SOCIEDADE UNIVERSITÁRIA REDENTOR
FACULDADE REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL
PROJETO PEDAGÓGICO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM
ENGENHARIA MECÂNICA
Paraíba do Sul / RJ
2015
1
Conselho Superior:
Heitor Antonio da Silva
Presidente
Cláudia Regina Boechat Silva
Conselheira
Luís Adriano Pereira da Silva
Conselheiro
Organização Acadêmica:
André Raeli Gomes
Diretor de Graduação
Fabiana Pereira Costa Ramos
Procuradora Institucional
Glênio Fernando Daniel
Coordenador do Curso de Engenharia de Mecânica
Elaborado (2013) por:
Glênio Fernando Daniel (Coord.)
Amanda Camerini Lima
Frederico Muylaert Margem
Niander Aguiar Cerqueira
Silvio Figueiredo Gomes Júnior
Atualizado (2013) por:
Glênio Fernando Daniel (Coord.)
Amanda Camerini Lima
Frederico Muylaert Margem
Niander Aguiar Cerqueira
Victor Barbosa de Souza
Revisado por:
André Raeli Gomes
Fabiana Pereira Costa Ramos
Cláudia Regina Boechat Silva
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
2
Sumário
Item
1.
1.1.
1.1.1.
1.1.2.
1.1.3.
1.1.4.
1.1.5.
1.1.6.
1.1.7.
1.1.8.
1.1.8.1.
1.1.8.2.
1.1.8.3.
1.1.9.
1.1.9.1.
1.1.9.2.
2.
3.
3.1.
3.2.
3.3.
3.3.1.
3.3.2.
3.3.3.
3.3.4.
4.
4.1.
4.2.
4.3.
4.4.
4.5.
4.6.
4.7.
4.8.
4.9.
4.10.
5.
6.
6.1.
6.2.
6.3.
Descrição
Pág.
Introdução
Perfil Institucional
Identificação
Localização da SUR
Estrutura Organizacional
Localização da Faculdade Redentor de Paraíba do Sul
Estrutura Organizacional da Faculdade Redentor de
Paraíba do Sul
Breve Histórico da IES
Inserção Regional
Áreas de atuação
No Ensino de Graduação
Na Extensão
Nos Projetos de Iniciação Científica
Tecnologia da Informação e Comunicação
Apoio às Atividades-Fim: Ensino e Produção Científica
apoio ao Ensino
Apoio às Atividades-Meio: Administrações Acadêmica,
de Pessoal, Financeira e de Material
Justificativas para a Implantação de um Curso de
Engenharia Mecânica
Ambiente Socioeconômico do Estado do Rio de Janeiro
População
Perfil Econômico
Município de Paraíba do Sul/ RJ
História da Região
Caracterização do Município
Mercado de Trabalho
Educação
Missão da Faculdade Redentor de Paraíba do Sul
Visão
Finalidades
Diretrizes Pedagógicas
Objetivos
Metas
Áreas de Atuação Acadêmica
Responsabilidade Social
Compromisso com os alunos, os parceiros e a
sociedade
Políticas de Ensino
Políticas de Extensão
Programas de Pós-Graduação na Área de Engenharia e
Tecnologia
Curso de Engenharia Mecânica
Fundamentação da Proposta
Contexto Educacional
Objetivos do Curso de Engenharia Mecânica
05
07
07
08
08
09
09
11
12
14
14
15
16
16
17
19
22
24
25
30
32
32
33
34
37
40
41
41
42
44
45
46
46
48
49
49
50
52
52
53
56
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
3
6.4.
6.5.
6.6.
6.6.1.
6.6.2.
6.6.2.1
6.6.2.2.
6.6.2.3.
6.6.2.4.
6.6.2.5.
6.6.2.6.
6.6.2.7.
6.6.2.8.
6.6.2.9.
6.6.2.10.
6.6.2.10.1.
6.6.2.10.1.1.
6.6.3.
6.6.4.
6.6.4.1.
6.6.4.2.
6.7.
6.7.1.
6.7.2.
6.7.3
6.8
6.9
6.10
6.10.1
6.10.2
6.10.3
6.10.4
6.11
6.11.1
6.11.2
6.11.3
6.11.4
7.
7.1.
7.1.1
7.1.2
7.1.3
7.2
7.2.1
7.2.2
7.2.3
Perfil do Egresso
Número de Vagas
Organização Curricular
Modalidade – Curso de Bacharelado
Estrutura Curricular do Curso de Engenharia Mecânica
Matriz Curricular Curso de Engenharia Mecânica
Carga Horária Mínima e tempo mínimo de integralização
Ementário das disciplinas
Justificativa para inclusão da disciplina de LIBRAS
Plano Acadêmico do Curso de Engenharia Mecânica
Estágios
Trabalho de Conclusão de Curso
Atividades Complementares
Visitas Técnicas
Metodologia
Sistema de Avaliação do Desempenho Curricular
Avaliação da Aprendizagem
Comissão Própria de Avaliação - CPA
Projetos de Extensão
Escritório Escola
INCETEC
Atendimento ao Discente
Condições de Acesso para Portadores de Necessidades
Especiais
CASA – Coordenadoria de Atendimento e Suporte ao
Aluno
Organização Estudantil
Ações Decorrentes do Processo de Avaliação do Curso
Procedimentos de Avaliação do Processo EnsinoAprendizagem
Núcleo Docente Estruturante
Titulação, Formação Acadêmica e Regime de Trabalho
do NDE
Titulação, Formação Acadêmica e Regime de trabalho
do Coordenador do curso
Carga horária de Coordenação de Curso
Composição e funcionamento do colegiado de curso
Corpo Docente
Titulação, Formação Acadêmica e Regime de Trabalho
do Corpo Docente
Número de Alunos Equivalente a Docente Tempo
Integral
Número médio de disciplinas por docente
Plano de Carreira Docente da Faculdade Redentor
Infraestrutura Física e Acadêmica
Descrição Física Atual
Prédio Principal
Anexo 1 – Palacete Barão Ribeiro de Sá
Anexo 2 – Residência Bastos Filho
Infraestrutura Acadêmica
Laboratórios de Informática
Laboratórios Específicos
Biblioteca
61
63
64
66
66
66
71
71
127
128
129
129
131
131
132
133
133
135
136
137
138
139
139
140
148
148
149
150
150
151
151
151
152
152
158
158
159
169
169
171
172
172
173
173
173
170
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
4
7.3.
7.4.
8.
8.1.
8.2.
8.3.
8.4.
8.5.
8.5.1.
8.6.
ANEXOS
A
B
C
D
Periódicos Especializados
Laboratórios Especializados
Requisitos Legais
Coerência dos conteúdos curriculares com as Diretrizes
Curriculares Nacionais – DCN
Estágio Supervisionado
Disciplina optativa de libras
Carga horária mínima e tempo mínimo de integralização
Condições de acesso para portadores de necessidades
especiais
Plano de promoção de Acessibilidade e Inclusão Social
Trabalho de Conclusão de Curso – TCC
183
182
189
189
Regulamento de Estágio dos Cursos de Graduação da
Faculdade Redentor de Paraíba do Sul
Regulamento das Atividades Complementares dos
Cursos de Graduação da Faculdade Redentor de
Paraíba do Sul
Apresentação do Projeto Final
Regimento do Escritório Escola da Faculdade Redentor
de Paraíba do Sul
193
189
189
190
190
191
192
202
210
218
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
Introdução
O Estado do Rio de Janeiro sofre as consequências da migração
campo/cidade. No entanto nos seus municípios é possível se reconhecer
perspectivas de crescimento que apontam para uma sociedade complexa e
heterogênea, do ponto de vista estrutural e de produção. O município de
Paraíba do Sul está inserido na região Centro-Sul Fluminense deste estado.
Possui uma área geográfica correspondente a 580,525 km2.
Além das características topográficas da cidade foi fator determinante
no seu processo de ocupação, a implantação da rede ferroviária e a melhoria
da rede rodoviária, que tem contribuído para o processo de expansão urbana
regional e local, intensificando a produção imobiliária no mercado de habitação
de padrões médio e alto, acelerando desse modo, o aumento populacional.
Sua situação geográfica possibilita intercâmbios e fácil acesso com o
estado vizinho de Minas Gerais e municípios como: Petrópolis, Três Rios,
Vassouras, Paty do Alferes, dentre como outros.
Atualmente, com a expansão econômica advinda pelo aumento do
parque industrial regional e das atividades ligadas ao turismo ecológico,
histórico e rural em cidades vizinhas e em Paraíba do Sul, a cidade vem
recebendo um aumento progressivo de investimentos públicos e privados
oferecendo produtos de acordo com as necessidades locais.
6
Apesar dos avanços percebidos ainda existem muitos desafios a serem
cumpridos e para isso faz-se necessária a participação dos vários setores da
sociedade, inclusive na formação acadêmica superior. Nesta atuação a
Faculdade Redentor de Paraíba do Sul tendo como missão, formar
profissionais éticos e competentes inseridos na comunidade regional, capazes
de construir o conhecimento, promover a cultura e o intercâmbio, a fim de
desenvolver a consciência coletivo/comunitária, na busca contínua da
valorização e solidariedades humanas, será protagonista neste cenário.
O presente projeto pedagógico foi organizado em consonância com os
paradigmas de qualidade, com ênfase na construção de um conhecimento
global, que demarque a generalidade desta profissão, relacionando os
conceitos científicos e valores contemporâneos, como forma de garantir um
modelo educacional eficiente, que responda aos desafios da realidade do
homem nesta sociedade em crescimento.
O projeto permite a implantação e realização do plano acadêmico,
considerando suas atividades fim: o ensino e a extensão, garantindo a
ampliação do conhecimento, a concretização do trabalho acadêmico e a
integração com a comunidade.
Para isso a Instituição implementará a infraestrutura de laboratórios,
salas de aula, salas de estudos e projetos, biblioteca, multimídia e Internet,
objetivando a modernização da estrutura física à aprendizagem contínua e à
formação de uma atitude de investigação permanente para a plena
consolidação do curso.
A Faculdade Redentor de Paraíba do Sul compromete-se com a
qualidade de ensino, tendo em seu quadro doutores, doutorandos, mestres,
mestrandos e especialistas totalmente integrados com todos os detalhes do
projeto educacional e dispostos a contribuir para com a plena realização do
trabalho.
A Sociedade Universitária Redentor - SUR, atua na área do ensino
superior no Estado do Rio de Janeiro, oferecendo aos alunos egressos do
ensino médio uma oportunidade de desenvolvimento intelectual.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
7
O Curso de Engenharia Mecânica da Faculdade Redentor de Paraíba do
Sul insere-se num programa de atividades para as áreas das Ciências Exatas.
É nesse contexto que esta Instituição já conta com outros quatro cursos na
área: Engenharia Civil, Engenharia de Produção, Arquitetura e Urbanismo.
O objetivo colimado pela Sociedade Universitária Redentor dotará a
cidade de Paraíba do Sul no Estado do Rio de Janeiro de um Curso de
Engenharia Mecânica, compatível com as exigências modernas impostas pelo
avanço das ciências, visando atender às demandas emergentes por serviços
nesta área.
Assim, ao levar adiante mais essa iniciativa que preside sua atuação, a
Sociedade Universitária Redentor tem certeza de que contou e conta com o
apoio da comunidade e com a aprovação dos órgãos competentes,
comprometidos com a defesa da qualidade do ensino no País.
O curso de Engenharia Mecânica da Faculdade Redentor de Paraíba
do Sul, mantida pela Sociedade Universitária Redentor, possui uma proposta
curricular direcionada para preparar profissionais com uma convergente
formação intelectual conjugada com uma suficiente erudição, em consonância
com o rigor e os métodos exigidos pelas principais instituições de ensino do
país.
O curso pretende preencher, em Paraíba do Sul, a lacuna existente na
formação intelectual caracterizada pela abrangência e versatilidade, sem
deixar de atender a qualificação profissional para o desenvolvimento da
competência no exercício das suas funções específicas.
O plano acadêmico do curso de Engenharia Mecânica, reúne os
conteúdos capazes de promover o aprimoramento da relação ensinoaprendizagem, focalizando a investigação cientifica e a multidisciplinaridade.
1.1 PERFIL INSTITUCIONAL
1.1.1. IDENTIFICAÇÃO:
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
8
A Sociedade Universitária Redentor – SUR - é uma sociedade civil, sem
fins lucrativos, apolítica, de natureza privada, registrada no Registro Civil de
Pessoas Jurídicas – Cartório do 12º Ofício de Niterói - RJ sob o nº 37995,
Protocolo A, registrado sob o nº de ordem 2114 do Livro A-3, com CNPJ n.º
03.596.799/0001-19.
A Sociedade Universitária Redentor – SUR - apresenta uma situação
fiscal e parafiscal regular, conforme documentação pertinente, a qual se
encontra à disposição dos órgãos competentes em seu arquivo: Certidão de
Regularidade do INSS (CND); FGTS: Certidão de Regularidade; PIS: Certidão
Negativa de Dívidas e Protestos expedida por cartório específico; Certidão
Negativa de Débitos de Tributos Municipais, expedida pela Coordenadoria de
Tributos da Prefeitura Municipal de Niterói - RJ; e Certidão de Quitação de
Tributos Federais administrados pela Secretaria da Receita Federal.
1.1.2. LOCALIZAÇÃO DA SUR:
A Sociedade Universitária Redentor – SUR – localiza-se na BR 356,
n°25, Presidente Costa e Silva, Itaperuna, RJ. CEP.: 28300-000 Tel.: (22)
38110111.
1.1.3. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL:
A Sociedade Universitária Redentor – SUR - tem a seguinte estrutura
organizacional:
DIREÇÃO EXECUTIVA:
Presidente
Heitor Antônio da Silva
Vice Presidente
Cláudia Regina Boechat Silva
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
9
1ª Secretária
Zilda Azeredo Boechat da Silva
2ª Secretária
Ana Beatriz Boechat Silva Nunes
Tesoureiro
Luís Adriano Pereira da Silva
1.1.4. LOCALIZAÇÃO DA FACULDADE REDENTOR DE PARAÍBA DO
SUL:
A FACULDADE REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL localiza-se na Rua
Visconde de Paraíba, 26, Centro, Paraíba do Sul / RJ, CEP: 25850-970.
1.1.5. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA FACULDADE REDENTOR
DE PARAÍBA DO SUL:
A FACULDADE REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL terá a seguinte
estrutura organizacional:
DIREÇÃO ADMINISTRATIVA E ACADÊMICA:
Diretor Geral
Heitor Antônio da Silva
Vice-Diretora Geral/ Diretora de Recursos Humanos
Cláudia Regina Boechat Silva
Diretor de Operações e Finanças
Luís Adriano Pereira da Silva
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
10
Diretor de Graduação
André Raeli Gomes
Diretor de Pós Graduação
Vitor Hugo Vidal Rangel Júnior
Coordenador de Arquitetura e Urbanismo
Artur Rodrigues Pereira Júnior
Coordenadora de Engenharia Civil
Fernanda Rangel de Azevedo de Paula
Coordenador de Engenharia de Produção
André Raeli Gomes
Coordenador de Engenharia Mecânica
Glênio Fernando Daniel
Coordenador de Serviço Social
Marco Antônio Pedro Vieira
Procuradora Institucional
Fabiana Pereira Costa Ramos
Secretária Geral
Michelliny Corrêa Tavares
Controller
Leandro Muniz Neves
Bibliotecária
Rúbia Christina Lopes Ribeiro
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
11
1.1.6. BREVE HISTÓRICO DA IES
A FACULDADE REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL será mantida pela
SOCIEDADE UNIVERSITÁRIA REDENTOR, Sociedade Civil de direito
privado,
constituída
na
forma
de
associação,
com
fins
puramente
nasceu
da
visão
de
viabilizar
o
educacionais.
A
Sociedade
empreendedores
e
Universitária
educadores
Redentor
com
vocação
para
desenvolvimento significativo das cidades do interior. Com este propósito, esta
entidade, fundada em 1997, foi objeto de consulta sobre a possibilidade de
instalação de uma Instituição de Ensino Superior (IES) na Cidade de Paraíba
do Sul que tivesse alcance microrregional, bem como consultasse atender os
propósitos por ela institucionalizados.
A consulta visando à implantação da Faculdade Redentor de Paraíba
do Sul decorreu da constatação do êxodo das potencialidades culturais, êxodo
esse que consiste no abandono da região pelos jovens com capacidades para
ingresso no Ensino Superior, que após tê-lo concluído, não retornam para
suas cidades de origem, impedindo a inclusão de novas ideias e de
empreendedorismo, o que acaba por manter a maioria das cidades dessa
grande região com o mesmo modelo socioeconômico de meio século atrás.
Com
esta
visão
da
necessidade
foi
possível
pensar
um
empreendimento que viesse redirecionar os rumos da economia e sociedade
desta grande região, cooperando, inclusive, para o desafogar dos meios
urbanos (grandes cidades), tradicionalmente área de imigração. Desse modo,
Paraíba do Sul e região, ainda áreas de emigração, seriam, em breve, área de
imigração e prosperidade.
Para atender os objetivos maiores desta instituição, entre os quais se
pretende promover o progresso do interior, e constando-se que a cidade de
Paraíba do Sul é o município pioneiro da Serra Fluminense, disseminadora de
civilização no que se chamava no século XVIII Sertão da Parahyba, localizado
na Mesorregião do Centro Fluminense e na Microrregião de Três Rios, com
uma população estimada em 50.000 habitantes, ainda apresenta profundas
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
12
necessidades de cursos superiores que respondam pelo seu pleno
desenvolvimento, especialmente nas áreas de saúde e tecnologia, bem como
certos cursos no setor de serviços. Paraíba do Sul desempenhou um
importante papel no desenvolvimento regional, tendo sua ponte centenária
que cruza o rio Paraíba sido construída pelo entusiasta Barão de Mauá. Esta
instituição entende como sendo urgente a abertura de uma Faculdade na
cidade de Paraíba do Sul, que consulte atender tais clamores, implantando
cursos de qualidade e que promovam a melhoria das condições de vida e
propicie qualificação que permita o exercício pleno da cidadania por parte
daquela população.
A consulta visando a implantação da FACULDADE REDENTOR DE
PARAÍBA DO SUL decorre, também, da constatação de que alguns cursos, de
suma importância para o desenvolvimento e para a assistência da região,
ainda apresenta necessidade de atendimentos nas áreas de saúde, educação,
tecnologia, serviços e meio ambiente.
A implantação da Faculdade Redentor em Paraíba do Sul condiz com o
avanço
regional
educacional,
ampliando
desafios
que
comportem
a
participação coletiva, a ética nas relações, o pluralismo de ideias, presentes
no mundo acadêmico, científico, social, econômico e cultural, que permeiam a
cotidianidade de gestores, professores, alunos, funcionários e a comunidade
em geral.
1.1.7. INSERÇÃO REGIONAL
A demanda por educação superior, em um país heterogêneo como o
Brasil, varia muito de região para região e pode ter naturezas muito distintas.
De um lado, estão os jovens saindo dos cursos secundários e buscando as
carreiras profissionais mais tradicionais, para depois buscar seu lugar no
mercado de trabalho. De outro, estão os adultos que decidem estudar depois
de já estarem trabalhando. Essa demanda criou e cria oportunidades de
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
13
acesso a uma parcela maior da população, haja vista a melhoria na qualidade
de vida e, ainda, o aumento da renda do trabalhador.
Paraíba do Sul é um é um município do Estado do Rio de Janeiro,
estando localizado na mesorregião do Centro Fluminense, microrregião de
Três Rios. Está a 138 Km de distância da cidade do Rio de Janeiro, 275m de
altitude, sua população era de cerca 41.084 habitantes. Faz fronteira com os
seguinte
municípios:
Areal,
Belmiro
Braga
(MG),
Comendador
Levy
Gasparian, Paty do Alferes, Petrópolis, Rio das Flores, Três Rios e Vassouras.
Nos diferentes setores da economia, a cidade de Paraíba do Sul, se
destaca:
Setor Primário
O setor agropecuário apresenta-se muito desenvolvido e extremamente
diversificado. A existência de um setor agrícola forte nessa região deve-se à
existência de vastos solos férteis (a terra roxa). Embora o café tenha sido a
força econômica pioneira da ocupação desta região e de seu grande
desenvolvimento econômico, o seu cultivo tem se reduzido cada vez mais
(sendo atualmente a principal área produtora a região do sul de Minas) e,
atualmente intercala-se com outras culturas ou foi inteiramente substituído.
A pecuária também tem grande destaque na região, sendo o seu
rebanho bovino o segundo maior do país. A grande produção de carne bovina
(pecuária de corte) e suína permite a instalação e o desenvolvimento de
frigoríficos e indústrias de laticínios (pecuária leiteira). A criação de aves
(avicultura) e a produção de ovos.
Setor Secundário
A atividade industrial existente é caracterizada pelo extrativismo de
água mineral, dando o título à cidade de Rainhas das Águas. Além disso,
segundo dados do Sebrae (2011) o parque industrial da cidade já conta com
mais de 200 estabelecimentos, tendo sua importância reconhecida com a
criação do Distrito Industrial de Paraíba do Sul, na administração municipal
atual. O projeto ocupará uma área de 60 mil metros quadrados, as margens
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
14
da rodovia BR 393, no bairro de Barão de Angra, com apoio de outras esferas
governamentais e tendo como apoio ao escoamento produtivo as linhas da
Ferrovia Centro Atlântica (FCA) e da MRS Logística.
Setor Terciário
Outra atividade econômica importante na região é o turismo,
principalmente o turismo ecológico, devido a sua hidrografia diferenciada do
Rio Paraíba do Sul e Preto e seu relevo peculiar, caracterizado pelas Serras
Alto da Terra Seca (858 m), do Retiro (800 m), de Cavaru (700 m), do Catete
(535 m). O turismo religioso também se destaca na cidade, que conserva sua
arquitetura da época do Ciclo do Café.
Atualmente Paraíba do Sul é conhecida por suas águas. O Parque das
Águas é um dos pontos turísticos mais visitados. Com registros do século XIX,
o fontanário é um dos pontos prediletos dos turistas. O Parque ficou fechado
por 15 anos e reaberto no ano de 2006, com uma praça de alimentação e
diferentes praças de esporte.
O distrito de Inconfidência, mais conhecido como Sebollas é
reconhecido destino turístico por sua importância histórica, abrigando uma
parte dos restos mortais de Tiradentes. O local foi um dos polos irradiadores
da Inconfidência Mineira e hoje abriga um conjunto arquitetônico histórico de
grande relevância, com grande apelo do turismo rural.
No contexto educacional, o ensino fundamental e médio é atendido por
cerca de 28 estabelecimentos entre públicos e privados.
1.1.8. ÁREAS DE ATUAÇÃO
1.1.8.1. NO ENSINO DE GRADUAÇÃO
A Faculdade Redentor de Paraíba do Sul ministrará os cursos de
Serviço Social, Engenharia Civil, Engenharia Mecânica, Engenharia de
Produção e Arquitetura e Urbanismo.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
15
ÁREAS DE ATUAÇÃO
ACADÊMICA
Serviço Social
Engenharia Mecânica
Engenharia Civil
Engenharia de Produção
Arquitetura e Urbanismo
ÁREA
Saúde
Engenharia
Engenharia
Engenharia
Arquitetura
Nota: áreas de atuação acadêmica foram definidas consoante tabela
de
CLASSIFICAÇÃO INTERNACIONAL EUROSTAT/UNESCO/OCDE – tabela oficialmente
utilizada pelo INEP e pelas IES, a partir do Censo 2000,para classificar todos os cursos
superiores (sequenciais e de graduação, com respectivas habilitações).
1.1.8.2. NA EXTENSÃO
A Faculdade Redentor de Paraíba do Sul dará ênfase à realização de
atividades de extensão abertas à comunidade em geral, considerando que a
ação extensionista é fundamental para o plano pedagógico, e forma com o
ensino a base de sustentação da vida acadêmica, estabelecendo um sistema
necessário de comunicação entre a Instituição e a Comunidade, o que permite
a definição da verdadeira vocação institucional.
A elaboração e execução de um planejamento interdisciplinar,
integrando o ensino, a pesquisa e os programas de extensão, contribuem para
a valorização da relação Comunidade-Instituição, conduzindo o ser humano
ao conhecimento crítico, reflexivo e transformador, indispensável â construção
e ao exercício de uma cidadania plena.
1.1.8.3. NOS PROJETOS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA
A Faculdade Redentor de Paraíba do Sul possuirá vários projetos de
pesquisa com fomento próprio através do Programa de Iniciação Científica,
coordenado pela Comissão Científica da IES.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
16
1.1.9. TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO
Nos serviços administrativos-acadêmicos da Instituição serão utilizados
recursos de informática, permitindo aos departamentos registrar e utilizar
dados que sirvam de orientação à comunidade acadêmica e à sociedade.
GESTÃO ACADÊMICA
Através do sistema de gestão acadêmica ERP (Enterprise Resource
Planning), o WAE, discentes e docentes da IES desfrutarão de uma série de
recursos que auxiliam no cumprimento de suas atividades/demandas diárias.
Este sistema, que é a principal ferramenta tecnológica utilizada para Gestão
da instituição e que engloba e integra todos os seus setores administrativos ao
acadêmico, permite ainda, através de sua versão online ou web, que docentes
lancem seus conteúdos, notas e faltas, bem como disponibilizem materiais
específicos de suas disciplinas diretamente aos seus alunos através do
módulo PROFESSORNET. O sistema poderá ser acessado de qualquer lugar,
a qualquer momento desde que o docente tenha recursos para acessar a
Internet. O discente, por sua vez, além de conseguir visualizar todos os
lançamentos e materiais disponíveis pelos docentes, consegue ainda
consultar sua vida financeira, gerar boletos, abrir solicitações junto a secretaria
acadêmica, retirar boletins de notas dentre outras coisas.
APOIO AO ENSINO PRESENCIAL
Para o apoio do Ensino Presencial, os discentes da Faculdade
Redentor de Paraíba do Sul utilizarão a plataforma Blackboard, através de
acesso a um AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem). Este ambiente permite
uma maior interação entre os discentes e os docentes da IES. Através desta
plataforma, muitas atividades extra-sala de aula podem ser realizadas com a
participação de ambos. Tudo será possível graças a um conjunto vasto de
recursos tecnológicos que poderão ser usados através desta importante
ferramenta que são, por exemplo: fórum de discussões, web-chats,
questionários, vídeo-aulas, materiais para download e ainda a possibilidade do
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
17
recolhimento de atividades executadas por alunos em diversos tipos de mídia
(áudio, texto, imagem e etc). Este ambiente também é utilizado como
Universidade
Corporativa
possibilitando
a
aplicação
de
treinamentos/capacitações/ e programas de atualização para docentes e
demais funcionários da IES quando necessário.
INTEGRAÇÃO ENTRE FERRAMENTA DE APOIO AO ENSINO PRESENCIAL E
O SISTEMA DE GESTÃO
Para maior conforto dos seus usuários os sistemas Blackboard e WAE
se
comunicam
apresentando,
assim,
informações
consolidadas
e
possibilitando aos docentes e discentes maior segurança, confiabilidade e
conforto no acesso das informações. É adotada a filosofia Single Sign
(assinatura única) que permite tanto a docentes quanto discentes acesso às
duas plataformas através de um único perfil (usuário e senha).
1.1.9.1. APOIO ÀS ATIVIDADES-FIM: ENSINO E PRODUÇÃO CIENTIFICA
APOIO AO ENSINO
O impacto da tecnologia no desenvolvimento requer a permanente
atualização das ações acadêmicas, ante as transformações que se sucedem,
principalmente no que diz respeito às técnicas, às ciências, às organizações e
ao controle do processo.
Dessa forma, o uso das tecnologias de informação e comunicação
(TICs) como apoio ao ensino, visa à utilização de novas tecnologias, a
eficiência do processo e a garantia do desenvolvimento docente. São recursos
que proporcionam sensível melhoria na qualidade do ensino oferecido à
comunidade acadêmica.
Para isso, serão adquiridos softwares que permitam o enriquecimento
do fazer e da vivência pedagógica, relacionando teoria e prática, que
garantam uma postura diferenciada do profissional.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
18
O Curso de Engenharia Mecânica utilizará os laboratórios de
informática na oferta das disciplinas básicas e disciplinas especificas da área.
Serve, ainda, para treinamento oferecido aos alunos e pessoas da
comunidade que desejam participar deste programa, em horários diferentes do
funcionamento do curso, acompanhados por profissionais devidamente
qualificados.
Nos laboratórios serão desenvolvidas as programações acadêmicas,
permitindo a revisão e o aprofundamento de conteúdos ministrados em sala
de aula. É oferecida uma estrutura com 01 laboratórios de informática
equipados com 24 computadores, ligados em rede e à Internet, aberto aos
alunos da 08:00h às 22:25h, diariamente. 02 computadores ligados à internet
estarão disponíveis aos usuários da Biblioteca. O acesso a Internet, permite,
dentre outras coisas, o acesso pelo aluno, também de forma individualizada, à
plataforma de Ensino a Distância que serve para a comunicação entre
professores e alunos no que tange as atividades curriculares à distância.
Os laboratórios de informática permitirão o acesso de alunos a
equipamentos atualizados anualmente com as versões mais recentes de
softwares comuns na área da arquitetura como: Autocad, Revit, CorelDraw,
Photoshop e Sketchup, e a internet com conexão compatível com o nível
requerido para desenvolvimento de trabalhos no curso. A Faculdade Redentor
em Paraíba do Sul contará com um laboratório de informática móvel, ou seja,
não existirão salas específicas para atividades que necessitem da utilização
de computadores e respectivas tecnologias neles embarcadas. A IES contará
com ChargeMates que são armários móveis que contemplam até 24
notebooks totalmente preparados para o exercício das atividades práticas
computacionais exigidas e ou programadas para os alunos. Estes laboratórios
móveis poderão ser usados em quaisquer salas da aula mediante o
agendamento prévio por parte do docente ou respectiva reserva automática já
prevista no horário de aulas. Estes laboratórios contarão com acesso a
Internet que será distribuída aos mesmos através de redes wireless (sem fio).
Além dos laboratórios específicos, a biblioteca contará com equipamento
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
19
disponíveis
para
uso
dos discentes e
docentes.
Além
destes,
04
computadores atenderão aos docentes na sala dos professores, e 04
computadores na sala de professores com tempo integral.
INTERNET
A Instituição disponibilizará a Internet no laboratório de informática, na
biblioteca e na coordenação de curso, possibilitando à comunidade acadêmica
ampliar os conhecimentos e realizar pesquisas, tendo acesso a variadas
fontes de dados nacionais e internacionais. Através da implantação do
Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), na plataforma Blackboard,
aumentamos a possibilidade de interação entre docente e discente, permitindo
a troca de informações relevantes e ampliando a abrangência do processo de
ensino-aprendizagem. Além dessa plataforma, a adoção do sistema WAE de
gerenciamento acadêmico permite o controle das notas de avaliações e
frequência pelo Sistema NET com acesso pelo website da faculdade, com
links diferenciados para discentes e docentes, facilitando a inserção dos dados
pelos docentes (notas, conteúdo programático, presenças e faltas) e o
controle dos mesmos pelos discentes. No momento está sendo ampliado o
acesso a internet sem fio a todas as salas de aula para possibilitar o
lançamento de presenças e conteúdo em tempo real.
1.1.9.2. APOIO ÀS ATIVIDADES-MEIO: ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA,
DE PESSOAL, FINANCEIRA, DE MATERIAL
ATIVIDADES DE ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
O setor administrativo da Faculdade Redentor de Paraíba do Sul disporá
de módulos específicos e integrados ao Sistema de Informação para controle
de registro dos dados acadêmicos dos cursos de graduação, com matrícula,
carga horária do corpo docente, distribuição de alunos e de professores por
turmas, expedição de histórico escolar e relatórios específicos.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
20
ATIVIDADES DE ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAL
A Instituição disporá de um sistema específico de administração de
pessoal, para o controle de frequência, férias, licenças, vantagens pessoais,
aposentadorias, rescisões de contratos e ascensão profissional.
ATIVIDADES DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA
As atividades financeiras, contábeis e patrimoniais da Instituição são
objeto de um sistema específico de controle sob a direção e responsabilidade
do Tesoureiro.
ATIVIDADES DE ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAL
O controle de estoque, compras, serviços e fornecedores será feito
através de um programa específico.
RECURSOS DE SOFTWARE
A
Instituição
celebrará
convênios
educacionais
com
empresas
fabricantes e distribuidoras de softwares. Esses convênios proporcionarão um
considerável aumento na base instalada de softwares básicos, voltados para o
desenvolvimento de atividades curriculares como: sistemas; processadores de
textos; correio eletrônico; desenhos digitais; editoração eletrônica; banco de
dados; e linguagem de terceira e quarta gerações; conforme demonstra o
quadro a seguir:
WINDOWS 7
MICROSOFT OFFICE 2010
COREL DRAW X5
AUTO CAD 2012
REVIT ARCHITECTURE 2012
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
21
GOOGLE SKETCHUP PRO 8
SOLID WORKS 2011
LINDO SYSTEMS
ARENA SIMULATION
PROMODEL
MATLAB
MINITAB
BORLAND C++
DEV C ++
FREEPASCAL
Fonte: Departamento de TI
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
Justificativas para a Implantação
do Curso de Engenharia Mecânica
O município de Paraíba do Sul, hoje, é integrante da região Centro-Sul
Fluminense (Comendador Levy Gasparian, Três Rios, Areal, Sapucaia, Paty
do Alferes, Vassouras, Engenheiro Paulo de Frontin e Mendes), em uma
relação historicamente construída e que se expande além dos limites do
estado do Rio de Janeiro, alcançando a cidade de Juiz de Fora.
Em razão de sua localização privilegiada, Paraíba do Sul apresenta-se
ainda como um município de posição geográfica estratégica capaz de receber
alunos de vários municípios e até mesmo de Minas Gerais.
Além desses aspectos geográficos, Paraíba do Sul se apresenta como
um município próximo às regiões metropolitana e serrana do Rio de Janeiro,
se tornando polo de atração turística e de lazer, bem como suporte ao
desenvolvimento acelerado do município vizinho, Três Rios, com um vasto e
diversificado parque industrial.
O município de Paraíba do Sul é carente de instituições de ensino
superior e faz parte de uma região onde, segundo o site do MEC, capturado
em 01 de novembro de 2014 (http://emec.mec.gov.br), existiam na região
Centro-Sul Fluminense sessenta e cinco cursos superiores presenciais e EaD.
Ainda no site do MEC, capturado no dia 27 de agosto de 2014,
(http://www.educacaosuperior.inep.gov.br/funcional/lista_cursos.asp)
no
23
Estado do Rio de Janeiro, existiam apenas existem oitenta e sete cursos de
Engenharia Mecânica registrados no Ministério.
O Plano Nacional de Educação em seus objetivos e metas traz em sua
12ª Meta: “elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50%
(cinquenta por cento) e a taxa líquida para 33% (trinta e três por cento) da
população de 18 (dezoito) a 24 (vinte e quatro) anos”. A Faculdade Redentor
de Paraíba do Sul é uma instituição comprometida com este objetivo. Ao
prover acesso ao ensino superior, a escolha do jovem se faz por diversas
razões, porém, a mais importante é a vocação pessoal para cada área do
conhecimento.
Assim, entendeu-se que era e ainda é salutar dar a oportunidade ao
jovem de Paraíba do Sul e região de optar por uma profissão ligada ao atual
contexto econômico, onde se exige uma alta complexidade das empresas e
um bom funcionamento das organizações públicas.
Paraíba do Sul e seu raio de influência têm demonstrado grande
crescimento econômico e demográfico. Tal crescimento está carente de
profissionais com as habilidades do Engenheiro Mecânico, o que vem
causando grandes prejuízos na área social, ambiental e econômica.
O mercado de trabalho potencial para graduados no curso é amplo
devido à sua formação multidisciplinar e visão sistêmica, sendo possível atuar
nas diferentes funções de uma organização (pública ou privada) como
produção, finanças, marketing, meio ambiente ou desenvolvimento do produto.
Essas organizações podem ser de manufatura ou de serviços, relacionados
com os mais diversos setores: mecânico, químico, civil, eletroeletrônico,
alimentício,
confecções,
siderúrgico,
agroindustrial,
dentre
outros.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
Ambiente Socioeconômico do
Estado do Rio de Janeiro
O Estado do Rio de Janeiro agrega 92 municípios numa área de 43 mil
2
km , caracterizada por forte densidade demográfica e grande diversidade de
atividades, onde predominam os setores secundário e terciário da economia.
O PIB de US$ 100 bilhões, segundo em importância na Federação, representa
cerca de 13% de tudo o que se produz no país. A partir da cidade do Rio de
Janeiro, num raio de 500 km, encontram-se 32% da população, 65% do
produto industrial, 65% do produto de serviços e 40% da produção agrícola
nacionais. Na América Latina, a potência econômica do Estado ultrapassa a
maioria dos países, sendo superado apenas por Argentina e México.
Na composição do PIB estadual, a indústria responde por 39,4%, os
serviços ficam com 59,3% e agricultura, 1,3%. A população atingiu 13,4
milhões de habitantes, em 1996, sendo a grande maioria (12,8 milhões)
concentrada nas cidades. A PEA (População Economicamente Ativa) é
superior a 6 milhões de pessoas e a renda per capita é estimada em US$ 7,5
mil.
Nas regiões Centro-Sul, Serrana e na Médio Paraíba Fluminense, as
atividades industriais e de apoio logístico, bem como as indústrias relativas,
assumem grande destaque.
A indústria de transformação cresceu 2,9%, com destaque para as
atividades com veículos automotores (23,8%), borracha e plástico (13,9%),
25
metalurgia básica (12,7%), perfumaria (10,7%), produtos químicos (9%),
bebidas (6,1%), edição (5,1%) e minerais não metálicos (4,1%).
3.1. POPULAÇÃO
O Estado do Rio de Janeiro é o mais urbanizado do país, visto que 95%
da população fluminense vive nas cidades. Esse fato se insere no processo de
urbanização que marcou o país nas últimas décadas, mas revela, também,
particularidades deste estado, onde o desenvolvimento cultural e econômico
produziu uma tendência à concentração das atividades no setor terciário da
economia. A população atingiu cerca de 16 milhões de habitantes em 2009,
estando a grande maioria concentrada nas cidades.
De acordo com o levantamento realizado pelo Ministério do Trabalho e
Emprego, o nível de emprego formal do país cresceu 47,5% no período
1996/2006, com a criação de 11 milhões de postos de trabalho.
No Estado do Rio de Janeiro o emprego formal representava em 1996,
11,4% da força de trabalho nacional, com destaques para as atividades
econômicas de serviços, 40% do total do Estado, administração pública, 21%,
comércio, 16,4% e indústria de transformação, 13,4%. Comparando com o
ano de 2006 o emprego no Estado cresceu em 24%.
Nas regiões Centro-Sul, Serrana Fluminense incluindo a região do
Médio Paraíba, apesar dos setores de serviço, comércio e administração
pública participarem com mais de 80% do emprego, destaca-se também a
agropecuária
automobilística
(cultivo
e
de
indústria
café
e
criação
de
de transformação
galináceos),
indústria
(produção de
produtos
alimentares).
Dessa forma, uma região em pleno desenvolvimento clama por uma
instituição que, empenhada na formação profissional, conceba um projeto
institucional aliado a projetos societários mais amplos, contribuindo assim para
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
26
uma política de educação de qualidade. Esta é a proposta da Faculdade
Redentor de Paraíba do Sul.
As tabelas a seguir mostram dados sobre a população fluminense.
Tabela 1: População e Domicílio
SITUAÇÃO DOMICILIAR
MUNICIPIOS
URBANA
RURAL
TOTAL
RIO DE JANEIRO
12 806 488
599 891
13 406 379
ANGRA DOS REIS
85 074
7 458
92 532
APERIBÉ
5 118
2 083
7 201
ARARUAMA
51 785
14 363
66 148
AREAL
7 264
1 745
9 009
ARRAIAL DO CABO
21 548
21 548
BARRA DO PIRAL
80 893
4 498
85 391
BARRA MANSA
162 495
4 250
166 745
BELFORD ROXO
399 319
399 319
BOM JARDIM
10 726
11 079
21 805
BOM JESUS DO ITABAPOANA
24 136
8 095
32 231
CABO FRIO
101 886
13 873
115 759
CACHOEIRA DE MACACU
36 141
7 341
43 482
CAMBUCI
10 075
10 728
20 803
CAMPOS DOS GOYTACAZES
333 604
55 943
389 547
CANTAGALO
13 054
7 078
20 132
CARDOSO MOREIRA
6 798
5 142
11 940
CARMO
10 368
4 807
15 175
CASIMIRO DE ABREU
17 300
2 912
20 212
COMENDADOR
LEVY 5 955
1 459
7 414
GASPARIM
CONCEIÇÃO DE MACABU
15 226
2 980
18 206
CORDEIRO
19 588
1 973
21 561
DUAS BARRAS
5 202
4 729
9 933
DUQUE DE CAXIAS
710 624
4 465
715 089
ENGENHEIRO
PAULO
DE 8 230
4 313
12 543
FRONTIN
GUAPIMIRIM
20 993
11 621
32 614
ITABORAÍ
169 873
14 687
184 560
ITAGUAÍ
108 680
16 383
125 063
ITALVA
7 078
6 121
13 199
ITAOCARA
14 837
8 436
23 273
ITAPERUNA
69 877
12 773
82 650
ITATIAIA
11 100
10 116
21 216
JAPERI
73 130
73 130
LAJE DO MURIAÉ
4 775
2 805
7 580
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
27
MACAÉ
MAGÉ
MANGARATIBA
MARICÁ
MENDES
MIGUEL PEREIRA
MIRACEMA
NATIVIDADE
NILÓPOLIS
NITERÓI
NOVA FRIBURGO
NOVA IGUAÇU
PARACAMBI
PARAIBA DO SUL
PARATI
PATY DO ALFERES
PETRÓPOLIS
PIRAI
PORCIÚNCULA
QUATIS
QUEIMADOS
QUISSAMÃ
RESENDE
RIO BRANCO
RIO CLARO
RIO DAS FLORES
RIO DAS OSTRAS
RIO DE JANEIRO
SANTA MARIA MADALENA
SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA
SÃO FIDÉLIS
SÃO GONÇALO
SÃO JOÃO DA BARRA
JOÃO DE MERITI
SÃO JOSE DO VALE DO RIO
PRETO
SÃO PEDRO DA ALDEIA
SÃO SEBASTIÃO DO ALTO
SAPUCAIA
SAQUAREMA
SILVA JARDIM
SUMIDOURO
TERESÓPOLIS
TRAJANO DE MORAIS
TRÊS RIOS
110 034
171 420
14 606
50 407
16 533
16 697
21 265
11 190
155 272
450 364
146 779
823 054
36 838
29 381
12 978
14 498
263 369
33 003
11 300
8 471
108 522
6 980
84 394
28 637
9 874
4 574
26 278
5 551 538
5 148
25 864
24 863
833 379
34 083
434 323
6 992
11 132
11 693
5 290
9 879
652
3 396
3 185
3 935
22 467
3 134
2 603
4 356
14 149
7 788
6 300
7 225
4 107
1 395
5 603
18 231
17 858
4 575
1 791
1 828
5 692
8 259
11 671
29 856
9 123
121 166
183 113
19 896
60 286
17 785
20 093
24 450
15 125
155 272
450 364
169 246
826 188
39 441
33 737
27 127
22 286
269 669
40 228
15 407
9 866
108 522
12 583
102 625
46 495
14 449
6 365
28 106
5 551 538
10 840
34 123
36 534
833 379
63 939
434 323
16 115
54 295
3 442
11 677
41 402
11 977
2 060
104 977
3 724
61 851
10 852
4 933
5 244
2 615
7 050
11 313
20 145
6 870
4 372
65 147
8 375
16 921
44 017
19 027
13 373
125 122
10 594
66 223
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
28
VALENÇA
VARRE-SAÍ
VASSOURAS
VOLTA REDONDA
Fonte: IBGE
52 605
2 527
18 231
232 058
9 006
5 027
10 806
229
61 611
7 554
29 037
232 287
Tabela 2: População e Situação de Domicílio
BRASIL
TOTAL
Urbana
Rural
SUDESTE
TOTAL
Urbana
Rural
RIO DE JANEIRO
TOTAL
Urbana
1980
121.150.573
82.013.375
39.137.198
1980
52.580.527
43.550.664
9.029.863
1980
11.489.797
10.546.547
1991
146.917.459
110.875.826
36.041.633
1991
62.660.700
55.149..437
7.511.263
1991
12.783.761
12.177.144
1996
157.079.573
123.082.167
33.997.406
1996
67.003.069
59.825.958
7.177.111
1996
13.406.379
12.806.488
943.250
660.617
599.891
Rural
Fonte: IBGE
Tabela 3: População Economicamente Ativa (Maiores de 10 anos)
Rio de Janeiro
CONDIÇÃO DE ATIVIDADE
Não
SETOR DE ATIVIDADE
Economicamente
Total
TOTAL
Agropecuária, Extração Vegetal
e Pesca
Indústria de Transformação
Indústria da Construção Civil
Outras Atividades Industriais
Comércio de Mercadorias
Transporte e Comunicação
Serviços Auxiliares da Atividade
Econômica
Prestação de Serviços
Social
Administração Pública
Outras Atividades
Fonte: IBGE
Ativa
Economicamente
Ativa
10.436.405
5.38l.678
5.054.727
365.872
200.905
164.967
1.257.542
736.00
212.213
1.175.384
607.282
760.862
392.867
110.330
759.804
315.567
496.680
343.136
101.883
415.580
291.715
360.426
238.953
121.473
1.839.899
838.456
555.613
312.78l
l.259.169
615.935
319.377
206.341
580.730
222.521
236.236
106.440
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
29
Tabela 4: População por Setores de Atividade (Maiores de 10 anos)
Pessoas de 10 anos ou mais de idade, por condição de atividade e
segundo situação de Domicílio (Brasil)
CONDIÇÃO DE ATIVIDADE
SITUAÇÃO DE DOMICÍLIO
Urbana
Rural
Total
Econ. Ativa
Não Econ. Ativa
10.436.405
5.381.681
5.054.724
9.966.202
5.153.912
4.812.290
470.203
227.678
242.434
Fonte: IBGE
As Tabelas 3 e 4 mostram dados sobre a população economicamente
ativa (PEA) do Rio de Janeiro e uma evolução da população total, no contexto
do Brasil.
Observa-se a grande concentração dos habitantes do Estado nas
cidades, quando mais de 95% das pessoas possuem domicílios urbanos. Esse
fato se insere no processo de urbanização que marcou o país nas últimas
décadas, mas revela, também, particularidades do Rio de Janeiro, onde o
desenvolvimento cultural e econômico produziu uma tendência à concentração
das atividades no setor terciário da economia.
Tal situação está bem expressa na Tabela 3, onde são detalhadas as
ocupações profissionais em função dos setores de atividade. O item
“Prestação de Serviços” abriga mais de 23% do total da PEA, contra apenas
14% da “Indústria de Transformação”. Se àquele primeiro item somarmos
atividade no comércio, na administração pública, na área social e outros
serviços complementares à atividade econômica, temos 60% do total. Mesmo
a construção civil, um setor tradicionalmente importante por empregar pessoas
sem qualificação, oferece apenas 7,3% dos empregos na economia e está no
mesmo patamar dos serviços públicos, que absorvem 6% dos trabalhadores.
Fato importante e revelador da situação da economia do Estado (e do
país) é o crescimento surpreendente da economia informal, com a substituição
dos empregos industriais por trabalhadores autônomos. Além disso, a
terceirização de atividades e o alto custo indireto do emprego têm conduzido a
um aumento expressivo dos trabalhadores sem carteira assinada, que já, hoje,
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
30
em todo o Brasil, superam em número os trabalhadores formalmente
contratados.
Temos então um quadro relativo à população marcado pelos seguintes
aspectos: concentração urbana; população economicamente ativa de pouco
mais da metade do total; predominância do setor terciário da economia, que
tende a crescer relativamente; crescimento da economia informal.
3.2 . PERFIL ECONÔMICO
De acordo com a Sondagem Econômica Regional, feita pela Federação
das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN), na análise regional, o
indicador de produção mostrou crescimento de praticamente todas as regiões
fluminenses, exceto Leste (45,3 pontos) e Norte (44,3 pontos).
O nível de emprego mostrou progresso na passagem do segundo para
o terceiro trimestre do ano de 2009. Apesar de uma contração no índice de
emprego, o impacto nas regiões se deu de forma diversificada considerando
valores os culturais presentes no desenvolvimento de cada região do Estado.
A principal atividade econômica do Estado do Rio de Janeiro é a extração de
petróleo, pois a Bacia de Campos é a maior produtora do país. O Rio de Janeiro é o
maior produtor de gás natural (38,20% das reservas do país). A Petrobrás tem 39
campos de petróleo na Bacia de Campos que garantem mais de 80% da
produção nacional. Até 2010, a Petrobrás investiu US$ 25,7 bilhões na Bacia
de Campos, o equivalente a 80% dos recursos da empresa em Exploração e
Produção para todo o país.
A Companhia Siderúrgica Nacional, localizada no Rio de Janeiro, possui
capacidade anual de produção de R$ 5,6 milhões de toneladas de aço bruto tendo
uma receita bruta consolidada em mais de R$ 17,9 bilhões (2008). Única produtora
de folhas de flandres no Brasil, é também uma das cinco maiores do mundo.
O Estado conta com uma ampla malha rodo ferroviária e com dois grandes
portos (Sepetiba e Rio) que, além de permitirem o aporte de insumos de quaisquer
regiões do país ou do exterior, possibilitam também o escoamento da produção a
baixo custo. O movimento do Porto de Sepetiba deverá decuplicar, em dez anos.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
31
De três milhões de toneladas, em 1994, restritas à importação e fortemente
concentrada no transporte de carvão deve atingir 35 milhões de toneladas por ano,
distribuídas nos dois sentidos. Tal movimentação fará de Sepetiba o mais
importante centro de cargas de todo o Atlântico Sul.
O Estado destaca-se na produção de cimento Portland branco e de cimento
Portland alto-forno. Ocupa o segundo lugar entre os mercados do país, em todos os
ramos da indústria química e seus derivados. O polo siderúrgico de Volta Redonda
concentra boa parte da produção de aço bruto, aços planos e ferro-gusa do Brasil.
O Estado é produtor de perfilados e trilhos, de chapas finas, de chapas
galvanizadas revestidas, de folhas de flandres revestidas e de chapas cromadas.
No que diz respeito à indústria naval, a fabricação de navios de grande porte está
localizada nos estaleiros do Estado, onde se concentra a produção nacional. O
mercado tanto interno como externo é altamente favorável para os setores
industriais em expansão.
Através da Sondagem Industrial do terceiro trimestre de 2009, foi possível
verificar que os empresários fluminenses permanecem na rota de recuperação
frente à crise internacional, trazendo alento às perspectivas de melhora no ambiente
de negócios e de reaquecimento da atividade industrial.
Pela diversidade de sua geografia, o Estado do Rio de Janeiro apresenta-se
um quadro natural dos mais ricos e variados do Brasil. Trata-se de uma paisagem
marcada por fortes contrastes: altas escarpas no litoral e no interior, florestas
tropicais, enseadas entrecortadas por morros, vales, restingas, dunas, praias e
lagunas, formando um conjunto natural de rara beleza. Hoje, há uma política de
preservação, conservação e restauração que protege ecossistemas de relevância
ambiental como os parques nacionais da Serra dos Órgãos, da Bocaina, de Itatiaia
e da Floresta da Tijuca, e, ainda, os estaduais da Ilha Grande, da Pedra Branca, da
Serra da Tiririca e do Desengano. Uma das atividades econômicas mais
representativas do Estado é decorrente dessa riqueza natural: o Turismo. Cerca de
60% dos turistas estrangeiros que vêm ao Brasil chegam pelo Rio de Janeiro. Seu
aeroporto é o maior em movimento aéreo comercial internacional.
Do exposto, destacamos a mesorregião do Centro-Sul Fluminense da
qual faz parte o município de Paraíba do Sul, onde funciona a sede da
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
32
Faculdade Redentor de Paraíba do Sul.
Esta cidade está localizada no
Centro-Sul do Estado do Rio de Janeiro, funcionando em conjunto com a
cidade de Três Rios como um polo irradiador, cujo raio de ação, abrange
dezenas de municípios também no Estados de Minas Gerais.
Figura 1. Mapa da região Centro-Sul do Estado do Rio de Janeiro e parte da Zona da
Mata Mineira - Região de abrangência da Faculdade Redentor.
3.3 MUNICÍPIO DE PARAÍBA DO SUL/RJ
3.3.1 História da Região
O município de Paraíba do Sul ocupa a região denominada Paraíba
Nova, originalmente ocupada pelo índios Coroados e Barrigudos. Sua
ocupação pelo bandeirante Garcia Rodrigues Paes, filho de Fernão Dias Paes,
é incentivada pela abertura de um caminho que ligasse as minas de pedras
preciosas ao porto do Rio de Janeiro, reduzindo o risco e o tempo de
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
33
transporte de carga. Em 1682 é iniciado o empreendimento, e no ano de 1683
ergue-se a Fazenda de Garcia, posteriormente chamada de Fazenda
Parahyba, e outras duas chamadas de Várzea e Paraibuna que darão origem à
ocupação colonial local. O caminho, conhecido como Estrada Real, só será
concluído em 1700. A fazenda será responsável por inserir a agricultura na
região.
A região se destacará no episódio da Inconfidência Mineira, por ser
frequentada por Tiradentes e pela aproximação ideológica. Na atualidade, o
distrito de Inconfidência, antigo Sebollas, abrigará parte dos restos mortais do
inconfidente.
Com a morte de Garcia, em 1785, seus descendentes receberam a
posse da sesmaria, e viveram dos arrendamentos para a produção de café até
1833, quando devido à migração oriunda da região aurífera mineira, já
decadente, a localidade será elevada à categoria de Villa da Parahyba do Sul.
A produção agrícola acelerará o processo de implantação da vila e em pouco
tempo a oferta de serviços e equipamentos públicos.
Em 1871, a vila será elevada a cidade, contando com um influente
grupo de fazendeiros e dotada de grande articulação política com a capital do
império. Ao longo do século XX se destacou como produtora agrícola, estancia
hidromineral e destino turístico de veraneio.
3.3.2 Caracterização do Município 1
Paraíba do Sul pertence à Região Centro-Sul Fluminense, que também
abrange os municípios de Comendador Levy Gasparian, Três Rios, Areal,
Sapucaia, Paty do Alferes, Vassouras, Engenheiro Paulo de Frontin e Mendes.
1
Fonte: Perfil dos Municípios do Estado – TCE/RJ 2008/2009 – Disponível em:
http://www.tce.rj.gov.br
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
34
O município tem uma área total de 580,52km2, correspondentes a
19,08% da área da Região Centro-Sul Fluminense.
A BR-393 é o principal elemento de ligação com a região e o Estado, ao
encontrar-se com a BR-040 em Três Rios, sentido Juiz de Fora no estado de
Minas Gerais, e com a BR-116 em Sapucaia.
Importante eixo rodoviário do interior do estado, a RJ-116, sai de
Itaboraí e segue por Cachoeiras de Macacu, Nova Friburgo, Bom Jardim,
Duas Barras, Cordeiro, Macuco, São Sebastião do Alto, Itaocara, Aperibé,
Santo Antônio de Pádua, Miracema, Laje do Muriaé e conecta-se com a BR353 no município de Sapucaia, a noroeste de Paraíba do Sul.
Esta malha rodoviária confere a Paraíba do Sul uma posição geográfica
privilegiada, permitindo se tornar um centro de referência para os serviços de
saúde, educação e administração pública, por transformar a cidade em
importante meio de ligação entre o sul e o norte fluminense.
Associam-se a estas funcionalidades, as expectativas imigratórias,
conferem à Paraíba do Sul a possibilidade de se tornar também polo
educacional de excelência para atender a demanda na formação profissional
dos jovens e ao mesmo tempo mantendo-os juntos de suas famílias,
garantindo-lhes educação de qualidade e o aconchego da família.
Em face destas evidências, mais a dinâmica do crescimento da
população e do mercado, se tornou imperativa a necessidade do Curso de
Bacharel em Engenharia Mecânica da Faculdade Redentor de Paraíba do Sul,
como um projeto de formação de profissionais contextualizados dentro dos
parâmetros curriculares e o ao seu meio.
3.3.3. Mercado de Trabalho
Em junho de 2014, a Fundação CEPERJ publicou estudo sobre a
evolução do mercado de trabalho formal, emprego e renda do Estado do Rio
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
35
de Janeiro entre os anos 2008 e 2012. Esse período marcou uma taxa de
crescimento no nível de emprego de 20,3% no país enquanto, no Rio de
Janeiro, a evolução ocorrida é equivalente à média nacional, atingindo 20,2%.
O Estado tinha 3.712.383 de postos de trabalho formal em 2008, evoluindo
para 4.461.706 em 2012, exatos 749.323 empregos formais a mais em um
período de quatro anos. A população residente no município de Paraíba do
Sul, segundo o IBGE, em 2010 era de 41.084 e a população estimada para
2014 é de 42.159, obtendo um crescimento estimado de 2,61% num intervalo
de quatro anos.
O crescimento regional (Região Centro-Sul) do emprego foi de 24,6%
no período de 2008 a 2012, variando de 53.933 para 67.184 postos de
trabalho.
Houve aumento na participação dos setores de Indústria Extrativa
Mineral (2,5%), Comércio (17,2%), Serviços (27,4%), Administração Pública
(23,8%), tendo a Indústria de Transformação e a de Construção Civil
apresentado
um
crescimento
representativo
de
37,2%
e
31,2%,
respectivamente, na região, enquanto que as atividades de Agropecuária e
SIUP (Serviços de produção e distribuição de eletricidade e água) sofreram
déficit de 5,9% e 5,0%, respectivamente.
Tabela 1: Boletim CEPERJ Nº de empregados /atividades econômicas –
Região Centro-Sul - Estado do RJ – 2008-2012 – Junho/2014
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
36
O aumento da atividade Indústria de Transformação se dá devido ao
crescimento do número de indústrias na região, aumentando a participação da
mão de obra neste setor industrial, confirmando a evolução tecnológica e
utilizando mão de obra qualificada.
A Construção Civil também apresentou um crescimento devido às
grandes obras que tem sido executadas em todo o estado.
O mercado de trabalho formal fluminense apresentou bons resultados,
tendo superado o de São Paulo principalmente no que tange a Indústria da
Transformação, onde São Paulo apresentou um crescimento de 7,0%, e o Rio
de Janeiro um crescimento de 18,6%.
Este estudo também mostra que na Região Centro-Sul Fluminense
ocorreu um aumento da participação relativa da força de trabalho para o
ensino médio, ensino superior e pós-graduação, o que indica uma melhora na
qualificação dos trabalhadores, como informa a tabela abaixo.
Tabela 2: Boletim CEPERJ Distribuição (%) de empregados por grau de
instrução – Região Centro-Sul Fluminense - Estado do RJ – 2008-2012 – Junho/2014
A região Centro-Sul é uma região que se encontra em expansão de
suas atividades demandando suporte educacional para a promoção do
desenvolvimento regional.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
37
3.3.4. Educação
Há longa data, o MEC implementou sistemas de avaliação de
desempenho educacional. Em 2007, inovou ao apresentar o primeiro IDEB
(2005). Ele é um indicador sintético de qualidade educacional que combina
dois indicadores usualmente utilizados para monitorar nosso sistema de
ensino: desempenho em exames padronizados com rendimento escolar (taxa
média de aprovação dos estudantes na etapa de ensino).indicador final é a
pontuação no exame padronizado (Prova Brasil) ajustada pelo tempo médio,
em anos, para conclusão de uma série naquela etapa de ensino. A proficiência
média é padronizada para o IDEB estar entre zero e dez.
Também em 2007, o MEC lançou o Plano de Metas “Compromisso
Todos pela Educação”, cujo objetivo é fazer com que a qualidade da educação
gradativamente alcance novos patamares até o ano 2022. Os resultados do
IDEB 2005 serviram como referência para as metas futuras.
Com o Plano Nacional de Educação (Lei Nº 13.005, de 25 de Junho de
2014) o Governo Federal também propõe em seus objetivos e metas “elevar a
taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% (cinquenta por cento)
e a taxa líquida para 33% (trinta e três por cento) da população de 18 (dezoito)
a 24 (vinte e quatro) anos”. A Faculdade Redentor de Paraíba do Sul
comprometida com este objetivo, proverá o acesso ao ensino superior,
proporcionando curso de qualidade, porém promovendo o que é mais
importante, a vocação pessoal para cada área do conhecimento.
O Enem, por sua vez, é aplicado anualmente aos alunos concluintes e
aos egressos do Ensino Médio. Neste ano, foram registrados recordes de
inscritos (9,519 milhões) e participantes (6.853.680), com crescimento de
21,8% em relação a 2013 (7,834 milhões).
A transparência ora existente dos resultados da Prova Brasil e do
Enem, anuais, e também do IDEB, no portal do INEP/MEC, permite acesso
pela internet ao desempenho de cada escola. Assim, a população-alvo, pais e
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
38
alunos do estabelecimento de ensino, estão instrumentalizados para pedirem
explicações de seus diretores e responsáveis pela pasta da educação no
município e no estado sobre os motivos que possam levar instituições
equivalentes a terem desempenhos tão díspares e exijam providências para
melhorá-los.
No nível de atendimento pré-escolar o Município de Paraíba do Sul teve
1.149 alunos matriculados em 2012. São 27 os estabelecimentos, sendo 3
escolas privadas e 24 da rede pública municipal. Para este nível de ensino, a
Prefeitura atende 86,7% dos alunos em 88,9% dos estabelecimentos.
O Ensino Fundamental teve 6.200 estudantes inscritos em 2012,
distribuídos em 28 escolas. A Prefeitura oferece 68,7% das vagas em 20
estabelecimentos. A rede estadual ainda atende outros 20,5% dos alunos em
5 unidades. Os 10,8% restantes são atendidos pela rede privada em 3
estabelecimentos.
O Ensino Médio foi oferecido em 6 estabelecimentos para 1.253 alunos.
O Governo Estadual foi responsável por 95,4% das matrículas, ficando para a
rede privada o atendimento a 4,6%, contando para isto com apenas 1
estabelecimento.
A rede municipal de Paraíba do Sul não oferece matrículas no Ensino
Médio.
O gráfico seguinte apresenta o número de alunos que se matricularam
no Ensino Médio em Paraíba do Sul. Observa se no gráfico abaixo que
ocorreu uma diminuição das matrículas quando comparados os anos de 2005
a 2012. Tal fato explicita a migração dos estudantes em busca de qualidade
de ensino médio com vistas ao ingresso em um curso superior fora da região,
o que corrobora a necessidade da implantação da Instituição de Ensino
Superior proposta.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
39
Gráfico: Matrículas do Ensino Médio – 2005 – 2012
Uma vez que a rede estadual é a maior provedora do Ensino Médio, ela
também é aquela que apresenta maiores taxas nos indicador.
A busca pelo aperfeiçoamento e pela qualificação profissional para
disputar o concorrido mercado de trabalho tem feito ao longo dos anos que
jovens sul-paraibanos buscassem nos grandes centros uma universidade e/ou
faculdade almejando um diploma de curso superior. Totalizando em toda a
região Centro-Sul Fluminense, apenas 10 instituições de ensino superior,
nenhuma localizada em Paraíba do Sul.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
MISSÃO DA FACULDADE
REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL
A Faculdade Redentor de Paraíba do Sul, mantida pela SUR, tem como
missão formar pessoal ético e competente, inserido na comunidade regional,
capaz de construir o conhecimento, promover a cultura, o intercâmbio, a
fim de desenvolver a consciência coletivo-comunitária na busca contínua da
valorização e solidariedade humanas.
Genericamente, preparar profissionais com uma sólida formação
intelectual conjugada com uma suficiente erudição que se mostrarão,
fundamentalmente, na sua capacidade de pesquisar, analisar e interpretar
obras específicas, bem como desenvolver pesquisas em nível de pósgraduação (lato sensu, mestrado e doutorado), de acordo com os parâmetros
oficiais, em consonância com o rigor e os métodos exigidos pelas principais
instituições de ensino do país.
Formar profissionais suficientemente preparados para o exercício da
atividade profissional seja em Hospitais, Indústrias, Restaurantes, Clínicas,
Educandários, Órgãos de fiscalização ambiental, Empresas de consultoria
ambiental e afins, desde que dê continuidade aos seus estudos em pósgraduação.
Capacitar os profissionais também para o exercício de atividades extraacadêmicas ligadas à cultura e ao ensino, assim como ocupar funções em
empresas privadas ou públicas que, por força de uma tendência de mercado
41
que se mostra cada vez mais acentuada, requeiram este tipo de profissional
em todos os níveis.
4.1. VISÃO
A visão é a imagem da situação desejada para a Faculdade Redentor
de Paraíba do Sul a longo prazo. É visão da Faculdade Redentor de Paraíba
do Sul ser referência nacional como instituição de ensino com um padrão de
qualidade, capaz de desenvolver profissionais aptos a superar as expectativas
dos parceiros e do mercado.
4.2. FINALIDADES
A Faculdade Redentor de Paraíba do Sul possui dois níveis de
finalidades, assim apresentados:

Nível macrorregional – Esta IES tem por propósito promover o seu
desenvolvimento implantando cursos que venham ao encontro dos anelos
dessa
região,
propiciando
o
seu
desenvolvimento
nas áreas
de
infraestrutura, meio ambiente, saúde, humanas e tecnológica, de maneira
que a mesma seja autossuficiente em mão de obra especializada,
respondendo pela satisfação de todas as necessidades sociais, culminando
com a fixação de sua população na macrorregião citada, impedindo o
“êxodo das potencialidades culturais”, conforme justificativa master para
criação desta instituição;

Nível nacional – Nesse nível, inicial e principalmente, esta instituição
ministra cursos de pós-graduação lato sensu, de acordo com a Legislação
em vigor, em todo território Nacional. A instituição tem, também, como
finalidades, implantar cursos de graduação e de pós-graduação na
modalidade à distância (EAD), como parte do seu projeto de influência
acadêmica junto à população nacional que tem dificuldades de acesso ao
ensino superior e de pós-graduação de modo presencial, mas que,
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
42
igualmente, precisa ser qualificada para os grandes objetivos nacionais,
estando inserida no projeto de crescimento e progresso do Brasil, de igual
maneira e com qualidade comprovada, esta nos níveis desejáveis
estabelecidos pelo MEC.
4.3. DIRETRIZES PEDAGÓGICAS

Estabelecer ações de valorização da graduação, pós-graduação e
extensão;

Promover
a
interdisciplinaridade,
as
multidisciplinaridade,
e
a
transdisciplinaridade nas atividades de ensino, pesquisa e extensão e
em todos os níveis de formação;

Garantir a qualidade dos cursos de graduação, pós-graduação e
extensão, nas modalidades presencial e à distância;

Ampliar a oferta de cursos e o número de vagas nos cursos de
graduação, pós-graduação e extensão a partir de estudos de demanda,
buscando equilíbrio entre as áreas de conhecimento;

Ampliar a diversidade de cursos de graduação e pós-graduação nas
modalidades presencial e à distância;

Garantir coerência, consistência e compatibilidade entre as propostas e
as normas aprovadas pelos colegiados de cursos, as ações
implementadas e os resultados decorrentes;

Garantir livre acesso ao conhecimento produzido e armazenado na
Faculdade Redentor, ampliando e diversificando os meios disponíveis;

Praticar a gestão democrática, transparente e participativa em todos os
níveis da estrutura administrativa da Faculdade, garantindo a
participação e votos dos representantes dos alunos e dos professores
nas reuniões da congregação e dos colegiados de cursos;

Garantir suporte competente, ágil e eficaz às atividades que sustentem
os projetos pedagógicos de cada curso proposto pelos Colegiados e
aprovado pela Congregação;
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
43

Garantir flexibilidade e agilidade na resposta a novos contextos,
demandas e desafios;

Planejar e orientar o desenvolvimento físico a partir do projeto
acadêmico da Faculdade, de seus projetos de expansão de atividades
e de suas especificidades de ensino;

Promover a ambientalização das atividades universitárias, incorporando
a temática ambiental nas atividades acadêmicas e administrativas, com
ênfase na capacitação profissional e na formação acadêmica;

Construir uma política integrada de informação e comunicação
(sistemas de bibliotecas, home page, jornais, revistas e núcleo de
disseminação da ciência, entre outros);

Desenvolver e ampliar a concepção de atendimento e assistência à
comunidade acadêmica, construindo e implementando uma política de
gestão social voltada para a qualidade de vida;

Estabelecer ações de valorização da cidadania;

Promover práticas investigativas, associadas ou não à extensão
universitária, com a participação efetiva do aluno, visando sua melhor
aprendizagem e adequação às exigências sociais contemporâneas;

Capacitar os alunos para o uso de tecnologias de informação e
comunicação e incentivar a disseminação do conhecimento;

Estabelecer e implementar uma política de avaliação permanente da
formação propiciada pelos cursos de graduação e pós-graduação, nas
modalidades presencial e à distância, reformulando seus projetos
pedagógicos sempre que necessário;

Expandir a oferta de cursos de graduação e pós-graduação, nas
modalidades presencial e à distância, atendendo às exigências oficiais;

Fomentar a integração entre pós-graduação e graduação;

Avaliar o impacto das atividades realizadas pela pós-graduação nos
cursos de graduação, tanto nas modalidades presencial quanto à
distância;
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
44

Definir e implementar uma política de educação continuada e
permanente;

Definir e implementar uma política para ensino à distância (EAD).
4.4. OBJETIVOS
GERAIS:

Promover educação de qualidade voltada para o desenvolvimento
regional e nacional em função de demandas constatadas;

Envolver, estrategicamente, clientes, pessoas, processos, gestão e o
mercado nos processos educativos a fim de contemplar melhor
formação ao nosso discente.
ESPECÍFICOS:

Empreender um processo educativo que favoreça o desenvolvimento
dos seres humanos, dotando-os de capacidade crítica, de autonomia
intelectual e comprometendo-os com a resolução dos problemas sociais
deste novo século;

Ampliar a inserção social mediante uma articulação cada vez mais
intensa com o contexto regional e nacional;

Incrementar a qualificação de seu corpo docente e técnico, com vista a
viabilizar a associação entre a qualificação acadêmica com o
compromisso social da instituição;

Assegurar o cumprimento de sua missão institucional enquanto
instituição de ensino superior voltada para a cidadania, através da
realização dos estágios curriculares;

Implantar cursos de que possam promover o desenvolvimento, tanto da
cidade, dos municípios em derredor, como em todo o país, através do
projeto de Educação à Distância (EAD);
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
45

Implantar cursos que possam atender às carências nas áreas de saúde,
educação, tecnologia e social, notadas em todas as cidades da região;

Implantar cursos que atendam às carências nacionais na área de
saúde, educação, humanas, serviços e tecnologia, nas modalidades
presencial e à distância;

Implantar programas de pós-graduação que gerem empreendedorismo
que, a médio prazo, altere o desenho socioeconômico
regional e
nacional;

Incrementar projetos que envolvam os alunos em atividades que, além
do seu crescimento acadêmico, redunde em benefícios sociais;

Implementar projetos de pesquisa voltados para as necessidades dos
meios de produção regional e nacional.
4.5. METAS

Manutenção do Conselho de Ética e Pesquisa (CEP) para atender as
atividades de extensão e iniciação científica, dos cursos de graduação e
pós-graduação da faculdade;

Criação de programas de inserção social através de cursos de extensão,
como o curso de “Alfabetização de jovens e adultos”;

Valorização permanente das atividades de ensino;

Valorização e aumento de estágios de iniciação científica;

Melhoria da infraestrutura de atendimento aos docentes, visando a
disponibilização de alternativas para a criação de materiais didáticos, para
a capacitação pedagógica e apoio administrativo;

Criação
de
programas
aperfeiçoamento
do
e
corpo
cursos
docente
especiais
e
dos
para
a
formação
funcionários
e
técnicos-
administrativos;

Implementar parcerias com empresas, instituições públicas e privadas,
movimentos sociais, comunidades e agremiações religiosas para estágio
curricular dos cursos de graduação;
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
46

Ampliação da infraestrutura física com o aluguel de um novo prédio para e
implantação de novos projetos de instalações acadêmicas e de apoio;

Ampliação das alternativas de financiamento e parcerias com outros
setores da Sociedade;

Introdução de novas formas de cursos, contemplando a possibilidade de
criação de programa de pós-graduação stricto sensu, inicialmente na forma
de Mestrado Interinstitucional – Projeto MINTER e, posteriormente,
implantados diretamente pela Faculdade, de acordo com a legislação em
vigor.
As metas apresentadas estão contempladas no Cronograma de
execução do PDI.
4.6. ÁREAS DE ATUAÇÃO ACADÊMICA
Conforme apresentado anteriormente, a Faculdade Redentor de
Paraíba do Sul foi concebida para atuar nas áreas de saúde, tecnologia e
humanas.
A Faculdade está projetando implantar outros cursos, dentro das áreas
supracitadas, além dos cursos de pós-graduação lato sensu, igualmente
contextualizados, visando a ampliação dos horizonte cultural regional e
nacional.
A Faculdade já implantou o programa de EAD, que atualmente funciona
como apoio às atividades acadêmicas dos cursos de graduação e pósgraduação presenciais e que, posteriormente, após credenciamento da IES
para EAD, funcionará para a ministração de cursos de pós-graduação lato
sensu na modalidade à distância nas áreas de atuação da Faculdade.
4.7. RESPONSABILIDADE SOCIAL
A proposta de atuação da FACULDADE REDENTOR DE PARAÍBA DO
SUL acontece com propósitos educacionais e sociais bem definidos, haja vista
que a principal razão invocada para sua criação é o “êxodo das
potencialidades culturais”, com todas as suas consequências, fenômeno esse
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
47
que priva os habitantes dessa macrorregião dos elementos primordiais para o
seu desenvolvimento, qual seja, o contingente humano capacitado para a
crítica, pensamento produtivo, empreendedorismo, trabalho e visão de um
futuro que insira as cidades no contexto Estadual e Nacional.
A FACULDADE REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL pretende, a médio
prazo, diminuir o êxodo referido, impedindo que haja emigração dos jovens
para os grandes centros, que, tanto como complicador para os tais como
empobrecimento para nossa região, modificará o desenho de ambas,
resolvendo parte dos problemas da primeira e incrementando a segunda.
Com a atuação da FACULDADE REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL,
além do público que poderia estudar fora, temos a viabilização dos estudos
para grande contingente que não poderia se deslocar para os grandes centros
por força de problemas financeiros, laços familiares e de trabalho, que agora
pode ter certeza de um futuro melhor, tanto para atender os anelos pessoais
quanto para proporcionar o desenvolvimento desta região e crescimento dos
fatores de cidadania.
A FACULDADE REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL vem, ainda, tanto
com os cursos de graduação quanto, posteriormente, com os de pósgraduação, na modalidade presencial ou à distância, permitir que um grande
número de pessoas que estavam impedidas de ter acesso à educação e, por
conseguinte, com seus direitos de progresso e cidadania cerceados, possam
experimentar melhorias socioeconômicas, terem condições de melhor
participação política, influindo positivamente nos destinos da Nação e Estado
Brasileiros.
A FACULDADE REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL está certa de que a
mudança de rumos quanto ao progresso, em todas as suas facetas, se dará
através de uma atuação educacional ousada e progressiva, que não se
acomode apenas aos anseios locais, mas influencie toda a comunidade
nacional, passando uma filosofia agressiva de desenvolvimento que se notará
como eficaz a curto prazo.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
48
Além dos compromissos acima a FACULDADE REDENTOR DE
PARAÍBA DO SUL possui compromissos bem definidos com os alunos, os
parceiros e a sociedade em geral.
4.8. COMPROMISSO COM OS ALUNOS, OS PARCEIROS E A SOCIEDADE
O principal compromisso com os alunos é tratá-los como sujeitos
históricos, coautores do conhecimento, que devem ser formados como
indivíduos cidadãos, profissionais éticos, competentes, com compreensão da
realidade social, além do compromisso de envolvê-los no processo de
implementação dos Projetos Pedagógicos dos cursos.
Oferecer aos alunos ensino de qualidade, por preço justo, situando-os
no meio universitário, oportunizando o desenvolvimento da responsabilidade e
do senso crítico e a sua inserção no mercado de trabalho.
Politizar seu aluno egresso, para o exercício ético da cidadania, com
comprometido com o desenvolvimento sustentável e com a melhoria da
qualidade de vida.
Praticar a colaboração mútua adotando posturas éticas e solidárias,
estimulando a profissionalização através de programas, projetos e parcerias.
Transformar a atual realidade social disseminando o conhecimento,
oportunizando
o
desenvolvimento
sustentável,
estimulando
o
empreendedorismo, a cultura e a informação, e melhorando a qualidade de
vida.
Pautar sua atuação com atitudes de seriedade e legalidade, cumprindo
as leis existentes, engajando-se em ações políticas e sociais emancipatórias e
apresentando propostas adequadas de reformulação da legislação que
conflitem com seus credos e valores e ainda, que comprometam o exercício
da cidadania, e às práticas da justiça e equidade sociais.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
49
4.9. POLÍTICAS DE ENSINO
O principal objetivo das políticas de ensino da FACULDADE
REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL é desenvolver a criatividade e a
criticidade, com base em uma visão ética, humanista e generalista, num
processo de ensino efetivo com qualidade e coerência, e que utiliza
metodologias adequadas que fundamentam técnicas e práticas para o
exercício da profissão.
Além disso, a FACULDADE REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL
pretende desenvolver junto aos seus alunos uma cultura que vise a autonomia
de
estudos
e
pesquisas,
num
processo
onde
o
professor
é
mediador/educador.
4.10. POLÍTICAS DE EXTENSÃO
Em relação às políticas de extensão o principal objetivo é estabelecer
política multidisciplinar e abrangente, com atitude social responsável, ampla e
participativa, aproveitando e valorizando os recursos humanos.
Objetiva ainda criar programas de extensão que otimizem espaços e
recursos tecnológicos, transformando em benefícios sociais os conhecimentos
acadêmicos gerados e/ou adaptados pela FACULDADE REDENTOR DE
PARAÍBA DO SUL.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
Programas de Pós-Graduação
na Área de Engenharia e Tecnologia
A Faculdade Redentor de Paraíba do Sul, seguindo a vocação da
Faculdade Redentor de Itaperuna, oferecerá três cursos de pós-graduação com
fortes interfaces com o curso de Engenharia Mecânica: “Engenharia de
Segurança do Trabalho”, “SGI em QSMS – Sistema de Gestão Integrado em
Qualidade, Saúde, Meio Ambiente e Segurança” e “MBA Executivo em
Gerenciamento de Projetos”.
Tais cursos virão contribuir para qualificar profissionais dos cursos
propostos e áreas correlatas, de acordo com as competências legais e técnicas
estabelecidas para as diversas modalidades profissionais. Tem como objetivo
formar profissionais com capacidade para intervir no processo produtivo das
indústrias e em empresas prestadoras de serviços e que tenham capacidade
para projetar, desenvolver, implantar programas de Qualidade, de melhoria da
produtividade, de Segurança Operacional e de Gestão Ambiental, etc. O
profissional formado irá adquirir visão sistêmica das áreas de em questão e será
conhecedor dos segredos de técnica operacional da indústria, com formação
humanística e ética mais completa, desenvolvendo-se em termos de contatos
humanos e de comunicação. É o profissional destinado a prever e prover meios
para que instalações, equipamentos, construções e métodos/ condições de
trabalho, sejam adequados, tanto do ponto de vista do trabalhador (no risco de
51
acidente do trabalho) quanto com relação aos riscos ao patrimônio da própria
empresa e ao meio ambiente.
Além destes, a Faculdade Redentor de Paraíba do Sul possuirá o curso de
pós-graduação lato sensu em Docência do Ensino Superior, também objeto de
solicitação com vias à qualificação pedagógica do corpo docente, que o cursa
gratuitamente, e também preparar outros profissionais que atuam nos cursos de
graduação e pós-graduação, de acordo com a legislação em vigor. Ressalta-se
que o curso de Pós em Engenharia e Segurança do Trabalho é oferecido também
aos docentes gratuitamente como capacitação. Foi criado em 2013 o Curso de
Pós em Gestão de IES, no qual os coordenadores estão cursando gratuitamente
objetivando a completa formação na gestão acadêmica superior.
Quanto às atividades de pesquisa, os docentes estarão inseridos no
contexto da pesquisa de forma individual e coletiva. A Faculdade Redentor de
Paraíba do Sul possuirá vários projetos de pesquisas, com alunos inseridos em
programa de iniciação científica, coordenados pela Comissão Científica da
Faculdade Redentor de Paraíba do Sul.
Independente dos projetos de pós-graduação lato sensu, os docentes
terão a oportunidade de se empenhar na produção científica, através de
publicações em periódicos e apresentação de trabalhos em eventos técnicocientíficos, com o apoio da Faculdade Redentor de Paraíba, previstos em seus
Plano de Carreiras e Plano de Cargos e Salários, devidamente protocolado no
MTE aguardando homologação.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
Curso de Engenharia Mecânica
6.1. FUNDAMENTAÇÃO DA PROPOSTA
O presente Projeto Pedagógico foi organizado em consonância com os
paradigmas de qualidade, com ênfase na construção de um conhecimento
global, que demarque a multidimensionalidade desta profissão, relacionando os
conceitos científicos e valores contemporâneos, como forma de garantir um
modelo educacional eficiente, que responda aos desafios da realidade do
homem.
O Curso de Engenharia Mecânica proposto pela Faculdade Redentor
de Paraíba do Sul, insere-se num programa de atividades para a área de
ciências da Engenharia.
O objetivo pretendido pela Faculdade Redentor de Paraíba do Sul
encerra a ideia de dotar a cidade de Paraíba do Sul no Estado do Rio de
Janeiro de um novo curso de Engenharia Mecânica, compatível com as
exigências modernas impostas pelo avanço das ciências, visando atender às
demandas emergentes pelas engenharias no Brasil.
O Curso de Engenharia Mecânica da Faculdade Redentor de Paraíba
do Sul, mantida pela Sociedade Universitária Redentor, possui uma proposta
curricular direcionada para preparar profissionais na área de Engenharia
Mecânica, com uma sólida formação intelectual conjugada com uma suficiente
53
erudição, em consonância com o rigor e os métodos exigidos pelas principais
instituições de ensino do país.
O Projeto permite a implantação e realização do plano acadêmico,
considerando suas atividades fim: o ensino, a pesquisa e a extensão;
garantindo a ampliação do conhecimento, a concretização do trabalho
acadêmico e a integração com a comunidade.
O plano acadêmico do Curso de Engenharia Mecânica reúne os
conteúdos capazes de promover o aprimoramento da relação ensinoaprendizagem, focalizando a investigação cientifica e a multidisciplinaridade
através do desenvolvimento de um Trabalho de Conclusão de Curso.
Para a viabilização deste Projeto Pedagógico, o curso pautará numa
filosofia humanista, buscando oferecer uma formação crítica e questionadora.
Segue-se uma linha holística, considerando o ser humano indissociável nos
seus diversos aspectos e valorizando a análise globalizante dos fenômenos
organizacionais e sociais. Valorizam-se, também, a pluralidade de pensamento,
entendendo-se o conflito de ideias como fecundo e importante para a formação
pretendida.
Entende-se, também, que o aluno deva ser estimulado a buscar o
autodesenvolvimento, como base de sua realização pessoal e profissional.
Mais do que oferecer teorias e métodos prontos, o curso ensina o aluno a
estudar.
6.2. CONTEXTO EDUCACIONAL
A
educação
é
um
dos
principais
alicerces
das
sociedades
desenvolvidas. Além de ser um direito constitucional, a educação se apresenta
como um processo pelo qual os indivíduos conseguem ampliar seu bojo
cultural, tornando-se agentes sociais mais capacitados e integrados à
sociedade.
Depois de mais de duas décadas de estagnação, a busca pelos cursos
regulares de engenharia cresceu 67% entre 2004 e 2009, segundo o Ministério
da Educação. O número de concluintes passou de 33 mil para 55 mil. No
entanto, existe uma dispersão desses profissionais por diversas outras áreas
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
54
no mercado de trabalho e, aproximadamente, apenas 60% destes profissionais
passam a atuar na área, segundo entidades do setor. Além disso, estima-se
que o mercado nacional tenha necessidade de 60 mil a 80 mil novos
engenheiros anualmente. Parte desta lacuna é preenchida por profissionais
estrangeiros, que vêm ao Brasil atraídos por um cenário econômico melhor que
nos países do mundo desenvolvido. Mesmo assim, o número é insuficiente.
Este déficit de engenheiros constitui um gargalo significativo ao
desenvolvimento do país e uma solução para este problema está na oferta de
cursos tecnológicos de educação, dentre eles o curso de Engenharia
Mecânica.
Preocupada com a qualidade do ensino, o Curso de Engenharia
Mecânica da Faculdade Redentor de Paraíba do Sul foi concebido com um
caráter mais generalista, visando o mercado de trabalho, dentro de um conceito
de multidisciplinaridade; permitindo, no entanto, um certo grau de flexibilidade,
facultando ao aluno imprimir uma ênfase à sua própria formação por meio da
escolha de cadeiras optativas, no final do Ciclo Específico do Curso.
Sendo a Engenharia Mecânica uma atividade de geração intensiva de
emprego e com o aquecimento do mercado de trabalho nessa área, motivado
dentre outros pelas grandes obras públicas de infraestrutura – tanto as que
envolvem o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) como as que se
voltam à Copa-2014 e às Olimpíadas-2016, o pré sal, a construção do
Complexo Industrial do Superporto do Açu, na região norte fluminense, sendo
este o maior empreendimento porto-indústria da América Latina e deverá
movimentar, pelo menos, 350 milhões de toneladas por ano, entre exportações
e importações, posicionando-se como um dos três maiores complexos
portuários do mundo. O Complexo Industrial do Superporto do Açu se estende
sobre mais de 90 quilômetros e receberá diversas indústrias, dentre outras,
usinas siderúrgicas, indústrias offshore, cimenteiras, com um investimento
conjunto de mais de US$ 40 bilhões nos seus empreendimentos e geração de
cerca de 50 mil empregos na região, sendo este o foco principal do egresso
proposto. Assim, em função da demanda da região e da carência de
profissionais no Brasil, a Faculdade Redentor de Paraíba do Sul propôs o
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
55
Curso de Engenharia Mecânica, para atender não só uma demanda regional,
mas também uma necessidade nacional.
Comparando-se as informações sobre população do Censo IBGE 2000
(452.472) e do Censo IBGE 2010 (481.357), pode-se observar que a Região
Centro Fluminense apresentou, no período, um crescimento populacional de
8,6%, crescimento bastante similar ao crescimento da população de todo o
estado (10,6%). A taxa média de crescimento apresentada no período foi de
0,9% ao ano. Possivelmente, isto se deve ao efeito atrativo do turismo e do
polo de confecções presentes em Nova Friburgo, além das fabricas em Três
Rios como a Nestlé.
Dos 2,2 milhões de estudantes matriculados no Ensino Médio, 40%
estão presentes na região sudeste, mas o estado do Rio de Janeiro aparece
em último lugar, com apenas 7,28% ou 143 mil jovens matriculados.
Em 1998 o número de matrículas no nível superior foi de 3.373. Hoje, na
região Norte já estão registradas 35.593 no ensino médio e 25.668 no ensino
superior (19% em escolas públicas e 81% privadas). Esses dados indicam que
as matrículas realizadas no ensino superior, em relação às do ensino médio,
correspondem a 72% das matriculas efetuadas no ensino médio.
Para que o Brasil possa cumprir as metas do PNE, prover, até o final da
década, a oferta de educação superior para, pelo menos, 30% da faixa etária
de 18 a 24 anos terá que contar também com as Instituições de Ensino
Superior Privadas, que hoje representam mais do que 70% da Educação
Superior no país.
Segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) em maio de
2012, o Brasil pode sofrer com a falta de engenheiros até 2020 caso mantenha
o ritmo de crescimento atual levantamento do Ministério da Ciência, Tecnologia
e Inovação indica que entre os membros do BRICS (Brasil, Rússia, Índia e
China e África do Sul), o Brasil é o penúltimo na formação anual de
engenheiros - são cerca de 40 mil. Na Índia, são formados 220 mil profissionais
da área, enquanto que na Rússia o número chega a 190 mil e na China a 650
mil.
Diante do acima exposto, este projeto pedagógico do Curso de
Graduação em Engenharia Mecânica da Faculdade Redentor de Paraíba do
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
56
Sul considera a população do ensino médio da Região Centro-Sul do Estado
do Rio de Janeiro, a quantidade de vagas ofertadas na educação superior e a
demanda pelo curso. O projeto também contempla a taxa bruta e a líquida de
matriculados na educação superior, a pirâmide populacional de maneira a
contemplar as metas do PNE, principalmente no que tange Educação de
Jovens e Adultos, onde propõe, respeitar as especificidades da clientela e a
diversidade regional, e, a Faculdade Redentor de Paraíba do Sul, promove o
acesso ao ensino superior e permite a escolha do jovem, que se faz por
diversas razões, porém, a mais importante é a vocação pessoal para cada área
do conhecimento.
6.3. OBJETIVOS DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA
O Projeto do Curso de Engenharia Mecânica, seguindo as tendências
acadêmicas e mercadológicas, bem como as necessidades da sua área de
atuação, se caracteriza por um modelo que integre uma solução de
compromisso entre as fórmulas GENERALISTA e ESPECIALISTA. Ao mesmo
tempo, proporciona ao aluno uma base sólida de formação em três dos
principais ramos da Engenharia Mecânica, ou seja, nas áreas de:
PROJETOS NA ÁREA DE MECÂNICA DOS SÓLIDOS;
PROJETOS NA ÁREA DE MECÂNICA DOS FLUIDOS, e
PROJETOS NA ÁREA DE MECÂNICA TÉRMICA.
Para tal a matriz curricular se caracteriza por um sistema básico, calcado
nas disciplinas obrigatórias, nos conteúdos generalistas e uma preparação
mais focal orientada para a especialização. Além disso, a matriz curricular
oferece também um bom elenco de disciplinas optativas, que deverão ser
cursadas, num mínimo de duas disciplinas, com o objetivo de complementar e
diversificar a formação.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
57
Este projeto se insere no objetivo geral de subsidiar o desenvolvimento
de novas aptidões vocacionais que correspondem à demanda da área de
atuação e, ao mesmo tempo, suscitar o fomento da massa crítica regional,
dando condições e possibilidades para o incremento e gestão do capital
intelectual do interior fluminense. Na verdade, este objetivo é uma resposta ao
aumento expressivo da requisição por profissionais qualificados no campo da
mecânica, em uma cidade que vem se tornando representativa do
desenvolvimento no interior do estado e polo concentrador em alguns setores e
até de excelência em outros, como o hospitalar e o industrial.
A estrutura conceitual do curso também atenta para as crescentes
inovações tecnológicas em processamento, que gera uma pressão qualitativa
na demanda do perfil do Engenheiro Mecânico. Nossa concepção optou então
por uma forte ancoragem na formação técnico-científica de modo a propiciar a
apropriação das novidades e desdobramentos das tecno-ciências.
Sabe-se da nova tendência de desenvolvimento industrial que requer a
integração/produção
de
conhecimento/assimilação
tecnológica/linha
de
montagem. Para atender a este modelo o Projeto se sustenta em três pilares:
Ensino com forte embasamento teórico: Esta linha corresponde à
necessidade de um sistema de ensino que se sustente numa sólida
formação conceitual, caracterizada pela abrangência e versatilidade,
fornecendo os fundamentos para um desenvolvimento sustentado e flexível
do saber específico;
Capacitação adequada à assimilação de novas tecnologias: Este
fundamento requer a atualização constante do currículo e construção de
capacidade de agregação de valor intelectual;
Forte conexão entre prática e teoria: Este direcionamento está em
sintonia com as novas tendências que tornam imprescindível a união
laboratório/fábrica, portanto a montagem do Curso tem uma nítida
preocupação com a continuidade entre os aspectos teórico-conceituais, e a
parte de Projetos, Análise e Criação.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
58
Para tal a matriz curricular tem evoluído, a partir da análise critica do
NDE, de modo a proporcionar esta integração, para que o aluno não sinta a
ruptura entre o estudo e sua consecução.
O Curso contará com laboratórios próprios para as atividades ligadas à
engenharia mecânica, o que permite além do conhecimento teórico o prático.
Partindo dessas três articulações fundamentais o diplomado estará apto
a aplicar, analisar criticamente e desenvolver novas tecnologias nas três áreas
acima delineadas (Projetos na Área Mecânica dos Sólidos, Projetos na Área
Mecânica dos Fluidos e Projetos na Área Mecânica Térmica), pois a
interconexão entre estes três eixos centrais, perseguida ao longo de todo o
encadeamento disciplinar, permite o enfoque empírico, crítico-analítico e ao
mesmo tempo criativo, capacitando o profissional a um amplo leque de
inserções.
As disciplinas do Curso podem ser divididas, mediante uma visão macro,
do seguinte modo:
Núcleo de Conteúdo Básico: dirigido à construção de um sólido
embasamento teórico de todos os alunos, contam com as seguintes
disciplinas: Cálculo, Física, Química, Desenho Técnico, Probabilidade e
Estatística, Metodologia Cientifica, Linguagem Técnica de Programação,
Projeto
Auxiliado
por
Computador,
Mecânica
Geral
e
Aplicada,
Administração, Direito, Português Instrumental, Sustentabilidade Sócio
Ambiental, Relações Étnico Raciais, Estudos Ambientais, Libras, Religião e
Cultura.
Núcleo de Conteúdo Profissionalizante: neste ciclo os alunos
encontram as disciplinas de caráter generalista. São aquelas que
apresentam um amplo leque de possíveis áreas de atuação, capacitando-o
para uma análise generalista e sobre o campo da Mecânica:
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
59
Núcleo de Conteúdo Específicos: se constitui em extensões e
aprofundamentos
dos
conteúdos
do
núcleo
de
conteúdos
profissionalizantes, bem como de outros conteúdos destinados a
caracterizar modalidades. Constituem-se em conhecimentos científicos,
tecnológicos e instrumentais necessários para
a definição das
modalidades de engenharia e devem garantir o desenvolvimento das
competências e habilidades estabelecidas nestas diretrizes.
- Especificas na Área de Mecânica dos Sólidos: Ciência dos
Materiais, Usinagem, Elementos Orgânicos de Máquinas, Projetos de
Máquinas,
Resistência
dos
Materiais,
Mecanismos,
Vibrações
Mecânicas, Soldagem, Metrologia, Fundição, Usinagem, Manutenção
Industrial Mecânica,
- Especificas na Área de Mecânica dos Fluidos: Mecânica dos
Fluidos I, Mecânica dos Fluidos II, Máquinas de Fluxo, Sistemas
Hidráulicos e Pneumáticos.
- Especificas na Área de Mecânica Térmica: Termodinâmica,
Máquinas Térmicas, Transferência de Calor e Massa, Motores de
Combustão Interna, Turbinas a Gás e a Vapor, Ar Condicionado e
Ventilação, Refrigeração Industrial.
Veja abaixo descrições de algumas das disciplinas do ciclo profissional.
Mecânica dos Fluidos: Esta disciplina é divida em duas
partes: “Estática”, que estuda os esforços nos fluidos
quando não existe movimento relativo entre as porções de
fluido;
e
“Dinâmica”,
que
estuda
movimentos
e
deformações nos fluidos, provocadas por esforços de
cisalhamento.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
60
Desenho Técnico Mecânico: Nesta disciplina, os
alunos irão aprender a usar as ferramentas do desenhista e
as ferramentas modernas do desenho técnico. Irão
despertar para a visão espacial com o entendimento das
vistas e perspectivas. Irão também aprender a transformar
seus projetos em realidade, utilizando para isso os
programas CAD (projeto auxiliado por computador), como o
AutoCAD, Mechanical Desktop, Solid Works, Inventor e
outros.
Máquinas de Fluxo: Tem como objetivo capacitar o
aluno para entender os fenômenos envolvidos em
instalações de bombeamento, sendo capaz de entender e
levantar as diversas curvas características de bombas.
Conhecer os componentes de bombas dinâmicas e
volumétricas.
Motores de Combustão Interna: Apresenta aos
alunos o funcionamento e análise termodinâmica dos diversos
ciclos motores, destacando-se o ciclo Otto e o Diesel.
Princípio de Ciência dos Materiais: Estuda a
epistemologia dos Materiais, que são as substâncias cujas
propriedades
as
tornam
utilizáveis
em
estruturas,
máquinas, dispositivos ou produtos consumíveis. Nelas se
incluem
metais,
cerâmicos,
semicondutores,
supercondutores, polímeros, vidros, dielétricos, fibras,
madeira, areia, pedra e vários conjugados.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
61
Resistência dos Materiais: Estuda os elementos
estruturais que oferecem resistência à flexão, provocada
por carregamentos aplicados, conhecidos como vigas. A
maioria das vigas é uma barra prismática longa e as
cargas são usualmente aplicadas na direção normal aos
eixos da barra.
Tecnologia Metalúrgica: Neste curso o aluno
conhecerá toda a tecnologia empregada nas Empresas
Metalúrgicas e Siderúrgicas para a produção de peças
metálicas, e os tratamentos térmicos utilizados na
indústria metalúrgica.
Disciplinas Optativas: o aluno pode enriquecer seu perfil
pessoal, dando vazão a escolhas singulares e montar um currículo baseado em
áreas de interesse particular. As disciplinas optativas são as seguintes:
Automação e Robótica, Comando Numérico, Energia Solar, Equipamentos de
Processo, Fontes Alternativas de Energia, Qualidade Industrial e Ambiental,
SolidWorks, Gerência de Fabricação e Sistemas de Utilidades Industriais,
Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos, Estudos das Relações Étnico Raciais no
Brasil, Educação Ambiental.
6.4. PERFIL DO EGRESSO
O perfil do profissional formado no curso de graduação em Engenharia
Mecânica da Faculdade Redentor de Paraíba do Sul , é delineado nos
seguintes parâmetros:

Ter competência formal, dominando os conhecimentos e habilidades
gerais e básicas de sua profissão, extrapolando esses conhecimentos e
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
62
habilidades para diferentes situações de seu campo de atuação
profissional;

Trabalhar
o
conhecimento
com
autonomia,
aprendendo
permanentemente, sendo capaz de empreender formas diversificadas
da atuação profissional adequadas à mobilidade entre os empregos
existentes.

Identificar, caracterizar e analisar necessidades de atuação profissional.

Aprender a aprender;

Manejar criativamente lógica, raciocínio, argumentação, dedução e
indução;

Ser capaz de estabelecer relação entre teoria e prática;

Exercer a capacidade de avaliar e avaliar-se;

Ser capaz de trabalhar em equipe;

Ter projeto próprio, sempre renovado;

Ser empreendedor;

Ser ético;

Ser comprometido com a preservação da biodiversidade no ambiente
natural e com a melhoria da qualidade de vida.

Atuar de forma multi, inter e transdisciplinarmente, capaz de trabalhar
em equipes multidisciplinares.

Ser um profissional com capacidade transformadora, com possibilidades
de avaliar e questionar a realidade social, favorecendo mudanças;

Conhecedor da realidade regional, nacional e internacional, capaz de
contribuir para a formação de uma nova consciência política afinada com
a sociedade globalizada;

Utilizar os conhecimentos da tecnologia como ferramenta facilitadora e
modernizadora de sua atividade profissional;

Ser capaz de gerenciar processos e pessoas;

Ser capaz de cumprir seus deveres;

Ser capaz de respeitar as diferenças filosóficas, culturais, políticas e
religiosas;

Ser capaz de se comunicar satisfatoriamente de forma oral e escrita.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
63
Por meio de uma sólida formação básica, técnico científica e profissional e
com uma visão geral e abrangente da Engenharia Mecânica espera-se que o
profissional formado neste curso adquira capacidade de absorver e
desenvolver novas tecnologias, estimulando atuação crítica e criativa sempre
que estiver à frente de novos problemas ou de conhecimentos tecnológicos.
Almeja-se, ainda, uma participação ativa deste profissional na solução de
problemas políticos, econômicos, ambientais, culturais e sociais, com visão
ética e humanística atendendo demandas da sociedade. Neste sentido, o
Engenheiro Mecânico formado pela Faculdade Redentor deverá ser capaz de:

Aplicar
conhecimentos
matemáticos,
científicos,
tecnológicos
e
instrumentais à engenharia mecânica;

Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;

Conceber, projetar, e analisar sistemas, produtos e processos;

Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de
engenharia mecânica, nas áreas de Mecânica dos Sólidos, Mecânica do
Fluidos e Mecânica Térmica;

Identificar, formular e resolver problemas de engenharia mecânica;

Desenvolver, e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;

Supervisionar a operação e manutenção de sistemas mecânicos;

Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas mecânicos;

Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;

Atuar em equipes multidisciplinares;

Compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais;

Avaliar o impacto das atividades da engenharia mecânica no contexto
social e ambiental;

Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia mecânica;

Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.
6.5 NÚMERO DE VAGAS
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
64
O número de vagas será 100 vagas anuais divididos em duas turmas de
50 alunos.
6.6. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
O curso de graduação em Engenharia Mecânica consiste de um
conjunto de atividades que compreendem disciplinas de conteúdos básicos,
conteúdos profissionalizantes e conteúdos específicos segundo as Diretrizes
Curriculares para as Engenharias de acordo com a resolução 11/2002 do
CES/CNE.
Segundo essa resolução, o núcleo de conteúdos básicos terá cerca de
30% da carga horária mínima prevista e trata dos conteúdos comuns a todas
as engenharias. O núcleo de conteúdos profissionalizantes terá cerca de15%
da carga horária mínima e o núcleo de conteúdos específicos constitui-se em
extensões e aprofundamentos dos conteúdos do núcleo de conteúdos
profissionalizantes, bem como de outros conteúdos destinados a caracterizar
modalidades. Estes conteúdos consubstanciam o restante da carga horária
total, sendo propostos exclusivamente pela Instituição de Ensino Superior.
De acordo com a resolução CNE/CES 11/02, como etapa integrante da
formação do engenheiro, são obrigatórios estágios curriculares sob
supervisão direta da instituição de ensino com carga horária mínima de 160
(cento e sessenta) horas. Também é obrigatório o trabalho final de curso
como atividade de síntese e integração de conhecimento. Por outro lado, as
atividades de estágio, trabalho final de curso e outras atividades
complementares como participações em congressos, seminários, eventos,
visitas técnicas, iniciação científica, por exemplo, poderão ser utilizadas para
comporem até 10% da carga mínima do curso. Tal resolução, porém, não
menciona a carga horária dos cursos.
Quanto à carga horária dos cursos de engenharia existem, atualmente,
duas regulamentações conflitantes. O parecer 329/04 da Câmara de Ensino
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
65
Superior estabelece que a carga horária mínima para os cursos de engenharia
é de 3600 horas considerando neste total as atividades de Estágio
Supervisionado e Atividades Complementares que podem ser consideradas
neste total até um limite de 20% (720 horas). Por outro lado, a decisão plenária
1570/04 do CONFEA estabelece uma carga horária mínima de 3600 horas
para os cursos de engenharia e que para efeito do computo desta carga
horária mínima não devem ser consideradas a carga horária do Estágio
Supervisionado.
Diante de tal impasse, o presente projeto pedagógico faz uma opção
conservadora, no sentido de respaldar os egressos do curso quanto ao
reconhecimento de seu diploma junto ao sistema CONFEA/CREA não
considerando nas 3600 horas mínimas aquelas destinadas ao estágio
supervisionado.
Numa moderna concepção do ensino superior, considera-se que a
unidade referencial de análise seja o curso. As diversas disciplinas devem ser
combinadas de forma harmônica de modo a garantir que os objetivos tanto dos
alunos, quanto da instituição de ensino, como da sociedade que sustenta esta
estrutura sejam atendidos. Isso significa ter um curso de alto nível quanto aos
conteúdos e métodos de modo que a evasão estudantil seja minimizada e o
profissional formado, além do aprendizado técnico, tenha maturidade e
responsabilidade suficientes para contribuir de forma satisfatória para a
sociedade.
Integralização de 4050 horas, das quais 3960 horas em disciplinas
obrigatórias, 90 horas em disciplinas optativas (oferta de duas disciplinas por
ano), 300 horas em estágio supervisionado e mais 200 horas de Atividades
Complementares, não computadas no total de 4250 horas. Para o Projeto de
Graduação ou seja o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), está prevista
carga horária de 90 horas, integralizadas na carga horária das disciplinas
obrigatórias, destinadas à pesquisa, formatação, acompanhamento e
orientações gerais.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
66
6.6.1 MODALIDADE: CURSO DE BACHARELADO
6.6.2
ESTRUTURA CURRICULAR
6.6.2.1. MATRIZ CURRÍCULAR
CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA - MATRIZ CURRICULAR
Código
Disciplina
DES 0201 Desenho Técnico
CDI 0201 Cálculo Diferencial e Integral 0
GEA 0201 Geometria Analítica
GED 0201 Geometria Descritiva
IEM 0201 Introdução à Engenharia Mecânica
INF 0201 Introdução à Informática
MEC 0201 Metodologia Científica
QUI 0201 Química Geral
Total considerando "ha" de 45min
Adequação para "ha" de 60min.
1º Período
Créditos
4
4
4
3
3
3
2
4
CH-AT
60
80
80
60
60
40
60
440
330
CH-AP
20
60
20
100
75
Pré-Req
2º período
Código
Disciplina
Créditos
CDI 0202 Cálculo Diferencial e Integral I
6
FGE 0202 Física Geral e Experimental I
5
ALG 0202 Álgebra Linear
3
LTP 0202 Linguagem e Técnicas de Programação
3
PEE 0202 Probabilidade e Estatística
4
CAD 0202 Projeto Assistido por Computador
4
REL 0202 Religião e Cultura
2
Total considerando "ha" de 45min
27
Adequação para "ha" de 60min.
CH-AT
120
60
60
40
80
40
400
300
CH-AP
40
20
80
140
105
Pré-Req
CDI 0201
DES 0201
-
CH-Total
120
100
60
60
80
80
40
540
405
3º Período
Créditos
4
4
5
3
4
3
CH-AT
80
80
80
60
60
40
CH-AP
20
20
20
Pré-Req
CDI 0202
FGE 1020
CAD 0202
CH-Total
80
80
100
60
80
60
Código
CAL 0203
MEG 0203
FGE 0203
CIA 0203
MTN 0203
DEM 0203
Disciplina
Cálculo Diferencial e Integral II
Mecânica Geral
Física Geral e Experimental II
Sustentabilidade Sócio Ambiental
Métodos Numéricos
Desenho Técnico Mecânico
27
-
CH-Total
80
80
80
60
60
60
40
80
540
405
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
67
INE 0203 Introdução à Economia
Total considerando "ha" de 45min
Adequação para "ha" de 60min.
Código
CAL 0204
FGE 0204
ADM 0204
EQD 0204
DIR 0204
2
60
45
-
40
500
375
CH-AT
80
80
60
80
60
CH-AP
20
-
Pré-Req
CAL 0203
FGE 0203
-
CH-Total
80
100
60
80
60
3
60
-
-
60
3
3
60
60
540
405
20
15
MEG 0203
60
60
560
420
CH-AT
60
60
40
60
40
60
60
CH-AP
20
20
20
-
Pré-Req
FGE 2020
MEA 0204
FGE 3020
-
CH-Total
60
60
60
80
60
60
60
4
60
20
MEA 0204
80
26
440
330
80
60
CH-AT
60
60
60
40
60
60
60
60
460
345
CH-AP
20
20
40
30
25
4º Período
Créditos
4
5
3
4
3
Disciplina
Cálculo Diferencial e Integral III
Física Geral e Experimental III
Administração e Organização
Equações Diferenciais Ordinárias
Noções de Direito
ERG 0204 Engenharia de Seg. do Trabalho
FEE 0204 Engenharia Econômica
MEA 0204 Mecânica Aplicada
Total considerando "ha" de 45min
Adequação para "ha" de 60min.
Código
TEC 0205
DNA 0205
ELE 0205
FIS 0205
LAB 0205
PCM 0205
PRT 0205
40
440
330
28
Matéria
Termodinâmica Clássica
Dinâmica I
Fundamentos de Eletricidade
Física Geral e Experimental IV
Laboratório de Engenharia Mecânica I
Princípios de Ciência dos Materiais
Português Instrumental
RES 0205 Resistência dos Materiais I
Total considerando "ha" de 45min
Adequação para "ha" de 60min.
Código
Matéria
DIN 0206 Dinâmica II
EOM 0206 Elementos Orgânicos de Máquinas I
ING 0206 Inglês Instrumental
LAB 2020 Laboratório de Engenharia Mecânica II
MEE 0206 Métodos Experimentais
RES 0206 Resistência dos Materiais II
TCM 0206 Tecnologia Metalúrgica
TEA 0206 Termodinâmica Aplicada
Total considerando "ha" de 45min
Adequação para "ha" de 60min.
5º Período
Créditos
3
3
3
4
3
3
3
6º Período
Créditos
3
3
3
3
3
4
3
3
25
520
390
Pré-Req
DNA 0205
RES 0205
PCM 0205
TEC 0205
CH-Total
60
60
60
60
60
80
60
60
500
375
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
68
Código
Matéria
MEF 0207 Mecânica dos Fluidos I
EOM 0207 Elementos Orgânicos de Máquinas II
MAT 0207 Máquinas Térmicas
MCI 0207 Motores de Combustão Interna
MEC 0207 Mecanismos
PRC 0207 Processos de Conformação
TRC 0207 Transferência de Calor e de Massa I
VIB 0207 Vibrações Mecânicas
Total considerando "ha" de 45min
Adequação para "ha" de 60min.
7º Período
Créditos
3
3
3
3
3
3
4
3
25
CH-AT
40
60
60
40
60
60
60
60
440
330
CH-AP
20
20
20
Pré-Req
EOM 0206
TEA 0206
DIN 0206
PCM 0205
FGE 2020
DIN 0206
CH-Total
60
60
60
60
60
60
80
60
500
375
CH-AT
60
40
60
60
40
60
40
60
420
315
CH-AP
20
20
20
20
80
60
Pré-Req
MEF 0207
MEF 0207
TRC 0207
EOM 0207
PCM 0205
TRC 0207
CH-Total
60
60
60
60
60
60
60
80
500
375
CH-AT
20
60
40
40
60
60
40
60
380
285
CH-AP
40
20
20
Pré-Req
-
-
-
20
100
75
MET 0208
-
CH-Total
60
60
60
60
60
60
60
60
460
360
60
45
8º Período
Código
Matéria
MAQ 0208 Máquinas de Fluxo
MEF 0208 Mecânica dos Fluidos II
MEP 0209 Materiais para Equipamentos de Processo
AVC 0208 Ar Condicionado e Ventilação
MET 0208 Metrologia
PRJ 0208 Projetos de Máquinas
SOL 0208 Soldagem
TRC 0208 Transferência de Calor e de Massa II
Total considerando "ha" de 45min
Adequação para "ha" de 60min.
Créditos
3
3
3
3
3
3
3
4
25
9º Período
Código
Matéria
Créditos
PRJ 0209 Projeto Final em Engenharia Mecânica I
3
COQ 0209 Controle de Qualidade
3
FUN 0209 Fundição
3
IEC 0209 Instrumentação e Controle
3
MIM 0209 Manutenção Industrial Mecânica
3
TVG 0209 Turbina a Gás, Caldeiras e Turbina a Vapor
3
USI 0209 Usinagem
3
Optativa I
3
Total considerando "ha" de 45min
24
Adequação para "ha" de 60min.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
69
10º Período
Código
Matéria
Créditos
EST 0210 Estágio Curricular Supervisionado
20
PRJ 0210 Projeto Final em Engenharia Mecânica II
3
REF 0210 Refrigeração Industrial
3
TRC 0210 Trocadores de Calor
3
LIB 0210 LIBRAS – Linguagem Brasileira de Sinais
3
TUI 0210 Tubulações Industriais
3
3
Optativa II
Total considerando "ha" de 45min
38
Adequação para "ha" de 60min.
CH-AT
60
20
60
60
20
60
60
340
255
CH-AP
340
40
40
420
315
Disciplinas Complementares de Escolhas Optativas
Matéria
Créditos CH-AT CH-AP
Automação e Robótica
3
60
3
60
Comando Numérico
3
60
Energia Solar
Equipamentos de Processo
3
60
Fontes Alternativas de Energia
3
60
Qualidade Industrial e Ambiental
3
60
SolidWorks
3
60
Gerência de Fabricação
3
60
Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos
3
60
SUI 99
3
60
Sistemas de Utilidades Industriais
RER 99 Estudo das Relações Étnico Raciais no Brasil
3
60
EAM 99 Educação Ambiental
3
60
Total considerando "ha" de 45min
720
33
Adequação para "ha" de 60min.
540
Código
ARO 99
CNC 99
ENS 99
EQP 99
FAE 99
QIA 99
SWK 99
GEF 99
SHP 99
Período
1º
2º
3º
4º
5º
6º
7º
8º
9º
10º
Total
Resumo
Total considerando "ha" de 45min
540
540
500
560
520
500
500
500
460
760
5380
Pré-Req
PRJ 0209
TRC 0207
TRC 0207
MEF 0207
-
CH-Total
400
60
60
60
60
60
60
760
570
Pré-Req
-
CH-Total
60
60
60
60
60
60
60
60
60
60
60
60
720
540
-
-
Adequação para "ha" de 60min.
405
405
375
420
390
375
375
375
360
570
4050
Créditos
27
27
25
28
26
25
25
25
24
38
270
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
70
Legendas:
Conteúdos
Percentua
l
Previsto
30%
Percentua
l
Atual
38,3%
Conteúdos
Profissionalizantes
15%
16,3%
Conteúdos Específicos
55%
45,4%
Total
100%
100%
Conteúdos Básicos
Legendas:
CH
Carga Horária
AT
Aulas Teóricas
AP
Aulas Práticas
Conteúdos Básicos
Conteúdos Profissionalizantes
Conteúdos Específicos
TOTAL GERAL:
o 3660 horas - Disciplinas
o 90 horas – Trabalho Final de Curso
o 300 horas - Estágio Supervisionado
o 200 horas - Atividades Complementares
= 4250 horas
Obs.:
1.
Os currículos dos cursos de Engenharia Mecânica deverão ser
complementados com extensões e aprofundamentos dos conteúdos do
núcleo profissionalizante, bem como com outros conteúdos destinados a
estimular a multidisciplinaridade;
2.
As disciplinas Optativas deverão ser cursadas a partir do 9º período.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
71
Estrutura Curricular
Conteúdos Básicos
3%
7%
Conteúdos
Profissionalizantes
Conteúdos Específicos
7%
39%
Estágio Curricular
30%
Atividades
Complementares
Projeto Final
14%
6.6.2.2.
CARGA
HORÁRIA
MÍNIMA
E
TEMPO
MÍNIMO
DE
INTEGRALIZAÇÃO
DURAÇÃO: Mínimo de 05 anos e Máximo de 10 anos
TURNO DE FUNCIONAMENTO: Noturno
REGIME DE MATRÍCULA: Seriado Semestral
TOTAL MÍNIMO DE HORAS: 4200 horas
6.6.2.3. EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS
1° PERÍODO
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL 0 – 60h
Ementa
Números Reais e Conjuntos Numéricos, Estudo de Funções, Introdução ao
Conceito de Limites e do Comportamento de Funções. Continuidade.
Bibliografia
Básica:
LEITHOLD, W. O Cálculo com Geometria Analítica, Harbra Editora, São Paulo,
1994. MUNEM, Mustafá A., FOULIS, David J. Cálculo Vol. 1. Trad. André
Lima Cordeiro. Rio de Janeiro: Ed Guanabara Dois, 1982.
SIMMONS, G. Cálculo com Geometria Analítica, São Paulo. Makron Books,
2007.
Complementar:
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
72
Flemming, D. M. Cálculo A; Funções, Limite, Derivação, Integração. Makron
Books, São Paulo, 1992.
Ávila, Geraldo. Introdução ao Cálculo – Rio de Janeiro: LTC, 2010.
Demana, Frankling. Pré-Cálculo – São Paulo: Pearson, 2009.
George B. Thomas. Cálculo, volume 1, Décima edição, Editora AddisonWesley, 2003.
Safier, F. Pré-Cálculo . Porto Alegre: Bookman, 2003.
DESENHO TÉCNICO - 60h
Ementa
Vistas ortográficas. As seis principais combinações de vistas. As três
dimensões espaciais. Representação das linhas, partes invisíveis, linhas de
centro. Seleção das vistas. Projeção das vistas. Etapas da execução de um
desenho. Leitura de desenhos ortográficos. Vistas auxiliares: conceitos
básicos, classificação das superfícies, direções das superfícies inclinadas,
superfícies oblíquas, vistas de área de superfícies oblíquas, vistas normais das
superfícies oblíquas. Vistas seccionais e convenções: definição, classificação,
cortes completos, meios-cortes, cortes parciais, rebatidos e removidos, cortes
auxiliares, cortes de montagens, processos de desenho, seções mostrando
braços nervuras, orelhas, hachurado, seções alinhadas, métodos
convencionais, cortes e símbolos convencionais.
Bibliografia
Básica:
ABNT. Coletânea de Normas Brasileiras para Desenho Técnico. Rio de
Janeiro: Senai: ABNT, 1990.
FRENCH, T. E., VIERCK, C. J. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. Rio de
Janeiro: Editora Globo, 1985.
SILVA, Arlindo Desenho Técnico Moderno. 4ª Ed. LTC
Complementar:
OMURA, George; CALLORI, Robert; “AutoCAD 2000 – Guia de Referência”;
Editora Makron Books; 2000.
MICELI, MARIA T.. Desenho Técnico Básico. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico,
2004.
PROVENZO, Francesco; “Desenhista de Máquinas”; Editora Provenza; 1ª
Edição. 1960;
REINA, CLÁUDIA CAMPOS. Estudo dirigido Autocad 2006. Sâo Paulo, Editora
Érica, 2007.
AUTODESK. Autocad release 11. São Paulo: Makron Books, 1992.
GEOMETRIA ANALÍTICA - 60h
Ementa
Geometria Analítica. Cônicas. Superfícies e coordenadas Polares. Plano.
Coordenadas Esféricas. Coordenadas Cilíndricas.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
73
Bibliografia
Básica:
BOULOS, P. e OLIVEIRA, J. C. Geometria Analítica. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 1994;
LEHMANN, C. H. Geometria Analítica. Rio de Janeiro: Globo, 1998;
SANTOS, F. J. e FERREIRA, S. F. Geometria Analítica. Porto Alegre:
Bookman, 2009.
Complementar:
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica, vol. 1. Trad. Antônio Paques
et al. Harper & Row do Brasil, 1994;
MACHADO, A. S. Matemática Temas e Metas Geometria Analítica e
Polinômios. São Paulo: Atual, 1997.
RIGGETTO, A. Vetores e Geometria Analítica. São Paulo: IBEC ,1982.
SIMMONS, George F. Cálculo com Geometria Analítica. Volume 1. Traduzido
por Seiji Hariki. São Paulo: Editora Makron Books, 2007. 829 p.
STEINBRUCH, A. e WINTERLE, P. Geometria Analítica. S.Paulo: MAKRON
BOOKS, 2006.
INTRODUÇÃO À ENGENHARIA MECÂNICA - 45h
Ementa
Chegando à Universidade. Pesquisa tecnológica: ciência e tecnologia, métodos
de pesquisa, processos do método de pesquisa, organização da pesquisa.
Comunicação. Projeto: a essência da engenharia, o projeto, processo de
projeto, ação científica e ação tecnológica, fases do projeto.
Modelo:
classificação dos modelos, valor dos modelos, o modelo e o sistema físico real.
Simulação: tipos de simulação, o computador na engenharia. Otimização: a
procura de melhores soluções, modelos de otimização, métodos de otimização,
otimização com uma variável, otimização com duas ou mais variáveis. A
engenharia: múltiplas atividades, áreas de atuação profissional. Sistema
Internacional de Unidades: regras do emprego do SI, múltiplos e submúltiplos,
transformações de unidades, nomes especiais de algumas unidades do SI.
Bibliografia
Básica:
BAZZO, W. A.; Introdução à Engenharia. 2 ª ed. S. Catarina: Ed. UFSC, 1990.
HOLTZAPPLE, M. T.; REECE, W. D. Introdução à Engenharia. Rio: Ed. LTC,
2006.
BAZZO, W. A.; Educação Tecnológica – enfoques para o ensino de
engenharia. Florianópolis: Ed. UFSC, 2000.
Complementar:
BUARQUE, Cristovam, A revolução nas prioridades: da modernidade técnica à
modernidade Ética. São Paulo: Editora Paz e Terra, 1994.
OLIVEIRA, O. J., MELHADO, S. B. Como Administrar Empresas de Projeto de
Arquitetura e Engenharia Civil. São Paulo. Pini, 2006.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
74
CUNHA, J.C.. A História das Construções – Volume 1. B. Horizonte: Autêntica
Editora, 2009.
CUNHA, J.C.. A História das Construções – Volume 2. B. Horizonte: Autêntica
Editora, 2009.
PEREIRA, L. M. Sistema CONFEA/CREA. Brasília, CONFEA/CREA, 2008.
INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA – 45h
Ementa
Tecnologia, Informática e Sociedade. Conceitos fundamentais da informática.
Estrutura de um computador. Softwares. Redes. Internet. Sistemas
Operacionais. Utilização de ferramentas computacionais. Aplicações de
engenharia auxiliada por computadores.
Bibliografia
Básica:
FORBELONE, A. L. V. Lógica de Programação: A Construção de algoritmos e
Estruturas de Dados. São Paulo, Prentice Hall, 2005.
MONTEIRO, M. A. Introdução à organização de computadores. Rio de Janeiro:
LTC Editora, 1999.
NORTON, P. Introdução à Informática. São Paulo. Pearson MaKron Books.
2004.
Complementar:
MEIRELES, F. S. Informática novas aplicações com Microcomputadores. São
Paulo. Makron Books. 1994.
CORNACHIONE JR, E.. Informática aplicada às areas de contabilidade,
administração e econômia. – 3ª. Edição – Editora Atlas - São Paulo – 2001.
FORBELONE, A. L. V. Lógica de Programação: A Construção de algoritmos e
Estruturas de Dados. São Paulo, Prentice Hall, 2005.
COLLINS, William J.; Programação estruturada com estudos de casos em
PASCAL. São Paulo:McGraw-Hill, 1988.
SWAN, T. Delphi: bíblia do programador. São Paulo: Berkeley Brasil, 1996.
METODOLOGIA CIENTÍFICA I - 30h
Ementa
Identificação de instrumentos teóricos e de práticas de pesquisa, formulação de
hipóteses verificáveis, métodos de coleta de dados, apresentação oral e escrita
de trabalho científico, formulação de pesquisa e aspectos metodológicos
básicos de redação do trabalho científico.
Bibliografia
Básica:
SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 21ª ed. São Paulo: Cortez,
2000;
KOCHE.J.C. Fundamentos de Metodologia Científica, Petrópolis, Vozes. 1997;
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
75
BARROS, A. J. P.; LAHFELD, N.A.S.; “Fundamentos de metodologia: um guia
para iniciação científica”; São Paulo; Editora McGraw-Hill, 1986.
Complementar:
VERA, A ASTI. Metodologia de Pesquisa Científica. Porto Alegre: Globo, 1976;
CERVO, A. L. ; BERVIAN, P. A. Metodologia Científica. 2 ed. São Paulo:
McGraw-Hill do Brasil, 1981;
BARROS, A. J. P. & LAHFELD, N. A S. Fundamentos de metodologia: um Guia
para Iniciação Científica. São Paulo: Mc. Graw-Hill, 1990.
RUIZ, J. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 1992;
SALOMON, Délcio Vieira. Como Fazer uma Monografia. 9ª Edição. São Paulo:
Martins Fontes, 1999, 412p.
QUÍMICA GERAL - 60h
Ementa
Introdução à Química. Estequiometria: Aritmética química. Estrutura atômica e
tabela periódica. Ligação química: conceitos gerais. Ligação covalente e
estrutura molecular. Reações químicas em solução aquosa. Gases. Os estados
da matéria e as forças químicas intermoleculares. A tabela periódica revisitada.
Propriedades das soluções.
Bibliografia
Básica:
BRADY, J. E. Química Geral. Rio de Janeiro, LTC, 1986 v.1, v. 2, 2003;
MASTERTON W.I.L. Princípios de Química. Rio de Janeiro: LTC, 1990;
BENN, F.R. Química e Poluição. Rio de Janeiro: Editora LTC, 1981.
Complementar:
EBBING, P. D. Química Geral. Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos
FELTRE R. Fundamentos da Química. São Paulo, Editora Moderna
SARDELLA, A. Curso de Química. São Paulo, Editora Ática, v. 1
GENTIL, V. Corrosão. Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos, 5ª edição,
2009
GUY, A. G. Ciências dos Materiais. Rio de Janeiro, Livros Técnicos e
Científicos.
GEOMETRIA DESCRITIVA - 45h
Ementa
Teoria Geral das Projeções. Método de Monge. Ponto, reta e plano. Métodos
Descritivos: rotação, rebatimento, mudança de planos. Projeções ortogonais
de polígonos, poliedros e sólidos elementares.
Homologia. Verdadeira
grandeza. Problemas sobre superfícies elementares. Problemas métricos.
Problemas práticos e aplicabilidade em engenharia.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
76
Bibliografia
Básica:
PRINCIPE Jr, Alfredo dos Reis. Noções de Geometria Descritiva vol 1 e 2. Rio
de Janeiro: Ed. Nobel 1983;
MONTENEGRO, Gildo A. Geometria Descritiva, São Paulo: Ed. Edgard
Blucher, 2004;
CARVALHO, Paulo Cezar Pinto. Introdução à Geometria Espacial. Rio de
Janeiro: IMPA: VITAE, 2005.
Complementar:
PINHEIRO, Virgílio de Athayde. Noções de Geometria Descritiva. v. 1. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos
PINHEIRO, Virgílio de Athayde. Noções de Geometria Descritiva. v. 2. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos
PINHEIRO, Virgílio de Athayde. Noções de Geometria Descritiva. v. 3. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos
PEREIRA, Ademar Abreu. Geometria Descritiva: Paralelismo e ortogonalidade.
Rio de Janeiro: Francisco Alves
ALVARO, Rodrigues Jr. Geometria Descritiva. Rio de Janeiro: Livro Técnico
2° PERÍODO
ÁLGEBRA LINEAR - 45h
Ementa
Sistemas lineares e matrizes: introdução aos sistemas lineares,
matrizes e eliminação de Gauss, Operações com matrizes, inversas
de matrizes. Ortogonalidade. Determinantes: determinantes 2 x 2,
determinantes de ordem superior, operações elementares de linhas,
regra de Cramer e matrizes inversas. Vetores do plano e do espaço:
O espaço vetorial R2 e R3, Ortogonalidade e Produto Escalar, retas
e planos no espaço. Espaços vetoriais: o espaço vetorial Rn e
subespaços, combinações lineares e interdependência linear, bases
de espaços vetoriais, espaços linhas e espaços colunas.
Autovalores e autovetores: diagonalização de matrizes, aplicações
envolvendo potências de matrizes, matrizes simétricas e
autovetores ortogonais. Transformações lineares: transformações
Matriciais, propriedades das transformações Lineares, coordenadas
e mudanças de bases, isometrias, rotações e computação gráfica.
Bibliografia
Básica:
BOLDRINI, J. L., COSTA, S. I. R., RIBEIRO, V. L. F. F., WETZLER, H. G.
Álgebra Linear. Ed. Harbra: 1980.
CALLIOLI. C.A. Álgebra Linear e Aplicações. São Paulo: Atual, 2003.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
77
STEINBRUBH, A., WINTERLE, P. Álgebra Linear. SPaulo: Makron
Books, 1987
Complementar:
GONÇALVES, A. S. Introdução à Álgebra Linear. 1ª ed. SPaulo: Ed. Edgard
Blucher, 1997;
LIPSCHUTZ, Seymour. Álgebra linear: teoria e problemas. Trad. Alfredo Alves
de Farias. São Paulo :Makron Books, 1994;
SERRÃO.A.N. Exercícios e Problemas de Álgebra.Rio de Janeiro. Editora LTC.
1968.
STRANG, Gilbert. Introduction to linear algebra. Wellesley: Cambridge, 1993.
WANDERLEY, Augusto M. Álgebra Vetorial e Geometria. Rio de Janeiro:
Campus, 1981
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I - 90h
Ementa
A derivada: retas tangentes e taxas de variação, definição de derivada,
técnicas de diferenciação, derivadas de funções trigonométricas, incrementos e
diferenciais, a regra da cadeia, diferenciação implícita, taxas relacionadas.
Aplicações da derivada: Extremos de funções, o teorema do valor médio, o
teste da derivada primeira, concavidade e o teste da derivada segunda, resumo
dos métodos gráficos, problemas de otimização, movimento retilíneo e outras
aplicações, método de Newton. Integração.
Bibliografia
Básica:
GUIDARIZZI,H. Cursos de Cálculo Vol.1. Rio de Janeiro: Livros técnicos e
Científicos, 1995.
MUNEM, Mustafá A., FOULIS, David J. Cálculo Vol. 1. Trad. André Lima
Cordeiro. Rio de Janeiro: Ed Guanabara Dois, 1982.
LEITHOLD, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo:Harbra,
1990.
Complementar:
SIMMONS, George F. Cálculo com Geometria Analítica. Volume 1. Traduzido
por Seiji Hariki. São Paulo: Makron Books, 2007. 829 p.
FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: Funções,
limite, derivação e integração. 6ª Edição: revista e ampliada. SPaulo: Ed.
Pearson Prentice Hall, 2006. 448p.
PISKOUNOV, Nikolai S. Cálculo diferencial e integral. 18ª Edição. Volume 1.
Tradução de Antônio Eduardo Pereira Teixeira. Lopes da Silva, 2000. 516 p.
ÁVILA, G.S.S. Cálculo I Diferencial e Integral. 3ª Edição. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 1980. 305 p.
CARNEIRO, Carlos E.I.; PRADO, Carmem P.C.;SALINAS, Sílvio R.A.
Introdução Elementar às Técnicas do Cálculo Diferencial e Integral. 1ª Edição.
SPaulo: Livraria da Física 2007.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
78
FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I - 75h
Ementa
Medidas, Movimento Retilíneo, Vetores, Movimento em duas e três dimensões,
Força e Movimento, Energia e Trabalho, Energia Potencial, Conservação da
Energia, Centro de Massa e Momento Linear, Rotação, Rolamento, Torque e
Momento Angular.
Bibliografia
Básica:
RESNICK, Robert, HALLIDAY, David. Fundamentos de Física Vol 1; 7º edição.
Trad. Adir Moyses Luiz. Rio de Janeiro: Editora Livros Técnicos e Científicos,
1991
SERWAY, Raymond A.; JEWETT, John W. Jr. Princípios de Física: Mecânica
Clássica. Volume 1. 1ª Edição. Tradução da 3º edição Norte-Americana por
Leonardo Freire de Mello et al. São Paulo: Thomson, 2007. 403p
TIPLER, Paul A.; MOSCA, G. Física para Cientistas e Engenheiros. Mecânica,
Oscilações e ondas, Termodinâmica. Volume 1. Traduzido por Fernando
Ribeiro da Silva e Gisele Maria Ribeiro Vieira. 5ª Edição. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 2006. 793p.
Complementar:
ARFKEN, George B. Física Matemática: Métodos Matemáticos para
Engenharia e Física. Traduzido por Arlete Simille Marques. 1ª Edição. Rio de
Janeiro: Campus, 2007. 900 p.
RESNICK, Robert, HALLIDAY, David. Física Vol 1. Rio de Janeiro: Editora
Livros Técnicos e Científicos, 2003
ALONSO, M. Física um curso universitário. São Paulo: Edgard Blucher, 1972
TIPLER,PAUL A. FISICA 1. Rio de Janeiro Guanabara dois, 1978. 1, 513
PAULI, RONALD ULYSSES . Física Básica 1 Mecânica. E.P.U., 300 p.
LINGUAGEM E TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO - 45h
Ementa
Formas de representação do pensamento lógico através de desenvolvimento
de algoritmos. Conceituação de algoritmo. Formas de representação de um
algoritmo. Desenvolvimento de algoritmo através de refinamentos sucessivos.
Conceitos básicos sobre programação em C++. Operadores. Laços. Comandos
de decisão. Funções. Matrizes. Estruturas. Tabela ASCII.
Bibliografia
Básica:
MIZRAHI, V. Viviane; Treinamento em Linguagem C++; Editora Makron Books;
Módulo 1;
MIZRAHI, V. Viviane; “Treinamento em Linguagem C++”; Editora Makron
Books; Módulo 2;
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
79
TENENBAUM, Aaron M.; LANGSAM, Yedidyah; AUGENSTEIN, Moshe, J.;
“Estruturas de Dados Usando C”; Editora Makron Books; 2005;
Complementar:
BERRY, John. Programando em C++. Editora Makron Books, São Paulo.
SCHILDT, Herbert. C++ - Guia para iniciantes. Editora Ciência Moderna, 2002.
SCHILDT, Herbert. C++ - Fundamentos e Prática. Aprenda os Fundamentos e
Desenvolva Aplicações em Linguagem C++. Editora Alta Books.
DROZDEK, Adam. Estrutura de dados e algoritmos em C++. Editora Thomson,
2002.
MANZANO, Jose Augusto N. G. Programação de Computadores com C++.
Editora Érica, 2010.
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA - 60h
Ementa
Introdução à probabilidade: Experimento aleatório, espaço amostral e eventos;
definição de probabilidade e axiomas; probabilidade condicionada; eventos
independentes; teorema da probabilidade total; teorema de Bayes. Variáveis
aleatórias: definição; variáveis aleatórias discretas e contínuas; valor esperado;
valor esperado de uma função de variável aleatória; variância; propriedades da
variância. Distribuições discretas: distribuições de Bernoulli, de Poisson,
aproximação da Binomial pela Poisson, Geométrica, Binomial negativa.
Distribuições contínuas: Uniforme, Exponencial, Normal / distr. Normal Padrão.
Teoremas relacionados com a distribuição normal. Variáveis aleatórias
bidimensionais. Amostragem: noção de população, noção de amostra; noção
de estatística e de parâmetro; distribuição amostral da média. Estimação.
Estimação intervalar. Teste de Hipótese: noção de hipótese estatística,
hipótese nula; hipótese alternativa; tipos de erros; poder de um teste; nível de
significância; teste para a média e para a variância.
Bibliografia
Básica:
FONSECA, Jairo S. Curso de Estatística. São Paulo: Atlas, 2006;
CRESPO. A.A. Estatística Fácil. São Paulo. Saraiva. 2002;
VIEIRA. S.Introdução a Bioestatísca.Rio de Janeiro.Campus. 1983.
Complementar:
MENDENHALL, W. Probabilidade e Estatística vol. 1 e 2 Rio de Janeiro: Ed.
Campus, 1985.
BARBETTA, P. A., REIS, M. M., BORNIA, A. C., Estatísitica: para cursos de
Engenharia e Informática, 3ª ed. Ed. Atlas 2010.
TOLEDO, G. L., Estatística básica, 2ª ed. Ed. Atlas 1985.
OLIVEIRA, F. E. M., Estatística e Probabilidade. 2ª ed. Ed. Atlas 1999
MARTINS, G. A., Princípios de Estatística, 2ª ed. Ed. Atlas, 2011
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
80
PROJETO ASSISTIDO POR COMPUTADOR - 60h
Ementa
Introdução a sistemas CAD. Apresentação dos principais softwares CAD
utilizados atualmente – Mechanical Desktop, Solid Works, Inventor etc.
Evolução. Conceituação. Aplicação de CAD em projetos mecânicos. Hardware
e software em CAD. AutoCAD: tela gráfica, teclas F1 a F11 e barra de status,
comando ortho, comando Grid, comando Snap, barra Standard, Coordenadas
Absolutas, coordenadas Cartesianas, coordenadas Relativas, coordenadas
Polares, coordenadas Automáticas Ortogonais, coordenadas Automáticas
Polares, Barra de ferramentas Draw e Dimension, Layers, estudo de comandos
do AutoCAD.
Bibliografia
Básica:
OMURA, George; CALLORI, Robert; “AutoCAD 2000 – Guia de Referência”;
Editora Makron Books; 2000;
FRENCH, Thomas E; VIERCK, Charles J; “Desenho Técnico e Tecnologia
Gráfica”; Rio de Janeiro; Editora Globo, 1985;
Provenzo, Francesco; “Desenhista de Máquinas”; Editora Provenza; 1º Edição;
1960.
Complementar:
MEIRELLES, Fernando de Souza. Informática: novas aplicações com
microcomputadores. 2ª ed. São Paulo: Makron Books, 1994.
ALCALDE, Eduardo Lancharro; LOPEZ, Miguel Garcia; FERNANDES,
Salvador Peñuelas. Informática Básica. Tradução Sérgio Molina. São Paulo:
Pearson Makron Books, 1991.
CORNACHIONE JR, E.. Informática aplicada às areas de contabilidade,
administração e econômia. – 3ª. Edição – Editora Atlas - São Paulo – 2001.
DALTRINI, B. M. Introdução a sistemas de computação digital. SPaulo: Makron
books, 1999.
LEVINE, J. Internet. Rio de Janeiro: Campus, 1998. (Série para Dummies)
MONTEIRO, M. A. Introdução à organização de computadores – Ed. LTC, Rio
2001.
RELIGIÃO E CULTURA - 30h
Ementa
Conhecimento religioso. Religiões com origem na Índia. Religiões do extremo
oriente. Religiões africanas. Monoteísmo. Novas Religiões e novas
perspectivas. Ética como fruto das religiões. As religiões no Brasil. O
Cristianismo como paradigma do pensamento e conduta ocidental.
Bibliografia
Básica:
CHIAVENATO, J.J., Religião da Origem da Ideologia.São Paulo. FUNPEC,
2002;
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
81
HELLERN, V; NOTAKER, H. E GAARDER, J. O Livro das Religiões. São
Paulo: Companhia das Letras, 2000.
BONO, Ernesto. Ë a ciência uma nova religião? . 12ªed. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira S/A, 1971;
Complementar:
ALMEIDA, Cleide R. S. O Humano, Lugar do Sagrado. SPaulo: Olho D’Água,
1995.
ARMSTRONG, Karen. Em nome de Deus: o fundamentalismo no judaísmo, no
cristianismo e no islamismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
BINGEMER, Maria Clara Lucchetti (org.). Violência e religião: cristianismo,
islamismo, judaísmo: três religiões em confronto e diálogo. PUC/Rio: Rio de
Janeiro, São Paulo: Loyola, 2001.
BRUSTOLIN, Leomar Antônio. Saberes Sagrados nas Tradições Religiosas in
Ensino religioso e Ensino Superior, caminhos e perspectivas, CNBB–sul3:
Porto Alegre, 2002.
3° PERÍODO
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 60h
Ementa
Integrais: Antiderivadas e integração definida, mudança de variáveis em
integrais indefinidas, notação de somatório e área, a integral definida,
propriedades da integral definida, o teorema fundamental do cálculo, integração
numérica. Aplicações da integral definida: área, sólidos de revolução, volumes
por anéis cilíndricos, volumes por seções transversais, comprimento de arco e
superfícies de revolução, trabalho, momentos e centros de massa. Técnicas de
integração: integração por partes, integrais trigonométricas, substituições
trigonométricas, integrais de funções racionais, integrais que envolvem
expressões quadráticas, substituições diversas, tábuas de integrais. Formas
indeterminadas e integrais impróprias: as formas indeterminadas de 0/0 e
outras formas indeterminadas, integrais com limites de integração infinitos,
integrais com integrandos descontínuos.
Bibliografia
Básica:
GUIDORIZZI, R. Curso de Cálculo Vol. 2. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 2001;
MUNEM, Mustafá A., FOULIS, David J. Cálculo Vol. 2. Trad. André Lima
Cordeiro. Rio de Janeiro: Ed Guanabara Dois, 1982;
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica, vol. 2. Trad. Antônio Paques
et al. São Paulo: Ed. Harper & Row do Brasil, 1977.
Complementar:
SHENK, Al. Cálculo e geometria analítica. Trad Anna Amália Feijó Barroso. Rio
de Janeiro: Ed. Campus, 1990;
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
82
SEELEY.R.T.Cálculo de uma variável.Vol 2, Rio de Janeiro. LTC. 1976;
THOMASJR.G.B. Cálculo, vol2, Rio de Janeiro.LTC. 1974.
ÁVILA, G. Cálculo 3: funções de múltiplas variáveis. Volume 3. 5ª Edição. Rio
de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1998. 274 p.
SIMMONS, George F. Cálculo com Geometria Analítica. Volume 2. Traduzido
por Seiji Hariki. São Paulo: Makron Books, 2007. 807 p.
DESENHO TECNICO MECÂNICO - 45h
Ementa
Desenho e esboço em perspectiva: classificação dos métodos perspectivos,
perspectiva e esboço isométrico, dimétrico e trimétrico, projeção a partir de
vistas ortográficas, esboço em perspectiva. Cotas, anotações, limites e
precisão: linhas e símbolos, seleção de distância, colocação de cotas, a
cotagem de características padronizadas, precisão e tolerância, métodos de
produção, cotagem pelo sistema métrico. Parafusos, fixadores, chavetas e
molas: terminologia, formas de rosca, representação, símbolos, padrões de
roscas, chavetas e molas. Soldas e rebites: símbolos de soldagem, tamanhos
de soldas, desenhos de soldas, uso dos símbolos de soldagem, rebites, tipos
de rebites. Engrenagens e cames: engrenagens, dentes de engrenagens,
símbolos, fórmulas e cálculos, como traçar engrenagens, cames, tipos de
cames, movimentos, diagramas de cames, como desenhar cames. Desenho
elétrico e eletrônico: símbolos gráficos. Gabaritos e montagens: gabaritos,
princípios de projeto, localização da peça em produção, grampos e fixadores,
boquilhas, partes centrais, sumário do projeto de gabaritos.
Bibliografia
Básica:
FRENCH, Thomas E; VIERCK, Charles J. Desenho Técnico. Porto Alegre: Ed.
Globo, 2005;
SILVA, Arlindo. Desenho Técnico Moderno. 4ª Ed. LTC
PROVENZO, Francesco; “Desenhista de Máquinas”; Editora Provenza; 1ª
Edição. 1960;
Complementar:
OMURA, George; CALLORI, Robert; “AutoCAD 2000 – Guia de Referência”;
Editora Makron Books; 2000
MONTENEGRO, G. A. Desenho de Projetos. S. Paulo. Edgard Blucher. 2001.
CARVALHO JUNIOR., R. Instalações Hidráulicas e o Projeto de Arquitetura. 3ª
edição, São Paulo. Edgard Blucher. 2008.
CARVALHO JUNIOR., R. Instalações Elétricas e o Projeto de Arquitetura. 3ª
edição, São Paulo. Edgard Blucher. 2008.
MICELI, MARIA TERESA. Desenho Técnico Básico. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico, 2004.
FÍSICA GERAL e Experimental II - 75h
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
83
Ementa
Equilíbrio e Elasticidade,Gravitação, Fluidos, Oscilações, Ondas, Temperatura,
Calor e a Primeira Lei da Termodinâmica, Teoria Cinética dos Gases, Entropia,
Segunda Lei da Termodinâmica.
Bibliografia
Básica:
RESNICK, Robert, HALLIDAY, David. Fundamentos da Física Vol 2, 7º edição.
Trad. Adir Moyses Luiz. Rio de Janeiro: Editora Livros Técnicos e Científicos,
2006.
TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para Cientistas e Engenheiros. Mecânica,
Oscilações e ondas, Termodinâmica. Volume 1. Traduzido por Fernando
Ribeiro da Silva e Gisele Maria Ribeiro Vieira. 5ª Edição. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 2006.
SERWAY, R. A.; JEWETT, J. W. Jr. Princípios de Física: Movimento
ondulatório e termodinâmica. Volume 2. São Paulo: Editora Pioneira Thomson
Learning, 2004.
Complementar:
NUSSENZVEIG, H. MOYSES. Curso de Física Básica 2. São Paulo, Editora
Blucher, 1981.
TIPLER, PAUL A. Física 2. Ed.Guanabara Dois.
SEARS, FRANCIS WESTON. FISICA 2. Rio de Janeiro, LTC 1981.
MCKELVEY, JONH P. Física 2. São Paulo, HARPER E ROW BRASIL, 1979.
GONCALVES, DALTON. Física Volume 2 Termologia. Rio de Janeiro, LTC,
1977.
INTRODUÇÃO À ECONOMIA - 30h
Ementa
Noções fundamentais. Economia de mercado. Formação do desenvolvimento
econômico. Microeconomia e Macroeconomia. Noções de contabilidade
nacional. Custos e formação de preços.
Bibliografia
Básica:
VASCONCELLOS, Marco Antônio S.; GARCIA, Manuel E.; “Fundamentos de
Economia”; 2ª edição; Editora Saraiva; 2006;
MANKIW, N. G. Introdução à Economia. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 2005;
RIANI, F. Economia Princípios Básicos Introdução a Macroeconomia. São
Paulo. Pioneira. 1998.
Complementar:
ABREU, M. P.. Ordem do Progresso: Cem Anos de Política Republicana 1889 1989. São Paulo, 1990.
SILVA, J. C. F. Modelos de Análise Macroeconômica: um Curso Completo de
Macroeconomia. São Paulo: Campus, 2 ed., 2005.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
84
SINCLAY,L. Economia e Mercados. São Paulo: Saraiva, 19 ed. 2010.
ROSSETTI. Introdução à Economia. São Paulo: Atlas, 20 ed., 2003.
MCGUIGAN, J. R. Economia de Empresas. São Paulo: Cengage Learning, 11
ed., 2010.
MECÂNICA GERAL - 60h
Ementa
Estática abstrata. Momento. Sistemas de forças. Redução de Sistemas.
Invariantes. Eixo Central. Equações universais de equilíbrio. Vínculos.
Aplicações em sistemas isostáticos planos e não planos. Geometria das
massas. Centros de gravidade. Momentos e Produtos de Inércia. Teorema de
Mozzi. Movimento plano. Movimento relativo. Dinâmicas dos sólidos. Teoremas
gerais de Centro de massa. Momento Cinético do Trabalho e Energia.
Teoremas de D’Alembert e dos trabalhos virtuais.
Bibliografia
Básica:
HIBBELER, R. C. Mecânica: Estática. LTC. Editora AS, 8ª Ed., Rio de Janeiro,
1999;
KAMINSKI, Paulo C. Mecânica geral para engenheiros. São Paulo: Edgard
Blucher, 2000;
MERIAM, J. L., KRAIGE, L.G. Mecânica: Estática. Editora LTC – Livros
Técnicos e Científicos, 4ª Ed., Rio de Janeiro, 1999.
Complementar:
FONSECA, ADHEMAR. Curso de Mecânica 2 – Estática. Rio de Janeiro: Livros
Técncios e Científicos, 1977.
GABRIADES, Emilio. Física Termologia Estática. SPaulo: Hamburg Ltda, 1971.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos da Física. Vol1. 7ª
edição. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2006.
HIBBELER, R. C. Engenharia Mecânica: Estática. 8ª edição. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 1998.
KAMINSKI, Paulo C. Mecânica geral para engenheiros.
Paulo:Edgard Blucher, 2000.
São
SUSTENTABILIDADE SÓCIO AMBIENTAL - 45h
Ementa
Noções de ecossistema. A biosfera e seu equilíbrio. Ciclos Biogeoquímicos.
Preservação dos Recursos Naturais. Engenharia e Meio Ambiente.
Desenvolvimento Sustentável. Noções de Legislação Ambiental.
Bibliografia
Básica:
ODUM, Eugene P. Ecologia. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara, 1988.
SACHS, Ignacy. O Ecodesenvolvimento. São Paulo: Ed. Nobel, 1993.
BRAGA, B. Introdução a Engenharia Ambiental. São Paulo. Prentice Hall. 2005.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
85
Complementar:
GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. Impactos Ambientais Urbanos no Brasil. 4ª
ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2006.
LITTLE, P. E. Políticas ambientais no Brasil: análise, instrumentos e
experiências. São Paulo: IIEB, 2003.
MATTOS, K. M. C.; MATTOS, A. Valoração econômica do Meio Ambiente: uma
abordagem teórica e prática. São Carlos: RiMa, Fapesp, 2004.
RICKLEFS, R. E. A Economia da Natureza. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2003.
VERDUM, R.; MEDEIROS, R.M.V. RIMA: Relatório de Impacto Ambiental:
Legislação, elaboração e resultados. 5 ed. Porto Alegre: UFRGS, 2006.
MÉTODOS NUMÉRICOS - 60h
Ementa
Erros e aproximação numérica. Zeros da função. Interpolação polinomial.
Ajuste de curvas: métodos dos mínimos quadrados. Sistema de Equações
lineares. Introdução numérica de equações diferenciais ordinárias.
Bibliografia
Básica:
RUGGIERO, M.A.G. Cálculo Numérico, Aspectos Teóricos e Computacionais.
São Paulo, 2 . Makron Books, 2006;
Pina, Heitor. Métodos Numéricos - MC GRAW-HILL;
MUNEM, Mustafá A., FOULIS, David J. Cálculo Vol. 1. Trad. André Lima
Cordeiro. Rio de Janeiro: Ed Guanabara Dois, 1982.
Complementar:
ARFKEN, George B. Física Matemática: Métodos Matemáticos para
Engenharia e Física. Traduzido por Arlete Simille Marques. 1ª Edição. Rio de
Janeiro: Campus, 2007. 900 p.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 1. Trad. Antônio
Paques et al. Harper & Row do Brasil, 1977.
MUNEM, Mustafa A., FOULIS, David J. Cálculo. Vol. 1. Trad. André Lima
Cordeiro. Rio de Janeiro: Ed Guanabara Dois, 1982.
ALBRETCH, P. Análise Numérico, um curso Moderno. Rio. LTC, 1973.
CONTE, S. D. Elementary Numerical Analysis. São Paul. McGraw Hill, 1965.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
86
4° PERÍODO
ADMINISTRAÇÃO E ORGANIZAÇÃO – 45h
Ementa
Introdução: abordagem logística, subsistemas de abordagem logística, razões
do interesse pela logística. Dimensionamento e controle de estoques: função e
objetivos de estoque, previsão para os estoques, custos de estoque, níveis de
estoque, classificação ABC. Armazenamento de materiais: layout, embalagem,
princípios de estocagem de materiais, localização de materiais. Movimentação
de materiais: equipamentos de movimentação, seleção de equipamentos.
Administração de compras: a função compra, operação do sistema de
compras, a compra na qualidade correta, preço – custo, condições de compra,
a negociação, fontes de fornecimento, análise de valor. Distribuição e
transporte: características dos transportes, elementos de transporte intermodal,
as principais funções do departamento de transporte, custo da distribuição,
quantidade econômica de despacho, modelo para cálculo de rotas. Teoria das
filas aplicadas à distribuição física.
Bibliografia
Básica:
CHIAVENATO, IDALBERTO. Administração: teoria, processo e prática. 2ª ed.
São Paulo: Makron Books do Brasil, 1994;
MAXIMINIANO, A.C.A., Introdução a Administração. 6º. São Paulo, Atlas, 2004;
KOTLER, P. Administração de Marketing. São Paulo, 2000.
Complementar:
SLACH, N. Administração da Produção. 2º ed., São Paulo, Atlas. 2002;
CURY, Antonio. Organização e Métodos 6ª ed. São Paulo: Atlas, 1995;
JURAN, J.M.;GRYNA, Frank M. Juran Controle de Qualidade HANDBOOK 4ª
ed. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1991.
COELHO, Márcio: A essência administração: conceitos introdutórios: SPaulo,
Saraiva, 2008
ABNT, Coletânea de Normas de Sistema de Gestão da Qualidade.Rio: ABNT,
2001.
DRUCKER, P. Administrando para o Futuro. São Paulo. Pioneira. 1993.
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – 60h
Ementa
Números complexos. Funções analíticas. Funções elementares de variáveis
complexas. Transformações por funções elementares. Séries de potências.
Séries de Fourier. Transformadas de Laplace.
Bibliografia
Básica:
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
87
GUIDORIZZI, R. Curso de Cálculo. Volume 3. Rio: Editora LTC, 1995;
MUNEM Mustafa A., FOULIS, David J. Cálculo Vol. 2. Trad. André Lima
Cordeiro. Rio de Janeiro: Ed Guanabara Dois, 1982;
AVILA, G. Cálculo 3 Funções de várias variáveis. Rio de Janeiro. LTC. 1995.
Complementar:
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica, vol. 2. Trad. Antônio Paques
et al. São Paulo: Ed. Harper & Row do Brasil, 1977;
SHENK, Al. Cálculo e geometria analítica. Trad Anna Amália Feijó Barroso. Rio
de Janeiro: Ed. Campus, 1990;
SEELEY. R.T. Cálculo de uma variável. Vol2, Rio de Janeiro. LTC. 1976;
THOMASJR. G.B. Cálculo.Vol.2, Rio de Janeiro. LTC. 1974.
ARFKEN, George B. Física Matemática: Métodos Matemáticos para
Engenharia e Física. Traduzido por Arlete Simille Marques. 1ª Edição. Rio de
Janeiro: Campus, 2007.
SIMMONS, George F. Cálculo com Geometria Analítica. Volume 2. Traduzido
por Seiji Hariki. São Paulo: Makron Books, 2007.
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO - 45h
Ementa
Legislação (CLT, NR, NRR). Organização de segurança do trabalho nas
empresas (CIPA, Mapa de Risco, PPRA, etc.). Noções de Ergonomia.
Segurança, qualidade e produção. Higiene do trabalho. Principais métodos e
meios de prevenção de acidentes utilizados na engenharia. EPI e EPC.
Proteção contra incêndio. Custo do Acidente do Trabalho.
Bibliografia
Básica:
BRASIL. Segurança e saúde no trabalho: legislação até 15/07/98. São Paulo:
Informações Objetivas, 1998. 413p;
LIDA, Itiro. Ergonomia. São Paulo: Ed. Edgard Blucher, c1990;
DUARTE, Francisco; “Ergonomia e projeto na indústria de processo contínuo”;
Editora Lucerna;
BENEDITO, Cardella; “Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes –
uma abordagem holística”; Editora Atlas.
Complementar:
ROUSSELET, Edison da Silva. A segurança na obra. Rio de Janeiro:
Sinduscon.
CARVALHO, Sérgio Américo, HIGIENE DO TRABALHO, Apostila e Anotações.
Rio de Janeiro.2006.
CARVALHO, Sérgio Américo, SEGURANÇA E PREVENÇÃO DE INCÈNDIOS.
Apostila e Anotações.. Rio de Janeiro, 2006.
CREA-RJ, COLETÂNEA DE TEXTOS-CONTRIBUIÇÕES PARA A
CONSTRUÇÃO DA ENGENHARIA DE SEGURANÇA NO BRASIL. Rio de
Janeiro- 2004.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
88
GRANDJEAN, E. Manual de Ergonomia: adaptando o trabalho ao homem. 4ª.
Ed. Porto Alegre: ARTMED Editora, 1998.
ENGENHARIA ECONÔMICA - 45h
Ementa
Matemática financeira. Análise de investimentos. Mercado de capitais. Análise
de balanços e demonstrativos. Orçamento. Depreciação.
Bibliografia
Básica:
HESS, G. Engenharia Econômica.São Paulo.Difel1982;
EHRLICH, Pierre Jacques; “Engenharia Econômica – Avaliação e Seleção de
Projetos de Investimento”; Ed. Atlas; 5ª Edição; 1989;
VASCONCELLOS, Marco Antônio S.; GARCIA, Manuel E.; “Fundamentos de
Economia”; 2ª edição; Editora Saraiva; 2006.
Complementar:
ASSAF NETO, A. Matemática Financeira e aplicações. São Paulo, Atlas, 2008.
SAMANEZ, C. P. Matemática Financeira. São Paulo, Prentice Hall, 2007.
SAMUELSON, Paul A. Fundamentos da Análise Econômica. 3ª. Ed. São
Paulo: Ed. Nov Cultural, 1998
BUARQUE, C. Avaliação econômica de projetos: uma apresentação
didática. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 1989.
COSTA, P. H. S.. Análise de projetos.
da Fundação Getulio Vargas, 1990.
Rio de Janeiro:
Editora
EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINÁRIAS – 60h
Ementa
Equações diferenciais de primeira ordem. Equações lineares de ordem
superior. Soluções em séries de potências de Equações lineares. A
transformada de Laplace. Sistemas lineares de equações diferenciais. Métodos
numéricos. Funções e sistemas diferenciais não-lineares. Séries de Fourier e
separação de variáveis. Autovalores e problemas de valor de contorno.
Bibliografia
Básica:
GUIDORIZZI, R. Curso de Cálculo Vol. 2. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 1995;
BOYCE, William E. Equações diferenciais elementares e problemas de valores
de contorno. Trad. Antônio Carlos Campos de Carvalho. Rio de Janeiro: Ed.
Guanabara, 1988, c1979;
EDWARDS, C. H. Equações Diferenciais e elementares com problemas de
contorno. São Paulo, Prentice Hall;
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
89
Complementar:
KAPLAN, W. Cálculo Avançado, Edgard Blücher Editora e EDUSP, São Paulo,
1972.
AYRES Jr.,F. Equações Diferenciais, Coleção Schaum, Ao Livro Técnico, 1963
FIGUEIREDO, D.G.; Neves, A.F. Equações Diferenciais Aplicadas, IMPA,
1997.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica Vol. 1 e 2 São Paulo: Ed.
Harbra Ltda. 1994.
MUNEM, Mustafa A., FOULIS, David J. Cálculo Vol. 1 e 2. Trad. André Lima
Cordeiro. Rio de Janeiro: Ed Guanabara Dois, 1982.
FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL III - 75h
Ementa
Carga elétrica e lei de Coulomb. O campo elétrico. Lei de Gauss. Potencial
elétrico. Capacitores e dielétricos. Corrente e resistência. Circuitos de corrente
contínua. O campo magnético. A lei de Ampère. A lei da indução de Faraday.
Propriedades magnéticas da matéria. Indutância. Circuitos de corrente
alternada. Equações de Maxwell.
Bibliografia
Básica:
Halliday D., Resnick R., Walker J. Fundamentos de Física – Eletromagnetismo,
vol 3. 7ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
Serway, R.A., Jewett, J.W.J. Princípios de Física – Eletromagnetismo, vol 3.
São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004.
Resnick, R., HALLIDAY, D. Física 3, 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
Complementar:
TIPLER, Paul. A Física para cientistas e engenheiros: eletricidade e
magnetismo. 3ª ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 1995.
Cutnell. Física - Vol. 2. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
Frederick J. Keller, W. Edward Gettys e Malcolm J. Skove. Física Vol. 2. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004.
Chaves, A. Física Básica – Eletromagnetismo. Rio de Janeiro: LTC/LAB, 2007.
Tipler, Mosca. Física para Cientistas e Engenheiros Vol.2 - Eletricidade e
Magnetismo, Ótica. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
MECÂNICA APLICADA - 45h
Ementa
Força cortante e momento fletor: tipos de vigas, tensões resultantes nas vigas,
relações entre carga, força cortante e momento fletor, diagramas de forças
cortantes e momentos fletores. Tensões em vigas: tensões normais, cálculo de
vigas, tensões de cisalhamento em vigas com seção transversal circular, vigas
compostas, tensões principais, tensões nas vigas não – prismáticas, vigas de
dois materiais diferentes, flexão e torção combinadas. Deformação de vigas:
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
90
equação diferencial da linha elástica, vigas simplesmente apoiadas, vigas em
balanço, método dos momentos estáticos de área, método da superposição,
vigas não – prismáticas, efeitos térmicos. Vigas estaticamente indeterminadas:
equação diferencial da linha elástica, método da superposição, método dos
momentos estáticos de área, vigas contínuas, efeitos térmicos, deslocamento
horizontal das extremidades da viga.
Bibliografia
Básica:
FONSECA, Adhemar; Curso de mecânica. Rio de Janeiro: Ed. Livros Técnicos
e Científicos.
HIBBELER, R. C. Mecânica: Estática. LTC – Livros Técnicos e Científicos.
Editora AS, 8ª Ed., Rio de Janeiro, 1999;
KAMINSKI, Paulo C. Mecânica geral para engenheiros. São Paulo: Edgard
Blücher, 2000;
Complementar:
MERIAM, J. L., KRAIGE, L.G. Mecânica: Estática. Editora LTC, 4ª Ed., Rio de
Janeiro, 1999;
BEER, Ferdinand P Resistência dos materiais. 3ª ed. São Paulo: Makron Books
do Brasil Editora Ltda, 2006
F.P. Beer & E. R. Johnston Jr. Mecânica Vetorial para Engenheiros Vol. I
Estática; Editora
MC Graw Hill do Brasil
R.C. Hibbeler, Estática – Mecânica para Engenharia. Pearson Prentice Hall.
James L. Meriam & L.G. Kraige. Mecânica (Dinâmica). Editora LTC.
NOÇÕES DE DIREITO - 45h
Ementa
Ramos do Direito: noções de Direito Constitucional, Penal, do Trabalho e
Administrativo. Licitações e Contratos Administrativos.
Bibliografia
Básica:
REALE, M. Lições preliminares de Direito. Rio de Janeiro. Saraiva. 2004;
NASCIMENTO, A.M. Iniciação ao Direito do Trabalho.São Paulo. LTR. 2006;
DINIZ, Maria Helena Curso de Direito Civil Brasileiro. Volume 1. 13ª ed. São
Paulo: Editora Saraiva. 1997;
Complementar:
SECCO, O. A. Introdução ao Estudo do Direito.Rio de Janeiro. Lumem Júris.
2002.
DINIZ, M. H. Curso de Direito Civil Brasileiro. Vol. 1. 13ª ed., São Paulo.
Saraiva, 1997.
NASCIMENTO, A. M. Iniciação ao Direito do Trabalho, 29ª edição, São Paulo:
LTr, 2003.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
91
SECCO, O.A. Introdução ao Estudo do Direito. Rio de Janeiro. Lumem
Júris.2002
PEREIRA Jr. J. T. Comentários à lei de Licitações. Lumen Juris, 2003.
SANTOS, M. W. Batista dos. Licitações e Contratos. Roteiro Prático. Malheiros.
5° PERÍODO
DINÂMICA I - 45h
Ementa
Introdução à dinâmica. Cinemática de partículas: movimento retilíneo,
movimento curvilíneo plano, coordenadas retangulares, coordenadas normal e
tangencial, coordenadas polares. Movimento curvilíneo espacial. Cinética de
partículas: Segunda lei de Newton, equação do movimento, Movimento
retilíneo, Movimento curvilíneo, Trabalho e energia cinética, Energia potencial.
Impulso linear e quantidade de Movimento. Cinética de sistemas de partículas:
segunda lei de Newton Generalizada, trabalho e energia, impulso – quantidade
de movimento, escoamento permanente de massa, massa variável.
Bibliografia
Básica:
MERIAM, James L. Dinâmica. 2ª Edição. Traduzido por Frederico Felgueiras
Gonçalves e José Rodrigues de Carvalho. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 1989. 602p.
BEER, Ferdinand P. Mecânica Vetorial para Engenheiros: Cinemática e
Dinâmica. Traduzido por Adolpho Hengeltraub. 5ª Edição revisada. São Paulo:
Makron Books, 1994.
SHAMES, Irving H. Mecânica para Engenharia V2. 4ª Edição. Editora Pearson
Brasil. 648p.
Complementar:
KRAIGE, GLENN; MERIAM, James L. Mecânica - Dinâmica. 5ª Edição. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2003. 496p.
NORTON, Robert L. Projeto de Máquinas – Uma abordagem integrada.
Traduzido por João Batista de Aguiar et al. 2ª Edição. Porto Alegre: Bookman,
2004. 887p.
ARFKEN, George B. Física Matemática: Métodos Matemáticos para
Engenharia e Física. Traduzido por Arlete Simille Marques. 1ª Edição. Rio de
Janeiro: Campus, 2007. 900p.
RESNICK, Robert, HALLIDAY, David. Física Vol 2. Rio de Janeiro:. Editora
LTC, 2000.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
92
FÍSICA IV – 60h
Ementa
Natureza e propagação da luz. Reflexão e refração em superfícies planas.
Espelhos e lentes esféricos. Interferência. Difração. Redes de Difração e
Espectros. Polarização. A luz e a física quântica. A natureza ondulatória da
matéria. A estrutura do hidrogênio atômico. Física atômica. A condução elétrica
nos sólidos. Física
nuclear. Energia nuclear. Física nas partículas e
cosmologia.
Bibliografia
Básica:
Halliday D., Resnick R., Walker J. Fundamentos de Física – Óptica e Física
Moderna, vol 4. 8ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
Serway, R.A., Jewett, J.W.J. Princípios de Física – Óptica e Física Moderna,
vol 4. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004.
Halliday D., Resnick R., Krane, K.S. Física 4, 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
Complementar:
Tipler, P. Física para cientistas e engenheiros: eletricidade e magnetismo. 5ª
ed. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Koogan, 2006.
Tipler, Mosca. Física para Cientistas e Engenheiros Vol.2 - Eletricidade e
Magnetismo, Ótica. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
Cutnell. Física - Vol. 3. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
Tipler, Llewellyn. Física Moderna. 3 ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
Frederick J. Keller, W. Edward Gettys e Malcolm J. Skove. Física Vol. 2. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004.
FUNDAMENTOS DE ELETRICIDADE – 45h
Ementa
Princípios da Eletrostática. Princípios da Eletrodinâmica. Resistência elétrica e
Leis de Ohm. Potência e Energia Elétrica: conceitos de potência elétrica e
energia elétrica. Leis de Kirchhoff e associação de resistores. Divisores de
tensão e de corrente ponte de Wheatstone. Geradores de tensão e de corrente.
Metodologia de análise de circuitos. Capacitores e circuito RC. Indutores,
circuito RL e relés. Corrente alternada. Fundamentos de circuitos CA. Circuitos
RL e RC. Potência em corrente alternada. Modelamento de indutores e de
capacitores pontes de impedância. Gerador de tensão CA real e decibel.
Circuitos RLC e de sintonia. Filtros passivos e circuitos de pulso. Sistema
trifásico. Fundamentos matemáticos.
Bibliografia
Básica:
MARKUS, Otávio; “Circuitos Elétricos – Corrente Contínua e Corrente
Alternada”; Editora Érica; 6ª Edição;
CAPUANO, F.G. Laboratório de Eletricidade e Eletrônica. São Paulo. Érica
1998;
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
93
TIPLER, Paul. A Física para cientistas e engenheiros: eletricidade e
magnetismo. 3ª ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 1995. 4 v.
Complementar:
VALKENBURGH, V. Eletricidade Básica. Volume um. São Paulo. Editora LTC.
1982;
RESNICK, Robert, HALLIDAY, David. Física 3. Rio de Janeiro: Editora LTC,
c1996.
SAY, M.G. Eletricidade Geral: Fundamentos. Rio de Janeiro: Hemus, 2004.
96p.
CREDER, H., Instalações Elétricas, Editora LTC, São Paulo, 2002.
GUSSOW, M., Eletricidade Básica, Makron Books, São Paulo, 1997.
LABORATÓRIO DE ENGENHARIA MECÂNICA I – 45h
Ementa
Conjunto para estudo da termodinâmica: Estudo da teoria cinética dos gases,
efeito da temperatura e a sua consequência na velocidade das partículas,
relação de volume e pressão, sob mesma temperatura, energia cinética média
molecular, energia interna de um gás perfeito, o que se entende por modelo,
leis termodinâmicas referentes a trocas de calor, método das misturas,
equivalente em água, mudanças de estado, calor específico, calor latente,
escalas termométricas e suas relações, termoscópio, expansões térmicas nos
líquidos, termodinâmica, radiação térmica, emissão de radiação térmica,
absorção de radiação térmica, absorção e transmissão de radiação térmica em
diferentes materiais e tipos de superfícies, o cubo de radiação térmica,
expansão volumétrica provocada pelo calor, pressão atmosférica, experimento
de Evangelista Torricelli, manômetro, barômetro, unidades de pressão,
evaporação, pressão de vapor, vapor saturante (ambiente saturado de vapor),
meios de propagação do calor, demonstrar as propagações por condução,
convecção e irradiação, comparar o grau de isolamento térmico entre
diferentes materiais, estática dos fluidos, comportamento dos gases
confinados, comportamento dos gases quanto a pressão, a temperatura e ao
seu volume, lei de Boyle e Mariotte, dilatação linear de um material,
determinação do coeficiente de dilatação linear, determinação da variação de
comprimento devido a variação de temperatura, densidade, densidade absoluta
em função da temperatura, picnometria, determinação com precisão da
densidade de líquidos e de sólidos etc.
Painel para leis de Ohm - resistores de fio: Estudo da resistência elétrica,
resistividade elétrica e suas relações com o comprimento, natureza do material
e a área da secção reta do condutor e Lei de Ohm.
Bibliografia
Básica:
ARFKEN, George B. Física Matemática: Métodos Matemáticos para
Engenharia e Física. Traduzido por Arlete Simille Marques. 1ª Edição. Rio de
Janeiro: Campus, 2007.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
94
RESNICK, Robert, HALLIDAY, David. Fundamentos da Física Vol 2. Trad. Adir
Moyses Luiz. Rio de Janeiro: Editora Livros Técnicos e Científicos, 2006.
SERWAY, R. A.; JEWETT, J. W. Jr. Princípios de Física: Eletromagnetismo.
Volume 3. 1ª Edição. São Paulo: Editora Thomson, 2007.
Complementar:
Cutnell. Física - Vol. 2. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
Frederick J. Keller, W. Edward Gettys e Malcolm J. Skove. Física Vol. 2. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004.
Moyses Luiz. Física - Rio de Janeiro: LTC, 2006.
NUSSENZVEIG, Moyses. Curso de Física Básica vol. 2. São Paulo: Edgard
Blücher, 1997.
TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para Cientistas e Engenheiros. Mecânica,
Oscilações e ondas, Rio de Janeiro: LTC, 2009.
PORTUGUÊS INSTRUMENTAL – 45h
Ementa
Processos de Comunicação. Funções do Texto. Análise de texto em seus
aspectos semânticos, estrutural e formal. Produção de textos dissertativos e
argumentativos. Fundamentos gramaticais do texto escrito. Figuras de
linguagem. Coerência e Coesão. Fundamentos teóricos das atividades de
leitura e produção de textos. Concepção de linguagem como construção de
identidade e como espaço de intervenção social. Leitura motivada e produção
de texto oral e escrito: ler, interpretar e produzir.
Bibliografia
Básica:
ANDRADE, Maria Margarida, Língua Portuguesa: noções básicas para cursos
superiores, Atlas, 1997.
CAMARA, Jr. Joaquim Mattoso, Manual de Expressão Oral e Escrita,
Petrópolis, Vozes, sd.
CUNHA, Celso, Nova Gramática do Português Contemporâneo, Rio de Janeiro,
Nova Fronteira, 1986.
GARCIA, Othon, Comunicação em Prosa Moderna, Rio de Janeiro, FGV, 1986.
Complementar:
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda, Novo Dicionário da Língua
Portuguesa, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1986.
BARTHES, Roland. O Prazer do Texto. São Paulo: Perpersctiva, 1996.
DAMIÃO, Regina Toledo, Curso de Português Jurídico, 8 ed., São Paulo, Atlas,
2000.
KOCH, I.V. Argumentação e Linguagem, São Paulo, Ed. Cortez, 1984.
POSSENTI, Sirius, Por que (não) Ensinar Gramática na Escola, SPaulo, Ed.
Cortez, 1994.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
95
PRINCÍPIO DE CIÊNCIA DOS MATERIAIS – 45h
Ementa
Estrutura atômica, molecular e cristalina dos materiais. Imperfeições cristalinas.
Propriedades mecânicas, elétricas, magnéticas e ópticas. Fadiga, fratura e
fluência. Diagramas de fases. Reações no estado sólido. Influência da
microestrutura sobre as propriedades. Ligas ferrosas e não ferrosas. Introdução
aos polímeros, cerâmicos e materiais compostos. Materiais condutores
industriais. Materiais isolantes. Materiais magnéticos. Semicondutores. Fibras
ópticas.
Bibliografia
Básica:
Van Vlack, Lawrence H. Principio das Ciências e Tecnologia dos Materiais. Rio
de Janeiro: Editora Campus, 1988;
Callister, William D. Ciência e Engenharia de Materiais (Uma Introdução). Rio
de Janeiro: Ed Livro Técnico, 2002;
PADILHA, A.F. Materiais de Engenharia. São Paulo. Editora Hemus. 1997.
Complementar:
Chiaverine, Vicente. Tecnologia Mecânica dos Aços e Ferros-Fundidos. Rio de
Janeiro: Editora Makron Books: McGraw-Hill, 1986.
F.W. Smith, Princípios da Ciência e Engenharia do Materiais, Mc Graw-Hill,
1998.
Lawrence J. Van Vlack. Princípios de Ciências e Tecnologia dos Materiais.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO
TECNOLÓGICA DO Princípios de Ciência e Engenharia de Materiais. Ed.
McGraw-. Hill de Portugal, 1998.
W. D. CALLISTER, Jr. Ciência e Engenharia de Materiais: uma Ciência e
Tecnologia de Materiais e Sensores - CURSO DE PÓS
SMITH, W. F. Princípios de Ciência e Engenharia dos Materiais. 3a ed.,.
McGraw- Hill, Portugal, 1998.
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I – 60h
Ementa
Introdução: conceito de tensão. Tensão e Deformação. Torção. Flexão pura.
Carregamento transversal.
Bibliografia
Básica:
BEER, Ferdinand P.; “Resistência dos materiais”;. 3ª edição; Editora Makron
Books do Brasil Editora Ltda, 2006;
POPOV, E.P. Introdução à Mecânica dos Sólidos. São Paulo: Ed. Edgard
Blucher, 1978;
TIMOSHENKO, Stephen. Mecânica dos Sólidos. Vol. 1 e 2. Rio de Janeiro: Ed.
LTC, 1983-1984.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
96
Complementar:
NASH, William A. Resistência dos Materiais. São Paulo. McGraw-Hill do Brasil.
2° ed. 1982;
MERIAM, J. L., KRAIGE, L.G. Mecânica: Estática. Editora LTC, 4ª Ed., Rio de
Janeiro, 1999.
TIMOSHENKO, S. Resistência dos Materiais. Rio de Janeiro: Ed. LTC 1960.
SHAMES, I. H. Introdução à Mecânica dos Sólidos, Prentice-Hall do Brasil,
1983.
RILEY, W.; STURGES, L.; MORRIS, D.: Mecânica dos Materiais. Editora LTC,
5º edição, Rio de Janeiro, 2003.
TERMODINÂMICA CLÁSSICA – 45h
Ementa
Conceitos básicos de termodinâmica. Propriedades das substâncias puras.
Primeira lei da Termodinâmica: Sistemas fechados. Primeira Lei da
Termodinâmica: Volumes de Controle. Segunda lei da termodinâmica. Entropia.
Bibliografia
Básica:
VAN WYLEN, G. J. e SONNTAG, R. W. Fundamentos da Termodinâmica
Clássica, 4ª ed., São Paulo, Ed. Edgard Blücher, 2003;
MORAN; SHAPIRO; MUNSON; DE WITT; “Introdução à Engenharia de
Sistemas Técnicos”. Ed LTC 2005
ÇENGEL, Yunus A.; BOLES, Michael A.; “Termodinâmica”; Editora McgrawHill; 3ª Edição.
Complementar:
RESNICK, Robert, HALLIDAY, David. Fundamentos da Física Vol 2. Trad. Adir
Moyses Luiz. Rio de Janeiro. Editora LTC, 2006;
RESNICK, Robert, HALLIDAY, David. Física Vol 2. Rio de Janeiro:. Editora
LTC, 2000.
Mougin, G.A.: The Thermomechanics of Nonlinear Irreversible Behaviors; World
Scientific; 1999.
Falk, G.; W. Ruppel: Energie und Entropie - Eine Einfuhrung in die
Thermodynamik; Springer-Verlag; 1976.
Reynolds, W.C.: Thermodynamics; McGraw Hill / Kogakusha; 1968.
6° PERÍODO
DINÂMICA II – 45h
Ementa
Cinemática plana de corpos rígidos: rotação, movimento absoluto, velocidade
relativa, centro instantâneo de velocidade nula, Aceleração relativa, movimento
relativo a eixos girantes. Cinética plana de corpos rígidos: equações gerais do
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
97
movimento, translação, rotação em torno de um eixo fixo, movimento plano
geral, relações trabalho – energia, aceleração a partir da equação do trabalho –
energia. Introdução à dinâmica tridimensional de corpos rígidos: translação,
rotação em torno de um eixo fixo, movimento em planos paralelos, rotação em
torno de um ponto fixo, movimento geral, quantidade de movimento angular,
energia cinética. Equações do movimento em termos da quantidade de
movimento e da energia, movimentos em planos paralelos, movimento
giroscópio: precessão permanente.
Bibliografia
Básica:
MERIAM, James L. Dinâmica. 2ª Edição. Traduzido por Frederico Felgueiras
Gonçalves e José Rodrigues de Carvalho. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 1989. 602p.
BEER, Ferdinand P. Mecânica Vetorial para Engenheiros: Cinemática e
Dinâmica. Traduzido por Adolpho Hengeltraub. 5ª Edição revisada. São Paulo:
Makron Books, 1994.
KRAIGE, GLENN; MERIAM, James L. Mecânica - Dinâmica. 5ª Edição. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2003. 496p.
Complementar:
SHAMES, Irving H. Mecânica para Engenharia V2. 4ª Edição. Editora Pearson
Brasil. 648p.KAMINSKI, Paulo C. Mecânica geral para engenheiros. São
Paulo: Edgard Blücher, 2000. 300 p.
NORTON, Robert L. Projeto de Máquinas – Uma abordagem integrada.
Traduzido por João Batista de Aguiar et al. 2ª Edição. Porto Alegre: Bookman,
2004. 887p.
ARFKEN, George B. Física Matemática: Métodos Matemáticos para
Engenharia e Física. Traduzido por Arlete Simille Marques. 1ª Edição. Rio de
Janeiro: Campus, 2007. 900p.
ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS I - 45h
Ementa
Revisão de conceitos básicos: Tipos de solicitações atuantes, diagrama tensão
versus deformação, critérios de resistência à tensão admissível, propriedades
mecânicas de alguns materiais. Tensões combinadas. Cargas variáveis,
conceito de fadiga e dimensionamentos. Concentração de tensões, causas,
efeitos e dimensionamentos. Flambagem. Dimensionamento de uniões por
parafusos. Parafusos de acionamento ou de transmissão de força.
Dimensionamento de uniões soldadas.
Bibliografia
Básica:
CUNHAL.D. Elementos de Máquinas, RJ, Ed. LTC, 2005;
NORTON, R.L.Projeto de Máquinas: Uma abordagem integrada. Porto
Alegre.Bookmam 2004;
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
98
CHIAVERINI, Vicente; Tecnologia Mecânica, Vol 1, 2, 3, São Paulo, McGrawHill, L986.
Complementar:
PROVENZO, Francesco; “Projetista de Máquinas”; Editora Provenza; 1ª
Edição.1960.
SHIGLEY, Joseph E., Projeto de Engenharia Mecânica
COLLINS, J. A., Projeto Mecânico de Elementos de Máquinas – Uma
Perspectiva de Prevenção de Falha, LTC, Rio de Janeiro, 2006.
MABIE, H. H. e Ocvirk, F. W, Mecanismos e Dinâmica das Máquinas. 2 ed.
LTC, Rio de Janeiro, 1980.
SHIGLEY, J. E. Elementos de Máquinas, Vol. 2, 3ed., LTC, Rio de Janeiro,
1984.
INGLÊS INSTRUMENTAL - 45h
Ementa
Textos em Inglês para leitura, ao qual se aplicam estratégias tais como:
skimming, scanning, antecipação, sensibilização, palavras cognatas, palavras
repetidas, conhecimento prévio, tipos de texto, dicas tipográficas, informação
não-verbal, abordagem de vocabulário (inferência contextual, classes
gramaticais, afixos), estrutura nominal, estrutura frasal e estrutura textual
(coesão, referência pronominal, marcadores do discurso).
Bibliografia
Básica:
VINCE, Michael.: Elementary Language Practice, Ed. Macmillan Heinemann,
2003.
MARTIN, Elizabeth A. (Ed.)(2003). Dictionary of Law. 5. ed. Oxford : Oxford
University Press.
HEWINGS, Martin. (2000). Advanced Grammar in Use: a self study reference
and practice book for advanced learners of English. Cambridge University
Press.
Complementar:
Dicionário Oxford Escolar Para Estudantes Brasileiros de Inglês, Ed. Oxford,
2005.
MURPHY, Raymond. (1998). English Grammar in Use: a self study reference
and practice book for intermediate students. 2. ed. Cambridge : Cambridge
University Press.
SOUZA, Adriana Grade Fiori et al. (2005). Leitura em Língua Inglesa: uma
abordagem instrumental. São Paulo: Disal.
SWAN, Michael. (2005). Practical English Usage. Oxford University Press.
MUNHOZ, Rosângela. (2000). Inglês Instrumental : estratégias de leitura.
Módulo 1. São Paulo: Textonovo. NUNAN,
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
99
LABORATÓRIO DE ENGENHARIA MECÂNICA II – 45h
Ementa
Conjunto hidrostático: Estudo da hidrostática com comprovação experimental
dos princípios de Arquimedes, Stevin e Pascal, diferença entre força e pressão,
pressão atmosférica, manômetros de tubo aberto e fechado, pressão num
ponto de um líquido em equilíbrio, prensa hidráulica, empuxo etc.
Barômetro de Torricelli com painel: Determinação da pressão atmosférica
utilizando uma coluna de mercúrio.
Prensa hidráulica com manômetro: Estudo do princípio de Pascal,
funcionamento da prensa e do elevador hidráulico com manômetro. Painel
composto por recipientes de capacidades volumétricas diferentes e válvulas
visíveis transparentes.
Painel com tubo em "U": Estudo da hidrostática, permitindo o desenvolvimento
de assuntos pertinentes ao princípio dos vasos comunicantes, determinação do
peso específico etc.
Cilindro de Arquimedes: Estudo das leis físicas pertinentes ao empuxo
(Princípio de Arquimedes).
Disco de Newton com motor elétrico: Estudo das transformações energéticas e
composição da luz branca. Pode ser utilizado com painel solar para a
verificação de transformações energéticas envolvendo a energia solar.
Viscosímetro de Stokes, cronômetro microcontrolado: Estudo do viscosímetro
de Stokes, queda em um meio viscoso - a lei de Stokes, forças atuantes num
corpo em queda num meio viscoso, força de empuxo, força de arrasto, número
de Reynolds, viscosidade, viscosidade absoluta (viscosidade dinâmica),
viscosidade cinemática, determinação da velocidade terminal da esfera num
líquido, etc. Cronômetro microcontrolado de múltiplas funções.
Bibliografia
Básica:
HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos de Física vol. 2, 7ª
ed., Rio de Janeiro : LTC, 2006.
SOUZA, S.A. Ensaios Mecânicos de Materiais Metálicos, 5ª edição; São Paulo
: Edgard Blücher, 1982.
TIPLER, P., GENE. Física 2 Para cientistas e engenheiros. 5ª edição, Rio: LTC,
2006.
Complementar:
NUSSENZVEIG, Moyses. Curso de Física Básica vol. 2. São Paulo : Edgard
Blücher, 1997.
POTTER, M.C., DAVID. Mecânica dos fluidos. São Paulo: Thonson Learning
Ltda, 2004.
Cutnell. Física - Vol. 1. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
Frederick J. Keller, W. Edward Gettys e Malcolm J. Skove. Física Vol. 1. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004.
Chaves, A. Física Básica – Gravitação, fluidos, ondas e termodinâmica. Rio de
Janeiro: LTC/LAB, 2007.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
100
MÉTODOS EXPERIMENTAIS– 45h
Ementa
Conceitos de erros sistemático e randômico em Física Experimental. Análise de
incerteza de dados experimentais. Dispositivos empregados na medição de
vazão, pressão, temperatura e densidade de fluxo de calor. Utilização de
extensômetros na medição de deformações mecânicas e torque. Introdução ao
processamento de sinal. Filtragem numérica. Sistemas modernos de aquisição
de dados.
Bibliografia
Básica:
VUOLO, JOSÉ HENRIQUE; Fundamentos da Teoria e Erros, SPaulo, Ed. E.
Blücher, 1992;
REGAZZI, R.D. Soluções Práticas de Instrumentação e Automação. Rio de
Janeiro. 2005.
MARTINS, N. Manual de Medição de Vazão.Rio de Janeiro. Interciência. 1998.
Complementar:
Experimentation: An introduction to measurement theory and experiment design
, D.C. Baird, 1995, Prentice-Hall Inc.
Particle Detectors , Claus Grupen, 1996, Cambridge University Press
Cosmic Rays and Particle Physics , Thomas Gaisser, 1991, Cambridge
University Press
Experiments in Modern Physics , Adrian C. Melissinos and Jim Napolitano, 2nd
ed.,, 2003, Academic Press Experimental Techniques in High-Energy Nuclear
and Particle Physics , Thomas Ferbel, 1987, Addison-Wesley
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS II – 60h
Ementa
Análise das tensões e deformações. Projetos de vigas e eixos de transmissão.
Deflexão das vigas por integração. Deflexão das vigas pelo método dos
momentos de área. Métodos de Energia. Flambagem de colunas.
Bibliografia
Básica:
BEER, Ferdinand P.; “Resistência dos materiais”;. 3ª edição; Editora Makron
Books do Brasil Editora Ltda, 2006;
POPOV, E.P. Introdução à Mecânica dos Sólidos. São Paulo: Ed. Edgard
Blucher, 1978;
TIMOSHENKO, Stephen. Mecânica dos Sólidos. Vol. 2. Rio: Ed. LTC, 19831984.
Complementar:
NASH, William A. Resistência dos Materiais. São Paulo. McGraw-Hill do Brasil.
2° ed. 1982;
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
101
MERIAM, J. L., KRAIGE, L.G. Mecânica: Estática. Editora LTC, 4ª Ed., Rio de
Janeiro, 1999;
BLASI, Clesio Gabriel; “Resistência dos Materiais”; Rio de Janeiro; Editora
Freitas Bastos; 2ª Edição; 1990.
LANGENDONCK, Telêmaco Van - Resistência dos Materiais (Tensões I,
Deformações I, II)
SILVA,J.F. - Resistência dos Materiais
TECNOLOGIA METALÚRGICA – 45h
Ementa
Tratamentos térmicos e efeitos dos elementos de liga. Transformação
eutetóide. Classificação dos tratamentos térmicos: puramente térmicos,
termoquímicos e termomecânicos. Austenitização. Diagramas Tempo –
transformação – temperatura. Têmpera. Transformação martensítica. Tensões
residuais. Revenido. Austêmpera. Martêmpera ou têmpera interrompida.
Recozimento: Alívio de tensões, recozimento integral, esferoidização ou
coalescimento subcrítico, recozimento isotérmico. Normalização. Cementação
com substâncias sólidas, líquidas e gasosas. Cianetação. Nitretação.
Carbonitretação Sistema SAE e AISI de classificação dos aços. Efeitos dos
elementos de liga nos aços: manganês, silício, alumínio, boro, tungstênio,
cromo, níquel, cobalto. Aços de liga especial e seu emprego: aços rápidos,
aços ao cromo, níquel, molibidênio; aço cromo, tungstênio e silício; aços
manganês – siliciosos, aços indeformáveis de baixos teores de manganês,
aços ao manganês, Soderfor 43, aço rápido 10% de cobalto.
Bibliografia
Básica:
VLACK, Lawrence H.; “Princípio de Ciência e Tecnologia dos Materiais”; 4ª
edição; Editora Campus; 2003;
CHIAVERINI, Vicente; Tecnologia Mecânica, Vol. I, II e III, S Paulo, Ed.
McGraw-Hill, 1986;
Callister, William D. Ciência e Engenharia de Materiais (Uma Introdução). Rio
de Janeiro: Ed Livro Técnico, 2002.
Complementar:
W.K. Dalton, The Technology of Metallurgy, Maxwell Macmillan Int., 1994.
Antera Valeriana de Seabra, Metalurgia Geral, Vol.II, 3a ed., Lab.Nac.En.Civil,
Lisboa, 2002.
Vicente Chiaverini, Tecnologia Metalúrgica, Vol.II, 2ª ed., McGraw-Hill, São
Paulo, 1986.
ASM Metals Handbook Vol.14, Forming and Forging, ed. American Society for
Metals.
ASM Metals Handbook Vol.15, Casting, ed. American Society for Metals.
ASM Metals Handbook Vol.7, Powder Metal Technologies and Applications, ed.
American Society for Metals.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
102
TERMODINÂMICA APLICADA – 45h
Ementa
Entropia: uma medida da desordem. Exergia: uma medida do potencial de
trabalho. Relações de propriedades termodinâmicas. Misturas gasosas.
Misturas de gás – vapor e condicionamento do ar. Reações químicas. Equilíbrio
químico e equilíbrio de fases. Termodinâmica dos escoamentos gasosos de
alta velocidade.
Bibliografia
Básica:
VAN WYLEN, G. J. e SONNTAG, R. W. Fundamentos da Termodinâmica
Clássica, 4ª ed., São Paulo, Ed. Edgard Blücher, 2003;
MORAN; SHAPIRO; MUNSON; DE WITT; “Introdução à Engenharia de
Sistemas Técnicos”. Ed LTC 2005
ÇENGEL, Yunus A.; BOLES, Michael A.; “Termodinâmica”; Editora McgrawHill; 3ª Edição.
Complementar:
RESNICK, Robert, HALLIDAY, David. Fundamentos da Física Vol 2. Trad. Adir
Moyses Luiz. Rio de Janeiro. Editora LTC, 2006;
RESNICK, Robert, HALLIDAY, David. Física Vol 2. Rio de Janeiro:. Editora
LTC, 2000.
Mougin, G.A.: The Thermomechanics of Nonlinear Irreversible Behaviors; World
Scientific; 1999.
Falk, G.; W. Ruppel: Energie und Entropie - Eine Einfuhrung in die
Thermodynamik; Springer-Verlag; 1976.
Reynolds, W.C.: Thermodynamics; McGraw Hill / Kogakusha; 1968.
7° PERÍODO
ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS II – 45h
Ementa
Molas. Eixos e árvores. Transmissões por polias e correias. Chavetas e estrias
e outras uniões com o cubo. Engrenagens cilíndricas de dentes retos
helicoidais e cônicos. Parafuso sem fim e correia. Mancais de rolamento e
lubrificação. Soldagem. Embreagens e Freios.
Bibliografia
Básica:
SHIGLEY, Joseph E. “Projeto de Engenharia Mecânica”. PAlegre: Bookman, 7ª Ed. 2005.
CUNHAL.D. Elementos de Máquinas, RJ, Ed. LTC, 2005;
CHIAVERINI, Vicente; Tecnologia Mecânica, Vol 1, 2, 3, São Paulo, McGrawHill, L986.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
103
Complementar:
NORTON, R.L. Projeto de Máquinas: Uma abordagem integrada.
P.Alegre.Bookmam 2004;
PROVENZO, Francesco; “Projetista de Máquinas”; Editora Provenza; 1ª
Edição. 1960.
COLLINS, J. A., Projeto Mecânico de Elementos de Máquinas – Uma
Perspectiva de Prevenção de Falha, LTC, Rio de Janeiro, 2006.
MABIE, H. H. e Ocvirk, F. W, Mecanismos e Dinâmica das Máquinas. 2 ed.
LTC, Rio de Janeiro, 1980.
SHIGLEY, J. E. Elementos de Máquinas, Vol. 2, 3ed., LTC, Rio de Janeiro,
1984.
MÁQUINAS TÉRMICAS – 45h
Ementa
Ciclos de potência: o ciclo de Carnot e o seu valor na engenharia, hipóteses
para o ar padrão, síntese de motores alternativos, ciclo de Otto, Ciclo diesel,
ciclos Stirling e Ericsson, ciclo de Brayton com refrigeração, ciclo de Brayton
com arrefecimento intermediário, reaquecimento e regeneração, ciclos ideais
de propulsão a jato. Ciclos a vapor e combinados. Ciclos frigoríficos: máquinas
frigoríficas e bombas de calor, ciclo de Carnot inverso, ciclo frigorífico ideal por
compressão de vapor, sistemas de bomba de calor, sistemas inovadores de
refrigeração por compressão de vapor.
Bibliografia
Básica:
VAN WYLEN, G. J. e SONNTAG, R. W. Fundamentos da Termodinâmica
Clássica, 4ª ed., São Paulo, Ed. Edgard Blücher, 2003;
CENGEL, Y.A.; BOLIS,M.A.; Termodinamica. TecMed.
RESNICK, Robert, HALLIDAY, David. Fundamentos da Física Vol 2. Trad. Adir
Moyses Luiz. Rio de Janeiro. Editora LTC, 2006;
Complementar:
MORAN, M.J., Shapiro, H.N. Munson, B.R. E Dewitt, D.P. Introdução à
Engenharia de Sistemas Térmicos: Termodinâmica, Mecânica dos Fluidos e
Transferência de Calor, RJ: LTC, 1ª Ed., 2005.
SCHMIDT, F.W; Henderson, R.E. Introdução Ciências Térmicas, SP: Bluncher,
2ªEd. 1996.
VAN WYLEN, G.J. E SONNTAG, R.E. Fundamentos da Termodinâmica
Clássica. SP:
BLUNCHER,1995.
MORAN, M.J.; Shapir, H.N. Princípios Termodinâmica para Engenharia, LTC,
4ªEd, 2002.
BAZZO Edson. Geração de Vapor, Editora da UFSC, Florianópolis, 1992, 216p.
INCROPERA F.P.; DE WITT D.P. Fundamentals of Heat and Mass Transfer,
John Willey & Sons, New York, 3ª ed, 1990. 970p.
GARCIA, Roberto. Combustão e Combustíveis. Rio de Janeiro, Editora
Interciência, 2002.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
104
MECÂNICA DOS FLUIDOS I – 45h
Ementa
Introdução: definição de um fluido, equações básicas, métodos de análise,
dimensões e unidades. Conceitos e fundamentos: o fluido como um contínuo,
campos de velocidade, campo de tensão, viscosidade, tensão superficial,
descrição e classificação dos movimentos dos fluidos. Estática dos fluidos: A
equação básica da estática dos fluidos, a atmosfera padrão, variação de
pressão num fluido estático, sistemas hidráulicos, forças hidrostáticas sobre
superfícies submersas, empuxo e estabilidade. Equações básicas na forma
integral para um volume de controle: leis básicas para um sistema, a relação
entre as derivadas do sistema e a formulação para volumes de controle, a
conservação de massa, a equação da quantidade de movimento para um
volume de controle inercial, equação da quantidade de movimento para um
volume de controle com aceleração retilínea e arbitrária, a primeira lei da
termodinâmica, a segunda lei da termodinâmica.
Bibliografia
Básica:
FOX, Robert W. Introdução à Mecânica dos Fluidos. RJ, Ed. LTC, 1999;
POTTER.M.C. Mecânica dos Fluídos. São Paulo. Pioneira. Thompson
Learning. 2004;
VENNARD,
J.K.
Elementos
de
mecânica
dos
Fluídos.Rio
de
Janeiro.Guanabara Dois. 1978.
Complementar:
SCHIOZER, Dayr; Mecânica dos Fluidos. RJ, Ed. LTC, 1996;
RESNICK, Robert, HALLIDAY, David. Fundamentos da Física Vol 2. Trad. Adir
Moyses Luiz. Rio de Janeiro:. Editora LTC, 2006.
SHAMES, Irving H. Mecânica dos fluidos. São Paulo: Edgard Blüchger Ltda,
1994.
COSTA, Ennio Cruz da. Mecânica dos fluidos. Porto Alegre: Globo, 1973.
BRUNETTI, Franco. Mecânica dos fluidos. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2005.
MECANISMOS– 45h
Ementa
Geometria do movimento. Mecanismos de barra abertos. Índice de mobilidade.
Lei de Grashof. Análise de posições, velocidade. Acelerações em mecanismos
de barras. Transmissão de velocidade por contato direto, perfil envolvente.
Padronização. Cinemática de engrenagens cilíndricas de dentes retos e
helicoidais, parafusos sem fim e coroas cônicas. Trens de engrenagens.
Planetários. Cames, diagramas de deslocamento, movimentos padronizados,
construção da superfície de trabalho dos cames de disco. Simulação
computacional de grandezas cinemáticas.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
105
Bibliografia
Básica:
MERIAM, J. L., KRAIGE, L.G. Mecânica: Estática. Editora LTC – Livros
Técnicos e Científicos, 4ª Ed., Rio de Janeiro, 1999;
BEER, Ferdinand P Resistência dos materiais. 3ª ed. São Paulo: Makron Books
do Brasil Editora Ltda, 2006;
HIBBELLER, R. C.; Mecânica-Dinâmica, RJ, LTC, 1999;
Complementar:
TENENBAUM, R. A.; Dinâmica, RJ, Ed. UFRJ, 1997;
KAMINSKI, Paulo C. Mecânica geral para engenheiros. São Paulo: Edgard
Blücher, 2000.
MABIE, Amilton H.; OCVIRK, Fred W.; “Mecanismos e Dinâmica das
Máquinas”; Editora Livros Técnicos; São Paulo.
SHIGLEY, J.E., Cinemática dos Mecanismos. Edgar Blücher Ltda.
MABIE, H.H. & OCVIRK, F.W., Dinâmica das Máquinas. Livro Técnico e
Científico S.A.
MOTORES DE COMBUSTÃO INTERNA – 45h
Ementa
Estudo dos componentes fixos e móveis dos motores de combustão interna,
seus princípios de funcionamento, 4 tempos e 2 tempos, Ciclo Otto, Ciclo
Diesel, Motores Rotativos e todos os sistemas que compõem o motor
necessários ao seu funcionamento. Sistema de distribuição, sistema de
ignição, sistema de lubrificação, sistema de arrefecimento, sistema de
alimentação para motores a gasolina e diesel com sistema mecânico e de
injeção eletrônica.
Bibliografia
Básica:
TAYLOR, Charles F.; “Análise dos Motores de Combustão Interna”; Editora
Edgard Blucher;
INCROPERA, F. P., DEWITT, D. P., Fundamentos de Transferência de Calor e
Massa, RJ, Ed. LTC, 1998;
ÖZISIK, M. N., Transferência de calor – um texto básico, Editora Guanabara
Koogan, Rio de Janeiro, 1990;
Complementar:
RESNICK, Robert, HALLIDAY, David. Fundamentos da Física Vol 2. Trad. Adir
Moyses Luiz. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2006;
SERWAY, R.A. Princípios de Física. São Paulo. Pioneira. 2004;
NUSSENZVEIG, Moyses. Curso de Física Básica vol. 2. São Paulo: Edgard
Blucher, 1997.
LENZ, H. P. Mixture Formation in Spark-Ignition Engines. New York: (SAE)
Springer-Verlag/Wien, 1990.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
106
OBERT, E.F. Motores de Combustão Interna. PAlegre: Editora Globo,
1971PIRES, S. Gestão da Cadeia de Suprimentos - Conceitos , Estratégias
, Práticas e Casos, Atlas, 2005.
PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO – 45h
Ementa
Estudo de processos de conformação. Laminação: introdução, classificação
quanto ao tipo de esforço predominante, classificação quanto à temperatura de
trabalho, outros métodos de classificação, conceitos iniciais de laminação,
mecânica da laminação, laminadores, cilindros de laminação, descrição dos
processos de laminação, controle do processo de laminação, projeto dos
passes de laminação, produtos laminados, estudo do atrito em processos de
laminação, defeitos típicos dos produtos laminados, propriedades dos produtos
laminados. Forjamento: conceitos iniciais, mecânica do forjamento, máquinas
de forjamento, matrizes de forjamento, descrição do processo de forjamento,
forjamento em matriz fechada, tratamentos térmicos de forjados, temperatura e
velocidade de forjamento, produtos forjados, defeitos típicos de produtos
forjados, propriedades de produtos forjados. Extrusão. Projeto de matrizes de
corte. dobramento, embutimento, estiramento, extrusão e forjamento.
Bibliografia
Básica:
CETLIN, Paulo Roberto; HELMAN, Horácio; “Fundamentos da Conformação
Mecânica dos Metais”; Editora Artliber;
FREIRE, J. M.; Tecnologia Mecânica, Vol. 3, 4 e 6, Ed. LTC, 1975.
MIRA, F. M., & COSTA, H. B. Processos de Fabricação. Volume Conformação
de Chapas. Florianópolis: UFSC.
Complementar:
CHIAVERINI, Vicente; Tecnologia Mecânica, Vol. I, II, e III, São Paulo,
McGraw-Hill, 1986.
DIETER, George E. Metalurgia Mecânica. Rio de Janeiro: Guanabara Dois,
1981.
BRESCIANI FILHO, E. Conformação Plástica dos Metais. Volumes 1 e 2.
Campinas:UNICAMP.
KONINCK, J. & CUTTER, D. Manual do Ferramenteiro. São Paulo: Mestre Jou,
1971.
PROVENZA, Francesco. Estampos I. S Paulo: Centro de Gráfica “Protec”,
1986.
TRANSFERÊNCIA DE CALOR E DE MASSA I – 60h
Ementa
Introdução: origens físicas e equações das taxas de calor, a exigência da
conservação de energia, análise dos problemas de transferência de calor.
Introdução à convecção: equação da taxa de condução, as propriedades
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
107
térmicas da matéria, equação da difusão do calor, condições iniciais e de
contorno. Condução unidimensional em regime estacionário: A parede plana,
uma análise alternativa da condução, sistemas radiais, condução com geração
de energia térmica, transferência de calor em superfícies estendidas.
Condução bidimensional em regime estacionário. Condução transiente.
Bibliografia
Básica:
INCROPERA, F. P., DEWITT, D. P., Fundamentos de Transferência de Calor e
Massa, RJ, Ed. LTC, 1998;
ÖZISIK, M. N., Transferência de calor – um texto básico, Editora Guanabara
Koogan, Rio de Janeiro, 1990;
RESNICK, Robert, HALLIDAY, David, WALKER, Fundamentos da Física Vol 2.
Complementar:
RESNICK, Robert, HALLIDAY, David. Fundamentos da Física Vol 2. Trad. Adir
Moyses Luiz. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2006;
SERWAY, R.A. Princípios de Física. São Paulo. Pioneira. 2004;
NUSSENZVEIG, Moyses. Curso de Física Básica vol. 2. São Paulo: Edgard
Blucher, 1997.
KREIT, Franck., Princípios de transmissão de calor. São Paulo Ed. Brucher.
SALMONI, Renato., Transmissão de calor. São Paulo. Mestre Jou.
HOLMAN,.J. P. Heat Transfer TOKOIO, Ed. Mc Graw-Hill JOGARUSHA.
VIBRAÇÕES MECÂNICAS – 45h
Ementa
Sistemas com um grau de liberdade. Representação por vetores rotativos.
Vibrações livres amortecidas e não amortecidas. Equação do movimento.
Vibrações forçadas amortecidas. Integral de Duhamel. Excitações harmônicas
por notação complexa. Vibrações arbitrárias: espectro de freqüências.
Transformada de Fourier. Sistemas com múltiplos graus de liberdade: análise
modal. Formulação de problemas.
Bibliografia
Básica:
MEIROVITCH, L. - Elements of Vibration Analysis - USA - McGraw-Hill 1975
STEIDEL,R. F.- An Introduction to Mechanical Vibrations, John W.& Sons, 1989
MERIAM, J. L., KRAIGE, L.G. Mecânica: Estática. Editora LTC – Livros
Técnicos e Científicos, 4ª Ed., Rio de Janeiro, 1999;
Complementar:
BEER, Ferdinand P Resistência dos materiais. 3ª ed. São Paulo: Makron Books
do Brasil Editora Ltda, 2006;
ALMEIDA, Macio Tadeu de. Vibrações mecânicas para engenheiros. 2. ed. São
Paulo: Edgar Blücher, 1990
THOMSON, William T. Teoria da vibração com aplicações. Rio: Interciência,
1973.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
108
HIBBELLER, R. C.; Mecânica-Dinâmica, RJ, LTC, 1999;
Apostila sobre Vibrações Mecânicas do Eng. Mecânico Irineu da Silva
Rodrigues Júnior.
TENENBAUM, R. A.; Dinâmica, RJ, Ed. UFRJ, 1997;
KAMINSKI, Paulo C. Mecânica geral para engenheiros. São Paulo: Edgard
Blücher.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Vibrações Mecânicas e
Choques: Terminologia. (NBR 7497 Agosto/1982)
BEER, F.P.; Johnston Jr.; RUSSEL, E.; EISENBERG, Elliot R. Mecânica
vetorial para engenheiros: Cinemática e Dinâmica v. 2, 7 ed., São Paulo: Mc
Graw Hill, 2004. 621p.
8° PERÍODO
AR CONDICIONADO E VENTILAÇÃO – 45h
Ementa
Introdução: calor, primeira e segunda leis da termodinâmica, mistura ar-vapor
d’água, carta psicrométrica, umidificação e desumidificação. Dados para o
projeto. Cálculo da carga térmica. Meios de condução do ar. Ventilação e
exaustão. Torres de arrefecimento e condensadores evaporativos. Controles
automáticos. Instalações típicas.
Bibliografia
Básica:
CREDER, Hélio; Instalações de ar condicionado; 5ª edição; editora LTC; 1996;
SILVA, J. de Castro, Refrigeração e Climatização para Técnicos e
Engenheiros, Ed. Ciência Moderna
JONES, W. P. Engenharia de Ar Condicionado. Rio de Janeiro: Ed. Campus,
1983.
STOECKER e JONES. Refrigeração e Ar Condicionado. São Paulo: McGrawHill, 1985.
Complementar:
SIMÕES PIRES, J. R. Fundamentos e Aplicações da Psicrometria. São Paulo:
RPA,1999.
COSTA, Enio Cruz da; Refrigeração, São Paulo, Ed. Edgard Blücher, 1982;
SANTOS, Antonio Luiz; Coletânea Térmica - Sistemas Térmicos, RJ, Ed. SMAIME, 1998.
NORMA NBR 6401 (ABNT).Instalações Centrais de Ar Condicionado para
Conforto.
THRELKELD, J. L. Thermal Environmental Engineering. N.J.: Prentice-Hall Inc.,
1962.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
109
MÁQUINAS DE FLUXO – 45h
Ementa
Sistemas de unidades e propriedades dos fluidos. Escoamento de fluidos em
tubulações. Classificação e características gerais das bombas. Desempenho
da bomba centrífuga e determinação do ponto de trabalho em f unção do
sistema. Cavitação. Turbobombas – classificação, descrição e análise dos
componentes. Seleção e especificação de bombas. Associação de bombas.
Testes. Instalação. Operação. Bombas alternativas. Bombas rotativas.
Bibliografia
Básica:
PFLEIDERER, A.J. e PETERMANN, H. Máquinas de Fluxo. Rio de Janeiro:
Livros técnicos e Científicos, 1973.
CATTANI, Mauro S. D.; Mecânica dos Fluidos, São Paulo, Ed. Edgard Blücher,
1990.
SHIOZER, Dayr; Mecânica dos Fluidos, RJ, Ed. LTC, 1996.
Complementar:
BRAN, Richard; Máquinas de Fluxo, RJ, Ed. LTC, 1969.
MACINTYRE, Archibald Joseph; Bombas e Instalações de Bombeamento; 2ª
Edição, Editora LTC, 1997;
LIMA, E. P. C.; “Mecânica das Bombas”; Rio; Editora Interciência, 1998.
MATTOS, Edson Ezequiel; Bombas Industriais, 2ª Edição, Editora Interciência,
1998.
MACINTYRE, A.J. Máquinas Motrizes Hidráulicas. Rio: Guanabara, 1983.
MATERIAIS PARA EQUIPAMENTOS DE PROCESSO – 45h
Ementa
Materiais para equipamentos de processo. Efeito da temperatura no
comportamento mecânico dos materiais metálicos. Corrosão. Aços – carbono.
Aços - liga. Aços inoxidáveis. Outros metais ferrosos. Metais não – ferrosos.
Materiais poliméricos. Revestimentos internos. Recomendações de materiais
para alguns serviços típicos.
Bibliografia
Básica:
GENTIL, Vicente; Corrosão, 2ª ed, RJ, Ed. Guanabara Dois S/A, 1982;
CHIAVERINI, Vicente; Tecnologia Mecânica, Vol 1, 2, 3, São Paulo, McGrawHill, 1986;
TELLES, Pedro C. Silva; “Materiais para Equipamentos de Processos”; 6ª Ed. Interciência;
Complementar:
PROVENZO, Francesco; “Projetista de Máquinas”; Editora Provenza; 1ª
Edição. 1960.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
110
DUTRA, Aldo Cordeiro; NUNES, Laerce de Paula; “Proteção Catódica, técnica
de combate à corrosão; Editora Interciência; 3ª Edição.
Van Vlack, L. H. Princípio de Ciência e Tecnologia dos Materiais. Campus, São
Paulo, 1984.
Sheromon, P. G. Materiais para Equipamentos de Processo. McGraw-Hill, New
York, 1969
Mano, E. B. Introdução a Polímeros. Edgard Blücher, São Paulo, 1980
MECÂNICA DOS FLUIDOS II - 45h
Ementa
Introdução à análise diferencial dos movimentos dos fluidos: a conservação de
massa, função de corrente para escoamento incompressível bidimensional,
movimento de um elemento fluido, equação da quantidade de movimento.
Escoamento incompressível de fluidos não viscosos: equações de Euler em
Coordenadas de Linha de corrente, equação de Bernoulli, relação entre a
primeira lei da termodinâmica e a equação de Bernoulli, equação de Bernoulli
para escoamento não permanente. Escoamento interno viscoso,
incompressível:
Escoamento
laminar
completamente
desenvolvido,
escoamento em tubos e dutos. Escoamento externo visco incompressível.
Introdução ao escoamento compressível. Escoamento compressível,
unidimensional, permanente.
Bibliografia
Básica:
FOX, Robert W. Introdução à Mecânica dos Fluidos. RJ, Ed. LTC, 1999;
POTTER.M.C. Mecânica dos Fluídos. São Paulo. Pioneira. Thompson
Learning. 2004;
VENNARD,
J.K.
Elementos
de
mecânica
dos
Fluídos.Rio
de
Janeiro.Guanabara Dois. 1978.
Complementar:
SCHIOZER, Dayr; Mecânica dos Fluidos. RJ, Ed. LTC, 1996;
RESNICK, Robert, HALLIDAY, David. Fundamentos da Física Vol 2. Trad. Adir
Moyses Luiz. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2006.
STREETER, Victor L. e WYLE; BENJAMIN, E.. Mecânica dos fluidos. São
Paulo: Mc Graw Hill, 7ª edição, 1982.
SHAMES, Irving H. Mecânica dos fluidos. SPaulo: Edgard Blüchger Ltda, 1994.
COSTA, Ennio Cruz da. Mecânica dos fluidos. Porto Alegre: Globo, 1973.
BRUNETTI, Franco. Mecânica dos fluidos. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2005.
METROLOGIA - 45h
Ementa
Sistemas de ajuste de superfícies lisas e roscadas. Normas ABNT, ISO, ANSI e
DIN. Classes de ajustes, ajustes recomendados, aplicações. Tolerâncias
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
111
geométricas de forma e posição, desvios, aplicações. Rugosidade superficial.
Análise de dimensões: princípios, desvios, distribuição, montagem, aplicações.
Paquímetros universais, de profundidade, de relógio e digital. Calibrador
traçador vertical. Micrômetros externos e internos. Blocos padrões. Relógio
comparador. Esquadros. Réguas.
Bibliografia
Básica:
AGOSTINHO, Oswaldo Luis; Tolerâncias, Ajustes, Desvios e Análise de
Dimensões, São Paulo, Ed. Edgard Blücher, 2005;
LIRA, F.A.Metrologia na Indústria.São Paulo Érica 2001;
PROVENZO, Francesco; “Desenhista de Máquinas”; Editora Provenza; 1ª
Edição. 1960.
Complementar:
PROVENZO, Francesco; “Projetista de Máquinas”; Editora Provenza; 1ª
Edição. 1960
LINK, Walter, Metrologia Mecânica: Expressão da Incerteza de Medição,
Programa RH Metrologia, 1997.
ROSSI, M., Utilajes Mecânicos, 3ª ed., Barcelona: Científico-Médica, 1971.
SANTOS JÚNIOR, M.J. dos, Metrologia Dimensional, Porto Alegre: Ed. da
UFRGS, 1985.
CUNHA, L.S., Manual Prático do Mecânico, 5ª Ed., S.Paulo: Hemus Editora Ltda, 1972.
PROJETO DE MÁQUINAS - 45h
Ementa
Conceitos e definições, processos de atividade criativa. Princípios básicos de
projetos: etapas, critérios e métodos. Otimização de projetos. Análise de
complexidade do projeto. Unificação e normalização dos componentes.
Confiabilidade. Influência das novas tecnologias. Utilização do computador em
projetos de máquinas. Exemplos dos projetos de máquinas. Execução de um
projeto. Transmissão de movimento por atrito. Variadores de velocidade
contínua e escalonada. Transmissão planetária e harmônica. Projeto de
mecanismos de movimento alternado. Projeto de componentes de
manipuladores médios.
Bibliografia
Básica:
CUNHAL.D. Elementos de Máquinas, RJ, Ed. LTC, 2005;
NORTON, R.L. Projeto de Máquinas: Uma abordagem integrada.
PAlegre.Bookmam 2004;
CHIAVERINI, Vicente; Tecnologia Mecânica, Vol 1, 2, 3, São Paulo, McGrawHill, L986.
Complementar:
PROVENZO, Francesco; “Projetista de Máquinas”; Editora Provenza; 1ª
Edição. 1960.
NIEMANN, Gustav. Elementos de máquinas. São Paulo: E. Blücher, 1971- nv.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
112
Shigley, Joseph Edward. Mechanical engineering design / 5th ed. New York :
McGraw-Hill,c1989.
ALBUQUERQUE, Olavo A. L. Pires e. Elementos de união. Belo Horizonte:
EEUFMG, 1965.
GUINTA, Lawrence R; PRAIZLER, Nancy C. Manual de QFD. Rio de Janeiro:
Livros Tecnicos e Cientificos,1993. 117p. ISBN 8521609949 (broch.)
JERIE, G D. ELEMENTOS DE MAQUINAS, ATLAS DE CONSTRUCION. 3.ED.
1966
MESQUITA, Jose de. Elementos de maquinas : dimensionamento. São Paulo:
Escola Pro-Tec, 1965. 288p.
ZAMPESE, Boris. Elementos de construção de máquinas: Exercícios. São Paulo: 1972
SOLDAGEM – 45h
Ementa
Classificação dos processos de soldagem. Processos de soldagem com arco
elétrico: Transferência metálica em soldagem com arco elétrico, Processo de
soldagem com eletrodo revestido, Processo TIG, Processo MIG/MAG,
Soldagem com arco submerso, Processo de soldagem com plasma. Processos
de soldagem e corte com gás: Soldagem com gás; Oxicorte e processos afins;
Soldagem por resistência; Processos de brasagem e soldagem branda.
Metalurgia de soldagem: Transferência de calor na soldagem; Solidificação da
poça de fusão; Trinca em temperatura elevada; Transformação no estado
sólido de aços carbono; Soldagem dos principais metais e suas ligas: Aço
carbono; Ferro fundido; Aços de baixa liga; Aços inoxidáveis; Alumínio. Estudo
das tensões residuais devidas a soldagem; Garantia de qualidade na
soldagem.
Bibliografia
Básica:
OKUMURA, Toshie; TANIGUCHI, Célio; “Engenharia de Soldagem e
Aplicações”; RJ, Ed LTC, 1982.
WAINER, Emílio; BRANDI, Sérgio Duarte; Mello, Fábio Décourt Homem;
“Soldagem – Processos e Metalurgia”; Editora Egardo Blucher Ltda; 2ª Edição;
2005;
CHIAVERINI, Vicente; Tecnologia Mecânica, Vol 1, 2, 3, São Paulo, McGraw-Hill, L986.
Complementar:
INCROPERA, F. P., DEWITT, D. P., Fundamentos de Transferência de Calor e
Massa, RJ, Ed. LTC, 1998;
ÖZISIK, M. N., Transferência de calor – um texto básico, Editora Guanabara
Koogan, Rio de Janeiro,1990.
Normas AWS para soldagem
Normas ABNT para soldagem
Código ASME, V, IX
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
113
TRANSFERÊNCIA DE CALOR E DE MASSA II - 60h
Ementa
Introdução à convecção: o problema da transferência de calor por convecção,
as camadas limites de convecção, escoamento laminar e turbulento, as
equações da camada limite, significado físico dos parâmetros adimensionais,
analogias entre as camadas limites, os coeficientes de convecção.
Escoamento Externo e Interno. Ebulição e Condensação.
Bibliografia
Básica:
INCROPERA, F. P., DEWITT, D. P., Fundamentos de Transferência de Calor e
Massa, RJ, Ed. LTC, 1998;
ÖZISIK, M. N., Transferência de calor – um texto básico, Editora Guanabara
Koogan, Rio de Janeiro,1990;
RESNICK, Robert, HALLIDAY, David, WALKER, Fundamentos da Física Vol 2.
Complementar:
RESNICK, Robert, HALLIDAY, David. Fundamentos da Física Vol 2. Trad. Adir
Moyses Luiz. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2006;
SERWAY, R.A. Princípios de Física. São Paulo. Pioneira. 2004;
NUSSENZVEIG, Moyses. Curso de Física Básica vol. 2. São Paulo: Edgard
Blucher, 1997.
KREIT, Franck., Princípios de transmissão de calor. São Paulo Ed. Brucher.
SALMONI, Renato., Transmissão de calor. São Paulo. Mestre Jou.
HOLMAN,.J. P. Heat Transfer TOKOIO, Ed. Mc Graw-Hill JOGARUSHA.
9° PERÍODO
CONTROLE DE QUALIDADE – 45h
Ementa
Objetivos. Aplicações. Revisão de Estatística. Processos sobre controle.
Processo fora de controle. Gráficos de controle. Probabilidade. Teoria da
amostragem. Plano de amostragem.
Bibliografia
Básica:
COSTA, Antonio Fernando Branco Costa; Epprecht, Eugenio Kahn; Carpinetti,
Luiz César Ribeiro, Controle Estatístico de Qualidade. Atlas 2005;
AGOSTINHO, Oswaldo Luis; Tolerâncias, Ajustes, Desvios e Análise de
Dimensões, São Paulo, Ed. Edgard Blücher, 2005;
Campos, Vicente Falconi. TQC - Controle da Qualidade Total.no estilo japonês
ANO: 1999 Belo Horizonte Fundação de Desenvolvimento Gerencial.
LIRA, F.A. Metrologia na Indústria.São Paulo Érica 2001.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
114
Complementar:
RESPO.A.; A. Estatística Fácil. São Paulo.Saraiva. 2002;
FONSECA, Jairo S. Curso de Estatística. São Paulo: Atlas, 1985;
OAKLAND, John S., Gerenciamento da Qualidade Total. Nobel.
Garvin, David A. Gerenciando a Qualidade. A visão estratégica e competitiva
ANO: 1992 Rio de Janeiro Qualitymark
Ishikawa, K. ; Juse. QC Circle Koryo. General Principals of QC Circles: 1980
Tokyo Toin Inc.
Lourenco Filho, R. de. Controle Estatístico de Qualidade. ANO: 1974 Rio de
Janeiro L.T.C
FUNDIÇÃO – 45h
Ementa
Desenho de peças a serem fundidas; Projeto e confecção do Modelo;
Confecção do molde ou moldagem; Confecção e colocação de machos;
Utilização e preparação dos materiais utilizados na moldagem; Fornos para
fusão de metais; Fusão do metal; Solidificação da peça fundida; Limpeza,
rebarbação e controle de qualidade das peças fundidas; Segurança nos
trabalhos de fundição.
Bibliografia
Básica:
TORRES, Jorge; “Manual Prático de Fundição e Elementos de Prevenção da
Corrosão”; Editora Hemus; Ano 2004; 1ª edição.
CHIAVERINI, Vicente; Tecnologia Mecânica, Vol 1, 2, 3, São Paulo, McGrawHill, L986;
CHIAVERINI, Vicente; “Tecnologia Mecânica dos Aços e Ferros Fundidos; Rio
de Janeiro; Editora Makron Books, 1988.
Complementar:
Provenzo, Francesco; “Projetista de Máquinas”; Editora Provenza; 1º Edição;
1960.
SIEGEL, Miguel. Fundição. ed. 14ª, São Paulo: ABM, 1984, 1.1 a 26.11 p.
BRADASCHIA, Clóvis. Fundição de Ligas Não Ferrosas. São Paulo: ABM,
1989, 155 p.
CAPELLO, Edoardo. Tecnologia de la Fundición. Barcelona: Gustavo Gili,
1966, 493p.
CAMPOS FILHO, Mauricio Prates; DAVIES, Graeme John. Solidificação e
fundição de metais e suas ligas. São Paulo: LTC/EDUSP, 1978, 246 p.VON
KROGH, G.; ICHIJO, K.; NONAKA, I. Facilitando a criação do
conhecimento: reinventando a empresa com o poder de inovação. Rio de
Janeiro: Campus, 2001.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
115
INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE – 45h
Ementa
Aquisição de dados e processamentos digitais. Conceitos básicos de eletrônica analógica e
digital. Sensores, transdutores e instrumentos de medição. Interfaces de comunicação serial,
GPIB, USB e Firewire. Otimização de código e técnicas de programação em Labview.
Instrumentação e controle de processos. Monitoramento de máquinas. Sensores a fibra ótica.
Técnicas de medição óptica.
Bibliografia
Básica:
REGAZZI, R.D. Soluções Práticas de Instrumentação e Automação. Rio de
Janeiro. 2005;
OGATA, K.; Engenharia de Controle Moderno, RJ, Ed. Prentice Hall do Brasil,
1982.
BOLTON, W, Instrumentação e Controle, São Paulo, Hemus, 2002
Complementar:
VUOLO, JOSÉ HENRIQUE; Fundamentos da Teoria e Erros, São Paulo, Ed.
Edgard Blücher, 1992.
BEGA, E. A, Instrumentação Industrial, 2 edição, Rio de Janeiro, Interciencia,
2006
BRUSAMARELLO, V, BALBINOT, A, Instrumentação e fundamentos de
medidas, Vol 2, Rio de Janeiro, LTC, 2007
ALVES, S, L, Instrumentação, Controle e Automação de processos, Rio, LTC,
2005
TOMAZINI D. E ALBUQUERQUE, PUB, Sensores Industriais - fundamentos e
Aplicações, São Paulo, Érica, 2005
MANUTENÇÃO INDUSTRIAL E MECÂNICA – 45h
Ementa
A evolução da manutenção. A gestão estratégica da manutenção. Os tipos de
manutenção, seu planejamento e sua organização. A moderna manutenção e
suas práticas básicas. A terceirização de serviços na manutenção. As técnicas
da manutenção preditiva. “Failure Modes and Effects Analysis” (FMEA) a
análise dos modos de falhas e seus efeitos. “Root Cause Failure Analysis”
(RCFA) a análise da causa raiz da falha. Os indicadores de desempenho da
manutenção. O programa 9S. A manutenção autônoma. Ferramentas do
Kaizen. Historiogrma de falhas. A ferramentas 6 Sigmas. A manutenção em
ambientes críticos. A manutenção por meio do monitoramento On-Line.
Bibliografia
Básica:
Alan Kardec
e
Júlio
Nacif.
“Manutenção
Função
Estratégica”.
Qualitymark Editora Ltda 339p., 2001.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
116
Alan Kardec, Joubert Flores e Eduardo Seixas. “Gestão Estratégica Indicadores de Desempenho”.
Qualitymark Editora Ltda. [email protected]. TeL. (21) 3860-8422.
NEPOMUCENO, L. X., 2002. Técnicas de Manutenção Preditiva. v. 1 e 2, São
Paulo: Edgard Blucher, 524p. ISBN: 8521200927.
Complementar:
Brito, J. N. Desenvolvimento de um Sistema Inteligente Híbrido para
Diagnóstico de Falhas em Motores de Indução Trifásicos. Campinas:
Universidade Estadual de Campinas, 2002, 211+p. Tese (Doutorado).
Carlos de Souza Almeida, Mano Cesar Rodriguez Vidal. “Gestão da
Manutenção Predial”, GESTALENT Consultoria e Treinamento Ltda. 229p., Rio
de Janeiro, 2001.
Lourival Tavares. “Administração Moderna da Manutenção”. Pólo Publicações.
Tel. (21) 516-0004 / 253- 4641 - [email protected]
SANTOS, V. A., 1997. Manual Prático da Manutenção Industrial. 2ª ed. São Paulo: Ícone, 301p.
ISBN: 9788527409261.
OPTATIVA I - 45h
Ementa
A definir.
PROJETO FINAL EM ENGENHARIA MECÂNICA I – 45h
Ementa
Escolha do tema. Pesquisa bibliográfica. Definição. Planejamento do projeto.
Execução do anteprojeto. Avaliação dos resultados.
Bibliografia
Básica:
ABNT. NBR 14724 Informação e documentação. Trabalhos acadêmicos –
apresentação, 2002.
ABNT. NBR 6023 Informação e documentação. Referências – Elaboração.
2002.
LIMA, M. C. A Engenharia de Produção Acadêmica. São Paulo, Ed. Unidas,
1997.
Complementar
BAUER, M.W.; GASKELL G. Pesquisa qualitativa com texto imagem e som:
um manual prático. Petrópolis: Vozes, 2002.
LAKATOS, E. M. Metodologia Científica. 3ª Edição. São Paulo: Atlas, 2000.
RUDIO, F. V. Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. 30ª ed.
Petrópolis, Ed. Vozes, 2001.
RUIZ, J. A. Metodologia Científica: Guia para Eficiência nos Estudos. 6ª
Edição. São Paulo: Atlas, 2006.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
117
ABNT. Coletânea de Normas Técnicas para Elaboração de Relatório Técnico
ou Científico: 2011. Esta Coletânea contém as normas ABNT NBR 6023:2002,
ABNT NBR 6024:2003, ABNT NBR 6028:2003, ABNT NBR 10520:2002, ABNT
NBR 10719:2011 e ABNT NBR 15287:2011.
TURBINA A GÁS, CALDEIRAS E TURBINAS A VAPOR - 45h
Ementa
A Turbina a gás (TG) e a termodinâmica. Noções fundamentais. Dados
principais de uma TG. Partes componentes. Sistemas principais. Controles,
operação e ajustagens. A Caldeira. Princípios básicos do ciclo vapor. Diagrama
de Molier. Classificação das Caldeiras. Componentes principais da Caldeira.
Água de alimentação e seu tratamento. A Turbina a vapor (TV) e a
termodinâmica. Princípios básicos de funcionamento. Classificação geral das
TV. Acessórios das TV. Aparelhos de controle de velocidade. Precauções de
segurança.
Bibliografia
Básica:
Giampaolo,T. Gas Turbine Handbook: Principles and Practices 3rd Edition, The
Fairmont Press INC
VAN WYLEN, G. J. e SONNTAG, R. W. Fundamentos da Termodinâmica
Clássica, 4ª ed., São Paulo, Ed. Edgard Blücher, 2003;
CENGEL, Y.A.; BOLIS,M.A.; Termodinâmica. TecMed.
Complementar:
TG – Apostila compilada dos exemplares utilizados no Centro de Instrução
Almirante “Alexandrino de Aguiar” (CIAA) e Centro de Instrução Almirante
“Wandenkolk” (CIAW) – Rio de Janeiro – RJ e do manual de operação da
Olympus TM 3b da Rolls Royce;
TV – Apostila compilada do exemplar utilizado no Centro de Instrução
Almirante “Alexandrino de Aguiar” (CIAA);
Geração Termelétrica: Planejamento, Projeto e Operação, Lora, E.E.S., do
Nascimento, M.A.R (Orgs), Ed. Interciência,Rio de Janeiro, 2004.
BRAN, Richard; Máquinas de Fluxo, RJ, Ed. LTC, 1969.
Mabie, H. H. e Reinholtz, C. F., Mechanisms and Dynamics of Machinery, John
Wilwy & Sons, New York, 1987.
USINAGEM - 45h
Ementa
Conceitos básicos, grandezas de corte, cunha cortante, forças e potências,
desgaste e vida da ferramenta. Condições econômicas de usinagem.
Aplicações características e potencialidades dos processos de usinagem,
serramento, aplainamento, torneamento, fresamento, retificação. Problemas de
delineamento. Características e funcionamento dos equipamentos de
usinagem. Cálculo dos parâmetros de usinagem nos diversos processos.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
118
Processos especiais de usinagem. Projetos de ferramentas monocortantes e
multicortantes, ferramentas perfiladas, ferramentas de geração, brochas,
projeto de dispositivos, métodos de posicionamento e fixação, elementos de
fixação e aperto, exemplos.
Bibliografia
Básica:
DINIZ, Anselmo Eduardo; MARCONDES, Francisco Carlos; COPPINI, Nivaldo
Lemos; “Tecnologia da Usinagem dos Materiais”; Editora Artliber; 5ª Edição;
2006;
CHIAVERINI, Vicente; Tecnologia Mecânica – vol II, São Paulo, Ed. McGrawHill, 1986.
Complementar:
PROVENZO, Francesco; “Projetista de Máquinas”; Editora Provenza; 1ª
Edição.
ROSSI, M. Máquinas-Operatrizes Modernas I e II, Rio: Livro Íbero-Americano,
1970.
FERRARESI, D. Fundamentos da Usinagem dos Metais, São Paulo: Edgard
Blücher,1977.
STEMMER, C. E. Ferramentas de Corte I. Florianópolis: Editora da
UFSC,1992.
STEMMER, C. E. Ferramentas de Corte II. Florianópolis: Editora da UFSC,
1992
10° PERÍODO
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO - 300h
Ementa
Exercício da profissão sob a forma de estágio, com duração mínima de 300
horas, realizado junto a órgãos do serviço público ou empresas privadas,
sujeito a acompanhamento, orientação e supervisão de acordo com as normas
em vigor na IES. Apresentação mensal de relatórios de atividades para a
avaliação do desempenho no estágio.
Bibliografia
Básica:
Complementar:
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
119
LIBRAS – LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS – 45h
Ementa
Vocabulário básico da LIBRAS. Dicionário da Língua Brasileira de Sinais –
LIBRAS. Expressão corporal e facial. Alfabeto manual. Sinais. Convenções da
LIBRAS. Parâmetros da Língua Brasileira de Sinais. Estrutura gramatical da
LIBRAS. Princípios lingüísticos. Diálogos e narrativas na LIBRAS.
Bibliografia
Básica:
CAPOVILLA, F.C.; RAPHAEL, W. D. Dicionário Enciclopédico Ilustrado
Trilingüe da Língua de Sinais Brasileira Vol I e II. São Paulo: Edusp – Editora
da Universidade de São Paulo, 2001.
CARVALHO, R. E.. Educação inclusiva: com os pingos nos “is”. Porto Alegre:
Mediação, 2004.
COLL, César; PALACIOS, Jesus; MARCHESI, Alvaro (Orgs.). Desenvolvimento
psicológico e educação: necessidades educativas especiais e aprendizagem
escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
Complementar:
COUTO, Alpia. Como posso falar: aprendizagem da língua portuguesa pelo
deficiente auditivo. Rio de Janeiro: AIPEDA, 1991.
FERNANDES, Eulália. Linguagem e surdez. Porto Alegre: Artmed, 2003.
QUADROS, Ronice Muller de; KAMOPP, Lodenir Becker. Língua de Sinais Brasileira: Estudos
lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
CAPOVILLA, F. C.; RAPHAEL, W. D. Dicionário Enciclopédico Ilustrado
Trilingüe da Língua de Sinais Brasileira Vol I e II. São Paulo: Edusp –
Editora da Universidade de São Paulo, 2001.
CARVALHO, R. E. Educação inclusiva: com os pingos nos “is”. Porto
Alegre: Mediação, 2004.
OPTATIVA II - 45h
Ementa
A definir.
PROJETO FINAL EM ENGENHARIA MECÂNICA II – 45h
Ementa
Redação final do projeto (memória de cálculos, dimensionamento e seleção de
materiais e componentes), Apresentação. Defesa oral ou escrita do projeto.
Bibliografia
Básica:
ABNT. Coletânea de Normas Técnicas para Elaboração de Relatório Técnico
ou Científico: 2011. Esta Coletânea contém as normas ABNT NBR 6023:2002,
ABNT NBR 6024:2003, ABNT NBR 6028:2003, ABNT NBR 10520:2002, ABNT
NBR 10719:2011 e ABNT NBR 15287:2011.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
120
ABNT. NBR 14724 Informação e documentação. Trabalhos acadêmicos –
apresentação, 2002.
ABNT. NBR 6023 Informação e documentação. Referências – Elaboração.
2002.
Complementar:
BAUER, M.W.; GASKELL G. Pesquisa qualitativa com texto imagem e som:
um manual prático. Petrópolis: Vozes, 2002.
LAKATOS, E. M. Metodologia Científica. 3ª Edição. São Paulo: Atlas, 2000.
LIMA, M. C. A Engenharia de Produção Acadêmica. São Paulo, Ed. Unidas,
1997.
RUIZ, J. A. Metodologia Científica: Guia para Eficiência nos Estudos. 6ª
Edição. São Paulo: Atlas, 2006. 180p.
SEVERIANO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 21ª ed. São Paulo:
Cortez, 2000.
REFRIGERAÇÃO INDUSTRIAL - 45h
Ementa
Introdução à refrigeração: conceitos básicos sobre geração de frio industrial.
Refrigeração mecânica por meio de gases e vapores. Carga térmica para
frigoríficas. Equipamentos básicos: compressor, evaporador e condensador.
Refrigeração por absorção. Conservação do frio: isolantes. Instalações
frigoríficas de pequeno, médio e grande porte.
Bibliografia
Básica:
Stoecker, W. F., Jabardo, J. M. Saiz, Refrigeração Industrial, 2° edição 2002,
Ed. Blücher.
Silva, J. de Castro, Refrigeração e Climatização para Técnicos e Engenheiros,
Ed. Ciência Moderna
Dossat, R. J, Princípios de Refrigeração, Ed. Hemus.
Complementar:
TORREIRA, Raul P. Elementos Básicos de Ar Condicionado. São Paulo: RPA,
2003.
COSTA, Enio Cruz da; Refrigeração, São Paulo, Ed. Edgard Blücher, 1982.
SANTOS, Antonio Luiz; Coletânea Térmica - Sistemas Térmicos, RJ, Ed. SMAIME, 1998.
SILVA, Remi Benedito; Manual de refrigeração e ar condicionado, FEI PUC –
SP .1968
ASHRAE HANDBOOK - Refrigeration. Atlanta, Geórgia: ASHRAE, 2002.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
121
TROCADORES DE CALOR - 45h
Ementa
Classificação dos trocadores. O projeto termo-fluidodinâmico de trocadores de
calor. O projeto ótimo. As equações básicas. Análise integral e diferencial:
introdução a simulação computacional de trocadores de calor. Os métodos
integrais. O método da temperatura média calórica. Trocadores duplo-tubos:
emprego, detalhes construtivo, normas pertinentes ao projeto mecânico, projeto
térmico. Trocadores casco-e-tubos: emprego, classificação TEMA, detalhes,
construtivos, recomendações quanto aos internos. Métodos de Kern e método
de Bell-Dellaware. Condensadores tubulares. Teoria de Nusselt. Torres de
arrefecimento.
Bibliografia
Básica
INCROPERA, F. P., DEWITT, D. P., Fundamentos de Transferência de Calor e
Massa, RJ, Ed. LTC, 1998;
ÖZISIK, M. N., Transferência de calor – um texto básico, Editora Guanabara
Koogan, Rio de Janeiro, 1990;
RESNICK, Robert, HALLIDAY, David, WALKER, Fundamentos da Física Vol 2.
Complementar
RESNICK, Robert, HALLIDAY, David. Fundamentos da Física Vol 2. Trad. Adir
Moyses Luiz. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2006;
SERWAY, R.A. Princípios de Física. São Paulo. Pioneira. 2004;
NUSSENZVEIG, Moyses. Curso de Física Básica vol. 2. São Paulo: Edgard
Blucher, 1997.
HOLMAN, Jack P. Transferência de calor. São Paulo: Macgraw – Hill, 1983.
KREIT, Franck., Princípios de transmissão de calor. São Paulo Ed. Brucher.
TUBULAÇÕES INDUSTRIAIS - 45h
Ementa
Tubulações industriais: Generalidades e classificação. Tubos: materiais,
processos de fabricação, normalização dimensional. Meios de ligação de tubos.
Válvulas. Conexões de tubulação. Juntas de Expansão. Purgadores de vapor,
separadores diversos e filtros. Recomendações de materiais para alguns
serviços – Especificação de material de tubulação. Disposição das construções
em uma instalação industrial. Arranjo e detalhamento de tubulações. Suportes
de tubulação. Sistemas especiais de tubulação. Desenhos de tubulações.
Projeto de tubulações. Montagem e teste de tubulações. Aquecimento,
isolamento térmico, pintura e proteção. Normas, códigos e especificações.
Bibliografia
Básica
ABNT. NBR 14724 Informação e documentação. Trabalhos acadêmicos –
SILVA TELLES, P. C. Tubulações Industriais: Cálculo. 9ª ed. São Paulo:
Editora LTC – Livros Técnicos Científicos S.A., 2004.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
122
MACINTYRE, Archibald Joseph, Equipamentos Industriais e de Processo, RJ,
Ed. LTC, 1997.
SILVA TELLES, P. C. Tubulações Industriais: Materiais, Projeto, Montagem.
10ª ed. São Paulo: Editora LTC – Livros Técnicos Científicos S.A., 2005.
Complementar
TELLES, Pedro C. Silva; “Materiais para Equipamentos de Processos”; 6ª
Edição; Editora Interciência.
SILVA TELLES, P. C.; BARROS, D. G. P. Tabelas e Gráficos para projeto de
Tubulações. São Paulo: Editora Interciência Ltda,1998.
SENAI/COMPANHIA SIDERÚRGICA DE TUBARÃO. Tubulação Industrial.
Espírito Santo: Apostila Caldeiraria, 1997.
RIBEIRO, A. C. Tubulações Industriais. São Paulo: Faculdade de Engenharia
Química de Lorena. Apostila, 2000.
SILVA, R. B. Tubulações. 2ªed. São Paulo: Departamento de Livros e Publicações do Grêmio
Politécnico, 1967.
OPTATIVAS – 45h:
FONTES ALTERNATIVAS DE ENERGIA
Ementa
Balanço energético brasileiro e mundial. Energia Solar. Energia Eólica. Energia
das Marés. Biomassa recente. Usinas de baixa queda. Álcool. Carvão. Energia
Nuclear
Bibliografia Básica:
COMETTA, Emílio; Energia Solar, São Paulo, Ed. Hemus, 1982.
CEPEL - CRESESB, Grupo de Trabalho de Energia Solar; Manual de
Engenharia para Sistemas Fotovoltaicos, RJ, CEPEL, 1999.
HINRICHS, Roger A. Energia e Meio Ambiente. 4ª edição. Ed. Cengage
Learning, 2011.
Bibliografia Complementar:
ALVES, S. M.; MELO, C. F. M.; WISNIEWISKI, A., Biogás: uma alternativa de
energia no meio rural, Belém, EMBRAPA/CPATU, 1980.
CEPEL - CRESESB, Grupo de Trabalho de Energia Solar; Manual de
Engenharia para Sistemas Fotovoltaicos, RJ, CEPEL, 1999.
CEPEL; Geração Solar e Eólica no Brasil, São Paulo, CEPEL, 1997;
AMBIENTE BRASIL, Uso de Biomassa para a Produção de Energia, Disponível
em: <http://ambientebrasil.com.br>, Acesso em: 25 Agosto 2004.
REVISTA BRASILEIRA DE BIOENERGIA, Agosto de 2002, Ano 1, Número 1.
CAEEB – Companhia Auxiliar de Empresas Elétricas Brasileiras, O Biogás e
sua Tecnologia, Departamento de Estudos de Novas Fontes Alternativas de
Energia, Publicação nº 2, Série Estudos e Pesquisas, 1981.
WILSON, John I. B.; Solar Energy, London, Wykeham, 1979.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
123
EQUIPAMENTOS DE PROCESSO
Ementa
Vasos de pressão. Emprego, layout preliminar, normas de projeto, esforços
atuantes, materiais, detalhes de construção, dimensionamento, projeto
detalhado. Tanques de armazenamento. Estudo descritivo. Materiais, projeto,
montagem e operação.
Bibliografia Básica
GENTIL, Vicente; Corrosão, 2ª ed, RJ, Ed. Guanabara Dois S/A, 1982;
TELLES, Pedro C. Silva; “Materiais para Equipamentos de Processos”; 6ª
Edição; Editora Interciência;
TELLES, Pedro Carlos da Silva, Tubulações Industriais, RJ, Ed. LTC, 1990;
Bibliografia Complementar:
PROVENZO, Francesco; “Projetista de Máquinas”; Editora Provenza; 1ª Ed.
1960;
CHIAVERINI, Vicente; Tecnologia Mecânica, Vol 1, 2, 3, S Paulo, McGraw-Hill,
1986.
MACINTYRE, Archibald Joseph, Equipamentos Industriais e de Processo, RJ
Ed LTC, 1997;
TELLES, Pedro Carlos da Silva; “Vasos de Pressão”; Rio de Janeiro; Ed. LTC;
2ª Edição.
TORRES, J. Manual Prático de Fundição e Elementos de Prevenção da
Corrosão. Editora Hemus: Ano 2004; 1ª edição.
PROVENZO, F. Projetista de Máquinas. Editora Provenza, 19601ª Edição.
SISTEMAS DE UTILIDADES INDUSTRIAIS
Ementa
Seleção de ciclos térmicos. Otimização. Equipamentos de ciclos termoelétricos
industriais. Condicionamento de água para Indústria. Distribuição de vapor.
Distribuição de ar comprimido.
Bibliografia Básica:
DOSSAT, R. J. Princípios de Refrigeração. Ed. Hemus, 1980.
DANTAS, Evandro; Geração de Vapor e Água de Refrigeração, Ed. Vozes,
1992.
INCROPERA, F. P., DEWITT, D. P., Fundamentos de Transferência de Calor e
Massa, RJ, Ed. LTC, 1998;
Bibliografia Complementar:
FOX, R. W. Introdução à Mecânica dos Fluidos. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 1999.
Manual de ar comprimido e Gases. – Compressed Air and Gas Institute. Ed.
Pearson. 2004.
ÖZISIK, M. N. Transferência de calor – um texto básico. Rio de Janeiro: Editora
Guanabara Koogan, 1990.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
124
SCHMIDT, F. W.; HENDERSON, R. E. Introdução Ciências Térmicas. São
Paulo: Bluncher, 2004.
VENNARD, J. K. Elementos de mecânica dos Fluídos. Rio de Janeiro:
Guanabara Dois. 1978.
ENERGIA SOLAR
Ementa
Introdução. Recurso energético solar. Níveis terrestres da insolação:
componentes direta, difusa, global, refletida. Instrumentos de medida e registro.
Insolação em superfícies inclinadas. Aplicações: aquecimento de ar e água,
conversão fotovoltaica. Avaliação técnico-econômica de instalações.
Bibliografia Básica:
COMETTA, Emílio; Energia Solar, São Paulo, Ed. Hemus, 1982.
CEPEL - CRESESB, Grupo de Trabalho de Energia Solar; Manual de
Engenharia para Sistemas Fotovoltaicos, RJ, CEPEL, 1999.
HINRICHS, Roger A. Energia e Meio Ambiente. 4ª edição. Ed. Cengage
Learning, 2011.
Bibliografia Complementar:
ALVES, S. M.; MELO, C. F. M.; WISNIEWISKI, A., Biogás: uma alternativa de
energia no meio rural, Belém, EMBRAPA/CPATU, 1980.
CEPEL - CRESESB, Grupo de Trabalho de Energia Solar; Manual de
Engenharia para Sistemas Fotovoltaicos, RJ, CEPEL, 1999.
CEPEL; Geração Solar e Eólica no Brasil, São Paulo, CEPEL, 1997;
AMBIENTE BRASIL, Uso de Biomassa para a Produção de Energia, Disponível
em: <http://ambientebrasil.com.br>, Acesso em: 25 Agosto 2004.
REVISTA BRASILEIRA DE BIOENERGIA, Agosto de 2002, Ano 1, Número 1.
CAEEB – Companhia Auxiliar de Empresas Elétricas Brasileiras, O Biogás e
sua Tecnologia, Departamento de Estudos de Novas Fontes Alternativas de
Energia, Publicação nº 2, Série Estudos e Pesquisas, 1981.
WILSON, John I. B.; Solar Energy, London, Wykeham, 1979.
GERÊNCIA DE FABRICAÇÃO:
Ementa
Introdução. A teoria das organizações, administração científica, escola clássica,
escola das R. H., estrutura organizacional, modelo japonês "Just in Time",
sistemas de qualidade total e sistemas de garantia da qualidade.
Bibliografia Básica:
COSTA, Antonio Fernando Branco Costa; Epprecht, Eugenio Kahn; Carpinetti,
Luiz César Ribeiro, Controle Estatístico de Qualidade. Atlas 2005;
AGOSTINHO, Oswaldo Luis; Tolerâncias, Ajustes, Desvios e Análise de
Dimensões, São Paulo, Ed. Edgard Blücher, 2005;
LIRA, F.A. Metrologia na Indústria.São Paulo Érica 2001.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
125
Bibliografia Complementar:
BOLTON, W, Instrumentação e Controle. São Paulo: Hemus, 2002.
CAMPOS, V. F. Controle da Qualidade Total. Belo Horizonte: Fundação
Cristiano Ottoni, 1992. Book Co., 1988.
CHIAVENATO, I. Administração: teoria, processo e prática. 2ª ed. São Paulo:
Makron Books do Brasil, 1994.
LAFRAIA, J. R. Manual de Confiabilidade, Mantenabilidade e Disponibilidade,
Ed. Qualitymark, 2000.
CRESPO.A.; A. Estatística Fácil. São Paulo.Saraiva. 2002;
FONSECA, Jairo S. Curso de Estatística. São Paulo: Atlas, 1985;
OAKLAND, John S., Gerenciamento da Qualidade Total. Nobel.
AUTOMAÇÃO E ROBÓTICA:
Ementa
Introdução à automação. Componentes lógicos industriais. Projetos de ciclos
automáticos com lógica seqüencial. Aplicações. Introdução à robótica.
Definição básica, tipos de robôs. Cinemática do robô. Atuadores. Sensores.
Circuitos digitais. Especificação, desempenho e estrutura do robô.
Procedimento de projeto de robô. Seleção de componentes. Robôs
teleoperados.
Bibliografia Básica:
PAULA, E. Robótica Básica, Curitiba, 1991.
REGAZZI, R.D. Soluções Práticas de Instrumentação e Automação. Rio de
Janeiro, 2005.
BOLMANN, Arno; Fundamentos da Automação Industrial - Pneumotrônica, São
Paulo, Associação Brasileira de Hidráulica e Pneumática, 1997.
Bibliografia Complementar:
BOLMANN, Arno; Fundamentos da Automação Industrial - Pneumotrônica, São
Paulo, Associação Brasileira de Hidráulica e Pneumática, 1997.
FIALHO, A. B. Automação Pneumática: Projetos, Dimensionamento e Análise
de Circuitos. São Paulo: Ed. Érica, 2004.
MACINTYRE, A. J. Equipamentos Industriais e de Processo. Rio de Janeiro:
Ed. LTC, 1997.
OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. Ed. Prentice Hall do Brasil, 1982.
REGAZZI, R.D. Soluções Práticas de Instrumentação e Automação. Rio de
Janeiro. 2005;
COMANDO NUMÉRICO
Ementa
Histórico sobre automação flexível. Fundamentos do comando numérico. Tipos
de comando numérico. Estrutura do sistema de controle, MFCN. Programação
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
126
manual. Programação automática. Formas de utilização do comando numérico.
Preparação organizacional para a introdução do comando numérico. Sistemas
integrados e o comando numérico. Aspectos econômicos e sociais pertinentes.
Bibliografia Básica:
DINIZ, Anselmo Eduardo; MARCONDES, Francisco Carlos; COPPINI, Nivaldo
Lemos; “Tecnologia da Usinagem dos Materiais”; Editora Artliber; 5ª Edição;
2006;
CHIAVERINI, Vicente; Tecnologia Mecânica – vol II, São Paulo, Ed. McGrawHill, 1986;
Manual de programação em tornos CNC – Mach 8.
Bibliografia Complementar
CHIAVERINI, V. Tecnologia Mecânica, Vol. 1. São Paulo: McGraw-Hill, 1986.
CHIAVERINI, V. Tecnologia Mecânica, Vol. 3. São Paulo: McGraw-Hill, 1986.
Manual de programação em tornos CNC – Mach 8.
PROVENZO, F. Projetista de Máquinas. Editora Provenza, 19601ª Edição.
STEMMER, C. E. Ferramentas de Corte I. Florianópolis: Editora da
UFSC,1992.
STEMMER, C. E. Ferramentas de Corte II. Florianópolis: Editora da
UFSC,1992.
ESTUDO DAS RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS NO BRASIL
Ementa
A questão étnico-racial, sua presença na formação da identidade e das
relações sociais no Brasil. Os conceitos de raça e etnia, racismo e racialismo,
preconceito e discriminação. A mestiçagem como saída – a valorização da
miscigenação e do mulato. O mito da democracia racial - desigualdade
racial/classe e discursos antiracistas. Diferença e diversidade, identidade
cultural e reconhecimento étnico-racial. Políticas de Ações Afirmativas e
Estatuto da Igualdade Racial – a polêmica das cotas raciais para
afrodescendentes.
Bibliografia Básica:
ADESKY, Jacques d’. Anti-racismo, liberdade e reconhecimento. Rio de
Janeiro: Daudt, 2006.
AZEVEDO, Célia Maria Marinho de. Onda negra medo branco: o negro no
imaginário das elites do século XX. 3ª edição, São Paulo: Annablume, 2004.
GUIMARÃES, Antonio Sérgio Alfredo. Preconceito racial: modos, temas e
tempos. São Paulo: Cortez, 2008.
Bibliografia complementar:
HASENBALG, C. Discriminação e desigualdades raciais no Brasil. 2ª Ed. Belo
Horizonte: Editora UFMG; Rio de Janeiro: IUPERJ, 2005.
SANTOS, J. P. de F. Ações afirmativas e igualdade racial: a contribuição do
direito na construção de um Brasil diverso. São Paulo, Edições Loyola, 2005.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
127
SCHWARCZ, L. M. O espetáculo das raças: cientistas, instituições e questão
racial no Brasil – 1970-1930. São Paulo: Companhia da Letras, 1993.
SANTOS, G. G. Relações raciais e desigualdade no Brasil. São Paulo: Selo
Negro, 2009.
MUNANGA, K. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil. Identidade nacional
versus identidade negra. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Ementa
A história das noções de meio ambiente e de natureza. Sustentabilidade
ambiental, consumo e cidadania. Processos produtivos e sustentabilidade. A
emergência da Educação Ambiental no Brasil. Vertentes contemporâneas em
Educação Ambiental. Projetos de Educação Ambiental: planejamento,
execução e avaliação.
Bibliografia Básica:
GALIAZZI, M. do C.; FREITAS, J. V. de. Metodologias Emergentes de
Pesquisa em Educação Ambiental. 2 ed. Ijuí: Unijuí, 2007, 216p.
PEDRINI, A. de G. Educação Ambiental empresarial no Brasil. São Carlos:
Rima, 2008, 280p.
SATO, M. Educação Ambiental. São Carlos: Rima, 2003, 66p.
Bibliografia Complementar:
CAPRA, F. Alfabetização Ecológica: a educação das crianças para um mundo
sustentável. São Paulo: Cultrix, 2006, 312p.
CARVALHO, V. S. de. Educação Ambiental Urbana. Editora: Wak, 2008, 125p.
CARVALHO, I. C. de M. Educação Ambiental – A formação do Sujeito
Ecológico. Editora: Cortez, 2004, 256p.
DIAS, G. F. Educação Ambiental: Princípios e Práticas. 9ed. Editora: Gaia,
2004,551p.
SANTOS, J. E. dos; SATO, M. A Contribuição da Educação Ambiental à
Esperança de Pandora. 3 ed. São Carlos: Rima, 2006, 624p.
6.6.2.4. JUSTIFICATIVA PARA INCLUSÃO DA DISCIPLINA DE LIBRAS
Com o objetivo de atender a necessidade do mercado de trabalho
verifica-se a facilitação do processo de comunicação com as pessoas que
apresentam um déficit auditivo nesta contextualização a disciplina visa valorizar
a relação do homem enquanto ser capaz de produzir participando efetivamente
do cenário profissional.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
128
A inclusão desta viabiliza a relação do discente com outros profissionais
que apresentam as patologias no sistema auditivo e no resgate do cenário
político social temos como missão capacitar os discentes para realidade
nacional, buscando ofertar as condições básicas para atender a atualidade do
mercado.
6.6.2.5 PLANO ACADÊMICO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA
Para o Curso de Engenharia Mecânica, a Faculdade Redentor de
Paraíba do Sul pretende adotar uma sistemática de avaliação da aprendizagem
de seus alunos, para cumprir o que determina o seu Regimento que a
“avaliação do desempenho escolar é feita por disciplina, incidindo sobre a
frequência e o aproveitamento”.
Em razão disto, estabelece, inicialmente que:

o Curso de Engenharia Mecânica da Faculdade Redentor de Paraíba do Sul
terá, no mínimo, duas avaliações, em cada semestre para todas as disciplina;

estágio supervisionado, a monografia ou trabalho de conclusão de curso
obedecem a critério próprio consoante as normas que vierem a ser adotadas;

nota da avaliação do rendimento escolar será o resultado do conjunto de
avaliações parciais, cujos pesos e ponderações serão definidos pela
Coordenação do Curso ouvido o Colegiado do Curso, no termos de Resolução
específica;

o resultado escolar será obtido mediante atribuição de nota expressa em
escala numérica de 0 (zero) a 10 (dez), admitindo-se como fração decimal 0,5
(meio) ponto;

respeitadas as disposições do Regimento Geral relativas ao regime de
frequência à aula e às normas de estágio supervisionado ou à monografia e/ou
trabalho
de
conclusão
de
curso,
será
considerado
aprovado
e,
consequentemente, dispensado da 3ª verificação, o aluno que obtiver, com
média final do processo de avaliação, nota igual ou superior a 7,0 (sete)
pontos;
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
129

submetido à 3ª verificação, será considerado aprovado o aluno quando a
média das duas maiores notas, produzir média aritmética simples, igual ou
superior a 7,0 (sete pontos);

a secretaria da Faculdade Redentor de Paraíba do Sul divulgará em calendário
escolar o período destinado a realização das provas;

não alcançando o valor mínimo para aprovação, será reprovado e deverá
repetir a disciplina;

a Secretaria produzirá os atos e documentos necessários para a formalização
adequada do processo de avaliação do Curso de Engenharia Mecânica;

o resultado final do processo de avaliação deverá ser enviado pelo professor,
sobre cada aluno, no âmbito da respectiva disciplina, para os fins a que se
destina.
Com estes critérios, espera a Faculdade Redentor de Paraíba do Sul e
os alunos do Curso de Engenharia Mecânica contribuir com a construção do
seu processo de avaliação.
6.6.2.6. ESTÁGIOS
O estágio curricular é obrigatório no curso de Engenharia Mecânica,
devendo o aluno cumprir 300 horas. As diretrizes e normas para a realização
de estágio nos cursos de graduação da Faculdade Redentor de Paraíba do Sul
seguem no anexo A deste projeto.
6.6.2.7. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) realiza o fechamento das
disciplinas da Matriz Curricular, e habilita o aluno a receber o título de bacharel
em Engenharia Mecânica. Constitui um trabalho de pesquisa acadêmica e de
proposição de projeto, contemplando os diversos aspectos desenvolvidos
durante o curso, de temática livre, e abrange as disciplinas Projeto Final em
Engenharia Mecânica I e Projeto Final em Engenharia Mecânica II.
O Projeto Final em Engenharia Mecânica I contempla pesquisa técnica,
teórica e científica, que se constitui elemento necessário ao desenvolvimento
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
130
do projeto, e que tem a natureza de gerar e condensar o repertório que será
utilizado no projeto.
O
Projeto
Final
em
Engenharia
MECÂNICA
II
constitui
o
desenvolvimento das propostas da primeira fase, resultando num projeto que
seja a expressão e síntese do conhecimento obtido ao longo do curso,
explorando ao máximo os conteúdos das diversas disciplinas. Observa-se nele
a adequação entre o tema escolhido, o local e a população-alvo, a verificação
das hipóteses e a convergência com os objetivos propostos.
Por outro lado, as tecnologias de informação e comunicação disponíveis
nos ambientes virtuais de aprendizagem têm possibilitado uma mudança de
paradigma no processo de orientação de Trabalhos de Conclusão de Curso.
Caracterizado comumente como um processo solitário de pesquisa e produção
acadêmica, a elaboração do Projeto Final à distância conquista uma nova
dimensão, uma vez que as ferramentas de comunicação disponíveis nos
ambientes virtuais possibilitam a interação constante com o professororientador, com os demais colegas orientandos, além de facilitar o registro do
feedback e das orientações do professor-orientador, bem como de todo
processo de construção do trabalho, por meio do histórico das diversas versões
construídas e compartilhadas pelo ambiente virtual.
A atuação do professor-orientador, como mediador no processo de
elaboração do Projeto Final será essencial para que os estudantes
compreendam o significado desta etapa primordial de seu curso. A elaboração
do Projeto Final deve ser percebida, por estudantes e professores, como um
momento privilegiado de sistematização da aprendizagem, marcado pela
realização
de
pesquisas,
organização
e
registro
das
ideias
e
dos
conhecimentos construídos ao longo de sua formação onde o aluno deverá
demonstrar, de maneira clara e satisfatória, conhecimento do tema abordado e
compreensão das exigências da profissão.
O registro do histórico das orientações e das conversas entre orientador
e orientandos facilita o processo de construção do Projeto Final. Os estudantes
podem realizar consultas posteriores para esclarecer dúvidas, verificar as
recomendações do orientador, rever o feedback do orientador e os aspectos do
Projeto Final a serem aprimorados. Da mesma forma, os professores podem
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
131
acessar facilmente, de qualquer lugar e qualquer momento, cada uma das
versões do Projeto Final publicadas por cada orientando, revisitar suas
observações e recomendações, observar o cumprimento dos prazos definidos
para a realização de cada etapa.
Tais facilidades facilitam o trabalho do orientador, que pode realizar um
acompanhamento
constante
e
sistemático
de
cada orientando.
Outra
vantagem que pode ser associada à orientação do Projeto Final pelo
ambiente
virtual de aprendizagem é a facilidade de interação com os demais
colegas orientandos. O professor pode organizar fóruns de discussões com
diferentes objetivos: socialização de referências bibliográficas e materiais de
pesquisas; socialização das experiências vivenciadas no decorrer da
elaboração
do
Projeto
Final; esclarecimento
de
dúvidas;
orientações
individuais.
Diante de tantas mudanças, a inovação e o avanço tem exigido um novo
aprendizado do aluno e também do professor, sendo tais perspectivas levadas
para o Projeto Final em Engenharia Mecânica. Segue no anexo C deste projeto
a normatização do Trabalho de Conclusão de Curso.
6.6.2.8. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
A realização de atividades complementares é obrigatória no curso de
Engenharia Mecânica, devendo o aluno cumprir 120 horas. As atividades
extracurriculares possibilitam ao aluno adquirir conhecimentos de interesse na
área para as formação pessoal e profissional, reconhecidos por meio de
avaliação e que constituem um meio de ampliação de seu currículo, com
experiências e vivências acadêmicas internas e/ou externas aos cursos. O
regulamento das atividades complementares dos cursos de graduação da
Faculdade Redentor de Paraíba do Sul, bem como a planilha específica do
Curso de Engenharia Mecânica, seguem no anexo B deste projeto.
6.6.2.9. VISITAS TÉCNICAS
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
132
Nesse tipo de atividade os estudantes entrarão em contato com a
complexidade dos sistemas produtivos reais, sejam eles empresariais ou não e
áreas urbanas ou naturais. Além da observação, os estudantes exercitarão a
sua capacidade de argumentação, identificação de problemas, análise e
comunicação. Toda visita técnica deverá ser acompanhada de um protocolo
para a atividade e deve permitir que os estudantes produzam relatórios
técnicos individuais ou em grupo.
6.6.2.10. METODOLOGIA
O processo de aprendizagem do curso estrutura-se na oferta de
disciplinas semestrais, voltados para os conteúdos curriculares, sendo sua
carga horária dividida em atividades à distância (com uso de materiais autoinstrucionais
e
tutoria)
e
encontros
presenciais,
além
de
estágios
supervisionados.
Esta metodologia definida para desenvolver as atividades do curso está
plenamente comprometida com a interdisciplinaridade, com o desenvolvimento
do espírito científico e com a formação de sujeitos autônomos e cidadãos. Para
isso, para o Curso de Graduação em Engenharia Mecânica da Faculdade
Redentor de Paraíba do Sul serão propostas as seguintes atividades:
encontros científicos; Projetos de Iniciação Científica e Extensão nos locais,
com a participação de outros Cursos de Graduação da IES; workshops com
apresentação
dos
trabalhos
desenvolvidos
nos
campos
de
estágio;
apresentação oral e pública dos Trabalhos de Conclusão de Curso;
participação dos graduandos e docentes em eventos relacionados à área do
curso com apresentação de palestras abertas ao público em geral.
A escrita e o leitura de projetos são considerados parte da solução e
imprescindíveis para a compreensão lógica do processo individual de criação e
reprodução de respostas. Além disso, estimula-se a manipulação de softwares
para o aumento da complexidade e da contextualização de ideias e criações.
A aplicação de técnicas construtivas no desenvolvimento dos trabalhos
evita o descolamento de teoria e prática acadêmica da realidade profissional.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
133
6.6.2.10.1. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO CURRICULAR
O Curso pretende, através deste sistema, possibilitar que o aluno tenha
uma percepção acurada de seu percurso e desempenho através dos
conteúdos das disciplinas e por outro lado, permitir que a Coordenação tenha
instrumentos adequados para medir o aproveitamento de seu sistema
pedagógico, Corpo Docente e filosofia de trabalho.
As disciplinas pertencentes ao núcleo de conhecimentos profissionais
tem como forma de avaliação do aluno trabalhos práticos, ora individuais ou em
grupo, sendo simulações do cotidiano do Engenheiro Mecânico. Os trabalhos
em grupo são estimulados como forma de desenvolver no aluno espírito de
liderança e equipe.
Além das exigências técnicas e gráficas de cada atividade, o aluno é
avaliado também em sua apresentação oral. Entende-se que é muito
importante ao Engenheiro Mecânico expressar-se bem oralmente, sendo uma
exigência.
Para a Coordenação, as notas obtidas servem para promover uma
crítica apurada e consistente ao Projeto pedagógico como um todo, que pode
então
ser ajustado às deficiências/competências do
promovendo
uma
sintonia
fina
entre
o
Corpo
Corpo
Docente
Discente,
e
as
expectativas/necessidades dos alunos. Desse modo, o objetivo maior deste
Sistema é contribuir para definir padrões de qualidade, caminhos e parâmetros
para a otimização do processo pedagógico, oferecendo à Coordenação um
quadro constante, porém móvel de seu próprio desempenho enquanto
responsável pelas diretrizes do Projeto de Ensino do Curso.
6.6.2.10.1.1. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
Tradicionalmente, os sistemas avaliativos nas instituições de ensino são
somativos e classificatórios. De certo modo, a mensuração se impõe pela
própria demanda do sistema. Contudo, a medida, a nota não deve ser o
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
134
objetivo final do processo educativo. Cabe, então, ao professor “organizar e
gerir as situações didáticas, a regulação das aprendizagens de um ”aprendiz”
(PERENOUD, 1999, p.77).
Da mesma forma, a medida também oferece ao aprendiz parâmetros
semelhantes. A nota apresenta um feedback quanto ao desempenho na
atividade. O estudante é o principal formador e gerenciador desta medida. É
ele um dos maiores responsáveis pela construção deste processo. Nesse
sentido, a Faculdade Redentor adota como princípios para as diretrizes do
sistema avaliativo três (03) pontos suscitados acima: o professor, o aluno e o
processo ensino/aprendizagem. Entende-se, aqui, que este processo ocorra
com o envolvimento e a dedicação dessas partes, sendo a função avaliativa
ressignificada.
Aprender, segundo Demo (2000, p. 49), “não pode aludir, nunca, a uma
tarefa completa, a um procedimento acabado ou a uma pretensão totalmente
realizada, ao contrário indica vivamente a dinâmica da realidade complexa, a
finitude das soluções e incompletude do conhecimento”. A construção do
conhecimento é caracterizada, paradoxalmente, pela própria desconstrução
das ideias pré-concebidas. O saber que surge desse processo é novo, implica
na descoberta, na atualização de novos padrões de pensamento. Este
conhecimento é reconstruído, reestruturado individualmente, absorvendo
elementos do meio, reorganizando inclusive aspectos socioculturais.
A Faculdade Redentor de Paraíba do Sul espera realizar um processo
educativo que privilegia a autonomia, estimulando o acadêmico a desenvolver
potencialidades que o capacite a aprender, ou seja, a duvidar, a argumentar, a
criar novos elementos ou estruturas a partir de problemáticas apresentadas. A
aprendizagem pretendida, portanto, prevê a flexibilidade quanto a novos
questionamentos ou ideias, propõe a abertura ao pluralismo.
O
processo
de
avaliação
possuirá
três
(03)
funções
fundamentais: diagnóstica, somativa e formativa.
A avaliação diagnóstica enquanto função, possibilita identificar os
estágios de aprendizagem em que se encontram os acadêmicos, ao mesmo
tempo que permite ao professor se autoavaliar, a fim de traçar as práticas de
ensino a serem desenvolvidas junto àqueles. O procedimento adotado é
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
135
contínuo, re-avaliativo, não se resumindo a um mero instrumento de aprovação
ou reprovação. Os fins são didáticos, pois possibilitam a intervenção
pedagógica ao longo do processo. A função somativa cumpre, primeiramente,
os parâmetros administrativos exigidos. Mas também possibilita uma avaliação
valorativa do decurso da disciplina. Está, ela, relacionada aos critérios
previamente escolhidos. Auxilia a tomada de decisão tanto do professor quanto
do aluno. Para tanto, é imperativo a elaboração do planejamento de ensino, a
vinculação das avaliações aos objetivos propostos. Isso faculta a acadêmicos e
professores o reconhecimento e a comprovação do desenvolvimento dos
conhecimentos pretendidos. Perante isso, pode-se perceber a regulação para
“o ajuste do currículo real ao nível e ao ritmo de trabalho de cada turma”
(PERENOUD. 1999, p.78) e a esse processo dá-se o nome de avaliação
formativa. O principal papel passa, então, a ser o de promover a equidade na
aprendizagem, pois considera-se as diferenças, sendo necessário ajustes a
cada turma e a cada acadêmico. O grupo é visto como um todo, mas cada
aluno merece uma atenção diferenciada nesse ajustamento.
Obedecendo a estes critérios, a proposta pedagógica prerroga pontos
mínimos a serem seguidos dentro do curso. Respeitando a autonomia proposta
neste documento, estipula-se algumas atividades assumidas como necessárias
e benéficas para o processo de ensino e aprendizagem. Além de pelo menos
uma atividade individual que fará parte da nota final do aluno, o docente
responsável pela disciplina deverá planejar uma ou mais atividades grupais.
Entende-se que a interação entre os acadêmicos facilita o exercício de
trabalhos em equipe, além de propiciar a troca de ideias e experiências.
Sugere-se que o professor procure diversificar os instrumentos de
avaliação para um melhor aproveitamento dos conteúdos. À apresentação
gradativa
de
assuntos
deve
acompanhar
instrumentos
que
também
progressivamente contemplem aqueles.
6.6.3. COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO – CPA
A Comissão Própria de Avaliação - CPA foi formada através da Portaria
nº 0009/SUR/2014 de 24 de fevereiro de 2014, atendendo o disposto na Lei nº
10.861 de 14 de abril de 2004 e na Portaria/MEC nº 2.051 de 9 de julho de
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
136
2004, inicialmente por quatro membros: um representante de cada setor da
Instituição. Com o andamento dos trabalhos e após a liberação dos critérios da
avaliação solicitada pela CONAES, a comissão deliberou que será necessária
a inclusão de mais membros. Assim sendo, serão convidados mais 03
professores, 03 alunos, 02 técnicos-administrativos e 02 representantes da
sociedade civil, estando assim formada a comissão com um total de 14
membros.
6.6.4. PROJETOS DE EXTENSÃO
Os projetos de extensão permitem a comunidade acadêmica (discentes
e docentes) a aproximação prática e a aplicação de teorias e conteúdos
apreendidos em sala de aula, junto à comunidade em que a FACULDADE
REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL se insere. Através deles a possibilidade de
troca entre as necessidades reais da sociedade e a vivência das questões,
antes conceituais, possibilita o enriquecimento profissional acadêmico em troca
da oferta de algum serviço ou ação de melhoria comunitária.
Os objetivos, métodos e técnicas previstas no plano pedagógico do
curso propiciam o ensino e a extensão, princípios indissociáveis na vida
acadêmica.
A partir do ensino e extensão se evidencia o aperfeiçoamento da
educação geral, o desenvolvimento do pensamento crítico e a preparação
profissional do aluno. A pesquisa, nesse sentido, serve como meio para a
melhoria e instrumentalização do ensino, apoiando-se nos avanços científicos,
como forma de inovar e descobrir novos caminhos. A extensão integra o ensino
às necessidades da comunidade local, regional e nacional, abrindo-se,
também, para as temáticas da atualidade que permitem a compreensão global
do conhecimento.

Pesquisa como atividade do corpo discente;

Pesquisa pedagógica vinculada à transmissão do ensino, a fim de lhe
dar um caráter prático, criativo e crítico;

Pesquisa como atividade complementar docente, visando à atualização
científica interdisciplinar;
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
137

Pesquisa aplicada, de natureza empresarial para o desenvolvimento
social;

Pesquisa-reflexiva, que consiste na busca da verdade, das ciências
fundamentais e da produção do conhecimento.
A extensão constitui o grande elo entre a Instituição e a sociedade. Este
entendimento permite ao Curso de Engenharia Mecânica assumir a missão de
participante na distribuição do saber e na discussão dos grandes temas da
atualidade que permitirão a consolidação do trabalho extensionista através da:

Relação com o meio cultural, a ampliação do conhecimento;

Formação da consciência sócio-política da comunidade universitária;

Atividades interdisciplinares presentes na ação pedagógica;

Atividades
de
inter-relação,
universidade-meio,
geradora
de
responsabilidades.
6.6.4.1. ESCRITÓRIO ESCOLA
O Escritório Escola terá por finalidade servir de campo de estágio
curricular supervisionado (prática real) para os alunos dos cursos de graduação
em Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Civil, Engenharia de Produção e
Engenharia Mecânica e, como decorrência dessa prática, prestar serviços nas
respectivas áreas de atribuição profissional de cada curso à comunidade
carente (missão) e comunidade em geral, em âmbito municipal e regional.
Objetiva-se ainda divulgar o trabalho, as competências e vantagens do
Engenheiro Mecânico nas cidades participantes, preparando assim, o mercado
para receber o egresso de nossa escola.
Os principais serviços na área de Engenharia Mecânica desenvolvidos
no Escritório Escola são:

Análise de Custos;

Administração Financeira;

Estudos de Tempos e Métodos;

Gestão da Produção e Estoques;
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
138

Mapeamento de Processos;

Marketing Estratégico;

Modelagem Computacional;

Mix de Produção;

Pesquisa e Análise de Mercado;

Programas de Qualidade;

Projetos e Redesenhos de Layout.
Regulamento
Toda a regulamentação do Escritório Escola seguem no Anexo D desse
projeto.
Contrapartida das Entidades Conveniadas
Poderá ter uma contrapartida em dinheiro pelas entidades conveniadas
para contribuir com os custos da equipe técnica.
6.6.4.2. INCETEC
Em concordância com a concepção geral do Curso, que tem como forte
acento a conexão teoria-prática, o Projeto conta ainda com a Incubadora de
Empresas de Tecnologia – INCETEC abrigada diretamente no NAE (Núcleo de
Apoio Empresarial). Este plano visa estimular uma cultura empreendedora e
promover a articulação da vida acadêmica com outros setores da sociedade, e
a partir deste encontro, detectar demandas e oportunidades de novas
propostas, respostas e soluções que resultem na aplicação coerente do
aprendizado recebido no Curso.
Assim, através da INCETEC o aluno é encorajado a desenvolver não só
o seu próprio negócio, mas todo um conjunto de referenciais sócio-políticos que
se
coadunem
a
uma
intervenção
responsiva,
produtiva
e
envolvida
socialmente. Já a partir do quinto período estará disponível para o aluno esta
plataforma de desenvolvimento, podendo ele se aliar como integrante de uma
Empresa-Junior já estabelecido, ou incentivado a formar a sua própria.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
139
As bases pedagógicas, que norteiam a INCETEC, compreendem a
necessidade da imbricação de uma cultura competitiva com uma cooperativa,
tanto intraempresa como extra, reforçando o objetivo de uma inserção no
socius que vise tanto o desenvolvimento pessoal, como o progresso social.
Serão fornecidos pela INCETEC a infraestrutura básica e inicial
requerida para o funcionamento da Empresa-Junior, bem como o suporte
acadêmico necessário, sob a responsabilidade de um professor.
A concepção pedagógica da INCETEC também visa preservar o máximo
possível a autonomia de cada empreendimento de modo suscitar a
inventividade e criatividade, bem como um contato mais direto e flexível com as
demandas socioeconômicas.
6.7. ATENDIMENTO AO DISCENTE
Está implantado no projeto do curso o atendimento extraclasse, apoio
psicopedagógico ao discente e atividades de nivelamento como será descrito
abaixo:
6.7.1. CONDIÇÕES DE ACESSO PARA PORTADORES DE NECESSIDADES
ESPECIAIS.
As ações para integração do Portador de Necessidades Especiais
Educacionais estarão em consonância com as Leis nº 7853/89 e nº 9394,
respectivamente, Lei da Pessoa Portadora de Deficiência e Lei de Diretrizes e
Bases da Educação Nacional de forma a garantir o acesso a diretos básicos
com a educação, trabalho, saúde e locomoção.
Apoiada nessas legislações e em outras que compartilhem dos mesmos
princípios, a FACULDADE REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL desempenhará
ações para área da formação profissional e trabalho dos Portadores de
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
140
Necessidades Especiais, adotando normas que garantam a funcionalidade do
espaço físico e educacional, estimulando a reflexão sobre o respeito às
diferenças.
Para tanto, a aliança entre os avanços tecnológicos das áreas de
Engenharia e Informática, contribuirá para no fortalecimento de uma ação
Política de Inclusão.
A Política de Educação Inclusiva será construída com a participação de
toda comunidade acadêmica e local, através do incentivo a participação e
articulação permanente.
6.7.2 CASA – Coordenadoria de Atendimento e Suporte ao Aluno
O Departamento CASA (Coordenadoria de Atendimento e Suporte ao
Aluno) teve seus trabalhos iniciados na Faculdade Redentor no primeiro
semestre de 2013, quando foi denominado inicialmente como Projeto CASA.
Diante do suporte oferecido pelos profissionais, o aumento do interesse dos
acadêmicos pelos serviços oferecidos e a crescente demanda com bons
resultados, no primeiro semestre de 2014 tal projeto transformou-se em um
departamento.
O CASA é um departamento inovador totalmente voltado a apoiar os
corpos docente e discente, especialmente àqueles dos primeiros semestres do
curso, bem como aos egressos.
O Departamento em Paraíba do Sul possuirá um espaço físico próprio e
contará com uma equipe de Orientadores Educacionais, composta por
assistentes sociais, psicólogos, pedagogos, administradores, monitores, dentre
outros e, outros profissionais especializados em atendimento.
Através dessa estrutura, o CASA estará capacitado a oferecer uma série
de serviços aos docentes, discentes e egressos:
 trabalha a captação e permanência dos alunos;
 redução da evasão;
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
141
 atendimento social e psicopedagógico;
 capacitação continuada aos docentes;
 programas de nivelamento (visando à recuperação de deficiências do
ensino médio);
 auxílio personalizado para dificuldade, distúrbio e transtorno de
aprendizagem nas disciplinas do Curso;
 apoio para solucionar qualquer tipo de necessidade envolvendo outros
setores da Instituição;
 ações
de
acesso,
permanência
e
participação
à
Comunidade
Acadêmica com necessidade de atendimento diferenciado;
 monitoramento do egresso no Mercado de Trabalho;
 acompanhamento da evolução da carreira do egresso;
 atualização quanto à oferta de cursos e outras atividades acadêmicas.
METODOLOGIA
No primeiro momento, os profissionais de atendimento do CASA
trabalhão na capitação dos candidatos aprovados nos Processos Seletivos e,
em seguida, acompanham todo o processo de matrícula, fazendo com que
esse indivíduo conheça a rotina e os projetos da IES e do curso escolhido,
discutido com cada Coordenador no início de cada ano letivo.
Ao longo do semestre letivo, os Orientadores Educacionais do CASA
entrarão em contato com os Coordenadores de curso, para que estes possam
sinalizar eventuais alunos que mereçam uma atenção especial, que serão
assistidos pela equipe de monitores, aptos a auxiliar os estudantes com
dificuldade de aprendizado.
Além do acompanhamento inicial aos calouros, acontecerá, ao longo da
formação, o atendimento psicopedagógico, que estará disponível para todos os
estudantes gratuitamente, a fim de apoiá-los em suas necessidades,
proporcionando-lhes uma melhor adaptação ao meio acadêmico, em assuntos
de ordem material, emocional e educacional.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
142
Outro diferencial do CASA será o monitoramento e acompanhamento do
egresso no Mercado de Trabalho, através de um programa específico
denominado ‘Expertises’.
PROGRAMAS E NÚCLEOS DE APOIO AO DEPARTAMENTO CASA:
1- PROGRAMA DE NIVELAMENTO
Este programa visa resgatar eventuais deficiências do Ensino Médio. O
nivelamento é oferecido, gratuitamente, a todos os alunos que ingressam nos
cursos de graduação e possui duração de até três meses, com os objetivos:

Rever o conteúdo de Ensino Médio necessário ao acompanhamento do
eixo de curso de graduação em questão;

Possibilitar uma introdução às disciplinas chaves dos cursos.
Ao final do nivelamento, o aluno realiza, a critério da coordenação do curso,
uma atividade para avaliação do seu rendimento. A pontuação obtida é
acrescentada
à
nota
da
primeira
verificação
da
disciplina
curricular
correspondente ao conteúdo do nivelamento.
2- PROGRAMA DE MONITORIA
No CASA, existirá um Programa Permanente de Matemática, Física,
Química e Biologia com Professores capacitados para esse fim no período
vespertino. As demais demandas de disciplinas serão contempladas pelo
Programa de Monitoria, visando proporcionar aos discentes a participação
efetiva e dinâmica no projeto acadêmico de ensino, no âmbito de determinada
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
143
disciplina ou conjunto de disciplinas, sob a orientação direta do docente
responsável pela mesma.
A Monitoria Acadêmica tem o compromisso de desenvolver a
autonomia, a formação integral, apoiar e incentivar a interação entre alunos e
professores. Essa atividade busca estimular no aluno monitor o senso de
responsabilidade, de cooperação, a satisfação em ampliar conhecimentos e o
empenho nas atividades acadêmicas. A prática da monitoria representa uma
oportunidade para os estudantes compreenderem a importância da ética, da
constante atualização e do empreendimento na própria formação como um
futuro profissional do mercado, além de auxiliar os alunos com dificuldade de
aprendizagem, sobretudo no ciclo profissionalizante do curso.
3- EXPERTISES
O Expertises dedica-se ao acompanhamento e ao monitoramento dos
egressos no mercado de trabalho, através de um práticas internas do programa
e de parcerias com as principais empresas atuantes na região e no Brasil; além
de promover todo o suporte acadêmico para estudantes se inserirem no
mercado com possibilidades reais de absorção e aproveitamento. Nesse
contexto as empresas são convidadas a participarem com suas expertises
demandando necessidades de profissionais, além do perfil e capacitação
peculiares ao ramo de atuação das mesmas.
O Expertises insere o egresso no cenário profissional, mapeando os
gap´s de competência a serem trabalhados, possibilitando agregar ao
conhecimento acadêmico as
competências essenciais de mercado e
autoconhecimento. Ferramentas como coaching de carreira, avaliação
comportamental
(Coaching
Assessement),
formatação
de
currículo
e
capacitação para processos seletivos (entrevistas), preparo para Você S/A que
abrange: apresentação pessoal, networking, visão holística e integrada, seu
valor no mercado, sua marca, etc.) , bem como palestras, eventos, feiras de
estágio, vídeo conferência com cases de sucesso profissional na área de
atuação do egresso, dentre outros.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
144
O Expertises trás para os egressos a visão de que a FacRedentor os
prepara para um processo de longo prazo, onde ocorre a autogestão da vida
profissional, englobando decisões e habilidades.
Cabe também ao Expertises o acompanhamento de egressos,
analisando a trajetória profissional alinhado ao estímulo à continuidade do
aprimoramento contínuo do conhecimento, através de cursos de extensão e de
pós-graduação. Visitas periódicas ao egresso são executadas, com o intuito de
captar e registrar cases de sucesso a serem utilizados em nossas campanhas
institucionais.
OBJETIVO GERAL
Criar mecanismos de intercâmbio, apoio e educação continuada a
discentes e egressos a fim de manter contato permanente.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
I. Manter um banco de dados com registros atualizados de alunos
egressos;
II. Comparar o perfil esperado do egresso descrito no Projeto
Pedagógico com o perfil real do egresso já inserido no mercado de trabalho e a
partir dessas informações, delimitar os gap´s a serem trabalhados para
diminuirmos o distanciamento encontrado e assim obtermos a adequação do
curso ao exercício profissional.
III. Colher sugestões dos egressos acerca de encontros, palestras,
oficinas e outras formas de capacitação e/ou atualização, bem como nos
cursos de extensão;
IV. Avaliar o desempenho da Faculdade através do acompanhamento da
vida profissional dos egressos, bem como utilizar os dados coletados como
fonte de auto avaliação continuada da Instituição.
4- NAA – NÚCLEO DE ATENDIMENTO AO ALUNO
O Núcleo de Atendimento ao Aluno-NAA atenderá todas as demandas
referentes às solicitações internas, desde documentação e matrícula até aos
assuntos relacionados à vida acadêmica e financeira do aluno. No NAA, os
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
145
alunos têm atendimento individualizado e podem tirar suas dúvidas em relação
aos processos acadêmicos e financeiros.
5- NASPP – NÚCLEO DE APOIO SOCIAL PSICO-PEDAGÓGICO
O núcleo tem como objetivo proporcionar a melhor adaptação do aluno
ao meio acadêmico possibilitando uma ação preventiva e acolhedora nos
assuntos de ordem emocional e educacional.
Atribuições do Assistente Social:
o Acolhimento do discente na Instituição
o Acompanhamento do discente, no ambiente acadêmico;
o Supervisão de Estágio
o Visitas domiciliares ao discente em regime especial;
o Encaminhamentos para os diversos setores institucionais e para rede
de assistência quando necessário;
o Triagem para encaminhamento de financiamento interno;
Atribuições do Psicólogo:
 Intervir junto aos alunos – Suporte Psicológico Individual;
 Prestar assistência psicológica aos alunos, visando o crescimento
pessoal e acadêmico, as relações interpessoais, a integração social e a
saúde mental, favorecendo o desenvolvimento e a formação integral;

Trabalhar conflitos emergenciais na relação professor-aluno, professorprofessor e professor-instituição;

Treinar o conhecimento e a administração de suas próprias emoções; a
automotivação; bem como o reconhecimento de emoções em outras
pessoas e o manejo de relacionamentos.
Atribuições do Pedagogo:

Minimizar os entraves do processo ensino-aprendizagem, podendo
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
146
atuar junto ao Corpo Docente e Discente, oferecendo assessoria
psicossocial e pedagógica;

Trabalhar questões epistemológicas referentes ao aluno e à sua
aprendizagem;

Acompanhar e assessorar ensino diferenciado, no interior da sala de
aula, com apoio educativo em várias disciplinas, a alunos com
necessidades educativas especiais;

Participar de programas específicos elaborados pelo professor da
disciplina, dirigidos a alunos;

Colaborar em programas específicos de ocupação dos tempos livres
dos alunos, elaborados pelos professores, a desenvolver no ambiente
acadêmico, Biblioteca ou Centro de Recursos Multimídia, que visam:

a
resolução
de
problemas
de
aprendizagem
transdisciplinar;

a aquisição de métodos de trabalho e de estudo;

a realização dos trabalhos escolares;

e o estudo acompanhado.
6- NA – NÚCLEO DE ACESSIBILIDADE
A Faculdade Redentor de Paraíba do Sul criou o Núcleo de
Acessibilidade, através da portaria 0007/SUR/2014 de 02 de janeiro de 2014,
para atendimento pleno ao Decreto nº 5.296/2004 que regulamenta as leis
10.048/2000 e 10.098/2000, em que estabelece normas gerais e critérios
básicos para o atendimento prioritário à acessibilidade de pessoas com
deficiência ou com mobilidade reduzida, bem como a ABNT NBR 9.050/2004
que dispõe sobre a Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e
equipamentos urbanos e legislações correlatas.
No ensino superior, a transversalidade da educação especial se efetiva
através de ações de promoção ao acesso, à permanência e à participação dos
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
147
alunos. Estas ações envolvem o planejamento e a organização de recursos e
serviços para a promoção da acessibilidade arquitetônica nas comunicações,
nos sistemas de informação, nos materiais didáticos e pedagógicos, que
devem ser disponibilizados nos processos seletivos e no desenvolvimento de
todas as atividades que envolvem o ensino, a pesquisa e a extensão. (BRASIL,
2008, p.17)
Entendendo que, no ensino superior, a inclusão deve se inscrever no
debate mais extenso do direito de todos à educação e igualdade no que tange
a oportunidade de acesso e permanência do discente, a Faculdade Redentor
criou o Núcleo de Acessibilidade (NA).
A dinâmica de atuação do NA da Faculdade Redentor de Paraíba do Sul
acontecerá através de:
 Avaliação da presença de necessidades educacionais especiais nos
discentes;
 Propostas de ações voltadas para a eliminação de barreiras físicas,
arquitetônicas, comunicacionais, atitudinais e metodológicas;
 Acompanhamento personalizado à discentes através de procedimentos
educacionais especiais, informando sobre os apoios institucionais
existentes e a efetivação desses;
 Reuniões com os Colegiados de Curso a fim de propor adaptações
metodológicas e curriculares, bem como recursos para a acessibilidade
dos discentes acompanhados;
 Desenvolvimento de ações de acessibilidade junto à comunidade
universitária;
 Orientação à coordenadores de projetos de ensino, pesquisa e extensão
desenvolvidos junto aos discentes acompanhados;
 Solicitação, às instâncias pertinentes, da aquisição de materiais e
equipamentos de acessibilidade, bem como a remoção de barreiras
arquitetônicas, de locomoção, de mobiliários, entre outros;
 Orientação
a
coordenadores
de
eventos
sobre
condições
de
acessibilidade que deverão ser previstas e providenciadas no que se
refere à acessibilidade dos convidados, participantes e ouvintes;
 e outras ações afins, que forem necessárias.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
148
Diante disso, a Faculdade Redentor de Paraíba do Sul, dentro do
Departamento CASA, compôs o Núcleo de Acessibilidade que é formado pelos
seguintes profissionais:
 Alice Pinheiro (Assistente Social);
 Artur Rodrigues (Arquiteto);
 Érika Tiradentes (psicóloga);
 Fabiana Costa (Pedagoga);
 André Raeli (Engenheiro Civil);
 Heleni Ramos (Fonoaudióloga);
 Professor Marco Antônio Pedro Vieira (Assistente Social);
 Michelliny Correa Tavares (Gestora em RH).
6.7.3. ORGANIZAÇÃO ESTUDANTIL
O corpo discente tem como órgão de representação o Diretório
Acadêmico (DA), regido por Regimento próprio, por ele elaborado de acordo
com a legislação vigente.
Espaço físico adequado à instalação da Organização Estudantil é
disponibilizado, além da área convivência/lazer no prédio em que está
instalada.
Além do DA, os alunos do Curso de Engenharia Mecânica se
organizarão no projeto “Gestores de Turmas”, serão eleitos dois representantes
por turma por semestre pelos seus pares, estando em reuniões bimestrais com
a coordenação do Curso num projeto de gestão participativa.
6.8 AÇÕES DECORRENTES DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DO CURSO
O Projeto Pedagógico do Curso será analisado constantemente a luz
das recomendações do CREA/CONFEA e das portarias e regulamentações
que dizem respeito ao curso. No âmbito acadêmico, a constante avaliação
crítica e contextualizada dos conteúdos curriculares e sua atualização sejam
por meio da Comissão Permanente de Avaliação (CPA), através da Ouvidoria
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
149
da Faculdade Redentor ou sugestão de docentes através do NDE, gerarão
reflexões e alterações para uma melhor adequação de conteúdo, carga horária,
metodologia ou bibliografia. A faculdade também capacita seus docentes coma
oferta constante de cursos e oficinas regulares de discussão e aprofundamento
do processo de ensino-aprendizagem e andragogia, e a atualização por meio
de cursos de aperfeiçoamento e pela oferta gratuita aos docentes do curso de
Pós-Graduação latu sensu em Docência do Ensino Superior.
6.9.
PROCEDIMENTOS
DE
AVALIAÇÃO
DO
PROCESSO
ENSINO-
APRENDIZAGEM
A proposta prevê um sistema de avaliação e acompanhamento da
aprendizagem, tendo como finalidade apoiar o estudante no processo de
construção de conhecimentos, possibilitando investigar e compreender as
dificuldades, durante o processo, e propor formas de recuperação paralela
durante o desenvolvimento da disciplina. Para o acompanhamento do aluno,
são apresentadas sugestões de registros individuais de avaliação contínua, as
quais podem/devem ser adaptadas segundo natureza e objetivos da disciplina.
Cada professor de disciplina estabelecerá, no seu plano de ensino,
juntamente com o coordenador de curso, quais os objetivos da avaliação,
critérios de correção e conteúdos a serem avaliados, divulgando-os
antecipadamente aos alunos.
O sistema de avaliação preferencialmente será constituído de trabalhos,
seminários, provas, projetos, dentre outros, sendo realizados na forma
presencial
conforme
cronogramas
previamente
desenvolvidos
pelos
professores das disciplinas.
As provas serão presenciais e discursivas, correspondendo a, no
mínimo, 70% da nota final. O percentual restante deve ser composto por
atividades presenciais, a serem definidas pelo professor da disciplina. Os
critérios de aprovação são aqueles estabelecidos pelo Regimento Interno da
Faculdade Redentor de Paraíba do Sul. Os principais são:
• a aferição do aproveitamento escolar em cada disciplina será
semestral;
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
150
• serão distribuídos um total de 10,0 pontos em cada bimestre, da
seguinte forma:
V1:
70% (prova presencial)
30% (atividades de diversas naturezas metodológicas)
V2:
70% (prova presencial)
30% (atividades de diversas naturezas metodológicas)
V3:
prova substitutiva de V1 ou V2: 100% - prova presencial.
Do Resultado
Será aprovado o aluno que alcançar 7,0 (sete) pontos ou mais,
calculados através da média aritmética entre as duas notas obtidas nas
avaliações V1, V2 ou V3.
6.10. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
São membros do Núcleo Docente Estruturante:

Glênio Fernando Daniel (Coordenador do curso);

Amanda Camerini Lima;

Frederico Muylart Margem;

Niander Aguiar Cerqueira;

Silvio Figueiredo Gomes Júnior.
6.10.1. TITULAÇÃO, FORMAÇÃO ACADÊMICA E REGIME DE TRABALHO
DO NDE
Docente
Área de Formação
Glênio Fernando Daniel Engenharia
Amanda Camerini Lima Física
Frederico
Muylaert Engenharia
Magem
Titulação
Regime de Trabalho
Especialista Integral (40 horas)
Integral (40 horas)
Doutora
Integral (40 horas)
Doutor
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
151
Niander
Aguiar Engenharia
Cerqueira
Silvio
Figueiredo Engenharia
Gomes Júnior
Mestre
Integral (40 horas)
Doutor
Parcial (40 horas)
6.10.2. TITULAÇÃO, FORMAÇÃO ACADÊMICA E EXPERIÊNCIA DO
COORDENADOR DO CURSO
O coordenador do Curso de Engenharia Mecânica tem graduação em
Engenharia Operacional Mecânica pela Escola Naval (1974). Pós Graduação
em Docência Superior na Faculdades Integradas Padre Humberto (2008),
atuou na área mecânico/naval na Marinha de Guerra e Arsenal de Marinha do
Rio de Janeiro (AMRJ) até 1998. Na área da docência foi professor de diversas
disciplinas do curso de engenharia mecânica da Faculdade Redentor, tais
como: Desenho Técnico Mecânico, Turbinas a Gás, Turbinas a Vapor,
Caldeiras, Refrigeração e Ar Condicionado, Transferência de Calor e Massa,
Máquinas Térmicas e outras. Tem experiência na área de Engenharia
Mecânica, com ênfase na área naval.
Coordenador
Glênio Fernando Daniel
Formação
Acadêmica
Engenheiro
Titulação
Regime de Trabalho
Especialização
Integral (40 horas)
6.10.3 CARGA HORÁRIA DE COORDENAÇÃO DO CURSO
O coordenador do curso trabalha em regime de contratação integral,
possuindo 20 horas dedicadas à coordenação do curso.
6.10.4. COMPOSIÇÃO E FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO
O Colegiado do Curso de Engenharia Mecânica da Faculdade Redentor
de Paraíba do Sul terá as seguintes atribuições:
a) avaliar e atualizar continuamente o projeto político-pedagógico do
Curso;
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
152
b) conduzir os trabalhos de reestruturação curricular do Curso, sempre
que necessário;
c) estabelecer formas de acompanhamento e avaliação do Curso;
d) proceder ao acompanhamento e avaliação do Curso, envolvendo os
diversos segmentos inseridos no processo;
e) decidir, em primeira instância, as questões referentes à matrícula, à
rematrícula, à reopção, à dispensa de disciplinas, à transferência e à obtenção
de novo título, bem como as representações e aos recursos apresentados por
docentes e discentes;
f) analisar os recursos interpostos relativos a decisões do Coordenador
de Curso;
g) apreciar convênios, no âmbito acadêmico, referentes ao Curso;
h) propor e/ou avaliar as atividades extracurriculares do Curso;
i) exercer a fiscalização e o controle do cumprimento de suas decisões.
O Colegiado de Curso será composto pelo coordenador do curso,
representantes docentes e discentes do curso eleitos pelos seus pares
conforme regulamento próprio.
6.11. CORPO DOCENTE
O Corpo Docente é composto de acordo com a tabela do item 6.11.1.
6.11.1. TITULAÇÃO E FORMAÇÃO ACADÊMICA, REGIME DE TRABALHO
O corpo docente do curso de Engenharia Mecânica é composto por 39%
de doutores, 50% mestres e 11% especialista, num total de 18 docentes, sendo
89% com formação stricto sensu.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
153
TITULAÇÃO
11%
39%
ESPECIALISTA
50%
MESTRE
DOUTOR
Amanda Camerini Lima
Graduação: Licenciatura Plena em Física - Faculdade de Filosofia Ciência e
Letras Santa Marcelina
Mestrado: Física – Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas
Doutorado: Engenharia e Ciência dos Materiais – Universidade Estadual do
Norte Fluminense Darcy Ribeiro
http://lattes.cnpq.br/1522879122454176
Cristiano Pena Miller
Graduação: Engenharia Civil – Universidade Estadual do Norte Fluminense
Darcy Ribeiro
Mestrado: Engenharia Civil – Universidade Estadual do Norte Fluminense
Darcy Ribeiro
http://lattes.cnpq.br/8000160224304820
Daniela de Oliveira Souza
Graduação: Matemática – Fundação São José
Mestrado: Pesquisa Operacional e Inteligência Computacional - Universidade
Cândido Mendes
http://lattes.cnpq.br/6395464061107868
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
154
Danuza da Silva Crespo Bastos
Graduação: Direito – Centro Universitário Fluminense – UNIFLU
Especialização: Planejamento Educacional – Universidade Salgado de Oliveira
- UNIVERSO
Mestrado: Relações Privadas e Constituição – Faculdade de Direito de Campos
http://lattes.cnpq.br/8536532174242543
Frederico Muylaert Margem
Graduação: Engenharia de Produção Elétrica - Pontifícia Universidade Católica
do Rio de Janeiro, PUC/RJ
Mestrado: Engenharia de Produção. - Universidade Estadual do Norte
Fluminense Darcy Ribeiro, UENF
Doutorado: Engenharia e Ciência dos Materiais - Universidade Estadual do
Norte Fluminense Darcy Ribeiro, UENF
http://lattes.cnpq.br/8712749538747455
Glênio Fernando Daniel
Graduação: Engenharia Operacional Mecânica – Escola Naval
Especialista: Docência Superior – Faculdades Integradas Padre Humberto
http://lattes.cnpq.br/2670223908824814
Heleni Ramos Silva
Graduação: Fonoaudiologia – Universidade Católica de Petrópolis
Especialização: LIBRAS - Faculdades Integradas de Jacarepaguá
Mestrado: Letras - CES-Juiz de Fora-MG
http://lattes.cnpq.br/3532268672516662
Josélio Gomes de Souza
Graduação: Estudos Sociais - Faculdade De Filosofia Ciências E Letras De
Duque De Caxias
Especialização: História Do Brasil. - Universidade Federal Fluminense, UFF
Doutorado: Teoria Psicanalítica. - Universidade Federal Fluminense, UFF
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
155
http://lattes.cnpq.br/8622779774776566
Juvenil Nunes de Oliveira Junior
Graduação: Engenharia Mecânica – Faculdade Redentor
Especialização: Engenharia de Segurança do Trabalho - Faculdade Redentor
http://lattes.cnpq.br/7635367251564545
Lívia Marini Palma
Graduação: Ciências Biológicas - Universidade Estadual do Norte Fluminense
Darcy Ribeiro, UENF
Mestrado: Biociências e Biotecnologia - Universidade Estadual do Norte
Fluminense Darcy Ribeiro, UENF
Doutorado: Biociências e Biotecnologia. Universidade Estadual do Norte
Fluminense Darcy Ribeiro, UENF
http://lattes.cnpq.br/0274153149185558
Matheus Carvalho De Mattos
Graduação: Tecnólogo em Processamento de Dados – CESJF
Especialização: MBA Redes de Computadores – Fundação São José
Mestrado: Cognição e Linguagem – UENF
http://lattes.cnpq.br/7563578190960174
Muriel Batista de Oliveira
Graduação: Engenharia Civil – Fundação Universidade Federal do Rio Grande
Especialização: Docência do ensino Superior – Faculdade Redentor
Especialização: Engenharia de Segurança do Trabalho – Faculdade Redentor
Mestrado: Engenharia Civil – Universidade Federal do Rio de Janeiro
http://lattes.cnpq.br/0784758212451121
Niander Aguiar Cerqueira
Graduação: Engenharia Civil – Universidade Estadual do Norte Fluminense
Darcy Ribeiro
Especialização: Engenharia de Segurança do Trabalho – Faculdade Redentor
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
156
Mestrado: Engenharia Civil – Universidade Estadual do Norte Fluminense
Darcy Ribeiro
http://lattes.cnpq.br/1313037582197604
Raphael De Mello Veloso
Graduação: Administração – Universidade Federal Fluminense - UFF
Mestrado: Engenharia de Produção – Universidade Cândido Mendes
http://lattes.cnpq.br/9433034841064768
Sarah dos Santos Rabelo
Graduação: Licenciatura Plena em Física - Faculdade de Filosofia Ciência e
Letras Santa Marcelina
Especialização: Engenharia de Segurança do Trabalho - Faculdade Redentor
Mestrado: Física com ênfase em Instrumentação Científica - Centro Brasileiro
de Pesquisas Físicas
Doutorado: Engenharia e Ciência dos Materiais – Universidade Estadual do
Norte Fluminense Darcy Ribeiro
http://lattes.cnpq.br/2130394658143092
Silvio Figueiredo Gomes Júnior
Graduação: Engenharia Civil – Universidade Federal Fluminense
Graduação: Licenciatura em Matemática – Universidade Federal Fluminense
Especialização: Ciências de Engenharia - Universidade Estadual do Norte
Fluminense Darcy Ribeiro
Especialização: Engenharia de Segurança do Trabalho – Faculdade Redentor
Mestrado: Engenharia de Produção - Universidade Federal Fluminense
Doutorado: Engenharia de Produção – Universidade Federal Fluminense
http://lattes.cnpq.br/6742355782070590
Vagner Rocha Simonin de Souza
Graduação: Nutrição pela Universidade Federal do Rio de Janeiro
Mestrado: Nutrição pela Universidade Federal do Rio de Janeiro
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
157
Doutorado: Ciências (Química Biológica) pela Universidade Federal do Rio de
Janeiro
http://lattes.cnpq.br/2216501032343149
Victor Barbosa de Souza
Graduação: Engenharia Mecânica – Faculdade Redentor
Especialização: Engenharia Estrutural – Faculdade Redentor
Mestrado: Engenharia Mecânica – Universidade Federal Fluminense
http://lattes.cnpq.br/5080483649362233
Formação Acadêmica
Titulação
Regime de
Trabalho
previsto
Ciências, habilitação em Física
Doutora
Integral
Engenheiro Civil
Mestre
Integral
Matemática
Mestre
Parcial
Direito
Mestre
Parcial
Frederico Muylaert Margem
Engenheiro Eletricista
Doutor
Integral
Glênio Fernando Daniel
Engenheiro Mecânico
Especialista
Integral
Heleni Ramos Silva
Fonoaudióloga
Mestre
Integral
Josélio Gomes de Souza
Estudos Sociais
Doutor
Integral
Engenheiro Mecânico
Especialista
Integral
Ciências Biológicas
Doutora
Integral
Processamento de Dados
Mestre
Integral
Mestre
Integral
Mestre
Integral
Nome
Amanda Camerini Lima
Cristiano Pena Miller
Daniela Oliveira de Souza
Danuza da Silva Crespo Bastos
Juvenil Nunes de Oliveira Junior
Livia Marini Palma
Matheus Carvalho de Mattos
Engenheira Civil e de
Muriel Batista de Oliveira
Segurança do Trabalho
Engenheiro Civil e de
Niander Aguiar Cerqueira
Segurança do Trabalho
Raphael de Mello Veloso
Administração
Mestre
Parcial
Sarah dos Santos Rabelo
Ciências, habilitação em Física
Doutora
Integral
Doutor
Integral
Nutricionista
Doutor
Integral
Engenheiro Mecânico
Mestre
Parcial
Silvio Figueiredo Gomes Junior
Vagner
Rocha
Simonin
Souza
Victor Barbosa de Souza
de
Engenheiro Civil e de
Segurança do Trabalho
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
158
6.11.2. NÚMEROS DE ALUNOS POR DOCENTE EQUIVALENTE A TEMPO
INTEGRAL
Número de
Alunos por
Docente Tempo
Razão Aluno por Docente em tempo
Integral
integral
13
3,84
semestre
50
6.11.3. NÚMERO MÉDIO DE DISCIPLINAS POR DOCENTE
DOCENTES
DISCIPLINAS
Equações Diferenciais Ordinárias
Amanda Camerini Lima
Física Geral e Experimental ||
Cálculo Diferencial E Integral |
Cristiano Pena Miller
Cálculo Diferencial e Integral |||
Geometria Descritiva
Álgebra Linear
Daniela Oliveira de Souza
Cálculo Diferencial E Integral ||
Cálculo Diferencial e Integral 0
Danuza da Silva Crespo Bastos
Noções de Direito
Frederico Muylaert Margem
Física Geral e Experimental |
Atividades Complementares
Desenho Técnico
Glênio Fernando Daniel
Optativa |
Optativa ||
Introdução a Engenharia Mecânica
Libras
Heleni Ramos Silva
Optativa |
Optativa ||
Josélio Gomes de Souza
Optativa |
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
159
Optativa ||
Religião e Cultura
Desenho Técnico Mecânico
Juvenil Nunes de Oliveira Junior
Projeto Assistido por Computador
Optativa |
Livia Marini Palma
Optativa ||
Sustentabilidade Socioambiental
Introdução á Informática
Matheus Carvalho de Mattos
Linguagens e Técnicas de Programação
Engenharia de Segurança do Trabalho
Métodos Numéricos
Muriel Batista de Oliveira
Probabilidade e Estatítica
Geometria Analítica
Niander Aguiar Cerqueira
Mecânica Geral
Administração e Organização
Raphael de Mello Veloso
Engenharia Econômica
Introdução à Economia
Sarah dos Santos Rabelo
Física Geral e Experimental |||
Metodologia Científica |
Silvio Figueiredo Gomes Junior
Optativa |
Optativa ||
Vagner Rocha Simonin de Souza
Química Geral
Victor Barbosa de Souza
Mecânica Aplicada
6.11.4 PLANO DE CARREIRA DOCENTE DA FACULDADE REDENTOR DE
PARAÍBA DO SUL
O Plano de Carreira Docente regula as condições de admissão,
demissão, direitos e vantagens bem como os deveres e responsabilidades dos
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
160
membros do Magistério Superior da Sociedade Universitária Redentor - SUR,
Mantenedora da FACULDADE REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL.
As relações de trabalho dos membros do Magistério Superior da
Sociedade Universitária Redentor - SUR - são regidas pela Consolidação das
Leis do Trabalho.
Os cargos ou funções do Magistério Superior da Sociedade Universitária
Redentor - SUR são acessíveis a todos quantos satisfaçam os requisitos
estabelecidos neste Plano de Carreira Docente.
Entende-se como atividades de Magistério Superior, aquelas que são
adequadas ao sistema de ensino, pesquisa e extensão e sejam exercidas em
uma Unidade de Ensino Superior, com o objetivo de ampliar e transmitir o
saber.
São também consideradas como atividades de Magistério, aquelas
inerentes à administração escolar e universitária, privativas de docentes de
nível superior.
CORPO DOCENTE
O Corpo Docente de cada Curso será constituído pelo pessoal que nele
exerça atividades de ensino, pesquisa e/ou extensão.
O Corpo Docente integrará o Quadro de Pessoal da Sociedade
Universitária Redentor - SUR fixado por Resolução da Congregação.
A idoneidade profissional, a capacidade didática, a integridade moral e a
boa conduta pública e privada, são condições fundamentais para o ingresso e
permanência no
Magistério Superior da Sociedade Universitária Redentor–
SUR.
A admissão de Pessoal Docente far-se-á mediante contrato de trabalho
celebrado com a Sociedade Universitária Redentor - SUR, e a seleção de
candidatos será feita com observância dos critérios estabelecidos no
Regimento da FACULDADE REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL e neste Plano
de Carreira Docente.
CLASSIFICAÇÃO E FIXAÇÃO DOS CARGOS
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
161
O Corpo Docente será classificado por:
I - Professor Doutor;
II - Professor Mestre:
III - Professor Especialista.
A Sociedade Universitária Redentor – SUR fixará semestralmente, por
Curso, o número de cargos do Magistério Superior no Regime de Tempo
Parcial - TP (igual ou superior a 12 horas semanais), o Regime de Tempo
Integral - TI (40 horas semanais) e Tempo Especial (professores horistas).
A Sociedade Universitária Redentor poderá, na medida de sua
conveniência, contratar professores em outros regimes e/ou regime modular.
INGRESSO E ACESSO
O Pessoal Docente do Magistério Superior da Sociedade Universitária
Redentor - SUR será contratado de acordo com as normas constantes neste
Capítulo, pela Mantenedora, por indicação do Diretor Geral, obedecendo a este
Plano de Carreira Docente.
Caberá aos Colegiados dos cursos comprovar a necessidade da
contratação de Docentes, fazendo o exame das credenciais dos interessados
em conjunto com o Diretor Geral.
A contratação de professor será feita mediante a indicação dos
Colegiados dos cursos ao Diretor Geral, respeitada a legislação vigente, ou
quando necessário, através do Concurso de Títulos e Provas.
Para todos os efeitos, o currículo do professor será analisado pela
Congregação que emitirá parecer conclusivo.
O professor contratado será enquadrado de acordo com sua titulação:
São requisitos mínimos para ingresso nas categorias docentes:
I - Professor Doutor:
- ser portador de título de Doutor na área em que irá atuar;
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
162
II - Professor Mestre:
- ser portador do Título de Mestre na área em que irá atuar;
III - Professor Especialista:
- ser portador de título de Pós-Graduação “lato sensu” na área em
que irá atuar;
Para fins de ascensão à categoria mais elevada, o critério é a titulação
do docente, e o enquadramento será automático no nível e classe
correspondente.
A avaliação profissional será realizada pela CPA – Comissão Própria de
Avaliação, instituída a partir da Lei dos SINAES, de acordo com o seu
Regimento.
AFASTAMENTO E DA SUBSTITUIÇÃO
Além dos casos previstos na Consolidação das Leis do Trabalho, poderá
ocorrer o afastamento do ocupante de cargo do Magistério, com direitos e
vantagens estabelecidos neste Plano de Carreira Docente, após aprovação da
Sociedade Universitária Redentor, para:
I - aperfeiçoar-se em instituições nacionais ou estrangeiras
e comparecer a congressos e reuniões, relacionados à sua atividade técnica ou
docente na FACULDADE REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL.
II - exercer cargos administrativos na FACULDADE
REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL.
O pedido de afastamento deverá ser encaminhado por meio do
Colegiado do curso competente, em requerimento dirigido ao Diretor Geral,
com a exposição de motivos e a programação a que se destina.
O Docente somente poderá afastar-se ou permanecer afastado, para a
realização de Curso de Aperfeiçoamento na área específica ou afim à disciplina
que leciona ou em atividades de interesse do Curso.
O afastamento do ocupante de cargo de Magistério Superior previsto
nos itens I e II deste artigo se dará mediante proposta do Colegiado respectivo,
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
163
após pronunciamento da Congregação e com posterior homologação do
Diretor.
Os
docentes
licenciados,
deverão
firmar,
antecipadamente
o
compromisso de lecionar ou prestar serviços técnicos à FACULDADE
REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL, no mínimo, por tempo idêntico ao do
afastamento, sob o mesmo regime de trabalho, sob pena de reembolso das
importâncias recebidas da FACULDADE REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL
acrescidas de juros.
Durante o período do Curso ou estágio e ao final do mesmo, fica o
Docente obrigado a remeter ao Colegiado no qual está lotado relatório
semestral das atividades, com visto do Coordenador do Curso, bem como a
comprovação de frequência mensal emitida pela Instituição.
REGIME DE TRABALHO E REMUNERAÇÃO
O Pessoal Docente de Ensino Superior da FACULDADE REDENTOR
DE PARAÍBA DO SUL está sujeito à prestação de serviços semanais, dentro
dos seguintes regimes:
I - regime de TP - Tempo Parcial, de 12 a 30 (trinta) horas
semanais de trabalho, devendo o professor assumir tarefas em sala de aula
que requeiram pelo menos 75 % do tempo contratual;
II - regime TI - Tempo Integral, com 40 (quarenta) horas
semanais de trabalho, devendo o professor assumir tarefas em salas de aula,
que requeiram pelo menos 50 % do tempo contratual;
III - outros regimes.
As horas de trabalho não utilizadas como carga didática do Docente,
serão distribuídas em preparo de aulas, assistência aos alunos, preparação e
correção de provas e exames, pesquisas, funções administrativas, reuniões em
órgãos colegiados, trabalhos práticos ou atividades de assessoria e extensão a
se desenvolverem na FACULDADE REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL ou em
local que for determinado pela Diretoria.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
164
As atividades de pesquisa, extensão e assessoria referidas no parágrafo
anterior, poderão ser remuneradas complementarmente.
Excetuando-se as atividades previstas no § 2º, as demais atividades a
que se refere este artigo devem ser prestadas obrigatoriamente na
FACULDADE REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL.
É permitida a redução das horas/aula mínimas em sala de aula,
estabelecidas acima, a critério do Diretor e aprovado pela Mantenedora,
quando o Professor ocupar os seguintes cargos ou funções:
I – Diretoria, Vice-Diretorias, Diretoria de Graduação;
II - Coordenações de Curso.
Os Docentes designados para funções administrativas de Diretor Geral,
Vice-Diretor e Diretoria Acadêmica de Graduação, receberão, enquanto no
exercício das mesmas, remuneração de Professor, com nível equivalente à sua
titulação,
no
regime
de
40
(quarenta)
horas
semanais,
acrescidas
respectivamente da função gratificada, por portaria específica da Entidade
Sociedade Universitária Redentor - SUR.
Os Docentes designados para os cargos de Coordenadores de Curso,
enquanto no exercício de suas funções, receberão remuneração de acordo
com o nível para o qual foram contratados, no regime horas acordado com a
Sociedade Universitária Redentor – SUR.
COMPETÊNCIAS
Ao Professor compete:
a) elaborar o Plano de Ensino e de atividades práticas das
disciplinas de que é responsável;
b) supervisionar e coordenar a execução das atividades sob sua
responsabilidade;
c) rever ou reelaborar mensalmente, o Plano de Ensino e de
atividades práticas das disciplinas de que é responsável;
d) adotar medidas que signifiquem aprimoramento e melhoria das
atividades de ensino e de atividades práticas;
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
165
e)
ministrar
aulas
considerando
a
qualidade
do
ensino,
incentivando a pesquisa e a extensão;
f) apresentar projetos de pesquisa e extensão aos Colegiados dos
cursos em consequência da construção do conhecimento;
g) exercer outras atribuições inerentes às suas competências ou
determinadas pelos órgãos ou autoridades superiores, de acordo com este
Plano de Carreira Docente, no âmbito de sua atuação;
h) manter e zelar pela disciplina do corpo discente, no exercício
de suas funções;
i) cumprir o presente Plano de Carreira Docente;
j) cumprir e fazer cumprir o Regimento da FACULDADE
REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL, bem como a legislação em vigor.
DIREITOS E VANTAGENS
Além da remuneração do cargo, o membro do Magistério Superior da
FACULDADE REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL poderá receber as seguintes
vantagens pecuniárias:
I - diárias;
II - ajuda de custo;
III - adicional de insalubridade e/ou periculosidade de
acordo com a legislação vigente;
IV - pró-labore.
Também é assegurado ao professor:
I - reconhecimento como competente em sua área de
atuação;
II - acesso ao seu aprimoramento profissional;
III - infraestrutura adequada ao exercício profissional;
IV - remuneração compatível com sua qualificação.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
166
DEVERES
Antes de recorrer ao Poder Judiciário, o membro do Magistério Superior
que, eventualmente, venha a ter seus direitos prejudicados, deverá pedir
reconsideração à autoridade competente da FACULDADE REDENTOR DE
PARAÍBA DO SUL, sempre por intermédio da autoridade superior àquela a que
estiver subordinado.
Além de suas tarefas específicas, são deveres de todo membro do
Magistério Superior, indistintamente:
I - comparecer à Instituição de Ensino, no horário normal de
trabalho e, quando convocado em horários extraordinários, executando os
serviços que lhe competirem:
II - cumprir as ordens dos superiores;
III - guardar sigilo quanto aos assuntos de serviço;
IV - manter com os colegas, espírito de cooperação e
solidariedade;
V - zelar pela economia do material do Curso e pela conservação
do que for confiado à sua guarda e uso;
VI - providenciar para que esteja sempre em dia a sua ficha de
assentamento pessoal;
VII - apresentar, dentro dos prazos previstos, relatórios de suas
atividades.
Ao membro do Magistério Superior é proibido:
I - dirigir-se desrespeitosamente, por qualquer meio, às
autoridades constituídas;
II - criticar os atos de administração e organização do serviço do
ensino;
III - deixar de comparecer ao serviço sem causa justificada ou
dele se retirar durante as horas do expediente, sem prévia autorização;
IV - tratar, nas horas de trabalho, de assuntos particulares, alheios
ao serviço do curso a que está vinculado;
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
167
V - promover ou participar de manifestações que impliquem
conturbação da ordem, dentro da FACULDADE REDENTOR DE PARAÍBA DO
SUL;
VI - exercer atividades político-partidária dentro das Instalações
da Faculdade.
Todo professor, independentemente do nível e cargo dentro da carreira,
será responsável pela administração das disciplinas que lhe forem confirmadas
pelo Colegiado de curso.
O membro do Magistério Superior é responsável por todos os prejuízos
que causar à FACULDADE REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL, por dolo,
omissão, negligência, imprudência ou imperícia.
Os prejuízos e responsabilidades serão apurados através de uma
Comissão de sindicância designada pelo Colegiado de curso e o Parecer
emitido
deverá
ser
homologado
pela
Congregação
da
FACULDADE
REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL.
A importância das indenizações pelos prejuízos a que se refere este
artigo, será descontada da remuneração do membro do Magistério.
A responsabilidade administrativa não exime o membro do Magistério da
responsabilidade civil ou criminal, nem o pagamento da indenização a que se
refere o parágrafo anterior, o exime da pena disciplinar a que está sujeito.
Será igualmente responsabilizado o membro do Magistério que, sem a
devida autorização, cometer à pessoas estranhas à Instituição de Ensino, o
desempenho de encargos que a ele competirem.
DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
O controle de frequência do Docente será exercido através de Ponto
Eletrônico, supervisionado pela Secretaria e controlado pela Diretoria.
Haverá a seguinte hierarquia para efeito de pedido de reconsideração de
recurso e representação do Magistério Superior da FACULDADE REDENTOR
DE PARAÍBA DO SUL.
I – Colegiado de curso;
II - Diretor Geral;
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
168
III - Congregação.
Em caso de não acolhimento do recurso ou representação, o
interessado poderá recorrer à instância imediatamente superior.
Os direitos, deveres e penalidades disciplinares do Corpo Docente estão
estabelecidos no Regimento.
A congregação disporá sobre as normas regulamentares relativas aos
Professores Visitantes, Colaboradores e Associados.
Para todos os efeitos, cabe à Instituição MANTENEDORA, a decisão
final sobre medidas que importem em alteração de curso ou orçamento.
Este Plano de Carreira Docente entrará em vigor na data de sua
homologação pelo Diretor, após aprovação da Congregação.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
169
Infraestrutura Física
e Acadêmica
7.1 DESCRIÇÃO FÍSICA ATUAL
Organização física
A localização da Faculdade Redentor de Paraíba do Sul no centro
histórico municipal vem de encontro com a vontade de construir a história
institucional em conjunto com a vida urbana já existente. Deste modo, entender
e vivenciar o passado para a partir daí construir o futuro educacional de
Paraíba do Sul e região é questão fundamental para a inserção da Faculdade
Redentor. Baseado nestas questões, a utilização de três edifícios de
importância histórica e social se faz necessária, compondo um complexo de
ensino superior: o Ginásio Sul Fluminense, o Palacete Barão Ribeiro de Sá e a
residência Bastos Filho.
Atualmente abrigando a Escola Municipal Professor Manuel
Gonçalves D’ascensão, o antigo Ginásio Sul Fluminense, será o prédio
principal desse complexo, com funções de ensino acadêmico e resgatando a
história do ensino na região. O edifício de estilo neocolonial teve sua
restauração finalizada em 2011, com a adaptação física à questões de
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
170
acessibilidade, permitindo o acesso e a mobilidade de portadores de
necessidades especiais em
todas as dependências.
Sua localização
centralizada no conjunto histórico-arquitetônico permite a apreciação do
conjunto construído e a preservação quanto à função de sua ocupação original.
Na calçada oposta, temos o Palacete Barão Ribeiro de Sá, utilizado
como Prefeitura Municipal. Edifício da última metade do século XIX, eclético
classicizante de influência renascentista. Possui quatro fachadas, o vão central
é valorizado pela sua escadaria monumental. No pavimento superior, janelas
com pequenos balcões sacados, grades em ferro fundido e um frontão
triangular contendo o brasão do baronato. Construída para residência de um
dos maiores beneméritos de Paraíba do Sul, Miguel Ribeiro de Sá, o Barão
Ribeiro de Sá. A antiga residência serviu posteriormente para estabelecimentos
educacionais e culturais, retomando parcialmente a sua vocação com a
instalação do anexo social da Faculdade Redentor de Paraíba do Sul. Em suas
dependências, a serem restauradas pelos futuros discentes e docentes do
curso de Arquitetura e Urbanismo e Engenharia Civil, será localizado o
auditório, com proporções adequadas à função pretendida e de alto valor
educacional por permitir a vivência da história e da cultura integralmente, sem
descartar a compreensão e envolvimento do aluno com a administração pública
local, se tornando agente da cidadania e membro politizado da sociedade em
que se insere.
Finalizando o complexo de ensino da Faculdade Redentor de
Paraíba do Sul temos a residência Bastos Filho. Distante 100 metros dos
outros dois edifícios, essa edificação é reconhecida por ter sido construída e
abrigado por toda a vida o benemérito Doutor Henrique Bastos Filho,
proeminente Clínico Geral, que por seu trabalho de caridade contribuiu para o
crescimento e qualificação da saúde pública do município. A residência de
estilo modernista, com influência do American way of life, está preservada e
apresenta em seus interiores e exteriores todas as características que a
transformam em um exemplar vivo da história da construção civil brasileira.
Seus espaços abrigarão as funções administrativas da faculdade, bem como a
biblioteca e laboratório, localizado no antigo consultório e como meio de
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
171
aproximação de uso, dentro do intuito do resgate histórico. Por se tratar de uma
edificação térrea a acessibilidade se faz presente em todos os momentos.
Acredita-se que a partir da vivência desses edifícios e de sua
contextualização para a formação da cidade e da sociedade sul paraibana, o
individuo formado pela Faculdade Redentor de Paraíba do Sul será
integralmente preparado para exercer a sua cidadania sem a perda de seu
referencial local, importante para o entendimento da cidade e de seus
habitantes
como
um
conjunto
construído
historicamente
e
de
sua
responsabilidade com o tempo-espaço em que vive.
7.1.1 PRÉDIO PRINCIPAL
1.
1
2
3
4
5
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
TÉRREO
CANTINA
PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO
COORDENAÇÃO DE TURNO
ESCADA
HALL
PÁTIO
RAMPA
REPROGRAFIA
SALA 101
SALA 102
SALA 103
SALA 104
SALA 105
SALA 106
SALA 107
SALA 108
SALA DE REUNIÕES
SALA DOS PROFESSORES
SECRETARIA
VARANDA
WC. FEMININO - PÁTIO
WC. FEMININO
WC. MASCULINO - PÁTIO
ÁREA
QUANT
11,85
36,32
14,60
5,84
29,37
461,00
57,40
14,90
42,00
42,00
48,00
48,00
48,00
48,00
42,00
42,00
14,50
14,65
14,69
206,00
4,55
17,40
4,10
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
172
25
2.
WC. MASCULINO
SEGUNDO PAVIMENTO
17,40
ÁREA
1
COORDENAÇÃO DE TURNO
GABINETES
DE
TRABALHO
PROFESSORES
CORREDOR
SALA 201
SALA 202
SALA 203
SALA 204
SALA 205
SALA 206
SALA 207
SALA 208
SALA 209
SALA 210
VARANDA
WC - PROFESSORES
WC. FEMININO
WC. MASCULINO
15,40
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
17,50
13,62
29,00
33,00
43,00
50,00
48,00
41,60
48,00
48,00
42,00
41,00
206,00
3,20
17,40
13,60
1
QUANT
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
7.1.2 ANEXO 1 - PALACETE BARÃO RIBEIRO DE SÁ
1.
1
2
3
TÉRREO
AUDITÓRIO
WC. FEMININO
WC. MASCULINO
ÁREA
QUANT
150,00
3,00
3,00
1
1
1
7.1.3 ANEXO 2 - RESIDÊNCIA BASTOS FILHO
1.
TÉRREO
ÁREA
QUANT
1
ATENDIMENTO/ TESOURARIA
BIBLIOTECA DR. HENRIQUE BASTOS
FILHO
ESPAÇO
DE
CONVIVÊNCIA
(DESCOBERTO)
30,00
1
1
2
3
35,00
1
130,00
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
173
4
5
6
7
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA (COBERTO)
LABORATÓRIO DE QUÍMICA/ FÍSICA
GUARDA DE MATERIAL/ APOIO
LAVAGEM DE MATERIAL
DIRETORIA
COLAPS/CPSA
CPA
COORDENAÇÃO ACADÊMICA
RECURSOS HUMANOS
DEPARTAMENTO FINANCEIRO
COBRANÇA
DEPARTAMENTO ADMINSTRATIVO
DEPARTAMENTO CASA
SECRETARIA ACADÊMICA
ARQUIVO
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
ALMOXARIFADO
REFEITÓRIO
WC. FEMININO
WC. MASCULINO
VESTIÁRIO
DEPÓSITO
VARANDAS
15,00
17,50
3,50
1,50
9,00
7,00
7,00
24,00
6,00
6,00
6,00
6,00
7,00
30,00
6,00
6,00
8,00
24,00
3,00
3,00
1,50
6,00
30,00
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
7.2 INFRAESTRUTURA ACADÊMICA
7.2.1 Laboratório de Informática
1.
Informática:
Programação;
Práticas relacionadas à estruturação de algoritmos, lógica e linguagens
de programação, editoração de texto, planilhas, banco dados, gráficos e
apresentações.
Cálculo Numérico (Computacional).
7.2.2 Laboratórios específicos
Física (normalmente Físicas I, II e III)
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
174
Práticas relacionadas aos conteúdos de sistema de medição, cinemática,
dinâmica, gravitação, eletrostática, eletromagnetismo, eletrodinâmica, óptica,
ondas, termodinâmica. Fenômenos dos Transportes.
Química
Práticas relacionadas aos conteúdos de propriedades da matéria, soluções,
ligações químicas, físico-química, reações químicas, eletroquímica, equilíbrio
químico, estequiometria.
Expressão Gráfica (“prancheta” e/ou software)
Práticas relacionadas com desenho à mão livre, desenho geométrico,
geometria descritiva e desenho técnico com a utilização de instrumentos de
uso manual e computacional.
7.2.3 BIBLIOTECA
ESPAÇO FÍSICO
A Biblioteca da Faculdade Redentor Paraíba do Sul encontra-se
instalada no Anexo 2 da Instituição, a Residência Bastos Filho, com área de
aproximadamente 35,00 m². O mobiliário da Biblioteca segue ao padrão de
móveis personalizados. Os balcões, as mesas, as cadeiras e as estantes de
livros são adequadas às exigências próprias da biblioteca.
Conta com espaço de estudo, além de áreas externas de leitura.
A Biblioteca possui ainda área de Informática, com computadores
conectados à Internet, onde os usuários poderão, gratuitamente, realizar
pesquisas e digitar trabalhos.
Pelo programa WAE Educacional, a Biblioteca dispõe de Base de
Dados para pesquisa por autor, por título e por assunto de uma obra e reserva
de livros.
EQUIPAMENTOS
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
175
Em sua estrutura de funcionamento possui: recepção, computadores
para acesso a Internet, corredores para acesso ao acervo, sistema de controle
de empréstimo e devolução, mesa de bibliotecário geral, manutenção e
restauração, espaço de multimeios /estudo de grupos, espaço para consultas e
estudos individuais.
a) Acervo – Está sendo formado para atender a Bibliografia Básica e
Complementar dos cursos em processo de autorização. Os títulos são
devidamente catalogados e classificados segundo o padrão internacional
exigidos na ABNT, Código de Classificação de Dewey e Código de
Catalogação Anglo Americano;
b) Área de Internet – dispõe de 02 computadores conectados à Internet, nos
quais os usuários podem, gratuitamente, realizar pesquisas e digitar
trabalhos.
c) Salas de Estudos – sala de leitura em grupo 6,00 m² com 2 mesas com 4
lugares cada uma, e mais bancada de estudo individual. Somando 12
lugares para estudo interno, além de área externa.
SERVIÇOS
O horário de funcionamento é das 07h às 22:25 h, ininterruptas,
de segunda às sexta – feira e das 08 h às 12 h aos sábados. Pelo Sistema
Wise (WAE), a Biblioteca dispõe de Base de Dados para pesquisa por obra de
autor, por título e por assunto.
Qualquer pessoa da comunidade terá acesso ao acervo da
Biblioteca da Faculdade Redentor de Paraíba do Sul para consultas e estudos
internos, sem direito ao empréstimo de livros, reservados apenas aos
acadêmicos, funcionários e professores da Faculdade. O acervo permitirá
acesso orientado, assim os usuários terão acesso ao material na estante para
manuseá-lo com a ajuda do atendente.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
176
Alunos, professores e funcionários, poderão fazer o empréstimo
de livros mediante a utilização Registro na Biblioteca. Será permitida a retirada
da Biblioteca, a título de empréstimo, até 03 livros, por um período de 07 dias.
Quando muito solicitado o período de empréstimo poderá ser reduzido para até
03 (três) dias.
Para melhor acesso e utilização, a Biblioteca disporá de
Regulamento próprio, com os procedimentos indicados.
4 POLÍTICA DE AQUISIÇÃO DO ACERVO:
A Biblioteca da Faculdade Redentor de Paraíba do Sul será
constantemente atualizada mediante aquisição de livros e assinaturas de
periódicos, com vistas e atender às necessidades dos cursos.
Gradativamente, estão sendo adquiridas obras de autores considerados
“clássicos” nas áreas da filosofia, sociologia, política, literatura, etc., bem como
“obras gerais”.
As novas aquisições serão feitas a partir de listas selecionadas,
indicadas pelos coordenadores de cada curso, inicialmente para atender aos
quatro primeiros períodos dos cursos e, em seguida, a atualização será feita no
início de cada ano acadêmico, e também a partir de catálogos recebidos das
Editoras, que contêm os últimos lançamentos editoriais.
Após a elaboração das listas estas serão encaminhadas pelos
Coordenadores à Biblioteca para análise e levantamento do número de
exemplares para aquisição.
A Biblioteca segue as normas do MEC que estabelecem, no mínimo, 01
livro para cada 10 alunos, sendo assim, todo semestre será feito um
levantamento sobre o número de alunos que cursarão a disciplina nos dois
semestres seguintes. Em seguida, a Biblioteca encaminhará a relação ao
Colegiado da IES para aprovação, este as enviará ao Setor de Compras da
Faculdade, que após licitação entre no mínimo três revendedores, adquirirá os
livros disponíveis. Caso haja alguma publicação esgotada, os Coordenadores
serão comunicados para providenciarem a substituição do título.
A biblioteca periodicamente também efetuará pesquisa entre os alunos
com
o
objetivo
de
levantar
sugestões
sobre
suas
necessidades
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
177
complementares de pesquisa, que posteriormente serão adquiridos, colocandoo assim como elemento atuante do processo de atualização do acervo.
Todo o acervo adquirido será registrado, catalogado e classificado na
própria Biblioteca.
5 RECURSOS HUMANOS:
O quadro de funcionário técnico-administrativo da biblioteca será
composto por 04 profissionais, sendo 03 auxiliares de biblioteca e uma
Bibliotecária já contratada que coordenará as atividades.
Quadro 1:
Nome
À contratar
À contratar
À contratar
Rúbia Christina Lopes Ribeiro
Função
Auxiliar de Biblioteca
Auxiliar de Biblioteca
Auxiliar de Biblioteca
Bibliotecária
Formação
2º Grau
2º Grau
2º Grau
Biblioteconomia
6 ACERVO
Acervo geral
O acervo da Faculdade Redentor de Paraíba do Sul será
constantemente atualizado, através da aquisição de novos títulos. Atualmente o
acervo conta com cerca de 301 títulos e 1639 exemplares, que contemplam as
diversas áreas do saber. (quadro 1)
(Quadro 1)
Livros
ÁREAS
Periódicos
Multimeios
TOTAL
TÍTULOS
EX
TÍTULOS
EX
TÍTULOS
EX
T
Ciênc. Exatas
94
532
00
00
02
10
96
542
Ciências Biol.
62
319
01
06
05
52
68
377
Engenharias
45
223
123
369
00
168
592
Ciências da Saúde
99
424
11
247
08
113
679
Ciências Agrárias
00
00
00
00
00
00
00
03
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
178
CiênciasSoc.Aplic.
200
907
45
93
Ciências Humanas
95
378
00
00
Lingüística,Letras e
Artes
23
127
00
00
Livros em
Processamento
00
00
00
00
TOTAL
618
2910
180
715
04
01
15
12
249 1012
00
95
378
05
24
132
00
00
00
87
813 3712
APOIO NA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS – FICHA
CATALOGRÁFICA E NORMALIZAÇÃO BIBLIOGRÁFICA.
A Faculdade Redentor de Paraíba do Sul pesquisou, produziu e
vem adotando normas padrão para elaboração e apresentação de trabalhos
acadêmicos. A elaboração dessas normas foi coordenada pelo Diretor da
Faculdade Redentor de Paraíba do Sul que deverá implementá-las também em
Campos. Essas Normas têm como base as normas estabelecidas pela
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
O estabelecimento de diretrizes e normas, que possam garantir a
estruturação e a apresentação de trabalhos acadêmicos, visa sanar
dificuldades de alunos de graduação e pós-graduação, professores e
pesquisadores quanto aos aspectos formais da elaboração de documentos.
Todos os alunos de graduação e pós-graduação receberão o Manual de
Trabalho de Conclusão de Curso, que serão entregues pelas respectivas
secretarias.
PROJETOS DA BIBLIOTECA
PROJETOS
A
SEREM
IMPLEMENTADOS
NA
FACULDADE
REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
179
PROJETO REUNIR
O Projeto Reunir vem sendo Implementado desde o ano de 2003 na
Faculdade Redentor de Itaperuna, com o objetivo de proporcionar lazer e
integração, incentivando outras formas de práticas culturais que não sejam
somente no campo da leitura. Propõe-se também realizar outras formas de
mobilização cultural, tais como: exibição de filmes, mostras de artesanatos,
palestras, oficinas (xadrez, reciclagem), exposições etc.
Assim como em Itaperuna, o Projeto Reunir estará disponível a alunos,
docentes, funcionários e comunidade.
PROJETO LEIA SEMPRE
O projeto estimulará o hábito da leitura entre os funcionários
Administrativos da Faculdade Redentor de Paraíba do Sul e a comunidade,
através de exposições literárias, campanhas etc. Assim que iniciarmos as
atividades em Paraíba do Sul, a Biblioteca fará uma pesquisa entre os
funcionários para levantamento dos livros de interesse. Também serão
adquiridos livros sugeridos pelos professores e pelos coordenadores da
faculdade.
Situação pretendida: ampliar o interesse dos funcionários por novas
leituras, incentivando a Biblioteca a diversificar o acervo de acordo com as
necessidades e/ou preferências de seus funcionários.
Situação atual: já foram adquiridos alguns livros de grande procura na
Faculdade Redentor de Paraíba do Sul para atender aos funcionários no
período de autorização e credenciamento da Faculdade.
PROJETO HISTÓRIAS E MEMÓRIAS - FACULDADE REDENTOR DE
PARAÍBA DO SUL
Tem como objetivo preservar e contar a história da Faculdade
Redentor de Paraíba do Sul, através de fatos e pessoas que fizeram, fazem ou
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
180
farão parte de nossa História desde o momento de sua autorização até os
tempos atuais.
Situação pretendida: Criar e organizar um Arquivo de Memórias das
três IES.
COMISSÃO DE BIBLIOTECA:
A Comissão de Biblioteca foi instituída e aprovada pela Congregação da
Faculdade Redentor de Paraíba do Sul e será composta pelos seguintes
membros: Bibliotecária da Faculdade, que presidirá a Comissão, por três
representantes do Corpo Docente e três representantes do Corpo Discente –
eleitos pelos pares.
Compete à Comissão de Biblioteca:

Dar ciência à Diretoria dos problemas e necessidades da Biblioteca,
quanto aos recursos físicos, humanos e financeiros, indispensáveis ao
desenvolvimento de seus acervos e programas;

Colaborar no estabelecimento de projetos e programas referentes aos
serviços e produtos da Biblioteca, que venham de encontro às
demandas e necessidades de informação de seus usuários;

Auxiliar a Chefia da Biblioteca no estabelecimento de critérios para as
novas aquisições;

Colaborar na seleção dos materiais bibliográficos e especiais a serem
adquiridos por compra, doação e permuta;

Opinar sobre o planejamento de distribuição de verbas destinadas à
aquisição de materiais para o acervo;

Apreciar o relatório anual de atividades da Biblioteca, encaminhando-o
com parecer ao Conselho Superior Universitário;

Indicar
membros
para
composição
de
subcomissões,
quando
necessário;

Aprovar o Regulamento da Biblioteca.
Situação
pretendida:
Comissão
de
Biblioteca
atuante
com
a
participação efetiva dos alunos dos cursos de graduação
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
181
Situação atual: Aguardamos o início das atividades em Paraíba do Sul
para a eleição dos representantes do Corpo Docente e Discente
AUTONOMIA FINANCEIRA DA BIBLIOTECA
A Biblioteca possuirá recursos próprios provenientes da Cobrança de
Multas por atraso na devolução dos livros.
Quadro 2 – Recursos Próprios – Previsão de Receita / 2014
Valor
SERVIÇOS
(R$)
Cobrança de multas por atraso na devolução de
livros
800,00
Total
Obs.: O valor arrecadado pela cobrança de multas por atraso na
devolução de livros será revertido para a Biblioteca que possuirá autonomia
para dar o destino que a Comissão de Biblioteca julgar necessário.
A Comissão de Biblioteca apresentará ao final de cada semestre os
dados referentes aos principais serviços prestados, conforme abaixo:
Serviços ao Público
O quadro 3 apresentará o volume de usuários cadastrados na Biblioteca:
Quadro 3 - Usuários cadastrados em 2015
CATEGORIA
TOTAL
Faculdade Redentor de Paraíba do Sul
Graduação
Pós - graduação
Docentes
Discentes (outros)
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
182
Outros
TOTAL
O quadro 4 mostrará o movimento de consultas ano a ano:
Quadro 4 – Consultas ao acervo bibliográfico
Acervo
2015
Horário
Diurno Noturno
2016
Horário
Diurno Noturno
2017
Horário
Diurno Noturno
Livros
Periódicos
TCC
Multimídia
Total
O quadro 5 mostrará o movimento de empréstimos de livros:
Quadro 5 – Empréstimos de livros
Ano
2015
2016
2017
Total
Nº
A Biblioteca também oferecerá outros tipos de serviços, conforme
quadro abaixo.
Quadro 6 – Outros serviços
Serviço
2015
COMUT
Emissão de “Nada Consta”
Confecção
de
fichas
catalográficas
Empréstimo entre bibliotecas
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
183
7.3. PERIÓDICOS ESPECIALIZADOS
A coleção de periódicos é composta de revistas técnicas que pretendem
atender criteriosamente às exigências dos programas das disciplinas e revistas
de âmbito geral que atendam aos interesses da comunidade, composta por:
Revista Engenharia
Revista Brasileira de Ciências Mecânicas
Revista do Frio
Revista In Tech
Brasil Energia
Máquinas e Metais
NEI
Petro e Química
P&S
Fundição e Serviços
Revista Produção
TN Petróleo
Revista Brasileira de Inovação – UNICAMP
Revista Produto e Produção.
Disponível em: ser.ufrgs.br/produtoproducao
BAR – Revista de Administração Mackenzie.
Disponível em: htpp://www3.mackenzie.br/editora/índex.php/RAM/índex
Revista Carioca de Produção.
Disponível em: http://www.recap.eng.uerj.br/doku.php
Pesquisa
&
Desenvolvimento
Engenharia
de
Produção.
Disponível em: www.revista-ped.unifei.edu.br
Sistemas & Gestão. Disponível em: www.latec.uff.br/sg
Rio´s International Journal on Sciences of Industrial and Systems Engineering
and Management. Disponível em: www.rij.eng.uerj.br
Revista Gestão Industrial
Disponível em:
http://www.pg.utfpr.edu.br/depog/periodicos/index.php/revistagi/index
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
184
Revista
de
Gestão
da
Tecnologia
e
Sistemas
de
Informação.
Disponível em: http://www.tecsi.fea.usp.br/revistatecsi
INGEPRO. Disponível em:
http://www.ingepro.com.br/index.php/ingepro
Revista TN Petróleo On Line. Disponível em: http://www.tnpetroleo.com.br
GEINTEC
-
Gestão,
Inovação
e
Tecnologias.
Disponível em: http://www.revistageintec.net
Controle e Automação: Revista da Sociedade Brasileira de Automática – SBA.
Disponível
em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0103-
1759&lng=pt&nrm=iso
Revista de Engenharia Térmica.
Disponível em: http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/reterm/index
Journal
Disponível
of
the
em:
Brazilian
Society
of
Mechanical
Sciences.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0100-
7386&lng=en&nrm=iso
Journal of the Brazilian Society of Mechanical Sciences and Engineering.
Disponível
em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=1678-
5878&nrm=iso&lng=en
Metrologia
&
Instrumentação.
Disponível
em:
http://www.banasmetrologia.com.br/revista.asp?codigo=2688
Revista
Cerâmica.
Disponível
em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=03666913&lng=pt&nrm=is
Revista
Gestão
Industrial.
Disponível
em:
http://www.posgrad.mecanica.ufu.br/revistasi
Annals
of
Operation
Research.
Disponível
em:
http://www2.isye.gatech.edu/informs-jfig/resources/OM-OR_Journals-rept.pdf
Communications
in
Statistics.
Theoryand
Methods.
Disponível
em:
http://www.mat.ucm.es/~villegas/Sensitivity_analysis.pdf
C&T.
Revista
Militar
de
Ciência
e
Tecnologia.
Disponível em:
http://www.abeddefesa.org/page4/page9/page2/page10/files/gustavoguerreiro.p
df
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
185
Brazilian Journal of Physics. Disponível em:
http://www.revistasusp.sibi.usp.br/scielo.php?pid=S01039892009000100005&script=sci_arttext
Tecnologia & Cultura (CEFET/RJ). Disponível em:
http://portal.cefet-rj.br/files/comunicacao/revista/ano11_ed15.pdf
RGO. Revista Gestão Organizacional (Online).
Disponível em:
http://apps.unochapeco.edu.br/revistas/index.php/rgo/article/viewFile/139/153
Gestão & Tecnologia de Projetos. Disponível em:
http://www.arquitetura.eesc.usp.br/gestaodeprojetos
Estudos Econômicos. Disponível em:
http://www.estecon.fea.usp.br/index.php/estecon
Siderurgia Brasil - http://www.siderurgiabrasil.com.br/novosb/
O mundo da usinagem - http://www.omundodausinagem.com.br/
Revista Fundição e Serviços
http://www.arandanet.com.br/midiaonline/fundicao_servicos/
7.4. LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS
É sabido que o tema laboratório é um dos mais estudados no campo das
ciências. Entre as razões para este fato, destacam-se sua importância devido à
sua parcela construtiva na formação da natureza científica, sua forma de
utilização no processo de ensino-aprendizagem e a reflexão deste espaço
como lugar para a reprodução de práticas sociais relacionadas à natureza da
atividade específica.
Os assuntos trabalhados no laboratório devem ter como objetivo não só
o cumprimento de conteúdos pré-estabelecidos, mas também transpor as
paredes da sala de aula a fim de facilitar a tomada de decisões nas diferentes
situações do cotidiano.
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
186
Justificativa e objetivos:
Dentre as inúmeras estratégias de ensino, são essenciais aquelas que
estimulam a participação dos alunos em grupo e permitem a troca de
experiências, bem como, aquelas que garantem oportunidades de treino prático
e aquisição de habilidades.
O exercício da Engenharia exige um profissional participante, consciente
dos problemas, autônomo, capaz de acompanhar o desenvolvimento
tecnológico, devendo não somente perceber a realidade, como também
participar e interferir, avaliando e identificando os problemas a fim de propor
soluções.
Os laboratórios do curso de Graduação em Engenharia Mecânica têm
como objetivos principais:
Estabelecer
a
interdisciplinaridade
e
contextualizar
o
conhecimento a fim de torná-lo significativo para o discente;
Ilustrar a teoria, na comprovação de uma lei ou fenômeno
estudado;
Executar atividades que primam pelo método experimental;
Desenvolver capacidades pessoais relacionadas às habilidades
cognitivas do sujeito;
Promover a integração dos alunos num ambiente de trocas de
experiências e aprendizado prático;
Proporcionar um ambiente adequado ao ensino prático a partir do
uso de equipamentos modernos que simulam situações reais.
Metodologia:
A proposta para o desenvolvimento de cada atividade deve ser
embasada na técnica do problema.
Os
trabalhos
nos
laboratórios
deverão
ser
essencialmente
experimentais, buscando integrar a teoria com a prática. Priorizam-se, portanto,
as atividades em pequenos grupos, para que todos possam produzir
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
187
conhecimento em conjunto e de uma forma mais eficaz, o que possibilita aos
alunos o manuseio dos equipamentos existentes.
A avaliação e o controle do processo ensino-aprendizagem se
dará a cada aula prática com elaboração de relatórios sobre o experimento.
Infraestrutura e equipamentos:
Por suas características, o desenvolvimento do ensino de Engenharia
exige espaços e equipamento especializados. O laboratório deve permitir o
desenvolvimento de experimentos, estudos e treinamentos num ambiente com
adequadas condições de temperatura, ventilação, iluminação e acústica.
Considerações finais
A importância da realização de uma atividade experimental pode
ser inegável se considerarmos que os professores, ao exercerem a docência,
são formadores de pessoas que desenvolverão papel fundamental na
sociedade em que estão inseridas. Nesta perspectiva, têm-se jovens que,
independentemente da profissão que escolheram, atuarão na sociedade a qual
se encontra em processo constante de transformação, principalmente na área
tecnológica, da qual a experimentação é a base. Desenvolver atividades que
permitam ao aluno refletir, questionar, entre outros aspectos deveria, pois, ser
o papel do componente experimental do processo de ensino-aprendizagem.
A FACULDADE REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL disponibilizará além
das salas de aula três laboratórios para atender aos primeiros anos do Curso
de Engenharia Mecânica.
A Resolução Nº 11/2002 CNE/CES estabelece a obrigatoriedade de
laboratórios apenas para o “Núcleo de Conteúdos Básicos”, ou seja:
Art 6º - § 2º - Nos conteúdos de Física, Química e Informática, é
obrigatória a existência de atividades de laboratório. Nos demais
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
188
conteúdos básicos, deverão ser previstas atividades práticas e de
laboratórios, com enfoques e intensividade compatíveis com a
modalidade pleiteada.
Os Laboratórios para o Núcleo de Conteúdos Básicos serão:

Física (normalmente Físicas I, II, III e IV)

Química

Informática:

Programação;

Expressão Gráfica (“prancheta” e/ou software)

Cálculo Numérico (Computacional).
Engenharia Mecânica – Projeto Pedagógico do Curso
189
Requisitos Legais
8.1. COERÊNCIA DOS CONTEÚDOS CURRICULARES COM AS DIRETRIZES
CURRICULARES NACIONAIS - DCN
O curso de Engenharia Mecânica da Faculdade Redentor de Paraíba do Sul
contempla na sua grade todas as disciplinas que fazem parte das Diretrizes
Curriculares Nacionais conforme consta no Projeto Pedagógico.
8.2. ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Conforme apresentado no item 6.6.2.6 Estágios, o estágio supervisionado é
obrigatório no curso de Engenharia Mecânica, devendo o aluno cumprir 300 horas.
As diretrizes e normas para a realização de estágio nos cursos de graduação da
Faculdade Redentor de Paraíba do Sul seguem no anexo A deste projeto.
8.3. DISCIPLINA DE LIBRAS
Conforme apresentado no item 6.6.2.4 justificativa para inclusão da
disciplina de LIBRAS, o curso disponibilizará em sua grade curricular a disciplina
para o aprendizado de LIBRAS como disciplina obrigatória.
190
8.4. CARGA HORÁRIA MÍNIMA E TEMPO MÍNIMO DE INTEGRALIZAÇÃO
Conforme apresentado no item 6.6.2.2.:
DURAÇÃO: Mínimo de 05 anos e Máximo de 10 anos
TURNO DE FUNCIONAMENTO: noturno
REGIME DE MATRÍCULA: Seriado Semestral
TOTAL DE HORAS: 4200 horas
8.5. CONDIÇÕES DE ACESSO PARA PORTADORES DE NECESSIDADES
ESPECIAIS.
As ações para integração do Portador de Necessidades
Especiais
Educacionais estarão em consonância com as Leis nº 7853/89 e nº 9394,
respectivamente, Lei da Pessoa Portadora de Deficiência e Lei de Diretrizes e Bases
da Educação Nacional de forma a garantir o acesso a diretos básicos com a
educação, trabalho, saúde e locomoção.
Apoiada nessas legislações e em outras que compartilhem dos mesmos
princípios, a FACULDADE REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL desempenhará ações
para área da formação profissional e trabalho dos Portadores de Necessidades
Especiais, adotando normas que garantam a funcionalidade do espaço físico e
educacional, estimulando a reflexão sobre o respeito às diferenças.
Para tanto, a aliança entre os avanços tecnológicos das áreas de Engenharia
e Informática, contribuirá para no fortalecimento de uma ação Política de Inclusão.
A Política de Educação Inclusiva será construída com a participação de toda
comunidade acadêmica e local, através do incentivo a participação e articulação
permanente.
191
8.5.1. Plano de Promoção de Acessibilidade e Inclusão Social
Objetivos
Contribuir
inclusão
Metas
para Elaboração
dos
Portadores
Indicadores
de
Política Aquisição de Novas Construção
alunos para Inclusão de Alunos Tecnologias
de Portadores
necessidades
Estratégias
de
específicos
de
adequando
tecnologias
necessidades especiais
especial
especiais
Projetos
para
no
deficiências
educação
domínio
visual,
das
auditiva,
paraplegia
Estimular os Docentes Interface entre a Política Aquisição permanente Capacitações
realizadas
no
à discussão e criação de inclusão e as Política de de recursos básicos âmbito da discussão do respeito
a condições de acesso Ensino,
Pesquisa
Extensão
e para integração social as
diferenças
compartilhando
dos alunos portadores valores como universalização e
de
necessidades tolerância
especiais
Preparar a IES ( toda a Articulação
comunidade
acadêmica)
entre
diversos
para construindo
receber esses alunos
os Grau de Satisfação do Aquisições de recursos materiais
setores aluno
valores
de
Alunos que atendam as particularidades
que Portadores
de desta clientela
garantam a funcionalidade Necessidades
da política de inclusão
Estimular um trabalho Elaboração
de
Especiais
Projetos Planos de trabalhos Eventos
organizados
que
docente que valorize o Políticos Pedagógico que que em sua totalidade discutam a garantia de direitos de
respeito às diferenças respeitem essas diferenças respeitem o princípio cidadania
individuais
constitucional
dos
da necessidades
portadores
de
especiais
educação a todos os educacionais, que envolvam a
cidadãos
Oferecer
Cumprir
acessibilidade
áreas
física
comunicação
as
exigências Carências supridas no Adaptações
nas específicas da legislação cotidiano
e para essa clientela.
aos
comunidade acadêmica e local
de
alunos gradativamente
Portadores
Deficiências
Grau de satisfação
Eliminação de obstáculos dos alunos portadores
para
circulação
do de
necessidades
estudante.
atendam
que
as
exigências e supram as carências
físicas,
a
elevadores, visual e auditivas
alunos Portadores de Acesso
passarelas, corrimões.
Necessidades
Especiais
realizadas
especiais
Adaptação de portais e Integração
desses
banheiros
para
a alunos às atividades
192
circulação dos cadeirantes. de cultura e lazer do
corpo discente
Aquisição de impressoras
em braile.
Criação de síntese de voz,
gravador e fotocopiadora
que ampliem os materiais
didáticos.
8.6. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC
Conforme apresentado no item 6.6.2.7. Trabalho de Conclusão de Curso:
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) realiza o fechamento das
disciplinas da Matriz Curricular, e habilita o aluno a receber o título de bacharel em
Engenharia Mecânica.
Segue no anexo C deste projeto a normatização do Trabalho de Conclusão de
Curso.
193
ANEXO A
REGULAMENTO DE ESTÁGIO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE
REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º. Este regulamento tem por finalidade normatizar o Estágio Curricular dos
Cursos de graduação da Faculdade Redentor de Paraíba do Sul.
Art. 2º. O Estágio Curricular Obrigatório integra a estrutura curricular dos Cursos
de Graduação da Faculdade Redentor de Paraíba do Sul e tem por finalidade propiciar o
desenvolvimento de atividades práticas (situações reais de trabalho) a fim de que o
estagiário, a partir de uma análise crítica, possa compreender o exercício profissional .
DOS OBJETIVOS
Art. 3ª. O Sistema de Estágio da Faculdade Redentor de Paraíba do Sul tem por
objetivos gerais:
I - propiciar ao estudante complementação educacional e prática profissional;
II - oferecer assessoramento a órgãos públicos e privados, na execução de
projetos, estudos e pesquisa:
III - permitir ao estudante o conhecimento da realidade de sua profissão;
IV- oportunizar ao aluno a aplicação de seus conhecimentos acadêmicos em
situações da prática profissional.
DA CLASSIFICAÇÃO
Art. 4º. Os estágios estão classificados em:
I - Curricular, previsto nos currículos dos cursos de graduação, autorizados
apenas a estudantes acima do período previsto no Projeto Pedagógico do Curso;
II - Extracurricular, não previsto nos currículos dos cursos.
Parágrafo Único. Os Estágios Extracurriculares poderão ser aproveitados como
Atividade Complementar mas não serão geridos pela Faculdade Redentor de Paraíba do
Sul, sendo de inteira responsabilidade da instituição/empresa proponente.
DOS CAMPOS DE ESTÁGIOS
Art. 5º. São considerados Campos de Estágios as empresas públicas,
particulares, órgãos governamentais ou instituições onde o aluno possa desenvolver seu
194
programa, sob a assistência de um profissional, de nível superior, da área de formação
idêntica ou correlata à do estagiário.
Art. 6º. O estagiário poderá realizar as atividades de estágio em seu campo de
trabalho, desde que esse disponha de infraestrutura adequada para tal e as atividades
desenvolvidas sejam afins com área de formação.
Parágrafo Único:
O estagiário poderá cumprir toda carga horaria de estágio nas
dependências da empresa na qual está empregado.
DA CARGA HORÁRIA
Art. 7º. O Estágio Curricular dos cursos de graduação da Faculdade Redentor de
Paraíba do Sul tem carga horaria conforme projeto pedagógico de cada curso, em
consonância dom suas respectivas DCNs (Diretrizes Curriculares Nacionais).
DA VAGA PARA ESTÁGIO
Art. 8º. A vaga para estágio será oferecida pelo Coordenador de Estágio de cada
curso.
Art. 9º. A vaga, quando obtida diretamente pelo estagiário, deverá ser
comunicada à Coordenação de Estágio, que verificará se atende às exigências da legislação
pertinente, tomará as providências necessárias para sua realização e comunicará ao
Coordenador de Curso.
Art. 10. Os estágios previstos nos currículos mínimos tem a sua divulgação a
cargo da Coordenação do Curso.
DA INSCRIÇÃO À VAGA DE ESTÁGIOS
Art. 11. O estudante apto realizar estágio deverá preencher ficha de inscrição
junto à Coordenação do Curso, segundo modelo aprovado pela Diretoria de Graduação.
Art. 12. O aluno deverá realizar o estágio com a supervisão de um preceptor
designado pela Faculdade Redentor de Paraíba do Sul, por solicitação da Coordenação do
Curso.
DO COORDENADOR DE ESTÁGIO
195
Art. 13. O coordenador de Estágio deverá fazer parte do Colegiado do Curso e,
preferencialmente, ter a mesma formação do curso sob sua coordenação.
Parágrafo Único. O cargo de Coordenador de Estágio poderá ser acumulado
pelo coordenador do curso de graduação, quando necessário.
Art. 14. São atribuições do Coordenador de Estágio:
I. selecionar e contatar os campos de estágio das instituições concedentes para
análise das condições, com vistas à formalização de convênios de cooperação,
encaminhando as propostas ao Coordenador de Curso para sua oficialização;
II. encaminhar oficialmente os alunos-estagiários aos respectivos campos de
estágio;
III. promover e presidir reuniões com os preceptores-orientadores de estágio e
com os acadêmicos-estagiários, sempre que se fizer necessário;
IV. prever com a devida antecedência, ao início de cada semestre e/ou ano letivo,
as condições necessárias de infraestrutura para realização das atividades de estágio;
V. manter contato permanente com todos os envolvidos nas atividades de
estágio: preceptor-orientador, acadêmico-estagiário ou responsável pelo campo de estágio;
VI. manter fluxo permanente de informações relativas ao acompanhamento e
desenvolvimento dos estágios em processo, bem como, assegurar a socialização de
informações junto à Coordenação de Curso, aos preceptores-orientadores, aos campos de
estágio e aos alunos-estagiários;
VII. receber, organizar e arquivar todos os instrumentos de registro de estágio do
Curso;
VIII. tomar decisões necessárias ao andamento das atividades de estágio, quando
do afastamento temporário do preceptor-orientador;
IX. resolver, em primeira instância, problemas que possam advir de situações de
estágio, independentemente de sua natureza;
X. fixar um calendário de atividades de estágio com vistas a
assegurar sua
execução em cada período letivo, encaminhando-o ao Colegiado do Curso, bem como,
divulgá-lo aos acadêmicos-estagiários;
XI. encaminhar ao Coordenador de Curso ao final de cada semestre letivo
relatório geral de estágios;
XII. manter a documentação impressa e em arquivo digital referentes ao Estágio
Curricular Obrigatório regularmente atualizada;
196
XIII. conhecer e manter contato com o supervisor na empresa e às instalações
onde seus alunos-estagiários estão desenvolvendo as atividades de estágio;
XIV. receber e organizar todos os instrumentos avaliativos de estágio (relatórios,
artigos) dos alunos-estagiários;
XV. realizar, periodicamente, contato com a direção dos campos de estágio a fim
de verificar se a atuação dos estagiários está condizente com as necessidades da unidade
concedente;
XVI. organizar os livros de frequência, conteúdos orientados em formulário/ficha de
acompanhamento de Estágio, relatórios, artigos e as notas dos estagiários sob sua
responsabilidade;
XVII. submeter o Plano de Atividades de estágio do acadêmico-estagiário ao
Colegiado do Curso para aprovação.
DO PRECEPTOR
Art. 15. O preceptor tem como função:
I-
orientar, acompanhar, supervisionar e avaliar as atividades realizadas pelos
estagiários sob sua responsabilidade, individualmente, durante todo o período de duração do
estágio, incluindo a sistematização dos relatórios e ou trabalhos aprovados;
II-
usar o crachá de identificação profissional sempre que se apresentar ou
acompanhar os acadêmicos-estagiários nos campos de estágio;
III- preencher juntamente com o acadêmico-estagiário o relatório de atividades
através da “Ficha de Acompanhamento de Estágio Curricular Obrigatório”;
IV- comparecer às reuniões organizadas pela Coordenação do Curso, sempre
que convocado;
V- organizar os trabalhos dos alunos-estagiários para socialização institucional;
VI- tomar ciência das orientações gerais dadas aos alunos-estagiários pelo
Coordenador do Curso em suas reuniões;
VII- estabelecer horários e local de atendimento dos acadêmicos;
VIII- participar como membro dos seminários;
IX- cumprir e fazer cumprir integralmente todas as atividades relativas à sua
função, bem como, este Regulamento;
X- comunicar ao Coordenador de Estágio toda e qualquer ocorrência relacionada
aos Estágio Curricular ou a seus envolvidos;
XI- estabelecer
horários
e
local
de
atendimento
para
orientações
encaminhamentos de estágio, permanecendo à disposição do acadêmico-estagiário;
e
197
XII- comunicar à Coordenação de Estágio casos em que haja impossibilidade da
continuidade do atendimento realizado pelo acadêmico no estágio, para que sejam tomadas
as devidas providências
Art.16. São atribuições /obrigações do acadêmico-estagiário:
I- cumprir as disposições deste Regulamento.
II- cumprir integralmente as atividades de estágio conforme orientações e
encaminhamentos
dados pelo preceptor-orientador e/ou
pelo supervisor do campo de
estágio.
III- comparecer às reuniões convocadas pelo Coordenador de Estágio, bem
como, aos encontros com o preceptor-orientador;
IV-assumir as atividades de estágio com responsabilidade, zelando pelo nome da
Instituição e dos cursos da Faculdade Redentor;
V- cumprir integralmente a carga horária de estágio, a qual deve ser de no
mínimo 6 (seis) e no máximo 18 (dezoito) horas semanais;
VI-A carga-horária deverá ser cumprida integralmente ao longo do semestre, não
podendo ser dispensado antes do término do período estágio;
VII-
manter sigilo e conduta ética
em relação a dados e informações
obtidas nos campos de estágio;
VIII-
zelar pelos materiais e equipamentos pertencentes ao campo de
estágio, bem como pelos da instituição formadora
IX-respeitar a estrutura organizacional do campo de estágio, adequando-se as
suas normas e rotinas;
X- apresentar as atividades desenvolvidas no estágio em seminários a serem
definidos pelo Coordenador de Estágio;
XI-efetuar as correções no relatório de atividades, sugeridas pelos professores
presentes aos seminários;
XII-
elaborar e entregar trabalhos e/ou relatórios que lhe forem solicitados
relativos as atividades de estágio dentro dos prazos estabelecidos;
XIII-
assinar termo de compromisso referente ao Estágio Curricular
Obrigatório;
XIV-
permanecer no local de estágio no tempo estipulado, para o
cumprimento das atividades propostas conforme cronograma
pré-estabelecido pela
Coordenação de Estágio do Curso
XV-
esclarecer dúvidas de caráter administrativo e pedagógico em relação
ao estágio junto ao Coordenador de Estágio do Curso evitando reclamações a terceiros;
198
XVI-
comunicar com antecedência situações ou imprevistos de faltas nas
atividades de estágio.
DA FREQUENCIA DO ACADÊMICO-ESTAGIÁRIO
Art. 17. O controle da frequência do acadêmico-estagiário dar-se-á através de:
I. registro no diário de classe;
II. registro na ficha de acompanhamento das atividades de estágios;
III. registro no formulário de controle de frequência da empresa.
DA AVALIAÇÃO
Art. 18. A avaliação das atividades de Estágio Curricular Obrigatório se valerá
dos seguintes instrumentos:
I. Relatório final de estágio;
II. Apresentação das atividades desenvolvidas em seminários;
III. Ficha avaliativa emitida pelo supervisor (responsável técnico) na empresa
concedente.
Parágrafo Único: os pesos de cada instrumento avaliativo serão conforme critérios
estabelecidos no Manual de Estagio Curricular Obrigatório do Curso.
DA APROVAÇÂO OU REPROVAÇÂO
Art. 19. Será considerado aprovado nas disciplinas de Estágio Supervisionado
Curricular Obrigatório o aluno que:
I.
cumprir a carga horária conforme projeto político pedagógico do curso;
II.
obtiver média superior ou igual a 7,0 (sete);
III.
cumprir o edital de estágio, respeitando os prazos e comparecendo quando convocado;
IV.
cumprir carga horaria mínima conforme regimento.
§ 1º. Não haverá realização de V3 para os alunos que não lograrem aprovação na
disciplina de estágio nos moldes descritos no Artigo anterior, devendo os mesmos, em tais
circunstâncias, cursarem novamente a referida disciplina, mediante nova matrícula.
§ 2º. Não caberá aos estágios, exercícios domiciliares ou regime de dependência,
previstos para as demais disciplinas.
199
DA OBRIGATORIEDADE
Art. 20. São obrigatórios os estágios previstos no currículo dos cursos de
graduação e que estão classificados nestas Normas como Estágios Curriculares.
Art. 21. O estágio somente se poderá verificar em instituições que tenham
condições de propiciar experiência prática na área de formação acadêmica, devendo o
aluno, para esse fim, ter cumprido os pré-requisitos estabelecidos no currículo de seu curso
ou, se estes não estiverem definidos, ter sido aprovado em um conjunto de disciplinas
relacionadas com o programa de estágio proposto, a critério da Coordenação do Curso.
Art. 22. A jornada de atividade em estágio, quando ocorrer simultaneamente com
outras atividades de caráter acadêmico, a ser cumprida pelo estudante, deverá
compatibilizar-se com o horário na Unidade de Ensino.
DOS CRÉDITOS
Art. 23. Estará fixado na estrutura de cada curso, o número de horas que deverá
ser estabelecido para o estágio Curricular, conforme disposições regimentais.
Art. 24. As atividades desenvolvidas nos programas de Bolsas de Trabalho,
Monitoria e outros, NÃO poderão ser considerados estágios.
Art. 25. A todos os estudantes será assegurada a oportunidade e as condições
para a realização do estágio supervisionado.
DA PREPARAÇÃO DO ESTAGIÁRIO
Art. 26. Com a antecedência necessária, em relação ao início do estágio, deverá
ocorrer um programa de treinamento com os candidatos, se for o caso, pela Coordenação do
Curso ou pela Coordenação de Estágios, abrangendo os seguintes aspectos:
I - conhecimento das normas vigentes sobre os estágios;
II - informações sobre o campo de estágio; e,
III - preparação psicológica, objetivando o bom relacionamento na equipe, no
trabalho, na comunidade e ajustamento à realidade Sociocultural da região em que for atuar.
DO APROVEITAMENTO
Art. 27. O aproveitamento do estudante no estágio será avaliado sob os aspectos
profissional e atitudinal, no desempenho do programa, de acordo com o Sistema de
Verificação Escolar, previsto no Regimento da Faculdade Redentor de Paraíba do Sul.
200
Art. 28. A avaliação do rendimento do estagiário será feita pelo supervisor à base
das informações do relatório individual do próprio estagiário, visado pelo profissional
incumbido de seu acompanhamento no campo de estágio.
Art. 29. A frequência do estudante em estágio será obrigatória e registrada em
documento próprio.
Art. 30. O Estágio fora da Faculdade Redentor de Paraíba do Sul é considerado
prolongamento deste e as atividades nele desenvolvidas, com assiduidade e eficiência,
conferem aos estagiários a integralização nos respectivos currículos, observadas as normas
relativas à atribuição e contagem de horas.
DO AFASTAMENTO
Art. 31. O período de afastamento do aluno para cumprimento do estágio, sem
prejuízo das atividades escolares nas disciplinas em que estiver matriculado, ficará
condicionado às normas regimentais relativas à frequência às atividades escolares.
Art. 32. Será permitido ao aluno ocupar inteiramente um período letivo para
realizar o estágio, sendo que, nesse caso, deverá fazer a matrícula somente para o estágio.
Art. 33. Poderá o aluno, se o desejar, e se obtiver a aprovação do Coordenador
do Curso, trancar as matrículas feitas nas diversas disciplinas do respectivo período letivo
para se dedicar exclusivamente ao estágio.
Art. 34. Nos períodos de férias escolares, a jornada de estágio será estabelecida
de comum acordo entre o estagiário e a parte concedente do estágio, sempre com a
interveniência da Instituição de Ensino.
DO SEGURO OBRIGATÓRIO
Art. 35. Deverá o acadêmico-estagiário estar assegurado mediante apólice de
seguros pessoais.
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 36. O estágio não cria vínculo empregatício de qualquer natureza, e o
estagiário poderá perceber bolsa ou outra forma de contraprestação que venha a ser
201
acordada, ressalvando o que dispuser a legislação providenciaria, devendo o estudante, em
qualquer hipótese, estar assegurado contra acidentes pessoais.
Art. 37. A realização do estágio dar-se-á mediante termo de compromisso
celebrado entre o estudante e a parte concedente, com interveniência da Coordenação de
Estágios.
202
ANEXO B
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DOS CURSOS DE
GRADUAÇÃO DA FACULDADE REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL
Art. 1º O presente Regulamento integra o Projeto Pedagógico dos Cursos de Graduação
da Faculdade Redentor de Paraíba do Sul, na condição de anexo, e tem por finalidade
disciplinar
a
oferta,
o
funcionamento
e
o
registro
acadêmico
das
Atividades
Complementares, na forma do disposto nas Diretrizes Curriculares Nacionais - Parecer nº
583, aprovado em 4/04 de 2001 - diretrizes específicas para cada curso e do Parecer CNE
nº 100, aprovado em 13/03/2002.
Art. 2º Entende-se por Atividades Complementares as atividades extracurriculares que
possibilitam ao aluno adquirir conhecimentos de interesse para as formação pessoal e
profissional, reconhecidos por meio de avaliação e que constituem um meio de ampliação de
seu currículo, com experiências e vivências acadêmicas internas e/ou externas aos cursos.
Art. 3º As Atividades Complementares dos Cursos de Graduação da Faculdade Redentor
de Paraíba do Sul são obrigatórias e categorizam-se em três grupos:
Grupo I – Atividades de iniciação à docência e à pesquisa:
Grupo II – Congressos, seminários, conferências e outras atividades Assistidas;
Grupo III – Publicações;
Grupo IV - Vivência profissional complementar;
Grupo V - Atividades de Extensão
203
Parágrafo único – Os alunos, obrigatoriamente, deverão distribuir a carga-horária das
Atividades Complementares em, pelo menos, três dos grupos indicados.
Art. 4º As atividades Complementares, que podem ser reconhecidas para efeitos de
aproveitamento da carga-horária, são as seguintes:
Grupo I – Atividades de iniciação à docência e á pesquisa:
• Exercício de monitorias em disciplinas que compõem o currículo do curso;
• Participação em projetos de pesquisas e/ou de iniciação científica orientados por
docente da Faculdade Redentor de Paraíba do Sul e aprovados pelo respectivo
Colegiado do Curso;
• Participação em grupos de estudo/pesquisa sob supervisão de professores e/ou
do Departamento de Pós-graduação;
• Participação em oficinas de leitura, sob a supervisão de professor, com prévia
comunicação à
Coordenação.
Grupo II - Congressos, seminários, conferências e outras atividades Assistidas:
• Congressos, seminários, conferências e palestras assistidos;
 Participação em jornadas, simpósios, congressos,
seminários,
encontros,
conferências, fóruns, debates, cujos temas sejam relacionados ao curso, realizados na
Faculdade ou fora dela;

seminários ofertados a título de desenvolvimento de conhecimentos
específicos do Curso mas que não componham a programação específica das
disciplinas
• Assistir a apresentação de monografias dos cursos de pós-graduação lato
sensu;
• Eventos, mostras, exposições assistidas:
• Participação em eventos culturais complementares;

Representação e administração em entidades estudantis, participação em
órgãos colegiados desde que referendados pelo Colegiado do Curso

Visitas técnicas que não componham o programa de estágio ou de disciplinas
do curso;
204
Grupo III - Publicações:
• Artigos publicados em revistas;
• Monografias não curriculares;
• Apresentação de trabalhos em eventos científicos;
• Participação em concursos, exposições e mostras.
Grupo IV - Vivência profissional complementar:
• Realização de estágios extracurriculares desenvolvidos com base em convênios
firmados pela Faculdade Redentor de Paraíba do Sul que tenham vinculação com o
curso;
 Realização de estágio extracurricular desenvolvido em locais com responsabilidade
técnica profissional expedida pelo Conselho de categoria respectivo ao curso de
graduação ou ainda através de apresentação de registro profissional em dia do
conselho de categoria por profissional que estiver atuando em consultórios
particulares, sem que haja necessariamente um convênio formal com a IES. O aluno
levará uma carta de apresentação nominativa a Instituição ou pessoa física que se
destina a sua vaga de estágio com informações de sua condição acadêmica como
também formulário próprio da IES para a sua futura comprovação de carga horário a e
aproveitamento.
• Realização de estágios no Escritório Escola/ Incubadora de Empresa;
• Participação em projetos sociais.
Grupo V - Atividades de Extensão:

Cursos à distância;

Disciplinas cursadas em programas de extensão;

Cursar disciplinas não previstas no currículo do curso, mas que tenham
relação com a formação profissional;

Cursar disciplinas com aprovação em outro curso de graduação desde que
autorizado pelo Colegiado do Curso

Atividades de extensão coordenadas por docente da Faculdade e aprovadas
pelo respectivo Colegiado do Curso;

Participação em oficinas de leitura sob supervisão de Professor;

Trabalhos comunitários, desde que aprovados pelo Colegiado do Curso.
205
Art. 5º As Atividades Complementares dos Cursos de Graduação da Faculdade Redentor
de Paraíba do Sul possuem os seguintes objetivos:
I-
buscar a interdisciplinaridade pela efetiva integração entre os conteúdos de ensino
que compõem os currículos dos cursos;
II- integrar teoria/prática, por meio de vivência e/ou observação de situações reais;
III- propiciar a contemporaneidade do currículo, ensejando o desenvolvimento de
temas emergentes da área, decorrentes das transformações da sociedade e de
seus avanços;
IV- articular ensino, pesquisa e extensão;
V- promover a contextualização do currículo a partir do desenvolvimento de temas
regionais e locais, julgados significativos para a formação profissional pretendida;
VI- adequar o currículo aos interesses individuais dos alunos;
VII- ampliar a dimensão do Currículo Pleno pela pluralidade e diversificação das
atividades que podem ser vivenciadas pelo aluno;
VIII- possibilitar aos alunos exercitarem o seu livre arbítrio e a sua cidadania, atuando
como sujeitos ativos, agentes do seu próprio processo histórico, capazes de
selecionar os conhecimentos mais relevantes para os seus processos de
desenvolvimento.
Art. 6º A carga horária mínima destinada as Atividades Complementares a ser
desenvolvida ao longo do Curso será indicada no Projeto Pedagógico de cada curso,
devendo ser preenchida com atividades de, pelo menos, três dos grupos indicados no Art.
3º, sendo que o seu cumprimento integral deverá ocorrer até o último período do curso,
constituindo condição indispensável para a colação de grau.
§ 1º Nenhuma atividade poderá ultrapassar 40% (quarenta por cento) do total da
carga horária de Atividades Complementares.
§ 2º Cada colegiado de curso definirá em seu Projeto Pedagógico a distribuição da
carga horária por tipo de atividade.
Art. 7º Será definido um professor, por curso, para atuar como professor orientador
de Atividades Complementares.
206
Art. 8º Compete ao Coordenador do Curso indicar e divulgar o nome do professor
orientador das Atividades Complementares.
Art. 9º Funções do professor orientador de Atividades Complementares:
a) identificar e divulgar eventos da área do Curso em conformidade com o art. 4º deste
regulamento;
b) organizar, quando for o caso, a participação de alunos em eventos;
c) elaborar juntamente com o Colegiado de Curso projetos contemplados nas alíneas
“c”, “d” e “i” do artigo 4º deste regulamento;
d) Supervisionar
a
elaboração
do
formulário
e
dos
roteiros
para
relatórios
comprobatórios de Atividades Complementares;
e) analisar documentos apresentados pelos alunos para comprovar a realização de
cada Atividade Complementar e, se considerar suficiente, rubricar indicando a
validade do documento para o cômputo geral;
f)
orientar, acompanhar e controlar por aluno o desenvolvimento das Atividades
Complementares;
g) intervir junto a alunos que se encontram em atraso no desenvolvimento de Atividades
Complementares;
h) encaminhar, no final do semestre, para a Secretaria de Assuntos Acadêmicos a
listagem nominal de alunos por turma com as indicações de horas desenvolvidas
para os devidos registros;
i)
elaborar a programação de Atividades Complementares a serem ofertadas pelo curso
no semestre seguinte;
j)
elaborar relatório das Atividades Complementares realizadas pelo curso ao final de
cada semestre letivo.
Art. 10. Todas as atividades objeto deste Regulamento serão comprovadas pelo aluno,
ao professor orientador de Atividades Complementares por meio de formulários, relatórios e
comprovação documental própria.
Art. 11. À vista da documentação comprobatória própria, compete a cada Coordenação
de Curso, por meio do professor orientador de Atividades Complementares, encaminhar à
Secretaria de Assuntos Acadêmicos, o relatório final indicando a situação de cada aluno e
especificando a carga horária total computada.
207
§ 1º A Secretaria da Faculdade Redentor de Paraíba do Sul procede o registro no
histórico escolar do aluno indicando o número de horas já desenvolvidas e se está concluída
ou em curso.
§ 2º A carga horária total cumprida pelo aluno em Atividades Complementares, será
quantificada em campo próprio de seu histórico escolar.
§ 3º Só serão computadas as atividades realizadas durante o período em que o aluno
estiver matriculado no curso e frequentando regularmente. Excetuam-se da condição de
frequência somente os casos de Regime Domiciliar.
§ 4º O registro do rendimento acadêmico em Atividades Complementares se fará por
meio da indicação de carga horária, não sendo passível de nota numérica.
Art. 12. Compete ao Colegiado de Coordenadores de Cursos dirimir dúvidas referentes à
interpretação deste Regulamento, bem como suprir as lacunas constatadas durante a sua
aplicação, pela expedição das normas complementares necessárias.
Art. 13. Este Regulamento foi legitimado em reunião do Colegiado de Coordenadores de
Cursos presidida pelo Diretor de Graduação e pela Vice-Diretora mediante votação em
sessão plena.
Art. 14. Este Regulamento entra em vigor na presente data.
Paraíba do Sul, ___/ ___/ ___.
Prof.ª Cláudia Regina Boechat Silva
Vice Diretora Geral
Faculdade Redentor de Paraíba do Sul
208
FACULDADE REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL
CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA
CONTROLE DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Nome:
Matrícula:
Carga Horária Destinada _________horas
Grupo I
Atividades de iniciação à docência e á pesquisa
Atividades
Hora
Realizada
Computação
Exercício de monitorias em disciplinas que compõem o currículo do
curso;
Participação em projetos de pesquisas e/ou de iniciação científica
orientados por docente da Faculdade;
1h
1h
1h
1 h / Maximo de
50
h
por
semestre
Participação em grupos de estudo/pesquisa sob supervisão de
professores e/ou do Departamento de Pós-graduação;
Participação em oficinas de leitura, sob a supervisão de professor,
com prévia comunicação à Coordenação.
1h
1h
1h
1h
Horas
Computadas
Grupo II
Congressos, seminários, conferências e outras atividades Assistidas
Atividades
Hora
Computação
Horas
Realizada
Computadas
Congressos, seminários, conferências e palestras assistidos
Participação em jornadas, simpósios, congressos, seminários,
encontros, conferências, fóruns, debates, cujos temas sejam
relacionados ao curso, realizados na Faculdade ou fora dela;
Assistir a defesa de Projetos e TCC dos cursos de graduação e pósgraduação;
Participação em eventos culturais complementares;
Representação e administração em entidades estudantis,
participação em órgãos colegiados desde que referendados pelo
Colegiado do Curso;
Visitas técnicas que não componham o programa de estágio ou de
disciplinas do curso;
Seminários ofertados a título de desenvolvimento de conhecimentos
específicos do Curso, mas que não componham a programação
específica das disciplinas;
Eventos, mostras, exposições assistidas.
Artigos publicados em revistas;
Monografias não curriculares;
Apresentação de trabalhos em eventos científicos;
Participação em concursos, exposições e mostras;
1 Defesa
2h
1h
1h
1h
1 h / Maximo de
20
h
semestre
1 Visita
5h
1h
1h
1h
1h
1
1
1
1
Artigo
Monografia
Apresentação
Evento
Computação
Horas
Computadas
Rub/ Coordenador
Horas
Computadas
Rub/ Coordenador
Horas
Computadas
Rub/ Coordenador
50 h
70 h
10 h
2h
1h
1h
1h
1h
1h
1h
1 Evento
10 h
1 Evento
1h
2h
1h
Grupo V
Atividades de Extensão
Hora
Computação
Realizada
Cursos à distância vinculados ao curso;
Disciplinas cursadas em programas de extensão na área do curso;
Cursar disciplinas não previstas no currículo do curso, mas que
tenham relação com a formação profissional;
Cursar disciplinas com aprovação em outro curso de graduação
desde que autorizado pelo Colegiado do Curso;
Rub/ Coordenador
por
Grupo IV
Vivência profissional complementar
Hora
Computação
Realizada
Realização de estágios extracurriculares, desenvolvidos com base
em convênios firmados pela Faculdade, vinculados ao curso;
Realização
de
estágio
extracurricular
em
locais
com
responsabilidade técnica profissional, na área do curso;
Realização de estágios em Empresa Júnior / Incubadora de
Empresa;
Organização de Palestras, seminários, congressos, conferências e
oficinas, cursos e eventos culturais;
Participação em projetos sociais;
Atuação na função de Auxiliar de Serviços Eleitorais.
Atividades
1h
Grupo III
Publicações
Hora
Realizada
Atividades
Atividades
1h
Rub/ Coordenador
1h
1h
1h
1h
1h
1h
1h
1h
209
Atividades de extensão coordenadas por docente da Faculdade e
aprovadas pelo respectivo Colegiado do Curso;
Trabalhos comunitários, desde que aprovados pelo Colegiado do
Curso;
Participação em oficinas de leitura sob supervisão de Professor;
1 Evento
2h
1 Evento
2h
1 Evento
2h
Total de horas neste documento por extenso:________________________________________________
_________________________________________________
Coordenação do Curso
210
ANEXO C
NORMAS DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
I.
INTRODUÇÃO
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) da Graduação em Engenharia se
constitui na elaboração de um trabalho, versando sobre um tema relacionado à área
de formação do graduando, essencial à obtenção do título referente ao Curso de
Graduação. Deverá ser elaborado pelo estudante, sob orientação de um professor
sob aprovação do Colegiado do Curso e submetido à avaliação e aprovação de uma
banca examinadora.
II.
OBJETIVOS GERAIS
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em Engenharia tem como objetivo
principal preparar e iniciar os alunos na busca correta do desempenho das atividades
profissionais, tais como:
a) Aplicação dos conceitos e teorias adquiridas durante o curso de forma
integrada, por meio da execução de um projeto de engenharia;
b) Apresentação de suas ideias de forma clara, ordenada, concisa e objetiva,
tanto oralmente quanto na forma escrita, desenhada e, quando viável, a
apresentação de um protótipo.
O Projeto, ainda que um estudo limitado em sua extensão, deve ser o mais
completo quanto à compreensão e à profundidade do problema tratado.
Ao terminar seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de
Graduação o aluno deverá reunir condições satisfatórias de formação
conceitual, prática e conduta em pesquisa, que lhe permita a compreensão do
mecanismo geral do desenvolvimento científico através do levantamento de
dados, consultas bibliográficas e redação científica de acordo com o Manual
para Formatação de Trabalhos Acadêmicos da Faculdade Redentor. Isto se
tornará possível por meio da elaboração e desenvolvimento de um plano de
211
trabalho ou de investigação científica em áreas específicas do conhecimento
da Engenharia.
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Graduação deve corresponder a
um projeto cientificamente estruturado, coerente e de importância para a formação
científica do aluno. Este trabalho será elaborado pelo aluno em duas etapas
correspondentes a duas disciplinas do Curso de Engenharia: Trabalho de Conclusão
de Curso I (TCC) e Trabalho de Conclusão de Curso II (TCC II), com o auxílio do
professor da disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e com a
orientação do professor orientador. Não serão aceitos trabalhos não realizados
efetivamente pelo aluno.
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em Engenharia somente será
aceito para defesa se entregue de forma completa contendo os itens abordados no
Tópico III (itens 1 e 2) constante desta norma.
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) deverá ser elaborado com base em
um dos temas contidos no Quadro 1 que abrange a atuação do Engenheiro Civil,
conforme Resoluções do Conselho de Classe.
No curso de Engenharia Mecânica cada tema deverá contemplar no mínimo 3
áreas de conhecimento e seus conteúdos específicos.
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) não pode apresentar restrições de
propriedade, segredos ou quaisquer impedimentos ao seu amplo uso e divulgação.
Resguardados os direitos autorais, são considerados de propriedade da Faculdade
Redentor, e/ou das instituições conveniadas à Faculdade. Sendo assim, a
publicação ou qualquer uso das informações colhidas durante o trabalho
desenvolvido pelos alunos necessita de aprovação da Coordenação de Curso,
todavia, são de responsabilidade única e exclusiva do autor as ideias e conceitos
neles emitidos. Ainda, consoante à legislação de proteção dos direitos autorais, será
permitida a transcrição parcial de trechos do trabalho para comentários e citações,
desde que transcritos os dados bibliográficos pertinentes.
III.
ESTRUTURA E FORMA DE APRESENTAÇÃO
A estrutura e forma de apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso
(TCC) de Graduação em Engenharia deverão seguir o Manual para Formatação de
212
Trabalhos Acadêmicos da Faculdade Redentor. Além disto, é essencial que o
material apresentado em todas as etapas do trabalho utilize corretamente as regras
gramaticais e ortográficas da língua portuguesa, o que será também motivo de
avaliação.
As estruturas de apresentação das disciplinas Trabalho de Conclusão de
Curso I (TCC I) e Trabalho de Conclusão de Curso II (TCC II) relativas ao Trabalho
de Conclusão de Curso (TCC) de Graduação em Engenharia são apresentadas a
seguir:
1. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I (TCC I)
a) Tema - A proposta de Tema para o Trabalho de Conclusão de Curso
(TCC) de Engenharia deve seguir o modelo apresentado na Ficha de
Cadastramento (Anexo 1), que deverá ser assinada pelo aluno, pelo
professor da disciplina e pelo professor Orientador, na segunda aula da
disciplina, conforme cronograma do semestre letivo vigente;
b) Cronograma – A Ficha de Cronograma de Atividades do projeto
(Anexo 2) deverá ser entregue no dia da apresentação do Proposta de
projeto e deverá ser assinada pelo aluno, pelo professor da disciplina e
pelo professor Orientador;
c) Proposta de projeto – A proposta de projeto consiste na consolidação
do tema do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) através da
apresentação da metodologia a ser empregada na realização do
trabalho, incluindo a teoria, os métodos e as técnicas. A apresentação
da proposta de projeto deverá ocorrer em data definida pelo
cronograma da disciplina, fornecido no primeiro dia de aula. A proposta
de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) deverá constar de:
apresentação oral com auxílio de recurso de multimídia e será julgada
pelo professor da disciplina, pelo professor orientador e pelo
coordenador do curso através da Ficha de Avaliação (Anexo 3);
d) Embasamento Teórico – O Embasamento Teórico consiste na
apresentação escrita das etapas para o desenvolvimento projeto. Estão
incluídos, obrigatoriamente, neste Embasamento, os seguintes itens:
Sumário, Introdução, Desenvolvimento e Referências.
213
A pontuação do Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC I) será dividida
conforme mostra o Quadro 4.
Quadro 4. Distribuição da Pontuação do Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC I)
DISTRIBUIÇÃO DA PONTUAÇÃO TCC I
Verificação
Pontuação
P1 (10,0) – Tema,
Cronograma e Proposta de
Projeto
P2 (10,0) – Embasamento
Teórico
Os pontos serão atribuídos pelo professor da
disciplina considerando os critérios de
Assiduidade,
Pontualidade,
Relevância,
Qualidade e Apresentação, distribuídos da
seguinte maneira:
5,0 – Proposta de projeto (atribuídos pela
banca) – Anexo 3;
5,0 – Desenvolvimento das atividades
(professor da disciplina) – Anexo 4-a.
6,0 atribuídos pelo professor da disciplina,
segundo os critérios descritos no Anexo 5;
4,0 atribuídos pelo professor orientador,
segundo sua avaliação e acompanhamento do
trabalho até o momento da entrega do
Embasamento Teórico, baseado no Anexo 6.
2. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II (TCC II)
Nesta etapa, após entrega do Embasamento Teórico, o aluno deverá
confeccionar o Projeto e o Artigo Científico dentro do tema das áreas escolhidas no
Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC I), conforme Ficha de Cadastramento
(Anexo 1) e de acordo com as etapas presentes na Ficha de Cronograma (Anexo 2).
Destaca-se que o Projeto deve ser representado, nesta etapa, de acordo com
as Normas Técnicas específicas conforme as áreas e plantas necessárias para sua
representação gráfica.
a) Projeto: Deve ser composto pelo Embasamento Teórico formulado no
Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC I) e por redação de textos
técnicos compostos por memorial descritivo, memória de cálculos e
dimensionamentos e desenhos técnicos representativos conforme normas
específicas.
214
b) Artigo Científico: Deverá ser apresentado um texto mais conciso e
objetivo, devendo estar de acordo com as normas de um periódico científico
da área, como descrito neste manual. O orientando deverá escolher um
periódico dentro da temática específica desenvolvida em seu artigo e, ao fazêlo deverá anexar ao texto final do seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
as normas para publicação desse periódico como apêndice.
A pontuação do Trabalho de Conclusão de Curso II (TCC II) será dividida
conforme mostra o Quadro 5.
Quadro 5. Distribuição da Pontuação do Trabalho de Conclusão de Curso II (TCC II)
DISTRIBUIÇÃO DA PONTUAÇÃO TCC II
Verificação
Pontuação
3,0 – atribuídos pelo professor da disciplina
V1 (6,0 pontos) –
considerando o cumprimento do cronograma
proposto no TCC I com acompanhamentos
Cumprimento do
quinzenais conforme o cronograma da disciplina TCC
Cronograma
II (Anexo 7)
3,0 – atribuídos pelo orientador conforme encontros
de orientação e apresentação de resultados (Anexo
8).
Valor atribuído pela Banca Examinadora ao trabalho
V2 (14,0 pontos, sendo 7,0 apresentado e defendido, considerando os critérios
pontos atribuídos por cada explicitados na Ficha de Avaliação do TCC II (Anexos
9-a e 9-b) e entrega da Declaração de Correção pelo
membro da banca) – Nota
orientador (Anexo11).
da Defesa e Entrega Final Obs.: Os valores serão atribuídos pelos membros da
banca, exceto pelo orientador.
Nota Final = (V1 + V2) / 2
Esta nota é a que será lançada na V1 e V2,
NOTA FINAL
condicionada a todas as correções no trabalho terem
sido feitas e comprovadas pelo orientador conforme
Anexo 11.
Cabe ressaltar que todos os dados colhidos e utilizados ou não pelos
alunos durante o desenvolvimento de seus trabalhos de conclusão de curso são de
propriedade da Faculdade Redentor e/ou das instituições conveniadas a Faculdade.
Sendo assim, a publicação ou qualquer uso das informações colhidas durante o
trabalho desenvolvido pelo aluno(a) necessita de aprovação pela Coordenação de
Curso.
215
IV.
DA MATRÍCULA
A matrícula na disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC I) em
Engenharia poderá ser realizada pelos alunos inscritos no 9º período do curso de
Engenharia e a matrícula na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso II (TCC II) só
poderá ser realizada pelos alunos aprovados na disciplina Trabalho de Conclusão de
Curso I (TCC I).
NÃO PODERÁO SER INSCRITOS AQUELES ALUNOS QUE DEVEM AINDA
CUMPRIR TRÊS OU MAIS DISCIPLINAS DOS PERÍODOS ANTERIORES DA
MATRIZ CURRICULAR VIGENTE DE SUA MATRÍCULA.
Aqueles trabalhos em que serão envolvidos seres humanos como objeto de
pesquisa deverão ser aprovados também pela Comissão de Ética em Pesquisa
(CEP) da Faculdade. A inscrição deverá ser feita na Secretaria da Faculdade.
V.
RECOMENDAÇÕES
PARA ELABORAÇÃO
DO
CRONOGRAMA
DA
DISCIPLINA
O Quadro 6 serve de orientação para que o professor da disciplina elabore o
cronograma com todas as datas pertinentes ao andamento das disciplinas Trabalho
de Conclusão de Curso I e II (TCC I e TCC II).
Quadro 6. Cronograma de Atividades do Trabalho de Conclusão de Curso I e II
CRONOGRAMA DE ATIVIDADES DO TCC I E II
Atividade
Data de Entrega
Entrega da Ficha de
Terceira semana letiva de fevereiro/
Cadastramento
Segunda semana letiva de agosto
Apresentação da Proposta de
projeto e Entrega da Ficha de
Cronograma
Terceira semana após a entrega da
Ficha de Cadastramento
216
Entrega da Ficha de
Cadastramento e da Ficha de
Cronograma revisadas e
Reapresentação da Proposta
Uma semana após a apresentação da
Proposta de Projeto
de projeto – quando for o
caso
Entrega do Embasamento
Teórico
Prestação de Atividades do
TCC
Entrega do TCC e Artigo para
avaliação da banca
Apresentação do TCC
Última semana letiva de maio/
Primeira semana letiva de novembro
Primeira semana letiva de agosto/
Primeira semana letiva de fevereiro
Última semana letiva de outubro/
Última semana letiva de maio
Segunda semana letiva de novembro/
Segunda semana letiva de junho
Entrega do TCC e Artigo
corrigidos para o orientador
Duas semanas após a defesa
OBS.: As datas serão fornecidas previamente no cronograma das disciplinas.
VI.
DAS PARTES CONTITUINTES
Estão automaticamente credenciados para orientar o Trabalho de Conclusão
de Curso (TCC) de Graduação todos os docentes do Curso de Engenharia da
Faculdade Redentor.
Podem se candidatar a serem orientadores do Trabalho de Conclusão de
Curso (TCC) de Graduação outros pesquisadores não pertencentes ao Curso de
Engenharia da Faculdade Redentor como: Professores e/ou Pesquisadores de
outros Cursos de Graduação da Faculdade, ou de outras Universidades ou Institutos
de Pesquisa, desde que aprovados pelo Colegiado do Curso e mediante
apresentação do Anexo 15 preenchido e assinado.
Será permitida ao estudante a escolha do professor orientador conforme o
tema do Projeto em engenharia, dependendo da disponibilidade deste.
217
Quando o orientador ficar impossibilitado de conduzir a orientação do
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Graduação ficará a cargo do Colegiado a
designação de um orientador substituto.
O orientador e/ou orientando poderão solicitar ao Colegiado do Curso, através
de requerimento fundamentado, a dissolução do compromisso de orientação,
cabendo ao Colegiado avaliar a procedência do pedido.
É
permitido
ao
orientando
a
possibilidade
de
co-orientação
para
desenvolvimento do seu trabalho, podendo ser um professor pertencente ao quadro
docente da Faculdade Redentor, professor de outra instituição, pós-graduado com
titulação mínima de especialista ou por profissional com notório saber na área
referente ao tema do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Graduação do
estudante, desde que devidamente credenciado no curso e aprovado pelo Colegiado
do Curso.
As atividades que os professores de Trabalho de Conclusão de Curso I e II,
orientador e orientando devem exercer estão descritas a seguir:
VI. I – Professor responsável pela disciplina de Trabalho de
Conclusão de Curso I e/ou II

Possuir, obrigatoriamente, graduação em Engenharia Civil;

Dar ciência, aos alunos e professores orientadores, dos procedimentos
estabelecidos no manual de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em
Engenharia;

Indicar o aluno aos professores-orientadores, de acordo com as linhas de
pesquisa;

Confeccionar o cronograma das disciplinas de forma a informar o aluno
das datas das avaliações e atividades;

Coordenar e organizar as bancas de defesa de Projeto;

Providenciar e manter atualizados os instrumentos de registros de
atividades desenvolvidas durante a fase de elaboração do Trabalho de
Conclusão de Curso I e II;
218

Controlar a Ficha de Acompanhamento de Atividades Semanais (Anexo 4a) com informações fornecidas pelo orientando e pelo professor
orientador;

Supervisionar todas as fases de desenvolvimento do Projeto;

Receber os trabalhos dos alunos e encaminhar aos membros das bancas
(Anexo 12);

Receber do aluno os volumes com as considerações da banca e a versão
impressa corrigida e em arquivos eletrônicos (CD) e encaminhar os
volumes ao orientador para verificação das correções;

Receber do orientador os volumes finais em arquivos eletrônicos (CD)
acompanhados das declarações de correção e encaminhar os volumes à
biblioteca;

Acompanhar todo o processo avaliativo das disciplinas de Trabalho de
Conclusão de Curso I e II e encaminhar os resultados finais ao Controle e
Registro Acadêmico para os devidos registros.
VI. II – Professor Orientador

Orientar o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC): Embasamento teórico,
Projeto e Artigo Científico;

Avaliar as propostas de Trabalho de Conclusão de Curso (Projeto) e
deferir ou indeferir as solicitações de orientação;

Examinar e rever a Proposta de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC);

Orientar o desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
cumprindo o cronograma de atividades estabelecido de comum acordo
com o(s) orientando(s);

Acompanhar o progresso do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC);

Definir, junto ao orientando, possíveis alterações ou complementações ao
Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC I) projeto original (no caso de
alterações que comprometam ou altere os objetivos iniciais do projeto
proposto, o Professor da Disciplina deverá ser consultado e que por sua
vez solicitará parecer do Colegiado do Curso);
219

Preencher junto ao professor da disciplina de Trabalho de Conclusão de
Curso I e II, a Ficha de Acompanhamento de Atividades Semanais (Anexo
4-a);

Proceder a revisão de todas as etapas do Trabalho de Conclusão de
Curso (TCC);

Entregar ao professor da disciplina a declaração de Correção de Trabalho,
bem como o arquivo digital (CD).
VI. III – Orientando

Realizar o levantamento bibliográfico a ser utilizado no desenvolvimento
das atividades do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC);

Desenvolver todas as etapas do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC);

Ser responsável pela viabilidade de execução do trabalho, assumindo a
obtenção de informações e dados (desenhos arquitetônicos, desenhos
topográficos, entre outros) necessários ao desenvolvimento de seu
projeto, bem como a sua veracidade;

Cumprir o cronograma apresentado na Ficha de Cronograma (Anexo 2);

Cumprir a carga horária referente à disciplina de Trabalho de Conclusão
de Curso I e II;

Preencher junto ao professor da disciplina de Trabalho de Conclusão de
Curso I e II, a Ficha de Acompanhamento de Atividades Semanais (Anexo
4-a);

Sugerir, junto ao orientador, possíveis alterações ou complementações ao
projeto original (no caso de alterações que comprometam ou altere os
objetivos iniciais do projeto proposto, o Professor da Disciplina deverá ser
consultado e que por sua vez solicitará parecer do Colegiado do Curso);

Apresentar seminários preliminares à defesa do Trabalho de Conclusão
de Curso (TCC) que forem considerados necessários pelo orientador e/ou
professor da disciplina;

Fazer a redação do Trabalho de Conclusão de Curso (Embasamento
Teórico, Memorial Descritivo, Memória de Cálculo, Desenhos Técnicos,
Artigo Científico, entre outros);
220

Entregar ao professor da disciplina três cópias impressas dos trabalhos
para encaminhamento aos membros da banca;

Proceder a entrega do volume final do Trabalho de Conclusão de Curso
(Projeto
e
Artigo)
corrigido
ao
professor
da
disciplina
para
encaminhamento ao orientador para preenchimento da Declaração de
Correção da Versão Final e entrega do volume em arquivo digital (CD).
VII.
DO ACOMPANHAMENTO CURRICULAR
O acompanhamento do desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso
(disciplinas de Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia I e II) dos alunos
será feito através da Ficha de Acompanhamento de Atividades Semanais (Anexo 4a), preenchida pelo aluno e pelo orientador. Nesta planilha é computada a carga
horária cumprida pelo aluno, bem como as atividades desenvolvidas. A apresentação
desta Ficha deverá ser realizada em todas as aulas conforme cronograma da
disciplina.
VIII.
DA ENTREGA PARA A BANCA
Deverão ser entregues ao professor da disciplina de Trabalho de Conclusão
de Curso II (TCC II), 3 (três) exemplares do trabalho (Embasamento Teórico,
Projetos e Artigo Científico) em volume único, que encaminhará o material a banca
(Anexo 12). As datas para entrega destes materiais deverão ser preestabelecidas
pelo cronograma da disciplina, que terão como orientação o Quadro 5. O Trabalho
de Conclusão de Curso (TCC) de Graduação deve ser apresentado na data
determinada pelo professor da disciplina, conforme o cronograma da disciplina. Não
serão aceitos trabalhos entregues após este prazo, resultando em reprovação
automática. Os componentes da Banca Examinadora deverão ser consultados com
antecedência,
pelo
professor
da
disciplina
disponibilidade em participarem da mesma.
ou
orientador,
em
relação
à
221
IX.
DA AVALIAÇÃO
A avaliação final será realizada por uma Banca Examinadora que será
indicada pelo professor da disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e
aprovada pela Coordenação do Curso.
A Banca Examinadora será constituída por 3 (três) membros titulares, sendo
que pelo menos um titular deve pertencer ao Curso de Engenharia da Faculdade
Redentor.
O orientador deverá participar da Banca Examinadora como Presidente. Na
sua ausência ou impedimento, o Presidente da Banca Examinadora deverá ser o
professor da disciplina ou o coordenador do curso.
A avaliação deverá ser realizada com Defesa Pública. A Defesa Pública do
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Graduação deverá ser entendida como
uma consolidação das etapas vivenciadas na academia, permitindo inclusive
confronto de ideias, o que poderá constituir uma forma de ensino e aprendizado.
A data e hora da sessão de Defesa Pública serão determinadas pelo
professor de Trabalho de Conclusão de Curso I e II, juntamente com a Coordenação
de Curso.
Os componentes da Banca Examinadora deverão receber os exemplares do
Trabalho de Conclusão de Curso II de Graduação, conforme cronograma da
disciplina.
A Defesa Pública consistirá em uma exposição oral de no mínimo 20 (vinte) e
no máximo 30 (trinta) minutos, onde será feita uma síntese do trabalho.
Em seguida será feita a arguição pública, onde cada examinador, tem um
tempo máximo de 10 (dez) minutos para a arguição e o examinado o mesmo tempo
para a defesa.
Na apreciação do trabalho, cada examinador, exceto o orientador, dará uma
nota na escala de zero a sete.
222
A nota final do aluno será o somatório das notas de V1 e V2, dividido por dois.
A Banca Examinadora emitirá um parecer único (Anexo 10) que será
entregue, ao final da sessão pública de julgamento, ao professor da disciplina,
juntamente com o formulário para avaliação de Trabalho de Conclusão de Curso
(TCC) de Graduação emitido por cada examinador (Anexos 9-a e 9-b).
Após a emissão do parecer pela banca examinadora, o presidente da Banca
divulgará Resultado da Avaliação: APROVADO ou REPROVADO.
Será APROVADO o aluno que obtiver a média final igual ou superior a 7,0
(sete) na avaliação do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), desde que
observado o disposto no item II, quadro V.
O aluno que obtiver média final inferior a 7,0 (sete) será REPROVADO e
deverá cursar novamente a disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso II (TCC II).
Quaisquer outras situações não constantes desta norma serão
analisadas e julgadas pelo Colegiado do Curso de Engenharia da Faculdade
Redentor.
A fraude na elaboração do trabalho, na forma de plágio, ou outra, será
considerada “falta grave”, estando os envolvidos sujeitos às penalidades previstas no
Regimento da Faculdade Redentor. Caso a banca examinadora tenha fortes razões
para supor que houve a fraude, deverá encaminhar um pedido para abertura de
comissão de sindicância pelo Colegiado do Curso para o julgamento do caso.
Após a defesa do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Graduação, o
professor da disciplina providenciará declaração de participação em banca
examinadora para todos os seus membros (Anexo 13), especificando a do orientador
(Anexo 14).
X.
DA ENTREGA FINAL
223
Após a apresentação para a Banca Examinadora, o aluno terá um prazo
determinado pelo professor da disciplina, e conforme cronograma, para efetuar
correções e sugestões orientadas na apresentação do Projeto. O aluno, munido de
um exemplar impresso, os exemplares corrigidos pela banca e o arquivo digital (CD),
deverá procurar o professor da disciplina que encaminhará o material recebido ao
orientador, que por sua vez, verificará se as correções foram realizadas conforme
orientações e exigências da banca. O Orientador deverá preencher o Anexo 11-a,
caso se confirme as alterações e formalizará a entrega ao professor da disciplina que
encaminhará o material à Biblioteca da Faculdade. Em caso de comprovação de não
cumprimento de todas as correções, o orientador deverá preencher o Anexo 11-b e o
aluno estará automaticamente REPROVADO.
XI.
DOS CASOS OMISSOS
Os casos omissos que não constam nesta norma, serão analisados e julgados
pelo Colegiado do Curso de Engenharia da Faculdade Redentor.
224
ANEXO 1
FICHA DE CADASTRAMENTO
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO EM ENGENHARIA
Aluno (a) 1______________________________________________________________________________
Matrícula _______________________ Telefones ______________________________________________
email ___________________________________________________________________________________
Aluno (a) 2______________________________________________________________________________
Matrícula _______________________ Telefones ______________________________________________
email ___________________________________________________________________________________
Aluno (a) 3______________________________________________________________________________
Matrícula _______________________ Telefones ______________________________________________
email ___________________________________________________________________________________
Orientador _____________________________________________
email __________________________
Co-orientador ___________________________________________
email __________________________
TÍTULO DO TRABALHO
_______________________________________________________________________________________
Temas para a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em Engenharia (escolher mais de
um se houver necessidade):
EDIFICAÇÕES
ESTRADAS, PISTAS DE ROLAMENTO
SISTEMAS DE TRANSPORTE
PORTOS, RIOS, CANAIS
DRENAGEM E IRRIGAÇÃO
AEROPORTOS
ABASTECIMENTO DE ÀGUA
BARRAGEBS E DIQUES
SISTEMAS DE SANEAMENTO
PONTES E GRANDES ESTRUTURAS
225
Sinopse (descrever de forma sucinta as principais características do projeto)
Comprometemo-nos a cumprir rigorosamente as Normas e os Prazos para a realização do Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC) em Engenharia Civil:
Aluno 1 _________________________________________________________________________________
Aluno 2 _________________________________________________________________________________
Aluno 3 _________________________________________________________________________________
Professor Orientador: ______________________________________________________________________
Itaperuna, _____/______/______
226
ANEXO 2
FICHA DE CRONOGRAMA - TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO EM ENGENHARIA
Professora da disciplina TCC I :
Aluno (a) 1_________________________________________________
Matrícula _________________
Aluno (a) 2__________________________________________________
Matrícula _________________
Aluno (a) 3________________________________________________
Orientador _________________________________________________
Matrícula _________________
CRONOGRAMA DE ATIVIDADES
MESES
ATIVIDADES
1. Definição do tema
2. Apresentação da proposta de projeto
FEV
MAR
x
x
ABR
MAI
JUN
JUL
AGO
SET
OUT
x
3. ...
X. Entrega do Embasamento Teórico
x
X. ...
X. Entrega dos 3 volumes impressos para a banca,
x
NOV
227
inclusive o artigo
X. Defesa pública
x
X. Entrega da Versão Final
x
Comprometemo-nos a cumprir rigorosamente o cronograma aqui proposto para a realização do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em Engenharia:
Aluno (a) 1 _______________________________________________________________
Aluno (a) 2 _______________________________________________________________
Aluno (a) 3 _______________________________________________________________
Professor Orientador: _______________________________________________________
Itaperuna, _____/_____/_____
228
ANEXO 3
FICHA DE BANCA DE PROPOSTA DE PROJETO
Aluno (a) 1______________________________________________________________________________
Aluno (a) 2______________________________________________________________________________
Aluno (a) 3______________________________________________________________________________
Orientador ______________________________________________________________________________
TÍTULO DO TRABALHO
________________________________________________________________________________________
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
CRITÉRIOS SUGERIDOS
PARA AVALIAÇÃO
(1,0 ponto cada)
AVALIADOR 1:
ORIENTADOR
AVALIADOR 2:
PROFESSOR DA
DISCIPLINA
AVALIADOR 3
COORDENADOR
MÉDIA
COMPLEXIDADE (ÁREAS
1
ESPECÍFICAS),
RELEVÂNICA DO TEMA E
JUSTIFICATIVA
2
3
4
OBJETIVOS GERAL E
ESPECÍFICOS
METODOLOGIA,
MÉTODOS E TÉCNICAS
RESULTADOS
ESPERADOS
DISTRIBUIÇÃO DAS
5
ATIVIDADES
(CRONOGRAMA)
TOTAL
Avaliador 1 – Professor Orientador:
_________________________________________________________
Avaliador 2 – Professor da Disciplina:
_________________________________________________________
Avaliador 3 – Coordenador do Curso:
_________________________________________________________
Itaperuna, _____/______/______
229
ANEXO 4-a
FICHA DE ACOMPANHAMENTO DE ATIVIDADES – Valor: 5,0 pontos
Aluno (a) 1______________________________________________________________________________
Aluno (a) 2______________________________________________________________________________
Aluno (a) 3______________________________________________________________________________
Orientador ______________________________________________________________________________
TÍTULO DO TRABALHO
________________________________________________________________________________________
PERÍODO
ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
PARTICIPAÇÃO DOS
ALUNOS/
ASSINATURA
1-__________________
___/___/____
a
2- __________________
___/___/____
3- __________________
___/___/____
1-__________________
a
2- __________________
___/___/____
3- __________________
___/___/____
1-__________________
a
2- __________________
___/___/____
3- __________________
ASSINATURA
DO
PROFESSOR
ORIENTADOR
ASSINATURA
DO
PROFESSOR
DA DISCIPLINA
230
___/___/____
1-__________________
a
2- __________________
___/___/____
3- __________________
___/___/____
1-__________________
a
2- __________________
___/___/____
3- __________________
1-__________________
___/___/____
a
2- __________________
___/___/____
3- __________________
1-__________________
___/___/____
a
2- __________________
___/___/____
3- __________________
1-__________________
___/___/____
a
2- __________________
___/___/____
3- __________________
Aluno (a) 1 –
__________________________________________________________
Nota:___________
Aluno (a) 2 –
__________________________________________________________
Nota:___________
Aluno (a) 3 –
__________________________________________________________
Nota:___________
Itaperuna, _____/______/______
231
ANEXO 4-b
DECLARAÇÃO DE AUTORIA
Identidade:
Nome:
________________________________________________________________
___________________
Identidade:
Nome:
_________________________________________________________________
___________________
Identidade:
Nome:
_________________________________________________________________
___________________
Nós, acima identificados(as), declaramos para os devidos fins e sob as penas
previstas pela lei, de acordo com o Código Penal Brasileiro, e na lei 9.610/1998, que o
trabalho
que
versa
sobre
o
título
_______________________________________________ é de nossa única e exclusiva
autoria, estando a FACULDADE REDENTOR autorizada a divulgá-lo, mantendo cópia em
biblioteca, sem ônus referentes a direitos autorais, por se tratar de exigência parcial para
certificação do CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL.
Itaperuna, _____/______/______
Aluno(a) 1 –
_________________________________________________________________
Aluno(a) 2 –
_________________________________________________________________
Aluno(a) 3 –
_________________________________________________________________
232
ANEXO 5
FICHA DE AVALIAÇÃO DO EMBASAMENTO TEÓRICO – ORIENTADOR
Aluno (a) 1_____________________________________________________________________________
Aluno (a) 2_____________________________________________________________________________
Aluno (a) 3_____________________________________________________________________________
Orientador ______________________________________________________________________________
TÍTULO DO TRABALHO
________________________________________________________________________________________
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO – Valor total: 4,0 pontos
CRITÉRIOS
VALOR
Assiduidade
0,5
Pontualidade
Qualidade e Quantidade do conteúdo
técnico apresentado
Apresentação
0,5
VALOR ATRIBUÍDO
2,0
1,0
Total
COMENTÁRIOS E SUGESTÕES
Itaperuna, _____/______/______
Professor Orientador:
_____________________________________________________________________
233
ANEXO 6
FICHA DE AVALIAÇÃO DO EMBASAMENTO TEÓRICO – PROFESSOR DA DISCIPLINA
Aluno (a) 1_____________________________________________________________________________
Aluno (a) 2_____________________________________________________________________________
Aluno (a) 3_____________________________________________________________________________
Orientador ______________________________________________________________________________
TÍTULO DO TRABALHO
_______________________________________________________________________________________
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO – Valor total: 6,0
CRITÉRIOS
VALOR
Assiduidade
1,0
Pontualidade
Conteúdo apresentado segundo
metodologia proposta
Apresentação
1,0
VALOR ATRIBUÍDO
2,0
2,0
Total
COMENTÁRIOS E SUGESTÕES
taperuna, _____/______/______
Professor da Disciplina:
_____________________________________________________________________
234
ANEXO 7
FICHA DE AVALIAÇÃO DO CUMPRIMENTO DO CRONOGRAMA – PROFESSOR DA
DISCIPLINA
Aluno (a) 1_____________________________________________________________________________
Aluno (a) 2_____________________________________________________________________________
Aluno (a) 3_____________________________________________________________________________
Orientador ______________________________________________________________________________
TÍTULO DO TRABALHO
________________________________________________________________________________________
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO – Valor total: 3,0 pontos
CRITÉRIOS
VALOR
Assiduidade e Pontualidade
Desenvolvimento da Metodologia
proposta
Avaliação da apresentação segundo a
metodologia científica
0,5
VALOR ATRIBUÍDO
1,0
1,5
Total
COMENTÁRIOS E SUGESTÕES
Itaperuna, _____/______/______
Professor da Disciplina:
___________________________________________________________________
235
ANEXO 8
FICHA DE AVALIAÇÃO DO CUMPRIMENTO DO CRONOGRAMA – ORIENTADOR
Aluno (a) 1_____________________________________________________________________________
Aluno (a) 2_____________________________________________________________________________
Aluno (a) 3_____________________________________________________________________________
Orientador ______________________________________________________________________________
TÍTULO DO TRABALHO
________________________________________________________________________________________
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO – Valor total: 3,0 pontos
CRITÉRIOS
VALOR
Assiduidade e Pontualidade
Desenvolvimento das atividades
propostas
Avaliação da forma de apresentação
do projeto segundo critérios técnicos
0,5
VALOR ATRIBUÍDO
1,0
1,5
Total
COMENTÁRIOS E SUGESTÕES
Itaperuna, _____/______/______
Professor Orientador:
_____________________________________________________________________
236
ANEXO 9-a
FICHA DE AVALIAÇÃO – MEMBRO DA BANCA 1
Aluno (a) 1_____________________________________________________________________________
Aluno (a) 2_____________________________________________________________________________
Aluno (a) 3_____________________________________________________________________________
Orientador __________________________________________________________________________
TÍTULO DO TRABALHO____________________________________________________________________
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO – Valor Total 10,0 com peso 7,0
Produção Escrita – Projeto Final
Valor
Qualidade da redação
0,5
Objetividade e Sequencia lógica
1,0
Metodologia Adotada
1,0
Análise e interpretação de dados
1,0
Consolidação da conclusão e recomendações futuras
0,5
Produção Escrita – Artigo Científico
Valor
Relevância para publicação
1,0
Linguagem clara e objetiva
1,0
Formatação
1,0
Apresentação Oral
Apresentação audiovisual
Domínio do conteúdo
Valor
0,5
Adequação ao tempo disponível
0,5
Desempenho na arguição
1,5
Nota Atribuída
Nota Atribuída
Nota Atribuída
0,5
Total (10,0)
Total (peso 7,0)
Professor Orientador:
_________________________________________________________
Professor da Disciplina:
_________________________________________________________
Avaliador
_________________________________________________________
Itaperuna, _____/______/______
237
ANEXO 9-b
FICHA DE AVALIAÇÃO – MEMBRO DA BANCA 2
Aluno (a) 1_____________________________________________________________________________
Aluno (a) 2_____________________________________________________________________________
Aluno (a) 3_____________________________________________________________________________
Orientador __________________________________________________________________________
TÍTULO DO TRABALHO____________________________________________________________________
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO – Valor Total 10,0 com peso 7,0
Produção Escrita – Projeto Final
Valor
Qualidade da redação
0,5
Objetividade e Sequencia lógica
1,0
Metodologia Adotada
1,0
Análise e interpretação de dados
1,0
Consolidação da conclusão e recomendações futuras
0,5
Produção Escrita – Artigo Científico
Valor
Relevância para publicação
1,0
Linguagem clara e objetiva
1,0
Formatação
1,0
Apresentação Oral
Valor
Apresentação audiovisual
0,5
Domínio do conteúdo
0,5
Adequação ao tempo disponível
0,5
Desempenho na arguição
1,5
Nota Atribuída
Nota Atribuída
Nota Atribuída
Total (10,0)
Total (peso 7,0)
Professor Orientador:
_________________________________________________________
Professor da Disciplina:
_________________________________________________________
Avaliador
_________________________________________________________
Itaperuna, _____/______/______
238
ANEXO 10
(Via da Banca Examinadora)
RECOMENDAÇÕES DA BANCA EXAMINADORA
Aluno (a) 1_____________________________________________________________________________
Aluno (a) 2_____________________________________________________________________________
Aluno (a) 3_____________________________________________________________________________
Orientador ______________________________________________________________________________
TÍTULO DO TRABALHO____________________________________________________________________
*
NOTA FINAL :
______________________________________________________________________________
*(
Somatório das notas dos anexos 7, 8, 9-a e 9-a) dividido por 2.
SITUAÇÃO:
APROVADO
REPROVADO
AVALIAÇÃO – COMENTÁRIOS E SUGESTÕES
Professor Orientador –
_________________________________________________________________
Avaliador 2 –
_________________________________________________________________
Avaliador 3 –
_________________________________________________________________
Aluno (a) 1 –
_________________________________________________________________
Aluno (a) 2 –
_________________________________________________________________
Aluno (a) 3 –
_________________________________________________________________
Itaperuna, _____/______/______
239
ANEXO 10
(Via dos Alunos)
RECOMENDAÇÕES DA BANCA EXAMINADORA
Aluno (a) 1_____________________________________________________________________________
Aluno (a) 2_____________________________________________________________________________
Aluno (a) 3_____________________________________________________________________________
Orientador ______________________________________________________________________________
TÍTULO DO TRABALHO
________________________________________________________________________________________
AVALIAÇÃO - COMENTÁRIOS E SUGESTÕES
Professor Orientador –
_________________________________________________________________
Avaliador 2 –
_________________________________________________________________
Avaliador 3 –
_________________________________________________________________
Aluno (a) 1 –
_________________________________________________________________
Aluno (a) 2 –
_________________________________________________________________
Aluno (a) 3 –
_________________________________________________________________
Itaperuna, _____/______/______
240
ANEXO 11-a
DECLARAÇÃO DE RECEBIMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO EM
ENGENHARIA CORRIGIDO
Eu, ___________________________________________, professor orientador, declaro
que o trabalho intitulado _____________________________________________________
foi corrigido conforme sugestões dos membros da banca avaliadora, segundo anexo 10,
pelos alunos __________________________, _________________________________ e
_____________________________________, sendo entregue em versão final digital,
seguindo todas as normas que regem o Projeto Final em Engenharia.
Orientador Prof.
________________________________________________________________
Itaperuna, _____/______/______
241
ANEXO 11-b
DECLARAÇÃO DE RECEBIMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO EM
ENGENHARIA NÃO CORRIGIDO CONFORME TODAS AS ORIENTAÇÕES DA BANCA
EXAMINADORA
Eu, ___________________________________________, professor orientador, declaro
que o trabalho intitulado _____________________________________________________
não foi (totalmente) corrigido conforme sugestões dos membros da banca avaliadora,
segundo
anexo
10,
pelos
alunos
__________________________,
_________________________________ e _____________________________________,
não seguindo todas as normas que regem o Projeto Final em Engenharia, estando assim
os alunos acima mencionados, REPROVADOS na disciplina de Projeto Final II em
Engenharia Civil.
Orientador Prof.
________________________________________________________________
Itaperuna, _____/______/______
242
ANEXO 12
CONFIRMAÇÃO DE ENTREGA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO EM
ENGENHARIA PARA A BANCA EXAMINADORA
Aluno (a) 1_____________________________________________________________________________
Aluno (a) 2_____________________________________________________________________________
Aluno (a) 3_____________________________________________________________________________
Orientador _____________________________________________________________________________
Professor da Disciplina___________________________________________________________________
TÍTULO DO TRABALHO
________________________________________________________________________________________
Banca Examinadora – Confirmação de recebimento dos volumes finais:
Nome: Prof.____________________________________________________________
Assinatura: ____________________________________________________________
Data: _____/____/____
Nome: Prof. .___________________________________________________________
Assinatura: ____________________________________________________________
Data: _____/____/____
Nome: Prof._____________________________________________________________
Assinatura: ____________________________________________________________
Data: _____/____/____
Cada membro da banca deve assinar ao lado de seu nome ao receber os volumes finais.
243
ANEXO 13
DECLARAÇÃO DE PARTICIPAÇÃO EM BANCA EXAMINADORA
DECLARAÇÃO
Declaro, para os devidos fins, que o Professor _______________,
participou
como
examinador(a)
da
defesa
do
trabalho
intitulado
_______________________________________, desenvolvido pelos alunos
_____,____________e ____________, regularmente matriculado na disciplina
Trabalho de Conclusão de Curso II do 10º período do curso de Engenharia Civil
da Faculdade Redentor.
Itaperuna, ___ de _________ de 20__.
_____________________________________________
Professor de Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia Civil
_____________________________________________
Coordenador do Curso de Engenharia Civil
244
ANEXO 14
DECLARAÇÃO DE PARTICIPAÇÃO EM BANCA EXAMINADORA - ORIENTADOR
DECLARAÇÃO
Declaro, para os devidos fins, que o Professor _______________,
orientou e participou como presidente da banca da defesa do trabalho intitulado
_______________________________________, desenvolvido pelos alunos
_____,____________e ____________, regularmente matriculado na disciplina
Trabalho de Conclusão de Curso II do 10º período do curso de Engenharia Civil
da Faculdade Redentor.
Itaperuna, ___ de _________ de 20__.
_____________________________________________
Professor de Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia Civil
_____________________________________________
Coordenador do Curso de Engenharia Civil
245
ANEXO 15
DECLARAÇÃO DE ACEITE DE ORIENTAÇÃO EXTERNA SEM VÍNCULO IMPREGATÍCIO
COM A IES - ORIENTADOR
DECLARAÇÃO
Declaro, para os devidos fins, que aceito orientar/coorientar o
trabalho
desenvolvido
intitulado
pelos
alunos
_______________________________________,
__________,____________e
____________,
regularmente matriculados na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso I do
9º período do curso de Engenharia Civil da Sociedade Universitária
Redentor/Faculdade Redentor e estou ciente que esta orientação/coorientação
não acarretará em vínculo empregatício com a Faculdade Redentor, nem em
remuneração em qualquer espécie pelo orientação/coorientação desenvolvida.
Itaperuna, ___ de _________ de 20__.
_____________________________________________
Orientador Externo
246
REGIMENTO DO
ESCRITÓRIO ESCOLA
REGIMENTO DO ESCRITÓRIO ESCOLA
247
FACULDADE REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL
TÍTULO I
DO ESCRITÓRIO-ESCOLA E SUAS FINALIDADES
Art. 1º O Escritório Escola da Faculdade Redentor de Paraíba do
Sul, doravante denominado simplesmente Escritório Escola, compõe a
estrutura organizacional da Faculdade Redentor de Paraíba do Sul, vinculado
diretamente aos cursos de graduação em Arquitetura, Engenhara Civil,
Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção e indiretamente aos demais
cursos de graduação.
Art. 2º O Escritório Escola tem por finalidade servir de campo de
estágio curricular supervisionado (prática real) para os alunos dos cursos de
graduação em Arquitetura, Engenhara Civil, Engenharia Mecânica, Engenharia
de Produção e, como decorrência dessa prática, prestar serviços nas
respectivas áreas de atribuição profissional de cada curso à comunidade
carente e comunidade em geral, em âmbito municipal e regional (municípios
vizinhos).
Art. 3º O Escritório Escola reger-se-á pelas normas gerais da
Faculdade Redentor de Paraíba do Sul, no campo acadêmico e administrativo,
pelas normas gerais do estágio curricular supervisionado de cada curso de
graduação envolvido, por este Regimento e demais normas pertinentes.
TÍTULO II
DA ESTRUTURA E ATRIBUIÇÕES
CAPÍTULO I
DA ESTRUTURA
Art. 4º O Escritório Escola compõe-se dos seguintes órgãos:
I - Coordenação;
II – Profissionais de nível técnico e superior;
III – Secretaria
IV – Grupos de alunos dos cursos envolvidos e Estagiários.
Art. 5º O Escritório Escola é dirigido por um Coordenador, as
atividades de extensão e projetos são realizadas pelos profissionais de nível
técnico e superior, com a participação dos grupos de alunos e auxiliados pelo
Secretário.
248
Art. 6º O Coordenador do Escritório Escola será designado pelo
Diretor de Graduação da Faculdade Redentor de Paraíba do Sul.
Art. 7º O Coordenador e os profissionais de nível técnico e
superior deverão ser profissionais com formação curso de graduação em
Arquitetura, Engenhara Civil, Engenharia Mecânica e Engenharia de Produção,
devidamente inscritos no órgão da respectiva classe, quando houver.
CAPÍTULO II
DAS ATRIBUIÇÕES
SEÇÃO I
DO COORDENADOR
Art. 8º Compete ao Coordenador do Escritório Escola a direção e
a orientação do seu funcionamento, das atividades de estágio desenvolvidas e
dos serviços prestados, em conformidade com as decisões superiores e as
normas vigentes, cabendo-lhe especificamente, entre outras atribuições:
I - Coordenar as atividades do Escritório Escola;
II - Dirigir as reuniões com os profissionais de nível técnico
e superior e grupos de alunos dos cursos envolvidos;
III - Atribuir processos aos profissionais de nível técnico e
superior e aos grupos de alunos dos cursos envolvidos e estagiários, de forma
igualitária, para o melhor aproveitamento do ensino-aprendizagem;
IV - Zelar pela boa prática da realização dos projetos, de
forma a cumprir o cronograma de execução dos mesmos;
V - Aplicar penalidades de advertência e repreensão, na
forma deste Regimento e do Regimento da Faculdade Redentor de Paraíba do
Sul;
VI - Promover a avaliação do funcionamento e das
atividades do Escritório Escola, procedendo aos ajustes necessários à sua
melhoria;
VII - Representar o Escritório Escola em eventos, com o
objetivo de sua divulgação;
VIII - Elaborar, em conjunto com os Coordenadores dos
Cursos envolvidos e com os Supervisores Técnicos, o planejamento semestral
das ações do Escritório Escola;
IX - Apresentar ao Diretor da Unidade de Itaperuna relatório
semestral avaliativo e prestação de contas mensal, quanto às ações e
atividades desenvolvidas no Escritório Escola.
249
Parágrafo único. O Coordenador do Escritório Escola poderá
atuar também como profissional de nível técnico e superior, competindo-lhe
igualmente as atribuições destes.
SEÇÃO II
DOS PROFISSIONAIS DE NÍVEL TÉCNICO E SUPERIOR
Art. 9º São atribuições dos profissionais de nível técnico e
superior:
I - Transmitir aos estagiários instruções e ensinamentos
capazes de propiciar-lhes um adequado conhecimento do exercício
profissional, de seus problemas e responsabilidades, inclusive as de ordem
ética;
II - Supervisionar e ministrar orientações aos estagiários,
com vista ao seu bom desempenho na prática profissional;
III - Corrigir os projetos elaborados pelos estagiários e
devolvê-las no prazo de 05 (cinco) dias corridos, prorrogável por mais 05
(cinco) dias corridos;
IV - Assinar os projetos elaborados pelos estagiários;
V - Entregar ao estagiário e dele receber tarefas e cópias
de documentos dos envolvidos (clientes), bem como outros papéis necessários
ao cumprimento das tarefas;
VI - Organizar e acompanhar a ida dos estagiários à campo
(empresa, local de construção, área construída, cliente em geral, etc.),
prefeituras, secretarias, e repartições públicas em geral, zelando pelo seu
comparecimento;
VII - Acompanhar a ida dos estagiários à campo (empresa,
local de construção, área construída, cliente em geral, etc.), prefeituras,
secretarias, e repartições públicas em geral, sempre que necessário para o
bom desenvolvimento das atividades;
VIII - Verificar a correção e a fidelidade das declarações e
dos relatórios dos estagiários, não permitindo cópias e plágios que
representem fraude;
IX - Avaliar o desempenho do estagiário, observados os
critérios das Planilhas de Atividades (PA) e Ficha Individual de Avaliação (FIA);
X - Entregar avaliação dos estagiários no prazo a ser
designado pela coordenação do curso de graduação;
XI - Comunicar à Coordenação do Escritório Escola
qualquer possível anormalidade ou irregularidade, sugerindo as providências
cabíveis;
XII - Ser pontual e assíduo ao Escritório Escola e as visitas
a campo que lhe couberem;
250
XIII - Participar das reuniões, sempre que convocado.
Art. 10 O Coordenador do Escritório Escola distribuirá os
estagiários entre os profissionais de nível técnico e superior, para
acompanhamento dos mesmos no período de estágio estabelecido pela
coordenação do curso, conforme a disponibilidade do quadro de supervisores
compatível com sua carga horária, função e indicações de dias e horas
semanais informados pelos estagiários no Plano Individual de Estágio ou
Termo de Compromisso de Estágio.
SEÇÃO III
DA SECRETARIA
Art. 11 Compete à Secretaria do Escritório Escola:
I - Manter atualizados os arquivos do Escritório Escola;
II - Manter arquivo específico com cópias de todos os
projetos realizados, cabendo ao Secretário sua atualização;
III - Promover a informatização e a modernização dos
processos no Escritório Escola, mantendo apenas a documentação em papel
necessária à comprovação de atividades praticadas;
IV - Manter cadastro atualizado dos profissionais de nível
técnico e superior do grupo de alunos e dos estagiários;
V - Manter cadastro atualizado dos Clientes;
VI - Manter agenda das visitas a campo referentes aos
clientes cadastrados;
VII - Controlar toda a tramitação dos projetos de cada
cliente;
VIII - Controlar todo o material existente, o fluxo da
bibliografia disponibilizada pelo Escritório Escola, bem como requisitar o
material de expediente necessários ao suporte às atividades do Escritório
Escola;
IX – Controlar a frequência dos estagiários do Escritório
Escola.
X - Elaborar todos os relatórios e atas de reunião no âmbito
do Escritório Escola;
XI - Representar o Escritório Escola em eventos, com o
objetivo de sua divulgação.
Parágrafo único. Os projetos ou serviços entregues em versão
final para o cliente deverão ser mantidos em arquivo por um prazo mínimo de
05 (cinco) anos, sendo expurgados somente após elaboração de relatório em
251
que se registrem os dados de identificação do projeto, arquivando-se o relatório
por prazo indeterminado.
TÍTULO III
DO ESTAGIÁRIO
Art. 12 São direitos do estagiário:
I - Receber todas as orientações dos profissionais de nível
técnico e superior e do Coordenador do Escritório Escola necessárias ao bom
desempenho de seu aprendizado;
II - Ter acesso à biblioteca básica do Escritório Escola,
mediante carga, para consulta e pesquisa exclusiva no seu âmbito;
III - Ter a sua escala no Escritório Escola assegurada, para
cumprimento da sua carga horária de estágio, de acordo com o Plano
Individual de Estágio ou Termo de Compromisso de Estágio, observadas as
disponibilidades do Escritório Escola e profissionais de nível técnico e superior;
IV - Recusar, por escrito e com fundamentação, trabalhos
ou atividades que lhe forem atribuídos e que estejam em desacordo com a
ética e com suas atribuições.
Art. 13 No ato do comparecimento inicial ao Escritório Escola, o
estagiário deverá dirigir-se ao Coordenador para receber a devida distribuição,
tanto de designação do seu Supervisor Técnico (profissionais de nível superior)
quanto para definição de sua escala de comparecimento ao estágio.
Parágrafo único. A tolerância por atraso no comparecimento ao
estágio será de no máximo 15 (quinze) minutos, salvo com justificativa prévia
acompanhada de plano para reposição do tempo perdido.
Art. 14 São deveres do estagiário:
I - Respeitar e cumprir este Regimento, as Normas Gerais
e Complementares de Estágio Curricular dos Cursos de Graduação ao qual
pertencem e o Regimento da Faculdade redentor;
II - Zelar pela ética profissional;
III - Tratar os clientes, colegas, professores e demais
integrantes do Escritório Escola com respeito;
IV - Diligenciar a ação que lhe for designada, no sentido de
obter as melhores soluções para cada caso apresentado, acompanhando os
feitos até o seu final, ou substabelecendo-os ao Escritório Escola, caso seja
impossível completá-la até o término do estágio;
em
suas
V - Comparecer, pontualmente, às atividades designadas
escalas prévias estabelecidas, bem como comparecer
252
obrigatoriamente às visitas de reconhecimento dos projetos de sua
responsabilidade e as que lhe forem designadas;
VI - Abster-se de quaisquer atos que importem em violação
de norma legal ou regimental;
VII - Registrar corretamente toda a qualificação do cliente,
preenchendo integralmente toda a Ficha de Cadastro, observando
obrigatoriamente: nome; endereço completo com ponto de referência, quando
necessário; telefones (residencial, comercial, celular e de recado) e
documentos de identificação;
VIII - Entregar toda a documentação à Secretaria, após
realizado o atendimento;
IX - Manter sigilo profissional dos fatos dos quais tomou
conhecimento em razão do estágio;
X - Informar o cliente de todos os procedimentos que o
projeto objetiva;
XI - Zelar pela documentação apresentada pelo cliente para
elaboração de projeto;
XII - Protocolar a atividade elaborada na Secretaria para
encaminhamento ao respectivo profissional de nível técnico e superior, para
correção;
XIII - Manter-se com vestimentas adequadas às atividades
do Escritório Escola e aos atos solenes, bem como orientar seu cliente neste
sentido.
Art. 15 É vedado ao estagiário recusar quaisquer tipos de projeto,
em andamento e/ou atendimento aos clientes do Escritório Escola, sob as
penas deste Regimento, salvo quando haja autorização expressa do
Coordenador do Escritório Escola.
Art. 16 Os estagiários poderão ou não ser integrantes do Grupo
de alunos dos cursos envolvidos.
TÍTULO IV
DAS PENALIDADES DISCIPLINARES
CAPÍTULO I
DAS PENALIDADES AOS PROFISSIONAIS DE NÍVEL TÉCNICO E
SUPERIOR
Art. 17 São aplicáveis aos Supervisores Técnicos as seguintes
penalidades:
I - Advertência verbal;
II - Repreensão por escrito;
253
III – Exclusão do quadro de profissionais de nível técnico e
superior do Escritório Escola;
Art. 18 A penalidade de advertência verbal é aplicável ao
profissional de nível técnico e superior que, sem justificativa prévia ou justa
causa:
I - Não observe os prazos regimentais;
II - Deixe de comparecer a ato acadêmico de sua obrigação
ou para o qual tenha sido regularmente convocado;
Art. 19 A penalidade de repreensão por escrito é aplicável ao
profissional de nível técnico e superior em caso de:
I - Reincidência em falta prevista no art. 18 deste;
II - Quando, de qualquer maneira, deixar de tratar o
Coordenador, os colegas Supervisores, os estagiários, as partes e demais
integrantes do Escritório Escola com respeito;
III - Quando, de qualquer modo, descurar de suas funções
e atribuições.
Art. 20 A penalidade de exclusão do quadro de profissionais de
nível técnico e superior do Escritório Escola é aplicável ao profissional de nível
técnico e superior em caso de:
I - Reincidência em falta prevista no art. 19 deste;
II - Descumprimento a determinações emanadas de
superiores.
III - Quando desenvolver atividade incompatível com as
suas atribuições profissionais;
IV - Prática de atos definidos como infração pelo órgão de
classe a qual pertence e pelas leis penais.
Art. 21 As penalidades previstas no art. 17 deste serão aplicadas:
I - Pelo Coordenador do Escritório Escola e/ou pelo
Coordenador do Curso de graduação envolvido, as de advertência verbal e
repreensão por escrito;
II - Pela Direção da Faculdade Redentor, as de exclusão do
quadro de profissionais de nível técnico e superior do Escritório Escola, ouvidos
o Coordenador do Escritório Escola e o Coordenador do curso de graduação.
Art. 22 Em todos os casos são assegurados ao implicado o
contraditório e a ampla defesa.
254
CAPÍTULO II
DAS PENALIDADES AOS ESTAGIÁRIOS
Art. 23 São aplicáveis aos estagiários as seguintes penalidades:
I - Advertência verbal;
II - Repreensão por escrito;
III - Subtração de carga horária;
IV - Suspensão;
V - Exclusão.
Art. 24 A advertência verbal será aplicada ao estagiário que
reincida no descumprimento de seus deveres e obrigações.
Art. 25 O estagiário será repreendido por escrito, constando dos
assentamentos, sempre que for reiteradamente impontual, faltoso ou
descumprir seus deveres ou quando demonstrar desídia em suas atividades;
Art. 26 Será aplicada ao estagiário a penalidade de subtração de
sua carga horária cumprida de estágio nas seguintes hipóteses:
I - Falta de acompanhamento efetivo das tarefas que lhe
forem atribuídas, subtração de 05 (cinco) horas;
II - No caso de não elaborar ou extraviar peças de simples
impulso do projeto, subtração de 10 (dez) horas;
III - Na hipótese de reincidência no art. 25 deste, subtração
de 11 (onze) a 20 (vinte) horas.
Art. 27 O estagiário será suspenso, pelo período de 01 (um) a 3
(três) meses, na hipótese de perda de prazos ou reincidência nas condutas
previstas no artigo anterior;
Art. 28 O estagiário será excluído do Escritório Escola por 01
(um) semestre, nas seguintes hipóteses:
I - Patrocínio particular das partes que procuram o
Escritório Escola;
II - Solicitação, a qualquer título, de quantias, valores, bens
ou vantagens, em razão do estágio do Escritório Escola;
III - Captação de clientela do Escritório Escola para si ou
para outrem;
IV - Reincidência em qualquer das práticas previstas no art.
27;
255
V - Prática de qualquer conduta tipificada na lei penal como
crime ou contravenção.
Art. 29 São competentes para aplicação das penalidades
previstas neste capítulo:
I - De advertência verbal: os profissionais de nível técnico e
superior, o Coordenador do Escritório Escola e o Coordenador do curso de
graduação a que o mesmo pertence;
II - De repreensão por escrito e de subtração de carga
horária: o Coordenador do Escritório Escola e o Coordenador do curso de
graduação a que o mesmo pertence;
III - De suspensão e exclusão: o Diretor Geral da
Faculdade Redentor, ouvidos o Coordenador do Escritório Escola e o
Coordenador do curso de graduação a que o mesmo pertence.
Art. 30 Em todos os casos, são assegurados ao implicado o
contraditório e a ampla defesa.
TÍTULO V
DOS CLIENTES DO ESCRITÓRIO ESCOLA
Art. 31 Poderão ser clientes do Escritório Escola a comunidade
regional, ou aquelas pessoas encaminhadas em decorrência de convênios com
órgão público;
Parágrafo único. O Escritório Escola poderá, a qualquer
momento, solicitar comprovação de renda de quem procura assistência técnica
gratuita, mesmo que portador da declaração de hipossuficiência;
Art. 32 Quando o Cliente mostrar desinteresse do projeto,
manifestado pelo não atendimento a duas convocações sucessivas, por carta
ou outro meio devidamente comprovado, ou pelo não comparecimento,
injustificado, em que sua presença for exigida, o Coordenador do Escritório
Escola poderá recomendar ao profissional de nível técnico e superior que
renuncie a atividade em questão, observado o disposto no art. 45 do Código de
Processo Civil Brasileiro.
TÍTULO VI
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 33 A comprovação de comparecimento do estagiário à visitas
de campo e sessões será feita mediante apresentação de documentação (préprojeto).
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Parágrafo único. O Coordenador do Escritório Escola e o
Coordenador do curso de graduação poderão estabelecer critérios adicionais
para cumprimento das atividades do estágio.
Art. 34 As solicitações de elaboração de projeto e atividades
técnicas serão feitas mediante formulário próprio, emitido e visado pelo
Coordenador do Escritório Escola, pelos profissionais de nível técnico e
superior e/ou pela Secretaria, que após o devido cumprimento servirá como
comprovação desta atividade junto a coordenação de curso.
Art. 35 O estágio não será considerado concluído se o estagiário
não concluir os processos não findos sob sua responsabilidade, devendo fazer
a entrega formal de toda documentação de seu cliente, caso ainda a detenha,
junto à Secretaria.
Art. 36 O estagiário deverá ficar permanentemente atento aos
avisos, comunicações e demais informações de interesse geral, afixados no
Quadro de Aviso da Secretaria.
Art. 37 O telefone do Escritório Escola é destinado
exclusivamente para tratar de assuntos de interesse do mesmo, ficando
terminantemente proibida a sua utilização para assuntos de cunho particular.
Art. 38 Os recursos computacionais do Escritório Escola
destinam-se ao uso exclusivo das atividades de estágio, sendo vedado seu uso
para fins pessoais, inclusive de impressão, declaração de produção, relatórios
de estágio e outros.
Art. 39 Os materiais, tais como papel, formulários, envelopes,
equipamentos dos laboratórios da Faculdade Redentor, etc, necessários para a
realização dos atendimentos aos clientes, devem ser solicitados à Secretaria
do Escritório Escola.
Art. 40 O Escritório Escola não está obrigado a aceitar todo o tipo
de projeto, especialmente as demandas temerárias, estando o atendimento
condicionado à área de abrangência do Escritório Escola e à disponibilidade
dos profissionais de nível técnico e superior e estagiários.
Art. 41 Nos casos omissos aplicam-se, subsidiariamente, o que
dispõe o Regimento da Faculdade Redentor e a legislação pertinente, ficando
autorizada ao Coordenador do Escritório Escola a adequação dos casos
extraordinários, ouvidas as instâncias superiores.
Art. 42 Este Regimento entrará em vigor na data de sua
aprovação.
Itaperuna - RJ, Março de 2015.
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