COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS FUNCIONÁRIOS DO GRUPO VOTORANTIM LTDA. CNPJ 75.174.953/0001-75 Rio Branco do Sul - PR NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO SEMESTRE E EXERCÍCIO FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 - (Valores em R$ mil) BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 e 2013 (Em R$ Mil) AT I V O Exercício Exercício 2014 2013 ATIVO CIRCULANTE 796 778 DISPONIBILIDADES 11 66 OPERAÇÕES DE CRÉDITO 778 699 Operações de Crédito 778 699 Setor Privado 7 13 OUTROS CRÉDITOS Diversos 7 13 ATIVO NÃO CIRCULANTE 327 320 REALIZÁVEL A LONGO PRAZO 324 315 OPERAÇÕES DE CRÉDITO Setor Privado 324 315 IMOBILIZADO DE USO 3 5 Outras Imobilizações de Uso 15 15 (-) Depreciações Acumuladas (12) (10) TOTAL DO ATIVO 1.123 1.098 PASSIVO Exercício Exercício 2014 2013 PASSIVO CIRCULANTE 45 43 OUTRAS OBRIGAÇÕES 45 43 Sociais e Estatutárias 39 38 Fiscais e Previdenciárias 1 1 Credores Diversos País 5 4 PATRIMÔNIO LÍQUIDO 1.078 1.055 Capital Social De Domiciliados no País 1.024 1.001 Reservas de Lucros 29 28 Sobras Acumuladas 25 26 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO SEMESTRE E EXERCÍCIO FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 e 2013 - (Em R$ Mil) DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA PELO MÉTODO INDIRETO DO SEMESTRE E EXERCÍCIO FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 -(Em R$ Mil) 2º SemestreExercício Exercício 2014 2014 2013 RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO 85 168 154 FINANCEIRA Operações de Crédito 85 168 154 RESULTADO BRUTO DA 168 154 INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 85 OUTRAS DESPESAS (81) (168) (146) OPERACIONAIS Despesas de Pessoal - (1) (2) Outras Despesas Administrativas (79) (163) (142) Despesas Tributárias (2) (4) (2) 4 - 8 RESULTADO OPERACIONAL RESULTADO ANTES DA - 8 TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO 4 SOBRA LÍQUIDA DO PERÍODO 4 - 8 Ganho por Quota 0,004 0,000 0,008 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 E 2013 - (Em Reais) 2º SemestreExercícioExercício 2014 2014 2013 SOBRA LÍQUIDA DO PERÍODO 4 - 8 - Outros Resultados Abrangentes RESULTADO ABRANGENTE DO EXERCÍCIO 4 - - - 8 TOTAL DO PASSIVO 1.123 1.098 2º Semestre Exercício Exercício 2014 2014 2013 Fluxos de Caixa das Atividades Operacionais Sobra Líquida do Período antes do IRPJ e da CSLL 4 - 8 Ajustes para Reconciliação da Sobra/Perda Líquida do Período com a Geração de Caixa das Atividades Operacionais: Depreciações e Amortizações 1 2 3 Sobra Líquida do Período Ajustada 5 2 11 (Aumento) Diminuição em Ativos Operacionais (29) (82) (88) Operações de Crédito (30) (88) (89) Outros Créditos 1 6 1 Aumento (Diminuição) em Passivos Operacionais 1 2 3 Outras Obrigações 1 2 3 Caixa Líquido das Atividades Operacionais antes do Imposto de Renda e Contribuição Social (23) (78) (74) Caixa Líquido das Atividades Operacionais (23) (78) (74) Fluxos de Caixa das Atividades de Financiamento Devolução de Capital (143) (226) (147) Integralização de Capital 126 249 228 Caixa Líquido das Atividades de Financiamento (17) 23 81 Redução/Aumento de Caixa e Equivalentes de Caixa (40) (55) 7 Redução/Aumento de Caixa e Equivalentes de Caixa (40) (55) 7 Caixa e Equivalentes de Caixa no Início do Período 51 66 59 Caixa e Equivalentes de Caixa no Fim do Período 11 11 66 DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DO SEMESTRE E EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 2º Semestre 2014 EVENTOS CAPITAL RESERVA SOBRAS REALIZADO LEGAL ACUMULADAS TOTAL SALDOS NO INÍCIO DO PERÍODO 1.041 28 22 1.091 TOTAIS Exercício 2014 Exercício 2013 TOTAL TOTAL 1.055 966 TRANSAÇÕES DE CAPITAL COM OS COOPERADOS Devolução de Capital (143) - - (143) (226) Integralização de Capital 126 - - 126 249 (147) 228 - 8 - - SOBRA LÍQUIDA DO PERÍODO - - 4 4 DESTINAÇÃO: - - - Reserva Legal - 1 (1) - SALDOS NO FINAL DO PERÍODO 1.024 29 25 1.078 MUTAÇÕES DO PERÍODO (17) 1 3 (13) - - 1.078 1.055 23 89 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO SEMESTRE E EXERCÍCIO FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 (Valores em R$ mil) NOTA 1. CONTEXTO OPERACIONAL A cooperativa está habilitada à prática das atividades que lhe são atribuídas pela regulamentação aplicável, atuando como cooperativa de economia e crédito mútuo para funcionários. NOTA 2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis estão sendo apresentadas de acordo com as Normas e Instruções do Banco Central do Brasil; o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional - COSIF; e com a observância das disposições contidas na Lei das Sociedades Por Ações, Lei nº 6.404/76, alterada pelas Leis nos 11.638/07 e 11.941/09, nos pronunciamentos, nas orientações e nas interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis. Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, alguns pronunciamentos contábeis e suas interpretações foram emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), os quais serão aplicáveis às instituições financeiras somente quando aprovados pelo CMN. Os pronunciamentos contábeis já aprovados foram: Resolução nº 3.566/08 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos (CPC 01); Resolução nº 3.604/08 - Demonstração do Fluxo de Caixa (CPC 03); Resolução nº 3.750/09 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05); Resolução nº 3.823/09 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25); Resolução nº 3.973/11 - Evento Subsequente (CPC 24); Resolução nº 3.989/11 - Pagamento Baseado em Ações (CPC 10); Resolução nº 4.007/11 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (CPC 23); Resolução nº 4.144/12 - Estrutura Conceitual para Elaboração e Divulgação de Relatório Contábil-Financeiro (CPC 00). Atualmente, não é possível estimar quando o CMN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis do CPC. Em conformidade com a Resolução nº 1.184/2009, do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), informamos que a conclusão da elaboração das demonstrações contábeis relativas ao semestre e exercício encerrados em 31/dez./2014 foi autorizada pela Diretoria em 10/mar./2015. NOTA 3. PRINCIPAIS DIRETRIZES CONTÁBEIS Dentre as principais práticas adotadas para a elaboração das demonstrações contábeis da cooperativa, emanadas das disposições da legislação societária, associadas às normas e instruções específicas do Banco Central do Brasil, destacam-se: a) APURAÇÃO DO RESULTADO O resultado é apurado em obediência ao regime de competência. b) CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Caixa e Equivalentes de Caixa são representados por disponibilidades em moeda nacional, e aplicações financeiras sendo demonstradas ao custo, acrescida dos rendimentos auferidos até a data de encerramento do balanço, com liquidez imediata, e estão sujeitas a um insignificante risco de mudança de valor. 2014 2013 Disponibilidades em Moeda Nacional 4 8 Banco Conta Movimento 7 58 Total 11 66 c) OPERAÇÕES DE CRÉDITO As operações de crédito referente empréstimo por ocasião da concessão aos cooperados foram atendidas as exigências contidas na Resolução nº 001/2007 de 30/maio/2007, da Diretoria da Cooperativa, sendo que os formulários de solicitação de crédito obtidos na intranet são preenchidos pelo próprio associado, tendo sido atendidas todas as solicitações de empréstimos pelos cooperados. A cooperativa apresenta um sólido controle de suas operações com relação ao capital social, saldos devedores da conta empréstimos em função de sistema desenvolvido e adaptado ao sistema operacional da Votorantim Cimentos, quais sejam: a) Descontos mensais em folha de pagamento do cooperado da parcela do empréstimo, juros e integralização de capital; b) Listagem de controle de saldos devedores de empréstimos a curto e longo prazo, a seguir discriminado: 2014 2013 Operações de Crédito a Curto Prazo 778 699 Operações de Crédito a Longo Prazo 324 315 TOTAL 1.102 1.014 c) Controle de risco de crédito por associado de saldos devedores de até R$ 5.000,00 e superiores a R$ 5.000,00 Estão em pleno funcionamento os serviços da intranet disponibilizados aos associados, que a qualquer momento podem consultar seu saldo de capital integralizado, número de parcelas e saldo devedor do seu empréstimo. d) OUTROS CRÉDITOS Valores constituídos principalmente de adiantamento para terceiros no montante de R$ 3, (R$ 7 em 2013) e de impostos e contribuições a recuperar e/ou compensar no montante de R$ 4, (R$ 6 em 2013). e) IMOBILIZADO DE USO Demonstrado pelo custo de aquisição, ajustado por depreciações acumuladas, com taxas estabelecidas em função da vida útil do bem, como segue: - Equipamentos de Processamento de Dados 20% a.a. A seguir demonstramos a movimentação do Ativo Imobilizado no exercício 2014: Descrição Custo Adições/ 2014 2013 Tranferência Equipamentos de Processamentos de Dados 15 - 15 15 Depreciação Acumulada (10) (2) (12) (10) Total 5 (2) 3 5 f) REDUÇÃO DO VALOR RECUPERÁVEL DE ATIVOS NÃO MONETÁRIOS (IMPAIRMENT) É reconhecida uma perda por impairment se o valor de contabilização de um ativo ou de sua unidade geradora de Continuação caixa excede seu valor recuperável. Uma unidade geradora de caixa é o menor grupo identificável de ativos que gera fluxos de caixa substancialmente independentes de outros ativos e grupos. Perdas por impairment são reconhecidas no resultado do período. A partir de 2008, os valores dos ativos não financeiros, exceto outros valores e bens e créditos tributários, são revistos, no mínimo, anualmente para determinar se há alguma indicação de perda por impairment. A Resolução nº 3.566, de 29/maio/2008 do BACEN, que passou a produzir efeitos a partir de 01/jul./2008, dispõe sobre procedimentos aplicáveis no reconhecimento, mensuração e divulgação de perdas no valor recuperável de ativos disciplinados pelo BACEN, e determina o atendimento ao pronunciamento técnico CPC 01, de 14/set./2007, do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). Desta forma, em atendimento aos normativos relacionados no parágrafo anterior, a administração da cooperativa não tem conhecimento de quaisquer ajustes que devam afetar a capacidade de recuperação dos valores registrados no ativo imobilizado para o período findo em 31/dez./2014. g) PASSIVO CIRCULANTE Demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, incluindo, quando aplicável, os encargos e as variações monetárias incorridas. I) Sociais e Estatutárias Valores decorrentes do Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social - Fates, constituído de 5% (cinco por cento), no mínimo, das sobras líquidas apuradas no encerramento dos exercícios, conforme Carta Circular nº 3.224 de 03/fev./2006. II) Fiscais e Previdenciárias São valores constituídos principalmente de retenções e provisões referentes aos encargos sociais e fiscais incidentes sobre serviços prestados por terceiros, e sobre a renda de empréstimos. III) Credores Diversos - País São valores constituídos principalmente de capital a restituir. NOTA 4. PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital Social O Capital Social, totalmente subscrito e integralizado no valor de R$ 1.024, pertence a sócios cooperados domiciliados no País. b) Reserva de Lucros Reserva legal calculada sobre o lucro do exercício nos termos do artigo 193, da Lei nº 6.404/76, à razão de 5% (cinco por cento). c) Sobras Acumuladas Saldo de sobras acumuladas, privativo das cooperativas de crédito. NOTA 5. OUTRAS INFORMAÇÕES a) COMPONENTE ORGANIZACIONAL DE OUVIDORIA Atendendo ao disposto na Resolução nº 3.849, de 25/ mar./2010, e Circular nº 3.503, de 26/jul./2010, do Banco Central do Brasil, a estrutura do Componente Organizacional de Ouvidoria foi implementada, estando a mesma de acordo com a natureza e complexidade dos produtos, serviços, atividades, processos e sistemas da Cooperativa. b) CONTROLES INTERNOS Nos termos da Circular nº 3.078, de 10/jan./2002, do Banco Central do Brasil, estão implantados os procedimentos pertinentes ao sistema de controles internos, os quais estão sendo acompanhados e revisados pela administração da Cooperativa. OSINIR MIGUEL Diretor Presidente Leonardo DaviBiDa Contador - CRC 22724/O-2 PR RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Ilmos. Srs. Diretores e Cooperados da COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS FUNCIONÁRIOS DO GRUPO VOTORANTIM LTDA. Rio Branco do Sul - PR Examinamos as demonstrações contábeis da COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS FUNCIONÁRIOS DO GRUPO VOTORANTIM LTDA., que compreendem os balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2014 e 2013, e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercícios findos naquelas datas, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as Demonstrações Contábeis A administração da instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações contábeis da instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da instituição. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS FUNCIONÁRIOS DO GRUPO VOTORANTIM LTDA. em 31 de dezembro de 2014 e 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercícios findos naquelas datas, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Curitiba, 10 de março de 2015. Grunitzky - Auditores Independentes S/S CRC-PR Nº 4552/O-5 Ricardo Luiz Martins Contador CRC-RS Nº 036.460/O-8 T/PR