Mestrado em Gestão de Recursos Humanos
RELATÓRIO DE ESTÁGIO
Estágio Realizado na Fundação da Juventude – Delegação de Lisboa e Vale do Tejo
Supervisor na Instituição: Professora Doutora Diana Dias
Orientador na Empresa: Dra. Paula Manuela Antunes da Graça
Discente: Lígia de Jesus Oliveira Lopes nº 50026957
2
ÍNDICE
Lista de Abreviaturas ........................................................................................................ 4
INTRODUÇÃO ................................................................................................................ 5
1.
2.
CARACTERIZAÇÃO DA FUNDAÇÃO DA JUVENTUDE ................................. 6
1.1.
Vectores Estratégicos ......................................................................................... 6
1.2.
Missão da Fundação da Juventude ..................................................................... 6
1.3.
Órgãos Sociais ................................................................................................... 7
1.4.
Delegação de Lisboa e Vale do Tejo ................................................................. 7
CURSOS DE APRENDIZAGEM ............................................................................ 8
2.1.
Introdução .......................................................................................................... 8
2.2.
Caracterização das Tarefas/Actividades ............................................................ 9
2.2.1.
Objectivos ................................................................................................... 9
2.2.2.
Destinatários e Alvos ................................................................................ 10
2.3.
As responsabilidades pessoais ......................................................................... 10
2.3.1.
Descrição das actividades desenvolvidas ................................................. 10
2.3.2.
Resultados................................................................................................. 11
2.4.
Avaliação ......................................................................................................... 11
2.4.1.
Do Processo .............................................................................................. 11
2.4.2.
Dos Resultados ......................................................................................... 11
2.4.3.
Do desenvolvimento Pessoal e Profissional ............................................. 11
3. PROGRAMA DE ESTÁGIOS JOVENS ANIMADORES DO MUSEU DA
ELECTRICIDADE (14ª Edição do PEJAME)............................................................... 12
3.1.
Introdução ........................................................................................................ 12
3.2.
Caracterização das Tarefas/Actividades .......................................................... 13
3.2.1.
Objectivos ................................................................................................. 13
3.2.2.
Destinatários e Alvos ................................................................................ 13
3.3.
As responsabilidades pessoais ......................................................................... 13
3.3.1.
Descrição das actividades desenvolvidas ................................................. 13
3.3.2.
Resultados................................................................................................. 15
3.4.
Avaliação ......................................................................................................... 16
3.4.1.
Do Processo .............................................................................................. 16
3
4.
3.4.2.
Dos Resultados ......................................................................................... 16
3.4.3.
Do Desenvolvimento Pessoal e Profissional ............................................ 16
PROJECTO DE VOLUNTÁRIOS DA EXPERIMENTADESIGN 2013 ............. 17
4.1.
Introdução ........................................................................................................ 17
4.2.
Caracterização das Tarefas/Actividades .......................................................... 17
4.2.1.
Objectivos ................................................................................................. 17
4.2.2.
Destinatários e Alvos ................................................................................ 18
4.3.
4.3.1.
Descrição das actividades desenvolvidas ................................................. 18
4.3.2.
Resultados................................................................................................. 19
4.4.
5.
As responsabilidades pessoais ......................................................................... 18
Avaliação ......................................................................................................... 20
4.4.1.
Do Processo .............................................................................................. 20
4.4.2.
Dos Resultados ......................................................................................... 20
4.4.3.
Do Desenvolvimento Pessoal e Profissional ............................................ 20
PROGRAMA MEDIDA ESTÁGIOS EMPREGO ................................................ 21
5.1.
Introdução ........................................................................................................ 21
5.2.
Caracterização das Tarefas/Actividades .......................................................... 21
5.2.1.
Objectivos ................................................................................................. 21
5.2.2.
Destinatários e Alvos ................................................................................ 22
5.3.
As responsabilidades pessoais ......................................................................... 22
5.3.1.
Descrição das actividades desenvolvidas ................................................. 22
5.3.2.
Resultados................................................................................................. 23
5.4.
Avaliação ......................................................................................................... 23
5.4.1.
Do Processo .............................................................................................. 23
5.4.2.
Dos Resultados ......................................................................................... 23
5.4.3.
Do Desenvolvimento Pessoal e Profissional ............................................ 23
6.
AVALIAÇÃO GLOBAL DE TODOS OS PROJECTOS ..................................... 24
7.
REFERÊNCIAS ..................................................................................................... 25
8.
APÊNDICES .......................................................................................................... 26
9.
ANEXOS ................................................................................................................ 29
4
Lista de Abreviaturas
16 PF-5 – Teste Traços de Personalidades
BI – Bilhete de Identidade
CAP – Certificado de Aptidão Profissional
CC – Cartão do Cidadão
CCP – Certificado de Competências Pedagógicas
EXD - Experimentadesign
FJ – Fundação da Juventude
GRH – Gestão de Recursos Humanos
IEFP – Instituto Emprego de Formação Profissional
ME – Museu da Electricidade
NIB – Número de Identificação Bancária
PEJENE – Programa de Estágios Jovens Estudantes do Ensino Superior nas Empresas
PEJAME – Programa de Estágios Jovens Animadores do Museu da Electricidade
PMA – Teste Aptidões Mentais Primárias
SASE – Serviço de Acção Social Escolar
UFCD – Unidades de Formação de Curta Duração
5
INTRODUÇÃO
No âmbito do Mestrado em Gestão de Recursos Humanos, decidi realizar como
Trabalho Final de Mestrado, um relatório de estágio. Optei por realizar um estágio, ao
apresentar o presente relatório, para adquirir experiência profissional na área da Gestão
de Recursos Humanos.
Assim contactei a Fundação da Juventude - Delegação de Lisboa e Vale do Tejo, visto
tratar-se de uma organização com o intuito de apoiar jovens, para saber se tinham
conhecimento de empresas que oferecessem estágios para os quais pudesse candidatar.
Neste seguimento recebi um telefonema da Dra. Paula Graça (Gestora – Delegação de
Lisboa e Vale do Tejo), a propor fazer estágio na FJ e havendo a proposta para
marcação de uma entrevista. Na entrevista concedida deram-me a conhecer a história da
instituição, com os projectos que estão a ser desenvolvidos, bem como as respectivas
tarefas que iria realizar.
Nos três meses e meio de estágio, com uma duração aproximada de trezentas horas,
desenvolvi um conjunto de actividades das quais emerge este relatório com o intuito de
analisar e descrever todo o trabalho concretizado ao longo do estágio.
No estágio desenvolvi um trabalho integrado na área da GRH, composto por um
conjunto de actividades, entre as quais, as práticas de recrutamento e selecção e o
acompanhamento psicopedagógico de jovens.
Portanto, este relatório inicia-se na apresentação e caracterização da FJ, bem como
posteriormente a da Delegação de Lisboa e Vale do Tejo. Após, haverá a descrição dos
projectos dos quais participei, com esforço e dedicação, assimilando conhecimentos.
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1. CARACTERIZAÇÃO DA FUNDAÇÃO DA JUVENTUDE
A Fundação da Juventude surgiu a 25 de Setembro de 1989, no Porto mais
concretamente no Centro Histórico do Porto, estabelecendo-se na Casa da Companhia,
este nome surge da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro que
arrendou o edifício, em 1971.
Com a sua concepção surgiram inúmeros desejos, ideias e fortes convicções, que em
poucos meses, permitiram o reconhecimento do estatuto de utilidade pública, conferida
em 1990, à época o Senhor Primeiro-ministro, Aníbal Cavaco Silva.
A FJ foi criada com o apoio de vinte e uma instituições públicas e privadas, assim sendo
tornou-se da primeira Fundação privada em Portugal, neste momento é apoiada por
trinta e sete empresas. Nasceu com o intuito de ajudar e apoiar os jovens a obter
qualificações, preparando-os para um futuro profissional mais promissor.
Inicialmente, a FJ estabeleceu protocolos e acordos de cooperação, parcerias com
diversas organizações ou entidades, públicas e privadas, nacionais e internacionais.
E foram muitos os jovens que beneficiaram dos seus projectos, nas diversas áreas de
actividade e formação, sendo que muitos destes prestaram voluntariado à FJ e com eles
tornou-se mais fácil atingir objectivos.
1.1.
Vectores Estratégicos
A FJ definiu cinco Vectores Estratégicos que estão na base de todos os projectos,
actividades e acções. Sendo estes vectores os seguintes: a Formação Profissional; o
Emprego e Empreendedorismo; a Cidadania e Voluntariado; a Criatividade e Inovação e
por fim, a Ciência e Tecnologia.
1.2.
Missão da Fundação da Juventude
Tem como base, incentivar novas formas de qualificação dos jovens, bem como na
realização e apoio às iniciativas destinadas à promoção e integração dos jovens na sua
vida activa e profissional,
7
1.3.
Órgãos Sociais
Os órgãos Sociais da FJ são compostos pelo concelho de Fundadores, pelo Concelho
Fiscal, pelo Concelho de Administração, pelo Concelho Consultivo e por fim pela
Comissão Executiva.
1.4.
Delegação de Lisboa e Vale do Tejo
A Delegação de Lisboa foi inaugurada a 2 de Dezembro de 1992. No final do ano de
2011 a Delegação da Fundação da Juventude na região de Lisboa e Vale do Tejo que se
situava em Algés, transferiu-se para as instalações próximas do Campo Pequeno.
Durante o estágio a equipa de trabalho foi composta pelas seguintes pessoas: a gestora
Dra. Paula Graça, o Dr. Ivo Fontes e a Dra. Inês Machado.
A Delegação de Lisboa e Vale do Tejo desenvolveu vários projectos ao longo do ano de
2013, como estágios, roteiros, voluntariado, sistema de aprendizagem e unidades de
formação de curta duração (UFCD). Relativamente aos estágios, existiram o programa
Impulso Jovem, o Programa de Estágios de Jovens Estudantes do Ensino Superior nas
Empresas (PEJENE) e o Programa de Estágios Jovens Animadores do Museu da
Electricidade (PEJAME). Em relação ao segundo ponto existiu o Roteiro da Prevenção
Rodoviária e o Roteiro do Empreendedorismo Jovem. Em relação aos programas de
voluntariado foram os seguintes: a Bienal EXD’13 Lisboa, Festival MEO Sudoeste, o
Optimus Alive. A FJ de Lisboa têm à sua responsabilidade cinco turmas referentes ao
Sistema de Aprendizagem.
8
2. CURSOS DE APRENDIZAGEM
2.1.
Introdução
Trata-se de cursos financiados pelo IEFP (Instituto Emprego e Formação Profissional).
Os jovens que frequentem estes cursos é-lhes entregue monetariamente os seguintes
tópicos:
 Bolsa de profissionalização - O valor correspondente é de quarenta euros, mas se
por alguma razão faltarem às aulas, o valor relativo aos dias que não
compareceram será descontado;
 Bolsa para material de estudo - Só é atribuída a formandos que sejam abrangidos
pelo SASE (Serviço de Acção Social Escolar), se pertencerem ao primeiro
escalão, o valor da bolsa é pago na totalidade, se pertencer ao segundo escalão, a
bolsa será de 50% do valor;
 Subsídio de alimentação;
 Reembolso das despesas de transporte se apresentarem o recibo de transporte
original, ex. Passe social mensal;
 Subsídio de acolhimento, quando existem jovens que sejam pais e apresentem
despesa de creche;
 Subsídio de alojamento e 2.º subsídio de refeição, atribuído a título excepcional,
mediante autorização prévia.
Para formalizar a inscrição nos cursos os candidatos têm que apresentar os seguintes
documentos: Fotocópia do Bilhete de Identidade/Cartão do Cidadão/Título de
Residência Permanente; Fotocópia do Certificado de Habilitações; Fotocópia de
inscrição no IEFP, ou seja, que o jovem se encontra apto a frequentar o curso; Fotocópia
do documento do Número de Identificação Bancária, o candidato têm que ser titular da
conta obrigatoriamente; uma fotografia tipo passe; Fotocópia do Currículo.
Se houver desistências, os alunos poderão ser substituídos até seis meses do início de
cada nova turma.
Os cursos são constituídos por três fases, no fim de cada uma, haverá um período de
estágio, que aumenta no decorrer de cada etapa do curso.
9
Na Delegação de Lisboa e Vale do Tejo, existem cinco turmas, três delas começaram as
aulas em 2012, sendo duas do Curso Técnico(a) de Estética/Cosmetologista e outra do
Curso Técnico(a) de Informática, e duas em Setembro de 2013, uma de cada curso.
As aulas são realizadas num local que dispõem de cinco salas, uma das quais preparada
com
equipamentos
para
Estética/Cosmetologista,
aulas
dispondo
práticas
de
do
utensílios
Curso
de
imprescindíveis
Técnico(a)
à
de
actividade
profissional. Para os alunos do Curso de Técnico(a) de Informática a FJ também
assegura computadores portáteis para as aulas práticas.
Os formadores que leccionam as aulas às cinco turmas da região de Lisboa são
seleccionados pela equipa da Delegação de Lisboa e Vale do Tejo. Para se candidatarem
entregaram os seguintes documentos; Fotocópia de CC/BI; Fotocópia do Certificado de
Habilitações; Fotocópia do NIB que seja titular; Fotocópia do Certificado Profissional
(CAP - Certificado de Aptidão Profissional ou CCP - Certificado de Competências
Pedagógicas) 1; Fotocópia do Currículo; Fotocópia da declaração de não dívidas da
Segurança Social e declaração de não dívidas da Autoridade Tributária e Aduaneira.
2.2.
Caracterização das Tarefas/Actividades
As tarefas realizadas no projecto foram as seguintes: a realização de contratos, as
deslocações ao mesmo local de estágio e a produção de ficheiros.
Seguidamente apresentar-se-ão os objectivos que respeitam ao projecto, e a nível
pessoal. E será também mencionado a quem se destina.
2.2.1. Objectivos
Permitir o desenvolvimento dos jovens que não desejam progredir os seus estudos pela
via de ensino normal, ou seja, frequentarem o ensino secundário.
Os estágios visam preparar os formandos para a vida profissional, com vista a aplicar e
solidificar os conhecimentos apreendidos durante o período de aulas.
1
O CAP ou CCP – Trata-se da certificação que habilita legalmente qualquer profissional a exercer a
actividade de formador. Para os formadores que obtivessem antes de Setembro de 2010, a certificação
tinha o nome de CAP e validade de cinco anos, a partir dessa data passa a ter o nome de CCP e validade
vitalícia.
10
Apoiar a equipa da FJ de Lisboa nas diferentes tarefas relativas a este projecto.
2.2.2. Destinatários e Alvos
Os Cursos são direccionados para jovens com qualificação literária a partir do 9ºAno ou
até 12º ano incompleto e com idades compreendidas entre 15 a 25 anos.
2.3.
As responsabilidades pessoais
As responsabilidades deste projecto passaram pela elaboração de tarefas solicitadas, e
onde serão descriminadas e apresentar-se-ão os seus resultados.
2.3.1. Descrição das actividades desenvolvidas
A concepção de contratos para os formandos que iniciaram as aulas em Setembro, serão
posteriormente assinados pelas partes envolvidas, no caso de formandos menores, os
contractos teriam que ser assinados pelo do Encarregado de Educação.
Os formandos que iniciaram as aulas em 2012 encontravam-se em estágio em Setembro
de 2013. Houve duas deslocações ao mesmo local de estágio, de seu nome
“Hebibel Cabeleireiro e Centro de Massagem, Lda”. Na primeira, para entregar
documentação referente aos respectivos estágios de quatro formandas, como o protocolo
entre a FJ e o local de estágio, as fichas de assiduidade, e de avaliação. Na segunda,
para recolha de feedback, ou seja, se havia corrido tudo bem com as formandas durante
o seu período de estágio, para recolha de documentação, como as fichas de
assiduidades, as avaliações e se estariam disponíveis para receber estagiárias numa nova
oportunidade.
A elaboração de ficheiro, com os dados dos candidatos que não tinham sido
seleccionados em Setembro de 2013, para futuramente contactar, caso haja
desistência(s) de formando(s), ou fosse aprovada a abertura de novas turmas por parte
do IEFP.
A criação de uma base de dados para as múltiplas inscrições de formadores que a
Delegação de Lisboa e Vale do Tejo recebia.
11
A realização de pesquisa para futuros locais de estágio para a próxima fase, tendo em
atenção as matérias leccionadas neste último período, tanto para formandos que irão
iniciar o primeiro estágio, bem como os que irão para o segundo.
2.3.2. Resultados
No que respeita a este projecto, os resultados que se apresentam referem-se à elaboração
de tarefas, estas foram concretizadas de acordo com o tempo disponibilizado por parte
da equipa.
2.4.
Avaliação
A avaliação do projecto será apresentada através de três perspectivas, a do processo que
analisa a forma de como o projecto decorreu, a dos resultados no âmbito dos objectivos
atingidos e por fim, qual a contribuição da mesma para o desenvolvimento pessoal e
profissional.
2.4.1. Do Processo
Por ser um projecto de período temporal extenso, existiram várias funções realizadas ao
longo do tempo de estágio.
2.4.2. Dos Resultados
Os resultados obtidos foram positivos, tendo já mencionado anteriormente, cujas tarefas
foram concluídas no período atribuído.
2.4.3. Do desenvolvimento Pessoal e Profissional
Por se tratar do primeiro projecto que integrei na equipa da FJ, este contribuiu para o
enriquecimento dos meus conhecimentos. Permitindo o contacto com múltiplas pessoas,
de diversas idades e de diferentes estatutos sociais.
12
3. PROGRAMA DE ESTÁGIOS JOVENS ANIMADORES DO MUSEU DA
ELECTRICIDADE (14ª Edição do PEJAME)
3.1.
Introdução
Trata-se de um programa para desenvolvimento de jovens através da realização de
estágios no Museu da Electricidade.
O lançamento e divulgação foram realizados em Agosto 2013, tendo como limite de
inscrição 23 de Setembro de 2013, o recrutamento e selecção dos candidatos de 24 de
Setembro a 4 de Outubro de 2013, a formação inicial decorreu de 7 de Outubro a 3 de
Novembro de 2013 e a última fase com o início dos estágios de 4 de Novembro de 2013
a 2 de Maio de 2014.
Os estudantes que participam no PEJAME recebem uma bolsa no valor aproximado de
duzentos e quarenta euros por mês, incluindo o período de formação inicial. Durante o
estágio é efectuado o reembolso das despesas de transporte (passe social mensal), até ao
máximo de quarenta e cinco euros por mês. Existe também um seguro de acidentes que
abrange todos os estagiários.
Os candidatos pré-seleccionados frequentaram uma formação de três semanas para os
estudantes do primeiro grupo e de uma semana para os estudantes do segundo grupo, a
tempo parcial, sendo ela leccionada pelo ME, quando concluída, seleccionou-se os que
irão frequentar o estágio de seis meses (de 4 Novembro de 2013 a 2 de Maio de 2014).
Os que adquirirem a melhor pontuação no estágio poderão se candidatar a um segundo
estágio, desde que ambas as partes aceitem renovar por mais seis meses. Cada estagiário
terá uma carga horária de doze horas semanais, de segunda-feira a domingo, repartidas
por dois ou três dias, entre as nove horas e as dezoito horas, um dos quais
obrigatoriamente ao fim-de-semana, serão atribuídos com base na disponibilidade
horária de cada um.
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3.2.
Caracterização das Tarefas/Actividades
Este projecto teve como finalidade, o recrutamento e selecção de candidatos a
estagiários no ME. Consequentemente serão apresentados, o objectivo do projecto, o
pessoal e quais os destinatários.
3.2.1. Objectivos
Proporcionar aos alunos, o aprofundamento dos seus conhecimentos técnico-científicos
pelo meio do confronto com o público, ajudando a desenvolver as suas capacidades
pessoais de liderança, gestão de grupos, espírito de iniciativa e de equipa, compromisso
e disciplina, visto que irão estagiar no ME como guias.
Dar apoio à equipa da FJ para recrutar e seleccionar os candidatos a voluntários no ME.
3.2.2. Destinatários e Alvos
Os requisitos para participar no programa foram os seguintes: ter entre os 18 e os 25
anos, ser estudante do ensino superior público ou privado da Área Metropolitana de
Lisboa, de preferência cursos com componentes em Física, Electricidade, Electrónica,
Química e Energia ou Ambiente. A décima quarta edição foi alargada para estudantes
das Artes; como História da Arte, Estudos Artísticos, Artes Plásticas, Arte Multimédia,
Ciências da Arte e do Património, Produção e Gestão Cultural, Comunicação Cultural,
História da Arte e Museologia. Para melhor desempenho da função terão de dominar a
língua portuguesa e serem fluentes numa segunda língua.
3.3.
As responsabilidades pessoais
As responsabilidades realizadas serão apresentadas com descrição das tarefas
desenvolvidas e nos resultados que foram surgindo no decurso do projecto.
3.3.1. Descrição das actividades desenvolvidas
No período inicial do estágio curricular na FJ, participou-se na divulgação da décima
quarta edição do PEJAME, enviando informação do programa para universidades da
zona metropolitana de Lisboa. Na primeira abordagem via correio electrónico e na
segunda por correio tradicional com cartazes e brochuras com as informações do
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programa. Assim cada Universidade difundia a respectiva informação pelos seus
estudantes, para que estes tomassem conhecimento de modo a que os interessados se
inscrevessem.
Quando faltavam alguns dias para terminar as inscrições, houve uma deslocação ao
Instituto Superior Técnico de Lisboa por forma a promover o projecto, para que mais
jovens se inscrevessem. Os estudantes deste Instituto são os que mais concorrem para os
estágios, devido às áreas de estudo que fazem parte dos requisitos.
Terminado o prazo de inscrições, houve um acréscimo dos inscritos ao documento com
alguns dados tratados. Totalizando duzentos e quarenta e oito estudantes. Concluiu-se o
tratamento dos dados e posteriormente enviado electronicamente para o ME. Para
avaliarem e seleccionar os que passariam à segunda fase de selecção do processo. Os
que não foram admitidos era-lhes enviado um E-mail para agradecer a candidatura.
Os seleccionados para a segunda fase foram contactados via mensagem escrita através
de telemóvel, com a morada, dia e hora do local para a realização da etapa seguinte.
A segunda fase de selecção foi uma entrevista em grupo, composta por uma breve
apresentação de cada candidato, baseada numa parte em português e outra em inglês,
com o intuito de observar o seu à vontade e conhecimento da mesma, prosseguiu-se
com a dinâmica dos grupos e dois testes, o primeiro analisava as Aptidões Mentais
Primárias (PMA) e o segundo os Traços de Personalidade (16 PF-5).
Com a dinâmica do grupo pretendia-se avaliar a forma como os candidatos se
relacionavam em grupo, também como defendiam suas opiniões perante outros
elementos, qual o mais persistente na sua ideia e a capacidade de liderança do grupo.
Nesta fase realizaram-se quatro entrevistas de grupo, compostas por setenta candidatos,
cada entrevista tinha em média dezasseis candidatos.
O teste de Aptidões Mentais Primárias (PMA) – É recomendado para seleccionar
pessoas, cujo teste é de correcção automática. Os factores básicos são os seguintes: a
compreensão verbal permite avaliar a capacidade para compreender e expressar ideias
por palavras; a aptidão espacial avalia a capacidade para imaginar e conceber objectos
em duas ou três dimensões; a aptidão numérica analisa a capacidade para manipular
números e conceitos quantitativos; o raciocínio lógico observa-se através da capacidade
15
para compreender, planear e solucionar problemas; a fluência verbal avalia a
capacidade para falar e escrever sem dificuldade.
•
16PF-5 ― Questionário Factorial de Personalidade – Este constituído por 185
questões que avaliam um total de dezasseis dimensões primárias. Sendo estas as
seguintes: a Afabilidade; o Raciocínio; a Estabilidade; a Dominância; a Animação; a
Atenção às normas; o Atrevimento; Sensibilidade; a Vigilância; a Abstracção; a Privacidade; a Apreensão; a Abertura à mudança; a Auto-suficiência; o Perfeccionismo; e a
Tensão.
A combinação destes valores permite a obtenção de resultados para cinco factores de
segunda ordem, identificados como dimensões globais, tais como a Extroversão; a
Ansiedade; a Dureza; a Independência e o Autocontrolo.
Uma análise mais detalhada dos resultados de cada perfil permite retirar conclusões
quanto ao potencial de liderança, de criatividade, de empatia, de competências sociais,
de auto-estima e capacidade de adaptação ou de ajustamento do sujeito.
Para analisar, avaliar e validar estes testes é necessário a participação no projecto de
uma pessoa devidamente credenciada a nível superior na Área de Psicologia.
Passaram para a terceira fase quarenta e cinco candidatos, tendo estes sido contactados
telefonicamente para uma entrevista individual. A razão desta proporcionar a obtenção
de conhecimento sobre o candidato, mas também das suas competências, da sua
disponibilidade na participação do projecto, das suas expectativas e motivações para o
mesmo.
Entrevistei quatro candidatos, dos quais dois foram seleccionados para a fase final.
Para a formação, foram seleccionados vinte e oito, vinte em ciências e oito em artes.
No dia em que iniciou a formação deslocamo-nos ao ME, para recebê-los.
3.3.2. Resultados
Após a formação foram escolhidos pelo ME dezanove candidatos, quatro dos quais
tinham como área de formação, Artes.
16
3.4.
Avaliação
As avaliações serão abordadas por três perspectivas diferentes: a do processo, a dos
resultados e a do qual o crescimento a nível pessoal e profissional.
3.4.1. Do Processo
Por ser um projecto com algumas edições, têm procedimentos que são cumpridos para
atingir o sucesso no processo. Todas as fases são acompanhadas por uma equipa do ME,
e são estes que decidiram com base nas avaliações realizadas pela equipa da FJ, quem
transitava para as fases seguintes do projecto, pois as decisões finais foram sempre da
equipa do ME.
3.4.2. Dos Resultados
Os resultados deste projecto foram óptimos, com objectivos alcançados e em conjunto
com a equipa da FJ e do ME, seleccionando-se dezanove guias.
3.4.3. Do Desenvolvimento Pessoal e Profissional
Foi o projecto que me permitiu acompanhar, intervir, adquirir conhecimento, como
avaliar os candidatos na dinâmica de grupo, também nas entrevistas que realizei, até
onde a minha formação permitiu e participando em todas as fases deste.
17
4. PROJECTO DE VOLUNTÁRIOS DA EXPERIMENTADESIGN 2013
4.1.
Introdução
A Bienal EXD trata-se de um projecto que decorre de dois em dois anos, pela
Experimentadesign, integrando algumas actividades, tais como exposições de obras de arte.
O projecto é composto por quatro fases, as montagens das exposições que decorreu entre (14
de Outubro e 6 de Novembro), a semana inaugural (de 7 de Novembro a 10 de Novembro),
ainda a fase das exposições (de 11 de Novembro a 22 de Dezembro) e por último a fase
desmontagens (de 23 de Dezembro a 30 de Dezembro).
As exposições decorreram em locais diferentes: no Convento da Trindade perto da BaixaChiado, na Torre Oca/Museu da Marinha situada na Praça do Comércio, no Novo Museu dos
Coches situado na Avenida da Índia, no Palácio dos Condes da Calheta sito no Jardim
Botânico Tropical no Largo dos Jerónimos, no MUDE – Museu do Design e da Moda
localizado na Rua Augusta, no Aeroporto de Lisboa e por fim no Mosteiro do Jerónimos e no
Planetário Calouste Gulbenkian sito na Praça do Império.
O projecto foi divulgado pela FJ, no contacto com as Universidades e Escolas que tinham
como área de estudos, as Artes.
4.2.
Caracterização das Tarefas/Actividades
As actividades neste projecto foram as seguintes: o recrutamento e selecção de voluntários
bem como outras acções inerentes ao projecto.
Com objectivos e destinatários apresentados seguidamente.
4.2.1. Objectivos
Apoiar a organização do projecto no recrutamento e selecção dos voluntários.
Recolher informação relativa aos voluntários, com acompanhamento dos mesmos ao longo do
projecto.
Bem como a elaboração de mapas mensais relativos às despesas dos voluntários pela sua
participação no projecto.
18
4.2.2. Destinatários e Alvos
No tratamento de dados relativos aos candidatos, tendo estes que residir na região da grande
Lisboa, com idades compreendidas entre 21 e 35 anos, com formação superior em Artes, e
serem fluentes numa língua estrangeira.
4.3.
As responsabilidades pessoais
As responsabilidades foram as seguintes: o contacto com Universidades e com os candidatos,
a angariação de dados dos voluntários envolvidos no projecto, as deslocações à
Experimentadesign e a execução de documentos intrínsecos do mesmo.
Após esta sucinta apresentação, será feita a descrição das mesmas, mas de uma forma mais
minuciosa e posteriormente serão divulgados os resultados.
4.3.1. Descrição das actividades desenvolvidas
Contacto com Universidades/Escolas de Artes para que ajudassem na divulgação do projecto.
Os projectos estão sempre assegurados para salvaguardar os seus integrantes, por isso foi feito
um seguro para os voluntários que participassem no projecto. Para que a seguradora o fizesse,
foi necessário solicitar alguns dados, como a data de nascimento e números de identificação
do BI/CC. Com os elementos recolhidos de todos os voluntários, realizou-se um ficheiro com
informações, após este devidamente concluído, procedeu-se ao envio do mesmo para a
seguradora. Este procedimento executou-se várias vezes, devido à ocorrência de inúmeras
entradas e desistências de participantes. Caso ocorresse algum acidente com voluntário(s), e
o(s) seu(s) elemento(s) não constassem da lista, a seguradora poderia recusar a sua
responsabilidade.
Realizaram-se cinco deslocações à Experimentadesign.
A primeira tratou-se de uma reunião com a equipa, com o objectivo de conhecer os espaços
das exposições, também ceder o documento com os candidatos inscritos e perceber qual seria
o papel da FJ neste projecto. A FJ tentou angariar snaks para os voluntários, mas com os
prazos que estavam estipulados, não houve qualquer resposta de fornecedores para ajudar. A
FJ ficou com uma parte administrativa, ou seja, contabilizar despesas e controlar a
assiduidade dos voluntários.
19
Na segunda visita houve um grupo de candidatos e na terceira outro. Foi apresentado o
projecto em que iriam participar, quem os iria apoiar, o que iriam fazer e também perceber
quem ainda estaria ou não interessado em participar. Durante estes dois dias, foram realizados
vários contactos telefónicos para alguns candidatos se decidirem sobre a integração no
projecto, sentindo que o tempo escasseava e havendo necessidade de mais voluntários para
além dos que tinham estado nos dois grupos. Em ambos os grupos angariou-se catorze
pessoas com disponibilidade para começar na segunda-feira seguinte.
A quarta visita deveu-se a aquisição de conhecimento sobre primeira fase do projecto, tanto
da equipa que acompanhava os voluntários, como dos mesmos e para recolha das folhas de
assiduidade (referentes à primeira fase do projecto, ou seja, últimos quinze dias de Outubro),
para proceder à contabilização.
Na quinta e última visita recolheu-se documentação dos voluntários, (envelopes com os
números de identificação bancária e os recibos de transporte) e a assiduidade do mês de
Novembro.
Na fase das montagens ocorreu um incidente, uma das voluntárias magoou-se numa mão,
devido a este acidente foi accionado o seguro. Acompanhámos a jovem através de contacto
telefónico e presencial, com o intuito de saber do seu estado de saúde e com o desejo da sua
recuperação ser rápida e boa. No decorrer de aproximadamente quinze dias estava totalmente
recuperada.
Para elaboração do ficheiro, procedeu-se ao cálculo das despesas que os voluntários possam
ter adquirido na sua participação no projecto. Com base na folha de assiduidade dos
voluntários foi feita a ligação entre esta e as despesas de transporte, caso se realiza-se dois
turnos de quatro horas seguidas, era-lhe atribuído o subsídio de alimentação, na importância
de 4,27€.
4.3.2. Resultados
Até à data de conclusão do estágio os resultados não foram optimistas, devido à fase inicial
não dispor de voluntários suficientes para arrancar com o projecto, ou seja, deveriam ter
iniciado vinte voluntários e apenas catorze aceitaram. Surgiram inúmeras desistências por
parte dos voluntários, que por sua vez, apresentando dificuldades em realizar substituições.
Houve voluntários que faltavam e nem avisavam, o que provocava um desequilíbrio de
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recursos, tanto na fase inicial, como no decorrer das exposições realizadas em diferentes
locais.
4.4.
Avaliação
A avaliação será composta por três perspectivas diferentes, a do processo, a dos resultados e
qual o crescimento a nível pessoal e profissional.
4.4.1. Do Processo
Foi um processo de recrutamento e selecção com dificuldades, devido à ausência de
voluntários dispostos a participar no projecto. Na fase inicial do projecto, os organizadores
pretendiam voluntários a tempo inteiro, isto é, que participassem das dez horas às dezanove
horas com uma hora para almoço. Esta incompatibilidade horária surgiu por parte dos
candidatos, porque a maioria eram estudantes.
Os voluntários em determinados períodos foram insuficientes para assegurar um serviço de
qualidade, colocando assim, em risco as exposições.
Também por se tratar de um projecto de voluntariado, as pessoas não têm obrigatoriedade a
fazer alguns horários, bem como fazer dois turnos de quatro horas seguidas só com uma hora
para almoço, ou o horário das vinte e duas horas até às duas horas da madrugada.
4.4.2. Dos Resultados
Os resultados deste projecto em termos de participação de voluntários, não se atingiu em
todas as fases, porque não foram cumpridos os objectivos propostos pela equipa da
Experimentadesign.
4.4.3. Do Desenvolvimento Pessoal e Profissional
Com este projecto, comprovou-se que trabalhar com pessoas, é um desafio constante, porque
acontecem imprevistos, um dia podemos ter uma equipa completa e no outro, faltar alguém.
Como Seres Humanos que somos, cometemos erros, somos inconstantes, somos imperfeitos.
21
5. PROGRAMA MEDIDA ESTÁGIOS EMPREGO
5.1.
Introdução
Consiste num estágio remunerado, com duração de um ano, em todos os sectores de
actividade, promovendo os jovens à sua inserção ou reconversão profissional.
Neste caso, foi a própria FJ que submeteu uma proposta de estágio para ser avaliada pelo
IEFP, e só depois de aceite, é que se colocou a candidatura no portal Net-Empregos, para
integrar na sua equipa um estagiário ao abrigo do programa de estágios do IEFP.
O jovem seleccionado para o estágio receberá uma bolsa mensal de estágio no valor de
691,71€, subsídio de alimentação, seguro de acidentes de trabalho e despesas de transporte,
mas só, caso os estagiários sofrerem de deficiência e/ou incapacidade.
5.2.
Caracterização das Tarefas/Actividades
As tarefas deste projecto foram as seguintes: principalmente o recrutamento e selecção, bem
como outras acções inerentes ao projecto. Os objectivos e destinatários serão apresentados
posteriormente.
5.2.1. Objectivos
Este Programa tem como base principal melhorar o perfil de empregabilidade e promover a
integração profissional de jovens desempregados, através da realização de estágios
remunerados.
Desenvolvimento de competências nos jovens à procura do primeiro emprego ou novo
emprego, com objectivo a adquirir novos conhecimentos.
Apoiar a transição entre o ensino e o mercado de trabalho.
Realizar o processo de recrutamento e selecção do candidato a estagiário, para a FJ da
Delegação de Lisboa e Vale do Tejo, com o acompanhamento da gestora.
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5.2.2. Destinatários e Alvos
Aos jovens à procura de emprego, entre os 18 e os 30 anos, elegível para estágio profissional
do IEFP. Com qualificação superior nas áreas de Economia, Contabilidade e Gestão. Que
residissem na zona da Grande Lisboa.
5.3.
As responsabilidades pessoais
As responsabilidades do projecto foram as seguintes: o contacto com Universidades, as
entrevistas com os candidatos seleccionados e a execução de documento relacionado com o
projecto. Será apresentada a descrição das mesmas, mas de uma forma detalhada e serão
posteriormente apresentados os resultados.
5.3.1. Descrição das actividades desenvolvidas
A realização do documento, ou seja, a brochura do perfil pretendido para os jovens se
candidatarem ao estágio na FJ.
Estabeleceu-se uma ligação telefónica com Universidades das áreas pré-requisitadas, a
solicitar, o contacto directo da pessoa responsável pelo departamento de apoio ao estudante,
ou o de inserção dos jovens no mercado de trabalho, para que divulga-se pelos seus alunos a
brochura sobre esta oportunidade para o estágio na FJ.
A elaboração de um documento com os dados de todos os inscritos, como o nome, idade, área
de estudos e a zona de residência.
Foi solicitado o parecer dos quinze melhores perfis, com base nos requisitos, para posterior
avaliação da Gestora e proceder à fase de entrevistas com os seleccionados. Nesta fase foram
escolhidos quinze, mas só dez demonstraram interesse em comparecer. Com as entrevistas
realizadas, apenas cinco destacaram-se dos demais candidatos.
A esta última fase procedeu-se a uma entrevista formal aos cinco candidatos, esta dirigida
pela Gestora e pelo Presidente da FJ, o Sr. Dr. Ricardo Carvalho.
.
23
5.3.2. Resultados
A FJ recebeu noventa candidaturas para este projecto, destas noventa foram seleccionadas
quinze, mas só dez compareceram à primeira fase de entrevistas, e foram escolhidos cinco
para a segunda fase de entrevistas. Nesta última fase foi escolhida uma candidata, que depois
acabou por desistir, e procedeu-se à escolha de outro candidato.
5.4.
Avaliação
A análise será dividida de três formas diferentes, a do processo, a dos resultados e qual o
crescimento a nível pessoal e profissional.
5.4.1. Do Processo
A avaliação concedida é positiva, visto que o processo de divulgação para seleccionar e
recrutar decorreu sem incidentes.
5.4.2. Dos Resultados
Os resultados foram bons, recepcionou-se um número considerável de candidaturas, que
proporcionou uma quantidade de perfis diferentes, seleccionando-se quinze, e desses quinze,
dez estiveram presentes na primeira entrevista, e desses dez, foram avaliados e escolhidos
cinco para a entrevista final.
5.4.3. Do Desenvolvimento Pessoal e Profissional
Este projecto contribui para o desenvolvimento profissional, através de mais uma experiência
numa das fases que está inserida na Gestão dos Recursos Humanos, tratando-se do
Recrutamento e Selecção de Pessoas.
24
6. AVALIAÇÃO GLOBAL DE TODOS OS PROJECTOS
Os projectos desenvolvidos neste período de estágio, obtiveram na maioria uma avaliação
positiva, devido ao compromisso envolvido e os objectivos propostos foram cumpridos nos
prazos previstos.
Todos os projectos foram apoiados e supervisionados pela equipa da FJ, da qual se fez parte, a
obtenção destes resultados, só foi possível com a experiencia da FJ em projectos realizados
anteriormente.
De todos os projectos, aquele que não cumpriu totalmente os objectivos, foi o “Projecto de
Voluntários da Experimentadesign”, por a maioria dos voluntários não estar disponível para
os horários que a organização pretendia implementar. Quando a fase de inscrições teve início,
estávamos em meados de Agosto, mês de pausa lectiva, muitos dos candidatos eram
estudantes, e baseando-se no tempo que disponham à época, não conseguindo consertar
tempos livres com períodos de aulas, por forma a conciliar horários. Na fase das entrevistas,
os candidatos quando questionados com o tempo que disponham livre, foi contraditório
daquele que tinham mencionado na inscrição. Foi nessa altura que os candidatos não teriam
como conciliar todos os dias do voluntario com o horário das aulas. A Experimentadesign
reabriu as inscrições, mas que por sua vez seriam eles os responsáveis pela selecção e
recrutamento dos voluntários.
25
7. REFERÊNCIAS
A Fundação da Juventude. http://www.fjuventude.pt.
O Museu da Electricidade. http://www.fundacaoedp.pt/museu-da-eletricidade/
A Experimentadesign. http://www.experimentadesign.pt/
O IEFP – Cursos de Aprendizagem.
http://www.iefp.pt/formacao/modalidadesformacao/cursosaprendizagem/paginas/cursosapren
dizagem.aspx
Impulso Jovem – Medida Estágios Empregos. http://www.impulsojovemportugal.pt/estagiosemprego/194.htm
CEGOC - 16PF-5 — Questionário Factorial de Personalidade.
http://www.cegoc.pt/teste/questionario-factorial-de-personalidade/
PMA ― Aptidões Mentais Primárias. http://www.cegoc.pt/teste/aptidoes-mentais-primarias/
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8. APÊNDICES
Apêndice 1. Guia de Entrevista – PEJAME 14ªEdição
Nome:
Idade:
Morada:
1. Iria realizar a sua deslocação para o ME através de que meio de transporte?
2. Qual a sua disponibilidade para participar no projecto?
3. Estaria disponível para trabalhar aos fins-de-semana?
4. Tem conhecimentos em alguma língua estrangeira? Qual?
5. Quais são os seus pontos fortes e pontes fracos?
6. Prefere trabalhar em grupo ou individual? E Porquê?
7. Na sua opinião, quais os valores essenciais para se trabalhar em grupo?
8. Têm conhecimento de alguém que já tenha participado no projecto?
9. Vê-se a desempenhar esta função? E na sua opinião quais são as tarefas a desenvolver para
esta função?
10. Como é que se iria destacar dos outros candidatos a monitores?
11. Por visita poderá haver grupos até 50 pessoas, como orientava esses grupos, incluindo as
crianças?
12. Porque é que acha que deveria ser seleccionado para o ME?
13. Que motivo o poderia levar a desistir do Estágio?
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Apêndice 2. Guia de Entrevista - Programa Medida Estágios Emprego
Nome:
Idade:
Morada:
1. Está elegível pelo IEFP para realizar o estágio?
2. Neste momento qual a sua disponibilidade para iniciar o estágio na FJ?
3. Com base nas suas habilitações, quais as matérias que mais gosta?
4. Ao nível do desenvolvimento pessoal e profissional, o que acha que lhe vai permitir este
estágio?
5. Conhece a FJ? Quais os projectos em que está envolvida? Já participou em algum?
6. Se fosse escolhido(a), como iria se deslocar todos os dias para a FJ? E aproximadamente
qual a duração?
7. Quais são os seus objectivos para o futuro?
8. Como ocupa os seus tempos livres?
9. Sente-se motivado(a) para realizar este estágio?
28
Apêndice 3. Exemplo de Base de Dados utilizada na maioria dos projectos adaptada a cada um, tendo em conta os requisitos do mesmo.
Data de
Foto no Carta de Área de
Idade BI/CC
NIF
Morada
CV
Telemóvel
E-Mail
Observações
Nascimento
CV Motivação Estudos
1- Exemplo Maria Gaspar 23-06-1988 25 12563489 159752852 Rua das Palmeiras, nº 79 x
x
x
Gestão 926889852 [email protected] A frequentar 1º ano de mestrado de Contabilidade
2
3
4
5
6
Nome
29
9. ANEXOS
Anexo 1. Grupo de Instituições Fundadoras da FJ
Águas do Douro e Paiva, S.A.
Associação de Jovens Agricultores de Portugal
Associação Empresarial de Portugal
Associação Industrial Portuguesa
Associação Nacional de Jovens Empresários
Brisa Auto-Estradas de Portugal, S. A.
Câmara Municipal do Funchal
Câmara Municipal de Gondomar
Câmara Municipal da Maia
Câmara Municipal de Matosinhos
Câmara Municipal do Porto
Câmara Municipal de Santa Maria da Feira
Câmara Municipal de Tavira
Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia
Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, S.A.
EDP - Energias de Portugal, S.A.
Fidelidade - Companhia de Seguros, S.A.
Fitor, Companhia Portuguesa de Têxteis, S.A.
Focor, Produtos Químicos, S.A.
Fundação Minerva (Universidades Lusíada)
Fundação Para a Ciência e a Tecnologia
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Galp Energia, SGPS, S.A.
Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação, I.P.
Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P.
Instituto Português do Desporto e Juventude, I.P.
Millennium bcp
Montepio
Multitema - Produções Gráficas, S.A.
Oni, S.A.
Philips Portuguesa, S.A.
Porto Editora, Lda
Portugal Telecom
Renault Portugal, S.A.
Santa Casa da Misericórdia de Lisboa
Sociedade de Construções Soares da Costa, S.A.
Sumol+Compal, S.A.
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Anexo 2. Empresas que estabeleceram protocolos e acordos de cooperação, ou
parcerias.
Acredita Portugal
Addict
Adene - Agência para a Energia
APAV
AXA
Congressos Empreendedores Locais e Sociais
Direcção-Geral da Educação
Douro Azul
Dopamina 360
Eixo Atlântico
ESAP
Fundação EDP
Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento
Fundação Millennium bcp
Fundação para a Ciência e a Tecnologia
Fundação São João de Deus
Instituto dos Vinhos do Douro e Porto
Instituto Padre António Vieira
JBFernandes
Lucios
32
Microcrédito Millennium bcp
Museu da Electricidade
Optimus
Ordem dos Arquitectos
PIC NIC
Porto Canal
Porto Lazer
Pportodosmuseus
Primus
Pulmonale
Teatro de Marionetas do Porto
TEDx O'Porto 2013
Tenco
Unicer
Xerox
Download

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