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DESIGN
Hmmm, que nome chique, né!? As pessoas normalmente têm essa impressão devido ao uso do termo
estrangeiro. Mas há também quem chame de Desenho Industrial, pois foi essa a denominação que a UERJ deu,
quando trouxe o curso da Alemanha para cá na década de 60. Evitaram o estrangeirismo na importação e tentaram
criar um termo que traduzisse mais ou menos a ideia. A discussão sobre o nome ainda existe e é por isso que
podemos encontrar pelo Brasil o curso para a mesma profissão com nomes diversos: Design, Desenho Industrial ou
mesmo Comunicação Visual. O certo é que depois de formado o profissional é chamado mesmo de designer.
Embora existisse antes, o Design nasceu oficialmente como profissão na Alemanha com a fundação da Escola
Bauhaus em 1919. Esta funcionou só até 1933 por causa da guerra, mas seu modelo orientou os demais cursos
universitários criados posteriormente pelo mundo.
1- Definição:
Design ou Desenho Industrial é a idealização, criação, desenvolvimento, configuração, concepção,
elaboração e especificação de algo direcionado para o uso. Essa é uma atividade estratégica, técnica
e criativa, normalmente orientada por uma intenção ou objetivo, ou para a solução de um problema.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Design
Há muita confusão, sobretudo no Brasil, sobre o que faz um designer. É uma pessoa que sabe mexer no
computador? Errado. É um artista? Errado também.
O computador é só uma ferramenta atual, pois, como vimos, a profissão é mais antiga do que as atuais
modernidades tecnológicas. Ser designer envolve conhecimentos teóricos variados fundamentais e tem como um
dos objetivos comunicar visualmente uma mensagem de modo eficiente.
Mas como assim, gente? Então, designer é artista?
Não, também não é artista, embora seja fundamental em sua formação conhecimentos de história da arte e
técnicas artísticas diversas. Comumente se pensa que o designer existe para criar algo “bonitinho” apenas. Embora a
beleza, a qualidade estética de seu projeto, seja importante, deve constar nele uma boa conceituação e transmissão
de ideias, utilizando-se para isso do simbolismo de cores, imagens, formas, tipos de letras, disposição dos elementos
e tamanhos diferenciados para qualificar a informação. A clareza, legibilidade, conforto, segurança e funcionalidade
são fundamentais. Nada é por acaso em um projeto de design. E há tantos deles presentes em nosso dia-a-dia, desde
o momento em que acordamos até irmos dormir. Está na embalagem de um produto que consumimos, em um
cartaz na rua, em uma capa de cd, em um livro, na roupa que vestimos, na cadeira que sentamos, no site que
visitamos na internet, em jogos, joias, carros etc.
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O designer existe para solucionar um problema, criar e desenvolver algo que tenha qualidade estética e
funcionalidade para ser produzido em escala industrial. Ele cria um produto para o mercado, seja um impresso de
divulgação, seja um site, seja um objeto.
2 – Formação:
A formação de um designer é bastante complexa e envolve uma série de conhecimentos como História da
Arte, Ergonomia, Psicodinâmica das cores, Tipografia, Composição, Gestalt, Fotografia, Desenho, Marketing, e se
estendendo além, conforme a área em que o profissional se especializar.
Há diversas especializações que um designer pode escolher, até mesmo porque os tipos de trabalho podem
ser realmente muito diferentes no conhecimento necessário, ferramentas e práticas do dia-a-dia. Os cursos
universitários de graduação normalmente fazem duas grandes divisões: Programação visual e Projeto de produto
(embora webdesign esteja mostrando uma tendência de se tornar uma terceira habilitação, já que alguns lugares já
oferecem separadamente formação técnica). Dentre essas divisões curriculares, há especializações ao longo da
carreira profissional.
Em Programação Visual:
•
Design gráfico
“Forma de se comunicar visualmente um conceito, (...) meio de estruturar e dar forma à comunicação
impressa, em que, no geral, se trabalha o relacionamento entre ‘imagem’ e texto.” (fonte: wikipedia)
Como o designer gráfico trabalha com impressos, ele também precisa saber sobre produção gráfica,
materiais usados e tipos de impressão.
o
Tipografia
Criação de letras manualmente ou fontes digitalmente.
o
Design editorial
Uma das áreas definidoras e mais antigas do design gráfico. Estrutura publicações impressas: livros,
revistas, jornais, englobando ilustrações, infográficos, capa, paginação e muitas vezes pode se
estender também à embalagem e brindes em pontos de venda relacionados ao produto em questão,
desde sua criação à sua execução. Requer conhecimentos de tipografia e talvez possa se dizer que é
uma das áreas mais completas do design de impressos. Os designers editoriais se especializam
através da experiência profissional direta nesse ramo, embora existam também cursos de extensão
e pós-graduação voltados ao mercado editorial. Está relacionado também com Comunicação Social,
nas habilitações de Jornalismo e Produção Editorial. São, em geral, os designers mais ligados à
cultura e às artes.
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o
Design corporativo
O designer corporativo normalmente atua juntamente ao departamento de marketing das
organizações. Ele é responsável pela criação das peças institucionais desenvolvidas e planejadas pela
área de Comunicação das empresas. Essas peças institucionais podem ser para uso interno
(endomarketing) ou para uso externo (como divulgação da empresa no mercado). São os designers
corporativos que criam os logos de uma empresa e folhetos de divulgação, por exemplo, e, com isso,
pode-se dizer que tais como os designers estratégicos, são os mais voltados para o mercado, as
necessidades da empresa e as tendências do público.
o
Design de embalagem
“Vertente do design de produto e do design gráfico. No maioria das vezes o designer de produto é
responsável pela forma da própria embalagem, considerando problemas de ergonomia e estética
tridimensional, enquanto o designer gráfico trata do rótulo da embalagem, onde o produto é
apresentado graficamente.” (fonte: wikipedia)
Em Projeto de produto:
•
Design de produto
“Trabalha com a criação e produção de objetos e produtos tridimensionais com foco para usufruto humano,
mas também pode ser para uso animal. Um designer de produto lidará essencialmente com o projeto e
produção de bens de consumo ligados à vida quotidiana (como mobiliário doméstico e urbano,
eletrodomésticos, automóveis etc.) assim com a produção de bens de capital, como máquinas, motores e
peças em geral.” (fonte: wikipedia)
Dada a variedade de produtos que podem ser projetados e a diferença de conhecimentos que cada um
requer, normalmente o profissional se especializa em um tipo de produto específico, sempre levando em
consideração as necessidades do usuário, o conhecimento de materiais e a relação custo-benefício. Por
exemplo:
o
Design automobilístico
O designer de automóveis é o profissional especializado em projeto de produto que não só visa à
aparência comercial como também se preocupa com conceitos de construção em geral de
automóveis, como encaixes de peças em pequenas dimensões mantendo padrões estéticos,
aerodinâmica, praticidade e segurança. Além disso ele aprende sobre uso de materiais ecológicos,
conforto e apelo visual. Quem se interessar por esta área do design precisa saber desenhar
bastante!
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o
Design de joias
Este profissional desenha joias e define os materiais a serem utilizados, mas também pode trabalhar
na confecção delas. Atualmente utiliza programas 3D para a criação dos projetos.
Outras especializações, por cursos adicionais ao de Desenho Industrial:
•
Design digital
“Desenvolve interfaces digitais interativas, atrativas e eficazes. Essa especialização da área de design visual é
necessária para atender as necessidades geradas pelo surgimento (e rápida evolução) da mídia digital. O
profissional dessa área concilia os conhecimentos da programação visual - criatividade, senso estético,
embasamento visual cultural, estudo da forma voltados aos variados tipos de suporte da mídia digital - com
a técnica destinada ao uso das ferramentas adequadas do meio de produção digital para criar soluções para
mídia digital e interativa.” (fonte: wikipedia)
o
Web design
“Extensão da prática do design, onde o foco do projeto é a criação de sites e documentos no
ambiente da Internet. O webdesigner agrega conceitos de usabilidade com planejamento,
garantindo que o usuário final atinja seus objetivos de forma agradável, rápida e intuitiva.” (fonte:
wikipedia)
o
Motion design
O Motion Designer é o responsável pelo Design de movimentos. Assim como o Web Designer
apresenta soluções em internet e o Designer Gráfico em impressos, o Motion Designer é responsável
por soluções em animações e movimentos, seja em Web, video ou 3D. Não basta simplesmente
"animar", é preciso dinamismo, para que animação envolva quem a vê e para que a animação
trasmita e cumpra com o objetivo desejado.
o
Design de jogos
Um designer de jogos é responsável pela projeção de jogos para computador, video games e ainda
jogos convencionais como os jogos de tabuleiros, cartas e RPG’s. Com o aumento das vendas de
dispositivos móveis como celulares e tablets, esse tipo de profissional é atualmente bastante
requisitado pelo mercado, especialmente por empresas que trabalham desenvolvendo aplicativos.
o
Design de interação
Também chamado de Design de interfaces. Seu diferencial é não tratar da solução de problemas,
mas sim da intermediação entre pessoas. Sua preocupação está focada no usuário através da
Interação Humano-Computador (IHC) e a Ergonomia. Ou seja, tornar um ambiente virtual mais
agradável a quem o utiliza. O profissional de webdesign também pode ser um designer de interação.
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•
Design estratégico
O designer estratégico ou designer thinker trabalha com a aplicação de metodologias do design na gestão de
negócios e no planejamento estratégico das empresas, a fim de melhorar os processos, propor ideias
inovadoras e competitivas dessa organização. Com aprendizados da área de marketing, é um tipo de
especialização obtida com um curso de pós de graduação. Ele pode atuar também como designer de
serviços, onde após observar o funcionamento das organizações e serviços de maneira geral ele consegue
propor uma estruturação baseada no melhor funcionamento desses serviços.
Com outras Graduações relacionadas:
•
Design de moda
“O designer de moda é o profissional que usa suas habilidades para a confecção de desenhos para roupas,
acessórios, estamparia de tecidos, decoração, etc. Esse profissional pode trabalhar com consultoria,
estilismo, fotografia, modelagem, negócios e produção de tudo isso voltado ao ramo da moda.” (fonte:
http://www.brasilprofissoes.com.br/)
Na maioria das vezes, o designer de moda precisará de formação específica para essa área. No Estado do RJ,
há curso de graduação em Design de Moda na Universidade Veiga de Almeida e no Senai/Cetiqt, ambas
particulares. Com formação apenas em Desenho Industrial - Programação Visual ou Comunicação Visual
Design, o profissional poderá trabalhar com design de estamparia de tecidos e/ou catálogos de moda,
havendo neste último colaboração com o design editorial.
•
Design de ambientes
Desenvolve projetos para espaços externos ou internos. Demanda formação específica, estando mais
relacionado ao curso de Arquitetura.
o
Design de interiores
“Consiste na arte e técnica de planejar e organizar espaços, escolhendo e/ou combinando os
diversos elementos de um ambiente, estabelecendo relações estéticas e funcionais, em relação ao
que se pretende produzir. O profissional harmoniza, em um determinado espaço, móveis, objetos e
acessórios, como cortinas e tapetes, procurando conciliar conforto, praticidade e beleza. Planeja
cores, materiais, acabamentos e iluminação, utilizando tudo de acordo com o ambiente e
adequando o projeto às necessidades, ao gosto e à disponibilidade financeira, do cliente. Administra
o projeto de decoração, estabelece cronogramas, fixa prazos, define orçamentos e coordena o
trabalho de marceneiros, pintores e eletricistas. Pode projetar salas comerciais, residências ou
espaços em locais públicos. Esse profissional costuma trabalhar como autônomo, mas pode atuar
também como funcionário de empresas especializadas em decoração e design de interiores ou,
ainda, como consultor em lojas de móveis.” (fonte: wikipedia)
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o
Design de iluminação
Projeta a iluminação de eventos e construções.
o
Design de sinalização
“A sinalização tem como objetivo primário a indicação rápida e eficiente dos caminhos, das direções,
da localização de elementos espaciais que estão dispersos em um ambiente amplo. (...) No design de
sinalização, são necessários os conhecimentos do design gráfico, da arquitetura, do design de
interiores (iluminação, texturas, cores), além da contribuição de outras áreas como engenharia,
psicologia e sociologia, dependendo do projeto.” (fonte: wikipedia)
Uma pessoa formada somente em Desenho Industrial - Programação Visual pode trabalhar com
design de sinalização, porém há também muitos profissionais de Arquitetura no ramo, já que são
áreas relacionadas.
Dependendo da instituição e curso escolhidos, podem haver conteúdos dessas especializações dentro da
grade curricular. É preciso estar atento também que considerando essas diferenças, as universidades podem adotar
um enfoque de Exatas ou de Humanas em seu curso.
3- Mercado de trabalho
O designer pode trabalhar em agências de design ou de propaganda, editoras, revistas, jornais, gráficas ou
mesmo instituições públicas já que recentemente o cargo vem sendo oferecido em concursos. Algumas empresas de
ramos variados também estão oferecendo cargos a designers, já que o mundo atual precisa de comunicação seja
impressa ou virtual. Além disso, o profissional pode abrir seu próprio negócio ou trabalhar como free lancer, jargão
dado ao profissional autônomo que pega trabalhos esporádicos diretamente com clientes.
Há atualmente um mercado em expansão para a profissão, com o crescimento da economia, a vinda de
multinacionais que já habitualmente trabalham com designers em outros países e o reconhecimento crescente da
necessidade desse trabalho no mundo atual.
A maior concentração de oportunidades de trabalho está na Região Sudeste, variando entre Rio de Janeiro e
São Paulo, sendo que esta última é considerada melhor em quantidade de ofertas de empregos e salários.
4- Desafios da profissão
Há ainda muita informalidade no mercado de trabalho brasileiro, em parte devido ao próprio
desconhecimento sobre a profissão, e também por ser um trabalho intimamente ligado ao crescimento da
economia. É preciso ter um bom mercado para se investir em design, mas a maioria ignora que também vale a
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máxima inversa, é preciso ter um bom designer para ampliar o mercado, alcançar mais clientes e garantir o sucesso
de um projeto.
A popularização dos computadores e o pirateamento de programas favorecem um nicho de mercado
informal, em que pessoas sem formação acadêmica oferecem serviços como designers. São serviços de baixa
qualidade por baixo custo, já que quem o pratica não detem os conhecimentos necessários além da capacidade de
mexer em um programa de computador. Seria como alguém que não se formou em Medicina oferecesse curas às
pessoas. Evidentemente não são efetivas e podem ser até perigosas para o cliente que o contratou. Além da
qualidade do projeto, estética, ergonomia, segurança e funcionalidade, há uma série de questões éticas e legais
sobre direitos de uso de imagens, fontes, programas, textos etc. que esse mercado informal desconhece, podendo
acarretar um grande prejuízo para a empresa. Essas pessoas sem formação oferecem trabalhos a baixo custo,
dificultando não só a oferta de trabalho quanto também o pagamento adequado a um profissional que investiu em
formação adequada, livros, atualizações, equipamentos e ferramentas necessárias.
Outro desafio é que as oportunidades de trabalho se concentram nas grandes metrópoles Rio de Janeiro e
São Paulo, tendo em vista que as grandes empresas em sua maioria estão alocadas nessas cidades. Há muito que se
fazer no interior e carência de profissionais nessa área, porém há também desconhecimento sobre esse tipo de
trabalho fora das metrópoles.
Como um mercado de trabalho em amadurecimento, os serviços são conseguidos em boa parte por
indicação. Alguém que conhece o trabalho da pessoa, já trabalhou com ela, e gostou, indica para uma nova
oportunidade. Algumas áreas são mais fechadas como o design editorial. É preciso ter uma boa qualidade de
trabalho e uma boa relação com os clientes, pois diferente de outros empregos, a avaliação não é feita
exclusivamente por curriculum e entrevista, mas sim por avaliação de portfolio, o conjunto dos trabalhos do
profissional. Para um recém-formado, o portfolio pode ser feito com os trabalhos desenvolvidos ao longo da
faculdade. Posteriormente com mais experiência, haverá trabalhos para clientes que poderá compor sua coletânea
de talentos.
5- Instituições:
Públicas:
•
Artes e Design (UFJF)
•
Comunicação Visual Design (UFRJ)
•
Desenho Industrial (UERJ, UFF, UFES)
•
Desenho Industrial - Projeto de Produto (UFRJ)
•
Design (UFMG)
•
Design de Moda (UFMG)
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•
Cinema de Animação e Artes Digitais (UFMG)
•
Composição de Interior (UFRJ)
•
Composição Paisagística (UFRJ)
•
Tecnologia em Design Gráfico (IFF)
Particulares:
•
Desenho Industrial - Programação Visual (Estácio de Sá)
•
Design (Estácio de Sá)
•
Tecnológica em Design Gráfico (Estácio de Sá)
•
Tecnológica em Design de Moda (Estácio de Sá)
•
Tecnológica em Design de Interiores (Estácio de Sá)
•
Design: Comunicação Visual; Mídia Digital; Moda; Projeto de Produto (PUC-RJ)
•
Tecnológica em Design de Interiores (Universidade Veiga de Almeida)
•
Design de Moda (Universidade Veiga de Almeida)
•
Tecnológica em Design Gráfico - Ilustração e Animação Digital (Universidade Veiga de Almeida)
•
Desenho Industrial: Programação Visual; Projeto de Produto (Univercidade)
•
Design (ESPM-RJ)
•
Design de Moda (Istituto Europeo di Design - RJ)
•
Produção Joalheira (Istituto Europeo di Design - RJ)
•
Design de Interiores (Istituto Europeo di Design - RJ)
•
Design de Produto (Istituto Europeo di Design - RJ)
•
Design Gráfico (Infnet)
•
Tecnológica em Design Gráfico (Senac Rio)
•
Design - Ênfase em Design de Superfície (SENAI/CETIQT)
•
Design - Habilitação Moda (SENAI/CETIQT)
A seguir veja o fluxograma da UERJ. Vale ressaltar que para essa instituição as específicas são de Exatas e a formação
é conjunta de Programação Visual e Projeto de Produto.
CURSO DE DESENHO INDUSTRIAL
UNIDADE RESPONSÁVEL: ESCOLA SUPERIOR DE DESENHO INDUSTRIAL
1º ano
Int. a Análise de
Informação
60
ESDI 03-0176
120
ESDI 02-0286
60
ESDI 02-0458
ESDI 01-0141
ESDI 02-0783
ESDI 01-0313
ESDI 02-0957
Cor e Estr.
Bidimensionais
90
ESDI 02-1279
Desenv. do Proj.
Progr. Visual I
120
ESDI 02-2197
Desenv. do Proj.
do Produto I
Metodologia Visual
120
ESDI 01-0824
120
ESDI 01-0675
60
Estudos da
Percepção Visual
60
ESDI 05-1586
60
ESDI 01-2792
ESDI 01-2586
História do Desenho
Industrial
ESDI 03-0866
Metodologia do
Projeto I
60
ESDI 02-2433
ESDI 01-1970
60
ESDI 08-6778
150
ESDI 01-6779
Industr. Brasileira
60
ESDI 03-0348
ESDI 02-2860
Desenv. do Proj.
do Produto IV
Desenvolv. do Proj.
Progr. Visual III
150
ESDI 02-2672
ESDI 01-2450
Desenv. do Proj.
do Produto III
150
ESDI 01-2230
Projeto e
Planejamento
60
ESDI 03-0524
Áreas e Form. de
Atuação Profissional
60
Materiais e Processos
Industriais
60
150
ESDI 03-2004
Análise da
Informação
60
ESDI 03-6780
Metodologia do Projeto II
60
ESDI 01-1625
Desenho Industrial e
Sociedade
60
ESDI 03-1506
Observações
ESDI 03-1036
Física Experimental
60
60
ESDI 01-1331
Int. à Arte
Contemporânea
Matemática
60
ESDI 01-1837
ESDI 02-2076
Ergonomia
Sistemas Mecânicos
Oficinas de Materiais
270
150
Meios e Métodos
Repres. II
120
60
Desenv. do Proj.
do Produto II
Repres. Técnica II
Meios e Métodos
Repres. I
120
150
ESDI 02-0625
60
ESDI 02-1141
Desenvolv. do Proj.
Progr. Visual IV
Mat. e Proc. Gráficos II
Desenvolv. do Proj.
Progr. Visual II
Fotografia II
Repres. Técnica I
60
120
ESDI 02-1800
60
ESDI 02-1945
Meios e Métodos
Repres. do Projeto
Análise Gráfica
Fotografia I
60
60
ESDI 02-1443
Laboratório
Fotográfico
120
Mat. e Proc. Gráficos I
5º ano
4º ano
3º ano
2º ano
Oficina Gráfica
ESDI 01-1481
- O número situado na parte inferior esquerda do retângulo representa a carga horária
conferida por disciplina.
Carga Horária
Habilitações
Tempo de Integralização
Integrada em Programação
Visual e Projeto do Produto
3600 h
mínimo: 5 anos, máximo: 7anos
Deliberação 23/1998
Versão 2
(Atualizado em 06/03/2009)
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