15/08/2015 ESTRUTURA GERAL DO ÁTOMO QUÍMICA GERAL 1 ATOMÍSTICA NÚCLEO - Prótons: p1+ - Nêutrons: n1o ELETROSFERA - Elétrons: eo- 1) NÚMERO ATÔMICO Corresponde ao número total de prótons presente no núcleo do átomo. Tem um valor característico para cada tipo de elemento e é representado pela letra Z. Carbono: Z = 6 Enxofre: Z = 16 Urânio: Z = 92 Professor: Ramon Lamar 2) NÚMERO DE MASSA Corresponde ao número total de partículas que possuem massa (prótons e nêutrons) em um átomo. É representado pela letra A. A=Z+N número de massa número de nêutrons 3) CARGA ATÔMICA E CARGA IÔNICA 3) CARGA ATÔMICA E CARGA IÔNICA Em um átomo, o número de prótons é igual ao número de elétrons, sendo assim o átomo é neutro. Se as quantidades de prótons e elétrons não forem iguais o átomo apresentará uma carga resultante positiva ou negativa, neste caso é chamado de íon. Cátion: íon positivo Exemplo: Na+ Ânion: íon negativo Exemplo: Cl- número de prótons ATENÇÃO: N = A - Z ATENÇÃO: CARGA NUCLEAR É A CARGA DO NÚCLEO = +Z ÁTOMO NEUTRO: 3 PRÓTONS E 3 ELÉTRONS = 0 1 15/08/2015 3) CARGA ATÔMICA E CARGA IÔNICA 3) CARGA ATÔMICA E CARGA IÔNICA 4) SÍMBOLOS ATÔMICOS A Z ÂNION: 3 PRÓTONS E 4 ELÉTRONS = -1 4) SÍMBOLOS ATÔMICOS 1 H 1 átomo de hidrogênio 23 Na 11 32 S 16 2- átomo de sódio sulfeto ou íon enxofre carga atômica (ou iônica) X CÁTION: 3 PRÓTONS E 2 ELÉTRONS = +1 ESPÉCIE 56 26 40 20 31 Fe Ca P 15 2+ 3- H2O - HCO3 prótons elétrons nêutrons 26 26 30 20 18 20 15 18 16 10 10 8 31 32 30 5) ISÓTOPOS: São átomos do mesmo elemento (mesmo Z) que diferem pelo número de massa (A diferente). EXEMPLOS: 1 H 1 11 C 6 2 H 1 12 C 6 3 1 13 H C 6 14 6 C 2 15/08/2015 IMPORTÂNCIA DOS ISÓTOPOS 2 1 14 6 235 92 D Presente na água pesada C Datação de materiais U Reatores nucleares MODELOS ATÔMICOS 6) MASSA ATÔMICA: 6) MASSA ATÔMICA: É a Média Aritmética Ponderada dos números de massa dos diversos isótopos de um elemento. 24 24 24 24 24 24 24 25 25 25 EXEMPLO: O magnésio existe na natureza na forma de dois isótopos: 24Mg = 70% dos átomos de magnésio 25Mg = 30% dos átomos de magnésio 10 MA = (24 x 70) + (25 x 30) 100 = 24,3 u = 24,3 u 01. Gregos (Demócrito e Leucipo) 02. Rutherford "A matéria é formada de pequenas partículas indivisíveis denominadas átomos." (a = não + tomo = parte) O modelo de Rutherford é baseado na interpretação do experimento onde partículas alfa (42+) bombardeiam uma fina folha de ouro. 0 + + 0 partícula O experimento foi idealizado e feito inicialmente por Geiger e Marsden, porém a sua interpretação coube a Rutherford. Leucipo Demócrito 3 15/08/2015 “EXPERIMENTO DE RUTHERFORD” “EXPERIMENTO DE RUTHERFORD” ZnS Pb ZnS Au Pb Po “EXPERIMENTO DE RUTHERFORD” ZnS Au Pb Po Po O polônio é um emissor de partículas alfa, indicadas pela fluorescência do ZnS. O átomo deve ser maciço. Como as partículas alfa atravessam uma fina folha de ouro, devem fazê-lo sem sofrer grandes desvios. Estranhamente aparecem alguns pontos de fluorescência em outras regiões do anteparo. “EXPERIMENTO DE RUTHERFORD” “EXPERIMENTO DE RUTHERFORD” “EXPERIMENTO DE RUTHERFORD” Au Pb ZnS Po ZnS Au Pb Po ZnS Au Pb Po + Portanto, algumas partículas alfa estão desviando e até mesmo ricocheteando na folha de ouro. Esse não é um comportamento esperado para a matéria constituída de átomos maciços. Então o átomo não deve ser maciço. + 4 15/08/2015 “EXPERIMENTO DE BÖHR” 02. Rutherford 03. Niels Böhr "Toda massa e carga positiva do átomo se concentram em uma região central muito pequena denominada núcleo.” Böhr concentrou seus estudos na emissão de energia pelos átomos. Analisando os espectros luminosos emitidos pelo gás hidrogênio obteve o espectro descontínuo que foi analisado utilizando a Teoria da Quantização de Energia de Max Planck. "Em torno do núcleo giram partículas negativas em alta velocidade (os elétrons).” "A maior parte do volume do átomo é constituída de espaço vazio." Böhr ESPECTROS DESCONTÍNUOS H 6563 H 4861 Hg Planck "Os elétrons não possuem todos a mesma energia.” "Conforme a energia que possuem eles distribuídos em níveis em torno do núcleo.” 6000 6234 6152 5790 5770 4000 5000 5461 FENDA FONTE DE LUZ 03. Niels Böhr H H 4340 4101 H 7000 ESPECTRO PRISMA 4358 ENERGIA CRESCENTE + estão "Os elétrons só emitem energia quando passam de níveis mais energéticos (externos) para níveis menos energéticos (internos)." K L M N O P Q ENERGIA (CALOR, LUZ...) 4078 4047 + 7000 6000 5000 4000 LUZ 5 15/08/2015 03. Niels Böhr 03. Niels Böhr 04. Mecânica Quântica ou Ondulatória "Os elétrons não possuem todos a mesma energia.” "Conforme a energia que possuem eles distribuídos em níveis em torno do núcleo.” estão "Os elétrons não descrevem órbitas, e sim orbitais. Orbital é a região do espaço onde é mais provável encontrar um elétron." "Os elétrons só emitem energia quando passam de níveis mais energéticos (externos) para níveis menos energéticos (internos)." "Os elétrons concêntricas." EXPLICAÇÃO PARA A EMISSÃO DE ENERGIA ESTRUTURA DA ELETROSFERA descrevem órbitas circulares e ÓRBITAS # ORBITAIS As observações de Böhr a respeito do espectro descontínuo do Hidrogênio, levaram à conclusão da existência dos níveis de energia. Sete níveis são suficientes para explicar a estrutura da eletrosfera de todos os elementos conhecidos. Cada nível (camada) suporta um máximo de elétrons conforme o quadro abaixo: ENERGIA CRESCENTE + NÚCLEO Posteriormente, Sommerfeld observa que as raias espectrais não são únicas, mas sim subdivididas em raias menores ainda, indicando a possibilidade de transição eletrônica não só entre os níveis, mas também entre regiões dos níveis (subníveis s, p, d e f ). Böhr 1913 (transições entre níveis) Sommerfeld 1916 (transições entre subníveis) K L M N O P Q 6 15/08/2015 Cada subnível, por sua vez seria dividido em orbitais cuja forma era definida pela função de onda dos elétrons. Cada orbital, independente do seu tipo, comporta no máximo 2 elétrons. Subnível s 1 orbital s Subnível p 3 orbitais p Subnível d 5 orbitais d Subnível f 7 orbitais f y Cada orbital p possui a forma de “halteres”. O orbital s é o de forma mais simples, sendo esférico. Os outros orbitais possuem forma mais complexa. Os elétrons giram em torno do próprio eixo, em sentidos contrários. SPIN = sentido de rotação São três orbitais p no espaço, dispostos sobre os eixos x, y e z. z x Considerando tudo isso, cada nível tem determinados tipos de subníveis, conforme sua capacidade de comportar elétrons. Usamos a representação s2, p6, d10 e f14 para indicar as capacidades máximas de cada subnível. A investigação do valor da energia de cada subnível reservou mais uma surpresa: não havia uma obediência exata à ordem de energia dos níveis. Linus Pauling construiu um diagrama que facilita a visualização dessa ordem de energia: DIAGRAMA DE ENERGIA DOS SUBNÍVEIS, DE LINUS PAULING horário anti-horário Energia 7 15/08/2015 m Faça a distribuição eletrônica por subníveis e níveis para as seguintes espécies: 11Na 16S 2- 28Ni 3+ 8 15/08/2015 LOCALIZAÇÃO DOS ELEMENTOS NAS COLUNAS ALTAS DA TABELA PERIÓDICA 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2 3 3 3 3 3 3 4 4 4 4 4 4 5 5 5 5 5 5 6 6 6 6 6 6 7 7 7 7 7 7 LOCALIZAÇÃO DOS ELEMENTOS NAS COLUNAS ALTAS DA TABELA PERIÓDICA 2 8 8 8 8 8 8 16S 3Li 13Al 14Si 10Ne Use a regra do octeto apenas para elementos de colunas altas (A) da tabela periódica. É o poder de combinação de um átomo. Existem 4 maneiras fundamentais de se determinar a valência de um elemento: 1) Regra do octeto 2) Regra do dueto 3) Método comparativo algébrico 4) Casos especiais NÚMERO DE ELÉTRONS NO ÚLTIMO NÍVEL REGRA DO OCTETO: Valência é o número de elétrons que um átomo perde ou ganha para atingir a estabilidade. Em geral a estabilidade é alcançada com 8 elétrons no último nível (nível de valência). Em átomos pequenos a estabilidade pode se dar com 2 elétrons no último nível. VALÊNCIA Cada maneira é usada conforme o tipo átomo em estudo ou a informação disponível. REGRA DO DUETO: Valência é o número de elétrons desemparelhados que um átomo possui em seu nível de valência. Elétrons podem ser excitados e promovidos para subníveis mais energéticos dentro do nível de valência, obtendo-se assim outras valências. 8O 17Cl 6C Use a regra do dueto apenas para ametais. MÉTODO COMPARATIVO ALGÉBRICO: A valência com que um elemento se apresenta em um composto é calculada descobrindo-se seu número de oxidação. Para tanto, precisamos conhecer alguns números de oxidação: H = +1 O = -2 Coluna I A: +1 Coluna II A: +2 Alumínio: +3 Determine a valência do fósforo nas espécies: HPO CaHPO HPO 24 2 7 3 4 9 15/08/2015 CASOS ESPECIAIS: Algumas valências, especialmente de metais de transição, devem ser memorizadas. DECANTAÇÃO CROMATOGRAFIA DA GASOLINA ELETROFORESE DECANTAÇÃO E FILTRAÇÃO TRATAMENTO DE ÁGUA COLETOR GRAVITACIONAL DNA FINGERPRINT (impressão digital do DNA) vítima CROMATOGRAFIA DA GASOLINA FRAGMENTOS LEVES sêmen FRAGMENTOS PESADOS Suspeito 1 Suspeito 2 Suspeito 3 condutor gel 10 15/08/2015 DNA FINGERPRINT (impressão digital do DNA) Mãe Filho Pai 1 Pai 2 11