Turismo
~ projeto pedagógico ~
1
Projeto pedagógico do
curso de Turismo
~ 2012 ~
2
Sumário
1) Dados gerais ....................................................................... 4
2) Histórico do curso ............................................................... 4
3) Organização institucional ................................................... 4
4) Concepção do curso .......................................................... 7
5) Objetivo geral ..................................................................... 8
6) Objetivos específicos ......................................................... 8
7) Competências e habilidades .............................................. 8
8) Áreas de atuação ............................................................... 9
9) Perfil do egresso ................................................................ 10
10) Dinâmica curricular ............................................................ 10
11) Distribuição das disciplinas por semestre e carga
horária ............................................................................... 11
12) Esclarecimentos acerca da dinâmica curricular ................ 13
13) Metodologias de ensino ..................................................... 15
14) Critérios de avaliação ........................................................ 16
15) Gestão acadêmico-administrativa ...................................... 17
16) Processo de autoavaliação ................................................ 18
17) Responsabilidade social .................................................... 19
18) Programas de atenção aos estudantes ............................. 20
19) Anexos ..............................................................................
Anexo 1 - Ementas e bibliografias .....................................
Anexo 2 - Infraestrutura ....................................................
Anexo 3 - Normas que disciplinam o trabalho final
de graduação ....................................................
Anexo 4 - Normas que disciplinam o
funcionamento dos estágios .............................
Anexo 5 - Normas que disciplinam o registro de
atividades curriculares complementares ...........
Anexo 6 - Regulamento do Colegiado do Curso ...............
Anexo 7 - Regulamento dos laboratórios ..........................
Anexo 8 - Projeto de autoavaliação ..................................
22
22
49
50
53
57
58
60
69
3
1) Dados gerais
Denominação
Nível
Modalidade
Titulação conferida
Duração
Tempo mínimo de integralização
Tempo máximo de integralização
Carga horária
Regime escolar
Formas de ingresso
Número de vagas anuais
Turno de funcionamento
Situação legal
Início do funcionamento
Turismo
Graduação
Presencial
Bacharel em turismo
7 semestres
6 semestres
14 semestres
2.890h
Crédito - semestral
Vestibular, transferência, reabertura de
matrícula e reopção de curso
40
Noite
Reconhecido pela portaria nº 315/2011, de 2
de agosto de 2011, publicada no DOU em 4
de agosto de 2011
1º de março de 1999
2) Histórico do curso
O curso de Turismo foi criado para atender às necessidades locais e regionais
e para ampliar os conhecimentos dos profissionais vinculados às atividades
turísticas, pois se constatou a ausência desse curso em Santa Maria e região. Tais
necessidades eram percebidas frequentemente em debates que problematizavam o
desenvolvimento turístico de Santa Maria. Havia falta de empreendimentos no setor,
ausência de programas para o desenvolvimento turístico e falta de profissionais
formados na área específica.
O projeto de organização curricular do curso foi estruturado e concluído em
outubro de 1998, com aprovação dos órgãos colegiados da instituição.
A primeira turma iniciou em março de 1999, com 40 estudantes no turno da
noite.
Pela portaria n. 2.099, de 5 de agosto de 2003, o curso foi reconhecido pelo
Ministério da Educação.
3) Organização institucional
O Centro Universitário Franciscano é mantido pela Sociedade Caritativa e
Literária São Francisco de Assis, Zona Norte - Scalifra-ZN - entidade de direito
privado; sem fins lucrativos; beneficente; de caráter educacional, cultural e científico;
4
reconhecida pelo decreto federal n. 64.893, de 25 de julho de 1969, com certificado
de entidade de fins filantrópicos. Localiza-se à rua dos Andradas, 1614, na cidade de
Santa Maria, RS. Iniciou suas atividades como instituição de educação superior aos
27 de abril de 1955, denominada Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras
Imaculada Conceição, com cursos de licenciatura. Data também de maio de 1955, a
criação da Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora Medianeira, pertencente à
mesma mantenedora que desenvolveu os cursos superior, técnico e auxiliar de
Enfermagem. Posteriormente, com a unificação das duas instituições, formaram-se
as Faculdades Franciscanas - Fafra e essas deram origem ao atual Centro
Universitário.
O credenciamento para Centro Universitário ocorreu em outubro de 1998 e
significou uma nova fase institucional. Nesse período, a instituição realizou
significativo avanço na proposta institucional. O aumento do número de cursos de
graduação, de pós-graduação e de extensão foi acompanhado da decisão pela
qualidade, que perpassa o fazer institucional da gestão e de todas as atividades
acadêmicas.
De acordo com o estatuto, a organização e a estrutura institucional
fundamentam-se nos princípios de autonomia administrativa, didático-científica,
patrimonial, econômico-financeira e de gestão de recursos humanos; na integração
das atividades acadêmicas de ensino, pesquisa e extensão; na capacitação e
qualificação dos quadros de pessoal docente e técnico-administrativo.
Nesse sentido, a organização e a administração do Centro Universitário
Franciscano abrangem:
a) Administração superior, constituída pelo Conselho Universitário e gabinete
do reitor;
b) Administração geral, formada por: Pró-Reitoria de Administração, PróReitoria de Graduação e Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão;
c) Unidades de ensino, pesquisa e extensão denominadas: Área de Ciências
da Saúde, Área de Ciências Humanas, Área de Ciências Sociais e Área de Ciências
Tecnológicas.
As áreas são unidades organizacionais, responsáveis pela produção e gestão
operacional do ensino, da pesquisa e da extensão, bem como da organização,
funcionamento e gestão operacional dos cursos e programas, orientadas sob
supervisão das pró-reitorias. A administração das áreas compreende o conselho de
área, a direção de área; a direção de programas e órgãos colegiados e
5
coordenações dos cursos. O curso, por sua vez, é uma subunidade dessas
estruturas, para efeito de planejamento, organização e administração didáticocientífica. Está organizado a partir de projetos pedagógicos que se baseiam no
projeto pedagógico institucional - PPI, no plano de desenvolvimento institucional PDI, no estatuto, no projeto de autoavaliação da instituição e na legislação federal.
As políticas para o ensino de graduação, constantes no PPI e no PDI, se
refletem nos projetos dos cursos mediante os seguintes princípios curriculares:
a) formação de qualidade técnico-científica e social: o curso é o lugar
institucional para assimilação, socialização e produção do conhecimento humano e
técnico-científico. Nesse sentido, os conteúdos devem refletir a realidade
sociocultural nacional, perpassada pela realidade internacional, com vistas a uma
formação profissional de qualidade e consistente consoante com o mundo
contemporâneo;
b) flexibilidade curricular: a materialização da flexibilização curricular é
observada pela inclusão de disciplinas optativas ou eletivas, que têm por finalidade
oferecer ao estudante diferentes alternativas para sua formação. Isso é percebido
por
meio
da
flexibilização
nos
pré-requisitos;
nas
atividades
curriculares
complementares; nas diferentes práticas e programas institucionalizados que levam
em consideração os espaços escolares e não-escolares; na articulação das
diferentes áreas que compõem o currículo do curso;
c) Interdisciplinaridade: é entendida como um princípio que integra e dá
unidade ao conhecimento e que permite o rompimento da fragmentação das
disciplinas que compõem o currículo;
d) relação teoria-prática como eixo articulador do currículo: é estabelecida nas
diferentes práticas de ensino e de laboratório que permeiam as disciplinas de cada
curso desde o seu início. É concretizada, também, nos estágios curriculares,
entendidos como atividades teórico-práticas e desenvolvidos por meio de projetos de
estágios integrados, com a finalidade de promover a aproximação concreta com o
campo de trabalho;
e) integração entre ensino, pesquisa e extensão: a integração é refletida em
diferentes disciplinas que compõem os currículos e na dinâmica da sala de aula,
mediada por meio de aprendizagens de pesquisa e extensão desenvolvidas durante
o curso. Além disso, é parte integrante do projeto pedagógico a definição das linhas
de pesquisa e dos programas de extensão de cada curso, que orientam o
6
desenvolvimento de projetos de pesquisa e extensão apoiados pela instituição ou
por fontes financiadoras externas;
f) pesquisa como princípio educativo e de produção do conhecimento: os
projetos pedagógicos incluem, em sua dinâmica curricular, metodologias formativas
pelas quais busca-se desenvolver a cultura investigativa, proporcionar condições de
apropriação crítica do conhecimento e o desenvolvimento de competências e
habilidades científicas;
g) gestão colegiada: envolve representantes de professores e de estudantes.
4) Concepção do curso
O fenômeno turístico começou a se desenvolver em meados do século 19 e
atingiu uma grande transformação a partir de 1950 quando ampliou suas
características e se converteu em uma atividade de caráter global. O fenômeno
turístico ganhou importância à medida que meios de comunicação, aliados a
tecnologias, propiciaram amplas possibilidades de contatos.
O progresso econômico e a melhoria da qualidade de trabalho e do nível de
vida de parte da população favoreceram a ampliação de oportunidades de lazer,
criação e participação em eventos, novos negócios, diversidade de oferta cultural e
prática da atividade turística.
Para organizar a produção turística de maneira sustentável, faz-se necessário
planejamento em que, além do desenvolvimento econômico da região na qual a
atividade está presente, o turismo possa se constituir num fator de integração
sóciocultural, de produção de identidades e cidadania. Porém, isso requer o trabalho
de profissionais comprometidos com a realidade local e com as políticas nacionais e
regionais de turismo.
Desta forma, o curso de Turismo visa a suprir a necessidade regional do centro
do Rio Grande do Sul, principalmete, Santa Maria e região. Este local se apresenta
como um pólo econômico que tem atraído um fluxo constantemente renovado de
públicos diversos, como: profissionais liberais, estudantes, militares, funcionários
públicos, empresários e visitantes que requerem infraestrutura capaz de atender a
tão variada demanda. A região apresenta características culturais diversas e ainda
preservadas, resultantes do verdadeiro mosaico étnico que formou a população,
bem como apresenta riquezas naturais, arqueológicas e paleontológicas.
7
Além da economia voltada para agropecuária e indústrias de pequeno e médio
porte, a região central do Estado tem se destacado no campo do ensino superior
com a criação de cursos oferecidos por instituições estatais e privadas.
O aproveitamento turístico do potencial cultural, humano e econômico da
região central do Estado trouxe a necessidade da criação do curso de Turismo, o
qual visa à formação de profissionais comprometidos com o uso equilibrado do
território e preocupados com a fragilidade do meio ambiente.
O curso foi concebido com o compromisso de oferecer uma sólida formação
básica ao lado de uma formação ética e humanística que busca preparar o
estudante para enfrentar os desafios das rápidas transformações da sociedade, do
mercado de trabalho e das condições de exercício profissional. Desta forma, o
projeto pedagógico do curso procura valorizar a integração do ensino com a
pesquisa e a extensão, programas de iniciação científica e a prática profissional de
cultura investigativa.
5) Objetivo geral
Formar profissionais capacitados para o exercício do planejamento e da gestão
do turismo, a partir de uma concepção humanística, solidária e ética.
6) Objetivos específicos
- Formar profissionais comprometidos com o uso equilibrado do território em
que se configura o turismo enquanto fenômeno social;
- sensibilizar para a pesquisa na área do turismo como elemento importante na
promoção do desenvolvimento local, regional e nacional de forma responsável;
- estimular processos de sensibilização coletiva, relacionados à preservação
patrimonial de recursos naturais e culturais nos destinos turísticos;
- incentivar a implementação de modelos de gestão inovadores voltados para
inclusão social, geração de emprego e renda.
7) Competências e habilidades
8
Espera-se que, ao final do curso, o bacharel em turismo tenha competências
para:
- planejar, operacionalizar e avaliar planos, programas e políticas municipais,
estaduais e nacionais de turismo;
- inventariar serviços, equipamentos turísticos e infraestrutura básica;
- identificar e avaliar os efeitos do turismo sobre o patrimônio natural e cultural;
- conhecer a legislação aplicável ao turismo;
- identificar empreendimentos e projetos turísticos economicamente viáveis,
socialmente justos e ambientalmente corretos;
- normatizar e sistematizar categorias e hierarquias dos prestadores de
serviços turísticos;
- gerenciar empreendimentos turísticos e a qualidade de seus serviços;
- promover a formação de recursos humanos para atuarem no turismo;
- realizar estudos de mercado interno e externo, com ênfase nos destinos
turísticos;
- conhecer as políticas e variações cambiais do mercado internacional;
- promover o conhecimento científico do turismo nos diversos âmbitos sociais;
- planejar e gerenciar os processos e a produção do turismo macro e
microeconômica;
- atuar em equipes multidisciplinares e exercer liderança mediante o uso da
razão e da sensibilidade;
- adotar medidas colaborativas e solidárias.
As habilidades pretendidas para a formação do perfil profissional desejado
envolvem as capacidades de:
- planejar o turismo e seu desenvolvimento de forma flexível e abrangente;
- criar e propor negócios turísticos, bem como captar investimentos no setor;
- ordenar atividades e programas, decidir entre alternativas, identificar e
dimensionar riscos;
- mediar e solucionar contradições, crises e conflitos;
- observar, interpretar e analisar críticamente dados e informações;
- identificar, intervir e solucionar problemas;
- selecionar procedimentos que privilegiem formas de atuação em prol de
objetivos comuns;
- comunicar-se
adequadamente em seu
idioma e entender
idiomas
estrangeiros.
9
8) Áreas de atuação
O bacharel em turismo poderá atuar em planejamento público e em órgãos
oficiais de turismo, agenciamento de viagens e transporte, hospedagem e
alimentação, organização do lazer e eventos, produção de roteiros e destinos
turísticos, docência e pesquisa em turismo.
9) Perfil do egresso
O perfil do profissional que se espera seja desenvolvido ao longo do curso
envolve:
- formação abrangente com sensibilidade para as questões humanísticas,
sociais e ambientais;
- atitude investigativa que favoreça o processo contínuo de atualização do
conhecimento;
- compreensão da necessidade constante do aperfeiçoamento profissional e
desenvolvimento da autoconfiança;
- visão de autocrítica para avaliar o seu potencial de desempenho e ajustar-se
às novas demandas geradas pelo processo científico e tecnológico, bem como às
exigências conjunturais em permanente mutação e evolução;
- formação ético-profissional baseada em princípios de solidariedade e de
integralidade;
- capacidade de exercer uma ação educativa e preservacionista do patrimônio
natural e cultural;
- desenvoltura criativa e inovadora, permanentemente, aberta às mudanças;
- conhecimento e compreensão das políticas nacionais e regionais sobre o
turismo.
10) Dinâmica curricular
A estrutura curricular do curso está organizada em torno de três campos de
aprendizagens do fenômeno turístico: planejamento turístico, gestão no turismo e
ciências humanas aplicadas ao turismo.
10
No âmbito dessa organização, cabe destacar o papel integrador do ensino em
práticas extracurriculares, como: pesquisa e extensão por meio dos programas e
projetos de investigação, atividades de prática profissional (agência-escola, lazer e
eventos, hospitalidade, gastronomia e planejamento das políticas públicas do
turismo) e estágios supervisionados. Desta forma, busca-se contemplar mecanismos
capazes de conferir ao currículo um grau de flexibilidade que permita ao estudante
desenvolver seus interesses e potenciais específicos.
Na dinâmica curricular, incentiva-se também uma sólida formação geral, para
que o estudante possa superar os desafios das condições de exercício profissional e
de produção do conhecimento. Procura-se, sobretudo, fortalecer a articulação da
teoria com a prática. Estimula-se a busca de estudos independentes pela realização
de atividade de prática profissional e pela iniciação à atividade científica. Incluem-se
também no currículo dimensões éticas e humanísticas, pela quais se espera que os
estudantes possam desenvolver atitudes e valores orientados para a cidadania.
11) Distribuição das disciplinas, créditos e carga horária
Matriz 2011
Semestre Código
1º
2º
Disciplinas
TUR250
TUR251
TUR264
TUR288
Teorias do Turismo
Turismo e Espaço Geográfico
Meios de Hospedagem I
Administração de Empresas
Turísticas
TUR289 Relações Interpessoais do Turismo
TUR252 Patrimônio Turístico
TUR258 Agenciamento de Viagens I
TUR259
TUR290
TUR291
TUR260
TUR292
ALC104
TUR267
TUR263
TUR293
Economia Aplicada ao Turismo
Turismo e Cultura Popular
Arte Brasileira e Turismo
Agenciamento de Viagens II
Planificação Urbana
Metodologia Científica
Meios de Hospedagem II
Gestão de Pessoas
Contabilidade Aplicada ao Turismo
Carga Horária
Teórico Prática Total
51
17
68
68
0
68
51
17
68
34
0
34
34
34
17
0
0
17
34
34
34
68
34
34
17
34
34
17
34
34
0
0
0
17
0
0
17
0
0
68
34
34
34
34
34
34
34
34
11
3º
TUR294 Planejamento Turístico I
TUR265 Arte e Estética
TUR270 Planejamento e Organização de
Eventos I
TUR295 Gastronomia
TUR296 Sociologia Aplicada ao Turismo
TUR286 Tecnologias do Turismo
TUR280 Cenários de Hospitalidade
TRO
Optativa I
51
68
34
17
0
34
68
68
68
34
34
34
34
34
0
0
0
0
0
34
34
34
34
34
TUR283 Planejamento e Organização de
Eventos II
TUR271 Lazer e Entretenimento
TUR297 Planejamento Turístico II
TUR284 Construção da Imagem Turística
TUR298 Espanhol I
TUR306 Comunicação e Turismo
TRO
Optativa II
17
51
68
51
34
51
34
34
34
17
34
17
0
0
0
68
68
68
34
34
34
5º
TUR269 Marketing Turístico
TUR279 Turismo e Ruralidade
TUR285 Transportes Turísticos
TUR276 Pesquisa Aplicada ao Turismo
TUR299 Espanhol II
TUR275 Projetos Turísticos
TUR300 Estágio I
68
51
51
34
34
34
102
0
17
17
0
0
0
0
68
68
68
34
34
34
102
6º
EDU251
TUR268
TUR301
TUR302
ALC102
EDU328
TRO
TUR304
Ética e Cidadania
Gestão de Alimentos e Bebidas
Roterização Turística
Inglês I
Trabalho Final de Graduação I
Língua Brasileira de Sinais
Optativa III
Estágio II
68
17
34
34
34
34
34
102
0
17
0
0
34
0
0
0
68
34
34
34
68
34
34
102
7º
EDU250 Antropologia e Cosmovisão
Franciscana
TUR274 Políticas Públicas e
Desenvolvimento Turístico
TUR303 Inglês II
ALC103 Trabalho Final de Graduação II
TRO
Optativa IV
TRO
Optativa V
68
0
68
34
0
34
34
17
34
34
0
51
0
0
34
68
34
34
4º
12
TUR305 Estágio III
Atividades Curriculares
ACC
Complementares
102
0
102
272
0
272
Resumo da distribuição da carga horária
Carga horária teórico-prática
Optativas
Atividades curriculares complementares
Estágios
Carga horária total
Número de créditos
2.142h
170h
272h
306h
2.890h
170
12) Esclarecimentos acerca da dinâmica curricular
a) Atividades curriculares complementares
As atividades curriculares complementares são um componente curricular
obrigatório. O estudante deverá cumprir um total de 102 horas ao longo do
desenvolvimento do curso. As possibilidades de composição envolvem a
participação em congressos, seminários, simpósios, encontros, jornadas e outros;
participação em monitorias ou estágios relativos à área profissional; participação em
cursos realizados na área educacional ou áreas afins; participação em programas de
iniciação científica; participação em projetos de pesquisa, extensão e estágios nãoobrigatórios.
A partir desta definição, o Colegiado do Curso estabeleceu os tipos de
atividades curriculares complemetares, as ações e os créditos correspondentes,
conforme quadro a seguir.
Tipo
Estudos independentes (para
créditos como horas-atividade)
Visitas técnicas (para créditos
como horas-laboratório e/ou horasatividade)
Atividades emergentes de
atualização (para créditos como
horas-atividade)
Ação
Cursos em áreas afins
Créditos
Até 8 créditos
Visitas técnicas na
localidade do curso
Visitas técnicas em outras
localidades:
Visitas a exposições
Participação em
Congressos
Participação em
Seminários
Participação em Simpósios
Até 3 créditos
Até 3 créditos
Até 3 créditos
Até 5 créditos
Até 5 créditos
Até 2 créditos
13
Participação em Jornadas
Participação em
Conferências
Participação em atividades
socioculturais
Publicações científicas em
anais e revistas
Monitorias
Minicursos
Palestras
Tutorias
Estágios não-obrigatórios
Até 3 créditos
Até 3 créditos
Até 5 créditos
Até 3 créditos
Até 1 crédito
Até 3 créditos
Até 1 crédito
Até 1 crédito
Até 5 créditos
b) Disciplinas optativas
O currículo prevê a oferta de cinco disciplinas optativas, num total de 170
horas. Da mesma maneira que se busca garantir algum grau de flexibilidade no
currículo por meio das atividades curriculares complementares, procura-se alcançálo por meio das disciplinas optativas.
O elenco das disciplinas optativas que podem ser ofertas pelo curso é o
seguinte.
Disciplinas
Análise estrutural do turismo
Conteúdos culturais do lazer
Empreendedorismo e novos negócios
Estatística aplicada ao turismo
Estratégia de leitura em língua inglesa I
Estratégia de leitura em língua inglesa II
Estudos socioeconômicos e turismo
Fotografia
Fundamentos do Marketing de Relacionamento
Gastronomia rural artesanal
Gastronomia, cultura e turismo
Gestão do patrimônio histórico cultural
Gestão financeira de empresas turísticas
Gestão Mercadológica de Destinos Turísticos
Língua espanhola
Língua espanhola I
Mídias e turismo
Práticas em agenciamento de viagens
Práticas em Eventos
Qualidade no turismo receptivo
Carga horária
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
14
Turismo urbano
34h
c) Trabalho final de graduação
O trabalho de conclusão de curso, denominado trabalho final de graduação, é
componente curricular obrigatório, com horário previamente estabelecido na
estrutura do curso e abrange duas etapas:
- Trabalho Final de Graduação I: oferecido no sétimo semestre letivo, trata dos
passos para a elaboração de um trabalho acadêmico na área do turismo. Nesta
disciplina, sob a orientação do professor, cabe ao estudante elaborar um projeto de
pesquisa, a ser desenvolvido no semestre seguinte, na disciplina TFG II.
- Trabalho Final de Graduação II: oferecido no oitavo semestre, contempla o
desenvolvimento do projeto de pesquisa aprovado na disciplina TFG I. O trabalho é
submetido a uma banca examinadora, que emite um parecer avaliativo após a
apresentação oral do estudante, de acordo com cronograma de apresentação
organizado pela coordenação e colegiado do curso.
No âmbito do curso, orientam-se trabalhos nas seguintes áreas: políticas
públicas e desenvolvimento turístico; meios de hospedagem; gastronomia e turismo;
patrimônio cultural; administração do turismo; sociologia do lazer e animação;
planejamento e organização de eventos; agenciamento de viagens e transportes e
marketing turístico.
Em anexo estão as normas que disciplinam a oferta de apresentação do
trabalho de conclusão de curso.
d) Estágio curricular supervisionado
O estágio curricular supervisionado abrange 170h de trabalho teórico e prático
e envolve a seguintes atividades:
- Estágio Curricular Supervisionado I: elaboração do projeto de estágio com
orientação dos responsáveis pelos laboratórios, acerca dos temas: políticas públicas
e desenvolvimento turístico, lazer e entretenimento, turismo no meio rural;
hospedagem e alimentação; planejamento e organização de eventos, agenciamento
de viagens e transportes, marketing turístico e prática de estágio;
- Estágio Curricular Supervisionado II: desenvolvimento das atividades
planejadas ou iniciadas no Estágio Curricular Supervisionado I, em órgãos estatais,
empresas privadas e organizações do terceiro setor.
15
Os estágios constituem-se em momentos importantes do curso, pois os
estudantes são colocados no mercado de trabalho seja por meio de acordos, seja
por meio de convênios de estágio. Eles são acompanhados pela equipe docente
nomeada para a supervisão de estágio (em caráter presencial ou meio eletrônico,
quando for o caso), com devida obediência ao regulamento de estágio curricular dos
cursos de graduação.
e) Estágio não-obrigatório
Faculta-se aos estudantes, na forma da lei, a participação em estágios nãoobrigatórios. Esses estágios são entendidos como atividade opcional, desenvolvida
sob supervisão, com vistas à inserção no mundo do trabalho.
13) Metodologias de ensino
No âmbito do curso, procura-se que os estudantes, além de adquirirem
informações, possam buscar seus própios conhecimentos e ampliá-los. Por isso, os
conteúdos são desenvolvidos em atividades práticas e teóricas, individuais ou de
equipe, que incluem:
- aulas teóricas complementadas por palestras e conferências, previamente
planejadas ao longo do semestre;
- produção prática no Laboratório de Turismo como a elaboração de inventários
turísticos, locais e regionais; planejamento e organização de eventos, de caráter
experimental; prestação de serviços em hotelaria, em áreas de lazer, marketing
turístico e agências de viagens;
- viagens técnicas orientadas;
- pesquisas na área do turismo;
- participação dos estudantes em atividades extracurriculares.
Desta forma, a metodologia de ensino é desenvolvida para proporcionar uma
ampla visão do mercado de trabalho e para inseri-los neste contexto, com espírito
crítico e criativo, de forma a possibilitar uma intervenção consciente na realidade.
14) Critérios de avaliação
Os critérios gerais de avaliação estão oficializados no Regimento Geral. De
acordo com esse regimento, o sistema de avaliação dos estudantes compõe-se de
16
duas avaliações parciais e uma avaliação final, no período letivo, cumpridos os
prazos estabelecidos no calendário acadêmico.
Cada avaliação parcial é realizada de acordo com os critérios estabelecidos
pelo professor responsável pela disciplina e leva em consideração as peculiaridades
inerentes a cada atividade.
É considerado aprovado: a) o estudante que, independentemente do exame
final, obtiver média igual ou superior a sete no semestre letivo; b) o estudante que,
submetido a exame final, obtiver nota igual ou superior a cinco, correspondente à
média entre a nota de aproveitamento do semestre letivo e a nota do exame final.
É considerado reprovado: a) o estudante que não obtiver frequência mínima de
setenta e cinco por cento nas aulas e nas atividades didático-pedagógicas
programadas; b) o estudante que, após o exame final, obtiver nota inferior a cinco,
resultante da média entre a nota de aproveitamento do semestre letivo e a nota do
exame final.
A concepção de aprendizagem adotada pelo curso esmera-se em construir
condições favoráveis para o desenvolvimento das potencialidades do futuro
profissional e para que aprendizagem ocorra concretamente. Por isso, a avaliação
não somente está enraizada no processo de aquisição de conhecimentos,
habilidades, competências e atitudes, mas também no envolvimento de estudantes e
professores por meio de diálogo crítico e emancipador, a fim de superarem as
dificuldades encontradas no processo de aquisição, problematização, elaboração e
recriação do saber.
A avaliação da aprendizagem caracteriza-se como um processo correlacional
entre os que ensinam e os que aprendem, o que pode trazer implicações positivas
para o redimensionamento crítico dos papeis do professor e do estudante no
processo formativo. Volta-se não apenas para a apropriação dos saberes, mas
também para as suas formas de apreensão e de produção. Com isso, busca-se
superar a concepção de avaliação da aprendizagem como uma variável
independente, isto é, como uma variável com um fim em si mesma, que
desconsidera as reais implicações e aplicações no contexto social e cultural vigente.
15) Gestão acadêmico-administrativa
17
O curso é administrado por uma coordenação, escolhida pela Reitora. O
coordenador do curso tem, segundo o artigo 42 do Estatuto, as seguintes
atribuições:
a) gestão administrativa e pedagógica;
b) planejamento, organização e funcionamento das atividades de ensino,
pesquisa e extensão, bem como dos demais processos e atividades;
d) acompanhamento da vida acadêmica dos estudantes;
e) articulação do curso com os demais órgãos e comunidade externa;
f) avaliação sistemática do curso.
A concepção de gestão acadêmico-administrativa adotada pelo curso é de
gestão compartilhada entre o coordenador, o Colegiado do Curso e o Núcleo
Docente Estruturante (NDE).
O Colegiado do Curso tem o coordenador por seu presidente e conta com a
participação de representantes do corpo docente e representante do corpo discente,
eleitos por seus pares. As atribuições no seu âmbito são de cunho deliberativo e
consultivo. O Núcleo Docente Estruturante é composto pelo coordenador, também
como presidente, mais representantes docentes, sendo suas atribuições de cunho
pedagógico. Participam, ainda, da gestão do curso o a coordenação de estágios e a
coordenação de pesquisa e extensão.
A coordenação promove a gestão do curso, especialmente, nas seguintes
atividades:
a) elaboração conjunta, no período que antecede o início do ano letivo, do
planejamento anual do projeto de gestão acadêmico-administrativa com ênfase na
organização das atividades de apoio técnico-administrativo e na organização do
trabalho pedagógico-científico previstos no planejamento do curso;
b) reuniões coletivas em que predominam o diálogo e o consenso, com vistas
à racionalização do trabalho de gestão;
c) elaboração e desenvolvimento de planos de trabalho diretamente ligados à
gestão acadêmico-administrativa do curso;
d) reuniões de trabalho para análise e busca de soluções de dificuldades
detectadas pela Comissão Própria de Avaliação e pelo processo de autoavaliação
do curso a ser implementado.
16) Processo de autoavaliação
18
A autoavaliação é parte integrante do projeto pedagógico do curso e
caracteriza-se como um processo permanente, formativo e educativo. Pauta-se pelo
disposto do projeto institucional de autoavaliação e está voltado para o estudo de um
conjunto de ações processuais pelas quais objetiva-se sistematizar e trabalhar os
dados obtidos, no intuito de melhorar os aspectos negativos
e aperfeiçoar ou
manter os que já estão bem estruturados.
As ações previstas estão centradas nos seguintes aspectos:
a) estrutura organizacional e gestão administrativa;
b) relações entre estudantes, professores e equipe técnico-administrativa;
d) currículo e suas relações com as exigências sociais e profissionais, bem
como o desenvolvimento real de seus componentes (conteúdos programáticos, perfil
esperado do futuro profissional, competências e habilidades, métodos de ensino e
de avaliação da aprendizagem, atividades de pesquisa e extensão, atividades
profissionais, atividades culturais, estágio curricular supervisionado e trabalho de
conclusão do curso);
e) envolvimento da comunidade acadêmica na elaboração e execução de
planos de ação e de trabalho;
f) avaliação das diferentes dimensões do próprio processo de autoavaliação
empregado.
Entre os instrumentos de avaliação mais comuns utilizados pelo curso em seu
processo
de
autoavaliação
podem
ser
citados:
questionários;
entrevistas;
depoimentos e discussões com professores, estudantes e equipe técnicoadministrativa.
O projeto de autoavaliação do curso encontra-se em anexo.
17) Responsabilidade social
Entende-se que a educação se constitui num processo complexo e relacional
de formação e desenvolvimento pessoal inscrito, por um lado, no campo das
habilidades profissionais e, por outro, no campo dos valores éticos. Constitui-se,
ainda, num bem social de caráter coletivo, que envolve as instâncias institucional,
familiar e individual.
Portanto, a responsabilidade social no ensino se configura como um elemento
eminentemente ético, por meio do qual se busca produzir condutas em que as
pessoas se sintam comprometidas com o desenvolvimento equitativo e sustentável
19
do país, pautem suas ações por referências éticas e sejam criativos na articulação
entre a sua profissão e a promoção do desenvolvimento coletivo. A responsabilidade
social no ensino se expressa, então, na intenção de assegurar uma formação que
promova o êxito profissional, fundamentada em princípios éticos, humanísticos e de
sensibilidade social.
Nesse sentido, no Centro Universitário Franciscano, o processo de ensinoaprendizagem empenha-se para o desenvolvimento e incorporação, por todos e
cada um, de uma série de princípios, expressos no projeto pedagógico institucional:
a) educar para a cidadania ao oferecer um lugar permanente para o
aprendizado pelo exercício da ética e do rigor científico;
b) promover a formação de cidadãos capacitados ao exercício de sua
profissão, que possam contribuir para o desenvolvimento humano e para a
construção da paz;
c) desenvolver uma educação de qualidade, para a formação de profissionais
críticos;
d) produzir e divulgar o conhecimento em suas diferentes formas e aplicações,
pela preservação da vida.
A responsabilidade social no ensino se expressa no projeto pedagógico do
curso e ganha visibilidade por meio de ações relacionadas ao desenvolvimento
regional: projeto de inventariação turística da região central; levantamento do
potencial cultural do município de São Sepé/RS; fórum regional do turismo da
microrregião central do Rio Grande do Sul: coordenação; curso de extensão
gastronomia étnica e turismo; mapeamento da hospitalidade dos municípios da
região central e da fronteira do Rio Grande do Sul; seminário de turismo rural da
microrregião central do Rio Grande do Sul: planejamento, ordenação e gestão;
cartografia do mercado turístico: turismo de negócios e eventos de Santa Maria;
projeto de sensibilização para o turismo: turismo jovem - compromisso com a
educação.
18) Programas de atenção aos estudantes
Os estudantes têm acesso a programas de atenção que se destinam a
contribuir para a formação pessoal e pedagógico-científica. Esses programas são os
seguintes:
20
a) Programa de Bolsa de Monitoria: possibilita ao estudante de graduação
auxiliar os docentes nas atividades de caráter técnico-didática, no âmbito de
determinada disciplina, basicamente, nas aulas práticas, a partir de vagas e critérios
determinados pela Pró-Reitoria de Graduação;
b) Programa de Tutoria: objetiva oferecer aos discentes, com necessidades de
melhoria de rendimento escolar, a oportunidade de realizar, em pequenos grupos,
estudos complementares, com o auxílio de um estudante-tutor e sob a supervisão de
um professor.
c) Programa de Bolsa de Iniciação Científica: é um instrumento de integração
das atividades de graduação e pós-graduação que objetiva iniciar o estudante na
produção do conhecimento e permitir sua convivência com o procedimento
acadêmico em suas técnicas, organizações e métodos.
d) Programa de Bolsa de Extensão: tem como objetivo estimular a participação
dos estudantes nos programas de extensão da instituição, desenvolver a sua
sensibilidade para os problemas sociais e para diversas formas de manifestações
culturais da população. As bolsas são concedidas mediante plano de trabalho
vinculado a um projeto de extensão.
e) Programa de Assistência Financeira: é voltado para o estudante carente e
oferece bolsas institucionais e financiamentos externos: Programa Universidade
para Todos - Prouni, auxílios da da Associação dos Profissionais Liberais
Universitários do Brasil -Fundaplub, além de auxílios parciais e integrais.
f) A Coordenadoria de Atenção ao Estudante - Cores - presta assistência aos
estudantes com vistas a sua integração acadêmica, científica e social. Isso se
efetiva por meio de ações de acolhimento, apoio psicopedagógico na organização,
na gestão das aprendizagens, nos métodos de estudo e na promoção da adaptação
e do sucesso estudante.
A Coordenadoria de Atenção ao Estudante é constituída por duas divisões: a
primeira, Divisão de Assistência Financeira, orienta os estudantes sobre os
programas relacionados à assistência financeira. A segunda, Divisão de Assistência
Educativa, é responsável por atendimento psicológico, quanto às questões que
interferem no desempenho do estudante, orientação profissional; acompanhamento
de egressos e estágios, recepciona os calouros, possibilita orientação jurídica e
assessora formaturas.
g) Meios de divulgação de trabalhos e produções: o Centro Universitário
Franciscano mantém duas revistas próprias para a divulgação de trabalhos
21
acadêmicos: a revista Vidya e a Disciplinarum Scientia. A revista Disciplinarum
Scientia é destinada à publicação dos trabalhos dos estudantes, enquanto a revista
Vidya publica trabalhos de professores e pesquisadores.
Além dessas revistas, o Centro Universitário realiza, a cada ano, o Simpósio de
Ensino, Pesquisa e Extensão - Sepe - evento em que os trabalhos de ensino,
pesquisa e extensão são apresentados e seus publicados em anais.
h) Pastoral Universitária: oportuniza aos estudantes espaços para convivência
em grupos, com vistas ao crescimento pessoal e ao compromisso evangelizador.
Pois tem como base a formação humana cristã. A Pastoral promove encontros para
a prática de reflexão sobre compromisso solidário, bem como estimula a convivência
amigável no âmbito educacional e na sociedade em geral.
22
19) Anexos
Anexo 1 - Ementas e bibliografia
1° semestre
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
TUR250
Teorias do Turismo
Fenômeno turístico. Oferta turística. Produção turística. Turismo e
desenvolvimento sustentável.
BARRETO, Margarida. Manual de iniciação ao estudo do turismo. São
Paulo: Papirus, 1997.
RUSCHMANN, Dóris. Turismo e planejamento sustentável: a proteção
do meio ambiente. São Paulo: Papirus, 1997.
SWARBROOKE, John. Turismo sustentável. São Paulo: Aleph, 2000.
BENI, Mário Carlos. Análise estrutural do turismo. São Paulo: Senac,
2001.
BOULLÓN, Roberto. Los municipios turísticos. México: Trillas, 1996.
FLORES, Hilda Agnes Hübner (org.). Turismo no Rio Grande do Sul:
50 anos de pioneirismo no Brasil. Porto Alegre: Edipucrs, 1993.
KRIPEENDORF, Jost. Sociologia do turismo. Rio de Janeiro:
Civilização brasileira, 1989.
URRI, John. O olhar do turista, lazer e viagens nas sociedades
contemporâneas. São Paulo: Nobel/Sesc, 1996.
TUR251
Turismo e Espaço Geográfico
Cartografia e turismo. Espaço geográfico mundial. Espaço do turismo e
natureza. Espaço geográfico e sociedade. Enfoques regionais de
turismo e geografia no Brasil.
ALMEIDA, M. G et al. Geografia: leituras culturais. São Paulo:
Alternativa, 2003.
BOULLÓN, Roberto. Planejamento do espaço turístico. São Paulo:
Edusc, 2002.
COIMBRA, P; TIBÚRCIO, J. A. Geografia: uma análise do espaço
geográfico. São Paulo: Harbra, 2002.
TEIXEIRA, W et al. Decifrando a terra. São Paulo: Oficina de
Textos/USP, 2001.
BRUHNS, H. T. Viagens à natureza. São Paulo: Papirus, 1997.
CAMARGO, L. H. R. A ruptura do meio ambiente. São Paulo: Bertrand,
2006.
COSTA, W. M.
Geografia política e geopolítica. São Paulo:
Hucitec/Edusp, 1992.
FERREIRA, G. M. L. Atlas geográfico espaço mundial. São Paulo:
Moderna, 2003.
MOREIRA, R. Para onde vai o pensamento geográfico? São Paulo:
Contexto, 2006.
RODRIGUES, A. B. Turismo e espaço: rumo a um conhecimento
interdisciplinar. São Paulo: Hucitec, 1997.
____. Turismo, modernidade, globalização. São Paulo: Hucitec, 1997.
____. Turismo e desenvolvimento local. São Paulo: Hucitec, 1997.
____ (org.). Turismo e geografia: reflexões teóricas e enfoques
regionais. São Paulo: Hucitec, 1999.
SENE, E; MOREIRA, J. C. Geografia geral e do Brasil. São Paulo:
Scipione, 2000
STRAHLER, A. Geografia física. Barcelona: Omega, 1978.
VESENTINI, J. W. Geografia. Série Brasil. São Paulo: Ática, 2003.
VIERO, L. M. D. Atlas municipal geográfico. Porto Alegre: Zero Hora,
23
2003.
YÁZIGI, Eduardo et al. Turismo: espaço, paisagem e cultura. São
Paulo: Hucitec, 1999.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
TUR252
Patrimônio Turístico
História, memória, e patrimônio histórico-cultural. Patrimônio históricocultural e turismo. Patrimônio histórico e bens culturais materiais e
imateriais. Turismo e patrimônio histórico. Interpretação do patrimônio
para o turismo.
COSTA, Flávia Roberta. Turismo e Patrimônio Cultural: interpretação
e qualificação. São Paulo: SESC, 2009.
LE GOFF, J. História e Memória. Lisboa: Edições 70, 2000.
SILVA, F. F. da. As cidades Brasileiras e o Patrimônio Cultural da
humanidade. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2003.
SOUZA FILHO, C. F. M. Bens Culturais e Proteção Jurídica. Curitiba:
Juruá, 2011.
BRASIL. Ministério do Turismo. Manual da Segmentação do Turismo
Cultural. Brasília: MINTUR, 2008.
DIAS, R. Turismo e Patrimônio Cultural: recursos que acompanham o
crescimento das cidades. São Paulo: Saraiva 2006.
FONSECA, M. S. L. O patrimônio em processo: trajetória da política
federal de preservação: Rio de Janeiro: UFRJ, 2005.
MEIRA, Ana Lucia. O passado no futuro da cidade: políticas públicas e
participação dos cidadãos na preservação do patrimônio cultural de
Porto Alegre. Porto Alegre: UFRGS, 2004.
MURTA, S. M.; ALBANO, C. Interpretar o patrimônio: um exercício do
olhar. Belo Horizonte: UFMG, 2002.
OLIVEIRA, Lucia Lippi. Patrimônio é Cultura. Rio de Janeiro: Fundação
Getúlio Vargas, 2008.
PELEGRINI, S. C. A.; FUNARI, Pedro Paulo. O que é Patrimônio
Cultural Imaterial. São Paulo: Brasiliense, 2008.
SIMÃO, M. C. Rocha. Preservação do patrimônio cultural em cidades.
Belo Horizonte: Autêntica, 2001.
TUR258
Agenciamento de Viagens I
Concepções teóricas e histórico-estruturais do agenciamento de
viagens. Enfoque estrutural do mercado do agenciamento de viagens e
transporte. Aspectos administrativos do agenciamento de viagens.
Aspectos técnicos do agenciamento de viagens e transportes.
DE LA TORRE, Francisco. Agencias de viajes e Transportación.
México: Triullas, 2000.
PALHARES, Guilherme. Transporte Turístico. 2. ed. São Paulo: Aleph,
2003.
TOMELIN, Carlos. Mercado de Agencias de Turismo. São Paulo:
Aleph, 2002.
AMARAL, Ricardo. Cruzeiros Marítimos. 2 ed. São Paulo: Manole,
2006.
DE LA TORRE, Francisco. Sistema de Transporte Turístico. México:
Triullas, 2000.
DI RONÁ,Ronaldo. Transportes no Turismo. São Paulo: Manole, 2002.
MARÍN, Airton. Tecnologias de Informação nas Agencias de Viagens:
em busca da produtividade e do Valor Agregado. São Paulo: Aleph,
2005.
24
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
TUR264
Meios de Hospedagem I
Hospedagem no mundo e no Brasil. Administração da indústria
hoteleira. Projeto de meios de hospedagem.
ANDRADE, Nelson. Hotel: planejamento e projeto. São Paulo: Senac,
2000.
ANDRADE, Renato Brenol. Manual de eventos. Caxias do Sul: Educs,
1999.
CAMPOS, José Ruy Veloso (org.). Estudo de viabilidade para projeto
hoteleiro. Campinas: Papirus, 2003.
CÂNDIDO, Índio. Governança em hotelaria. Caxias do Sul: Educs,
1995.
CASTELLI, Geraldo. Administração hoteleira. Caxias do Sul: Educs,
1999.
CAVASSA, Cesar Ramirez. Hotéis: gerenciamento, segurança e
manutenção. São Paulo: Roca, 2000.
DAVIES, Carlos Alberto. Alimentos e bebidas. Caxias do Sul: Educs,
1999.
DI MURO, Lus. Manual prático de recepção hoteleira. México: Trilhas,
1999.
CASTELLI, Geraldo. Excelência em hotelaria: uma abordagem prática.
Rio de janeiro: Qualitymark, 1998.
COIMBRA, Ricardo. Assassinatos em hotelaria (ou como perder seu
hóspede em 8 capítulos). Salvador: Casa da Qualidade, 1998.
DAVIES, Carlos Alberto. Cargos em hotelaria. Caxias do Sul: Educs,
1997.
DUARTE, Vladir Vieira. Administração de sistema hoteleiros: conceitos
básicos. São Paulo: Senac, 1996.
EMBRATUR. Legislação dos meios de hospedagem. DIFC/DEQPT,
1998.
LINZMAYER, Eduardo. Guia básico para administração da
manutenção hoteleira. São Paulo: Senac, 1994.
MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas.
São Paulo: Manole, 2002.
MEDLIK, S; INGRAM, H. Introdução à hotelaria: gerenciamento e
serviços. Rio de Janeiro: Campus, 2002.
PETROCCHI, Mario. Hotelaria: planejamento e gestão. São Paulo:
Futura, 2002.
SERSON, Fernando. Hotelaria: a busca da excelência. São Paulo:
Marcos Cobra, 1999.
TUR288
Administração de Empresas Turísticas
Administração de empresas. Processo administrativo e administração
estratégica. Gestão da qualidade em serviços turísticos. Administração
mercadológica em empresas turísticas. Administração financeira em
empresas turísticas.
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 7
ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
GROPPELLI, A. A; NIKBAKHT, E. Administração financeira. 2 ed. São
Paulo: Saraiva, 2002.
KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de marketing. 12
ed. São Paulo: Prentince Hall, 2006.
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Qualidade total em serviços: conceitos,
exercícios, casos práticos. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2008.
ASSAF NETO, Alexandre; LIMA, Fabiano Guasti. Curso de
25
complementar
administração financeira. São Paulo: Atlas, 2009.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e prática. 4
ed. São Paulo: Makron Books, 2007.
____. Introdução à teoria geral da administração. 5 ed. São Paulo:
Makron Books, 1999.
GIANESI, Irineu G. N; CORRÊA, Henrique L. Administração
estratégica de serviços: operações para a satisfação do cliente. São
Paulo: Atlas, 1994.
GRACIOSO, Francisco. Marketing estratégico: planejamento
estratégico orientado para o mercado. São Paulo: Atlas, 2001.
GRÖNROOS, Christian. Marketing: gerenciamento e serviços. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2004.
MAXIMIANO, Antonio C. Amaru. Teoria geral da administração: da
escola científica à competitividade em economia globalizada. 2. ed.
São Paulo: Atlas, 2000.
PALADINI, Edson Pacheco. Gestão da qualidade: teoria e prática. 2
ed. São Paulo: Atlas, 2007.
TRIGO, L. G. G. Turismo e qualidade: tendências contemporâneas. 4.
ed. Campinas: Papirus, 1998.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
TUR289
Relações Interpessoais do Turismo
Comunicação. Relações humanas. Relações interpessoais e turismo.
COOPER, Robert; SAWAF, Ajman. Inteligência emocional na empresa.
Rio de Janeiro: Campus, 1997.
GARDNER Howard. Estruturas da mente: a teoria múltipla. Tradução
Sandra Costa. Porto Alegre: Artes Médias, 1994.
GOLEMAN, Daniel. Inteligência emocional. Rio de Janeiro: Objetiva,
1995.
____. Trabalhando com inteligência emocional. Rio de Janeiro:
Objetiva, 1999.
OLIVEIRA, Milton de. Energia emocional: base para a inteligência
eficaz. São Paulo: Makron Books, 1997.
BRAGA, José Luis; PORTO, Sérgio Dayrell; FAHSTONETO, Antonio.
A encenação dos sentidos: mídia, cultura e política. Rio de Janeiro:
Diadorim, 1995.
KIRBY, Andy. 150 jogos de treinamento. São Paulo: T&D, 1995.
RECTOR, Mônica; NEIVA, Eduardo (Org.). Comunicação na era pósmoderna. Rio: Vozes, 1997.
WEIL, Pierre; TOMPAKOW, Roland. O corpo fala: a linguagem
silenciosa da comunicação não verbal. Petrópolis: Vozes, 1999.
Bibliografia
complementar
2° semestre
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
TUR260
Agenciamento de Viagens II
Aspectos operacionais do setor de agenciamento de viagens. Aspectos
comerciais do setor de agenciamento de viagens e transportes.
Tendências e possibilidades do setor de agenciamento de viagens e
transporte. Dificuldades e problemáticas do setor de agenciamento de
viagens e transporte.
DI RONÁ, R. Transportes no turismo. São Paulo: Manole, 2002.
PALHARES, G. Transporte turístico. São Paulo: Aleph, 2003.
TOMELIN, C. Mercado de agencias de turismo. São Paulo: Aleph,
2002.
AMARAL, R. Cruzeiros marítimos. São Paulo: Manole, 2006.
DE LA TORRE, F. Sistema de transporte turístico. México: Triullas,
26
2000.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
ALC104
Metodologia Científica
Ciência e conhecimento. Método científico. Trabalhos acadêmicos.
Exercício de elaboração de diferentes trabalhos acadêmicos.
ALVES-MAZZOTTI, A. J; GEWANDSZNAJDER, F. O método das
ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. São
Paulo: Pioneira Learning Thomson, 2002.
ANDRADE, M. M. Introdução à metodologia do trabalho científico:
elaboração de trabalhos de graduação. São Paulo: Atlas, 2003.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas,
2002.
LAKATOS, E. M; MARCONI, M. A. Fundamentos de metodologia
científica. São Paulo: Atlas, 1991.
LIMA, M. C. Monografia: a engenharia da produção acadêmica. São
Paulo: Saraiva, 2004.
OLIVEIRA, J. L. Texto acadêmico: técnicas de redação e de pesquisa
científica. Petrópolis: Vozes, 2005.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo:
Cortez, 2002.
ABNT. NBR 6023: Informação e documentação: referências:
elaboração. Rio de Janeiro, 2002.
____. NBR 14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos:
apresentação. Rio de Janeiro, 2005.
____. NBR 10520: Informação e documentação. Citações em
documentos. Apresentação. Rio de Janeiro, 2005.
BASTOS, C. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia
científica. Petrópolis: Vozes, 2002.
CERVO, A. L; BERVIAN, P. A. Metodologia científica: para uso dos
estudantes universitários. São Paulo: MacGraw Hill, 1996.
DEMO, P. Introdução à metodologia da ciência. São Paulo: Atlas,
1987.
ISKANDAR, J. I. Normas da Abnt: comentadas para trabalhos
científicos. Curitiba: Juruá, 2007.
MINAYO, M. C. S (org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade.
Petrópolis: Vozes, 1994.
TUR267
Meios de Hospedagem II
Organizações ligadas aos meios de hospedagem. Meios de
hospedagem e turismo. Modelos de gestão dos meios de hospedagem.
Redes de hotéis nacionais e internacionais. Sistemas de
comercialização. Comportamento ético hoteleiro. Mercado hoteleiro:
oportunidades de trabalho. Hospitalidade. Programas de qualidade e
suas contribuições.
ANDRADE, N. Hotel: planejamento e projeto. São Paulo: Senac, 2000.
ANDRADE, R. B. Manual de eventos. Caxias do Sul: Educs, 1999.
CAMPOS, J. R. V (org.). Estudo de viabilidade para projeto hoteleiro.
Campinas: Papirus, 2003.
CÂNDIDO, Í. Governança em hotelaria. Caxias do Sul: Educs, 1995.
CASTELLI, G. Administração hoteleira. Caxias do Sul: Educs, 1999.
CAVASSA, C. R. Hoteis: gerenciamento, segurança e manutenção.
São Paulo: Roca, 2000.
DAVIES, C. A. Alimentos e bebidas. Caxias do Sul: Educs, 1999.
DI MURO, L. Manual prático de recepção hoteleira. México: Trilhas,
1999.
27
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
MEDLIK, S; INGRAM, H. Introdução à hotelaria: gerenciamento e
serviços. Rio de Janeiro: Campus, 2002.
PETROCCHI, M. Hotelaria: planejamento e gestão. São Paulo: Futura,
2002.
CASTELLI, G. Excelência em hotelaria: uma abordagem prática. Rio
de janeiro: Qualitymark, 1998.
____. Gestão hoteleira. São Paulo: Saraiva, 2006.
COIMBRA, R. Assassinatos em hotelaria (ou como perder seu
hóspede em 8 capítulos). Salvador: Casa da Qualidade, 1998.
DAVIES, C. A. Cargos em hotelaria. Caxias do Sul: Educs, 1997.
DUARTE, V. V. Administração de sistema hoteleiros: conceitos
básicos. São Paulo: Senac, 1996.
EMBRATUR. Legislação dos meios de hospedagem. Brasília:
DIFC/DEQPT, 1998.
LINZMAYER, E. Guia básico para administração da manutenção
hoteleira. São Paulo: Senac, 1994.
MATIAS, M. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. São
Paulo: Manole, 2002.
SERSON, F. Hotelaria: a busca da excelência. São Paulo: Marcos
Cobra, 1999.
TUR259
Economia Aplicada ao Turismo
Introdução à economia. Funcionamento de uma economia de mercado.
Evolução do pensamento econômico. Aspectos macroeconômicos.
LAGE, Beatriz Helena Gelas; MILONE, Paulo César. Economia do
turismo. São Paulo: Atlas, 2001.
____.Turismo na economia. São Paulo: Aleph, 2004.
LEMOS, Leandro de. Turismo que negócios é esse? Uma análise
econômica do turismo. Campinas: Papirus, 1999.
____. O valor turístico na economia da sustentabilidade. São Paulo:
Aleph, 2005.
VASCONCELLOS, Marcos Antonio Sandoval. Fundamentos de
economia. São Paulo: Saraiva, 2005.
Brasil. Dados e fatos. Brasília: Minintur, 2006.
OMT. Relatórios anuais. Madrid: OMT, 2004/2005/2006.
Jornais, revistas e sites selecionados.
TUR290
Turismo e Cultura Popular
Cultura. Turismo cultural e sua dimensão mundial. Cultura popular
brasileira.
CANCLINI, N. G. Culturas híbridas. México: Grijalbo, 1989.
DELLA MÔNICA, L. Turismo e folclore. São Paulo: Global, 2001.
RIBEIRO, D. O povo brasileiro. São Paulo: Companhia das Letras,
1995.
BARRETTO, M. Turismo e legado cultural. Campinas: Papirus, 2000.
COELHO, T. Dicionário crítico de política cultural. São Paulo:
Iluminuras, 1997.
DIEGUES, M. J. Etnias e culturas no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1997.
GEERTZ, C. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1989.
ORTIZ, R. Mundialização e cultura. São Paulo: Brasiliense, 2000.
TUR291
28
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Arte Brasileira e Turismo
Brasil-Colônia. Brasil-Império. Brasil-República.
SEGAWA, Hugo. Arquiteturas no Brasil 1900-1990. São Paulo:
Universidade de São Paulo, 2002.
STRICKLAND, Carol. Arquitetura comentada. Uma breve viagem pela
história da arquitetura. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
____; BOSWELL, John. Arte Comentada – Da Pré-História ao PósModerno. Rio de Janeiro: Ediouro Publicações, 1999.
TRIGO, Luiz Gonzaga Godoi. A Sociedade Pós-Industrial e o
Profissional em Turismo. Campinas: Papirus, 1998.
ZANINI, Walter. História Geral da Arte no Brasil. São Paulo: Instituto
Moreira Salles. Fundação Djalma Guimarães, 1983. v. I e II.
ARCHER, Michael. Arte contemporânea. São Paulo: Martins Fontes,
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Paulo: Perspectiva, 1987.
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TUR292
Planificação Urbana
Urbanização e cidades: tempo e espaço. Gestão urbana. Teoria do
espaço turístico.
BOULLÓN, Roberto. Planejamento do Espaço Turístico. Bauru:
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CASTROGIOVANNI, Antonio Carlos (Org.). Turismo Urbano. São
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CALVINO, Italo. As cidades invisíveis. Tradução de Diogo Mainardi.
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CULLEN, Gordon. Paisagem Urbana. São Paulo: Martins Fontes,
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BELÉM, João da Silva. História do Município de Santa Maria. Santa
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Maria: UFSM, 2000.
LACAZE, Jean-Paul. A cidade e o urbanismo. Tradução de Magda
Bigotte de Figueiredo. Lisboa, Instituto Piaget, 1995.
LEFEBVRE, Henri. A revolução urbana. Martins, Sérgio (trad.). Belo
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FERRARA, Lucrecia D’Alessio. Os significados urbanos. São Paulo:
Edusp/Fapesp, 2000.
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SANCHEZ, Fernanda. A reinvenção das cidades para um mercado
mundial. Chapecó: Argos, 2003.
SILVA, Adriana Pisoni da. O saber-fazer do turismo na revitalização de
sítios históricos urbanos: um estudo das praças da Alfândega e da
Matriz na cidade de Porto Alegre/RS. Dissertação (Mestrado em
Planejamento urbano e regional).UFRGS, 2006.
WEIMER, Günter. Urbanismo no Rio Grande do Sul. Porto Alegre:
Universidade UFRGS/Prefeitura Municipal de Porto Alegre, 1992.
____. Origem e evolução das cidades rio-grandenses. Porto Alegre:
Livraria do Arquiteto, 2004.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
TUR293
Contabilidade aplicada ao turismo
Introdução a Contabilidade. Movimentações patrimoniais. Apuração de
resultados. Demonstrações contábeis básicas. Introdução à análise de
demonstrações contábeis.
GONÇALVES, E. C.; BAPTISTA, A. E. Contabilidade geral. São Paulo:
Atlas, 2007.
NEVES, S.das; VICECONTI, Paulo E.V. Contabilidade básica - e
estrutura das demonstrações contábeis. São Paulo. Frase, 2003.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade geral fácil. São Paulo: Saraiva,
2009.
Castilho, E.; Castilho, A.S.N.de; Castilho, L.F.N.de. Introdução à lógica
contábil: contabilidade básica com exercícios e aplicação. São Paulo.
Saraiva, 2010.
NEVES, Silvério das; VICECONTI, Paulo E. V.Contabilidade avançada
e análise das demonstrações financeiras. São Paulo. Atlas, 2003.
RIBEIRO, OSNI MOURA. Estrutura e análise de balanços fácil. São
Paulo. Saraiva, 2009.
_______. Contabilidade básica fácil. Saraiva, 2009.
TUR263
Gestão de Pessoas
Organização e gestão de pessoas. Planejamento da gestão de
pessoas. Processos de agregar pessoas. Processos de aplicar
pessoas. Processos de recompensar pessoas. Processos de
desenvolver pessoas. Processos de manter pessoas. Processos de
monitorar pessoas.
ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de pessoas: estratégias e
integração organizacional. São Paulo: Atlas, 2006.
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: o novo papel dos
recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
WOOD JUNIOR, Thomaz; FILHO, Vicente Picarelli. Remuneração e
carreira por habilidades e por competências: preparando a organização
para a era das empresas de conhecimento intensivo. São Paulo: Atlas,
2004.
CHIAVENATO, Idalberto. Recursos humanos. São Paulo: Atlas, 2000.
30
complementar
3° semestre
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
DUTRA, Joel Souza. Gestão de pessoas: modelos, processos,
tendências e perspectivas. São Paulo: Atlas, 2002.
LUCENA, Maria Salete. Planejamento de recursos humanos. São
Paulo: Atlas, 1999.
ROBBINS, Stephen Paul. Administração: mudanças e perspectivas.
São Paulo: Saraiva, 2000.
TUR270
Planejamento e Organização de Eventos I
Contexto geral. Tipologia e caracterização. Eventos no mercado
turístico. Organização de eventos. Detalhamento de eventos.
ANDRADE, R. B. Manual de eventos. Caxias do Sul: Educs, 1999.
CESCA, C. G. G. Organização de eventos: manual para planejamento
e execução. São Paulo: Summus, 1997.
MATIAS, M. Organização de eventos: procedimentos e técnicas São
Paulo: Manole, 2001.
MELO NETO, F. P. Marketing de eventos. Rio de Janeiro: Print, 1998.
NICHOLS, B. Gerenciamento profissional de eventos. Fortaleza: ABC,
1998.
ACERENZA, M. A. Promoción turística: um enfoque metodológico.
México: Trilhas, 1990.
BETTEGA, M. L. Eventos e cerimonial: simplificando as ações. Caxias
do Sul: Educs, 2001.
GOIDANISCH, K. L; MOLETTA, V. F. Turismo de eventos. Porto
Alegre: Sebrae/RS, 2000.
JOLLES, R. Como conduzir seminários e workshops. São Paulo:
Papirus, 2000.
MELO NETO, F. P. Criatividade em eventos. São Paulo: Contexto,
2000.
MIRANDA, L. Negócios e festas: cerimonial e etiqueta em eventos Belo
Horizonte: Autêntica, 2001.
NAKANE, A. Técnicas de organização de eventos. Rio de Janeiro:
Infobook, 2000.
NUNES, M. M. Cerimonial para executivos: um guia para execução e
supervisão de eventos empresariais.Porto Alegre: Sagra Luzatto, 1996.
OLIVEIRA, J. B. Como promover eventos: cerimonial e protocolo na
prática. São Paulo: Madras, 2000.
ZIMMERMANN, K; SINICCO, S. Guia Abeoc para profissionais de
eventos. São Paulo: CIPA, 1997.
VELOSO, D; NOGUEIRA, J. D. V. Organização de eventos e
solenidades. Goiânia: AB, 2001.
TUR265
Arte e Estética
Definição de arte. Arte antiga. Arte medieval. Arte renascentista e
barroca. Academismo. Arte no século 20. Arte brasileira.
ARGAN, G. C. Arte moderna: do iluminismo aos movimentos
contemporâneos. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.
CALABRESE, O. A linguagem da arte. Lisboa: Presença, 1986.
GOMBRICH, E. H. A história da arte. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
ZANINI, W. História geral da arte no Brasil. São Paulo: Instituto Walter
Moreira Salles, 1983.
CAROL, S; BOSWELL, J. Arte comentada: da pré-história ao pósmoderno. Rio de Janeiro: Ediouro, 1999.
CHIARELLI, T. Arte internacional brasileira. São Paulo: Lemos, 1999.
DE GULLAR, F. Etapas da arte contemporânea. São Paulo: Nobel,
31
1999.
STANGOS, N. Conceitos da arte moderna. Rio de Janeiro: Zahar,
1991.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
TUR280
Cenários de Hospitalidade
Hospitalidade. Pós-turismo: novas tecnologias, turistas, expectativas,
comportamentos.
BOFF, Leonardo. Virtudes para um outro mundo possível:
hospitalidade - direito e dever de todos. Petrópolis: Vozes, 2005.
____. Saber cuidar: ética do humano-compaixão pela terra. Petrópolis:
Vozes, 1999.
BUENO, Mariely Siqueira; DENCKER, Ada de Freitas (org.).
Hospitalidade: cenários e oportunidades. São Paulo: Thomson
Pioneira, 2003.
GASTAL, Susana; MOESCH, Marutschka Martini (org.). Um outro
turismo é possível. São Paulo: Contexto, 2004.
TUR286
Tecnologias no Turismo
Aspectos teóricos e conceituais. Tecnologias facilitadoras de práticas
operacionais e administrativas. Tecnologias como instrumentos de
distribuição e promoção do produto turístico. Uso de tecnologias:
dificuldades e problemáticas.
NORTON, Peter. Distribuição da informação eletrônica em turismo e hotelaria.
Porto Alegre: Boockman, 2001.
OMT. E-business for tourism: pratical guidelines for destinations and business.
Madrid: OMT, 2001
____. Promoción de destinos turísticos em el ciberespacio: retos del marketing
electronico. Madrid: OMT, 1999.
MARIN, Airton. Tecnologia da informação nas agências de viagens: em busca
da produtividade e do valor agregado. São Paulo: Aleph, 2004.
MIDDLETON, Vitor. Marketing de turismo: teoria e prática. Rio de Janeiro:
Campus, 2002.
OMT. Marketing tourism destinations online. Madrid: OMT, 1999.
TUR294
Planejamento Turístico I
Planejamento do turismo. Análise estrutural do turismo e a
sustentabilidade do sistema. Fases metodológicas do planejamento.
Planejamento do espaço turístico.
BENI, Mário Carlos. Análise Estrutura do Turismo. São Paulo: SENAC.
2008.
____. Política e Planejamento de Turismo no Brasil. São Paulo: Aleph,
2006.
MAGALHÃES, Cláudia Freitas. Diretrizes para o turismo sustentável
em municípios. São Paulo: ROCA, 2002.
MOLINA, S.; RODRIGUES, S. Turismo: Metodologia e Planejamento.
Bauru: EDUSC, 2005.
RUSCHMANN, Dóris. Turismo e Planejamento Sustentável. 8. ed.
Campinas: Papirus, 2001.
BARRETTO, Margarita. Planejamento Responsável do Turismo. São
Paulo: Papirus, 2005.
DIAS, Reinaldo. Planejamento do turismo: políticas e desenvolvimento
do turismo no Brasil. São Paulo: Atlas, 2003.
HALL, Colin Michael. Planejamento turístico: políticas, processos e
32
relacionamentos. Tradução de Edite Sciulli. São Paulo: Contexto, 2001.
MOLINA, S.; RODRIGUES, S. Planejamento Integral do Turismo.
Bauru: Edusc, 2001.
PANOSSO NETTO, Alexandre; LOHMANN, Guilherme. Teoria do
turismo: conceitos, modelos e sistemas. São Paulo: Aleph, 2008.
RUSCHMANN, Dóris van de Meene; SOLHA, Karina Toledo (Org.).
Planejamento Turístico. Barueri: Manole, 2006.
THOMAZI, Silvia. Cluster de Turismo: introdução ao estudo de arranjo
produtivo local. São Paulo: Aleph, 2006.
YÁZIGI, Eduardo. Turismo: uma esperança condicional. 3. ed. São
Paulo: Global, 2003.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
TUR 295
Gastronomia
Diferenças entre gastronomia e culinária. Gastronomia e suas
mutações no tempo. Tabus alimentares. Simbolismos da alimentação.
Relação da alimentação com a autenticidade cultural de um povo.
Significado do ato de comer: caráter social, cultural e festivo da
alimentação.
Gastronomia enquanto produto turístico.
Enogastronomia: fundamentos, atualidades e possibilidades.
BRAUNE, Renata; FRANCO, Sílvia Cintra. O que é gastronomia. 1. ed.
São Paulo: Brasiliense, 2007.
DÓRIA, Carlos Alberto. A culinária materialista: a construção racional
do alimento e do prazer gastronômico. São Paulo: Senac, 2009.
FAGLIARI, Gabriela Scuta. Turismo e alimentação: análises
introdutórias. São Paulo:
Roca, 2005.
FERNANDES, Caloca. Viagem gastronômica através do Brasil. São
Paulo: Senac/
Estúdio Sonia Robatto, 2003.
LEAL, Maria L. M. Soares. A história da gastronomia. Rio de Janeiro:
Senac, 1998.
MONTANARI, Massimo. Comida como cultura. São Paulo: Senac,
2008.
OLIVEIRA, Sandra Ramalho e. Sentidos à mesa: saberes além dos
sabores. 1. ed. São Paulo: Rosari, 2010.
RIBEIRO, Carlos Manoel Almeida. Gastronomia: história e cultura. São
Paulo: Hotec,
2006.
SCHLÜTER, Regina. Gastronomia e turismo. São Paulo: Aleph, 2003.
STEINBRUCH, Eva Ribenboim. Brasil: gastronomia, cultura e turismo
= Brazil: gastronomy, culture and tourism . São Paulo: BEI
Comunicação, 2010.
ALGRANTI, Marcia. Pequeno dicionário da gula. Rio de Janeiro:
Objetiva, 1999.
ARAÚJO, Wilma Maria Coelho (org.). Da alimentação à gastronomia.
Brasília:
Universidade de Brasília, 2005.
ATALA, Alex. Por uma gastronomia brasileira: para ler. São Paulo: BEî,
2003.
ATALA, Alex; DÓRIA, Carlos Alberto. Com unhas, dentes & cuca:
prática culinária e papo-cabeça ao alcance de todos. 2. ed. São Paulo:
Senac, 2009.
CAVALCANTI, Pedro. A pátria nas panelas: história e receitas da
cozinha brasileira. São Paulo: Senac, 2007.
CASTELLI, Geraldo. Hospitalidade: na perspectiva da gastronomia e
da hotelaria. São
33
Paulo: Saraiva, 2005.
RIBEIRO, Carlos Manoel Almeida. Gastronomia: história e cultura. São
Paulo: Hotec, 2006.
THIS, Hervé; MONCHICOURT, Marie-Odile. Herança culinária e as
bases da gastronomia molecular. São Paulo, 2009.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
4° semestre
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
TUR296
Sociologia Aplicada ao Turismo
Construção da trajetória sociocultural das práticas turísticas no
contexto histórico do mundo ocidental capitalista. Turismo e fenômeno
social. Dialética global-local e o fenômeno turístico sustentável.
Turismo e ética.
GIDDENS, Anthony. Sociologia. Porto Alegre: Artmed, 2006.
KIPPENDORF, Jost. Sociologia do turismo: para uma nova
compreensão do lazer e das viagens. São Paulo: Aleph, 2001.
MAFFESOLI, Michel. Sobre o nomadismo. Rio de Janeiro: Record,
2001.
BAUMAN, Zygmunt. Modernidade Líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar
editores, 2001.
____. Globalização: as consequências humanas. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar Editores, 1999.
MOLINA, Sergio. O pós-turismo. São Paulo: Aleph, 2003.
MOESCH, Marutschka. A produção do saber turístico. São Paulo:
Contexto, 2000.
URRY, John. O olhar do turista: lazer e viagem nas sociedades
contemporâneas. São Paulo: Studio Nobel, 2001.
RUSCHMANN, Doris. Turismo e planejamento sustentável: a proteção
do meio ambiente. Campinas: Papirus, 2001.
SILVEIRA, Emerson Sena. Por uma sociologia do Turismo. São Paulo:
n/d, 2007.
TRIGO, Luiz Gonzaga Godoi. Turismo e qualidade: tendências
contemporâneas. Campinas: Papirus, 2002.
TUR283
Planejamento e Organização de Eventos II
Conceitos e histórico dos eventos: tipologia e caracterização.
Importância e aplicação dos eventos institucionais no mercado
turístico. Planejamento e organização de eventos: elaboração de
projetos. Terceiro setor como participante nos eventos institucionais.
Eventos temáticos, espetáculos, feiras e jogos.
BRITO, J; FONTES, N. Estratégias para eventos: uma ótica do
marketing e do turismo. São Paulo: Aleph, 2002.
CANTON, A. M. Eventos: ferramenta de sustentação para as
organizações do terceiro setor. São Paulo: Roca, 2002.
MELO NETO, F. Criatividade em eventos. São Paulo: Contexto, 2005.
BENI, M. Analise estrutural do turismo. São Paulo, Senac,1997.
MELO NETO, F. P. Marketing de eventos. Rio de Janeiro: Sprint, 1998.
NAKANE, A. Técnicas de organização de eventos. Rio de Janeiro:
Infobook, 2004.
NICHOLS, B. Gerenciamento profissional de eventos. Fortaleza: ABC,
1998.
TUR271
Lazer e Entretenimento
Construção do campo conceitual da sociologia do lazer no contexto da
34
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
hospitalidade e da sustentabilidade. Preparação e desencadeamento
da ação turística.
DE MASI, Domenico. O ócio criativo. Rio de Janeiro: Sextante, 2000.
DUMAZEDIER, Joffre. A revolução cultural do tempo livre. São Paulo:
Studio Nobel, 1994.
SANTOS, Milton. Lazer popular e geração de emprego. Lazer: do
ponto de vista da natureza e do ponto de vista da técnica. In: Lazer
numa sociedade globalizada: Leisure in a globalized society. São
Paulo: Sesc/WLRA, 2000.
DUMAZEDIER, Joffre. Sociologia empírica do lazer. São Paulo:
Perspectiva, 1999.
____. Lazer e cultura popular. São Paulo: Perspectiva, 2000.
LAFARGUE, Paul. O direito à preguiça. São Paulo: Kairós, 1983.
LOCKWOOD, A; MEDLIK, S. Turismo e hospitalidade no século 21.
São Paulo: Manole, 2003.
MARCELLINO, Nelson. Pedagogia da animação. Campinas: Papirus,
1990.
____. Lazer e humanização. Campinas: Papirus, 1995.
____. Políticas públicas e setoriais de lazer. O papel das prefeituras.
Campinas: Autores Associados, 1996.
PADILHA, Valquíria. Tempo livre e capitalismo: um par perfeito.
Campinas: Alínea, 2000.
SESC/WLRA. Lazer numa sociedade globalizada. São Paulo: Sesc,
2000.
TUR297
Planejamento Turístico II
Elaboração de plano/ programa e projeto. Aplicação da metodologia do
inventário da oferta turística. Planejamento de destinos turísticos
sustentáveis.
BRAGA, Débora Cordeiro. Planejamento Turístico: teoria e prática. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2007.
BROSE, Markus (Org.). Metodologia participativa: uma introdução a 29
instrumentos. Porto Alegre: Tomo, 2001.
COOPER, Chris et al. Turismo: princípios e práticas. Porto Alegre:
Bookman, 2007.
MAGALHÃES, Claudia Freitas. Diretrizes para o Turismo Sustentável
em Municípios. São Paulo: Rocca, 2002.
Site: http://unwto.org/en
Sites oficiais dos órgãos públicos de turismo
CORIOLANO, Luzia Neide M. T. Arranjos Produtivos Locais do
Turismo Comunitário: atores e cenários em mudança. Fortaleza:
EdUECE, 2009.
IRVING, Marta de Azevedo; AZEVEDO, Júlia. Turismo: o desafio da
sustentabilidade. São Paulo: Futura, 2002.
LEMOS, Leandro de. O valor turístico na economia da
sustentabilidade. São Paulo: Aleph, 2005.
LÜCK, Heloísa. Metodologia de projetos: uma ferramenta de
planejamento e gestão. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 2004.
RUSCHMANN, Dóris. Turismo e Planejamento Sustentável. 8. ed.
Campinas: Papirus, 2001.
SWARBROOKE, John. Turismo sustentável. São Paulo: Aleph, 2000.
THEOBALD, Willian. F. (Org.). Turismo Global. São Paulo: SENAC,
2001.
TUR284
Construção da Imagem Turística
35
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Imagem e imaginário. Identidades personificadoras para o turismo.
Comunicação turística.
BORDENAVE, J. E. O que é comunicação. São Paulo: Nova
Cultura,1986.
HALL, S. A. Identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro:
Dpea, 2000.
MALRIEU, P. A construção do imaginário. Lisboa: Piaget, 2001.
SANTAELLA, L (org.). Imagem, cognição, semiótica, mídia. São Paulo:
Iluminuras, 1999.
BARRETTO, M. Turismo e identidade local. Campinas: Papirus, 2001.
BIGNAMI, R. A imagem do Brasil no turismo. São Paulo: Aleph, 2002.
DURAND, G. O imaginário. Rio de Janeiro: Difel, 2001.
GASTAL, S. Turismo, imagens e imaginários. São Paulo: Aleph, 2005.
URRY, J. O olhar do turista. São Paulo: Sesc/Nobel, 1996.
YÁIZI, E et al. Turismo: espaço, paisagem e cultura. São Paulo:
Hucitec, 1990.
TUR298
Espanhol I
Estruturas básicas da língua espanhola específicas da área de turismo.
Aspectos sociolinguísticos e comunicativos em situações pertinentes à
área de turismo.
GODED, Margarita; VARELA, Raquel. Bienvenidos: Español para
profesionales: Turismo y hostelería. Nivel 1. Madrid: en CLAVE-ELE,
2005.
MORENO, Concha; TUTS, Martina. Cinco Estrellas: español para el
turismo. Madrid: Sgel, 2009.
ARAGÓN, Matilde Cerrolaza; GILI, óscar Cerrolaza; BARQUERO,
Begoña LLovet. Pasaporte. Español Lengua Extranjera.Nivel A1.
Madrid: Edelsa, 2008.
BELTRAN, Blanca Aguirre. El español por profesiones: Servicios
turísticos. Madrid: SGEL, 1990.
DOMÍNGUEZ, A. L. Forma: formación de formadores. Interferencias,
cruces y errores. n° 2. Madrid: SGEL, 2001.
DURÃO, Adja B. J. et al. Gramática viva de espanhol. Colección: ¡Viva
la gramática! [S. I.]: En CLAVE-ELE, 2007.
ELIZAINCIN, A. Dialectos en contacto: Español y portugués en España
y América. Montevideo: Arca, 1992.
HERMOSO, González Alfredo. Conjugar es fácil en español de España
y de América. Madrid: Edelsa, 1998.
HERNÁNDEZ,
Guillermo.
Ortografía
fácil:
actividades
de
autoaprendizaje. Madrid: Edelsa, 1999.
MASIP, Vicente. Gramática española para brasileños. Tomo I
Morfosintaxis. Barcelona: Difusión, 2000
MEDINA LÓPEZ, J. Lenguas en contacto. Madrid: Arco/Libros. 1997.
MOLINER, María. Diccionario de uso del español. 2ª ed. 2v. Madrid:
Gredos, 1999.
MORA, Carmen. Hispanoamérica, ayer y hoy. Madrid: Sgel, 1998.
MORENO, Concha; FERNÁNDEZ, Gretel Eres. Gramática contrastiva
del español para brasileños. Madrid: SGEL, 2007.
MORENO, Concha; TUTS, Martina. El español en el hotel. Madrid:
SGEL, 2005.
Nueva Gramática de la Lengua Española. Real Academia Española y
Asociación de Academias Americanas. 2 Vol. Madrid: Espasa-Calpe:
2009.
SALAMANCA, Universidad de. Viaje al español. España: Santillana,
2001.
36
SARMIENTO, R. SÁCHEZ, A. Gramática básica del español. Madrid:
Sgel, 1989.
SEÑAS. Diccionario para la enseñanza de la lengua española para
brasileños. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
SILVA, Cecilia Fonseca da. Los falsos amigos en español y portugués:
interferencias léxicas. Rio de Janeiro: Imperial Novo Milenio: 2008.
TAMAMES, Ramón; QUESADA, Sebastián. Imágenes de España.
Madrid: Edelsa, 2001.
TORREGO, Leonardo Gómez. Gramática didáctica del español.
Madrid: Ediciones SM, 2000.
VOLPI, Marina Tazón (coord.). DELP. Palabras & palabras: Diccionario
Español-portugués; portugués-español. Porto Alegre: Rígel, 2003..
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
5° semestre
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
TUR306
Comunicação e Turismo
Comunicação integrada de marketing. Instrumentos de comunicação
de marketing. Mídias. Agência de propaganda. Estratégias de
propaganda.
OGDEN, J. R. Comunicação integrada de marketing. São Paulo:
Prentice Hall, 2002.
RIBEIRO, J. et al. Tudo o que você queria saber sobre propaganda e
ninguém teve paciência para explicar. São Paulo: Atlas, 1989.
SANT’ANNA, A. Propaganda: teoria - técnica - prática. São Paulo:
Pioneira, 2001.
KOTLER, P. Administração de marketing: análise, planejamento,
implementação e controle. São Paulo: Atlas, 1999.
PREDEBON, J. Propaganda: profissionais ensinam como se faz. São
Paulo: Atlas, 2000.
SAMPAIO, R. Propaganda de A a Z. São Paulo: Campus, 1996.
VERONEZZI, J. C. Mídia de A a Z. São Paulo: Flight, 1990.
TUR269
Marketing Turístico
Atendimento da demanda. Teoria do marketing aplicada ao turismo.
Delimitação e características do produto turístico. Plano de marketing
para organizações turísticas com e sem fins lucrativos.
BARRETTO FILHO, Abdon. Marketing turístico. Porto Alegre:
4All/Consulatio/Autor, 2002.
CASTROGIOVANNI, Antonio Carlos (org.). Turismo urbano. São
Paulo: Contexto, 2001.
KOTLER, Philip. Marketing para o século XXI: como criar, conquistar e
dominar mercados. São Paulo: Futura, 1999.
____. Marketing público. São Paulo: Makron Book, 1995.
RUSCHMANN, Dóris Van de M. Marketing turístico: um enfoque
promocional. Campinas: Papiro, 1999.
PEREIRA, Marcos. Marketing de cidades turísticas. São Paulo:
Chronos, 2001.
VAZ, Gil Nuno. Marketing turístico: receptivo e emissivo; um roteiro
estratégico para projetos públicos e privados. São Paulo: Pioneira
Thompson Learning, 2002.
37
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
TUR299
Espanhol II
Funções comunicativas específicas da área de turismo. Leitura e
produção de textos específicos da área de turismo.
GODED, Margarita; VARELA, Raquel. Bienvenidos: Español para
profesionales: Turismo y hostelería. Nivel 1. Madrid: en CLAVE-ELE,
2005.
MORENO, Concha; TUTS, Martina. Cinco Estrellas: español para el
turismo. Madrid: Sgel, 2009.
ARAGÓN, Matilde Cerrolaza; GILI, Óscar Cerrolaza; BARQUERO,
Begoña LLovet. Pasaporte. Español Lengua Extranjera.Nivel A1.
Madrid: Edelsa, 2008.
BELTRAN, Blanca Aguirre. El español por profesiones: Servicios
turísticos. Madrid: SGEL, 1990.
DOMÍNGUEZ, A. L. Forma: formación de formadores. Interferencias,
cruces y errores. n°2. Madrid: SGEL, 2001.
DURÃO, Adja B. J. et al. Gramática viva de espanhol. Colección: ¡Viva
la gramática! [S. I.]: En CLAVE-ELE, 2007.
ELIZAINCIN, A. Dialectos en contacto: Español y portugués en España
y América. Montevideo: Arca, 1992.
HERMOSO, González Alfredo. Conjugar es fácil en español de España
y de América. Madrid: Edelsa, 1998.
HERNÁNDEZ,
Guillermo.
Ortografía
fácil:
actividades
de
autoaprendizaje. Edelsa: Madrid, 1999.
MASIP, Vicente. Gramática española para brasileños. Tomo I
Morfosintaxis. Barcelona: Difusión, 2000.
MEDINA LÓPEZ, J. Lenguas en contacto. Madrid: Arco/Libros. 1997.
MOLINER, María. Diccionario de uso del español. 2. ed. 2v. Madrid:
Gredos, 1999.
MORA, Carmen. Hispanoamérica, ayer y hoy. Madrid: Sgel, 1998.
MORENO, Concha; FERNÁNDEZ, Gretel Eres. Gramática contrastiva
del español para brasileños. Madrid: SGEL, 2007.
MORENO, Concha; TUTS, Martina. El español en el hotel. Madrid:
SGEL, 2005.
Nueva Gramática de la Lengua Española. Real Academia Española y
Asociación de Academias Americanas. 2 vol. Madrid: Espasa-Calpe:
2009.
SALAMANCA, Universidad de. Viaje al español. España: Santillana,
2001.
SARMIENTO, R.; SÁCHEZ, A. Gramática básica del español. Madrid:
Sgel, 1989.
SEÑAS. Diccionario para la enseñanza de la lengua española para
brasileños. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
SILVA, Cecilia Fonseca da. Los falsos amigos en español y portugués:
interferencias léxicas. Rio de Janeiro: Imperial Novo Milenio: 2008.
TAMAMES, Ramón; QUESADA, Sebastián. Imágenes de España.
Madrid: Edelsa, 2001.
TORREGO, Leonardo Gómez. Gramática didáctica del español.
Madrid: Ediciones SM, 2000.
VOLPI, Marina Tazón (coord.). DELP. Palabras & palabras: Diccionario
Español-portugués; portugués-español. Porto Alegre: Rígel, 2003.
TUR275
Projetos Turísticos
Estrutura de gerenciamento de projetos turísticos. Noções de
gerenciamento das áreas de conhecimento do projeto. Fases do
38
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
projeto.
DINSMORE, Paul Campbell; BARBOSA, Adriane Monteiro Cavalieri
(coord.). Como se tornar um profissional em gerenciamento de
projetos: livro-base de preparação para certificação PMP - Project
Management Professional. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005.
VARGAS, Ricardo Viana. Manual prático do plano de projeto. Rio de
Janeiro: Brasport, 2007.
BARBOSA, Luiz Gustavo Medeiros; ZOUAIN, Débora Moraes (orgs.).
Gestão em turismo e hotelaria: experiências públicas e privadas. São
Paulo: Aleph, 2004.
TOLEDO, Geraldo Luciano; OVALLE, Ivo Izidoro. Estatística básica.
São Paulo: Atlas, 1994.
VARGAS, Ricardo Viana. Gerenciamento de projetos: estabelecendo
diferenciais competitivos. Rio de Janeiro: Brasport, 2005.
TUR276
Pesquisa Aplicada do Turismo
Pesquisa quantitativa e qualitativa. Construção e formatação do tema e
problema de pesquisa. Delimitação do objeto de pesquisa.
Justificativas e objetivos nos limites do campo conceitual do turismo.
Métodos e técnicas de pesquisa: pesquisa etnográfica e pesquisa
ação. Métodos e técnicas do trabalho de campo.
GEERTZ, C. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Zahar, 1973.
MALINOWSKI, B. Argonautas do pacífico ocidental: um relato do
empreendimento e da aventura dos nativos nos arquipélagos da Nova
Guiné. São Paulo: Abril Cultural, 1978.
LEVI-STRAUSS, C. O pensamento selvagem. São Paulo: USP, 1970.
MAUSS, M. Sociologia e antropologia. São Paulo: Edusp, 1974.
PIAGET, J. Estudos sociológicos. Barcelona: Ariel, 1983.
TUR279
Turismo e Ruralidade
Turismo no cenário rural brasileiro. Espaço rural e atividade turística.
Tendências, desafios e perspectivas futuras para o turismo em áreas
rurais.
ALMEIDA, Joaquim Anécio; FROEHLICH, José Marcos; RIEDL, Mário
(orgs.). Turismo rural e desenvolvimento sustentável. Campinas:
Papirus, 2000.
BOULLÓN, Roberto C. Planejamento do espaço turístico. Bauru:
Edusc, 2002.
TULIK, Olga. Turismo rural. São Paulo: Aleph, 2003.
ALMEIDA, Joaquim Anécio. RIEDL, Mário (orgs.). Turismo rural:
ecologia, lazer e desenvolvimento. Bauru: Edusc, 2000.
Brasil. Diretrizes para o desenvolvimento do turismo rural. Brasília:
Ministério do Turismo, 1990.
PORTUGUEZ, A. P. Agroturismo e desenvolvimento regional. São
Paulo: Hucitec, 1999.
RODRIGUES, A. B. (org.). Turismo rural. São Paulo: Contexto, 2001.
_____. Turismo e desenvolvimento local. São Paulo: Hucitec, 1997.
RUSCHMANN, Doris. Turismo e planejamento sustentável. Campinas:
Papirus, 1997.
TUR285
Transportes Turísticos
39
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Conceituações e definições. Estudo dos modais. Anexos e terminais.
Transporte nos destinos.
DE LA TORRE, F. Sistemas de transporte turístico. Tradução Cláudia
Bruno Galvãn. São Paulo: Roca, 2002.
DI RONÁ, R. Transportes no turismo. São Paulo: Manole, 2002.
PALHARES, G. Transportes turísticos. São Paulo: Aleph, 2003.
AMARAL, R. Cruzeiros marítimos. São Paulo: Manole, 2004.
PAGE, S. Transportes e turismo. Porto Alegre: Bookmann, 2003.
TUR300
Estágio I
Definição do campo de estágio. Prospecção por parte do professor e
do aluno da empresa onde o estágio se realizará. Planejamento das
atividades. Início da atividade prática. Elaboração e apresentação do
relatório de estágio.
ACERENZA, Miguel A. Agencia de viajes: organización y operación.
Mexico: Trillas, 1999.
ALBRECHT, Karl. Revolução nos serviços. São Paulo: Pioneira, 1992.
BARRETTO Filho, Abdon. Marketing turístico. Porto Alegre:
I4All/Consulatio/Autor, 2002.
BENI, Mário Carlos. Análise estrutura do turismo. São Paulo: Senac,
1998.
Brasil. Dados e fatos. Brasília: Minintur, 2006.
BRUHNS, H. T. Viagens à natureza. São Paulo: Papirus, 1997.
CASTELLI, Geraldo. Administração hoteleira. Caxias do Sul: Educs,
1999.
CASTROGIOVANNI, Antonio Carlos (org.). Turismo urbano. São
Paulo: Contexto, 2001.
CAVASSA, César Ramirez. Hotéis: gerenciamento, segurança e
manutenção. São Paulo: Rocca, 2000.
CESCA, C. G. G. Organização de eventos: manual para planejamento
e execução. São Paulo: Summus, 1997.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e prática.
São Paulo: Makron Books, 1994.
DENCCKER, Ada de Freitas. Métodos e técnicas de pesquisa em
turismo. São Paulo:Futura, 2000.
LEAL, Maria L. M. Soares. A história da gastronomia. Rio de Janeiro:
Senac Nacional, 1998.
LEMOS, Leandro de Lemos. Turismo que negócio é esse? Uma
análise econômica do turismo. Campinas: Papirus, 1999.
____. O valor turístico na economia da sustentabilidade. São Paulo:
Aleph, 2005.
LIONEL, Maítre. Restaurante: técnicas de serviço. Caxias do Sul:
Educs, 1990.
MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas.
São Paulo:
Manole, 2001.
MOESCH, Marutschka. A produção do saber turístico. São Paulo:
Contexto, 2000.
OMT. Organização mundial do turismo. Relatórios anuais. Madrid:
OMT, 2004/2005/2006.
BIANCHI, Anna Cecília de Moraes. Manual de orientação:estágio
supervisionado. São Paulo: Thomson Pioneira, 2001.
____. Orientação para estágio em turismo. São Paulo: Thomson
Pioneira, 2002.
BISSOLI, Maria Ângela Marques Ambrizi. Estágio em turismo e
40
hotelaria. São Paulo:
Aleph, 2002.
ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projetos de estágio e de pesquisa em
administração.
São Paulo: Atlas, 2005.
6° semestre
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
EDU251
Ética e Cidadania
Ética, cidadania e historicidade. Indivíduo, sociedade e Estado.
Construção da cidadania. Valor ético do trabalho e da profissão.
CAMARGO, M. Fundamentos de ética geral e profissional. Petrópolis:
Vozes, 2001.
PIRES, C. M. P. Ética e cidadania. Porto Alegre: Dacasa/Palmarinca,
1999.
VÁZQUEZ, A. S. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1969.
ARISTÓTELES. Ética a nicômanos. Brasília: UNB, 1999.
BOBBIO, N. A era dos direitos. São Paulo: Campus, 1962.
BOFF, L. Ética da vida. Brasília: Letraviva, 2000.
DIMENSTEIN, G. O cidadão de papel: a infância, a adolescência e os
direitos humanos no Brasil. São Paulo: Ática, 1994.
HERKENHOFF, J. B. Ética, educação e cidadania. Porto Alegre:
Livraria do Advogado, 2001.
JUNGES, J. R Bioética. São Leopoldo: Unisinos, 1999.
MARQUES, M. O. Botar a boca no mundo. Ijuí: Unijuí, 1999.
MANZINI-COVRE, M. L. O que é cidadania. São Paulo: Brasiliense,
1995.
NALINI, J. R. Ética geral e profissional. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 2001.
VALLS, Á. O que é ética. São Paulo: Brasiliense, 1986.
TUR268
Gestão de alimentos e Bebidas
Alimentos e bebidas. Gestão de cozinha (postura profissional,
administração de mercadorias, escalas de trabalho, treinamento de
pessoal). Estrutura e funcionamento de restaurante. Bares.
CASTELLI, Geraldo. Administração hoteleira. Caxias do Sul: Educs,
2000.
DAVIES, Carlos A. Alimentos e bebidas. São Paulo: Educs, 1999.
DAVIES, Christine; DER, Lynn Van. Supervisão e liderança em turismo
e hotelaria. São Paulo: Contexto, 2001.
FONSECA, Marcelo Traldi. Tecnologias gerenciais de restaurantes.
São Paulo: Senac, 1999.
LIONEL, Maítre. Restaurante: técnicas de serviço. Caxias do Sul:
Educs, 1990.
LONA, Adolfo Alberto Vinhos: degustação, elaboração e serviço. Porto
Alegre: AGE, 2006.
MIRANDA, Fernando. Análise sensorial de vinhos. Rio de Janeiro:
Axcel, 2000.
REAL, Mauro Corte. Degustação de vinhos: uma iniciação à análise
sensorial. Porto Alegre: AGE, 2005.
TEICHMANN, Ione Mendes. Cardápios: técnicas e criatividade. Caxias
do Sul: Educs, 1987.
____. Tecnologia culinária. Caxias do Sul: Educs, 2000.
41
Bibliografia
complementar
BARRETO, Ronaldo Lopes Pontes. Passaporte para o sabor:
tecnologias para a elaboração de cardápios. São Paulo: Senac, 2000.
FREUND, Tommy . Técnicas de alimentos e bebidas. Rio de Janeiro:
Infobook, 2000.
Código
Disciplina
Ementa
TUR301
Roteirização Turística
Estrutura do produto turístico. Roteiros turísticos: teorias e conceitos.
Roteiros turísticos: utilização como instrumento de integração regional
e informação. Roteiros turísticos: articuladores da produção.
BAHL, Miguel. Viagens e Roteiros Turísticos. Curitiba: Protexto, 2004.
BENI, Mário. Análise Estrutural do Turismo. São Paulo: Senac, 1998.
TAVARES, Adriana de Menezes. City Tour. Coleção ABC do Turismo.
São Paulo: Aleph, 2002.
TOMELIN, Carlos. Mercado de Agencias de Turismo. São Paulo:
Aleph, 2000.
ANSARAH, Marília Gomes Reis (Org). Turismo – Segmentação de
Mercado. São Paulo: Futura, 1999.
LEMOS, Leandro. O Valor Turístico na Economia da Sustentabilidade.
São Paulo: Aleph,2005.
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
TUR302
Inglês I
Aspectos da comunicação relacionados à área do turismo. Aspectos
gramaticais (fonológicos, sintáticos), semânticos e pragmáticos da
língua.
DUCKWORTH, M. First class: English for tourism; workbook. Nova
York: Oxford, 1997.
MUNHOZ Rosangêla. Inglês instrumental: estratégias de leitura. São
Paulo: Texto Novo, 2004.
STOTT, Trist; HOLT, Roger. First class: English for tourism; student’s
book. Oxford: Oxford, 2000.
Dicionário Oxford Escolar: para estudantes brasileiros de inglês.
Português-Inglês/Inglês-Português. New York: Universidade de Oxford,
2000.
MURPHY, Raymond. English grammar in use. Cambridge: Cambridge,
1995.
SOUZA, Adriana Grade Fiori et al. Leitura em língua inglesa: uma
abordagem instrumental. São Paulo: Dinal, 2005.
ALC102
Trabalho Final de Graduação I
Diretrizes para elaboração do trabalho de conclusão do curso.
Planejamento da pesquisa.
HOHLFELDT, Antonio; WEBER, Maria; BENTZ, Ione. Tensões e
objetos da pesquisa em comunicação. Porto Alegre: Sulina, 2002.
LOPES, Maria Imaculata V. Pesquisa em comunicação. São Paulo:
Loyola, 1990.
SOUZA, Jorge Pedro. Elementos de teoria e pesquisa da
comunicação. Florianópolis: Letras Contemporânea, 2004.
BARTHES, Roland. Sistema da moda. São Paulo: Cultrix, 1971.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos
de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2005
42
MINAYO, Maria Cecília de Souza (org.). Pesquisa social: teoria,
método e criatividade. Petrópolis: Vozes, 1997.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
EDU328
Língua Brasileira de Sinais
Introdução à língua de sinais. Alfabeto manual. Diálogos com
estruturas afirmativas, negativas e interrogativas. Expressões de
quantificação e intensidade. Descrição: narrativa básica.
CAPOVILLA, F. Dicionário trilíngue de libras. São Paulo: USP, 2001.
KARNOPP, Lodenir Becker; QUADROS, Ronice Muller. Língua de
sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto alegre: Artimed, 2004.
SKLIAR, Carlos. A surdez: um olhar sobre as diferenças. São Paulo:
Mediação, 2008.
LOPES. M. C. Redações de poderes no espaço multicultural da escola
para surdos. In.
QUADROS, Ronice Muller. Educação de surdos: a aquisição da
linguagem. Porto Alegre: Artimed, 1997.
OLIVEIRA, Luiza de Fátima Medeiros de. Formação docente na escola
inclusiva: diálogo como fio tecedor. Porto Alegre: Mediação, 2009.
SKLIAR, Carlos. Pedagogia (improvável) da diferença. E se o outro
não estivesse aí? Rio de Janeiro: Dp&A, 2003.
SKLIAR, C (org.). Educação e exclusão: abordagens sócioantropológicas em educação especial. Porto Alegre: Mediação, 1998.
THOMA, Adriana da Silva; KLEIN, Madalena (org.). Currículo e
avaliação: a diferença surda na escola. Santa Cruz do Sul: Edunisc,
2009.
TUR304
Estágio II
Definição do campo de estágio. Prospecção por parte do professor e
do aluno da empresa onde o estágio se realizará. Planejamento das
atividades. Início da atividade prática. Elaboração e apresentação do
relatório de estágio.
ACERENZA, Miguel A. Agencia de viajes: organización y operación.
Mexico: Trillas, 1999.
ALBRECHT, Karl. Revolução nos serviços. São Paulo: Pioneira, 1992.
BARRETTO Filho, Abdon. Marketing turístico. Porto Alegre:
I4All/Consulatio/Autor, 2002.
BENI, Mário Carlos. Análise estrutura do turismo. São Paulo: Senac,
1998.
Brasil. Dados e fatos. Brasília: Minintur, 2006.
BRUHNS, H. T. Viagens à natureza. São Paulo: Papirus, 1997.
CASTELLI, Geraldo. Administração hoteleira. Caxias do Sul: Educs,
1999.
CASTROGIOVANNI, Antonio Carlos (org.). Turismo urbano. São
Paulo: Contexto, 2001.
CAVASSA, César Ramirez. Hotéis: gerenciamento, segurança e
manutenção. São Paulo: Rocca, 2000.
CESCA, C. G. G. Organização de eventos: manual para planejamento
e execução. São Paulo: Summus, 1997.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e prática.
São Paulo: Makron Books, 1994.
DENCCKER, Ada de Freitas. Métodos e técnicas de pesquisa em
turismo. São Paulo:Futura, 2000.
LEAL, Maria L. M. Soares. A história da gastronomia. Rio de Janeiro:
43
Bibliografia
complementar
7° semestre
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
Senac Nacional, 1998.
LEMOS, Leandro de Lemos. Turismo que negócio é esse? Uma
análise econômica do turismo. Campinas: Papirus, 1999.
____. O valor turístico na economia da sustentabilidade. São Paulo:
Aleph, 2005.
LIONEL, Maítre. Restaurante: técnicas de serviço. Caxias do Sul:
Educs, 1990.
MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas.
São Paulo:
Manole, 2001.
MOESCH, Marutschka. A produção do saber turístico. São Paulo:
Contexto, 2000.
OMT. Organização mundial do turismo. Relatórios anuais. Madrid:
OMT, 2004/2005/2006.
BIANCHI, Anna Cecília de Moraes. Manual de orientação:estágio
supervisionado. São Paulo: Thomson Pioneira, 2001.
____. Orientação para estágio em turismo. São Paulo: Thomson
Pioneira, 2002.
BISSOLI, Maria Ângela Marques Ambrizi. Estágio em turismo e
hotelaria. São Paulo:
Aleph, 2002.
ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projetos de estágio e de pesquisa em
administração.
São Paulo: Atlas, 2005.
EDU250
Antropologia e Cosmovisão Franciscana
Antropologia filosófica e seu objeto de estudo: ser humano. Pessoa
humana numa perspectiva histórica. Alteridade: reverência e cuidado.
Cosmovisão franciscana.
BOFF, L. Saber cuidar: ética do humano-compaixão pela terra.
Petrópolis: Vozes, 2000.
BUZZI, A. R. Introdução ao pensar: o ser, o conhecer, a linguagem.
Petrópolis: Vozes, 1990.
____. Filosofia da vida: visão franciscana. Braga: Franciscana, 2000.
ARENDT, H. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense
Universitária, 1997.
BOFF, L. O despertar da águia: o dia-bólico e o simbólico na
construção da realidade. Petrópolis: Vozes, 1999.
____. A águia e a galinha. Petrópolis: Vozes, 2000.
CAYOTA, M. Semeando entre brumas: utopia franciscana e
humanismo renascentista: uma alternativa para a conquista. Petrópolis:
Cepepal, 1992.
MERINO, J. A; FRESNEDA, F. M. Manual de filosofia franciscana.
Petrópolis: Vozes, 2006.
____. Humanismo franciscano: franciscanismo e mundo atual.
Petrópolis: FFB, 1999.
VAZ, H. C. L. Antropologia filosófica I. São Paulo: Loyola, 1991.
TUR274
Políticas Públicas e Desenvolvimento Turístico
Políticas públicas. Poder público. Estudo de planos e programas de
desenvolvimento turístico.
BARRETTO, Margarita. Turismo, políticas públicas e relações
44
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
internacionais. Campinas: Papirus, 2003.
BENI, Mário Carlos. Política e planejamento de turismo no Brasil. São
Paulo: Aleph, 2006.
____. Análise estrutural do turismo. São Paulo: Senac, 1998.
TYLER, Ducan; GUERRIER, Yvone; ROBERTSON, Martin (org.).
Gestão do turismo municipal. São Paulo: Futura, 2001.
CRUZ, Rita de Cássia. Política de turismo e território. São Paulo:
Contexto, 2000.
DIAS, Reinaldo. Planejamento do turismo: política e desenvolvimento
do turismo no Brasil. São Paulo: Atlas, 2003.
GASTAL, S; MOESCH, M. M. Um outro turismo é possível. São Paulo:
Contexto, 2004.
YAZIGI, Eduardo. Turismo: uma esperança condicional. São Paulo:
Global, 1999.
MOLINA, Sérgio E; RODRIGUES, Sérgio. Planificación integral del
turismo. México: Trillas, 1994.
NEVES, Carlos Augusto dos Santos et al. Governança global:
reorganização da política em todos os níveis de ação. Rio de Janeiro:
Konrad-Adenauer Stiftung, 1999.
OMT. Turismo internacional: uma perspectiva global. Porto Alegre:
Bookman, 2003.
SOUZA, Maria José (org.). Políticas públicas e o lugar do turismo.
Brasília: Universidade de Brasília, 2002.
TUR302
Inglês II
Comunicação na área do turismo. Vocabulário básico e técnico.
Aspectos gramaticais.
MURPHY, Raymond. English grammar in use. Cambridge: Cambridge,
1995.
SOUZA, Adriana Grade Fiori et al. Leitura em língua inglesa: uma
abordagem instrumental. São Paulo: Dinal, 2005.
STOTT, Trish; HOLT, Roger. First class: English for tourism. Student’s
book. Oxford: Oxford, 2000.
Dicionário Oxford Escolar: para estudantes brasileiros de inglês.
Português-Inglês/Inglês-Português. New York: Universidade de Oxford,
2000.
DUCKWORTH, Michael. First class: English for tourism. Oxford:
Oxford, 1997.
OLIVEIRA, Luciano Amaral. English for tourism students. São Paulo:
Roca, 2001.
ALC103
Trabalho Final de Graduação II
Desenvolvimento, redação e apresentação do trabalho de conclusão
do curso.
HOHLFELDT, Antonio; WEBER, Maria; BENTZ, Ione. Tensões e
objetos da pesquisa em comunicação. Porto Alegre: Sulina, 2002.
LOPES, Maria Imaculata V. Pesquisa em comunicação. Formulação de
um modelo metodológico. São Paulo: Loyola, 1990.
SOUZA, Jorge Pedro. Elementos de teoria e pesquisa da
comunicação. Florianópolis: Letras Contemporânea, 2004.
BARTHES, Roland. O sistema da moda. São Paulo: Cultrix, 1971.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos
de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2005
45
MINAYO, Maria Cecília de Souza (org.). Pesquisa social: teoria,
método e criatividade. Petrópolis: Vozes, 1997.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
TUR305
Estágio III
Definição do campo de estágio. Prospecção por parte do professor e
do aluno da empresa onde o estágio se realizará. Planejamento das
atividades. Início da atividade prática. Elaboração e apresentação do
relatório de estágio.
ACERENZA, Miguel A. Agencia de viajes: organización y operación.
Mexico: Trillas, 1999.
ALBRECHT, Karl. Revolução nos serviços. São Paulo: Pioneira, 1992.
BARRETTO Filho, Abdon. Marketing turístico. Porto Alegre:
I4All/Consulatio/Autor, 2002.
BENI, Mário Carlos. Análise estrutura do turismo. São Paulo: Senac,
1998.
Brasil. Dados e fatos. Brasília: Minintur, 2006.
BRUHNS, H. T. Viagens à natureza. São Paulo: Papirus, 1997.
CASTELLI, Geraldo. Administração hoteleira. Caxias do Sul: Educs,
1999.
CASTROGIOVANNI, Antonio Carlos (org.). Turismo urbano. São
Paulo: Contexto, 2001.
CAVASSA, César Ramirez. Hotéis: gerenciamento, segurança e
manutenção. São Paulo: Rocca, 2000.
CESCA, C. G. G. Organização de eventos: manual para planejamento
e execução. São Paulo: Summus, 1997.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e prática.
São Paulo: Makron Books, 1994.
DENCCKER, Ada de Freitas. Métodos e técnicas de pesquisa em
turismo. São Paulo:Futura, 2000.
LEAL, Maria L. M. Soares. A história da gastronomia. Rio de Janeiro:
Senac Nacional, 1998.
LEMOS, Leandro de Lemos. Turismo que negócio é esse? Uma
análise econômica do turismo. Campinas: Papirus, 1999.
____. O valor turístico na economia da sustentabilidade. São Paulo:
Aleph, 2005.
LIONEL, Maítre. Restaurante: técnicas de serviço. Caxias do Sul:
Educs, 1990.
MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas.
São Paulo:
Manole, 2001.
MOESCH, Marutschka. A produção do saber turístico. São Paulo:
Contexto, 2000.
OMT. Organização mundial do turismo. Relatórios anuais. Madrid:
OMT, 2004/2005/2006.
BIANCHI, Anna Cecília de Moraes. Manual de orientação:estágio
supervisionado. São Paulo: Thomson Pioneira, 2001.
____. Orientação para estágio em turismo. São Paulo: Thomson
Pioneira, 2002.
BISSOLI, Maria Ângela Marques Ambrizi. Estágio em turismo e
hotelaria. São Paulo:
Aleph, 2002.
ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projetos de estágio e de pesquisa em
administração.
São Paulo: Atlas, 2005.
46
Optativas
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
TRO
Análise Estrutural do Turismo
Fundamentos da teoria de sistemas aplicada ao turismo.
BENI, Mário Carlos. Análise estrutural do turismo. São Paulo: Senac,
2001.
MOLINA, Sérgio; Rodriguez, Sérgio. Planejamento integral do turismo:
um enfoque para a América Latina. Bauru: Edusc, 2001.
BENI, Mário Carlos. Globalização do turismo: megatendências do setor
e a realidade brasileira. São Paulo: Aleph, 2004.
BOULLÓN, Roberto C. Planejamento do espaço turístico. Bauru:
Edusc, 2002.
HALL, Colin Michael. Planejamento turístico: políticas, processos e
relacionamentos. Tradução de Edite Sciulli. São Paulo: Contexto, 2001.
MORIN, Edgar. A cabeça bem-feita. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,
2000.
TRO
Estatística Aplicada ao Turismo
Recursos elementares para análise interpretativa de informações
turísticas. Apresentação tabular. Representações gráficas dos dados
estatísticos no turismo. Medidas de tendência central. Noções de
probabilidade. Modelos empíricos e teóricos.
BARBOSA, Luiz Gustavo Medeiros; ZOUAIN, Débora Moraes (orgs.).
Gestão em turismo e hotelaria: experiências públicas e privadas. São
Paulo: Aleph, 2004.
EMBRATUR40ANOS: uma trajetória do turismo no Brasil. Brasília:
Ministério do turismo, 2006.
TOLEDO, Geraldo Luciano; OVALLE, Ivo Izidoro. Estatística básica.
Atlas, 1994.
AGUADO, Carmen Fernéndez. Manual de estatística descritiva
aplicada al sector turístico. Madrid: Síntesis, 1993.
CROXTON, Frederick E; COWDEN, Dudley J. Estatística geral e
aplicada. Rio de Janeiro: Ibge, 2006.
TRO
Gastronomia Rural Artesanal
Gastronomia rural artesanal do Brasil. Ciclos da natureza. Ordenação
do método do saber-sabor.
CALOCA, Fernandes. Viagem gastronômica através do Brasil. São
Paulo: Senac, 2000.
FLANDRIN, Jean-Louis. História da alimentação. São Paulo: Estação
Liberdade, 1998.
FRANCO, Ariovaldo. De caçador a gourmet: uma história da
gastronomia. São Paulo: Senac, 2001
LEAL, Maria Leonor de Macedo Soares. A história da gastronomia. Rio
de Janeiro: Senac, 1998.
SCHLÜTER, Regina. Gastronomia e turismo. São Paulo: Aleph, 2003.
BRASIL. Segmentação do turismo: marcos conceituais. Brasília:
Ministério do Turismo, 2006.
BOLAFFI, Gabriel. A saga da comida. Rio de Janeiro: Record, 2000.
47
BOFF, Leonardo. Virtude para um outro mundo possível. Petrópolis:
Vozes. 2005.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
TRO
Gastronomia, Cultura e Turismo
Etnogastronomia. Caráter festivo da alimentação.
SCHLÜTER, Regina G. Gastronomia e turismo. São Paulo: Aleph,
2003.
FLANDRIN, Jean-Louis. História da alimentação. São Paulo: Estação
Liberdade, 1998.
FRANCO, Ariovaldo. De caçador a gourmet: uma história da
gastronomia. São Paulo: Senac, 2001.
CALOCA, Fernandes. Viagem gastronômica através do Brasil. São
Paulo: Senac, 2000.
ORNELLAS, Liselotte H. A alimentação através dos tempos.
Florianópolis: Ufsc, 2000.
LEAL, Maria L. M. Soares. A história da gastronomia. Rio de Janeiro:
Senac, 1998.
SAVARIN, Brillat. A fisiologia do gosto. São Paulo: Companhia das
Letras, 2001.
FREUND, Francisco Tommy Vieira. Festas e recepções: gastronomia e
cerimonial. Rio de Janeiro: Senac/Nacional, 2002.
TRO
Gestão do Patrimônio Histórico e Cultural
História, patrimônio e memória. Origens da preocupação com
patrimônio. Gestão do patrimônio histórico cultural, material e imaterial.
Preservação do patrimônio urbano e turismo.
MINISTÉRIO DA CULTURA. Cartas patimoniais. Brasília: Iphan, 1995.
CHOAY, F. A alegoria do patrimônio. São Paulo: Unesp, 2001.
SOUZA FIHO, C. F. M. Bens culturais e sua proteção jurídica. Curitiba:
Juruá, 2005.
SILVA, F. F. As cidades brasileiras e o patrimônio cultural da
humanidade. Petrópolis: Edusp, 2003.
ABREU, R; CHAGAS, M. Memória e patrimônio: ensaios
contemporâneos. Rio de Janeiro: Faperj, 2003.
MARTINS, C. Patrimônio cultural: da memória ao sentido de lugar. São
Paulo: Roca, 2006.
MEIRA, A. L. O passado no futuro da cidade. Porto Alegre: Ufrgs,
2004.
OLIVEIRA, F. V. Capacidade de cargas nas cidades históricas.
Campinas: Papirus, 2003.
PORTUGUEZ, A. P. Turismo, memória e patrimônio cultural. São
Paulo: Roca, 2004.
SIMÃO, M. C. R. Preservação do patrimônio cultural em cidades. Belo
Horizonte: Autêntica, 2001.
VASCONCELOS, C. M. Turismo e museus. São Paulo: Aleph, 2006.
TRO
Gestão Mercadológica de Destinos Turísticos
Estrutura de produção. Relações e gestão da produção. Gestão
sistêmica da produção.
BENI, Mário Carlos. Análise estrutural do turismo. São Paulo: Senac,
1998.
LEMOS, Leandro de Lemos. O valor turístico na economia da
48
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
sustentabilidade. São Paulo: Aleph, 2005.
RUSCHMANN, Doris. Marketing turístico: um enfoque promocional.
São Paulo: Papirus, 1996.
KOTLER, Philip. Marketing público. São Paulo: Makron Books, 1995.
THEOBALD, Willian. F (org.). Turismo global. São Paulo: Contexto,
2000
CRUZ, Rita de Cássia. Políticas de turismo e território. São Paulo:
Contexto, 2000.
MOLINA, Sérgio. Planificación integrada del turismo. México: Trilhas,
1994.
TRO
Qualidade no Turismo Receptivo
Qualidade dos equipamentos. Qualidade da formação profissional.
Qualidade da interação turista e núcleo receptor.
BANDUCCI, Álvaro; BARRETTO, Margaritta (orgs.). Turismo e
identidade local: uma visão antropológica. Campinas: Papirus, 2001.
BENI, Mario Carlos. Análise estrutural do turismo. São Paulo: Senac,
2001.
CATROGIOVANNI, Antonio Carlos et al. Turismo: nove propostas para
um saber fazer. Porto Alegre: Edipucrs, 1999.
BARRETTO, Margaritta. Manual de iniciação ao estudo do turismo.
Campinas: Papirus, 1995.
BENI, Mário Carlos. Globalização do turismo: megatendências do setor
e a realidade brasileira. São Paulo: Aleph, 2004.
GASTAL, Suzana; CASTROGIOVANNI, Carlos (org.). Turismo na pósmodernidade: (dês) inquietações. Porto Alegre: Edipucrs, 2003.
SERRANO, Célia; BRUHNS, Heloísa H; LUCHIARI, Maria T. Olhares
contemporâneos sobre o turismo. Campinas: Papirus, 2001.
49
Anexo 2 - Infraestrutura
Espaço
Salas de aula
Sala para coordenação e
secretária
Salas de reuniões
Salões
Salas de estudo para
professores e
orientações
Lepetur
Laboratório de
Informática
Laboratório de
Planejamento e Gestão
do Turismo
Laboratório de
Hospitalidade
e Gastronomia
Laboratório de Lazer
e eventos
Agência de viagens
Descrição dos equipamentos
Localização (prédio e
número da sala)
Salas para aulas teóricas, com Salas: 501, 502, 504,
mesas para estudantes e professores 509
e quadro de giz
Um birô, um computador, um arquivo Sala 406E
e um armário.
Uma mesa e 15 cadeiras
Sala 512A, 507 e 308APrédio 14
120 poltronas
Salão acústico
215 poltronas
Salão de atos
80 poltronas
Sala de convenções
130 poltronas
Salão do júri
2 mesas, 10 cadeiras, um armário
Sala 507
Armários, uma mesa e três Sala 505
computadores
15 computadores e duas impressoras Sala 208
4 computadores, uma impressora, 2 Sala 512A
birôs, uma mesa, 10 cadeiras, 2
armários
2 computadores, uma mesa, 2 birôs,
Sala 512B
8 cadeiras, 2 armários
Um computador, 2 birôs, uma mesa,
Sala 512C
um armário, 4 cadeiras
5 computadores, um fax, uma Sala 512
impressora, 5 birôs, 10 cadeiras, uma
prateleira, um armário
50
Anexo 3 - Normas que disciplinam o trabalho final de graduação
Resolução n. 28/2007, de 30 de agosto de 2007, do
Conselho Universitário
Dispõe sobre as normas para elaboração, desenvolvimento
e apresentação do trabalho final de graduação
Art. 1- A elaboração, desenvolvimento e apresentação de um trabalho final de
graduação constitui exigência para a integralização curricular, a colação de grau e a
obtenção do diploma em todos os cursos de graduação.
Art. 2 - O trabalho final de graduação constituiu-se num trabalho acadêmico, baseado
na análise de um problema específico e elaborado de acordo com as normas do método
científico.
Parágrafo único - O tema do trabalho final de graduação é de livre escolha do
estudante, desde que observada a proximidade temática com as linhas de pesquisa, de
extensão ou com as possibilidades do corpo de orientadores do curso.
Art. 3 - O trabalho final de graduação tem por finalidades estimular o desenvolvimento
da iniciação científica e avaliar os conhecimentos teóricos e técnicos essenciais às
condições de qualificação do estudante para o seu acesso ao exercício profissional.
Art. 4 - Para a matrícula, na disciplina Trabalho Final de Graduação I e Trabalho Final
de Graduação II, o estudante deverá ter sido aprovado nas disciplinas até o semestre
anterior ao da oferta das referidas disciplinas.
Art. 5 - A orientação das atividades acadêmicas, desenvolvidas no âmbito do trabalho
final de graduação, será realizada por um professor especialmente designado para tal fim.
§ 1º - Pode orientar o desenvolvimento de trabalho final de graduação o professor que
tiver aprovação, concedida pelo Colegiado do curso, para integrar o corpo de orientadores
do respectivo curso.
§ 2º - Compete à coordenação do curso encaminhar ao Colegiado, por meio de
processo formal, a solicitação de definição do corpo de orientadores, com as respectivas
temáticas.
§ 3º - Constituem critérios para a composição do corpo de orientadores a produção
acadêmica, o desempenho de atividade profissional e a ética na produção técnico-científica.
§ 4º - As coordenações dos cursos têm o prazo de sessenta dias, a contar da
publicação desta resolução para definir, publicar e promover ampla divulgação, junto aos
estudantes, da composição do corpo de orientadores e das respectivas temáticas.
Art. 6 - Cada professor poderá orientar, concomitantemente, até dez estudantes,
contadas as diferentes orientações acadêmicas.
Parágrafo único - Para a orientação das atividades acadêmicas desenvolvidas no
âmbito do trabalho final de graduação, cada professor tem o encargo de uma hora semanal
por orientando.
Art. 7 - A substituição de orientador pode ocorrer, desde que solicitada pelo estudante,
por meio de requerimento fundamentado e se for aprovada pelo Colegiado do curso.
Art. 8 - Na disciplina de Trabalho Final de Graduação I, a verificação do rendimento
acadêmico realiza-se por meio da avaliação do projeto de estudo correspondente e de
outras atividades previstas no plano de ensino da disciplina.
§ 1º - A avaliação do projeto de estudo fica a cargo do professor responsável pela
disciplina, ou do professor orientador, que poderá observar critérios de avaliação definidos
pelo Colegiado do curso.
§ 2º - Devido às características próprias da disciplina Trabalho Final de Graduação I, a
prestação de exame final não faz parte do processo de avaliação.
51
§ 3º - O estudante cujo desempenho não atingir média sete (7,0) deverá reelaborar, no
semestre em curso, no prazo a ser definido pelo Colegiado do curso, em parte ou em sua
totalidade, as atividades previstas no plano de ensino da disciplina.
§ 4º - O estudante que não cumprir o prazo concedido para a reelaboração do trabalho
final de graduação ou que, após reelaborar as atividades previstas no plano de ensino da
disciplina, não atingir média final igual ou superior a cinco (5,0), será considerado reprovado.
Art. 9 - No início do semestre letivo correspondente à oferta da disciplina Trabalho
Final de Graduação II, a coordenação do curso, ou o órgão por ela designado, deve entregar
a cada professor orientador uma cópia do projeto de estudo dos matriculados na disciplina
sob a sua orientação.
§ 1º - O estudante entregará a primeira versão do trabalho final de graduação ao seu
professor-orientador até cinco semanas antes do prazo fixado no calendário acadêmico para
o término do período de aulas do semestre.
§ 2º - O professor-orientador tem o prazo de uma semana para avaliar a primeira
versão do trabalho final de graduação e fazer observações e sugestões, quando for o caso,
para a melhoria da versão definitiva.
§ 3º - O texto do trabalho final de graduação para a avaliação da banca deve ser
entregue, pelo professor-orientador, à coordenação do curso, ou ao órgão por ela
designado, até uma semana antes do prazo fixado no calendário escolar para o término do
período de aulas do semestre.
§ 4º - O texto final deve ser acompanhado do formulário de solicitação de constituição
de banca examinadora, subscrito pelo professor-orientador.
§ 5º - Após a avaliação e aprovação da banca, a versão final do trabalho final de
graduação, observadas a normas da Abnt, deve ser entregue à coordenação do curso, ou
ao órgão por ela designado, em duas vias: uma impressa, sob a forma de monografia ou de
artigo publicável, e outra em arquivo eletrônico, em formato PDF, gravado em mídia digital.
Art. 10 - A verificação do rendimento acadêmico do estudante matriculado na disciplina
Trabalho Final de Graduação II é realizada por uma banca examinadora constituída pelo
orientador, como seu presidente, e por mais dois professores por ele sugeridos e
designados pela coordenação do curso, ou pelo órgão por ela delegado.
§ 1º - A indicação e a designação dos integrantes das bancas examinadoras levarão
em conta, preferencialmente, a vinculação dos examinadores à temática do trabalho final de
graduação a ser avaliado.
§ 2º - É facultada participação de avaliadores de outras instituições, desde que não
implique em encargos financeiros.
Art. 11 - O Colegiado do curso pode optar em definir, como forma de avaliação do
trabalho final de graduação, a sustentação oral do trabalho desenvolvido ou pareceres
individuais, por escrito, da banca examinadora.
§ 1º - Em caso de defesa oral, o tempo de apresentação poderá ser de até trinta
minutos, prorrogáveis, a critério da banca examinadora.
§ 2º - Cada membro da banca examinadora terá o tempo de até trinta minutos para a
arguição do trabalho apresentado.
Art. 12 - O trabalho final de graduação será considerado aprovado se, pela média
aritmética das três notas atribuídas pelos integrantes da banca, o resultado for igual ou
superior a sete (7,0), cumpridos ainda os requisitos de frequência mínima à programação
feita na disciplina.
§ 1º - A coordenação do curso, ou o órgão por ela designado, com a aprovação do
respectivo colegiado, pode estabelecer critérios de avaliação a serem observados pela
banca examinadora.
§ 2º - Devido às características próprias da disciplina Trabalho Final de Graduação II,
a prestação de exame final não faz parte do processo de avaliação.
52
§ 3º - Após o parecer da banca, o estudante cujo desempenho não atingir média sete
(7,0) deverá, no semestre em curso, replanejar e reexecutar, em parte ou em sua totalidade,
as atividades previstas no projeto de trabalho.
§ 4º - Cabe à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, definir o prazo e
a forma para a reapresentação do trabalho, que será avaliado pelos mesmos integrantes da
banca designada para a primeira avaliação.
§ 5º - O prazo, a ser definido pela coordenação do curso, observará as datas de
encerramento do semestre letivo dispostas no calendário acadêmico.
§ 6º - O estudante que, após replanejar e reexecutar as atividades previstas no projeto
de trabalho, não atingir média final igual ou superior a cinco (5,0), será considerado
reprovado.
Art. 13 - Em caso de plágio, desde que comprovado, o estudante estará sujeito ao
regime disciplinar previsto no Regimento Geral.
Parágrafo único - Constitui plágio o ato de assinar, reproduzir ou apresentar, como de
autoria própria, partes ou a totalidade de obra intelectual de qualquer natureza (texto,
música, pictórica, fotografia, audiovisual ou outra) de outrem, sem referir os créditos para o
autor.
Art. 14 - O horário da orientação, nas disciplinas de Trabalho Final de Graduação I e
Trabalho Final de Graduação II, não pode coincidir com o horário das demais disciplinas em
que o estudante está matriculado.
§ 1º - Cabe ao orientador e ao estudante, de comum acordo, definirem os horários
destinados para orientação e desenvolvimento das atividades previstas no plano de ensino
da disciplina.
§ 2º - Cabe à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, estabelecer
critérios e formas de acompanhamento ou registro da frequência e das atividades
desenvolvidas na disciplina.
Art. 15 - Os direitos e deveres dos estudantes matriculados nas disciplinas de
Trabalho Final de Graduação I e Trabalho Final de Graduação II, são os mesmos
estabelecidos para as demais disciplinas, ressalvadas as disposições da presente
normativa.
Art. 16 - Os casos omissos são resolvidos pelo colegiado do curso, cabendo recurso
aos colegiados superiores.
Art. 17 - A presente resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogada a
resolução 3/01, de 29 de março de 2001, e demais disposições em contrário.
53
Anexo 4 - Normas que disciplinam o funcionamento dos estágios
O estágio se constitui numa atividade obrigatória que envolve 170 horas. Está
distribuído em duas disciplinadas, conforme segue:
- Estágio Curricular Supervisionado I: 68 horas - elaboração do projeto de estágio com
orientação dos responsáveis pelos laboratórios de turismo: planejamento e gestão do
turismo; sociologia do lazer e animação, turismo no meio rural; hospedagem e gastronomia;
planejamento e organização de eventos, agenciamento de viagens e transportes, marketing
turístico e laboratório de ensino, pesquisa e extensão do turismo;
- Estágio Curricular Supervisionado II: 102 horas - desenvolvimento, em empresas
estatais ou privadas, das atividades planejadas no Estágio Curricular Supervisionado I.
Por meio dos estágios busca-se possibilitar aos estudantes vivências relacionadas ao
mercado de trabalho, seja por meio de acordos ou convênios de estágio. Os estudantes são
acompanhados por equipe docente nomeada para a supervisão de estágio (em caráter
presencial ou via meio eletrônico, quando for o caso), considerando-se a disposições do
regulamento de estágio curricular dos cursos de graduação.
Regulamentação de estágio
Considera-se campo de estágio, além de seus próprios órgãos, instituições estatais ou
privadas que, mediante convênio ou acordo de cooperação, manifestem interesse em
receber estagiários e apresentem condições para:
- planejamento, desenvolvimento e avaliação cooperativa das atividades de estágio;
- aprofundamento e produção de conhecimentos teóricos e práticos da respectiva área
profissional do turismo;
- vivência de situações reais de vida e de trabalho próprias da profissão;
- efetivação de supervisão pela universidade;
No que se refere à celebração de convênios ou acordos de cooperação com
segmentos populares, respeita-se o § 3º do art. 6º, do decreto federal n. 87.497, de
18/08/82.
O estágio curricular do curso de turismo tem a duração de 170 horas, distribuídas da
seguinte forma:
Semestre
Disciplina
Carga Horária
7º
Estágio Curricular Supervisionado I
68 horas
8º
Estágio Curricular Supervisionado II
102 horas
Os estágios realizados em entidades conveniadas deverão estar apoiados em
instrumentos jurídicos, celebrados entre o Cento Universitário Franciscano e o campo
concedente de estágio em que estarão acordadas todas as condições de sua viabilização.
Compreende-se por instrumentos jurídicos: convênios, acordos de cooperação e termo
de compromisso.
1) Atribuições
a) Da coordenação do estágio
A coordenação do estágio ficará sob responsabilidade de um professor do curso, a ser
designado especificamente para este cargo.
São atribuições:
1) definir as políticas dos estágios, em consonância com os membros do colegiado;
2) elencar as áreas e instituições a serem programadas para os estágios;
54
3) contatar com as entidades ofertantes de estágio para análise das propostas e
condições de campo, bem como fornecer informações sobre a celebração do instrumento
jurídico;
4) encaminhar listagem com o local da empresa ou entidade concedente do estágio à
assessoria da reitoria, para celebração dos instrumentos jurídicos;
5) encaminhar os estagiários aos respectivos orientadores e instituições acordadas;
6) avaliar permanentemente o roteiro de estágio do curso;
7) promover reuniões sistemáticas com o coordenador do curso e orientadores, para
discussões de questões relativas ao desenvolvimento do estágio;
8) criar mecanismos operacionais que facilitem a condução do estágio com segurança
e aproveitamento, bem como manter atualizado o sistema de documentação e
cadastramento.
b) Do orientador de estágio
Entende-se por orientação de estágio o acompanhamento da execução das atividades
específicas do estudante por um profissional da área. Esse profissional deverá ter formação
ou experiência comprovada na área de concentração do estágio.
São atribuições:
1) orientar o estagiário no planejamento e desenvolvimento das atividades de estágio;
2) possibilitar condições para a atuação do estagiário no local, conforme atribuições
previstas no roteiro de estágio;
3) realizar, de acordo com a forma de orientação adotada, acompanhamento das
práticas de estágio, no que se refere à atuação e desempenho do estagiário em
conformidade com a proposta de estágio efetuada, ou ainda, propor mecanismos hábeis que
permitam a orientação à distância;
4) orientar o estagiário em aspectos técnicos e éticos da profissão, por meio de
realimentações contínuas, proporcionando-lhes gradativa independência;
5) orientar o estagiário na elaboração de relatórios de estágio;
6) orientar o desempenho do estagiário conforme seu projeto de estágio,
desenvolvido na disciplina de Estágio I;
7) participar de reuniões previstas no plano de estágio do curso;
8) encaminhar à coordenação de estágio e ao colegiado sugestões, dificuldades e
constatações;
9) discutir com o coordenador de estágio a atuação do estagiário;
10) encaminhar ao coordenador de estágio comprovantes relativos ao desempenho do
estagiário e relatório final apresentado pelo estagiário.
c) Do estagiário
Considera-se estagiário o estudante matriculado nas disciplinas de Estágio Curricular
Supervisionado I e II e com frequência regular ao curso.
Cabe ao estudante estagiário:
1) apresentar-se ao local de estágio, com encaminhamento por escrito, do
coordenador e orientador do estágio;
2) assinar o termo de compromisso em três vias. Uma via ficará com o estagiário,
uma com a entidade e outra com a secretaria dos cursos;
3) elaborar e executar seu projeto de estágio juntamente com seu orientador;
4) cumprir a programação do projeto de estágio;
5) participar das atividades acadêmicas e/ou do campo programadas para o estágio;
6) observar as normas internas da entidade conveniada, conduzir-se pela ética
profissional e atender o acompanhamento e avaliação de seu desempenho e
aproveitamento;
7) comunicar ao orientador do estágio, em tempo hábil, as alterações que surgirem.
55
d) Da empresa/entidade
Considera-se empresa/entidade credenciada, aquela devidamente conveniada com a
universidade por meio de instrumento jurídico que deve:
1) atender ao plano de estágio do curso;
2) oportunizar o acompanhamento junto ao estudante pelo orientador na empresa/
entidade conveniada;
3) efetuar os registros pertinentes ao desempenho do estagiário nos instrumentos
destinados à avaliação;
4) solicitar, sempre que necessário, o comparecimento do orientador do estágio;
5) informar à universidade, por meio do orientador, em tempo hábil, as alterações que
surgirem.
2) Possibilidades preferenciais do campo de atuação profissional
Conforme o campo de atuação profissional, o estudante poderá direcionar o projeto de
estágio às seguintes áreas:
- desenvolvimento de investigações teóricas e aplicadas nos campos das práticas
turísticas;
- planejamento e organização de eventos: desenvolvimento de atividades relativas à
criação, planejamento, organização, execução e avaliação de eventos;
- agenciamento de viagens e transportes: com ênfase na gestão administrativa,
preferencialmente em operadoras em que o estudante possa participar da criação de
roteiros turísticos ou onde exista departamento de receptivo, cuja área está alocada no
marketing turístico, na qual o estudante possa desenvolver atividades relativas ao
planejamento, execução e avaliação de projetos de marketing;
- hospitalidade e gastronomia: especialmente nas áreas de marketing, comercialização,
eventos, animação, entretenimento, lazer e atendimento ao cliente;
- políticas públicas e desenvolvimento turístico: com ênfase em planos de
desenvolvimento turístico municipal, participação em processo de planejamento, execução e
avaliação de atividades efetuadas pelos órgãos oficiais de turismo ou organizações nãogovernamentais. Nesta área estão alocados também os temas pertinentes à sociologia do
lazer e animação, que envolvem participação no processo de planejamento, organização,
execução e avaliação de atividades de lazer e recreação e turismo no meio rural; bem como
planejamento, execução e avaliação de projetos com vistas a infraestrutura, serviços e
entretenimento.
Observações:
a) Para fins de realização dos estágios I, II o estudante deverá já ter cursado ou estar
cursando as disciplinas que abordam a temática proposta para a prática escolhida;
b) Os estágios poderão ser realizados em áreas distintas, desde que sejam
desenvolvidos diferentes projetos para cada área.
Relatório final
O relatório final de estágio deve apresentar os resultados das atividades
desenvolvidas.
No relatório final o estudante deverá apresentar: projeto, descrição do campo de
estágio, descrição da execução das atividades, diagnóstico e prognóstico, avaliação dos
resultados fornecidos pelo campo de estágio e conclusão geral.
O prazo de entrega do relatório é de trinta dias a contar da data do término do estágio.
Os estudantes que realizarem o estágio no final do semestre letivo, devem obedecer
ao prazo de entrega de dez dias antes do término do mesmo, a fim de que o professororientador possa dispor de tempo hábil para as devidas considerações, avaliação e entrega
da nota final.
56
Sistema de avaliação
Como parte integrante do currículo, o estágio requer avaliação e registro no histórico
escolar do estudante como uma exigência para conclusão do curso.
a) Da aprovação
- Cumprir as exigências formais, como prazos de entrega de trabalhos, relatórios e
presença durante a supervisão e seminários;
- desenvolver e alcançar os objetivos das atividades propostas no plano de ação;
- elaborar relatório final do estágio;
- receber parecer dos relatórios de avaliação: da empresa/entidade e do supervisor de
estágio.
b) Da reprovação
São determinantes para a reprovação do estudante, independentemente de seu
desempenho:
- abandono do seu local de estágio (empresa/entidade);
- dispensa do estagiário pela empresa/entidade devido à infração de normas;
- envolvimento, no local de estágio, em acontecimentos que possam denegrir a
imagem da empresa/entidade e do curso;
- o não cumprimento do cronograma de sessões de orientação ajustado com o
orientador.
57
Anexo 5 - Normas que disciplinam o registro de atividades
curriculares complementares
Resolução n. 27/2007, de 30 de agosto de 2007, do Conselho
Universitário
Dispõe sobre o registro de atividades curriculares
complementares nos cursos de graduação
Art. 1 - O currículo pleno do curso de graduação é constituído por disciplinas
obrigatórias e por atividades curriculares complementares.
Art. 2 - As atividades curriculares complementares objetivam oferecer espaço, na
dinâmica curricular, para conteúdos disciplinares, temas do cotidiano e para atividades
teórico-práticas que, ligadas à atualidade e geradas pelo avanço do conhecimento em
estudo, não tenham sido contemplados no currículo do curso.
Art. 3 - As atividades curriculares complementares são mecanismos que concorrem
para assegurar a atualização permanente e a flexibilidade curricular, preconizadas pelas
diretrizes curriculares para o curso de graduação em Turismo.
Art. 4 - A carga horária destinada às atividades curriculares complementares, definida
no projeto pedagógico do curso, observa o disposto nas diretrizes curriculares nacionais.
Parágrafo único - A total integralização da carga horária das atividades curriculares
complementares é requisito para a colação de grau e obtenção do diploma.
Art. 5 - As atividades curriculares complementares abrangem as atividades
correspondentes à participação de cursos, congressos, seminários, palestras, jornadas,
conferencias, simpósios, viagens de estudos, encontros, estágios não-obrigatórios, projetos
de pesquisa ou extensão, atividades cientificas, artísticas, culturais, de integração ou
qualificação profissional, monitoria, tutoria, publicação e apresentação de trabalhos, desde
que estritamente vinculados aos conteúdos que o currículo do curso abrange, ou outras
atividades definidas pelo colegiado do curso.
Parágrafo único - Consideradas as especificidades do curso deTurismo, compete ao
Colegiado definir a carga horária a ser atribuída a cada modalidade de atividade curricular
complementar.
Art. 6 - O registro de atividades complementares curriculares, referidas no caput do art.
5º desta resolução, deve ser solicitada pelo estudante, por meio eletrônico e mediante
pagamento da taxa, no prazo estabelecido no calendário acadêmico.
§ 1º - Compete ao Colegiado estabelecer os critérios para determinar o número de
créditos a serem atribuídos às atividades curriculares complementares.
§ 2º - Compete à coordenação do curso a análise das atividades requeridas pelo
estudante e, se for o caso, a validação do registro.
§ 3º - Poderá ser requerido o registro para as atividades realizadas pelo estudante a
partir do semestre de ingresso no respectivo curso no Centro Universitário Franciscano.
Art. 7 - As atividades curriculares complementares não serão aproveitadas para a
concessão de dispensa de disciplinas obrigatórias do currículo de vinculação do estudante.
Art. 8 - Os casos omissos são resolvidos pelo Colegiado do curso.
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Anexo 6 - Regimento do colegiado do curso
Capítulo I
Da natureza e da constituição do colegiado
Art. 1 - O Colegiado de Curso é o órgão integrador e deliberativo do curso e tem a
seguinte composição:
I - o coordenador do curso, como seu presidente;
II - três docentes do curso, eleitos por seus pares;
III - um representante do corpo discente do curso, designado pelo respectivo diretório
estudante.
Parágrafo único - É de dois anos o mandato dos membros a que se refere o inciso II e
de um ano, do representante a que se refere o inciso III.
Capítulo II
Da competência do colegiado
Art. 2 - Compete ao Colegiado de Curso:
I - propor iniciativas vinculadas à inovação do ensino, à atualização do curso/programa
e à integração do mesmo com as demais atividades;
II - apreciar e aprovar o plano de ação do curso para cada período letivo;
III - apreciar e aprovar o projeto pedagógico do curso;
IV - aprovar o regulamento do estágio curricular do curso;
V - apreciar e propor ao Conselho de Área a alteração curricular do curso;
VI - definir critérios para aproveitamento de estudos, adaptações e transferência de
estudantes;
VII - promover a autoavaliação e propor iniciativas de intervenção em vista do
aperfeiçoamento do curso.
Capítulo III
Do presidente
Art. 3 - O Colegiado de Curso será presidido pelo coordenador do curso e, na sua
ausência ou impedimento, pelo docente mais antigo no magistério do Centro Universitário,
com formação ou titulação na área específica.
Art. 4 - Compete ao presidente, além de outras atribuições contidas neste
regulamento:
I - convocar reuniões ordinárias e extraordinárias;
II - presidir os trabalhos do colegiado e organizar a pauta das sessões plenárias e a
respectiva ordem do dia;
III - orientar a distribuição de trabalhos e processos entre os membros do colegiado;
IV - dirigir os trabalhos, conceder a palavra aos membros do colegiado e coordenar os
debates e neles intervir para esclarecimentos;
V - exercer, no colegiado, o direito de voto e, nos casos de empate, o voto de
qualidade;
VI - registrar em ata e comunicar as decisões, quando pertinente, ao colegiado de
cursos da respectiva área ou aos órgãos de apoio da Instituição.
VII - cumprir e fazer cumprir as decisões do colegiado;
VIII - exercer a representação do colegiado.
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Capítulo IV
Das sessões
Art. 5 - O Colegiado de Curso reunir-se-à por convocação do presidente, com a
indicação precisa da matéria a tratar.
Art. 6 - As sessões do Colegiado de Curso serão instaladas e só funcionarão com a
presença de todos os membros, que é o número legal para deliberação e votação.
Parágrafo único - Com a presença do número legal dos membros da banca e
declarada aberta a sessão, proceder-se-á a discussão e votação da ata da sessão anterior,
após passar-se-á à expediente ordem do dia e às comunicações.
Art. 7 - A convocação para as sessões será feita com a assinatura do presidente por
circular ou por correio eletrônico, com o recebimento acusado de 48 horas, contendo a
pauta da sessão atual e da ata da última sessão.
Capítulo V
Dos atos do colegiado
Art. 8 - As decisões do Colegiado de Curso tomarão forma de parecer.
Art. 9 - As decisões do colegiado, sob a forma de parecer, serão assinadas pelo
presidente.
Art. 10 - Das decisões do Colegiado de Curso cabe recurso ao Conselho da Área
respectiva, ressalvados os casos de estrita arguição de ilegalidade, que podem ser
encaminhadas ao Conselho Universitário.
Capítulo VI
Das disposições gerais
Art. 11 - Os casos omissos serão resolvidos pelo colegiado sob a forma de parecer
interno.
Art. 12 - o presente regulamento poderá ser reformado, total ou parcialmente, pelo
voto favorável da maioria absoluta dos membros do colegiado.
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Anexo 7 - Regulamento dos laboratórios
Como suporte para os eixos de ensino, pesquisa e extensão, o curso possui os
seguintes saboratórios:
1) Laboratório de Planejamento Público e Gestão do Turismo: tem como principal
objetivo a construção da relação teórico-prática, do planejamento e da gestão pública. Com
a função integradora entre a academia, comunidade e governos. A unidade visa a contribuir
com o desenvolvimento turístico local e regional.
2) Laboratório de Lazer e Organização de Eventos: esse espaço objetiva fomentar o
setor na criação de eventos, estimular e capacitar os estudantes para o trabalho em
eventos promovidos pela instituição, além de prestar serviços à comunidade e ao mercado
externo.
3) Laboratório de Hospitalidade e Gastronomia: centra-se no planejamento e gestão
de hospedagem e alimentação.
4) Laboratório de Agenciamento de Viagens - Agência escola: tem como proposta
inserir o discente na realidade do mercado turístico, a partir de vivências das práticas diárias
de uma agência de viagens.
5) Laboratório de Ensino, Pesquisa e Extensão: tem como função realizar e promover
investigações teóricas e aplicadas nos campos das práticas turísticas.
1) Laboratório de Planejamento Público e Gestão do Turismo
O Laboratório ancorado no Projeto Pedagógico do Curso de Turismo tem como
objetivo a construção da relação teórico-prática no planejamento de políticas de turismo com
os discentes do curso, bem como visa a contribuir com o desenvolvimento turístico local e
regional.
Parte geral
Art. 1º - Esse regulamento dispõe sobre a estrutura administrativa, acadêmica e o
modo de funcionamento dos laboratórios do curso de Turismo.
Parágrafo único - Esta unidade está subordinada à coordenação do curso de Turismo.
Art. 2º - O responsável pelo laboratório é encarregado da orientação, supervisão e
avaliação das práticas relacionadas às políticas de turismo e planejamento público do
turismo dos estudantes do curso, no desempenho das disciplinas de:
I - Estágio Curricular Supervisionado I e II: o estudante pode realizar o estágio de
forma isolada, cumprindo 68 horas ou de forma agrupada com 170 horas, conforme
determinação da coordenação dos estágios do curso de turismo;
§ 1º - Os estágios curriculares realizados na unidade estarão subordinados ao
regimento de estágio do curso de Turismo;
II - Planejamento e organização do turismo: nas atividades supervisionadas pelo
docente responsável;
III - Políticas públicas de turismo: nas atividades supervisionadas pelo docente
responsável;
IV - Demais disciplinas: que possibilitem uma integração que objetive o
desenvolvimento turístico local e regional, supervisionadas pelos docentes responsáveis.
§ 2º - Serão permitidos estágios de natureza não-obrigatória ou voluntária, com a
possibilidade de validação como horas de ACC em um total de 102 horas.
Art. 3º - O estudante realizará na unidade um estágio eminentemente de natureza
prática, com acompanhamento didático-pedagógico. Esse estágio pressupõe as seguintes
atividades:
I - elaborar e auxiliar no desenvolvimento de planos, projetos e programas locais e
regionais;
61
II - elaborar e aplicar instrumentos e ferramentas de planejamento que auxiliem no
mapeamento do espaço turístico (natural, sóciocultural, econômico e político);
III - elaborar e auxiliar na execução de programas e projetos de educação para o
turismo em municípios, no que tange à sensibilização, articulação e mobilização da
comunidade;
IV - auxiliar e propor a formatação de produtos turísticos que visem ao
desenvolvimento turístico local e regional;
V - participar e auxiliar a constituição de conselhos e associações municipais que
atuem no turismo;
VI - levantar dados em municípios pesquisados (mapas turísticos, publicações
técnicas, publicações promocionais: roteiros, guias, folders; publicações informativas: guias
de hoteis, restaurantes; matérias para veículos de comunicação: jornais, revistas; dossiês de
informações dos postos de informações turísticas); e em acervos públicos e particulares;
VII - preencher os relatórios das saídas de campo;
VII - compor um registro fotográfico das saídas de campo.
Art. 4º - As atividades da unidade devem estar sempre articuladas com as do ensino
de graduação, da pesquisa e da extensão universitária.
Art. 5º - O objetivo geral deste laboratório é concretizar o projeto político pedagógico
do curso, no que se refere à estruturação dos laboratórios de formação profissional.
Art. 6º - Os objetivos específicos são:
I - integrar o curso de Turismo com os municípios, governos de Estado e órgãos
federais;
II - contribuir na construção de programas, planos e projetos turísticos que visem ao
desenvolvimento turístico local e regional;
II - mapear os espaços turísticos natural, social, cultural, econômico, político, local e
regional;
III - fomentar a educação para o turismo local e regional em parceria com os
municípios;
IV - oferecer um espaço para o desenvolvimento de ações de integração entre as
disciplinas oferecidas no curso de turismo que visem ao desenvolvimento turístico.
Art. 7º - O laboratório tem a seguinte estrutura administrativo-pedagógica:
I - um professor coordenador responsável pelas disciplinas de Planejamento e
Organização do Turismo, Políticas Públicas e Desenvolvimento Turístico;
II - professores que responderão por disciplinas afins e que apresentem interesse de
integrar-se no desenvolvimento de programas, planos e projetos de desenvolvimento
turístico;
III - monitor;
VI - estudantes matriculados nas disciplinas de estágio e demais estudantes do curso
de Turismo;
IX - estudante voluntário.
Art. 8º - São atribuições do coordenador:
I - dirigir, orientar e coordenar as atividades do laboratório no que se refere às
atividades pedagógicas;
II - assessorar a coordenação do curso de Turismo nos assuntos atinentes a unidade;
III - apresentar à coordenação do curso de Turismo e coordenação de estágios planos
específicos de trabalho, bem como relatório das atividades semestrais desenvolvidas;
IV - responder pela unidade ante a coordenação do curso de Turismo, a direção de
área e a reitoria;
V - gestionar perante a coordenação do curso e outros setores da Unifra com o
objetivo de satisfazer interesses e necessidades da unidade;
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VI - elaborar estudos, com vistas ao aperfeiçoamento, à dinamização e à
racionalização das atividades para a melhoria e eficiência dos trabalhos desenvolvidos na
unidade aturística;
VII - assinar as correspondências, certidões e declarações referentes aos estágios;
VIII - sugerir a criação e modificação de formulários da unidade turística;
IX - propor projetos de trabalho interdisciplinares a serem desenvolvidos pela unidade,
conjuntamente com cursos da Unifra ou de outra instituição.
X - assinar as correspondências, certidões e declarações referentes aos estágios, sob
autorização do coordenador da unidade.
Art. 9º - São atribuições dos monitores:
I - desenvolver as atividades determinadas pelo professor responsável pela monitoria;
II - assessorar nas tarefas desenvolvidas no laboratório;
III - assessorar os professores de estágio, bem como, os estudantes estagiários no
exercício de suas atividades.
Parágrafo único - Os monitores serão selecionados mediante edital e desenvolverão
atividades sob a orientação de um professor.
Art. 10 - São considerados estagiários todos os estudantes matriculados nas
disciplinas de Estágio Curricular Supervisionado I e II. Aos estudantes estagiários compete,
principalmente:
I - realizar atividades propostas pelo professor orientador;
II - cumprir seus horários junto à unidade e assinar a folha de controle de horários;
III - entregar, ao final do semestre letivo, relatório no qual devem descrever
detalhadamente todas as atividades realizadas durante o período respectivo e efetuar uma
autoavaliação de seu desempenho;
IV - agir de acordo com a ética profissional e zelar pelo nome da unidade, bem como
do curso de Turismo;
V - cumprir este regulamento e as demais determinações legais referentes ao estágio.
Art. 11 - São considerados estagiários voluntários, todos os estudantes que
participarem do processo de seleção regido por Edital. A eles compete, principalmente:
I - realizar atividades propostas pelo orientador;
II - cumprir seus horários junto ao laboratório e assinar folha de controle de horários;
Art. 12 - Todo material do laboratório será registrado em documento, com data e
procedência para controle.
Art. 13 - Os materiais da unidade são de livre acesso aos docentes e discentes dentro
das dependências da Unifra;
Art. 14 - É vedado o empréstimo de livros, revistas e material de trabalho sob pena
prevista no artigo 17º deste Regimento.
Art. 15 - O descumprimento de qualquer artigo deste Regimento tem como pena os
seguintes itens/ critérios:
- 1º acontecimento: aviso verbal;
- 2º acontecimento: aviso por escrito;
- 3º acontecimento: encaminhamento para a coordenação do curso com indicação de
suspensão temporária.
- 4º acontecimento: encaminhamento para a coordenação do curso com indicação de
suspensão.
Art. 16 - Compete ao responsável pelo laboratório dirimir as dúvidas referentes à
interpretação desse regulamento, bem como suprir as suas lacunas e expedir os atos
complementares que se fizerem necessários, desde que previamente aprovados pela
coordenação do curso.
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2) Laboratório de Lazer e Organização de Eventos
Esse laboratório foi concebido dentro da perspectiva de valorizar o lazer como
expressão do tempo livre das comunidades. Vincula o lazer a eventos no espaço da
produção turística. Tem por finalidade apoiar, estimular e capacitar os estudantes do curso
de Turismo, criar condições permanentes para a participação nos eventos das diversas
áreas do conhecimento e nas múltiplas expressões culturais e esportivas, bem como
constitui-se em espaço para qualificar, assessorar, acompanhar e avaliar a realização dos
eventos promovidos pela instituição.
Ações de apoio a eventos institucionais internos:
- assessorar a promoção e realização dos eventos internos e externos nos quais a
Unifra tenha participação institucional;
- qualificar os eventos por meio da assessoria técnica prestada pela coordenação do
laboratório e estudantes em estágios curriculares;
- analisar e dar parecer técnico aos projetos de eventos;
- exercer o monitoramento e a avaliação dos eventos;
- estimular a formação de equipes para o desenvolvimento de eventos
multidisciplinares;
- treinar as equipes prestadoras de serviços em recepção de eventos, de outros
cursos, junto aos promotores dos eventos internos da instituição;
- prestar serviços de planejamento de eventos para os cursos da Unifra conforme
demanda.
- controlar a participação e carga horária dos estudantes do curso de Turismo que
prestarem serviços em eventos.
3) Laboratório de Agenciamento de Viagens e Transportes - Agência Escola
O Laboratório de Agenciamento de Viagens e Transportes - Agência Escola - tem
como finalidade inserir o estudante na realidade do mercado turístico a partir de vivências
das práticas diárias de uma agência de viagens.
Art. 1º - Este regulamento dispõe sobre a estrutura administrativa, acadêmica e o
modo de funcionamento do Laboratório de Agenciamento de Viagens e Transportes Agência Escola - do curso de Turismo, do Centro Universitário Franciscano.
Parágrafo único - A Unifra Turismo - Agência Escola é vinculada ao curso de Turismo
e subordinada à coordenação do curso.
Art. 2º - A Unifra Turismo - Agência Escola é encarregada pela orientação, supervisão
e avaliação das práticas do setor de agenciamento de viagens e transporte dos estudantes
do curso de Turismo, no desempenho das disciplinas de:
a) Estágio Curricular Supervisionado I e II: o estudante poderá realizar o estágio de
forma isolada, cumprindo 68 horas (Estágio I), ou 102 horas (Estágio II). Pode também
cumprir o estágio de forma agrupada, cumprindo 170 horas conforme determinação da
coordenação dos estágios do curso de Turismo.
Parágrafo único: os estágios curriculares realizados na unidade estarão subordinados
ao regimento de estágio do curso de Turismo da Unifra.
b) Agenciamento de Viagens I e II: o estudante realizará atividades supervisionadas
pelo docente responsável, num total de 34 horas e será encaminhado ao laboratório para a
realização de simulações da realidade do mercado turístico.
Parágrafo único: também serão permitidos estágios voluntários com a possibilidade de
validação como horas de ACC num total de102 horas.
Art. 3º - O estudante realizará, na unidade de Agenciamento, estágio de natureza
eminentemente prática, com acompanhamento didático-pedagógico, com vistas a participar
de situações de aprendizagem nos seguintes setores:
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- Comercial: entende-se como setor comercial o responsável pela promoção,
divulgação dos produtos oferecidos pelo núcleo, bem como pela captação de clientes e
vendas.
- Operacional: é o setor operacional responsável pela formatação e ordenação dos
produtos oferecidos pela unidade, bem como pela operacionalização de reservas e outros.
- Administrativo: é o responsável pela organização e gestão, bem como controles
financeiros.
Art. 4º - As atividades da unidade deverão estar sempre articuladas com as do ensino
de graduação, da pesquisa e da extensão universitária e são o meio de concretizar o projeto
pedagógico do curso, no que se refere à estruturação de laboratórios de formação
profissional.
Art. 5º - Os objetivos específicos da unidade são:
I - construir a relação teórico-prática no setor de agenciamento de viagens e
transportes;
II - oferecer um espaço para o desenvolvimento de ações de integração entre as
disciplinas oferecidas no curso de turismo;
III - aproximar os públicos internos por meio da oferta de produtos (roteiros, pacotes e
excurções);
IV - oferecer produtos turísticos aos públicos externos para gerar receita e viabilizar
economicamente a empresa;
V - estimular os estudantes da Unifra na participação e promoção de intercâmbios
nacionais e internacionais, para viabilização dos programas;
VI - contribuir para o desenvolvimento sustentável do turismo em Santa Maria e região;
VII - contribuir para a formação de profissionais que desenvolvam as práticas
mercadológicas e as comerciais a partir dos paradigmas da sustentabilidade econômica,
ambiental e sociocultural.
Art. 6º - Serão oferecidas as seguintes modalidades de estágio:
- Estágio Curricular Supervisionado I e II e estágio voluntário.
Art. 7º - As atividades da unidade devem estar sempre articuladas com as do ensino
de graduação, da pesquisa e da extensão universitária.
Art. 8º - A Unifra Turismo - Agência Escola é formatada a partir da parceria da Unifra
com terceiros, denominada neste documento como empresa.
Parágrafo único: a parceria é regida e amparada por protocolo de intenções e contrato
submetido ao gabinete do reitor e à Assessoria Jurídica.
Art. 9º - Os serviços ofertados pela unidade serão de responsabilidade da empresa,
assim como o pagamento e recebimento de valores.
Parágrafo único: os serviços da unidade e a proposta de formatação encontram-se no
projeto da unidade.
Art. 10 - Todas as reservas, vendas e serviços prestados pela unidade serão
assinados pelos membros do grupo gestor, registrado e denominado no artigo 23º deste
regimento.
Art. 11 - É vetado ao estagiário/estudante efetuar qualquer contato, apresentação,
venda ou atividade que esteja relacionada à unidade sem a prévia autorização por escrito de
um dos membros do grupo gestor. O descumprimento do artigo caracterizará expulsão do
estudante da unidade e do estágio.
Art. 12 - A unidade de agenciamento está subordinada à coordenação do curso de
Turismo.
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Art. 13 - A estrutura de gestão da empresa está formatada da seguinte forma:
I - Conselho curador: responsável pela supervisão da gestão do núcleo, bem como
das parcerias estabelecidas.
Composto por:
- Reitora da Unifra - presidente do conselho;
- Pró-Reitora de Administração;
- diretora da Área de Ciências Sociais.
II - Conselho consultivo: responsável pelo assessoramento e supervisão do grupo
gestor.
Presidente: coordenadora do curso de Turismo.
Vice-Presidente: coordenadora adjunta do curso de Turismo.
III - Grupo gestor: responsável por administrar, organizar, supervisionar e coordenar o
núcleo em todas suas atividades. Composto pela coordenadora do laboratório.
Parágrafo único: os assessoramentos jurídicos, contábeis, entre outros, serão de
responsabilidade da empresa.
Art. 14 - O laboratório terá a seguinte estrutura administrativo-pedagógica:
I - um professor coordenador responsável pela disciplina de Agenciamento de Viagens
e Transporte;
II - um professor coordenador responsável pela disciplina de Roteirização de Destinos
Turísticos, para responder pela estrutura do setor de operações;
III - professores que respondam por disciplinas afins, que tenham interesse de
supervisionar estágios na agência, conforme determinado no projeto do núcleo;
IV - gerentes executivos, componentes da empresa;
V - monitor;
VI - estudantes matriculados nas disciplinas de estágio e demais estudantes do curso
de turismo;
VII - estudantes voluntários.
Art. 15 - Das atribuições do coordenador:
I - dirigir, orientar e coordenar as atividades do laboratório no que refere-se a
atividades pedagógicas;
II - assessorar a coordenação do curso de turismo nos assuntos atinentes à unidade;
III - apresentar à coordenação do curso de turismo e coordenação de estágios planos
específicos de trabalho, bem como relatório das atividades semestrais desenvolvidas;
IV - responder pelo laboratório ante a coordenação do curso de turismo, a direção de
área e a Reitoria;
V - elaborar estudos com vistas ao aperfeiçoamento, à dinamização e à racionalização
das atividades para a melhoria e eficiência dos trabalhos desenvolvidos na unidade;
VI - assinar as correspondências, certidões e declarações referentes aos estágios;
VII - propor a criação e modificação dos formulários da unidade;
VIII - propor projetos de trabalho interdisciplinar a serem desenvolvidos pela unidade
conjuntamente com cursos da Unifra ou de outra instituição;
IX - coordenar e supervisionar todas as atividades de estágio na forma desse
regulamento;
Art. 16 - São atribuições dos gerentes executivos:
I - assessorar o coordenador em todas as suas atribuições;
II - apresentar ao coordenador do laboratório, planos específicos de trabalho, bem
como relatório das atividades semestrais desenvolvidas;
III - gestionar perante a coordenação do laboratório para satisfazer interesses e
necessidades do mesmo;
IV - supervisionar o trabalho desenvolvido pelos estudantes e estagiários;
V - propor modificações nesse regulamento;
VI - assinar as correspondências, certidões e declarações referentes aos estágios, sob
autorização do coordenador da unidade;
VII - propor a criação e modificações dos formulários da unidade;
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VIII - propor projetos de trabalho interdisciplinar a serem desenvolvidos no laboratório
conjuntamente com cursos da Unifra ou de outra instituição;
IX - substituir o coordenador da unidade, conforme necessidade;
X - administrar as atividades da unidade juntamente com a coordenação.
Art. 17 - São atribuições dos monitores:
I - desenvolver as atividades determinadas pelo professor responsável pela monitoria;
II - assessorar nas tarefas desenvolvidas;
III - assessorar os professores de estágio, bem como, os estudantes estagiários no
exercício de suas atividades.
Parágrafo único: os monitores serão selecionados mediante edital, desenvolverão
atividades sob a orientação de um professor e podem ser remunerados ou voluntários.
Art. 18 - São considerados estagiários todos os estudantes matriculados nas
disciplinas de Estágio Curricular Supervisionado I e II. Compete-lhes, principalmente:
I - realizar atividades propostas pelo professor orientador;
II - cumprir seus horários junto à unidade e assinar a folha de controle de horários;
III - entregar, ao final do semestre letivo, relatório com descrição detalhada de todas as
atividades realizadas durante o período respectivo e efetuar uma autoavaliação de seu
desempenho;
IV - agir de acordo com a ética profissional e zelar pelo nome da unidade, bem como
do curso de turismo;
V - cumprir este regulamento e as demais determinações legais referentes ao estágio.
Art. 19 - São considerados estagiários voluntários todos os estudantes que
participarem do processo de seleção regido por edital. Compete-lhes, principalmente:
I - realizar atividades propostas pelo orientador;
II - cumprir seus horários junto à unidade e assinar folha de controle de horários;
III - entregar, ao final do período do estágio, relatório com descrição detalhada de
todas as atividades realizadas durante o período respectivo e efetuar uma autoavaliação de
seu desempenho;
IV - agir de acordo com a ética profissional e zelar pelo nome da unidade, bem como
do curso de Turismo;
V - cumprir este regulamento e as demais determinações legais referentes ao estágio.
Art. 20 - Todo material do laboratório será registrado em documento, com data e
procedência para controle.
Art. 21 - Os materiais do laboratório são de livre acesso aos docentes e discentes
dentro das dependênciasda unidade.
Art. 22 - É vedado o empréstimo de livros, revistas e material de trabalho sob penas
previstas no artigo 23 deste regimento.
Art. 23 - O descumprimento de qualquer artigo deste regimento tem como pena os
seguintes itens/critérios:
- 1º acontecimento: aviso verbal;
- 2º acontecimento: aviso por escrito;
- 3º acontecimento: encaminhamento para conselho consultivo com indicação de
suspensão temporária;
- 4º acontecimento: encaminhamento para conselho consultivo com indicação de
suspensão.
Parágrafo único: com exceção das determinações previstas no artigo 11, que prevê a
indicação de suspensão definitiva, após o encaminhamento e aceite do Conselho
Consultivo.
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Art. 24 - Compete a Unifra Turismo - Agência Escola dirimir as dúvidas referentes à
interpretação desse regulamento, bem como, suprir as suas lacunas, expedindo os atos
complementares que se fizerem necessários, desde que previamente aprovados pelo
Conselho da Unidade.
4) Laboratório de Ensino, Pesquisa e Extensão do Turismo
O Laboratório de Ensino, Pesquisa e Extensão do Turismo - Lepetur - é responsável
pela coordenação e supervisão das pesquisas desenvolvidas no curso de Turismo.
Art. 1º - Esse regulamento dispõe sobre a estrutura administrativa, acadêmica e o
modo de funcionamento do Laboratório de Ensino, Pesquisa e Extensão do Turismo, do
curso de Turismo do Centro Universitário Franciscano.
Art. 2º - O Lepetur é um órgão subordinado à coordenação do curso de Turismo. O
Laboratório em por objetivo geral desenvolver a pesquisa aplicada e teórica no campo de
conhecimento e das práticas turísticas a envolver, necessariamente, o ensino e a extensão.
Art. 3º - Os objetivos específicos do Lepetur são:
I - debater e propor as políticas de pesquisa, extensão e ensino do curso de Turismo;
II - coordenar a integração das atividades das diversas áreas da pesquisa, extensão e
ensino do curso;
III - incentivar os estudantes do curso de Turismo à prática da investigação e à
produção do conhecimento;
IV - articular contatos com fontes financiadoras, tendo em vista o desenvolvimento de
projetos de pesquisa, extensão e ensino;
V - articular contatos com instituições de ensino superior para a realização de projetos
de pesquisa interinstitucionais conveniados ou consorciados;
VI - promover e coordenar o intercâmbio com instituições congêneres para a
realização conjunta de projetos de pesquisa;
VII - conceber e viabilizar a realização de eventos na área do turismo;
VIII - promover a coleta sistemática e permanente de dados para subsidiar a pesquisa,
o ensino e a extensão do fenômeno turístico;
IX - manter o registro atualizado das atividades de pesquisa, de ensino e de extensão;
X - promover, por meio do comitê editorial e de publicações, a divulgação dos
trabalhos de pesquisa do Lepetur;
XI - manter um banco de projetos de pesquisa e de produção acadêmica do corpo
docente e discente do curso de turismo;
XII - prestar assessoria acerca de assuntos relacionados à pesquisa e à divulgação
cientifica.
Art. 4º - O Lepetur estrutura e organiza as linhas norteadoras da pesquisa e da
extensão que são: turismo; cultura, espaço e turismo, planificação e gestão.
Parágrafo único: As linhas de pesquisa da unidade devem, necessariamente, estar
articuladas com o ensino da graduação, da especialização e com a extensão universitária.
Art. 5º - O Lepetur é responsável pela coordenação e supervisão das atividades de
pesquisa.
Parágrafo único: os relatórios técnicos e financeiros de projetos subsidiados por
instituições ficam sob a responsabilidade do professor pesquisador do Lepetur.
Art. 6º - A estrutura da gestão do Lepetur tem a seguinte formação:
I - Conselho consultivo: responsável pelo assessoramento e supervisão do núcleo:
presidente: coordenadora do curso de turismo; vice-presidente: coordenadora adjunta do
curso de turismo.
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II - Gestor: é responsável por administrar, organizar, supervisionar e coordenar o
núcleo de atividades em todas as suas atividades.
Art. 7º - A estrutura administrativo-pedagógica do Lepetur tem a seguinte formação:
I - coordenação científico-pedagógica;
II - coordenação administrativa;
III - professores pesquisadores;
IV - estudantes nas condições de estagiário, de monitor ou de bolsista do professor
pesquisador.
Art. 8º - São atribuições do coordenador científico-pedagógico:
I - dirigir, orientar e coordenar as atividades do Lepetur;
II - assessorar a coordenação do curso de Turismo nos assuntos relacionados ao
laboratório;
III - responder pelo laboratório ante a coordenação do curso de Turismo, a direção de
área e a reitoria;
IV - propor projetos de trabalho interdisciplinar que possam ser desenvolvidos
conjuntamente com profissionais de outros cursos da Unifra ou de outra instituição;
Art. 9º - São atribuições do coordenador administrativo:
I - administrar e secretariar as atividades do laboratório;
II - assinar as correspondências, certidões e declarações referentes aos estágios;
III - propor a criação e modificação dos formulários do laboratório;
IV - substituir o coordenador do laboratório, conforme necessidade;
Art. 10 - São atribuições do professor pesquisador:
I - vincular-se ao laboratório com projetos de investigação dirigida a uma ou mais
linhas de pesquisa;
II - responsabilizar-se técnica e financeiramente pela execução de seu projeto com
apresentação de relatórios;
III - responsabilizar-se pelos estudantes bolsistas;
IV - realizar relatório conclusivo da pesquisa, por meio de uma produção escrita em
formato de artigo.
Art. 11 - São atribuições dos estudantes monitores, estagiários e bolsistas;
I - realizar atividades propostas pelo coordenador ou professor pesquisador;
II - cumprir seus horários junto ao laboratório e assinar a folha de controle de horários;
III - entregar, ao final do semestre letivo, relatório em que descreva detalhadamente
todas as atividades realizadas durante o período e efetuar uma autoavaliação de seu
desempenho;
IV - agir de acordo com a ética profissional;
V - cumprir este regulamento e as demais determinações legais referentes ao estágio.
Art. 12 - Todo material do laboratório será registrado em documento, com data e
procedência para controle.
Art. 13 - Os materiais do laboratório são de livre acesso dos docentes e estudantes
nas dependências do setor.
Art. 14 - É vedado o empréstimo de livros, revistas e material de trabalho.
Art. 15 - Compete ao responsável pelo Laboratório de Ensino, Pesquisa e Extensão,
dirimir as dúvidas referentes à interpretação desse regulamento, bem como suprir as suas
lacunas, expedindo os atos complementares que se fizerem necessários, desde que
previamente aprovados pelo Colegiado do Curso.
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Anexo 8 - Projeto de autoavaliação
1) Apresentação
O projeto de autoavaliação do curso de Turismo visa à realização de uma análise e reflexão
sobre as práticas pedagógicas e administrativas efetivadas no curso.
A adequada implementação de um processo de avaliação poderá fornecer à comunidade
acadêmica subsídios para que as fragilidades sejam detectadas e solucionadas, a fim de
manter o constante equilíbrio do curso.
O curso de Turismo apresenta uma proposta pedagógica centrada numa filosofia
humanística, que conjuga teoria e prática para construir conhecimentos voltados para a
realidade social, política e cultural. Estimula a criatividade e desenvolvimento do senso
crítico e reflexivo dos estudantes para a melhor inserção dos futuros profissionais no
mercado de trabalho.
Todas as atividades administrativas e pedagógicas são desenvolvidas numa relação de
apoio, conjugadas de tal forma que não ocorram dissonâncias entre os diferentes setores da
Instituição. Desta maneira, o curso de Turismo procura seguir o que consta nas ações
previstas no Plano de Desenvolvimento Institucional, no Plano de Ação e em todas as
atividades explicitadas no Projeto Pedagógico do Curso.
Desta forma, convém a autoavaliação sistemática do curso, no sentido de constatar as
potencialidades e fragilidades, com a intenção de desencadear ações indispensáveis ao
processo educativo.
Sendo assim, o processo de autoavaliação do curso torna-se necessário à fundamentação e
aperfeiçoamento de metas e objetivos, que apontam caminhos para sua qualificação.
2) Concepção
A autoavaliação é uma dinâmica que permite a todos os atores controle e subsídio a
eventuais fragilidades detectadas no decorrer do processo de desenvolvimento do projeto
pedagógico.
No contexto da complexidade do ensino do fenômeno turístico e no formato da participação,
a ação da autoavaliação, na sua busca pela eficácia, integra e articula a construção do
conhecimento científico, o mundo das técnicas e do saber fazer turístico.
O projeto de autoavaliação do curso de Turismo apoia-se nas políticas emanadas das PróReitorias, da Comissão Própria de Avaliação, da direção de área e de outros órgãos
institucionais. Também será considerada a inter-relação entre o projeto pedagógico do curso
e suas práticas com as políticas institucionais e com as diretrizes curriculares nacionais. A
autoavaliação apresenta-se, portanto como um processo que possibilita conhecer as
potencialidades e as fragilidades do curso, com o objetivo de buscar permanentemente sua
qualidade.
Deste modo, a autoavaliação constitui-se como um processo pedagógico, contínuo,
permanente, legítimo e intrínseco ao fazer universitário, tendo em vista a promoção de uma
constante melhoria nos aspectos científicos, acadêmicos, tecnológicos e administrativos.
3) Justificativa
A autoavaliação do curso de Turismo apresenta-se como um processo contínuo aliado às
suas práticas para melhor alcançar a qualidade educativa.
Todo esse processo busca fortalecer a qualidade de um bom ensino em consonância com o
plano de desenvolvimento institucional e com as diretrizes curriculares nacionais, tanto do
ponto de vista de sua organização como de sua gestão. Essa está pautada pelos princípios
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expressos na missão da Instituição, na autonomia e comprometimento com a qualidade do
ensino que se quer. Assim sendo, o Projeto de Autoavaliação é um documento em que
estão presentes todas as informações, significados, e as ações que são articuladas na
busca de uma sólida formação educativa, sendo, portanto, um documento norteador de toda
a ação pedagógica.
4) Objetivos
- acompanhar e dar suporte à evolução das ações pedagógicas, garantindo a flexibilidade
curricular estruturada para acompanhar, permanentemente, as demandas da sociedade;
- desenvolver, de forma permanente e contínua, a autoavaliação do curso, com vistas ao
aprimoramento do ensino, pesquisa, extensão e gestão;
- avaliar a qualidade acadêmica, a fim de sanar lacunas na ação pedagógica e propor
alternativas de solução;
- buscar o aprimoramento dos membros da comunidade acadêmica com o estabelecimento
de mecanismos institucionalizados;
- oportunizar um processo de autoavaliação contínuo, criativo e renovador de análise e
síntese de todas as ações desenvolvidas no processo pedagógico.
5) Metodologia
A seguir estão apresentados os aspectos metodológicos com relação ao processo de
autoavaliação, no que se refere aos instrumentos e procedimentos de coleta de dados.
Os instrumentos a serem utilizados no processo de autoavaliação são: questionários,
entrevistas com estudantes e professores, depoimentos de professores, estudantes e
equipe técnico-administrativa e reuniões conjuntas.
Procedimentos de coleta de dados:
Para utilização dos instrumentos de coleta de dados já citados, serão realizados os
seguintes procedimentos:
a) Questionários aplicados à:
- estudantes do curso para avaliação do desempenho dos professores em sala de aula;
- estudantes concluintes de estágios e TFG’s, a fim de avaliar a atuação dos professores
como orientadores;
- estudantes formandos para avaliação geral do curso e da Instituição;
- empresas que recebem estagiários do curso, para avaliação do desempenho do estudante
como estagiário e do curso como gestor dos estágios;
b) Entrevistas não-estruturadas: serão realizadas por meio de diálogos com estudantes,
professores e técnicos administrativos. Sabe-se que o diálogo, embora não se caracterize
como um processo estruturado de entrevistas, é uma fonte importante de informações em
qualquer âmbito gerencial e não pode ser desprezado como instrumento auxiliar, na busca
de subsídios que reforcem o processo de avaliação.
c) Depoimentos de professores em reuniões para a avaliação conjunta de pontos
específicos, que envolvem os três principais segmentos: corpo docente, discente e técnicoadministrativo.
d) Reuniões com professores para avaliação do curso: serão reunidos os professores das
disciplinas por semestre, para, em conjunto, avaliarem cada semestre do curso, com o
objetivo de que todos conheçam a visão de cada colega sobre a mesma turma. Nessas
reuniões também são utilizados instrumentos de coleta de dados, elaborados especialmente
para este fim, com vistas a obter informações sobre os seguintes itens: consulta à
bibliografia; realização trabalhos; solução de dúvidas em sala de aula; frequência às aulas;
pontualidade; respeito ao professor e aos colegas; interesse; motivação; relação teoria
versus prática.
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e) Reuniões pedagógicas do curso, com todos os professores, com o propósito de realizar o
acompanhamento e monitoramento das atividades desenvolvidas durante o semestre, bem
como propiciar correções que se façam necessárias no decorrer do ano. Nessas reuniões
serão analisados os resultados do Enade e de avaliações externas.
Para constatar evidências do desempenho do curso nas dimensões estabelecidas pelo
Sinaes, as ações de autoavaliação estarão centradas nos seguintes indicadores:
- articulação da gestão do curso com a gestão institucional;
- implementação das políticas institucionais constantes no PPI e no PDI no âmbito do curso;
- coerência do currículo com os objetivos do curso e com as diretrizes curriculares nacionais;
- adequação da metodologia de ensino à concepção do curso;
- inter-relação das unidades de estudo na concepção e execução do currículo;
- coerência dos recursos materiais específicos dos cursos com a proposta curricular;
- estratégias de flexibilização curricular;
- avaliação dos processos de ensino e aprendizagem com a concepção do curso;
- articulação da autoavaliação do curso com a autoavaliação institucional;
- implementação das políticas de capacitação no âmbito do curso.
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Projeto pedagógico do curso de Turismo