turismo dos estudantes do curso, no desempenho das disciplinas de: I - Estágio Curricular Supervisionado I e II: o estudante pode realizar o estágio de forma isolada, cumprindo 68 horas ou de forma agrupada com 170 horas, conforme determinação da coordenação dos estágios do curso de turismo; § 1º - Os estágios curriculares realizados na unidade estarão subordinados ao regimento de estágio do curso de Turismo; II - Planejamento e organização do turismo: nas atividades supervisionadas pelo docente responsável; III - Políticas públicas de turismo: nas atividades supervisionadas pelo docente responsável; IV - Demais disciplinas: que possibilitem uma integração que objetive o desenvolvimento turístico local e regional, supervisionadas pelos docentes responsáveis. § 2º - Serão permitidos estágios de natureza não-obrigatória ou voluntária, com a possibilidade de validação como horas de ACC em um total de 102 horas. Art. 3º - O estudante realizará na unidade um estágio eminentemente de natureza prática, com acompanhamento didático-pedagógico. Esse estágio pressupõe as seguintes atividades: I - elaborar e auxiliar no desenvolvimento de planos, projetos e programas locais e regionais; 61 II - elaborar e aplicar instrumentos e ferramentas de planejamento que auxiliem no mapeamento do espaço turístico (natural, sóciocultural, econômico e político); III - elaborar e auxiliar na execução de programas e projetos de educação para o turismo em municípios, no que tange à sensibilização, articulação e mobilização da comunidade; IV - auxiliar e propor a formatação de produtos turísticos que visem ao desenvolvimento turístico local e regional; V - participar e auxiliar a constituição de conselhos e associações municipais que atuem no turismo; VI - levantar dados em municípios pesquisados (mapas turísticos, publicações técnicas, publicações promocionais: roteiros, guias, folders; publicações informativas: guias de hoteis, restaurantes; matérias para veículos de comunicação: jornais, revistas; dossiês de informações dos postos de informações turísticas); e em acervos públicos e particulares; VII - preencher os relatórios das saídas de campo; VII - compor um registro fotográfico das saídas de campo. Art. 4º - As atividades da unidade devem estar sempre articuladas com as do ensino de graduação, da pesquisa e da extensão universitária. Art. 5º - O objetivo geral deste laboratório é concretizar o projeto político pedagógico do curso, no que se refere à estruturação dos laboratórios de formação profissional. Art. 6º - Os objetivos específicos são: I - integrar o curso de Turismo com os municípios, governos de Estado e órgãos federais; II - contribuir na construção de programas, planos e projetos turísticos que visem ao desenvolvimento turístico local e regional; II - mapear os espaços turísticos natural, social, cultural, econômico, político, local e regional; III - fomentar a educação para o turismo local e regional em parceria com os municípios; IV - oferecer um espaço para o desenvolvimento de ações de integração entre as disciplinas oferecidas no curso de turismo que visem ao desenvolvimento turístico. Art. 7º - O laboratório tem a seguinte estrutura administrativo-pedagógica: I - um professor coordenador responsável pelas disciplinas de Planejamento e Organização do Turismo, Políticas Públicas e Desenvolvimento Turístico; II - professores que responderão por disciplinas afins e que apresentem interesse de integrar-se no desenvolvimento de programas, planos e projetos de desenvolvimento turístico; III - monitor; VI - estudantes matriculados nas disciplinas de estágio e demais estudantes do curso de Turismo; IX - estudante voluntário. Art. 8º - São atribuições do coordenador: I - dirigir, orientar e coordenar as atividades do laboratório no que se refere às atividades pedagógicas; II - assessorar a coordenação do curso de Turismo nos assuntos atinentes a unidade; III - apresentar à coordenação do curso de Turismo e coordenação de estágios planos específicos de trabalho, bem como relatório das atividades semestrais desenvolvidas; IV - responder pela unidade ante a coordenação do curso de Turismo, a direção de área e a reitoria; V - gestionar perante a coordenação do curso e outros setores da Unifra com o objetivo de satisfazer interesses e necessidades da unidade; 62 VI - elaborar estudos, com vistas ao aperfeiçoamento, à dinamização e à racionalização das atividades para a melhoria e eficiência dos trabalhos desenvolvidos na unidade aturística; VII - assinar as correspondências, certidões e declarações referentes aos estágios; VIII - sugerir a criação e modificação de formulários da unidade turística; IX - propor projetos de trabalho interdisciplinares a serem desenvolvidos pela unidade, conjuntamente com cursos da Unifra ou de outra instituição. X - assinar as correspondências, certidões e declarações referentes aos estágios, sob autorização do coordenador da unidade. Art. 9º - São atribuições dos monitores: I - desenvolver as atividades determinadas pelo professor responsável pela monitoria; II - assessorar nas tarefas desenvolvidas no laboratório; III - assessorar os professores de estágio, bem como, os estudantes estagiários no exercício de suas atividades. Parágrafo único - Os monitores serão selecionados mediante edital e desenvolverão atividades sob a orientação de um professor. Art. 10 - São considerados estagiários todos os estudantes matriculados nas disciplinas de Estágio Curricular Supervisionado I e II. Aos estudantes estagiários compete, principalmente: I - realizar atividades propostas pelo professor orientador; II - cumprir seus horários junto à unidade e assinar a folha de controle de horários; III - entregar, ao final do semestre letivo, relatório no qual devem descrever detalhadamente todas as atividades realizadas durante o período respectivo e efetuar uma autoavaliação de seu desempenho; IV - agir de acordo com a ética profissional e zelar pelo nome da unidade, bem como do curso de Turismo; V - cumprir este regulamento e as demais determinações legais referentes ao estágio. Art. 11 - São considerados estagiários voluntários, todos os estudantes que participarem do processo de seleção regido por Edital. A eles compete, principalmente: I - realizar atividades propostas pelo orientador; II - cumprir seus horários junto ao laboratório e assinar folha de controle de horários; Art. 12 - Todo material do laboratório será registrado em documento, com data e procedência para controle. Art. 13 - Os materiais da unidade são de livre acesso aos docentes e discentes dentro das dependências da Unifra; Art. 14 - É vedado o empréstimo de livros, revistas e material de trabalho sob pena prevista no artigo 17º deste Regimento. Art. 15 - O descumprimento de qualquer artigo deste Regimento tem como pena os seguintes itens/ critérios: - 1º acontecimento: aviso verbal; - 2º acontecimento: aviso por escrito; - 3º acontecimento: encaminhamento para a coordenação do curso com indicação de suspensão temporária. - 4º acontecimento: encaminhamento para a coordenação do curso com indicação de suspensão. Art. 16 - Compete ao responsável pelo laboratório dirimir as dúvidas referentes à interpretação desse regulamento, bem como suprir as suas lacunas e expedir os atos complementares que se fizerem necessários, desde que previamente aprovados pela coordenação do curso. 63 2) Laboratório de Lazer e Organização de Eventos Esse laboratório foi concebido dentro da perspectiva de valorizar o lazer como expressão do tempo livre das comunidades. Vincula o lazer a eventos no espaço da produção turística. Tem por finalidade apoiar, estimular e capacitar os estudantes do curso de Turismo, criar condições permanentes para a participação nos eventos das diversas áreas do conhecimento e nas múltiplas expressões culturais e esportivas, bem como constitui-se em espaço para qualificar, assessorar, acompanhar e avaliar a realização dos eventos promovidos pela instituição. Ações de apoio a eventos institucionais internos: - assessorar a promoção e realização dos eventos internos e externos nos quais a Unifra tenha participação institucional; - qualificar os eventos por meio da assessoria técnica prestada pela coordenação do laboratório e estudantes em estágios curriculares; - analisar e dar parecer técnico aos projetos de eventos; - exercer o monitoramento e a avaliação dos eventos; - estimular a formação de equipes para o desenvolvimento de eventos multidisciplinares; - treinar as equipes prestadoras de serviços em recepção de eventos, de outros cursos, junto aos promotores dos eventos internos da instituição; - prestar serviços de planejamento de eventos para os cursos da Unifra conforme demanda. - controlar a participação e carga horária dos estudantes do curso de Turismo que prestarem serviços em eventos. 3) Laboratório de Agenciamento de Viagens e Transportes - Agência Escola O Laboratório de Agenciamento de Viagens e Transportes - Agência Escola - tem como finalidade inserir o estudante na realidade do mercado turístico a partir de vivências das práticas diárias de uma agência de viagens. Art. 1º - Este regulamento dispõe sobre a estrutura administrativa, acadêmica e o modo de funcionamento do Laboratório de Agenciamento de Viagens e Transportes Agência Escola - do curso de Turismo, do Centro Universitário Franciscano. Parágrafo único - A Unifra Turismo - Agência Escola é vinculada ao curso de Turismo e subordinada à coordenação do curso. Art. 2º - A Unifra Turismo - Agência Escola é encarregada pela orientação, supervisão e avaliação das práticas do setor de agenciamento de viagens e transporte dos estudantes do curso de Turismo, no desempenho das disciplinas de: a) Estágio Curricular Supervisionado I e II: o estudante poderá realizar o estágio de forma isolada, cumprindo 68 horas (Estágio I), ou 102 horas (Estágio II). Pode também cumprir o estágio de forma agrupada, cumprindo 170 horas conforme determinação da coordenação dos estágios do curso de Turismo. Parágrafo único: os estágios curriculares realizados na unidade estarão subordinados ao regimento de estágio do curso de Turismo da Unifra. b) Agenciamento de Viagens I e II: o estudante realizará atividades supervisionadas pelo docente responsável, num total de 34 horas e será encaminhado ao laboratório para a realização de simulações da realidade do mercado turístico. Parágrafo único: também serão permitidos estágios voluntários com a possibilidade de validação como horas de ACC num total de102 horas. Art. 3º - O estudante realizará, na unidade de Agenciamento, estágio de natureza eminentemente prática, com acompanhamento didático-pedagógico, com vistas a participar de situações de aprendizagem nos seguintes setores: 64 - Comercial: entende-se como setor comercial o responsável pela promoção, divulgação dos produtos oferecidos pelo núcleo, bem como pela captação de clientes e vendas. - Operacional: é o setor operacional responsável pela formatação e ordenação dos produtos oferecidos pela unidade, bem como pela operacionalização de reservas e outros. - Administrativo: é o responsável pela organização e gestão, bem como controles financeiros. Art. 4º - As atividades da unidade deverão estar sempre articuladas com as do ensino de graduação, da pesquisa e da extensão universitária e são o meio de concretizar o projeto pedagógico do curso, no que se refere à estruturação de laboratórios de formação profissional. Art. 5º - Os objetivos específicos da unidade são: I - construir a relação teórico-prática no setor de agenciamento de viagens e transportes; II - oferecer um espaço para o desenvolvimento de ações de integração entre as disciplinas oferecidas no curso de turismo; III - aproximar os públicos internos por meio da oferta de produtos (roteiros, pacotes e excurções); IV - oferecer produtos turísticos aos públicos externos para gerar receita e viabilizar economicamente a empresa; V - estimular os estudantes da Unifra na participação e promoção de intercâmbios nacionais e internacionais, para viabilização dos programas; VI - contribuir para o desenvolvimento sustentável do turismo em Santa Maria e região; VII - contribuir para a formação de profissionais que desenvolvam as práticas mercadológicas e as comerciais a partir dos paradigmas da sustentabilidade econômica, ambiental e sociocultural. Art. 6º - Serão oferecidas as seguintes modalidades de estágio: - Estágio Curricular Supervisionado I e II e estágio voluntário. Art. 7º - As atividades da unidade devem estar sempre articuladas com as do ensino de graduação, da pesquisa e da extensão universitária. Art. 8º - A Unifra Turismo - Agência Escola é formatada a partir da parceria da Unifra com terceiros, denominada neste documento como empresa. Parágrafo único: a parceria é regida e amparada por protocolo de intenções e contrato submetido ao gabinete do reitor e à Assessoria Jurídica. Art. 9º - Os serviços ofertados pela unidade serão de responsabilidade da empresa, assim como o pagamento e recebimento de valores. Parágrafo único: os serviços da unidade e a proposta de formatação encontram-se no projeto da unidade. Art. 10 - Todas as reservas, vendas e serviços prestados pela unidade serão assinados pelos membros do grupo gestor, registrado e denominado no artigo 23º deste regimento. Art. 11 - É vetado ao estagiário/estudante efetuar qualquer contato, apresentação, venda ou atividade que esteja relacionada à unidade sem a prévia autorização por escrito de um dos membros do grupo gestor. O descumprimento do artigo caracterizará expulsão do estudante da unidade e do estágio. Art. 12 - A unidade de agenciamento está subordinada à coordenação do curso de Turismo. 65 Art. 13 - A estrutura de gestão da empresa está formatada da seguinte forma: I - Conselho curador: responsável pela supervisão da gestão do núcleo, bem como das parcerias estabelecidas. Composto por: - Reitora da Unifra - presidente do conselho; - Pró-Reitora de Administração; - diretora da Área de Ciências Sociais. II - Conselho consultivo: responsável pelo assessoramento e supervisão do grupo gestor. Presidente: coordenadora do curso de Turismo. Vice-Presidente: coordenadora adjunta do curso de Turismo. III - Grupo gestor: responsável por administrar, organizar, supervisionar e coordenar o núcleo em todas suas atividades. Composto pela coordenadora do laboratório. Parágrafo único: os assessoramentos jurídicos, contábeis, entre outros, serão de responsabilidade da empresa. Art. 14 - O laboratório terá a seguinte estrutura administrativo-pedagógica: I - um professor coordenador responsável pela disciplina de Agenciamento de Viagens e Transporte; II - um professor coordenador responsável pela disciplina de Roteirização de Destinos Turísticos, para responder pela estrutura do setor de operações; III - professores que respondam por disciplinas afins, que tenham interesse de supervisionar estágios na agência, conforme determinado no projeto do núcleo; IV - gerentes executivos, componentes da empresa; V - monitor; VI - estudantes matriculados nas disciplinas de estágio e demais estudantes do curso de turismo; VII - estudantes voluntários. Art. 15 - Das atribuições do coordenador: I - dirigir, orientar e coordenar as atividades do laboratório no que refere-se a atividades pedagógicas; II - assessorar a coordenação do curso de turismo nos assuntos atinentes à unidade; III - apresentar à coordenação do curso de turismo e coordenação de estágios planos específicos de trabalho, bem como relatório das atividades semestrais desenvolvidas; IV - responder pelo laboratório ante a coordenação do curso de turismo, a direção de área e a Reitoria; V - elaborar estudos com vistas ao aperfeiçoamento, à dinamização e à racionalização das atividades para a melhoria e eficiência dos trabalhos desenvolvidos na unidade; VI - assinar as correspondências, certidões e declarações referentes aos estágios; VII - propor a criação e modificação dos formulários da unidade; VIII - propor projetos de trabalho interdisciplinar a serem desenvolvidos pela unidade conjuntamente com cursos da Unifra ou de outra instituição; IX - coordenar e supervisionar todas as atividades de estágio na forma desse regulamento; Art. 16 - São atribuições dos gerentes executivos: I - assessorar o coordenador em todas as suas atribuições; II - apresentar ao coordenador do laboratório, planos específicos de trabalho, bem como relatório das atividades semestrais desenvolvidas; III - gestionar perante a coordenação do laboratório para satisfazer interesses e necessidades do mesmo; IV - supervisionar o trabalho desenvolvido pelos estudantes e estagiários; V - propor modificações nesse regulamento; VI - assinar as correspondências, certidões e declarações referentes aos estágios, sob autorização do coordenador da unidade; VII - propor a criação e modificações dos formulários da unidade; 66 VIII - propor projetos de trabalho interdisciplinar a serem desenvolvidos no laboratório conjuntamente com cursos da Unifra ou de outra instituição; IX - substituir o coordenador da unidade, conforme necessidade; X - administrar as atividades da unidade juntamente com a coordenação. Art. 17 - São atribuições dos monitores: I - desenvolver as atividades determinadas pelo professor responsável pela monitoria; II - assessorar nas tarefas desenvolvidas; III - assessorar os professores de estágio, bem como, os estudantes estagiários no exercício de suas atividades. Parágrafo único: os monitores serão selecionados mediante edital, desenvolverão atividades sob a orientação de um professor e podem ser remunerados ou voluntários. Art. 18 - São considerados estagiários todos os estudantes matriculados nas disciplinas de Estágio Curricular Supervisionado I e II. Compete-lhes, principalmente: I - realizar atividades propostas pelo professor orientador; II - cumprir seus horários junto à unidade e assinar a folha de controle de horários; III - entregar, ao final do semestre letivo, relatório com descrição detalhada de todas as atividades realizadas durante o período respectivo e efetuar uma autoavaliação de seu desempenho; IV - agir de acordo com a ética profissional e zelar pelo nome da unidade, bem como do curso de turismo; V - cumprir este regulamento e as demais determinações legais referentes ao estágio. Art. 19 - São considerados estagiários voluntários todos os estudantes que participarem do processo de seleção regido por edital. Compete-lhes, principalmente: I - realizar atividades propostas pelo orientador; II - cumprir seus horários junto à unidade e assinar folha de controle de horários; III - entregar, ao final do período do estágio, relatório com descrição detalhada de todas as atividades realizadas durante o período respectivo e efetuar uma autoavaliação de seu desempenho; IV - agir de acordo com a ética profissional e zelar pelo nome da unidade, bem como do curso de Turismo; V - cumprir este regulamento e as demais determinações legais referentes ao estágio. Art. 20 - Todo material do laboratório será registrado em documento, com data e procedência para controle. Art. 21 - Os materiais do laboratório são de livre acesso aos docentes e discentes dentro das dependênciasda unidade. Art. 22 - É vedado o empréstimo de livros, revistas e material de trabalho sob penas previstas no artigo 23 deste regimento. Art. 23 - O descumprimento de qualquer artigo deste regimento tem como pena os seguintes itens/critérios: - 1º acontecimento: aviso verbal; - 2º acontecimento: aviso por escrito; - 3º acontecimento: encaminhamento para conselho consultivo com indicação de suspensão temporária; - 4º acontecimento: encaminhamento para conselho consultivo com indicação de suspensão. Parágrafo único: com exceção das determinações previstas no artigo 11, que prevê a indicação de suspensão definitiva, após o encaminhamento e aceite do Conselho Consultivo. 67 Art. 24 - Compete a Unifra Turismo - Agência Escola dirimir as dúvidas referentes à interpretação desse regulamento, bem como, suprir as suas lacunas, expedindo os atos complementares que se fizerem necessários, desde que previamente aprovados pelo Conselho da Unidade. 4) Laboratório de Ensino, Pesquisa e Extensão do Turismo O Laboratório de Ensino, Pesquisa e Extensão do Turismo - Lepetur - é responsável pela coordenação e supervisão das pesquisas desenvolvidas no curso de Turismo. Art. 1º - Esse regulamento dispõe sobre a estrutura administrativa, acadêmica e o modo de funcionamento do Laboratório de Ensino, Pesquisa e Extensão do Turismo, do curso de Turismo do Centro Universitário Franciscano. Art. 2º - O Lepetur é um órgão subordinado à coordenação do curso de Turismo. O Laboratório em por objetivo geral desenvolver a pesquisa aplicada e teórica no campo de conhecimento e das práticas turísticas a envolver, necessariamente, o ensino e a extensão. Art. 3º - Os objetivos específicos do Lepetur são: I - debater e propor as políticas de pesquisa, extensão e ensino do curso de Turismo; II - coordenar a integração das atividades das diversas áreas da pesquisa, extensão e ensino do curso; III - incentivar os estudantes do curso de Turismo à prática da investigação e à produção do conhecimento; IV - articular contatos com fontes financiadoras, tendo em vista o desenvolvimento de projetos de pesquisa, extensão e ensino; V - articular contatos com instituições de ensino superior para a realização de projetos de pesquisa interinstitucionais conveniados ou consorciados; VI - promover e coordenar o intercâmbio com instituições congêneres para a realização conjunta de projetos de pesquisa; VII - conceber e viabilizar a realização de eventos na área do turismo; VIII - promover a coleta sistemática e permanente de dados para subsidiar a pesquisa, o ensino e a extensão do fenômeno turístico; IX - manter o registro atualizado das atividades de pesquisa, de ensino e de extensão; X - promover, por meio do comitê editorial e de publicações, a divulgação dos trabalhos de pesquisa do Lepetur; XI - manter um banco de projetos de pesquisa e de produção acadêmica do corpo docente e discente do curso de turismo; XII - prestar assessoria acerca de assuntos relacionados à pesquisa e à divulgação cientifica. Art. 4º - O Lepetur estrutura e organiza as linhas norteadoras da pesquisa e da extensão que são: turismo; cultura, espaço e turismo, planificação e gestão. Parágrafo único: As linhas de pesquisa da unidade devem, necessariamente, estar articuladas com o ensino da graduação, da especialização e com a extensão universitária. Art. 5º - O Lepetur é responsável pela coordenação e supervisão das atividades de pesquisa. Parágrafo único: os relatórios técnicos e financeiros de projetos subsidiados por instituições ficam sob a responsabilidade do professor pesquisador do Lepetur. Art. 6º - A estrutura da gestão do Lepetur tem a seguinte formação: I - Conselho consultivo: responsável pelo assessoramento e supervisão do núcleo: presidente: coordenadora do curso de turismo; vice-presidente: coordenadora adjunta do curso de turismo. 68 II - Gestor: é responsável por administrar, organizar, supervisionar e coordenar o núcleo de atividades em todas as suas atividades. Art. 7º - A estrutura administrativo-pedagógica do Lepetur tem a seguinte formação: I - coordenação científico-pedagógica; II - coordenação administrativa; III - professores pesquisadores; IV - estudantes nas condições de estagiário, de monitor ou de bolsista do professor pesquisador. Art. 8º - São atribuições do coordenador científico-pedagógico: I - dirigir, orientar e coordenar as atividades do Lepetur; II - assessorar a coordenação do curso de Turismo nos assuntos relacionados ao laboratório; III - responder pelo laboratório ante a coordenação do curso de Turismo, a direção de área e a reitoria; IV - propor projetos de trabalho interdisciplinar que possam ser desenvolvidos conjuntamente com profissionais de outros cursos da Unifra ou de outra instituição; Art. 9º - São atribuições do coordenador administrativo: I - administrar e secretariar as atividades do laboratório; II - assinar as correspondências, certidões e declarações referentes aos estágios; III - propor a criação e modificação dos formulários do laboratório; IV - substituir o coordenador do laboratório, conforme necessidade; Art. 10 - São atribuições do professor pesquisador: I - vincular-se ao laboratório com projetos de investigação dirigida a uma ou mais linhas de pesquisa; II - responsabilizar-se técnica e financeiramente pela execução de seu projeto com apresentação de relatórios; III - responsabilizar-se pelos estudantes bolsistas; IV - realizar relatório conclusivo da pesquisa, por meio de uma produção escrita em formato de artigo. Art. 11 - São atribuições dos estudantes monitores, estagiários e bolsistas; I - realizar atividades propostas pelo coordenador ou professor pesquisador; II - cumprir seus horários junto ao laboratório e assinar a folha de controle de horários; III - entregar, ao final do semestre letivo, relatório em que descreva detalhadamente todas as atividades realizadas durante o período e efetuar uma autoavaliação de seu desempenho; IV - agir de acordo com a ética profissional; V - cumprir este regulamento e as demais determinações legais referentes ao estágio. Art. 12 - Todo material do laboratório será registrado em documento, com data e procedência para controle. Art. 13 - Os materiais do laboratório são de livre acesso dos docentes e estudantes nas dependências do setor. Art. 14 - É vedado o empréstimo de livros, revistas e material de trabalho. Art. 15 - Compete ao responsável pelo Laboratório de Ensino, Pesquisa e Extensão, dirimir as dúvidas referentes à interpretação desse regulamento, bem como suprir as suas lacunas, expedindo os atos complementares que se fizerem necessários, desde que previamente aprovados pelo Colegiado do Curso. 69 Anexo 8 - Projeto de autoavaliação 1) Apresentação O projeto de autoavaliação do curso de Turismo visa à realização de uma análise e reflexão sobre as práticas pedagógicas e administrativas efetivadas no curso. A adequada implementação de um processo de avaliação poderá fornecer à comunidade acadêmica subsídios para que as fragilidades sejam detectadas e solucionadas, a fim de manter o constante equilíbrio do curso. O curso de Turismo apresenta uma proposta pedagógica centrada numa filosofia humanística, que conjuga teoria e prática para construir conhecimentos voltados para a realidade social, política e cultural. Estimula a criatividade e desenvolvimento do senso crítico e reflexivo dos estudantes para a melhor inserção dos futuros profissionais no mercado de trabalho. Todas as atividades administrativas e pedagógicas são desenvolvidas numa relação de apoio, conjugadas de tal forma que não ocorram dissonâncias entre os diferentes setores da Instituição. Desta maneira, o curso de Turismo procura seguir o que consta nas ações previstas no Plano de Desenvolvimento Institucional, no Plano de Ação e em todas as atividades explicitadas no Projeto Pedagógico do Curso. Desta forma, convém a autoavaliação sistemática do curso, no sentido de constatar as potencialidades e fragilidades, com a intenção de desencadear ações indispensáveis ao processo educativo. Sendo assim, o processo de autoavaliação do curso torna-se necessário à fundamentação e aperfeiçoamento de metas e objetivos, que apontam caminhos para sua qualificação. 2) Concepção A autoavaliação é uma dinâmica que permite a todos os atores controle e subsídio a eventuais fragilidades detectadas no decorrer do processo de desenvolvimento do projeto pedagógico. No contexto da complexidade do ensino do fenômeno turístico e no formato da participação, a ação da autoavaliação, na sua busca pela eficácia, integra e articula a construção do conhecimento científico, o mundo das técnicas e do saber fazer turístico. O projeto de autoavaliação do curso de Turismo apoia-se nas políticas emanadas das PróReitorias, da Comissão Própria de Avaliação, da direção de área e de outros órgãos institucionais. Também será considerada a inter-relação entre o projeto pedagógico do curso e suas práticas com as políticas institucionais e com as diretrizes curriculares nacionais. A autoavaliação apresenta-se, portanto como um processo que possibilita conhecer as potencialidades e as fragilidades do curso, com o objetivo de buscar permanentemente sua qualidade. Deste modo, a autoavaliação constitui-se como um processo pedagógico, contínuo, permanente, legítimo e intrínseco ao fazer universitário, tendo em vista a promoção de uma constante melhoria nos aspectos científicos, acadêmicos, tecnológicos e administrativos. 3) Justificativa A autoavaliação do curso de Turismo apresenta-se como um processo contínuo aliado às suas práticas para melhor alcançar a qualidade educativa. Todo esse processo busca fortalecer a qualidade de um bom ensino em consonância com o plano de desenvolvimento institucional e com as diretrizes curriculares nacionais, tanto do ponto de vista de sua organização como de sua gestão. Essa está pautada pelos princípios 70 expressos na missão da Instituição, na autonomia e comprometimento com a qualidade do ensino que se quer. Assim sendo, o Projeto de Autoavaliação é um documento em que estão presentes todas as informações, significados, e as ações que são articuladas na busca de uma sólida formação educativa, sendo, portanto, um documento norteador de toda a ação pedagógica. 4) Objetivos - acompanhar e dar suporte à evolução das ações pedagógicas, garantindo a flexibilidade curricular estruturada para acompanhar, permanentemente, as demandas da sociedade; - desenvolver, de forma permanente e contínua, a autoavaliação do curso, com vistas ao aprimoramento do ensino, pesquisa, extensão e gestão; - avaliar a qualidade acadêmica, a fim de sanar lacunas na ação pedagógica e propor alternativas de solução; - buscar o aprimoramento dos membros da comunidade acadêmica com o estabelecimento de mecanismos institucionalizados; - oportunizar um processo de autoavaliação contínuo, criativo e renovador de análise e síntese de todas as ações desenvolvidas no processo pedagógico. 5) Metodologia A seguir estão apresentados os aspectos metodológicos com relação ao processo de autoavaliação, no que se refere aos instrumentos e procedimentos de coleta de dados. Os instrumentos a serem utilizados no processo de autoavaliação são: questionários, entrevistas com estudantes e professores, depoimentos de professores, estudantes e equipe técnico-administrativa e reuniões conjuntas. Procedimentos de coleta de dados: Para utilização dos instrumentos de coleta de dados já citados, serão realizados os seguintes procedimentos: a) Questionários aplicados à: - estudantes do curso para avaliação do desempenho dos professores em sala de aula; - estudantes concluintes de estágios e TFG’s, a fim de avaliar a atuação dos professores como orientadores; - estudantes formandos para avaliação geral do curso e da Instituição; - empresas que recebem estagiários do curso, para avaliação do desempenho do estudante como estagiário e do curso como gestor dos estágios; b) Entrevistas não-estruturadas: serão realizadas por meio de diálogos com estudantes, professores e técnicos administrativos. Sabe-se que o diálogo, embora não se caracterize como um processo estruturado de entrevistas, é uma fonte importante de informações em qualquer âmbito gerencial e não pode ser desprezado como instrumento auxiliar, na busca de subsídios que reforcem o processo de avaliação. c) Depoimentos de professores em reuniões para a avaliação conjunta de pontos específicos, que envolvem os três principais segmentos: corpo docente, discente e técnicoadministrativo. d) Reuniões com professores para avaliação do curso: serão reunidos os professores das disciplinas por semestre, para, em conjunto, avaliarem cada semestre do curso, com o objetivo de que todos conheçam a visão de cada colega sobre a mesma turma. Nessas reuniões também são utilizados instrumentos de coleta de dados, elaborados especialmente para este fim, com vistas a obter informações sobre os seguintes itens: consulta à bibliografia; realização trabalhos; solução de dúvidas em sala de aula; frequência às aulas; pontualidade; respeito ao professor e aos colegas; interesse; motivação; relação teoria versus prática. 71 e) Reuniões pedagógicas do curso, com todos os professores, com o propósito de realizar o acompanhamento e monitoramento das atividades desenvolvidas durante o semestre, bem como propiciar correções que se façam necessárias no decorrer do ano. Nessas reuniões serão analisados os resultados do Enade e de avaliações externas. Para constatar evidências do desempenho do curso nas dimensões estabelecidas pelo Sinaes, as ações de autoavaliação estarão centradas nos seguintes indicadores: - articulação da gestão do curso com a gestão institucional; - implementação das políticas institucionais constantes no PPI e no PDI no âmbito do curso; - coerência do currículo com os objetivos do curso e com as diretrizes curriculares nacionais; - adequação da metodologia de ensino à concepção do curso; - inter-relação das unidades de estudo na concepção e execução do currículo; - coerência dos recursos materiais específicos dos cursos com a proposta curricular; - estratégias de flexibilização curricular; - avaliação dos processos de ensino e aprendizagem com a concepção do curso; - articulação da autoavaliação do curso com a autoavaliação institucional; - implementação das políticas de capacitação no âmbito do curso. 72