Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES Relatório sobre a Revisão Especial das Informações Financeiras Trimestrais – IFT 30 de junho de 2012 KPMG Auditores Independentes Agosto de 2012 KPDS 38416 KPMG Auditores Independentes Av. Almirante Barroso, 52 - 4º 20031-000 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil Caixa Postal 2888 20001-970 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil Central Tel Fax Internet 55 (21) 3515-9400 55 (21) 3515-9000 www.kpmg.com.br Relatório sobre a revisão de Informações Financeiras Trimestrais - IFT Aos Conselheiros e Diretores do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES Brasília - DF Introdução Revisamos as informações contábeis contidas nas Informações Financeiras Trimestrais (IFT) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES (“Banco”), referentes ao trimestre findo em 30 de junho de 2012, compreendendo o balanço patrimonial (Quadro 7002) em 30 de junho de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado (Quadro 7003) para os períodos de três e seis meses findos naquela data e das mutações do patrimônio líquido (Quadro 7004) para o período de três meses findo naquela data, bem como as respectivas notas explicativas (Quadro 7014). A administração é responsável pela elaboração dessas informações intermediárias de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, assim como pela apresentação dessas informações de acordo com o requerido pelo Banco Central do Brasil para fins das IFT. Nossa responsabilidade é a de expressar uma conclusão sobre essas informações contábeis intermediárias com base em nossa revisão. Alcance da revisão Conduzimos nossa revisão de acordo com as normas brasileiras e internacionais de revisão de informações intermediárias (NBC TR 2410 - Revisão de Informações Intermediárias Executada pelo Auditor da Entidade e ISRE 2410 - Review of Interim Financial Information Performed by the Independent Auditor of the Entity, respectivamente). Uma revisão de informações intermediárias consiste na realização de indagações, principalmente às pessoas responsáveis pelos assuntos financeiros e contábeis e na aplicação de procedimentos analíticos e de outros procedimentos de revisão. O alcance de uma revisão é significativamente menor do que o de uma auditoria conduzida de acordo com as normas de auditoria e, consequentemente, não nos permitiu obter segurança de que tomamos conhecimento de todos os assuntos significativos que poderiam ser identificados em uma auditoria. Portanto, não expressamos uma opinião de auditoria. Conclusão Com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que as informações contábeis contidas nas Informações Financeiras Trimestrais (IFT) acima referidas não foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e apresentadas de acordo como requerido pelo Banco Central do Brasil para fins das IFTs. 2 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade simples brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International Cooperative (“KPMG International”), uma entidade suíça. KPMG Auditores Independentes, a Brazilian entity and a member firm of the KPMG network of independent member firms affiliated with KPMG International Cooperative (“KPMG International”), a Swiss entity. Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES Relatório sobre a Revisão Especial das Informações Financeiras Trimestrais – IFT 30 de junho de 2012 Outros assuntos A revisão das Informações Financeiras Trimestrais (IFT) foi conduzida com o objetivo de emitir relatório de revisão sobre as informações contábeis contidas nas Informações Financeiras Trimestrais referidas no parágrafo de introdução, tomadas em conjunto. Os quadros 7001, 7013, 7015 a 7027, 7029, 7030, 7032, 7034 a 7036, 7038 e 7039, referentes ao período de três meses findo em 30 de junho de 2012, que fazem parte do conjunto das IFT, foram elaborados sob responsabilidade da administração e estão sendo apresentados para propiciar informações suplementares sobre o Banco, requeridas pelo Banco Central do Brasil, não sendo requeridos como parte integrante das informações financeiras. As informações contábeis contidas nesses quadros foram submetidas aos mesmos procedimentos de revisão descritos no parágrafo de alcance da revisão e, com base na adoção desses procedimentos de revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que essas informações contábeis não foram apresentadas de forma condizente com as informações trimestrais referidas no parágrafo de introdução, tomadas em conjunto. Rio de Janeiro, 10 de agosto de 2012 KPMG Auditores Independentes CRC SP-014428/O-6 F-DF Carlos Eduardo Munhoz Contador CRC SP-138600/O-7 S-DF 3 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL BNDES RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO – 30 DE JUNHO DE 2012 Senhor acionista e demais interessados: Apresentamos o Relatório da Administração e as informações financeiras trimestrais do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) relativas ao 2º trimestre de 2012, segundo as disposições da Lei das Sociedades por Ações e das normas do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central do Brasil (BACEN). PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICO‐FINANCEIROS O quadro abaixo apresenta e compara os principais indicadores do BNDES. R$ milhões, exceto percentuais Resultado Resultado com Operações Financeiras Equivalência Patrimonial Provisão para Risco de Crédito Outras Despesas Líquidas Tributação sobre o Lucro Lucro (prejuízo) Líquido (LL) 1S/12 1S/11 2.917 1.660 (314) (423) (1.095) 2.744 2.570 3.258 750 (226) (1.073) 5.279 Balanço Patrimonial Ativo Total (AT) Disponibilidades e Aplicações Financeiras Títulos e Valores Mobiliários Operações de Créditos Outros Ativos Investimentos Imobilizado e Intangível Empréstimos e Repasses Outras Obrigações Patrimônio Líquido (PL) Patrimônio Líquido/Ativo Total (PL / AT) jun/12 jun/11 630.098 7.144 81.968 442.622 12.254 85.961 149 534.675 39.441 55.982 8,88% 561.570 2.861 77.599 386.331 9.371 85.264 144 460.256 35.948 65.366 11,64% Índices Financeiros (%) jun/12 jun/11 Inadimplência / Carteira Total PDD / Carteira Total PDD / Créditos Inadimplentes Rentabilidade Retorno s/ Ativos Retorno s/ PL 1/ 0,12% 0,49% 4,02 1/ 1/ 1S/12 2/ 0,46% 5,89% (LL / ATmédio) 3/ (LL / PLmédio) 1/ Inclui Operações de Crédito e Repasses Interfinanceiros. 2/ ATmédio = (AT inicial + AT final) / 2, excluindo AVM de não coligadas 3/ PLmédio = (PL inicial + PL final) / 2, excluindo AVM de não coligadas 4 0,04% 0,68% 17,57 1S/11 1,05% 13,05% Evolução % 13,5 (49,0) (141,9) 87,2 2,1 (48,0) Evolução % 12,2 149,7 5,6 14,6 30,8 0,8 3,5 16,2 9,7 (14,4) (23,7) Evolução % 0,08 (0,19) (13,55) Evolução % (0,59) (7,16) 2T/12 1.343 877 (174) 5 (576) 1.475 2T/11 1.256 2.255 331 3 (551) 3.294 jun/12 mar/12 630.098 7.144 81.968 442.622 12.254 85.961 149 534.674 39.442 55.982 8,88% 617.944 5.256 75.554 431.626 12.763 92.592 153 509.111 46.106 62.727 10,15% jun/12 mar/12 0,12% 0,49% 4,02 2T/12 0,24% 3,22% 0,16% 0,53% 3,30 2T/11 0,60% 6,92% Evolução % 6,9 (61,1) (152,6) 66,7 4,5 (55,2) Evolução % 2,0 35,9 8,5 2,5 (4,0) (7,2) (2,6) 5,0 (14,5) (10,8) (12,5) Evolução % (0,04) (0,04) 0,73 Evolução % (0,36) (3,70) RESULTADO O lucro líquido no 2º trimestre de 2012 foi de R$ 1.475 milhões, o que representa uma redução de R$ 1.615 milhões (52,3%) em relação ao mesmo período de 2011. Os principais fatores que contribuíram para esta variação foram: ▼ Decréscimo de R$ 1.174 milhões (57,2%) no resultado de equivalência patrimonial, em função da redução de R$ 1.203 milhões no lucro auferido pela BNDESPAR. ▼ Redução de R$ 505 milhões (152,6%) na provisão para risco de crédito, por conta de receita de reversão de provisão para risco de crédito de R$ 331 milhões apurada no 2T/11, composta basicamente por revisão de classificações de risco. ESTRUTURA PATRIMONIAL O Ativo Total do BNDES atingiu R$ 630.098 milhões em 30/6/12, apresentando crescimento de R$ 12.154 milhões (2,0%) em relação à 31/3/12, destacando-se os aumentos dos saldos das operações de créditos e de títulos e valores mobiliários, atenuados pela redução em investimentos. O saldo de Títulos e Valores Mobiliários aumentou R$ 6.414 milhões (8,5%) no trimestre, em razão da captação de recursos junto à União no montante de R$ 10 bilhões, sendo R$ 9 bilhões em LTN e R$ 1 bilhão em NTN-F. A carteira líquida de operações de créditos, em 30/6/12, representava 70,2% do Ativo e apresentou acréscimo de R$ 10.996 milhões no trimestre em virtude, principalmente, do efeito de variação cambial sobre a carteira em moeda estrangeira. Os créditos inadimplentes representaram 0,12% da carteira total (0,16% em 31/3/12). A provisão para risco de crédito sobre a carteira atingiu R$ 2.185 milhões (R$ 2.315 milhões em 31/3/12) e representa 4,02 vezes os créditos inadimplentes em 30/6/12 (3,30 vezes em 31/3/12). Os investimentos apresentaram redução de R$ 6.631 milhões (7,2%) no 2T/12, decorrente do ajuste de avaliação patrimonial reflexo, no montante de R$ 7.519 milhões, reconhecido na BNDESPAR, relacionado aos investimentos avaliados a valor justo, atenuado pelo registro da equivalência patrimonial no resultado das controladas BNDESPAR e FINAME 5 O saldo de empréstimos e repasses captados pelo BNDES apresentou crescimento de R$ 25.563 milhões (5,0%) no trimestre, influenciado por: (i) captação de recursos junto ao TN e FAT, nos montantes de R$ 10 bilhões e R$ 4,3 bilhões, respectivamente; e (ii) efeito de variação cambial sobre os passivos em moeda estrangeira. O patrimônio líquido apresentou um decréscimo de R$ 6.745 milhões (10,8%) em relação à 31/3/12, refletindo o ajuste de avaliação patrimonial reflexo, no montante de R$ 7.519 milhões, reconhecido na BNDESPAR, atenuado pelo lucro de R$ 1.475 milhões no trimestre. Em relação aos limites prudenciais estabelecidos pelo BACEN, em 30 de junho de 2012, o BNDES encontra-se enquadrado em todos os limites, sendo o Índice de Basileia de 19,5% superior aos 11% exigidos pelo BACEN. CIRCULAR 3.068/01 ‐ BACEN O BNDES declara ter capacidade financeira e intenção de manter até o vencimento os títulos classificados na categoria “Mantidos até o Vencimento”, no montante de R$ 18.348 milhões, representando 22,4% do total de títulos e valores mobiliários. 6 QUADRO 7002 - BALANÇO PATRIMONIAL BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES Balanço Patrimonial 30/06/2012 Valores em R$ Mil Saldo 001 10.0.0.00.00.00 ATIVO TOTAL 630.097.632,95 10.1.0.00.00.00 ATIVO CIRCULANTE 102.472.689,63 10.1.1.00.00.00 DISPONIBILIDADES 1.283,47 10.1.2.00.00.00 APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ 10.1.2.21.00.00 Aplicações no Mercado Aberto 10.1.2.22.00.00 Aplicações em Depósitos Interfinanceiros 10.1.2.24.00.00 Aplicações Voluntárias no Banco Central 10.1.2.26.00.00 Aplicações em Depósitos de Poupança 10.1.2.28.00.00 (Provisões para Perdas) (-) 7.142.745,99 101.444,55 7.041.301,44 - 10.1.3.00.00.00 TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS 10.1.3.10.00.00 Carteira Própria 10.1.3.20.00.00 Vinculados a Compromissos de Recompra 10.1.3.70.00.00 Vinculados ao Banco Central 10.1.3.80.00.00 Moedas de Privatização 10.1.3.40.00.00 Vinculados à Prestação de Garantias 10.1.3.45.00.00 Títulos Objeto de Operações Compromissadas com Livre Movimentação 10.1.3.85.00.00 Instrumentos Financeiros Derivativos 10.1.3.90.00.00 (Provisões para Desvalorizações) (-) 18.241.805,34 18.196.159,73 24.430,82 21.214,79 - 10.1.4.00.00.00 RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS 10.1.4.10.00.00 Pagamentos e Recebimentos a Liquidar 10.1.4.20.00.00 Créditos Vinculados 10.1.4.20.10.00 Depósitos no Banco Central 10.1.4.20.20.00 Convênios 10.1.4.20.30.00 Tesouro Nacional - Recursos do Crédito Rural 10.1.4.20.40.00 SFH - Sistema Financeiro da Habitação 10.1.4.70.00.00 Repasses Interfinanceiros 10.1.4.80.00.00 Correspondentes 10.1.5.00.00.00 RELAÇÕES INTERDEPENDÊNCIAS 10.1.5.10.00.00 Recursos em Trânsito de Terceiros 10.1.5.20.00.00 Transferências Internas de Recursos 41.804.102,89 30,60 30,60 41.804.072,29 - 10.1.6.00.00.00 OPERAÇÕES DE CRÉDITO 10.1.6.10.00.00 Operações de Crédito 10.1.6.10.10.00 Setor Público 10.1.6.10.20.00 Setor Privado 10.1.6.20.00.00 Operações de Crédito Vinculadas a Cessão 10.1.6.90.00.00 (Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa) (-) 10.1.7.00.00.00 OPERAÇÕES DE ARRENDAMENTO MERCANTIL 10.1.7.10.00.00 Arrendamentos e Subarrendamentos a Receber 10.1.7.10.10.00 Setor Público 10.1.7.10.20.00 Setor Privado 10.1.7.20.00.00 Operações de Arrendamento Mercantil Vinculadas a Cessão 10.1.7.80.00.00 (Rendas a Apropriar de Arrendamento Mercantil) (-) 10.1.7.90.00.00 (Provisão para Créditos de Arrendamento Mercantil de Liquidação Duvidosa) (-) 10.1.8.00.00.00 OUTROS CRÉDITOS 10.1.8.10.00.00 Créditos por Avais e Fianças Honrados 10.1.8.20.00.00 Carteira de Câmbio 10.1.8.30.00.00 Rendas a Receber 10.1.8.40.00.00 Negociação e Intermediação de Valores 10.1.8.50.00.00 Créditos Específicos 10.1.8.60.00.00 Operações Especiais 10.1.8.70.00.00 Diversos 10.1.8.90.00.00 (Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa) (-) 10.1.9.00.00.00 OUTROS VALORES E BENS 10.1.9.10.00.00 Investimentos Temporários 10.1.9.20.00.00 (Provisões para Perdas) (-) 10.1.9.40.00.00 Outros Valores e Bens 10.1.9.70.00.00 (Provisões para Desvalorizações) (-) 10.1.9.90.00.00 Despesas Antecipadas 32.623.278,89 32.878.305,78 11.665.032,55 21.213.273,23 (255.026,89) 1.946.967,91 843.444,71 1.103.717,43 (194,23) 712.505,14 9.825,52 (500,48) 703.180,10 10.2.0.00.00.00 ATIVO REALIZÁVEL A LONGO PRAZO 441.515.060,55 10.2.2.00.00.00 APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ 7 - Balanço Patrimonial 10.2.2.21.00.00 10.2.2.22.00.00 10.2.2.24.00.00 10.2.2.28.00.00 Aplicações no Mercado Aberto Aplicações em Depósitos Interfinanceiros Aplicações Voluntárias no Banco Central (Provisões para Perdas) (-) 10.2.3.00.00.00 TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS 10.2.3.10.00.00 Carteira Própria 10.2.3.20.00.00 Vinculados a Compromissos de Recompra 10.2.3.70.00.00 Vinculados ao Banco Central 10.2.3.80.00.00 Moedas de Privatização 10.2.3.40.00.00 Vinculados à Prestação de Garantia 10.2.3.45.00.00 Títulos Objeto de Operações Compromissadas dom Livre Movimentação 10.2.3.85.00.00 Instrumentos Financeiros Derivativos 10.2.3.90.00.00 (Provisões para Desvalorizações) (-) 10.2.4.00.00.00 RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS 10.2.4.10.00.00 Pagamentos e Recebimentos a Liquidar 10.2.4.10.10.00 Créditos Vinculados 10.2.4.20.00.00 Depósitos no Banco Central 10.2.4.20.10.00 Convênios 10.2.4.20.20.00 Tesouro Nacional - Recursos do Crédito Rural 10.2.4.20.30.00 SFH - Sistema Financeiro da Habitação 10.2.4.70.00.00 Repasses Interfinanceiros 10.2.4.80.00.00 Correspondentes 10.2.6.00.00.00 OPERAÇÕES DE CRÉDITO 10.2.6.10.00.00 Operações de Crédito 10.2.6.10.10.00 Setor Público 10.2.6.10.20.00 Setor Privado 10.2.6.90.00.00 (Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa) (-) 10.2.7.00.00.00 OPERAÇÕES DE ARRENDAMENTO MERCANTIL 10.2.7.10.00.00 Arrendamentos e Subarrendamentos a Receber 10.2.7.10.10.00 Setor Público 10.2.7.10.20.00 Setor Privado 10.2.7.80.00.00 (Rendas a Apropriar de Arrendamento Mercantil) (-) 10.2.7.90.00.00 (Provisão para Créditos de Arrendamento Mercantil de Liquidação Duvidosa) (-) 10.2.8.00.00.00 OUTROS CRÉDITOS 10.2.8.10.00.00 Créditos por Avais e Fianças Honrados 10.2.8.20.00.00 Carteira de Câmbio 10.2.8.30.00.00 Rendas a Receber 10.2.8.40.00.00 Negociação e Intermediação de Valores 10.2.8.50.00.00 Créditos Específicos 10.2.8.60.00.00 Operações Especiais 10.2.8.70.00.00 Diversos 10.2.8.90.00.00 (Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa) (-) 10.2.9.00.00.00 OUTROS VALORES E BENS 10.2.9.10.00.00 Investimentos Temporários 10.2.9.20.00.00 (Provisões para Perdas) (-) 10.2.9.40.00.00 Outros Valores e Bens 10.2.9.70.00.00 (Provisões para Desvalorizações) (-) 10.2.9.90.00.00 Despesas Antecipadas Saldo 001 63.726.193,09 63.469.782,50 255.935,17 475,42 178.609.985,42 178.609.985,42 189.585.010,83 191.067.059,16 2.500.665,73 188.566.393,43 (1.482.048,33) 9.593.871,21 843.415,63 4.601.839,96 4.151.117,62 (2.502,00) - 10.3.0.00.00.00 PERMANENTE 10.3.1.00.00.00 INVESTIMENTOS 10.3.1.10.00.00 Dependências no Exterior 10.3.1.20.00.00 Participações em Coligadas e Controladas 10.3.1.20.10.00 No País 10.3.1.20.20.00 No Exterior 10.3.1.50.00.00 Outros Investimentos 10.3.1.90.00.00 (Provisões para Perdas) (-) 86.109.882,77 85.960.948,69 85.818.751,21 85.805.549,00 13.202,21 145.699,43 (3.501,95) 110.599,18 273.779,06 82.242,96 (245.422,84) 10.3.2.00.00.00 IMOBILIZADO DE USO 10.3.2.30.00.00 Imóveis de Uso 10.3.2.50.00.00 Reavaliações de Imóveis de Uso 10.3.2.40.00.00 Outras Imobilizações de Uso 10.3.2.90.00.00 (Depreciações Acumuladas) (-) - 10.3.3.00.00.00 IMOBILIZADO DE ARRENDAMENTO 10.3.3.20.00.00 Bens Arrendados 10.3.3.90.00.00 (Depreciações Acumuladas) (-) 10.3.4.00.00.00 DIFERIDO 10.3.4.10.00.00 Gastos de Organização e Expansão 10.3.4.90.00.00 (Amortizações Acumuladas) (-) 2.729,72 34.975,29 (32.245,57) 10.3.5.00.00.00 INTANGÍVEL 10.3.5.10.00.00 Ativos Intangíveis 10.3.5.90.00.00 (Amortizações Acumuladas) (-) 35.605,18 51.043,70 (15.438,52) 8 Balanço Patrimonial 40.0.0.00.00.00 PASSIVO TOTAL 40.1.0.00.00.00 PASSIVO CIRCULANTE Saldo 001 630.097.632,95 18.726.261,67 2.228.174,79 2.228.174,79 - 40.1.1.00.00.00 DEPÓSITOS 40.1.1.10.00.00 Depósitos à Vista 40.1.1.20.00.00 Depósitos de Poupança 40.1.1.30.00.00 Depósitos Interfinanceiros 40.1.1.40.00.00 Depósitos a Prazo 40.1.1.90.00.00 Outros Depósitos - 40.1.2.00.00.00 CAPTAÇÕES NO MERCADO ABERTO 40.1.2.10.00.00 Carteira Própria 40.1.2.20.00.00 Carteira de Terceiros 40.1.2.30.00.00 Carteira Livre Movimentação 40.1.3.00.00.00 RECURSOS DE ACEITES E EMISSÃO DE TÍTULOS 40.1.3.10.00.00 Recursos de Aceites Cambiais 40.1.3.20.00.00 Recursos de Letras Imobiliárias, Hipotecárias, de Crédito e Similares 40.1.3.40.00.00 Recursos de Debêntures 40.1.3.50.00.00 Obrigações por Títulos e Valores Mobiliários no Exterior 40.1.4.00.00.00 RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS 40.1.4.10.00.00 Recebimentos e Pagamentos a Liquidar 40.1.4.20.00.00 Obrigações Vinculadas 40.1.4.30.00.00 Repasses Interfinanceiros 40.1.4.40.00.00 Correspondentes 40.1.5.00.00.00 RELAÇÕES INTERDEPENDÊNCIAS 40.1.5.10.00.00 Recursos em Trânsito de Terceiros 40.1.5.20.00.00 Transferências Internas de Recursos 60.442,93 60.442,93 988,23 988,23 - 40.1.6.00.00.00 OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS 40.1.6.10.00.00 Empréstimos no País - Instituições Oficiais 40.1.6.20.00.00 Empréstimos no País - Outras Instituições 40.1.6.30.00.00 Empréstimos no Exterior 40.1.6.40.00.00 Obrigações por Aquisição de Títulos Federais 1.130.049,89 610.504,92 154.047,41 365.497,56 40.1.7.00.00.00 OBRIGAÇÕES POR REPASSES DO PAÍS - INSTITUIÇÕES OFICIAIS 40.1.7.10.00.00 Tesouro Nacional 40.1.7.20.00.00 Banco do Brasil 40.1.7.30.00.00 BNDES 40.1.7.40.00.00 CEF 40.1.7.50.00.00 FINAME 40.1.7.90.00.00 Outras Instituições 3.858.488,11 3.851.948,04 5.904,45 635,62 - 40.1.8.00.00.00 OBRIGAÇÕES POR REPASSES DO EXTERIOR 40.1.8.10.00.00 Repasses do Exterior 1.183.526,73 1.183.526,73 40.1.9.00.00.00 OUTRAS OBRIGAÇÕES 40.1.9.10.00.00 Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados 40.1.9.20.00.00 Carteira de Câmbio 40.1.9.30.00.00 Sociais e Estatutárias 40.1.9.40.00.00 Fiscais e Previdenciárias 40.1.9.50.00.00 Negociação e Intermediação de Valores 40.1.9.60.00.00 Operações com Loterias 40.1.9.70.00.00 Fundos e Programas Sociais 40.1.9.80.00.00 Fundos Financeiros e de Desenvolvimento 40.1.9.81.00.00 Operações Especiais 40.1.9.84.00.00 Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida 40.1.9.85.00.00 Dívidas Subordinadas 40.1.9.87.00.00 Instrumentos Financeiros Derivativos 40.1.9.90.00.00 Diversas 10.264.590,99 1.029.794,93 3.188.371,98 331.768,61 3.562.053,85 318.652,73 1.833.948,89 40.2.0.00.00.00 555.389.438,07 PASSIVO EXIGÍVEL A LONGO PRAZO 40.2.1.00.00.00 DEPÓSITOS 40.2.1.30.00.00 Depósitos Interfinanceiros 40.2.1.40.00.00 Depósitos a Prazo 18.851.091,33 18.851.091,33 40.2.2.00.00.00 CAPTAÇÕES NO MERCADO ABERTO 40.2.2.10.00.00 Carteira Própria 40.2.2.20.00.00 Carteira de Terceiros - 9 Balanço Patrimonial 40.2.2.30.00.00 Carteira Livre Movimentação Saldo 001 - 40.2.3.00.00.00 RECURSOS DE ACEITES E EMISSÃO DE TÍTULOS 40.2.3.10.00.00 Recursos de Aceites Cambiais 40.2.3.20.00.00 Recursos de Letras Imobiliárias, Hipotecárias, de Crédito e Similares 40.2.3.40.00.00 Recursos de Debêntures 40.2.3.50.00.00 Obrigações por Títulos e Valores Mobiliários no Exterior - 40.2.4.00.00.00 RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS 40.2.4.10.00.00 Recebimentos e Pagamentos a Liquidar 40.2.4.20.00.00 Obrigações Vinculadas 40.2.4.30.00.00 Repasses Interfinanceiros 40.2.4.40.00.00 Correspondentes - 40.2.6.00.00.00 OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS 40.2.6.10.00.00 Empréstimos no País - Instituições Oficiais 40.2.6.20.00.00 Empréstimos no País - Outras Instituições 40.2.6.30.00.00 Empréstimos no Exterior 40.2.6.40.00.00 Obrigações por Aquisição de Títulos Federais 40.2.7.00.00.00 OBRIGAÇÕES POR REPASSES DO PAÍS - INSTITUIÇÕES OFICIAIS 40.2.7.10.00.00 Tesouro Nacional 40.2.7.20.00.00 Banco do Brasil 40.2.7.30.00.00 BNDES 40.2.7.40.00.00 CEF 40.2.7.50.00.00 FINAME 40.2.7.90.00.00 Outras Instituições 40.2.8.00.00.00 OBRIGAÇÕES POR REPASSES DO EXTERIOR 40.2.8.10.00.00 Repasses do Exterior 40.2.9.00.00.00 OUTRAS OBRIGAÇÕES 40.2.9.10.00.00 Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados 40.2.9.20.00.00 Carteira de Câmbio 40.2.9.30.00.00 Sociais e Estatutárias 40.2.9.40.00.00 Fiscais e Previdenciárias 40.2.9.50.00.00 Negociação e Intermediação de Valores 40.2.9.60.00.00 Operações com Loterias 40.2.9.70.00.00 Fundos e Programas Sociais 40.2.9.80.00.00 Fundos Financeiros e de Desenvolvimento 40.2.9.81.00.00 Operações Especiais 40.2.9.84.00.00 Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida 40.2.9.85.00.00 Dívidas Subordinadas 40.2.9.87.00.00 Instrumentos Financeiros Derivativos 40.2.9.90.00.00 Diversas 40.5.0.00.00.00 RESULTADOS DE EXERCÍCIOS FUTUROS 40.5.1.00.00.00 Resultados de Exercícios Futuros 40.6.0.00.00.00 PATRIMÔNIO LÍQUIDO (+/-) 40.6.1.00.00.00 Capital 40.6.1.10.00.00 De Domiciliados no País 40.6.1.20.00.00 De Domiciliados no Exterior 40.6.2.00.00.00 (Capital a Realizar) (-) 40.6.3.00.00.00 Recursos de Associados Poupadores 40.6.4.00.00.00 Reservas de Capital 40.6.5.00.00.00 Reservas de Reavaliação 40.6.6.00.00.00 Reservas de Lucros 40.6.7.00.00.00 Ajuste de Avaliação Patrimonial 40.6.8.00.00.00 Lucros ou Prejuízos Acumulados (+/-) 40.6.9.00.00.00 (Ações em Tesouraria) (-) 19.309.521,09 5.623.565,08 9.016.940,00 4.669.016,01 327.247.251,02 327.133.818,19 22.917,21 90.515,62 13.240.048,18 13.240.048,18 176.741.526,45 1.334.393,56 29.865.960,74 13.161.014,82 130.510.429,98 386.466,98 1.483.260,37 55.981.933,21 36.340.506,46 36.340.506,46 5.901.151,24 10.996.763,26 2.743.512,25 - 10 QUADRO 7003 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO 30/06/2012 Valores em R$ Mil Demonstração do Resultado No trimestre Acumulado Ano Corrente 001 002 16.229.853,85 14.950.087,98 0,00 1.959.661,12 -716.198,32 36.303,07 0,00 0,00 23.338.335,10 20.476.461,64 0,00 3.713.270,18 -939.780,74 88.384,02 0,00 0,00 (15.060.598,60) (423.210,85) (14.430.104,01) 0,00 (33.341,69) 0,00 (173.942,05) (20.735.540,98) (845.887,36) (19.504.582,47) 0,00 (71.010,15) 0,00 (314.061,00) RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA (+/-) 1.169.255,25 2.602.794,12 10.1.1.20.00.00 OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS (+/-) 10.1.1.20.21.00 Receitas de Prestação de Serviços 10.1.1.20.22.00 Despesas de Pessoal (-) 10.1.1.20.24.00 Outras Despesas Administrativas (-) 10.1.1.20.26.00 Despesas Tributárias (-) 10.1.1.20.23.00 Resultado de Participações em Coligadas e Controladas (+/-) 10.1.1.20.25.00 Outras Receitas Operacionais 10.1.1.20.32.00 Outras Despesas Operacionais (-) 885.060,19 0,00 (143.760,57) (67.990,06) (73.936,11) 877.159,60 443.372,16 (149.784,83) 1.224.620,48 0,00 (286.368,59) (119.219,09) (154.056,39) 1.659.867,33 530.924,94 (406.527,72) 10.1.1.00.00.00 RESULTADO OPERACIONAL (+/-) 2.054.315,44 3.827.414,60 10.1.2.00.00.00 RESULTADO NÃO OPERACIONAL (+/-) (2.920,43) 11.532,04 2.051.395,01 3.838.946,64 (576.749,57) (318.861,90) (198.267,84) (59.619,83) (1.095.434,39) (651.689,75) (402.611,16) (41.133,48) 0,00 0,00 1.474.645,44 2.743.512,25 0,00 0,00 10.1.1.10.10.00 RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 10.1.1.10.10.11 Operações de Crédito 10.1.1.10.10.13 Operações de Arrendamento Mercantil 10.1.1.10.10.15 Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários 10.1.1.10.10.16 Resultado com Instrumentos Financeiros Derivativos 10.1.1.10.10.17 Resultado de Operações de Câmbio 10.1.1.10.10.19 Resultado das Aplicações Compulsórias 10.1.1.10.10.21 Operações de Venda ou de Transferência de Ativos Financeiros 10.1.1.10.20.00 DESPESAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA (-) 10.1.1.10.20.12 Operações de Captação no Mercado (-) 10.1.1.10.20.14 Operações de Empréstimos e Repasses (-) 10.1.1.10.20.16 Operações de Arrendamento Mercantil (-) 10.1.1.10.20.18 Resultado de Operações de Câmbio (-) 10.1.1.10.20.19 Operações de Venda ou de Transferência de Ativos Financeiros ( 10.1.1.10.20.20 Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (-) 10.1.1.10.00.00 10.1.0.00.00.00 RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO E PARTICIPAÇÕES (+/-) 10.2.0.00.00.00 IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (+/-) 10.2.1.00.00.00 Provisão para Imposto de Renda (+/-) 10.2.2.00.00.00 Provisão para Contribuição Social (+/-) 10.2.3.00.00.00 Ativo Fiscal Diferido (+/-) 10.3.0.00.00.00 PARTICIPAÇÕES ESTATUTÁRIAS NO LUCRO (-) 10.0.0.00.00.00 LUCRO LÍQUIDO (PREJUÍZO) (+/-) 20.0.0.00.00.00 JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO (-) 30.0.0.00.00.00 LUCRO (PREJUÍZO) POR AÇÃO 0,2350515245358 11 0,4373029066575 QUADRO 7004 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO ATRIBUTOS: UBDKIFACTSWLMN R$ mil EVENTOS CAPITAL REALIZADO 001 00.0.1.01.00.00 SALDOS NO INÍCIO DO PERÍODO EM 31/03/2012 29.557.414,71 AUMENTO DE CAPITAL RESERVAS DE INCENTIVOS FISCAIS RESERVAS DE REAVALIAÇÃO 002 003 004 6.783.091,75 115.236,44 RESERVAS DE LUCROS LEGAL 005 - 1.296.393,65 ESTATUTÁRIAS CONTINGÊNCIAS LUCROS A REALIZAR OUTRAS 006 007 008 009 4.489.521,15 - - - 00.0.1.02.00.00 AJUSTES DE PERÍODOS ANTERIORES 00.0.1.03.00.00 REVERSÕES DE RESERVAS - - - - - - - - - LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS AÇÕES EM TESOURARIA TOTAL 013 010 011 012 19.216.795,54 - - - - - - - - - - - - - - - - - 62.727.320,05 - - (8.220.032,28) 00.0.1.25.00.00 AJUSTE DE AVALIAÇÃO PATRIMONIAL - 1.268.866,81 - - 00.0.1.04.00.00 DIVIDENDOS INTERMEDIÁRIOS 00.0.1.05.00.00 AUMENTO DE CAPITAL AJUSTE DE AVALIAÇÃO PATRIMONIAL (8.220.032,28) - - 00.0.1.06.00.00 OUTROS EVENTOS - 00.0.1.07.00.00 Reavaliação de Imóveis de Uso Próprio 00.0.1.08.00.00 Contribuições Monetárias para Reservas de Capital 00.0.1.09.00.00 Subvenções para Investimentos 00.0.1.10.00.00 Realização de Reservas - 00.0.1.11.00.00 Aquisição / Cancelamento de Ações Próprias 00.0.1.12.00.00 Atualização de Títulos Patrimoniais - - - - - - - - - - 00.0.1.13.00.00 Reversão / Realização de Reservas de Reavaliação 00.0.1.14.00.00 Imposto e Contribuições sobre Reserva de Reavaliação 00.0.1.15.00.00 Reserva de Reavaliação em Coligadas / Controladas 00.0.1.16.00.00 Reserva decorrente de Incentivos Fiscais 00.0.1.17.00.00 Outros - - - - - - - - - - - - 1.474.645,44 00.0.1.18.00.00 LUCRO LÍQUIDO (PREJUÍZO) DO PERÍODO - 1.474.645,44 00.0.1.19.00.00 DESTINAÇÕES: - 00.0.1.20.00.00 Reservas 00.0.1.21.00.00 Dividendos 00.0.1.22.00.00 Bonificações em Dinheiro - - - - - - - - 00.0.1.23.00.00 Juros sobre o Capital Próprio 00.0.1.24.00.00 Outros 00.0.1.00.00.00 SALDOS NO FIM DO PERÍODO EM 30/06/2012 00.0.2.00.00.00 MUTAÇÕES DO PERÍODO 29.557.414,71 - 6.783.091,75 - 115.236,44 - - 1.296.393,65 - - 4.489.521,15 - - - - - - - - - - 10.996.763,26 2.743.512,25 - 55.981.933,21 - - - (8.220.032,28) 1.474.645,44 - (6.745.386,84) 00.0.5.00.00.00 Dividendos p/Ação - 00.0.6.00.00.00 Juros sobre o Capital Próprio p/Ação - 12 Quadro 7013 - CONSOLIDADO ECONÔMICO-FINANCEIRO - CONEF 10.0.0.00.00-3 10.1.0.00.00-2 10.1.1.00.00-5 10.1.2.00.00-8 10.1.5.00.00-7 10.1.5.10.00-4 10.2.0.00.00-1 10.2.1.00.00-4 10.2.1.10.00-1 10.2.1.10.10-4 10.2.2.00.00-7 10.2.2.10.00-4 10.2.6.00.00-9 10.2.6.10.00-6 10.3.0.00.00-0 10.3.1.00.00-3 10.3.1.10.00-0 10.3.1.10.10-3 10.3.1.10.90-7 10.3.1.15.00-5 10.3.1.20.00-7 10.3.1.20.10-0 10.3.1.20.20-3 10.3.1.20.30-6 10.3.1.20.40-9 10.3.1.20.99-7 10.3.1.99.00-7 10.3.1.99.99-7 10.3.1.99.00-7 10.3.1.99.85-6 10.3.2.00.00-6 10.3.2.10.00-3 10.3.2.10.10-6 10.3.3.00.00-9 10.3.3.10.00-6 10.3.3.15.00-1 10.3.6.00.00-8 10.3.6.10.00-5 10.3.6.10.10-8 10.4.0.00.00-9 10.4.2.00.00-5 10.4.2.10.00-2 10.4.2.40.00-3 10.4.3.00.00-8 10.4.3.90.00-1 10.4.3.99.00-2 10.4.3.99.90-9 10.6.0.00.00-7 10.6.1.00.00-0 10.6.1.20.00-4 CONEF CIRCULANTE E REALIZÁVEL A LONGO PRAZO DISPONIBILIDADES Caixa Depósitos Bancários Disponibilidades em Moedas Estrangeiras DEPÓSITOS EM MOEDAS ESTRANGEIRAS APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ Aplicações em Operações Compromissadas REVENDAS A LIQUIDAR - POSIÇÃO BANCADA Títulos Públicos Federais Aplicações em Depósitos Interfinanceiros APLICAÇÕES EM DEPÓSITOS INTERFINANCEIROS Aplicações em Moedas Estrangeiras AVISO PRÉVIO E PRAZO FIXO TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS Livres TÍTULOS DE RENDA FIXA Títulos Públicos Federais Outros COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO TÍTULOS DE RENDA VARIÁVEL - DEMAIS APLICAÇÕES Ações de Companhias Abertas Ações de Companhias Fechadas Bônus de Subscrição de Companhias Abertas Cotas de Fundos de Renda Variável Outros PROVISÃO PARA DESVALORIZAÇÃO DE TÍTULOS LIVRES (-) Outros no País PROVISÃO PARA DESVALORIZAÇÃO DE TÍTULOS LIVRES (-) Ações Vincul. a operac. Compromissadas Títulos de Renda fixa - vinc a recompra Títulos públicos federais Instrumentos Financeiros Derivativos Instrumentos Financeiros Derivativos Instrumentos Financeiros Derivativos - SWAP Vinculados à prestação de garantias Títulos dados em garantia Títulos Públicos Federais RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS Créditos Vinculados BANCO CENTRAL BANCOS OFICIAIS - DEPÓSITOS VINCULADOS A CONVÊNIO Repasses Interfinanceiros OUTROS DEVEDORES PROVISÃO PARA PERDAS EM REPASSES INTERFINANCEIROS (-) Outros OPERAÇÕES DE CRÉDITO E ARRENDAMENTO MERCANTIL Operações de Crédito FINANCIAMENTOS 13 30/06/2012 R$ MIL SALDO 633.122.142,90 15.092,46 34,49 1.139,95 13.918,02 13.918,02 7.142.745,99 86.592,41 86.592,41 86.592,41 7.041.301,44 7.041.301,44 14.852,15 14.852,15 162.573.083,47 161.796.001,52 84.669.148,22 66.208.664,72 18.460.483,50 3.769.719,04 73.357.134,27 66.330.276,64 7.026.857,26 0,38 496.715,95 480.268,39 16.447,56 280.365,99 280.365,99 280.365,99 212.624.257,12 30,60 30,60 212.624.226,52 213.569.599,69 (945.373,18) (945.373,18) 229.067.932,04 229.067.932,04 231.733.573,45 Quadro 7013 - CONSOLIDADO ECONÔMICO-FINANCEIRO - CONEF 10.6.1.90.00-3 10.9.0.00.00-4 10.9.1.00.00-7 10.9.1.00.00-7 10.9.2.00.00-0 10.9.2.06.00-4 10.9.2.06.10-7 10.9.2.06.30-3 10.9.2.25.00-9 10.9.2.25.10-2 10.9.2.25.20-2 10.9.2.25.60-7 10.9.2.45.00-3 10.9.3.00.00-3 10.9.5.00.00-9 10.9.5.10.00-6 10.9.5.10.40-8 10.9.5.10.50-1 10.9.5.10.60-4 10.9.7.00.00-5 10.9.7.25.00-4 10.9.7.25.90-1 10.9.7.30.00-6 10.9.7.30.90-3 10.9.7.40.00-3 10.9.7.40.10-6 10.9.7.40.20-9 10.9.7.40.50-8 10.9.7.45.00-8 10.9.7.50.00-0 10.9.7.90.00-8 10.9.7.95.00-3 10.9.8.00.00-8 10.9.8.90.00-1 10.9.9.00.00-1 20.0.0.00.00-6 20.1.0.00.00-5 20.1.2.00.00-1 20.1.2.10.00-8 20.1.2.10.90-5 20.1.2.99.00-5 20.1.2.99.90-2 20.1.3.00.00-4 20.1.5.00.00-0 20.1.5.10.00-7 20.1.5.10.20-3 20.1.5.99.00-4 20.1.5.99.20-0 20.1.9.00.00-2 20.1.9.90.00-5 20.1.9.99.00-6 20.2.0.00.00-4 20.2.2.00.00-0 20.2.3.00.00-3 20.2.3.10.00-0 20.2.3.99.00-7 20.2.4.00.00-6 20.2.4.10.00-3 20.2.4.99.00-0 20.2.8.00.00-8 CONEF PROVISÕES PARA OPERAÇÕES DE CRÉDITO (-) OUTROS CRÉDITOS, VALORES E BENS Avais e Fianças Honrados Avais e Fianças Honrados Câmbio CÂMBIO COMPRADO A LIQUIDAR Exportação e Interbancário Financeiro DIREITOS SOBRE VENDAS DE CÂMBIO Importação e Financeiro Interbancário Interdepartamental e Arbitragem VALORES EM MOEDAS ESTRANGEIRAS A RECEBER Rendas a Receber Créditos Específicos ATIVIDADE FINANCEIRA Tesouro Nacional Governo Federal - Operações Refinanciadas e Alongamento Operações Especiais e Valores Específicos Diversos BENS NÃO DE USO PRÓPRIO Outros Valores e Bens PROVISÃO PARA DESVALORIZAÇÃO DE OUTROS VALORES E BENS (-) Outros Valores e Bens CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS DE IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES CRÉD. TRIB. CIRC 2.746 - REALIZ APÓS 5 ANOS CRÉD. TRIB. CIRC 2.746 - REALIZ ATE 5 ANOS CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES A COMPENSAR IMPOSTO DE RENDA A RECUPERAR DEVEDORES DIVERSOS EXTERIOR DEVEDORES DIVERSOS PAÍS Outros Créditos em Liquidação e Provisões para Outros Créditos PROVISÕES PARA OUTROS CRÉDITOS (-) Despesas Antecipadas PERMANENTE INVESTIMENTOS Participações em Coligadas e Controladas no País PARTICIPAÇÕES EM COLIGADAS E CONTROLADAS Outras Participações PROVISÃO PARA PERDAS EM SOCIEDADES COLIGADAS E CONTROLADAS (-) Outras Participações Investimentos por Incentivos Fiscais Ações e Cotas AÇÕES E COTAS Outros PROVISÃO PARA PERDAS EM AÇÕES E COTAS (-) Outros Outros Investimentos OUTROS INVESTIMENTOS PROVISÃO PARA PERDAS EM OUTROS INVESTIMENTOS (-) IMOBILIZADO Imobilizações em Curso Imóveis IMÓVEIS DEPRECIAÇÃO ACUMULADA DE IMÓVEIS – EDIFICAÇÕES (-) Instalações, Móveis e Equipamentos INSTALAÇÕES, MÓVEIS E EQUIPAMENTOS DEPRECIAÇÃO ACUMULADA DE INSTALAÇÕES, MÓVEIS E Outros 14 30/06/2012 R$ MIL SALDO (2.665.641,41) 21.699.031,83 2.561.909,62 9.730.118,08 9.730.118,08 9.730.118,08 8.921.036,23 10.824,12 10.824,12 (1.499,09) (1.499,09) 4.250.826,18 42.222,68 72.690,89 4.135.912,61 809.998,04 56,53 16,08 3.850.814,37 (217.212,20) (217.212,20) 703.180,10 17.560.643,23 17.411.709,15 17.269.511,47 17.306.636,97 17.306.636,97 (37.125,50) (37.125,50) 100.000,00 100.000,00 100.000,00 42.197,68 346.536,57 (304.338,89) 110.599,18 4.348,36 26.326,10 215.986,89 (189.660,78) 32.185,82 53.443,81 (21.257,99) 47.738,89 Quadro 7013 - CONSOLIDADO ECONÔMICO-FINANCEIRO - CONEF CONEF 20.2.8.90.00-1 20.2.8.99.00-2 20.4.0.00.00-2 20.4.1.00.00-5 20.4.1.90.00-8 20.4.9.00.00-9 20.4.9.90.00-2 20.5.0.00.00-1 20.5.1.00.00-4 20.5.1.98.00-9 20.5.1.99.00-8 30.0.0.00.00-9 30.1.0.00.00-8 30.1.4.00.00-0 30.1.4.90.00-3 30.4.0.00.00-5 30.4.2.00.00-1 30.4.3.00.00-4 30.4.7.00.00-6 30.4.7.10.00-3 30.4.7.20.00-0 30.4.8.00.00-9 30.4.9.00.00-2 30.5.0.00.00-4 30.6.0.00.00-3 30.6.1.00.00-6 30.6.5.00.00-8 30.6.5.10.00-5 30.6.5.20.00-2 30.6.5.30.00-9 30.9.0.00.00-0 30.9.7.00.00-1 30.9.7.10.00-8 30.9.7.20.00-5 30.9.8.00.00-4 30.9.8.10.00-1 30.9.8.40.00-2 30.9.8.40.02-6 30.9.8.40.03-3 30.9.8.90.00-7 30.9.8.90.30-6 30.9.8.90.35-1 30.9.8.90.40-9 30.9.9.00.00-7 39.9.9.99.99-4 40.0.0.00.00-2 40.1.0.00.00-1 40.1.1.00.00-4 40.1.3.00.00-0 40.1.5.00.00-6 40.1.6.00.00-9 40.2.0.00.00-0 40.2.1.00.00-3 40.3.0.00.00-9 40.3.1.00.00-2 OUTRAS IMOBILIZAÇÕES DEPRECIAÇÃO ACUMULADA DE OUTRAS IMOBILIZAÇÕES (-) DIFERIDO Gastos de Organização e Expansão OUTROS GASTOS DE ORGANIZAÇÃO EM EXPANSÃO Amortização Acumulada do Diferido (-) OUTROS Intangível Ativos Intangíveis Outros Ativos Intangíveis Amortização acumulada de ativos intangíveis (-) COMPENSAÇÃO COOBRIGAÇÕES E RISCOS EM GARANTIAS PRESTADAS Beneficiários de Garantias Prestadas OUTRAS CUSTÓDIA DE VALORES Valores Garantidos Pelo FGPC Valores Garantidos por Fundos ou Mecanismos Governamentais ou Oficiais Valores Garantidos pelo Tesouso Nacional RISCO NORMAL RISCO REDUZIDO Val Garantidos por Instituições Financeiras Outras Custódias de Valores COBRANÇA NEGOCIAÇÃO E INTERMEDIAÇÃO DE VALORES Contratos de Ações, Ativos Financeiros e Mercadorias Valores em Risco de Operações de Swap RISCO DE CRÉDITO DE SWAP VALOR DE MERCADO POSITIVO DE SWAP VALOR DE MERCADO NEGATIVO DE SWAP CONTROLE Patrimônio Líquido Exigido Para Cobertura do Risco de Mercado TAXA DE CÂMBIO TAXA DE JURO VALOR TOTAL DA EXPOSIÇÃO CAMBIAL VALOR TOTAL DA EXPOSIÇÃO CAMBIAL Patrim de Referência - Ajustes Patrim. Ref - Aj Marcação Mercado Inst Capt I.F. com FPR 100% Creditos Tributários - Limites Cred. Trib. Excl. Nível I PR Créditos Tributários decorrentes de diferenças temporárias Créditos Tributários - outros Outras Contas de Compensação Ativas TOTAL GERAL DO ATIVO CIRCULANTE E EXIGÍVEL A LONGO PRAZO DEPÓSITOS Depósitos à Vista Depósitos Interfinanceiros Depósitos a Prazo Obrigações por Depósitos Especiais e de Fundos e Programas OBRIGAÇÕES POR OPERAÇÕES COMPROMISSADAS Carteira Própria REC ACEITE CAMB L. IMOB. HIPOT Rec Let Imob Hip Cred e Siml 15 30/06/2012 R$ MIL SALDO 82.242,96 (34.504,07) 2.729,72 34.975,29 34.975,29 (32.245,57) (32.245,57) 35.605,19 35.605,19 51.043,70 (15.438,52) 5.453.905.566,39 843.546.543,20 228.386,36 38.328.671,73 12.547.234,39 12.547.234,39 21.776.523,57 770.665.727,16 1.687.380,20 132.351.046,52 131.477.166,82 873.879,70 285.274,71 16.447,56 572.157,43 4.476.320.596,47 2.336.422,47 1.171.299,78 1.165.122,68 18.768.105,30 2.928.249,46 11.546.806,97 10.996.763,26 550.043,71 4.293.048,87 42.222,68 4.250.826,18 4.455.216.068,71 6.104.588.352,52 594.700.852,91 21.079.266,13 21.079.266,13 60.442,93 60.442,93 Quadro 7013 - CONSOLIDADO ECONÔMICO-FINANCEIRO - CONEF 40.5.0.00.00-7 40.6.0.00.00-6 40.6.1.00.00-9 40.6.1.10.00-6 40.6.1.20.00-3 40.6.2.00.00-2 40.6.2.10.00-9 40.6.2.20.00-6 40.7.0.00.00-5 40.8.0.00.00-4 40.8.1.00.00-7 40.8.2.00.00-0 40.8.3.00.00-3 40.8.3.10.00-0 40.8.4.00.00-6 40.8.4.10.00-3 40.8.4.13.00-0 40.8.4.15.00-8 40.8.4.20.00-0 40.8.4.30.00-7 40.8.5.00.00-9 40.8.6.00.00-2 40.8.9.00.00-1 40.8.9.90.00-4 40.9.0.00.00-3 40.9.1.00.00-6 40.9.1.05.00-1 40.9.1.10.00-3 40.9.1.90.00-9 40.9.2.00.00-9 40.9.2.10.00-6 40.9.3.00.00-2 50.0.0.00.00-5 60.0.0.00.00-8 60.1.0.00.00-7 60.1.1.00.00-0 60.1.1.10.00-7 60.1.1.10.13-1 60.1.1.20.00-4 60.1.1.20.13-8 60.1.3.00.00-6 60.1.4.00.00-9 60.1.5.00.00-2 60.1.5.10.00-9 60.1.5.20.00-6 60.1.5.60.00-4 60.1.6.00.00-5 60.1.8.00.00-1 70.0.0.00.00-1 70.1.0.00.00-0 70.3.0.00.00-8 80.0.0.00.00-4 80.1.0.00.00-3 80.3.0.00.00-1 80.9.0.00.00-5 80.9.4.00.00-7 80.9.4.10.00-4 80.9.4.10.10-7 80.9.4.30.00-8 80.9.4.30.10-1 80.9.7.00.00-6 80.9.7.10.00-3 80.9.7.10.20-9 90.0.0.00.00-7 99.9.9.99.99-2 CONEF RELAÇÕES INTERDEPENDÊNCIAS OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS E REPASSES Empréstimos e Financiamentos NO PAÍS NO EXTERIOR Repasses NO PAÍS NO EXTERIOR INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS OUTRAS OBRIGAÇÕES Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados Câmbio Sociais e Estatutárias DIVIDENDOS E BONIFICAÇÕES A PAGAR Fiscais e Previdenciárias IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES SOBRE LUCROS A PAGAR IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES SOBRE LUCROS A PAGAR PROVISÃO PARA IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES SOBRE LUCROS IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES A RECOLHER PROVISÃO PARA IMPOSTO DE RENDA DIFERIDO Negociação e Intermediação de Valores Recursos para Destinação Específica e Operações Especiais Diversas OUTRAS OBRIGAÇÕES INSTRUMENTOS HÍBRIDOS E DÍVIDAS SUBORDINADAS Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida Elegíveis a Capital I Elegíveis a Capital II Outros Dívidas Subordinadas - Elegíveis a Capital VENCIMENTO SUPERIOR A 5 ANOS Outras Dívidas Subordinadas RESULTADOS DE EXERCÍCIOS FUTUROS PATRIMÔNIO LÍQUIDO PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Social CAPITAL Ações Ordinárias - País AUMENTO DE CAPITAL Ações Ordinárias - País Reservas de Capital Reservas de Reavaliação Reservas de Lucros RESERVA LEGAL RESERVAS ESTATUTÁRIAS RESERVA PARA INCENTIVOS FISCAIS Ajuste Valor de mercado - TVM e Der Lucros ou Prejuízos Acumulados CONTAS DE RESULTADO CREDORAS RECEITAS OPERACIONAIS DA ATIVIDADE FINANCEIRA RECEITAS NÃO OPERACIONAIS DA ATIVIDADE FINANCEIRA CONTAS DE RESULTADO DEVEDORAS DESPESAS OPERACIONAIS DA ATIVIDADE FINANCEIRA DESPESAS NÃO OPERACIONAIS DA ATIVIDADE FINANCEIRA APURAÇÃO DE RESULTADO Imposto de Renda e Contribuição Social IMPOSTO DE RENDA Atividade Financeira CONTRIBUIÇÃO SOCIAL Atividade Financeira Participações no Lucro PARTICIPAÇÕES NO LUCRO Empregados COMPENSAÇÃO TOTAL GERAL DO PASSIVO 16 30/06/2012 R$ MIL SALDO 988,23 376.062.167,41 27.604.096,94 18.433.109,53 9.170.987,41 348.458.070,47 334.034.495,56 14.423.574,91 1.814.460,62 48.118.260,34 9.923.760,25 1.273.113,43 278.982,50 8.371.664,32 33.060.255,68 5.134.244,41 5.134.244,41 147.565.267,27 13.492.783,43 6.000.000,00 7.161.014,82 331.768,61 25.471.473,64 25.471.473,64 108.601.010,20 53.238.420,96 53.238.420,96 36.340.506,46 29.557.414,71 29.557.414,71 6.783.091,75 6.783.091,75 5.901.151,24 1.296.393,65 4.489.521,16 115.236,44 10.996.763,26 33.345.909,13 32.510.388,89 835.520,24 30.602.396,87 28.868.500,96 16.478,37 1.717.417,54 1.704.974,91 1.092.354,22 1.092.354,22 612.620,69 612.620,69 12.442,63 12.442,63 12.442,63 5.453.905.566,39 6.104.588.352,52 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 1. Contexto operacional 1.1) Histórico O BNDES foi criado em 20 de junho de 1952, pela Lei n.º 1.628, como Autarquia Federal. Posteriormente, com a Lei n.º 5.662 e o Decreto n.º 68.786, ambos de 21 de junho de 1971, foi transformado em empresa pública, dotada de personalidade jurídica de direito privado e patrimônio próprio e sujeita às normas gerais orçamentárias e contábeis e à disciplina normativa do Conselho Monetário Nacional - CMN. 1.2) Objetivos e atuação O Sistema BNDES é o principal instrumento do Governo Federal para os financiamentos de longo prazo, com ênfase no estímulo à iniciativa privada nacional. O BNDES apresenta uma estrutura voltada para promover o desenvolvimento nacional e a geração de empregos, priorizando: Investimentos em infra-estrutura; Investimentos em insumos básicos, para retomada do crescimento industrial; Exportações; Tecnologia nacional; Fomento a pequenas e médias empresas; e Integração continental para a América do Sul. Além da atuação como banco de desenvolvimento, o BNDES tem um papel importante na formulação de políticas de desenvolvimento nacional e na identificação de soluções para problemas estruturais da economia brasileira. O BNDES atua também através das subsidiárias integrais BNDES Participações S.A. - BNDESPAR, que investe em empresas nacionais através da subscrição de ações e debêntures conversíveis, Agência Especial de Financiamento Industrial - FINAME, que apóia a expansão e modernização da indústria brasileira através do financiamento à compra de máquinas e equipamentos e à exportação de bens de capital e serviço, e BNDES Limited, empresa sediada em Londres, Inglaterra, cujo objetivo é atuar como holding para investir em títulos e valores mobiliários em qualquer país contribuindo para a internacionalização de empresas brasileiras. A BNDES Limited está em fase pré-operacional. 17 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 2. Apresentação das Informações Financeiras Trimestrais – IFT As informações financeiras foram preparadas de acordo com as disposições da Lei das Sociedades por Ações – Lei n.º 6.404, de 15/12/1976, incluindo as alterações introduzidas pela Lei n.º 11.638 de 28/12/2007 e Lei n.º 11.941 de 27/05/2009, em consonância com as normas do Banco Central do Brasil – BACEN, com as normas da Comissão de Valores Mobiliários – CVM, quando não conflitantes com as regulamentações do BACEN, e estão sendo apresentadas em conformidade com o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, o comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC emitiu diversos pronunciamentos relacionados ao processo de convergência contábil internacional, porém a maioria ainda não foi homologada pelo BACEN. Desta forma, na elaboração das demonstrações financeiras foram adotados os seguintes pronunciamentos já homologados pelo BACEN: a) CPC 01 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos - homologado pela Resolução BACEN nº 3.566/08; b) CPC 03 - Demonstração dos Fluxos de Caixa - homologado pela Resolução BACEN nº 3.604/08; c) CPC 05 - Divulgação sobre Partes Relacionadas - homologado pela Resolução BACEN nº 3.750/09; d) CPC 25 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes - homologado pela Resolução BACEN nº 3.823/09; e e) CPC 24 – Eventos Subseqüentes – homologado pela Resolução BACEN nº 3.973/11. f) CPC 10 - Pagamento baseado em ações – homologado pela Resolução BACEN nº 3.989/11; g) CPC 23 - Políticas contábeis, mudança de estimativa e retificações de erros. – homologado pela Resolução BACEN nº 4.007/11; Atualmente, não é possível estimar quando e se o BACEN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis emitidos pelo CPC e se a utilização dos mesmos será de maneira prospectiva ou retrospectiva. As demonstrações financeiras estão complementadas pela adoção dos CPC da controlada BNDESPAR. As informações financeiras trimestrais do BNDES foram aprovadas pela diretoria em 07 de agosto de 2012. 18 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 3. Sumário das Principais Práticas Contábeis 3.1) Regime de apuração do resultado O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem ser incluídas na apuração dos resultados dos períodos em que ocorrem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são registradas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As receitas e despesas de natureza financeira são contabilizadas pelo critério pro rata dia e calculadas com base no método exponencial, exceto aquelas relativas a operações no exterior que são calculadas com base no método linear. As operações com taxas pós-fixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. 3.2) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa para fins de demonstração dos fluxos de caixa incluem disponibilidades, operações compromissadas de curto prazo e quaisquer outras aplicações de curto prazo que possuam alta liquidez, que sejam prontamente conversíveis em um montante conhecido de caixa e que não estejam sujeitas a um risco significante de mudança de valor. As operações são consideradas de curto prazo quando possuem vencimentos iguais ou inferiores a três meses, , a contar da data da aquisição. A composição das disponibilidades e aplicações em caixa e equivalentes de caixa esta apresentada na Nota 4. 3.3) Aplicações interfinanceiras de liquidez São registradas ao custo de aquisição, acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço, deduzidos de provisão para desvalorização, quando aplicável. A composição e os prazos das aplicações interfinanceiras de liquidez estão apresentadas na Nota 5. 3.4) Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos De acordo com o estabelecido pela Circular n.º 3.068, de 8 de novembro de 2001, do Banco Central do Brasil, e pela Lei n.º 11.638/07, os títulos e 19 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 valores mobiliários integrantes da carteira são classificados em três categorias distintas, conforme a intenção da Administração, quais sejam: a) títulos para negociação; b) títulos disponíveis para venda; e c) títulos mantidos até o vencimento. Os títulos classificados como para negociação e disponíveis para venda são avaliados, na data do balanço, pelo seu valor de mercado e os classificados como títulos mantidos até o vencimento são avaliados pelo seu custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos até a data do balanço. Os ajustes a valor de mercado dos títulos classificados como para negociação são contabilizados em contrapartida à adequada conta de receita ou despesa, no resultado do período. Os ajustes a valor de mercado dos títulos classificados como disponíveis para venda são contabilizados em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido, líquidos dos efeitos tributários, sendo transferidos para o resultado do período, quando da efetiva realização. As aplicações em fundos de investimentos são registradas ao custo de aquisição ajustado, diariamente, pela variação do valor das cotas informado pelos administradores dos respectivos fundos, sendo as contrapartidas registradas no resultado. O Banco Central do Brasil, por meio da Circular n.º 3.082/2002, estabeleceu os critérios de avaliação e classificação para os instrumentos financeiros derivativos. As operações com instrumentos financeiros derivativos são avaliadas, na data do balanço, a valor de mercado, sendo a valorização ou a desvalorização dos instrumentos não considerados como “hedge” ou como “hedge” de risco de mercado, contabilizada em conta de receita ou despesa, no resultado do período. Os instrumentos financeiros derivativos compostos pelas operações de “swap” futuros são contabilizados de acordo com os seguintes critérios: - operações de “swap” – os valores referenciais são registrados em contas de compensação e os diferenciais a receber e a pagar são valorizados a mercado pelo método de fluxo de caixa descontado, e contabilizados em conta de ativo ou passivo, respectivamente, com contrapartida no resultado, até a data do balanço; 20 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 - operações no mercado de futuros – os valores referenciais são registrados em contas de compensação, e os valores a receber e/ou a pagar referentes aos ajustes diários, divulgados pela BM&F Bovespa S.A, são registrados em contas patrimoniais, tendo como contrapartida as contas de resultado. Essas operações têm liquidação diária. A composição dos valores registrados em instrumentos financeiros derivativos, tanto em contas patrimoniais quanto em contas de compensação, está apresentada na Nota 6. 3.5) Operações de crédito, repasses interfinanceiros, debêntures, venda a prazo de títulos e valores mobiliários, direitos recebíveis e provisão para risco de crédito. As operações de crédito, repasses interfinanceiros, debêntures, venda a prazo de títulos e valores mobiliários e direitos recebíveis são classificadas de acordo com o julgamento da Administração quanto ao nível de risco, levando em consideração a conjuntura econômica, a experiência passada e os riscos específicos em relação à operação, aos devedores e garantidores, observando os parâmetros estabelecidos pela Resolução n.º 2.682, de 21 de dezembro de 1999, do Banco Central do Brasil, que requer a análise periódica da carteira e sua classificação em nove níveis, sendo “AA” (risco mínimo) e “H” (risco máximo). As rendas das operações de crédito e repasses interfinanceiros, vencidas há mais de 60 dias, independentemente de seu nível de risco, somente são reconhecidas como receita quando efetivamente recebidas. As operações classificadas como nível “H”, se inadimplentes, permanecem nessa classificação por até seis meses, quando então são baixadas contra a provisão existente, e são controladas por no mínimo cinco anos, em contas de compensação, não mais figurando no balanço patrimonial. As operações renegociadas são mantidas, no mínimo, no mesmo nível em que estavam classificadas. As renegociações de operações de créditos que já haviam sido baixadas contra a provisão e que estavam em contas de compensação são classificadas como nível “H” e os eventuais ganhos provenientes da renegociação somente são reconhecidos como receita, quando efetivamente recebidos. A provisão para risco de crédito, considerada suficiente pela Administração, atende aos critérios estabelecidos pelo Banco Central do Brasil – por meio da Resolução n.º 2.682, de 21 de dezembro de 1999. 21 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 3.6) Outros valores e bens Composta basicamente por bens não destinados a uso, correspondentes, principalmente, a imóveis os quais são ajustados pela constituição de provisão, de acordo com as normas vigentes e despesas antecipadas, correspondentes a aplicações de recursos cujos benefícios decorrentes ocorrerão em períodos seguintes, sendo registradas no resultado de acordo com o princípio da competência. 3.7) Investimentos Os investimentos em empresas controladas e empresas coligadas com influência significativa (participações da controlada BNDESPAR) nos termos da Lei n.º 11.941/09, são avaliados pelo método de equivalência patrimonial. Os demais investimentos estão demonstrados ao custo e, quando aplicável, ajustados para o seu valor provável de realização. As Informações Trimestrais da BNDESPAR, subsidiária integral do BNDES, relativas ao período findo em 30 de junho de 2012, foram preparadas de acordo com as interpretações e orientações do Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC e aprovadas pela Comissão de Valores Mobiliários – CVM. Para aplicação do Método da Equivalência Patrimonial estas foram ajustadas pelas práticas contábeis aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, excluindo os efeitos de orientações do CPC ainda não referendadas: Pronunciamentos nº. 15 – combinação de negócios, especificamente no que se refere ao deságio; e nº. 18 – instrumentos financeiros, especificamente no que se refere à perda por redução ao valor recuperável. Para aplicação do Método de Equivalência Patrimonial o BNDES utiliza as demonstrações contábeis das controladas no mesmo período e das coligadas com defasagem de 60 (sessenta) dias conforme permitido pela legislação societária e pronunciamentos contábeis, em razão da impraticabilidade de uso de demonstrações contábeis de mesma data base. Isso decorre do fato de as coligadas serem independentes do Sistema BNDES, com contabilidade não integrada e demandam tempo para a rotina de fechamento, o que impossibilita o fornecimento de informações tempestivas. Os dividendos e os juros sobre o capital próprio, declarados de investimentos avaliados pelo método de equivalência patrimonial, são registrados reduzindo o valor das respectivas participações societárias. Os dividendos e os juros sobre o capital próprio dos investimentos avaliados ao custo de aquisição são creditados diretamente no resultado do período. Os ágios apurados na aquisição de investimentos, cujos fundamentos econômicos não são identificados, são amortizados integralmente. Os 22 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 decorrentes de expectativa de resultados futuros são submetidos ao teste de recuperabilidade a que se refere à Resolução n.º 3.566 do Banco Central do Brasil – BACEN – de 29 de maio de 2008. Os deságios decorrentes de aquisição de investimentos cujo fundamento econômico não é identificado (outras razões econômicas) serão baixados quando ocorrer a alienação dos investimentos. A composição das empresas controladas, bem como os ajustes realizados no patrimônio da controlada (BNDESPAR) para adequação de práticas contábeis aceitas pelo BACEN, e outros investimentos, encontram-se descritos na Nota 12. 3.8) Imobilizado O ativo imobilizado é demonstrado ao custo de aquisição, líquido das respectivas depreciações acumuladas, calculadas pelo método linear de acordo com a vida útil estimada dos bens. 3.9) Intangível O ativo intangível está registrado ao custo de aquisição ou formação, líquido das respectivas amortizações acumuladas, calculadas pelo método linear. 3.10) Atualização monetária de direitos e obrigações Os direitos e as obrigações, legal ou contratualmente sujeitos à variação cambial ou de índices, são atualizados até a data do balanço. As contrapartidas dessas atualizações são refletidas no resultado do período. 3.11) Benefícios a empregados a) Plano de aposentadoria complementar O BNDES e suas subsidiárias oferecem aos seus empregados um plano de aposentadoria complementar. O plano é financiado por pagamentos a um fundo fiduciário, determinados por cálculos atuariais periódicos. O plano é de benefício definido. Os ativos atuariais, determinados pelos atuários consultores, não são reconhecidos como ativo do patrocinador em função da impossibilidade de compensação de tais valores com contribuições futuras, conforme determinado no regulamento do fundo de pensão. 23 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 O passivo reconhecido no balanço patrimonial é o valor presente da obrigação de benefício definido na data do balanço, menos o valor justo dos ativos do plano, com os ajustes de ganhos ou perdas atuariais e de custos de serviços passados não reconhecidos. A obrigação de benefício definido é calculada anualmente por atuários independentes, usando o Método de Crédito Unitário Projetado. O valor presente da obrigação de benefício definido é determinado mediante o desconto das saídas futuras estimadas de caixa, usando taxas de juros condizentes com os rendimentos de mercado, as quais são denominadas na moeda em que os benefícios serão pagos e que tenham prazos de vencimento próximos daqueles da respectiva obrigação do plano de pensão. As dívidas contratadas entre o BNDES e o plano de pensão são consideradas na determinação de um passivo adicional referente a contribuições futuras que não serão recuperáveis. Os ganhos e as perdas atuariais, decorrentes de ajustes com base na experiência e nas mudanças das premissas atuariais, que excederem 10% do valor dos ativos do plano ou 10% dos passivos do plano, são debitados ou creditados ao resultado no período esperado de serviço remanescente dos funcionários. b) Plano de assistência médica O BNDES e suas subsidiárias oferecem um benefício de assistência médica pós-aposentadoria a seus empregados. O direito a esse benefício é, geralmente, condicionado à permanência do empregado até a idade de aposentadoria e ou conclusão de um tempo mínimo de serviço. Os custos esperados desse benefício são acumulados durante o tempo de serviço, dispondo da mesma metodologia contábil usada para o plano de aposentadoria. Os ganhos e as perdas atuariais decorrentes de ajustes com base na experiência e na mudança das premissas atuariais que excederem 10% do valor dos ativos do plano ou 10% dos passivos do plano, são debitados ou creditados ao resultado no período esperado de serviço remanescente dos funcionários. Essas obrigações são avaliadas, anualmente, por atuários consultores. c) Benefícios de rescisão O BNDES e suas subsidiárias reconhecem os benefícios de rescisão quando está, comprometido, contratualmente, com a rescisão dos atuais empregados, de acordo com um plano detalhado, o qual não pode ser suspenso ou cancelado, ou no caso de fornecimento de benefícios de rescisão como resultado de uma oferta feita para incentivar a demissão voluntária. 24 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 Os benefícios a empregados estão descritos detalhadamente nas Notas 20, 21 e 22. d) Participação nos lucros O BNDES e suas subsidiárias reconhecem um passivo e uma despesa de participação nos resultados (apresentado no item “Participação dos Empregados no Lucro” na demonstração do resultado). O BNDES registra uma provisão quando está contratualmente obrigado. 3.12) Imposto de renda e contribuição social A provisão para imposto de renda foi constituída com base no lucro contábil, ajustado pelas adições e exclusões previstas na legislação fiscal pela alíquota de 15%, acrescida de adicional de 10%, sobre bases tributáveis que excedam a R$ 60 mil no trimestre, de acordo com a legislação em vigor. A contribuição social foi constituída à alíquota de 15% A composição dos valores de imposto de renda e contribuição social, a demonstração dos seus cálculos, a origem e previsão de realização dos créditos tributários, bem como os valores dos créditos tributários não ativados estão descritos na Nota 18. 3.13) Estimativas contábeis A elaboração das Demonstrações Contábeis, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas regulamentares do Banco Central do Brasil e Comissão de Valores Mobiliários, requer que a Administração use julgamento na determinação e registro de estimativas contábeis. Ativos e passivos sujeitos a estas estimativas e premissas incluem notadamente a provisão para risco de crédito, provisão para contingências, provisão para impostos e contribuições e realização de créditos tributários. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá ser efetuada por valores diferentes dos estimados devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. 3.14) Provisões trabalhistas e cíveis O reconhecimento, a mensuração e a divulgação das contingências ativas e passivas são efetuados de acordo com os critérios definidos na Resolução CMN nº 3.823/09 e na Deliberação CVM nº 594/09, as quais aprovaram o Pronunciamento Contábil nº 25, emitido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC. 25 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 Basicamente, o Pronunciamento Contábil nº 25, emitido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC, estabelece que: Ativos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a realização do ganho é praticamente certa, deixando o ativo de ser contingente, requerendo-se assim o seu reconhecimento. Passivos Contingentes: não são reconhecidos contabilmente, devendo ser divulgada, para cada classe de passivo contingente, uma breve descrição de sua natureza e, quando aplicável: (i) a estimativa do seu efeito financeiro, (ii) a indicação das incertezas relacionadas ao valor ou momento de ocorrência de saída de recursos, e (iii) a possibilidade de qualquer desembolso. Os passivos contingentes para os quais a possibilidade de uma saída de recursos para liquidá-los seja remota não são divulgados. Provisão: São obrigações presentes, reconhecidas como passivo, desde que possa ser feita uma estimativa confiável e seja provável que uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos seja necessária para liquidar a obrigação. Considerando a natureza das ações, sua similaridade com processos anteriores, sua complexidade, jurisprudência aplicável e fase processual, os processos são classificados em três categorias de risco: máximo, médio e mínimo, levando-se em conta a possibilidade de ocorrência de perda, tendo como base a opinião de assessores jurídicos internos e externos. Conforme a expectativa de perda, são adotadas as seguintes políticas para a classificação das ações: Risco Mínimo – são classificadas nesta categoria todas as ações em primeira instância e também, de acordo com a matéria impugnada no recurso, todas as que possuem decisão favorável em primeira ou em segunda instância. Risco Médio – são classificadas nesta categoria as ações que possuem decisão desfavorável em primeira ou em segunda instância, mas, de acordo com a matéria impugnada no recurso, existe a possibilidade de reversão do resultado. Risco Máximo – são classificadas nesta categoria as ações que possuem decisão desfavorável, em primeira ou em segunda instância, e outras que, de acordo com a matéria impugnada no recurso, dificilmente poderão ter sua decisão revertida. 26 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 Com a finalidade de alinhamento da política adotada pelo Banco com as normas descritas anteriormente, tem-se o seguinte: Critérios Jurídicos risco mínimo risco médio risco máximo Possibilidade de Perda remota possível provável Conseqüência Contábil Sem exigência de divulgação e provisionamento Divulgação Provisionamento e divulgação Os ativos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações contábeis do Banco, sendo divulgados apenas quando a Administração possui garantias de sua realização ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não cabem mais recursos ou a probabilidade da entrada de benefícios econômicos é alta. 3.15) Redução ao valor recuperável de ativos (impairment) Os ativos não financeiros, exceto outros valores e bens e créditos tributários, são revistos no mínimo anualmente, para determinar se há alguma indicação de perda por redução ao valor recuperável (impairment). Caso seja detectada uma perda, esta é reconhecida no resultado do período quando o valor contábil do ativo exceder o seu valor recuperável apurado pelo: (i) potencial valor de venda, ou valor de realização deduzido das respectivas despesas ou; (ii) valor em uso calculado pela unidade geradora de caixa, dos dois o maior. Uma unidade geradora de caixa é o menor grupo identificável de ativos que gera fluxos de caixa substancialmente independentes de outros ativos e grupos. 4. Caixa e equivalentes de caixa R$ mil 30/06/2012 Disponibilidades 1.283 Aplicações interfinanceiras de liquidez (Nota 5) 7.142.745 Títulos e valores mobiliários Cotas de fundos exclusivos (Nota 6.3) 916.288 8.060.316 27 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 5. Aplicações interfinanceiras de liquidez 5.1) Aplicações em carteira de câmbio O saldo dessas operações de curto prazo, em 30 de junho de 2012, monta em R$ 14.852 mil. 5.2) Aplicações em operações compromissadas O BNDES realizou operações de compra de títulos com compromisso de revenda (mercado de balcão), de curto prazo, lastreadas em títulos públicos federais, com saldo de R$ 86.592 mil em 30 de junho de 2012. 5.3) Aplicações em depósitos interfinanceiros Em 2008, o BNDES começou a realizar aplicações de curto prazo registradas na CETIP. Em 30 de junho de 2012, o saldo de aplicações em depósitos interfinanceiros era de R$ 7.041.301 mil. 28 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 6. Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos 6.1) Composição por natureza e prazo de vencimento: R$ mil Sem Vencimento Carteira Própria/Livres: Títulos para negociação: Público: Cotas de fundos de investimento exclusivo Letras Financeiras do Tesouro – LFT Letras do Tesouro Nacional – LTN Notas do Tesouro Nacional – Série B – NTN-B Até 3 meses Em 30 de junho de 2012 BNDES 1a3 3a5 anos anos 3 a 12 meses 5 a 15 anos Acima de 15 anos Total 916.288 916.288 916.288 10.216.670 4.574.533 5.513.573 128.564 10.216.670 - - - - - 11.132.958 916.288 4.574.533 5.513.573 128.564 11.132.958 - 15.931 5.010.139 53.838 1.354.863 334.437 3.016.002 1.438.498 - 960.203 5.119.867 2.916.243 2.185.586 261.501 6.176.222 6.523.285 5.874.295 - 9.723.557 150.381 - - - - - - 611.869 960.203 13.146.008 16.609.477 10.063.734 9.723.557 122.399 9.845.956 12.997 163.378 74.398 6.509.169 336.975 5.125.912 136.632 11.318.531 667.065 13.628.073 5.874.295 1.228.067 122.399 52.465.314 - - 8.008 70.389 277.256 572.334 - 5.235.775 1.598.227 - 9.550.979 - 2.178.569 9.621.368 5.513.031 - 2.130 2.130 32.515 388.168 572.334 5.235.775 723.654 2.321.881 9.550.979 758.299 18.071.267 - - - - - - - - Instrumentos Financeiros Derivativos - 21.215 - 475 - - - 21.690 Vinculados à Prestação de Garantias (Público) Títulos mantidos até o vencimento: Letras Financeiras do Tesouro – Série A – LFT-A Notas do Tesouro Nacional – Série B – NTN-B - 5.660 - 16.983 1.787 16.983 - - - 238.953 39.626 240.740 10.762.244 10.409.053 6.916.107 5.715.704 16.554.306 15.949.954 15.664.227 81.971.595 Títulos disponíveis para venda: Público: Debêntures disponíveis para venda Letras Financeiras do Tesouro Letras do Tesouro Nacional – LTN Notas do Tesouro Nacional – Série B – NTN-B Notas do Tesouro Nacional – Série B – NTN-F Ações Privado: Debêntures disponíveis para venda Ações Títulos mantidos até o vencimento: Público: Debêntures Notas do Tesouro Nacional – Série B – NTN-B Notas do Tesouro Nacional – Série F – NTN-F Privado: Debêntures Vinculados a compromissos de recompra Títulos mantidos até o vencimento: Público: Notas do Tesouro Nacional – Série B – NTN-B TOTAL Provisão para risco de crédito – Debêntures – Setor Privado Provisão para risco de crédito – Debêntures – Setor Público (77) (3.520) (3.597) TOTAL 81.967.998 Curto prazo Longo prazo Total 18.241.331 63.726.667 81.967.998 29 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 6.2) Valores de custo e mercado e composição por emissor: R$ mil 30/06/2012 Custo 85.029.595 Mercado 84.425.838 916.225 4.569.555 99.475 5.280.178 10.865.433 916.288 4.574.533 128.564 5.513.573 11.132.958 589.660 15.806.879 956.854 12.864.048 14.616.717 9.513.574 611.869 9.723.557 960.203 13.146.008 16.609.477 10.063.734 1.178.306 570.454 56.096.492 1.228.067 122.399 52.465.314 2.178.569 9.621.368 5.513.031 2.178.569 11.737.196 6.157.099 758.299 758.299 18.071.267 20.831.163 Provisão para risco de crédito – Debêntures – Setor privado Provisão para risco de crédito – Debêntures – Setor público Total Provisão para risco de crédito – Debêntures (77) (3.520) (3.597) (77) (3.520) (3.597) Instrumentos financeiros derivativos (Privados) (Nota 6.6) 21.565 21.690 39.626 240.740 39.626 298.005 85.331.526 84.785.159 Carteira Própria/Livres Títulos para negociação: Público: Cotas de fundos de investimento exclusivo Letras Financeiras do Tesouro – LFT Notas do Tesouro Nacional – Série B – NTN-B Letras do Tesouro Nacional – LTN Títulos disponíveis para venda: Público: Debêntures Ações Letras Financeiras do Tesouro – LFT Letras do Tesouro Nacional – LTN Notas do Tesouro Nacional – Série B – NTN-B Notas do Tesouro Nacional – Série F – NTN-F Privado: Debêntures Ações, certificados de ações e bônus de subscrição Títulos mantidos até o vencimento: (1) Público: Debêntures Notas do Tesouro Nacional – Série B – NTN-B Notas do Tesouro Nacional – Série F – NTN-F Privado: Debêntures Vinculados à Prestação de Garantias: Títulos mantidos até o vencimento (Públicos): (1) Letras Financeiras do Tesouro – Série A – LFT-A Notas do Tesouro Nacional – Série B – NTN-B Total (1) Os títulos mantidos até o vencimento estão registrados contabilmente por seu valor de custo, acrescido dos rendimentos. Relativamente aos valores de mercado divulgados: - As debêntures representam uma modalidade de apoio financeiro e não de aplicação financeira, conforme descrito na nota 6.5.2. Por esta razão seu valor de mercado é igual ao seu custo corrigido. - Para cálculo do valor de mercado das Notas do Tesouro Nacional e Letras Financeiras do Tesouro foram utilizados os preços divulgados pela Associação Nacional das Instituições do Mercado Financeiro - ANDIMA. Resumo por emissor (líquido de provisão): R$ mil 30/06/2012 Público Privado Total 82.802.979 2.528.547 85.331.526 30 82.654.781 2.130.378 84.785.159 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 6.3) Cotas de fundos de investimento exclusivo O BNDES, em 30 de junho de 2012, possui investimentos em fundos exclusivos administrados pelo Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal e estão classificados, de acordo com a Circular n.º 3.068, de 8 de novembro de 2001, do Banco Central do Brasil, como títulos para negociação. As carteiras dos Fundos são compostas basicamente por títulos públicos de emissão do Tesouro Nacional e custodiados no Sistema de Liquidação e Custódia – SELIC. Apresenta-se a seguir a composição das carteiras de títulos dos Fundos: R$ mil 30/06/2012 Fundo BB Extramercado ATIVO Disponibilidades Operações compromissadas Letras do Tesouro Nacional – LTN Notas do Tesouro Nacional – NTN-B Títulos e valores mobiliários Letras Financeiras do Tesouro – LFT 3 232.742 415.610 14.217 662.572 PASSIVO Valores a pagar (40) Sub total Fundo BB GAIA FI RF 662.532 ATIVO Disponibilidades Operações compromissadas Letras do Tesouro Nacional – LTN Títulos e valores mobiliários Letras Financeiras do Tesouro – LFT Outros 3 78.030 26.812 1 104.846 PASSIVO Valores a pagar (4) Sub total 104.842 Fundo FI Caixa Progresso Curto Prazo ATIVO Operações compromissadas Notas do Tesouro Nacional – NTN-B Títulos e valores mobiliários Letras Financeiras do Tesouro – LFT Letras do Tesouro Nacional – LTN Vinculados à Prestação de Garantias Letras Financeiras do Tesouro – LFT 91.966 2.550 51.724 2.708 148.948 PASSIVO Valores a pagar (34) Sub total 148.914 TOTAL 916.288 31 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 Composição dos títulos integrantes do ativo do Fundo por prazo de vencimento: R$ mil Quantidade Sem vencimento Até 3 meses Em 30 de junho de 2012 BNDES 3 a 12 1a3 3a5 5 a 15 meses anos anos anos Total Mercado Custo Fundo BB Millenium Extramercado Operações compromissadas Notas do Tesouro Nacional – NTN-B Letras do Tesouro Nacional – LTN Títulos e valores mobiliários Letras Financeiras do Tesouro – LFT 171.728 321.191 - 415.610 - 232.742 - - - - 415.610 415.610 232.742 232.742 14.217 14.206 662.569 662.558 2.700 - 648.352 2.628 2.628 - 11.589 11.589 - 107.930 - 78.030 - - - - 5.093 - 78.030 - 20.567 20.567 - 6.245 6.245 36.754 - 91.966 - - - - 91.966 91.966 485 65.000 - - 2.550 22.270 29.454 - 2.550 51.724 2.550 51.723 515 - 91.966 - 2.708 27.528 29.454 - 2.708 2.708 148.948 148.947 818.348 2.628 48.095 41.043 6.245 916.359 916.295 Fundo BB GAIA FI RF Operações compromissadas Letras do Tesouro Nacional – LTN Títulos e valores mobiliários Letras Financeiras do Tesouro – LFT 78.030 78.030 26.812 26.760 104.842 104.790 Fundo FI Caixa Progresso Curto Prazo Operações compromissadas Notas do Tesouro Nacional – NTN-B Títulos e valores mobiliários Letras Financeiras do Tesouro – LFT Letras do Tesouro Nacional – LTN Vinculados à Prestação de Garantias Letras Financeiras do Tesouro – LFT Total De acordo com a circular do BACEN n.º 3.068, os títulos para negociação são classificados no ativo circulante independentemente dos seus vencimentos. 6.4) Ações R$ mil Quantidade (mil) de ações Possuídas Ordinárias Preferenciais Empresas investidas 442.001 74.545 410 - Petrobras – Petróleo Brasileiro S.A. Eletrobras – Centrais Elétricas Brasileiras Transnordestina Logística S.A. Caulim da Amazônia S.A. CETIP S.A. Deten Química S.A. Vicunha Têxtil S.A. Subtotal Outras participações Total 32 18.263 154.896 3.712 300.563 19 % de participação no capital 3,39 6,86 6,14 16,87 0,16 0,30 0,05 Valor contábil 30/06/2012 8.309.623 1.413.934 96.184 13.507 10.206 901 210 9.844.565 1.391 9.845.956 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 6.5) Debêntures 6.5.1) Debêntures disponíveis para venda Tradicionalmente, o BNDES, por meio de sua subsidiária BNDESPAR, exerce a função de fomentar o desenvolvimento do mercado de ações. Faltava ao BNDES uma ação direcionada a apoiar o desenvolvimento do mercado brasileiro de dívida corporativa. Para tanto, em agosto de 2006, foram estabelecidas as normas aplicáveis à subscrição, de debêntures simples, pelo BNDES, em ofertas públicas, e a negociação desses valores mobiliários no mercado secundário com o objetivo de apoiar tanto novas emissões, quanto girar os ativos adquiridos de forma a ajudar ao aumento da liquidez do mercado local. A subscrição de debêntures de colocação pública está limitada a operações de baixo risco de crédito e devem ter as seguintes características: Participação limitada a 15% da oferta; Setores apoiados pelo BNDES; Recursos captados destinados a financiar: - investimentos fixos; - capital de giro; - gastos em P&D ou em outros ativos intangíveis; - fusões e aquisições (nos casos em que os ganhos de escala são importantes para impulsionar a expansão das atividades da empresa); - reestruturação financeira, se for considerada passo necessário para viabilizar investimentos ou parcerias subseqüentes. Adoção de práticas de distribuição e negociação que privilegiem a dispersão dos títulos no mercado, a liquidez, inclusive com participação do formador de mercado, a padronização das cláusulas e as boas práticas de governança corporativa. A atuação no mercado secundário deverá seguir os princípios de competitividade e de transparência na formação do preço, com preferência para que as operações sejam efetuadas através de plataformas eletrônicas ou, sendo operações efetuadas fora de plataforma eletrônica, que as mesmas sejam referendadas por cotações disponíveis em plataformas eletrônicas. Não há cláusulas de conversibilidade em ações para estas debêntures. Em 30 de junho de 2012, o saldo das debêntures disponíveis para a venda, já considerado o ajuste ao valor de mercado, era de R$ 1.839.936 mil. 6.5.2) Debêntures mantidas até o vencimento Essas debêntures representam uma modalidade de apoio financeiro e não de aplicação financeira, sendo contratadas diretamente com os emissores e realizadas no vencimento. Em função das características destes títulos, estes 33 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 são avaliados de acordo com as normas definidas pela Resolução n.º 2.682 do Banco Central do Brasil – BACEN, conforme demonstrado na Nota 6.5.2.4. 6.5.2.1) Composição das debêntures mantidas até o vencimento: R$ mil 30/06/2012 Valor bruto Provisão para risco de crédito Valor líquido 2.936.868 (3.597) 2.933.271 Curto prazo Longo prazo Total 42.536 2.890.735 2.933.271 6.5.2.2) Distribuição da carteira bruta das debêntures por setor de atividade: R$ mil 30/06/2012 Setor público 2.178.569 Setor privado Indústria Outros serviços (*) 17.052 741.247 758.299 Total 2.936.868 (*) Inclui mineração e telecomunicações 6.5.2.3) Distribuição da carteira bruta das debêntures por vencimento: R$ mil 30/06/2012 A vencer: 2012 2013 2014 2015 2016 Após 2016 Total 25.601 17.052 105.618 466.717 2.321.880 2.936.868 34 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 6.5.2.4) Composição da carteira bruta e da provisão para risco de crédito por nível de risco: R$ mil Debêntures 30/06/2012 % Provisão Nível de risco Situação AA Adimplente 2.330.225 0,00 - A Adimplente 493.801 0,50 2.469 B Adimplente 112.842 1,00 1.128 Total Curto prazo Longo prazo Total Provisão 2.936.868 3.597 42.653 2.894.215 2.936.868 117 3.480 3.597 6.5.2.5) Movimentação da provisão sobre debêntures: R$ mil 30/06/2012 Saldo no início do trimestre Constituição líquida Reversão líquida Saldo no final do trimestre (3.271) (423) 97 (3.597) O efeito no resultado está apresentado na Nota 28. 6.6) Instrumentos financeiros derivativos 6.6.1) Derivativos cambiais e de taxa de juros Os derivativos cambiais e de taxas de juros são utilizados para adequar a composição de ativos e passivos financeiros do BNDES. Em particular, os ajustes no passivo externo têm por objetivo tornar o produto de crédito “cesta de moedas”, que é representativo da composição da exposição cambial externa do Banco, mais atrativo aos tomadores de recursos. Simultaneamente, tais derivativos contribuem para o gerenciamento dos ativos e passivos em moedas fortes, visando reduzir eventual descasamento entre estas moedas. Por orientação de sua política financeira, o BNDES busca transferir a seus tomadores de recursos os riscos de natureza cambial e de taxa de juros, inclusive aqueles decorrentes de operações de derivativos, com o Banco assumindo, em última instância, o risco de crédito eventualmente derivado do efeito das volatilidades cambial e de taxa de juros sobre os seus clientes. Por meio das operações de derivativos cambiais e de taxa de juros, busca-se aumentar o peso do dólar na cesta de moedas e minimizar o impacto desfavorável que a volatilidade das outras moedas fortes possa causar aos 35 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 tomadores de recursos na unidade monetária vinculada à “cesta de moedas” do BNDES, bem como reduzir o risco associado a um eventual descasamento de moedas no balanço do BNDES. Nas operações de balcão de taxas de juros e câmbio, o BNDES recebe integralmente o montante a ser pago no ativo-objeto protegido. Assim, o grau de proteção é próximo a 100%. Em virtude do perfil das operações passivas do BNDES, as operações de proteção financeira têm sido realizadas no mercado de balcão, e registradas na CETIP. A fim de mitigar o risco de crédito envolvido em tais operações, a aceitabilidade das contrapartes é determinada com base na análise de crédito realizada pelo BNDES, podendo haver, inclusive, a exigência de garantias formais para a sua aceitação. Os quadros seguintes descrevem as operações ativas de proteção cambial em 30 de março de 2011. Todas as operações abaixo foram contabilizadas de acordo com a Circular BACEN n.º 3.082, de 30 de janeiro de 2002, e foram contratadas no mercado local com registro na CETIP. Resumo das operações de swaps contratadas em mercado de balcão em andamento: Valor Nocional Moedas de referência Vencimento EURO 750 milhões1 Euro – USD set/2017 US$ 300 milhões USD – R$ entre jul/2012 e set/2012 US$ 671,6 milhões USD (taxa de juros fixa – flutuante) R$ 409,3 milhões 1 R$ - USD CHF 200 milhões 1 Francos suiços - USD Contrapartes Deutsche Bank, HSBC, Santander e Bank of America Merrill Lynch de Investimentos Banco Votorantim entre mar/2015 e Citibank, Bank of América Merrill ago/2021 Lynch de Investimentos e HSBC entre dez/2014 e Merril Lynch de Investimentos, jul/2019 Santander e Deutsche Bank dez/2016 Santander e Société Generale 1 Operações contratadas com mecanismo de mitigação de risco de crédito bilateral mediante a cessão fiduciária de títulos públicos e Depósitos Interfinanceiros a título de margem. Nos termos dos contratos firmados entre as partes, há aporte bilateral de margens iniciais na contratação da operação e, até a liquidação, haverá verificações periódicas para eventual reforço de garantias. Em 30 de junho de 2012, os valores dos títulos públicos dados e recebidos em garantia a essas operações eram de R$ 283,7 milhões e R$ 81,4 milhões, respectivamente. Os montantes foram apurados com base nos preços unitários da Resolução nº 550 divulgados pelo Banco Central do Brasil na data base. 36 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 6.6.2) Carteira Administrada Adicionalmente, de forma a gerenciar descasamentos cambiais e de taxas de juros de curto prazo, o BNDES realiza, através da Carteira Administrada, operações envolvendo derivativos na BM&F. As operações nesta Carteira são orientadas pelo BNDES e executadas pela BB DTVM. 6.6.3) Composição dos instrumentos financeiros derivativos R$ mil BNDES 30/06/2012 Vencimentos Custodiante Conta de compensação Valor referencial Valor referencial Passivo Ativo Conta patrimonial Valor a receber (a pagar) Valor de mercado Contratos swap – Balcão Cambiais: Euro x USD Set/2017 CETIP 1.979.859 2.192.988 (213.129) (213.129) USD x R$ Jul/2012 a Ago/2012 CETIP 405.449 389.001 16.448 16.448 USD x R$ Set/2012 CETIP 202.385 205.083 (2.698) (2.698) R$ x USD Dez/2014 a Jul/2019 CETIP 440.914 526.174 (85.260) (85.260) Dez/2016 CETIP 430.283 (85.868) (85.868) Mar/2015 a Ago/2021 CETIP Francos suiços x USD 516.151 Taxas de juros em US$: Fixa x Flutuante Contratos swap – BM&FBOVESPA Cambiais: USD x R$ Jul/2012 BM&F Contratos futuro DI (posição vendida) USD (posição comprada) 1.366.725 1.551.927 (185.204) (185.204) 4.825.615 5.381.324 (555.711) (555.711) 151.673 151.673 156.440 156.440 (4.767) (4.767) (4.767) (4.767) (22.541) (22.541) 475 475 Valores nocionais Jan/2014 a Jan/2021 BM&F Jul/2012 a Out/2012 BM&F 14.899.153 2.852.560 Total 37 4.767 4.767 (105.653) (105.653) (122.952) (122.952) (683.430) (683.430) BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 R$ mil 30/06/2012 Valores a receber (a pagar) Resumo instrumentos financeiros derivativos 21.690 (705.120) (683.430) Posição ativa Posição passiva Total R$ mil 30/06/2012 No trimestre Acumulado Resultado com instrumentos financeiros derivativos Receita (despesa) com contratos de Swaps Receita (despesa) com contratos de futuro Total (187.042) (529.157) (716.199) 120.434 819.347 939.781 Os resultados das operações de derivativos vinculados a captações externas são integralmente repassados aos tomadores de recursos da modalidade “cesta de moedas”. O valor justo de cada operação de swap é definido como a diferença entre os valores presentes estimados de suas pontas ativa e passiva. A estimativa de cada ponta consiste do cálculo de seus respectivos fluxos de caixa futuros – com base na taxa contratada da operação, no caso de ponta em taxa fixa, ou em projeções extraídas das curvas de mercado, no caso de ponta em taxa flutuante – trazidos a valor presente pelas curvas de mercado aplicáveis a cada operação. As operações de swap contratadas pelo BNDES têm por objetivo (i) administrar sua exposição aos riscos de mercado decorrentes de oscilações em taxas de câmbio e taxa de juros e/ou (ii) gerenciar a composição do produto “cesta de moedas”, objeto de repasse aos clientes. Portanto, perdas potenciais nesses instrumentos causadas por variação nesses fatores de risco tendem a ser compensadas por ganhos em ativos ou reduções de passivos associados a cada operação. 38 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 7. Operações de Crédito e Repasses Interfinanceiros 7.1) Composição das operações: R$ mil 30/06/2012 Operações de crédito Provisão para risco de crédito 223.945.365 (1.737.075) 222.208.290 Repasses interfinanceiros Provisão para risco de crédito 220.861.840 (447.782) 220.414.058 Total 442.622.348 Curto prazo Longo prazo Total 74.427.351 368.194.997 442.622.348 7.2) Distribuição da carteira bruta de operações de crédito e repasses interfinanceiros por moedas: R$ mil Moeda nacional Controladas Outras Total 7.3) 113.404.023 250.922.037 364.326.060 30/06/2012 Moeda estrangeira 6.828.419 73.652.726 80.481.145 Total 120.232.442 324.574.763 444.807.205 Distribuição da carteira bruta de operações de crédito e repasses interfinanceiros por setor de atividade: R$ mil 30/06/2012 Setor público (*) 229.317.151 Setor privado Rural Indústria Comércio Intermediação financeira Outros serviços 3.162.591 91.188.084 2.785.834 47.105.161 71.248.384 215.490.054 Total (*) 444.807.205 Inclui R$ 120.232.442 mil de repasses para as controladas do BNDES que, por sua vez, repassam, principalmente para o setor privado. 39 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 7.4) Distribuição da carteira bruta de operações de crédito e repasses interfinanceiros por vencimento: R$ mil 30/06/2012 Vencido A vencer: 2012 2013 2014 2015 2016 Após 2016 Total 7.5) 543.822 41.192.227 59.806.235 65.055.323 60.981.176 48.385.316 168.843.106 444.807.205 Concentração da carteira bruta de operações de crédito e repasses interfinanceiros: R$ mil, exceto percentuais 30/06/2012 % 223.154.731 50,1 98.329.248 22,1 63.016.960 14,2 60.306.266 13,6 444.807.205 100,0 10 maiores clientes 50 seguintes maiores clientes 100 seguintes maiores clientes Demais clientes Total 7.6) Composição da carteira bruta e da provisão para risco de crédito por nível de risco: O Conselho Monetário Nacional, através da Resolução n.º 2.682, de 21 de dezembro de 1999, publicada pelo Banco Central do Brasil, estabeleceu a sistemática para a constituição da provisão para risco de crédito. A regra, estipulando classes de risco para créditos em situação de adimplência e de inadimplência e respectivos percentuais, entrou em vigor a partir de março de 2000. 40 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 Assim, as provisões para créditos adimplentes e inadimplentes relativas a operações de crédito e repasses interfinanceiros, foram as seguintes: a) Operações de crédito R$ mil 30/06/2012 % Provisão Nível de risco Situação Operações de crédito AA Adimplente 90.096.505 0,00 - A Adimplente 99.427.789 0,50 497.139 B Adimplente 26.477.656 1,00 264.776 C Adimplente 5.847.386 3,00 175.421 D Adimplente 365.783 10,00 36.578 E Adimplente Inadimplente 1.029.632 236.645 1.266.277 30,00 30,00 308.890 70.994 379.884 F Adimplente 83.858 50,00 41.929 G Adimplente Inadimplente 746 128.465 129.211 70,00 70,00 522 89.926 90.448 H Adimplente Inadimplente 72.674 178.226 250.900 100,00 100,00 72.674 178.226 250.900 Total Curto prazo Longo prazo Total 41 Provisão 223.945.365 1.737.075 32.878.306 191.067.059 223.945.365 255.027 1.482.048 1.737.075 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 b) Repasses interfinanceiros R$ mil Repasses interfinanceiros 30/06/2012 % Provisão Nível de risco Situação AA Adimplente 161.774.127 0,00 - A Adimplente 51.305.556 0,50 256.528 B Adimplente 7.311.904 1,00 73.119 C Adimplente 61.152 3,00 1.834 D Adimplente 308.988 10,00 30.899 E Adimplente 20.300 30,00 6.090 F Adimplente 1.003 50,00 502 H Adimplente (*) Inadimplente 78.325 485 78.810 100,00 100,00 78.325 485 78.810 Total 220.861.840 Provisão 447.782 Curto prazo 41.888.999 84.927 Longo prazo Total 178.972.841 220.861.840 362.855 447.782 (*) Inclui créditos PRONAF, vide nota 7.8. 7.7) Movimentação da provisão para risco de crédito sobre operações de crédito e repasses interfinanceiros: a) Sobre operações de crédito R$ mil 30/06/2012 Saldo no início do trimestre (Constituição) reversão líquida Baixas contra provisão Saldo no final do trimestre (1.904.777) (178.394) 346.096 (1.737.075) b) Sobre repasses interfinanceiros R$ mil 30/06/2012 Saldo no início do trimestre (Constituição) reversão líquida Saldo no final do trimestre (410.124) (37.658) (447.782) O efeito no resultado está apresentado na Nota 28. 42 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 7.8) Provisão para operações de repasse no âmbito do PRONAF Em 31 de dezembro de 2007, as operações de repasse realizadas no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – PRONAF – foram classificadas no nível de risco H da Resolução n.º 2.682/99 do Conselho Monetário Nacional – CMN. Essa reclassificação foi feita de acordo com o art. 2º da referida Resolução porque tais operações são constantemente renegociadas, por determinação do Governo Federal, com a prorrogação dos prazos de vencimento, perdão de multas e encargos de mora, redução das taxas de juros, concessão de bônus de adimplência e devolução de parcelas amortizadas. No terceiro trimestre de 2009, houve mudanças nas classificações de risco de parte da carteira do PRONAF, retornando a classificação para o risco dos respectivos agentes financeiros. O saldo de provisão, atualizado para 30 de junho de 2012, monta em R$ 31.872 mil. 8. Outros Créditos 8.1) Rendas a receber R$ mil 30/06/2012 Dividendos e juros sobre o capital próprio a receber Direitos a receber - Eletrobras Total 29 1.686.831 1.686.860 Curto prazo Dividendos e juros sobre o capital próprio a receber Direitos a receber - Eletrobras Subtotal 29 843.416 843.445 Longo prazo Direitos a receber - Eletrobras Subtotal 843.415 843.415 Total 1.686.860 Direitos a receber - Eletrobras Em 30 de junho de 2012, os créditos que a União detinha contra a Eletrobras, cedidos ao BNDES, totalizam R$ 1.686.831 mil. Estes créditos referem-se a parte dos dividendos registrados pela Eletrobras em Reserva Especial (R$ 843.416 mil no curto prazo e R$ 843.415 mil no longo prazo). Os valores são atualizados a taxa SELIC com pagamentos entre junho de 2010 a junho de 2013, conforme Fato Relevante divulgado pela companhia em 22 de janeiro de 2010. 43 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 8.2) Créditos Específicos – Vinculados ao Tesouro Nacional São valores a receber do Tesouro Nacional a título de equalização da remuneração de programas incentivados pelo Governo Federal (Pronaf, Revitaliza, Agrícolas e Programa de Sustentação do Investimento - PSI) cuja taxa fixa do mutuário final é menor que o somatório do custo da fonte de recurso e da remuneração do BNDES, conforme as portarias do Gabinete do Ministério da Fazenda. Seu saldo, em 30 de junho de 2012, era de R$ 4.601.840 mil, apresentados no realizável a longo prazo. 8.3) Diversos R$ mil 30/06/2012 9. Direitos recebíveis (Vide nota 9.1) Créditos tributários (Vide nota 18.2) Impostos e contribuições a recuperar e antecipações (Vide nota 18.1) Incentivos fiscais Devedores por depósitos em garantia Pagamentos a ressarcir Diversos Total 997.943 3.315.617 79.584 172.172 147.932 65.258 473.635 5.252.141 Curto prazo Direitos recebíveis Créditos tributários Impostos e contribuições a recuperar e antecipações Devedores por depósitos em garantia Pagamentos a ressarcir Diversos Sub total 71.889 265.227 79.584 147.932 65.258 473.635 1.103.525 Longo prazo Direitos recebíveis Créditos tributários Incentivos fiscais Sub total 926.054 3.050.390 172.172 4.148.616 Total 5.252.141 Outros créditos - Diversos - Direitos recebíveis 9.1) Composição: R$ mil 30/06/2012 Direitos Recebíveis Provisão Total 1.000.639 (2.696) 997.943 Curto prazo Longo prazo Total 71.889 926.054 997.943 44 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 9.2) Distribuição da carteira bruta por setor de atividade: R$ mil 30/06/2012 Setor público 998.101 Setor privado Outros serviços 2.538 Total 1.000.639 9.3) Distribuição da carteira bruta por vencimento: R$ mil 30/06/2012 A vencer: 2012 2013 2014 2015 2016 Após 2016 Total 37.674 69.947 74.612 79.555 84.730 654.121 1.000.639 9.4) Composição por nível de risco e provisão para risco de crédito: R$ mil 30/06/2012 % Provisão Nível de Risco Situação AA Adimplente 982.301 0,00 - B Adimplente 15.800 1,00 158 H Adimplente 2.538 100,00 Direitos Recebíveis Provisão 2.538 Total 1.000.639 2.696 Curto prazo Longo prazo Total 72.083 928.556 1.000.639 194 2.502 2.696 9.5) Movimentação da provisão sobre operações de direitos recebíveis: R$ mil 30/06/2012 Saldo no início do trimestre (Constituição) reversão líquida Saldo no final do trimestre (2.649) (47) (2.696) O efeito no resultado está apresentado na Nota 28. 45 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 10. Outros valores e bens R$ mil 30/06/2012 Bens não de Uso Próprio Imóveis Outros 8.582 8.287 795 Provisão para desvalorizações (500) Material em estoque 743 Sub total de outros valores e bens 9.325 Despesas antecipadas Prêmio de seguro Comissão de agente Prêmio de seguro financiado 703.180 454.874 11.547 236.759 Total de outros valores e bens 712.505 11. Créditos transferidos para o resultado e renegociados l R$ mill 30/06/2012 Créditos transferidos para prejuízo Créditos recuperados (*) Créditos renegociados (**) No trimestre Acumulado 346.096 42.483 696.158 427.797 67.621 891.039 (*) O efeito no resultado está apresentado na Nota 28. (**) Refere-se a alterações de prazos e carências de contratos. 12. Investimentos R$ mil 30/06/2012 Em controladas - Avaliadas pelo método da equivalência patrimonial 85.818.751 Outras participações societárias 100.000 Outros investimentos 42.197 Total 85.960.948 46 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 12.1) Controladas Controladas .Agência Especial de Financiamento Industrial – FINAME Data-base Patrimônio líquido 30.06.2012 9.897.893 .BNDES Participações S.A. - BNDESPAR (b) 30.06.2012 .BNDES Limited (c) 30.06.2012 Resultado de Resultado equivalência líquido patrimonial do período No trimestre Acumulado 450.649 75.907.655 1.211.446 13.203 (2.228) Total 197.452 450.649 680.348 1.211.446 (641) (2.228) 877.159 1.659.867 R$ mil Reflexos dos ajustes no Valor patrimônio Contábil das do controladas investimento (a) 30/06/2012 - 9.897.893 12.701.234 75.907.655 - 13.203 12.701.234 85.818.751 O percentual de participação no capital das sociedades controladas é de 100%. a) Ajuste de Avaliação Patrimonial (vide nota 26). b) O patrimônio líquido e o resultado da BNDESPAR foram ajustados às práticas contábeis adotadas pelo BACEN. R$ mil 30/06/2012 Patrimônio líquido/Resultado divulgado pela BNDESPAR Ajustes de práticas contábeis Patrimônio líquido/Resultado ajustado para fins de equivalência patrimonial c) Patrimônio líquido 77.598.195 (1.690.540) 75.907.655 Resultado 1.222.169 (10.723) 1.211.446 Subsidiária constituída sob as leis do Reino Unido como uma sociedade limitada, com capital autorizado de £ 100.000.000,00 (cem milhões de libras esterlinas), parcialmente integralizado. Em 30 de junho de 2012, a sociedade encontra-se em fase pré-operacional. 12.2) Outras participações societárias R$ mil Quantidade (mil) de ações Possuídas Ordinárias Preferenciais Empresas investidas (1) FGI Total 84.344 - % de participação no capital Valor contábil 30/06/2012 12,36 100.000 100.000 (1) Investimento em cotas classe A, subscritas em 01/02/2010. 12.3) Outros investimentos R$ mil Valor contábil (1) 30/06/2012 Títulos Patrimoniais Obras de Arte Participação em Empreendimentos – CVRD: Projeto 118 Total (1) Valor contábil líquido de provisões no valor de R$ 3.502 mil. 47 295 296 41.606 42.197 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 13. Letras de Crédito do Agronegócio O BNDES, em maio de 2012, emitiu Letras de Crédito do Agronegócio – LCA. O montante atualizado da obrigação pela emissão, vencimentos e juros estão demonstrados a seguir: Vencimentos Valor emissão (Principal) Juros provisionados Total Maio/2013 R$ mil 30/06/2012 60.000 443 60.443 14. Obrigações por empréstimos e repasses Os contratos de empréstimos e repasses não possuem cláusulas de covenants que possam afetar as demonstrações financeiras do BNDES. 14.1) Composição a) Empréstimos no país – Obrigações por aquisição de títulos federais O BNDES, para pagamento durante o ano de 2008 de dividendos e juros sobre o capital próprio referentes aos exercícios de 2006 e 2007, adquiriu títulos públicos federais junto ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço – FGTS – mediante financiamento. Esse empréstimo, no valor, atualizado para 30 de junho de 2012 de R$ 5.034.514 mil – R$ 365.498 mil no curto prazo e R$ 4.669.016 mil no longo prazo – foi realizado nas seguintes condições: atualização monetária com base na Taxa Referencial de Juros (TR) e taxa de juros de 4,8628% ao ano, com prazo de amortização de 18 anos, realizadas mensalmente de 1º de janeiro de 2009 a 1º de dezembro de 2026. b) Empréstimos no país – Instituições Oficiais Os empréstimos no país – Instituições Oficiais – apresentados no quadro 7002, no valor de R$ 6.234.070 mil, referem-se à emissão de debêntures (R$ 5.995.857 mil), e a prêmios de seguro financiados a pagar ao FGE – Fundo de Garantia à Exportação (R$ 238.213 mil). Emissões de debêntures O BNDES emitiu 700.000 debêntures privadas, simples, não conversíveis em ações, todas nominativas, em cinco séries, sem garantia real ou flutuante e sem preferência, com garantia fidejussória. 48 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 O valor nominal unitário das debêntures é de R$ 10 mil reais, na data da emissão, 23 de dezembro de 2008. A colocação foi privada, mediante subscrição exclusiva pelo Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FI-FGTS, representado por sua administradora, a Caixa Econômica Federal – CEF. As debêntures serão atualizadas mensalmente no dia 15 de cada mês pela Taxa Referencial – TR – e pagam remuneração de 6% a.a. mensalmente. A data de vencimento é 15 de outubro de 2029, com parcelas de amortização mensais de 15 de janeiro de 2009 até 15 de outubro de 2029. O montante atualizado da obrigação pela emissão de debêntures está demonstrado a seguir: R$ mil 30/06/2012 1ª série Principal corrigido (TR) Juros provisionados (6% a.a.) 2ª série Principal corrigido (TR) Juros provisionados (6% a.a.) 3ª série Principal corrigido (TR) Juros provisionados (6% a.a.) 4ª série Principal corrigido (TR) Juros provisionados (6% a.a.) 5ª série Principal corrigido (TR) Juros provisionados (6% a.a.) 1.281.563 3.264 1.281.563 3.264 1.281.563 3.264 1.281.563 3.264 854.375 2.174 Total 5.995.857 Curto prazo Longo prazo Total 599.838 5.396.019 5.995.857 49 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 c) Empréstimos no exterior c.1) Bônus R$ mil Valor da emissão USD 1 bilhão USD 1 bilhão USD 1 bilhão EUR 750 milhões CHF 200 milhões Vencimento 16/06/2018 10/06/2019 12/07/2020 15/09/2017 15/12/2016 (1) Agente Taxas de captação pagador 6,369% Bank of New York 6,500% Bank of New York 5,500% Bank of New York 4,125% Bank of New York 2,725% Bank of Tokyo-Mitsubishi UFJ 30/06/2012 2.021.300 2.021.300 2.021.300 1.920.450 426.200 Juros provisionados Total 151.619 8.562.169 Curto prazo Longo prazo Total 151.619 8.410.550 8.562.169 ( ) ¹ Em junho de 2008, foi concluído o processo de repactuação dos títulos externos emitidos em 1998, cujo vencimento se daria naquele mês. A repactuação foi realizada pelo valor original da emissão (U$ 1 bilhão), a valor de face, com taxa de juros de 6,369% a.a. e novo vencimento em 16 de junho de 2018. c.2) Empréstimo sindicalizado R$ mil Valor da emissão Vencimento USD 300 milhões 03/10/2016 Agente pagador Libor 6M + 70 bps Bank of Tokyo-Mitsubishi UFJ Taxas de captação 30/06/2012 606.390 Juros provisionados Total 2.428 608.818 Curto prazo Longo prazo Total 2.428 606.390 608.818 d) Repasses no País – Tesouro Nacional Em 2009, foi celebrado, sob amparo da Lei n.º 11.948/2009(1), contrato de financiamento entre o BNDES e a União, no valor de R$ 100 bilhões. Em 2010, foram celebrados, sob amparo das Leis nº 12.249/2010(2) e n.º 12.397/2011(3), contratos de financiamento entre o BNDES e a União, nos valores de R$ 80 bilhões e R$ 24,7 bilhões, respectivamente. Em 2011, foram firmados novos contratos de financiamento entre o BNDES e a União, no valor de R$ 5,3 bilhões, sob amparo da Lei n.º 12.397/2011, e nos valores de R$ 30 bilhões e R$ 25 bilhões, sob amparo da Lei n.º 12.453/2011(4). O ingresso de parte dos recursos contratados em 2011 (R$ 10 bilhões) ocorrerá durante o ano de 2012. Para cobertura dos créditos, a União emitiu títulos públicos federais, sob a forma de colocação direta em favor do BNDES. 50 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 Vencimento médio (em anos) Moeda / Taxas de Captação R$ mil BNDES Em 30 de junho 2012 TR + 6% a.a. 14,7 1.296.896 IPCA + 6% a.a. 5,5 2.419.647 IGP-DI 3,5 1.561.816 US$ + Juros de 4,83 a 6,00% 17,4 11.289.987 US$ + 6,77% a.a. (*) 17,0 17.354.497 US$ + 5,98% a.a.(*) 17,0 9.266.778 US$ + 0,55% 27,0 2.627.690 TJLP (*) 36,3 238.628.469 TJLP + 2,5% (*) 27,1 7.634.856 TJLP + 1,0% (*) 27,1 26.746.707 Reais 1.642 Juros provisionados 1.328.972 Sub Total 320.157.957 Fundo da Marinha Mercante 10.827.810 Total 330.985.767 Curto prazo Tesouro Nacional Fundo da Marinha Mercante Subtotal 3.022.237 829.709 3.851.946 Longo prazo Tesouro Nacional Fundo da Marinha Mercante Subtotal 317.135.720 9.998.101 327.133.821 Total 330.985.767 (*)Contratos de financiamento cujo crédito foi concedido ao BNDES, por meio da emissão pela União, sob a forma de colocação direta, de títulos públicos em favor do BNDES: (1) A Lei n.º 11.948/2009 autorizou a concessão de crédito ao BNDES, no montante de até R$ 100 bilhões. Em março de 2009, foi celebrado o primeiro contrato de financiamento, no valor de R$ 39.000.000 mil. Em julho de 2009, foram celebrados o segundo e terceiro contratos de financiamento, nos valores de R$ 8.702.419 mil e R$ 16.297.581 mil, respectivamente. Em agosto de 2009, foi celebrado o quarto contrato de financiamento, no valor de R$ 36.000.000 mil. (2) A Lei n.º 12.249/2010, que alterou a Lei n.º 11.948/2009, autorizou a ampliação do crédito citado no item (1), para até R$ 180.000.000 mil. Em abril de 2010, foi celebrado contrato de financiamento, no valor de R$ 80.000.000 mil. (3) A Lei n.º 12.397/2011 autorizou a concessão de crédito ao BNDES, no montante de até R$ 30 bilhões. Foram celebrados contratos de financiamento, nos valores de R$ 24.753.535 mil em setembro de 2010 e de R$ 5.246.461 mil em março de 2011. (4) A Medida Provisória n.º 526/2011, posteriormente convertida na Lei n.º 12.453/2011, autorizou a concessão de crédito ao BNDES no montante de até R$ 55 bilhões. Em junho de 2011, foi celebrado contrato de financiamento no valor de R$ 30.000.000 mil Em dezembro de 2011, foi celebrado novo contrato de financiamento no valor de R$ 25.000.000 mil, dos quais R$ 15.000.000 mil foram captados em 2011 e R$ 10.000.000 mil em janeiro de 2012. 51 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 e) Repasses no Exterior – Instituições Multilaterais R$ mil 30/06/2012 Instituição Moeda Vencimento médio Japan Bank for Internacional Cooperation - JBIC YEN/US$ 7,17 2.328.344 Várias 14,44 9.986.486 US$ 7,45 330.627 Várias 9,65 397.800 US$ 10,63 1.326.478 Inter-American Development Bank - BID Nordic Investment Bank - NIB Kreditanstalt fur Wiederaufbau - KfW China Development Bank - CDB Juros provisionados Total 53.840 14.423.575 Curto prazo Longo prazo Total 1.183.526 13.240.049 14.423.575 Sobre os contratos de repasses no exterior incidem taxas que variam entre 1,10% e 5,21% a.a. em 30 de junho de 2012. A concentração por faixa de taxa de captação está demonstrada a seguir: R$ mil 30/06/2012 Taxas de captação: Até 3% De 3,1 a 5% De 5,1 a 7% 11.691.656 397.800 2.280.279 14.369.735 Juros provisionados 53.840 Total 14.423.575 As fontes externas de recursos do BNDES são constituídas tanto por captações efetuadas através dos tradicionais instrumentos de mercado – empréstimos bancários e emissão de eurobônus – como por aquelas realizadas junto às instituições multilaterais de crédito e agências governamentais. Enquanto os instrumentos de mercado não demandam garantia do Governo Federal, os empréstimos tomados junto aos organismos multilaterais – Banco Mundial, Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID e Nordic Investment Bank – NIB contam com a prestação de garantia formal da União, seja por força de seus Atos Constitutivos, seja em razão de outros atos normativos internos da instituição multilateral, exceto pelo contrato assinado em 05/10/2011 com o European Investment Bank – EIB – ainda não desembolsado, no qual foi dispensada a garantia formal da União. Empréstimos tomados junto a instituições governamentais, como Japan Bank for International Cooperation – JBIC (braço internacional do Japan Finance Corporation – 52 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 JFC), Kreditanstalt für Wiederaufbau – KfW e China Development Bank – CDB, usualmente não demandam garantia formal da União. f) Fundo da Marinha Mercante – FMM A partir de janeiro de 1984, o BNDES passou a exercer a função de agente financeiro do Fundo da Marinha Mercante - FMM, com o objetivo de apoiar financeiramente as atividades de fomento à renovação, ampliação e recuperação da frota de Marinha Mercante Nacional. Em 30 de junho de 2012, as aplicações do FMM alcançaram R$ 11.607.270 mil (R$ 7.757.206 mil em 30 de junho de 2011), sendo R$ 11.227.023 mil (R$ 7.128.429 mil em 30 de junho de 2011) com risco BNDES. Desde junho de 2002, por orientação do Banco Central do Brasil, as operações com risco BNDES, que retificavam as respectivas origens dos recursos, foram reclassificadas para o ativo do Banco. g) Fundo Nacional de Desenvolvimento - FND Em 3 de outubro de 1988, com o Decreto n.o 96.905, o BNDES assumiu as atribuições da Secretaria Executiva do Fundo Nacional de Desenvolvimento - FND, prestando apoio técnico, administrativo e de pessoal. Conforme o artigo 19 da Medida Provisória n.o 517 de 31 de dezembro de 2010 o FND ficou extinto naquela data. 14.2) As obrigações por empréstimos e repasses, por ano de vencimento, estão discriminados a seguir: R$ mil No país A vencer: 2012 2013 2014 2015 2015 Após 2016 Total 2.487.173 3.712.930 4.706.794 9.237.507 7.318.422 308.915.640 336.378.466 30/06/2012 No exterior 772.731 1.199.462 1.269.241 1.317.834 2.272.682 16.762.612 23.594.562 Total 3.259.904 4.912.392 5.976.035 10.555.341 9.591.104 325.678.252 359.973.028 15. FAT – Dívida Subordinada e Depósitos Especiais Os recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador – FAT, constituído basicamente pelo produto da arrecadação da contribuição PIS/PASEP e pelas receitas decorrentes de suas aplicações, destinam-se a custear o seguro desemprego e o abono salarial, bem como os programas de desenvolvimento econômico, através do BNDES, por meio da utilização de parcela mínima de 40% daquela arrecadação. 53 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 Assim, o FAT sucedeu ao Fundo de Participação PIS-PASEP, alterando significativamente o propósito da referida contribuição social. Enquanto o Fundo de Participação PIS-PASEP tinha como objetivo formar o patrimônio individual dos trabalhadores, que eram seus quotistas, o FAT atua como instrumento de combate ao desemprego em duas frentes. A primeira, de caráter emergencial, amparando o desempregado com uma remuneração provisória e com programa de treinamento e recolocação e a segunda, de característica preventiva, fomentando a criação de novos empregos por meio de programas de desenvolvimento econômico. Os recursos do FAT transferidos ao BNDES são classificados em duas categorias: 15.1) FAT Constitucional O FAT Constitucional compreende as transferências de recursos no âmbito do limite de 40% da arrecadação da contribuição PIS/PASEP, sendo remunerado pela Taxa de Juros de Longo Prazo - TJLP (FAT – TJLP) e por taxas de juros do mercado internacional. Para esta parcela de recursos, que integrará o programa FAT - Cambial, os saldos devedores dos financiamentos concedidos, terá seu contravalor em reais com base em duas moedas: i) dólar norte-americano, sendo remunerado pela Taxa de Juros para Empréstimos e Financiamentos no Mercado Interbancário de Londres – LIBOR – ou pela taxa de juros dos Títulos do Tesouro dos Estados Unidos da América – “Treasury Bonds”; ii) euro, sendo remunerado pela taxa de juros de oferta para empréstimo na moeda euro ou pela taxa representativa da remuneração média de títulos de governos de países da zona econômica do euro – “euro area yield curve”. Semestralmente, nos meses de janeiro e julho, o BNDES transfere ao FAT o valor correspondente à remuneração dos recursos indexados à TJLP e a remuneração integral do FAT-Cambial, sendo a variação da TJLP limitada a 6% ao ano. A diferença entre TJLP e o limite de 6% ao ano é capitalizada junto ao saldo devedor. Para os recursos do FAT Constitucional, somente haverá amortizações se ocorrer insuficiência de recursos para custear o seguro-desemprego e o abono salarial, em montantes e situações previstas em lei. 54 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 O saldo devedor do FAT Constitucional encontra-se registrado na rubrica “Dívidas Subordinadas” em Outras Obrigações e tem a seguinte composição: R$ mil 30/06/2012 FAT – Constitucional FAT – TJLP – Principal FAT – Cambial - US$ (¹) Juros provisionados Total 120.128.004 10.382.426 130.510.430 3.562.054 134.072.484 Curto prazo Longo prazo Total 3.562.054 130.510.430 134.072.484 ( ) ¹ até 50% das transferências ordinárias; destinado ao financiamento da produção/comercialização de produtos de reconhecida demanda internacional. A Resolução BACEN n.º 3.444, de 28 de fevereiro de 2007, que revogou a Resolução BACEN n.º 2.837, de 30 de maio de 2001, mantém o enquadramento dos Recursos repassados pelo FAT – Fundo de Amparo ao Trabalhador como Dívida Subordinada. Este enquadramento é possível porque a dívida do BNDES relativa a estes recursos não possui prazos de amortização definidos contratualmente, uma vez que sua exigibilidade só virá a ocorrer caso o Ministério do Trabalho e Emprego não possua recursos suficientes para o pagamento do seguro-desemprego e do abono salarial. Nesse caso, seriam amortizados em torno de 20% do saldo devedor nos primeiros dois anos, 10% nos três anos seguintes e 5% a partir do sexto ano. Adicionalmente, com base no item III do artigo 14º da Resolução BACEN n.º 3.444, fica considerado que o valor relativo à Dívida Subordinada – Elegível a Capital será limitado a 50% do valor do Capital Nível I do Patrimônio de Referência equivalente a R$ 25.471.474 mil em 30 de junho de 2012. 15.2) FAT – Depósitos Especiais O FAT - Depósitos Especiais representa transferências adicionais ao FAT Constitucional. Os depósitos especiais são aplicados em programas específicos e sob condições especiais, apresentando regras diferenciadas de remuneração, amortização e pagamento de juros ao FAT. Os Depósitos Especiais do FAT são remunerados pela TJLP a partir da liberação dos empréstimos aos beneficiários finais. Os recursos ainda não utilizados, e portanto disponíveis, são remunerados pelas mesmas taxas aplicadas na remuneração das disponibilidades de caixa do Tesouro Nacional, atualmente a taxa SELIC. 55 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 O saldo devedor do FAT – Depósitos especiais encontra-se registrado na rubrica “Depósitos a prazo”, pelos seguintes programas: R$ mil 30/06/2012 FAT – Depósitos especiais Pró-emprego FAT Exportar/Fomentar Pronaf Infra-estrutura Giro rural Total 156.906 6.009.991 1.518.072 13.178.128 215.900 21.078.997 Curto prazo Longo prazo Total 2.227.906 18.851.091 21.078.997 A movimentação do saldo do FAT Constitucional e do FAT – Depósitos especiais durante o trimestre findo em 30 de junho de 2012 foi a seguinte: R$ mil Constitucional TJLP Cambial Saldo em 31/03/2012 . Ingresso de Recursos . Variação Cambial . Provisão de Juros . Juros s/ Depósitos Especiais . Amortizações de Depósitos Especiais . Pagamento de Juros . Transferência p/ Cambial . Retorno do Cambial Saldo em 30/06/2012 119.499.924 3.461.566 1.764.552 (1.403.942) 265.901 123.588.001 8.393.628 895.213 57.601 1.403.942 (265.901) 10.484.483 Depósitos Especiais 20.882.709 790.000 306.495 (590.155) (310.052) 21.078.997 Total 148.776.261 4.251.566 895.213 1.822.153 306.495 (590.155) (310.052) 155.151.481 16. Outras obrigações - Fundos financeiros e de desenvolvimento R$ mil 30/06/2012 Fundo de Participação PIS/PASEP Outros Total 32.010.973 1.047.920 33.058.893 16.1) Fundo de Participação PIS-PASEP A partir de 1974, parcela da arrecadação das contribuições sociais para os Programas PIS e PASEP, formadora do Fundo PIS-PASEP, passou a ser transferida para o BNDES. Conforme a legislação pertinente, os recursos destinar-se-iam a aplicações em programas de desenvolvimento econômico, inclusive, no mercado de capitais. Foram transferidos, em média, 38% da arrecadação, correspondentes a cerca de R$ 700.000 mil anuais, durante o período entre 1974 e 1988. 56 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 O risco das operações contratadas até 31 de dezembro de 1982 é do Fundo PIS-PASEP. Sobre esta parcela da carteira, da ordem, de 0,23% do total, em 30 de junho de 2012, o BNDES recebe comissão de administração de 0,5% ao ano, paga pelo Fundo. Nas operações contratadas após aquela data (99,77% da carteira), o risco é do Banco, que está autorizado a cobrar do mutuário, embutidas na taxa de juros, comissão de administração de até 0,5% ao ano e comissão de risco de até 1,5% ao ano. Em 30 de junho, os saldos dos recursos do Fundo PIS-PASEP, administrados pelo BNDES, eram de: R$ mil 30/06/2012 PIS-PASEP FPS Total 31.328.127 682.847 32.010.974 Curto prazo Longo prazo Total 2.145.013 29.865.961 32.010.974 O saldo das operações de crédito do Fundo PIS-PASEP contratadas até 31 de dezembro de 1982, que constituem risco do Fundo, foram reclassificados ao final do 1º semestre de 2002 para o Passivo do BNDES, retificando o valor da respectiva obrigação com o Fundo, conforme orientação do Banco Central do Brasil. R$ mil Risco BNDES Mutação PIS-PASEP Saldo no início do trimestre Resultado Devoluções Saldo no final do trimestre 31.212.949 475.177 (360.000) 31.328.126 57 30/06/2012 Risco PIS-PASEP 495.545 4.739 500.284 Total 31.708.494 479.916 (360.000) 31.828.410 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 17. Outras obrigações – Diversas R$ mil 30/06/2012 Vinculadas ao Tesouro Nacional (Vide nota 23) Contas a pagar – FAPES (Vide nota 20.1) Passivo atuarial – FAMS (Vide nota 20.2) Provisões trabalhistas e cíveis (Vide nota 19) Provisão para programa de desligamento de funcionários (Vide nota 22) Obrigações por depósitos a apropriar (Vide nota 24) Outras Total 4.078 557.134 788.307 175.896 38.470 1.185.887 567.438 3.317.210 Curto prazo Vinculadas ao Tesouro Nacional Contas a pagar – FAPES Passivo atuarial – FAMS Provisões trabalhistas e cíveis Provisão para programa de desligamento de funcionários Obrigações por depósitos a apropriar Outras Subtotal 4.078 27.001 9.775 1.300 38.470 1.185.887 567.438 1.833.949 Longo prazo Contas a pagar – FAPES Passivo atuarial – FAMS Provisões trabalhistas e cíveis Subtotal 530.133 778.532 174.596 1.483.261 Total 3.317.210 18. Imposto de Renda e Contribuição Social R$ mil Obrigações Fiscais e Previdenciárias Impostos e contribuições sobre o lucro 789.930 Outros impostos e contribuições 77.118 Impostos e contribuições diferidos 1.497.140 2.364.188 Curto prazo 1.029.795 Impostos e contribuições sobre o lucro 789.930 Outros impostos e contribuições 77.118 Impostos e contribuições diferidos 162.747 Longo prazo 1.334.393 Impostos e contribuições diferidos 1.334.393 Total 2.364.188 18.1) Imposto de renda e contribuição social correntes 58 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 O BNDES adota o regime de cálculo do imposto de renda e da contribuição social na modalidade de lucro real anual, estando sujeito a pagamentos mensais sobre uma base estimada, caso não se aplique à suspensão/redução dos recolhimentos, como facultam os artigos 27 a 35 da Lei n.º 8.981/95 e demais legislações pertinentes. Em 30 de junho de 2012, o Banco constituiu provisões para pagamento de contribuição social à alíquota de 15% e de imposto de renda à alíquota de 15%, acrescida do adicional de 10%. A demonstração do cálculo do encargo com imposto de renda e contribuição social está evidenciada a seguir: R$ mil 30/06/2012 No trimestre Imposto de Contribuição Renda Social Resultado antes da tributação Encargo total de imposto de renda e contribuição social às alíquotas de 25% e 15% Efeito das adições (exclusões) no cálculo dos tributos: Créditos baixados como prejuízo Provisão para risco de crédito (Res. BACEN n.º 2.682/99) Equivalência patrimonial Provisões trabalhistas e cíveis Participação dos empregados no lucro Passivo Atuarial – FAMS Ajuste de Swap a valor de mercado Ajuste de TVM a valor de mercado Programa de desligamento planejado de funcionários Subvenções Outras adições e exclusões líquidas Imposto de renda e contribuição social do período Acumulado Imposto de Contribuição Renda Social 2.051.395 2.051.395 3.838.947 3.838.947 512.849 307.709 959.737 575.842 96.517 (32.418) (219.290) 394 8.721 7.301 (46.038) (829) (6.901) (1.444) 318.862 57.910 (19.450) (131.574) 237 5.233 4.380 (27.623) (498) (4.140) 6.084 198.268 170.390 (11.529) (414.967) 3.509 (19.127) 17.516 3.834 (71.213) (2.399) (6.901) 22.840 651.690 102.234 (6.917) (248.980) 2.106 (11.476) 10.510 2.300 (42.728) (1.440) (4.140) 25.300 402.611 O saldo do imposto de renda e da contribuição social, decorrente dos pagamentos mensais por estimativa ao longo de 2012, está assim demonstrado: R$ mil 30/06/2012 Impostos e contribuições sobre o lucro: Provisão: Imposto de renda Contribuição social 651.690 402.611 1.054.301 Antecipações: Imposto de renda Contribuição social (173.617) (90.754) (264.371) Imposto e contribuição – antecipações 789.930 59 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 Os impostos e contribuições a recuperar e antecipações são: R$ mil 30/06/2012 IR pago a maior em anos anteriores IRRF – Juros sobre o Capital Próprio Antecipações – Audiovisual Total 33.315 43.784 2.485 79.584 Curto prazo Longo prazo Total 79.584 79.584 18.2) Créditos tributários R$ mil 30/06/2012 . Composição dos créditos diferidos (posição ativa): Créditos baixados como prejuízo Provisões trabalhistas e cíveis Provisão para desvalorização de investimentos Ajuste de swap a valor de mercado Programa de desligamento planejado de funcionários Provisão para desvalorização de bens Provisão para despesas médicas - FAMS Sub-total Créditos diferidos sobre marcação a mercado de títulos disponíveis para venda: IRPJ e CSLL PIS e COFINS Sub-total 448.180 69.942 30.006 22.107 15.388 191 21.098 606.912 2.426.611 282.094 2.708.705 Total 3.315.617 Curto prazo Longo prazo Total 265.227 3.050.390 3.315.617 R$ mil 30/06/2012 . Composição das obrigações tributárias diferidas (posição passiva): Ajuste de SWAP a valor de mercado Ajuste de TVM a valor de mercado Sub-total Obrigações diferidas sobre marcação a mercado de títulos disponíveis para venda: IRPJ e CSLL PIS e COFINS Sub-total Total das obrigações diferidas (772) (162.634) (163.406) (1.194.835) (138.899) (1.333.734) (1.497.140) Curto prazo Longo prazo Total (162.747) (1.334.393) (1.497.140) De acordo com a Resolução BACEN n.º 3.059/02 e conforme alíquotas vigentes mencionadas na nota 19.1, foram constituídos ativos e passivos fiscais diferidos sobre as adições e exclusões temporárias que serão 60 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 futuramente dedutíveis e tributáveis nas bases de cálculo de imposto de renda e contribuição social. Em 30 de junho de 2012, a contrapartida das provisões de imposto de renda e contribuição social diferidas está demonstrada a seguir: R$ mil 30/06/2012 No Trimestre (37.262) (22.358) (59.620) Imposto de Renda Contribuição Social Total Acumulado (25.708) (15.425) (41.133) Basicamente os créditos tributários diferidos, decorrentes de diferenças temporárias, têm as seguintes origens: a) Créditos baixados como prejuízo: referem-se à provisão constituída sobre operações de crédito ou repasses interfinanceiros as quais estão inadimplentes há mais de 360 dias ou que tiveram seus contratos declarados vencidos antecipadamente por falta de atendimento às cláusulas contratuais. Tais créditos podem estar em cobrança amigável pela área de recuperação de créditos ou, em caso de insucesso, em cobrança judicial; b) Provisões trabalhistas e cíveis: referem-se às ações trabalhistas (Nota 19.a) e cíveis (Nota 19.b); c) Provisão para desvalorização de investimentos: sobre participações acionárias avaliadas pelo custo de aquisição e outros investimentos; d) Programa de desligamento planejado de funcionários: estimativa de custos com plano para incentivar a aposentadoria de funcionários ativos que atendam as condições para aposentadoria por tempo de serviço (Nota 22); e) Ajuste de swap a valor de mercado: são os ganhos e perdas líquidos apurados nas operações de swap, que constituem em instrumento de proteção de posições passivas; f) Desvalorização de bens não de uso próprio: provisão constituída para fazer face à desvalorização de bens não de uso próprio da companhia; e g) Provisão para despesas médicas – FAMS: refere-se à provisão para despesas com assistência médica, contabilizada conforme Deliberação CVM Nº 600/09. Os créditos e obrigações tributárias sobre adições e exclusões temporárias são realizados quando do pagamento, utilização ou reversão das provisões relacionadas. A demonstração dos valores constituídos e baixados no trimestre está evidenciada a seguir: 61 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 31/03/2012 Constituição . Créditos tributários: Créditos baixados como prejuízo Provisões trabalhistas e cíveis Provisão para desvalorização de investimentos Ajuste de swap a valor de mercado Programa de desligamento planejado de funcionários Provisão para despesas médicas – FAMS Provisão para desvalorização de bens Sub-total Créditos diferidos sobre marcação a mercado de títulos disponíveis para venda: IRPJ e CSLL PIS e COFINS Sub-total 432.285 69.315 29.456 20.240 16.715 24.809 343 593.163 162.117 631 550 5.328 168.626 1.357.603 157.821 1.515.424 1.069.008 124.273 1.193.281 Total de créditos tributários diferidos 2.108.587 1.361.907 R$ mil 30/06/2012 Realização (146.222) (4) (3.461) (1.327) (3.711) (152) (154.877) - 448.180 69.942 30.006 22.107 15.388 21.098 191 606.912 - 2.426.611 282.094 2.708.705 (154.877) 3.315.617 . Obrigações tributárias : Ajuste de SWAP a valor de mercado Ajuste de TVM a valor de mercado Sub-total Obrigações diferidas sobre marcação a mercado de títulos disponíveis para venda: IRPJ e CSLL PIS e COFINS Sub-total (1.064) (88.973) (90.037) (73.661) (73.661) 292 292 (772) (162.634) (163.406) (632.515) (73.530) (706.045) (562.320) (65.369) (627.689) - (1.194.835) (138.899) (1.333.734) Total de obrigações tributárias diferidas (796.082) (701.350) 292 (1.497.140) O montante de créditos tributários não registrados em 30 de junho de 2012 no BNDES totalizou R$ 1.593.108 mil. Esse valor refere-se, basicamente, à provisão para risco de crédito (Resolução BACEN n.º 2.682/99), provisão sobre a desvalorização de investimentos, oriundos de incentivos fiscais – FINOR – (somente no caso de CSLL) e outros, e à provisão para despesas médicas – FAMS. Após a Resolução BACEN n.º 3.059/02, somente podem ser constituídos créditos tributários sobre a parcela realizável em até 5 anos, intervalo que foi alterado para 10 anos pela Resolução n.º 3.355/06. Entretanto, conservadoramente, manteve-se o horizonte de 5 anos para a realização dos créditos tributários e estes valores, ou serão realizados em período superior a este prazo, ou não há expectativa de realização. 62 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 A seguir apresenta-se a expectativa de realização dos créditos tributários: R$ mil 2012 . Créditos tributários: Créditos baixados como prejuízo Provisões trabalhistas e cíveis Provisão para desv. de investimentos Ajuste de SWAP a valor de mercado Programa de desligamento planejado de funcionários Provisão para despesas médicas – FAMS Provisão para desvalorização de bens Sub-total 2014 2016 Após 2016 Total 244.668 520 550 - 51.822 6.440 - 38.820 39.710 - 80.662 1.800 20.015 32.208 21.472 2.092 29.456 - 448.180 69.942 30.006 22.107 15.388 3.910 191 265.227 4.081 62.343 4.228 82.758 4.374 106.851 4.505 60.277 29.456 15.388 21.098 191 606.912 - 2.426.611 282.094 2.708.705 - - - - 2.426.611 282.094 2.708.705 265.227 2.771.048 82.758 106.851 60.277 29.456 3.315.617 - - - (772) (162.634) (163.406) Créditos diferidos sobre marcação a mercado de títulos disponíveis para venda: IRPJ e CSLL PIS e COFINS Sub-total Total dos créditos tributários 2013 30/06/2012 2015 . Obrigações tributárias: Ajuste de SWAP a valor de mercado Ajuste de TVM a valor de mercado Sub-total (113) (162.634) (162.747 Obrigações diferidas sobre marcação a mercado de título disponíveis para venda: IRPJ e CSLL PIS e COFINS Sub-total Total das obrigações diferidas - (659) (659) - (1.194.835) (138.899) (1.333.734) - - - - (1.194.835) (138.899) (1.333.734) (162.747) (1.333.734) (659) - - - (1.497.140 O valor presente dos créditos tributários contabilizados, calculados considerando a taxa média de captação, totaliza R$ 2.921.407 mil. O Art. 5º da Resolução n.º 3.059/02 obriga a baixa do ativo correspondente à parcela dos créditos tributários quando os valores efetivamente realizados em dois períodos consecutivos forem inferiores a 50% dos valores previstos para igual período no estudo técnico preparado pela instituição. O disposto neste artigo não se aplica aos créditos tributários constituídos anteriormente à data da entrada em vigor desta Resolução. Em 30 de junho de 2012, não foram realizadas baixas desta natureza. O montante de créditos tributários constituídos após a vigência desta Resolução totalizou R$ 528.734 mil. 19. Provisões trabalhistas e cíveis O BNDES é parte em processos judiciais de naturezas trabalhistas, previdenciárias, cíveis e tributárias decorrentes do curso normal de suas atividades. A provisão constituída foi avaliada pela Administração como suficiente para fazer face às eventuais perdas. 63 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 As provisões constituídas, segregadas por natureza, estão apresentadas no quadro abaixo: R$ mil 30/06/2012 Processos trabalhistas Processos cíveis Total 36.361 139.535 175.896 Curto prazo Longo prazo Total 1.300 174.596 175.896 Segue abaixo, o cronograma esperado de realização destas provisões: Processos trabalhistas 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 1.300 14.570 13.112 4.002 2.750 26 311 140 150 36.361 R$ mil Processos cíveis 1.531 86.164 498 50.930 411 1 139.535 a) Processos trabalhistas As provisões trabalhistas refletem a classificação de risco de perda provável sobre 140 processos judiciais em andamento, que se referem, principalmente, a processos de horas extras pré-contratadas, participações nos lucros, responsabilidade subsidiária e complementação de aposentadoria. A seguir demonstra-se a movimentação das provisões trabalhistas no período R$ mil 30/06/2012 35.835 637 (111) 36.361 Saldo do início do trimestre Constituição Pagamentos Saldo no final do trimestre Em 30 de junho de 2012, existem 162 processos judiciais em andamento, classificados na categoria de risco possível, com montante estimado de R$ 146.772 mil, que versam sobre responsabilidade subsidiária, hora extra, reforma administrativa do Governo Collor, complementação de aposentadoria, participação nos lucros, dentre outros assuntos. 64 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 b) Processos cíveis As provisões cíveis refletem a classificação de risco de perda provável sobre 16 processos, sendo que os principais pleitos versam sobre indenizações referentes, principalmente, a privatizações efetuadas pelo Governo Federal e implementadas pelo BNDES enquanto gestor do PND – Programa Nacional de Desestatização, a anulação e restituição de valores oriundos de quitação de dívidas de financiamentos por massa falida, além daqueles acerca de questões contratuais. A seguir demonstra-se a movimentação das provisões cíveis no período: R$ mil 30/06/2012 138.485 1.050 139.535 Saldo do início do trimestre Constituição Reversão Saldo no final do trimestre Em 30 de junho de 2012, existem 61 processos judiciais em andamento, classificados na categoria de risco possível com montante estimado de R$ 623.651 mil, que versam, principalmente, sobre revisões contratuais, correção monetária e compensação de créditos. 20. Obrigações de benefícios de aposentadoria As obrigações registradas nos balanços patrimoniais referentes aos planos de aposentadoria complementar e de assistência médica estão representadas a seguir: R$ mil 30/06/2012 Contas a pagar - FAPES Passivo atuarial - FAMS Total 557.134 788.307 1.345.441 Curto prazo Contas a pagar - FAPES Passivo atuarial - FAMS Total 27.001 9.775 36.776 Longo prazo Contas a pagar - FAPES Passivo atuarial - FAMS Total 530.133 778.532 1.308.665 65 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 20.1) Plano de aposentadoria e pensões: A FAPES (Fundação de Assistência e Previdência Social do BNDES) é uma entidade fechada de previdência privada. Seu principal objetivo é complementar os benefícios previdenciários, concedidos pelo Instituto Nacional de Seguridade Social - INSS, para os funcionários de seus patrocinadores: BNDES, FINAME, BNDESPAR e a própria FAPES. A FAPES tem plano de benefícios definidos e no dimensionamento de suas provisões foi admitido o regime financeiro de capitalização. Os patrocinadores devem equacionar, na proporção existente de acordo com a sua contribuição, eventuais insuficiências técnicas reveladas pela reavaliação atuarial, conforme estabelecido no estatuto da Fundação e consoante legislação vigente. O compromisso atuarial foi avaliado por atuário independente, pelo método de Crédito Unitário Projetado – PUC. Para a atualização dos valores para as datas específicas foram usados juros atuariais correspondentes às taxas de instrumentos financeiros de primeira linha, no caso, as relativas às Notas do Tesouro Nacional - série B. A seguir, os resultados da avaliação atuarial do plano de aposentadoria complementar: R$ mil 30/06/2012 Valor presente da obrigação atuarial Valor justo dos ativos do plano Valor presente das obrigações não cobertas pelos ativos / (excesso de cobertura) Ganhos atuariais não reconhecidos Passivo (ativo) atuarial Limite dos ativos Passivo atuarial antes da Interpretação A (*) Passivo adicional - Interpretação A (*) Passivo líquido 7.401.683 (6.201.809) 1.199.874 (1.495.250) (295.376) 295.376 557.134 557.134 (*) A Interpretação A (Limite de Ativo de Benefício Definido, Requisitos de Fundamento Mínimo e sua Interação), que corresponde ao IFRIC 14 do IASB, é parte do integrante do Pronunciamento CPC 33 (Deliberação 600/2009). Passivo adicional O passivo adicional refere-se a contratos de confissão de dívida celebrados com os patrocinadores, com prazo fixo de amortização, através de pagamentos mensais, totalizando treze parcelas a cada ano, calculadas pelo Sistema Price e com incidência de juros anuais correspondentes à taxa atuarial de 6% mais a taxa de custeio administrativo e atualização monetária, que ocorre nas mesmas épocas e proporções em que é concedido o reajuste ou modificação geral dos salários dos 66 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 empregados dos patrocinadores. Portanto, a dívida contratada é reconhecida como um passivo adicional na apuração do passivo líquido. O saldo dessas dívidas está assim representado: R$ mil 30/06/2012 451.070 106.064 557.134 Contratos de 2002 (a) Contratos de 2004 (b) Total Curto prazo Longo prazo Total 27.001 530.133 557.134 (a) Refere-se ao acordo entre as empresas do sistema BNDES e seus empregados, envolvendo o reconhecimento da alteração da jornada de trabalho, em face da Lei n.º 10.556, de 13 de novembro de 2002, que resultou em um acréscimo de 16,67% nos salários de participação dos participantes, e impactou diretamente nas provisões matemáticas do plano de benefícios. Para cobertura parcial do acréscimo provocado naquelas provisões, no exercício de 2002, foram firmados contratos que prevêem a amortização da dívida em 390 parcelas mensais. O pagamento teve início em janeiro de 2003. (b) Refere-se à conversão dos valores das provisões matemáticas a constituir (em atendimento à recomendação do Banco Central do Brasil - BACEN), que vinham sendo amortizadas mensalmente desde novembro de 1998, através de contribuições extraordinárias, em dívida reconhecida pelos patrocinadores, a vencer em novembro de 2018. O pagamento da primeira parcela foi efetuado em dezembro de 2004. As mudanças no valor presente da obrigação de benefício definido são as seguintes: R$ mil 30/06/2012 Valor presente no início do trimestre Custo do serviço corrente Custo de juros Perdas (ganhos) atuariais não reconhecidos Benefícios pagos Valor presente no fim do trimestre 6.609.362 43.907 158.253 674.135 (83.974) 7.401.683 As mudanças no valor justo dos ativos do plano são as seguintes: R$ mil 30/06/2012 6.007.125 139.605 100.483 38.570 (83.974) 6.201.809 Valor justo no início do trimestre Retorno esperado dos ativos do plano Ganhos (perdas) atuariais não reconhecidos Contribuições recebidas pelo fundo Benefícios pagos Valor justo no fim do trimestre O BNDES espera contribuir com o plano de pensão de aposentadoria complementar, para os próximos doze meses, em aproximadamente R$ 127.121 mil. 67 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 Os valores reconhecidos na demonstração do resultado são assim demonstrados: R$ mil 30/06/2012 No trimestre Acumulado 43.907 85.741 158.253 314.693 (139.605) (280.670) 6.142 12.284 68.697 132.048 Despesa líquida no período: Custo do serviço corrente Custo dos juros Retorno esperado dos ativos do plano Perda atuarial líquida reconhecida Total O rendimento esperado do ativo do plano foi determinado com base nas mesmas expectativas de atualização do passivo, utilizando juros atuariais equivalentes a Notas do Tesouro Nacional, série B (NTN-B). As principais categorias de ativos do plano, como porcentagem do total de ativos do plano, são as seguintes: Fundos multimercados Ações Investimentos imobiliários Empréstimos e financiamentos Outros Total Em (%) BNDES 80,2 4,8 7,8 3,8 3,4 100 A resolução MPS/CNPC nº. 8 de 31 de outubro de 2011, que dispõe sobre os procedimentos contábeis das entidades fechadas de previdência complementar, aprovou anexos que tratam da planificação contábil padrão, modelos e instruções de preenchimento das demonstrações financeiras. As principais categorias de ativos do plano foram apresentadas em conformidade com essa resolução. Em 30 de junho de 2012, o retorno real sobre os ativos do plano acumulado foi de R$ 757.866 mil. A tabela a seguir mostra os benefícios estimados a pagar em 30 de junho de 2012 para os próximos três anos: R$ mil BNDES 30/06/2013 413.322 30/06/2014 431.921 30/06/2015 451.357 68 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 20.2) Plano de assistência médica O BNDES e suas subsidiárias patrocinam o FAMS (Fundo de Assistência Médica e Social), criado com a finalidade precípua de oferecer aos seus participantes e dependentes benefícios complementares ou similares aos do INSS. Tais benefícios, que incluem assistência médico-hospitalar e odontológica nos sistemas de escolha dirigida ou livre escolha, são assegurados aos empregados desde 1976 e amparados pela Resolução n.º 933/98 da Diretoria do BNDES, extensiva às suas subsidiárias. Os participantes beneficiários do FAMS são empregados ativos e aposentados do BNDES e de suas subsidiárias, e seus respectivos dependentes; tendo ainda, o dependente, após o falecimento do participante, direito ao benefício por um período de até 24 meses. O FAMS recebe dotação de recursos do BNDES e de suas controladas para a consecução dos seus objetivos. Estes recursos são administrados pela FAPES – Fundação de Assistência e Previdência Social do BNDES, que também é responsável pela elaboração do orçamento anual e detalhamento dos custos operacionais necessários ao FAMS. O FAMS não está coberto por ativos garantidores. A antecipação do pagamento dos benefícios é efetuada pelo BNDES com base nos orçamentos apresentados pela FAPES que presta contas dos custos incorridos mensalmente, através de Demonstrativo de Prestação de Contas. Em 30 de junho de 2012, com base na atualização da avaliação atuarial efetuada por atuário independente em 30 de setembro de 2011, foi contabilizado o valor da obrigação atuarial com participantes assistidos, bem como dos participantes ativos pelo prazo médio de tempo laborativo futuro. R$ mil 30/06/2012 1.228.311 (440.004) 788.307 Valor presente das obrigações não fundeadas Perdas atuariais não reconhecidas Passivo atuarial líquido As mudanças no valor presente da obrigação de benefício definido são as seguintes: R$ mil 30/06/2012 1.024.819 14.833 24.895 170.728 (6.964) 1.228.311 Saldo no início do trimestre Custo do serviço corrente Custo de juros Perdas (ganhos) atuariais não reconhecidos Benefícios pagos Saldo no final do trimestre 69 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 Os valores reconhecidos na demonstração do resultado são: R$ mil 30/06/2012 No trimestre Custo do serviço corrente Custo de juros Ganhos (Perdas) atuariais líquidos reconhecidos Total Acumulado 14.833 24.895 2.118 41.846 28.967 49.356 4.238 82.561 O BNDES espera contribuir com o plano de assistência médica, para o próximo ano, em aproximadamente R$ 30.311 mil. A mudança de um ponto percentual nas taxas de custo de assistência médica teria os seguintes efeitos: Aumento de um ponto percentual Efeito sobre o agregado do custo do serviço corrente e do custo de juros Efeito sobre a obrigação de benefício definido 21.017 270.476 R$ mil Redução de um ponto percentual (15.547) (206.754) 20.3) Hipóteses atuariais e econômicas Todos os cálculos atuariais envolvem projeções futuras acerca de alguns parâmetros, tais como: salários, juros, inflação, comportamento dos benefícios do INSS, mortalidade, invalidez, entre outros. Nenhum resultado atuarial pode ser analisado sem o conhecimento prévio do cenário de hipóteses utilizado na avaliação. Nas avaliações foram adotadas as seguintes hipóteses econômicas: 30/06/2012 Benefícios considerados Todos os benefícios regulamentares Método de avaliação atuarial Crédito Unitário Projetado Tábua de mortalidade de válidos AT 2000 Tábua de mortalidade de inválidos AT 49 agravada em 100% Invalidez Índice de aumento real esperado para os salários dos ativos Taxa de desconto nominal Álvaro Vindas Grupo técnico (3,1098%a.a.) e Grupo de apoio (2,5394%a.a.) 9,280% a.a. Taxa de inflação Retorno esperado sobre os ativos do plano de aposentadoria complementar Taxa real de tendência dos custos médicos 70 4,5% a.a. 9,280% a.a. 5% a.a. BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 21. Outros benefícios concedidos aos empregados O BNDES e suas controladas concedem aos seus empregados ativos os seguintes benefícios: R$ mil 30/06/2012 Vale-transporte Vale-refeição Assistência educacional Total No trimestre Acumulado 37 4.961 1.387 6.385 67 9.986 2.737 12.790 22. Programa de desligamento planejado de funcionários Após a decisão do STF, que determinou que a aposentadoria espontânea do empregado não extingue automaticamente o contrato de trabalho, verificou-se que um grande contingente de empregados permaneceu no BNDES mesmo em percepção do benefício de aposentadoria, comprometendo, assim, a esperada renovação do quadro funcional. Objetivando esta renovação do quadro de pessoal, sem prejuízo da transmissão de suas experiências para os demais, foi aprovado no âmbito do Acordo Coletivo de Trabalho, o Programa de Desligamento Planejado que incentiva a saída dos empregados que atendem as condições para a aposentadoria por tempo de serviço, integral ou antecipada até 31 de dezembro de 2012. Segundo estimativa da FAPES, 78 empregados da BNDES estarão aptos a aderir ao Programa, o que corresponde, aproximadamente, a 2,8% do efetivo de pessoal próprio do Sistema BNDES, atual. O desembolso estimado, em 30 de junho de 2012, como consequência da implementação do programa é de aproximadamente R$ 38.470 mil e estão registrados no curto prazo em função do seu término em 2012. 23. Operações vinculadas ao Tesouro Nacional – Operações passivas São valores a pagar ao Tesouro Nacional a título de equalização da remuneração de programas incentivados pelo Governo Federal (Pronaf, Revitaliza, Agrícolas e Programa de Sustentação do Investimento - PSI) cuja taxa fixa do mutuário final é maior que o somatório do custo da fonte de recurso e da remuneração do BNDES, conforme as portarias do Gabinete do Ministério da Fazenda, sendo o excesso 71 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 devolvido ao Tesouro Nacional. Em 30 de junho de 2012, apresentava saldos de R$ 4.078 mil. 24. Depósitos a apropriar Referem-se a pagamentos efetuados por Agentes Financeiros, relativamente a operações de repasse da Carteira Agropecuária objeto de renegociações autorizadas pelo Governo Federal, com cobrança em situação não parametrizada, que encontram-se no aguardo de informações por parte desses Agentes que permitam a sua correta apropriação nos sistemas corporativos. Em 30 de junho de 2012 o saldo é de R$ 1.185.887 mil. 25. Instrumento Híbrido de Capital e Dívida Desestatização da Companhia Vale do Rio Doce Conforme a Lei n.o 9.491/97, regulamentada pelo Decreto n.o 2.201/97 e pelo Contrato de Transferência de Ações, Assunção de Dívidas e Pactos Adicionais, foram transferidas ao BNDES ações da CVRD – Companhia Vale do Rio Doce, de propriedade da União (94.953.982 ações ordinárias nominativas e 4.372.154 ações preferenciais nominativas). Parte destas ações foi alienada no âmbito do processo de desestatização da CVRD, nos leilões realizados em maio de 1997. Em contrapartida dos recursos recebidos, o BNDES obrigou-se a, alternativa ou conjuntamente, a critério do Ministério da Fazenda: a) assumir dívidas, caracterizadas e novadas, da União relativas ao Fundo de Compensação de Variações Salariais (FCVS); e b) transferir à União debêntures da BNDESPAR, de sua propriedade, com o mesmo perfil (datas de pagamento e condições financeiras) das dívidas da União junto ao FCVS. 72 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 Em 29 de dezembro de 2000, foi formalizada a assunção da dívida, no montante de R$ 2.593.470 mil (valor originalmente recebido, atualizado pela variação da TR acrescida de 6,17% ao ano) correspondente a 1.608.084 títulos CVSA970101, a serem pagos nas seguintes condições: Carência para pagamento de juros: 4 anos e 1 mês a contar de 01.12.2000, com primeiro pagamento em 01.01.2005 Carência para pagamento de principal: 8 anos e 1 mês a contar de 01.12.2000, com primeiro pagamento em 01.01.2009 Prazo remanescente: 27 anos a contar de 01.12.2000, com último pagamento de principal e encargos em 01.01.2027 Taxa de juros: Taxa Referencial (TR) + 6,17 % a.a. Em março de 2002, por meio de oferta pública, o BNDES alienou no mercado interno e externo 39.389.193 ações ordinárias de emissão da Cia Vale do Rio Doce – CVRD, pelo valor de R$ 2.218.339 mil, sendo a liquidação financeira concluída em abril de 2002. O referido montante, também foi objeto de assunção de dívida junto a União, relativas ao Fundo de Compensação de Variações Salariais (FCVS), atualizadas pela variação da TR e juros de 6,17% ao ano. Em dezembro de 2005, foi alienado, em leilão conjunto com participações minoritárias, o restante das ações transferidas pela União, pelo valor de R$ 1.516 mil, cuja liquidação financeira foi concluída em janeiro de 2006. Em agosto de 2006, o BNDES e a União celebraram Instrumento de Novação e Confissão de Dívida, no valor de R$ 5.293.537 mil, correspondente à parcela dos contratos acima mencionados, com a finalidade de alterar o perfil do endividamento do BNDES e elevar seu Patrimônio de Referência (PR), alterando suas condições para adequá-las às características de um instrumento híbrido de capital e dívida, conforme estabelecido na Resolução n.º 2.837, de 30 de maio de 2001, do Conselho Monetário Nacional – CMN, nos termos da Medida Provisória n.º 315, de 3 de agosto de 2006. Em 30 de junho de 2012, esses contratos apresentavam os seguintes saldos: Instrumento Híbrido de Capital e Dívida: R$ 7.214.006 mil, registrado em Outras Obrigações; Contrato de Assunção de Dívidas: R$ 1.305.022 mil, registrados na rubrica de Repasses no País – Tesouro Nacional. Em 2009, foi celebrado, sob amparo da Lei nº 11.948/2009, contrato de financiamento entre o BNDES e a União. No mesmo ano, através do Ofício nº 2408/PGFN/CAF, a União e o BNDES resolveram desmembrar da dívida o valor de R$ 6.000.000 mil visando seu enquadramento como instrumento híbrido de capital e dívida. 73 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 Em novembro de 2009, o Banco central considerou a captação elegível como Capital de Nível I, até o limite regulamentar, e o restante no Capital nível II, na categoria de instrumento híbrido de capital e dívida. O montante dos instrumentos híbridos de capital e dívida, em 30 de junho de 2012, tem a seguinte composição: R$ mil Moedas 30/06/2012 IPCA 7.214.006 SELIC 6.278.777 Total 13.492.783 Para fins de Patrimônio de Referência, os valores efetivos são de R$ 6.000.000 mil referentes ao Capital de Nível I e R$ 7.161.015 mil referentes ao Capital de Nível II, totalizando em R$ 13.161.015 mil. A diferença, entre os valores que são considerados para fins de Patrimônio de Referência e os valores evidenciados no passivo (valores do quadro acima), é referente à atualização da dívida. O montante, acumulado no passivo, de tal atualização é de R$ 331.768 mil em 30 de junho de 2012. Em maio de 2012, o BNDES e a União celebraram o Primeiro Termo Aditivo ao Instrumento de Novação e Confissão de Dívida, alterando suas características contratuais tornando-as elegíveis a integrar o Capital de Nível I do Patrimônio de Referência, conforme os requisitos previstos na Resolução n° 3.444, de 28 de fevereiro de 2007, do Conselho Monetário Nacional – CMN. Em julho de 2012, por meio do Ofício 06837/2012 – BCB/DEORF/COFI, o Banco Central considerou a transferência no valor de R$ 7.007.325 mil do Capital de Nível II para Capital de Nível I, possibilitando a elevação do Patrimônio de Referência do BNDES. 26. Patrimônio Líquido Capital social O capital social subscrito do BNDES em 30 de junho de 2012 é de R$ 29.557.415 mil e está representado por 6.273.711.452 ações ordinárias, nominativas, sem valor nominal, de propriedade da União Federal. Está em curso um aumento de capital no valor de R$ 6.783.092 mil provenientes das transferências de ações da Petrobras a seguir: Transferência de 223.597.798 ações ordinárias da Petróleo Brasileiro S.A. – PETROBRAS, no valor de R$ 6.400.000 mil, excedentes a manutenção do controle acionário da União, conforme Decreto n.º 7.439 de 16 de fevereiro de 2011. 74 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 Transferência de 16.103.059 ações ordinárias da Petróleo Brasileiro S.A. – PETROBRAS, no valor de R$ 383.092 mil, excedentes a manutenção do controle acionário da União, conforme Decreto n.º 7.653 de 23 de dezembro de 2011. Ajustes de avaliação patrimonial São contabilizadas as contrapartidas de aumentos ou diminuições de valores atribuídos a elementos do ativo e do passivo, líquidas de efeitos tributários, em decorrência de sua avaliação a valor justo. A composição dos ajustes encontra-se a seguir: R$ mil 30/06/2012 Ajuste – acumulado de conversão – reflexo de coligada (420.041) Ajuste – outros resultados abrangentes – reflexo de coligada 737.122 Mensuração a valor justo de títulos e valores mobiliários classificados como títulos disponíveis para venda 10.679.682 De títulos próprios (1.704.471) De ativos de empresa controlada (BNDESPAR) (1) 12.384.153 Total 10.996.763 (1) Ajuste ao valor de mercado da carteira de participações acionárias classificadas como disponível para venda conforme pronunciamento contábil n.º 38, emitido pelo CPC e recepcionado pelos normativos do Banco Central do Brasil através das Circulares n.º 3.068/2001 e 3.082/2002. Pagamento de dividendos Em 2012 o BNDES efetuou o pagamento de juros sobre o capital próprio e dividendos, conforme descrito a seguir: 2012 Ano 2012 Data do pagamento Natureza Ano Base 29/02/2012 JSCP_ declarado em 2011 Total declarado em 2011 2011 29/02/2012 JSCP_ declarado em 2012 Dividendo complementar declarado em 2012 Total declarado em 2012 2011 29/02/2012 2011 Valor Declarado Valor Pago (*) Meio de pagamento 84.027 84.027 85.412 85.412 Dinheiro 97.371 98.976 Dinheiro 3.315.612 3.414.588 Dinheiro 3.261.846 3.359.217 Total 3.443.244 (*) Inclui atualização pela taxa SELIC da data a que se referem os lucros até a data do efetivo pagamento. 3.500.000 27. Partes Relacionadas O BNDES tem relacionamento e realiza transações com entidades consideradas partes relacionadas, conforme Pronunciamento Técnico n.º 05, do Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC, aprovado pela Resolução n.º 3.750/09 do Banco Central do Brasil – BACEN. 75 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 27.1) Transações com subsidiárias As operações entre partes relacionadas em 30 de junho de 2012 estão descritas a seguir. R$ mil 30/06/2012 Finame Ativo Operações de repasses Moeda nacional Moeda estrangeira Passivo Obrigações por repasses Moeda nacional Receitas: Operações de repasses Moeda nacional Moeda estrangeira Despesas: Operações de repasses Moeda nacional Bndespar Total 107.389.274 6.785.438 114.174.712 6.014.749 42.981 6.057.730 113.404.023 6.828.419 120.232.442 636 89.771 90.407 2.482.752 569.693 3.052.445 344.245 4.455 348.700 2.826.997 574.148 3.401.145 (73) (2.839) (2.912) 27.2) Transações com o Tesouro Nacional – acionista único do BNDES As condições das transações resumidas a seguir estão descritas conforme referências. R$ mil 30/06/2012 Ativo Títulos públicos federais (Nota 6) Outros créditos com o Tesouro Nacional (Nota 8.2) 66.410.857 4.601.840 Passivo Operações de repasses (Nota 14.1d) Instrumento híbrido de capital e dívida (Nota 25) Outras obrigações com o Tesouro Nacional (Nota 23) Resultado: Resultado com títulos públicos federais Receitas com outros créditos – equalização Despesas com operações de repasses e instrumento híbrido de capital e dívida Despesas com outras obrigações – equalização 320.157.957 13.492.783 4.078 No trimestre 1.703.620 84.944 (9.039.145) (1.228) R$ mil Acumulado 3.270.393 169.288 (12.831.339) (2.321) 27.3) Transações com outras Entidades Governamentais Além das operações com o seu acionista único, o BNDES mantém transações com outras entidades governamentais, portanto sob controle comum, no curso de suas operações, como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste, Petrobras, Eletrobras, Fundo de Amparo ao Trabalhador – FAT, Fundo de 76 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 Participação PIS/PASEP, Fundo da Marinha Mercante – FMM e o Fundo de Garantia para Promoção da Competitividade - FGPC. Os saldos das transações significativas com estas entidades estão resumidos a seguir: R$ mil 30/06/2012 Ativos Fundos, debêntures, operações de crédito e repasses, dividendos e JSCP e outros créditos a receber Provisão para risco de crédito 92.956.315 53.920 Passivos Depósitos e repasses 209.287.671 27.4) Transações com a Fundação de Assistência e Previdência Social do BNDES – FAPES As transações com o Plano de aposentadoria e pensões e com o Fundo de Assistência Médica e Social, administrado pela FAPES, resumidas a seguir, encontram-se detalhadas na nota 20: R$ mil 30/06/2012 Passivo Contas a pagar – FAPES – Previdência Passivo atuarial – FAMS – Assistência 557.134 788.307 R$ mil 30/06/2012 No trimestre Despesas Plano de Previdência Plano de Assistência (9.518) (34.883) Acumulado (19.416) (70.064) 27.5) Transações com coligadas O BNDES por meio de sua subsidiária BNDESPAR possui investimentos em empresas coligadas. Além dos aportes de capital nas investidas e o recebimento de dividendos e juros sobre o capital próprio, o BNDES e suas subsidiárias têm outras operações de concessão de crédito com essas empresas, no montante de R$ 2.124.123 mil e provisão para risco de crédito de R$ 14.549 mil. 77 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 Essas operações com essas investidas têm as mesmas condições daquelas operações realizadas com outras entidades, não produzindo efeitos diferentes, em relação às demais, nos resultados e na posição financeira do BNDES. R$ mil BNDES Em 30 de junho 2012 Ativos Direitos recebíveis 2011 2.214.123 2.006.036 (14.549) (18.565) Provisão 27.6) Remuneração de empregados e dirigentes O BNDES e suas subsidiárias não concedem empréstimos ao pessoal-chave da gestão – diretores, membros dos Conselhos de Administração, do Comitê de Auditoria e Conselhos Fiscais. Essa prática é proibida a todas as instituições financeiras sob regulamentação do Banco Central do Brasil. O Sistema BNDES também não possui remuneração baseada em ações e outros benefícios de longo prazo e não oferece benefícios para seu pessoal-chave da Administração. Os benefícios pós-emprego estão restritos aos funcionários do quadro das empresas do sistema BNDES. Os custos com remunerações e outros benefícios atribuídos ao pessoal-chave da gestão do Sistema BNDES são apresentados como segue: R$ mil 30/06/2012 Benefícios de curto prazo: Salários (*) e encargos 3.966,88 (*) remuneração Estão destacadas abaixo as remunerações pagas a administradores e empregados: R$ mil 30/06/2012 Maior Salário (*) Menor Salário (*) Salário (*) Médio No trimestre Administração Empregados 53,91 52,99 6,00 2,01 25,16 14,85 (*) remuneração mensal 78 Acumulado Administração Empregados 53,91 52,99 6,00 1,92 25,49 14,81 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 28. Resultado de provisão para risco de crédito Composição do resultado de provisão para risco de crédito: R$ mil 30/06/2012 No trimestre Acumulado Reversão (constituição) líquida sobre: Operações de crédito Operações de repasses interfinanceiros Debêntures Venda a prazo de títulos e valores mobiliários Direitos recebíveis Receita de recuperação de créditos baixados do ativo Despesa líquida apropriada (178.394) (37.658) (326) (47) 42.483 (173.942) (340.238) (38.845) (286) (2.313) 67.621 (314.061) 29. Limites Operacionais (Acordo da Basiléia) De acordo com a Resolução n.º 2.283, de 5 de junho de 1996, do Banco Central do Brasil, os limites mínimos de capital do Banco são calculados com base nos ativos dos mesmos, ponderados por fatores de risco. A seguir são apresentados os principais indicadores em 30 de junho de 2012, obtidos conforme regulamentação em vigor: R$ mil, exceto percentuais BNDES Patrimônio de Referência - PR - (1) Nível I Nível II Deduções do PR (2) Patrimônio de Referência Exigido - PRE Índice de Basiléia (%) (3) Limite de Imobilização Imobilização (4) Margem (excesso) de Imobilização Índice de Imobilização (%) 94.041.305 50.955.714 43.635.635 (550.044) 53.130.732 19,47% 47.020.653 33.871.160 13.149.493 36,02% (1) A Resolução n.º 3.444/07, do BACEN, define o Patrimônio de Referência -PR, para fins de apuração dos limites operacionais, como o somatório de níveis, cada qual composto por itens integrantes do Patrimônio Líquido, além de dívidas subordinadas e instrumentos híbridos de capital e dívida. Em maio de 2012, o BNDES e a União celebraram o Primeiro Termo Aditivo ao Instrumento de Novação e Confissão de Dívida, alterando as características contratuais do Instrumento Híbrido de Capital e Dívida, que faz parte da composição do Capital de Nível I e de Nível II. Em julho de 2012, por meio do Ofício 06837/2012 – BCB/DEORF/COFI, o Banco Central considerou a transferência no valor de R$ 7.007.325 mil do Capital de Nível II para Capital de Nível I, possibilitando a elevação do Patrimônio de Referência do BNDES. O Patrimônio de Referência em 30 de junho de 2012 não contempla essa alteração (2) Ações emitidas por instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. (3) Mínimo exigido pelo BACEN de 11% (4) Até Maio de 2009, a Resolução n.º 3.105/03, do BACEN, que dispõe sobre a concessão de prazo ao BNDES para enquadramento no limite de aplicação de recursos no ativo permanente, alterada pela Resolução n.º 3.761/09, permitia a exclusão de ações adquiridas de forma direta ou indireta em decorrência de: medidas ou programas instituídos por Lei federal, execução de garantias de operações de crédito posteriores à entrada em vigor dessa resolução e os investimentos compatíveis com o objeto social da instituição. Em 24 de Maio de 2009, foi emitida a Resolução n.º 4.089/12 que, entre outras alterações, limitou a exclusão citada acima à ações apenas dos setores petrolífero, elétrico e de mineração. Isso provocou um aumento no montante de Imobilização de R$ 33.602.432 mil. 79 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 30. Outras Informações 30.1) Responsabilidade subsidiária da União Em conformidade com o Parecer n.º 1.124/96 do Ministério do Planejamento e Orçamento, o BNDES, por sua condição de empresa integralmente controlada pelo Governo Federal, não está sujeito à decretação de falência, cabendo à União a responsabilidade subsidiária pelas obrigações contraídas pelo BNDES. 30.2) Contragarantias prestadas O BNDES concedeu em contragarantia ao Tesouro Nacional por conta de aval e empréstimos captados no exterior, o montante equivalente a US$ 600 milhões, com caução de 7.744.038 ações preferenciais nominativas de emissão da Petróleo Brasileiro S.A. – PETROBRAS (posteriormente desdobradas em 61.952.304 ações preferenciais), e 28.083.251.230 ações ordinárias nominativas de emissão da Centrais Elétricas Brasileiras S.A. – ELETROBRAS (posteriormente grupadas em 56.166.502 ações ordinárias) de propriedade de sua controlada integral BNDES Participações S.A. – BNDESPAR. Do montante dessas ações, 61.952.304 ações preferenciais de emissão da Petrobras e 1.510.070 ações ordinárias de emissão da Eletrobrás continuam bloqueadas nas entidades de custódia. 30.3) Gestão de programas Fundo Amazônia O Fundo Amazônia, criado pela Resolução BNDES nº 1.640, de 3 de setembro de 2008, tem por finalidade captar doações para investimentos não reembolsáveis em ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, e de promoção da conservação e do uso sustentável das florestas no bioma amazônico, nos termos do Decreto nº 6.527, de 1º de agosto de 2008. Em 30 de junho, os saldos dos recursos oriundos de doações ao Fundo Amazônia, administrados pelo BNDES, eram de: R$ mil Em 30 de junho 2012 Doações recebidas (*) Aplicação em operações não reembolsáveis Ressarcimento de despesas administrativas 107.222 89.315 3.540 (*) inclui os rendimentos auferidos pela aplicação dos saldos disponíveis 80 2011 85.443 12.255 1.390 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 Fundo de Garantia à Exportação – FGE Através da Lei n.º 9.818/99, foi criado o Fundo de Garantia à Exportação – FGE, de natureza contábil, vinculado ao Ministério da Fazenda e administrado pelo BNDES, destinado a dar cobertura às garantias prestadas pela União nas operações de seguro de crédito à exportação. Em 30 de junho de 2012, os valores das garantias prestadas totalizavam R$ 21.353.708 mil. Fundo de Garantia para a Promoção de Competitividade – FGPC O Fundo de Garantia para a Promoção de Competitividade – FGPC, instituído pela Lei n.o 9.531/97, regulamentado pelo Decreto n.º 3.113/99, é um fundo de natureza contábil, vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e gerido pelo BNDES. Tem por finalidade prover recursos para garantir o risco das operações de financiamento realizadas pelo BNDES e pela FINAME, diretamente ou por intermédio de instituições repassadoras, a microempresas, empresas de pequeno porte e médias empresas exportadoras ou fabricantes de insumos que integrem o processo produtivo, ou de montagem e de embalagem de mercadorias destinadas à exportação. Em 30 de junho de 2012, os valores das garantias prestadas totalizavam R$ 416.632 mil. Fundo para o Desenvolvimento Regional com Recursos da Desestatização - FRD O Fundo para o Desenvolvimento Regional com Recursos da Desestatização – FRD, criado em 17 de dezembro de 1997 através da Resolução – BNDES n.º 918, é um fundo de natureza contábil destinado a prestar colaboração financeira, em projetos de desenvolvimento regional e social, a municípios situados nas áreas geográficas de influência da Companhia Vale do Rio Doce – CVRD. O patrimônio inicial foi de R$ 85.900 mil, oriundo de doação realizada nos termos da Resolução CND n.º 02/97 (Conselho Nacional de Desestatização). Em 2012, foram realizadas liberações que totalizaram R$ 2.603 mil. Fundo de Terras e da Reforma Agrária – Fundo da Terra O Fundo de Terras e da Reforma Agrária – Banco da Terra, instituído pela Lei Complementar n.o 93/98, regulamentado pelo Decreto n.º 3.475/2000, é um fundo de natureza contábil, cujo objetivo é financiar programas de reordenação fundiária e de assentamento rural, tendo o BNDES como gestor financeiro. 81 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 30.4) Gerenciamento de Riscos e Controles Internos Em conformidade com os normativos internos e externos e de acordo com os objetivos estabelecidos pela Alta Administração, a Área de Gestão de Riscos do BNDES é responsável por: a) Definir e propor ao Conselho de Administração as diretrizes gerais de gestão de riscos e controles internos para o BNDES e suas subsidiárias; b) Monitorar os níveis de exposição a riscos; c) Analisar e monitorar os requerimentos de capital regulatório; d) Analisar a evolução das provisões para devedores duvidosos e os seus impactos no resultado do BNDES e de suas subsidiárias; e) Avaliar a qualidade dos controles internos existentes no Sistema BNDES, a definição de responsabilidades, a segregação de funções, os riscos envolvidos e a conformidade dos processos aos normativos internos e externos, propondo medidas para o seu aprimoramento; e f) Disseminar cultura de controles internos e de gestão de riscos no âmbito do Sistema BNDES. O gerenciamento de risco no BNDES é um processo contínuo e evolutivo. Os trabalhos são desenvolvidos de modo a proporcionar unicidade às políticas, processos, critérios e metodologias de controle de riscos. Compõem a estrutura de gerenciamento de risco e de controles internos do BNDES: Conselho de Administração; Diretoria; Comitê de Gestão de Riscos; Subcomitês de Gestão de Risco de Mercado, de Risco de Crédito e de Risco Operacional e Controles Internos; e unidades dedicadas ao gerenciamento de riscos. A estrutura completa de gerenciamento de risco do BNDES está disponível para acesso público em: http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/bndes/bndes_pt/Institucional/Relacao_Com_I nvestidores/Relatorio_Gestao_Riscos/index.html • Controles Internos Controles internos são procedimentos presentes em todos os níveis da Instituição, desenhados para mitigar riscos e prover razoável segurança de que os seguintes objetivos sejam atingidos: conformidade: execução das atividades de acordo com as normas internas e externas que as regulam; desempenho: eficiência e eficácia dos processos, sem custos excessivos e com proteção dos ativos; 82 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 informação: disponibilização de informações tempestivas para suporte à tomada de decisão. confiáveis, precisas e O BNDES busca promover o contínuo aprimoramento dos controles internos com base nos fundamentos estabelecidos pela Resolução CMN nº 2554/98 e pela Política Corporativa de Controles Internos. Neste contexto, são realizadas atividades de verificação de conformidade aos normativos internos e externos, bem como a avaliação dos riscos e controles internos dos processos de trabalho. Os relatórios contendo as conclusões das avaliações realizadas são submetidos ao Comitê de Gestão de Riscos, por meio do Subcomitê de Gestão de Risco Operacional e Controles Internos, e à Alta Administração. O cumprimento das recomendações apresentadas às unidades envolvidas é continuamente acompanhado. A atividade permanente de disseminação da cultura de controles internos é baseada em um processo de comunicação, visando esclarecer o papel de cada profissional no Sistema de Controles Internos e reforçar a importância da ética e da transparência. Além da divulgação da Política Corporativa de Controles Internos e da disponibilização de informações relacionadas ao tema na intranet, são realizadas palestras para novos funcionários no âmbito da corrente renovação do quadro funcional. • Risco Operacional O risco operacional se refere à possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiências ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas ou de eventos externos. O conceito inclui o risco legal, associado à inadequação ou deficiência em contratos firmados pela instituição, bem como a sanções em razão de descumprimento de dispositivos legais e a indenizações por danos a terceiros decorrentes das atividades desenvolvidas pela instituição. Diferentemente dos riscos de mercado e de crédito, sua gestão e mitigação envolve todas as áreas da Instituição. Cabe à unidade responsável pelo gerenciamento do risco operacional auxiliar as demais unidades na identificação e avaliação desses riscos. Para tanto, são seguidos os preceitos constantes da Política Corporativa de Gestão de Risco Operacional, bem como aqueles constantes da Política Corporativa de Gestão da Continuidade de Negócios. Ambas estabelecem o conjunto de princípios, ações, papéis e responsabilidades relativos aos temas no BNDES e em suas subsidiárias. Visando disseminar a cultura de riscos operacionais na Instituição, consta do programa de capacitação de novos funcionários módulo específico sobre o tema. Também estão disponíveis informações sobre riscos operacionais para o público interno. 83 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 Mensuração do Risco Operacional No que se refere ao capital regulamentar, o BNDES utiliza atualmente a Abordagem do Indicador Básico como a metodologia de cálculo da parcela do Patrimônio de Referência Exigido (PRE) referente ao risco operacional (POPR). Essa parcela é apurada periodicamente e informada ao BACEN como parte integrante do Demonstrativo de Limites Operacionais (DLO). Em junho de 2012, o valor da parcela POPR foi de R$ 890 milhões. • Risco de Mercado O risco de mercado é a possibilidade de ocorrência de perdas financeiras resultantes da alteração nos valores de mercado de posições ativas e passivas detidas pela Instituição, dentre as quais se incluem os riscos das operações sujeitas à variação da cotação de moeda estrangeira, das taxas de juros, dos preços das ações e dos preços de mercadorias (commodities). A estrutura de gerenciamento do risco de mercado e a Política Corporativa de Gestão de Riscos de Mercado e Liquidez do BNDES e de suas subsidiárias definem o conjunto de metodologias, procedimentos, limites, instrumentos e responsabilidades aplicáveis no controle permanente dos processos internos da Instituição, a fim de garantir o adequado gerenciamento dos riscos. Mensuração do Risco de Mercado A gestão de risco de mercado monitora a parcela de requerimento de capital resultante da carteira de negociação e de não negociação, de modo a garantir a adequação dos riscos inerentes a essas operações em níveis consistentes com o padrão de risco desejável a ser assumido pela Instituição. A carteira de negociação consiste em todas as operações com instrumentos financeiros, inclusive derivativos, detidas com a intenção de negociação ativa e frequente ou destinadas a hedge de outros elementos da carteira de negociação, e que não estejam sujeitas à limitação da sua negociabilidade. As operações detidas com intenção de negociação são aquelas destinadas à (i) revenda; (ii) obtenção de benefício dos movimentos de preços, efetivos ou esperados; ou (iii) realização de arbitragem. A carteira não designada para negociação corresponde, basicamente, às operações de crédito realizadas pela instituição, suas captações, títulos públicos e títulos privados. Essa carteira inclui riscos de taxa de juros, índice de preços e câmbio. 84 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 Devido a sua natureza de banco de desenvolvimento, o BNDES possui uma carteira de negociação de valor relativamente baixo, quando comparado ao valor total dos ativos detidos pela Instituição. Neste sentido, como parte da gestão do risco de mercado, o BNDES utiliza a metodologia regulamentar de VaR Paramétrico, para risco de taxas de juros pré fixadas, e de Maturity Ladder, para aferir os riscos de cupom cambial, cupons de índice de preços e de cupons de taxa de juros, conforme estabelecem os normativos do BACEN. Já para mensurar o risco de juros da carteira bancária (Rban), utiliza-se metodologia própria, observando-se o impacto das oscilações das taxas de juros (indexadores) na receita líquida de juros (Net Interest Income) para o período de 1 ano. Os testes de estresse utilizados na Rban são os regulamentares. Com relação à evolução das parcelas do capital regulamentar, a parcela de juros da carteira de negociação (PJUR) passou de R$ 685 milhões, em março de 2012, para R$ 1.163 milhões, em junho de 2012, em função, principalmente, das mudanças na forma de cálculo da parcela, introduzidas pelas Circulares BACEN n° 3.498/2010 e n° 3.568/2011. O risco de taxa de juros da carteira de não negociação (RBAN) registrou alta ante o final do primeiro trimestre de 2012, passando de R$ 1.623 milhões para R$ 1.753 milhões, em junho de 2012, como reflexo, sobretudo, dos descasamentos por fatores de risco gerados pelas captações junto ao Tesouro Nacional. Tais descasamentos, mesmo que benéficos para a rentabilidade do Banco, uma vez que estão associados à aquisição de títulos públicos federais financiados por passivo em TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo), geram risco de mercado para a Instituição. O BNDES segue uma estratégia de exposição reduzida em moedas estrangeiras, administrada por meio da contratação de swaps e futuros. No primeiro trimestre de 2012, a parcela regulamentar referente ao risco cambial (PCAM) reportada ao BACEN foi igual a zero, pelo fato da exposição cambial do Banco ter se mantido inferior a 4% do Patrimônio de Referência da Instituição. Todavia, no segundo trimestre, com a redução desse limite de 4% para 2%, estabelecida pelo regulador, o BNDES passou a reportar um valor positivo para a PCAM, que em junho de 2012 foi de R$ 987 milhões. As parcelas de risco de commodities (PCOM) e de risco de ações (PACS) são iguais a zero, devido ao fato de o BNDES não possuir exposições diretas em commodities e de a totalidade de sua carteira de ações estar classificada como “Disponível para a Venda”, uma vez que o foco da atuação do Banco é o fomento ao mercado de capitais. • Risco de Liquidez O risco de liquidez é a possibilidade de ocorrência de desequilíbrios entre ativos negociáveis e passivos exigíveis – descasamentos entre pagamentos e recebimentos – que possam afetar a capacidade de pagamento da Instituição, levando-se em 85 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 consideração as diferentes moedas e prazos de liquidação de seus direitos e obrigações. A gestão de liquidez do BNDES determina que haja um volume de caixa mínimo para operação do Sistema BNDES, o qual deve ser equivalente, no mínimo, à soma das despesas de capital, administrativas e tributárias do mês subseqüente. Embora o BNDES seja dispensado da necessidade de envio do Demonstrativo de Risco de Liquidez ao BACEN, tal levantamento é realizado de forma gerencial pela Área de Gestão de Risco. A avaliação é realizada em bases mensais, estimando-se quantitativamente os instrumentos financeiros constantes nos ativos negociáveis e nos passivos exigíveis para os prazos de 30, 60 e 90 dias. Tal estimativa não resulta em previsão de caixa no final do período, mas sim em quanto a Instituição é capaz de levantar de recursos nesse horizonte de tempo, honrando tempestivamente seus compromissos. • Risco de Crédito O risco de crédito é o risco associado à possibilidade de ocorrência de perdas decorrentes do não cumprimento, pelo tomador ou contraparte, de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, às vantagens concedidas nas renegociações e aos custos de recuperação. A gestão do risco de crédito no BNDES permeia todo o processo de concessão, monitoramento, cobrança e recuperação de créditos, englobando a atuação de diversas áreas. Alinhando-se com os princípios da Resolução nº 3.721/09, o BNDES possui uma estrutura e uma política de gestão de risco de crédito, aprovada pela Diretoria e pelo Conselho de Administração, aplicável às subsidiárias no Brasil e no exterior. A Política Corporativa de Gestão de Risco de Crédito estabelece responsabilidades, princípios, diretrizes, processos e procedimentos necessários à identificação, mensuração, monitoramento, controle e mitigação dos riscos aos quais o BNDES está exposto. Mensuração do Risco de Crédito O BNDES mensura o risco de crédito com base no modelo padronizado, também chamado de capital regulamentar. As exposições ponderadas por fator de ponderação de risco (PEPR) são mensalmente calculadas e incorporadas ao Patrimônio de Referência Exigido (PRE) conforme os 86 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 procedimentos determinados pela Circular BACEN nº 3.360/07. Cabe destacar que, além da carteira de créditos da Instituição, estão inseridos na parcela PEPR outros ativos financeiros como títulos e valores mobiliários, swaps e operações compromissadas. A apuração do Patrimônio de Referência Exigido é parte integrante do Documento de Limites Operacionais (DLO) enviado mensalmente ao BACEN. A parcela do capital regulamentar referente ao risco de crédito (PEPR) do BNDES apresentou pouca variação entre o primeiro e o segundo trimestres de 2012, passando de R$ 50.022 milhões, em março de 2012, para R$ 50.091 milhões, em junho de 2012. R$ milhões 30/06/2012 31/03/2012 Detalhamento do PEPR TVM e Instrumentos Financeiros Derivativos Relações Interfinanceiras Operações de Crédito Investimento e Imobilizado de Uso Compromissos de Crédito Outros Total da parcela PEPR 1.721 11.788 20.081 9.472 6.111 918 50.091 1.983 11.800 18.638 10.202 6.443 956 50.022 Adicionalmente ao cálculo do capital regulamentar, o BNDES elabora estimativas para os diferentes componentes do risco da carteira de créditos, com vistas a avaliar potenciais perdas financeiras: probabilidade de inadimplência da contraparte (PD), exposição em caso de inadimplência (EAD) e perda dada a inadimplência (LGD). A probabilidade de inadimplência por faixa de risco é estimada com base na frequência histórica, e as taxas de recuperação são calculadas a partir dos fluxos de recebimentos identificados para os contratos inadimplentes. Matrizes de migração de estados são estimadas para horizontes diversos e o valor em risco para a carteira de créditos é atualmente estimado de acordo com metodologias analíticas e por simulação. Controle do Limite de Risco de Crédito O BNDES monitora os limites de exposição estabelecidos em normativos internos e externos. Os limites de exposição por cliente e ao setor público estabelecidos, respectivamente, por meio das Resoluções CMN nº 2.844/01 e nº 2.827/01, e suas alterações posteriores, são monitorados e inseridos em informes periódicos de distribuição interna. De modo semelhante, são monitorados os limites setoriais definidos pela Diretoria do BNDES e apurados diversos indicadores relacionados à carteira do BNDES como inadimplência e créditos baixados como prejuízo, qualidade da carteira e provisionamento, concentração por grupo econômico e por setor de atividade, mitigadores de risco, entre outros. Os indicadores produzidos são analisados e 87 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 inseridos no Informe de Gestão de Risco de Crédito, enviado mensalmente ao Comitê de Gestão de Riscos. Garantias e política de mitigação do risco de crédito As perdas potenciais de crédito são mitigadas pela utilização de diversos tipos de garantias exigidos pelo BNDES em suas operações de colaboração financeira, tais como hipoteca, penhor, propriedade fiduciária, fiança, aval, vinculação ou cessão em garantia. Para o cálculo do capital regulamentar, seguindo as regras do regulador, o BNDES utiliza apenas parte das garantias recebidas nas operações como mitigadores de risco de crédito. R$ milhões Descrição do Mitigador Garantia prestada pelo Tesouro Nacional ou pelo Banco Central do Brasil Garantia prestada pelo Fundo de Garantia a Exportação – FGE Garantias das Instituições financeiras ou demais Instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil Total Posição mitigada 30/06/2012 31/03/2012 27.552 24.029 21.968 12.696 26.050 21.693 75.570 58.418 Exposição ao Risco de Crédito A exposição ao risco de crédito total, sem a aplicação de mitigadores de risco ou provisões para risco de crédito, passou de R$ 647.026 milhões, em março de 2012, para R$ 669.987 milhões, em junho de 2012. Destacou-se no período o aumento da exposição em operações de crédito. R$ milhões 30/06/2012 31/03/2012 Itens On Balance Aplicações em Depósitos Interfinanceiros Ativos financeiros mantidos para negociação Ativos financeiros disponíveis para venda Ativos financeiros designados a valor justo pelo resultado Ativos financeiros mantidos até o vencimento Operações de crédito Operações de repasse interfinanceiro Outros 7.041 11.133 52.465 18.352 223.945 220.862 1.001 5.029 10.636 46.721 18.182 213.540 220.401 1.003 Itens Off Balance Compromissos a Liberar 135.188 131.514 Total 669.987 647.026 88 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 30.5 Gestão de capital Os principais objetivos do BNDES relacionados ao gerenciamento de seu capital são os seguintes: • Manter uma sólida base de capital que suporte de forma efetiva o desenvolvimento de seus negócios; • Cumprir as exigências estabelecidas pelos órgãos reguladores dos mercados bancários onde opera; • Assegurar rentabilidade compatível com os riscos assumidos pelo BNDES. A adequação da estrutura de capital e o monitoramento dos limites relacionados ao capital regulatório são realizados pelo BNDES por meio da implementação de processos, métodos e procedimentos originados das diretrizes definidas pelo Comitê de Basileia, na forma implementada pelo Banco Central do Brasil. Desse modo, a autoridade monetária exige que as instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo BACEN mantenham, permanentemente: • Um Patrimônio de Referência (PR) compatível com o risco de suas atividades e apurado segundo a Resolução CMN nº 3.444/07; e • Um Capital Regulatório Mínimo, denominado de Patrimônio de Referência Exigido (PRE), de 11% sobre o total dos ativos ponderados pelo risco, apurado em conformidade com a Resolução CMN nº 3.490/07. O Patrimônio de Referência (PR) divide-se em dois níveis, calculados conforme o art 1º, §1º e §2º da Resolução CMN (BACEN) nº 3.444 de 28/02/07: Capital de Nível I: Somatório dos seguintes valores: (+) Patrimônio líquido (+) Saldos das contas de resultado credoras (+) Depósito em conta vinculada para suprir deficiência de Capital (+) Instrumentos híbridos de capital e dívida habilitados a integrar o nível I do PR Dedução dos seguintes valores: (–) Saldos das contas de resultado devedoras (–) Reservas de reavaliação, reservas para contingências e reservas especiais de lucros relativas a dividendos obrigatórios não distribuídos (–) Ações preferenciais emitidas com cláusula de resgate e ações preferenciais com cumulatividade de dividendos (–) Créditos tributários excluídos do Nível I do PR (respeitadas as alterações dispostas na Resolução nº 3.655 do BACEN) 89 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 (–) Ativo permanente diferido, deduzidos os ágios pagos na aquisição de investimentos (–) Saldo dos ganhos e perdas não realizados decorrentes do ajuste ao valor de mercado dos títulos e valores mobiliários classificados na categoria "títulos disponíveis para venda" e dos instrumentos financeiros derivativos utilizados para hedge de fluxo de caixa Capital de Nível II: Somatório dos seguintes valores: (+) Reservas de reavaliação (+) Reservas para contingências (+) Reservas especiais de lucros relativas a dividendos obrigatórios não distribuídos (+) Ações preferenciais emitidas com cláusula de resgate e ações preferenciais com cumulatividade de dividendos (+) Instrumentos híbridos de capital e dívida habilitados a integrar o Nível II do PR (+) Instrumentos de dívida subordinada (+) Saldo dos ganhos e perdas não realizados decorrentes do ajuste ao valor de mercado dos títulos e valores mobiliários classificados na categoria “títulos disponíveis para venda“ e dos instrumentos financeiros derivativos utilizados para hedge de fluxo de caixa. Com relação à apuração do Capital Regulamentar, merecem destaque as seguintes considerações: O Patrimônio de Referência (PR), para fins da verificação do cumprimento dos limites operacionais, consiste, conforme os arts. 1º, 3º, 4º, 5º e 6º da Res. 3.444/07, no somatório dos capitais de Nível I e II, sendo deduzidos os instrumentos financeiros de captação emitidos por instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo BACEN e outros. De acordo com a Resolução CMN nº 3.490/07, o PR deverá ser superior ao valor do Patrimônio de Referência Exigido (PRE), que é calculado considerando a totalidade das parcelas dos ativos ponderados pelo risco, como segue abaixo: PRE = PEPR + PCAM + PJUR + PCOM + PACS + POPR O Patrimônio de Referência Exigido (PRE) é composto, nos temos do art. 2º da Resolução CMN (BACEN) nº 3.490 de 29/08/09, das seguintes parcelas: risco de crédito (PEPR - Exposições ponderadas pelo fator de ponderação de risco a elas atribuído); risco de mercado (PCAM – risco de câmbio, PJUR – 90 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 risco de juros da carteira de negociação, PCOM – risco de commodities e PACS – risco de ações); e, risco operacional (POPR). A apuração do PRE é parte integrante do Documento de Limites Operacionais (DLO) enviado mensalmente ao BACEN. A apuração do Capital Regulamentar para a data base de 30 de junho de 2012 está apresentada no quadro seguinte. CAPITAL REGULAMENTAR Patrimônio de Referência - PR (Nível I + Nível II - deduções) (1) Patrimônio de Referência Nível I Patrimônio líquido Contas de resultado credoras Instrumentos híbridos de capital e dívida habilitados a integrar o Nível I do PR (-) Contas de resultado devedoras (-) Créditos tributários excluídos do Nível I do PR (-) Ajuste ao valor de mercado - TVM e Instrumentos financeiros derivativos Patrimônio de Referência Nível II Instrumentos híbridos de capital e dívida habilitados a integrar o Nível II do PR Instrumentos de dívida subordinada Ajuste ao valor de mercado - TVM e Instrumentos financeiros derivativos (-) Excesso de Capital Nível II Deduções do PR (-) Ações emitidas por instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil Patrimônio de Referência exigido (PRE) (2) Risco de crédito Risco de mercado Risco operacional R$ mil, exceto percentuais 30/06/2012 94.041.305 50.955.714 55.981.933 6.000.000 29.456 10.996.763 43.635.635 7.161.015 25.477.857 10.996.763 550.044 550.044 53.130.732 50.091.274 2.149.750 889.708 Risco bancário (RBAN) 1.752.651 Margem de capital (PR - PRE - RBAN) 39.157.922 Exposição total ponderada pelo risco (PRE / 0,11) Índice de Basileia [(PR) / (PRE / 0,11)] * 100 483.006.658 19,47% (1) O CMN através da Resolução nº 3.444, de 28/02/2007, define o Patrimônio de Referência (PR), para fins de apuração dos limites operacionais, como o somatório de dois níveis, a exemplo da experiência internacional, Nível I e II, cada qual composto por itens, integrantes do Patrimônio líquido, além de dívidas subordinadas e instrumentos híbridos de capital e dívida. (2) A Resolução nº 3.490 de 29/08/2007 do CMN dispõe sobre os critérios de apuração do Patrimônio de Referência Exigido (PRE). Para os cálculos das parcelas de risco, foram observados os procedimentos da Circular nº 3.360, de 12/09/2007 para risco de crédito, das Circulares nºs 3.361, 3.362, 3.363, 3.364, 3.366 e 3.368 de 12/09/2007, nº 3.388 de 04/06/2008 e nº 3.389 de 25/06/2008 e das Cartas-Circulares nºs 3.309 e 3.310 de 15/04/2008 para risco de mercado e da Circular nº 3.383 e das Cartas-Circulares nºs 3.315 e 3.316 de 30/04/2008 para risco operacional. No período compreendido entre 30 de junho de 2012 e 31 de março de 2012, o Patrimônio de Referência do BNDES apresentou uma variação negativa de aproximadamente R$ 4,0 bilhões. Uma parte significativa deste montante se justifica pela redução do valor do Ajuste a Valor de Mercado de Títulos e Valores Imobiliários e Instrumentos Financeiros, no montante de R$ 8,2 91 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 bilhões, gerando, uma redução no Capital de Nível II. O Índice de Basiléia da instituição atingiu 19,47% em 30 de junho de 2012, apresentando redução de 6,9% em relação a 31 de março de 2012. 30.6) Fluxo de caixa – DFC R$ mil 30/06/2012 No trimestre Acumulado Atividades operacionais Lucro líquido Despesas (receitas) que não afetam as disponibilidades 2.051.394 (603.560) 3.838.946 (1.124.840) Constituição (reversão) da provisão para risco de crédito Constituição (reversão) das provisões trabalhistas e cíveis Resultado de participações em coligadas e controladas Depreciação e amortização Atualização monetária das obrigações por emissão de debêntures e Letras de Crédito do Agronegócio 173.942 1.688 (877.159) 4.302 93.667 314.061 14.147 (1.659.867) 8.590 198.229 (5.281.604) (11.167.059) (7.417.389) 1.717.717 22.094.933 71.172 (8.516.652) 747.254 (2.663.700) (147.880) (5.750.267) (14.399.901) (13.183.393) 1.041.379 34.827.279 (282.515) (7.808.271) 976.924 (5.935.537) (986.232) (3.833.770) (3.036.161) Atividades de investimentos . Aumento de capital BNDES Limited . Adições ao imobilizado . Baixas do imobilizado Caixa líquido consumido nas atividades de investimentos (10.834) (4.277) 19 (15.092) (10.834) (11.786) 2.600 (20.020) Atividades de financiamentos . Aumento em obrigações por dívidas subordinadas . Dividendos pagos . Juros sobre o capital próprio pagos . Captações por emissão de Letras de Crédito do Agronegócio . Amortização das obrigações por emissão de debêntures Caixa líquido gerado nas atividades de financiamentos 6.178.932 60.000 (238.722) 6.000.210 8.854.118 (3.315.612) (184.388) 60.000 (479.019) 4.935.099 Aumento (redução) das disponibilidades 2.151.348 1.878.918 Modificação na posição financeira Início do trimestre Saldo de caixa + equivalente caixa (1) 5.908.968 6.181.398 Variação de ativos e obrigações . Aumento líquido em créditos por financiamento . Aumento líquido em títulos e valores mobiliários . Diminuição líquida nas demais contas do ativo . Aumento líquido nas obrigações por empréstimos e repasses . Diminuição (Aumento) líquido de instrumento híbrido de capital . Aumento líquido nas obrigações por operações compromissadas . Aumento líquido nas demais contas do passivo . Juros pagos – de empréstimo e repasses . IR e CSLL pagos Caixa líquido aplicado nas atividades operacionais Final do trimestre Saldo de caixa + equivalente caixa (1) 8.060.316 8.060.316 Redução das disponibilidades 2.151.348 1.878.918 (1) Inclui Disponibilidades e Cotas de fundos de investimentos exclusivos e aplicações interfinanceiras de liquidez. 92 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 30.7) Demonstração do valor adicionado – DVA R$ mil No trimestre 16.917.491 16.909.754 181.679 (173.942) RECEITAS Intermediação financeira Outras receitas operacionais / Prestação de serviços Reversão (Provisão) para devedores duvidosos DESPESAS Intermediação financeira Outras despesas operacionais 30/06/2012 Acumulado 24.114.154 24.189.731 238.484 (314.061) 15.721.026 15.566.553 154.473 INSUMOS AQUIRIDOS DE TERCEIROS Materiais, energia e outros Serviços de terceiros Perda (recuperação) de valores ativos 21.633.069 21.272.878 360.191 48.706 10.069 38.637 - VALOR ADICIONADO BRUTO 87.115 15.484 71.631 - 1.147.759 RETENÇÕES Depreciação 2.393.970 4.301 4.301 VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE 8.590 8.590 1.143.458 2.385.380 VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA Resultado de equivalência patrimonial Dividendos e juros sobre capital próprio 1.140.303 877.159 263.144 VALOR ADICIONADO A DISTRIBUIR 2.283.761 100,0% 4.302.885 100,0% DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO Pessoal e encargos Remuneração Direta Benefícios FGTS Outros Impostos, taxas e contribuições Federal Municipal Aluguéis Lucros retidos 2.283.761 127.058 87.539 30.395 7.510 1.614 669.015 668.099 916 13.043 1.474.645 100,0% 5,5% 4.302.885 252.468 179.918 51.071 17.086 4.393 1.286.750 1.280.514 6.236 20.155 2.743.512 100,0% 5,9% 93 1.917.505 1.659.867 257.638 29,3% 0,6% 64,6% 29,9% 0,5% 63,8% BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO: Fernando Damata Pimentel – Presidente Luciano Galvão Coutinho – Vice-Presidente Mauro Borges Lemos Carlos Roberto Lupi Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira Artur Henrique da Silva Santos Roberto Atila Amaral Vieira Orlando Pessuti Miriam Aparecida Belchior Márcio Holland de Brito CONSELHO FISCAL: Carlos Eduardo Esteves Lima Paulo Fontoura Valle Clayton Campanhola – Suplente Raul Lycurgo Leite – Suplente Eduardo Coutinho Guerra – Suplente 94 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS TRIMESTRAIS Em 30 de junho de 2012 COMITÊ DE AUDITORIA: João Paulo dos Reis Velloso Attilio Guaspari Paulo Roberto Vales de Souza DIRETORIA: Luciano Galvão Coutinho – Presidente João Carlos Ferraz – Vice-Presidente Roberto Zurli Machado Luiz Eduardo Melin de Carvalho e Silva Maurício Borges Lemos Julio César Maciel Ramundo Guilherme Narciso de Lacerda Fernando Marques dos Santos SUPERINTENDÊNCIA DA ÁREA FINANCEIRA: Selmo Aronovich CHEFIA DO DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE: Carlos Frederico Rangel de Carvalho Silva - CRC-RJ 087956/O-8 95 QUADRO 7015 - PARTICIPAÇÕES EM SOCIEDADES CONTROLADAS E/OU COLIGADAS Item Razão Social 01 AGÊNCIA ESPECIAL DE FINANCIAMENTO INDUSTRIAL - FINAME 02 BNDES PARTICIPAÇÕES S/A - BNDESPAR 30/06/2012 % Participação no Capital da Investida CNPJ Natureza Societária Tipo de Empresa Nº de ações 33.660.564/0001-00 SOCIEDADE POR AÇÕES CONTROLADA 589.580.236 100,00 00.383.281/0001-09 SOCIEDADE POR AÇÕES CONTROLADA 1 100,00 QUADRO 7016 - APLICAÇÃO EM TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos 00.0.0.01.01.00 00.0.0.01.02.00 00.0.0.01.03.00 00.0.0.01.04.00 00.0.0.01.05.00 00.0.0.01.06.00 00.0.0.01.07.00 00.0.0.01.08.00 00.0.0.01.09.00 00.0.0.01.10.00 00.0.0.01.11.00 00.0.0.01.00.00 00.0.0.02.01.00 00.0.0.02.02.00 00.0.0.02.01.00 00.0.0.02.01.00 00.0.0.02.01.00 00.0.0.02.01.00 00.0.0.02.00.00 Títulos Emitidos pelo Tesouro Nacional Títulos Emitidos pelo Banco Central Títulos Estaduais Títulos Municipais CDB Letras Imobiliárias Letras Hipotecárias Debêntures Ações de Companhias Abertas Ações de Companhias Fechadas Outros TOTAL DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS Swaps Operações a Termo Futuros Opções Derivativos de Crédito Outros Instrumentos Financeiros Derivativos TOTAL DE INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS Sem Vencimento 001 9.830.158,12 15.798,18 916.287,77 10.762.244,07 - 30/06/2012 Até 3 meses 002 3 a 12 meses 003 1 a 3 anos 004 3 a 5 anos 005 5 a 15 anos 006 Acima de 15 anos 007 10.372.711,61 15.126,92 6.785.253,91 130.734,92 4.471.482,95 1.243.747,37 16.417.674,78 136.631,59 12.699.507,20 3.246.965,99 15.664.226,92 - 10.387.838,53 16.447,56 4.767,21 21.214,77 6.915.988,83 - 5.715.230,32 475,42 475,42 16.554.306,37 - 15.946.473,19 - 15.664.226,92 - Valor de Mercado 008 66.410.857,37 4.773.206,79 71.184.064,16 16.447,56 5.242,63 21.690,19 Valores em R$ Mil Valor Contábil 009 66.410.857,37 4.773.206,79 9.830.158,12 15.798,18 916.287,77 81.946.308,23 16.447,56 5.242,63 21.690,19 QUADRO 7017 - APLICAÇÃO EM TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos 00.0.0.01.01.00 00.0.0.01.02.00 00.0.0.01.03.00 00.0.0.01.04.00 00.0.0.01.05.00 00.0.0.01.06.00 00.0.0.01.08.00 00.0.0.01.00.00 Carteira Própria Vinculados a Compromissos de Recompra Instrumentos Financeiros Derivativos Vinculados ao Banco Central Moedas de Privatização Vinculados à Prestação de Garantias Títulos Objeto de Operações Compromissadas com Livre Movimentação TOTAL Sem Vencimento 001 10.762.244,07 10.762.244,07 Até 3 meses 002 10.382.177,62 21.214,77 5.660,91 10.409.053,30 30/06/2012 3 a 12 meses 003 6.897.218,93 18.769,90 6.915.988,83 1 a 3 anos 004 3 a 5 anos 005 5 a 15 anos 006 5.698.247,59 475,42 16.982,73 5.715.705,74 16.554.306,37 16.554.306,37 15.946.473,19 15.946.473,19 Valores em R$ Mil Acima de 15 anos 007 15.425.274,48 238.952,44 15.664.226,92 QUADRO 7018 - CONCENTRAÇÃO DE TÍTULOS, OPERAÇÕES DE CRÉDITO E DEPÓSITOS EMPRESA: BNDES Concentração 00.0.0.01.01.00 00.0.0.01.02.00 00.0.0.01.03.00 00.0.0.01.04.00 00.0.0.01.00.00 10 maiores emitentes/clientes 50 seguintes maiores emitentes/clientes 100 seguintes maiores emitentes/clientes Demais clientes/emitentes TOTAL 30/06/2012 Títulos Privados Saldo % Carteira 001 002 1.817.590,55 312.728,94 2.130.319,49 85,32 14,68 100,00 Saldo 003 Operações de Crédito % Carteira 004 59.483.084,05 65.258.378,46 50.679.043,75 49.525.497,79 224.946.004,05 26,44 29,01 22,53 22,02 100,00 Provisões 005 525.116,79 613.649,66 327.642,90 273.362,13 1.739.771,48 Valores em R$ Mil Depósitos Saldo % Carteira 006 007 21.079.266,13 21.079.266,13 100,00 100,00 QUADRO 7019 - OPERAÇÕES DE CRÉDITO - VENCIMENTO 30/06/2012 Valores em R$ Mil Créditos 00.1.1.00.00.00 00.1.1.01.00.00 00.1.1.01.01.00 00.1.1.01.02.00 00.1.1.02.00.00 00.1.1.02.01.00 00.1.1.02.02.00 00.1.1.02.03.00 00.1.1.02.04.00 Setor Público Federal GOVERNO Administração Direta Administração Indireta ATIVIDADES EMPRESARIAIS Indústria Comércio Intermediários Financeiros Outros Serviços 00.1.2.00.00.00 00.1.2.01.00.00 00.1.2.01.01.00 00.1.2.01.02.00 00.1.2.02.00.00 00.1.2.02.01.00 00.1.2.02.02.00 00.1.2.02.03.00 00.1.2.02.04.00 Setor Público Estadual GOVERNO Administração Direta Administração Indireta ATIVIDADES EMPRESARIAIS Indústria Comércio Intermediários Financeiros Outros Serviços 00.1.3.00.00.00 00.1.3.01.00.00 00.1.3.01.01.00 00.1.3.01.02.00 00.1.3.02.00.00 00.1.3.02.01.00 00.1.3.02.02.00 00.1.3.02.03.00 00.1.3.02.04.00 Setor Público Municipal GOVERNO Administração Direta Administração Indireta ATIVIDADES EMPRESARIAIS Indústria Comércio Intermediários Financeiros Outros Serviços 00.1.4.00.00.00 00.1.4.01.00.00 00.1.4.02.00.00 00.1.4.03.00.00 00.1.4.04.00.00 00.1.4.05.00.00 00.1.4.06.00.00 00.1.4.07.00.00 Setor Privado Rural Indústria Comércio Intermediários Financeiros Outros Serviços Pessoas Físicas Habitação 00.1.5.00.00.00 Não Residentes 00.1.0.00.00.00 TOTAL Carteira a Vencer Carteira Vencida a partir de 15 dias 001 - até 3 meses 3 a 12 meses 1 a 3 anos 3 a 5 anos 5 a 15 anos 002 003 004 005 006 acima de 15 anos ajustado 007 29.045,54 29.045,54 29.045,54 - 81.889,42 81.889,42 81.889,42 - 218.371,79 218.371,79 218.371,79 - 130.897,29 130.897,29 130.897,29 - 387.178,67 387.178,67 387.178,67 - 92.036,50 86.095,61 86.095,61 5.940,89 5.940,89 - 193.461,46 130.122,80 130.122,80 63.338,66 63.338,66 - 526.377,18 354.265,11 354.265,11 172.112,07 172.112,07 - 480.033,01 287.793,96 287.793,96 192.239,05 192.239,05 - 749.468,46 420.881,98 420.881,98 328.586,48 328.586,48 - 15.864.770,02 13.725.272,76 13.725.272,76 2.139.497,26 2.137.924,08 1.573,18 66.944,73 66.944,73 66.944,73 - 28.361,23 28.361,23 28.361,23 - 73.307,38 73.307,38 73.307,38 - 169.067,04 169.067,04 169.067,04 - 145.436,65 145.436,65 145.436,65 - 81.014,29 81.014,29 81.014,29 - 1.296.878,13 1.296.878,13 1.296.878,13 - 590.307,04 536.303,21 54.003,83 - 342.248,44 3.776,73 335.320,72 3.150,99 - 799.099,18 2.652,37 787.973,92 8.472,89 - 1.507.177,35 937,75 1.484.159,25 22.080,35 - 943.379,38 3.081,18 877.277,38 60.125,96 2.894,86 - 6.798.486,47 803,79 327.195,48 6.470.487,20 - 148.946.088,06 969.242,18 86.312.879,92 3.975.325,13 7.396.502,23 50.292.138,60 - 1.044.430,44 491.691,71 1.147.757,44 2.420.993,36 1.699.746,33 - 7.628.969,22 44.404.679,34 44.404.679,34 29.295.769,22 84.216,68 2.738,15 15.021.955,29 210.512.415,55 30/06/2012 QUADRO 7020 - OPERAÇÕES DE CRÉDITO - FLUXO Valores em R$ Mil CRÉDITOS CRÉDITOS CONTRATADOS 001 BAIXADOS COMO PREJUÍZO 003 CRÉDITOS AMORTIZADOS 002 RECUPERADOS RENEGOCIADOS 004 005 00.1.1.00.00.00 Setor Público Federal 00.1.1.01.00.00 GOVERNO 00.1.1.01.01.00 Administração Direta 00.1.1.01.02.00 Administração Indireta 00.1.1.02.00.00 ATIVIDADES EMPRESARIAIS 00.1.1.02.01.00 Indústria 00.1.1.02.02.00 Comércio 00.1.1.02.03.00 Intermediários Financeiros 00.1.1.02.04.00 Outros Serviços 576.421,32 576.421,32 238.828,90 19.410,00 3.685,72 314.496,70 304.412,21 304.412,21 81.162,44 954,83 222.294,94 - - - 00.1.2.00.00.00 Setor Público Estadual 00.1.2.01.00.00 GOVERNO 00.1.2.01.01.00 Administração Direta 00.1.2.01.02.00 Administração Indireta 00.1.2.02.00.00 ATIVIDADES EMPRESARIAIS 00.1.2.02.01.00 Indústria 00.1.2.02.02.00 Comércio 00.1.2.02.03.00 Intermediários Financeiros 00.1.2.02.04.00 Outros Serviços 780.049,51 705.644,32 705.644,32 74.405,19 74.405,19 - 403.693,81 326.926,64 326.926,64 76.767,17 75.980,58 786,59 - - - 00.1.3.00.00.00 Setor Público Municipal 00.1.3.01.00.00 GOVERNO 00.1.3.01.01.00 Administração Direta 00.1.3.01.02.00 Administração Indireta 00.1.3.02.00.00 ATIVIDADES EMPRESARIAIS 00.1.3.02.01.00 Indústria 00.1.3.02.02.00 Comércio 00.1.3.02.03.00 Intermediários Financeiros 00.1.3.02.04.00 Outros Serviços 151.204,49 151.204,49 151.204,49 - 70.276,61 70.276,61 70.276,61 - - - - 00.1.4.00.00.00 Setor Privado 00.1.4.01.00.00 Rural 00.1.4.02.00.00 Indústria 00.1.4.03.00.00 Comércio 00.1.4.04.00.00 Intermediários Financeiros 00.1.4.05.00.00 Outros Serviços 00.1.4.06.00.00 Pessoas Físicas 00.1.4.07.00.00 Habitação 00.1.5.00.00.00 Não Residentes 00.1.0.00.00.00 TOTAL 7.427.367,24 102.032,18 4.239.931,08 123.731,87 289.437,00 2.672.235,11 8.935.042,56 5.670.000,86 42.991,17 3.247.523,68 345.414,47 127.957,55 1.906.113,99 6.448.383,49 346.095,67 10,56 345.716,17 190,29 178,64 0,01 346.095,67 42.483,09 0,00 31.979,76 286,48 7.989,79 2.207,98 19,08 42.483,09 696.157,74 678.609,80 17.547,94 696.157,74 30/06/2012 QUADRO 7021 - OBRIGAÇÕES E OPERAÇÕES DE CRÉDITO - DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA Valores em R$ Mil Depósitos à Vista Distribuição Geográfica Setor Privado Governo 001 00.0.1.01.00.00 00.0.1.01.01.00 00.0.1.01.02.00 00.0.1.01.03.00 00.0.1.01.04.00 00.0.1.01.05.00 00.0.1.02.00.00 00.0.1.00.00.00 País Região Norte Região Nordeste Região Sudeste Região Centro-Oeste Região Sul Exterior TOTAL Depósitos a Prazo - Governo Pessoas Jurídicas Pessoas Físicas 002 003 - 004 - 21.078.997,02 21.078.997,02 21.078.997,02 Depósitos de Poupança Setor Privado Pessoas Jurídicas 005 006 269,11 269,11 269,11 007 - Operações de Crédito Setor Privado Governo Pessoas Físicas - Pessoas Jurídicas Pessoas Físicas 008 009 - 010 - 224.946.004,05 22.816.160,04 40.942.479,83 129.853.662,44 14.381.572,96 16.952.128,78 224.946.004,05 30/06/2012 QUADRO 7022 - CRÉDITOS CONCEDIDOS POR NÍVEL DE RISCO CRÉDITOS 00.0.0.01.01.00 00.0.0.01.02.00 00.0.0.01.03.00 00.0.0.01.04.00 00.0.0.01.05.00 00.0.0.01.06.00 00.0.0.01.07.00 00.0.0.01.08.00 00.0.0.01.09.00 00.0.0.01.10.00 00.0.0.01.11.00 00.0.0.01.12.00 00.0.0.01.13.00 00.0.0.01.14.00 00.0.0.01.15.00 00.0.0.01.16.00 00.0.0.01.17.00 00.0.0.01.18.00 00.0.0.01.19.00 Hot-money Empréstimo Descontos de Títulos e Duplicatas Conta Garantida Crédito Pessoal CDC ACC ACE Vendor Compror Financiamentos Rurais e Agroindustriais Financiamentos Imobiliários Financiamentos de Títulos e Valores Mobiliários Financiamento de Infraestrutura e Desenvolvimento Outros Financiamentos Arrendamentos Financeiros Arrendamentos Operacionais Subarrendamentos Outros Créditos 00.0.0.01.00.00 TOTAL AA 001 1.695.864,09 35.926.111,26 53.456.830,25 91.078.805,60 A 002 3.466.715,93 54.927.729,69 41.033.343,34 99.427.788,96 B 003 1.864.315,18 13.643.639,01 10.985.502,03 26.493.456,22 Montantes C 004 por 448.187,05 1.353.560,65 4.045.638,07 5.847.385,77 Nível de D 005 Risco 67.261,82 164.490,18 134.030,70 365.782,70 Total E 006 41.524,20 569.585,25 655.167,74 1.266.277,19 F 007 G 008 2.837,75 1.184,28 79.836,62 83.858,65 9.088,05 120.122,91 129.210,96 H 009 010 33.290,06 143.457,26 76.690,68 253.438,00 7.629.084,13 106.729.757,58 110.587.162,34 224.946.004,05 Valores em R$ Mil Total Garantido 011 7.629.084,13 106.729.757,58 110.587.162,34 224.946.004,05 QUADRO 7023 - CRÉDITO POR INDEXADOR 30/06/2012 Valores em R$ Mil Tipo de Operação 00.0.0.01.01.00 00.0.0.01.02.00 00.0.0.01.03.00 00.0.0.01.00.00 Operação de Crédito Arrendamento Mercantil Outros TOTAL Prefixado CDI TR/TBF Dólar Outros 001 002 003 004 005 - - 30.427,41 30.427,41 67.069.887,63 67.069.887,63 157.845.689,01 157.845.689,01 QUADRO 7024 - CESSÃO DE CRÉDITOS Créditos 00.0.0.01.01.00 00.0.0.01.02.00 00.0.0.01.00.00 Créditos Cedidos com Coobrigação Créditos Cedidos sem Coobrigação TOTAL 30/06/2012 Instituições Financeiras Ligadas Não-Ligadas 001 002 - - Valores em R$ Mil Securitizadoras Ligadas Não-Ligadas 003 004 - - QUADRO 7025 - OPERAÇÕES DE CRÉDITO POR FAIXA DE VALOR E NÍVEL DE RISCO 30/06/2012 Valores em R$ Mil Operações 00.0.0.01.01.00 00.0.0.01.02.00 00.0.0.01.03.00 00.0.0.01.04.00 00.0.0.01.05.00 00.0.0.01.06.00 00.0.0.01.00.00 Até R$ 10.000,00 De R$ 10.000,00 até R$ 20.000,00 De R$ 20.000,00 até R$ 50.000,00 De R$ 50.000,00 até R$ 100.000,00 De R$ 100.000,00 até R$ 500.000,00 Acima de R$ 500.000,00 TOTAL AA Quant. 001 63 49 178 201 528 3.167 4.186 A Mont. 002 335,05 702,95 6.038,57 14.327,94 142.871,65 90.914.529,44 91.078.805,60 Quant. 003 79 63 125 168 736 4.951 6.122 B Mont. 004 380,69 930,38 4.521,55 12.302,47 191.818,67 99.217.835,20 99.427.788,96 Quant. 005 28 3 27 30 205 1.356 1.649 C Mont. 006 145,17 41,44 981,92 2.269,83 59.683,40 26.430.334,46 26.493.456,22 Quant. 007 9 6 6 10 58 308 397 Mont. 008 Concentração por Montante D Quant. 009 37,36 88,19 200,37 740,83 17.166,05 5.829.152,97 5.847.385,77 6 1 5 8 11 50 81 E Mont. 010 10,14 16,16 169,29 598,48 2.711,30 362.277,33 365.782,70 Quant. 011 1 8 19 86 114 F Mont. 012 2,30 573,70 5.154,52 1.260.546,67 1.266.277,19 Quant. 013 1 2 8 11 G Mont. 014 0,36 737,36 83.120,93 83.858,65 Quant. 015 2 20 22 H Mont. 016 798,97 128.411,99 129.210,96 Quant. 017 11 4 3 8 22 48 Mont. 018 31,44 68,46 92,49 2.038,52 251.207,09 253.438,00 QUADRO 7026 - IMOBILIZADO DE USO Imobilizado 30/06/2012 Saldo Trimestre Anterior Adições no período 001 00.0.1.01.00.00 Móveis e Equipamentos em Estoque 00.0.1.02.00.00 Imobilizações em Curso 00.0.1.03.00.00 00.0.1.03.01.00 00.0.1.03.02.00 Baixas no período 002 - Valores em R$ Mil Saldo Trimestre Referência 003 004 - - 0,16 - - Imóveis de Uso Imóveis Reavaliação 32.100,11 32.100,11 - - 00.0.1.04.00.00 Instalações, Móveis e Equipamentos de Uso 82.127,42 00.0.1.05.00.00 Outros 00.0.1.00.00.00 TOTAL 0,16 1.426,07 1.426,07 - 30.674,04 30.674,04 - 1.635,41 4.070,95 79.691,88 233,19 10,30 10,39 233,10 114.460,88 1.645,71 5.507,41 110.599,18 QUADRO 7027 - OBRIGAÇÕES POR VENCIMENTO 30/06/2012 Valores em R$ Mil Prazos Depósitos e outras obrigações Sem Vencimento 001 00.0.1.01.00.00 00.0.1.01.01.00 00.0.1.01.02.00 00.0.1.01.03.00 00.0.1.01.04.00 00.0.1.01.05.00 00.0.1.01.06.00 Depósitos À vista A prazo Poupança Interfinanceiros Em moedas estrangeiras Outros 00.0.1.02.00.00 Obrigações por Operações até 3 meses 3 a 12 002 269,11 269,11 meses 003 659.935,07 659.935,07 1.567.970,61 1.567.970,61 - 00.0.1.03.00.00 Empréstimos no País - 277.413,32 698.589,16 00.0.1.04.00.00 Empréstimos no Exterior - 130.988,28 23.059,13 00.0.1.05.00.00 Repasses do País - 1.806.712,35 2.051.775,76 00.0.1.06.00.00 Repasses do Exterior - 353.013,43 830.513,30 00.0.1.07.00.00 Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida anos 004 Compromissadas - 1a3 - 3a5 anos 005 3.470.952,45 3.470.952,45 1.820.350,00 5 a 15 anos 006 2.669.377,87 2.669.377,87 - acima de 15 anos 007 7.008.938,26 7.008.938,26 - 5.701.822,75 5.701.822,75 - 1.735.960,42 6.430.799,01 1.032.590,00 7.984.350,00 10.425.122,78 51.607.505,60 71.263.725,75 193.950.896,88 2.601.648,33 2.433.925,47 7.446.486,88 757.987,50 - 305.471,66 - 13.161.014,82 331.768,61 - - - - - - - - - - 00.0.1.08.00.00 Dívidas Subordinadas 130.510.429,98 3.562.053,85 00.0.1.00.00.00 TOTAL 143.671.713,91 7.121.884,91 5.171.907,96 18.318.073,56 59.479.359,36 100.134.299,90 200.716.178,79 QUADRO 7029 - RESUMO DOS DADOS CONTÁBEIS DAS DEPENDÊNCIAS 30/06/2012 EMPRESA: BNDES Valores em R$ Mil Item Código da Dependência 001 002 0000000001 00000000000018900 Nome da Dependência 003 Ativos 004 630.097.632,94 Passivos 005 574.115.699,73 Resultado do Período 006 1.474.645,46 QUADRO 7030 - ENCARGOS E TRIBUTOS Encargos e Tributos 00.0.0.01.01.00 00.0.0.01.02.00 00.0.0.01.03.00 00.0.0.01.04.00 00.0.0.01.05.00 00.0.0.01.06.00 00.0.0.01.07.00 00.0.0.01.00.00 Previdência e Assistência Social Previdência Privada FGTS PIS/PASEP Indenização pagas a empregados por dispensa Prêmios de seguros de acidentes de trabalho Outros benefícios concedidos aos empregados TOTAL DE ENCARGOS 00.0.0.02.01.00 00.0.0.02.02.00 00.0.0.02.03.00 00.0.0.02.04.00 00.0.0.02.05.00 00.0.0.02.06.00 00.0.0.02.07.00 00.0.0.02.00.00 IOF IR CPMF PIS/PASEP COFINS ISS OUTROS TOTAL DE TRIBUTOS 30/06/2012 Valores em R$ Mil TOTAL 001 31.730,58 14.422,81 9.917,18 810,92 38.032,77 94.914,26 356.124,30 10.137,94 62.338,38 892,13 13.798,48 443.291,23 QUADRO 7032 - MOVIMENTAÇÃO COM CHEQUES E POR MEIO ELETRÔNICO Movimentação 00.0.1.01.00.00 Cheques Compensados 00.0.1.01.01.00 Sistema Convencional 00.0.1.01.02.00 Sistema Eletrônico 00.0.1.02.00.00 Saques Eletrônicos Processados 00.0.1.03.00.00 Transferência Eletrônica 00.0.1.04.00.00 Cobrança Eletrônica 00.0.1.00.00.00 TOTAL 30/06/2012 Valores em R$ Mil Valores Movimentados 002 Quantidade 001 - - QUADRO 7034 - PROVISÕES Provisões 00.0.0.01.00.00 00.0.0.01.02.00 00.0.0.01.03.00 00.0.0.01.04.00 00.0.0.01.05.00 00.0.0.01.06.00 00.0.0.01.07.00 00.0.0.01.08.00 00.0.0.01.09.00 ATIVO Títulos Públicos Federais Títulos Púlicos Estaduais e Municipais Ações Outros Títulos e Valores Mobiliários Operações de Crédito Operações de Arrendamento Mercantil Outros Créditos Participações Societárias 00.0.0.04.00.00 00.0.0.04.01.00 00.0.0.04.02.00 00.0.0.04.03.00 00.0.0.04.04.00 00.0.0.04.05.00 PASSIVO Contingências com o BACEN Contingências com outras Inst. Financeiras Passivos Trabalhistas Outras demandas judiciais Outras Contingências 30/06/2012 Trimestre Anterior 31/03/2012 Adições Subtrações 001 002 003 2.563.570,78 1.904.777,03 265.961,85 392.831,90 846.777,20 382.095,24 153.388,25 311.293,71 174.319,66 35.834,93 138.484,73 1.576,61 525,69 1.050,92 Valores em R$ Mil Trimestre de Referência 30/06/2012 004 1.001.634,25 549.797,05 140.543,49 311.293,71 - 2.408.713,73 1.737.075,22 278.806,61 392.831,90 175.896,27 36.360,62 139.535,65 QUADRO 7035 - CAPITAL SOCIAL Ações e Cotas 00.0.1.00.00.00 Ações 00.0.1.01.00.00 Do Capital Integralizado 00.0.1.01.01.00 Ordinárias - País 00.0.1.01.02.00 Ordinárias - Exterior 00.0.1.01.03.00 Preferenciais - País 00.0.1.01.04.00 Preferenciais - Exterior 00.0.1.02.00.00 Em Tesouraria 00.0.1.02.01.00 Ordinárias 00.0.1.02.02.00 Preferenciais 00.0.2.00.00.00 Cotas 00.0.2.01.00.00 Do Capital Integralizado 00.0.2.01.01.00 Cotas - País 00.0.2.01.02.00 Cotas - Exterior 30/06/2012 Quantidade (mil) 001 6.273.711 6.273.711 6.273.711 - QUADRO 7036 - PROVENTOS EM DINHEIRO 30/06/2012 Item Data Aprovação Provento Início do Pagamento Ação / Cota 001 002 003 004 005 1 - dividendos 2 - juros s/capital Valor do Provento por ação/cota 006 QUADRO 7038 - CONTAS DE COMPENSAÇÃO Coobrigações 30/06/2012 Trimestre Anterior 001 Adições 002 Valores em R$ Mil Trimestre de Referência 004 Subtrações 003 00.0.0.01.00.00 00.0.0.01.01.00 00.0.0.01.02.00 00.0.0.01.03.00 Beneficiários de Garantias Prestadas Instituições Autorizadas a Funcionar pelo Banco Central Pessoas Físicas ou Jurídicas não Financeiras Outras - - - - 00.0.0.02.00.00 00.0.0.02.01.00 00.0.0.02.02.00 Coobrigações em Cessões de Crédito Instituições Autorizadas a Funcionar pelo Banco Central Pessoas Físicas ou Jurídicas não Financeiras - - - - QUADRO 7039 - SALDOS EM MOEDAS ESTRANGEIRAS 30/06/2012 Valores em R$ Mil Discriminação Matriz e Dependências no País Dependências no Exterior Total 001 002 003 Total por Moeda Dólar 004 Euro 005 Libra 006 Franco Suíço 007 Ien 008 Outras 009 00.0.0.01.00.00 00.0.0.01.01.00 00.0.0.01.02.00 00.0.0.01.03.00 00.0.0.01.04.00 ATIVO Disponibilidades Títulos e Valores Mobiliários Operações de Crédito Outros Créditos 81.199.923,21 15.567,44 80.481.175,67 703.180,10 - 81.199.923,21 15.567,44 80.481.175,67 703.180,10 76.167.788,45 15.567,44 75.449.040,91 703.180,10 377.154,56 377.154,56 - - - - 4.654.980,20 4.654.980,20 - 00.0.0.04.00.00 00.0.0.04.01.00 00.0.0.04.02.00 00.0.0.04.03.00 00.0.0.04.04.00 00.0.0.04.05.00 00.0.0.04.06.00 00.0.0.04.07.00 PASSIVO Depósitos Outras Obrigações por Interm. Financeiras Empréstimos Repasses Provisões Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida Dívidas Subordinadas 83.377.997,37 410.239,57 58.059.700,63 14.423.574,91 10.484.482,26 - 83.377.997,37 410.239,57 58.059.700,63 14.423.574,91 10.484.482,26 79.815.584,73 410.239,57 55.634.084,40 13.743.121,46 10.028.139,30 2.448.477,29 1.992.134,33 456.342,96 - 433.481,90 433.481,90 - 680.453,45 680.453,45 - -