MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
Projeto Pedagógico do curso de
Licenciatura para a Educação
Profissional e Tecnológica
Agosto de 2010
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA RIO GRANDE DO SUL
Campus Rio Grande
Projeto Pedagógico do curso de Licenciatura para
a Educação Profissional e Tecnológica
Diretor Geral do IFRS - Campus Rio Grande – Osvaldo Casares Pinto
Diretor de Ensino do IFRS - Campus Rio Grande – Marcos Barros de Souza
ELABORAÇÃO: Cleiva Aguiar de Lima
Luis Humberto Ferrari Loureiro
Márcia Cristina Souza Madeira Malta Pinto
Paulo Valério Saraçol
Patrícia Anselmo Zanotta
Viviani Rios Kwecko
Rio Grande – Agosto de 2010
2
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Tipo: Licenciatura
Modalidade: Presencial
Denominação do curso: Licenciatura para a Educação Profissional e
Tecnológica
Habilitação: Licenciado em disciplinas específicas da formação profissional
Local de oferta: IFRS – Campus Rio Grande
Turno de funcionamento: Integral
Tempo de integralização: Dois anos (quatro semestres)
Número de vagas: 30 (trinta)
Periodicidade de oferta: Bienal
Carga horária total: 1.200 horas
Mantida: IFRS
Corpo dirigente do Campus Rio Grande:
Diretor Geral do IFRS Campus Rio Grande – Osvaldo Casares Pinto
0 ( ) 53 32 33 86 03 – [email protected]
Diretor de Ensino do IFRS Campus Rio Grande – Marcos Barros de Souza
0 ( ) 53 32 33 87 11 – [email protected]
Data: Agosto de 2010
3
SUMÁRIO
1. Apresentação ...............................................................................................................
5
2. Caracterização do Campus ........................................................................................
5
3. Justificativa para a oferta da licenciatura .................................................................
7
4. Objetivo .........................................................................................................................
8
5. Perfil do Licenciado .....................................................................................................
9
6. Público Potencial .........................................................................................................
9
7. Forma de Ingresso .......................................................................................................
9
8. Organização Curricular ...............................................................................................
10
9. Componentes curriculares, atividades e tópicos transversais ...............................
11
10. Avaliação da Aprendizagem .....................................................................................
22
11. Estágio Curricular ......................................................................................................
22
12. Trabalho de Conclusão de Curso ............................................................................
23
13. Instalações, Equipamentos e Biblioteca .................................................................
23
14. Corpo Docente ...........................................................................................................
23
15. Titulação do licenciado .............................................................................................
24
16. Referências .................................................................................................................
25
4
1. Apresentação
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande
do Sul – Campus Rio Grande (IFRS – Campus Rio Grande) propõe a abertura
de um curso superior intitulado Licenciatura para a Educação Profissional e
Tecnológica.
O oferecimento desta licenciatura objetiva formar docentes para atuar
na Educação Profissional. Este curso proporcionará a construção de
conhecimento
específico
na
Educação
Profissional
por
meio
da
problematização das dimensões da didática: humana, técnica e político-social.
2. Caracterização do Campus
A Licenciatura para a Educação Profissional e Tecnológica será
oferecida pelo IFRS - Campus Rio Grande, na cidade do Rio Grande, situada a
sudoeste da desembocadura da Lagoa dos Patos, no estado do Rio Grande do
Sul. A instituição tem sua origem no Colégio Técnico Industrial (CTI), criado em
1964 junto a Escola de Engenharia Industrial.
Os primeiros cursos técnicos de nível médio, equivalentes à atual
modalidade de ensino integrado, foram: Eletrotécnica Industrial e Refrigeração
Industrial e Doméstica. Posteriormente passaram a ser denominados Técnico
em Eletrotécnica e Técnico em Refrigeração e Ar Condicionado. Esses cursos,
além das disciplinas profissionalizantes, contemplavam disciplinas da formação
geral.
Em 1969, a Universidade Federal do Rio Grande (FURG), incorporou o
CTI, a Escola de Engenharia Industrial e outras faculdades existentes na
cidade.
Em 1987, foi criado junto ao CTI o curso Técnico de Processamento de
Dados, posteriormente denominado de Técnico em Informática e, em 1998,
criados os cursos de Técnico em Geomática e Técnico em Enfermagem.
Em 2007, o CTI aderiu ao Programa de Integração da Educação
Profissional Técnica de Nível Médio na Modalidade de Educação de Jovens e
Adultos (PROEJA), oferecendo o Curso Técnico em Refrigeração e Ar
Condicionado.
5
Desde 2008, em parceria com a FURG, o CTI oferece o curso de nível
superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas e, a partir
de 2009, os cursos: Tecnologia em Refrigeração e Climatização e Tecnologia
em Eficiência Energética em Edificações.
Em 2010, com a reestruturação da Educação Profissional, o CTI
passou a integrar a rede do Instituto Federal de Educação, Ciências e
Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS), desvinculando-se da FURG.
As modalidades de ensino oferecidas1 são:
a - Qualificação Profissional
Cursos de qualificação profissional do programa de formação continuada:
Mídias na Educação, na modalidade à distância, destinado a professores
da rede de ensino; cursos do Programa de Mobilização da Indústria
Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp).
b - Educação à distância
Cursos de educação profissional através do Núcleo de Educação à Distância
(Nead) e do Programa Escola Técnica Aberta do Brasil (E-Tec Brasil).
c - Ensino técnico integrado ao ensino médio
- Curso técnico em Eletrotécnica;
- Curso técnico em Refrigeração e Climatização;
- Curso técnico em Automação Industrial;
- Curso técnico em Geoprocessamento;
- Curso técnico em Informática para Internet.
d - Ensino subsequente
- Curso técnico em Eletrotécnica;
- Curso técnico em Refrigeração e Climatização;
- Curso técnico em Automação Industrial;
- Curso técnico em Enfermagem;
- Curso técnico em Geoprocessamento.
e - PROEJA – Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com
a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos.
1
Disponível em www.riogrande.ifrs.edu.br
6
- Curso técnico em Eletrotécnica;
- Curso técnico em Refrigeração e Climatização;
- Curso técnico em Automação Industrial;
- Curso técnico em Geoprocessamento.
f - Ensino Tecnológico - Graduação
- Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas;
- Tecnologia em Eficiência Energética em Edificações;
- Tecnologia em Refrigeração e Climatização.
3. Justificativa para a oferta da licenciatura
A proposta de uma Licenciatura para a Educação Profissional e
Tecnológica se justifica a partir de razões pedagógicas. A especificidade do
ensino profissional exige que se pense nas concepções deste ensino. No
entanto, ainda são poucos os cursos que articulam a formação tecnológica com
a formação pedagógica e por isso ocorre carência de professores para atuar
nas
disciplinas
profissionalizantes.
Na
Educação
Profissional
atuam
engenheiros, arquitetos, administradores e outros bacharéis que exercem a
docência sem que haja uma formação específica, e assim na Educação
Profissional atuam professores sem a habilitação legal em sua grande maioria.
Por conta desta necessidade, a oferta de cursos de licenciatura
contempla a Lei No 11.892, de 29 de dezembro de 2008. Em seu artigo 7o a Lei
estabelece os objetivos dos Institutos Federais, entre os quais “ministrar cursos
em nível de educação superior” através de “licenciaturas, bem como programas
especiais de formação pedagógica, com vistas à formação de professores para
a educação básica, sobretudo nas áreas de Ciências e Matemática, e para a
Educação Profissional”. Essa legislação visa sanar um problema estrutural que
existe no sistema educacional brasileiro, especialmente nas instituições que
oferecem a Educação Profissional.
No IFRS – Campus Rio Grande, a situação não é diferente das demais
instituições que oferecem Educação Profissional. A maioria dos docentes que
atuam nesta modalidade de ensino não possui licenciatura ou especialização
na área pedagógica, o que mostra a demanda de uma licenciatura para a
7
Educação Profissional a fim de proporcionar uma formação pedagógica aos
docentes das disciplinas específicas.
Com base no exposto, o Instituto se propõe a oferecer uma licenciatura
para atender à região, com a formação de docentes para atuar em disciplinas
profissionalizantes. Entende-se que, em decorrência da expansão do ensino
profissional, haverá uma demanda reprimida, com carência de profissionais
com essa formação. Assim, se vislumbra o interesse de profissionais
graduados com intenção de atuar como docentes na Educação Profissional.
Acredita-se, portanto, que é preciso intensificar a compreensão da identidade
profissional na docência atendendo a demanda gerada pela expansão da rede,
identidade essa a ser construída e fundamentada a partir dos saberes da
prática na Educação Profissional.
A proposta do curso se apóia em Machado (2008, p. 15) quando
aponta que:
[...] as licenciaturas têm sido apontadas como absolutamente
essenciais por serem o espaço privilegiado da formação docente
inicial e pelo importante papel que podem ter na profissionalização
docente, para o desenvolvimento de pedagogias apropriadas às
especificidades da educação profissional, o intercâmbio de
experiências no campo da educação profissional, o desenvolvimento
da reflexão pedagógica sobre a prática docente nesta área, o
fortalecimento do elo entre ensino-pesquisa-extensão, pensar a
profissão e as relações de trabalho e de poder nas instituições
escolares, a responsabilidade dos professores, etc.
Assim, além de habilitar novos licenciados, o curso poderá possibilitar
aos
professores
em
serviço
a
formação
continuada
e
permitir
a
reflexão/problematização da sua prática docente na Educação Profissional.
4. Objetivo
A Licenciatura para a Educação Profissional e Tecnológica tem por
objetivo proporcionar formação pedagógica na Educação Profissional a partir
da problematização das trajetórias pessoais e profissionais, das teorias sobre
as práticas educativas e das teorias sobre avaliação da aprendizagem, visando
o desenvolvimento de propostas para intervenção no campo específico da
Educação Profissional.
8
5. Perfil do Licenciado
O curso de Licenciatura para a Educação Profissional e Tecnológica do
IFRS – Campus Rio Grande, no contexto de uma instituição pública, deve
proporcionar uma formação profissional que contribua nas práticas educativas
dos envolvidos. Para isso pressupõe-se uma abordagem pedagógica que
considere:
● a compreensão dos paradigmas que orientam a Educação Profissional;
● a constituição de sujeitos críticos em relação a sua atuação docente, suas
trajetórias e os desafios atuais na Educação Profissional, considerando as
relações entre Ciência, Tecnologia e Sociedade;
● o desenvolvimento de profissionais conscientes das exigências éticas e da
relevância social dos conhecimentos, habilidades e valores construídos no
mundo e no contexto da Educação Profissional;
● o incentivo a formação de um profissional autônomo, cooperativo, crítico e
compromissado com a Educação Profissional articulada com a realidade
social;
● a valorização da trajetória do aluno para compreender a importância da
Educação Profissional a partir de sua realidade;
● o entendimento da importância da educação permanente em virtude da
incompletude de sua formação;
● a construção dos saberes pedagógicos para a aproximação entre teoria e
prática, escola e mundo da vida.
6. Público Potencial
Graduados com formação nas áreas de atuação do IFRS e que atuem
ou pretendam atuar como docentes na educação profissional.
7. Forma de Ingresso
A seleção dos candidatos será realizada mediante um processo que
valorize a trajetória profissional dos candidatos, e em conformidade com o
Edital de Abertura. Será exigido dos candidatos graduação em áreas que
9
permitam sua atuação como docente na Educação Profissional ou graduação
em outras áreas desde que esteja exercendo a docência na área profissional
pretendida.
8. Organização Curricular
A licenciatura será organizada em três módulos, distribuídos em quatro
semestres, compostos por conteúdos e tópicos transversais a perpassarem
cada módulo.
O módulo I, NÚCLEO CONTEXTUAL – TRAJETÓRIAS, trabalhado no
primeiro semestre, contemplará conhecimentos sobre a Educação Profissional,
considerando a estrutura e a legislação. Será considerada a trajetória de cada
licenciando, a partir da qual serão abordados os conteúdos. Neste módulo será
iniciado o estágio com acompanhamento da sala de aula da Educação
Profissional e elaborada uma parte do trabalho de conclusão de curso: a
trajetória do professor na Educação Profissional.
O módulo II, NÚCLEO ESTRUTURAL – PROBLEMATIZAÇÃO DOS
CONTEÚDOS CURRICULARES, trabalhado no segundo e terceiro semestres
contemplará discussões sobre a compreensão dos processos de ensino e de
aprendizagem, relacionados aos conhecimentos específicos do campo
tecnológico e sobre a didática na Educação Profissional. Os temas discutidos
estarão articulados com a realidade do ensino profissional do IFRS em que os
licenciandos estarão acompanhando aulas na sua especificidade profissional.
Será dada continuidade ao estágio na Educação Profissional e elaborada uma
parte do trabalho de conclusão de curso: a sala de aula na Educação
Profissional.
O Módulo III, NÚCLEO INTEGRADOR – ORGANIZAÇÃO DA SALA DE
AULA E AVALIAÇÃO, trabalhado no quarto semestre, intensificará os
conhecimentos que levem a ação reflexiva sobre a sala de aula na Educação
Profissional e sobre a avaliação da aprendizagem. As discussões integrarão a
proposição de práticas pedagógicas e de avaliação, a finalização do estágio e
do TCC.
10
Quadro 1 – Organização Curricular
CARGA HORÁRIA (horas)
MÓDULOS
NÚCLEO CONTEXTUAL –
TRAJETÓRIAS
NÚCLEO ESTRUTURAL –
PROBLEMATIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS CURRICULARES
NÚCLEO INTEGRADOR –
ORGANIZAÇÃO DA SALA DE AULA E AVALIAÇÃO
CARGA HORÁRIA (horas)
Semestre
Presencial
TCC*
Distância
Estágio
Total
I
108
54
38
50
250
II e III
216
108
76
200
600
IV
108
54
38
150
350
432
216
152
400
1200
* Horários de orientação para elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso.
9. Componentes curriculares, atividades e tópicos transversais
Quadro 2 – Módulo I: Núcleo Contextual – I Semestre
NÚCLEO CONTEXTUAL – TRAJETÓRIAS
COMPONENTE
CURRICULAR
1. Educação a Distância
EMENTAS
CARGA
HORÁRIA
Plataforma Moodle: possibilidades do
ambiente virtual no processo ensino e
aprendizagem.
26 horas
(presencial e
a distância)
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAPRON, Harriett L., JOHNSON, J.A. Introdução à informática. 8ª ed. São Paulo:
Pearson/Prentice Hall, 2004.
GIUSTA, Agnela e FRANCO, Iara. Educação à distância: uma articulação entre a
teoria e a prática. Belo Horizonte: MG: PUC Minas Virtual, 2003.
LÉVY, Pierre. Cibercultura. Trad. Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Ed. 34, 1999.
MEIRELLES, Fernando de Souza. Informática,
microcomputadores. São Paulo: Makron Books,1994.
novas
aplicações
com
MOORE, Michel G. Educação à distância: uma visão integrada. São Paulo:
Thomson, Learning, 2007.
2. História da Educação
Profissional
Concepções de Educação na história da
educação brasileira. História da formação
de professores. Educação Contemporânea.
Introdução e objetivos da Educação
Profissional. A Educação profissional na
primeira
metade
do
século
XX.
Desenvolvimentismo
nos
anos
50.
Tecnicismo e tecnocracia nos anos 60 e 70.
Educação profissional e redemocratização.
Globalização, Neoliberalismo e Revolução
Tecnológica.
40 horas
(presencial e
a distância)
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
11
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da Educação e da Pedagogia: Geral e
Brasil. São Paulo: Moderna, 2006.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática
educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
GADOTTI, Moacir. Concepção dialética da educação: um estudo introdutório.
São Paulo: Cortez, 2006. 15ª ed.
LOPES, Eliane Marta Teixeira; FILHO, Luciano Mendes de Faria; VEIGA, Cynthia
Greive.(org.) 500 anos de educação no Brasil. Belo Horizonte: Autêntica, 2000.
MANFREDI, Silvia Maria. Educação profissional no Brasil. Rio de Janeiro: Cortez,
2003.
3. Fundamentos da
relação entre trabalho e
educação
Relação entre trabalho e educação, em
seus aspectos: históricos, filosóficos,
científicos,
políticos,
econômicos
e
culturais. Massificação e conscientização.
Educação como prática para a liberdade.
20 horas
(presencial e
a distância)
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
2006. 29ª ed.
FRIGOTTO, Gaudêncio, CIAVATTA, Maria, RAMOS, Marise (orgs). Ensino médio
integrado: Concepções e contradições. São Paulo: Cortez, 2005.
GADOTTI, Moacir. Concepção dialética da educação: um estudo introdutório.
São Paulo: Cortez, 2006. 15ª ed.
KUENZER. Acácia. Ensino médio: construindo uma proposta para os que vivem
do trabalho. São Paulo: Cortez, 2000.
OLIVEIRA, Maria Rita Sales. Mudanças no mundo do trabalho: acertos e
desacertos na proposta curricular para o ensino médio. Diferenças entre
formação técnica e tecnológica. Educação e sociedade, n. 70, abr, 2000.
4. Produção de saberes no
e sobre o trabalho
O paradoxo: mundo do trabalho X mercado
de trabalho. Ideologia, relações de poder,
cultura. Neoliberalismo e Globalização.
Trabalho e classes sociais.
20 horas
(presencial e
a distância)
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMPOS, Casemiro de Medeiros. Saberes
professores. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.
docentes
e
autonomia
dos
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005. 45ª ed.
GADOTTI, Moacir. Concepção dialética da educação: um estudo introdutório.
São Paulo: Cortez, 2006. 15ª ed.
OLIVEIRA, Maria Rita Sales. Mudanças no mundo do trabalho: acertos e
desacertos na proposta curricular para o ensino médio. Diferenças entre
formação técnica e tecnológica. Educação e sociedade, n. 70, abr, 2000.
TARDIF, Maurice. Saberes docentes & formação profissional. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2002.
12
5. Políticas e legislação da
educação profissional
Concepção de Política e Políticas
educacionais. LDB-Educação Lei 9394/96.
PNE. FNDE. Catálogo Nacional dos Cursos
Superiores de Tecnologia. Programa Brasil
Profissionalizado. E-Tec. SINAES. ENEM.
Políticas de financiamento da educação.
40 horas
(presencial e
a distância)
PROEJA.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRASIL. Ministério da Educação. Lei 9394 de 1996 - Lei de Diretrizes e Bases da
Educação.
FRIGOTTO, Gaudêncio (org.). Educação profissional e tecnológica: memórias,
contradições e desafios. Campos de Goytacazes/RJ: Essentia Editora, 2006.
LIBÂNEO, José Carlos. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. São
Paulo: Cortez, 2007.
MANFREDI, Silvia Maria. Educação profissional no Brasil. Rio de Janeiro: Cortez,
2003.
SHIROMA, Eneida Oto, et al. Política educacional. Rio de Janeiro: DP&A, 2004, 3ª
edição. Maria Célia de Moraes, Olinda Evangelista – Coleção: O que você precisa
saber sobre.
ATIVIDADES PRÁTICAS
Estágio I
Observação da sala de aula da Educação
Profissional; acompanhamento de um
professor na Educação Profissional.
Atuação na Educação Profissional.
50 horas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARROYO, Miguel. Ofício de Mestre: imagens e auto-imagens. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2000.
MARQUES, Mario Osório. Escrever é preciso: O princípio da pesquisa. Ijuí:
UNIJUI, 2003.
PIMENTA, Selma Garrido (org.). Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2009.
TCC:
escrita narrativa/reflexiva
na formação docente
Escritas sobre trajetórias na/da Educação
Profissional, considerando os tópicos
transversais.
54 horas
(presencial e
a distância)
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DIEZ, Carmen, Lúcia Fornari e HORN, Geraldo Balduino. Orientações para
elaboração de projetos e monografias. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.
FRANÇA, Junia Lessa. Manual para normalização de publicações técnicocientíficas. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2009.
GHEDIN, Evandro e FRANCO, Maria Amélia Santoro. Questões de método: na
construção da pesquisa em educação. São Paulo: Cortez, 2008.
METRING, Roberte Araújo. Pesquisas científicas: planejamento para iniciantes.
Curitiba: Juruá Editora, 2009.
TRIVINÕS, Augusto Nibaldo Silva. Introdução à pesquisa em Ciências Sociais.
São Paulo: Editora Atlas, 1987.
13
TÓPICOS TRANSVERSAIS




Discussão CTS;
Comunidade aprendente;
Educação Ambiental;
Educação Inclusiva.
Quadro 3 – Módulo II: Núcleo Estrutural – II Semestre
NÚCLEO ESTRUTURAL – Problematização dos conteúdos curriculares
COMPONENTE
CURRICULAR
EMENTAS
1. Conceitos e paradigmas
sobre currículo na
Educação Profissional
Concepções
de
currículo
e
seus
determinantes culturais, históricos, sociais e
tecnológicos.
Teorias
tradicionais.
Currículo, ideologia e poder. Teorias críticas
do
currículo.
Teorias
pós-críticas.
Referenciais Curriculares e Parâmetros
Curriculares Nacionais da Educação
Profissional. Projeto Pedagógico-curricular.
Currículo
integrado:
inter,
trans
e
multidisciplinaridade.
CARGA
HORÁRIA
30 horas
(presencial e
a distância)
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
APPLE, Michael. Ideologia e currículo. Porto Alegre: Artmed, 2006.
COSTA, Marisa Vorraber (org). O currículo nos limiares do contemporâneo. Rio de
Janeiro: DP&A, 2003.
MOREIRA, A. F. (org.). Currículos e Programas no Brasil. 7ª ed. Campinas:
Papirus, 2001.
PADILHA, Paulo Roberto. Currículo intertranscultural: novos itinerários para a
educação. São Paulo: Cortez, 2004.
SILVA, Tomaz. Tadeu. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do
currículo. BH: Autêntica1999.
2. Didática e Educação
Profissional
Educação, instrução e ensino. Identidade
docente na educação profissional. Profissão
professor exigências atuais. Trabalho
coletivo. Interdisciplinaridade.
40 horas
(presencial e
a distância)
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FAZENDA, Ivani (org.). Práticas interdisciplinares na escola. São Paulo: Cortez,
2005. 10ª ed.
PIMENTA, Selma Garrido (org.). Didática e formação de professores: percursos e
perspectivas no Brasil e em Portugal. São Paulo: Cortez, 2000.
VEIGA, Ilma Passos (org.). Lições de didática. Campinas, SP: Papirus, 2006.
VEIGA, Ilma Passos (org.). Repensando a didática. Campinas, SP: Papirus, 2004.
21ª ed. rev. e atual.
14
VEIGA, Ilma Passos (org.). Didática: o ensino e suas relações. Campinas, SP:
Papirus, 1996.
3. Organização e
planejamento da prática
pedagógica na
Educação Profissional
Planejamento Educacional e suas interrelações didático-pedagógico-políticas no
ato de ensino. Tipos de planejamento:
educacional, curricular, de ensino, escolar,
participativo e de aulas. Tipos de planos:
curricular, de aula, de curso, de disciplina,
de ensino, de unidade, escolar, municipal,
nacional de educação. Tipos de projetos: de
ação, educativo e político-pedagógico.
36 horas
(presencial e
a distância)
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GANDIN, Danilo e CRUZ, Carlos Henrique. Planejamento na sala de aula.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2006.
MENEGOLLA, Maximiliano e SANT’ANNA, Ilza Martins. Por que planejar? Como
planejar? Currículo, área e aula: escola em debate. Petrópolis, RJ: Vozes, 2005.
14º ed.
PADILHA, Paulo Roberto. Planejamento dialógico: como construir o projeto
político-pedagógico. São Paulo: Cortez, 2003.
VASCONCELOS, Celso dos S. Planejamento: plano de ensino-aprendizagem e
projeto educativo. São Paulo: Editora Libertad,1999.
VEIGA, Ilma Passos (org.). Projeto político-pedagógico: uma construção possível.
Campinas, SP: Papirus, 1995.
4. Avaliação do processo
ensino-aprendizagem na
Educação Profissional
Avaliação educacional: da aprendizagem e
institucional. Diferentes paradigmas em
avaliação: Tradicionais (hetero, externa,
quantitativa, classificatória e periódica) e
Progressistas (auto, interna, qualitativa,
diagnóstica e permanente).
40 horas
(presencial e
a distância)
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ESTEBAN, Maria Teresa (org.). Avaliação: uma prática em busca de novos
sentidos. Petrópolis, RJ: DP et al, 2008.
ESTEBAN, Maria Teresa (org.). O que sabe quem erra: reflexões sobre avaliação
e fracasso escolar. Rio de Janeiro: DP & A, 2001.
HOFFMANN, Jussara. Avaliação mito e desafio: uma perspectiva construtivista.
Porto Alegre: Mediação, 2003.
LUCKESI, Cipriano. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez, 2005.
ROMÃO, José Eustáquio. Avaliação dialógica: desafios e perspectivas. São Paulo:
Cortez, 2003.
ATIVIDADES PRÁTICAS
Estágio II
Observação da sala de aula da Educação
Profissional; acompanhamento de um
professor na Educação Profissional.
Atuação na Educação Profissional.
100 horas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALVES, Nilda e OLIVEIRA, Ines Barbosa de. (org). Pesquisa no/do cotidiano das
15
escolas: sobre as redes de saberes. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.
ARROYO, Miguel. Ofício de Mestre: imagens e auto-imagens. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2000.
MARQUES, Mario Osório. Escrever é preciso: o princípio da pesquisa. Ijuí:
UNIJUI, 2003.
PIMENTA, Selma Garrido (org.). Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2009.
TCC:
escrita narrativa/reflexiva
na formação docente
Escritas sobre trajetórias na/da Educação
Profissional, considerando os tópicos
transversais.
54 horas
(presencial e
a distância)
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DIEZ, Carmen, Lúcia Fornari e HORN, Geraldo Balduino. Orientações para
elaboração de projetos e monografias. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.
FRANÇA, Junia Lessa. Manual para normalização de publicações técnicocientíficas. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2009.
GHEDIN, Evandro e FRANCO, Maria Amélia Santoro. Questões de método: na
construção da pesquisa em educação. São Paulo: Cortez, 2008.
METRING, Roberte Araújo. Pesquisas científicas: planejamento para iniciantes.
Curitiba: Juruá Editora, 2009.
TRIVINÕS, Augusto Nibaldo Silva. Introdução à pesquisa em Ciências Sociais.
São Paulo: Editora Atlas, 1987.
TÓPICOS TRANSVERSAIS




Discussão CTS;
Comunidade aprendente;
Educação Ambiental;
Educação Inclusiva.
Quadro 4 – Módulo II: Núcleo Estrutural – III Semestre
NÚCLEO ESTRUTURAL – Problematização dos conteúdos curriculares
COMPONENTE
CURRICULAR
5. Educação inclusiva
EMENTAS
Educação
inclusiva:
trajetória
e
concepções. Políticas e legislações sobre a
Educação Inclusiva no Brasil. Inclusão em
espaços
educativos.
Respeito
às
diferenças: étnico-raciais, de gêneros,
classes sociais, religiões, necessidades
especiais, escolhas sexuais e faixa etária.
CARGA
HORÁRIA
50 horas
(presencial e
a distância)
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BASÍLIO, Cavalieri Bazílio e KRAMER, Sônia. Infância, educação e direitos
humanos. São Paulo: Cortez, 2003.
BRASIL. Ministério da Educação. Lei 9394 de 1996 - Lei de Diretrizes e Bases da
Educação.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática
16
educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
PARRA, Maria Letícia de Vasconcelos. O currículo escolar para uma escola
inclusiva. Belo Horizonte, MG: Fundac - BH, 2007.
6. Fundamentos do
PROEJA e Educação
Popular
Trajetória da EJA no Brasil. A EJA frente às
Políticas Públicas e o compromisso com a
sociedade. Questões cognitivas, culturais,
geracionais e de gênero. Metodologias de
ensino-aprendizagem em EJA. Processo de
mudança social e conscientização.
50 horas
(presencial e
a distância)
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam.
São Paulo: Cortez, 2006. 48ª ed.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática
educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da indignação: cartas pedagógicas e outros escritos.
São Paulo: Editora UNESP, 2000.
PICONEZ, Stela. Educação escolar de jovens e adultos. Campinas, SP: Papirus, 2002.
7. Libras
Introdução à Língua de Sinais: uma
introdução visual com sua gramática.
Alfabeto manual. Diálogos com estruturas
afirmativas, negativas, interrogativas e
exclamativas. Expressões de quantificação
e intensidade. Adjetivação. Descrição.
Narrativa
básica.
Tempo:
presente,
passado e futuro. Lugares. Advérbios e
preposição.
46 horas
(presencial e
a distância)
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOTELHO, C. Segredos e silêncios na educação dos surdos. Belo Horizonte:
Autêntica, 1998.
CICCONE, M. Comunicação total – Introdução, estratégia, a pessoa surda. Rio de
Janeiro: Cultura Médica, 1990.
FERNANDES, E. Linguagem e surdez. Porto Alegre: Artmed, 2003.
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam.
São Paulo: Cortez, 2006. 48ª ed.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática
educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
ATIVIDADES PRÁTICAS
Estágio II
Observação e acompanhamento da gestão
educacional:
processos
pedagógicos
administrativos e financeiros. Atuação na
Educação Profissional.
100 horas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA, Laurinda Ramalho de. PLACCO, Vera Maria Nigro de Souza (orgs.).
17
O coordenador pedagógico e o espaço da mudança. São Paulo: edições Loyola,
2001.
COLOMBO, Sônia Simões. Gestão educacional: uma nova visão. Porto Alegre:
Artmed, 2004.
FERREIRA, Naura Syria Gaspareto e AGUIAR, Márcia Angela. Gestão da educação:
impasses, perspectivas e compromissos. São Paulo: Cortez, 2008.
GANDIN, Danilo. A prática do planejamento participativo. Petrópolis, RJ: Vozes,
1994.
HORA, Dinair Leal. Gestão educacional democrática. Campinas, SP: Alínea, 2007.
TCC:
escrita narrativa/reflexiva
na formação docente.
Escritas sobre trajetórias na/da Educação
Profissional, considerando os tópicos
transversais.
54 horas
(presencial e
a distância)
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DIEZ, Carmen, Lúcia Fornari e HORN, Geraldo Balduino. Orientações para
elaboração de projetos e monografias. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.
FRANÇA, Junia Lessa. Manual para normalização de publicações técnicocientíficas. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2009.
GHEDIN, Evandro e FRANCO, Maria Amélia Santoro. Questões de método: na
construção da pesquisa em educação. São Paulo: Cortez, 2008.
METRING, Roberte Araújo. Pesquisas científicas: planejamento para iniciantes.
Curitiba: Juruá Editora, 2009.
TRIVINÕS, Augusto Nibaldo Silva. Introdução à pesquisa em Ciências Sociais.
São Paulo: Editora Atlas, 1987.
TÓPICOS TRANSVERSAIS




Discussão CTS;
Comunidade aprendente;
Educação Ambiental;
Educação Inclusiva.
Quadro 5 – Módulo III: Núcleo Integrador – IV Semestre
NÚCLEO INTEGRADOR – ORGANIZAÇÃO DA SALA DE AULA E AVALIAÇÃO
COMPONENTE
CURRICULAR
EMENTAS
1. Seminário Integrador
2. Pesquisa em Educação
CARGA
HORÁRIA
80 horas
Paradigmas em Educação: Fenomenologia,
Marxismo, Arquegenealogia, Metodologia
de construção do conhecimento em rede.
Metodologia de pesquisa em educação:
Hermenêutica, Etnografia, Pesquisa-ação,
Estudo(s) de caso(s), História(s) de vida(s)
e Pesquisa Participante.
66 horas
(presencial e
a distância)
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
18
ANDRÉ, Marli Eliza. Etnografia da prática escolar. Campinas, SP: Papirus, 1995.
DEMO, Pedro. Pesquisa participante: saber pensar e intervir juntos. Brasília:
Líber Livro Editora, 2004.
GHEDIN, Evandro e FRANCO, Maria Amélia Santoro. Questões de método: na
construção da pesquisa em educação. São Paulo: Cortez, 2008.
THIOLLENT, Michel. Metodologia da pesquisa-ação. São Paulo: Cortez, 2007.
TRIVINÕS, Augusto Nibaldo Silva. Introdução à pesquisa em Ciências Sociais.
São Paulo: Editora Atlas, 1987.
ATIVIDADES PRÁTICAS
Estágio III
Atuação na Educação Profissional.
150 horas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FERRAÇO, Carlos Eduardo (org). Cotidiano escolar, formação de professores(as)
e currículo. São Paulo: Cortez, 2005. (Série cultura, memória e currículo) V. 6.
TCC:
escrita narrativa/reflexiva
na formação docente
Escritas sobre trajetórias na/da Educação
Profissional, considerando os tópicos
transversais.
54 horas
(presencial e
a distância)
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GERALDI, Corinta, FIORENTINI, Dario e PEREIRA, Elizabete (orgs). Cartografias do
trabalho docente: professor(a) pesquisador(a). Campinas, SP: Mercado das Letras:
Associação de leitura do Brasil – ALB, 1988.
MIGNOT, Ana Chrystina Venâncio e CUNHA, Maria Teresa Santos (org). Práticas de
memória docente. São Paulo: Cortez, 2003.
MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo:
Cortez, 2000.
OLIVEIRA, Valeska Fortes de (org). Imagens de professor: significações do
trabalho docente. UNIJUÍ: 2000.
PORTO, Tânia Esperon. Práticas de ensino: a pesquisa como reflexão na e sobre
a ação docente. Pelotas: Ed. Seiva, 2008.
TÓPICOS TRANSVERSAIS




Discussão CTS;
Comunidade aprendente;
Educação Ambiental;
Educação Inclusiva.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA, Geraldo Peçanha de. Transposição didática: por onde começar? São
Paulo: Cortez, 2007.
ALVES, Rubem. Conversas sobre política. Campinas, SP: Verus, 2002.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. De angicos a ausentes: quarenta anos de educação
popular. Porto Alegre: MOVA – RS; CORAG, 2001.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é método Paulo Freire. São Paulo: Brasiliense,
2005. (coleção primeiros passos, v. 38).
19
CAMBI, Franco. História da Pedagogia. São Paulo: UNESP, 1999.
CARVALHO, Célia Pezzolo de. Ensino Noturno: realidade e ilusão. – 10 ed – São
Paulo: Cortez, 2001.
COLOM, Antoni J. A (des)construção do conhecimento pedagógico: novas
perspectivas para a educação. Porto Alegre: Artmed, 2004.
CORTELLA, Mario Sergio. A escola e o conhecimento: fundamentos
epistemológicos e políticos. São Paulo: Cortez, Instituto Paulo Freire, 2006.
CURY, Carlos Roberto Jamil. LDB: Lei de diretrizes e bases da educação, Lei
9.394/96. Rio de Janeiro: DP&A, 2006.
CURY, Carlos Roberto Jamil. Lei de diretrizes e bases da educação (Lei 9.394/96).
Rio de Janeiro: DP&A, 2002.
DEMO, Pedro. Desafios Modernos da Educação. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.
DEMO, Pedro. Pesquisa e informação qualitativa: aportes metodológicos.
Campinas, SP: 2001.
DEMO, Pedro. Pesquisa: princípio científico e educativo. São Paulo: Cortez, 2006.
DIEZ, Carmen, Lúcia Fornari e HORN, Geraldo Balduino. Orientações para
elaboração de projetos e monografias. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.
ESTEBAN, Maria Teresa (org.). Avaliação: uma prática em busca de novos
sentidos. Petrópolis, RJ: DP et Alli, 2008.
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contradições e mistérios. Tese de Doutorado, UFPR, 2003.
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época). Vol. 23.
GADOTI, Moacir. Escola Cidadã. São Paulo: Cortez, 2006. 11ª. ed. Revista e
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GADOTTI, Moacir. História da idéias pedagógicas. São Paulo: Editora Ática, 2005.
GALIAZZI, Maria do Carmo. Educar pela Pesquisa: Ambiente de Formação de
Professores de Ciências. Ijuí:Unijui, 2004. GOHN, Maria da Glória. Movimentos sociais e educação. São Paulo: Cortez, 2005.
6ª ed. (Coleção Questões da Nossa Época, v. 5).
20
GOODSON, Ivor F. As políticas de currículo e de escolarização: abordagens
históricas. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.
GUIMARÃES, Ana Archangelo (org.). O coordenador pedagógico e a educação
continuada. São Paulo: Loyola, 1998.
HERNANDEZ, Fernando, VENTURA, Montserrat. A Organização do currículo por
projetos de trabalho. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
HERNANDEZ, Fernando. Transgressão e mudança na educação: os projetos de
trabalho. São Paulo: Artmed, 1998.
LEITE, Sérgio Celani. Escola rural: urbanização e políticas educacionais.
(Questões da nossa época). Vol. 70.
LIBANEO, José Carlos. Democratização da escola pública: a pedagogia críticosocial dos conteúdos. São Paulo: Loyola, 1985.
LOPES, Alice Casimiro e MACEDO, Elizabeth (orgs). Políticas de currículo em
múltiplos contextos. São Paulo: São Paulo: Cortez, 2006.
LÜDKE, Menga e ANDRÉ, Maria.
qualitativas. São Paulo: EPU, 2001.
Pesquisa
em
educação:
abordagens
MACEDO, Elizabeth (org). Criar currículo no cotidiano. São Paulo: Cortez, 2001.
(Série cultura, memória e currículo) V. 1.
MEIRIEU, Philippe. O cotidiano da escola e da sala de aula: o fazer e o
compreender. Porto Alegre: Artmed, 2005. (Trad. Fátima Murad)
METRING, Roberte Araújo. Pesquisas Científicas: planejamento para iniciantes.
Curitiba: Juruá, 2009.
MOREIRA, A. F. e SILVA, T.T. Currículo, Cultura e Sociedade. São Paulo: Cortez,
1995.
MOREIRA, Antonio Flávio Barbosa Moreira (Org). Conhecimento educacional e
formação do professor: questões atuais. São Paulo: Papirus, 1994.
PADILHA, Paulo Roberto. Planejamento dialógico: como construir o projeto
político-pedagógico. São Paulo: Cortez, 2003.
PETERS, Otto. Didática do ensino a distância: experiências e estágio da
discussão numa visão internacional. São Leopoldo: Editora UNISINOS, 2006.
PIMENTA, Selma Garrido (org.). De professores, pesquisa e didática. Campinas,
SP: Papirus, 2002.
PIMENTA, Selma Garrido (org.). Didática e formação de professores: percursos e
perspectivas no Brasil e em Portugal. São Paulo: Cortez, 2000.
RIBEIRO, João Ubaldo. Política: quem manda, por que manda, como manda. Rio
de Janeiro: Nova Fronteira, 1998.
SAVIANI, Dermeval. Da nova LDB ao novo plano nacional de educação: por uma
outra política educacional. Campinas, SP: Autores Associados, 2002.
SAVIANI, Dermeval. Escola e democracia: teorias da educação, curvatura da
vara, onze teses sobre a educação política. Campinas, SP: Autores Associados,
2006. 38ª Ed. (coleção polêmicas do nosso tempo).
21
SKLIAR, Carlos. Pedagogia (improvável) da diferença e se o outro não estivesse
aí? Rio de Janeiro: Dp&a, 2003. 224 p.
SKLIAR, Carlos et al. (Org.). Educação & Exclusão: Abordagens Sócioantropológicas em Educação Especial. 4. ed. Porto Alegre: Mediação, 2004.
VEIGA, Ilma (org). Docência: uma construção ético profissional. Campinas, SP:
Papirus, 2005.
VEIGA, Ilma (org). Técnicas de ensino: novos tempos, novas configurações.
Campinas, SP: 2006.
XAVIER, Maria Elizabete; RIBEIRO, Maria Luisa e NORONHA, Olinda, Maria.
História da Educação: A escola no Brasil. São Paulo: FTD, 1994.
ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
10. Avaliação da Aprendizagem
A avaliação envolverá o acompanhamento dos docentes sobre a
participação e desenvolvimento do aluno nas atividades propostas pelo
colegiado de professores do módulo. Será considerado aprovado no módulo o
aluno que obtiver esta condição estabelecida pelo colegiado de professores
que atuaram no módulo, a partir dos pareceres descritivos. É exigida a
frequência de, no mínimo, 75%.
São requisitos para a conclusão do curso, além da aprovação nos
módulos e no estágio curricular, a elaboração do Trabalho de Conclusão de
Curso (TCC).
11. Estágio Curricular
O estágio será realizado concomitantemente com o desenvolvimento
dos módulos e envolverá, além das atividades práticas de sala de aula (a
preparação, as aulas e sua avaliação), todas as atividades próprias da vida da
escola, incluindo o planejamento pedagógico, administrativo e financeiro, as
reuniões pedagógicas, os eventos com participação da comunidade escolar e a
avaliação da aprendizagem, assim como toda a realidade da escola,
articulando a ação, a reflexão e o registro.
O estágio deverá ser realizado em instituições que ofereçam a
Educação Profissional e terá a supervisão e orientação, do IFRS – Campus Rio
Grande, a partir de processos dialógicos com os sujeitos envolvidos.
22
12. Trabalho de Conclusão de Curso
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), necessariamente deverá
estar vinculado aos temas relativos à prática docente na Educação Profissional,
devendo ser desenvolvido ao longo dos semestres. Ao final deverá ser
apresentado publicamente.
13. Instalações, Equipamentos e Biblioteca
A estrutura física do IFRS – Campus Rio Grande, instalado na Rua Alfredo
Huch, 475 – bairro centro, ocupa uma área total de 6.862,3 m2, assim distribuída:
Quadro 6 – Estrutura Física do campus Rio Grande
Salas Aula
Local
Pavilhão 3
Pavilhão 4
Pavilhão 5
Pavilhão 7
Pavilhão 9
Pavilhão 10
Pavilhão 12
Biblioteca
Anfiteatro
Ginásio
Total
Sala Prof.
Laboratórios
Sanitários
Quant.
Área
(m2)
Quant.
Área
(m2)
Quant.
Área
(m2)
Quant.
Área
(m2)
10
08
382,4
333,6
02
27,6
03
13
01
40,6
170,2
17,2
02
02
03
69,8
139,4
193,5
26,2
479,6
638,9
48,6
13,4
27,6
6,6
44,0
48,7
01
10
08
02
02
04
01
11
06
02
6,8
03
23
61,8
02
29
86,8
02
02
30
15,6
41,1
01
19
24,1
740,1
343,6
1656,6
203,8
Outras
Quant.
Área
(m2)
04
284,2
21
604,2
01
01
01
07
32
4,5
412,9
674,5
Circulação
Área
(m2)
85,2
82,5
41,4
180,8
131,7
18,8
5,2
1392,3
3372,6
545,6
14. Corpo Docente
O corpo docente da licenciatura será constituído pelos professores do
IFRS – Campus Rio Grande:
DOCENTE
1) Alexandre Jesus da Silva Machado
2) André Bilibo Westphalen
3) Cleiva Aguiar Lima
HABILITAÇÃO
Licenciatura em Matemática – FURG
Formação de Professores de Disciplinas
Especializadas no Ensino do 2º Grau.
Esquema II – CEFET-PR
Doutorado em Educação – UFRGS
Licenciatura em Química – UNICRUZ
Mestrado em Química Inorgânica - UFSM
Licenciatura em Biologia – FURG
Especialização em Bioecologia Aquática –
FURG
Mestrado em Educação Ambiental –
FURG
23
4) Luis Humberto Ferrari Loureiro
5) Márcia Cristina Madeira Malta Pinto
6) Paulo Valério Saraçol
7) Patrícia Anselmo Zanotta
8) Sergio Ricardo Pereira Cardoso
9) Viviani Rios Kwecko
Engenharia Civil – FURG
Especialização em Física – FISC
Mestrado em Educação – UFPEL
Licenciatura em Pedagogia – FURG
Especialização em Educação Brasileira –
FURG
Mestrado em Educação Ambiental –
FURG
Engenharia Mecânica – FURG
Formação de Professores de Disciplinas
Especializadas no Ensino do 2º Grau.
Esquema II – CEFET-PR
Especialização
em
Educação
–
Metodologia do Ensino – UCPEL
Mestrado em Engenharia Oceânica –
FURG
Engenharia Química – FURG
Licenciatura em Química – FURG
Mestrado em Engenharia Química –
UFSC
Licenciatura em História – UCPEL
Especialização em Filosofia Moral e
Política – UFPEL
Especialização em Memória Identidade e
Cultura Material – UFPEL
Mestrado em Educação - UFPEL
Licenciatura em Educação Artística –
habilitação Artes Plásticas – FURG
Especialização
em
Arteterapia
–
URCAMP
Mestrado em Educação – UFPEL
15. Titulação do licenciado
O concluinte do curso receberá diploma e registro profissional
equivalentes à licenciatura plena e estará habilitado para lecionar nas
disciplinas específicas de formação profissional.
No diploma constará o grau de LICENCIADO, no curso Licenciatura em
Educação Profissional.
A habilitação será correspondente ao registro profissional, que
especificará a área de atuação do professor, de acordo com o curso de
graduação que possibilitou o ingresso na licenciatura, ou para a área de
atuação do professor em exercício, quando for o caso, em conformidade com a
área de realização do estágio curricular.
24
16. Referências
BRASIL, Lei No 11.892, de 29 de dezembro de 2008. Diário Oficial da União –
Secção 1, No 253, 30 de dezembro de 2008.
BRASIL, Resolução No 02, de 26 de junho de 1997. Diário Oficial da União –
Secção 1 - p. 14927, 15 de julho de 1997.
Centro Federal de Educação Tecnológica de Bento Gonçalves. Projeto do
Curso de Formação de Professores para os componentes curriculares da
Educação Profissional. Bento Gonçalves: CEFET BG, 2008.
Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais. Programa
Especial de Formação Pedagógica de Docentes. Belo Horizonte: CEFET
MG, 1999.
MACHADO, Lucília Regina de Souza. Diferenciais inovadores na formação
de professores para a educação profissional. Revista Brasileira da
Educação Profissional e Tecnológica / Ministério da Educação, Secretaria de
Educação Profissional e Tecnológica. V. 1, n. 1, (jun. 2008). Brasília: MEC,
SETEC, 2008.
Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Programa Especial de
Formação Pedagógica da UTFPR. Curitiba: UTFPR, 2007.
25
Download

Superior Licenciatura para a Educação Profissional e