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CENTRAL DE COOPERATIVAS DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DO ESTADO
DO RIO GRANDE DO SUL LTDA. – UNICRED CENTRAL RS - CNPJ 01.634.601/0001-19
BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 (Valores em R$)
Nota
Ativo Circulante
Disponibilidades
Títulos e valores mobiliários
Relações interfinanceiras
Operações de crédito
Outros créditos
Outros valores e bens
Não circulante
Realizável a longo prazo
Outros créditos
Investimentos
Imobilizado de uso
Diferido
Intangível
Total do ativo
3
4
5
6
7
7
8
9
2013
629.559.751
13.224
617.407.331
8.668.389
2.995.619
461.412
13.776
2012
586.280.459
5.000
573.219.209
8.941.420
2.841.246
1.236.660
36.924
6.859.192
5.461.085
546.230
4.597.851
1.683.521
6.605
24.985
636.418.943
760.323
3.306.638
1.361.069
8.649
24.406
591.741.544
DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO 2º SEMESTRE DE 2013 E EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 (Valores em R$)
Nota
Passivo Circulante
Depósitos
Relações interfinanceiras
Outras obrigações
Não circulante
Exigível a longo prazo
Outras obrigações
Patrimônio líquido
Capital social
10
11
12
2013
611.151.119
143
601.325.512
9.825.464
2012
569.413.756
300.288
559.492.781
9.620.687
561.230
621.194
12
561.230
621.194
13
24.706.594
24.706.594
21.706.594
21.706.594
636.418.943
591.741.544
Total do passivo e patrimônio líquido
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO 2º SEMESTRE DE 2013
E EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 (Valores em R$)
Saldos em 1º de janeiro de 2012
Integralizações de capital
Saldos em 31 de dezembro de 2012
Integralizações de capital
Saldos em 31 de dezembro de 2013
Saldos em 1º de julho de 2013
Integralizações de capital
Saldos em 31 de dezembro de 2013
Capital social
12.811.594
8.895.000
21.706.594
3.000.000
24.706.594
21.706.594
3.000.000
24.706.594
Total
12.811.594
8.895.000
21.706.594
3.000.000
24.706.594
21.706.594
3.000.000
24.706.594
DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA 2º SEMESTRE DE 2013
E EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 (Valores em R$)
2013
2012
2º semestre
Exercício
Exercício
Fluxo de caixa das atividades operacionais
29.334.331
42.419.236 94.192.569
Sobra ajustada do semestre/exercícios
(263.040)
(389.310)
124.621
Resultado de equivalência patrimonial
(358.718)
(583.193)
(63.522)
Depreciações e amortizações
57.304
154.995
188.143
Valor residual de baixas de imobilizado de uso
38.374
38.888
(Aumento) redução dos ativos
2.756.568
1.131.147 (2.457.210)
Relações interfinanceiras
(376.487)
273.031
114.615
Operações de crédito
2.615.614
(154.373) (2.032.145)
Outros créditos e outros valores e bens
517.441
1.012.489
(539.680)
Aumento (redução) dos passivos
26.840.803
41.677.399 96.525.158
Depósitos
(67)
(300.145)
(30.594)
Relações interfinanceiras
26.207.222
41.832.731 96.209.290
Outras obrigações
633.648
144.813
346.462
Fluxo de caixa das atividades de investimentos
Aumento de investimentos
Aquisições de imobilizado de uso
Adições do intangível
(468.187)
(404.079)
(53.372)
(10.736)
(1.222.890)
(708.020)
(504.134)
(10.736)
(710.328)
(675.801)
(34.527)
-
Fluxo de caixa das atividades de financiamentos
Integralizações de capital
3.000.000
3.000.000
3.000.000
3.000.000
8.895.000
8.895.000
Aumento do caixa e equivalentes de caixa
31.866.144
44.196.346 102.377.241
Demonstração da variação do caixa e equivalentes de caixa
Caixa e equivalentes de caixa no início do semestre/exercícios
Caixa e equivalentes de caixa no fim do semestre/exercícios
585.554.411
617.420.555
573.224.209 470.846.968
617.420.555 573.224.209
Aumento do caixa e equivalentes de caixa
31.866.144
44.196.346 102.377.241
(i) (i)Refere-se a depósitos efetuados na Confederação das Unicreds, sendo esses recursos próprios ou referentes ao Fundo Garantidor de Depósitos
(FGD), conforme determina o artigo 37 da Resolução CMN 3.859/2010, com remuneração atrelada ao Certificado de Depósito Interbancário (CDI).
6 - Operações de crédito
a) Composição por tipo de operação e prazo de vencimento
2013
Circulante
3.014.024
(18.405)
2.995.619
2012
Circulante
2.857.336
(16.090)
2.841.246
b) Composição por nível de risco e situação de vencimento
Nível de Risco
A
B
2013
Vincendas*
2.347.088
666.936
3.014.024
Provisão %
0,5
1
2012
Vincendas
2.496.611
360.725
2.857.336
c) Composição por tipo de operação e situação de vencimento
*Vincendas (dias)
Descrição
Empréstimos
Até 30
586.772
31 a 60
222.312
61 a 90
809.084
91 a 180
809.084
181 a 360
586.772
Total
3.014.024
d) Concentração das operações de créditos (R$ 3.014.024 em 2013; R$ 2.857.336 em 2012)
Valor
2.293.186
2.857.336
2012
% do total
80%
100%
e) Movimentação da provisão para operações de crédito de liquidação duvidosa
2013
2012
Descrição
Maior devedor
3 maiores devedores
Valor
2.347.088
3.014.024
2013
% do total
78%
100%
2º semestre
(38.930)
20.525
(18.405)
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
CENTRAL DE COOPERATIVAS DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL LTDA.
– UNICRED CENTRAL RS, Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras
2º semestre de 2013 e exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e de 2012 (Valores em R$)
1 - CONTEXTO OPERACIONAL - A Central de Cooperativas de Economia e Crédito Mútuo do Estado do Rio Grande do Sul
Ltda. – Unicred Central – RS (Cooperativa), constituída em 14 de setembro de 1996, autorizada a funcionar pelo Banco
Central do Brasil (Bacen), conforme Ato número 9600689878, tem por objetivo a educação cooperativista, financeira e a
prestação de serviços de interesse de suas filiadas, tendo seu custo operacional ressarcido por estas (nota 14).
2 - APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E RESUMO DAS PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS - 2.1 Apresentação das demonstrações financeiras - As demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com as
práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil
(Bacen), considerando as Normas Brasileiras de Contabilidade, especificamente aquelas aplicáveis às entidades
Cooperativas, a Lei do Cooperativismo 5.764/1971 e Lei Complementar 130/2009, as normas e instruções do Bacen,
apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (COSIF), e os pronunciamentos,
orientações e as interpretações pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) aprovados pelo Bacen até o momento
(CPC 00, 01, 03, 05, 10, 23, 24, 25). As demonstrações financeiras, incluindo as notas explicativas, são de responsabilidade
da Administração da Cooperativa, e foram aprovadas em 30 de janeiro de 2014. 2.2 - Descrição das principais
práticas contábeis - As principais práticas contábeis aplicadas na preparação dessas demonstrações financeiras estão
definidas abaixo. Essas práticas foram aplicadas de modo consistente nos exercícios apresentados, salvo disposição em
contrário. 2.2.1 - Apuração do resultado - Os ingressos e os dispêndios são reconhecidos pelo regime de competência do
exercício. 2.2.2 - Estimativas contábeis - A preparação de demonstrações financeiras requer o uso de certas
estimativas contábeis críticas e também o exercício de julgamento por parte da Administração da Cooperativa no processo
de aplicação das políticas contábeis. As demonstrações financeiras da Cooperativa incluem, portanto, estimativas
referentes à seleção das vidas-úteis do ativo imobilizado, provisão para perdas nas operações de crédito, provisão para
contingências e outras similares. Os resultados reais podem apresentar variações em relação às estimativas. A
Administração da Cooperativa monitora e revisa as estimativas e suas premissas pelo menos semestralmente. 2.2.3 Caixa e equivalentes de caixa - Compreendem dinheiro em caixa, depósitos bancários livres e títulos e valores
mobiliários livres, de curto prazo e alta liquidez, com prazo inferior a 90 dias de vencimento. 2.2.4 - Títulos e valores
mobiliários e relações interfinanceiras - ativo - Classificados conforme a intenção da Administração da
Cooperativa em mantê-los até o vencimento, e são atualizados pelos rendimentos auferidos até a data do balanço, não
superando o valor de mercado. 2.2.5 - Operações de crédito - As operações pré-fixadas são registradas pelo valor
futuro, retificadas pela conta de rendas a apropriar, e as operações pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço,
observados os índices contratados. 2.2.6 - Provisão para operações de crédito de liquidação duvidosa Constituída em montante julgado suficiente pela Administração da Cooperativa para cobrir eventuais perdas na realização
de valores a receber, considerando ainda aspectos quanto à análise das operações em aberto, as garantias existentes, a
experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em
cada operação, além da conjuntura econômica, conforme determinam as Resoluções CMN 2.682/1.999 e 2.697/2.000, que
classificam as operações por nível de risco. 2.2.7 - Devedores por depósitos em garantia - Seja por determinação
judicial ou espontaneidade da Administração da Cooperativa, foram depositados valores para suportar passivos
contingentes constituídos. 2.2.8 - Investimentos - Representados, substancialmente, por participação na Tecnocred
Soluções Tecnológicas Ltda. avaliada pelo método de equivalência patrimonial. Os demais investimentos são avaliados
pelo custo de aquisição. Os investimentos são deduzidos conforme o caso, de provisão para perdas. 2.2.9 - Imobilizado
de uso - As imobilizações de uso são demonstradas pelo custo de aquisição deduzido da depreciação acumulada. As
depreciações são calculadas pelo método linear, aplicando-se taxas que contemplam a estimativa de vida útil-econômica
dos bens. 2.2.10 - Diferido e Intangível - Demonstrados pelo valor dos gastos, amortizados pelo método linear em
função do prazo dos benefícios futuros esperados. 2.2.11 - Redução ao valor recuperável de ativos - O imobilizado
e outros ativos são revistos semestralmente para se identificar evidências de perdas não recuperáveis, ou ainda, sempre
que eventos ou alterações nas circunstâncias indicarem que o valor contábil não pode ser recuperável (teste de
impairment). 2.2.12 - Relações interfinanceiras - passivo - Registradas pelo montante dos recursos das filiadas
(cooperativas singulares) centralizados pela Cooperativa, e inclui os encargos e variações monetárias até a data do
balanço. 2.2.13 - Demais ativos e passivos - Os demais ativos são apresentados ao valor de custo ou de realização,
incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidas não superando o valor de mercado. Os
demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos
correspondentes encargos e das variações monetárias incorridas. 2.2.14 - Provisões - As provisões são constituídas como
resultado de um evento passado, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para saldar a obrigação no
futuro. As provisões são registradas tendo como base as estimativas do risco envolvido. 2.2.15 - Ativos e passivos
contingentes - Os ativos contingentes não são reconhecidos, exceto quando da existência de evidências concretas que
assegurem a sua realização. Os passivos contingentes são reconhecidos contabilmente pela Administração da Cooperativa
quando, com base na opinião dos assessores jurídicos e outras análises das matérias, for considerado que há risco provável
de perda de ações judicial ou administrativa, gerando uma possibilidade de saída de recursos no futuro para a liquidação
dessas ações e, ainda, quando os montantes envolvidos possam ser mensurados com suficiente segurança. Esse é um
julgamento subjetivo, sujeito às incertezas de uma previsão sobre eventos futuros, mas que leva em consideração o
fundamento jurídico da causa, a viabilidade de produção de provas, a jurisprudência em questão, a possibilidade de
recorrer à instâncias superiores e a experiência histórica. A Administração da Cooperativa revisa periodicamente a situação
dos passivos contingentes, conjuntamente com sua assessoria jurídica. 2.2.16 - Segregação do circulante e não
circulante - Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a doze meses, estão classificados no circulante, e os
com prazos superiores, no não circulante. 2.2.17 - Demonstração dos fluxos de caixa - As demonstrações dos fluxos
de caixa foram preparadas pelo método indireto e estão sendo apresentadas de acordo com o estabelecido pelo Comitê de
Pronunciamentos Contábeis (CPC) e normas do Bacen.
3 - Composição do caixa e equivalentes de caixa - Às disponibilidades e os títulos e valores mobiliários são
classificadas como caixa e equivalentes de caixa para fins de apresentação da demonstração dos fluxos de caixa, quando
atendido às determinações da Resolução CMN 3.604/2008.
Descrição
2013
2012
Disponibilidades
Caixa e depósitos bancários
13.224
5.000
Títulos e valores mobiliários (nota 4)
617.407.331
573.219.209
617.420.555
573.224.209
Ingressos da intermediação financeira
Operações de crédito
Títulos e valores mobiliários
Dispêndios da intermediação financeira
Operações de captação no mercado
Provisão para operações de crédito
de liquidação duvidosa
Resultado bruto da intermediação financeira
Outros (dispêndios) ingressos operacionais
Ingressos de prestação de serviços
Dispêndios de pessoal e honorários
Outros dispêndios administrativas
Outros dispêndios operacionais
Outros ingressos operacionais
Resultado operacional
Resultado não operacional
Sobra do semestre/exercícios
4 - Títulos e valores mobiliários - Composição por tipo de aplicação:
Descrição
2013
2012
Letras Financeiras do Tesouro
118.761.582
50.903.143
Debêntures
6.189.825
4.700.274
Certificado de Depósitos Interbancários
42.589.112
34.280.564
Cotas de Fundos Referenciados
453.953.366
487.547.799
(-) Provisão para desvalorização de títulos (i)
(4.086.554)
(4.212.571)
617.407.331
573.219.209
(i) Refere-se a 100% das aplicações no Banco Santos S/A, liquidado pelo Bacen, registrada na conta “Cotas
de Fundos Referenciados”. Em 31 de dezembro de 2013 e de 2012, os títulos e valores mobiliários foram
contratados com prazo de resgate de até 90 dias. Em 2013, referidos títulos tiveram remuneração no
montante de R$ 46.208.190 (R$ 42.714.382 em 2012), registrado em receitas da intermediação financeira.
5 - Relações interfinanceiras – ativo
Descrição
2013
2012
Fundo Garantidor de Depósitos (i)
8.262.846
8.859.914
Centralização financeira
405.543
81.506
8.668.389
8.941.420
Descrição
Empréstimos
Provisão para operações de crédito de liquidação duvidosa
Saldo inicial
Constituição da provisão
Reversão da provisão
Saldo final
2013
2012
2º semestre
Exercício
Exercício
27.104.685 46.556.290 42.836.916
238.578
348.100
122.534
26.866.107 46.208.190
42.714.382
(23.176.222) (42.032.052) (41.783.389)
(23.176.222) (42.003.103)
(41.770.080)
Nota
Exercício
(16.090)
(28.949)
26.634
(18.405)
Exercício
(26.130)
(13.309)
23.349
(16.090)
Circulante
25.470
296.206
914.984
1.236.660
2012
Não
Circulante
234.178
526.145
760.323
2013
157.530
4.301.794
138.527
4.597.851
2012
157.530
3.300.624
12.750
(164.266)
3.306.638
4
11a
6e
(28.949)
3.928.463 4.524.238
(4.330.150) (5.068.789)
528.434
530.690
(3.183.324) (6.118.425)
(2.146.779) (4.110.299)
(213)
(21.847)
471.732
4.651.092
(401.687)
(544.551)
401.687
544.551
-
14
15
Saldos em 31 de dezembro de 2012
Adições
Baixas
Saldos em 31 de dezembro de 2013
10 - Depósitos
Descrição
Depósitos à vista
Depósitos a prazo
(13.309)
1.053.527
(1.193.168)
4.671
(4.853.902)
(3.531.590)
(48.533)
7.236.186
(139.641)
139.641
-
Custo de
aquisição
1.992.635
504.134
(109.282)
Depreciação
acumulada
(631.566)
(142.794)
70.394
Total
1.361.069
361.340
(38.888)
2.387.487
(703.966)
1.683.521
2013
143
143
a) Concentração dos depósitos à vista
Descrição
Maior depositante
Total
Valor
83
143
2013
% do total
58%
100%
Valor
83
210
Descrição
Circulante
Pagamentos a ressarcir
12.430
Adiantamentos diversos
72.600
Devedores diversos no país
376.382
Devedores por depósito em garantia (i)
461.412
(i)(i)Refere-se a depósitos judiciais sobre passivo contingente tributário, detalhados na nota 12(ii).
8 - Investimentos
a) Composição do saldo
Descrição
Unicred do Brasil
Tecnocred Soluções Tecnológicas Ltda.
Unicred Central RS - Corretora
Provisão para perdas
b) Movimentação dos investimentos
Saldos em 1º
de janeiro de 2012
Equivalência
patrimonial / ajuste
Aumento
de investimentos
Baixa de investimentos
Saldos em 31
de dezembro de 2012
Equivalência
patrimonial / ajuste
Aumento
de investimentos
Saldos em 31
de dezembro de 2013
Unicred
do Brasil
Tecnocred
Corretora
Previsão para
perdas
Outros
Investimentos
73.667
2.652.590
12.750
(177.642)
-
50.146
-
13.376
-
63.522
83.863
-
597.888
-
-
-
(5.950)
681.751
(5.950)
157.530
3.300.624
12.750
(164.266)
-
293.150
125.777
164.266
-
583.193
-
708.020
-
-
-
708.02
157.530
4.301.794
138.527
-
- 4.597.851
Total
5.950 2.567.315
- 3.306.638
A Tecnocred Soluções Tecnológicas Ltda. tem suas demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2013 auditadas por outros
auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria, sem ressalva, datado de 21 de janeiro de 2014. A Cooperativa possui 20% do capital
social da investida. Foi submetida em Assembleia Geral Extraordinária da Unicred do Brasil de 19 de dezembro de 2013, a incorporação da
Tecnocred Soluções Tecnológicas Ltda., que foi aprovada por unanimidade das cooperativas centrais associadas da Confederação. O ato societário
da incorporação se efetivará no exercício 2014. Não são estimadas ou esperadas pela Administração da Cooperativa perdas advindas das
investidas.
9 - Imobilizado
Taxa anual de
Descrição
depreciação
Edificações
4%
Instalações
10%
Móveis e equipamentos de uso
10%
Sistema de comunicação
10%
Sistema de processamento de dados
20%
Custo
631.328
881.789
498.305
96.594
279.471
2.387.487
Depreciação
acumulada
(127.976)
(204.997)
(148.647)
(36.747)
(185.599)
(703.966)
2013
2012
Líquido Líquido
503.352
507.533
676.792
451.933
349.658
264.210
59.847
44.852
93.872
92.541
1.683.521 1.361.069
a) Movimentação do imobilizado
Saldos em 1º de janeiro de 2012
Adições
Baixas
Custo de
aquisição
1.962.814
34.527
(4.706)
Depreciação
acumulada
(452.850)
(183.422)
4.706
Total
1.509.964
(148.895)
-
2012
% do total
40%
100%
Os depósitos à vista não são remunerados.
11 - Relações interfinanceiras – Passivo
a) Composição do saldo
Descrição
Centralização financeira (filiadas)
2013
601.325.512
2012
559.492.781
Refere-se aos depósitos das cooperativas singulares filiadas, sendo esses recursos próprios, conforme determina o artigo 37 da Resolução CMN
3.859/2010, com remuneração atrelada ao Certificado de Depósito Interbancário (CDI). Em 2013, a Cooperativa remunerou esses depósitos no
montante de R$ 42.000.452 (R$ 41.747.016 em 2012), que para efeito de apresentação da demonstração do resultado, é classificado como
“Dispêndios de intermediação interfinanceiras”.
b) Concentração das relações interfinanceiras (12 depositantes no total)
2013
2012
Descrição
Valor
% do total
Valor
Maior depositante
252.135.375
42%
223.840.361
10 maiores depositantes
586.209.102
97%
506.268.912
601.325.512
100%
559.492.781
% do total
40%
90%
100%
A Administração da Cooperativa analisa não haver risco de concentração.
12 - Relações interfinanceiras – Passivo
Descrição
Sociais e estatutárias:
Cotas de capital a pagar (i)
Fiscais e previdenciárias:
Impostos e contribuições a recolher
Provisão para riscos fiscais (ii)
Circulante
Diversas:
Fundo garantidor de depósitos (iii)
Fundo de prevenção a fraude
Provisão para pagamentos a efetuar
Provisão para passivos contingentes
Credores diversos no país
Descrição
Sociais e estatutárias:
Cotas de capital a pagar (i)
Fiscais e previdenciárias:
Impostos e contribuições a recolher
Provisão para riscos fiscais (ii)
95.049
546.230
546.230
8.262.846
244.692
595.601
396.798
9.499.937
9.825.464
15.000
15.000
561.230
Circulante
Diversas:
Fundo garantidor de depósitos (iii)
Fundo de prevenção a fraude
Provisão para pagamentos a efetuar
Provisão para passivos contingentes
Credores diversos no país
2013
Não Circulante
230.478
230.478
7 - Outros créditos
2013
Não
Circulante
546.230
546.230
2012
210
300.078
300.288
2012
Não Circulante
95.049
95.049
178.700
178.700
526.145
526.145
8.859.914
485.749
1.275
9.346.938
9.620.687
621.194
(i) Refere-se ao capital social de ex-filiadas, que é devolvido em parcelas semestrais, cujo pagamento da última parcela acontecerá em novembro
de 2014.
(ii) A Cooperativa possui contingências tributária e trabalhista decorrentes do curso normal das operações. A contingência tributária representa o
processo em que é discutido a inconstitucionalidade ou ilegalidade de determinada norma ou movido pelas autoridades fiscais nas situações de
interesse de pagamento insuficiente ou em desacordo com o entendimento do órgão fiscalizador. Existe ainda, uma ação trabalhista movida por
ex-empregado que busca obter indenização dentro do pretenso direito trabalhista, e tem a possibilidade de perda provável na opinião do assessor
jurídico. Com base no teor das matérias e nas experiências anteriores, a Administração da Cooperativa constituiu de forma prudente provisões em
montante considerado suficiente para cobrir as eventuais perdas estimadas com as ações em curso. Referidas provisões estão parcialmente
cobertas por depósitos judiciais, registrados em outros créditos no ativo não circulante. As provisões e os depósitos em garantia estão assim
resumidos:
- Composição das provisões e dos depósitos em garantia
COFINS
Trabalhista
2013
Valor da
Valor dos
provisão
depósitos
constituída em garantia
546.230
546.230
15.000
561.230
546.230
2012
Valor da
Valor dos
provisão
depósitos
constituída em garantia
526.145
526.145
526.145
526.145
- Movimentação das provisões
Saldo em 1º de janeiro de 2012
Atualizações
Saldo em 31 de dezembro de 2012
Atualizações
Saldo em 31 de dezembro de 2013
COFINS
505.425
20.720
526.145
20.085
546.230
Trabalhista
15.000
15.000
Total
505.425
20.720
526.145
35.085
561.230
Os impostos e as contribuições apurados e recolhidos pela Cooperativa, bem como as respectivas declarações acessórias,
os registros fiscais e societários, estão sujeitos a exame por parte das autoridades fiscais durante prazos prescricionais
variados, conforme a legislação aplicável em cada circunstância, mas em geral cinco anos.
(iii)Refere-se ao Fundo Garantidor de Depósito (FGD), constituído por normas instituídas por regulamento próprio. Por orientação do Bacen, o
registro desse fundo deve ser no passivo circulante em outras obrigações. Referido fundo é remunerado pelos rendimentos auferidos pelos fundos
de investimentos de renda fixa aos quais está lastreado.
13 - Patrimônio líquido
a) Capital social - É representado pelas cotas integralizadas, no valor nominal de R$ 1,00 cada, de 14 filiadas em 31 de
dezembro de 2013 e 20 em 2012. Em 2013, ocorreu processo de incorporação de seis filiadas do próprio sistema. De
acordo com o Estatuto Social cada associada tem direito a um voto independentemente do número de suas cotas-partes.
No exercício de 2013, a Cooperativa aumentou seu capital social no montante de R$ 3.000.000 (R$ 8.895.000 em 2012).
O capital social é de R$ 24.706.594 e de R$ 21.706.594 em 31 de dezembro de 2013 e de 2012, respectivamente.
b) Sobras ou perdas acumuladas - O custo operacional mensal da Cooperativa é rateado entre as filiadas, não
havendo, portanto, sobras ou perdas ao final dos exercícios.c) Deliberação da AGO de 20 de abril de 2013 - A
Assembleia Geral Ordinária aprovou as contas do exercício de 2012 por unanimidade.
14 - Outros ingressos Operacionais
2013
2012
Descrição
2º semestre
Ressarcimento de dispêndios administrativos (i)
447.142
Reversão de provisão para operação de crédito (6e)
20.525
Outros dispêndios operacionais
4.065
Saldo final
471.732
Exercício
4.608.424
26.634
16.034
4.651.092
Exercício
7.187.195
23.349
25.642
7.236.186
(i) Refere-se ao custo operacional da Cooperativa que é ressarcido pelas filiadas. A Cooperativa possui uma relação de interdependência com as
suas filiadas, visto que o seu custo é reembolsado mensalmente por elas. A Cooperativa é responsável por fiscalizar os processos e procedimentos
CENTRAL DE COOPERATIVAS DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DO ESTADO
DO RIO GRANDE DO SUL LTDA. – UNICRED CENTRAL RS - CNPJ 01.634.601/0001-19
administrativos, ganho em escala, normatização e padronização de documentos e prestar serviços, como processamento de folha de pagamento,
contabilidade, compensação, centralização financeira, entre outros, exclusivamente às cooperativas singulares filiadas. Dessa forma, não há
apuração de resultado nos exercícios.
15 - Resultado não operacional
2013
2012
Descrição
Resultado de equivalência patrimonial
Ganho de capital
Outros ingressos e dispêndios não operacionais
Prejuízo na alienação de bens
2º semestre
Exercício
Exercício
358.718
583.193
63.522
210
83.863
81.343
36
(7.744)
(38.374)
(38.888)
401.687
544.551
139.641
16 - Instrumentos financeiros - Os ativos e passivos financeiros estão demonstrados no balanço patrimonial por
valores contábeis, os quais são iguais ou se aproximam dos seus valores justos, conforme critérios mencionados nas
correspondentes notas explicativas, com destaque para as relações interfinanceiras (ativo e passivo), títulos e valores
mobiliários e operações de crédito. Não foram realizadas operações com instrumentos financeiros derivativos nos
exercícios, tampouco de caráter especulativo.
17 - Seguros contratados - A Administração da Cooperativa adota a política de contratar seguros, cujas coberturas são
consideradas suficientes pela Administração e agentes seguradores para fazer face à ocorrência de sinistros. As premissas
de risco adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo da auditoria das demonstrações financeiras,
consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes.
18 - Partes relacionadas - A Cooperativa possui uma relação de filiação com a Confederação Nacional das
Cooperativas Centrais Unicreds – Unicred do Brasil. A Cooperativa possui uma relação de dependência tecnológica com a
Tecnocred Soluções Tecnológicas Ltda., empresa que desenvolve o sistema de tecnologia, além de participação societária.
Conforme nota 8, a Tecnocred deverá ser incorporada pela Unicred do Brasil. A Cooperativa possui participação societária
na Unicred Central RS – Corretora, sendo esta uma empresa de prestação de serviços às filiadas que, consequentemente,
tem como objetivo melhorar a qualidade dos produtos oferecidos. Considerando que a Cooperativa é uma cooperativa
central, suas operações são realizadas exclusivamente com suas cooperativas singulares filiadas. As operações com partes
relacionadas são realizadas no contexto normal das atividades operacionais da Cooperativa e de suas atribuições
estabelecidas em regulamentação específica e estão assim resumidas em 31 de dezembro de 2013 e 2012:
2013
2012
Unicred
Diretores e
Diretores e
Descrição
Tecnocred Corretora
Conselheiros Tecnocred Conselheiros
Permanente
Investimentos (nota 8)
4.301.794
138.527
- 3.300.624
Despesas
Despesas com honorários
Despesas de processamentos
605.844
-
873.056
-
334.448
792.244
-
Em 31 de dezembro 2012, foi constituída provisão para perdas de R$ 164.266 em função do passivo a descoberto da
Unicred Central RS – Corretora (nota 8).
19 - Confederação Nacional das Cooperativas Centrais Unicreds – Unicred do Brasil - A Cooperativa é filiada
a Confederação das Unicreds, que tem como missão desenvolver e coordenar ações políticas e administrativas, para
implantação pelas Centrais do Sistema Unicred, visando à padronização dos processos e a defesa da marca Unicred,
tornando-a um sistema uno, sólido e integrado em nível nacional. A Confederação representa suas associadas perante os
organismos governamentais e privados ligados ao cooperativismo e às instituições financeiras. Cabe ainda à Confederação
o monitoramento, a supervisão e a orientação administrativa e operacional de suas filiadas, no sentido de prevenir e
corrigir situações anormais que possam acarretar risco para a solidez de suas associadas ou do sistema. Os saldos das
transações da Cooperativa com a Confederação em 31 de dezembro de 2013 e de 2012 são os seguintes:
Descrição
2013
2012
Ativo circulante
Relações interfinanceiras (nota 5)
8.668.389
8.941.420
Ativo não circulante
Investimentos (nota 8)
157.530
157.530
As operações são realizadas em condições normais de seu mercado e regulamentações internas.
20 - Resumo da descrição da estrutura de gerenciamento de riscos da Cooperativa. a) Risco operacional - Em cumprimento à Resolução do CMN nº 3.380/06, esta Cooperativa implantou
estrutura de gerenciamento de risco operacional compatível com a natureza e a complexidade dos
produtos, serviços, atividades, processos e sistemas da instituição, e que tem por objetivo identificar,
avaliar, monitorar os riscos associados a falhas, deficiências ou inadequações de processos internos,
pessoas e sistemas, ou de eventos externos.Esta estrutura contempla atualmente:
a) Diretor Responsável nomeado perante órgão regulador;
b) Política, Manual e Sistema de mensuração de riscos.
c) Comitê de Gestão de riscos.
Além da apuração gerencial das perdas operacionais, é realizada também a apuração semestral da parcela
referente ao risco operacional (RWAOPAD), uma das parcelas que compõe o RWA (Ativos Ponderados pelo
Risco), base de cálculo para os Requerimentos Mínimos de Capital, em atendimento à Resolução do CMN
nº 4193/13. A metodologia utilizada para apuração da parcela RWAOPAD é o BIA (Basic Indicator Aproach).
As descrições das estruturas estão evidenciadas no site da Unicred do Brasil, e podem ser acessadas através
do endereço eletrônico: www.unicred.com.br, assim como a Política, os Manuais e os Relatórios de Risco
estão disponíveis na sede da instituição.
b) Risco de mercado - Em cumprimento à Resolução do CMN nº 3.464/07, esta instituição implantou estrutura
de gerenciamento de Risco de Mercado compatível com a natureza e a complexidade dos produtos,
serviços, atividades, processos e sistemas da instituição, e que tem por objetivo identificar, avaliar,
monitorar e controlar os riscos associados a perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de
posições detidas pela instituição. Esta estrutura contempla atualmente:
a) Diretor Responsável nomeado perante órgão regulador;
b) Política, Manual e Sistema de mensuração de riscos;
c) Comitê de Gestão de Riscos.
Além da apuração gerencial do risco de mercado é realizada também a apuração mensal das parcelas
referentes ao risco de mercado (RWAJUR / RWACAM / RWACOM / RWAACS / Rban), parcelas que compõem
o montante de RWA (Ativos Ponderados pelo Risco), base de cálculo para os Requerimentos Mínimos de
Capital, em atendimento à Resolução do CMN nº 4193/13, assim como é realizada a elaboração mensal do
Demonstrativo de Risco de Mercado (DRM), em atendimento à Circular nº 3.429/09 do Banco Central do
Brasil. As descrições das estruturas estão evidenciadas no site da Unicred do Brasil, e podem ser acessadas
através do endereço eletrônico: www.unicred.com.br, assim como a Política, os Manuais e os Relatórios de
Risco estão disponíveis na sede da instituição.
c) Risco de crédito - Em cumprimento à Resolução do CMN nº 3.721/09, esta instituição implantou estrutura
de gerenciamento de Risco de Crédito compatível com a natureza e a complexidade dos produtos, serviços,
atividades, processos e sistemas da instituição, e que tem por objetivo identificar, mensurar, controlar e
mitigar os riscos de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas
obrigações financeiras nos termos pactuados, à desvalorização de contrato de crédito decorrente da
deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, às vantagens
concedidas na renegociação e aos custos de recuperação. Esta estrutura contempla atualmente:
a) Diretor Responsável nomeado perante órgão regulador;
b) Política, Manual e Sistema de mensuração de riscos;
c) Comitê de Gestão de Riscos.
Além da apuração gerencial do risco de crédito é realizada também a apuração mensal da parcela referente
ao risco de crédito (RWACPAD), parcela que compõe o montante de RWA (Ativos Ponderados pelo Risco),
base de cálculo para os Requerimentos Mínimos de Capital, em atendimento à Resolução do CMN nº
4193/13. As descrições das estruturas estão evidenciadas no site da Unicred do Brasil, e podem ser
acessadas através do endereço eletrônico: www.unicred.com.br, assim como a Política, os Manuais e os
Relatórios de Risco estão disponíveis na sede da instituição.
d) Risco de liquidez - Em cumprimento à Resolução do CMN nº 4.090/12, esta instituição encontra-se na fase
final de implantação da estrutura de gerenciamento de Risco de Liquidez compatível com a natureza das
suas operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e a dimensão da sua exposição a esse
risco, e que tem por objetivo identificar, avaliar, monitorar e controlar os riscos associados à:
I - a possibilidade de a instituição não ser capaz de honrar eficientemente suas obrigações esperadas e
inesperadas, correntes e futuras, inclusive as decorrentes de vinculação de garantias, sem afetar suas
operações diárias e sem incorrer em perdas significativas; e
II - a possibilidade de a instituição não conseguir negociar a preço de mercado uma posição, devido ao seu
tamanho elevado em relação ao volume normalmente transacionado ou em razão de alguma
descontinuidade no mercado.
e) Gestão de capital - Em cumprimento à Resolução do CMN nº 3.988/11, esta instituição encontra-se na fase
final de implantação da estrutura de Gerenciamento de Capital compatível com a natureza das suas
operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e a dimensão da sua exposição a esse risco,
e que tem por objetivo o processo continuo de:
I - monitoramento e controle do capital mantido pela instituição;
II - avaliação da necessidade de capital para fazer face aos riscos a que a instituição está sujeita; e
III - planejamento de metas e de necessidade de capital, considerando os objetivos estratégicos da
instituição.
Rua Moura Azevedo, 606 4º Andar
Bairro São Geraldo - Porto Alegre-RS - Cep 90.230-151
Fone/Fax (51)3323.8800 - www.unicred.com.br/centralrs
Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras
As Associadas e Administradores da Central de Cooperativas de Economia e Crédito Mútuo do
Estado do Rio Grande do Sul Ltda. – Unicred Central RS – Porto Alegre RS
Examinamos as demonstrações financeiras da Central de Cooperativas de Economia e Crédito Mútuo do
Estado do Rio Grande do Sul Ltda. – Unicred Central RS (“Cooperativa”), que compreendem o balanço
patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do
patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício e semestre findos naquela data, assim como o
resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.
Responsabilidade da Administração sobre as Demonstrações Financeiras
A Administração da Cooperativa é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas
demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições
autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como
necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante,
independentemente se causada por fraude ou erro.
Responsabilidade dos Auditores Independentes
Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em
nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas nacionais e internacionais de auditoria. Essas
normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e
executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres
de distorção relevante.
Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito
dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados
dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas
demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos,
o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das
demonstrações financeiras da Cooperativa para planejar os procedimentos de auditoria que são
apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles
internos da Cooperativa. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis
utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da
apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.
Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa
opinião.
Opinião
Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os
aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Central de Cooperativas de Economia e Crédito
Mútuo do Estado do Rio Grande do Sul Ltda. – Unicred Central RS em 31 de dezembro de 2013, o
desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício e semestre findos naquela data, de
acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo
Banco Central do Brasil.
Ribeirão Preto SP, 30 de janeiro de 2014.
Moore Stephens Prisma Auditores Independentes
CRC 2SP017256/O-3 S RS
Hélio Mazzi Júnior
Contador CRC 1SP189107/O-3 S RS
PARECER DO CONSELHO FISCAL
Dr. Leo Aírton Trombka
Diretor-presidente
Dr. Flávio Cabreira Jobim
Diretor Administrativo
Dr. Nilton Reis
Diretor financeiro
Ângela de Freitas Domingos
Contadora
CRC-RS 067967/O-1
Nós, abaixo assinados, Dr. João Luiz Martins Krás Borges, Dr. Antônio Henrique Moro e Dr. César Vianna,
membros efetivos do Conselho Fiscal da Central de Cooperativas de Economia e Crédito Mútuo do Estado do
Rio Grande do Sul Ltda. - UNICRED CENTRAL-RS, em cumprimento ao Estatuto Social, declaramos que
procedemos minucioso exame em todos os documentos e peças contábeis que compreendem as
Demonstrações Contábeis, relativo ao exercício de 2013 e em conformidade com o parecer da Auditoria
independente recomendamos a Assembléia Geral Ordinária a aprovação das contas, bem como do Relatório
apresentado. Porto Alegre, 26 de fevereiro de 2014.
Dr. João Luiz Martins Krás Borges - Dr. Antônio Henrique Moro - Dr. César Vianna
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