LIVRO 2 | FÍSICA 3 Resoluções das Atividades Sumário Aula 6 – Introdução ao estudo da refração da luz ............................................ 1 Aula 9 – Lâminas de faces paralelas .................................................................. 6 Aula 7 – Reflexão total e prismas ...................................................................... 2 Aula 10 – Introdução ao estudo das lentes esféricas ....................................... 7 Aula 8 – Dioptro plano ...................................................................................... 4 Aula 6 Introdução ao estudo da refração da luz Atividades para Sala 01 D Se não é possível observar o tubo de vidro, o índice de refração dos dois é o mesmo ou muito próximo. Se o índice de refração é próximo, a velocidade de propagação no meio também é muito próxima. Seguindo o rigor dos itens e do enunciado, podemos dizer que são iguais. 02 D Como A e D estão no ar, eles apresentam velocidade igual (que é também a maior) e, consequentemente, chegam juntos e antes dos raios B e C. Contudo, no vidro, os raios B e C possuem velocidades diferentes e menores do que a que eles possuíam no ar, sendo a de C menor que a de B. Por isso, B chega antes de C. 03 A I. A luz sofre refração ao atravessar uma lente. II. A observação das cores depende do que vemos e do que não vemos. Em outras palavras, da relexão e também da absorção. III. No ar, a velocidade do som tende a permanecer constante. A mudança na altura (frequência) do som indica mudança também no comprimento da onda sonora. 04 D a) O sistema representa o processo de relexão quando o raio incidente faz com a normal um ângulo maior que o ângulo limite. b) O sistema representa uma refração sem desvio do raio refratado, fato que ocorre quando o índice de refração relativo é unitário. c) O sistema representa uma refração na qual o índice de refração do material é maior que o índice de refração do ar. d) O sistema representa uma refração totalmente atípica em virtude da forma do raio refratado. e) O sistema representa a absorção total do raio incidente, fenômeno totalmente normal. Atividades Propostas 01 D Quando um raio luminoso passa de um meio mais refringente para um meio menos refrigente, ele se afasta da normal. Se a passagem for de um meio menos refrigente para um meio mais refringente, ele se aproxima da normal. 02 A c O índice de refração é deinido como n = , sendo c a v velocidade da luz no vácuo e v no meio em questão. c c c c Se n = ⇒ v = ⇒ λf = ⇒ λ = v n n nf Observamos que o comprimento de onda é inversamente proporcional ao índice de refração. Como n0 < n2 < n4 < n1 < n3, concluímos que λ0 < λ2 < λ4 < λ1 < λ3. 03 A Como nada foi mencionado a respeito das grandezas referentes a essas radiações, é necessário que se tenha memorizado suas propriedades. A tabela a seguir fornece a ordem do espectro visível da luz branca e os comportamentos das grandezas referentes às radiações componentes. As setas indica o sentido crescente da grandeza. Vermelho Alaranjado Amarelo Verde Azul Anil Violeta Velocidade de propagação (exceto no vácuo) Comprimento de onda Frequência Desvio na refração Índice de refração Energia transportada A próxima igura representa o comportamento dos três raios, de acordo com a tabela: menor desvio para o vermelho e maior desvio para o violeta. Pré-Universitário | 1 LIVRO 2 | FÍSICA 3 Vm Ar Água Am θ Vi θ a 08 C Dados: λ = 600 · 10–9 m; nvidro = 1,5. Considerando a velocidade da luz no vácuo c = 3 · 108 m/s, temos: θ b g Assim: a > b > g. n= c λ . Então: = v vidro λ vidro 1, 5 = 3 ⋅ 10 8 3 ⋅ 10 8 ⇒ v vidro = ⇒ v vidro = 2 ⋅ 10 8 m /s 1, 5 v vidro 1, 5 = 600 ⋅ 10 −9 600 ⋅ 10 −9 ⇒ λ vidro = ⇒ λ vidro = 400 ⋅ 10 −9 m λ vidro 1, 5 04 E Dados: u = 108; var = c = 3 · 108 m/s = 3u; sen30° = 0,50; sen45º = 0,71. Aplicando a Lei de Snell: vvidro sen45º = var sen30º ⇒ vvidro (0,71) = 3u (0,5) ⇒ 1, 5 u v vidro = ⇒ vvidro = 2,12 u. 0, 71 09 C A poluição torna as camadas inferiores mais refringentes (mais densas, no caso), provocando um desvio com ângulo cada vez menor com a normal (tendendo a zero). 10 E 05 D 2 io Ra 1 io Ra O ângulo de incidência (i), de relexão (i’) e de refração (r) são todos medidos em relação à normal à superfície. R Então: i = 90º – 55º ⇒ i = 35º O ângulo de relexão é igual ao de incidência: i’ = i = 35º Atmos fe sen r = O raio 1 seria a trajetória sem a atmosfera. Não haveria a refração. 0, 57 = 0, 43 1, 33 Aula 7 06 B 01 C Ou ainda: c c nar · sen i = nágua · sen r ⇒ · sen i = · sen r ⇒ v ar v água 1 1 v · sen i = v · sen r água ar Esse último resultado pode ser aplicado para o som e assim: 1 · sen10º = 355 1 · sen r ⇒ 1.500 1.500 · sen10º = sen r ⇒sen r = 4,23 · sen 10º. 355 Como r é um ângulo agudo, r deverá ser maior que 10º. Dessa forma, o raio 2 traduz melhor o que ocorrerá. 07 D Lei de Snell: n1 · sen θi = n2 · sen θr 2,4 · sen30º = n2 · sen45º ⇒2,4 · 0,5 = n2 · 2 | Pré-Universitário Relexão total e prismas Atividades para Sala Para a óptica, a Lei de Refração (Lei de Snell) é calculada por: nar · sen i = nágua · sen r. ra Vácuo Adotando sen35° = 0,57 e aplicando a lei de Snell, vem: sen i nágua sen35° 1, 33 0, 57 = ⇒ = ⇒ = 1, 33 ⇒ sen r nar sen r sen r 1 Terra 2 ⇒n2 ≅ 1,70 2 )+( )–( )+( )–( )+( )–( )+( )–( )+( )–( )+( )–( Relexão total O asfalto se aquece, aquecendo as camadas de ar próximas a ele; quanto mais baixa a camada, maior a sua temperatura. Por isso a temperatura do ar diminui com a altura da camada. O ar quente sobe, fazendo com que as camadas mais baixas se tornem mais rarefeitas. Portanto, há aumento da densidade com a altura da camada. Consequentemente, o índice de refração também sofre um aumento, sendo as camadas inferiores menos refringentes. A passagem de um raio de uma camada (+) refringente para outra (–) refringente faz com que o raio se afaste da normal na trajetória descendente, fazendo aumentar o ângulo de refração, até atingir o ângulo limite e a relexão total, acontecendo o inverso na trajetória ascendente. LIVRO 2 | FÍSICA 3 02 C 04 B que diminuir o denominador, para que a fração do lado esquerdo ique maior. Portanto, diminuir o índice de refração do líquido. 03 E O ângulo de incidência, tanto para o raio azul quanto para o vermelho, é 45º. Isso significa que o vermelho não ultrapassa o limite, refratando-se, enquanto que o azul ultrapassa o limite e sofre, na face AC, reflexão total. 04 A 1 , nesse caso, em que 1 é o índice N de refração do ar e N, o índice de refração procurado. Núcleo Para que haja a refração, o seno do ângulo tem que ser menor que 45º, nessa situação. 1 2 n > , ou seja, temos Portanto, sen45º < menor ⇒ nlíquido 2 nmaior Interface Capa Como mostra a figura, a fibra tem um núcleo de sílica e uma interface de sílica misturada com outro material de menor índice de refração. O conjunto é protegido por uma capa plástica. Por causa da diferença de índice de refração entre o núcleo e a interface, um feixe de luz fica confinado no interior da fibra e viaja por ela como a água em um cano. O ângulo com que o feixe incide sobre a interface é sempre maior que o ângulo crítico, fazendo com que a luz se reflita totalmente e fique presa no interior do núcleo. Sabemos que sen L = O menor seno (e o menor ângulo limite) correspondem então ao maior N. No gráfico, vidro flint de silicato e luz violeta. 05 A Quanto mais larga for a piscina, maior será a área iluminada pela lâmpada, pois haverá maior abrangência da luz refratada. Atividades Propostas 06 D 01 E a) (F) A distância média de Júpiter ao Sol não muda, e este planeta não possui efeito estufa. Desse modo, a temperatura da superfície do planeta não é alterada. b) (F) O formato da camada gasosa não sofre alteração, pois continua esférico. c) (F) Como o campo gravitacional gerado na superfície de um planeta de massa M e raio R é dado por M g = G ⋅ 2 o campo gravitacional não sofre alterações. R d) (F) A natureza molecular da camada gasosa de Júpiter permanece a mesma. e) (V) A mudança na densidade das nuvens que compõem o planeta faz com que a sua refringência se altere mudando assim as características geométricas da luz refratada por elas. Desse modo, a imagem virtual formada pelas nuvens pode sofrer alterações visuais, fato ocorrido no fenômeno observado. 02 A A curvatura das ondas eletromagnéticas devido a um obstáculo é chamada de difração, contudo, devido à ionosfera ser outro meio, e a onda eletromagnética passar de um meio mais refringente para um meio menos refringente, dependendo da incidência, ocorrerá uma reflexão total. 03 E A condição mínima para que haja relexão total é que: n 1 1 sen L = menor ⇒ sen30° = ⇒ nmaior = =2 0, 5 nmaior nmaior O esquema a seguir ilustra o fenômeno ocorrido. R = 2,26 m Boia N Ar Água i h i H = 2,5 m y Fora de escala Aplicando a Lei de Snell para o dioptro ar-água: nágua sen i = nar sen90° ⇒ 4 1 3 ( ) ⇒ sen i = ⇒ sen i = . sen i = 11 4 3 4 3 Da tabela dada: i = 48,6° ⇒ tg i = 1,13. Mas, da igura: R 2, 26 2, 26 tg i = ⇒ 1,13 = ⇒h= ⇒h=2m h h 1,13 Ainda da igura, a parte visível da haste (y) vale: y + h = H ⇒ y = H – h = 2,5 – 2 ⇒ y = 0,5 m Em valores percentuais: y(%) = 0, 5 50 ⋅ 100 = ⇒ y(%) = 20% 2, 5 2, 5 Pré-Universitário | 3 LIVRO 2 | FÍSICA 3 07 D Para que haja relexão total temos duas condições básicas: o ângulo de incidência, que tem que atender ao fato de ser maior que o ângulo limite, e que o índice de refração do meio de origem seja maior que o do meio de destino dos raios. 08 D Como podemos observar, todos os itens respeitaram o caminho percorrido pela luz, que incide perpendicularmente em uma superfície e refrata (ou seja, não sofre nenhum desvio). A luz não pode sofrer relexão total vindo de um meio menos refringente (ar) para um meio mais refringente (água). Dessa forma, já eliminamos as opções A e B. Ao incidir obliquamente na face que separa o ar da água (face inferior esquerda, na igura), a luz tem que se aproximar da normal (diminuir o ângulo), pois o índice aumenta nessa refração. O único item que ilustra essa informação é o item D. 09 B I. (V) Quanto mais refringente é o meio, maior será o valor de n, menor a velocidade da luz nesse meio e menor será o ângulo de refração, ou seja, quanto maior o índice de refração de um meio, mais o raio de luz se aproxima da normal. Como o menor índice de refração é o da glicerina, possuirá o maior ângulo de refração. II. (F) A justiicativa foi dada em I. n III. (V) O valor do ângulo limite é dado por sen L = menor nmaior (onde quanto maior sen L ⇒ maior valor do ângulo agudo L). Do acrílico para o ar, temos: nar sen L’ = = 1 ⇒ sen L’ = 0,67. nacrílico 1, 490 Do zircônio para o ar, temos: sen L’’= nar = 1 ⇒ sen L’’ = 0,52. nzircônico 1, 920 Como sen L’ > sen L’’ ⇒ L’ > L’’. IV. (F) O índice de refração de um mesmo meio depende da cor da luz monocromática que nele viaja, ou seja, para cada cor ele tem um valor diferente. 02 C De acordo com a teoria estudada, corpos no interior da água serão vistos por quem estiver no ar em um ponto pouco acima da posição verdadeira. Dessa forma, para atingir o peixe devemos mirar um pouco abaixo do ponto em que ele parece estar. 03 E Observador Ar Água Imagem Peixe A igura mostra um raio reletido pelo peixe, que atinge o olho do observador. Ao refratar-se da água para o ar, ele sofre desvio em sua trajetória. O observador vê a imagem do peixe acima de sua posição real. 04 D A ilustração a seguir mostra o porquê do fato de acharmos que uma piscina limpa é mais rasa do que realmente é. Para isso, usamos a mesma explicação do fato de acharmos que um peixe está mais perto da superfície do que realmente está. 10 A A temperatura do ar em diferentes altitudes faz com que haja mudança nos calores assumidos pelo índice de refração, justiicando dessa forma os desvios observados. Aula 8 Dioptro plano Atividades para Sala Ar n' Água n Imagem 01 C Como se trata de um dioptro plano, temos: D nágua 2, 6 1, 33 = ⇒ = ⇒ d ≅ 1, 95 m d nar d 1 4 | Pré-Universitário p' p p' Objeto p S LIVRO 2 | FÍSICA 3 Atividades Propostas 01 A De acordo com a igura a seguir, o peixe real está em uma posição abaixo daquela vista pelo observador. Ar Água Imagem Peixe real Note que, devido à refração, caso o índio mire no rabo da imagem do peixe, ele poderá acertar a cabeça do animal. 02 B (F) Segundo a Teoria da Dualidade, em alguns fenômenos a luz comporta-se como onda (onda-partícula). (F) O meio determina a velocidade de propagação da luz. (V) A luz proveniente da colher, para chegar até seus olhos, passa da água para o ar; com a refração há mudança na direção de propagação. (F) Meios diferentes; velocidades diferentes. (V) Refração é exatamente a mudança no meio de propagação da onda. 03 A Chamando o cão de ponto C e o peixe de ponto P, temos: • Imagem do peixe vista pelo cão. P’ P P' = imagem do peixe. Note que, do meio mais refringente para o menos refringente, a imagem tem uma aproximação aparente. • Imagem do cão vista pelo peixe 04 A A luz é, de fato, mais lenta na água do que no ar, como afirmou Bruno. Entretanto, Tomás errou ao pensar que a frequência da luz se altera na refração. 05 E O “pisca-pisca” das estrelas no céu noturno é causado por turbulências na atmosfera da Terra. A imagem de uma estrela é basicamente um ponto de luz no céu. Quando a atmosfera se agita, a luz emitida por uma estrela sofre um efeito de refração e é desviada em diversas direções. Por isso, a imagem da estrela sofre leves alterações de brilho e posição, por isso parece estar “piscando”. Essa é uma das razões que tornam o super-telescópio Hubble tão eficiente: em vez de estar situado na superfície da Terra, ele orbita no espaço, por cima da atmosfera terrestre, driblando a refração da luz e obtendo assim imagens mais nítidas. 06 C Para um dioptro plano, vale a expressão: 4 nágua dreal 2m = ∴3 = ∴ daparente = 1, 5 m nar daparente 1 daparente 07 D O peixe real se encontra em uma posição abaixo daquela que o observador enxerga. Portanto, o índio deverá jogar sua lança em direção a posição IV. 08 C a) (F) As estrelas cintilam porque a luz muda de direção ao passar por camadas diferentes da atmosfera. O fenômeno é refração. b) (F) Ao mudar de meio, ou seja, refratar, a luz sofre mudança obrigatória na velocidade, mas a frequência não. c) (V) A refração da luz nos dá essa sensação. d) (F) Isso se deve à refração da luz e não da relexão. e) (F) Isso se deve à relexão total. 09 E Um raio de luz que sai do peixe, ao passar da água para o ar, sofre refração. Como o índice de refração da água é maior que o do ar (Lei de Snell, n1 · sen θ1 = n2 · sen θ2), o pescador será atingido por um raio que siga o caminho BEP (veja a figura a seguir). P E C’ C P A C’ = Imagem do cão. Note que, do meio menos refringente para o mais refringente, a imagem tem um afastamento aparente. B Pré-Universitário | 5 LIVRO 2 | FÍSICA 3 Dessa forma, o pescador verá o peixe a uma profundidade menor do que a profundidade real. Por outro lado, o raio laser apontado na direção PEA terá sua direção desviada pela refração, indo atingir o peixe na posição B. Por isso, para atingir o peixe, Marcos deverá apontar o feixe de laser na direção da imagem, situada na posição A. 10 A A ilustração a seguir nos mostra que, com a piscina cheia, o pássaro poderá ver a pedra durante um intervalo de tempo maior que o intervalo de tempo que a veria se a piscina estivesse vazia. 04 A I. (V) Se a luz voltou ao mesmo meio, voltará a ter a mesma velocidade e o mesmo ângulo com normal. II. (F) Os ângulos com a normal têm que ser iguais, pois a luz está no mesmo meio. III. (V) Observar a explicação do item II. IV. (F) Observar a explicação do item I. V. (V) O raio incidente e o raio refletido em uma superfície polida são simétricos em relação à normal (eixo perpendicular à face inferior). Atividades Propostas Trajetória do pássaro 01 A Pedra Sabendo que a água é um meio mais refringente que o ar, temos: î r̂ Aula 9 Lâminas de faces paralelas Atividades para Sala 01 A Uma janela de vidro é um ótimo exemplo de lâmina de faces paralelas. Os objetos do outro lado da janela sempre poderão ser vistos porque sempre haverá algum ângulo de incidência relativo à normal e maior que 0° para o qual haverá refração. Existem também raios refletidos, mas sempre existe também algum raio refratado, que passará pela janela. Vale ressaltar que, para haver reflexão total, o raio deve ir do meio mais refringente para o meio menos refringente e, além disso, o ângulo de incidência deve ser maior que o ângulo limite. r̂ î 02 D c Da definição de índice de refração n = , fica claro que v o índice de refração de um meio (n) e a velocidade de propagação da luz nesse mesmo meio (v) são grandezas inversamente proporcionais. Se ndiamante > nvidro > nar, podemos afirmar que: vdiamante < vvidro < var. A partir do gráfico, vê-se que v3 < v2 < v1. Por associação: meio 3 = diamante meio 2 = vidro meio 1 = ar 03 B Observe o trajeto feito pelo raio luminoso: 02 E Quando um raio de luz incide obliquamente em uma superfície, ele sofre mudança na direção, na qual é restabelecida ao retornar para o meio de origem. 03 D Como o índice de refração do vidro é maior que o da água, a luz nele tem velocidade menor, ou seja, a velocidade varia do seguinte modo: vágua → vvidro → vágua. Como vvidro < vágua, o gráfico que mostra a variação correta é o da letra D. 6 | Pré-Universitário a θ 1 23 4 Os ângulos 1 e 2 são iguais (alternos internos). Os ângulos 2 e 3 são iguais (relexão). Os ângulos 3 e 4 são iguais (alternos internos). Portanto: LIVRO 2 | FÍSICA 3 uma imagem virtual. Basta seguirmos os conceitos desenvolvidos no estudo das lentes esféricas. 1 = 2 = 3 = 4 nA . sen θ = nV . sen 1 ⇒ θ = α, pois 1 = 4 nA . sen α = nV . sen 4 08 A 04 D O fenômeno descrito no enunciado da questão é chamado de continuidade óptica, segundo o qual o índice de refração do vidro é igual ao índice de refração do líquido. Desse modo, podemos afirmar que não há refração do vidro para o líquido ou vice-versa. Analisando as proposições, tem-se: a) (F) A difícil distinção ocorre em virtude da continuidade óptica, pois nesse fenômeno parece que o vidro e o líquido são constituídos opticamente do mesmo material. b) (F) Conforme foi dito, não há refração entre o vidro e o líquido. c) (F) Como não há refração nesse caso, todas as características ondulatórias associadas à luz permanecem constantes do vidro para o líquido ou vice-versa. d) (V) Conforme comentários anteriores. e) (F) A velocidade nos dois meios em questão é a mesma. 05 A No problema é citado que n0 < n1 < n2. Esquematicamente, temos: As únicas opções possíveis de uma sequência de refrações estão contidas nas figuras 1 e 2, pois o desvio apresentado na figura 3, na refração de I para II, não existe. O que a figura 4 traz é impossível de acontecer: um raio que chega oblíquo não refrata sobre a normal. As figuras 5 e 6 “furam” a condição de reflexão no espelho plano: ângulo de incidência = ângulo de reflexão. 09 C A luz que vem da parte do corpo das nadadoras, que está no ar, é desviada ao penetrar na água e não converge para a câmara, principalmente porque a superfície da água está agitada e, com isso, temos uma refração difusa. 10 D Cada cor corresponde a uma frequência, e para cada uma há um comprimento de onda específico, que por sua vez um índice de refração correspondente. Dessa forma, cada um sofrerá um deslocamento paralelo particular. Introdução ao estudo das lentes Aula 10 esféricas Atividades para Sala n0 n1 n2 n0 06 D Calculando o ângulo de refração: nar sen ˆi = nv sen rˆ ⇒ 1 ⋅ sen60° = 3 ⋅ sen rˆ ⇒ 3 1 = 3 ⋅ sen rˆ ⇒ sen rˆ = ⇒ rˆ = 30 0° 2 2 Logo, o desvio lateral é dado por: d=e⋅ d= ˆ sen(iˆ − r) 2 ⋅ sen(60º − 30º) = cos rˆ cos30 º 2 3 2 ⋅ sen 30 º 2 cm = ⇒ d= 3 3 3 2 07 B Quando a imagem de um objeto real é observada por meio de uma lâmina de faces paralelas, ela é vista direita, em relação ao objeto; dessa forma, caracteriza-se como 01 C Os conceitos de côncavo e convexo nos acompanham desde o 9o ano, quando somos apresentados formalmente ao gráico representativo da função do 2o grau: a parábola, que pode ter a concavidade para cima ou para baixo. Ou seja a parte côncava é a “ boca” da parábola. Por meio desse breve comentário, queremos dissociar a necessidade do estudo prévio aprofundado de lentes, para a compreensão do que se pede. Foi dito no enunciado que o formato da gota ajuda a queimar a folha, então é porque está havendo uma concentração dos raios. E, da representação da gota, temos que uma face é plana e a outra é convexa. Portanto, plano-convexa. 02 E Se, na parte superior, temos uma imagem direita e reduzida, temos um caso de espelho convexo ou uma lente divergente ou de bordas grossas. Já na parte inferior, temos uma imagem ampliada e direita, e neste caso, podemos ter uma lente convergente ou um espelho côncavo. 03 D A vela é um objeto real e a imagem projetada também é real. Formam imagens reais de objetos reais somente lentes convergentes e espelhos esféricos côncavos. É sensato Pré-Universitário | 7 LIVRO 2 | FÍSICA 3 70 cm Objeto 04 C Os três raios são corretos, pois satisfazem perfeitamente as propriedades dos raios luminosos ao passarem pelas lentes esféricas convergentes. Atividades Propostas 01 C 8 cm 4 cm F’ 80 cm 80 cm Analisando a formação da imagem formada pelos raios de luz emitidos pelo objeto, neste caso foram utilizados o raio que emerge do objeto paralelamente ao eixo principal e o raio que atinge o centro óptico da lente, conseguimos obter a imagem, conforme igura a seguir. 8 cm O≡ O F Imagem De acordo com as medidas fornecidas, o centro óptico (O) da lente divergente coincide com o ponto focal imagem da lente convergente. As trajetórias dos raios de luz, ao atravessarem as duas lentes, estão representadas a seguir. Os triângulos em destaque são congruentes. Logo: R = 4 cm Lente considerar que o aluno esteja no ar, assim o índice de refração do meio é menor que a lente. Nessa condição, a lente biconvexa é convergente. O F F’ R=? 02 B A lente é convergente (bordas inas) e o objeto está entre o foco e a lente e, traçando os raios de luz, a imagem estará mais próxima de Q. Lente Analisando a igura, teremos uma imagem: virtual, pois foram utilizados os prolongamentos dos raios refratados pela lente, direita e maior que o objeto. 05 A Somente lente convergente conjuga imagem real para um objeto real. 06 A Foco Foco P Q R S o Lente divergente imagem sempre: menos direita e virtual i1 03 B A partir da figura fornecida no enunciado, observa-se que a lente forma uma imagem direita (portanto virtual), e aumentada. Trata-se, dessa forma de uma lente convergente, com o objeto localizado entre o foco principal objeto e a lente. 04 D Por meio das informações do enunciado: lente convergente, posição do objeto (70 cm) e distância focal (80 cm), conseguimos montar esta figura: 8 | Pré-Universitário F Afastando a lente a imagem diminui o i2 F i2 < i1 LIVRO 2 | FÍSICA 3 07 E Chamamos de refração ao fenômeno da mudança de meio. 08 A Conforme estudamos nos casos de formação de imagens em lentes convergentes, se a imagem passa a ser invertida é porque ela é real e para isso a lâmpada (objeto) estará situada além do foco da lente, e a imagem se encontrará entre a lente e o olho do observador. 09 B Para a finalidade em questão, há a necessidade de uma lente convergente (lente de bordas finas no ar), ou seja, a lente a ser utilizada seria a II. 10 A Para que a imagem seja projetável, ela precisa ser real. Imagens virtuais não podem ser projetadas. O espelho convexo E2 e a lente divergente L1 conjugam imagens virtuais, logo, não resolvem a situação proposta pela questão. Pré-Universitário | 9