3 1 CONTEXTO INSTITUCIONAL 1.1 CARACTERÍSTICAS DA INSTITUIÇÃO A IESSA, localizada a rua Pinheiro Machado, nº 189, na cidade de Ponta Grossa, teve seu início com a Portaria nº 2812 de 03 de outubro de 2002 do Ministério da Educação e Cultura,através do credenciamento do Instituto Superior de Educação Sant´Ana - ISESA e a Faculdade Sant´Ana credenciada pela Portaria nº 566, de 28 de fevereiro de 2005. Tem como mantenedora a Associação Missionária de Beneficência, entidade esta com personalidade jurídica civil, registrada no 1º Cartório de Registros,Títulos de Documentos Hildegar Kossatz, Ponta Grossa - Paraná, sob o número 299, no Livro A1 de 07 de dezembro de 1966, com CNPJ/MF sob o número 80234826/001-54, de Utilidade Pública Estadual pela Lei 11447 de 20/06/96, de Utilidade Pública Municipal pela Lei 4994 de 17/03/94, com registro no Conselho Nacional de Assistência Social – CNAS- sob nº 220.488/68 de 14/04/69. Norteada por um propósito educacional sintetizado no Documento “Gravissium Educationes Mementum”, do Vaticano II: "Não menos que as demais escolas, visa a Escola Católica os fins culturais e a formação humana dos jovens. É, porém, característica sua, criar uma atmosfera de comunidade escolar animada pelo espírito evangélico da liberdade e da caridade e auxiliar os adolescentes a que, no desenvolvimento da personalidade também cresçam as novas criaturas humanas que se tornaram pelo batismo. Visa ainda orientar toda a cultura humana para a mensagem da salvação a ponto de iluminar-se pela fé e conhecimento que os alunos gradativamente adquirem do mundo, da vida e do homem. Assim, pois a escola Católica, ao mesmo tempo em que se abre como deve às condições de progresso da nova era, educa seus alunos para que desenvolvam com eficiência o bem-estar da cidade terrestre, preparando-os igualmente, para o serviço da expansão do Reino de Deus, a fim, de tornarem-se como que o fermento salutar da Comunidade Humana, pelo exercício de uma vida exemplar e apostólica". É uma instituição particular de Ensino Superior, vinculado ao MEC, agrega o Instituto Superior de Educação e a Faculdade Sant´Ana, ofertando respectivamente os cursos: Licenciatura de Pedagogia – reconhecido pela Portaria Conjunta nº 608 de 28 de Junho de 2007, Curso de Licenciatura em Educação Física, autorizado pela Portaria nº 566, de 28 de fevereiro de 2005; curso de Secretariado Executivo autorizado pela Portaria nº 595, de 28 de fevereiro de 2005, como também o curso de Psicologia Formação Psicólogo, autorizado pela Portaria nº 3.772, de 26 de outubro de 2005. 4 A IESSA, localizada na cidade de Ponta Grossa, uma cidade pólo, referência regional nas áreas de educação, indústria e comércio, agricultura e pecuária, turismo,dentre outras, com 273.469 (duzentos e setenta e três mil quatrocentos e sessenta e nove) habitantes, é considerada um dos maiores entroncamentos rodoviários do país, ela exerce influência direta sobre os 42 municípios dos Campos Gerais, sendo indubitável sua importância no contexto regional, o que propõe uma demanda considerável em relação à procura de Cursos Superiores. Sendo assim, a IESSA vem preencher a necessidade desta população alvo, que busca a construção de novos conhecimentos e o reconhecimento profissional. Sua infra-estrutura encontra-se juntamente com o Colégio Sant’Ana, o qual conta com uma área de 4.350,43 m2 (quatro mil trezentos e cinqüenta metros quadrados e quarenta e três centímetros quadrados), possui também um ginásio poli esportivo com área construída de 1800,00 m2 (hum mil e oitocentos metros quadrados); piscina térmica e coberta medindo 900 m2 (novecentos metros quadrados) e um campo de futebol com 300m2 (trezentos metros quadrados) de área construída. Toda essa infra-estrutura, está disponibilizada para os cursos superiores no período noturno. A IESSA promove um ensino a partir de uma moldura filosófica – didáticopedagógica de excelência contando com uma estrutura curricular de qualidade, atual e comprometida com as necessidades do contexto social; corpo docente composto por professores especialistas, mestres e doutores; pessoal técnico administrativo com funcionários com formação específica nas áreas afins; biblioteca com acervo bibliográfico atualizado permanentemente, informatizada e com estrutura física adequada às necessidades dos acadêmicos; atividades complementares com regimento próprio; os núcleos de pesquisa, de extensão, de estágio e prática e de monografia complementam as diversas área do saber escolar; instalações adequadas para as salas de aula com recurso de televisão, VHS e DVD; laboratórios de informática, física , química e anatomia apresentam-se dentro dos padrões de qualidade. A IESSA prioriza o comprometimento com a qualidade do ensino indissociabilizando teoria e prática, resultando numa práxis reflexiva e contínua. Os principais objetivos da Instituição de Ensino Superior Sant’Ana – IESSA, são apresentados de acordo com o Capítulo II – Artigo 3º, do Regimento Interno: I – estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo; 5 II – formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua formação contínua; III – incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando o desenvolvimento da ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, e, desse modo, desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive; IV – promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de publicações ou de outras formas de comunicação; V – suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente concretização, integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração; VI – estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais e regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade; VII – promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição. 1.2 QUANTO A CIDADE DE PONTA GROSSA População – 273.469 habitantes (IBGE) Densidade Demográfica – 132,51 habitantes Localização - 2.063,697 km2 Norte – Carambeí Leste – Campo Largo Oeste – Tibagi / Ipiranga Sul – Palmeira Alguns municípios vizinhos, pertencentes à região dos Campos Gerais: Carambeí, Castro, Palmeira, Piraí do Sul, Imbituva, Ipiranga, Ivaí, Reserva, Telêmaco Borba, Ventania, São João do Triunfo, Porto Amazonas. Educação: (dados do ano de 2002, aproximadamente) - Escolas Estaduais = 47 - Escolas de Ensino Superior = 5 - Escolas Municipais = 84 6 - Centro de Educação Infantil = 34 - Escolas Particulares = 30 2. PROPOSTA DO CURSO 2.1 JUSTIFICATIVA DE ALTERAÇÃO DO CURSO NORMAL SUPERIOR – ANOS INICIAIS PARA CURSO DE PEDAGOGIA Com a necessidade de elevar a qualificação dos profissionais dedicados aos anos iniciais da educação básica, foram criados o curso Normal Superior com ênfase na educação infantil e nas séries iniciais. Desta forma, reconhece-se à importância fundamental da atuação qualificada dos docentes neste nível de ensino e, dedica-se uma atenção especial ao problema de formação de professores. De acordo com as exigências atuais, a atuação do docente não se restringe à sala de aula, fazendo-se necessário uma formação sólida e consistente, que se concretize na elaboração e implementação do projeto político pedagógico da escola onde atua, bem como uma ação educativa em espaços não escolares. Amplia-se assim, substancialmente o papel do professor, fazendo-se necessário um curso de formação específico. No Brasil, o curso de Pedagogia possui uma longa história e uma tradição na formação de professores, assim fica definido pela Resolução nº1 de 15 de maio de 2006, em seu artigo 9º a necessidade de adequação dos cursos de ensino superior voltados para a formação de professores, estarem em conformidade com esta legislação. O artigo 11, dessa resolução, abre a possibilidade das Instituições de Ensino Superior que mantém autorizados o Curso Normal Superior à transformação de seu curso em Curso de Pedagogia. Desta forma, considerando a tradição do curso de Pedagogia, e a necessidade de uma formação do profissional da educação balizada nas necessidades da sociedade pós moderna, é que em reunião de colegiado do Curso, em reunião do Conselho Superior da IESSA e em conformidade com os acadêmicos interessados, que optou-se pela transformação dos cursos Normal Superior –Licenciatura para Anos Iniciais e Licenciatura para Educação Infantil para o Curso de Licenciatura em pedagogia. O CURSO DE PEDAGOGIA, implantado no INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO SANT´ANA visa uma formação consistente na docência e na gestão de ensino e uma ação coerente em espaços não escolares. Caracteriza-se essencialmente pela necessidade e/ou lacuna constatada através do diagnóstico da realidade, realizado na região dos campos gerais, e a necessidade legal já citada. 7 Concebendo a iniciativa de expansão como um empreendimento sério, reconhece ser este CURSO algo promovedor do desenvolvimento, uma vez ter a visão de futuro ratificada pelas potencialidades da região, olhando o mundo e o III milênio ao mesmo tempo em que se volta para o seu interior, elegendo o homem-aluno como medida de todas as coisas. Assim sendo, acredita-se que o mesmo atenderá aos anseios de educadores da região, pois, a qualificação dos profissionais da educação se faz necessária, sendo recorrentemente apontados como pré – requisito para a melhoria do nível dos docentes inseridos no mercado de trabalho. 2.2. CONCEPÇÃO O CURSO DE PEDAGOGIA do Instituto Superior de Educação Sant´Ana embasado na certeza de preparar qualitativamente os profissionais da educação, acredita ser de suma importância uma formação voltada para a prática na docência e na gestão educacional, bem como uma discussão de espaços não escolares. A pedagogia trata do campo teórico – investigativo da educação, do ensino e do trabalho pedagógico que se realiza nos seguintes campos de atuação: 1) Docência no ensino médio - magistério 2) Docência nas séries iniciais do ensino fundamental e educação infantil 3) Exercício profissional nas organizações escolares e não escolares 4) Atuação na Gestão Democrática, planejamento e organização das instituições escolares e não escolares. 5) Produção e difusão do conhecimento no campo educacional. Outro aspecto que caracteriza o CURSO DE PEDAGOGIA a ser oferecido, diz respeito à necessidade da formação dos professores estar voltada para a realidade, ou seja, inserida no contexto. Este aspecto, indubitavelmente, desencadeará desafios múltiplos para a IESSA, pois necessitamos de docentes comprometidos e qualificados , que estejam engajados em uma proposta de qualidade visando à melhoria dos padrões de educação. O novo projeto abrange integralmente à docência, a participação na gestão democrática, a avaliação de sistemas e instituições de ensino em geral. Educar e formar as gerações que se sucedem, através das diversas tendências da educação, apresentam-se como princípios básicos do CURSO DE PEDAGOGIA. Da Educação Infantil à Universidade, os estudos pedagógicos têm fundamental importância no contexto educacional, principalmente quando se constata a 8 preocupação de setores governamentais empenhados em programas e trabalhos de revisão do processo ensino-aprendizagem. Ainda com sérios problemas na área da educação, a exemplo da maioria dos países em desenvolvimento, o Brasil procura incessantemente a reestruturação do seu Sistema Educacional, na busca de assegurar o equilíbrio e a eficiência dos demais setores da sociedade brasileira. Na educação encontra-se a base para o futuro de todas as sociedades, tornando-se imprescindível à atuação do educador nos diferentes níveis de ensino. Neste aspecto, o profissional da educação deve se inteirar da realidade em que vai atuar, bem como ser capaz de responder praticamente às suas necessidades, compreender as conexões entre essa realidade específica e a totalidade social, bem como perceber as implicações de sua prática educacional, através de uma dinâmica social mais ampla e que venha envolver a escola e a comunidade de forma dialética. Como decorrência, a prática desse profissional, deverá ser marcada por uma aproximação maior da realidade educacional em seu caráter sócio-político-cultural. Prática entendida como a atividade concreta pela qual os sujeitos humanos se afirmam no mundo, modificando a realidade objetiva e, para poderem alterá-la, transformando-se a si mesmos. É a ação que, para se aprofundar de maneira mais conseqüente, precisa da reflexão, do auto-questionamento, da teoria; é a teoria que remete à ação, que enfrenta o desafio de verificar seus acertos e desacertos. Prática e teoria são interligadas, interdependentementes. A concepção de qualquer curso de terceiro grau configura-se na medida em que se questiona sobre o mundo que se vive e o mundo que se quer, sobre a relevância do conhecimento neste mundo, sobre os processos de relações sociais e ainda, sobre a necessidade de um profissional preparado para atuar nesses processos. Assim, de antemão já temos indícios para um possível caminhar. Obviamente necessita-se de um profissional competente para atuação em processos educacionais tanto em escolas, como em diversos setores não-escolares onde o ensino ocorre setores primários, secundários, terciários e de serviços. Como se constata, é importante a presença de um profissional capaz de intervir nas diversas situações pedagógicas, mas quem será este? Muitas vezes, na sociedade atual, entende-se que qualquer pessoa com um pequeno treinamento está apta a ser um profissional da educação, ou seja, um 9 “repassador” de conhecimento. Isto é grave, no sentido em que se visualiza um grande número de pretensos professores atuando unicamente na dimensão instrucional da educação, desprezando toda a amplitude do processo educacional, enquanto perspectiva de desenvolvimento humano e cidadania. Neste sentido, o profissional que será preparado no curso de Pedagogia da IESSA, trabalhará com um repertório de informações e habilidades composto por pluralidade de conhecimentos teóricos e práticos, cuja consolidação será proporcionada no exercício da profissão, fundamentando-se em princípios de interdisciplinaridade, contextualização, democratização, pertinência e relevância social, ética e sensibilidade afetiva e estética. Assim, o CURSO DE PEDAGOGIA deverá estar conseqüentemente voltado para uma preparação profissional sólida, articulada a uma formação humana e científica. Contempla-se uma formação básica e consistente em relação a fundamentos filosóficos, sociológicos, histórico-culturais, psicológicos e políticos, e da mesma forma oferece-se conhecimentos sobre a docência no ensino médio, na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental, bem como discute a gestão escolar e não escolar. 2.3 OBJETIVOS 2.3.1. OBJETIVOS GERAIS Formar licenciados com habilitação para a docência no ensino médio de modalidade normal, educação infantil e a docência nas séries iniciais do ensino fundamental, qualificados a atuar em sala de aula, com conhecimentos específicos. Possibilitar a concretização de interações educativas, ampliando a possibilidade de atendimento a diversidade apresentada pelos futuros acadêmicos, nas atividades que diz respeito a organização e gestão de sistemas de ensino. 2.3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Implantar uma proposta consistente permeada pelo ensino, pesquisa e extensão. 10 Habilitar o graduado para uma formação nas diferentes áreas do saber escolar e não escolar, tornando-o um profissional competente, respondendo às exigências da modernidade. Proporcionar ao aluno vivência profissional, inserindo-o no contexto real das instituições de ensino. Oportunizar vivências significativas possibilitando a relação entre a teoria e a prática. Analisar a criança como seres íntegros, que aprendem a ser e se desenvolver de maneira global. Reconhecer a importância da identidade pessoal de alunos, suas famílias, professores e outros profissionais, bem como a identidade de cada Unidade Educacional, nos vários contextos em que se situem. Formar um coletivo criando condições para que o trabalho desenvolvido seja debatido, compreendido e assumido por todos. 2.4 PERFIL DO CURSO O projeto pedagógico do curso de Pedagogia do ISESA busca um trabalho estruturado sobre a realidade e a necessidade da escola, articulando os conhecimentos teóricos e práticos de cada área do conhecimento. Assim, buscamos formar pedagogos para atuar na docência, na organização e gestão de sistemas, unidades educativas ou não. Dos formandos desse curso, espera-se que realizem um trabalho coletivo, cooperativo, criativo, competente, ético e dinâmico. Nesse sentido, asseguramos aos graduandos condições para uma gradativa aquisição dos fundamentos da educação, práticas da docência e conhecimentos de gestão, possibilitando ao profissional uma autonomia intelectual, uma visão críticas dos problemas do cotidiano e do mundo, bem como uma ação reflexiva. O curso de pedagogia do ISESA se caracteriza em uma licenciatura com docência no ensino médio modalidade normal, educação infantil e séries iniciais do ensino fundamental e atuação na gestão planejando, executando, acompanhando e avaliando projetos e programas educacionais. Desta forma, é construída uma identidade do pedagogo como profissional apto a desenvolver a docência e a gestão nos espaços 11 educativos escolares e não escolares, preparado para trabalhar com as diferentes linguagens, respeitando a diversidade e desenvolvendo um trabalho em equipe. 2.5. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO 2.5.1. Visão Pedagógica do curso A formação de pedagogos exige, necessariamente, a consideração dos pressupostos que fundamentam as raízes epistemológicas do corpo de conhecimento da Pedagogia, buscando perspectivas e caminhos sólidos à reconfiguração da nova e necessária profissionalidade pedagógica. A Pedagogia, herdeira dos ideais da modernidade, precisa continuar postulando seus objetivos numa perspectiva crítica, todavia, “no interior das condições de existência do mundo pós-moderno e não em oposição a elas” Giroux (1993). Isso significa que o curso de Pedagogia deve levar o acadêmico a busca da emancipação e da autonomia intelectual. Não esquecendo que cada indivíduo possui sua subjetividade e diversidade que deve ser respeitada pelos professores que fortalecerão e desenvolverão o sentimento de solidariedade e democracia visando uma educação de qualidade, desenvolvendo as capacidades cognitivas e afetivas necessárias ao atendimento de necessidades individuais e sociais dos alunos, `a inserção no mercado de trabalho, proporcionando meios cognitivos e operacionais que atendam tanto as necessidades pessoais como as econômicas e sociais. Assegurar uma visão estreita com a Pedagogia e a ética, desenvolver o hábito da pesquisa sobre formação de professores e gestão escolar, completando via prática educativa o elo fundamental para o processo de formação favorecendo dessa forma o posicionamento crítico do educador. Dessa forma, a proposta curricular deverá buscar pontos articuladores em comuns, bases de um processo contínuo de reflexão/avaliação, contrapondo-se à idéia de um modelo único que jamais poderá contemplar a complexidade, quer da especificidade epistemológica da Pedagogia como ciência, quer das demandas sócio culturais contemporâneas postas a esta ciência. Enfim, um curso de graduação que ofereça ao aluno, o futuro profissional, uma formação consistente em termos técnicos, pedagógicos e políticos, mas que não perca a exata dimensão de relevância de sua atuação enquanto profissional ligado às possibilidades de desenvolvimento de noções de solidariedade e cidadania nas gerações vindouras. Neste curso, pretende-se construir uma identidade do pedagogo como 12 profissional inovador e criativo na sua atuação, capaz de analisar, compreender e lidar com as mudanças da e na vida escolar e social. Assim, percebemos que a simples instrução por repetição não se configura como processo ensino-aprendizagem, pois desconsidera a possibilidade da individualidade e das motivações pessoais bem como não utiliza a reflexão como organizadora das funções mentais. Nesse sentido, é importante que o profissional da educação reconheça o processo ensino aprendizagem como um momento importante para interferir, de modo a torná-lo um instrumento de transformação do sujeito. Assim também, quando se entende que todo conhecimento tem uma inscrição corporal e que conhecimento e vida estão unidos, é fundamental entender que o que se aprende não é desvinculado das ações cotidianas, mas que devem estar relacionados, ou seja, pretende-se um conhecimento concreto, significativo e não apenas uma instrução vazia, sem sentido para a vida. 2.5.2. Princípios e Valores norteadores do curso Propõe uma organização curricular que complementa uma sólida formação profissional, acompanhada das possibilidades de aprofundamentos e opções realizadas pelos alunos. Propiciará, também, tempo para pesquisas, leituras e participação em eventos, entre outras atividades, além da elaboração de um trabalho final de curso que sintetize suas experiências. O fundamento da formação específica do educador deverá conter também uma fundamentação na organização do trabalho pedagógico, nas metodologias e nos conteúdos das áreas específicas, conhecimentos didáticos atualizados, princípios da gestão democrática e políticas educacionais. Portanto, é necessária a reflexão, é ela que irá articular o processo de elaboração e reelaboração da relação teoria-prática. Nesse momento, e com essa condição, nascerá à práxis pedagógica. A práxis resulta de uma interação da teoria com a prática, através da relação entre planejamento, ação e resultado. Para que isso possa se efetivar é necessário que se conceba um curso de qualidade que envolva diversos núcleos devidamente articulados às disciplinas: núcleo de estudos básicos, núcleos de aprofundamento e diversificação de estudos e núcleo de estudos integradores. Para a convergência dos diversos enfoques e análises profissionais no campo 13 educacional o curso de Pedagogia do Instituto Superior de Educação Sant’Ana visa à formação de pedagogos capacitados a: 1) compreender a prática educativa em sua dinâmica de complexidade no espaço de sala de aula no ensino médio e nas séries iniciais do ensino fundamental e na educação infantil; 2)participar na construção de projetos educativos, sabendo atuar no coletivo, participar mediado pelo diálogo entre o contexto escolar e o social; 3) atuar como pesquisador nos espaços escolares e não escolares, com os olhos voltados no contexto contemporâneo, pautados por princípios éticos transparentes; 4) construir uma visão teórica sólida, inter e transdisciplinar sobre o fenômeno educacional e seus fundamentos filosóficos, históricos, políticos e sociais, promovendo a articulação e domínio dos saberes docentes; 5) integrar teoria e prática, resgatando a práxis da ação educativa, como elemento inerente ao trabalho pedagógico, tendo a docência1 como base da formação profissional. 2.5.3. Ênfases Curriculares O currículo está hierarquizado como seriado semestral, com disciplinas fundamentais e específicas, além do estágio curricular, da disciplina da Pesquisa da Prática Pedagógica e da elaboração de monografia como trabalho final de curso. O conteúdo formador da cidadania e o conhecimento da realidade social regional, está incluído nas disciplinas. A prática interdisciplinar na postura docente vai garantir a interrelação entre os núcleos de formação (núcleo de estudos básicos, núcleos de aprofundamento e diversificação de estudos e núcleo de estudos integradores) entendidos como ações articuladoras da pesquisa e da prática. 1) Núcleo de estudos básicos: este núcleo abarca os temas que problematizam a sala de aula e a gestão democrática, ou seja, a escola como um todo. Neste núcleo contempla-se a definição abrangente de formação humana e formação de docentes; a compreensão de ensino, sociedade, homem e produção do conhecimento. Por fim, este núcleo compreende os conteúdos que configuram o currículo, voltado para a gestão 1 Docência, aqui entendida como uma ação educativa que se constitui no ensino – aprendizagem, na pesquisa e na gestão de contextos escolares e não escolares, na perspectiva da gestão democrática. 14 democrática, história, pedagogia, concepção de criança e adulto, áreas do conhecimento e as relações interpessoais. Desta forma, o núcleo de estudos básicos permeia e fundamenta toda a proposta pedagógica do curso oferecendo subsídios teórico/práticos para a formação do licenciado em Pedagogia. Visando romper com a dicotomia teoria prática, salientando o princípio da interdisciplinaridade entre as diferentes disciplinas do curso. 2)Núcleo de aprofundamentos e diversificação de estudos: a formação do pedagogo não se configura mais em habilitações fragmentadas, e sim busca uma unidade em ênfases em relação aos estudos que a IES tem uma maior atuação. Neste sentido, os estudos e as produções desta instituição de ensino superior, está voltado para a gestão e os anos iniciais, e é claro, não deixando de lado a educação infantil. Portanto, a opção de aprofundamento, efetivada nas disciplinas optativas, jornadas científicas, pesquisa e extensão, estarão reportando-se ao espaço escolar, mais especificamente a gestão democrática e a sala de aula. Tendo a pesquisa como princípio educativo, presente na totalidade do curso, as atividades curriculares estão prevendo desde o início do curso, a inserção do acadêmico na realidade escolar, problematizando a prática, gerando assim temas para a investigação. 3) Núcleo de estudos integradores: o núcleo de estudos integradores é um espaço de formação do espírito científico, articulando teoria e prática, através de projetos de pesquisa e de extensão, de bolsas de iniciação científica, monitorias. Este núcleo, configura-se em um espaço não disciplinar, flexível, visando o desenvolvimento do espírito investigativo. O aprofundamento das atividades de pesquisa e de extensão, deverão proporcionar a produção de conhecimento e a ampliação da concepção teórico/prática do pedagogo. As vivencias escolares e não escolares, ao serem problematizadas, oferecerão diferentes maneiras de exercício da docência, na área de serviços e apoio escolares, bem como em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos. A atitude investigativa, vai alavancar condições para os pedagogos se inserirem na pesquisa, na produção do conhecimento. A atuação profissional, hoje, exige uma formação reflexiva e crítica, que sem dúvida o núcleo de estudos integradores 15 proporcionará. A formação de profissionais reflexivos exige um currículo amplo, profundo, consistente para uma atuação profissional, também por inteiro, ampla, complexa e crítica. As mudanças na área de Educação poderão indicar ao longo da implantação do curso, novas disciplinas no currículo pleno do curso, indicadas pelo ISESA, para atender às necessidades locais e regionais. Visto que a exigência de formação em nível superior do educador nas instituições de ensino é recente, poderemos sofrer alterações curriculares diante à realidade que estaremos enfrentando, bem como através dos dados que vamos coletar através dos estágios e das práticas pedagógicas nas escolas da região. 2.6. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DO CURSO 2.6.1. Vagas A IESSA oferta 100 (cem) vagas anuais distribuídas em duas turmas de 50 (cinqüenta) alunos. 2.6.2. Duração, Carga Horária e turno do curso Com a duração de 3(três) anos ou 6 (seis) semestres. A carga horária total do curso vai assegurar a realização das atividades já específicas, que cumpre 100 dias letivos semestrais, num total de 6 (seis) semestres, perfazendo 3.200 horas. As atividades realizadas no curso serão no período noturno. 2.6.3. Tempo de integralização do curso O curso de Pedagogia deverá ter uma duração de 3 anos, seis semestres, com tempo máximo de integralização de 5 anos. 2.6.4. Estrutura Curricular A seguir temos a composição do currículo distribuído nos núcleos de formação através dos 06 semestres de duração do curso de licenciatura em Pedagogia. 16 CURRÍCULO PLENO 1º SEMESTRE C.H. Nº T. aulas Informática 60 03 Filosofia Geral 80 04 Introdução à Pesquisa Científica 60 03 Psicologia Geral 60 03 Sociologia Geral 80 04 História da Educação 80 04 Comunicação Lingüística 60 03 480 24 C.H. Nº T. aulas Didática I 60 03 Fundamentos Epistemológicos da Pedagogia 80 04 História da Educação Brasileira 60 03 Sociologia da Educação 60 03 Filosofia da Educação 60 03 Psicologia da Educação 80 04 Pesquisa da Prática Pedagógica I 40 02 O cuidar e o educar na educação infantil 60 03 T: 500 25 DISCIPLINAS Total 2º SEMESTRE DISCIPLINAS 17 3º SEMESTRE C.H. Nº T. aulas Fundamentos da educação infantil 60 03 Fundamentos e Metodologia da Alfabetização 60 03 Fundamentos e Metodologia do Ensino da História 60 03 Fundamentos e Metodologia do Ensino da Geografia 60 03 Didática II 60 03 Organização e Legislação Educacional 60 03 Fundamentos Metodológicos da Educação Física 40 02 Estágio Curricular I 80 02 Pesquisa da Prática Pedagógica II 40 02 T: 400 24 DISCIPLINAS P: 120 520 4º SEMESTRE DISCIPLINAS Fundamentos e Metodologia do Ensino da C.H. Nº T. aulas Língua 60 03 Portuguesa Fundamentos e Metodologia do Ensino da Matemática 60 03 Fundamentos e Metodologia do Ensino de Ciências 60 03 Fundamentos Metodológicos da Arte 40 02 Organização do Trabalho Pedagógico 60 03 Avaliação 60 03 Tecnologia Educacional 60 03 Pesquisa da Prática Pedagógica III 40 02 Estágio Curricular II 80 02 T: 400 24 P: 120 520 18 5º SEMESTRE DISCIPLINAS C.H. T. Política Educacional 60 Fundamentos Metodológicos da Educação Inclusiva 60 Currículo e Conhecimento Escolar I 60 Nº P. aulas 03 20 03 03 Fundamentos e Metodologia da Educação de Jovens e 60 10 03 Adultos Fundamentos e Metodologia do Ensino Religioso 60 03 Literatura Infantil 40 02 Optativa 40 02 Pesquisa da Prática Pedagógica IV 40 02 Estágio Curricular III 90 02 T: 400 23 P: 160 540 6º SEMESTRE C.H. Nº T. aulas Currículos e Conhecimento Escolar II 60 03 Gestão da Educação 80 04 Educação Trabalho e Sociedade 60 03 Tópicos Especiais da Educação 60 03 100 02 60 03 60 03 60 03 DISCIPLINAS Estágio Curricular IV Pesquisa da Prática Pedagógica V – TCC Corpo e Movimento Optativa 19 T: 380 24 P: 160 540 SEMESTRE CH 1º semestre 480 2º semestre 500 3º semestre 520 4º semestre 520 5º semestre 540 6º semestre 540 CARGA HORÁRIA TEÓRICA 2500 Estágio 350 Atv. Pesq. Prática Pedag. 220 Atv. Prática 30 CARGA HORARIA PRATICA 600 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 100 TOTAL 3200 2.6.5. Ementários, Súmulas Dos Conteúdos E Bibliografia 1º SEMESTRE Disciplina: INFORMÁTICA Ementa: Informática básica. Softwares e aplicativos educacionais. A tecnologia da informação na escola. A comunicação virtual e o computador na escola. O uso do computador na escola. As tecnologias e a aprendizagem. Metodologias para aplicar o computador na educação. A mídia e o conhecimento. O papel do professor no processo ensino aprendizagem. Bibliografia Básica: SANCHO, J.M. Para uma tecnologia educacional. Porto Alegre: ArtMed, 2001. PETTITO,S. Projetos de trabalho em informática: desenvolvendo competências. SP: Papirus, 2003. HEIDE, A. Guia do professor para a Internet. Porto Alegre: ArtMed, 2000. 20 Bibliografia Complementar: BARBOSA, R.M. Ambientes virtuais de aprendizagem. Porto Alegre: ArtMed, 2005 OLIVEIRA, R. Informática educativa, SP: Papirus, 2001. YOSSEF, A.N. Informática e sociedade. SP: Ática, 1988. Disciplina: FILOSOFIA GERAL Ementa: Concepção de Filosofia. Os principais períodos: clássico, moderno contemporâneo. O mundo globalizado. O conhecimento: pensamento mítico, senso comum. Atitude científica. Axiologia, ética e moral. Concepções de homem. Bibliografia Básica: CHAUI. M. Convite à filosofia. 12.ed. São Paulo: Ática, 2000.. FREIRE, P. Educação na prática de liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977. SAVIANI, D. Escola e democracia. São Paulo: Cortez, 1987. ARANHA, M.L.A. Filosofando. Porto: Moderna, 1996. ARANHA, M.L.A. Temas de filosofia. São Paulo: Moderna, 2000. Bibliografia Complementar: BENDA, J. O pensamento vivo de Kant. São Paulo: Livraria Martins, 1952. BUZZI, A. R. Filosofia para principiantes. Petrópolis: Vozes, 1991. CANABRAVVA, E. Elementos de metodologia filosófica. São Paulo: Nacional, 1956. BRUGGER, W. Dicionário de filosofia. São Paulo: EPU, 1977. FROM, E. Ter ou ser? Rio de Janeiro: Zahar, 1977. SANTOS, M. F. Aristóteles e as mutações. São Paulo: Logos, 1955. MARX, K. O capital. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1969, livro I, v.1. Disciplina: INTRODUÇÃO À PESQUISA CIENTÍFICA Ementa: A construção do conhecimento. Pesquisa. Levantamento bibliográfico. Diretrizes para a leitura, análise e interpretação. Resumo. Esquema. Trabalhos acadêmicos. Normas ABNT. Bibliografia Básica: SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 1993. GIL, A C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1996. 21 LAKATOS, E. M., MARCONI, M. A. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 1983. Bibliografia Complementar: RODRIGUES, A. A pesquisa experimental em psicologia e em educação. Petrópolis: Vozes, 1985. RUIZ, J. A. Metodologia científica: guia para eficiência. São Paulo: Atlas, 1977. CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A. Metodologia científica. 4.ed. São Paulo: Makron Books, 1996. Disciplina: PSICOLOGIA GERAL Ementa: A psicologia. A evolução da ciência psicológica. O Behaviorismo. A Gestalt. A Psicanáise. A psicologia como ciência e sua contribuição para a educação. A psicologia e a criança. Bibliografia Básica: PIAGET, J. Seis estudos de psicologia. Rio de Janeiro: Forense, 1969. PILETTI, N. Psicologia educacional. São Paulo: Ática, 1997. VIGOTSKI, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1989. BARROS, C. S. G. Pontos de psicologia geral. 12.ed. São Paulo: Ática, 1995 Bibliografia Complementar: BOCK, A. M. M. et all. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. São Paulo: Saraiva, 1993 CÓRIA –SABINI, M. A. Fundamentos de psicologia educacional. 4.ed. São Paulo: Ática, 2000. _____. Psicologia do desenvolvimento. São Paulo: Ática, 1993. AZENHA, M. G. Construtivismo. São Paulo: Ática, 1995. BARROS, C. S. G. Psicologia e construtivismo. São Paulo: Ática, 1996. Disciplina: SOCIOLOGIA GERAL Ementa: Iniciação à sociologia. A sociologia clássica. Características da sociedade pós revolução industrial. Indivíduo, trabalho e sociedade. As desigualdades sociais no mundo e no Brasil. Política e sociedade: as formas do estado. Cultura e ideologia. Movimentos sociais. 22 Bibliografia Básica: COSTA, C. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 2. Ed. São Paulo: Moderna, 2000. MEKSENAS, P. Sociologia. 2. Ed. São Paulo : Cortez, 1999. RODRIGUES, C. A.F. Mudança Social. Ponta Grossa: UEPG, 1973. Bibliografia Complementar: BOBBIO, N. et al.. Dicionário de política. Brasília: Editora da Unb, 1992. BOUDON, R. (org). Tratado de sociologia. Rio de Janeiro: Zahar, 1994. IANNI, O. Teorias da globalização. 2. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1996. TOMAZZI, N. D. Iniciação à sociologia. São Paulo: Atual, 1994. COULSON, M. A. Introdução crítica à sociologia. Rio de Janeiro: Zahar, 1975. GALACHE, G. Síntese de doutrina social. São Paulo: Loyola, 1967. Disciplina: HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO Ementa: A importância da História da Educação. A educação no mundo Helenístico- Romano. Educação na Idade Média. Pedagogia Renascentista. O humanismo e a educação. A educação no iluminismo. Educação no século XIX. Século XX: a educação para a democracia. A educação no século XXI, Bibliografia Básica: ARANHA, M. L. A. História da Educação. São Paulo: Moderna, 1996. FRIGOTO, G. Educação e a crise do capitalismo Real. Cortez, São Paulo, 1995. GHIRALDELLI JR., Paulo. História da Educação. 2. ed., São Paulo: Cortez, 1996. Bibliografia Complementar: CAMBI, Franco. História da Pedagogia. São Paulo: Editora UNESP,1999. GADOTTI, M. História das idéias pedagógicas. São Paulo, Ática, 1996. MARX, K. Cooperação, Divisão de trabalho e Manufaturei, a Maquinaria e a indústria Moderna. O capital. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1975. XAVIER, M. E. S. P.. Poder político e Educação de Elite. Editora Cortez, São Paulo, 1980. 23 Disciplina: COMUNICAÇÃO LINGÜÍSTICA Ementa: Língua, Linguagem e interação: a construção da subjetividade; Texto; Critérios de textualidade. Leitura e Produção textual. Bibliografia Básica: BARROS, D. P. de; FIORIN, J. L. (orgs.). Dialogismo, polifonia, intertextualidade: em torno de Bakhtin. São Paulo: USP, 1999. COSTA VAL, M. da G. Redação e textualidade. São Paulo: Martins Fontes, 1993. FÁVERO, L. L.; ANDRADE, M. L. C. V. O.; AQUINO, Z. G. O. Oralidade e escrita: perspectiva para o ensino da língua materna. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2000. Bibliografia Complementar: BAKHTIN, M.(VOLOCHINOV, V. N.). Marxismo e filosofia da linguagem. 8. ed. São Paulo: Hucitec, 1997. ______. Estética da Criação Verbal. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000 FÁVERO, L. L.; PASCHOAL, M. S. Z. (orgs.). Lingüística textual: texto e leitura. São Paulo: EDUC, 1986. 24 2º SEMESTRE Disciplina: DIDÁTICA I Ementa: Didática: suas relações, seus pressupostos. Didática: uma retrospectiva histórica. Pedagogia e Didática.. A Didática nas diferentes correntes pedagógicas. Abordagens didáticas. A aula e o espaço de sala de aula na educação básica. Planejamento. Interdisciplinaridade. Bibliografia Básica: LIBÂNEO, J.C. Didática. SP: Cortez, 1994. SACRISTÁN, J.G.; GÓMEZ, A.I.P. Compreender e transformar o ensino. Porto Alegre: ArtMed, 1998. JONNAERT, P; BORGHT, C. V. Criar condições para aprender: o socioconstrutivismo na formação do professor. Porto Alegre: ArtMed, 2002. HAYDT, R.C. O curso de didática geral: um olhar para o futuro. SP: Alínea, 2001. VEIGA, Ilma (org.) Repensando a didática. Campinas, Papirus, 1996 Bibliografia Complementar: CUNHA, Maria Isabel da. O bom professor e sua prática. 6. ed. Campinas, Papirus, 1996. FAZENDA, I. C. A. Interdisciplinariedade: um projeto em parceria. SP: Cortez, 1999. ZABALA, K.M. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: ArtMed, 1998. SAVIANI, Demerval. Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações. São Paulo: Cortez, 1991 GASPARIN, J.L. Uma didática para a pedagogia histórico – crítica.SP: Ed. Autores Associados, 2002. Disciplina: FUNDAMENTOS EPISTEMOLÓGICOS DA PEDAGOGIA Ementa: O encaminhamento de uma prática educacional do pedagogo a partir da compreensão da educação. Encaminhamentos metodológicos da formação profissional do pedagogo. O histórico, a estrutura e a organização do curso de Pedagogia no Brasil. A Pedagogia como ciência da educação e a identidade profissional. Bibliografia Básica: GRISPUN. Mirian Paura S. Zippin. (Org.). Supervisão e Orientação Educacional: perspectivas de integração na escola. São Paulo: Cortez, 2003. 25 FALCÃO FILHO, J. L. O papel do pedagogo na escola. Amae Educando, Belo Horizonte, n.31, 1994. PIMENTA, S.G. Pedagogia: Ciência da Educação? São Paulo: Cortez, 2001. ____________. (org). Pedagogia e pedagogos: caminhos e perspectivas. SP: Cortez, 2002. LIBANEO. J.C. Pedagogia e pedagogos, para que? 8.ed. SP: Cortez, 2005. Bibliografia Complementar: FREITAS, Luis Carlos. Crítica da organização do trabalho pedagógico e da didática. São Paulo: Papirus, 1995. PIMENTA, S. G. Saberes Pedagógicos e Atividades Docentes. São Paulo: Cortez, 1999. Disciplina: HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA Ementa: As relações históricas no Brasil. O pacto colonial e a educação Jesuítica. As reformas a educação no império. As iniciativas republicanas na educação. A organização do sistema educacional brasileiro. A escola brasileira no período populista. Os desafios da democratização social e escolar. As tendências da educação brasileira e suas implicações na escola. Bibliografia Básica: ROMANELLI, O. de O. História da educação no Brasil. Petrópolis : Vozes, 1996. XAVIER, M. E. et all. História da Educação: a escola no Brasil. São Paulo: FTD, 1994. PILETTI, N. História da educação no Brasil. São Paulo: Ática, 1990. NISKIER, Arnaldo. Educação Brasileira, 500 anos de História 1500-2000. São Paulo: Editora Melhoramentos, 1989. Bibliografia Complementar: MSKIER, Arnaldo. Educação Brasileira: 500 anos de história. São Paulo: Moderna, 1993. RIBEIRO, Maria Luiza Santos. História da Educação Brasileira. São Paulo: Cortez, 1991. GHIRALDELLI, Paulo Jr. História da Educação. São Paulo: Cortez, 1994. GADOTI, Moacir. História das idéias pedagógicas. São Paulo. Ática, 1996. 26 Disciplina: SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO Ementa: A sociologia e a sociologia educacional. A educação como objeto de estudo sociológico. O homem e a sociedade. Organização e agrupamentos sociais. Interações e conflitos sociais. Mudança social e educação. Educação fora e dentro da escola. Educação popular. Interação escola/comunidade. Análise sociológica das tendências pedagógicas. Instituições sociais e educação. Bibliografia Básica: DURKHEIN, E. Educação e sociologia. São Paulo: Melhoramentos, 1955. BRANDÃO, C. R. O que é educação. São Paulo, Brasiliense, 1984. CECCON, C., OLIVEIRA, M. A Vida na escola e a escola da vida. Petrópolis: Vozes, 1983. COSTA, Cristina. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. São Paulo: Moderna, 1997. MEKSENAS, P. Sociologia. São Paulo: Cortez, 1992. Bibliografia Complementar: VIEIRA, E. Sociologia da Educação. São Paulo: FTD, 1996. WEBER, M. Ensaios de sociologia. Rio de Janeiro: Zahar, 1971. FRIGOTTO, G. Educação e a crise no capitalismo real. São Paulo: Cortez, 2000. LENHARD, R. Sociologia educacional. São Paulo: Pioneira, 1978. Disciplina: FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO Ementa: Filosofia e educação: elucidações conceituais e articulações. Os filósofos pensadores. Novos paradigmas e a educação. A escola hoje: a modernidade e a pós modernidade. Filosofia e o cotidiano. Bibliografia Básica: LUCKESI, C. C. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 1994. ARANHA, M. L. de A. Temas de filosofia. São Paulo : Moderna, 1992. _____. Filosofia da Educação. 2.ed. São Paulo: Moderna, 1996 Bibliografia Complementar: MARSHALL, J. P. O professor e sua filosofia. São Paulo, 1977. PIAGET, J. Para onde vai a educação. Rio de Janeiro: José Olympio, 1974. 27 SAVIANI, D. Educação. São Paulo: Autores Associados, 2000. SAVIANI, D. Filosofia da educação brasileira. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1985. GILES, T. R. Filosofia da educação. São Paulo: EPU,1983. Disciplina: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO Ementa: Desenvolvimento e aprendizagem. Abordagem inatista – maturacionista. As abordagens sobre o desenvolvimento e aprendizagem: comportamentalista, psicanalítica, piagetiana, walloniana e sócio – cultural, e a prática pedagógica. Dificuldades de aprendizagem. Bibliografia Básica: DAVIS, C. e OLIVEIRA, Z. Psicologia na educação. São Paulo: Cortez, 1994. FONTANA, R. ; CRUZ, N. Psicologia e trabalho pedagógico. SP: Atual, 2000. GOULART, I. Psicologia da educação. Petrópolis: Vozes, 2000. Bibliografia Complementar: VIGOTSKI, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1989. ENDERLE, C. Psicologia do desenvolvimento. Porto Alegre: ArtMed, 2001. Disciplina: PESQUISA DA PRÁTICA PEDAGÓGICA I Ementa: A pesquisa como instrumento de produção do conhecimento. O professor pesquisador. A importância da prática escolar e suas relações com o contexto histórico-político-social. Projeto de pesquisa. Procedimentos quanto à construção de um projeto de pesquisa. Pesquisa diagnóstica – mapeamento da realidade de uma instituição educacional e seus profissionais da educação infantil e séries iniciais. 28 Disciplina: O CUIDAR E O EDUCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL Ementa: A constituição dos saberes e das práticas pedagógicas na infância. Concepção de conhecimento na infância. Aspectos gerais do desenvolvimento infantil. A organização da rotina e a proposta pedagógica da Educação Infantil. O cuidar e o educar. Ambientes de aprendizagem. Linguagem corporal na infância. Bibliografia Básica: BASSEDAS, E.; HUGUET, T.; SOLÉ, I. Aprender e ensinar na educação infantil. Porto Alegre: ArtMed, 1999. CUBERES, M.T.G. Entre as fraldas e as letras. Porto Alegre: ArtMed, 1997. DROUET, R. C. da R. Fundamentos da educação pré-escolar. 2.ed. São Pulo: Ática, 1995. BONDIOLI, A. ; MANTOVANI, S. Manual de educação infantil: de 0 a 3 anos – uma abordagem reflexiva. Porto Alegre: ArtMed, 1998. OLIVEIRA, Z. de M. R. de. Educação infantil: fundamentos e métodos. SP: Cortez, 2002. Bibliografia complementar: DROUET, R. C. da R. Fundamentos da educação pré-escolar. 2.ed. São Pulo: Ática, 1995. NICOLAU, M. L. M. A educação pré-escolar. São Paulo: Ática, 2002. NICOLAU, M. L. M. Textos básicos de educação pré-escolar. São Paulo: Ática, 1990. 29 3º SEMESTRE Disciplina: FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Ementa: Concepção de educação infantil no Brasil. Fundamentos filosóficos, políticos, econômicos, sociais e culturais da IE. Características do Referencial Curricular da EI. Políticas de atendimento da criança no Brasil. Finalidades e tendências da EI. A educação infantil e a legislação brasileira (Constituição Federal, Estatuto da Criança e do Adolescente e a LDB). Bibliografia Básica: BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto: Secretaria de Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a educação infantil. v.1, v.2, v.3. Brasília: MEC/SEF, 1998. BONDIOLI, A. ; MANTOVANI, S. Manual de educação infantil: de 0 a 3 anos – uma abordagem reflexiva. Porto Alegre: ArtMed, 1998. BASSEDAS, E.; HUGUET, T.; SOLÉ, I. Aprender e ensinar na educação infantil. Porto Alegre: ArtMed, 1999. CUBERES, M.T.G. Entre as fraldas e as letras. Porto Alegre: ArtMed, 1997. NICOLAU, M. L. M. A educação pré-escolar. São Paulo: Ática, 1997. Bibliografia Complementar: DROUET, R. C. da R. Fundamentos da educação pré-escolar. 2.ed. São Pulo: Ática, 1995. OLIVEIRA, Z. de M. R. de. Educação infantil: fundamentos e métodos l. SP: Cortez, 2002. 30 Disciplina: FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DA ALFABETIZAÇÃO Ementa: A relação entre pensamento e linguagem. A Pré-história da escrita. História da alfabetização. Letramento. Concepções de alfabetização. Aquisição da linguagem oral e escrita. Os métodos de alfabetização. A construção da escrita pela criança. Ambiente alfabetizador. O livro didático. Bibliografia Básica: VIGOTSKI, L. S. A formação social da mente. 6.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000. FEIL, I. T. Alfabetização: um desafio novo para um tempo novo. Petrópolis: Vozes, 1985. THIESSEN, M.L.; BEAL, A.R. Pré – escola, tempo de educar. 6.ed. SP: Ática, 1995. Bibliografia Complementar: FERREIRO, E. Reflexões sobre a alfabetização. São Paulo: Cortez, 1988. CAGLIARI, L.C. Alfabetizando sem o ba-be-bi-bo-bu. SP: Scipione, 1998. Disciplina: FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DA HISTÓRIA Ementa: Concepção do ensino de história. Enfoques curriculares que permeiam a prática pedagógica de História. Concepções em relação ao método, ao conteúdo e a avaliação do ensino de História. Compreensão da realidade social. Conceitos de tempo, fato e sujeito histórico. Fundamentos metodológicos referentes ao ensino de História. Bibliografia Básica: SCHMIDT, M. A. ; CAINELLI, M. Ensinar história. SP: Scipione, 2004 BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais – 1º e 2º ciclos. História, Geografia. Brasília: MEC/SEF, 1997. ______. MEC. Parâmetros curriculares da educação infantil. V1, v2, v3. . Brasília: MEC/SEF, 1998. PINSKY, J (org) O ensino de história e a criação do fato. SP: Contextos, 1992. Bibliografia Complementar NIDELCOFF, Maria Teresa. A escola e a compreensão da realidade. SP:Editora Brasiliense,1993. 31 ACÚRCIO, M. R. B. ; ANDRADE, R. C. de . O currículo ressignificado. Porto Alegre: ArtMed, 2003. Disciplina: FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE GEOGRAFIA Ementa: Produção do conhecimento geográfico. Construção dos conceitos espaço/tempo. O homem e sua relação com o meio ambiente. Uso da bússola. Mapas. Estudo do meio. Bibliografia Básica: BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais. Brasília, Mec, 1997. ______. Secretaria de educação fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil: conhecimento de mundo. Brasília: MEC/CEF, 1998. ALMEIDA, R. D. Do desenho ao mapa, iniciação cartográfica na escola. SP: Contexto, 2001. CASTROGIOVANNI, A. C. (org) Ensino de geografia: práticas e textualizações no cotidiano. Porto Alegre: Medicação, 2000. Bibliografia Complementar: PERRENOUD, P. Construir as competências desde a escola. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999. CHASSOT, A. A Ciência através dos tempos. São Paulo: Moderna, 1997. Disciplina: DIDÁTICA II Ementa: Paradigmas pedagógicos inovadores e a ação docente. Paradigmas emergentes e a produção do conhecimento. O professor reflexivo. Novas competências para ensinar e aprender: diretrizes da formação de professores da educação infantil e séries iniciais. O processo de ensino na escola. Métodos e técnicas de ensino da educação básica. Bibliografia Básica: QUELUZ, A. G.; ALONSO M. O trabalho docente: teoria e prática. SP: Pioneira, 1999. PERRENUOD, Phillippe. Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000. 32 ZEICHNER, K.M. A formação reflexiva dos professores: idéias e práticas. Lisboa: Educa, 1993. LEITE, L.S. (org). Tecnologia educacional: descubra suas possibilidades na sala de aula. RJ: Vozes, 2003. Bibliografia Complementar: FERACINE, L. O professor como agente de mudança social. São Paulo: EPU, 1990. FONSECA. V. da. Aprender a aprender. A educabilidade cognitiva. Porto Alegre: Artes Médicas. 1998. MACHADO, N.J. Epistemologia e didática: as concepções de conhecimento e inteligência e prática docente. São Paulo: Cortez, 1995. MORAIS, R. de (Org.). Sala de aula: que espaço é esse? 4 ed. São Paulo: Papirus, 1989. Disciplina: ORGANIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL Ementa: Organização do ensino brasileiro. Regimento Escolar. As relações humanas na escola. Autonomia. Democracia. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/96). Projeto Político Pedagógico na creche e na escola do ensino fundamental. Bibliografia Básica: BRZEZINSKI, I. (org.). LDB Interpretada: diversos olhares se entrecruzam. São Paulo: Cortez, 1997. DEMO, P. A nova LDB: ranços e avanços. Campinas: Papirus, 1997. MENESES, J. G. de C. Estrutura e funcionamento da educação básica. São Paulo: Pioneira, 1998. SAVIANI, D. A nova lei da educação. Campinas: Autores Associados, 1997. Bibliografia Complementar: VEIGA, I.(org.). Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível. Campinas. São Paulo: Papirus. 1997. VIANNA, I. O. de A. Planejamento participativo na escola: um desafio ao educador. São Paulo: EPU. 1986. Disciplina: FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DA EDUCAÇÃO FÍSICA Ementa: 33 A relação entre corporeidade e processos pedagógico. Fundamentos teóricometodológicos da ludicidade como elemento pedagógico concreto. Conhecimento procedimentos e recursos ligados à recreação e jogos com ênfase em aspectos cooperativos. O contexto “pedagogia do movimento / educação física” no processo da educação escolar. Conhecimento procedimentos e recursos voltados às atividades corporais nas dimensões da consciência corporal e coordenação motora e sua relação com as dimensões cognitiva e afetiva. Bibliografia Básica: CELANO, Sandra. Corpo em mente na educação: uma saída de emergência. Petrópolis. Vozes, 1999. FRIEDMANN, A. O direito de brincar: a brinquedoteca. São Paulo: Scritta, 1992. MÚRCIA, Juan Antonio Moreno (org). Aprendizagem através dos jogos. Porto Alegre, ARTMEd, 2005. SOLER, Reinaldo. Brincando e aprendendo com os jogos cooperativos. Rio de Janeiro: Sprint, 2005. Bibliografia Complementar: RIZZI, L.; HOYDS, R. C. Atividades Lúdicas na Educação da Criança. São Paulo: Ática, 1986. TANI, G. Educação Física escolar: fundamentos de uma abordagem desenvolvimentista. São Paulo, 1988. YUSHIMOTO, T. M. O Jogo e a Educação Infantil. São Paulo: Pioneira, 1998. MARCELINO, N. C. Lazer e Educação. Campinas: Papirus, 1995. ____. Lazer: formação e atuação. Campinas: Papirus, 1995. PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS: Arte. Brasília: Secretaria de Ensino Fundamental: MEC/SEF, 1997. Disciplina: ESTÁGIO CURRICULAR I Ementa: Planejamento, observação, docência e avaliação das atividades desenvolvidas no acompanhamento das atividades de sala de aula das classes de educação infantil. Disciplina: PESQUISA DA PRÁTICA PEDAGÓGICA II Ementa: 34 A pesquisa como instrumento de produção do conhecimento. Projeto de pesquisa. Procedimentos e instrumentos de coleta de dados e de análise de dados aplicados à sala de aula como espaço de aprendizagem e investigação. Analise de relato de experiências sobre pratica de pesquisa. Analise e discussão sobre dados coletados e produção de relatório. 4º SEMESTRE Disciplina: FUNDAMENTOS E METODOLÓGIA DO ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA Ementa: Concepções de língua e linguagem. Níveis e dimensões da linguagem. Os PCNs da língua portuguesa e o ensino. Gramática e o ensino da língua materna. Práticas de leitura, produção textual e análise lingüística. Gêneros textuais e ensino. Aspectos discursivos e pragmáticos do texto. A coesão e a coerência. Propostas metodológicas de ensino da língua portuguesa. Bibliografia Básica: GERALDI, J. W. Portos de passagem. São Paulo: Martins Fontes, 1991. ______. Linguagem e ensino: exercícios de militância e divulgação. Campinas: Mercado de Letras, 1996. ___________. (org.). O texto em sala de aula. Cascavel: ASSOESTE, 1995. BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais. Brasília, Mec, 1997. ______. Secretaria de educação fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil: conhecimento de mundo. Brasília: MEC/CEF, 1998. Bibliografia Complementar: KRAMER, S. Por entre as pedras: arma e sonho na escola. 3. ed. São Paulo: Ática, 1998. LARA,T. A. A escola que não tive...o professor que não fui... 2. ed. São Paulo: Cortez, 1998. 35 Disciplina: FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE CIÊNCIA Ementa: O conceito de ciência. Propostas metodológicas para o ensino de ciências. O ensino de ciências. Abordagens do ensino de ciências. O professor e o ensino de ciências. Diretrizes curriculares nacionais. Bibliografia Básica: BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais. Brasília, Mec, 1997. ______. Secretaria de educação fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil: conhecimento de mundo. Brasília: MEC/CEF, 1998. CAMPOS, M. C.; NIGRO, R. G. didática de ciência: o ensino aprendizagem como investigação. SP: FTD, 1999. Bibliografia Complementar: ALVES, R. Entre a ciência e a sapiência: o dilema da educação. SP: Loyola, 2005. VEIGA, I. P. Repensando a didática. SP: Papirus, 2003. Disciplina: FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DA MATEMÁTICA Ementa: A concepção de matemática em seus usos e significados sociais. A educação matemática numa perspectiva histórico-crítica. A comunicação matemática. Diretrizes curriculares nacionais de matemática. A construção do conceito de número. A resolução de problemas como desenvolvimento de conceitos matemáticos. Bibliografia Básica: BICUDO, M. P. V.(org.) Pesquisa em educação matemática: concepções e perspectivas.São Paulo: UNESP, 1999. 36 PARRA C.; SAIZ, J. Didática da matemática: reflexões psicopedagógicas. Porto Alegre: Artmed, 1996. ROSA, E. N. Didática da matemática. São Paulo: Ática, 1997. SMOLE,K. S.; DINIZ, M. I. Ler, escrever e resolver problemas: habilidades básicas para aprender matemática. Porto Alegre: Artmed, 2001. Bibliografia Complementar: CARVALHO, D. L. Metodologia do ensino da matemática. São Paulo: Cortez,1991. DAUGUSTINE, C. H. Métodos modernos para o ensino da matemática. Rio de Janeiro: Livro Técnico,1994. KAMII, C. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget.São Paulo: Papirus,1994. LOPES,A. R. L. V.; BORBA,M. C. Tendências em educação matemática. In: REVISTA ROTEIRO, n.32,jul./ago,1994. POLYA, G.A arte de resolver problemas: um novo método matemático. Intercidência, 1994. ZUNINO, D. L.A arte da matemática na escola: aqui e agora. Porto Alegre: Artmed, 1995 Disciplina: FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DA ARTE Ementa: História da Arte. O conhecimento da arte nos referenciais curriculares. Música. A musicalização na escola. A representação artística. O lúdico e a criança. O belo, a beleza: conceitos e perspectivas. Ação pedagógica interdisciplinar. Metodologia de ensino e aprendizagem em arte. Bibliografia Básica: BRASIL, Parâmetros Curriculares Nacionais em Arte, Ensino Fundamental. Brasília,1999. ______. Secretaria de educação fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil. V1, v2, v3. Brasília: MEC/CEF, 1998. JEANDOT, N. Explorando o universo da música. São Paulo: Scipione, 1993. BARBOSA, A. M. T. B. (org.). Arte-educação: leitura no subsolo. São Paulo: Cortez, 1997. 37 HERNÁNDEZ, F. Transgreção e mudança na educação. Porto Alegre: ArtMed, 1998. Bibliografia Complementar: RIVERBEL, O. Jogos teatrais na escola. São Paulo: Scipione, 1989. WEISS, L. Brinquedo & engenhocas. São Paulo: Scipione, 1989. MARINO, D. O desenho da criança. São Paulo: Brasil, 1988. Disciplina: ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO Ementa: Democratização e autonomia da escola. Os profissionais e suas diferentes funções na instituição escolar. Os fundamentos da organização do trabalho pedagógico na escola. Os fundamentos do trabalho educativo. O clima na escola e na creche. O papel da escola e da creche no contexto atual. A construção do novo modelo de escola. O papel do pedagogo no projeto político pedagógico da escola e da creche. Bibliografia Básica: SAVIANI, Dermeval. Escola e Democracia. 5 ed. Coleção polêmicas do nosso tempo. São Paulo: Cortez Editora. VIANNA, Ilca Oliveira de Almeida. Planejamento Participativo na escola. São Paulo: EPU, 1986. AEC. Revista de Educação – Associação de Educação Católica do Brasil DEMO, Pedro. Participação é conquista. 2 ed. São Paulo: Cortez, 1993. FREIRE, Paulo. Pedagogia da esperança. 6 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra,1992. FREITAS, Luis Carlos. Crítica da organização do trabalho pedagógico e da didática. São Paulo: Papirus, 1995. Bibliografia Complementar: GENTILI, Pablo A e SILVA, Tomaz Tadeu (orgs.) Neoliberalismo, qualidade total e educação. 4 ed. Petrópolis: Vozes, 1996. MOYSÉS, Lucia. O desafio de saber ensinar. Rio de Janeiro: Papirus, 1995. Disciplina: AVALIAÇÃO Ementa: O desenvolvimento histórico do processo de avaliação no âmbito das tendências da educação. Fundamentos e concepção de avaliação escolar e institucional. As políticas e a legislação educacional para a avaliação escolar e institucional. Os instrumentos de 38 avaliação, a prática educativa e a análise e interpretação dos resultados no trabalho pedagógico da escola. Concepção de erro. Auto avaliação. O conselho de classe. Bibliografia Básica: AFONSO, A.J. Avaliação educacional: regulação e emancipação – para uma sociologia das políticas avaliativas contemporâneas. SP: Cortez, 2000. DALBEN, A.I.L.F. Conselhos de classe e avaliação.- perspectivas na gestão pedagógica da escola. SP: Papirus, 2004. PERRENOUD, F. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens. Porto Alegre: ArtMed, 1999. RABELO, E. H. Avaliação: novos tempos, novas práticas. RJ: Vozes, 2003. Bibliografia Complementar: ROMÃO, José Eustáquio. Avaliação dialógica: desafios e perspectivas. São Paulo: Instituto Paulo Freire: Cortez, 1998. SAUL, A. M. A Avaliação Emancipatória: desafio à teoria e à prática de avaliação e informação do currículo. São Paulo: Cortez, 1988. VASCONCELLOS, Celso S. Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo de avaliação escolar. 3.ed. São Paulo: Libertad, 1993. LIMA, A.O. Avaliação escolar julgamento e construção. RJ: Vozes, 2004. DEPRESBITERIS, L. Avaliação em três atos. SP: Ed São Paulo, 2004. BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais. Brasília, Mec, 1997. ______. Secretaria de educação fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil. Brasília: MEC/CEF, 1998. Disciplina: TECNOLOGIA EDUCACIONAL Ementa: A tecnologia e a educação. O homem e a tecnologia. Influência do domínio da técnica e da ciência na natureza, no relacionamento humano e na educação. Recursos tecnológicos e sua relação com: aprendizagem, educação, cultura e desenvolvimento. Organização e administração de centros audiovisuais em instituições escolares e não escolares. Bibliografia Básica: 39 FRANCO, M. A. Ensaio sobre as tecnologias digitais da inteligência. Campinas: Papirus, 1997. GREENFIEL, P. O desenvolvimento do raciocínio na era da eletrônica. São Paulo: Summus, 1988. LA TAILLE, Y, de et. al. Computador e ensino. São Paulo: Ática, 1996. TEDESCO, J.C. (org). Educação e novas tecnologias: esperança ou incerteza? SP: Cortez, 2004. Bibliografia Complementar: OLIVEIRA, R. Informática educativa. Campinas: Papirus, 1997. PARRA, N.; PARRA, L. C. da COSTA. Técnicas audiovisuais de educação. São Paulo: Pioneira, 1985. SANDHOLTZ, et. al. Ensinando com tecnologia. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. COSTA, C. Educação, imagem e mídias. SP: Cortez, 2005 Disciplina: PESQUISA DA PRÁTICA PEDAGÓGICA III Ementa: A pesquisa como instrumento de produção do conhecimento. Projeto de pesquisa. Procedimentos e instrumentos de coleta de dados e de análise de dados aplicados à gestão escolar, projeto pedagógico, relação escola-comunidade. Analise de relato de experiências sobre pratica de pesquisa. Analise e discussão sobre dados coletados e produção de relatório. Disciplina: ESTÁGIO CURRICULAR II Ementa: Momento de planejamento, observação, docência e avaliação das atividades desenvolvidas no acompanhamento do cotidiano das classes do 1º e 2º ciclo do ensino fundamental. 40 5º SEMESTRE Disciplina: POLITICA EDUCACIONAL Ementa: Neoliberalismo e a escola. Educação para a democracia. Relações de poder na escola. Políticas públicas da educação Básica no Br. A escola e sociedade. Bibliografia Básica: TOMMASI, L.; WARDE, M.J.; HADDAD, S.(org). O banco mundial e as políticas educacionais. SP: Cortez, 2000. TEODORO, A. Globalização e educação: políticas educacionais e novos modos de governação. SP: Cortez, 2003. NEVES, L.M.W. Educação e política no Brasil hoje. 4.ed. SP: Cortez, 2005. PARO, V.H. Escritos sobre educação. SP: Xamã, 2001. Bibliografia Complementar: COSTA, V.L.C.(org). Descentralização da educação: novas formas de coordenação e financiamento. SP: Cortez, 2005. OLIVEIRA, D.A.; RIBEIRO, M. (org). Política e trabalho na escola. SP: Autentica. PLACCO, V.M.N.S. ( org). O coordenador pedagógico e o cotidiano da escola. SP: Edições Loyola, 2004 41 Disciplina: FUNDAMENTOS METODOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Ementa: As diferenças sócio culturais. Inclusão. Políticas públicas e políticas educacionais.da educação inclusiva. Histórica da educação especial. Necessidades educacionais especiais. Prevenção. Bibliografia Básica: JANNUZZI, G.M. A educação do deficiente no Brasil: dos primórdios ao início do século XXI .Campinas,S.P.: Autores Associados , 2004. CARVALHO, R.E. A Nova LDB e a Educação Especial. Rio de Janeiro: W.V.A., 1997. MENEGHETTI,R.G.K., GAIO,R. Caminhos pedagógicos da Educação Especial. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004. SASSAKI, R. K. Inclusão: Construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro: WVA, 1997. CARVALHO, r. e. A nova LDB e a educação especial. Rio de Janeiro: W.V.A., 1997. MAZZOTA, M. J. da S. Fundamentos da Educação Especial. São Paulo: Pioneira, 1997. ___________________ Educação especial no Br: história e políticas públicas. SP: Cortez, 2005. Bibliografia Complementar: ROSA,D.E. , SOUZA,V.C., et al.Políticas organizativas e curriculares, educação inclusiva e formação de professores. Rio de Janeiro:DP&A, 2002. LISITA, V. M. S de; SOUSA, L. F. E. C (org). Políticas educacionais, práticas escolares e alternativas de inclusão escolar. Rio de Janeiro:DP&A, 2003. SALOMON, S.M. Deficiente visual: um novo sentido de vida. SP: LTr, 2000. Disciplina: CURRICULO E CONHECIMENTO ESCOLAR I Ementa: O desenvolvimento histórico do campo do currículo. Concepções de currículo. O currículo como instrumento pedagógico de (re)construção do saber escolar. Teorias de currículo. Cultura escolar. Bibliografia Básica: 42 ARRIBA, T.L. Educação infantil: desenvolvimento, currículo e organização escolar. Porto Alegre: ArtMed, 2004. PEDRA, J. A. Currículo, conhecimento e suas representações. Campinas: Papirus, 1997. FORQUIN, J. C. Escola e cultura: as bases sociais e epistemológicas do conhecimento escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993. DOLL Jr., Willian E. Currículo: uma perspectiva pós-moderna. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. HERNÁNDEZ F. ; VENTURA, M. Organização do currículo por projetos de trabalho. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. Bibliografia Complementar: MOREIRA, Antonio Flávio; SILVA, Tomaz Tadeu (org). Currículo, cultura e sociedade. SP: Cortez, 1994. MOREIRA, Antonio Flávio. Currículos e programas no Brasil. SP: Papirus, 2000 SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. Belo Horizonte: Autêntica. DE VRIES, R. et al. O currículo construtivista na educação infantil: práticas e atividades. Porto Alegre: ArtMed, 2004. Disciplina: FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Ementa: Aspectos históricos da educação de jovens e adultos no contexto da sociedade brasileira. Fundamentos políticos, econômicos, sociais e culturais da educação de jovens e adultos. Concepções e tendências curriculares que permeiam a prática pedagógica e metodológica na educação de jovens e adultos. Análise das experiências no campo da educação de adultos. A formação do educador de jovens e adultos e o processo de aprendizagem do aluno. O conhecimento, a experiência e a reflexão sobre o educando jovem e adulto. Bibliografia Básica: FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1997. 43 BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos, 2000. PINTO, A. V. Sete lições sobre educação de adultos. São Paulo: Cortez, 1987. Bibliografia Complementar: FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. KUENZER, A. Z. Ensino médio: construindo uma proposta para os que vivem do trabalho. SP: Cortez, 2002. GADOTTI, M. ; ROMAO, J.E. Educação de jovens e adultos: teoria, prática e proposta. SP: Cortez, Disciplina: FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO RELIGIOSO Ementa: Concepção. Problemas específicos de assunto polêmico. Eixos que determinam conteúdos. Ultrapassando um ensino compartimentado. Diferentes formas de ensinar e aprender. Planejamento. Ensino religioso na educação infantil. Relações humanas na vida e na escola. Avaliação. Bibliografia Básica: BRASIL, Ministério da Educação. Lei 9394/96. CRUZ, T.M. L. Didática do ensino religioso: nas estradas da vida, um caminho a ser feito. São Paulo: FTD, 1997. JUNQUEIRA, S. O processo de escolarização no ensino religioso. Petrópolis: Vozes,2002. WOLFART, M.L.R. Construindo o mundo novo: ensino religioso. Petrópolis: Vozes, 1997. Bibliografia Complementar: CARON, I. O ensino religioso na nova LDB. Petrópolis, Vozes, 1998. CRUZ, T. L. DEL ESTAL, M.A. A religião na escola: um assunto importante. São Paulo: FTD. FIGUEIREDO, A. O ensino religioso no Brasil: tendências, conquistas e perspectivas. Petrópolis: Vozes, 1998. 44 Disciplina: LITERATURA INFANTO JUVENIL Ementa: Origem da literatura infantil. Características dos contos de fada. Introdução da literatura infantil no Brasil. Histórias de encantamento. A literatura contemporânea. A ideologia dos contos de fadas. A aplicabilidade da semiótica na comunicação e na narrativa. Comunicação de massa: tv, jornal, cinema,revistas. Desenvolvimento da expressão. O professor contador de histórias. Trabalho e exploração de diferentes materiais. Bibliografia Básica: ABRAMOVICH, F. Literatura infantil; gostosuras e bobices. São Paulo: Scipione, 1989. LAJOLO. M. Usos e abusos da literatura na escola. Rio de Janeiro: Globo, 1996. Bibliografia Complementar: ALBERGARIA, L. de. Do folhetim à literatura infantil: leitor, memória e identidade. Belo Horizonte: Ed Lê, 1996. COELHO, B. Contar histórias: uma arte sem idade. 2.ed. São Paulo: Ática, 1989. Disciplina: ESTÁGIO CURRICULAR III Ementa: Momento de planejamento, observação, docência e avaliação das atividades desenvolvidas no ensino médio matérias pedagógicas e EJA. Disciplina: PESQUISA DA PRÁTICA PEDAGÓGICA IV Ementa: A pesquisa como instrumento de produção do conhecimento. Procedimentos e instrumentos de coleta de dados. Analise de relato de experiências sobre pratica de pesquisa. Analise e discussão sobre dados coletados e orientação do TCC. 45 6º SEMESTRE Disciplina: CURRICULO ESCOLAR II Ementa: Os currículos na educação básica do Estado do Paraná: análise do texto legal. O papel do pedagogo na construção de proposta curricular. Currículo e as representações sociais. Bibliografia Básica: GARCIA, R. L. ; MOREIRA, A . F. B. (org). Currículo na contemporaneidade: incertezas e desafios. SP: Cortez, 2003.GOODSON, Ivor F. A construção social do curriculo. Lisboa: EDUCA, 1997. MOREIRA, Antonio Flávio B. (Org.). Currículo: questões atuais. Campinas: Papirus , 1997. Coleção magistério: formação e trabalho pedagógico). ____. Currículo: políticas e práticas. Campinas: Papirus, 1999 MOREIRA, Antonio Flávio B.; SILVA, Tomaz Tadeu da (Org.). Currículo, cultura e sociedade. São Paulo: Cortez, 1994. Bibliografia Complementar: APPLE, M. Ideologia e Currículo. São Paulo; Brasiliense, 1982. DAVIES, I.K. Planejamento de currículo e seus objetivos. São Paulo: Cortez, 1988. ____. Conhecimento moderno : sobre ética e intervenção do conhecimento. Petrópolis: Vozes, 1997 46 DOOL JR, William E. Currículo: uma perspectiva pós-moderna. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. HERNANDEZ, F. Organização do currículo por projetos de trabalho. Porto Alegre: ArtMedicas, 1998. Disciplina: GESTÃO DA EDUCAÇÃO Ementa: Funções da escola no contexto atual. O perfil do gestor da creche e da escola. O gestor e o empreendorismo. Prestação de serviços educacionais. A educação e a economia. Associações educativas. Planejamento e ações de marketing. Ética. Bibliografia Básica: ACÚRCIO, M. R. B. (coord). O empreendedorismo na escola. Porto Alegre: ArtMed, 2005. COLOMBO, S.S. Gestão educacional: uma nova visão. Porto Alegre: ArtMed, 2004. COSTA, V.L.C. (org). Gestão educacional e descentralização: novos padrões. SP: Cortez. Bibliografia Complementar: FRIGOTTO, Gaudêncio. Educação e a crise do capitalismo real. SP, Cortez, 1995. SÁNCHES, V. A ética. RJ: Civilização Brasileira, 2003. Disciplina: EDUCAÇÃO, TRABALHO E SOCIEDADE Ementa: A sociedade e a educação.O trabalho como princípio educativo na organização da atividade pedagógica na educação escolar e não escolar. A categoria trabalho e suas relações com a educação. A relação entre mercado de trabalho e os processos de inserção profissional nas instituições escolares e não escolares. Bibliografia Básica: FRIGOTTO, Gaudêncio. Educação e a crise do capitalismo real. São Paulo: Cortez, 1995. ____. Educação e crise do trabalho: perspectivas de final de século. Petrópolis: Vozes, 1998. FERRETTI, Celso at. al. Novas Tecnologias, trabalho e educação. Petrópolis. Vozes. 1994. 47 O´SULLIVAN, E. Aprendizagem transformadora: uma visão educacional para o século XXI. SP: Cortez, 2004. Bibliografia Complementar: SAVIANI, Dermeval. O trabalho como princípio educativo frente às novas tecnologias. São Paulo: Vozes, 1994. ENGUITA, Mariano Fernandes. A face oculta da escola e trabalho no capitalismo. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994. Disciplina: TOPICOS ESPECIAIS DA EDUCAÇÃO Ementa: Cotidiano escolar do pedagogo. Gestão de conflitos. Qualificação e desenvolvimento de recursos humanos. Dimensão ético-politica da educação. Relação escola família comunidade. Processos educativos na educação não formal. Gerenciamento dos sistemas educacionais de ensino. Fontes de recursos financeiros para a gestão da escola pública. Políticas educacionais das organizações não governamentais. Bibliografia Básica: RIOS, T. A. Ética e competência. SP: Cortez, 1994. CORRAGGIO, M.L. Desenvolvimento humano e educação e educação. SP: Cortez, 2000. MINICUCCI, A. Dinâmica de grupo na escola. SP: Melhoramentos, 1971. HOJI, M. Administração financeira: uma abordagem prática. São Paulo: Atlas, 2000. SOUZA, Y. S.; NUNES, M. L. T. (orgs). Família, organizações e aprendizagem: ensaios temáticos em psicologia. Porto Alegre: PUCRS, 1999. Bibliografia Complementar: GRACIANI, M.E.S. Pedagogia social de rua. SP: Cortez, 2004. PALADINI, E. P. Gestão de qualidade. SP: Atlas, 2004 HERMANN, N. Pluralidade e ética em educação. RJ: DP&A, 2001. MOTTA, F.C.P. Cultura organizacional e cultura brasileira. SP: Atlas, 1997. LIBANEO, J.C. Pedagogia e pedagogos para quê? SP: Cortez, 2005. 48 Disciplina: Corpo e Movimento Ementa: Teoria do movimento. Considerações históricas sobre a psicomotricidade. Equilíbrio e coordenação. A importância do conhecimento do corpo no desenvolvimento da criança. Perspectivas da terapia psicomotora. A corporeidade na EI. Bibliografia Básica: FERREIRA, C. A. M. Psicomotricidade da educação infantil. São Paulo: Lovise, 2000. BUENO, I. M. Psicomotricidade: teoria e prática. Curitiba: Ed. Lovise, 1998. Bibliografia Complementar: OLIVEIRA, G. de C. Psicomotricidade: educação e reeducação num enfoque psicopedagógico. Petrópolis, Rj: Vozes, 1997. FONSECA, V. da. Psicomotricidade. São Paulo: Martins Fontes, 1983. Disciplina: ESTÁGIO CURRICULAR IV Ementa: Momento de planejamento, observação, avaliação das atividades desenvolvidas no acompanhamento da estrutura administrativa e pedagógica da escola. Desenvolvimento de projetos em instituições escolares e não escolares. Disciplina: PESQUISA DA PRÁTICA PEDAGÓGICA V – Orientação da TCC Ementa: Desenvolvimento do projeto de pesquisa. Apresentação dos resultados do TCC. 49 DISCIPLINAS OPTATIVAS Disciplina: O Brinquedo na Educação Infantil Ementa: O brincar. Tipos de brinquedo. Brinquedos para as diversas fases do desenvolvimento infantil. Sucata – uma alternativa e um desafio à criatividade. Materiais alternativos. Bibliografía Básica: ALLUÉ, J. M. et al. O grande livro dos jogos. Belo Horizonte: Ed. Leitura, 1998. FRIEDMANN, A. Brincar: crescer e aprender – o resgate do jogo infantil. São Paulo: Moderna, 1996. Bibliografia Complementar: FRIEDMANN, A. O direito de brincar: a brinquedoteca. São Paulo: Scritta, 1992. YUSHIMOTO, T. M. O Jogo e a Educação Infantil. São Paulo: Pioneira, 1998. Disciplina: Musicalização Ementa: Música. A musicalização na escola. Planejamento e ação pedagógica interdisciplinar. Musicoterapia. A musicalização e a criança. Apreciação musical. O fazer musical por meio da interpretação. A educação musical através de jogos. Bibliografia Básica: 50 JEANDOT, N. Explorando o universo da música. São Paulo: Scipione, 1993. PENNA, M. Reavaliação e buscas em musicalização. SP: Loyola, 1990. Bibliografia Complementar: CONDE, C.; NEVES, J. M. Música e educação não formal. V.1. Pesquisa e música, 1995. Disciplina: Saúde e Nutrição na Educação Infantil Ementa: Bases biológicas do desenvolvimento. Bases biológicas dos distúrbios sensoriais. Nutrição Infantil. Doenças dos pré-escolares: uma abordagem prolifática. Higiene pré-escolar. Comportamento e Saúde. Bibliografia Básica: GARDNER, H. A criança pré escolar. Porto Alegre: ArtMed, 1994. MELLO, M. M. Sá de. Educação e nutrição: uma receita de saúde. Porto Alegre: Ed. Mediação, 2003. CUNHA, L. N. D. Dietbook Junior: tudo o que você deve saber sobre alimentação e saúde de crianças e adolescentes. SP: Mandamarim, 2000. SANTOS, M. A. dos. Biologia educacional. SP: Ática, 1999. ROMESIN, H.M. Da biologia à psicologia. 3ed. Porto Alegre: ArtMed, 1998. Bibliografia Complementar: WAITZBERG, D.L. Nutrição, enteral e parenteral na prática clínica. SP: Atheneu, 2000. MOURA, E. Biologia educacional: noções de biologia aplicada à educação. São Paulo: Moderna, 1993. Disciplina: INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO Ementa: Introdução à informática. Elementos de um computador. O ambiente Windows. Redes de computadores. Redes de Comunicação – Internet e Intranet. Análise de softwares educacionais. A utilização de computadores na sala de aula. Programas para Educação especial. Educação à distância via computador. O uso da Internet no desenvolvimento da 51 pesquisa e no processo educativo. Uso do sistema Windows e da Internet como ferramenta de pesquisa. Bibliografia Básica: COSCARELLI, C.V. (org). Novas tecnologias, novos textos, novas formas de pensar. Belo Horizonte: Autêntica, 2002. LEITE, L.S. (org). Tecnologia educacional: descubra suas possibilidades na sala de aula. RJ: Vozes, 2003. SILVA, M.L. (org). Novas tecnologias: educação e sociedade na era da informação. Belo Horizonte: Autêntica, 2001. PETTITO,S. Projetos de trabalho em informática: desenvolvendo competências. SP: Papirus, 2003. Bibliografia Complementar: SOARES, A .dos S. O que é informática. São Paulo: Editora Brasiliense, 1988. BRETON, P. História da informática. São Paulo: Editora Unesp, 1991. Disciplina: MÍDIA E CONHECIMENTO Ementa: Introdução às tecnologias de comunicação utilizadas para produção de conhecimento. Elementos da linguagem audiovisual utilizada para geração de conhecimento. Ensino e aprendizagem: novos paradigmas. Análise da produção nos meios eletrônicos e computacionais de conteúdos educativos. Processos de avaliação em mídia e conhecimento, Organização virtual e teletrabalho. Bibliografia Básica: BABIN, Pierre; KOULOUMDJIAN, Marie-France. Os novos modos de compreender: a geração do audiovisual e do computador. São Paulo : Paulinas, 1989. cap. 3, p. 3859. BAUDRILLARD, Jean, Tela total: mitos-ironias da era do virtual e da imagem. Porto Alegre: Sulina, 1997. CADOZ, Claude. Realidade Virtual. São Paulo: Ática, 1997. GILDER, George. A vida após a televisão: tudo sobre os últimos progressos em torno da televisão interativa. Rio de Janeiro: EDIOURO, 1996. GOMES, Pedro G. ; SOARES, Ismar Oliveira. Da formação do senso crítico à educação para a comunicação. São Paulo: Loyola, 1990. 52 Bibliografia Complementar: GREENFILELD, P. O desenvolvimento do raciocínio na era da informática. São Paulo: Summus, 1987 HARVEY, David. Condição Pós-Moderna. São Paulo: Loyola, 1993. HINDLE, John (Org.). A internet como paradigma. Rio de Janeiro: Expressão e cultura, 1997. HOLSINGER, Erock. Como funciona a Multimídia. São Paulo: Quark, 1994. Disciplina: SEMINÁRIOS DE TEMAS EDUCACIONAIS Ementa: A abordagem de temas específicos da área educacional que serão definidos a partir do interesse dos alunos. Seminários com profissionais que já atuaram nas áreas de interesse dos educando, proporcionando uma visão transdisciplinar. Favorecer momentos de reflexão sobre as áreas de atuação, tendo como eixos articulador da relação teoria/prática = práxis. Disciplina: TEMAS TRANSVERSAIS EM EDUCAÇÃO Ementa Transversalidade e Interdisciplinaridade. Educador como cidadão. Ética. Pluralidade Cultural no âmbito da escola. Valores e Atitudes. Bibliografia Básica: BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: apresentação dos temas transversais. Brasília, 2001. BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: pluralidade cultural e orientação sexual. Brasília, 2001. BRASIL. Referencial curricular nacional. Brasília, 2001. FAZENDA, Ivani Catarina Arantes e org. Práticas interdisciplinares na escola. São Paulo Cortez, 1991. 147p. FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Práticas interdisciplinares na escola. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1993. 147p. Bibliografia Complementar: DELORS, Jacques. Educação: Um tesouro a descobrir. Relatório para Unesco da Comissão Internacional sobre educação no século XXI. São Paulo: Cortez; Brasília; MEC: UNESCO, 1999. 53 FAZENDA, Ivani (Org.). Pesquisa em educação e as transformações do conhecimento. Campinas: Papirus, 1995. Disciplina: FUNDAMENTOS DA PSICOPEDAGOGIA Ementa Fundamentos e desenvolvimento histórico da psicopedagogia. Concepções que permeiam a prática pedagógica na psicopedagogia. Princípios e conceitos. Distúrbios de aprendizagem. Problemas da fala e da escrita. Problemas psicomotores. Agressividade. Deficiência mental e aprendizagem. Os processos de avaliação e de intervenção psicopedagógica nos diversos níveis. A abordagem multidisciplinar. Técnicas da avaliação e de intervenção. Bibliografia Básica BOSSA, M.A. A psicopedagogia no Brasil: contribuições a partir da prática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994. DROUET, R. C. R. Distúrbios da Aprendizagem. São Paulo: Ática, 1990. BOSSA, Nádia Apª. A psicopedagogia no Brasil: contribuições a partir da prática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994. BOSSA, Nádia Apª. Fracasso escolar: um olhar psicopedagógico. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002. PATTO, Mª Helena Souza. A produção do fracasso escolar. SP: Queiroz, 1993. SISTO, Fermino Fernandes. Dificuldades de aprendizagem no contexto psicopedagógico. Petrópolis: Vozes, 2001. STERNBERG, Robert j. Crianças rotuladas: o que os pais e os professores precisam saber sobre as dificuldades de aprendizagem. Porto Alegre: ArtMed, 2003. WEISS, Mª Lucia. Psicopedagogia clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem. RJ: DPA, 2002 BARBOSA, Laura Monte Serrat. A psicopedagogia no âmbito da instituição escolar. Curituba: Expoente, 2001. MACEDO, Lino de . Aprender com jogos e situações problemas. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002. 54 Bibliografia Complementar FONSECA, Vitor. Introdução às dificuldades de aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995. RUBINSTEIN et. al. Psiocopedagogia e o caráter interdisciplinar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1990. SCOZ, B. Psicopedagogia e realidade escolar. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1994. Disciplina: GESTÃO ORGANIZACIONAL APLICADA A EMPRESA Ementa Desenvolvimento das organizações. O pedagogo na mediação do conhecimento e das ações no contexto da sociedade em que é necessária a educação não formal. Processos educativos em empresas: qualificação e desenvolvimento de recursos humanos. O trabalho como princípio educativo na organização de atividades que envolvem a formação regular. O treinamento e a capacitação de trabalhadores. Bibliografia Básica: CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 4. ed. São Paulo: Makron Books, 1993. FOGEL, S.; SOUZA, C. C. Desenvolvimento organizacional. São Paulo: Atlas, 1989. GIBSON, J. ; IZANCEZICH, J. et al. Organizações: estrutura e processos. São Paulo: Atlas, 1990. GÓES, M. C. R. ; SMOLKA, A. L.B. (Orgs.). Projeto político – pedagógico da escola: uma construção possível. Campinas: Papirus, 1995. LEWIN, K. Teoria de Campo em Ciência Social. São Paulo: Pioneiora, 1965. MARKERT, Werner (Org.). Trabalho, qualificação e politecnia. Campinas: Papirus, 1996. Bibliografía Complementar: MASIERO, Gilmar. Introdução à administração de empresas. São Paulo: Atlas, 1996. PARK, Kil H. (Coord.) Introdução ao estudo da administração. São Paulo: Pioneira, 1997. PICHÓN.RIVIERE, E. M. F. O Processo Grupal. São Paulo: Martins Fontes. 1986. Disciplina: COMUNICAÇÃO LITERÁRIA Ementa: 55 Linguagem literária. A crônica e o romance. A poesia e a literatura infantil. Panorama da literatura infantil brasileira. Enfoques da intertextualidade da comunicação. Estrutura e metodologia da arte de contar histórias. Principais estudos brasileiros nesta área. Importância da leitura. Bibliografia Básica: ABRAMOVICH, F. Literatura infantil: gostosuras e bobices. São Paulo: Scipione, 1989. BETTELHEIM, B. A psicanálise dos contos de fadas. 15ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2001. CAVALCANTI, J. Caminhos da literatura infantil e juvenil. São Paulo: Paulus, 2002 Bibliografia Complementar: CAGNIN, A. L. Os quadrinhos. São Paulo:Ática, 1975. COELHO, B. Contar histórias: uma arte sem idade. 2ªed. São Paulo:Ática, 1989. FARIA, M. A. Como usar a literatura infantil na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2004. RESENDE,V. M. Literatura Infantil & Juvenil: vivências de leitura e expressão criadora. 2ªed. São Paulo: Saraiva, 2001. 56 3. MANUAIS E REGULAMENTOS 3.1. PESQUISA DA PRÁTICA PEDAGÓGICA A pesquisa da prática pedagógica está relacionada com a necessidade de superar a dicotomia teoria – prática na formação do educando. Desta forma, a relação prática – teoria deve ser trabalhada ao longo de todo curso, nas diferentes disciplinas. A concepção de prática não se restringe a aplicação da teoria, e sim uma relação da teoria com a prática nos diferentes campos do conhecimento. Na formação dos professores torna-se fundamental a indissociabilidade da teoria com a prática, tendo a prática investigativa como ponto fundamental. O presente manual, portanto, objetiva estabelecer um roteiro das atividades referente às atividades da práxis da pesquisa pedagógica do Curso de Pedagogia, bem como definir as obrigações e responsabilidades dos alunos e dos professores – supervisores. Pretende-se da mesma forma, direcionar a apresentação dos relatórios de acompanhamento do trabalho de conclusão do curso, estabelecer o regulamento de estágio, definir as propostas das atividades complementares e também sistematizar o processo avaliativo. Definição A prática pedagógica se compõe de atividades de aprendizagens sociais, profissionais e culturais, exercidas em instituições públicas e/ou privadas, sob supervisão indireta dos docentes desta Instituição, através da disciplina de Pesquisa da Prática Pedagógica, conforme art.12 da Resolução do CNE/CP nº2/02. Também, as atividades práticas de algumas disciplinas, compõem a prática pedagógica na relação teoria prática. As atividades práticas das disciplinas de Didática I (10h), Organização do Trabalho Pedagógico (20h) e Fundamentos e Metodologia da Educação Inclusiva (30h) tem o objetivo de atender especificidades de cada área do 57 conhecimento, bem como inserir os alunos, já no início do curso, na atividades cotidianas da escola. Objetivos Possibilitar ao aluno adquirir postura profissional coerente com a realidade através das experiências vivenciadas. Permitir o desenvolvimento de habilidades técnico científicas, visando um profissional competente. Promover um processo de investigação e produção do conhecimento. Oferecer oportunidades de confronto teoria prática. Permitir a análise dos procedimentos curriculares, estruturais e funcionais. Realizar diagnóstico da realidade educativa. Sintetizar a reflexão sobre a prática pedagógica. Aspectos Legais O contato com a prática, na escola, é condição precípua e obrigatória do curso de Pedagogia, consolidados pelas seguintes leis: a)Lei 9394/96 DE 20/12/1996 b)Propostas de diretrizes Curriculares para Formação de Profissionais de Educação. c) Resolução CNE/CP n°1 e nº2/02. d) Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Pedagogia Da Estrutura e Competências: - Estrutura As atividades das disciplinas da prática pedagógica integram o currículo do respectivo curso, através da Pesquisa da Prática Pedagógica, perfazendo uma carga horária total de 280 horas. Como tais, as disciplinas estão sujeitas às mesmas normas e diretrizes de qualquer outra disciplina, com avaliação de desempenho e de conteúdo, devendo alcançar o grau mínimo vigente na IES, para ser aprovado. A supervisão das atividades realizadas nestas disciplinas será feita pelo docente da disciplina, que é o professor orientador da área específica. - Competências 58 COMPETE A COORDENAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA 1) dar cumprimento à legislação pertinente à prática pedagógica; 2) convocar sempre que necessário reuniões com os docentes da disciplina de prática da pesquisa pedagógica; 3) proporcionar auxílio aos docentes da disciplina de prática da pesquisa pedagógica; 4) manter atualizado a documentação dos discentes; 5) manter contato com as instituições de ensino; 6) apresentar semestralmente relatório à coordenação do curso; 7) tomar, no âmbito de sua competência, todas as medidas necessárias; 8) cumprir e fazer cumprir este regulamento. COMPETE AO PROFESSOR 1)Acompanhar o desenvolvimento das atividades, quer em classe ou extra classe; 2)Aprovar a forma técnica dos projetos, ou planos de trabalho; 3)Estabelecer um cronograma de atividades com datas pré-fixadas para entrega de resultados. 4)Receber os trabalhos nas datas fixadas; 5)Manter os registros e arquivos das atividades em ordem e em dia; 6)Avaliar as atividades considerando-se tanto o conteúdo, como o processo de elaboração; 7)Levar ao conhecimento da Coordenação, quaisquer dificuldades que venham ocorrer no desenvolvimento dos trabalhos. 8)Avaliar ao final do semestre o desempenho do aluno. 9)Manter um controle rigoroso da assiduidade do aluno. Para tanto deve manter uma ficha de acompanhamento individual, sendo arquivada em pasta específica na IES, onde cada encontro será registrado, servindo de documento comprobatório para dirimir qualquer dúvida. COMPETE AO ALUNO: 59 1)Escolher a instituição em que irá desenvolver suas atividades, a partir das propostas da IES; 2)Apresentar-se nas instituições, devidamente identificado, no horário, cumprindo exemplarmente a carga horária prevista; 3)Preencher a Ficha Cadastral do aluno, junto ao professor orientador da IES até 15(quinze) dias antes do início das atividades; 4) Estabelecer o Plano de ação; 5)Efetivar os procedimentos de coleta de dados para caracterizar a realidade a ser estagiada; 6)Analisar os dados coletados; 7)Elaborar os Relatórios das atividades; 8) Respeitar o sigilo da Instituição analisada e obedecer às normas por ela estabelecida. CAMPOS DE ATUAÇÃO: Constituem campos de observação nas instituições públicas e privadas, nas séries iniciais do ensino fundamental , na educação infantil e no ensino médio. Poderão se constituir como campo de trabalho das atividades projetos de ensino, de pesquisa e de extensão, desde que estejam devidamente enquadrados nos regulamentos da IES. AVALIAÇÀO A aprovação nas atividades exigirá freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) nas aulas teóricas (orientações), e 100% (cem por cento) nas atividades desenvolvidas em campo de observação e nota mínima 7,0 (sete), numa escala de 0,0 (zero) a 10,0 (dez). A proposta de avaliação compreenderá um processo contínuo e global, desenvolvido cooperativamente por alunos e professores. Os critérios de avaliação contemplam: Elaboração de subprojeto; Seminários; Execução das atividades em campo definido; Apresentação de relatórios; Auto avaliação; 60 Provas de conhecimento; Controle de freqüência. INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO SANT’ANA Rua Pinheiro Machado, n° 189 – Centro – Ponta Grossa - PR CEP 84.010-310 – Fone (0**42) 3224-0301 TERMO DE COMPROMISSO PESQUISA DA PRATICA PEDAGOGICA A instituição abaixo identificada: Nome da Instituição: _______________________________________________ Endereço: Rua _______________________________________________Nº __ Bairro: ______________________Cidade:______________________ CEP: __ Telefone: (____) ____________________ Nome do Representante da Instituição: ________________________________ Função do Representante: _________________________________________ Aceita e irá possibilitar o desenvolvimento das atividades de: ( ) Pesquisa da Prática Pedagógica ( ) Atividade Prática do (s) acadêmicos (s) abaixo identificado(s): _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ Regularmente matriculado(s) no Curso de Pedagogia do Instituto Superior de Educação Sant'Ana. Instituto Superior de Educação Sant'Ana ________________________________ Representante da Instituição ________________________________________ 61 Ponta Grossa, ___ de _____________________ de 200__. INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO SANT’ANA Rua Pinheiro Machado, n° 189 – Centro – Ponta Grossa - PR CEP 84.010-310 – Fone (0**42) 3224-0301 FICHA DE ACOMPANHAMENTO DO ACADEMICO PESQUISA DA PRATICA PEDAGOGICA Acadêmico (a) Instituição Data: ____ /____/__ Carga horária Parcial: _________ horas. Descrever atividades específicas realizadas: DATA ATIVIDADE CARGA HORÁRIA TOTAL: 62 Visto do Supervisor da Instituição 3.2 ESTAGIO CURRICULAR Uma das primeiras atividades atribuídas ao Ensino Superior é o desenvolvimento de uma mentalidade crítica e analítica dos problemas que norteiam a sociedade e suas organizações. Assim, o estágio curricular abrange desde as atividades de observação até a realização do confronto dos aspectos teóricos pertinentes às diferentes áreas da pedagogia,verificados em aula com a prática pedagógica. Essa atividade se caracteriza como uma forma do acadêmico poder responder e solucionar de forma sistemática o que foi visto na realidade da escola, em embate com o que discutido em sala de aula, através da supervisão direta dos docentes da IES. O estágio curricular, dessa forma abre espaços para o desenvolvimento da interpretação e da reflexão do que foi observado e não para reprodução. Assim, a produção do que foi discutido em sala de aula tem um espaço de intervenção técnica e pedagógica da realidade. O estágio torna-se um componente fundamental no processo educativo do acadêmico, e a oportunidade de conhecer e diagnosticar problemas e oportunidades pedagógicas, sugerindo e implantando ações pedagógicas e educativas em sala de aula, num todo coerente com as novas perspectivas. Para isso, a busca sistemática da solução de um problema, como das oportunidades internas e externas, requer um planejamento do estudo. Assim, o planejamento do estudo constitui a etapa em que o estagiário passa a utilizar os chamados métodos particulares pelo fato do mesmo estar preocupado essencialmente com as técnicas de investigação. O estagiário não deve pensar que estas operações sejam algo fixo e imutável. O estágio é um aprendizado. No seu desenvolvimento pode surgir algo não previsto como fator importante para a descoberta dos problemas e oportunidades. Isto deve ser considerado. A flexibilidade do planejamento de estudo é algo fundamental no momento em que se interpreta a realidade, tanto de modo qualitativo como de modo quantitativo. Mesmo assim torna-se relevante o delineamento ou planejamento de estudo. 63 Os estágios curriculares desenvolvidos no curso de Pedagogia, através do levantamento de oportunidades, supõem desenvolvimento de um projeto para que as expectativas do acadêmico e da instituição não sejam frustrantes. Todos esses desafios, bem como a abrangência de uma atuação profissional verificada no estágio curricular está manifesta em parâmetros gerais e no perfil profissional definido no Currículo do Curso de Pedagogia. LEGISLAÇÃO BÁSICA O estágio supervisionado é condição precípua e obrigatória dos cursos de graduação de formação de professores, consolidadas pelas: 1) Lei 9394/96 de 20/12/1996 2) Propostas de Diretrizes Curriculares para Formação de Profissionais de Educação. 3) Resoluções CP/CNE nº01 e 02/02. 4) Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Pedagogia TERMO DE COMPROMISSO A realização do estágio faz-se mediante Termo de Compromisso celebrado entre o estudante e a parte concedente (instituição de ensino), com a interveniência obrigatória da instituição de ensino (ver Modelo). Dentre outras disposições, no Termo de Compromisso constam: qualificação da instituição de ensino concedente, do estagiário e da instituição de ensino; duração e objeto do estágio; horário do estágio. COMPETÊNCIAS COMPETE A COORDENAÇÃO DO ESTÁGIO dar cumprimento à legislação pertinente ao estágio curricular; convocar sempre que necessário reuniões com os docentes do estágio; proporcionar auxílio aos docentes da disciplina de estágio; manter atualizado a documentação dos discentes em estágio; 64 manter contato com as instituições de ensino; apresentar semestralmente relatório à coordenação do curso; tomar, no âmbito de sua competência, todas as medidas necessárias; cumprir e fazer cumprir este regulamento. DOCENTE ORIENTADOR DO ESTÁGIO - prestar toda assistência ao estagiário, desde a formulação do Plano de Trabalho até a elaboração do Relatório de Conclusão; acompanhar a realização do estágio, visitando a escola no transcorrer da realização do estágio como forma de consolidar a política de estágio do Curso; acompanhar a execução do programa de leitura através de fichamento e/ou resumos indicativos; comparecer às reuniões convocadas pela Coordenação. SUPERVISOR DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO orientar, acompanhar e organizar as atividades práticas do estagiário na oferecer os meios necessários à realização de seus trabalhos; auxiliar o aluno a trabalhar suas dificuldades, seus medos e suas ansiedades; manter contato com a Coordenação de Estágios, pessoalmente e através do escola; Relatório de Acompanhamento de Atividades; realizar avaliação do estagiário em forma de conceito e em ficha própria (ficha em anexo) ESTAGIÁRIO - escolher o local para a realização do estágio; apresentar a documentação exigida; apresentar o plano de trabalho; comparecer semanalmente ao encontro com seu estágio,cumprindo as tarefas que lhe foram atribuídas; elaborar e entregar o Relatório de Conclusão de estágio; manter uma postura ética. Objetivos: orientador de 65 O estágio curricular, realizado ao longo do curso, procura consolidar, de modo geral, os seguintes objetivos: proporcionar ao estudante oportunidades de desenvolver suas habilidades, analisar situações e propor mudanças no ambiente pedagógico; complementar o processo de ensino-aprendizagem, através da conscientização das deficiências individuais e incentivar a busca do aprimoramento pessoal e profissional; atenuar o impacto da passagem da vida de estudante para a vida profissional, abrindo ao estagiário mais oportunidades de conhecimento da filosofia, diretrizes, organização e funcionamento das instituição de ensino e da comunidade escolar; facilitar o processo de atualização de conteúdos disciplinares, permitindo adequar aquelas de caráter profissionalizante às constantes inovações tecnológicas, políticas, sociais e econômicas a que estão sujeitas; incentivar o desenvolvimento das potencialidades individuais, propiciando o surgimento de novas gerações de profissionais pedagógicos internos e externos, capazes de adotar modelos de gestão, métodos e processos inovadores, novas tecnologias e metodologias alternativas; Para a consolidação destes objetivos, conforme consta na organização curricular do currículo do Curso os acadêmicos deverão realizar o estágio supervisionado ao longo do curso, assim denominado: - ESTÁGIO CURRICULAR I - ESTÁGIO CURRICULAR II - ESTÁGIO CURRICULAR III - ESTÁGIO CURRICULAR IV No estágio supervisionado o aluno, independente da área de realização, para intervir na realidade com a intenção de propor mudanças para os fenômenos observados, deve, necessariamente levantar e analisar a situação pedagógica e do contexto onde se encontra localizada a Instituição de Ensino, objeto de estudo. Para a realização do estágio supervisionado, o acadêmico deverá ter concluído o segundo semestre e, efetivada matrícula. 66 Uma vez efetivada matrícula no estágio supervisionado, o aluno disporá de 30 dias para escolher a Instituição de Ensino e elaborar o plano de trabalho, bem como providenciar a documentação necessária. O estágio supervisionado pode abranger assuntos relacionados às disciplinas constantes no currículo do curso, respeitados os semestres que atuarão como prérequisitos para a realização dos mesmos. Plano de Trabalho: No Plano de Trabalho do estágio deverá se visualizar: Nome do aluno Nome do supervisor da Instituição de Ensino Instituição de Ensino Período de realização (cronograma) Etapas de trabalho empírico (assuntos que serão estudados e observados) Bibliografia básica Termo de Compromisso, em anexo. Aprovação do Docente Orientador de Estágios Carga Horária: A carga horária deverá perfazer 420 horas envolvendo as quatro disciplinas correlatas. As atividades a serem realizadas ficarão ao encardo do docente orientador que deverá organizar o seu plano de trabalho semestralmente. Caberá ao aluno que atua como docente na educação básica, segundo o parecer do CNE/CP 28/2001, uma redução na carga horária do estágio supervisionado. Foi aprovado, pelo colegiado do curso uma redução de até 25% do total da carga horária do estágio supervisionado. Avaliação: O Estágio Supervisionado deve ser acompanhado e aprovado por professores que ministrem as disciplinas ligadas ao estágio. O acompanhamento do cumprimento das etapas de trabalho realizadas pelo aluno será feito diretamente pelo docente orientador, através de fichas próprias elaboradas na disciplina e aprovadas pelo colegiado (ficha em anexo). 67 Uma vez concluída a carga horária, o acadêmico terá 10 dias para elaborar e entregar o Relatório de Conclusão relativo ao Estágio Supervisionado ao docente orientador. O mesmo deverá entregar os Relatórios de Conclusão e as notas correspondentes ao Estágio Supervisionado, ao Setor de Registro e Controle Acadêmico. Considerar-se-á aprovado o aluno que obtiver nota igual ou superior a 7,0 (sete virgula zero). Nas situações em que o aluno não conseguir nota igual ou superior a 7,0 o mesmo deverá refazer o Estágio Supervisionado ficando impossibilitado de realizar matrícula no período subseqüente. 68 INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO SANT’ANA Rua Pinheiro Machado, n° 189 – Centro – Ponta Grossa - PR CEP 84.010-310 – Fone (0**42) 3224-0301 TERMO DE COMPROMISSO A instituição abaixo identificada: Nome da Instituição: _______________________________________________ Endereço: Rua _______________________________________________Nº __ Bairro: ______________________Cidade:______________________ CEP: __ Telefone: (____) ____________________ Nome do Representante da Instituição: ________________________________ Função do Representante: __________________________________________ Aceita e irá possibilitar o desenvolvimento das atividades de Estágio Supervisionado do (s) acadêmicos (s) abaixo identificado(s): _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ ___________________________________________________ Regularmente matriculado(s) no Curso de Pedagogia. Instituto Superior de Educação Sant'Ana _________________________________ Representante da Instituição ________________________________________ Ponta Grossa, ___ de _______________________ de 200__. 69 INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO SANT’ANA Rua Pinheiro Machado, n° 189 – Centro – Ponta Grossa - PR CEP 84.010-310 – Fone (0**42) 3224-0301 FICHA DE ACOMPANHAMENTO DO ALUNO Aluno Instituição de Ensino Data: / / . Carga horária Parcial: Atividades Específicas realizadas: CONCEITO: Data: ____/_____/_______ horas. 70 INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO SANT’ANA Rua Pinheiro Machado, n° 189 – Centro – Ponta Grossa - PR CEP 84.010-310 – Fone (0**42) 3224-0301 CURSO DE PEDAGOGIA ESTÁGIO CURRICULAR FICHA DE AVALIAÇÃO DO ACADEMICO (pelo Docente da Instituição de Ensino) ACADEMICO (A):__________________________________________________ SEMESTRE:___________ CRITERIOS VALOR ATIVIDADES 1a 2a 3a 4a 5a TOTAL DATA DA PRÁTICA Rubrica da Profª Regente Ponta Grossa, ____de _________de 200__. Assinatura do Supervisor da Instituição de Ensino e carimbo da escola. 71 INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO SANT’ANA Rua Pinheiro Machado, n° 189 – Centro – Ponta Grossa - PR CEP 84.010-310 – Fone (0**42) 3224-0301 CURSO DE PEDAGOGIA ESTÁGIO CURRICULAR FICHA DE AVALIAÇÃO DO ACADEMICO (pelo Docente Orientador do Estágio) AVALIAÇÃO DE DIREÇÃO DE CLASSE REALIZADA EM:___________________ ESCOLA: __________________________________________SÉRIE:__________ PROFESSORA: ____________________________________________________ ACADÊMICA: ______________________________________________________ ASPECTOS ESSENCIAIS _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ PROFESSORA:________________________ DATA:____/____/______ 72 ORIENTAÇÕES DE ESTÁGIO CURRICULAR CRONOGRAMA DE ATIVIDADES CARGA HORARIA Total: horas ATIVIDADE DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE 73 3.3.TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO O trabalho de conclusão é a implementação do plano de pesquisa da prática pedagógica. É um trabalho acadêmico/científico e, como tal, deve obedecer às normas técnicas da ABNT. REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I – MODALIDADES E OBJETIVOS Art. 1°. O presente REGULAMENTO tem por finalidade DISCIPLINAR as atividades relacionadas com o TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO do currículo do CURSO DE PEDAGOGIA, do INSTITUTO SUPERIOR SANT`ANA, indispensável para a colação de grau. Art. 2°. O TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO consiste em relatório de pesquisa individual orientada, sob a forma de uma MONOGRAFIA, em qualquer área do conhecimento da educação, no âmbito do CURSO DE GRADUAÇÃO. Parágrafo único: As linhas de pesquisa da IES são: Formação de Professores, Políticas Públicas, Gestão Escolar, Ensino e Aprendizagem, Educação Sociedade e Trabalho. Art. 3°. Os objetivos gerais do TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO são os de propiciar aos alunos do curso a ocasião de demonstrar o grau de habilitação adquirido, o aprofundamento temático, o estímulo à produção científica, à consulta de bibliografia especializada e o aprimoramento da capacidade de interpretação e crítica da Educação. Parágrafo único. O TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO é atividade de natureza acadêmica e pressupõe a alocação de tempo específico dos Professores à atividade de Orientação, na forma prevista nas normas internas. II – ATRIBUIÇÕES DA COORDENAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art. 4°. A unidade do Trabalho de Conclusão de Curso, que integra o núcleo de pesquisa, estágio e prática pedagógica, é dirigida por um Coordenador, responsável pelos trabalhos e pesquisas. Art. 5°. Ao Coordenador do TCC compete: I - elaborar, semestralmente, o calendário de todas as atividades relativas ao trabalho de conclusão de curso; II - atender aos alunos matriculados na disciplina atinente ao trabalho de conclusão de curso; 74 III - proporcionar, com a ajuda dos Professores da disciplina Introdução à da Pesquisa Científica, orientação básica aos alunos em fase de iniciação do projeto do TCC, bem como o auxílio e a orientação direta pelo professor da disciplina de Pesquisa da Prática Pedagógica. IV - elaborar e encaminhar aos Professores Orientadores as fichas de registro e avaliação (anexo) das atividades atinentes ao trabalho de conclusão do curso; V - convocar, sempre que necessária reunião com os Professores Orientadores e alunos matriculados na disciplina atinente; VI - indicar Professores Orientadores conforme a linha de pesquisa a qual o docente esta inscrito; VII - manter, na secretaria da Coordenação do curso, arquivo atualizado com os projetos em desenvolvimento; VIII - providenciar o encaminhamento à biblioteca central de cópias dos TCC aprovados; IX - tomar, no âmbito de sua competência, todas as demais medidas necessárias ao efetivo cumprimento deste REGULAMENTO; X - apresentar semestralmente, ao Coordenador do Curso, relatório do trabalho desenvolvido no exercício de suas funções; XI – analisar, em grau de recurso, as decisões dos Professores Orientadores; XII - encaminhar em grau de recurso, para o Coordenador do Curso as decisões dos orientadores. III - DOS PROFESSORES ORIENTADORES Art. 6°. O trabalho de conclusão de curso é desenvolvido sob a orientação de um Professor do curso, com titulação mínima de Especialista. Art. 7°. Cabe ao aluno escolher o Professor Orientador, devendo, para esse efeito, realizar o convite levando em consideração as linhas de pesquisa ao qual o docente esta inscrito. § 1°. Ao assinar o projeto de Trabalho de Conclusão de Curso o Professor está aceitando a sua orientação; 75 § 2°. Pode o aluno contar com a colaboração de outro professor do curso, ou de profissional que não faça parte do Corpo Docente da IES, atuando como co-Orientador, desde que obtenha a aprovação de seu Orientador. § 3°. O nome do co-Orientador deve constar dos documentos e relatórios entregues pelo aluno. Art. 8°. Na situação em que o aluno não encontre nenhum Professor que se disponha a assumir a sua orientação, deve procurar o Coordenador do TCC a fim de que lhe indique um Orientador. Parágrafo único. Na indicação de Professores Orientadores, o Coordenador deve levar em consideração, alinha de pesquisa de interesse dos Professores, bem como a distribuição eqüitativa de orientandos entre eles, sendo que não deverá ultrapassar o número de 5 (cinco) projetos por professor orientador. Art. 9°. A carga horária semanal, de orientação do Trabalho de Conclusão de Curso, para fins do cômputo da carga didática do docente obedece às normas específicas em vigor. Art. 10. A substituição de Orientador só é permitida quando outro Docente assumir formalmente a orientação, mediante aquiescência expressa do Professor substituído. Parágrafo único. É da competência do Coordenador a solução de casos especiais, podendo, se entender necessário, encaminhá-los para análise pelo Coordenador do Curso. Art. 11. O Professor Orientador tem, entre outros, os seguintes deveres específicos: I - freqüentar as reuniões convocadas pelo Coordenador do TCC; II - atender seus orientandos, em horário previamente fixado; III - entregar à Coordenadoria, semestralmente, as fichas de freqüência e avaliação devidamente preenchidas e assinadas; IV - analisar e avaliar os relatórios parciais mensais que lhes forem entregues pelos orientandos; V - requerer ao Coordenador do TCC a inclusão dos trabalhos de conclusão de curso de seus orientandos na pauta semestral de defesas; e VI - cumprir e fazer cumprir este REGULAMENTO. Art. 12. A responsabilidade pela elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso é integralmente do aluno, o que não exime o Professor Orientador de desempenhar 76 adequadamente, dentro das normas definidas neste REGULAMENTO, as atribuições decorrentes da sua atividade de orientação. Parágrafo único. O não cumprimento do disposto neste REGULAMENTO autoriza o Professor a desligar-se dos encargos de orientação, através de comunicação oficial ao Coordenador do TCC. IV - DOS ALUNOS Art. 13. Considera-se aluno em fase de realização do Trabalho de Conclusão de Curso, aquele regularmente matriculado na disciplina respectiva, pertencente ao currículo do curso (Pesquisa da Prática Pedagógica IV e v) Art. 14. O aluno em fase de realização do Trabalho de Conclusão de Curso tem, entre outros, os seguintes deveres específicos: I – Freqüentar a disciplina de Pesquisa da Prática Pedagógica (5º e 6º semestre) ; II - Freqüentar as reuniões convocadas pelo Coordenador e/ ou pelo seu Orientador; III - manter contatos no mínimo quinzenais com o Professor Orientador para discussão e aprimoramento de sua pesquisa, devendo justificar eventuais faltas; IV - cumprir o calendário divulgado pela Coordenadoria para entrega de projetos, relatórios parciais e versão final do trabalho de conclusão do curso; V - entregar ao Orientador relatórios parciais mensais sobre as atividades desenvolvidas; VI - elaborar a versão final de seu Trabalho de Conclusão de Curso, de acordo com o presente REGULAMENTO e as instruções de seu Orientador; VII - entregar ao Orientador, ao findar disciplina respectiva, três cópias de sua primeira versão do trabalho de conclusão do curso, ou o trabalho definitivo, devidamente assinadas pelo Orientador; VIII - comparecer em dia, hora e local determinados para apresentar o trabalho de conclusão de curso; e IX - cumprir e fazer cumprir este regulamento. V - DO PROJETO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art. 15. O aluno deve elaborar seu projeto de acordo com este REGULAMENTO e com as recomendações do seu Professor Orientador. 77 Parágrafo único. A estrutura formal do projeto deve seguir os critérios técnicos estabelecidos nas normas da ABNT sobre documentação, no que forem eles aplicáveis. Art. 16. A estrutura do projeto de Trabalho de Conclusão de Curso compõe-se de: I – Tema II – Linha de Pesquisa III- Introdução (apresentação tema, delimitação problema) IV Justificativa; V – Objetivos (geral e específico); VI - Materiais e Métodos; VII – Revisão de Literatura; VIII – Cronograma Previsto; IX – Referência bibliográfica. Art. 17. O projeto de Trabalho de Conclusão de Curso deve ser entregue ao Coordenador, a fim de arquivo, com no máximo 15 (quinze) dias após o início do período regular de matrícula. § 1°. O projeto reprovado pelo orientador deve ser devolvido ao aluno no prazo de 5 (cinco) dias, para que seja reformulado ou refeito e possa ser entregue novamente. § 2°. Sendo o projeto novamente reprovado, o aluno terá sua matrícula cancelada na disciplina de Pesquisa da Prática Pedagógica V. § 3°. Aprovado o projeto de Trabalho de Conclusão de Curso, um exemplar é arquivado na Coordenadoria. Art. 17. Aprovado o projeto de Trabalho de Conclusão de Curso, a mudança de tema só é permitida mediante a elaboração de um novo projeto e preenchimento dos seguintes requisitos: I - ocorrer a mudança dentro de um prazo não superior a 15 (quinze) dias, contados da data de início do período letivo; II - haver a aprovação do Professor Orientador; III - existir a concordância do Professor Orientador em continuar com a orientação, ou a concordância expressa de outro docente em substituí-lo; e IV - haver a aprovação do Coordenador. Parágrafo único. Pequenas mudanças que não comprometam as linhas básicas do projeto são permitidas a qualquer tempo, desde que com autorização do Orientador. 78 VI - DOS RELATÓRIOS PARCIAIS Art. 18. Os relatórios mensais parciais sobre o desenvolvimento do trabalho de conclusão do curso devem conter informações detalhadas acerca da pesquisa e estudos realizados no período respectivo, na forma definida pelo professor orientador, sendo-lhe entregues até o 5º (quinto) dia útil de cada mês à Coordenação de Monografia. VII – DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art. 19. O Trabalho de Conclusão de Curso, deve ser elaborado considerando-se: I - na sua estrutura formal, os critérios técnicos estabelecidos nas normas da ABNT sobre documentação, no que forem eles aplicáveis; II - no seu conteúdo, as finalidades estabelecidas no artigo 3° deste REGULAMENTO e a vinculação direta do seu tema com um dos ramos do conhecimento na área de Educação, preferencialmente aqueles identificados pelas disciplinas ofertadas no currículo, nas linhas de pesquisa da Instituição. Art. 20. A estrutura do Trabalho de Conclusão de Curso compõe-se de: I - folha de rosto; II - folha de aprovação; III - resumo; IV - sumário; V – introdução (itens do pré-projeto); VI - desenvolvimento, contendo necessariamente a revisão literatura; VII - considerações finais (ou conclusão); VIII - referências bibliográficas (ou bibliografia); IX – apêndice; X - anexos (quando for o caso). Art. 21. As cópias do Trabalho de Conclusão de Curso encaminhadas para avaliação devem ser apresentadas preenchendo os requisitos da ABNT: Parágrafo único. O corpo do trabalho (introdução, desenvolvimento e conclusão) deve possuir no mínimo 30 (trinta) páginas de texto escrito. VIII - AVALIAÇÃO Art. 22. O Trabalho de Conclusão de Curso é entregue pelo aluno ao professor orientador e ao Coordenador do Trabalho de Conclusão de Curso. 79 Art. 23. A avaliação do TCC deverá ser executa através de banca examinadora, composta por dois membros mais o professor orientador do TCC. Art. 24. Todos os Professores do curso podem ser convocados para participar das bancas, mediante indicação do Coordenador do TCC. Parágrafo único. Deve, sempre que possível, ser mantida a eqüidade no número de indicações de cada Professor para compor as bancas, procurando ainda evitar-se a designação de qualquer Docente para um número superior a 10 (dez) bancas por semestre. Art. 25. O Coordenador do TCC deve elaborar calendário semestral fixando prazos para a entrega do TCC e designação dos Professores para a realização das bancas. § 1°. Quando o Trabalho de Conclusão de Curso for entregue com atraso, a relevância do motivo deve ser avaliada pelo Coordenador. § 2°. Comprovada a existência de motivo justificado e a anuência do Professor Orientador, a avaliação da banca será adiada para o semestre seguinte, em período especialmente previsto no calendário e que deve anteceder o período destinado às avaliações regulares; Art. 26. Ao término da data limite para a entrega das cópias dos Trabalhos de Conclusão de Curso, o Coordenador da TCC divulga a composição dos professores que participarão das bancas. Art. 27. Os Membros da banca, a contar da data de sua designação, têm o prazo de 15 (quinze) dias para procederem a leitura do Trabalho de Conclusão de Curso. Art. 28. A atribuição das notas dá-se após o encerramento do semestre, considerando o calendário divulgação de notas. § 1°. Utiliza-se, para a atribuição das notas, fichas de avaliação individuais, onde o Professor apõe suas notas para cada item a ser considerado. - Cada membro atribui nota de 0 a 10 para cada um dos seguintes itens: I – quanto à estrutura formal (peso 2,0) II – quanto ao conteúdo (peso 3,0) III - quanto à pesquisa (peso 3,0) IV- quanto a apresentação oral (peso 2,0) § 2º A média final obtida pelo aluno é a média aritmética das notas finais dos membros da banca; 80 § 3°. Para aprovação o aluno deve obter nota igual ou superior a 7 (sete) na média das notas individuais atribuídas pelos membros da comissão avaliadora. Art. 29. O aluno que não entregar o Trabalho de Conclusão de Curso, sem motivo justificado na forma da legislação em vigor, está automaticamente reprovado na disciplina de Pesquisa da Prática Pedagógica V. Art. 30. A avaliação final assinada pelos Membros da banca deve ser registrada no livro de chamada da disciplina de Pesquisa da Prática Pedagógica V. Art. 31. Havendo reprovação na disciplina atinente ao Trabalho de Conclusão de Curso fica a critério do aluno continuar ou não com o mesmo tema de Trabalho de Conclusão de Curso e com o mesmo Orientador. Parágrafo único. Optando por mudança de tema, deve o aluno reiniciar todo o processo para elaboração do trabalho de conclusão do curso, desde a elaboração do projeto de pesquisa. Art. 32. Ao aluno matriculado na disciplina atinente ao trabalho de conclusão do curso, cujo trabalho haja sido reprovado, é vedada a apresentação do mesmo ou de novo Trabalho de Conclusão de Curso, qualquer que seja a alegação, no semestre da reprovação. X - DA ENTREGA DA VERSÃO DEFINITIVA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art. 33. A versão definitiva do Trabalho de Conclusão de Curso deve ser encaminhada à Secretaria Acadêmica, já revisada, em 1 (um) exemplar que, além dos demais requisitos exigidos neste REGULAMENTO, devem também vir encadernados conforme capa padrão da Instituição. Art. 34. A entrega da versão definitiva do Trabalho de Conclusão de Curso é requisito para a colação de grau e deve ser efetuada, na data fixada pela Coordenação do Trabalho de Conclusão do Curso. 81 INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO SANT’ANA Rua Pinheiro Machado, n° 189 – Centro – Ponta Grossa - PR CEP 84.010-310 – Fone (0**42) 3224-0301 FICHA DE ACOMPANHAMENTO DO ACADEMICO NAS ORIENTAÇÕES DO TCC Acadêmica: Data Atividade: Descrever atividades específicas realizadas ORIENTA DA ORIENTADOR 82 INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO SANT’ANA Rua Pinheiro Machado, n° 189 – Centro – Ponta Grossa - PR CEP 84.010-310 – Fone (0**42) 3224-0301 CARTA DE ACEITE DE ORIENTAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CURSO DE PEDAGOGIA DADOS DO ACADEMICO: Nome: R.A.: Curso: Telefone para contato: Título do trabalho de conclusão de Curso: Endereço: Cidade/UF: CEP: Fone/Fax: E-mail: DADOS DO PROFESSOR ORIENTADOR: Nome : Formação: Endereço: Cidade/UF: CEP: Fone/Fax: E-mail: Acadêmico: __________________________________________________________ Professor Orientador __________________________________________________ Coordenador do TCC: ________________________________________________ Coordenador do Curso: ________________________________________________ ___________________________, _____ de ___________________________de 200__ 83 INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO SANT’ANA Rua Pinheiro Machado, n° 189 – Centro – Ponta Grossa - PR CEP 84.010-310 – Fone (0**42) 3224-0301 CURSO DE PEDAGOGIA ROTEIRO PARA ANÁLISE DO TCC Leia o trabalho de conclusão de curso e observe as seguintes questões: 1) Estrutura formal: Rigor na aplicação das normas de pesquisa científica, vigentes na IES; O capítulo introdutório deve conter: introdução ao tema, justificativa, problemática, objetivos gerais e específicos, descrição clara da metodologia utilizada e ainda resumo dos capítulos; O desenvolvimento deve discutir o tema subsidiado no referencial teórico pertinente ao tema; Nas considerações finais deve mencionar as contribuições trazidas pela pesquisa, indicar as considerações da problemática levantada, sugerir novos estudos e propostas. 2) Quanto ao conteúdo, a pesquisa deve conter: Definição clara dos conceitos e com relevância ao tema Argumentação teórica sobre o tema Vocabulário e linguagem dentro da normatização padrão Deixar claro a tendência da pesquisa. 3) Quanto à pesquisa: Atualidade e relevância do tema; Importância do estudo para a vida profissional; Argumentação usada quanto aos aspectos sociais, profissionais, pessoais, e outros; Coerência dos objetivos e a trajetória da pesquisa; Contextualização e relevância da pesquisa; 84 Trajetória metodológica: quanto tempo durou, quem foram os sujeitos pesquisados, quais os procedimentos utilizados, locais pesquisado; Consistência teórica; Utilização de diferentes autores na construção do quadro teórico que fundamentam a problemática da pesquisa; Posicionamento crítico da autora do trabalho; Clareza de idéias; Instrumentos selecionados são adequados e suficientes para chegar aos resultados; As conclusões são compatíveis com os resultados encontrados. 4) Quanto à apresentação: Argumentação Coerência Clareza quanto às idéias apresentadas Uso de recursos didáticos 85 INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO SANT’ANA Rua Pinheiro Machado, n° 189 – Centro – Ponta Grossa - PR CEP 84.010-310 – Fone (0**42) 3224-0301 CURSO DE PEDAGOGIA ATA DE AVALIAÇÃO DO TCC ACADÊMICO (A):_____________________________________________________ TÍTULO DO TRABALHO DE CONCLUSAO DE CURSO______________________ __________________________________________________________________ ORIENTADOR (a): __________________________________________________ AVALIADOR (a): ____________________________________________________ ASPECTOS A SEREM AVALIADOS VALOR 1) Quanto à estrutura formal 2,0 2) Quanto ao conteúdo 3,0 3) Quanto à pesquisa 3,0 4) Quanto à apresentação oral 2,0 TOTAL 10,0 NOTA NOTA FINAL: ___________ (____________________________________). OBSERVAÇÕES: _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ ____________ ORIENTADOR (a) AVALIADOR(a) PONTA GROSSA, _____ DE ____________________ DE 200___. 86 LINHAS DE PESQUISA FORMAÇÃO DE PROFESSORES A educação, as mudanças e a formação dos professores. Os fundamentos da formação de professores. A formação de professores numa perspectiva crítica. A profissionalização do magistério. A construção dos saberes docentes. O trabalho docente: concepções, crenças, influências. A formação do professor: paradigmas, pressupostos, concepções. Estudos filosóficos, sociológicos, históricos e políticos na formação de professores POLITICAS PÚBLICAS Investigação sobre política educacional. O processo decisório na formulação das políticas educacionais e os interesses atendidos pelas mesmas. Contexto escolar: organização, ensino e legislação. As teorias de currículo. Sistemas de ensino. Ensino público e privado. Inclusão. GESTÃO O trabalho pedagógico escolar na formação do pedagogo. Gestão da escola. A escola e a comunidade. O projeto político pedagógico. Organização do trabalho pedagógico. A ação do gestor escolar no contexto pós moderno. Os processos de gestão. A educação escolar e não escolar. ENSINO E APRENDIZAGEM Caracterização do processo pedagógico na escola na sua dimensão teórico prático. Concepções de ensino e aprendizagem na educação básica e na educação de jovens e adultos. A didática e as metodologias de ensino. Avaliação escolar e institucional. Educação inclusiva. Dificuldades na aprendizagem e a psicopedagogia. A ação docente frente os desafios da pós modernidade. O currículo e os conteúdos escolares. A tecnologia educacional como recurso para o ensino e a aprendizagem. EDUCAÇÃO SOCIEDADE E TRABALHO Desafios do trabalho pedagógico. Relação entre trabalho e educação. Trabalho, educação e emancipação. Concepções pedagógicas. Cidadania. O trabalho pedagógico e a prática escolar. Pedagogia empresarial, hospitalar. Ongs. Ética, sociedade e 87 educação. O mercado de trabalho e a educação escolar e não escolar. Aplicação das tecnologias educacionais na escola. Estudos filosóficos e históricos sobre o trabalho educativo. 3.5.ATIVIDADES COMPLEMENTARES Trata-se de atividades complementares realizadas ao longo do curso, através da pesquisa, ensino e extensão. REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Art. 1º - As atividades complementares diz respeito as atividades de enriquecimento didático curricular, científico e cultural, através da pesquisa, ensino e extensão. Art. 2º - O Coordenador do Curso regerá as atividades em seu Curso, assessorado por professores por ele escolhido. Art. 3º - As atividades complementares de ensino, pesquisa e extensão terão carga horária global de 100 horas. Art. 4º - É vedado o preenchimento da carga horária global mínima com um só tipo de atividades dentre as explicitadas no art. 1º deste regimento. Art. 5º - As atividades complementares de ensino, compõem-se das seguintes modalidades e limites: -Disciplinas didático-pedagógicas cursadas na IES ou outras Instituições de ensino superior (valor equivalente) -Monitoria em disciplina em áreas afins. (valor acrescido 10% da CH total) -Estágios voluntários de cunho correlato em estabelecimentos de ensino. (valor equivalente) -Docência de cunho correlato em estabelecimento de ensino. (exercício profissional como regente de classe; quando vencido estágio probatório de 3 anos atribuir 5h) 88 Art. 6º - As Atividades complementares de pesquisa, têm as seguintes modalidades e limites: -Atividades de iniciação científica e similar. (valor dobrado) -Trabalhos publicados em periódicos, jornais, livros. (valor atribuído 10h). -Participação em projetos de pesquisa (valor acrescido, 20% da CH total) -Trabalhos apresentados em eventos científicos: palestras, mesas redondas, comunicação e outros. (atribuir 10h). Art. 7º - As Atividades complementares de extensão ensejam incluir para fins de aproveitamento e registro, no histórico escolar, com seu preenchimento subordinando-se aos seguintes tipos e limites: -Participação em projetos de Extensão.(valor acrescido, 20% da CH total) -Participação em eventos científicos: seminários, palestras, congressos, conferências, cursos de atualização e similares.(valor equivalente). Art. 8º – As atividades complementares poderão ser implementadas já a partir do 2º Período. Art. 9º - Caberá ao Coordenador do Núcleo de Atividades Complementares: a) Aprovar o plano de atividades complementares de cada aluno; b) Exigir a comprovação documental pertinente; c) Remeter a Secretaria Acadêmica do Curso, as atividades desenvolvidas pelos alunos, com a respectiva carga horária computada para fins de registro no histórico escolar correspondente. Art. 10º - Os documentos comprobatórios (xerox autenticado na IES) das atividades complementares depois de anotados na ficha individual e analisados pela Secretaria Acadêmica, com a indicação do tipo e carga horária computada, arquivados no Núcleo de Atividades Complementares e de Extensão, ficando sempre à disposição dos interessados para consulta. Art. 11º - É da exclusiva competência do Coordenador do Núcleo de Atividades Complementares a atribuição das horas de cada aluno de acordo com as modalidades e limites fixados neste Regimento. Art. 12º - O Coordenador do Núcleo de Atividades Complementares poderá baixar normas complementares para cada tipo de atividade complementar, especificando a exigência de certificados de freqüência e participação, notas obtidas, carga horária 89 cumprida, relatório de desempenho, relatórios individuais circunstanciados e avaliativos ou instrumentos outros que coíbam abusos e fraudes. Art. 13º - A carga horária a ser computada nas Atividades Complementares deverão ser consideradas a partir do ingresso do acadêmico no curso. 90 FICHA DE ANÁLISE DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Discente:___________________________________________ ANO:_______________ ATIVIDADE: ENSINO ATIVIDADE ANO CH CH Total Atribuí da 91 FICHA DE ANÁLISE DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Discente:___________________________________________ ANO:_______________ ATIVIDADE: PESQUISA ATIVIDADE ANO CH CH Total Atribuí da 92 FICHA DE ANÁLISE DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Discente:___________________________________________ ANO:_______________ ATIVIDADE: EXTENSÃO ATIVIDADE ANO CH CH Total Atribuí da 93 RELATÓRIO SOBRE AS ATIVIDADES COMPLEMENTARES REALIZADAS. Discente:__________________________________________________________ Atividade Complementar:______________________________________________ Data:____________________________ Carga horária:______________________ Relato da atividade realizada: _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ Assinatura do Coordenador:________________________________________ 94 4. CORPO DOCENTE DO CURSO 4.1 COORDENADOR DO CURSO NOME: SUSANA SOARES TOZETTO CPF: 484 954 339 15 RG:3.107.677-3 TITULAÇÃO DE INSTITUIÇÃO ÁREA CONCENTRAÇÃO OE: PR ANO CONCLUSÃO Graduação Pedagogia UEPG 1883 Mestre Educação UEPG 1999 Doutoranda Educação Escolar UNESP Em curso EXPERIÊNCIA DOCENTE Ensino Fundamental – Prefeitura Municipal de Ponta Grossa – 22 anos Ensino Superior – UEPG -FAFIT -CESCAGE -UNICENTRO - FATI EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL NÃO DOCENTE Coordenadora Curso de Pedagogia - FATI – Faculdade de Arapoti Coordenadora do Curso de Especialização em Administração Escolar Instituição: FAFIT Coordenadora do Curso de Capacitação e Formação Continuada de Professores do Ensino Fundamental – FAFIT 95 PRODUÇÃO CIENTÍFICA Artigo em anais: 13 ª Congresso de Leitura do Brasil Comunicação: O livro didático e o professor alfabetizador 10 ª Encontro Nacional de Didática e Prática de Ensino Comunicação: Dificuldades de Aprendizagem: um desafio no cotidiano escolar , no painel intitulado: Ensino de Língua Portuguesa: os saberes contemporâneos de língua materna. Capítulo de livro Cadernos Pedagógicos: "Dialogando sobre Educação e Trabalho Pedagógico” - Instituição: SMEC Artigo em revista: TOZETTO, Susana Soares. O livro didático a prática do professor das séries iniciais. Revista Atitude. Ponta Grossa, n.03, maio/jun, 2000. Participação na organização de material pedagógico: TOZETTO, Susana Soares. Proposta Curricular da Rede Municipal de Ensino de Ponta Grossa. Ponta Grossa: SME, 2000. REGIME DE TRABALHO DATA ADMISSÃO Integral agosto de 2003 ENDEREÇO R: Carlos Gomes , 120 centro Ponta Grossa CEP:84010-480 223-0115 9978-6996 e-mail: [email protected] 96 4.2. CORPO DOCENTE NOME: Vilmarise Sabim Pessoa CPF: 178.146.779 - 04 RG: 668.227-4 OEX: PR TITULAÇÃO ÁREA DE INSTITUIÇÃO ANO CONCLUSÃO CONCENTRAÇÃO Mestre Educação UFPR 1999 Pós- Psicologia da Educação UFPR 1991 Psicologia UFPR 1978 Graduação Graduação EXPERIÊNCIA DOCENTE Ensino Fundamental – 3 anos. Ensino Médio – 7 anos. Ensino Superior – 16 anos. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL NÃO DOCENTE -Psicóloga clínica em consultório particular. -Psicóloga clínica na Secretaria Estadual de Saúde. -Coordenadora do Projeto de Pesquisa "Psicomotricidade – uma nova visão em alfabetização" UEPG 1995 -Coordenadora curso de Especialização em Psicopedagogia – FAFIT - 2002 PRODUÇÃO CIENTÍFICA Artigo Interação Social e Crianças de pré-escola construindo textos – Revista UNESP. Artigo Afetividade sob a ótica psicanalítica e piagetiana – Publicátio – UEPG. 97 ENDEREÇO Rua Afonso Pena, 425 Vila Estrela. CEP: 84040-170 Fone: 223 - 22 72 E-mail: [email protected] NOME: Ana Claudia Urban CPF: 598 379 429 -91 RG: 420 9391 - 2 OEX:Pr TITULAÇÃO Graduação ÁREA DE INSTITUIÇÃO ANO CONCENTRAÇÃO CONCLUSÃO Licenciatura em UEPG 1988 História Pós Graduação Educação UEPG 1997 Mestrado Educação UEPG 2002 Doutorado Educação UFPR Em curso EXPERIÊNCIA DOCENTE: 1)Professora de História – ensino fundamental e médio, rede particular e pública – 1986 até 2004 2)Professora de séries iniciais – 1986 – 1993 3)Professora no Ensino Superior – FATI – 2002 até 2004 EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL NÃO DOCENTE: Auxiliar de escritório de 1984 até 1986. PRODUÇÃO CIENTÍFICA: 1) Monografia: O Ensino de História face à prática docente nas séries iniciais na rede pública de Ponta Grossa – 1997. 98 2) Dissertação de Mestrado: Formação Docente e a proposta curricular: as possibilidades para o ensino de história nas séries iniciais – 2002. ENDEREÇO: R: Francisco Otaviano 532 CEP: 84070 – 360 Ponta Grossa Paraná Email: [email protected] NOME: Marisa Marques Ribeiro CPF : 60 391 113 – 89/ 87 RG: 42992925 OEX:Pr TITULAÇÃO ÁREA DE INSTITUIÇÃO CONCENTRAÇÃO ANO CONCLUSÃO Graduação Pedagogia UEPG 1990 Pós Graduação Psicologia da UEPG 1999 UEPG 2003 Educação Mestrado Educação EXPERIÊNCIA DOCENTE: 1)Pedagoga - rede pública2) Docente Ensino Superior – 2002 até a presente data PRODUÇÃO CIENTÍFICA: 1)Dissertação de Mestrado – Violência doméstica: a realidade revelada – 2002 2)RIBEIRO,M.M. (re)construindo conceitos e consensos: um olhar sobre a violência doméstica. Olhar de Professor. Editora UEPG: v6,n6.p167 – 184. 2003 3)RIBEIRO, M.M. 10 anos de estatuto da criança e do adolescente. Revista Atitude. Ponta Grossa, 2000. 99 ENDEREÇO: R: Aldo Vergani 957 CEP: 84036 - 150 Ponta Grossa Paraná Email: [email protected] NOME: Maria do Socorro Scorsin CPF : 00582643961 RG: 359 305 2- 3 OEX:Pr TITULAÇÃO Graduação ÁREA DE INSTITUIÇÃO ANO CONCENTRAÇÃO CONCLUSÃO Licenciatura 1995 em UEPG História Pós Graduação História do Paraná UEPG 1997 Mestrado Ciências Sociais UEPG 2000 Aplicadas EXPERIÊNCIA DOCENTE: 1) Ensino Médio e fundamental – Colégio Sant`Ana – 1996 até presente data 2) Docente ensino Superior - Instituto Superior de Educação Sant`Ana – 2002 até presente data. PRODUÇÃO CIENTÍFICA: 1)Artigo: Adolescência. Revista Mundo Jovem , 1998. 2) Dissertação de Mestrado: O lazer no cotidiano do Operariado da indústria Pontagrossense. ENDEREÇO: R: Edson Nobre de Lacerda 409 Ponta Grossa CEP: 84015 590 Paraná 100 NOME: Nei Alberto Salles Rosa CPF : 79433723953 RG: 4430703-0 OEX:Pr TITULAÇÃO ÁREA DE INSTITUIÇÃO CONCENTRAÇÃO Graduação Ed. Física Pós Graduação Pedagogia CONCLUSÃO UEPG do UEPG Esporte Mestrado Educação UNIMEP EXPERIÊNCIA DOCENTE: 1) Docente ensino fundamental2) Docente ensino superior – UEPG / FAFIT / PRODUÇÃO CIENTÍFICA: 1)Publicação em anais 2) Publicação de artigos ENDEREÇO: R: Dr Jamil Mussi,104 Ponta Grossa [email protected] ANO CE P:84015-735 Paraná 101 NOME: Mariléia Lílian Filipkowski CPF: 601 211 659 - 49 RG: 4157 690-1 OEX:Pr TITULAÇÃO ÁREA DE INSTITUIÇÃO CONCENTRAÇÃO ANO CONCLUSÃO Graduação Pedagogia UEPG 1988 Pós Graduação Educação UEPG 1993 Mestrado Educação UEPG 2002 EXPERIÊNCIA DOCENTE: 1)Docente ensino fundamental – 15 anos 2) Docente Ensino Superior – FATI – 2002 - 2003 3) Docente Ensino Superior – CESCAGE – 2002 até a presente data PRODUÇÃO CIENTÍFICA: 1)Dissertação de Mestrado: Do cotidiano percebido à ação supervisora: encaminhamentos para a formação continuada 2) FILIPKOWSKI, M. Do cotidiano percebido à ação supervisora. Revista Publicati .UEPG, 2003 3) FILIPKOWSKI, M. Da reflexão a ação: uma análise do cotidiano escolar. Anais , Arapoti, 2002. ENDEREÇO: R: José Veríssimo Ponta Grossa [email protected] 17 CEP: 840 70 110 Paraná 102 NOME: Márcia Helena Abib Neves CPF: 374. 773. 829 - 04 RG: 1639181-6 OEX:Pr TITULAÇÃO ÁREA DE INSTITUIÇÃO CONCENTRAÇÃO ANO CONCLUSÃO Graduação Serviço Social UEPG 1980 Pós Graduação Ed. Especial UEPG 1998 EXPERIÊNCIA DOCENTE: 1) Ensino fundamental – 1978 até 1985 2) Docente ensino médio – 3) Docente ensino Superior –ISSESA - EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL NÃO DOCENTE: 1) Núcleo Regional da Educação como Coordenadora Equipe Educação Especial ENDEREÇO: R: Visconde de Sinimbú, 750 Ponta Grossa CEP: 84070-130 Paraná [email protected] NOME: Graça A. Hauer CPF: 598 382 219 53 RG: 3.323.391 -4 OEX:Pr TITULAÇÃO ÁREA DE INSTITUIÇÃO ANO 103 CONCENTRAÇÃO CONCLUSÃO Graduação Pedagogia UEPG 1985 Pós Graduação Psicologia da UEPG 1991 Educação Mestrado Educação TUIUTI 2002 EXPERIÊNCIA DOCENTE: 1) Ensino fundamental – 1987 até presente data 2) Docente ensino superior _ FAFIT – 2002 – 2004 EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL NÃO DOCENTE: 1) Coordenadora do curso de Pedagogia – FATI-2003 PRODUÇÃO CIENTÍFICA: 1) Dissertação Mestrado: O currículo de Jovens e Adultos: um estudo da rede municipal de Ponta Grossa 2) ANFILO,G. Formação continuada de Educação de Jovens e Adultos. I Congresso Brasileiro de Formação de Professores. Campo Largo,2003 3) ANFILO,G. As experiências curriculares da educação de jovens e adultos. IV ANPED _ SUL. Florianópolis, 2002. ENDEREÇO: R: Santa Rita Duram 179 Ponta Grossa CEP: 84045 - 230 Paraná Email: [email protected] NOME: Maria Elganei Maciel CPF: 434 894 789 - 91 RG: 3195 713 - 3 OEX:Pr TITULAÇÃO ÁREA DE INSTITUIÇÃO ANO 104 CONCENTRAÇÃO CONCLUSÃO Graduação Pedagogia UEPG 1986 Pós Graduação Psicologia UEPG 1992 Mestrado Educação UEPG 1999 EXPERIÊNCIA DOCENTE: 1) Ensino fundamental – 1980 até presente data 2) Docente ensino Superior: UEPG 3) Docente ensino Superior – FAFIT – 2002 até presente data 4) Docente ensino Superior – IESSA – 2003 até presente data EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL NÃO DOCENTE: 1) Função administrativa na Secretaria Municipal de Educação de Ponta Grossa PRODUÇÃO CIENTÍFICA: 1)MACIEL, M.E. Da reflexão a ação. XXI Simpósio Brasileiro. Recife, 2003 2) MACIEL, M.E. Fios e desafios na tecitura do caminho da supervisão escolar. Encontro Paranaense de Administradores Escolares. Joinvile, 2001. ENDEREÇO: R: Ervani Batista Rosas 247 CEP: 84.015-150 Ponta Grossa Paraná NOME: Claudia R. Fuga CPF:564898629 - 72 RG: 5771056 - 0 OEX: Pr TITULAÇÃO ÁREA DE INSTITUIÇÃO CONCENTRAÇÃO ANO CONCLUSÃO 105 Graduação Pedagogia Universidade de 1988 Caxias do Sul Pós Graduação Psicologia da UEPG 1992 Educação EXPERIÊNCIA DOCENTE: 1) Docente Ensino Médio e Fundamental 2) Docente Ensino Superior – ENDEREÇO: R: Freire Alemão, 757 CEP: 84040 - 050 Ponta Grossa Paraná Email: [email protected] NOME: Ademir Nunes Gonçalves CPF: 963149409 82 RG: 5222576-0 OEX:Pr TITULAÇÃO ÁREA DE INSTITUIÇÃO CONCENTRAÇÃO ANO CONCLUSÃO Graduação Filosofia PUC/ Pr 1995 Pós Graduação Gestão UEPG 1998 Educacional Mestrado Educação UNESP 2003 Doutorando Educação UFSC Em curso EXPERIÊNCIA DOCENTE: 106 1) Ensino fundamental e Médio: 2) Docente da UEPG 3) Docente Da Faculdade de Telêmaco Borba 4) Docente da IESSA – 2003 até presente data EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL NÃO DOCENTE: 1) Coordenador do Curso de Pedagogia na Faculdade de Telêmaco Borba – 2004 até presente data PRODUÇÃO CIENTÍFICA: 1)GONÇALVES, A. N. A ambigüidade do ges(rente)tor educacional. Revista da Educação. Fasul, Toledo/Pr, 2003. 2) GONÇALVES, A. N. Gestores ou mantenedores uma exigência do projeto neo liberal para educação pública? A difícil relação entre equipe pedagógica e gestores. Cadernos de Área ///ens na Ed Brasil Pol Pub e Adm na Ed Brasileira, Marília/SP, v.01, n.02, p. 1-129, 2001. ENDEREÇO: R: Ibaiti , 38 CEP: 84051-620 Ponta Grossa Paraná ademirgonç[email protected] NOME: Julio César Stadler CPF: 003613869 - 07 RG: 7289536-3 OEX:Pr TITULAÇÃO Graduação ÁREA DE INSTITUIÇÃO ANO CONCENTRAÇÃO CONCLUSÃO Administração 2001 Empresas de Centro Universitário 107 Campos de Andrade Pós Graduação Marketing UFPR Em curso Empresarial EXPERIÊNCIA DOCENTE: 1) Ensino Médio Colégio Sant`Ana - 10 anos 2) Ensino Superior: Instituto Superior de Educação Sant`Ana Tempo: 2 anos EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL NÃO DOCENTE: 1) Cargos Técnicos e administrativos – 1997 até presente data no Colégio Sant" Ana 2) Serviços técnicos especializados ENDEREÇO: R: Ricardo Wagner, 360 CEP: 84035220 Ponta Grossa Paraná Email: [email protected] NOME:Eliane Santos Raupp CPF: 671316549-49 RG: 3768679-8 OEX:SC TITULAÇÃO Graduação ÁREA DE INSTITUIÇÃO ANO CONCENTRAÇÃO CONCLUSÃO Licenciado em /Universidade 1994 Português Federal de Sergipe Mestrado Lingüístia UEm 2002 108 EXPERIÊNCIA DOCENTE: 1)Ensino Fundamental e Médio 2 Ensino Superior: UEPG 5) Ensino Superior: Instituto Superior de Educação Sant`Ana PRODUÇÃO CIENTÍFICA: 1)Trabalhos completos publicados em eventos científicos 2) Artigos ENDEREÇO: R: Diolando João Pedro Scremin,28 Ponta Grossa CEP: 84030-730 Paraná Email: [email protected] NOME: Rosemeri T. H. Nogueira CPF: 0169503496 RG: 3626416-0 TITULAÇÃO OEX:Pr ÁREA DE INSTITUIÇÃO CONCENTRAÇÃO ANO CONCLUSÃO Graduação Letras UEPG 1996 Pós Graduação Ling. Port. e Literat UEPG 1998 Arte IBPEX 2002 Educação UEPG 2006 Mestrado EXPERIÊNCIA DOCENTE: 1)Ensino Médio e fundamental: rede pública e privada desde 1995 2)Ensino Superior: Assistente Normal Superior com Mídias Interativas – UEPG 2001 e 2002 109 3) Faculdade de Castro – Curso de Letras desde 2003 até presente data 4) Ensino Superior: Instituto Superior de Educação Sant`Ana –2005 PRODUÇÃO CIENTÍFICA: Apresentação de trabalhos em eventos científicos 1) Concepção de linguagem dos alunos egressos do Curso de Letras. 2) Concepção sistêmica triádica do cérebro e o processo de ensino aprendizagem da leitura e escrita – 2004 – PUC/PR 3) Letramento e concepção sistêmica triádica do cérebro – 2004 – UEPG 4) Viagem pelo mundo das palavras – 2004 – UEPG 5) Leitura de imagem – 2003 - UEPG ENDEREÇO: R: Balduino Taques 1477 ap:12 CEP: 84010-050 Ponta Grossa Paraná Email: [email protected] 4.3. Quadro resumo dos docentes NOME FORMAÇÃO TITULAÇÃO CH DISCIPLINA semanal 2006/2 Graça Ane Hauer Lic. Pedagogia Anfilo Esp. Psicologia da Ed. 7h em -Pesquisa da e Supervisão e sala Prática Pedagógica orientação escolar 2h TCC -Fund. Jovens e Pedagogia Adultos Mestrado Educação - Introdução à Pesquisa Susana Soares Lic. Pedagogia Tozetto Esp. Alfabetização 20h IES -Pesquisa da Mestrado Educação 5h sala Prática Pedagógica Doutoranda em 2hTCC TCC Esp. Alfabetização 9h sala - Estágio Curric Mestrado Educação 10 h -Pesquisa da Educação Mariléia Filipkonski Lic. Pedagogia 110 Marisa Marques Lic. Pedagogia Ribeiro coord Prática Pedagógica estagio -Organização do 4h Trabalho projeto Pedagógico 2h TCC -Met alfabetização Esp. Psicologia 10h sala - -Estágio Curric Escolar 4hTCC - Currículos e Mestrado Educação Programas I -Didática I -Fund. Epistemo da Pedagogia Ademir Nunes Lic Filosofia Gonçalves Esp. em Educação 6hsala -Filosofia Geral Mestre em Educação -Filosofia Da Doutorando em Educação Educação -Politicas Maria Elganei Lic. Pedagogia Esp. Psicologia da Ed. 6hsala - Fundamentos e Maciel Educação e Supervisão e 2hTCC Metodologia Do Vilmarise Pessoa Lic. Psicologia orientação escolar Ensino Ciências Pedagogia Naturais Mestrado em -Avaliação Educação Educacional Esp. Psicologia da Ed. 4hsala -Psicologia Geral Mestrado Educação 4hTCC -Psicologia Da Educação Claudia Fuga Pedagogia Esp. Psicologia 3hsala Met. Ensino Ciências Humanas Lic. História Ana Claudia Urban Maria do Socorro Scorsin Lic. em História Esp. Educação: 7hsala -História da fundamenyos e 4hTCC Educação metodologia - História da Mestrado Educação Educação Brasileira Doutoranda em -Pesquisa da Educação Prática Pedagógica – Esp. em História do 6hsala -Sociologia Geral Paraná 2hTCC -Sociologia Da Mestrado em Ciências Educação Sociais Aplicadas -Educação e Trabalho 111 Eliane S. Raupp Lic. Letras Esp. Teoria Literária 4hsala Mestrado Lingüística 2hTCC - -Met. Ling. Portuguesa Julio César Stadler Administração Esp. Em Markting 3hsala Informática Nei Alberto Salles Lic Ed. Física Esp. Ed Física Escolar 3hsala -Recreação e Jogos Mestre Educação 4hTCC -Gestão Esp. Arte 6hsala -Arte e Educação Mestre em Educação 4hTCC -Comunicação Filho Rosemeri Lic. Letras Nogueira Lingüística -Curriculo II Vera L. Martiniak Pedagogia Especialista em 6h aula Gestão Serviço Social Esp. Em Educação Neves da Educação Infantil Mestre em Educação Márcia Habibb -Fundamentos -Didática II 4h aula Especial Quadro Resumo da Titulação Dos Docentes Titulação N º de docentes Graduação - Especialização 03 Mestrado 09 Doutorando 04 TOTAL 16 -Fundamentos da Educação Inclusiva 112 NOME Graça Tempo mag. Tempo Tempo Tempo Tempo Superior ensino no na Mag. Básico curso IES Ane 4 19 2 2 19 Susana Soares 10 20 2 2 24 Tozetto anos anos anos anos anos Marileia 4 anos 20 2 anos 2 nos 20 Hauer Anfilo Filipkonski Marisa anos anos 3 13 2 2 13 Nunes 4 12 3 3 12 26 3 3 26 7 3 3 19 18 1 18 18 não 6 meses 6 meses Não 20 4 4 20 12 3 anos 12 anos 12 anos 4 1 1 4 10 1 10 10 Marques Ribeiro Ademir Gonçalves Maria Elganei 8 anos Maciel Vilmarise 19 Pessoa Claudia Ruivo 1 Fuga Márcia H.Abib 6 meses Neves Ana Claudia 5 Urban Maria do 3 anos Socorro anos Scorsin Eliane S. 4 Raupp Julio Stadler César 1 113 Nei Alberto 12 8 1 1 12 3 12 1 12 12 L. 2 14 2meses 2meses 14 Salles Filho Rosemeri Nogueira Vera Martiniak