1199300048
1111111111111111111111111111111111111111·
- '.., 1.
';
~-
PARCELA SALARIAL NA IND~STRIA DE TRANSFDRMAC~O BRASILEIRA,
1974-8S~
uma evidineia
e~píriea
Banca examinadora:
Prol. Orientador:
Pro~.
Pro'.
Domingo
Zurr6n
Deio
FUNDACÃO
GETúLIO
VARGAS
t, "
ESCOLA DE ADMINISTRACÃO
DE EMPRESAS·DE
SÃO PAULO
JOÃO DE SOUZA GONCALVES
PARCELA
SALARIAL
NA INDúSTRIA
DE TRANSFORMACIO
1974-85: uma evidlncia
BRASILEIRA,
empírica
Fundação Gêtulio Vargas
Escola de Administração
de Empmus
de São PIIJulo
BihliofC!oCA
1199300048
Disserta~~o apresentada ao Curso de P6sGradua~~o da FGV/EAESP, 'rea de Concentra~ão: Economia e Finan~as
Públicas,
como requisito para obten~ão
do título
de mestre em Administra~ão Pública.
Orientador:
SÃO PAULO
1992
Prof.
Domingo
Zurr6n
Ocio
AGRADECIMENTOS
Ao
profe5sor
Domingo
Zurrón Oeio pelo
trabalho
de
orienta~io.
~ CAPES e ao CNPq, pelo apoio financeiro
lar e monogr~fica,
Aos
viver,
atrav~s
da eoncessio
pós-graduandos,
especialmente
na fase curri-
de bolsa de estudos.
com os quais tive o prazer de con-
a Gon2al0,
Livio, Paulo,
Rita,
Santana
e
Selva, amigos e amigas de boas recorda~5es.
Ao
Servi~o de Documentaçio
decker pelo apoio na normali2~~~o
da Biblioteca
Karl A.
Boe-
bibliogr~~ica.
I
GONÇALVES,
,...loão
c! e Souza.
f'.ar c e I a
sa I er i a J
b r s siLe i r . ::~, .f.~,'74···a5:
n[~
iaad» t r i.;.~
uma evidênci<":l.
emplrlca.
são Paulo, EAESP/FGV, 1992. 233p.
(Disserta~io de Mestrado apresentada
ao Curso de Pós-Graduação
da EAESP/FGV, ~rea de Concentraçio: Economia e Finanças
de
tr'::~f1'5{-'arlli.!.~••
":1:r~:1
Púb 1 íc a s ) .
aC~~mQ: Trata da participação do trabalho no valor agregado da ind~stria de transforma,ão
brasileira. A partir
da teoria de distribuição de Kalecki, levantam-se
algumas hipóteses que são testadas
empiricamente.
Procura
demonstrar que, no período em exame, o mark-up,
a
relação entre os custos com mat~rias-primas
e os sal~rios e a composição industrial determinaram a evolu,ão
da participação do trabalho.
E'~~liI:'l.':t'r: ,a.j1}:.:Cb.a.'lt'f.:S : F',,\l"c e 1.1
!3a1a r
í
<:1.1 .-
)3\.asil
... P.w c e 1<:I.
d :~.
Remuneração
do Fator Trabalho - Mark-uP - Relação
dos
Custos Diretos - Produtividade - Custo da RemuneraçãoSal~rio - Concentração Industrial - etc ...
............... .................................................·
iNDICE
j..
Lnt ,-oduc ão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
i
Te or íes
4·
j. .
í
l::':i c a IH
do.
Da v i d
i.
~L.
r.!'l d ís t r í.b u c ão de n~nd'l.........................
1 . 1..
...... .... ..... . .... .... .... ...... ....
T e o IH
j. a cl o
valor.
........ ..... ...... ..... .. ... . ..
L1.2.
F.:enda d<:\ t e r r a , salálHj.os
1.1.3.
Tendincia
i .i .4.
~ queda
nos
e lucl-os...............
lucros
e o estado
estaciordrl.o....................................
:i.2
D :i. '::1 t r :i. b l.I. :j. c: ã o d e IH
e n d )::1..
:1.4-
• • • • . . • • • • • • • • • • • • • • • • . • • •
L2.2.
Teo r a da exp1oraç:ão............................
1. . 2 . 4.
Te- n d ê n c :i a
à Cf l\ e d a n a t a >< a c~€ 1 t\ c: i"
Te or
1.3.
i.3.1.
í
de
,"(,-:11 ti
C).
. . . . . . . . . . . . .
<~.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
a Nt?~oclá'5;sica..................................
Abordagem
v::\
subjetiva
Teoria
dos
1.3.~~.
Te o r a a
da dís t r but c ão d~' renda.................
1.4.
i.
1'fi: o ,..ia
j<e~n(~$.............
d a d eman da
1.4.2.
Crítica
1.4.3.
Distribuição
1..
~ teoria
11:i.ch<.d Ka l e ck
e'{~e-t iva.
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
3(1
...... ................
31
neoclássica
dos
salários.......
32
36
38
r
••••••••••••••••••••••••••••••••••••••
de p,"eços.
i.t'5.r1.
Teoria
da d e t rí b u c ão de r en d a . . "...........
L:j.3.
Te o r a d o s I uc r o s e da d nâm c a capi't<:'t1:i.l:;'t:::'l.....
í
28
de renda...........................
í,
í
2~j
27
Te o r ia
~j.
1.
salirios.............................
í
11a~l'\al"d
24
do
'101" . . . . . . . . . • . . • . . . . . • . . . . . • . . • . • . . . . . . • • . . . . .
1.3.2.
1.4· ... Jolvn
2 f~
24
e a teoria
microecon8mica
i4
10
í
D i ~:;
I: I" i. b l.I. j, ç: ão
. ..J •
1 .I_":).~-
t.!5.
8
l<<:l r 1 1'1a r' x. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
:i.. 2.
6
... . ... . .... . .. .......... .. ....
í
í
í
~~?
..41.
46
1.5.4. Critica
2.
Caracter1za,;0
~ teoria
neocl~ssica
da economia
dos
brasileira
sal~rios......
para
o período
1974 90
.
C:OITIP01-t<':\lTlento
do produto
.
2.j ..
O
2.2.
t-, hum. de :i.i1ve~d::
ímen t C).
2.3.
As r e lac õe s ~'xtenlas................................
t.~.4.
,,:\ pal"\~ :i.cipaç:ão
A evolução
. . . . • . . . . • • . . . . . . . . . . . . . . . • • .
Esl::ad(J
do
do nível
de emprego
e a taxa
3.
O comportamento
da taxa
de inflaç:io
54
61.
63
.
69
.
72
de
desempl-ego
2.6.
48
e do sal~rio
In :í. n j, 11m 1"e a 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . • . . . . . . . . . . . . . • . . .
ns
2.7.
A distribuiç:;o
80
2. B.
(.11
funcional
da renda.........
gum.ls (:onc'1f..I.~;(5e~;,
..... ...... ... ..... .. ...... .. . .. .
Formulação
de hipdteses,
operacionalizaç:ão
dos
fontes,
For mul ac ão de hipóteses.
3.2.
Fon t
i.?. i.
seleção
. . . .. . . .. . .. . . . .. . . . .. .. . . . .
Censo
90
J.ndusti-:i.,,\1...
. . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .
3.2.3.
Pesquisa
~j.3.
Seleçio
~3. 4.
Pl-
Industrial
Mensal
e op e r ac t ona La z ac ào
ed i men
salarial
brasileira,
ao
Ç>0
P'2·;:;.qu:i.sa J:ndU~!;l:l":i.al (.\nu<3.J........................
4. Parcela
88
e s d o s dad(J"Si....................................
3.2.(:::
oc
B~::i
e
dados..............................
~).1.
3.
e pessoal
I: (JS
me t o d o 1 cíg 1.c os.
na ind~stria
1974-90: uma
- Praduç:io
dos
9j.
Física....
dados...............
. . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . .
92
93
9~.'5
de transformaç:ão
eVid@ncia
empírica
.
101.
4.1. Algumas
proposi,5es
volvimento
4.2.
industrial~
106
Evolu,ão
de 1975 e 1980....................
da produtividade
Evolução
. . ...
. .. . .. .. .. . ...
d i st
do trabalho
do
.. .. . . . . . ..
107
e dos
r Lb uic ão
j.H~
Dado~;)c en s t árLo s d e j.980 e H·'85
~d.?
í
4.3.1.
Evolu,ão
da produtividade,
4.3.2.
Evolução
da participação
"fatO\-e!~
de d
Os dados anuais
í
st r
dos custos
do trabalho
para o período
1974-85..............
4.4.2.
(1
pel"l:odo j.?Bi ..-83...............................
4.4.~~.
O
pe
127
12D
1974-·80...............................
1.3~S
r f ocí o j.t;~84-·85...............................
4 ,,:.
J .
Sum~rio
4.6.
Avaliaç:ão preliminar
per' í(Jdo
e dos
1.2i
períOdo
..
do
a bu t c ão "
O
4.4.1
5.
. ...
e dos custos
da participa,ão
"fabJr<f:sde
••
da Organi2a-
Dados censit~rios
4.2.2.
4.4.
a Teoria
H;2
t r ab a Lho . . . ...
o
segundo
do desen-
ção InclL!~~t.\"ial......................................
4.2.1.
4.3.
sobre as conseqUincias
sobre a comprovação
j.
j~4;'
de hip6teses
do mercado
de trabalho
,.
para
9~36"··90
:i.4H
o
,
Conclu~~ões...............................................
i~52
1.6;:':
t-'pêndice r - Con ce ít uac ão d as var·i~ve:i.~;.
....................
166
(.~pind:i.c(;~
n: - Dados Censitád.os,
168
1975
Ap ênd :i.cer. I I .- Darí D~; Cen~,;:L
b:b" í.o s i 1980
(;~i9H0................
(f:j.9G!5...............
U30
(.)pêndic:~~
IV _. ~:>érü~ Anu<it1, j.<?74-85..........................
i90
Apêndice
199
V - Deflatores
e outros
dados.. ..... ..... .. ........
Not as .• CapÜ
LI
'lo
1................
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ..
ê.~0!7j
h!ob:\~; .•. C.':I.pHl.l.l0
2
,
21.:]
Nota!;; -
Capltu'10
3
.
21.6
No t as .- Capítu.lo
4
.
.0"\.,,:
.
2E~2
B:i.bl iogra·!~ia
Consultada
'7
t: s:«
LISTA DE TABELAS
'J
1:..•
I.
1.
Taxas anuais de variaç~o
"per c apí t a
,•• )
Variaç5es
.tO)
c..
1"<:\I\10S
Produto
2.3.
r
c'
. .J .
?
,
j.97t9·_·<f(4
5~7j
anuais e índices do produto
ivitlade econômica,
.lt
real, segundo
os
í97j.--<f(4. . . . . . . . . . . . . . . . ..
interno bruto a custo de fatores,
segundo
Balanço
bruta de capital
de pagamentos
MIl
fixo. 1970-90................
e índices de com~rcio
62
exterior.
itens se lec on ados , :1.9?0-90.........................
65
í
2.6. Balanço
de pagamentos,
'J
Q
I
•
em US%
.
./.7
2.8. População
f.••.
itens selecionados,
~P70r:»~0
w
!TIl'11 'ic>es,
economicamente
Taxa de desocupação
ativa
das regi5es
.
.
(PEA), 1973-90..........
metropolitanas,
Paul
C),
de sio
7(:>
1970-8t:;.........................................
2.12.Distribuiçio
rendimento,
renda real mensal entre a população
da
economicamente
73
~r'l6
í
do sal~rio mínimo real no município
67
1978-90
2.10. Taxa s anu a s de in fl aG:ão ~ 1970-90.....................
2.11.Evaluçio
50
os
amo s de a t Lvidarf e e conôm í.c a , 1.9719·-90
Formação
2.4.
2
de
interno
(PIe) a preços de mercado, valor total e
bruto real
L: ••
e índices do produto
ativa
segundo
e:3.3.D:i.stl-ibuiç:ão
+unc
í
(10 anos ou mais de idade) com
as classes
de percentual,
on al da renda , j.949--8H
1960-90 ..
81
82
4.1. Produtividade,
dias anuais),
ocupado
custos da remuneraç~o
composi~io
do produto
por estabelecimento,
e do trabalho
(m~-
e m~dia do pessoal
1975 e 1980, por gineros
i<.~e
indusb-i;:ds
4.2. Parcela
da remuneraç~o
salarial,
rela~io
do fator trabalho,
dos custos diretos
i n c/l..t -=> t: r
4.3. Produtividade,
ocupado
P o lo. 9 i n e lo. o s
4.4. Parcela
:i. li d u s t r
a i <.:;
1980 e 1985,
do fator do trabalho,
n.?
parcela
e mark-up,
j.ncfu~~tl"lai$
da remuneraç~o
salarial,
e m~dia do
• • • • • • , • , • • • • • • • • • • • •
relaçlo dos custos diretos
por' gêner'os
4.5. Parcela
í
1975 e
e do trabalho
do produto
por estabelecimento,
da remunera~io
salarial,
1985,
composi~~o
e mark-up,
:i. s . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
custos da remuneraçio
(m~dias anuais),
pessoal
1;-:1.
parcela
*
do fator trabalho,
mark-up e rela~io dos custos
1980 e
j~;:'~!.?'
•••••••••••
parcela
diretos,
1974
a i98~5
:i.30
4.6. Produtividade,
sal~r1os
4.7. Mark-up
custos da remunera~io
(m~dias anuais),
e
1974 a 1985
e rela~io dos custos diretos,
o'!',;
g~:}nel-o<':>
:i.ndu"E;t:l-:i.,l:i.':,;
4.8.
e do trabalho,
132
1980-85,
segundo
:i.4!5
··
Lnd t cado res c on f un t ur a s , 1986-90
í
.
INTRODUCÃO
No
Brasil, o estudo da questio distributiva
lesiado o aspecto pessoal da renda em detrimento
da 6tica funcio-
naI.
A abordagem
pessoal tem uma s~rie de limitações
rem,
basicamente,
da fonte de dados e da abrangência
de
renda empregadas.
ao
estudo
da
transformaçio
b orad o
brasileira,
social
e s t ucío
C)
que o conhecimento
est~ sendo distribuído
lado, a existência
~5e lim:i.ti:l.nA
funcional
concreta,
da
dos modelos te6ricos desenvolvidos
de
infcrma-
da renda.
escolha
a este setor.
nesta ~rea, em
avaliar
pelas
da ind~stria
a
validade
correntes
de transfcrmaçio
que decorre de sua integra,io
como
do
setores
econ8micos,
e
~ disponibilidade
do trabalho no decorrer
11mitar~
objeto
conferido
e interliga,io
o
se
in-
renda. Por outro
deste estudo se deve, entre outros, ao car~ter dinimico
ticipa,;o
à
econ8mico.
A
demais
ela-
de como o pro-
teorias
permitem
de
apenas
confere um interesse
e a riqueza de diversas
com a realidade
pensamento
analítico
quantitativo
j~
ao estudo da distribuiç~o
empírica
ind~stria
a respeito dos demais componentes
Julga-se
confronto
da renda na
do trabalho em virtude da inexistência
ç5es estatísticas
trínseco
C:':-\SO,
decor-
contribuiçio
a partir do referencial
Kalecki. ·Neste
po-r
participaçio
duto
funcional
que
do conceito
Este trabalho procura dar uma
distribui,io
tem privi-
de
dados
períodO
do ciclo econSmico.
com os
proposto
A
A
an~lise
at~ ao ano de 1985, por ser o dltimo ano em que
cI:i.,::->põe
de dado e .
mais
se
Considerando
o
caráter oligopolista
transforma~io
brasileira,
as proposi,5es
desenvolvidas
te,
ao integrar,
oligopoliza,~o
por Kalecki,
do setor industrial
trabalho
apresenta
lecki. O segundo
braslle1ra
1974·-90,
em
No
cem-se
e
termos
com o objetivo
ses desenvolvidas
considera,5es
da
acequa
O pri-
em cinco capitulos.
de renda de David
John M. Ke~nes
caracterizar
e Michal
a evolu,io
RiKa-
da eco-
macroecon8micos.
de servir de subsidio
no capitulo
capitulo
do tratamento
procura
a quest~o
de renda, se
as teorias de distribui~io
capitulo
que es-
em estudo.
está dividido
cardo, Karl Marx, Teoria Neoclássica,
nomia
e coerente,
de
analitico
por entender-se
a uma teoria de distribui,~o
Este
ind0stria
como referencial
de uma forma orginica
~s características
meiro
adotaram-se
da
para certas
análi-
quatro.
terceiro,
relacionam-se
de ordem metodológica
as hip6teses
a respeito
de dados, e da classifica~io
e te-
das fontes
dos gineros
indus-
triais utilizada.
O capitulo
para
o
periodo
hipóteses.
de
sumariza
ainda, uma avaliaçio
no período
as principais
limitaç5es
empíricas
1974-85 com vista a verificar
Faz-se,
trabalho
quatro re0ne informat5es
1986-90.
conclus5es
a comprovaçic
preliminar
E, por ~ltimo,
encontradas,
a respei-
das
para o mercado
o capitulo
bem como
cinco
algumas
do trabalho.
Pl"OCUi"a-·s0~
demon s t r ar' qU0~ os "·fatol"eSdE~ d:b;;ti-j.bLl:i.t~~O"
de
e
Kalecki
(mark-up,
os sal~rios
a raz~o entre os custos das mat~ria5-primas
e a composiç~o
caç~o de políticas
salariais
industrial',
restritivas,
juntamente
explicam
com a apli-
a sensível
re-
2
duç~o da participaç~o
do
trabalho
ocorrida
no
período
1974-85.
TEORIAS DA DISTRIBUICIO DE RENDA
i.
Este capítulo
pd.nc
í
ea s
tem como objetivo
da
í
distributivo.
vlsando.
EconBmica
de transfDrma~io
de
da distribuiç50
brasileira,
a ~orma como
um
referencial
funcional
objeto
03
o
encararam
com isto, a obten~io
te6rico para o estudo empírico
na ind~stria
abordar
da renda
do capitulo
qua-
t 1"0.
Como as teorias de distribuiç50
fazem
parte
de um conjunto
I~tonômica
uma revisio
arcabou~o
conceitual
para
t80Tlas
particulares
marginal
d,:;,·
j"
da participaçio
end
:;:1.
e
:f:, t e n ri ê 11 C :i. ::":i.
inserida
portanto,
isoladamente
num
i mis-
que
a
das teo-
da economia.
do valor
trabalho.
da terra, à importincia
relativa
"
e
de uma sirie de con-
~ sua teoria
decrescente
Teoria
Ou seja, entende-se
de funcionamento
infase
-
a uma sirie de categorias
e especificas.
dando-se
determinaçio
d ía t 1" :i. b u i ç: ~j(o
deve estar
pois na verdade ela resulta
Ricardo,
~ produtividade
na
teorias
recorrer-se
sobre o mecanismo
de David
ta
destas
de renda nio deve ser estudada
rias econômicas,
cepç5es
mais amplo do conhecimento
e tecirico mais abrangente;
explic~-las,
distribuiçio
de renda e dos sal~rios
n ::":\
t 1..1. I" a I "
aen-
dos componentes
,7\
r.; u.e d ,3.
d ,3. t a){
da
ri e
.3.
Luc r o .
Na
tando-se
segunda
seç50, estuda-se
O Capital
a teoria do valor e do capital.
a teoria da explor~~~o
partir do estudo da teoria da mais-valia,
pelo
pita1
autor sobre a crescente
concentraçio
as tendências
sobre a distribui~io
a
apontadas
e centralizaçio
e a queda da taxa de lucros; e. tamhim,
tes desdobramentos
de Marx, ressal-
dO
ca-
os seué conseqUen-
de renda.
Na terceira,
a abordagem
mia,
avalia-se
microeconBmica
a teoria
do valor
inexistincia
de uma
do
a teoria
processo
utilidade,
teoria
de
neocl~ssica
enfati2ancto
~uncionamento
a determina~io
da distribuiçio
da econosal~rios
dOS
de renda
e a
a longo
pra-
zo.
Na quarta,
na
construçio
neocl~ssica
discorre-se
da teoria
dos
da demanda
sal~rios
da demanda
ou deflaçio
na distribuiçio
da
por
ria
quinta
Michal
dos
Kalecki,
lucros,
nantes
da parcela
desempenhado
e sobre
discute-se
pelo
a importância
a teoria
ressaltando-se
à teoria
a crítica
da distribuiçio
na crítica
de
Ke~nes
à
teoria
~stado
da
na
inflaçio
de renda.
seçio,
teoria
elos
efetiva,
as contribul~5es
efetiva,
e no papel
manutenç~o
Na
sobre
de renda.
salarial
econBmica
a teoria
de preços,
neoclássica
dos
Enfatizam-se,
e seus
formula-
sal~rios
ainda,
comportamentos
ao
a teoe
a
os determilongo
dos
ci-
econBmicos.
As
abordadas
modernas
por
teorias
entender-se
contribuiç6es,
da distribuiçio
que,
constituem-se
por
maiores
em variaç6es
nio
~
serao
tenham
5100
suas
teorias
aqui
ava-
de renda
que
das
Iiadas.
1.1. David
Ricardo
David
econBmicas
voluçio
critos
entre
Ricardo
e sociais
Francesa
de James
(1772-1823)
decorrentes
e, no campo
Mill,
J.B.Sa~,
presenC10U
da Revolu~Jo
te6rico,
sofreu
T.R.Malthus
as
transforma~6es
Industrial
e da Re-
influincia
dos
e de
Adam
Smith
es(1),
outros.
5
1.1.1.
do valor
Teoria
David
Ricardo
concebia
a saber:
proprietários
classes
sociais,
ta1
trabalhadores,
e
tris
formas
aos
distintas
troca
passagem
formulada
daquele
palavra
Segundo
na
medida
teriam
te
~ água
valor
em
vezes,
valor
mes um valor
ou ao ar. Mas,
esta
A part i'( o a
J
t~tuas
qualidade
e
renda
entre
~o capi-
da
terra,
valordp
inclusive
uso e
a seguinte
determinado
quadros
peculiar;
por exemplo
ou nulo
o ouro,
de uso pequeno
lhe ~ absolutamente
i' ,
Ricardo
somente
raros,
utilidade,
distingue
pela
livros
IY!{;.s, como
es t as
e o ar,
dp
valor
teriam
n~o
troca,
troca;
grande
va-
comparativamenseja
a medida
de
essencial.
o valor
de troca
as mercadorias
escassez,
e moedas
de
a água
ou nulo
a utilidade
particu-
estabele-
de uso e valor
por exemplo
tenham
objeto
nio se poderia
mas pequeno
embora
signlficados,
de alQym
valor
mercadorias,
como
que as mercadorias
seu valor
entre
de uso,
mercadorias,
de troca,
a utilidade
a principio,
direta
em que algumas
lor de troca,
citando
tr&s
respectivamente,
do produto:
a distinçio
donos
tem dois diferentes
valor
Ricardo,
rela,io
grande
já outras
aceita
por Aclam Smith,
algumas
nenhuma
de terraG,
em
autor:
a
cer
dividida
correspondiam,
da repartiçio
Ricardo
de
quais
a sociedade
como
escassos,
mel*c"'.doi*:i.<:l.·;':.
~ deri-
que
por exemplo
e
"';:;{({o
es-
vinhos
uma
de
p::\l"te
muito
pequena
do", (4) n50
da massa
de artigos
se constituiriam
Assim,
Ricardo
diariamente
no seu
se prop5e
objeto
trocados
no merca-
de estudo.
a estudar
os bens
produzidos
num
,
P~:.:J.S J
ne estivermos
dis-
t r ab a l h o e
mas
em v~rios,
postos
a dedicar-lhes
aumentada
a
quase
pelo
de
trabalho
ca
que
reconhece
do
de
trabalhador
t u ndo ,
í
para
e da
e em cuja
Nas
pela
iguais;
tim
diferentes
de acordo
intensidade
que
do
assim,
uma
escala,
Mas,
com
o desenvolvimento
etapas
mas
pelo
da
relativa
nio
impli-
contrário,
e sSo
a habilidade
trabalho
variaria
iniciais
isto
qualidades
com
produ~io
"quantidade
produç50",(7)
sejam
diferenciada
para
humana,
~ dado
sua
os trabalhos
forma
necess~rio
irrestritamente".(6)
os trabalhos
que
determin~vel,
da atividade
da mercadoria
necess~rio
todos
nerados
opera
o valor
limite
o trabalho
exercício
concorr&ncia
~ociedade,
sem
relativa
c on s t :i. ....
reali2ado,
muito
pouco
remu-
a curto
pra-
i."!:o .
de
valor
e, neste
na
ao sustento
para
valor
relativo
necess~rio
m~rcio).
o seu
para
Assim,
em
que
do trabalhador
propriet~rio
levar
Ricardo
o
gasto
que
de~tes
e o tempo
em
conceito
em
ajudam
elementos
imple-
o trabaassim
como
com
o cnpital
desti-
que
o capital
retor-
determinando
CC) Acresce-se
as mercadorias
divide
o trabalho
se combinam
acabam
mercadorias.
socj,edades,
e edifícios
a durabilidade
propor~5es
das
tamb~m
maquinarias
sentido,
as respectivas
nado
incluindo
ferramentas,
mentos,
lho;
i ampliado,
das
ao
o capital
a isto
mercado
em
'ixo
o
trabalho
(transporte
e co-
e circulante.(9)
7
Para Ricardo,
lho acaba
afetando
.•S (~
determina
de
Cfua
,,:\
deve
Renda
de troca.
todo
o valor
de traba-
acréscimo
do bem
In
neSGa
sobre
e j- c
<':l.('I
o I"
:i. a:',.
~uantidade
o qual
ele
foi
e lucros
sal~rios
da definiçio
de reparti,io
na quantidade
de troca:
aumentar
partir
varia~io
n t i d ::':1.d e d e !:: r ::3,b a 1 h o c o n t i. d .1 n <1 <;,
da terra,
A
formas
o valor
o seu valor
trabalho
1.1.2.
qualquer
de valor,
do produto:
renda
pode-se
fundi~ria,
passar
para
saljrios
as
e lu-
Cl"OS.
da terra
com
paga
a parte
zidos
pelo
getal
ao seu pr(.'}priet~rio pelo
do produto
paga
propriet~rio
ou mineral.
pelos
ou pelo
da terra
n a'" o
,io,
terras
na qualidade,
de qualidade
Devido
utili2açào
melhor
para
crescente
é
posta
lidade
~s terras
cultivo
localizadas
trabalhava,
e porque,
inferior,
para
portanto,
da terra.
em cultivo,
imediatamente
surge
férteis
sempre
a renda
superior,
com o crescimento
ve-
das mais
situadas.
da produtividade
da terra
situa-
heterogêneas.
e pior
que terra
da popula-
vantajosamente
fertilidades
com o suposto
de extra,5o
:i.l:i.mitad:::\
em
uma hierar~uia:
as menos
Assim,
,
€~
ou menos
terem
segue
direito
in!::rodu-
surge:
"somente
nem uniforme
e indes-
e melhorias
benefícios
da terra
A renda
uso das originais
com sua magnitude
fcirteis e
Ricardo
marglnal
de qualidade
sobre
sua
aquelas
de-
inferior
de qua-
dependendo
dan
'.1
~"):
respectivas
terra
çio
diferenças
de pior
Mas
qualidade
taxas
às diferenças
ferentes
entre
cro
dos
de lucro
setores
terra
e aqueles
dois
tipos
balho
exigida
uma
tipos:
derivados
tim em comum
reduçio
cadorias.
o fato
mercadoria
embora
Ricardo,
afetem
o trabalho,
natural
de
lu-
do c oní un t o
da
Ricardo.
podem
produtivas
~n
Os
da maqUinarlB.
a quantidade
e, portanto,
de forma
assim
e um preço
di-
ricardia-
a taxa
as energian
de reduzirem
uma
no seu preço,
tem um preço
segundo
com
a concorr&ncia
da teoria
de aperfeiçoamentos
produzir
Segundo
com
determina
na agricultura,
a
a iguala-
operaria
e. portanto,
que aumentam
para
Como
e proporclonalmente
pressupostos
econ6micos
aqueles
para
surge
o sistema
na agricultura
Os melhoramentos
ser de dois
esta
cultivadas.
o que ~ incompatível
e sua mobilidade.
demais
terras
nio surgi~se,
das terras,
de lucros,
a taxa
das
renda,
caso
na qualidade
capitais
Assim.
nio paga
de lucros;
taxas
na.
na qualidade
como
de traocasionar
diferenciada
as demais
a
mer-
O preço
de mercado.
na-
t ur a '1
um
com
outro.
a subsistir
dimj,nu:i.ç:~io".,(
1.5)
FI(~n d e
e a perpetuar
o sustento
sua
do trabalhador
raça.
nem
e de sua
aumento
família
do' ,mo 1'1t a n t e d e c o m i d a , b e n ~; n e c: e -;:i .::; <:\ r :Lo ':'; e c o n {~o\- t o
-;:"ê\ C),
PO\-
mon e t
ár í.o ) • "dependI:::
c o s t ume , e s aen c da e '",<:1.6)
e comodidades
em termos
ra,
Ricardo
dos h~bitos
do
exigidas".
definido
mas
OL!,
í
PI-i!:.'ÇO
d o s al
(17) Assim,
da reprcduçio
reconhece
e costumes
dp-
q €). (:~
'l. h \'7:
em t e r mo c de pr'eço~:;(va lor
Lme n t os , cio'::; ben~'; n!:'!:c~::f:;~::.::5.r
o preço
bioldgica
que ele
ou
pode
natural
do trabalho
da classe
Yari~r
tamb~m
~
trabal~adoem
funçio
dos povos.
9
ob r a ,
embora
estimado
fixo
e constante.
d s t an t as
e difere
balho
sempre
í
por
tende
cujo
cau~a
pre~o
da
melhoramentos
onde
cair
o seu
Ricardo
alimentos
tre
a oferta
podem
ser
tendincia
preço
das
tende
importadas,
altista
natural,
que
principais
a tornar-se
compensam
bens
dos
aumento
aos
manufaturados.
produtos
e a demandB.
muito
que
do trabalho
e ati
das
fazer
produ2em
mat6rias-
manufaturados.C2i)
ao contr~rio.
um constante
de
t \~mp Oi" ~':l•••••
causas
preços
os
mercados,
conter,
produtos
por
entretanto,
necessirios
nos
mercadorias
ffialScara,
as mesmas
o aumento
prim~rios,
de mercado
do pre~o
conseguem
tambim
na composi~io
previa
preço
dos
assim
e os produtos
Por
desviar-se
se regula
uma
de novos
em rela~io
o
pois
d2versos,
e a descoberta
entram
SE,
.
em palses
na agricultura
primas
sociedade
.
mesmo
Como,
malS
da
num
necessirics,
de produzi-la.
dutividade
que
bens
dificuldade
provis5es
a
a crescer,
e em
Varia
materialmente
natural
maior
em alimentos
do pre~o
enc<7ti"eC
:i.am..··
relativo
dos
(22)
resulta
do movimento
en-
Assim:
o preço
natural.
ele
de mercado
tende
do
trabalho
a igualar-se
a este,
possa
como
Admitindo
Ricardo
de
a validade
entende
5ubsistincia.
que
Quando
B
oferta
de mio-de-obra.(24)
'
tende
,
Quando
Uma
o salirio
esti
li
pela
supera
oferta
do preço
popula7
de
meIOS
do tra-
natural
conseguinte.
maior
P i"
da
produç5o
o preço
e, por
a 1.a 1" _. ~.;e a o
abaixo
malthusiana
~ limitada
a aumentar
a t ~ :l. 9
s a l: ;:',1"lC)S
O''·">
esta
o salirio
balho,
nui
populaçio
da teoria
aumenta
de mio-de-obra
e I; o na t
LI r' <:'.
natural,
1
a
dimi-
do
suc~de-se
o opos-
to.
Como
m~\o"-d
\::""'013\" a ,
acima
o
acr~scimo
os salários
do preço
dos
por
duas
o
preço
das
Ricardo
no mercado
ser
deixados
veriam
ser
na
...
s.
A oferta
.-::t
tamb~m
era
pela
sentido,
ele
nas
por
a demanda
períOdO
os salirios
quais
(25)
sio
de
por
indefinido
em progresso.
e a demanda
contra
determina-
trabalhaoores
.
se gastam
qualquer
do LS-
interferincia
Assim:
e livre
controlados
permanecer
sociedade
mercadorias
~ justa
competiçio
do
interferincia
era
mercado,
dos
contra
a Lei
e jamai~
(27)
legisladores."
dos
Pobres,
de-
vigente
Inglaterra.
Como
ço,
11"-
impulsiona
Ricardo,
de trabalho.
Neste
entio
numa
segundo
causas:
tado
podem
de mercado
Resumindo,
de capital
mas
a renda
apenas
fertilidade
um resíduo
da
pelo
agricultor
nas
em duas
da terra
terra.
porç5es:
Como
os
fixo
o valor
ou pelo
os
lucro$
tot81
das
da
componentes
mercadorias
e 0$
determinados
como
um
do pre-
heteroy~neidade
de manufatura
do capital
sio
aparecem
~ um dos
derivado
fajricante
os sal~rios
lucros
nio
produzidas
~ repartido
sal~rios
pelo
excedente,
da
preço
um
dos
apetra-
natural
resíduo.
~ ••
'!Í
.~•• i.
Neste sentido,
salirios
e lucros estio
inversamente
correlaciona-
cios.
1.1.3.
Tendincia
Na
~ queda
dos
dos
trabalhadores,
da
alimentos
ou
os sal~rios
caem. Assim,
e uma conseqUente
se
produtos
elevando,
prim~rias,
Como
primirios,
trabalho
seus preços elevados.
trabalho
f"~"
('"
...ia
I'
efeitos
redu~io
produzidas
no entanto,
aumento
trabalhadores
os
lucros
aumento
da massa de
lucros.
nos
de
capital
pre~os
para a prDdu~io
dos
(28)
de
bens
com estes bens acabam
tendo
mercadorlBS:
por causa da maior
quantidade
de
da qual sio feitos, e nio porque
tenha pago mais os trabalhadores
°
sustento
h6 um
e o montante
Assim, os pre~os_destas
que empregou
para
nos pre,os de mercadorias
nia afeta os salirios
e, portanto,
nio
gera
sobre os lucros.
Assim, segundo
pois,
e, portanto.
no conjunto,
é exigido
gasta na matiria-prima
industrial
pelos
1:! •
ao
,
o
a taxa de lucro acaba se reduzindo.
malS
-,:lU,J .1.1
para a produ-
que prov&m
também em 1un~io do aumento
as mercadorias
I f
estacionirio
é exigido
se elevam
sua vez, como o lucro total diminui
acaba
o
e o estado
demais mercadorias
e industriais
massa salarial
Por
lucros
medida em que mais trabalho
~io
agrícolas
nos
com
adicional
o progresso
de alimentos
Ricardo,
hi uma tend&ncia
da sociedade
requerida
~ queda na ta-
e da rique2a,
se obtém com
o
sacrifício
de
m:::d-;:; e ma i,:;; t r ao a l t.o."
(3(~)
conforme
por~m,
que
temporariamente
Mas
teriam
rios
um
~
limite
dado
entretanto
:t <;. ,
pois
veria
demanda
bem
antes
dessa
toda
acumulaçio,
dos
trabalhadores,
to~o
alguns
n~o
frisa
t
eS_B
. ~.
'"'
Sl,uaçao
mulaçio
terra
pode
lucro
acumula~~o
do
apenas
qual
e da política
menor
certo
reduçio
ocorrer.
nos
diversos
de comércio
países
tempo",
Assim.
em~un~So
exterior.
recepto-
um estado
de capi-
pois
na magnitude
os efeitos
da
possa
pois
maior,
provocar
(34)
esta-
lucros
um capital
pode
detiao
o pagamento
e aos
de
ha-
fato,
teria
simultaneamente,
de capital,
por
De
~ acumulaç~o
sobre
nSe
conseqUente-
após
a taxa
aumentar
ocorreria
nunca
variariam
do país,
embora
de
a partir
lucros
Ricardo,
taxa
limite
de
termina-
alto.
incentivo
de uma
um
taxa
mais
haveria
lucro
~ verdadeira
ponto
previa
de
igualassem
e,
Ricardo
o volume
aos
salirion
lucre,
autores,
diminuir,
da própria
qual~uer
da terra
Mas,
corrente
como
mais
05 salirios
donos
tal. (33)
incidªncia
seu
o produto
pertenceria
e dos
(31)
de capital:
de mio-de-obra
atingido
contida.
-, a acumula~5o
mais
·Fase, a baixissim~
e quase
qual
quando
agricultor
ser
alimentos
acumulaçio
pois
adicional
pode
dos
forneceria
teria
Segundo
no
pre~os
ad ve r t e ,
anteriormente,
tendincia
própria
do
capital
a populaçio
cionirio
pela
totais
nenhum
qualquer
dos
limitado,
- as receitas
1-
esta
aumentos
05
demonstrado
um
a
deau-
haveria
dos
aa
fertilidade
lu-
acuda
Portanto,
tomava
claramente
burguesia
medida
tro
Ricardo,
uma
por
que
o lucro
lado,
era
contr~rio
considerando-os
de vida
1.1.4.
posi~io
industrial,
em
uma
ao
gastava
Distribui,lo
que
há
limite
um
ses,
os
ocorre,
f~rteis.
do
cro
mento
do
lucros
de capitais.
dincia
produto
e
improdutiva
todas
propriet~rion
que,
suas
terra.
Defendla
de capital;
a
rendas
em bens
na
por
de
em viríude
de distribuiçio
ou-
terras,
de um moOo
de
luxo.
de renda,
na utilizaçio
de terras
f~rteis
Ricardo,
como
(salários)
O lucro
natural
diversos
Assim,
a longo
a acumula,io
dos
da
progressista.
s;o
preço
nos
de classes.
um car~ter
interesse
renda
na agricultura
trazendo
agríCOla.
nela
da
melhoramentos
segundo
trabalho
ver
em termos
de tornar-se
sociedade.
teoria
de renda
Concluindo,
do-se
sua
no conflito
impulsiona
classe
perdul~rio,
com
prazo
aumento
tendincia,
necessária
e da renda
industrial
tamb~m
e da
econBmicos,
a teoria
redu~~o
na parcela
em
igualaçio
derivada
da parcela
dos
e uma
ricardiana,
sal~rios
paí-
terras
do pre~o
cairia
que
o progresso
de
o aumento
e
em outros
com
da terra,
do trabalho
segundo
t~mporár10~
a utili~a~io
conseqUincias
setores
de
uma
mais
su~on-
menos
natural
reduçio
run~io
das
da
do
lu-
do
au-
taxas
de
da concorr&ncia
hnveria
relativa
dos
e da renda
uma
ten-
lucros
da
no
terra.
(35)
1.2.
Karl
Marx
Karl
Marx
(1818-1883),
critico
da
Economia
Politica
14
Cl~ssica
queza
e teórico
no sistema
pitalismo
do socialismo
capitalista
a partir
cientifico,
configurava-se
concebia
numa
que
a
.. 'imensa
acumu-
da mercadoria.
1.2.1. Teoria do valor
e do capital
s e r i <:\ Pr u t o d,? uma
longas
~ uma
n~o
transformaç5es
realidade
só
dutos
de
históricas;
apenas
produ2ir
r1-
social
que,
valor-de-uso,
trabalhos
privados
portanto,
mas
e
o valor
segundo
Marx,
produ2i-lo
da
mercadoria
se maniFesta
para
outros,
na
dar
e autônomos,
sj.If.(~!7)
um
(38)
valor-de-uso·'.
merc8doria,
trabalho
porque
dade
restaria
humano
nele
abstrato.
da
Caso
Como
ainda
abstrato.
está
medir
'substincia
etc.".(39)
~ determinado
a grandeza
de uso
ter
produzida
sido
para
materiali2ado,
do seu
valor?
de valor'
de trabalho,
tempo
de esta
do valor
de
uma
com
Assim:
criadora
Assim,
pelo
o fato
corporificado,
e o tempo
dia
se prescindisse
Marx,
por
fraçUas
o valor
de trabalho
nele
trabalho
Por
meio
contida,
do tempo,
de troca
socialmente
das
da
humano
quanti-
o trabalho.
como
hora,
mercadori8s
necessário
~ sua
Como
lizado
a mercadoria
nas mercadorias
trabalho
concreto,
também
que representa
b81ho,
ou seja,
mão
balho
humano.
Por outro
c .", (41.)
a heterogeneidade
trabalho
sejam
em
concreto
trabalho
troca,
portanto,
altera
das mercadorias.
quando
trabalho
abstrato
Marx,
assume
o circuito
,
.-.... j·l•
t
.
,
'~;e
expande,
que todos
simples.
de Ricaros tipos
de
(42)
car~ter,
de trabalho
Marx,
tem-se
quando
Marx
do
fala
trabalho
nio
afeta
requerido
atinge
o valor
para
Arl
ts»:>
da produtividade
quando
de
a produçio
do
segundo
trabalho
A, •• Co ••
'··I",.;;.i.!TI,
e o valor
.. J. n·1 ".::,",.:...i. I o
(I..
!
!...•
(7.
a trans10rmaç~0
do dinheiro
- Mercadoria
em dinheiro;
aumenta
concreto
a quantidade,
ocorre
de circulaçio
o
uma mercadoria
de
tem-se
o
de troca.
no capitalismo
A forma
se avalia
o trabalho
a mercadoria
Dinheiro
qw:~ e reconvertida
so ,
segundo
e o valor
em capital.
D
m0~cu-
a exemplo
a produtividade
e na inversa
se encara
nheiro
ql.le
Mas
qualitativo,
Para
cérebro,
(44)
Portanto,
uso;
de tra-
Assim:
que n e la se aplic<.'\."
aspecto
humana
à produtividade
sempre
representa
a rnuaança na produtividade
o tempo
da quantidade,
pelo
trabalho
o
o , é ~;:i.mple<:;m~~nt:et ra-:
reconhece,
e prop5e
de
Tem-se
e
de for~a
produtivo
tem um duplo
abstrato.(43)
pois
direta
pelo
re~ere-se
e ~til;
Marx
materia-
car~ter.
particular
d('i!~::.~:;e moc
do trabalho
o trabalho
produtividade
que}
lado,
avaliados
Como
o
et
humano
o trabalho
um duplo
o disp&ndio
o "dispindio
nf:":'·V(JS,
do,
possui
apenas
los,
valores,
que ~ diverso,
~til,
trato,
tem dois
come
capital
-Dinheiro'CD-M-D'),
sendo
c: Qn
~-!•. "(',
\1(-:., "- .i... \ o
só que o dinheiro,
de magnitude,
do di-
valoriza-se.
.~
1::. m
neste
proces-
Assim,
primei-
ro
há um processo
mo sobre
Oi..\
o valor
maís+val
começar
de compra
primitivo,
de valor
prOCESSO,
come
todo
capital
do capital
nio tem
Mas
explicar
como
de troca
forma~io
do dinheiro
..tem
lentes,
suidor
e
cadoria
quer
das,
recomeça
Desse
de obter
modo,
lucros
O
excedente
adiantado
novamente
o objetIVO
e, neste
mesmo
do ~apio
sentido,
a geraçio
do valor
equivalentes?
excedente
Para
Marx,
se
no
a trans-
em capital:
sio pagas
valor
deve
a propriedade
seja
E o pOSSUidor
especial:
o
au-
limites.
pelo
pois
seu
valor.
de SEU valor-de-uso
como
do consumo
realmente
de
equiva-
A mudança
só po-
de uma mercadoria,
nosso
pos-
de descobrir,
me rc a do r a a c
encarnar
~ a capacidade
se trocam
no
con-
de ser
de dinheiro
o !TI!J r' a d ::1
de seu
ter a felicidade
peculiar,
C
tal,
rc u r ac ãc , no me r c a do , uma
consumi-la
portanto.
lho".
extrair
í
aumentado
trocados
originar-se
cJ:::"t c
uso possua
de valor
por't a n t o d e o C o r r E~1" co m ::":"(!TIE": 1" C a r.io r' :i. l"
de dinheiro
s+er a
que
sio
as mercadorias
Para
de venda.
o capital
D - M, mas nio em seu valor,
ato
de portanto
sumo.
por Marx
Assim,
adiantado.
processo
processo
primeiro
o prOCESSO.
e o capital
é o infindável
movimento
é chamado
processo
ia ..
novamente
menta
e um posterior
fonte
dentro
u Jo
··/aJ.or·-d(~····
de valor.
de modo
c r aa r
trabalho,
da
va lor ,
encontra
no mercado
essa
mer-
trabalho
ou a for,a
de traba-
(46)
a ocorr&ncia
tais
como
de algumas
a existincia
condiç5es
historicamente
do trabalhador
livre.
Livre
determinano senti17
do
de dispor
da sua
determinado,
cessJrios
ta,
ap6s
da sua
força
cialmente
seria
Marx,
tinguiria
de treinamento
o valor
desta
lhador
lho
gera
Res-
.,,.,.
,
de sooreVlvenC18,
da força
tempo
(47) Para
dos meios
que, portanto,
de
Marx,
de trabalhoi
mercadoTlas;
da força
50-
de subsistin-
da força
e moral
traba-
trabalho
de
e reproduçio.
de
dis-
bem como
trabalho
os
comporiam
ci chamada
por H~rx
da jornada
valor
a qual
de tempo
que ultrapassa
excedente,
Marx
durante
mais-valia,
cria
a teoria
o trabade traba-
este
~
tempo
chamada
da eXPloraçio
e
de
da
de trabalho.
em
capital
constante
rias-primas
cesse
pelo
de trabalho
Assim,
excedente.
Em termos
fato
o valor
das outras
da jornada
e a parte
portanto,
la
ne-
especial.
o seu valor
necessJrio,
força
de producio
da explora~lo
reproduz
trabalho
por um tempo
e reproduçio.
10nte
do valor
ou educaçio
mercadoria
parte
A
Jnica
histórico
de trabalho
custos
Teoria
dos meios
~ produç~o
determinante
um elemento
a força
como
determinado
necessJrio
o Jnico
tamb~m
vendi-la
ou ~ sua produçio
~ sua produçio
de trabalho
haveria
1.2.2.
expropriado
ele ~ determinado
necessJrio
cia nio seria
para
de trabalho.
como
Segundo
o tempo
ter sido
ao trabalhador,
Mas
lho?
de trabalho
~ sua subsistincia
portanto,
a venda
força
~
constante
formado
por
e materiais
de estas
de
de valor,
mercadorias
produ~io,
segundo
Marx,
o capital
CC) e capital
variável
instrumentos,
máqUinas,
acessórios.
nio criarem
mas simplesmente
O termo
valor
<V).
transferir
o
capital
~ ,
mat.e-
prédios,
constante
novo
dividir-se-
deve-'se ao
durante
seus
o
valores
proao
18
produto
final.
Assim,
trabalho
morto,
pretérito
prio
de valor
equivalente
e, além
que pode
transforma-se
variáve"l."
variar,
for,a
de produ~io
expressio
balho,
pela
em
duas
para
mais-valia
relaçio
trabalho
o prda mais-
do capital
em
magnitude
o produto
sociais,
sociais
do capital
passa,
básicas:
divididos
produtos
processo
o valor
dos
fabricados.
a MV, a taxa
de
mais-valia,
de trabalho
pelo
de tempo
cap1de I::ra-
necessário.
em diversas
lucro
social,
ao
transferindo
excedente/trabalho
da terra,
renda
valor
ou, em termos
juro,
classes
partes:
comercial,
que em Ricardo
t
impostos,
era
uc r o
di-
dividido
em Marx,
a ser repartido
entre
trabalhadores
e capitalistas,
sendo
em várias
fra~5es,
de acordo
com a natu-
emprega~o.
faz distin~io
sarnento do dia de trabalho,
contraç~o
MV/V
dividir-se-ia
Jltimos
alteraçio
parte
constante
da for~a
mais-valia
Marx
da
05
igual
de explora~io
Assim,
classes
Estes
reza
etc.
tris
a
rela~io
'-I S t r :l. a "1 ,
Zlmos
Reproduz
Esta
ao acrescentar
com sua atividade,
dada pela
A
i nd
de magnitude
t rab a Lho , ao
(;'2
um excedente,
ou menor.
um
lado:
de produç5o.
proporciona
ser maior
utilizados
do grau
seria
,
disso,
de trabalho,
acaba
Sendo
t: a "I.
no processo
como
(40)
produçio.
meios
Por outro
í
continuamente
A
~e
e passado.
í
muda
valia,
é considerado
constante
cio c ao t a I c onver t c a em Po r ••
:::!\
"A r;'.Rl"t:e
contr~rio,
o capital
do tempo
na relaçio
entre
e de mais-valia
de trabalho
quantitativa
t es eia jcn·nada d e tr·abalho."
mais-valia
(49)
relativa
necessário
entre
absoluta
ambas
e
mais-
a decorrente
e da correspondente
as partes
componen-
A
mais-valia
prolongamento
da
jornada
formal
do
trabalho
Estado
de
uma
P C) r' I::a fi to,
relativa
ganha
força
mento
limita~io
mais-v~lia
o valor
dutividade
nos
nas
valia
relativa
I:~
da força
real
do trabalho
geral
de mais-valia.
formula
F'B.I-;-:\
uma
,f
de trabalho.
Mesmo
:i. '.':..- va 1 i <";1.
.:;;"
(!5(';)
Tanto
e
que c au-
•
cujos
produtos
o aumento
da pro-
constante
utlli-
os bens
consumidos
pelos
relativ~.
que
Assim
a mais-
especificamente
(~\~mCln~;
t 1- ,3.
a
capita-
a eleva~~o
da mais-valia
ccntyibuem
para
lei da pcpula~io
eLevar
distinta
.
<;; U..J
,
r.r
e ~i.r;: i;. (J
abso-
a
taxa
de seus
con-
el e , com o Pl-091-e~:;'so
da ac umut ac ào de c:i~.p:i.t<·:l.l,
relativa
uma popula~io
de reserva,
que tem
em relaç~o
a funçio
í
do capital
l:t ml. t
e sempre
*~~5
ao capital,
sl..lp~rflua, excedente,
pronto
geran-
um excircito
de proporcionar
..o m<3.i:
~~I-i <3.1 h uman o a sel-v c I:;) das
d en t emen t.:;: ti os
valor
o ~apital
de proriuçio
í
:'
econ6micos
relativa
superpopula,io
portanto,
p en
ITi<:\
do
e necessarlO
a mais-valia
S;()C:i. a
da mais-valia
expansio
pelo
:i.mpondo,
jornada,
os ramos
um modo
ao capital.
como
de
o
subordina~~o
o barateamento
que produzem
aumenta
aç (5i,~':5
luta
industrial
a
P 1- o d 1,.1. ç i.i o (~e
.3.
ocorre
que ~ornecem
econ8micos
<1'::; C ornb in
uma
da
realizar-se,
atinja
requer
1h o
cria-se
t 1- a b a 1 h o ,
e, para
tamb~m
Marx
na duraçio
relativa
ind~strias
ramos
trahalhadores
e reflete
com
importincia.
da produtividade
zado
legal
de
portanto,
Mas, com o estabelecLmento
ao capital.
de trabalho
determinam
ne concretiza,
de trabalho
um ci 1..1 .• n 01- m'':l. '1 ,.
Na
da
absoluta
1'1 e c e ss
para
í.
cl ;.;\ô 12~;; v,~ l°:i. :::í. v e i. .;:;
ser explorado,
inde-
d (:J ve rd ::1d e J.l-Oa n c r emen t: o d a po!='
J••\ 1 <~Ç:2(O"
.
Marx
ria~~o
critica
da populaç~o
do
assumida
a pogiç~c
absoluta
capital
por Ricardo.
to
da ativa
industrial
regulam
Para
exclusivamente
reserva,
Assim,
as
rases
:i. nd u':;;t
induz
1-
i a '1
tanto
qu.e
o incremento
Marx,
a oferta
o próprio
como
trabalho,
aumenta
também
t r o duz arem
:Ln OV,lÇ é:í~::s
portanto,
Ricardo
e pela
teoria
importincia
ao papel
durante
a obra
toda
i: '2C
cl~ssica
').:i.
se referir
periódicas
do
de acordo
com
do exército
r-.
concol-,(E~nC:1.<7\
I
,.~"
.
e x :I. f;) e n c ~.<:l.~;
de regu-
Ao mesmo
aumenta
a ijemanda
pcr~ue,
tempo
por
ao se in-
b f:: i- ;.;I.lfl····:3e
ou exp u '1. ~::.,·:\m·"·:::·8 t: I" ;.3.....
a relaçio
entre
in-
às
por trabalho.
dos sindicatos.
para
via
ou
do ex~rcito
A pressio
de trabalho,
I
pela
do ex6rci-
tem a capacidade
de capital
no").
Ó9 :!. c. :-3.1:.
1u.-ri :i. ve
e><igências.
capital
a oferta
inverte
flutua
a sujeitarem-se
a demanda
da acumulaçio
relativa
de trabalho,
suas
~
de reserva
~s mudanças
econBmicos.
a moderarem
va-
em relaçio
regulados
e contraçio
relativa
empregados
a
em que é absorvida
extensio
no mercado
ou, entio,
lar
variaçio
expansio
dos ciclos
de reserva
Para
pela
e pela
sio
industrial
correspondentes
os trabalhadores
do capital
trabalhadora
os sal~rios
a superpopulaçio
periódicas
a qual
:i. n c
o ex~rcito
pela
segundo
os
Marx,
(empregados),
de reserva
de
da classe
regularia
en t r e
ex~rcito
ci~ssica,
direta
sal~rios
estabelecida
e tamanho
Ele os cita
ao papel
deles
apenas
numa
per
da popu-
uma
vez
a~io
con-
junta
de
empregados
superpopula~io
relativa
acordo
De
para
centraçio
que
t:(nur~. d e
como
dessa
de produ~io
A
do
pequenos
tingue
ção
do".
c en
capitalista
tais
o desenvolvimento
ap ít a l .
do anterior
da ma~sa
a
dos capitais
de
"ac umui ac ão
de capitalistas
grandes.
porque
riqueza
con-
aume n t :•. <:\
individuais
,. ::;.
e><pI" op r I :,:l.ç ~{(J
de muito$
Este
processo
pressupôe
que já existem
con-
(56)
a transformação
caPltals
A
na conversio
C r:\p :i. !: ;-;.1 e sp I:~'1 h ,1 r' :1. ,1
[concentração]
na repartição
I~S~>:j.ITi,
capitalismo
do
capitalistas".
capitalista,
em poucos
constante
nas mãos
cf o
(55)
do capital.
e centrali2a~io
especificamente
t i" a"). i i.'!:8.Ç ã':J
a prsssilio da
de trabalho.
e que tem $ua origem
riqueza
pelo
se
apenas
e estio
capl01S-
altera-
funcicnan-
<::;7)
1.2.4. Tendincia
taxa
A
t.: ,lei o,
sendo
capitalismo
relativos
em
composição
lho,
capital
diminuir
do capital
a ampliaçio
m8.:Lf;;·"·vl·:l.1i.::"!\ (~m c
concentraçio
todos
a concentra~io
para
o mercado
com Marx,
re'Fletiria
funciona
sobre
e centralizaçio
1.2.3. Concentraçio
tenderia
e desempregados
de
como
lucro
~ calculada
expressa
pela
faz
que o capital
com
relação
orginica
segundo
e traria
à queda na taxa de lucro
relaçio
ao capital
do capital
a moderna
todo
MV/(C+V).
vari~vel
constante;
a queda
decresça
aSSlm,
- refletiria
na taxa
o capital
adian-
O desenvolvimento
CC/V) - ou relação
Macroeconomia
conseqUincia
sobre
em
do
termos
o aumento
da
capital/trabaesta
.,."
.
tenC:I,~nc:(.a
"'
de lucro:
o r.:.
o
I.•.
esse
em
relaçio
de
mais-valia
ao variável
Em outras
quantidade
valor
que
palavras,
o mesmo
em virtude
se desenvolvem
consome
de meios
constante
d&ncia
dentro
·3Up
cair,
nolcigicas
ero.
de
pois
o
~io
dos
pode
capitalistas
nio
de
e superior
maior
ou da economia
e de uma
perdura
taxa
A
t e n-:
~ portanto
ape-
do trabalho
tecnoldgicas
de uma
pela
busca
um
a vantagem
de lucro
superior
a inova~io
nio
um
tec-
superlu-
inferior
Assim,
enquanto
de
inovaç5e$
obtém
no
incessan-
obtençio
introduz
a um pre~o
ao individual.
de
um capi.
social
no mercado
sua mercadoria
fixo
€:i )
inovaç5es
que
em-
de tempo,
em suma,
.: 5
individuai~,
generali~adas
mobiliza,
de lucro
••
de
peculiares
de valor.
resultam
individual
a mesma
de capital
da prOdutividade
As inova,5es
vender
de um lucro
setor
geral
da introduçio
capitalista
ainda
mercado
da taxa
aumento
parte.
parte
er luc r· o .
de máquinas,
vez maior
produtivo.
por
espaço
o d I•• l t i v i d <":l. d e ~;;o c :i. a 1 d o t r <:1. b <:I. 1h (J •
em
te,
Mo mesmo
com magnitude
o crescente
processo
capitalista.
e auxiliares.
para
capital.
variável
Ue produç~o
de matérias-primas
gradual,
~iJ\- (~ S '::i o d '";\. P r
da produçio
cada
pelo
por capital
dos métodos
de trabalho,
conseqU&ncia
de trabalhadores.
obtida
produtivamente.
esp~cie,
tal
de trabalho,
ter por
do trabalho
n~mero
c 01"1 .•:;.I: an t t"!::.
do capital
necessariamente
de exploraçio
de força
crescente
deve
progressivo
ou o grau
determinado,
toda
aumento
ao preço
na ooten~ m~dia
do
se estencler
aos concorrentes.
A lei da
nifesta
to
como
absoluto
queda
tendincia
da massa
na taxa
de lucro,
e é perfeitamente
de mais-valia
segundo
Marx,
compatível
ou lucro
e com
com
o
~,e ma'··
o aumen-
crescimento
,
"J'"7~
{
do
nível
de emprego.
Mas
existem
contratendincias,
que podem
feste,
tais
como:
aumente
duç~o
dos
sal~rios,
c ons t an t e ,
1.2.5.
a participaçio
ser
avaliada
valor
relaçio
adicionado
de
lucro
de
lucro
pode
te,
com
teso
Como,
taxas
do
eu
lei se mani-
do trabalho,
re-
do
capital
e
aumento
exterior
Teoria
implica
analisa
utiliza
a tendência
Ricardo),
teoricamente
Marx,
da parcela
enquanto
o
de
pela
~luxo
~ queda
da
como
na
taxa
empiricamenOU
declinan-
da produti-
crescente
(MV/V) aumen-
de mai~-valia
~
da
declinante
ascendentes
do trabalho
lucros
valor
como
abstraindo-se
deve
mensura~iD
vari~veis
que a tendincia
que a taxa
dos
a tendincia
o desenvolvimento
que para
A
avaliar
tanto
distributl-
adicionado
MV/(MV+V).
constantes,
deduzir
no valor
quociente
de mais-valia
faz com
termos
e a participaç~o
Ressalta-se
Marx,
em
V/(MV+V),
tanto
trabalho
~ de
Marx,
verificar-se,
segundo
pode-se
dênc :í.<l~:;.,
1.3.
da
elementos
comércio
de trabalho
Marx
MV/(C+V),
de estoGue.
oposta
dos
para
da renda
J~ quando
fluxo.
de
pelo
funcional
variJveis
te,
preços
que,
tia força
pela
distribuiç~o
vidade
de exploraç~o
relativa,
presumir
vos,
taxa
nos
o e1eito
lei,
de renda
Distribui~;o
6tica
baixa
que
i
contr~rios
em aç5es.
Pode-se
no
impedir
do grau
superpopulaçio
do capital
fatores
as
contraten-
declinar
a parcela
dos
lucros
ou Teoria
Weocl~ssica
(posi~Ho
tende
a ele-
Neoclissica
A Escola
Marginalista
visava
a se
·':)l1.
I...,
contrapor
sistema
~ teoria do valor trabalho
capitalista
formulada
SegUindo
ciada
pelos
Senior
(1790-1864)
individualista
de Jean Baptiste-Sa~
e Frederic
Bastiat
e utilitarista
1n1-
(1801-1850',
formulada
sd ganhou
nos
consis-
.". .
t: en
c 1. (;1.
da
cadas
,cti os
na d~cada de 70
e conom i...
"'I,
dê;'
Como
acadêmicos
de
a
do mesmo s~cul0.
(.\
111" ed
atrav~s
1.3.1. Abordagem
A
processo
como
presen~a
constituído
As famílias
du~io
e
lizam
os
meio~
~ue di-
a avaliamas sim a
da economia.
como
Supondo
o processo
básicas:
propriet~rias
dos bens e servi~os
fatores de produ~io
esse processo
do valor
tem uma visio microeconBmlca
do Estado,
sio encaradas
nais. Assim,
da abordagem,
a um autor especi1ico,
por duas unidades
consumidoras
nos
livros-textos,
e a teoria SUbjetiva
neocl~ssica
de funcionamento
e sem a
neo-
aceita e estabeleci~a.
microecon8mica
teoria
da teoria
está disseminada
de in0meros
çio desta teoria nio se prender~
uma visio geral comumente
síntese
l"i,:\ ·•.. sh a '11 .
teoria neoclássica
ocidentais
A
ferem entre si na forma e nio na essência
chada
ao
(1767-1832),
do s~culo XIX, a teoria neocl~ssica
princípios
contundente
por Karl Marx e pelos socialistas.
a tradi~io
trabalhos
e ~ critica
e produzem
uma economia
econ6mico
~
do
fevisto
a família e a firma.
dos ~atores de pro-
finais. Ao firmas utios bens e serviços
gera um fluxo circular
~i-
entre as unida-
des
b~sicas,
no
qua1
a receita
en ,
c on sumí d o r
iguais
que se divide
mesmo
de vida
Assim.
n6mico
esta
elimina
presente
a esfera
produtores
da circulaçio,
e conflitos
~
de
do funcionamento
e Ricardo;
e consumidores.
antagonismos
igual
real,
renda
dos
produ~~o
famílias.
da sociedade
de Marx
e um fluxo
que os custos
concep,io
a divisio
nas obras
loca para
tempo
das
monet~rio
é exatamente
dos negócios
ao
ao custo
em um fluxo
Com
ou seja,
de classes
eco-
sociais,
tio
em classes
portanto,
isto,
do processo
a quest~o
para
se des-
as relaç6es
as idéias
de
entre
contradi,aes.
sio substituídas
pela
de flar-
mon í.a soc ía l .
o
objeto
da economia
visa,
estudo
ria alocaçio
de recursos
escassos
manas
diversificadas,
seja,
os meios
satisfaçam
as
disponíveis
categorias:
nados
bem;
resultado
qualquer
e capital.
atividade
produtiva
os fatores
forma
de
sal~rio
força
de trabalho
cl~ssica
o capital
ou lucro.
e a terra
05 recursos,
Assim,
elemento
sio também
e serviços
como
ou
que
limjtedos
e
sio classificados
Eles
pode
f:,ilt;':Jl"e'!i;
de Pl"ortuçíRoentl",:\1iI
era o ~nico
hu-
a produçio
(.;:m qu.(~ d:i.ff:l"(-2I1t:es
renda,
~s necesnidades
de bens
de produçio
para
entre
ao
sio tidos
vari~vei$
da combinaçio
concepçio,
e ilimitadas.
humanas,
trabalho
esta
face
a produçio
ou fatores
terra,
em proporç5es
assim,
para
necessidades
05 recursos
tris
insaci~veis
segundo
podem
de um
ser
ser combideterminado
resumida
de produç5o.
Ii(J
em
Na
como
o
medid~
pr·(:)Ce-1:;".:;O
Pi"Cldul:i····
enquanto
produtivo,
considerados
para
Marx
na teorla
a
neo-
produtivos.
A teoria
Enquanto,
de
para
valor
de valor
a
pois
neocl~ssica
Marx
de troca
passa
das
o próprio
d~s
a teoria
valor
mercadorias,
neocl~ssica
a utilidade
°
e Ricardo,
a ser
teoria
adota
na
valor
cria
uma
mercadorias
de
do valor
°
i
uso
teoria
ou sua
teoria
do
de
meio
material
n~ocl~ssica
de uso
varia
utilidade.
a
Fonte
utilidade.
valor
indivíduo
As-
subjetiva,
para
indiví-
duo.
As empresas
sumidores
tamento
A
objetivam
de procura
qUlflr
uma
presas
em ofertar
doria
e
opostas.
Qualquer
ou
camente
da
o
abaixo
pelo
flutuaçio
índice
SEU
1.3.2. Teoria
lhO,
um
dado
livre
nos
bem.
o ponto
de escassez
dos
das
de
curvas
de equilíbriO
porventura
do
o preço
de
ad-
das
em-
mercae
duas
corrigido
de
for,afi
tal
(excedente
seria
sistema
em
de oferta
existente,
de equilíbriO
de produto),
consumidores.
qualquer
destas
con-
o compor-
a disposi~io
Assim, o preço
do preço
Assim,
Assim,
os
do consumidor
de oferta,
funcionamento
preços.
enquanto
da utilidade.
do confronto
(escassez
lucros
a disPosi,io
desequilíbrio
acima
os
ao comportamento
e a curva
refletiria
de mercado
duto)
refletiria
o resultado
procura,
preço
a maximi2a,~e
mercadoria
seria
maximizar
i simitrico
da empresa
curva
buscam
como
de proautomatiatrav~s
de mercadO,
uma mercadoria
reflete
relativa.
dos sal~rios
o
sal~rio
i entendido
e neste
sentido
i determinado
como
um preço,
pela
oferta
o pre~o
e demanda
do
traba-
por
tra-
balho.
~-
c/
A
que
o mercado
acréscimo
gado
aumentar~
iguale
trabalho
se dá pela
comparaçHo
1.3.3.
Teoria
dada
pela
produto
deve
reparti~io
do
explica
os
mam),
t
neos
sem
conhecida
pital.(60)
lucros
(juros
ou produtos
vari~vel
como
por
de trahal.lo
o sacrirício
de compra
que
ou seja,
propi-
o
rela~io
direta
entre
a curto
prazo,
seria
é decrescente,
Como
o
e a remuneraçio
marginal,
~
a remuneraçao
que se
com
alguns
faz
~ator
dO
préviO
do
o rendimento
na adiçio
seu
autores
de uma
~ produtividade
trabalho,
unidade
marginal
do
o cha-
heterogi-
Esta
polêmica
Picou
sobre
a teoria
do ca-
o sal~rio.
elementar
do
capital
neocl~fisico~
de capitais
valor.
~ teoria
da procuti-
marginal
de Cambridge
do
freqUinCla
de mensuraçio
a prOdutividade
a Controvcirsia
igual
correspon-
decrescentes.
se a produtividade
mensurar
conhecimento
ou seja,
obter.
social,
~ impossibilidade
pois,
J~
de poder
empre-
e a demanda
entre
o
de renda
teórica
capital,
como
deve
A oferta
uma
que
declinante.
critica
impossível
o sal~rio
permite
do produto
fator
i quanto
do
lhe
ao produto
ser
Uma
vidade
em termos
em
trabalha~or
do trabalhador
rendimento~
corresponder
deve
~ltimo
lcostra
e sal~rios.
lei dos
neoclássica
parte
firmas,
atci o ponto
correlacionados.
da distribui,io
marginal
vari~vel
por
pelas
Os sal~rics
Há, por conseguinte,
trabalho
A
pelo
rio trabalho.
do emprego,
utilidades.
de
de emprego
ou seja,
e a recompensa
oriundo
oferta
5al~rio,
inversamente
trabalhar
sal~rio.
o nível
marginal
estio
exercitada
proporcionado
a seu
ao produto
ciar
de trabalho,
no produto
se
der
de
demanda
fator
ner~
na mar-
ao processo
trabalho.
de
Mas,
como
d decrescente,
a proctutividade
dos
sal~rios
remuneraçio
para
dos
A
fatores
teoria
concorrincia,
compatíveis
l~rios
nominais
como
de produçio
de renda
neocl~s5ica
o desemprego
l~rios
mas
que se viabilize
distribuiç~o
B
essa
gera
uma
ve<:~
,
estimula
1.,\11'1<:1.
um aumento
do emprego.
Como
corresponde
aos seus
produtos
~ tida
justa
entende
que,
~ eliminado
redu,io
reduçio
~ inferior
do salJrio
as vendas
as vendas
aumentam,
t eme n t e
~umenta-se
livre
~O~i
decrescente.
diminuiçio
~ diminuiçio
dos
saSa-
pr~ços,
dos sal~rios,
ela
A queda nos preços,
real.
e o aumento
d necessJria
de
da reduçio
marginal
implicariam
e eqUitati-
no sistema
atravds
com a produtividade
inferiores
como
a
nos
lucros.
uma produçio
o nível
de emprego,
neocl~ssica
admite
Na medida
maior,
em que
e conseqUen-
atd a absorç~o
de
toGos
os desempregados.
A teoria
tre
os fatores
produtividade
os
pelos
de cada
preços
mg do trabalhol
~.,
sao
fator
"
19UB1S,
preço
Segl"l.ndc
de lucros.
dos custos
de produçioi
,ja,
a
da
lucros.
participaç~o
pois
toda
assim,
Desta
mg
do capitall
ec;u:i.'J.:í.br·io
normais
a distribui,io
de cada
divi~ido
do capital
corresponde
nos preços
forma.
relativa
renda
de produçJo
.
iii:rti
ocorrincia
haveria
do comportamento
ou seJa,
- produtividade
do trabalho
nio
en-
',1 '
equl.l-
marginais
respectivos
produtividade
o que dependerJ
sUbstituiçio
marginal
produtos
seus
preço
de produçio,
a perfeita
fator
ao
dan mercadoriaG
de renda,
de produçffo no
ou sevalor
adicionado,
nal
ç~o
fica
e do preço
de cada
dida
pela
medida
mixima
via
por
exemplo
dos
ao
que
fixaçio
monop61ios,
etc.,
dos
dos
fatores
de produçio
gerando
desemprego
Isto
maiores
nacional
z
(6~~)
i... ·'
estas
algumas
a oferta
a
líquido
menor
Ke~nes
recurso
e
e,
neO-
e
Assim:
ti ~~
o
'1""e
s t r' :i. t o
é
cu desempregadas,
alternativos.
pre~os
de renda.
de
mercado
da economia,
menor.
~;;e u
de
~e
a participaçio
total
E~m
o~ertas
A teoria
alterar
e produçio
sindi-
e a demanda,
de produçio.
podem
(lo Estado,
nas
as regras
em
de produ-
a organizaç~o
no produto
unidades
em usos
condurr
1.4. John Ma~nard
restri,ôes
fatores
restri,ôes
entre
ga-
de equilíbrio
os
como
d E~ e mp r' E~9 o d o r €-~c:u r s o
emprego
diferenças
duto
í
í v e "l
deixando
ou procurando
instin-
do mercado
intervençio
ferem
fatores
relativa
diminuído,
bem
de deseqUilíbrios
desemprego
n
qualquer
de preços,
Gue
•• [I
margi-
da contribui-
Em ~ltima
o ponto
de todos
salarial,
admite
acabam
ou seja,
funcionamento
emprego
clissica
sempre
do produto
total.
atinge-se
entendem
ou
à gera~io
p(H·tanto,
de produç~o,
que o livre
política
manipula,io
levam
em
e o pleno
Os neoclissicos
a,~o
ctependeri
no produto
eficiincia,
çio.
recursos,
pois
capital-trabalho·'.(62)
os mercados
cal,
fator
de produ~io
relaçio
a
todos
de cada
fator
Na
rante
indeterminada,
diferenciais
Ao mesmo
do
que
tempo,
a economia
para
conduz
o
recur~c
para
é capaz
de
um
e
pro-
produ-
forma
que
de
interpretaç~o
viria
a
constituir-se,
questionava
at~
entio
teoria
do mecanismo
nos
incorporava
acadêmicos,
efetiva,
multiplicador
influência
na
1.4.1. Teoria
tos
com
to.
(6!:.'j)
bens
e pelo
que o nível
o
em
relaç~o
lncertezas
corrente
(64)
economia
monetária.
no c~lculo
acabando
econBmico
por
ter
grande
de economistas.
próprio
nível
ocorre
que
aumenta,
de
investimento
~ efic~cia
pela
decomposta
entre
de moeda
oferta
com
bens
gue
real
privado
marginal
e pela
mo'!!:rt-
o
consumo
n\'2·:::.f;:
o nível
de
€~
emprego,
se eleve.
do capital.
especulaç50
aumenta,
~ determinado
transaç~o,
gas-
:i. n './E~·::·.ti
de
menor.
se aumente
demanda
os
pela
real
proporçio
tamb~m
entre
pe-
agregado.
a renda
numa
~ determinada
~ decomposta
de rendimento
para
os motivos
para
efetiva
quandO
investimento
agregada
~ determinado
porim
necess~rio,
real
e os gastos
agregado
termlnade
demanda
a renda
consumo
também
é
nova
outros.
de uma
gera~~o
A demanda
de consumo
Mas
s en t a do ,
Ke~nes.
efetiva.
o
sumir
da nova
numa
neocl~ssicos,
investimento,
da economia.
da demanda efetiva
Segundo
demanda
de entio.
e, entre
e as
do
forma~~o
funcionamento
a concepç~o
as expectativas
e o efeito
la
a partir
os pressupostos
meios
da demanda
de
pela
A taxa
de moeda,
precaut~o
pressup5e,
taxa
de
de Juros
sendo
juros
J de-
01tima
esta
e especulac~o.
em si
mesma,
a
A
uti-
lizacio
de moeda
va de valor,
demanda
em funcio
fun,io
de moeda
para
conseqUentemente,
e a producio
esta
agregada
pelos
ignorada
do capital,
esperados
1.4.2. Crítica
~ teoria
Ke~nes,
t"
_erla
I'
o
"1"
.t .
ao seu custo
dois
a teoria
Como
de juro~
o nível
a
e,
de emprego
instáveis.
da venda
neoclissica
a taxa
privado,
marginal
em rela~io
'\"
neOCaaSSlCOS
re91
de reser-
neoclássica.
ci inst~vel,
tambcim a ser
bem de capital
de servir
teoria
passam
rendimentos
Segundo
pela
especula~5o
o investimento
A eficácia
nada
ria sua propriedade
por sua vez,
ci determi-
da procuç~o
ae um novo
de rroducio.
dos salirios
dos salJrios
formulada
pelos
postu1ados:
é igual
salário
ao produto
marginal
t: \"''·;.t:l a····
~o
lho.
11. A utilidade
nado
volume
o
ITI ~'\ Q ....d
Ke~nes
Para
e
concorda
Ke~nes,
dores
teriam
que
minaI
0$
implícito
o autor,
trabalhadores
"OI"
bra
se g i.J. n do, o
condiç5es
ao inv~s
a,
de dJvida,
postulado
I;) 1-
representa
:i. 1'1C
com o primeiro
está
segundo
em
o
quando
se emprega
é igual \ desutilidade
de trabalho,
primeiro
e .-o b r' a
do salário,
os seus
tendem
de um mínimo
a exigir
de salirio
a experiincia
comum
que, em vez de mera
o segundo.
sal~rios
na pr~tica,
um mínimo
real.
possibilidade,
remjs,
na medida
de sal~rio
Nas palavras
ensina-nos,
•
que os trabalha-
próprios
isto nia se verifica
da
m Ho ....
cI e ....
o iJ r ,01.
mas rejeita
postulado
desse
de demanda
i. p i o d a o f e 1° t a d e
no segundo
de fixar
maroinal
a funçio
postulado,
determi-
sem
no-
de Ke~-
a menor
a situaçio
somem
que
a m~o-de-obra
nom n a l ,
í
bem
que
sal~rio
estipula
em vez
um sal~rio
de
o trabalhador
n50
nominal,
uma a").t <3. d e
pr
(dentro
sal~rios
costuma
reais
nominais
ao
geral
cone 1 u
. ,
~:;~\\
1a r
os
í
.
]. o s
dos
caso normal.
o
a uma
o trabalho
existente
No caso
variam
reduç~o
no mesmo
do seu
ao se verificar
(67;'
entre
as
de um g~nero
seriam
mudanças
indu~trial,
~á em re!ac:io
sentido.
os movimentos
disposto
e quando
que sobem.
a baixa
dos
constituem,
reais
Esta
de J.G.Dunlop
opostos.
tratamento
adequado
1936,
ao
s~rie
de elementos
inv~s
direta
aos
de ser
entre
de
Ke~nes
uma
fatos
as varia~6es
de
do maior
nota
a
dos
sa-
1i9a-
se mostre
o emprego
retorno
de-
d:i.i'íI:i.nf..l.:i..··
criticada
por
de
reformulada,
nas
marginal
que a teoria
seja
um
a crescer
de L.Tarshi~
e prop5e
em
fenBmenos
qua~do
(:>I"OClu.ç:í1G!
foi
que,
e a elevaç~o
inevitavelmente,
investigac:io.
neocl~sfiica
fato
baixam,
o trabalhador
sal~rio
de Ke~nes
rejeitada,
para
A teoria
em~ora
~m vlrtude
e por
ao
diferentes,
de c.":\p:i.tal
qu.'\l.ndo
1938
nominais
nominais
pois,
tendem,
proPosi,io
de
se deve
motivos
reduç5es
circunstincias,
del:.::,:rminado
(;;:~;;t.:OqU'2
Isso
por
a aceitar
os salários
salários
do emprego,
os sal~rios
,50
e nominais?
baixam,
reais
reaj~
mesmas
a rela~io
e reais
~ diminuiçio
mais
normalmente,
abandonar
de salários,
reais
período,
l~rios
constitui
um sal~rio
que
sal~rios
curto
limites)
e c o c cios b en s ríe c on sumo ~:;:::l.l a rí a :í. ~:~."
salários
nível
real,
resista,
seria
nos
de certos
um
1939.
(ÔU)
artigo
A par-
formulada
sugerihdc
em
uma
(69)
presumia
do sal~rio
a existência
nominal
de uma
e real
e,
reIana me-
33
dida
em
que se garantisse
economia
tenderia
teoria,
o desemprego
mercado
que tornam
sim,
uma
atua~io
decorre
social
estranhos
do
prática,
integrante
institucional
ambos,
da demanda
e,
reais
portanto,
Conseqlientemente,
de
a
produç;o
c un s t ân
reduç~o
c ias,
proposi~io
e, portanto,
e ~
a
elementos
neoclissica.
nio podem
r i.da como
A outra,
de ordem
u.m
teórica,
sal~rios.
dos
sal~rio
ser
real
Pa-
decorrem,
(70)
faz ~ teorie
na mesma
proporç~o
que os sal~rios
permanecem
reais
constantes,
para
efetiva
laoo,
salários
Ke~nes
nominais
Segundo
de estimular
~
a fioluçio para
destes
da imobilidade
nio há incentivo
e o emprego.
trabal}listas
Portanto,
mas o próprio
a demanda
dos
~ atribuída
a esta
que Ke~nes
por outro
desemprego
as-
do mercado.
alteraç~o.
diminuem
com
criando,
ao
que os filndicatos
nio decorre
crítica
esta
inflexíveis.
'1 e 5.1 1.~
.., ::.I: a ç: ,HJ
'"'
,1
efetiva.
fazendo
os salirios
tam
C),
nio só o emprego,
que os preços
1TI:i.na:i.~,,
Se
1 ael
segundo
a
estranhos
sindic8tos
economia
e de difícil
Outra
por
di~
mercado,
de elementofi
na supress~o
criticas
da moderna
que o desemprego
ra Ke~nes,
estaria
do
Portanto.
pelo
Estado.
funcionamento
ou t 1"(;)
di~
pelo
faz duas
ordem
imóveis,
A culpa
desemprego
Ke~nes
emprego.
oligopólios,
imposta
ao livre
funcionamento
da atua~io
salarial.
dos monopólios,
eliminaçio
o pleno
os sal~rios
rigide2
legisla,io
parte
para
o livre
neocl~ssica
que os nalári015
permaneçam
e o nível
reconhece
n50
a
aumen-
produçio.
de emprego
a
no-
constantes.
os lucron
incrementar
afetar
i su-
conti-
posslbilidade
os salários
reais,
Ke~nes:
a produçio,
t~l
como
o sup5e
a
teoria
a
como
rios
pode
afetar
medlda
em
Assim.
o emprego
que se modificarem
insuficiincia
demanda
ativa
pode
a
da
do setor
do
demanda
consumir,
que
as camadas
privado
uma
propunha
menos
seria
através
uma
Neste
da eleva~.o
da política
demanda
de moeda,
a expantiio
csria
uma
reduçio
das
de juros
laria
o
investimento
investimento
tendia
ser
p~blico,
necessária
Neste
confere
aos
ponto
privado.
via
uma
conseguem
rio
nominal
determinar
poder
ser
opçio
p~blicas.
entende
o ~alário
negociado
co
como
que
passiva
entre
e
estimular
via
tributaçHo
sociais
de estimulo
ao gasto
em
que,
a partir
monetiria
No
limite,
do
pois,
as partes.
apesar
provo-
próprio
Ke~nes
investlmento
o papel
de
estimu-
como
que
os trabalhadores,
real,
o
econBmica
pode
ci através
explicar
da
gastos
da oferta
sociali2a~io
Ele
Mas.
e. conseqUentemente,
Outra
i conveniente
sindicatos.
nio
obras
nos
monetária.
dada
resultado
da
fiscal.
via
dos
Assim,
o Estado
Outra
reduçio
econBmica
de aumento
na
efetiva.
política
emprego.
da pOlítica
favorecidas.
taxas
uma
sentido,
política
privado.
política
através
através
de uma
sugere
do pleno
privado
se daria
e/ou
para
ele
setor
da
como
salá-
apenafi
da demanda
o desemprego
do
dos
e a produç~o
em decorr&ncia
e1etiva
a obtenç.o
do setor
a redu~io
os determinantes
explicar
laissez-faire.
Ke~nes
o emprego
privado.
que
para
aumentado
demanda
neocl~ssica.
a defesa
ser
procura
objetivando
teoria
geral,
positivamente
Ke~nes
a
regra
enPorma
Ke~nes
atrav~~;
ae o salá-
o salário
rEDl
decorre
nio sd do sal~rio
dos bens
salari8is.
terminaMos
minar
pelos
o
vaç~o
dos salários
de preços,
como
os
real.
mas
os preços
contratos,
sal~rio
diminuiçio
Como
nominal,
dos
Ke~nes
cita
reais,
dentro
e n~o atravis
neoclássica.
sindicatos
protegem
apenas
a possibilidade
aumento
bat er
o
de emprego,
i
desemprego
€~xpans:i.on:i.st
a,
que
uma
a
uma
deter-
via e1enominais,
nominais
que
ou seja,
a outros
emjora
os
grupos.
reconheçendo
conduzirem
remidio
monetirla
elevaç50
de
ele entende
relativos,
que o melhor
política
conduza
limites.
dos s81~rios
que Ke~nes,
julga
nio sio de-
a possibilidade
em relaç~o
nos sal~rios
de preço~
n&o conseguem
(74) Assim,
de trabalhadores
de reduç5es
no nível
sa18riais
de certos
os sal~rios
entende-se
do nível
inclusive
da reduçio
a teoria
de um grupo
bens
os trabalhadores
propunha
sal~rios
tameém
a um
para
com-
e/ou
d8 demanda
e{eti-
..
'''; :;"~
1.4.3.
DistribuiçKo
de renda
r::nt
E~nde-'se que a
aos estudos
bora
de distribuiçio
o autor
o u a c ao
I
'
se refira
renda.
r,
p r'
funcional
virias
entende-se
vezes
prazo,
sCocial
quando
me de capital
çio
que
aceita
real
as classes
a concepç50
existente,
do sal~rio
crescente
entre
em sua ohra
cCompatível
uma reduçio
prazo.
ao termo
nio trata
Em-
distri-
sociais
da distribuiç~o
(75) a nio ser
neocl~snica
de que,
Co empregCo sd pCode aumentar
e, conseqUentemente.
acarretaria
a longo
que esta
e, portantCo, Ke~nes
produto
~a renda
e s t 1:'_
com a produtividade
com Co aumento
na parcela
nos
salarial
dado
a
do
curto
o volu-
com uma
redu-
marginal
de-
lucros
(76),
e um aumento
o
na
par'c: fi: Ia
mente
d o~:;1.
u c: 1- (J ~f>. A ~:;
-:;;
i fi,
com a teoria
A
da distribuiçio
concentra~io
dos rlefeitos da sociedade
dactes sociais
pode
tica
tributária,
tica
de gastos
econ6mic<:\.(78)
O aumento
ser atenuado,
com ênfase
ser considerado
nal
da renda,
entendida
o autor
do capital.
como
Ricardo
uma taxa
ponto,
e Marx
compatível
ticipa~io
ficado
relativa
na revisio
nio
Ke~nes
sobre
tivasdos
sal~rios
proposi~io
~
como
um
~esigual-
atravis
da ~olie da poli-
secular
lucros
se pode
e do~
talvez
acerca
bre a participaçio
taxa
dos reflexos
pr~20
os ciclos
de opiniio
para
do capital
autor.
é perfeita-
ou constincia
da ~ar-
conforme
verl-
a partir
oesta
Portanto,
nada
a respeito
da posi~io
prazo,
parcelas
no valor
eco-
do capitalismo,
adicionado,
a longo
e,
entre
de Marx.
das
de
Tela-
adicionado.
mais
importante
da renda
seja
que a infla~io
das classes
da
deve
~ de aeclínio
de autor
decr~scimo
funcional
relativa
desta
marginal
a~irmar
~
esperada;
no valor
lucros
U,f1';:: :r.o-
do capital
aos desígnios
a contribui~io
distribui~~o
marginal
diferente
a obra
I".
'i'
a longo
há uma convergência
seja
de Ke~-
~ distribuiçio
que determinaria
com o aumento,
sobre
da teorla
da tendência
de lucro
da eficácia
dos
ligado
trata
os comportamentos,
Mas
relaçio
como
com relaçio
do processo
Mas a queda
mente
que há um ponto
o seu movimento
Neste
a causa
dan
progressivos,
A efic~cia
que a tendência
seria
embora
Ke~nes,
impostos
destacar
quando
marginal
n8micos.(79)
~ vista
mar-
sociais.
pode
prevê
segundo
nos
net:o
Ke~nes
na produtividade
pessoal
deve-se
ser
baseada
da distribuiçio
Mas
eficácia
H f..t n t : ',!( e ~:ln e ~:l c C) n c o r (j a ....
'a n a \';
)i. c ::\1•• _.
P :!i\ \•• <:\
sociais
de Ke~nes
atrav~s
ou defla~io
no produto.
d~
em
sua
tim soi~efite
a contribui~~o
mais
importante
de Ke~nes
~eu-se
atravcis de
r eun
variaçio
nos preços
classes
sociais,
distribuiç50
se d~ de ume
forma
constituindo-se,
desigual
portanto,
isto ci. no nível
ciedade
soas
na medida
e para
homem
nio
..........
outra.
Assim.
dos
para
variaçio
participaç5es
na ausência
minaI
dos
numa
re-
de
a opulêncie
bem como
de um sistema
juros
sio prefixadOS,
so-
de
um
em dinheiro.
da classe
social
de indexaçio.
ou até mesmo
afetam
e
~ire-
empresarIal,
atravci~~ da
indiretamente
das dívidas,
(1899-1970), em
geral-
e ali necessidade,
afetam
nio perfeito.
Kalec~i
a
e as despesas
ou deflaçio
Kalecki
Michel
para
qu<:;ndo
no produto
real
1 01" do
V ,!I
desigual.
medida
do Estado.
do valor
no
proporçilio uniforme.
a lnflaç~o
relativa
de compra,
de indexaç~o
Hichal
aqui
Ke~nes,
atrav~s
zaç5es
1.5.
Os ganhOS
e dos trabalhadores
no poder
seja
e nos ganhos,
prodUZ
a participaçio
rentistas
sistema
modificados
nos preços
:;t
s6 ~ importante
incidincia
as finalidades.
sio todos
uma para
tamente
num elemento
V.::.1 J.<: • .;.·;;·.O
dos pre~os,
em que sua
todas
uma altera~io
de
as diversas
de renda:
portanto.
nheiro.
entre
na
i(iOf:'.
juros
essas
e amorti-
em que o valor
na presença
de
noum
publicado
concep~io
sobre
volvida
cadas
em 1954, exp5e
o funcionamento
a partir
de uma s~rie
Teoria
pl-eç:CIS;
P \" :l.má·1" i os
a teoria
seriEm
I
á ve
KElecki
at6
:L~;
9undo,
adota
de·~::.en"'·
escritofi durante
de K;lecki,
pr'azo
a curto
í
pela
firma
tem
demanda
aos preços
vendas
se reduziriam
evitar
m~dia
dos custos
margem
- 1TI<\l,
com
todas
de preços
supostos.
indiretos
e os preços
dos
pro'-
de outras
das outras
diretos,
de lucro.
Assim,
relaçio
ao custo
as firmas,
por unidade
produzida
es-
tamb6m
permanecem
firmas
firmas,
quando
isso
o preço
j. n~o se torne
p
unit~rio
alta
~imi-
com
sucedetise
~Qm
por
as
outro
relaçHo
~
drasticam~nte
~
determinado
u,
é
demais.
custos
demasiado
tam~~m,
reduziria
re-:
c' m
produtos
já que se isso
baixo
,
:1.~-; C
de seus
se eleve
demasiado
direto
e ~:;'"c ;;;\ \/8
que fabricam
~ preciso
sio
::,·e··"
a média
que o preço
porquanto
uma
di-
capacidade
se torne
para
que os CustOH
haja
drasticamente.
que o preço
industriais
O primeiro,
em consideraçio
que evitar
relaçio
1::":\C! o ,
dois
leva
e os preços
A firma
da f1xa~io
em que ainaa
que os custos
diretos
de
capitalista,
sua
c lu s ve j:ll"oduto·:.;
{:l.l:i.m\'?nt:I:cl.Q·:
e mat~rias-primas)
o ponto
a
~1)
.
ín
determinados
teoria
(sal~rios
'.1
a
o s ac ab ad o s (i nd u.Si t j"' i ::'.:Ls r , f~\e1 o cu~.:·t
C) d e Fi I" Cid u.ç:iKo .
firma,
a
de preços
mat~l":i.ES·-Pr":Lm,:\·:.;,
ÔE~:;
Na
{t.
de ensaios
Dcabada
de pre~os
Segundo
ci 'li t
da economia
malS
de 30 e 40.
1.5.1.
os;
de maneira
preciso
pela
tomar
Se u aumenta.
p
pode
ser
mesma
aumentado
proporçio.
mente
expressas
proporcionalmente
Mas se ~ aumenta]
somente
menos
Dividindo-se
a fórmula
u. e simplificando-se.
:~: m +
p/u.
·Ii
que u,
o pre,o
o grau
de monopólio
[na
firma
dD
significa
Mas
anterior
pelo
custo
da
direto
uni-
tem-se:
p/o.
Manipulando-se
laçio
aumenta
na fórmula.
m e n refletem
tirio,
se ~
as
equa~aes
um grau de monopólio
como se daria
chega-se
superior
à rela,io
plu
e vice-versa.
a 'Forma~iliode preços
nu.m ramo da 1n-
dü~;tr·:i.;,;.?
-
Sejam
coeficientes
e o custo
m e n, respectivamente,
m e n; e sejam
direto
unitirio,
ma o r
~/(l-;)
e vice-versa.
o
processo
,io
do
ambos
grau
o grau
ponderadOS
à fórmula
de monopdlio,
de monopólio
pode
de concentraçilio industrial;
de vendas,
poderio
correlacionados
te.
for
í
atrav~s
com o grau
Os três
pelas
o preço
suas
~/~ ~ ~/(1 maior
ser~
ser modificado
de monopólio,
médio
~).
o
quociente
em virtude:
estio
e a 0itima,
do
da promo-
das modi1icaç5es
primeiros
dos
correspon-
do desenvolvimento
da publicidade;
dos sindicatos.
ponderadas
~ e ~. respectivamentE,
chega-se
quanto
as m~dias
no nível
diret~~ente
inversamen-
Com
de
relaç~a ao poderio dos sindicatos,
Kalecki ~ que, havendo uma razia elevada
rios.
o poder de barganha
fortalecido
salariais
demandas
siç~o
em
suas reivindicaç5es
fossem
repassados
por aumentos
competitiva
sindicatos
graus de monopdlios
da empresa
lucros e salá-
forte!! e cr9anizato~
salariais.
no mercado.
Caso os
aumentos
gerar-se-iam
e que afetaria
a margens
nOVa!i
os custos e a po-
Assim,
o
poderio
de lucres menores
dos
e, portanto.
inferiores.
da distribui~lo
de renda
A partir da teoria de preços,
da distribui~~o
entre
para os preços,
salariais,
pode conduzir
1.5.2. Teoria
dos sindicatos
a interpr~taçfuo
Kalecki
de rene!a num ramo da ind~stria.
constrdi
a teorin
Sendo:
W - total dos sal~rios;
M - total dos custos com mat~rias-primas.
k
razio entre o total de rendimentos
-
custos diretos
(sal~rios
+ mat~rlas-primas),
e
e o
que
total dos
corresponde
ao
mark-up,
sa
A
tim-se
que:
custos
indiretos
Assim,
k, que ~ determinado
a cobrir
parcela
relativa
indiretos
dos sal~rios
(k -1) (W + M).
pelo grau de monopólio,
e a garantir
Yl-
uma taxa de lucros.
no valor agregado
w, ou parcela salarial,
ind~stria,
guinte
os custos
=
+ lucros
de um ramo
pode ser representada
da
pela se-
fdrmula:
w
=
W / [ W + Ck - 1)
Indicando
(W + M)
J
a razio entre os custos
o custo da mio-de-obra
por j, tem-se
das mat~rias-pr1mas
e
que:
41
W
:i. /
~::
C 1. +
Assim,
terminada
pelo
relaçio
dos
dos
anteriormente,
seJa,
da
importincia
',,1e t I;:} \~
i n (:I u ':';I:: l~ :i. a 1 c o In o
Segundo
salarial
cos,
t I.;) r
bem
Fi iH :t v a d (J
dos
t o cf o .
ramos
~ntre
é
de-
os custos
cas
doravante
salarial
além
denominada
para
dos
válido
tambim
para
elementos
do
variáveis
da ~ltima
e j, pelo
nas
vigente
os demais
para
sal~rios
da
setores
a renda
nestas
~ e
industrial,
dos
do
parce-
econBmi-
bruta
se-
do
determinado
produtos
etapas
de
pelo
primários.
produ~~o
e pelo
grau
etapas.
da parcela
estio
j
k-é
fórmula,
preço
primeiras
determinantes
salarial,
inver~amente
~ parte
a compo-
com
relacinnados
a
salarial:
uma
queda
Mas
aumentar
ou
produto
de determina~50
de monopcilio
ou
dos
salarial
a longo
na
da parcela
qual
renda,
pre~os
u n :1. c! :::t r: li!
com
parcela
cita-
industrial,
na composiçio
generalizado
do grau
provoca
1n005-
a
( D] )
teorema
salários
Dos
parcela
razio
ind0stria
.
de monopóliO
si~io
U!TI
da
na composiç~o
este
de monopcilio,
custo
vários
ser
ramo
depende,
modificaç6es
dos
pOderia
Das
grau
e pela
Kalecki,
seria
como
num
Já a parcela
um todo
das
:i
i)
da mio-de-obra,
diretos.
como
+
Cj
de monopcilio
custos
manufatureira
1)
salarial
e os custos
tria
la
.-
a parcela
grau
matérias-primas
(k
seria
relativa
do~
O comportamento
a longo
pra~o?
De acordO
pra~o
e assim
a deprimir
... ~ difícil,
contudo,
sal~rios
dos
com
no valor
determinantes
agre-
da
Kalecki:
a parcela
generalizar
relativa
dos
a respeito
da
rela~io
l~rios
entre
por
unidade
pra20
da posiçio
e
procura)
~
longo
os pre~os
prazo
de matérias-primas
<relaçio
das
essa
da parcela
tim
comportamentos
as
depress5es
relativa
Kalecki,
a parcela
a reduzir
que
a segunda
composiçio
ao
fase,
Os
sobre
~:.:Lt :i. vo
efeitos
a parcela
e terceiro
durante
dos
relativa
quais
sie
to
pró-cíclico.
~men t
:::\f••
dos
dustrial
Na
fase
dos
custos
tem
dos
na fase
custos
favorivel
V :l. LI -- .~ e ,
repercute
t er
í
da
de maneira
desses
na renda
enquanto
ad-
que
trên
fato-
- o primeiro
i
o segunda
apresenta
custos
diretos.
um
e
po-
comporta-
um comportamen-
o gr8u
de
diretos
declina
adverso
sobre
a parcela
de monopólio
declina,
e a composi~~o
~ parcela
an
as modificaçae~
afetam
depressiva,
o grau
se eleva
apontaca
(f:l6)
"
dos
um comportamento
diretos
sal~rios
de monopólio
e a rela,io
de prosperidade,
portament:o
sindicatos
o grau
a relaçio
<3. ,
caem
na renda,
modificaç5~s
negativos,
Assim,
matirias-primas
sal~rios
depressio
das
..
- p '":i•• 1" ec em ::;elp e qlJ.l::~n ("jf.! •.
anticiclico
das
sal~rios.
liquidoS
Resumindo,
mente
dos
salarial
econBmico:
Finalmente,
uma
(85)
da parcela
A prime:i.l-ainflufncia
dos
a longo
~ oferta
renda."
na
do ciclo
os preços
relativa
relativa
mudanças
sa-
industrial.
sal~rios
longo
a aument~-la.
industrial
a parcela
versa
res
tende
dos
de
que diz respelto
no
os determinantes
opostos
... Nessa
das
da composiç5o
...
de
depende
mat~rias-primas
ou a respeito
Segundo
que
e os custos
industrial
monopólio
salarinl.
a
relaçio
tem
um com-
salarial.
orme n t e
I
que
desfavoravelmente
a elevaç~o
sobre
do pOderio
o grau
ae
dos
monopólio
e favoravelmente
no sentido
sobre
a parcela
de melhorar
lhadores,
al~m
salarial;
a distribuiçio
da clássica
luta
de renda
sindical
no enfialo Lu-
touavia,
pela
em prol
dos
traha-
reivindicaçio
~ala-
r ía l :
o
~nico
modo
Uma
do
aumento
dos
bens
de influenciar
possível
classes
lec~i
com
que os trabalhadores,
aprová-las
sd propBs
nio
tamb~m
avaliou
manufatureiro
via
uma
sindicatos,
teoria
empiricamente
dos Estados
Unidos
do setor
concluindo
em decorrência
terminantes
privado
pela
da compensa~~o
da parcela
A estabilidade
embora
para
salarial.
para
liquidoS
to-
a~otadas,
Ka-
poderiam
distribuiç~o
•
P':.I
J.Ot/O
"0 •••
'
•••
rea-
(88)
,
~nidos
estabilidade
l'
da
salarial
o per iodo
dos efeitos
1879-1937,
c~•...•
". - "1.,(
(;,''...
::.;.).
C.·n.~..
·.. ,
para
no
o
período
da parcela
~ontr~rios
E'.
salados de-
(89)
na parcela
períodos
luta
a parcela
dos Estados
relativa
~a
de
de
no Parlamento.
d -.::\
-.".
-'1
I
,....o'
•
j'
.' -f
nC\C.I.I.:>na.
co
L'..E.lno
i..inJ.'
..
o paI••• a o
bruta
de serem
atrav~s
lucros.
05
formas
lucros
05
em
o objetivo
sOCre
diferentes
difíceis
nacional
seria
com
tributaçio
duas
politicamente
de conseguir
por Kalecki,
de nio afetar
sugere
1929-1937,
rial
essas
sejam
como
renda
Kalecki,
da renda
governamental
pela
Embora
Kalecki
1..en
de preços
têm a vantagem
o objetivo
setor
aponta~a
financiados
Segundo
de
~orma,
no controle
salariais
a distribuiçio
salarial
diferentes.
para
j~ havia
os países
sido
cita-
constatada
publicado
em 1939, a respeito
do qual Ke~nes,
em
seu
tamb~m de 1939, diz o seguinte:
da
proporçio
fen8meno
serla
interessante
graus de monopdlio
t cn c a a."
Por
na base de cilculo
Gue prevalecem
propor~~o
Unidos
pode ser
adotado
nas duas
significativa
nos aois países,
ests frase, parece
sobre
os determinantes
longo
do
referido
pontos
que Ke~nes
da parcela
artigo,
salarial,
nos
ou a condiçbes
Kalecki
concorda
com Kalecwi
mas n~o ci o caso. Ao
Ke~nes tece algumas
da teoria de distribui,io
que ainda, segundo
indagaç5es
~ormulaaa
por
trata tambcim da participa~~o
o autor, os ordenados
cia na soma dos custos
concentra~~o
indiretos
econBmica.
a mesma tend&ncia
riam na mesma
~alec~i,
relativa
tendem a crescer
e lucros em virtude
Assim, os sal~rias
do fator
os ordena-
de lffiport5nda crescente
e ordenacos,
ao longo dos ciclos econ8micos,
nia va-
inten~idade:
de prosperidade
que sal~rios
sobre
Ke~nes, nio haviam sido explicadOS.
como um todo. que inclui, além dos sal~rios,
Segundo
fase
aos Estados
Ademais.
(9<?<)
í
tenham
de curto prazo.
ou a uma diferen~a
estatísticas,
ue um
características
se a ctiferen~a entre a
e a referente
a uma discrepância
compila~5es
trabalho
e is t o t e m
determinar
~ Gri-Bretanha
atribuída
alguns
J
de longo prazo e nio meramente
relativa
é
,
P <:1.1 ~:;
para cada
do que os sal~rios.
e ordenados
...
Assim,
pode-se
esperar
}
45
c i c "1(J d o
q ti. €.~
a
€~n tI:':I.
'1"
b
ru ta' r' e ::11' d o
':l f:~t:
o j.
P
r .1.V ,3. (j o ." (9:1. )
1.5.3. Teoria dos lucros e da dinimica capitalista
Kalecki
tamb~m
renda
nacional
pa~~o
desprezível
pam,
tem-se
equivale
aos
timento
bruto
dos
bruta.
Supondo
que o Produto
lucros
e na qual
=
dos
lucros
trabalhadores
Bruto,
pela
na
com particl-
f~cha~a,
os
(LB) (92) mais
(1B), do consumo
LB + S
economia
Nacional
brutos
(Ct).
os determjnantes
uma
do Estado,
trabalhadores
n50
dtic3
os sal~rios
da
pou-
renda,
e ordenados
(Cc) e do consumo
dos capitalistas
Assim:
1B + Cc + Ct
Supondo-se
m':-2n
1:: (-2 gastos
aborda
que os sal~rios
e ordenados
Ct), tem-se
em consumo
sejam
integral-
que:
U:': "" I)3 + cc
Chegou-se,
a uma
portanto,
identidade
contdbil.
del:el-mil1il···
qual
riam
o montante
ria
o oposto?
capitalistas
de investimento
Para
Kalecki,
mais
num dado
d e c í.d i 1-
ganhar
timento
e consumo
mai~.
inver;;tamen t o
o montante
períOdO
.••• 1···
,.><10
que determinam
Ka]ecki,
vari~veis
bruto
suas
os
decis~en
lucros
o consumo
independentes
ou se-
e o consumo
de lucros
que no procedente,
Portanto,
PCH·t:::'.nto,para
dos capitalistas
o investimento
~ que determinam
investir
e consumo
brutos
porque
mas n50
quanto
podem
a "i. n \/E
.~';"'"
ví c e'- ..••
e~r-·
e
não
dos
capitalistas
e o lucro,
dos
e o
a variável
dependente.
46
cada
do esquema
ses
sociais
da
apenas
de feprodu~~o
proposta
por
de
ele,
Marx,
retoma
consideran(o
a divisio
a sociedade
de clascünst'ltuí-
_ ...
de duas
aos
cros
quais
classes
correspondem
e sal~rios,
procura
tribui~50
consumo
em
que
Ou
o
os
montante
í
distribuiçio
a teoria
o montante
pelo
sal~rios
e c on sumo
~a-
da
dis-
em
con-
nacional;
est~
mas
do consumo
dos
a ser
com
sob
bem
di~se
controle
tambim
o montante
em outras
dos
determinam
das
para
palavras,
investi-
gastos
de
com
::l;.:\~;t:Cl~;'
mudan~Ds
na
Kalecki
a
capitnlistas:
nlo
~e sal~rlos
em termos
pelo
próprios
o
investimento
pelos
Higlioli.
at~
os
e do
depende
em es-
cima
ou o consumo
determinado
e em consumo),
ou,
para
capitalistas,
de sal~rics
Como
de renda.
lucros,
e o emprego
d o s c ap t t al :L~:;t:.;;.'::;. D<":l.do o n f v el
o montante
investimento
capitalistas,
de acordo
de sal~rios
consumo
passa
dos
se deslocar~
~ soma
seja,
de
nacional
Iguais
tos
da renda
'i u····
renda:
de
trabalhadores.
com
a produ~50
forem
capit~lista
seus
e o investimento
auferidos
din§mica
de
dos
lucros
dela
capitalistas.
(em
dos
lucros
determinados
inve·;::.t;
men co
dos
a teoria
A produ~~o
nacional.
sio
distintas
de consumo
e, conseqüentemente.
de di5tribuiç~0'
go
do montante
integrar
trabalhadores
ponto
formas
e trabalhadores,
de fenda:
o
cala
duas
capitalistas
respectivamente.
Ao tratar
lecki
sociais:
só c montante
e a
a dinimica
magnitude
da economia
47
é'l
(i~:;t:(j
cros,
salários
t :;:1.1 J. 'r:· t: ~:\~:~.
e renda
como
atravJs
premissa
procutor
da
ou seja,
do crescimento
de consumo
oerartamento
dos
dos pr6prios
poupan~a
capj-
de gastos
de acumula~io
1_5.4. Critica
A
de fenda
00 consumo
dos gastos
dos capitalistas
Caso
no
aos
trabatem
departamento
a capacidade
ocupada,
viabilizado
instala-
o aumento
atravJs
dos
do aumento
de
dos trabalhadores.
para
Kalec~i.
a ma~sa
dos capitalistas.
Neste
salarial
~
de-
sentitn,
de capital.
da eXPosiçio
fica mais
ociosa
plenamente
a teoria neoclássica
partir
o raciocinjo
do aumento
salariais.
será
forçada
em uma nota,
de capacidade
esteja
capitalistas
decis5es
çio
nas m~os
Kalecki
a re~peito
portanto,
prOCESSO
está
~em adverte
a exist&ncia
de bens
de5te
gastos
como
desenvolvido
lhadores
nacional)
('7'6)
1'1
~as,
anterior
1. tI. ....
simples
dos salários
da teoria
entender
0e preços
as criticas
e distriDuique
·i ár' i os.. (97)
Segundo
de
cldnsica)
Kalec~i,
baseava-se
livre
a teoria
em dois
concorr~ncia
neoclássica
supostos.
entre
(que ele chamava
O primeiro
as empresas
~irma-fie na
e da
crescentes
o
custos
segundo
de
marginais,
funda-se
um valor
nominal
sal~rios
aumentar
constante
o nível
ao
de emprego
fechada,
constituída
apenas
na
demanda
dado
global.
nível
capitalistas
dos
o nível
capitalistas
de
tantes
de
que
e reduçio
sentiGo,
rios
Slm,
Neste
a reduçio
do custo
nominais.
Kalecki
ITIO'v':i.
men tos
que para
nos
saldrios
o que acaba
chega
a uma
em
que
semelhante
da
queda
naCos
o
ud
consumo
altera
~ ccnos mon-
e,
permanecem
provoca
uma
Como
chR8a
implicaç5es
proporç~o
acarretando
conclusio
a~etar
nio
no
sai6rlofi
investimento
nominais
sue,
e renCa
dos
e de produç~o
as
da
do consumo
Kalecki
nominais
e de
de
produçio
de investimento.
na mesma
nomlnal
modlflcam.
a reduçio
na medida
abstraindo-se
marginal
se
e
neocldssica
valor
magnitudes
Assim,
salários
tRaria
~ cDnstataçio
das
sal~rios
poupam
e empresários)
e um dado
varidveis
capitalistas
dos
da
de emprego,
de emprego
nffD
Crentistas
suposto
dependem
dos
dos
tantes.
minuiçio
e
d~ste!~
concluindo
trabalhadores
05
estas
de emprego
os níveis
juros.
de preçon
A partir
uma queda
prende-se
investimento.
qUent.emen t e,
de
reais,
de preços
os níveis
ou o nível
consumo
qual
econ6mico,
Kalecki,
e de
afetar
clusio
geral
diretamente
~ neceesária
abandono
anteriormente,
segundo
ir~
associa
o segundo
geral
Esse
do ciclo
Vlu-se
global.
de capitalistas
abandona
um
da üemanda
~ecrescentes.
p<:trt l. r
economia
sobre
nivel
salários
005
rendimentos
de um dado
neocl~ssica
nominais
I~
uma
lei dos
na hip6tese
a teoria
dos
cu
coo
·~obre a taxa
apenas
queda
nos
uma
dos
preços.
di-
Ha16A~-
~ de Ke~nes:
49
n i , ~/.!::Il'
s/o I ume de
A partir
pos.to sob r e
<3.
Para
apenas
ao
disso,
l''E::L do
na agricultura;
técnico",
ocorre
(9(1)
a lei do custo
no setor
da plena
Como
tim
houver
a plena
comumente
capacidade
sio superiores
preços/custos
o
primeiro
empresas
seus
custos
~u-
como
vinto
anterior-
em seu aspecto
da capacidade
monopolistas
marginais
é válida
instalada
ou quase
estáveln
s6
mono-
enquanto
n~o utilizada.
0e concorrinc:la
aos custos
marginais
cre5cente
dos recursos,
as
instalada
marginal
utili2aç~0
em s1tuaçio
ços
também
industrial,
utilizat~o
excepcionalmente,
polistas
abandona
cu s t c mal"g:i.n':t'L
c r e sscen t e e (;;.-:;:l Lvr e c on c o r....
o autor,
se aproximar
Kalecki
marginais
é maior
imperfeita,
e, de5se
que um,
modo,
refletindo
o~ prea relaçio
grau
o
te mo-
n op o"I i a. o .
Na
emprego
monopólio
ja,
situaçio
de concorrincia
só ir~ alterar
o salário
ou a relaçio
dos custos
Kalecki
explica
determinantes
da
parcela
reais
Assim,
liqUido
salarial.
decorrente
o salário
dos resultados
como
salarial
opostes
real
forem
o aumpnto
real
ao longo
P
Oi"
t an I:: o
em funçHa
contrários
sobre
seus
dos
anterior.-1:-
._
•••
UI...
t·:,)
dos ciclos
irá variar
de
ou se-
a partir
mencionado
€.~
do
em que o grau
alterados,
do salário
Mas,
da parcela
tim comportamentos
na medioa
diretos
o comportamento
IYIEnte, os determinantes
rlos
real
imperfeita.
econ6-
do e1eito
dEtermi-
n ;':\['1 t €-~:;:
"Lo
so ,
se os salários
reais
aumentam
ou diminuem
com o
como
regra
geral,
c o n c o 1"1"
nos
em
pre,os
das mercadorias
virtude
da rigide~
mar s
acarretando
í
na l ,
uma
voca
uma reduçio
dos
trabalhadores
90.
Como
reduçio
exportados
ocasiona
e uma melhora
go
da produçio.
nuiçio
Kalecki
pela
provoca
do sal~rio
aberto,
como
que,
produtor
Assim.
por
e o nível
conclui
(.:~ 1 ev
';:;12
a,
pro-
de consumo
ae empre-
de investimento
ce-
que:
Ka~ec~i.
a redu-
do emprego,
neoclisslca
a reduç;o
e rela
de preços
um barateamento
do';
externa,
produtos
por-
de empre-
a reduçio
em uecorrincLa
final
provocada
sendo
do nível
anteriormente,
o resultado
pre-
sua vez,
o nível
segun~o
do emprego
•
de bens
diminui
das exportaç5efi,
visto
rela,io
.. "
na competitividade
uma reduçio
real.
I
reais,
teoria
a
marginal
c;e mOnOpOl:i,O,
o grau
uma diminuiçio
ao aumento
Mas.
A~~im,
fechada,
dos salcirios acarreta
um estimulo
salcirios
preços.
dos capitalistas
num sistema
tanto
e
~ rectuç;o do custo
do setor
economia
nomi-
FI r' ovoe a
nos salirios
ao propalado
~'~as
I
pela
~e certos
inalterados,
dos salirios
a
e, consequentemente,
salirios
oposto
.
'i.
in~erior
na produçio
numa
este
c
que representa
queda
o consumo
vem permanecer
~.
E: n
a diminui~io
da
i incerto.
dos
dimi-
a~nna
tend&ncia
8
aumento
neste
do salário
da produtivicade
pocem
(G
L
pelo
do progresso
em decorr&ncia
aperfei~Qam8nto
técnico.
à somatdria
da ba~an~a
A
dos
investimentos
(E - Imp.),
comercial
negativa
+
relaç~o
do~
da téc-
Est~
brutos
00
: •••
"
1
(lB', do sal~o
d~f'icit
orçam8ntárlO
CP> e co consumo
trabal~adores
(G - T) + P + Cc
de cau0alidade,
à formulada
igual
do
•
18 + (~ - !mp.)
permanece
é se elevar
sue,
('
- T), da poupança
=
reconhece
poupar,
equivaleriam
positivo
real
propiciado
ou seja,
res
artigo,
neste
na su~se~~o
ca~o}
1.5.3.
t (:)~::.
s
mo s
investimento
c :i.:::'.'j. ,/
consumo
verno
e da poupança
bruto,
saldo
do
~os capitalistas,
negativa
gue determinam
dos
a massa
m ia c::\\p:i.\::a'J.:i.~::.!:<:\.
positivo
do d~~icit
trabalhadores.
salarial
real
da balançn
CCI~nt;!:)..·..·
or~amentirio
E, por consegu~n-
agregada
numa
econo-
2.
CARACTERIZAÇ~O
DA ECONOMIA
o
deste
objetivo
pr'incipais
Não
se pretende
fazer
mia
brasileira,
mas apenas
que
var
an a U. s(.'" .1
~%~
í
é descrever
capítulo
d.,\s
PARA 'O PERiODO
BRASILEIRA
áve s macr oe c onômíc.a s para
exaustiv~
expor
seu
~?VD
I uç:ão dl:\ parc~~h,
e complet~
movimento
p or
é por esta
í
Le van t a+s e ,
ao
dosl
o r s em nos
entre
outros,
í
das
taxas
t r an s Per ênc La
de r end a líquida
financeiro
agn:wada
pen"
c ar am
os
buiram
para
pol ít
â
a aceleraç:ão
(F'IB)
da
total
taxa
A
nível
~:,;~~ç:ã()
2.4
d~'~rocas,
da
externo.
da
crescente
Esta
situaç:ão
foi'"
:i.nadequada~5;,qÜe'lg'u"~'
e,conseqUentemel1fe',
c:onf'·i ....
inflacionária.
e~stá d v d do em sE~te ·seç:õe's.'Na
í
í
A seç:lo
2.2
A se~ão
objetiva
e.3
2.6,
In te r \1 o Bl" ut o'
do Pl" od u to
visa
estudar
a
a interpretar
b r a s iLe d r a com o "l-este)
p\"(:)P5e""seld~'ntj.f:i.cal-
Na seç:ão
se~ão
í
ver sa SObl"e a part icipaç:lio
Na s(~ç:lo 2.5,
ol"].un';";:'
a o e xt e r t or e da elev,:\'ç:ãódó,'
bu t Lvos "
r e l ac õe s da economia
de emprego.
par
'de
dur an t e vo-s •.
,'nos
internacionais,
ava I i a r o c ome or t amen to
e setorial.
das
pllblicas.
í
de investimento.
fluência
do".
ur a '-se
de juros
d Ls t r
í
relaç:5es
c a s ec on êm íc a s intel"naS
"conflitos
P lO oc
••.ão das
do endividamento
EstE~capít:ulo
é? . 1.,
í
do Ba l an covd e F'agaméntos',
da deteri.ora
instabilidade
componente
í
Pl"oblemas
í
n?gulada'.'-""
ec onom a b r a s Le r a
í
o
í
d e s t e c ap t u l o , a propos1ç:ão
longo
que <1 c.r a e at r ave s s ad a pela
sua
da €c'C>l1óiTíi:a
co+
í
í
t:eve
é ':nécess'á');;:í.ó
'quat\"o,
que , ao mesmo tE~mpo que a Ln düs t r a c ond cí ona
mov merrt o s e r a l da ec onom a , t amb ém
80
P~i~; pai~.
~er~l~
tm"""se em c on t a a f!,ua in!5el"(d~0 den t r o do conjunto
um todo,
da etono-
1 ar ia 1 pã\"a' a' indüsb"'iad~-:
sa
t.nmsfr.>l"maç:ão b r a s i 'l e i r a , ob Je t o do capítulo
mo
compdft~mentq
o PE~\"'ío'd'o'f974~90':
ã
uma análise
o
1974:-'«Jer:"-'
busca-se
das
~volu~iti
a
.in-
domun;:'~:'
<ldmfriisb-'aç:()es
o compo"\"Yaménlo"dO
analisar
a evoruç:ão
~a
53
,
m in
comportamento
da
.
1mC)
distribuiç~o
funclona]
e pessoal
da renda.
"'';
~:; o1
1••••
2.1,
O comportamento
do produto
tintas.
Na primeira,
c: 1" esc i me
n to
r.
atrave~nou
um perioao
0e
.
econ8mica.
mada
do crescimento
pelo
1974-80, a economia
€~conC)m:i.c(',)
.
crise
se
1••
Na tercelra,
agravamento
1984-87,
econ6mico.
da crise
a economia
E a quarta,
econ6mica
eSboça
1988-90,
conjugada
a reto-
caracterJ.za-
a uma
crise
po-
de Estabili2aç~o.
que o PIB cresceu
a
economlB
cre~cimento
11.2% ao ano,
brasileira
econ8mico
No período
Como
esta
c :i.on:::l.'J.
( :t)
do
perío(o,
;:,:,~,
da taxa
2,4% ao ano,
o período
sUbSeqUente,
embora
1974-80, o produto
acima
para
ainda
m~dia
teve-se,
sua
se
manteve-se
1968-73,
taxa
de
mantive~~e
dentro
de crescimento
da taxa
popu}a-
por
LI.nl
1. , ) .
No período
de
no periodo
desacelerada,
situava-se
( v e 1" t: ::~.b e '1. <';l.
ca recessio
teve,
em m~dia,
sua
1ftica
econ8mica
gastos
e investimentos
1981-83,
o
pais
atravessou
a
mais
~ro~un-
histdria
de reduç~o
da demanda
estatais,
agregada,
restriç10
com
creditícia
corten
e
no~
T ti I~ I::. 1...A E?.
j. . i
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I~I'~UAI... I I'~DI CF
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AI~OS
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lJI~!:;:ItICAO
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Hl\'...!H.\..::;
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··..r:::.
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Ir
-5.9
94.0
: ••••••••••••••••••••.•••••.••••••••••••••••••••••••••••••••••
-
••••••••••••••••
I
I'WT(l:
I
FOhITE:j:
FGV.
Conjuntura economica.
:J u '1" j. <;> (1'1. .
FIEGE.
Anuario estatístico
Brasil 1990. p.563:
45(7) :36,
do
55
das
e
taxas Me Juros. O produto
caiu sensivelmente
em 1981. -4,4%.
em 1983, -3.4%. Apenas em 1982 há um tímido crescimento
mico de 0,6%, provavelmente
consecutiva
pr6ximo
nos
em decorrência
três anos, sendo que, em 1983, este se
aos níveis alcançados
período
No
de este Jltimo
econBter si-
situava
selS anos atrás, ou seja, de 1977
1984-87,
o produto
retoma
a fase de c~esci-
mento;
ticamente
no mesmo nível alcançado
quatro
1981-83,
de
anos de crescimento
que 1090 seria perdido
o
crise.
vendo-se
triênio
\ reali~aç~o
do PIS em 1989. +3,3%,
de eleiç6es
mento anual da populaçJo.
j,
sentido,
várias
1"".
no mesmo períOdO
em decorrência
;01 atípico,
de-
de Cflse econ6-
e C e n :~.
o;
,
a 1980, o PIe cresceu
6%. A diminuiçâo
como um período
ao período
.1
mais dramática
~IB
neste ano. Poae-se,
G
como
o
ne-
com a crise de 1988-90.
esse ano como pertencente
relativamente
foram
(1984-87) para que
1988-90 pode ser consideraoo
O crescimento
caracterizar
em 1980. Portanto,
16,5%
cresceu
no
acumulado;
24%,
do PIB
da reduç~o
da taxa m~dia de cresci-
de 2,3% no período
1981-83 para2,2X
no
9B4-'86,
procede
a afirmaçJo
Quando
se analisa
diferenças
de
alguns
o produto
economistas
setorialmente,
em relaçio ao comportamento
1974-80,
Oe que a ccica-
os setores
mais
percebem-fie
do prOduto
,
..:
-
:.::
,.'
Q.!.II·::,IT,.I.I
•••
0'0 .,'0
Uc;,
•••
tota~.
mos
os
de crescimento
setores
acima
serviços
(2)
de 7,9% e 7,3% ao ano,
ind~stria
4,9%
9uiu
setor
os índices
serviços
taxas
ticamente
maIs
ind~stria
crescimento
cabendo
ind~stria
de
níveis
os se{ores,
registrou
peGuepra-
de produto
rea~
o industrial
industrial
alcançado
real
.i=' :~.
foj
c ~:\nd o
teve
perda
o
J
em 1980. Já o produto
do PIB em 1982 deve
1984-87,
crescimento,
a liderança,
1988-90,
de 1980. O
do
de 15,8% no mesmo
ser explicado
pelo
serviços.
quadri&nio
positivas
da econo-
em 1981 e 1983, mantendo
de transformaç~o
o aumento
de
afetado,
do nível
com a crise,
os mesmos
todos
do nível
do setor
No
tri&nio
impactado
m~dias
da m~dia
aClma
e
agropecuJrio
taxas
fOl o menos
o produto
com
a~aixo
m~dia
a~aixo
real
ao período
Assim,
taxas
de produto
em 1980. Dentre
~;u.bS:..I':":~i::o r
portanto
ao
14,2X
com uma taxa
tiveram
de crescimento
prejudicado,
·1'0\" a ri!
de trans1ormaçio
negativas
alcançados
total,
da economia,
Já o setor
foi pouco
longo
anual
respectivamente.
o agropecuário
econBmicos.
manter
m~dia
e a ind~stria
e 6,9%, respectivamente,
setores
nas
~a taxa
o setor
de transformaçio,
neste
todos
os setores
à exceç~o
períOdO,
~a
apresentaram
agropecuiria
ao setor
em
lncustrial.
industrial,
10i o mais
a~etado
pela
crise
econ5-
m í.c a..
No
ind~stria
ram
e
balanço
serviços
do decinio,
em
1990,
os
produto~
da
em
relaç50
a 1980.
28.2%, 3.8% e 29,5%. respectivamente.
A
agropecuária.
ind~stria
de
trans-
• I
TABELA 2.2.
BRASIL - iVARIACOES ANUAIS E INDIC~S DO PRODUTO REAL, SEGUNDO OS RAMOS DE ATIVIDADE
ECONOMICA, 1971-90
________J_____________________________________________
---------------------------------I
INDUSiRIA
---------------------------------------SERVICOS
TRANSFORMACAO
TOTAL
AGROPECUARIA
I
1-------------------- -------------------------------------------------------VAR.ANUAL INDICE VAR.ANUAL INDICE VAR.ANUAL INDICE VAR.ANUAL INDICE
I
ANOS
I
,
{em Xl
{em Xl
.
{em Xl
{Em Xl
--------~----------------------------------------------------------------------------~-.
1971-731
1971 .
1972
1973 i
1974
1975 :
1976 !
1977 i
1978 .
1979 ;
1980 !
1981
1982 .
1983 :
1984 .
1985 :
1986 i
1987 :
1988
1989
1990 .
I
4.73
10.15
3.97
0.08
1.30
6.64
2.44
12.11
-2.68
4.70
9.52
7.97
-0.49
-0.58
3.37
9.96
-8.02
14.97
0.84
2.85
-3.72
69.4
72.2
72.2
73.2
78.0
79.9
89.6
87.2
91.3
100.0
108.0
107.4
106.8
110.4
121.4
111.7
128.4
129.5
133.2
i28.2
14.35
11.81
14.19
17.04
8.49
4.90
H.74
3.14
6.44
6.80
9.25
-8.85
0.02
-5.85
6.61
8.27
11.76
1.06
-2.59
2.88
-7.40
45.9
52.5
61.4
66.6
69.9
78.1
80.5
8S.7
91.5
100.0
91.2
91.2
85.8
91.5
99.1
110.7
111.9
109.0
112.1
103.8
14 .14
11.86
13.95
16.62
7.75
3.81
' 12.12
2.27
6.11
6.86
9.ti
-10.38
-0.18
-5.85
6.17
8.34
11.30
0.95
-3.41
2.86
-8.68
47.4
54.0
63.0
67.9
70.5
79.0
80.8
85.8
91.7
100.0
89.6
89.5
84.2
89.4
96.9
107.8
108.9
105.1
108.1
98.8
13.09
11.20
12.43
15.64
10.58
5.04
11.57
5.02
6.16
7.75
9.02
-2.23
2.01
-0.79
4.13
6.48
8.25
3.28
2.30
3.88
-0.67
---------------------------------------------------------------------------------------NOTA: Incustr ía total engloba a extrativa mineral, construcau,
utilidade publica e dE transformacao.
Indice baSE 1980 = i00
servires
45.3
51.0
58,9
65.2
68.4
76.4
80.2
85.1
91.7
100.0
97.8
99.7
98.9
103.0
109.7
118.8
122.6
125.5
130.3
129.5
industriais de
FONTES: FGV. Conjuntura economica. 45171:41-2, jul. 1991.
FIBGE. Anuario estatistico do Brasil 1990. p.570.
58
~ormaçio
produto
tram
foi
um subsetor
muito
~icou
1.2% abaixo
do nível
que o setor
tamento
pró-cíclico;
liderando
tambim
do produto
sentido,
fatores
segundo
1974-90.
diferentemente
profundas
variaç0es
os
embora
ind0stria
do
setor
ramos
quando
~oi o setor
dados
~eu
demons-
teve
compor-
aClma
da mici~,
mais
afetado.
estruturajs
na compo-
do subsetor
no PIS.
período
apresenta
de
econAmica.
do protuto
mudanças
nos
incluindo
períOdO
setores
da a9ropecu~ria,
de transformaçio
os serviços
~oram
três
estruturais.
de participaç~o
ind0strla
1974-80,
o PIS a cu~to
de 40 a 60, (3)
algumas
mcidias anuais
serviços
2.3
das d~cadas
e
de interrnediaç50
de 11,7%, 43,1%,
1981-90.
(4)
~oram
33,2%
de
p
10,4%.
32% e 59%, respectivamente.
A participa~io
de
cresceu
de ativitade
no
(5)
dec0nio;
1974-90.
de mudanças
na composiç~o
total.
no
44,1%,
o per{odo
a ta~ela
se notem
As taxas
da
de 1980. Este~
e, na recess~o,
a ocorrência
o
setorial.
~este
econ8micos.
para
durante
na fase de ascençio.
o processo,
~videnciam
siçio
industrial,
a~etaoo
6.2%
atinge
correç~o
institui~aes
em 1974, cresce
para
esta
15,5% ao ano,
comparando-se
percebe-se
a ind~stria
continuamente
participaç~o
24,2% e, em 1990, ano do Plano
agropecu~ria
financeiras
12,4%. Em 1986, com o Plano
monet~ria,
sobe
das
como
um to0o
e
Cruzado
cai para
(e
1985,
e a extin~5o
d~
8%.
em 1989, aumenta
cai para
o períOdo
um decrciscimo
e do subsetor
at~ o ano
em m~dia;
Collor,
no pro~uto.
para
12,5%.
1981-90
na participaç50
com o
relativa
da
I
TABELA2.3.
I
BRASIL - fRODUTOIHTERNOBRUTOA CUSTODE FATORES, SEGUNDOOS RAMOSDE ATIVIDADEECONOHICA,
i
1970-90, EM F'ERWiTAGEH
I
--------~I--------------------------------~--------------~------------------------------------INDUSTRIA
I
ANOS
-------------------------
tlGROPECUARIA TOTAL
I (A)
(Bl
SERVICOS
------------------
TRANSFOR!1ACAO TOTAL
{Cl
INSTIT.
FINANC.
SERVICOSDE
INTERHEDIACAO
fIHANCEIRA
TOTAL
(Dl
; A+B+C-D
---------1------------------------------------------------------------------------------------1970-73
1970
1971
1972
1973
1974
1975
1976
1977
1978:
1979
1980
1981
1982
1983
1994
1985
1986
1987
1988
1989
1990
I
i
I
'I
I
12.78
12.35
13.05
13.08
12.63
12.19
11.52
11.71
13.63
11.19
10.78
11.01
10.74
8.97
10.94
11.46
11.54
11.16
10.01
10.16
8.56
10.21
39.64
38.30
38.83
39.51
41.92
43.16
43.27
43.03
41.79
43.08
43.57
43.93
43.72
45.59
43.95
45.71
45.31
45.16
45.88
43.85
42.87
38.64
30.60
29.32
29.66
30.37
33.03
33.78
33.59
33.43
32.09
33.12
33.15
33.49
32.92
34.56
33.19
33.87
33.75
32.97
31.96
31.10
29.67
26.27
54.28
56.22
55.33
54.20
51.35
51.24
52.40
53.09
52.72
54.80
54.44
52.95
55.96
56.06
57.99
54.82
55.82
51.27
59~37
61.61
72.87
63.95
6.26
6.44
6.52
6.36
5.73
6.18
7.02
7.88
8.12
9.36
9.14
8.37
10.86
10.74
12.72
11.78
12.44
8.01
15.50
15.52
24.21
12.47
6.69
6.87
7.20
6.79
5.90
6.59
7.~9
7.82
8.14
9.07
8.79
7.80
10.42
10.62
12.88
11.99
12.67
7.59
15.26
15.62
24.30
12.80
I
100.00
100.00
100.00
100.00
100.00
100.00
100.00
100.00
100.00
100.00
100.00
100.00
100.00
100.00
100.00
100.00
100.00
100.00
100.00
100.00
100.00
100.00
--------1------------------------------------------------------------------------------------I
NOTA: Calculado a precos correntes.
No~ totais podem ocorrer pequenas ~ifer€ncas
decorrentes
dos arredondamentos.
I
FONTEDO~ DADOSBRUTOS:FIBGE. Anuario estat ist ico do Brasil
i
FGU. Conjuntura economica.
43(7):38,
,
1990.
jul.
p .566.
1991.
60 ;
cimento.
Nota-se
fluenciado
pelo
o
nais
que este
Jltimo
crescimento
problema
brasileiras,
ao incluir
tuiç5es
serviços
relativa
A taxa
A
tantes
nio
no produto
deve
~s
:LiTi P ").:i: c :i. t
tabela
2.4
apresenta
correntes,
formas
taxas
processo
contas
ta expans50
que o
nacio'~inan-
de 10rma
das
in~tl-
~rescimento
para
ocorridas
d o P:C B n () Fl1 t n ::':i. 1
1:::
(; C)
de investimento
de acumulaç~o
P , .. (:.~ ç: C) .:::.
constata-se
e, portanto,
de capital.
uma
i978-81,
As taxas
do
C{ o .:.
l·
queda
urna perda
midias
jruta
~rande~
o comportamento
n (! :i. c e d 1~~
da eco-
~ormaçio
apresentam
os periodos
entre
:(
de investimento
da relaç50
0e cálculo
forma,
nas
das
ter percido
a taxa
atravis
si, principalmente
diferenças
(J
~i-
de su~sídios
em conta
devem
instituiçGes
total.
As duas
entre
liquidos
levando-se
in-
de interme~iação
em fun~5o
financeiros
das
sranoemente
de investimento
e a preços
ç5es
lndiretos
Mas,
sen~o
metodologia
os serviços
reduzidas
financeiras.
quanto
2.2.
relativas
está
e inten~o
rápido
e que a atual
(6) e os impostos
ticipaç5es
setor
C~
varia-
1987-89 e
de~lator
b (.:~n ':'~ [~f::.~ c: <';\. p ..i, ....
~
sUDstancial
de dinamismo
anuais
de
no
.. .., ....
.I.:t
,
..
I
I
l·I
I
I.,
I'
TABELA 2.4.
BRASIL - FORHACAO BRUTA DE CAPITAL fIXO,i970-90
---------~-------------------------------------------------------------------------PRECOS
CORRENTES
-------------------------------MM. E EQUIP.
FBCF DAS NACIONAIS/
ADHIN.
TOTAL DE
FBCF/ PUBLICAS/ MAOUINAS E
EQUIF'AKENTOS
PIB
PIa
em X
em ~
em X
ANOS
PRECOS
CONSTANTES DE 1980
-----------------------------------------
MAQUINAS
MAG. E EQUIP.
EQUIPAM.
NACIONAIS/
FBCF NACIONAIS
TOTAL DE
NUMERO- NUMEROFBCF/ MAQUINAS E
PIB EQUIPAMENTOS WDICE INDICE
em y.
em X
---------~-------------------------------------------------------------------~-----1970-73
1970
1971
1972
1973
1974
1975 .
1976
1977 .
1978
1979
1980
1981
1982
1983
1984
1985
1986
1987 J
1988 :
1989;
1990
I
j
19.9
18.8
19.9
20.3
20.4
21.8
23.3
22.4
21.3
22.3
23.4
22.9
22.9
21.4
18.1
16.9
16.9
19.1
22.3
22.8
24.9
21.7
4.1
4.4
4.3
3.9
3.7
3.9
3.9
4.0
3.3
3.1
2.5
2.4
2.6
2.4
1.8
1.9
2.3
3.1
3.2
3.2
2.9
3.5
70.8
72.6
71.7
67.3
71.5
72.9
74.9
80.6
85.0
84.3
86.7
85.7
88.6
89.9
86.7
89.7
90.3
138.0
87.7
91.0
91.0
91.0
21.9
20.6
21.3
22.2
23.6
24.7
25.8
25.0
23.6
23.5
22.9
22.9
21.0
19.5
16.9
16.3
16.4
18.7
17.9
17.0
16.7
16.0
81.7
84.1
81.7
79.4
81.5
78.6
76.7
82.9
85.8
85.4
86.0
85.7
84.1
85.4
87.2
88.9
88.0
88.3
86.3
85.2
83.4
77.7
39.3
45.3
52.9
64.0
72.5
79.6
85.2
84.2
88.2
91.6
100.0
87.6
81.7
68.6
69.4
75.5
92.9
91.8
87.4
88.4
81.3'
43.8
50.9
56.9
70.7
80.8
88.1 ,
97.3
90.2
' 88.4
93.9
100.0
76.7
I
67.0
52.9
58.5
65.1
I 84.2
79.4
71.4
67.4
57.2 :
-------- -----------------------------------------_._-------------------------------I
NOTAS:
i
f'!B ::Produto interno bruto a precos de mercado.
~BCF nau inclui variacao de estoques.
u~ero-indice base 1980 ::100.
,
FONTES: 'FGIJ. Conjuntura econosíca. 45(7):34,43 e 45. jul. 1991.
f IBGE. Anuario estatistico do Brasil 1990. p.S58-61, 572 e 575.
62
PE'ct tvame n t e .
As
sentaram
qUeda
") ·..·"i
-.:1 J '.:1.·(·
d'i::-;
1984-87
ano,
taxas
para
e 2,3%
e
mcidias anuais
os períodos
1988-90.
cresceram
s5es
quanto
".1 ~':Í.
para
~oram
n ()'.;
as mcidlas de 2,6%
glObalS,
nacionais
':'
e, em 1980, passa
a desempenhar
1" f:: "1. <lI. í::
passa
Mas
ivD
.,:,. ,
esta
da desaceleraçio
da procura
a ocupar
3,2%
ao
que o investlmento
dO
1981-90
e
embora
menor.
em termo~
Na verdade,
da produçio
sempre
foi in~erlor
a apenas
externas
das
um papel
:nver-
prci-cicl~-
(8)
quando
uma partlcipaç~o
ten~a
nacional
pois
em
ao montante
termos
incidiu
ahsoluto~
anual
a produ-
relativ~
ocorrido
ab~olutos)
em termo~
o valDr
a demanUa
de queda
de capital.
internalizaçio,
correspondia
As relaç5es
por bens
vez mais
que em 1990
cionais
econBmica.
cada
nio se verifica
bre uma magnitude
período
constataram
no movimento
de interna1izaçio
2.3.
e 1981-83.
e anti-recessivo
co e aeudizador
? .
da~ acmlnistra-
respectivamente.
estabilizador
"
1974-80
ao ano em mcidia.
e Coutinho
...•. .....
t:::
de investimento
50-
e a pre-
ao longo
realizado
to
em
de
57% dO montante
requeridO
em 1980.
No períoco
1974-90, houve
e um fechamento
c on st an t e',;;
1974-80,
foram.
1984-87.
(ver
2.5.)
calculados
a preços
explicadas
pela
~5es
e das
importaçbes
to,
os dados
ao
}ongo
que
a
preços
mento
t: iVG":'.
ç5es
a preços
das d~cadas
particiraçJo
a sua transformaç50
neste
levar
e reduç~o
das
líquidO
o períOdO
em yários
1981-90.
anos
passa
eqUlvo~
se ver~~ica
calculada
tr&s
comercia!
de entJo
a
lustros.
no
em
perioco
super;vits
em termos
de ~ubstituLçio
enviado
ao exterior
anuais
Em con~eqU&ncia.
a representar
!~este senti~o,
ao longo
a conclus5es
de
importa-
(11)
e 3,2% do PIB. respectivamente.
anual
Portan-
importaç5es
ao processo
período.
do produto.
de apenas
a partir
per-
das exporta-
no PIB, quanco
~a balança
tadc~
série~.
na verdade
1984-87 e 1988-90 as m~dias
Bruto
Sidos
do déficit
rendimento
1.'7'7 4-·8(~~;
para
no e~paço
e
ocorrido
podem
o
15.4 e
o~ mesmos
as duas
implícito
tas exportaç~es
graças
I.:~." :.
o período
1988-90,
de preços
de 70 e 80, quando
dobrou
t••.
11.4 e 9,5%; para
tamb~m,
os índices
correntes
reduçJo
o
4,8%
entre
para
o período
comparando-se
A
possíveiS
1981-83.
Apresentam-se,
e o deflator
das exportaç5es
J
o tri~nio
correntes;
dispersio
constantes,
os seguintes:
13,4 e 7,8X; e para
tabela
abertura
das
respectivamente,
8,1 e 13,4%; para
quadriinio
uma progres~j.va
do períOdO
cresce
acen-
de
o
Pr'o(uto
95.6X do PIB em
média
Ofi salóofi comerciais
atln-
1981-90 n50 foram
su~i-
I
,
I
TABELA 2.5.
BRASIL JBALANCO DE PAGAMENTOS E INDICES DE COMERCIO EXTERIOR, ITENS SElECIO~ADOS, 1~70-90
I
I
-------------1-----------------------------------------------------------------~~~~~~~;~~I------------
ANOS
,
SALDO
RENDIMENTO
EXPORTACAOI IMPORTACADI COMERCIAl! LIQUIDO
PIB
PIS
PIa
ENVIADO
(1)
(2)
(1) - (2) EXTERIOR/
,
em ~
em ~
em X
PIB
li ;
li
li
eRl
!4
PNB p .11./
PIS
em X
INDICE
DE
RELACOES
DE
TROCA
' DAS
RELACOES
DE TROCAI
PIS
I
em !4
li
INDICE
QUANTUH
DAS
EXF'ORTACOES .
-------------j----------------------------------------------------------------------------------------
1.0
c:..,
" Q
8.1, 7.2 13.0 8.4 -4.9 -1.2
99.0
2.9
99.1
0.9
8.0: 7.0 11.7 7.4 -3.7 -0.4
1.0
2.0
82
99.0
7.61 6.5 12.6 8.2 -5.0 -1.7
1.0
2.8
87
99.0
8.41 7.3 13.5 8.9 -5.1 -1.6
95
3.9
0.9
99.1
8.51 7.8 14.3 9.0 -5.8 -1.2
1.6·
78
0.8
99.2
8.01 7.7 16.9 13.3 -8.9 -5.6
1.4
1.4 '
76
98.6
8.51 7.2 15.4 11.0 -6.9 -3.8
1.5
85
2.3,
7.7: 7.0 13.8 9.4 -6.1 -2.4
98.5
1.6
100
3.9
7.3, 7.2 12.1 7.9 -4.8 -0.7
98.4
2.5
97.7
86
2.3
7.9' 6.7 12.1 7.9 -4.2 -1.2
1.7 '
8.11 7.2 12.2 9.3 -4.1 -2.1
79
97.3
2.7
0.0
65
9.1 ;, 9.1 11.3 11.3 -2.2 -2.2
96.7
3.3
-1.8
11.5 9.4 10.4 9.8 1.1 -0.4
55
95.9
4.1
-1.8
54
94.9
10.4,I 7.6 9.7 8.3 0.7 -0.7
5.1
12.3: 11.4 8.3 9.0 4.0 2.4
-2.2
53
94.2
5.8
-1.7
94.3
58
14.2: 13.5 7.6 7.9 6.6 5.6
5.7
-1.6
14.1' 12.2 7.1 7.1 7.0 5.1
58
94.7
5.3
0.5
11.7 8.8 8.5 6.4 3.2 'J "
95.5
4.5
-0.9
13.5· 9.5 7.9 6.2 5.6 3.3
96.2
3.8
-0.1 .
15.31 10.9 7.8 5.7 7.5 5.2
96.0
4.0
I
-1.9
15.5 8.3 8.3 5.0 7.2 3.3
3.0
97.0
-3.0
97.5
2.5
15.4 : 7.2 9.5 .J . .J 5.9 1.7
,
-~-----------j--------------------------------------------------------------------~------------------1970-73
1970
1971
1972
1973
1974
1975
1976
1977
1978
1979
1980
19B1
1982
1983
1984
1985
1986
1987
1988
1989
1990
60
76
88
89
98
99
100
113
124
152
183
167
191
234
248
1- ••
I
I:" I:"
.
NOTAS:* Calculado a precos constantes.
Rdacoes de troca e intluenc ia das r elacoes de troca foram calculadas a pr ecos constantes de
1977 e 1980, respectivamente.
Relacoes de troca = indice de precos das exportacoes I indice de precos das importacoes.
Influencia das relacoes de troca = (índice de relacoes de troca x valor das exportacoes a precos constantes) - valor das exportacoes a precos constantes.
PIB = Produto Interno Bruto a precos de mercado.
Exportacao e importacao de bens e servicos de nao fatores.
FONTE DOS DADOS BRUTOS: FIBGE. Anuario estatístico do Brasil 1990. p.564-5 e 575.
Banco Central do Brasil. Boletim do Banco Central do Brasil. 24(91:419,
set. i988.
FGV. Conjuntura Economica. 45(7):37 e 45. jul. 199t.
65
I'
,
~
.
!
cientes
nem para
As
ravelmente
vigente~
cobrir
relaç5es
de troca
m~diB,
to rendimento
no ~l~nio
~i~uldo
~976-77 evoluíram
de interc~mbio,
in~erior
das relaç5es
de trocas,
~oi favorável
ao Produto
multiplicaram-se
1977. Como
por
no período
Assim,
o indlce
ao Brasil
Interno
que eGu:vale
ati
para
1979. A
maior
representar,
para
~sta
ainda
nas relaç5es
parte
ano
o mesmo
tend&ncia
disponível
ano,
de troca,
teve
que aumentar
de deterioraç5o
o indice
parce1a
esfor-
D
em c61ares
período
das exportaç5esi
a
em
ao montante
que as exportaç5es
2.5.)
n~o se tenha
a
flouve queda
con-
Bruto.
111% em relaçio
Oe quantum
(ver ta~ela
sanco
~~vo-
em 1977.
As exportaç6es
embora
enviata
ao Brasil,
A influência
das
o montante
das
de re!aç5es
a partir
crescente
re]a-
de tro-
de
cas
'?:~::-{....
[
TABELA2.6.
BRASIL - BI~LANCO DE F'AGAHE!HOS, ITENS SELECIONADOS, 1970-90
i em US$ ailhoes
--------------- ----------------------------------------------------------------,----------------------------------~
SERVICO
I
I
EXPORTACAO (FOB)
DESPESAS
SERVICO
DA
------r------;;~~~~~~---;;~~~~~;- ~~s~~~~~~~~i~~,~
IMPORTACAO
T~TAL
ANOS
_______________
1970-73
1970
1971
1972
1973
1974
1975
1.976
1977
1978
1979
1980
1981
1982
1983
1984
1985
·1986
'1.987
.198B
i
1989
1990
INDUSTR.
_
1958
2739
~904
~3991
199
951
:~670
10128
~2120
1,2659
15244
20132
23293
20175
aiS99
~7005
25639
~2348
~6224
33789
34383
3,1414
I
*
BASICOS
(1j
(FOB)
~
2679
2049
1988
2649
4030
4757
5027
6129
6959
5978
6553
8470
8920
8238
8535
8706
8533
7280
8022
9411
9548
8748
1198!
665
822
1298
2008
3180
3434
3618
4884
6503
8532
t1376
14000
11686
13058
18004
16822
14921
18014
24080
24441.
22095
(2)
L
SALDO
At10R~iiACAO
COMU:CIAL LIQUIDOS
UQUI[lA
(UQyU:A)
(1)-(2)
(3)
(4)
---------------------------------------------
'4045
2507
3245
4235
6192
12641
12210
12383
1'2023
13683
18084
22955
22091
19395
15429
13916
13153
14044
15051
14605
18263
20424
-87
232
-341
-244
' 7
-4690
-3540
-2255
97
-1024
-2840
-2823
1202
780
6470
13089
1.2486
8304
11173
19184
16120
i~990
352
234
302
359
514
652
1498
1809
2103
2696
4185
6311
916l.
11353
9555
10203
9660
9327
8792
9832
9633
8709
5125
41~8
4899
5338
6156
11897
17131
19441
24781
31616
402i5
47995
54718
65720
76756
79096
84249
94999
100056
93415
89606
86573
D!~~DA E~~~~~:~.
(5) = (5)/(1)
(3)+(4)
era X
: 1099
672
850
1202
1672
'1920
2172
2987
4060
15323
6385
15010
6242
6952
6863
6468
8491
11546
13820
17087
14549
7794
1451
906
1152
1561
2186
2572
3670
4796
6163
8019
10570
11321
15403
18305
16418
16671
18151
20873
22612
26919
24182
16503
36.8
33.1
39.7
39.1
35.3
32.3
42.3
47.4
50.8
63.3
69.3
56.2
66. i
90.7
75.0
61.7
70.8
93.4
86.2
79.7
70.3
52.5
::;::----:-:::l:::~::---------------------------------------------------------------------------------------------Divid1 extErna
FO~TES:
liquida
= Divida Externa registrada
total
- reservas
intErnacionais
(conceito
do FHI).
FGV. IConjuntura economica.
41(5l:i41-2, maio. 1987.
FGV. Conjuntura econoaica.
42(1): 7 L j an. i988.
FGV. iConjuntura econoaica.
45(7)~74-7, jul. t99i.
FGV. ~onjl\ntura economica.
45(9) :74-7, set . i991.
FIBGE.
Est at ist icas hist or icas do Brasil.
\'.3.
p.584-5.
APEC. ; A economia br asi leir a e suas PErspectivas.
XXX. i991.
p.H-3.
BACEl'q Boletim do Banco Centra: do Brasil . i6(1) :i99-203, jan. 1980.
67
ta
de exportaç5es,
na qual a ind0stria
Gue participaram
1974, passam
a repre~entar
Entre
e o montante
a m~dia
de 51,7X
líquidos
ae ano
~mbora
disso,
ne período
a partir
líquida,
pelOS
muito
crescentes
ao longo
apresentou
mos
externos
o
país
de 1987 ocorra
expostos,
das d~cadas
interne
movimento
se tornam
amplia
SUa~
caca
patamar
octuplicou
para
:.3,5.
77,3X
re~uç50
muito
tem um
de 70 e 80. n~o
(pelo
vez
exportaç~es,
importaç5es;
se perde
em
por
uma pequena
num
total~
O
no
1984-87 e cai
efita díviOa
cadente),
que os preços
das
cresce
78% ne quadri~nlo
ter
da
e~evado.
cOIDPonente
elevado,
investimento
esta
lisuida
mu~tiplicaram-fie
1974-80,
deve
em 1990.
externa
ela manteve-se
dados
financeiro
pagos
exporta~5e~
montante
1974 e 1987, a ~ivida
de Juros
externa
40% 0as
70.3% de~te
para
~ivita
com
de transformaç50
em termos
contrário,
aumentar
a
con~orme
~e
V1U,
a partir
de 1980,
mas
mais
e~cassos
por~m
~a2endo-o
das exportaç5es
nesta
para
situaç~oJ
numa
crenciam
quanto
mal~
conjuntura
abalxo
se
dos
exporta,
de intercfim~iD,
):)0\"
Neste
sentido,
~ados
t ur
;;1.
Souza,
de
do CEBRA~,
analisanco
Serra
estimou
o periodo
atuali~ados
que a elevaç50
P fI:'!.
o
~as
Grupo
~e
Conjun-
intern~cion~is
e ~ deterioraç5o
ti ';;~
'ir.. :i. til
venci~Ga
~
entende-se
}
na d~cad~
politic~
problem~.
de 80
de crescentes
n~o
sobre
o resolve,
~s causas
xas de juros
ca e no ~]uxo
inst§nci~}
internacion~is,
2.4. A participa,io
No
carga
super~vits
fluªnci~
fiscal
~n
em)ora
so~re
outros,
e que
atenue
o
con~egU?ncl~n
na eleva~5o
das
2
c~s t~-
re~~ç~en
e
internacional
de troLi1t:i.m::,:\
l~JH
vigen~e.
1974-90, constata-se
Os tributos
totais
26,6%, em midia,
2.7.>
O crescimento
pelo
Os ~ubsídios
portanto
comportamento
governo
anu~is
continua
repr~sentaram
do P!B a custo
no Jltimo
no
da
28,8%,
de ~atores
periodo
ano de 1990,
so~re
devico
ao
ajuste
Collor.
variaram
muito
in~erir
qualquer
parece
a redu~5o
1984-87 e 1988-90,
~urnento ocorrido
promovido
to. Esse
entre
internacionals,
1981-83.
tabe~a
~pena~
externo
V~-
do Estado
tribut~ria.
e
comerciais,
representn-
brasileira
no front
n~ deterior~çào
ordem
período
25.8%
atu~
cte troca
econBmlca
tem sua origem
situadas,
na pr6pri~
relaçGe~
que a crlse
pois
de c~pitais
0a~
est~r
durante
ense~i perío6os,
tend$ncfa
assocl~do
de comportam8n-
muito
mais
à eficd-
I
! •
,
I
,,
,
I'
!
I
'i
I
I
I
,i
,
,I
I
. TABELA 2.7.
I
BRASIL - ADHINISTRACOES PUBLICAS, 1970-90
I
i
<DI PERCENTAGEM)
, :
. .
--+----------,-------------------------------------------------------~-----------I; I J~~~~D~A -------~~~~:~:~:~::~:
l -----~~:~~~~:------'
I
1
I
,
DIRETOSI INDIRETOSI
PIB d. f. PIB c. f.
I
!:
,
,
I·
----------------------------
__
JI 1
DIVID~N~~~~~IARIA
i
I
PUBLICA ASSIST. E ,SETOR
! ------------------SUBSIDIOSI INTERNAI PREVIDENCIAI PRIVADOI EXTERIOR/! TOTAL! EST.e MUNI
I
'
__
~~~:
~~i~:~~~~~~:~
~:~:.~~~~
__
~:~_:~~~--,-~:~-:~~~--~~:~-:~:~--~t~1970-73
·1970
'1971
1972
1973
~1974
'1975
1976
1977
: 1978
i1979
j 1980
:1981
:1982
'11983
1984
;1985
11986
,1987
1988
1989
.1990
1
Ó.6
Ü.0
111.3
~2.3
111.9
11. 8
1 2.7
1
~3,2
~3.8
13.9
~3.9
~2.4
~3.1
~4.1
13.6
~2.5
13,1
f4.5
113.1
~2.2
112.3
~5.0
18.4
19.9
18.4
i8 .2
17.1
16.8
15,7
15.3
15.2
15,1
13.6
15.0
14.4
14.0
14.3
1i. 4
11.6
14.0
12.9
12.t
11.8
16.4
30.0
30.9
29,.7
30 .5
29.0
28,6
28.4
28.5
29,0
29,0
27.5
27.4
27.5
28.1
27.9
23,9
24.7
29.5
26'.0;i
24.3:
24.1
31.4
1.0
0.9
: 0.9
0 .~
11.3
I 2.5
3.0
1.8
1.7
2.1
. 2.1
,4,3
3,0
:
I 2.9,
, 1. 7
I 1.7
1.~
2.8
I
I
1.5
1.6
1.4
1. 5
1.3
1. 2
1.3
1.6
2.2
2.4
2.3
2, i
2.5 i
3.7 '
4.7
6,9
12.2,8.0
i2,0
1.~
11.1
1.4
2.1
12.0
17.9
24.6,
17.4
,8.b
9.8',
8.3
8. 6 ,
7.7
;6.9
; 7.6
8.2
8,2
9.2
,8.7
8.6
9.2
:9.5
9.3;
8.5 .
I
i9.0
,a.4:
,7.9'
I 8.2
9.5
3.5
3.0
3.9
3 .5
3.7
5.0
5.0
5.0
6.4
6.2
6.2
5.8
0.1!5.9
0.051
0.1:
0 .q
0.11
0. 1,
0.2:
0.2
0.2i
0.3
0.3'
1
0.4
0.31
1.3
1.21
1. 4,
1.31
1.2
a.e
7.6
s.a
8.0
11.5
6.6
; 17.5
26.4
38.8
i3,8
l.~i
1.~
1.0,
0.1i
5.0
5.2
6 .2
7.2
6.4
7.7
8.8
9.1
9.3
8.2
6.1
8.3
12.0
14.6
14.7 .
17.6
22.4
29,,4'
37.'1
34.4,
33.0
i
0.5
0.6
0.5
0 .5
0.5
0.5
0.B
1.0
1.1
1. 0
1.0
1. 0
1.1
1.3
1.5
,1.3
1.4
'1.5
1.7
La
:2.5
2.4
--:-----------1--------------------------------------------------------------~-----i------:-I-------------------NOTAS: PIa p.m. = Produto interno bruto a precos de mercado - valores correntes.
:
PIB c J = Produto interno bruto a custo de htores
- valores correntes.
Divida mobiliaria
interna corresponde
a 'divida federal,
estadual e municipa~
i
I
.
!
FONTES DOS DADDS BRUTOS:
BAWL Boletim do Banco Central do Brasil.
27(6):77': [un.
FOV. Conjuntura econoaica.
45(7) :38 e 40. jul. i991.
FIBGE. Anuario estatistico
do Brasil 1990. p,566 e 568,
I
"
em circulacao.
:
1991.
I
!,
70
I'
I
zaçio
reflete-se
interna
6,4%
total
em relaçio
em 1974 para
dos
encargos
crescente
forme
a
na particiraçio
juros
verificado
das
ceterioraçio
ao longo
ro
dívida
o
p0blica
uma
de crescente
A evoluçio
A
micamente
soaI
período
interna
cas
2.5.
ce
particlpaçfio
explica
em parte
a
financeiras
no PIE. con-
embora
justl~ique,
e tambim,
uma crescente
substancial
política
que passa
p~blicos
nio
em geral.
verifi-
do período.
tributária,
da
p0blica
5erviços
dOS
Sumarizando,
carga
mo~ili~rin
de merca~o,
instituiç5es
2.1,
na seçio
da ~ivida
1988. AS'3im, a cre~cente
da dívida
participaçio
crescente
cada
ao 1)1B a preços
37.1% em
dos
crescente
tabela
ativa
participaçio
e externa,
transFerfncias
do nível
1974-90 reflete
endivldamento
financei-
uma
privado,
e a aaoçJo
d~
p0blico.
apresenta
a evoluçio
Ua populaç10
- PEA (18) - e da participaç~o
na inaJstria
a
ta
e a taxa de desemprego
de emprego
2.8
queda
do encargo
aliaca
ao setor
uma
de transforma~~o
em rejaç~o
re]ativa
ao total
8cono~o
pe~-
co pe~soa~
ocupado.
A
PEA cresceu
da in~~stria
vando-se
de tran~forma~5o
a 16,6X
respondeu
ao ano,
em conta
do PIB para
ç50 é um dos
A
64,5X
que
o mesmo
,
segmentos
tabela
~io ou desemprego
em m~dia.
malS
incluindo-se
produtivos
2.9 apresenta
da for~a
ao total
para
subsetor
de ~mprego
o período
repre:ientou
1983-90.
da economja
:~05
Le-
de interme-
nacional.
da taxa
períodos
cor-
31,6% em midia
os 5ervi~0~
a evoluçio
de trabalho.
A rartj.cipaç5o
1973-90.
em relaç50
este
perlodo,
no período
re (e~ücupa1978-80
e
BRA5I~
I
- POPULACAO
10 ANOS
ECONOMICAMENTE
ATIVA
E MAIS DE IDADE,
1973-90
(PEA)
----------------------------------------_._-----~
i
F'E(~
TOTI~L
PE1~1
TOTAl...
( (;.: ITI
%;.
-----------------------------------------------~
o
i 97~~
'-:"77"~Or
,
".)'V
•••J,
387~:H
1976
1977
j.978
4 t 1.:3í:.:
42~:.:j6'l
439t~7
4- ~~;:.~3 ':5
j.979
t980
1.981.
1. 98;~
t983
1.984
t985
j.986
1.987
1.988
j.989
1.9'7'0
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.1 ...
-------~---------------------------------------I-IOT(."15 :
PEA total
em milhares.
I
as pessoas procuranco I emprego.
Os dados de 1981. a 1990 excluem a zona :rural da regiao
Norte. Para 1973 a t979, excluem alem da zona rural da
j"' e ~J:i. <:\ o
1\' 0'( t:
e, l::
:±\ mI:>e IH O~; d <:l d o ~:> d H z o n :õ\ r u r' ::":1. 1 dos
e S t <.1.
dos
dE Mato Grosso, Mato Grosso do Sul E 80ias.
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.
'1
•
I ~~rl
I
Fm~TE::~~:
F I BDE .
FIBC'E.
FIDGE:: .
PNAD
I
I
Anuario est:atisl::lco do Brasil 1990.
p.108.
Estatisticas
historicas
do Brasil.
v.3.
p.77-8.
Sintese rle indicadorEs
da pesqUisa
basicH da
de 1981-1989.
p.37 e 42.
73
·1
i
I
I
I
I
I
I
I.
I
I
i
"
r.-{I:;:A~3IL
.- T I~XA DI:::[lESOCUF·t.IC,~O
[IAS
METROPOLITANAS,
1978-90
fi:E:.G I OES!
'
,I
,
,
---~----------------------------------------'
TAXA
DE [lESOCUPACAO
-------------------------~um . TF~A"!SF ,
AI'-lOS
1.978
j.979
1980
j,98j,
~l98í:?
1983
6.8
Ó. -4
6 ,(,:~
..,. '-'
I
. 1
6.3
Ó.e
7. 1-
1\1B4
1985
1986
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1$'88
j.989
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6.9
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3.6
3.6
4.7
3.7
~3. S'
.
...'"••') . I.J.
4.3
·..1 ,
~
r_
4. ,/
"y
3.9
I'.!OTAS:
Medias das regioes
metropolitanas
de Belo Horizonte,
Porto Alegr~,
Recife,
Rio de Janeiro,
Salvador
e Sao
Paulo. Referem-se
as pessoas
desocupadas
de 15 ou mais
anos de ida~e em relacao
as pessoas
de 15 ou mais anos
de idade economicamente
ativas.
Para 1980 refere-se
a media de junho a dezembro.
Para 1982, referente
a industria
de transformacao,
abrange
apenas os meses de maio a dezembro,
FONTES:
FIBGE.
SOUZA,
Pesquisa
mensal de emprego
j,982-89.
p.60-1.
Paulo R.de.
Quem paga a conta?
1989.
p.31.
74
verifica-se
que o nível
uma
de emprego
~ueda
na taxa
cioastante
ce de~emprego,
a;etado.
re~ietinço
Em 198: e 1983. a taxa
••••• f"Y
c:: /
tivamente,
In::it.
em rela~~o
aon anos
das taxas
I
visto
anteriormente,
mesmo
se verlfica
for~a
Estes
ocupada
dados
a aus0ncia.
Por outro
90
~ado.
estrutural
o
praticamente
r::tn
1983, dobra
afetado
verIfica-se
período
fator
numa
do país,
de uma
em
de inflaç~o
1974. quando
1979, alcança
em relaç10
nos anos
conclui-se
de emprego
política
ae urna taxa
que
deve
neste
seguintes
ae oes2rnpre-
ter
um
mínimo
atinge
34,5%.
aos
i10,2%.
1980-82.
atin91n~o
patamar,
em i984-85.
de forma
real
por um rRcruoescimento
77,2% e, em 1980. chega
ao perio~o
no Dr~si:
de emprego.
e do sal~riQ
1974-90 caracteri~a-se
~obra
c
respectivamente.
crise
que provave1mente
se esta~iliza
sublndo
que o nivel
a exist&ncia
taxa
da
aCl-
tornou-se,
por parte
2.6. O comportamento
~em
do P!B real
de -4,4 e -3,4%,
demonstram
na economia
anteriorefi;
de 1988 e 1990. Assim,
nos anos
ma~s
tindo
de varia~~o
~oram
de trabal~o
imediatamente
exp~osiva.
••
~~'l
•.. lH
211% e, po~Co~
o
ac-
\1,
.i
.
'
,
•
Tt,XA DE I
II'-lFL.t,Ct,O
1.9 3
1.<1 .:'
1.~:j '7'
t ~:;1::'
1. ?'l~!'
1.971.
~i.9 ?rc.~
j,
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~:~4~J
1.(,;'74
j,
I~'
pc;.. , 4
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40 f:~
1.<7'76
1.977
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1.979
77
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1. 9t1 1.
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1. t0
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t9él4
1.9tl~j
':J ~:) Ij
I:~"." r.:(... ,:;,.1
1981,1>
(S!S
1••• 1••• •••1
:
j,
e,
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I
1. 'Z.3~' 6
1.7B2
1.790
9
1.47,S 6
*Indice Geral ne Precos
dezembro
sobre dezembro.
FGV.
I
o
,.,
I
'u~s8
j,989
1='[-)1).
I
I
1.983
1.~)B!::~
FONTES.
r.:.
;:)
<..•• ,::.
I' ..!
t'1ü7
NOTA:
r- ,
Conjuntura
Co n i un t ura
- Disponibilidade
economica.
i::':CClI"IOm:i.c:::l.,
Interna,
41(5)
:t18, maio 1987
4~.:,:;(7):~:i0, .i u l . i99t,
76
vaç5es
uma
de custos
daaa
relativa
taxa
de acumula~io
na renda
entre
tacar
à
sio repassadas
pela
os m01tiplos
elevaçio
elevaç~o
sendo
de capital
~atores
do patamar
da inflaçio
tos pre~os
inflacionário
mundial,
importante
neste
uma vez
que os meios
a ter um papel
ria brasileira.
O índice
ríodo,
do índice
prlncipalS
alimentos
com
Nos ano~
~laçio.
nos
HJ o segundo
preços
sobremanelra
entre
relevante
~e preços
em outubro
embora
nacionai~
100), salta
na aceleraçio
de importações
de
n~o
~aseiam-
para
91
em
inflacioná-
dojra
neste
pe-
94 em 1975 para
produ~idos
isto os pre~os
=
1977
tmportatos,
procenso,
de transporte
des-
internamente
e bens
desempenhou
que foi de 59 em 1973 (base
nando
re~letida
das mat~rias-priman
um papel
pOde-se
em 1974 Oeveu-~e
do petróleo.
passando
manter-se
particlpaçio
in~lacion~rios.
dos preços
continua
a
ou uma ~a~a
que a quadruplicaçio
suficiente,
dia]
de forma
interna.
que o crescimento
própria
aos preços
para
o mercaoo
dos alimentos
báslCO~.
de 1979 e 1980. v~rio~
choque
do petrclleo,
;atore~
das relaçSes
preSSlo-
ace!eram
com uma eleva~~o
jun~o de 1979 e fevereiro
a deterioraçâo
Lnterno,
a inde ~~0%
ne 1980;
de troca,
somanco-se
a
77
rea!istica
repetida
na~::,
po~ítica
em
1981.
a elevaçJo
J
zelfo
a elevaç~o
Durante
,.
t
.•
taxas
reiro
das
cambial
taxas
e monetária
de Juros
de
1979.
Todos
a
politlca
estes
~atores
recessiva
de
em
interna!\
IOF e !R. a maxidesvalori2aç~o
do
em dezembro
~:~.
u. i:l ':.:.:I. (j
de prefixaç~o
e exter-
de 80%
do cru-
contrijuiraffi
198i-83.
o
para
corte
de
1 C) -::; I
de juros.
de
1983
a maxidesvalorizaç~o
e o aumento
da elevaç~o
do custo
unitário
1987-89.
da
relativos.
disso,
reajustar
Al(m
seus
ap6s
crescente
economia
preços
o ~racasso
aumento
nos
m{(lo
feve-
Cecorren-
segmentos
dos
preços
do
°lano
Cruzado,
a
em
e da crescente
diversos
acima
fixo
em
:i.n····
consi0eravelmente
desorganizaçio
de 30%
CI c: :i. o ~:~::=t.
da capacidade
~o triinio
do cruzeiro
custos
dispersâo
empresariais
visanco
e proteger-se
dos
procuraram
a
de um
eventual
conge-
j :::',liiE:'nto,
~a medida
cia
de
reauç50
realimentar
dos
em
que a inflaçio
pra20S
se acelera,
de reajustes
~os
surge
contrato!;,
a tendPn-
o que
vem
a
a inflaç~o.
apresenta
o
salário
mínimo.
ap6s
a evoluç5o
cair
~o
vertigi~osament2
cerca
de
,.,1'
r~\'"...,(:."
,.,
.( r"! ...rt< .. l...•...
•.
54,48. passa,
poder
~ partir
aquisitivo,
de ent~o.
ape~ar
por
oe muito
um períOdO
pequeno,
que
I
de recupera~5o
perdura
at~
do
o ano
I
i
I,
I
1
EVOLlJCA!O
DO E A!...AF:10 !1I hl I1~iO F.:E)~·d... I'H) l"iUI~ IC I F'I o
DE SAO PAULO.
1970-89
( 1'1[D I \~ S
(.\1--1
IjA I ~3 )
~)t\I...(\F::rO
l"ÍIUII'iO
V(1!...()r~
1~:Et\L
IhID1C[
AI'WS
1.'7'70
1.9711':172
1.973
6::3 ~,,'3
'7'6
64 7~3
(,','.=:!
1:"('\
J'"
~5ó 91~:56 54
1.976
1.977
~~jO ~'(:!.
í 9?'t3
6(~
I
7~;'
Id. f.!.(?
61. 7~3
1.979
1.980
1.9811.982
j.983
j.984
1.9{3~j
1.986
1.9f:l7
1.988
i989
I
36
":54- 40
1.974
i 97":5
éí~3
34
0~:.?
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04
~:'j::l 24
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~:.)(~ 36
~~6 ~~
t
37 9(1,'
4<2'
tC
• I
NOTA:
Inclui
decimo
terceiro
salario.
DI~fla~i~~~~O,P~~o~~~~~~e_
p(~.10 r. IE.EdE
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3 S. 11. )
~e~~~~~~
E·. 1 ~:.f(~.\ ~:.II'(.*:. ~\CJ ~:.::,...\
<:\ ..
0
d7.~!~~~a~~u~~dO_
de.
en d a
.I.llr(·..\ 101
1
I
FOh!TE:
~IEESE.
I
I
I
Cinquenta
anos
BoI et :i. m D :i. (.:~(.::.::;(.:.~. n l..I.r(l[,·r·
de salario minimo.
Co :i. t í:::.
an o J)(.
j uí .
j,
9?~~'.
FI
.8.
des0e
1940.
e nos anos
Comparando-se
de 1974,
c ::!1.F' :f. 1:: ~?.f'
nota-se
o valor
que neste
29,4%.
}
rio~o
ccntraç~c
o menor
Pela
evolu~~o
foi adotada
ter tido
ç50
pessoal
tabela
Em 1990,
de ~989
anO~i ~ouve
com
uma peroa
em decorrPncia
oa pc-
t ~=:r
';::.\.1.:::;.
c r :1.::":1.':;:,,,0.
,
1'.,'
n ,?.~....
mínimo.
~e contençfuo
do ~alirio
na
mínimo,
ou
!l"t":l.·"
na distribuiçto
e pessoal
apresenta
o
de renda.
da renda
o comportamento
0a participa-
~a renda.
In0meros
da pessoal
ae quinze
:::i.
funcional
2.13
mínimo
recupera-
salarial.
excludente
2.7. A distribuiç50
A
2.1.)
do salário
reflexos
uma pequena
do salár:o
periodo
uma política
seus
apresenta
valor
uma política
deve
real
(ver tabela
forte
apresentado
de 1988-89
durante
estudos
demonstraram
a
reconcentraçio
da renc::i. ....
,
I
, I
,
,
.
;
I'
I
i
I
:, II
I
I
I I
I I
TABELA 2.12.
I
i
BRASIL - DISTRIBUICAO DA RENDA REAL HEI~SA~ ENTRE A PO~JLACAO ECONOKICAHENTE ATI~A
<10 ANOS OU MAIS DE IDADE) COM RENDIMENTO, SEGUNDO AS I . CLASSES DE PERCEtnUrL
..
i960-90
I
'
EM
,
F'ERCENTAGEM
I
I
:
--+-------------------------------------~----------------------------------------
IWIIICE [/E 61N1
.-----------------LIHITE
I
i
AHOS
mais de mais de
50- 50 a 70 70 a 90
10+
5+
39.6
46.7
50.1
47.3
47.7
46.6
48.1
48.1
48.8
48.8
49.0
51.2
53.2
49.7
28.3
34.1
37.6
34.4
34.9
33.4
1+ INFERIOR SUPERIOR
--~-------------------------------------~------------~--------------------------i 1960
11970
1976
I 1979
. 1980
! 1981
i 1983
1984
I 1985
, 1986
• 1987
1988
i 1989
! 1990
1
17.4
14.9
13.1
13.7
14.2
13.4
12.6
I':)
C"
",,'-.. .J
12.0
12.5
H.7
11.1
10.4
11.2
16.5
13.3
12.1
13.0
12.7
13.4
12.6
12.8
12.6
12.8
12.7
12.0
11.2
12.4
26.5
25.1
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26.6
26.7
26.6
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35.5
35.2
37.3
39.4
35.8
11.9
14.7
17.2
14.2
14.9
13.0
14.0
13.7
14.1
15.2
14.5
15.1
17.3
14.6
0.497
0.562
0.598
0.578
0.575
0.572
0.589
0.587
0.597
0.591
0.601
0.618
0.635
0.515
0.571
0.608
0.589
0.586
0.589
0.605
0.604
0.614
0.607
0.617
0.634
0.652
--~-------------------------------------~-----------------------------------~--~NOTAS:
Para 1976 a 1979 excluem os dados da regiao Norte e dos
estados de !'latoGrosso do Sul, Mato Grosso e Goias. Para
1981 a 1990 excl uem os dados da zona rural da regiao Norte.
As estatisticas de 1988 e de 1989, produzidas para a regiao Norte,
nao incluem a paree la cotrespondente ao atual estado de Tocant ins.
FO~TES: SUPLICY, UI.
Da distribuicao da renda e dos direitos a cidadania.
11.31-4.
FIBGE. Anuario estatístico do Brasi: 1981. p.649.
FIBGE. Anuario estatistico do
FISGE. Anuario estatistico do
FIBGE. Anuario estat istico do
FIBGE, Anuario estatistico do
FrBGE. Anuario estat íst iqo do
FIBGE. P~AD 1990. p.79 ~ 81.
FIBGE. Sintese ce indicadores
1981-1989. p.75 e 77.
Brasil
Brasil
Brasil
Brasil
Brasil
1982. p.706-7.
1983. p.793.
1985. p .669.
1987/88. p.147-8.
1990. p.l.i8-9.
da pesquisa basica da PNAD de
81
1
TABEL.I~ 2. rs
Bf;:AS.1...
..
- DISTRIBUICAO
I·
I
I
DA RENDA,
FUNCIONAL
i. 949-·8~1
F'EF~CE"!TAGE!1
EI1
------t-----------------------------~-----~-I
I
ANOS
.-
_.-
PARTICI~ACAO
•••••••••••••
_
DO TRABALHO
(1)
.••••
--
••••••••••••••••••
_
••••••••
o•••
__
•••••
I:
1.949
19 5 9
1 97 0
1975
j.979
1980
1.98j.
19Br.~
j.983
1.984 ~..
j.9B5
I
1988 *1
_
•• __
• __
•• __
(2)
o'"
0'_
••••••••••••••
_
••••
_ •••••••••••••••
••••••••••••••••••••••••••••••
~36.ó
55.5
I
' .••..,
..)(
~50.:i
~30.e'
~'=H.B
I:~I.
•..J.I ..
-
34 ..r..~
~52. 0
r.:J
~3~:j. i
r)
L
48.7
*
46.7
------4-------------
36.3
38.0
i
NOTA:
...;
.
_
*I -
Preliminar
I
(1) Calculado
sobre a renda interna urbana.
~2) Remuneracao
dos empregados
sobre o PIB a precos
de mercado,
calculado
a precos ~orrentes.
Remuneracao
dos empregados
inclui os encargos
sociais
pagos PElo empregador,
tais como: contribuicoes
a
~revidencia
social,
as caixas privadas
de pensa0,
~eguro saude, etc.
F ONT E~) :1
DI EESE.
BARELLI,
Bo 1 0: t: im
Walter.
n :i. 0~E,·SI:::·
.
::i\ n o IJ, :::\
h r . 1.986.
uma vez, a reparticao
c: o n o m ia .(.,:
tTI p e r ~;;p e c t i v <:\ ..
Mais
n cI :::\ +' o :i. <:\ d :i. <:\ da.
[
fev.
1989. p.1-2.
FGV.
Conjunt:ura economica.
FIBGE.
Anuario
estatistico
1- e
jan.
45(7):32.
do Brasil
jul.
1990.
p .6
.
de
1991.
p.558.
82
verg&ncias
inicio
sobre
dos anos
a se agravar
suas
70. elevadíssima
durante
d e c i 'i::'
re~~etiu
numa
dos
da renda
aumentou
indices
elevadas.
de 8ini.
de
2.12.'
renda,
A tenó&ncia
de Renoa
mais
veri1ica-
.•i .•o
l.•I·::1,
os cacos
ocorreu
tiveram
da parcela
evidenciam
uma
10%
participa-
re~atlva
do períoco
da
da re-
quando
suas
se
co ~e-
1985-89.
a extrema
concentraç~o
na qual
ma~s
de
pobre,
que a PNAD,
e
os índices
reconcentraç~o
Na verdade,
as rEndas
Segundo
Pe~soalJ
rica
de aumento
Os darios de 1990
Comparando-se
visto
ten(eu
e em !983. com o aprofundamento
a concentraçào
os 50% da populaç~o
processo
Co
em 1980. Isto
econ8mica,
ao longo
tabela
de renda,
14,2%
da recess50
1% da populaç~o
ç5es
renda
sua apropriaç~o
em 1976 para
ano do início
desconcentraçio
de
internacionai~.
por decis
que tiveram
de 13,1%
reduç~o
em 1981.
em termos
a distribui~~o
inferiores,
aumentada
A concentração
as riécadas de 70 e 80.
Analisando
c i n c: C)
causas.(23)
básica
nio provenientes
de Gini
de renta
de dados
~o trabalho.
desta
(24)
ricos
para
da já concentrada
a ccncentraç~o
fontE
os 10% mais
detfm
os anos
Renda
deve
ter
variável,
50% ta
extremos.
Pessoal
sico
no
maior,
su~estima
Com
~ltimas
2,0
rela~50
décadas.
e 12 pontos
períodos
Este
representam
Veri1ica-se
ao longo
agora
econ8mico
ao °IB no período
teria
desconcentraçio
t an I:: C),
gicas
estejam
fo~t€s
s%c
fidedlgnas
deve
pontos
do ~ator
occrrica
tanto
(o trabalho
na
calculada
opostos
possive1
trabal~o
fator
a parcela
comparados
~este
particular.
e isentas
pode-se
especular
~ltlma
estaria
incluir
sendo
que SE aponta
em periocos
e, nos
oposto,
cabe
de qualquer
lccaliza00
do trabalho
ciminuido
um processo
estar
no fato de esta
apenas
com -12
quedas.
esta
movimentos
1970-75 teria
ocorrido
os ~ados
gados
psrcen-
na recessiva.
Nacionais.
renda.
as ~ontes;
•• 1 •••
I,;: ~• ..l
Outro
da
o problema
entre
os
respectiv~men-
~a participaçio
participaçGo
as Contas
dos su~seqUentes,
duas
para
anterior.
Segundo
relaçio
de maiores
quanto
total
-3,5 pontos
de 80,
reduçio
ao P1B, notam-se
em relaçio
ao parimetro
da d~cada
uma re~uçio
a
Urnana
de 60, com
periodo,
Considerando-~e
quedafi de 1,1,
Interna
os período~
de todo
~ase de crescimento
anos
assim
0a fsn0a,
1970-80 e 1980-88,
década
primeiros
OltO
percentuais,
A
funcional
aPfe~entou
na ~enda
1959-70,(25)
;oi regular.
e os
trabalhO
indicador
percentuais
~949-59,
nio
a ci~tribuiçio
que talvez
qUinqUenais,
na remuneração
por
dos empregados
justamente
uma
'::',
';:;.
:)or' '''.
metoaold-
a~ di~erenças
~ que, em vlrtude
da remuneraçio
q U. e
suspeita.
nas diferenças
in~luenciada
perío-
ou seJa,
notar
em
aos empre-
este
de pro~lEmas
sio divul-
nos anos
censi-
n~o
tende-se
que
se dispondo
um crescimento
~ per~eitamente
tercensit~rios,
2.8.
Algumas
da parcela
compatível
1976-79
quase
onde
Os
conflitos
entre
da
todas
sentido,
o capital
o capital
os
nos
anos
ç~o
destes
conflitos
se deu
onde
cada
dos
:L n ....
lndividual
relativa
preponderantemente
a transferir
(serviço
citar
dos
que
esses
o setor
defe~der-se
visando
a manter
na renda
nacional
1inanceiro.
pJb!ico
e o
e os
~o~
e o capital
da aceleraçào
procura
a agu-
con~3itos
exportadores
nacional
atrav~s
economia
importantes
e os trabalhadores.
em particular
demais,
~e uma
favoreceram
e o externo,
;inanceiro
em geral
se ~ atuaçio
ocorrida~
interesses
o capital
cíclicas
e mais
interno
e entre
força~a
.
apon-
brasllelra
fases
pOde-se
vo,
capltal
as
b~sicos
entre
ter
.
.
no~~ anos
um GeCreSClmo
economia
as trans~orma~5es
0este
ç~o
com
to trabalho
e 1981-84.
comportamento
demonstra
se ~eram
de
conclus5es
o
1974-90
assim
ou ampliar
A economia
proouti-
A exterlorizainflacionária,
e antecipara partlcipa-
brasileira
recursos
líqu~dos
ao exterior.
da divida
externa)
e realS
Vlu-se
em termG~; ~i-
(deterioraç~o
cas
::::m
tornam-se
tor pro(utivo
relativamente
interno.
menores,
o setor
sen~o
pJblico.
di0Putadas
as instituiç5es
pelo
~e-
flnancei-
ras e os trabalhadores.
o
divida
externa
tributos
a
setor
uma
decorrente
impostos
da e!evaç~o
e tarifas
Os
agentes
~inanceiro
crescente
de juros.
os preços
p~bli-
nacional
na ~en~a
O capital
pasna
Naclona~
privadO
e reivin~ica
re-
SUbsídios
estatais.
e privados,
sociais
processo
ren(a
para
da divi~a
i:::Ill:~.•.
ao perderem
procuram
renca
defender-se
em termos
relvindicando
reaJS,
rea-
salariais.
to dos custos
te
das taxas
a ter um c~fic:t
na elevaç~o
relativa
pJblicas
A manutençâo
50.
passa
O capital
trabalhadores,
p0blicos
Justes
p~)licas.
particiraçâo
e transfer&ncias
ços
e estatal
e a sua contrapartida
e tari~as
ocupar
p~blico
0a renda
relativa
e ea velocidade,
para
foram
sensivelmente
oe cada
capita1
0a intensidade
em particular
e do sanClonamen-
preços.
o capltal
externo,
redu~idas.
o capltal
e a taxa
~inanceiro
de inventlmento,
naClO-
que so-
Assim.
pecificamente
por
vel
houve
para
cerca
também
sit~vo,
com
cipaçio
do
procurar-se-á
a inc~strla
trabalho
17% do nive]
na part:c:paçio
intensidade.
quatro
oe tranfi~orma~Jo.
de 32% do PIB e por
reouçJo
que
no capítu10
A análise
na in~~stria
co trabalho
veri~icar,
setor
de
como
refi?0nsd-
emprego,
e, em ca~o
do comportamento
tomará
e~-
par5metro
po-
ca partj.um
~aco
referencial
~as
cefini~as
no capítu~o
seguinte.
37
FORMULAC~O
3.
DE HIP6TESES;
FONTES. SELEÇ~O
OPERACIONALIZAC!O
E
DOS DADOS
EstE
capítulo
Está
ra,
apresenta-se
a formulaç;o
se
sucintamente
sobre
mento
empírico.
das
bem
plicita
mento
alguns
o teste
Na segunda,
utilizadas
as
dados
E.
de hip6teses.
Na primei-
metodoldgicos
no
levanta-
variáveis
utiliza-
que
por
discorre-
visam
Jltimo,
a torná-los
a quarta
utilizados
no
ex-
levanta-
empírico.
de hipdteses
Tendo
como
a economia
cadas,
esta
questão,
teoria
este
trabalho
que,
vem
que a teoria
atrav~s
claramente
essa
premissa
brasileira
considerando-se
tar
de dados
dos
~
SEçoes.
quatro
apresentam-se
procedimentos
3.1. Formulaçlo
e
fontes
a operacionalização
com
Em
de hipóteses.
Na terceira,
como
compatíveis
as
dividido
os
como
do grau
"fatores
nas
se oligopolizando
formulada
por
de distribuiç;o",
Ela
testar
sugere
Jltimas
cada
al~m
effipiricamente,
por
adotar
hipóteses,
entre
mais
de expilci-
optou-se
várias
vez
d~-
incorpora
Kalecki
de monopolizaç;o,
referencial.
procurará
principalmente
as
que
quais
se
destacam:
1.
(custo
das
O grau
de monopdlio
mat~rias-primas/custo
portamento
da parcela
dos
diretos
custos
mente
gem
ao mark-up
adicionada
constante,
e a relaçio
salarial
constante,
(medida
sobre
a parcela
dos
a parcela
os principais
salarial
salários)
em sentido
do grau
custos
custos
diretos
determinam
inverso.
salarial
de monopdlio,
varia
dos
Com
a rela~50
varia
inversa-
definida
diretos).
inversamente
o com-
Com
como
mar-
o mark-up
à relaç;o
dos
88
custos
diretos.
cíclico,
diminuir
2. O grau
de monopólio
ou
tende
seja,
A
reais,
evoluçio
mais
e vice-versa;
na Mepress~o
anti-
econ8mica
e
a
decorr2ncia
da parcela
pelos
salarial,
efeitos
custos
diretos
custos
cliretos diminui;
das matérias-primas
cai.
em
do que os salários
na depres5~o
dos custos
apresenta
ou seja,
e a diminuir
4.
terminado
a relaçâo
pró-cíclico,
econBmica
mento
dos preços
acentuadamente
portanto,
comportamento
raçâo
a elevar-se
um comportamento
na recuperaçio.
3.
termos
apresenta
tende
diretos
a elevar-se
um
na recupe-
na recessâo.
das hipóteses
no decorrer
contrários
(na depressio
anteriores,
do ciclo
do mark-up
o mark-up
econBmico.
é de-
e da relaçio
aumenta
na fase de crescimento
o comporta-
dos
~-uu~
e a
econ8mico,
sucede
em termos
reais.
o oposto)
Os ordenados
5.
na
depress~o
e a elevar-se
raçâo
do
tende,
em termos
na
que os salários;
recuperaçâo
(inclusive
vamente
relativos,
menos,
acentuadamente
conseqUentemente.
a variar
mais
durante
a recupe-
a parcela
salarial
tanto
M
do que a parcela
A
pode
melhora
da remuneraçao
afetar
a parcela
na capacidade
inversamente
na depressâo
co fator
como
trabalho
brasileira,
levantam-se
1.
do
de barganha
o grau
de monopólio
movimento
e
positi-
salarial.
Procurando-se
associada
mais
a cair
ordenados>.
o.
sindical
tendem
dar conta
também
A ocorrincia
a um contexto
da especificidade
as seguintes
de uma política
de acelera~~o
da
economia
proposiç8es:
salarial
inflacionária
l
de conten~~o.
tem um papel
89
ativo
na determinaç10
sen~o
para
o conjunto
industriais
dos salários
da ind0stria
específicos
ou para
2. A magnitude
capital
podem
3.
taçôes
pode
economia
buiç50
no seu conceito
afetar
o grau
por conseqUfncia,
3.2. Fontes
As
lizadas
de trabalhadores.
concedidos
e. conseqUentemente.
a
praticada
ao
dis-
.
de restriç50
influenciar
de controle
amplo
as impor-
internamente
o mark-up
Fundaç;o
Pesquisa
e n10 apenas
sobre
e a relaç50
a distribuiç50
de renda.
na
e a
distri-
industrials,
enten-
os bens
dos custos
salariais,
diretos
e.
dos dados
informaçôes
sobre
IBGE.
Anual
deste
utilizadas
e a Pesquisa
de transformaç;o
trabalho,
de Estatística
As fontes
e dE Dados
a indJstria
empírico
do Subsistema
Industrial
Física
de preços
de monopólio
no levantamento
s50 derivadas
duç50
gineros
de renda.
dida
da
salarial,
alguns
dos subsídios
de preços
e, conseqUentemente,
para
segmento
de uma política
a fixaç;o
4. A política
pode
algum
o mark-up
A existfncia
e da parcela
certamente
e a variaç;o
influenciar
afetar
reais
em sua maioria,
Industrial
s~o
o Censo
Industrial
uti-
proveniente
Industrial,
Mensal
a
de Pro-
Gerais.(1)
3.2.1_ Censo Industrial
o Censo
tica
trutura
Industrial.
do setor.
Industrial
é a baSE
do Subsistema
Através
dele,
obtém-se
uma
Abrange
todas
as atividadES
visio
dE Estatís-
glebal
de extraçio
da
ES-
minEral
90
e/ou
as
beneficiamento
dp
lucrativos
por organizaç5es
ta e empresas
8undo
estatais.
o Censo
dustriais
Industrial
De
anos
de
todo
0 e 5.
393 grupos
(4 dígitos),
141 grandes
De
a
nacional,
avaliar
dJstrias
nal
a
Pesquisa
e
s~o os mesmos
De
censitária.
mentos
ano
maior
e/ou
salário
mínimo
mensurando
probabilística
pessoas
e abrangendo
digitos),
e 21 gioe-
tem
território
como
objetivo
estrutural
intercel1sitários
das
(anos
agregados
da Pesquisa
in-
de fi-
macroeco-
Industrial
Industrial
do conjunto
da produçâo
pessoas
igualou
no país
passou
estratificada
todo
geral-
Industrial.
o imbito
vigente
(PIA)
os principais
conceituaçâo
de 1981. a pesquisa
(6
(3 digitos)
a configuraç~o
com 5 ou mais
valor
aos
industriais
690 subgrupos
1974 a 1979, a Pesquisa
industriais
refere-se
de atividades
Anual
nos anos
do Censo
cobrindo
in-
(2 digitos).
Industrial
cl
e, se-
as atividades
o Censo
grupos
anual
e delinear
imbito
nacional
Anual
periodicidade
1 a 4 e 6 a 9),
mente
tir
Industrial
de transformaçio
n8micos.
do
de transformaçâo
o desempenho
o território
A classificaçâo
de 1985 abrange
Pesquisa
mis-
qUinqUenal,
na versio
3.2.2.
de economia
(2)
produtivas
ros da indJstria
sociedades
exploradas
1985, classifica
periodicidade
final
de
fins
privadas.
Abrange
em 22 gineros.
com
e transformaçio,
total
era
uma
dos
pesquisa
estabeleci-
ocupadas
em qualquer
superior
a 640
vezes
no ano de refer2ncia.
a adotar
a ticnica
dos estabelecimentos
m2s
o
A par-
de
amostragem
com
~ ou
mais
ocupadas.
91
3.2.3. Pesquisa
Industrial
Para
Censos
utilizar
ca
que
físico
em
Pesquisas
os dados
(PIM-PF),
volume
A
das
2
anos
U~
que
da Pesquisa
produz
pesquisa
Vlsa.
da produçào
física
ainda
Mensal
a nível
a fornecer
dos
optou-se
por
de Produ~âo
indicadores
industrial
de dados
1986-90,
Anuais.
mensalmente
Física
se disp5e
Industrial
portanto.
A partir
n~o
Industriais
da produçào
informantes.
Mensal - Produçio
de curto
nacional
Físi-
prazo
do
e regional.
indicadores
conjunturais
industrial.
1981, abrange
de
correspondendo
736 produtos
a quase
9.000
e cerca
de
estabelecimentos
6.000
inves-
tigados.
o
mitodo
utilizado
cimentos
i a amostragem
Laspe~res
em cadeia.
Sio
rletalhados
por
categorias
A
(16
produz
dos
Pesquisa
mensalmente
resultados
a nível
industriais.
um n~mero
o levantamento
assim.
os gineros:
com
e sem
ajuste
Pesquisa
de gineros
feito
pelo
est~o
i a de
nacional
sazonal
e
Mensal - Dados
de curto
Mensal
prazo
da produç~o
de
sobre
na
industriais
Censo
e pela
incluídos
mobiliário,
e gr~fica,
Industrial
e do valor
nào
menor
madeira.
editorial
Industrial
indicadores
salários
e estabele-
de cálculo
Anual;
similares,
A
produtos
A f6rmula
cobre
que
Mensal
e produtos
3.2.4.
do
Industrial
Industrial
de
de uso.
PIM-PF
gineros)
guisa
gineros
sele~~o
intencional.
divulgados
por
para
2
na
couro
Pes-
Pesquisa
e peles
diversas.
Gerais
Dados
Gerais
a evolu~~o
ind~stria
de
do
(PIM-DG)
emprego,
transformaç~o
92
a nível
nacional
De
e regional.
1976 a 1982, a PIM-DG
informantes
selecionados
funçio
características
das
até hoje,
feita
a pesquisa
de suas
conta
com uma amostra
da PIM-PF,
sendo
que a seleçio
do crit~rio
estratificada
conjunto
de
física.
Em
de produç1o
a partir
de
de informantes
destes.
de amostragem
por valor
o mesmo
variáveis,
a PIM-DG
através
amostra
para
utilizou
após
in~epen-
esta
probabilística
da produçio
e pessoal
reformulada,
passando
1983
data,
para
E
uma
ocupado
de
estabelecimentos.
Em
1985, a PlM-DG
oito
variáveis
s5es
na produçio.
gas
pesquisadas:
na produç1o,
extras
f
pagas.
01
pessoal
desligamentos
valor
valor
ocupado
da folha
na produçio,
na produçio,
dos salários
n0mero
contratuais,
de pagamento
a abranger
de horas
valor
e valor
nominal
absolutos
triais
e real.
8,
a partir
constantes
3.3. Seleçio
que
de 1985, abrange
do Censo
Industrial
a
seguir
e mensuradas
necessirio
especificar
sera
utilizado.
A exemplo
empregasse
ma~io
como
industrial
da produçio
ceitos
definidos
prox~
(VTI).
os mesmos
evolu-
em valores
g&neros
in0us-
de 1985.
algumas
das
empiricamente
de in0meros
relaç5es
estabeie-
no pr6ximo
trabalhos
inriustrial
O VTI corresponde
no apêndice
resultados
o imbit>::>do conceito
do produto
e as despesas
com
A
dos dados
que se compreendam
~
t ul o ,
nio divulga
e operacionalizaçio
Para
1090
A pesquisa
~oras
da produçio.
indicadores
çio
das
pa-
o valor
~ diferença
de
capíproduto
nesta
da transforentre
o vac on -:
com as
I. O VTI
difere
do valor
agregado
ou
versas,
tais
serviços
como:
nio
depreciaçio
ao valor
da
o arcabouço
se entenda
parcela
salarial
e dado
ma
( mais
pelas
(4) utilizar-se-á
estimativas
uma
série
o produto
nia
oficiais
de ressalvas
Tomando-se
Industrial
parcela
outras
Anual,
da remuneraçio
parcela
da remuneraçio
tiradas
e outras
de parte
do
parcela
transformaç~o
parcela
ra~5es
=
salários
transformaçio
apro-
80-
=
a mensu-
esta
haja
estio
Industrial
sem
01ti-
IBGE,
algumas
sujeitas
a sua
a
uti-
e a Pesquisa
relaç5es:(5)
salários.
retiradas
e
industrial;
ajustada
sociais
transformaçio
- salários.
e
re-
trabalhistas
industrial;
ligado
à produ~~o/valor
industrial;
das outras rendas - salários.
menos
Embora
as seguintes
do pessoal
a
ou seja,
desaconselham
+ encargos
da
inclui
da Fundaçio
elas
da transformaç~o
empregador/valor
salarial
depreciaçio.
do fator trabalho
o
impostos
os
para
líquido,
o Censo
Como
fatores.
brutos.
que
de
da Contabilidade
em termos
remunera~5es
seja.
relevante
do fator trabalho
remuneraç5es/valor
ou
(3)
correspondendo
de pesqUisa
calculadas
reparaç~o
inclui
fontes
fontes
propaganda.
já há um bom tempo,
metodolcigicas
serio
de
o produto
que,
sobre
como
acaba
a custo
seja
a depreciaçio.
apurada
vrr
que o produto
incluir
nia
e nio
conceitual
bruto
e
brutos.
fixo
o
e
e arrendamentos.
em termos
de subsídios,
adicionado
Embora
raçio
aluguéis
de capital
segundo
manutençio
di-
despesas
publicidade
à mio-de-obra,
bens
liquidos
da rroduçioas
e carretos,
é mensurado
dos
ximadamente,
cial.
fretes
do valor
e instalaç5es,
da produçio
indiretos
deduz
ligaaos
equipamentos
valor
~
nao
pois
adicionado,
salários
do pessoal
retiradas
ligado
,
ct
e outras
remune-
produçio/valor
da
industrial;
94
produtividade
çâo
industrial/pessoal
rernuneraçio
outras
da
transforma-
=
ocupado
salário
sal~rios,
retiradas
e
total/deflator;
do pessoal
ligado
~ rroduçâo/pessoal
~ pfoduçio/deflalofi
remuneraçio
rios
=
m~dia real do fator trabalho
salirio m~dio real
valor
oCIAPado total/deflator;
remuneraç6es/pessoal
ligado
=
m~dia real do fator trabalho
m~dia real do pessoal
do ressoaI
nio
ligado
nio ligado ~ produçio
à produç%o/pessoal
nio
..
-
,
saJa-
à produ-
ligado
ç~o/deflatori
=
mark-up
valor
da Pfoduçio/mat~rias-primas,
+ salários
nentes
mark-up*
do pessoal
valor
+ salário
triais
relação
dos custos
nentes/salários
relação
da produç~o/despesas
do pessoal
=
ind0stria
empírica
máximo
de
~
operaçoes
as
inuus-
à produçioi
à produçâo;
despesas
ligado
compo-
com
materiais
e compo-
e
as operaç5es
indus-
à produçio.
metodológicos
A análise
ao nível
com
mat~rias-primasJ
ligadO
dos custos diretos*
3.4. Procedimentos
a
=
diretos
do pessoal
triais/salários
dará
ligado
e
à produç~o;
ligado
do pessoal
materiais
de
para
a indJstria
desagregaçâo
transformaç~o
a dois
de
transformaçio
digitos.
Neste
em 21 g0neros
~ segmentada
se
caso,
indus-
triais.
Neste
tria
de
sentido,
transforma~âo
a partir
neros,
sendo
dernos
e tradicionais
t~rios
as mais
utilizados
varIOS
utilizadas
sio
autores
procuram
de diversas
aquelas
ou em oligopolistas
normalmente
estudar
classificaç5es
que os classificam
e competitivos.
a evolu~~o
da
taxa
de
a indJsft
dos
ge-
em
mo-
Os cricresci-
95
menta
do produto
em um certo
gêneros
novos
ou antigos,
empresas
no mercado.
período
ou ent~o
que esses
ra
tenham
tido
e
ainda
das
transforma~5es
sentam
uma
s~rie
por exemplo
t
j"
:,HI :i. c :i. D n <3. i,;;; ,
trar
segmentos
dinâmico
aspecto,
de agrega~~o
gre9aç~o
tido
maior,
este
gineros
poderia
taxa
no mercado.
foge
nova
classificaç~o
est~
isenta
de críticas
Conforme
concentra~io
em que determina,
e
neste
o trabalho.
sentido,
sifica~io
analítico
para
industrial,
o
apre-
classificado
segmentos
pode-se
enconque tal
do
um nível
próprio
de desa-
ou,
ao me-
uma nova
m01tiplos
da indJstria
fatores
para
da produtividade,
desenvolvimento
tecno16gico.
tal estudo,
por este
dos g&neros
que,
par-
embora
trabalho,
por sua ve2,
tamb~m
e limitaç5es.
no capítulo
tem um papel
em parte,
e entre
a concentraçio
dos g&neros
,.~
ser solucionado
em conta
propostos
exposto
industrial
•
a heterogeneidade
etc. Mas como
aos objetivos
uma
dida
do produto,
UI
decorre
I:: (~. i ~:>
dos
de cresciment6
ticiraç50
levar
grandes
Mas entende-se
ser necessária
devendo
•
oligopolista
pois
Me
s ]. .;.1 C ,:i ç: ::,1. o •
encontrar
se utilizasse
que capte
das
num ginero
pode-se
como
Caso
problema
industriais
a classificaç50
pois
~ insuperável,
entende-se
dos
poder
e vice-versa.
adotado.
"
C .\ <:1 ';;;
no setor
ou moderno
competitivos,
de
um grande
estruturais
e num ginero
neste
tipos
de inconvenientes,
como
ou de se tratar
a participaç~o
dois
tenham
estudo
de tempo,
um, na teoria
sumamente
importante,
a Jistribuiçio
os pr6prios
de Kalecki
de renda
na meentre
ser um bom
industriais.
Há, neste
crit~rio
o
(!'f':;; ':;;.i. In ,
capitalistas.
pode
a
para
particular.
clas-
uma
s~-
rie
de variáveis
vez
o melhor
relaçio
crit~rio
individual
capital/produto.
estoque
de capital
prop5e-se
culado
correlacionadas
avaliar
a partir
tamanhos
mas,
para
industrial.
para
seja
como
avaliá-la
nio se disp5e
a ind0stria
de transformaçio
no índice
da distribuiç~o
do valor
da produçio
por Bonel1i
com base
para
na Pesquisa
os gêneros
com índices
igualou
menor
sobre
de Gini.
talos
os
índices
Anua!
lflf!.·:'n
C)S
c
()I"'!
de
,
,.
J.n(ll~··
com elevados
a 0,675,
o
cal-
segundo
Industrial
os g&neros
da
brasileira.
com base
Utilizaram-se
Tal-
através
de dados
a concentraçio
dos estabelecimentos.
calculados
à concentraçio
c (~,:nt: 'f" :::\ ....
(I (),:;:._
Este tipo
outros
tipos
associaçio
e
de classificaç~o
de classifica~io;
entre
os gêneros
os que se denominam
concorrenciais
ora proposto
pelo
tidos
contrário,
como
concentrados,
e os que sio
aos
há até uma grande
modernos
e entre
n~o se op5e
ou oligopolistas
os tradicionais
aqui
chamados
menos
que este
critério
proposto
ou
concentrados.
(' I'~' \,
'. I
l
1.
de
Gin1
Conforme
a partir
sobre
empresas,
neros
com plantas
apontado
de dados
pode
encontrem
o cálculo
estabelecimentos,
a concentraç~o
tamb~m
do índice
e n~o de dados
industrial
dos g&-
m~ltirlas.(8)
do periodo
3 ..Pode
sobre
subestimar
2. A utiliza~~o
realidade
por Willmore,
tem
de índices
examinado
ocorrer
estabelecimentos
de 1974 talvez
no levantamento
que num gênero
com baixos
tido
índices
n~o
empírico,
como
reflita
a
1975-85.
concentrado
de concentra~5o.
se
e
vice-versa.
No
dice
de
trial
pode
à primeira
tocante
Gini
utilizado
estar
para
subestimado.
ç~o
é um intervalo
esta
limitaçio
Com
caç5es
ocorridas
maiores
que tenham
sido
8~neros,
foram
quia dos
dos
respeito
g~neros
pois
decorre
Mas,
culados
que tivessem
para
lado,
da Pesquisa
por
a hierar-
o agrupamento
à
é
ter-
insuper~vel.
ser elevado.
dos
Industrial
1975-85.
relaç~o
apontado
o emprego
dos g~-
afetado
~ com
adotado
talvez
que as modifi-
alterar
proposta.
de agregaçJo
em si,
no período
que o problema
por outro
através
industrial
da taxionomia
de o nível
de classifica-
presume-se
insuficientes
indus-
a classificaçio
quest~o,
e por mais
julga-se
questio,
celra
o crit~rio
substancialmente
na estrutura
dentro
como
que o ín-
da concentraç1o
e nâo a sua magnitude
à segunda
neros.
reconhece-se
a avaliaçâo
Mas.
do índice
n~o afete
quest~o,
índices
Anual
de Gini
t~m
as
cal-
seguintes
vantagens:
1. Ter
utilizadas
para
como
neste
fonte
trabalho,
para
o c~lculo
podendo
uma das
portanto
ser
pesquisas
também
mais
aplicado
esta.
2.
pois
dustrial,
tuaçJo
Poder
ser utilizado
ambas
das vari~veis
as fontes
e seguem
sem
usam
ressalvas
para
praticamente
a mesma
o Censo
a mesma
classificaçJo
ln-
concei-
dos
gêne-
roS.
3.
utiliza
de empresas,
conceitos
outras
pesquisas
aqui
centra-se
de transformaç~o
representatividade
dtica
de
o interesse
da indJstria
trutural
uma
Como
maior
al~m
brasileira,
do que as pesquisas
de ser calculado
ligados
na configuraç~o
à Contabilidade
que empregam
dados
através
o índice
estem
que utilizam
de uma
Social.
de Balanços
fonte
a
que
diferentemente
de empre~as
e
98
Assim.
mais
EntEndE-SE
adEquada
o
em termos
dualismo
Embora
estE
n~o
buiç~o
t~o
rEnda
se reconheçam
sobrE
e, neste
critério
de classificaç~o
utili~ado
como
um
próximo
a seguir
de trabalho,
sabilidade.
dos
Estas
apenas
o
J
quando
custo
frisar
de
sim
sobrE
que
distri-
da concentraç~o
como
metodológico
adicional.
conceitos
dos
utili~ados
um
encontrado
do trabalho,
'·:l. r :i. :::l. i·;:; .
como
salJrio
ou seJa,
nas
ao
faz-se
lado,
uma
índice
gêneros,
longo
do
pelo
de
por
real.
pela
o salário
de compra
do
dos
do carefE-
à produ-
se deflaciodo
próprio
trabalho.
deflator,
Assim,
ótica
e ge-
salários
ligado
como
incluídas
mista
atacado
real
respon-
dirEtores
quando
vida
salário
reflete
podEr
PEssoal
custo
o sal~rio
de sua
a denominaçio
dE preços
e~etuados
Estio
dos
distinçâo:
dE custo
é chamado
real.
sociais
da rEmunera~io
PElo
(denominado
refletE
pagamentos
remuneraç5Es
parte
auferida
índice
os
E os ordenados
outro
PElo
rEsultado
balhadores,
Por
todos
os encargos
incluindo
à remunEraç~o
valorEs
Já o segundo,
"J.
acabam
se utiliza
sultadc
que,
os salários.
estES
~::.E~\:: () Y"
inclusive
propriEtários
E do trabalho.
Para
nam
cabE
de classificaç~o
remunEra~~o
Adverte-se
retiradas
rE-se
vantagem
um recurso
explicativo
a'guns
mas
o emprego
critério
a
dE
duas
limitaç5es,
concentra~~o,
além
capitulo.
à força
pital
suas
proposta.
tamb(m
outras
( tio-somente
o
DEnominam-se
as
tem
nas
sentido,
elemento
Explicitado
definir-se-~o
conceituais.
freqUentE
( um trabalho
de
qUE a classifica~~o
o
do
e
I
o rE-
primeiro,
emprEgador.
pEla
dtica
dos
tra-
bens
2
servi~os
sa-
Visando
tipologia
a simplificar
oreririos
a Fundaçio
IBGE
referem-se
e burocratas.
denomina
àqueles
pessoal
que nio
ao
remuneraçio
média
subentenda-se
remuneraçio
zar-se
a
parcela
apropriada
operários
salarial,
custo
eles
termos
e à sua
BIBLIOTECA
de todo
ligado
~ produçio
e os
ligados
remuneraçio
da remuneraçio
m~dia
do
ocupado
participaçio
do trabalho
os
que
segundos
à produçio.
ou custo
da
à média
da
(burocratas
no
rela-
fator
respectivamente,
pessoal
com
representam
diretamente
em
médio
produtoi
ou salirio
e ope-
ao utilim~dlo
e
referem-se,
m~dios
correspondente
rfARl
adota-se
Os primeiros
se referem,
correspondente
expressio
em
falar-se
eles
individual
e à sua
estio
e parcela
que
rários)
a exposiç5o
e individuais
parcela
exclusivamente
no valor
AQ BOfDECKER
agregado.
pelos
4.
PARCELA
SALARIAL
NA IND~STRIA
DE TRANSFORMAÇ~O
1974-90: UMA EVID@NCIA
Este
plicativo
capitulo
do
comportamento
transforma~~o
brasileira
avaliar
anos
censit~rios
comportamento
objetivo
básico
do produto
Procura-se
anticíclica
portamento
prd-cíclico.
do mark-up
explicam
Este
levantam-se
processo
a evoluçXo
do nível
que a teoria
e a relaçio
Nio
a songo
a queda
capítulo
dos custos
obstante,
prazo.
da
do
PfO-
de emprego
e
de distribuiçio
diretos
constata-se
Assim.
acentuada
está
com
dividido
em seis
um com-
a tend&ncia
a di~erença
da parcela
de
as-
na intensJ,o rI"! P D··~.t !~::~:\o
salarial
seç5es.
,
t ••"
verif~-
~a prlmei-
algumas
de desenvolvimento
1974-85
o~
industrial.
industrial.
sos de 1980 e 1985. Na quarta,
periorlo
Objetivo
para
C
industrial
ce
da mensuraç~o
como:
dos salários,
demonstrar
tend&ncia
E como
industrIais
- 1975, 1980 e 1985 - atrav?s
taIs
de hipd-
na in(~stria
1974-85.
dos g&neros
variiveis,
o teste
salarial
o período
a evoluçio
das remuneraç5es,
da composiç~o
EMPiRICA
da parcela
para
de algumas
dutividade,
cendente
tem como
BRASILEIRA,
e testam-58
Na segunda •.avaliam-se
analisam-se
as hip6tes8S
os dados
sobre
os
anuais
para
"fatores
os
o
0e
~alho
para
o periodo
4.1.
Algumas
1986-90.
proposi~5es
to industrial,
segundo
Entende-se
de
flutuaç5es
sobre
a Teoria
brasileira
capitalista
e, como
econ6micas.
Entende-se,
{o
setor
senvolvimento
capitalista.
ps-
que a lndJstria
e (!inimico no prcce~so
sentido,
dE
0e 0e-
levantar-se-~o
algumas
industrial
o capitalismo
como
do processo
viu-se
capitalista
Kalecki.
consigo
Industrial
{ um~ EconomIa
tamb{m,
da literatura
por
e
tal,
hegemBnico
Neste
do Ciesenvo l'.V1.mE~f1""
da Organiza~io
que a economia
trans~ormaç~o
vimento
.. "..~
.
as c:on ~;;E: qU.enc :L as
Ambos
uma s{rie
ten0e
à concentraç50
anteriormente,
os autoreG
ressaltam
a acumulaçio
do capital.
havia
j~
de desenvolvimento,
de conseqUincias
:Lri d o.';;;l:: \" i :;~.
1 .'
na
sido
vindo
apontada
a ser
re~orça~a
que a concentraçio
sobre
a estrutura
de capital
e a
por
tra~
e a organj-
~istribuiç50
0e
i"1f.,:nd:;:I
..
Segundo
vimento
a Teoria
industrial
gera
do tempo,
tendem
mecanizadas,
que uti1izam
da Organizaçio
a formaç~o
de grandes
a concentrar
pi"ocessos
!ndusti"ia:.
parcelas
produtivos
empresa'l
o desenvo1que.
crescentes
com
maior
com
o
do pro-
so~isti-
mento
tre
.Je
da prcouçâo
outros.
capital.
fazem
com
a força
volume
nizaçâo
dos
maior
de trabalho
empresas
rela~~o
as
salariais,
um volume
menos
empregado
enmaior
concentradas.
Na medida
por
trabalha-
produtiva.
concentram
canali~am
qUE
fatores,
capital/trabalho.
mais
e de produ~âo.
estes
tenham
do capital
torna-se
trabalhadores,
principalmente
todos
com as empresas
a densidade
de capital
Assim,
que estas
portanto.
que se aumenta
dor,
complexo.
comparativamente
apresentando.
em
mais
volume
suas
considerável
reivincticaç5es,
através
dos sindicatos.
e fortes
comparativamente
qUlf.·:· ;
tendem
a ser mais
menos
concentrados.
poder
Mas
embora
Assim.
de barganha
isto nâo
a apropriaçâo
cipalmente
em termos
a melhora,
de ser compatível
que a taxa
do custo
real
neste
sentido.
dos sindicatos
implica
os trabalhadores
servi~osJ
Assim.
organizados
destas
em termos
empresas
com uma perda
de crescimento
do trabalho.
social
empresas,
deve
ser avaliada
em termos
empre-
ao paga-
maiores
da classe
em termos
a estas
recebam
e nâo apenas
absolutos,
maiores
vinculados
que as grandes
do produto
relativos,
as
a setores
salárlos
prin-
absolutos.
trabalhadora
po-
relativos,
da produtividade
aumentar
acima
As empresas
tas e, no limite,
concentradas
monopolistas
por terem
dos seus
gastos
o sistema
de promoç~o
renciaç~o
rios produtos,
tenGem
elevados
de vendas
recursos
cre~iticios
~a
m :::t. Y' ~( .... u
como
um dos
associa~os
maiores
nores
gado,
tender
e, conforme
esta
a diminuir
acaba
apontado
ocorrincia
~ortes
t0m um
major
o acesso
a
concentradas
e
elevados
elevadas
ten~em
por ~alecki.
~ concentraç~o,
salariais
desta
Ja foi apontado
poder
a
a me-
i..1. '::;
t
'C
:i. <":l 1
faz com
tendem
a centralizaçio
levan-
menores,
mudança
a
na com-
por
Vlr acompanhada
e concentradas
favorecendo
tende
em decorrincia
:Lfi d
crise
de dife-
~arK-uPs
tambim
se viu tim parcelas
conforme
mais
ma~or.
diretos
capitalista
que como
p () '::;.
:1. ç: ~.;{C)
empresas
e utili2arem
de terem
empresas
de monopcilio)
dos custos
o sistema
social.
pode
ca-
salariais.
Como
produto
do grau
de lucros
parcelas
além
em que as grandes
a relaç5es
margens
mercados,
instrumentos
concentrados,
hásicos.
oligopolis-
facilitado.
medida
(medida
p
respectivos
com pr'opaganda
por serem
insumos
a se tornar
de um aumento
que as crises
a sobreviver.
do capital
(!::.
c: () n
Assim,
na
r-,
C) ....
a
com
queda
a crIse,
~s empresas
nas vendas
com
,.
to,'
e~evaçao
buiç~o
de
renda
prdpria
classe
reduç~o
da
ocorrer
como
produ~io,
argumentos
Como
ficamente
termos
os mais
b)
os que tendem,
custo
com
os que remuneram
d}
como,
da remuneraç~o
e)
modo.
de politicas
economia
deste
oligopolL2a-
e espeClem analisar
:i. n Cr u.~:~
....
:1.
menos
e~tes
receSSlvas
capitulo.
para
aos
podem
n d J..\ ',:; t .,.'
:i. <:1. :i. ':i,
concentrados,
produtivos;
parcela
para
um~ taxa
Deste
a
venda~.
mas sim os
comparados
c)
a
nas
n~o há intere~se
seç5es.
estender-se
a)
relativos
emplrlCO
entre
e da inflaçio
numa
individuais,
quando
qUeoa
estagflaç~o,
à inflaç~o
'lucro ,
de
e tambdm
crise,
uma
duas
unitárias
e o trabal~o
a ineficácia
compen~ar
CC}Hi
gerando
termos
concentrados.
d Ci
do desemprego
re.forçam
tambdm
U. ':::.~:1.n
aumento
no levantamento
podem
:;':1,
Portanto,
de combate
em
C
o capital
nas prdxlmas
empresas
em
entre
procuram
nas margens
dos mark-ups,
capitalista.
instrumento
mais
um aumento
conjuntamente.
01timos
o~igopolistas
o decorrer
crescente
melhor
do tempo,
do valor
a força
a concentrar
adicionado
indus-
de trabalho;
estes
mais
elevada
do que os sal~rios,
do trabalho/pro~utividade
os que t&m mar~-ups
mais
que apresentam
elevadas
~ declinantei
elevados;
rela~5es
dos
custos
dire-
.
em decorr&ncia
g)
parcelas
salariais
h)
item
menores;
4.2.
pode
Dados
censitirios
foram
obtidas
termos
se
estas
siç5es
e por s&neros
Teoria
a ind0stria
o~ ~ue ten0em
~ ter
e da comprovaç~o
de trensformaçio
do
no
cadente.
e 1980
dos Censos
destas
estio
e e f,
~nterior
duas
Industriais
remuneraçGes
em
industriais.
correlacionadas
da Organizaçio
e abrangem
o
e salários,
em
seç5es
da produtividade,
variáveis
da
1975
a partir
a evoluçio
agregados
para
movimento
de
Os objetivos
mensurar
do item
salarial
apresentar
itens
e
em decorr&ncia
b. a parcela
agregado
~os
segundo
Me acordo
Industrial
!ug~r.
com
ver
as propo-
formuladas
na
..! •••
I)"
remuneraçio
:i n d u o:::. t r" i ::":1. 1
do fator
do mark-up
J
veri~icar
associa0os
inversamente
da parcel~
e da relaç~o
se o mar~-u~
fator
qf..t in
trahalho.
tra~alho.
dos custos
e a relaçio
à parcela
salarial,
conforme
proposto
da composiç~o
diretos.
dos custos
salarial
.::!.
Em ~uar-
diy·etos
e à parcela
(!a remune-
por Kalec~i.
t C);
e na parcela
salaria1.
Nio
magnitude
~os
constitui
resultados
o~jetivo
deste
encontrados
capítulo
ao nivel
D
explicaçio
dos g~neros
da
inola-
dentes
P C),:::·
que
este
tipo
de tratamento
unicamente
so1isticarla
a an~-
t () .
4.2.1 Evoluçio
A
tra0alho
tabela
anos
ços
do próprio
de
Considera.
1975
custo
t ,"i ~:lu. ~:::L v () ~::
. .1
apresentam-se
esse
subseqUente.
procectimento
ou
Os
para
nacional.
dados
a inJ~strla
28.3%
e o custo
seja.
de pre~os
social
dos
nio
será
do trabal~o
por
entende-se
II os mesmos
Como
trans~orma~io
pelo
brasileira
índice
atacado.
que,
e~etua00
tal
e o salárlo
em termos
G~.S-
pelo
!i)A-
para
ta:
pro-
para
este
calculados
trabalhadores;
se tem
810-
alternativamente,
(i)
dados
de pre-
o~erta
a remuneração
importante;
índice
apenas
para
o
pe-
cerio0o
1980 e 1985.
censitirios
indicam
de trans~orma~~o
(ver
de
def~acionado~
pois
à produtlvida-
re{erentes
de mostrar
a órbita
de bem-estar
de imhito
ambos
- indice
apEndice
dados
a indJstria
e Camargo,
esta
no
medida
para
industrial,
é
e dos custos do trabalho
apresenta
e 1980.
setor
Amadeo
enquanto
vida
4.1
(oper~rios)
nos
como
da produtividade
ap&ndice
aumentou
total.
entre
1975 e
1980.
o pessoal
ocupado
total
que
lI) e, em média
24%. (2)
Note-se
e em
que
termos
estes
reais.
dois
TABELA 4.1.
BRASIL - INDUSTRIA DE TRANSFORHACAO
I'
f'ROIlUTIVIDAD~,CUSTOS DA RE!'IUNERACAOE DO TRABALHO (MEDIAS ANUAIS), COHF'OSICAO DO PRODUTO E !'IEDIA
I
DO PESSOAL OCUPADO POR ESTABELECIMENTO, 1975 E 1980"
DEFLATOR IPA-OG·IT, POR GENEROS INDUSTRIAIS
~
.
I
I
,
.1
I
.
--------------- J ----------------------------------~----------------~----------------~-------~-------------------_:
em (r~ 1.000,00 (pretos constantes de 1980)
'
,
I
i
PRODUTIVIDADE
REAL
genero industril \ ano
CUSTO DA
CUSTO
PESSOAL ,
COHPOSICAO
REHUNERACAO
REAL
OCUPADO TOT./
DO
REAL
DO TRABALHO ESTABElEC.
PRODUTO (VTl)
em X
INDICE '
DE
BINI
-----------------------~-------------------------------------------------------------1975
1980 1975 1980
1975
1980
1980
concentrados
TRANSF.MINERAIS·NAO METAL.
I'IETAlURGICA
HECANICA
MAT. ElETRICO E COHUNICAC.
MATERIAL TRANSPORTE
PAPEL 'E PAPElAO
BORRACHA
QUIHICA
PROD. FARMAC. E:VETERINARIO
PERFUMARIA
PLASTICO
ALIMENTO
BEBIDA
FUHO
, .
EDITORIAL E GRAFICA
765.9
485.7
711.8
657.3
812.4
713.4
733.6
900.6
2372.0
1926.6
1408.3
704.4
563.2
830.8
1201.1
719.3
928.9
522.5
850.9
740.8
1025.7
1056.5
1107.5
882.2
3535.0
1897.1
1344.1
805.3
634.6
812.3
1480.5
718.3
1974
1975
1980
1975
143.~ 167.i 127.8 159.8 20.7
93.0 102.0 83.2 100.9 10.3
150.k 175.6 132.5 164.0 33.3
200.9 243.5 184.0 232.1 45.9
161.2 182.9 137.6 162.8 63.1
181.,4212.8 167.4 205.6 50.9
140.4 164.5 113.5 147.8 55.8
141.A 178.6 121.1 171.7 37.4
190.2 256.0 162.6 233.8 36.7
196.1 193.6 137.4 166.3 63.9
135.1 151.1 108.3 128.4 22.0
126.13,136.0 102.7 121.4 38.2
86.9 93.8 73.4 87.'1 10.4
113.0 141.7 96.2 132.1 17.5
ti3.11164.3 93.2157.2105.9
168.2 '179.1 144.0 171.3 18.5
23.1
10.1
36.9
55.2
73.0
70.6
63.0
44.4
47.7
69.1
27.3
44.8
12.6
20.0
83.0
17.1
81.39
6.24
12.64
10.33
5.75
6.35
2.53
1.67
12.04
2.55
1.22
2.25
11.30
1.79
1.05
3.68
79.87 .
5.82 0.753
11.51 0.791
10.14 0.715
6.36 0.728'
7.56 0.853
3.03 0.687
1.27 0.801
14.68' 0.752
1.64 0.716
0.870.789
2.44 0.679
10.05 .0.720
1.21 0.727
0.69 0.764
2.60 0.727
17.28
2.92
i. 99
0.52
6.14
3.78
1.93
18.41
2.69
1.79
0.47
6.40
4.84
2.22
--------------_._---------------------------------~--------------------------------------------------------------
I
menos concentrados
MADEIRA
MOBILIARIO
COURO E PELE
TEXTIl
VESTUARIO E CALCADO
DIVERSAS
,
391.6
356.6
357.4
361.0
458.0
311.8
568.2
1507.i 91.'4 103.0
:402.0 81.9 87.0
401.9 98!4 '104.2
433.1 92.8 ,108.9
666.1 99.6 '121.5
413.7 78.7 89.6
801.6 114.4 130.4
i
78.2
69.4
82.6
77.1
88.3
66.5
~3.0
:94.5
79.1
94.4
96.9
113.9
80.8
115.0
20.9
11.4
11.8
23.0
54.4
27.1
21.1
23.4
12.5
13.8
25.8
62.3
30.0
25.8
IND. TRANSFORHACAO TOTAL
652.9
799.0 130:1 150.7 114.6 '142.3 20.8
23.5
-------------------------------------------------------;----------------------------:------------"'---------------1--
0.562
0.674
0.675
0.623
0.674
0.612
--------------,-------------------------------------------------------------------------------------------------i
~OTAS:
I
produtlividade media anual = valor da transt~rmacao industrial/pessoal ocupado total em 31.12./
deUator
.
remun~racao media anual = salarios, retiradas e outras remuneracoes / pessoal ocupado total em
31. 12. / deflator
'
custo media anual do trabalho = salarios do pessoal ligado a producao / pessoa1 ligado a producad em 31.12. / de+lator
Para 1975, suprimiu-se, apenas na apreseotacao da tabela e nao para o total da industria de
transtormacao, o genero unidade de apoio e servicos industriais.
1
I
FONTES DOS DADOS BRUTOS:
FIBGE. Censo Industrial i975. p . 8-53, i98 e 360.
FIBGE. Censo Industrial 1980. p , 2-3 e 180-91.
108
incluem
Como
perda
no período,
relativa
agrega00,
rios
os encargos
tido
do conjunto
relaç~o
os custos
um aumento
~a ~orça
em 1975
A
monstra
para
uma
grande
dispers~o,
neste
[:)1"
c)d u.t i \lC)
química,
,
ao g&nero
Assim.
compara~âo
Com
sendo
~1:~.co
menos
relaç~o
utilizada
para
da média
aqui
uma
forma
0a
indi~
industriais,
C
f~.~···'
que a
midia
1975
O sfnero
7.6 2 8,8
e 1980,
da ind0stria
main
ve22S
respecliva-
para
efeito
ce
com ressalvas.
~ classificaç~o
dos g&neros
simplesmente
como
ora
proposta,
um recurso
metodold-
J
do confronto
denominados
graus
sifica~os
entre
tradicion~is
de
eles
produtivo
ser encarada
na recuçâo
é bem heterog&nea.
uma produtividade
a utilizaç~o
deve
os gfneros
evidenciando
aspecto,
teve
patente
rela-
em 1980.
segundo
produtividade,
~ica
aos operá-
A perda
que representa
18,9%
no'..,.'
<:to J. c:' r'
relativos
da produtividade.
~e trabalho
au-
.',1
de trabalho
do trabalho
acima
a remuneraçao
agregados,
da ~orça
remuneraç~o/produtividade,
cai de 19.9%
e
em termos
participaç~o
n~o obstante
tenham
tiva
da
socia~s
g€neros
diversos
como
g€neros
agregados
para
os gfneros
concentrados
ou concorrenciais.
concentrados.
menos
se tem um n0mero
quinze.
de concentraç~o
intermediários;
os g€neros
Como
e os
que poderiam
em fun~io
concentrados
bem ser
disto.
tendem
o~ re~ul-
a ficar
su-
bestima~os.
~5es
Portanto,
da Teoria
ca~~o,
atentar
das
evidências
que
com
os gêneros
entre
nos
com
maiores
desta
um maior
rIgor
a inc]us~o
dos
portanto,
S,
classi11metointer-
comprova-
3
reforçada.
a Teoria
da Or9aniza~Xo
Industria~,
~ons-
concentrados
eles,
os gêneros
+umo , com produtividades
concentrados,
taxas
ser
a partir
se seguisse
gêneros,
seriam
deveria
De acordo
0:'
dos
as di~eren~as
a
Industrlal
que caso
na classifica~~o
mediArias,
ç~o
se constate
da Organiza~~o
~eve-se
doldgico
c~so
por
sua
ve~,
quimica,
médias
ps~~u-
farmac~utica.
elevadas.
apresentam
m(~:'"''
sistematicamente
baixas
de produtividade.
termos
j'"
"::.m
de custos
da mio-ae-obra.
o-s
i:; (.:.:,
forma.
constata-se
que os gêneros
concentrados
os
nera~5es
cf
e custos
os
C),
gêneros
baixos
riodo
custos
menos
das
a variaçâo
para
reais
nos
os gêneros
do trabalho
mais
concentrados
remunera~5es
custos
têm
e
Por
remu-
outro
1a-
todos.
tra~alho.
do
do
pc/r····
apre~entam
elevados.
da remuneraçâo
concentrados
que
e
Como
e cio trabal~o
que
no
pe-
cre~c€
para
fi f?n El" 0-:::· .
o
que
m "l. :1. ~:;
ca,
as
suas
baixos
~ato
de os gfneros
rela~5es
entre
quocientes.
perfumaria
e çumo.
concentrados
em gera]
remunera~io/produtividade
como
onde
nos
estas
casos
da
relaçGes
sejam
química,
se situam
e:eva-
~armac~utiapenas
en-
J.)'
11% para
.::!.
l'
os anos
Refletindo
pado
no período.
por
estabelecimento
23,5
Os
em
1980.
g0neros
em
do
1980.
período
pela
qual
deve
estar
de novas
P 1" C) d u t
industriais
respon~em
(46.3%
tanto
pressivo
CJ
conjuntamente
em
1975
do g0nero
como
no
produto
de
importa~Jes
em
química,
qUinqU&nio
suas
I
,.,
cima.
81.4%
para
00 pro-
79,9X.~or
particlpaç5es
para
à fase de crescimento
econ8mico
que acabou
de negócios
quase
quimica
metade
do
Ressalta-se
passa
e passando
de
favorecen-'
e de pequenas
e-,
em apenas
mec§nlca,
i980).
que
tota:.
~o procuto
concentra-se
por
para
industrial
oportunidades
- metal~rgica,
f
para
reduz-se
brasileira.
industrial
1975
Ja os gene-
.
detin~am
desconcentraçio
a economia
I
concentrados
aumentam
associada
em
transformaçio
,
participaçio
pequena
atravessou
[)
\:iU.f::·:'
Esta
ocu-
normalmente
concentrados
1975.
20,8
prOUUtlva.
menos
esta
em
que
de
de
por
os gêneros
total
que cresce
os
do pessoal
do nllmero mcicio de empregaJo~
a indJstria
sio
g0neros
1980,
o surgimento
neros
industrial,
1975.
e. em
na concentraçio
um aumento
em mcidia, para
do produto
18,4%
no
nota-se
a mcidia dos
total
17.3%
elevaçio
de tra~alhaoores
Em
duto
uma
concentrados
elevado
que puxa
de
e alimento
produto
o crescimento
12,04%
a ser.
~tj:::
....
em
do produto
~980!
-;
li.. .•.• !.. •.. .~,
:•• I•••! J. <:1, ~
extotal
o
total
de bens
de capital
e de bens
intermedj.ários
ocori. :: .':
.e, .1. .!.
n Ciln:i.
<':1••
-4.2:.2:.
EV';:i"lI ..l(;ãO
da
participação
01timas
remunera~io
minu·lu
.1,"\
\
-.:5 )
de 22.9%
Estes
demonstraram
de ~ados
do
26,1% em 1959
ra
~'I-
tambim
dados
que a participação
declinante.
trabalho
1949 para
demonstram
Macedo.
censitários,
Já a p~rcela
que estas
internacionais,
foram
operirios
~oram
parcela
os m~is
sa1arial
remuneraçio
do
que
neste
foi mais
fator
No período
da renda
período.
prejudicados,
intensa
em
salarial
dJ.-
17,1% em i970 .
sue
reduzidas
1949-70
houve
na
termofi relativofi.
na medida
do
1949 pa-
em
substancialmente
de concentração
sendo
a parce-
parcelas,
no período
processo
tra-
exemplo,
que
de 28,3%
18,5% em 1959 e para
do
por
constatou
declinou
23,1% em 1970.
e para
em
!laixas em termos
fator
.. +'a t or e~:;
dos
í
um movimento
dicadas,
utili2ando-se
1~ da
estudos
e
d a t r íb u i c ão "
de
Alguns
do trabalho
em
a redu~io
que
o·:;
a queda
da parcela
da
~a
trabalho.
1975-80,
a parcela
salarial
para
a ind0str~a
p :~1..:,~....
neraçio
de
00 fator
19,93%
tend€ncia
em
trabalho
1975
histdrica
para
de
cai
18.86%
declinio.
1.07
em
pontos
1980,
(ver
percentuais.
mantendo-se
tabela
4.2.)
portanto
1':1,<;.':",(, In
a
TABELA 4.2.
j
PARCELA DAREHUHERACAO
,
DO FATOR TRABALHO, PARCELA SALARIAL, RELACAO DOS CUSTOS;DIRETOS E HARK-UP
I
1975 E 1980. POR GENEROSINDUSTRIAIS
, !
-------------------------------------------------------------------------------~----------------~PARCELA DA
REHUNERACAO
DO FATOR
TRABALHO
em X
genero industrial
\ ano
,
----------------
1975 '. 1980
PARCELA
SALARIAL
em X
---------------1975
1980
RELACAO
DOS CUSTOS
DIRETOS
,
I
-----------------"
1980',
1975
RAZAO
DE
!1ARK-UP
---------------1975
-----------1-------------------------------------~-------------------------------------------------
concentrados I
TRANSF.HINERAIS NAO METALIC
HETALURGICA
HECANICA
MAT. ElETRIQO E COMUNICAC.
MATERIAL TRANSPORTE
PAPEL E PAPELAO
BORRACHA
QUHIICA
·PROD. FARMAq. E VETERINARIO
PERFUMARIA
PlASTICO
ALIMENTO
BEBIDA
FUMO
,
EDITORIAL E'GRAFICA
18.71
19.28
21.15
30.56
19.84
25.43
19.14
15.70
8.02
10.18
9.59
17.93
15.43
13.60
9.41
23.38
17.99
19.52
20.64
32.87
17.83
20.14
14.85
20.24
7.24
10.21
11.24
16.88
14.78
17.44
11.10
24.94
13.48
12.96
lb.05
24.53
14.77
20.58
13.13
i1.48
5.50
5.01
5.82
12.55
9.38
8.05
6.77
13.65
14.06
14.59
16.53
27.48
13.95
17.32
11.29
16.90
5.20
6.93
7.34
12.99
10.11
11.83
9.41
17.52
11.96
4.97
10.53
3.92
8.28
12.66
10.45
12.67
40.94
10.23
18.87
8.53
28.33
9.93
13.36
3.72
menos concentrados
I
MADEIRA
MOBILIARIO :
COURO E PELE
TEXTIL
:
VESTUARIO E jCALCADO
DIVERSAS
I
23.33
22.97
27.54
25.70
21.75
25.25
20.13
20.32
2i.64
25.92
25.13
18.25
21.67
16.26
17.09
15.07
18.05
18.50
17.66
18.88
13.41
15.96
15.41
18.50
19.48
15.70
17.17
11.98
7.69
6.08
5.39
7.29
10.12
7.03
5.37
IND.
TRANSFORHACAO
TOTAL
___________
J
19.93
18.86
14.45
14.78
10.73
1.50
2.12
1.45
1.62
1.62
1.28
1.58
1.56
1.41
2.69
1.81
1.73
1.33
2.05
1.96
2.34
1.51
1.94
1.40
1.66
1.76
1.48
1.69
1.40
1.42
2.32
1.68
1.75
1.36
1.71
1.87
2.19
6.82
5.47,
5.48
7.99
9.24
5.50
5.16
1.56
1.80
1.71
1.53
1.42
1.54
2.01
1.67
1.85
1.68
1.46
1.52
1.74
2.19
9.76
1.50
1.54 _
10.96
5.23
11.57
3.01
7.13
8.85
10.36
11.15
42.46
9.17
17.53
7.94
23.50
9.52
10.05
2.95
-----------i--------------------------------------------------------------------"------------------
NOTAS:
I
.
1980
I
.:
par:cela da resuner acao do fator trabalho = salar ios, retiradas e outras resuneracoes !
j
'valor da transformacao industrial
,
parúla salarial = salar ios do pessoal ligado a producao ! valor da transteraacan
indust ria1
! dos custos diretos = despesas COI as operacoes industriais! salar ios do pessoal
rel,acao
ligado a producao
ratao de aark-up = valor da producao /tdespesas CODlas operacoes industriais i salar ios do
!pessoal ligado a producao)
Calculado a precos correntes.
Paia 1975, suprimiu-se, apenas na apresentacao da tabela e nao para o total da industria
ide transformacaa, a gener~ unidade de apoio e servicas industriais.
FONTES DOS [lADOS BRUTOS:
FIBGE. Censo Indust ria1 1975. p .8-53, 198 e 360.
FIBGE. Censo Industrial 1980. p.2-3, 180-91 e 220.
113
dados
aemonstram
traDalho
irJ
no
se
a continuidade
vilor
adicionado
ao
10n90
industriais
se sensíveis
d m nuí
í
í
,
com
os ~a
diferen~as
,"\
tretanto,
com
total
em sete
foi
concentrados.
tais
mo,
se viu,
remuneram
houve
!nctustrial.
~~o
melhora
~&neros;
parcela.
os mais
produtivo~
en-
De acor-
evidencia-se
a m~dia.
relaç~o
(a parcela
numa
salarial,
participaçào
à segunda,
para
78% em 1980, fato acompanhado
ç~o.
(ver
que
os
e que
me-
por
que
al~aGa
main
passou
todos
~ recuç50
el~vaJa
de
72%
os gêneros
da
ra-
em
sem
exce-
11)
participaç~C)
ao empregador
do~
de trabalho.
da primeira
parte
a
superiores
justamente
~~o
apindice
maioria
reduç~C) desta
parcelas
refletiu-se
em
pela
para
como
a força
A ligeira
A
percebem-
Enquanto
salarial
uma
da arganizaç~o
apresentam
lhor
8&ne-
,:
acompan~ada
deles
concentrados
como
aos
c..i.
a Teoria
que,
referentes
de transformaçâo,
de comportamento.
0:1. to
transformaç~o
dados
ind~stria
parcela
dO
de 70,
repetir
os
ros
da d~cada
dos
em re!aç~o
encargos
sociais
ao valor
da
e trabalhistas
tranfi~ormaçio
por
i.r1ôu.·:·;.····
trial,
para
a ind~stria
de transformaçio;
1975 e 1980 (6,66%
mesmo
~io
do ~Btor
incluindo-se
trabalho
26,59% em 1975 para
F:: n t
ind~stria
O(
da remunera-
no período,
Aqui
decresceu,
B razia
cabe
a exemplo
do mar~-up
uma ressalva:
do trabalho
:i. n
COiTi
com mat~rias-primas
valor
do
reduçio
a parcela
.
passan~o
de
25,5% em 1980. (4)
transforma~%o
9,76; inversamente,
t&ncia
respectivamente)
c
'::.
os encargos,
apresenta
permaneceu
G'~
de
1,54.
praticamente
passando
elevou-se,
ambas
passando
as variávei~
de rerreira,
(5)
~e i,S
foram
ca1-
com )ase
nas des-
deve-se;
inexis-
c! u ':::.t: i'O :L :;:\ :L .~:) e
apenas. (6) Tal procedimento
desta
de
~ltima
para
o
universo
dos
estabelecimentos
c: ~:':'.'
n .,;
':.Cí ':'~ .
1~:~.
d o , o ~:;
outro
bem
estável
gineros
00S custos
Note-se
for esta
Em
.1".
com as operaç5e~
uma
industriai<~.
termos
elevado
de mark-up,
nota-se
e cresceram
às proposi~5es
ter a pretens~o
deve
menos
uma reconcen-
diretos
ser o montante
com a for~a
m~,~ios ~os g&neros
se ophem
Sem
mais
apresentam
que os menos
elevada
dos custos
aos custos
BOS concentrados
resultados
l
normalmente
bem mais
que a rela~io
relaç~o,
Os mark-ups
riores
concentrados
diretos
tal comparativamente
.
às despesas
mantem
•
lI)
Os
d C)
,:,
eiTirelaçio
(ver apindice
laçio
com materlas-prlmas
de capl-
de trajal~o.
um re~ultado
n~o espera-
concentradofi
a taxas
mais
·.:.U.p r::·~····
elevadas.
da TeOI"ia ~a Oryani~a~%o
de dar uma explicaç~o
:sten
In-
conc1us~va
que, como
os anos
censitários
de 1975 e
nU.n1t:i,
expansiva
prOdutiva
menos
r-,
da economj.a,
instalada
quase
concentrados
impor
que tota1mente
s~o mais
mark-ups
S.i: 1::: n I~';'C () '::~
mais
ao atuar
efetiva
basicamente
conseguiu
';:;(-::'viu,
redu~ir
para
os g&nefos
P C) , .. t ~':f.n
t
as margens
do trabalho
é
Por outro
dos
n~o
implica
pois
de produçio
uma
tos
massa
o 1ato
re~ativamente
entre
outro
de preços,
que,
anos,
desses
e conc2ntrag&nefos.
Como
proporcionalmente
os menos
~oncentr~cos;
adicional
de os s0neros
uma perda
menor
em termos
que incide
impllca
maior,
0e recursos
diretos
elemento
necessariamente
um mark-up
de lucros
con-
Por
01i80polizados
00 que para
lado.
industrial.
nestes
cresceram
um possível
na demanda,
de controle
os g&neros
concentra~os
este
J
de que,
CIr em termos
sobre
os custos
C)
00
à m~dia
superiores
indicios
atuaçJo
à varia,io
sensíveis
..,
o .~.:.SJ e: ri (·::·c () ';';,
ocupada.
concentrados
de
acumu:a-
so~re
um vo-
um comandO
maior.
1975 e 1980
apresentsm
movimentos
O~ostofi em
r :j, ::":1. f.
pectivos
cia,
mark-ups
apresentaram
e relaç5es
dos custos
um cresci.mento
diretos
na parcela
e. por conseqU&n-
salarlal
e na parc~la
~a remunera~Ho
custos
do
diretos
como
os demais
lho
pode
trJrios
fator
aumentaram.
da pa~cela
g&neros.
ser
explicado
do mark-up
variaçâo
uma
qUEda
do
ou reduçâo
efeitos
e da relaç~o
reduçHo
da parcela
ter
na participaçio
tido
dos
tanto
SUCE~eu
da
~arcela
trahalho.
da participaçâo
custos
do
qUlmlca
fator
liquidos
dos
à elevaçio
industrial
a
o g0nero
da remuneraçHo
pelos
fundamentalmente
com
Jj
gerando
o aumento
a
ciada
trabal~o.
nos
do traba-
movimentos
con-
diretos.
da remuneraç~o
do
mark-up
um
impacto
g&neros
positivo,
no pfo0uto
total
~oi
no
salarial.
em
'::;t;,':'nt :Ld(J
o
çâo
industria1,
rial
no agregado.
ri u '::)f::
'I"
:L ::":1. 1 ,.
ou seja,
(ver
e o fato
mais
do
4.3.
Dados
t:
r\:'''\t::'
<::1" •.. .1
.1. "1
dos
de
seçâo,
secionamento
de uma
ava1iaçio
- em virtude
a evoluçâo
das
dos
pesos
de cada
dos
g&nero
a isto
operários
no
a mudan-
ter2m
burocratas.
1989
sâo
dos
da parcela
11) Acrescente-se
de os salários
censitários
e 1985. Tal
crescimento
ap&ndice
que os ordenados
Nesta
bili0ade
pequeno
e 1985
avaliados
dados
conjunta
profundas
os tados
censitirios
do~
tr&~
mudan~as
~os
censos
deve-se
censon
d~
1980
à im~ossi-
- 1975,
metodológicas
1980 e
::.n····
diferem
gunoo
dos
a metodologia
Evolu~io
anterior
00 censo
1980
e 1985,
por
terem
sido
dos
custos
utilizando-se
t r ab al h o
do
como
aumenta
utilizando-se
em 7.1%
como
remuneraç~o
e os custos
deflator
cresce
o INPC
9,5%
co
Amplo.
tem-se
e o salário
de preços:
o !NPC
Amplo
para
o período
ensuanto
Uma
o salário
vez
cresceu
reduçio
encarado
que para
balho
cresce
borracha
a ind0stria
e o custo
na relaçio
Constata-se
apenas
como
de
custo
.
:L =:':\ (;;
creficeu
~f.1.
~.I
poder
J
?' ;..:;. (~:~)
c!
~'.1,
87 ve2es,
en-
Constata-sE,
de compra
so;re
transform~~50
da remuneraç~o
declinou,
uma
eieva-
a produtivltem-se
novamente
da remuneraçio/pro~utividade,
que o custo
nos
poJer
o
real.
\i <':i, i"
109 Ye~es.
uma
o
da
T ':::.t: o
dade
de~lator
1
transformaç50
ces
~e-
~justados
1985. (7)
de
da produtividade,
~ntre
(JC~....::~T'
da seç~o
da remuneraç50
que
mcidia cai
em
to-
g&neros
e farmac2utica.
A exemplo
1985) os saneros
do período
concentrados
anterior,
sto
os mais
tanto
em
1980
proJutlvo~
quanto
e
Q~
em
~U2
I
TABELA 4.3]
i
BRASIL - INDUSTRIA DETRANSFORHACAO
'
PRDDUTIVIDAD CUSTO DA
j
:;M~:::;~:
:::::::~:::i::~:::f:::~
;:~:::~:::~O
00 PRODUTOE MEDIA
--------------------------------------------~~-----~------~------~-------------~-~--------------------,
I"
em cr$ 1.000,00 (p~ecos constantes de i980)
--------------------~-------------------------
CUSTO [iA
CUSTO
PESSOAL
COMPOSICAO
REMUNERACAO : REAL
OCUPADO TOT./
DO
PRODUTO (VII)
REAL
iDO TRABALHO ESTABELEC.
em Z
---------------------------------~-------------------------------------------PRODUTIVIDADE
REAL
genero industri I 1 \ ano
1980
____________________________________________________________
concentrados I
TRANSF.MIHERAISI NAO METAL.
METALURGICA
I1ECANICA
I
MAT. ELETRICO E COHUNICAC.
MATERIAL TRANS~RTE
PAPEL E PAPELAO
BORRACHA
QUIMICA
PROD. FARMAC. VETERINARIO
PERFUMARIA
PLASTICO
ALIMENTO
BEBIDA
FUMO
I
EDITORIAL E GRAFICA
l
I·
menos concentra~os
~~~~~:RIO
COURO E PELE
TEXTIL
VESTUARIO E CA CADO
DIVERSAS
J
847.2
526.6
748.2
697.1
968.5
893.4
876.8
802.9
2705.8
1212.7
1076.2
700.2
661.4
727.1
1049.9
612.2
.
1985
1980
1985 '1980
1985
1980
1985
1980
1985
M
_
934.3 203.:1 182.9 160.1 147.9
513.9 123.8 102.7 :102.5 83.9
945.9 207.3 183.0 161.9 151.0
729.1258.9229.0232.4208.7
1048.3 225.3216.5
161.8 169.7
823.2 255.3241.9204.2
201.1
965.2 192.3 188.6 153.0 146.4
1125.1 216.2 213.0 162.9 165.8
2634.7364..7
299.6253.4218.9
1506.4 312.4 ·271.4 150.7 158.8
1060.7 220.8 .195.5 151.8 117.7'
671.2 162.1 132.9 ·117.1 106.6
716.9 118.7 106.8 I 89.8 81.0
704.3181.8149.6,135.7107.6
1192.6 237.1 238.1 '169.1 149.5
:516.4 200.1 157.4 168.9 138.7
1
119.7
93.3
96.1
26.4 28.3
12.5 12.6
32.2 29.8
48.5 49.8
63.8 69.1
76.2 81.6
60.4 63.1
42.6 50.4
46.5,56.8
48.5 52.8
32.6 32.3
43.1 49.1
15.5 17.0
23.9 27.6
52.7 64.3
18.7 18.2
81.46
5.66
11.61
10.16
6.97
7.45
2.76
1.26
14.54
1.60
0.94
2.30
11.59
1.35
0.75
2.52
82.55
4.29
12.21
9.20
7.56
6.43
2.93
1.84
17.32
1.69
0.89
2.24
12.01
1.24
0.76
1.94
483.0
466.6
76.7
22:6
24.2
18.55
17.42
441.3
617.2
397.7
643.3
488.7 132.4 96.2 ;108.7 80.3
741.0 141.2 117.3 '115.1 99.1
345.8 97.4 77.6 80.6 64.9
,693.5 169.6 136.5 125.4 102.6
30.0
58.2
24.0
26.2
33.6
63.1
28.2
27.3
0.48
6.24
4.74
2.66
0.60
5.95
5.18
2.68'
;;~:!~;~:~
1~~:~
~~:;~~:;:!:~;i:! ;;:~ ~:;; ~:~~
~;~~-~;~~~;~;~1~~~-~~~~~------;~;~;---~;;;~~--~;;~~-~~;~~;--~~;~;--~~;~~---;;~~---------------1------------------------------------------------------------------------------------------
NOTAS:
I
PTodu~ividade media anual = valor da tr ansrcraacao industrial/pessoal ocupado total em 31.12./
deflator
remuneracao media anual = salarios, retiradas e outras rel1luneracoes/ pessoal ocupado total em
31112. / deflator
custo1medio anual do trabalho = salarios do pessoal ligado a producao / pessoal ligado a produCilÇ em 31.12. / de+lator
compo~icao do produto calculada a precos correntes.
i
FONTES DOS DADOS BRUTOS:
!
FIBGE. Censo Industrial 1985. p. XXX, XXXVI, 2-5, 10-53, e 60-9.
119
menos
concentrados
pro~utivida0e.
aSSlm
reffiuneraç~o e custo
a comprovaçio
na ~ispers~o
9uido
evitar
sendo
uma
queda
Mantendo
mecinica,
a
mais
maior
fortes
sua
No periodo
parttciraçic
para
relativa
82,6%
em 1985.
Houve.
n~mero
de estabeleci~entos.
por um lado.
no perio~o,
da crise
ve~
tornou-se
rarticipaç~o
insolvente,
maior
conJunta-
concentrados
total,
PBsnandc
concentrados
que
aLimentam
81.5% em
~e
tlveram
provavelmente
~avoreceu
a concpntra-
,
(.:.~....
que um numero
aos g~neros
por outro
sua
uma reduç~o
fesultadon
de 1981-83.
e,
(o
(9) em 1980 e 1985, r8spec-
também.
Estes
conse-
em virtude
representam
os gêneros
no produto
terem
anterior,
E1es
em 1985. Já os menos
17,4%
rem,
remuneraç5es
total
examinado,
Pfovavel-
vinculados
do periodo
e alimentos.
se ceve,
e organ12ados.
nas suas
47,9% e 50.7% do produto
tivamente.
Isto
tra~alhistas
tendincia
química
cemon~tran0o
da
intrag&neros.
de os sindicatos
concentrados.
trabalho,
dO
relativos
remuneracional
ao fato
~."
~:;.(~':'ln ~:.:.
;.-(c (~':I~:
{:~
() ,f
todos.
real
das proposiç5es
em termos
rOG
apresentam
lado,
com maiores
por re11eti'
coe~icientes
0e ~x?or-
va
elevaç~o
centuais
,
da part~cipaçio
do total,
da quimica
decorrente
em mais
da instalaçio
2.78 pontos
~e novos
PFr-
pcllos petro-
.
.
:r.n c: e fi t
,
qu J IT~]'c: C)'~:')
.
J, ....
qu.(·"::
participa~io
posiçio
do produto
ind~stria
e
umà
Jiminuiç%o
uma elevaçio
~undaç%o
do n0mero
do pessoal
de operários.
que,
principalmente
atinge
naqueles
entre
ocupado
+ 2,2%.
com relaç%o
aos
mantém
sua
~7;3X.
de transforma~io.
no nJmefo
IBGE sugere
recuperaçio,
em 1980 (14,5%),
em 1985, quando
de lideran~a
houve
total
~980
e
.
tota~.
h
; ':i
,
J
.~. ,''\.'
A este re~peito
a
burocratas,
segmento~
que tiveram
acesso
um pro~e~so
os re-
di s t r' i b u c ão"
í
~ntre
concentraç~o
':::.
i v I::: "1. m r:..:' n t
24,12%
para
passando
( t./ (.:.:"(
!::.; ;
1980 e 1985 houve,
da renda.
a primelra
~o agregado,
cai 4,47
19.65%, e a segun~a
de 13.72% para
tabela 4.4.) Mesmo
novamente,
tanto
pontos
~ecl!na
a parcela
percentuals.
da remunera-
passandO
1,94 ponto~
de
percentu3i~J
11,78% em 1980 e 1985.
incluindo-se
os encargos
soc~a~~
a cargo
j
i
..
..
i
I
TABELA 4. 4 .
,'
.
,
ARCELA DA REMUNERACAO DO FATOR TRABALHO,! PARCELA SALARIAL, RELACAO DOS CUSTOS DIRETOS E MARK-UP •
.
1980 t 1~8SJ f'0~ GENEROS INDUSTRIAIS,
i
I
----------------------------~------
__.
I
J
I
PARCELA DA I
REHUNERACAO
DO FATOR
TRABALHO
ell
X
----------.-----
genero industrial \ ano
. 1980 : 1985
J
.--------------------------I
I
'
RELACAO
DOS CUSTOS
DIRETOS
PARCELA
SALARIAL
em X
---------------i
1980
I
1985
MRK-UP
-----------------1980
1985
1980
1985
--i----------------------------------+---------~~----------------------~---------------------------
conCentrados
TR~NSF.MINERAIS
NAO METAL
IiE~ALURGICA
MEOANICA
MArl. ELETRICO E COHUNICAC.
HA]~ERIAL TRANSPORTE
PAP L E PAPELAO
BOR!ACHA
QUI ICA
PRO. FARI1AC. E VETERINARIO
PER UtlARIA
PLA TICO
AUMENTO
BEB~DA
FUHO
EDITORIAL E GRAFICA
I
men~s concentrados
HADEIRA
t10StUARIO
COURO E PELE
rntn
VEStUARIO E CALCADO
DIVERSAS
___
l
lND! TRANSrORt1ACAO
TOTAL
23.97
19.57
13.22
23.50 i 19.99 .14.10
27.71
19.3515.83
37.14 .31.40
26.19
23.26
20.65
12.15
28.57
29.39
16.56
21.93
19.54
12.28
: 26.92
18.93
15.38
'13.48
11.37
4.99
25.76
18.02
6.06
20.51
18.43
7.69
23.16
19.81
12.63
17.95
14.90
8.98
25.00
21.24
10.71
22.5819.96
9.68
32.69
30.49
16.35
11. 39
12.31
12.09
22.86
11.83
18.45
11.29
10.99
4.78
5.22
6.14
12.58
7.80
9.45
7.18
16.61
11.27
5.82
12.05
3.12
7.29.
9.20
10.71
12.13
38.83
10.25
15.00
8.50
25.63
9.33
9.33
3.12
11.64
5.01
13.06
2.94
6.10
8.59
10.18
9.28
35.83
10.70
18.09
7.36
25.68
9.89
10.50
3.35
1.54
1.89
1.41
1.68
1.87
1.49
1.61
1.42
1.48
2.38
1.75
1.73
1.38
1.81
1.94
2.24
1.62
2.19
1.52
1.86
2.05
1.46
1.70
1.79
1.54
2.55
1.80
1.83
1.44
1.88
2.12
2.15
24.77
24.77
28.38
30.00
22.87
24.49
26.36
~
15.91
14.68
17.57
20.00
15.50
16.84
14.55
13.64
15.53
16.66
14.27
11.28
16.05
11.38
6.71
5.75
5.54
7.25
9.43
5.52
4.19
6.91
4.98
5.35
9.03
10.43
5.72
4.58
1.69
1.86
1.72
1.48
1.52
1. 76
2.13
1.80
1.91
1.79
1.60
1.69
1. 78
2.39 _
13.72
11.78
10.29
10.69
1.56
1.64
I
:
.
:
'
19.99
23.79
24.96
,19.69
~15.83
: 22.43
,19.68
24.12,19.65
---t----------------------------------------------------------------------------------------------NOTAS:
parcela da remuneracao do fator trabalho = salarios, retiradas e outras remuneracoes /
valor da transrormacao industrial
parcela salarial = salarios do pessoal ligado a producao / valor da trans1ormacao
industrial
relacao dos custos diretos = despesas com as operacoes industriais / salarios do pessoal
ligado a producao'
mark-up = valor da producao I(despesas com as operacoes industriais + salarios do pessoal
ligado a producaQ)
Calculado a precos correntes.
FON1ES DOS DADOS BRUTOS:
FrBGE. Censo
Indust r ial
1985.
p . XXXVI,
2-5 e 60-9.
122
d0stria
~io
corno um
to~o
de material
deira
de
e editorial
parcelas
maiores
~oi constata(a
transporte.
em
to~os
A diminuiçio
Já os gtneros
salariais.
parcelas
salariais
a ind0stria
do
fekaçio
midio
menos
custos
diretos
e e0itorial
ros
1h C)
nota-se,
apresentam
.
apresentam
para
~e
mica
este
preços,
a exemplo
dos
do
dos
mark-ups,
'f,
0.0 0.0.:
"0
1,56 para
dez
apenas
os
dos
custos
diretos
10,69, e a
1,64. A eleva~âo
21 Dtneros.
dos
s&neros
•• 1 •••
~
••j
em
i984.
pode
oe barganha
material
concentrados
do perío~o
custos
ser
anterior,
diretos
nota-se
com
mais
os
que
menos
con-
os primei-
elevadas
do
GU~
um resultado
nos
dada
sa1arial,
mark-ups
pela
médios
evoluç~o
nivel
dos
de ativi0ade
superior
,
,.
1 i", C' :1.
c (!..:' ';'';
eccn0-
CIP no período.
concentrados.
a tend&ncia
.::1.
A ele-
d(·:·;
menos
",
.i. -::\ .~
apresentam
10,29 para
de
afetou
crescimento
acontecimento
poder
nio
os g&nefos
gera]mente
e atuaçio
•••
e gráfica.
relaç5es
Já no caso
de
atinge
Comparando-se
centrados,
concentrados
m~dia
cresce
aumenta
nio
transporte
o.,
':::. .:;4, :. .::1. l
e de
de transformaçio
mark-up
dos
da parcela
a exce-
e gráfica.
1980 e 1985. a rela~io
para
os gtneros,
se
inverte.
Os g&neros
menos
concentra~o~.
mais
sensíveis
à
xas
de crescimento
com
o ojjetivo
te
àque:es
oferta
menos
n C)
05
lado,
concentrados,
que os
por
os anos
gineros
de crise.
demais
Isto
industriais,
os sindicatos
possuirem
para
trabalhista~
um poder
perdas
I" }
05
l"
do
r f::.:· L ~:l.~:: :1. r...J ~1. .p r I:':~n ....
durante
segundo
outro
maiores
de
ocorrida
Por
preços
bJsico
global,
em exame.
dos
gineros
salariais,
f::'j'j ....
concentrados
I~:·:::
..
pois
ç:C)'::;
os
em
9~neros
mais
competitivos
1984 e 1985 acima
con5eguiram
da m6dia
industrial
aumentar
seus
pre-
devido.
em parte,
po~er
explicativo.
dc)
•.1
_.
Uf:::
de Kalecki
Vejam-se,
por
exemplo,
apresentam
05
gineros
alimento,
'lIJ. f::
custos
t i >•••••
:::.
i"
um grande
farmac&utica,
beblJa,
perfumaria,
diversa~,
couro
fUffiO,
e
am
diretos.
Quando
isto
ocorre,
segundo
a teoria
0e Kalecki.
suceneu-se
custos
pa~~o
diretos
diminuíram.
trabalho
.,{
t)
a rela~~o
caso
deveu-se
~centuada
total,
com os
os dois
uma relaç~o
í
diretos
concentrados
e a compo~lç~O
aumentou
I :~:
I)
s~lBrial
para
aos mesmos
salJrios
sendo
os principais
a ind0stria
fatores
apontaGos
da remuneraç~o
reduzidos
resultados
como
U~
acima,
do fator
em menor
intensi-
dos datos
censit;-
períodos,
direta
entre
as variJveis
produtivlcade,
cu~-
ndus t r' :i.~':.,.1: .
? C) d e ....
~:~
e
tamb~m
apresentam
propriedade
utilizando
1980 e 1985, deveu-se
do que a da parcela
Sumarizando
triais,
entre
da parcel~
reduç~o
menos
para
-Ff:t····
( ve r
0.0
sua
rios
e a
gerando
dos custos
\.1
No
emprego
o mark-up
substancial
no agregado,
cresceu,
sendo
ou seja,
trabal~o.
do
redu~~o
UP
o o~ostoJ
outra
maiores
uma associaç~o
participaçGes
enquanto
os menos
do capital
privado
fonte
da~os,
entre
de empresas
e~trarl-
concentrados
naclona1.
mas
Wil1more,
emhora
jastante
\
as empresas
maIs
de metade
estrangeiras
das vendas.
enquanto
,
.
qU.l H!1 c:
Verificou-se
dos
custos
~orme
ç~o
~iretos
proposto
dos
paç~o
com
repassam
muito
apesar
apresentam
de concentraçio
baixa
os aumentos
»,
Ficam
custo
50S
Neste
nestes
g@neros
anos,
po~er
munera~io
que os g@neros
estarem
concentra0os
para
numa
a partici-
as remune-
posiçio
me~~or.
da remuneraçio/produtividade
rio trabal~o.
e,
ocorrenao
o
da relaçâo
caso,
pe~a
Jireta
entre
da Organizaçio
:ndus-
rnark-up e
pre1iminarmente
sugeriu-se
que impactaram
Teoria
de ~orma
que
diferencia0a
isto
05
pode
(lvBr-
incustriais.
Tamb~m
grande
com
e a rela-
c6mprovadas.
à exceçio
rida
mar\-up
~, con-
menos
formuladas
industrial.
a rela~~o
indu~trial.
que o
participaçio
com os generos
entre
de produtividade
ahsolutos
consesUentemente.
centrou-se
inversamente
demonstrado
relaçio
P()\"
estatal
direta
constatou-se
relacionam-se
de em termos
em 1980.
::':\..
o grau
Ficou
pouco
o capital
uma relaç~o
diretos
do trabalho.
responderam,
tamb~m
por Kalecki,
custos
c ()fi t:: (.:.~n ....
c í.n co
I?,:·fj'!
em termos
analítico.
do f8tor
agregados
sendo
trahalho,
d
teoria
de Kalecki
~ue
entre
1975 e 1980, deve
ser
atri~ui.1'
."\
.I
,:.r: C)
ao aumento
d:::\
s6 nio
tos
e
~oi maior
a cornposi~io
do rnark-up ffi~(io. A
porque
industrial
~:"I,
re
"
• (
como
:.:.'.'.:.:.'.~.;I'·':""!'.';I.:, ..
·!.'!:.:.I'.I! .••...
conjunto
respondeu
o t; '::;.
t :::i, ri t e
ten~am
comprometer
do mark-up
e da relaçio
satisfatoriamente
se observado
dos custos
aos objetivos
ou
avaliadas
.::~ (0'::
seja.
as mesmas
com base
refletem
A
".~:.:·,t'.: ...
~:I,•• I._....,
~
diretos
e
pr'opostos,
o crit~rio.
1974-85
{oram
movimentos
0,0
.. ,;,1,
pequenas
4.4. Os dados anuais para o período
sio
••
contratend&ncian.
parcela salarial e da remunera' ...
entre 1980 e 1985, deve ser
:.
crescimento
0.0,1
di r·I;::····
~.j'
J. ::':\(::::':1.0
atuaram
_.
i..i1:::';:-:
nestes
encontra0os
os resultados
de tr@s
variáveis,
utili~ando
dados,
torna-se
nos anos
de {ato uma tend2ncia.
se
ela
analisadon
C~so
ocorreu
anos.
Nesta
uma
s?rie
possível
censit~rios
anua:.
verificar
foram
constate
os
se
atl~i~on
esta
o~
ou se
0:tima,
pode.:::.:i.. ....
0e
I
P o 'f" e >< inp 'J. o t I:~
'::~
t ::'{
'1""
1:':':'
;;!"t ~:;
h:L p C) f~:\~~·::·.I?:~';';; ':::' fi b 'f' (,:.~ o '::\
I' 'f ~'::.'+, o r
\:::';',
"1.
:L '::;. e
sesreentou-se
I
O período
caracteriza-se
corresponde
reflete
a retomada
ocupadas
te
m&s do ano e/ou
assim
aos de 1980 segundo
verificou
minuiu
pode-se
mesma
da parcela
E a terceira.
1984-85.
da pro~uç~o
1980-85,
ou mais
maior
referem-se
pessoas
çompar~veis
metodolo91a.
da remun€ra~5o
23,3%
aumentou,
~iminuiu.
decompor
apresentam
!.egunda,
ou
ape-
O~!
ocupa~as.
aos de 1980 ou
aos
os de i9S5
(14)
do fator
traoa~ho
em 1973. e a parcela
de~1inou
salarial
ci-
15.2% em 1973. (15)
censitárlos
No primeiro.
mento
como
para
cados
trabalho
A
valor
o período
com Clnco
de 22,9% em 1949 para
salarial
prirnRira.
1974-80
em 1949
Os
parcela
a
que a parcela
28,3%
elas
?ara
estabeleciffientos
O período
A
econBmico.
de crise.
de 1981 n~o sio plenamente
4.4.1.
fases.
do crescimento.
de 1982 em diante.
da.
crescimento
ao período
em qualquer
aos
dados
de
pelo
no ano de re~er&ncia.
nas
1974-85 em tr&s
in~icaram
enquanto
que entre
a parcela
1975 e 1980 a
da remuneraçao
do
A partir
este
per'iodo em dois
as tiuas parce~as
sU0periodos,
crescem,
HI ::':i.
'-:,
s
1975-78 e
no
0.0.:
',:,''
o:::. ~':." .....
1.";,..
.• _
•••
,1 U t.1
-<
um decl{nio.
salarial
foi mais
intenso
do que o
~a
parce~a
J
passan~o
14,44% em 1975 para
em parte,
com
o n0mero
de oper~rios
cresceu
a
trabalho,
,
0_."
uma
na co~posiç~o
crescendo
taxa
a parce1a
encontrar-se-~
ao nível
no perio(o
à do
superior
se inclua
tendincia
soc~ais
analisando
desace1eraçio
um crescimento
o período
da ativi(aJe
o choque
~oi plenamente
i"O
J
c Cri
pelo
t :L n
fato
de certa
~o caso
explicativos
para
1973-75.
econGmica,
~os dois
a renuçio
1978, Mesmo
enten~e
que
reouçao
•
I.~
ao longo
isto
já evidenc~aJa
no período,
que assumiu
dos sal~rios
maneira,
uma
ante-
(os
se 0~ve
a
a partir
0e
do aumento
a preços
de o governo
fa2endo
U,:;"i',j"'
mantendo,
repassa~o
at~
e tra~a-
verificada
•
dai.
~mprego.
pessoal
dos encargos
a mesma
0e
em 16,3%; portan-
ou seja,
1975 e, a partir
"
i':\
15.94% em
a uma muJan~a
Caso
tor
de 19,74% em
(.;.:-
J
em 1974 ter deci~ldo
....
;
n::';":.{:J
o 'o00e expiat6rio
seu valor
01tlmos
real
motivos
co rnark-up, em
e at~ mesmo
toma~os
.: r~t'!ll::'
.í. '7.1 '..} ;.
como
sua
parce-
e1ementos
concorca-se
p~e-
i
TABELA
,
'!
4.5.
I
BRASIL - INDUSTRIA DE TRANSFORHACAO
i
PARCELA DJ REHUHERACAD DO fATOR TRABALHO. PARCELA SALA~IAL. HARK-UP E RELACAO DOS CUSTOS OIRETOS
.
-----
______________________________
1974 A 1985
.'
J _____________
i
I
~----------------------------~-----------------
.
,
I
PARC~LA PARCELA DA
DOS REMUNERACAO
PARCELA
,PARCELA DA
DAS ENCARGOS DO F~TOR
RELACAO RELACAO
EMUNERACAO
OUTRAS SOCIAIS E TRABALHO
DOS
DOS
RAZAO
DO FATOR PARCELA RENDAS TRABALH. 'AJUSTADA RAZAO
CUSTOS CUSTOS
(5) 1=
DE
DE
(3)=
TRABALHO SALARIAL
(4) + (1) MARK-UP HARK-UP DIRETOS DIRETOS
(1)
(2) (1) ,- (2) (4)
(Jl!)
(J)
(K)
(Kl!)
em ,X
em
X
ell
X
em X
em X
'
.
-------------------------------------------------------------------------------------"
ANOS
--------1974
1975
1976
1977
1978
1979
1980
198011
1981
1982
1983
1984
1985
22.01
19.74
20.55
21.31
21.64
21.14
18.74
24.04
19.97
19.50
17.28
15.10
19.58
14.13
14.44
1(95
15.51
15.94
15.76
14.84
7.88
5.30
5.60
5.80
5.70
5.38
3.90
7.16
6.66
6.93
7.24
7.31
7.29
15.10
14.76
13.40
11.69
.4.87
4.74
3.88
3.41
6.57
~.62
6'.09
5.38
i
29.17
26.40
27.48
28.55
28.95
28.43
'!
I
I
I
26.54
26.12
23.37
20.48
1.518
1.503
1.524
i.515
1.524
1.548
1.535
10.12
1.602
10.18
1.584
1.617 . 9.23
1.610
8.96
8.45
1.622
1.649
8.16
9.08·
1.633
10.74
10.78
9.85
9.59
9.06
8.76
9.72
1.556
1.584
1.586
1.592
1.686
1.718
i .712
1.713
9.11
8.89
10.03
11.77
8.33
8.12
9.22
10.87
--------- ------------------------------------------_._----------------------------------------"
;1
NOTAS: Ca culado a pretos correntes.
!I
19 0* Segundo a metodologia do Censo 'Industriai'
de 1985.
En arsos sociais e trabalhistas
rdel:e-se
a parte do empregador.
:
pahe1a da resuneracao do htor trabalho =i sal~hos,
retiradas
e outras resuneracoes
/
alor da transtoraacac
industrial
i
'.
pa cela salarial
= salar ios 'do pessoal ligado ai producao / valor da transtorllacao
. ndustrial
.'
!
pa cela dos encargos sociais' e trabalhistas
= encargos sociais e trabalhistas
a cargo do
mpregador
/ valor da transtormacao
industrial
k
valor da produrao I (~al.arios
ligados a producao + materiaS-Pfi.mas,
materiais
e
omponentes)
k* = valor da Pfodllcao / (salarios
do pessoal ligado a producao + despesas com as
[peracoes
industriais)
.
j
materias-primas,
lliateriais
E.' componentes
Isalarios
ligados a pfoducao
j* = despesas com as operacoes industriais
I salarias
iigados a producao
~t
FONTE [lOS DADOS BRUTOS: FIBGE.
FIBGE.
FIBGE.
FIBGE.
Censo Indust f ia 1 i975. p .56-7J i98 e 200-4.
Censo industrial
1980. p.266 e 274-5.
Censo industrial
1985. p.4-5.
Pesquisa
industrial.
varias
numeroso
tem um comportamento
a
con~orme
concorrência
aumenta,
se viu na revis~o
apresenta
CiminUlndo
oposta~
será
seguida
(17) (ver tabela
'J. h(),'
interrompendo
assim
;:~r" () d ti -t i v :i. d ~':i.d e
:r.',.
d
C)
Zurrcin
r i::"
mais
UC10,
novo
Ka:ec~i
às da~
Ju:ga
qUE,
mar~-uPi
entence
apontadas
intenso
por
que
o
:on~:-'
de
(.:.~
salarial
pela
mantinha
I.i
t \:
0.0
t•
.J
crescimento
~ernonstra
em de-
no período
da oferta
se deveu.
iljmitada
de elevadas
mínimo
0e
se-
tra~a-
taxas
de
e ao ressurgimento
do
6e 1977, (19)
salarial
00S
mcidia dos 01timos
o poder
suadri&nio
2
1974-78
uma scirie de
~ persistência
o reajuste
anualmente
mcitia
em que os or~enados.
dos sal~rios
e de salário
a partir
A política
por
ao esgotamento
salaria1
sin~lcalismo
a produtividade
4.6.) O período
atestado
qualiticados,
"'f
à política
çio
o
a proposiç~o
um 10n;0 PEríodo
conforme
1
crescimento
9un~o
'1 h
ele
empiricamente,
1974-78,
o
ou sej~,
~ibliográ~ica,
tenaências
trabalho,
tese
prci-cic1ico,
a relaç~o
doze
aquisitivo
1974-78,
salários
dos
meses.
salários.
o mark-up
dos custos
acresentou
diretos,
c::CI··..
,.; ":j. ,.~
v.s , l.
.l.·
,i
TABEI...A4.6.i
BI:;:A~3
I!... ..- I hmU~:;-m I t-I DE::
PRODUTI~IDADE,
CUSTOS
I
;nMI~~3F()RI1ACA()
DA REMUNERACAO
E DO TRABALHO
ANUAIS,
1974 A 1985
MEDIAS
E SALARIOS
I
..
-------T-------------------~-------------------~-----------~-em 1.000,00
I
I ----~~~~~~~-~~~~~~~~~~_~~_~~~~~
_
!
CU~3T() Dt-I I
REMUNERACAO
I:;: E:: AL.
(2)
PRODUTIVIDADE
I:;:EAL.
(1)
I
CUSTO
I~E:I~L
DO
TI~~ABAU-lCl
SALARIO
F~EAL.
(í.:~) /
(i)
em X
-------------------------------------------------------------..:>
1. j. 1r.•• '")
c'
1.40
1974
1975
6~i7
7
67(3 !':j
Bí.?4 (:>
BC?4 0
765 0
D 1. s 6
174 4
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19f.~3
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150.3
128.3
160.8
869.6
849.3
821.2
I
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1984
198~
116 e,
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1.976
1.977
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152.8
145.3
in
7
í.?4 .O
í:~0 0
19 . ~:5
17.3
15.1
19.6
-------~-----------------------------------------------------I
l\lOTAS:
I
I
produtividade
= valor da transformacaa
industrial!
pessoal
ocupado
total / deflator
IPA-OG-IT
rEmuneracao
salarios.
retiradas
e outras remuneracoes / pessoal
ocupado
total / deflator
IPA-OG-IT
custo do trabalho
salaiios
do pessoal
ligado a .
producao
/ pes$oal
ligado a producao
/ deflator
IPA-OG-IT
:
salario
= salario do PESaOa} ligado a praducao /
pessoal
ligado a producao
/ deflator
INPC ampla
* Segundo a mEtodologia do CEnso Industrial 1985
=
=
FOI\lTES:
. F IBGE: .
FIBGE.
F·IB(3F.
FIBGt::.
C e n '::;o :i. n d u -::;t r' :i. :::i. "1~ :i. 97!;;j .
p . ~:5ó ....
? f:: l. 9 B .
Censo industrial
1980.
p.C?66 E P74-5.
Censo industrial
1.985. p.4-5.
Pesquisa
industrial
anual.
varias
numeroso
132
rr: o o
Cos custos
aue o aumento
dos custos
no mark-Up,
diretos
de
1977.
do
creSClmentO
ca politica
neraç~o
salarial
para
para
retomada
a estes
do nível
do ~ator
por
e pela
Acresce-se
diretos
conseqU2ncia,
do movimento
determinantes
de atividade
•• l
sindica1
a partir
a influ&ncia
econ6mica
•••
~:I.
i...,
positiva
e a
no período.
traba.lho se re~uzem.
18,74%
A primeira
em 1980. e a segunda,
passa
de 2i,64%
de 15,94%
em
14,84% em 1980.
o
mar~-up.
Enquanto
+'()
a exemplo
a
raz~o
do period~'a~terior,
do mark-up
de 1.517; no bi&nio
:i.
m~dio
continuou
se
anual
1979-80"
"'l.
Fl o y-
C~tll:: ,.. o
'J. -cio
c; o,
IYI(·::nt
o o~osto
com
dos custos
:::t
1- e
ao do mark-up,
relaç~o
ç~o ~o traba1ho
explicando,
::':~.
p r'
e ~::'
(:~:
n t o u.
C
o ri! Fi C)i" t :.:'t ... ,
em m~dia.
com as
[J
portanto.
a reduç~o
da participa-
no periodo.
elevaçâo
Consi~era,
porque:
presários
decidem
deriv~dos
r p~.:{:: t~<i!.
('~ t
passando,
~s despesas
diretos,
A
').::':i.I~:~';{o c~o ~::.c u. ':::,i:: D '::~
do mark-up
n~o continuar
das elEvaç5Es
de
1975 a 1980
absorvendo
nos preços
ocorre,
as e1evaçhen
do petr61eo,
~:;
(."::.
9 U. n (
don
C)
cus-
o qUE coin-
os
sal~rios
reais
poder
razoavelmente
político
para
protegi0os
elevar
e pos~uin~o
os empre-
o con11ito
d~stri~u-
preços,
j:l (!,'i i'i
."
••
0.0
( ~:I.~,
.
•
~...
.1.
~mbora
I
a importincla
ao crescimento
~ue
po~e
ser avaliada
dos,
estratificados
Tanto
lecimentos
Os
()C U.p ::it.Ô
o
segundo
entre
(55,7%
th
.~.
1980)
~-:
duto
traç~o
ai .,.)
e valor
e/ou
e
1975
em termos
e do va:or
da
':'J
':.\ '~, f')
'('
.•.••.
'"
seleciona-
ocupado.
n~mero
de 5 a
~os e~tabe49
Q
em
56,7%
pe~so~s
em 1980), salários
c!
0.0
~·.1
0.0
i']
1"
1') I'
....
'li
J
0"
total
à ?rodu~~o
ligadós
I':'
~.:{
••••••
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tO')
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0'0
0·0
,I
•••••
d
i..I ~: ~~:
de emprego,
(.:.:,
,
seja.
a deter
(65,2%
em
os esta~e~ecl-
maior
~~,~~
.!~
....
r~~~~~~~o
rl~
d (,.:.
mo n ',:;
t r: :;;l n dO· ..s l.'l. H~,;. ::~.I:.!.1:' ('::'1:'! .::..:~) .::, ;;!..:.~.
o,
Em
(65.3%
~:) ,}(
(ver ap0ntiice IV) Ou
passaram
ocupadas
1980>, de ope-
industrial
~o nível
F'Y'
de 100 pessoas
da transformaçio
grandes
~~~-
'.. c:c~:",:::
industrial.
;.
Depreende-se
nores
em
(~:1~:f
.1
•• 1....
1975 e 70.4% em 1980).
relativa
i~~ica0ores
de pessoal
com mais
em 1980), salários
0'0
m~dios
Considera
econ8mica,
os que empregam
em 1975 e 59,9%
}'::. /"1
mentos
por
concentra~~o
em 1980. o maior
estabelecimentos
total
em
~e alguns
citados
85% em 1980).
E
em 1975 e 67,9%
70,9%
.,l ••.
1,.) ~:~
os grupos
em 1975 como
(58,3%
fatores
acentuado
a partir
situava-se
(84.6% em 1975
dos
estabelecimentos,
o
pessoal
daí
que tanto
com 5 a 9 pessoas,
empregado
total
Os estabelecimentos
s~o os que melhor
em 1975 como
remuneram,
em 1980 os me-
s~o os sue pior
remu-
e os
com 500 pEssoas
os que pagam
maiores
ocupaDas
salários
ou mai'~'
e
O~
.
mais
produtivos.
~ota-se,
assim,
uma
relaç~o
~:t
::':'1,
•.!
0·0
."
,
i :::\1" :i.
Ü
•••
~.!•....
1 ';::.
~..
\l ::.c:
'
~:;'·:;,\C)
1975 a ind0stria
se em
sileira
já era
extremamente
podendo-se
dizer
no biênio
traoalha06res
riais,
:::\
de anuais
que(a
concentra~a,
4.4.2.
Este
dos
salários
Antes
1979-80
a melhora
foram
do trabal~o,
das
parte
período
do
insuficientes
provoca~a
acentuado
de ~arsa-
,
pelo
para
conter
{" f.:' c: r
u. ( ::~.~
'::;.C::.....
do marj-u?,
,
p e r 1 CJ (i C) .
caracteriza-se
e na participaçio
ciclo
segmentos
do poder
1981-83
empresas
o
50S
em ~oa
de se passar
cional
esta
pY' () ....
semestrais,
da participaç~o
O período
1980
e a
para
de pre~os
em
bra-
que
e do crescimento
controle
de trans1ormaç5o
{~.~....
para
ao
~o
a análise
longo
econ6mico
de pessoal
ocupa~o.
profundas
trabal~o
deste
do ciclo
afeta
por
de
No
no va~or
período,
econ6mico,
forma
perdas
conv;m
e so~re
diferenciada
início
fazer
da crIse,
a:-
a ~n?la-
os diverem
cecor-
qua~~1icados
e de menor
níve:
." 0.0°'
.•• 0.0.;
•••
1 .lo {;(
'~;;
.;:\~.d
'!
I.
,;
~~1D
....
néc :;.D
,
1 ~:\ r' 1o
"
'::. ;:'f,
;n I~.~n D O( f~.:·';:.
"
salário
real
ref:etindo
desemprego
verl~ica~a
apenas
atingiu
em
i98~,
con~orme
a tabe~a
na composi~~o
a:tera~5es
Cflse,
socia~s
um
''';- \.::
;"n .; c:
o-o
~:\
J
processo
existe~tes
nas
economias
caritalintas
pe.a
e a magnitude
•• i
•••
U .::i.
(ir' .
..•••••
1•• 0.0··
;,. í•••l ~
...::',ô.
os
do con~lito
ri
4.6,
do emprego
,\'j(·:·:-n o r (.::
..:~;
ses
,
'~':.
:::\:..~':\
r' .; o
var~açio
no
patamar
~isputa
co
,,
que
a parcela
preços
onde
real
e da evolução
os
agentes
posteriormente
haja
pelo
riaçJes
Ga
demais.
nas
real
Mas
ao
10n90
ca evolução
parcelas,
do
dos
em termos
atrav0s
ser~
preços.
0a
ou
As~imJ
connecica
me~ida
eu,
realS,
de novas
e maiores
va-
preços.
ou seja,
agropecu~rioJ
industrial,
ao
exterior,
serviços,
ou
do
Estado
e da
r'enoa
ent50
:;.In p o Y' t
SEguindo
a) elevaç50
elevaçio
c)
das
taxas
do valor
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e }{t: (.:-~i" :~. C) r'
a
·,c·eu. ,:i
aumentar
s6
real
ex-posto
tempo.
procuram
a parcela
se desencadeiam
dos
0 determinada
individualmente
e depender~
nomlnais
demanda.
do setor
dos
variaç50
produto
componentes
da produtividade
sociais
à frente
preços
que
destes
~as
de juros
dos
da participação
as pro?o-
reais;
alugu~is
relaç~es
:::(
....
em
~e troca
-'4\
termos
'c t':' i·:~.:i. '::; .;
com
o exterior;
da renda
líquida
enviada
;,•.
\ ',ri.J
i
J
:::'I,C
:f.m:;':\
"
l.li:)
:
'J
j
•
U.. :, 'C :~ mD
na economia
hrasileira.
extrema~ente
concentrada,
de desconcentraç~o
~orma
de sua
ciais
í
c\
implementaç~o
num projeto
or :::\
~ necessário
de renda.
de uma
grande
integraçio
~ados
ou entre
política
celas
s~o
agora
econ8mica
das
po~itica
classes
so-
e social
de trans~ormaçio.
através
através
está
de ta. po-
das
e articulaçio
entre
da compra
e venda
relaç5es
de suas
dos elementos
aericultura
Convcim
a uma
econBmico
~, no âmcito
a~~m
proceder-se
da ind0stria
internamente
ocorre,
in~ustrlal,
se a implementaç~o
~ue se processa
interme~iários.
no setor
e do comprometimento
especifico
industriais,
con~lito
Agora,
(e desenvolvimento
No caso
su
e especialmente
relaç~es
listados
exteriores,
anteriormente,
Q
tam-
e ind~stria.
ressaltar
que o ~stado
os principals
detém
instrumentos
e que podem
afetar
0€
as par-
relativas
regula60s
apesar
pe~a
política
monetária
política
tributária.
de tentar
regu1ar
As relaç5es
namente
atrav~s
do
da política
depende,
seus
e crediticia.
No caso
reajustes.
oe troca
mercado
mundia1
dos
t
F::'
e, em
a~uguéL~1
*:·:·mpot.
,;.0
,
o
PO';:!0:T
m p :;:1.t" t; I~:", ,. !~}>(o la c··..
parte.
cambial.
~undamentalmente,
no caso
brasi~eiro
e para
,
o perlOCO
em
e ca perspectiva
cem-se
c:on t r
C)
a estes
instrumentos
1e
lhista
a política
como
reguladoras
lenco-se
Como
;;:/.i"!
de política
estes
como
anteriormente,
ce
trabalho.
pano
capítulo
~o
p () (!. fi: .... ':~ e
de ~undo,
a cr:-
CalS,
os
ao longo
acentuadamente
o COMPonente
•• 1 ••••
~
tica
no Balan~o
Je
financeiro
que a Renda
Pagamentos
das
ao exterior
a renda
1983
houve
Rea~
Naciona1
que importa
uma diminuiç~o
..•..
n ~':l,(j
solutos.
O crescimento
~'1
"
0a dívida
r;\
-,..
;
e,
externa
al~.a,-
no inicio
relaç5es
da 0Jca~a
de troca
tem por
q i..t (.:.~
diminua
tamb~m
dois
relativamente
i a nacional
do
em termos
roduto
8
.1.
de 80.
acarreta
destes
.
r
••••. ~
A conJunçJo
com
de
•• 10.0
A deteriora~~o
enviada
da d~cada
'1..•(1:::
1..I·::t';;}
e
a política
e a
capital
elementos
se apontou
econOmica
salarial
~as relaçNes
(os
Real,
uma dimi-
C)
.:;1
\~:e d :;.rn :i ....
fatores
~rente
ao es-
reais.
~ois
a ~enda
,
'::;Cj
J
~eal
::':'.::i ....
do
Produto
Rea:
uma
em
reduçâo
um
daco
ano
~a Renda
poRea.
si!elra
mente
e de vários
uma
reeuç~o
a nive!'de
A
paises
de sua renda
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estratigia
plementaç~o
latlnos
durante
rea1,
estes
na crescente
con1!ltos
aceleraç~o
de enfrentamento
de politicas
a
se externa-
inflaclonári~.
dos problemas
que aumentassem
o excedente
de Balanço
de ~ens
ex.....
C;U, (.:.: I
m~to~o
eleito
para
a consecuç~o
estimulou
as empresas
ao mesmo
como
J••••
tempo,
scl a recess~o
do Balanço
era
o~Jetivos
a voltarem-se
a demanda
para
por produtos
insuficlente
para
f
01
a lm~lanta-
o mefcaca
ex-
lffiPortacos.
o objetivo
de
de ?agamentos.
A estrat~gia
~rasileiros
restritivas
tura
de tais
que,
fortemente
do desemprego
de aumento
mais
conjuga~as
recessiva,
e da taxa
das exportaç8es
competitivos
a taxas
no merca~o
de in~laç~o
os sindicatos
de rotatlvidade
estava
internaciona1
ascerioentes.
trabalhistas
da
centrada
tPm
seu
pro-
po-
t\',
!.:t)n·'
tos
distributivos",
pois
as empresas
devedoras
e acarreta
~~o
por dois
reais
e
~né·':::.t :i c: D
motivbs:
as importa~5es
os exportadores
procuram
obter
{icam
sue produzem
a mesma
resses
dos exportadores
a situaç~o
As taxas
ta
a
desestimular
~P
renta~i:idade
financeira
e
para
propiciaca
cambial
rlestas empresas
as empresas
para
afeta
00-
pelo
os
co-
.i. n t 1::'~•••.
e j.ffipactane-
ativos
minimo
realS
'l ::.
~.~
.....
e para
o
a captarem
das
empresas
acahando.
c~·C)
de patamar
termo~
c () rn
j:!;C:·
'''1
con~orme
capitals,
esp~cie
em
o mercato
juros
financeiro
.~ :i. (1 ~:'f,d
caras
ta
devedores,
a fuga de capitai
a forçar
mais
estran-
e importadores
maiores
ime~iatamente
o aumento
tambdm
a rlesva!orizaç~o
em moeCa
'
de remuneraç~o
ou
seja.
~.' •••••
diato
o componente
financeiro
a
conjunç~o
no parque
cesso
de 70,
to
traçados
ainda
0ecorr2ncia
e a conclusio
no I: PND
?articipaç~o
pJblico.
políticas
brasileiro,
~e importaç~o
do expressivo
A
destas
industrial
de substituiç~o
na d~cada
do d~ficit
de bens
de grandes
tornaram
aumento
com uma
decorrente
do
pro-
0e capita:
projetos
de investimen-
possível,
na exportaç~o
percentual
mucança
de pro~utos
das exportaç5es
in-
no va:or
~}
J••
...
,::1.
1
1980. 6,6% em 1981, 5.3% em 1982, 8,4% em 1983 e 9,8% em 1984.
tamb~m}
os que revelaram
exporta~~o
pressivos
VTI,
como
no
per iodo
cemo
e/ou
de produtividade
minerais
nio met~licos,
tipicamente
excetuando
mecânlca,
voltados
em certa
Coinci~entemente,
crescentes
combinado~~,
1980/84,
sanhOS
e gráfica,
rizam
elevados
e declinio
coericlenten
via 0e regra,
do custo
a
de
ex-
da mio-de-
matirias
pl~sticas,
perfumarla,
mobiliário
e jebicas,
se calacte-
para
medida
o mercado
apenas
interno,
a mec3nlca
~aJa VJn-
e
taram
uma
maiores
a~
vez,
que aqueles
~izeram
C)
contando
so
retra~Je~
para
setores
pelo
isto.
transforma~áo
1)"1
,I
encontrada
reduçio
constata~o
distributivos"
os anos
Fun~açáo
e nos custos
resu1taram
determinada
em grandes
peLO
~as€
de crescimento
da produtividade
pernan
que~a
8
per-
dos
do traba]~o,
re1ativas
con{orme
para
da partlc~pa~âo
da razio
diretos,
em 1983. Acrescem-se
aumento
o
•• 1 •••
do
e
rle ~esernprego
q0€ o mar~-up
q.}.r..:.~
mar~-up.
com
a
de 9,11
a isto a imp~anta~~o
na taxa
econ8mico,
que passa
a par-
00 traja-
i,58b em i983. conjuntamente
~os custos
ti (,::\,/:l,d(j
para
ti .;:1.
reais
crescimento
i.556 em 1981 para
10,03
que culm:.nou,
rBGE.
em 1983. Esta sensível
ra 17,28%
~
com um vigorofio proce~-
de 1981, 1983 e 1984
com o crescimento
no emprego
pela
~atores.
na produtividade
para
se aJustaram
ca
outros
a queda
Isto mostra.
rapldamente
no uso da m50-de-obra
compatível
~orte
que mais
âmbito
entre
eie raclona:i~aiáo
I~~;·=.
~:;:i.
na proGutivi(a0e.
0e po~lti-
e ta taxa
ter~.a um
~e
com-
portamento
pela
oposto.
Os ~aUos
constataçâo
anual,
que
~oi
de
tals
••
,....
J
9,79
0e
~981-83.
meCla
I'
1975-80,
no perío~o
~o
1975-80,
anual
dos
'.
(lminul
c: on C 1 U.::. r'
permItem
a raz~o
o período
a re:açao
era
apre5enta~os
~ip6teses:
1,524 para
de
ora
cresce
custos
para
m(·:·:("·lC)
para
~J575
d~reto5,
9,34
no
~videncia-se
p·()
CImento
do mark-up
~âo
crescimento
de
:omo
ctes~e 1976,
a
longo
se constatou,
movimentos
com
as proPosiç5es
que está
prazo.
~~,().:::.
acordo
de
acor60
com
mais
mark-ups
rei (;"I.
'C
~<.... li. P
,
.
c ::....
....
0
a propos~-
conforme
para
os Censos
de
como
se atri~uiu
1980
e ~985,
~ue
ta1
conjunturais
te6ricas
comumente
aceitas
ce
U.ii'i
ros
.
,
mark-uP
que
cu-
Cj'::·
concentrados
acima
para
e oligopolizados
gêneros
00S
o período
Estes
aumentarem
competitivos.
1981-83
~a60s
resolveu-se
e verl~icar
permitem,
seus
se
lsto
se
preços
e
calcular
o
comprovava
por
::~;./t:i: P::
11
....
C(j'~:;.
COffilDse
~ue
pE~r'l
tra~
,
.
a raz50
nestes
60 mark-up
objetivos.
•••
,.:.~
e a relaçJo
iJC~()
com
os demais
anos
d~ s~rie
está
00~
custos
direto~~
./
para
j ••••
)
0
, TABELA 4.7.
BRASIL - INDUSTRIA
1I
I
,
I
DETRANSFORHACAO
li,.
M.ARK-UP E RELACAO DOS CUSTOS DIRETOS.
SEGUNDO ,OS GENEROS INDU~rRIAIS
i
,
I
1989-85
I
.
lli
1
.'
---~---------- -------------------------------------------~~----------~---------------------------------------------RAZAO DE HARK-UP
: I:
i
----------------,~--------------~T---------~~~~~~~;--,
i
;1
(e.
RELACAO DOS CUSTOS DIRETOS
X)
---:----------- ---------------------------~---------------i~--------------------------------------------------------
genero industrial
\ ano
1980 1981 19B2 19B3 19B4 ~9B5
80/B3
B3/85 19B0 1981 1982 19B3 19B4 19B5
~~~~;~;ra;~~--I-------------~~;~--~~;~--~~;~--~~;~--~~;;--:~~-----_;~;------;~;~-~;~;--~;~~--~;~;--~~~~--~;~;--~~~~1. 93 1.8B L 96 1.9.6
1.40 1.43 1.42 1.43
1.66 1.74 1.77 1.72
1.76 1.89 1.B6 2.01
1.48 1.55 1.56 1.65
1.69 1.61 1.59 1. 7~
1.40 1.43 1.63 1.58
1.42 1.42 1.41 1.42
2.33 2.70 2.64 2.63
1.6B 1.67 1.71 1.65
1.751.701.801.781.641:83
1.36 1.38 1. 43 1. 46
1.71 1.79 1.93 1.80
1.872.312.172.382.332.13
2.20 2.17 2.37 2.15
2.13 2~16
12.9
-1.8
1.7
7.4
5.3
27.3
-2.3
senos concentJdos
HADEIRA
MOBILIARIO
COURO E PELE
TEXTIL
VESTUARIO E CAL.CADO
DIVERSAS
---------Ji
1.67
1.84
1.68
1.46
1.53
1.75
2.19
1.72
1. 93
1.83
1.58
1.58
1.74
2.40
1]80
1.92
1.'79
L'60
1i69
1:78
2~40
j~
5.4
2.7
3.6
14.4
2.6
8.0
15.1
2.3
1.6
2.9
-4.2
7.6
-5.8
-4.8
6.8
5.5
5.5
7.9
9.2
5.4
5.2
5.8
4.0
4.6
6.1
8.1
4.6
4.4
5.7 6.2 7.8 7.1
4.5 4.5 4.4 5.3
4.5 4.6 4.9. 5.6
5.9 9.0 14.0 9.1
8.1 10.3 13.1 10.5
4.6 4.2 5.5 5.8
5.0 4.0 5.7 4.6 _
IHD: TRANSFORK~CAO
TOTAL
______________
J
1.54 1.56 1.58 1.59 1.59 1~)64
3.2
3.1
9.7
9.1
8.9
I
NOTAS:
1.68
1.86
1.67
1.51
1.54
1.74
2.39
1.75
1.79
1.74
1.73
1.62
1.83
2.0B
1.7~
1.89
1.74
1.67
1.57
1.89
2.52
2.09
1.45
1.74
1.94
1.60
1. 87
1.70
1.45
2.36
1.63
2120
TRANSF .MINERAIS NAO tiETALIC
METALURGICA
I
MECANICA
MAT. ELETRICO ~ COHUHICAC.
MATERIAL TRANSPORTE
PAPEL E PAPELAO
BORRACHA
I
QUIHICA
PROD. FARHAC. E VETERINARIO
PERFUMARIA
I
PLASTICO
I
ALIMENTO
BEBIDA
FUMO
I
EDITORIAL E GRAFICA
1.52
1~B6
2105
1.46
1.70
1i79
L54
2.l55
1JB0
1.50 1 i 44
1.78 1]88
1
1.6
2.1
3.6
14.2
11.5
1.2
12.9
12.2 5.3 5.5
6.3 '. 11.6 10.1
s.i 3.0 2.9
2.0' 7.1 6.0
-11.5 8.9 7.6
-0.6 10.3 9.2
13.3 11.2 12.0
8.5 42.2 42.7
-3.0
9.0 9.2
9.1 17.6 14.9
2.8 7.9 5.4
-1. 4 23.5 21.7
4.4 9.S 9.0
-10.5
9.810.9
0.5 2.9 2.9
5.0 5.1
10.9 13.1
2.5 2.3
6.6 5.8
7.7 7.8
8.9 9.7
10.8 10.1
35.8 44.7
9.1 8.8
15.8 18.5
6.3 7.5
20.7 23.8
8.1 8.4
9.910.6
2.9 2.8
5.4 5.4
14.0 13.2
3.0 2.9
6.6 6.1
8.4 s.s
11.1 10.2
11.5 9.3
52.1 35.9
11.3 10.7
21.5 18.3
6.9 7.4
27.9 26.6
9.6 10.0
9.910.5
3.2 3.4
10.0 11.8 10.9 _
relacJo dos custos diretos = despesas co~ as operacoes industriais / salarios do pessoal
ligado a producao
razao ide ~ark-up = valor da pfoducao / (despesas com as operacoes industriais + salarios do pessoal
ligado a producao)
Ealtulado a precos correntes.
Para t985. retere-se aos estabelecimentos industriais das empresas registradas no CGC que opera~ em
ma~s ~e um endereco ou com receita bruta superior a 245 milhoes de cru:!eiros no ano de 1985.
I
.
1
FONTES DOS DADds BRUTOS:
I
FIBGE.
FIBGE.
FIBGE.
FIBGE.
Censo industrial 1980. p.266 e 272-3.
Censo industrial 1985. p.84-127.
Pesquisa industrial 1981. p.56-7
Pesquisa industrial 1982~84. p.í26-35. 236-45 e 352-6i.
145
td.a.'I.
Q'·r.::-
F.
1985, respectivamente,
.!. , / '.1
dados de 1980 e 1982-84 utilizam
Censo
Industrial
de 1980.
Alguns
estudos
1981-83
os gineros
a
pre~os
j~ demonstraram
concentrados
uma taxa superior
competitivos,
e
segundo
esperava-se
comprovar
forme
No triinio
gineros
menos concentrados
~ltimos
apresentam,
mento
cia que se faz
presente
Nio constitui
te acontecimento
objetivo
entio
est e
<'H;SUI'l
se tomar uma posi~io
de a comparabilidade
cionalmente
um
nos
nos
que este~
menos
um movi-
nio refletiam
1980-85.
a explica,io
alguns
estas diferen,as,
especificos
conclusiva
des-
indicios
e que evipara que só
e definitiva
em 1981, comparativamente
estar prejudicada,
mais nos gineros
teórica.
afrouxamento
anos
mais
sobre
!:: o .
Neste sentido,
posiçio
con-
at~ entio, e sim uma tendin-
devem ser objetos de trabalho~
possa
nio se
do que os
,cirma, existem
explicar
do
médio,
sendo
menores
deste trabalho
mas, de qualquer
e
sentido,
proporcionalmente
ao longo de todo o período
que podem exploratoriamente
dentemente
o mark-up
que nos concentrados,
se presumia
seus
a evolu~io
que esta proposiç~o
em média, mark-ups
conforme
de
concentrados
Neste
do
tamb~m em termos do mark-up,
Assim, os dados censit~rios
atípiCO,
menos
1981-83,
mas cresceu
a crise
aumentaram
para este período.
constatou-se
viu, aumentou,
concentrados.
e oligopolistas
esta evidincia
empiricamente.
se
que durante
~ dos gineros
os gineros
surpreendentemente,
comprova
de atividade~
isto fica claro quando se avalia
I F'A-'OG- I T
mas,
a classifica~io
de
o mark-up
concentrados,
politica
de
c on t r o l e
1982 e 1983, a tendincia
cresceu
o que evidencia
Ao que tudo indica, parece
na
a 1980, apesar
ter havido
de
se inverte,
propora pr,o-
neste ano
pre,os.
e
°
mark-up
1.46
acentuadamente
trados.
de
CIP
sobre
do mark-up
para
tica
na política
os gineros
estes
de controle
panhamento,
e
trados
os
meno s
gêneros
gineros.
Como
por
a m~dia
de pre~os
explicando
est;o
menos
produ~irem
ben~
os sal~rios
que
conseguiram
de controle
concentrados}
de pre,os}
como
te
ac en t: uad amen
para
c on c en-:
a
Segundo
recrudescimento
'!
peÃo
mais
devem
ter
praticada
c on s t ân c :1.<:\
a
expostos
~ pclí-
de difícil
se reduzido
bem
mais
c on c en-:
industrial)
praticarmark-ups
acom-
superiores
aos
dos
gineros
c onc en t r ac o s .
uma
r erí uc ão no biênio
nacionais
de petrdleo
pecto.
Ji o
tindo
a quebra
com a d m ínu íc ão no s pl-e,o~;.int:(~·(
....
)
i981.--82}
tendo
crescimento
í
uma
desta
da safra
contribuiçio
rela,~o
agrícola
importante
1983
em
deste
deve
neste
~s-
estar
i:
ano.
:1
:
\'.
4.4.3.
O período
o
tividade
dois
,io
ano
m~dia,
~ltimos,
do
1984-85
de
dos
a
pessoal
1984
ainda
custos
reduo;:io
menos
do
~ marcado
trabalho
foi
por
e do
diminui,io
salário
influenciada
qualificado
que
recebem
da produ-
real.
r e c on t r a t a-'
pela
menores
remunera-
,ões.
Em
deveu-se
dos
custos
1984,
a redu~io
basicamente
diretos
~ persist@ncia
da participa~io
~ elevaçio
que atingem
de uma
taxa
conjunta
1,592
elevada
de
do
fator
do mark-up
e 11,77,
infla~io.
trabalho
e da rel~o;:io
respectivamente,
(ver
tabela
e
4.5.)
147
Como
difica~5es
1985,
j~ apontado
anteriormente,
metodológicas
introduzidas
dados apresentados
05
em decorr~ncia
no Censo
Industrial
de
para este ano 56 sio comparáveis
a05
de 1980, segundo
a mesma metodologia,
a
midia entre 1980 e 1985 cresce,
produtividade
real
do
trabalho
parcela
tos
diminui;
da remunera~io
percentuais,
1985.
Neste caso, constata-se
conseqUinc1a,
em
do fator trabalho,
passando
de 24,04%
enquanto
o custo
há uma redu~io
que
diminui
em 1980
para
que
da
pon-
4,46
19,58%
em
(ver tabela 4.5.)
Para
o
período
em exame, a hipótese
c ome or t amen t o ínve rso en t re
ticipa~io
tores
do trabalho,
apresentam
nas se~5es
hipótese
4.1
custos
em
julga-se
industriais
do mark-up
termos agregados,
P'":\l"·-
que,
esta
isoladamente
e da rela~io
verificou-se
quando
a
dos
do
sirie
se dá para os anos de 1983 e 1984, quando am-
bos os "-fator·esde o s t r ínu íc ão" aumentam,
í
maiores
Assim,
do
dois fa-
05
dados dos Censos de 1980 e 1985. e para
anual a comprovaçio
as
quando
~":l.
dos dados censit~rios,
para os gineros
ou queda concomitante
um, que trata
de d ís t r íbuí ..;;:;\\o" e
os mesmos comportamentos.
diretos;
dos
".pc\tOl-(~~
só pode ser comprovada
foi comprovada
confronto
05
e 4.2, onde tratou-se
com crescimento
do
das mo-
perdas relativas
ao mesmo tempo,
registradas
na
ger·an-
participaçio
do
t r ab a l ho .
Com
(hipótese
que
ao comportamento
dois), entende-se
o mark-up
perior
rela~ão
anticiclico
que ele foi comprovado
midio na fase de crise econBmica,
ao do período
de crescimento
econBmico,
do
mark-up
na medida
198i-83,
1974-80.
em
~oi su-
Poder-se1.48
ceu
no qUinqUinio
nio
permite
acordo
a rejei~io da hipótese,
com
longo
mas entende-se
1975-80,
a proposi~~o
esti
POiR
comportamento
inteiramente
de Kalecki de crescimento
prazo, em decorrincia
A
que tal
d~
do mark-up
um intenso processo
rela~~o dos custo~ diretos apresentou
tendincia
(hipótese
1974-80,
a m~dia anual da rela~io dos custos diretos
m~dia registrada
denciando
~io
a hipdtese.nos
verificada
para
moldes formulados.
no período
A
Com
dos
permitem
os
tanto
para
nera,lo
foram mais prejudicados
de remunera~io
os salirios e
Portanto,
de
evi····
argumento
muito particu-
ora apresenta-
rejeiti-la para o period6 .~aminado,
os ordenados cresceram
em
foi superior
1981-83,
1975-80 nio deve servir
rela,io ~ hipdtese cinco, os dados
termos
1.974-,78,
econamico,
no mercado internacional.
burocratas
em
pr6-
redu~io nesta rela-
sua rejei~io, pois deveu-se a uma conjuntura
lar e especifica
que
crescImento
no período de crise econamiea,
a
de concentra-
cíclica
.~
trls). No período de
de
como
de
pois
do que os
viu-se
operirios,
emprego.
a uma taxa inferior ~ verificada
no períodO de crIse
os ordenados
termos reais, do que os salirios
ao contririo da hipdtese
formulada,
dos
foram mais
operirios.
a parcela da remu-
do fator trabalho variou mais em termos relativos
do que
a parcela salarial.
nha
sindical
gumas
devido
to.
e grau de oligopólio
coloca,5es
l
(hipótese seiS), apesar de al-
feitas neste sentido,
impossibilidade
de
esta nio p8de ser testada
obten~io de dados
a
este respei-
Com
dar
conta
que
a
rela~lo
8 algumas.proposiç5es
da especificidade
política
conseguiu
salarial
acompanhar
da economia
(proposiçio
a aceleraçio
explicativos
para as sensíveis
reais.,
ocorridas
desde 1979.
proposiçio
com a distribuiçio
d~
para
se
entende-se
um), na medida em
;.~.
que
nao
serviu de
in5-
P01"tan!:o um d os e Iemeu t os
reduç5es
nos custos do
em cert~ medida, na participa~io
sal~rios
A
brasileira,
inflacion~ria,
de c on t enc ão .s:..:\lal"i81,
s~mdo
t rumen to
levantadas
dois, que relaciona
do
subsídios
~enda, "lo foi testada,
trabalho,
trabalho,
ao
cápital
dada a falta de da-
dos a este respeito.
A
para
o crescimento
portaç5es
as
proposiçio
tris serve como um elemento
do mark-up,
se reduziram
empresas
facilidade
no período
do mark-up,
mercado cativo decorrente
Com
preços
relaçio
(proposiçio
.
cone.,US1VCt.,
ou seja, na medida em que as
em termos
1974-85,
que atuam em territcirio nacional
na elevaçio
im-
relativos,
tiveram uma
maior
em virtude da manutençio
de um
das restriç5es
~ associaçlo
~s importaç5es.
entre mark-up
e controle
quatro), nio se p8de fazer nenhuma
de
inferincia
para ~sta ~rea
vao
que a participa~~o
do
visto que os estudos especificas
.
explicativo
'oi
apenas até o ano de 1980.
Fazendo-se
qué
sensivelmente
cluir
j~
um
balan~o,
era baixa no inicio do per iodo examinado,
reduzida.
com toda certeza
A partir desta evidincia,
que os trabalhadores,
ram nenhuma responsabilidade
rial
mico.
nio deveria
nota-se
.
,'0:1.
con-
em geral, nia tive-
sobre a acelera~~o
fazer parte dos programas
pode-se
.r.
inflacion~ria
de ajustamento
ve-
econ8-
Verificou-se
justamente
no periodo
zer uma associa~io
cipitado,
embora v~rios economistas
como por exemplo
uma
associaçio
1nflacion~ria.
nesta
a tese de Kandir,
da fragilidade
linha, o
de
zer tal associaçio,
gem adicionada
os
por
ou
custos
das
e garantir
um aumento
tarifas
Souza.
nio permitem
o mark-up
margem
de
estaria crescendo
lucro, mas
para
se fazer tal associa~io
liar
previamente
de
necess~rios
entio,
margens
a evolu~io
estudos
relacionar
de lucro.
'a-
ao comporcerta mar-
e visa a cobrir
uma taxa de lucro, no caso de
as empresas
Para
zem-se
a priori
reflete
custos diretos
e,
Mas entende-
referincia
que
ela
no plano empíriCO,
dos custos
especificos
a evoluçio
o
mark-up
neste ca-
de aumentar
se
a
reduza.
ava-
deve-se
indiretos.
um
impostos,
As~im,
nio com o objetivo
evitar
dos
tendem a elevar
para nio terem suas margens de lucros reduzidas.
SO,
teórico
e do mark-up
(26)
das taxas de Juros reais,
p~blicas,
fazen-
do setor p~blico
Como o mark-up
sobre os principais
indiretos
exemplo,
indiretos.
a estejam
da infla~io
pais nio se fez nenhuma
dos custos
dai a fa-
que faz no plano
financeira
trabalho
Mas
ser um pouco pre-
recentemente
se que os dados at~ aqui apresentados
tamento
parece
direta entre crescimento
decorrincia
ainda
de acelera~io
cresce com malS intensidade
direta entre os dois
do,
como
que o mark-up
Portanto,
fa-
nesta ~rea para. a partir
do mark-up
com a inflaçio
e
as
4.6. Avalia~~o
preliminar
do mercado
de trabalho
para
o período
1986-90
Para
dados
1986-90, na medida em que nio se dispae
da Pesquisa
Industrial
Anual 1986-89 e do Censo
1990, utilirrar-se-io os dados da Pesquisa
dos Gerais-PIM-DG
PIM-DG
e da Pesquisa
na ind~stria
lores
monet~rios
e absolutos,
mercado
de trabalho
Desde
perdas
reajustes
passaram
salariais
emprego
Plano
inciiees.
adequadamente
A
funeionalda
De
va-
qualquer
a evolu~io
come~aram
a recuperar
e, em fun~io das elevadas
a redu~lo
do
a~
taxas
in-
do intervalo
- trimestral idade. Assim, desde
reais se eleva motivado
Crurrado
- Da-
de trans'orma~io.
a reivindicar
e de sal~rios
o
consumo;
mas apenas
os trabalhadores
anteriores
Mensal
pois nio slo divulgados
avaliar
da ind~stria
1985
salariais
flac1on~rias,
permite
Industrial
Fisica-PIM-PF. (27)
da distribui~io
de transforma,io.
forma, esta pesquisa
de
de Produ~io
nio possibilita. a mensura~io
renda
Industrial
ainda dos
1985 o nível
pelo aumento
de 1986 veio acelerar
de
esta
do
tendin-
tia.
o
rios
185
e
Plano Cruzado
de fevereiro
pela midia do poder aquisitivo
a fev./86),
concedendo
de 8% para os demais
(28)
de 1986 converteu
dos ~ltimos
os sal~-
seiG meses
um abonb de 16X para o sal~rio
e instituindo
a escala
(set.
minimo
mdvel de sa-
l~rios de 20X.
O
consumo
prego e salários,
retiradas
ria causada
cresceu
sendo que
das cadernetas
bastante,
o nível de em-
boa parte desse aumento
de poupan,a
pela diminui,io
estimulando
se deveu às
em fun,;o da ilusio monet~-
das taxas de rendimento.
152
Mas
pulsório
o plano começava
sobre
dólares
compras
a apresentar
de combustíveis,
para viagem e automóveis.
IPC, indexador oficial da economia,
paro do gatilho
No
troIe
de
brança
tando
de
segundo
preços,
semestre
ao
exterior,
do expediente
para efeito
da
do dis-
faltantes,
tuaçlo demonstra
certos aumentos
a alguns
e a promover
a
coe ma-
de
pre-
setores,
gas-
a importaç:io
desse modo, as reservas
ou apurada;
a inoperincia
ao con-
desabastecimento
subsi~ios
orçamentirios,
dilapidando,
a escapar
por parte das empresas
Para evitar
que nlo i medida, registrada
controle
inclusive
de mercadori~s,
passa a conceder
com isto recursos
bens
Utilizando-se
de 1986, visando
intensifica-se
de alguns produtos.
o governo
I;OS,
passagens
Em julho,
salarial.
de ~gio, sonega~lo
quiagem
problemas.
interna-
por outro
lado, esta si-
e o desaparelhamento
dos drglos de
de preç:os (CIP e SUNAB) neste ano.
Seis
dias após as eleiç5es
lI,
verno
lanç:a o Plano Cruzado
luxo"
(carros, ileool e gasolina),
viço
p~blico
de novembro
instituindo
a elevaç:lo das tarifas
elevaç:lo das taxas de juros. Com isso, o governo
instituiç5es
pressionando
financeiras
go-
a elevaç:~o dos impos-
e iniciando as minidesvalorizaç:5es
va~io dos custos de produçio,
de 1986, o
de ser-
do cruzado
promove
os preços
e
a
uma , 'ele'
e reacercan,.
e para si próprio.
Nova~ente
ocorre a manipulaç:io dos indices de inflaç:lo. O indexador
volta a
ser o IPC restrito,
e visa-
expurgado
dos artigos
nio essenciais,
~.53
va a postergar
Em
o disparo do gatilho salarial de 20%.
1986,
no a~~mulado,
houve uma sensível
melhora
relaçio ao mercado de trabalho. Em relaçio ao ano anterior,
mero de emprego de oper~rios
gas na produçio
o n~-
cresce 11,2% e o n~mero de horas pa-
aumenta 13,3%. Em term09 reais, o salirio contra-
tual cresce 25,4% e o valor da hora extra paga na produçio
39,4%;
em
26,8%.
Observa-se
conseqUincia,
sendo influenciado
a folha de pagamento
real
que o aumento da folha de pagamento
por uma elevaçio sensível do valor
cresce
se
eleva
real
esti
hora ex-
da
bem como do elevado n0mero de horas extras pagas na
tra,
em
produ-
çio. Has, ao mesmo tempo, houve um aumento na taxa m~dia de rotatividade,
que
passou de 3,6%
em 1985
para
em
4,5%
1986.
(ver tabela 4.8.)
Conv~m
apresentados
fazer alguns esclarecimentos
pela Fundaçio
IBGE em relaçio aos descritos
01timas
seç5es deste trabalho.
vidade
em
produ,io
ou
A Fundaçio
dados
IBGE avalia a produtide
física em relatio ao n0mero de horas pagas na produ,io.
seç5es anteriores,
e
nas tris
termos físicos atrav~s da relaçio indice quantum
seja, refere-se apenas ~ produtividade
rios
sobre os dados ora
calculou-se
com re'erincia
apresentados
referem-se
dos operirios.
a produtividade
lqueles trabalhadores
quanto ao mercado de
designados
nas
em termos monet~-
ao conjunto do pessoal ocupado.
na tabela 4.8
Ji
Todos
os
trabalho
nas seções anteriores
como ope~~rios.
Como
ji
foi dito, os dados da PIM-DG nio
cálculo da parcela salarial,
outro. Neste caso, entende-se
dades existentes
o
mas, por outro lado, tornam possivel
especular se houve queda ou aumento nesta variável
o
permitem
de um ano para
que, dentre as virias possibili-
para tal propósito,
e dada a disponibilidade
de
154
,
,
i
TABELA!4.9.
:
BRASIL - 1N[IUSTRIAIDE TRA~ FORHACAO
IN!lICADOll[s CO~JUN1URAISII19B6-9~
fi
(BA IE ANOiAN~ERIOR 100)
--------
-----------------
.J
!
J
------
i :
.•. --
1? 6
_
1987
1988
1989
1990
;~SS~~~-l~~;~~~-~~-;;~~~~~~---------~-----i--~----~~t.~-~;~~;---;;~;--~;~
n!} horas pagas na producao
!
ng de hOlas pagas por trabalhador
I
salar io contratual
real
I
salario
ontratual
medio real
valor da rolha de pagamento real
valor da folha de pagamento real por trabaihador
valor da hora extra real paga
I
valor dai producao real
taxa de rotatividade
(media anual -em XI :
ptodut ivídade
Pfoducao'I' industrial
(hsica)
~
folha de pagamento/valor
da producao :(em X)
I
'I
1
'
II
113.3 101. 9
101.9 100.7
125'.4 94.4
11~11.6 93.4
126.8
95.6
il~~8 94.9
139:.4 90.5
112:,5 97.5
4.5
4.4
98.2
99.1
iH.~35 100,97
1
6.8
6.8
96.1
97.3,
100.2
95.1
96.8
96.0
101.0
93.8
98.2 100.4
102.3
97.9
92.1 115.6
91.8 100.4
3.7
3.7
100.5 105.7
96.58 102.98
7.2
8.2
93.2
98.3
82.8
87.3
84.2
89.2
71.5
80.1
97.1
90.50
8.0
--------r---------------------------------I----------~------------------------------
1,10
NOTAS: vf;or da er oducao foi d,n,Jnado
IPA-o!~1e as demais var iaveis pelo
I ,C.
I
T xa de rotatividade
refere-s~
ao pessoal ocuP do na producao.
P odut ividade = producao industr ial , quantuffi (tislca)
/ numero de horas
pagas na producao.
indice acumulado: reflete o d~sempenho acumula~o no ano (janeiro a dezembro)
em relacao a igual per iodo ~mediatamente anterior.
1
:
I
1
I
I
'
I
FONTES: I, FGV. Conjuntura Economica. ! 45(4):45.
abr.i ' 1991.
: FIBGE. Indicadores
Conjunturais
ria Industr ia. Pesquisa Industr ial Mensal.
t!lprego. salarios
e valor da producao : - sede 1985 a 1989.
out. 1990.
l
FIBGE. Indicadores
IBGE. dez. i990.
!
FIBGE. Inc ícacores IBGE. mar. i991. p . i2-P-i .
,
155
dados, o melhor
'-'
•aç:ao
produç:io
um,
do
da variaç~o
da parcela
índice do valor da folha de pagamento
1
de
indicador
física. Assim,
espera-se
que
um, espera-se
este c~lculo
um aumento
portanto,
ano. Ressalta-se
tidos
a partir
o
neiro
um aumento
que os resultados
primeiro
disparo
definitivos
do gatilho
de 1987 e os posteriores
pectiva
na parcela
da divulgaç:io da PesqUisa
quando
Industrial
salarial
em abril, maio e junho.
é decretado
as
o Plano Bresser,
e um congelamento
da moeda nacional
em
A
japers-
remarca-
que pro-
uma mididesva-
geral de preços
e
por 90 dias.
A segunda
sal~rios
Referência
fase do plano previa
atrav~s
média
o reajuste
esta
política
que
a infla~io
seguinte,
acentuava
de produ,io
Na
a in-
fixa dupr~tica.
pois, na medida
a URP se atrasava.
veis perdas no poder aquisitivo
custos
representando
e assim sucessivamente.
de
os sal~rios
meses, permanecendo
as perdas salariais,
se acelerava,
a URP (Unidade
mensalmente
m~ximo de preços,
(IPC) dos três dltimos
o trimestre
a flexibilizaç:;o de pre-
de um novo indexador,
de Preç:os). A URP reajustaria
e determinaria
nos
este
Anual para o
ocorreu
lorizaç;o
rante
para
s6 pOder;o ser ob-
das tarifas p~blicas,
flaçio
Efetuando
salarial
moveu uma série de reajustes
ç:os e
maior
de preços.
Em junho de 1987
sal~rios
que
o valor 1,14;
de um novo Plano de Estabilizaç:io estimulOu
ç:5es antecipadas
for
salarial.
para o ano de 1986, encontrou-se
quantum
for menor do
salarial;
na parcela
é a re-
real/índice
quando o resultado
uma reduç:;o na parcela
salarial
causando
em
sensí-
dos sal~rios.
das empresas.
Assim. o plano gerava
uma
j.~56
transferincia
ao
de renda do setor privado para o setor pJblicc
promover
cimbio,
uma eleva~io
favorecia
financeira.
nas taxas reais de juros e na taxa
o setor exportador
e os detentores
Desse modo, o plano agu,ou os "conflitos
vos" e distorceu
Em
ainda mais os preços
1987,
no acumulado,
h~ um pequeno
e do nJmero de horas trabalhadas,
vamente;
por outro lado, h~ uma grande
e do valor da hora extra,
o
que resultou
real. Espera-se
medida
A
rial
massa
os sal~rios
-7,9%.
Nota-se
contratual
tanto.
que em 1988 o salirio
por trabalhador
ilusdrios
de
emprego,
se isto ocorrer,
acima, n~o refletindo,
extra,
m~dio e o valor
elevam-se
1 e 2,3%.
tairam.
do salário
cela
na
contratual
sal~rio
s6 que se reduziram
resultando,
e da 'olha de
deve ser creditado
por-
pagamento
para este ano um aumento
portanto,
res-
de uma ilusio esta-
menos do que o nível de emprego,
~ de se esperar
apontados
de infla-
na pritica ~ que tanto o
por trabalhador.
salarialj
sala-
de 1,8% ocorrida
do nível
isto i reflexo
o que aconteceu
em aumentos
de produ-
de política
de taxas crescentes
como a folha de pagamento
percentualmente
pagamento
- 3,2%, e do valor da hora
mas, na verdade,
pois
tística,
contra-
para este ano, na
real/índice
em 1988, a redu,io
do sal~rio contratual,
pectivamente;
salarial
real se deve ~ diminuiçio
folha de pagamento
do sal~rio
reais.
-4,1%,
da
redu,io
da URP como instrumento
acumulado,
salarial
1,3% e 1,9%, respecti-
folha de pagamento
ao longo de 1988, num cenirio
No
do
o valor O,95.
manutençio
çio. deteriorou
crescimento
que caem 5,6% e 9,5%, respectiva-
uma reduçio na parcela
,io física apresentou
riqueza
distributi-
numa queda de 4,4% na folha de
em que a rela~io
de
relativos.
emprego
tual
de
R,
na par-
aos
fatores
urna melhora
efetiva.
157
pois
a massa
salarial
se reduziu.
Em janeiro
lar
a infla~io.
gumas
O Plano
tarifas
por
tempo
cria~lo
de 1989, surge
Verio,
p~blicas
de uma nova
~io da economia
de indexa~io
de pre~os
primeiros
meses
promoveu
urna
acentuada
eleva~lo
at ing :i.IJ,
no acumulado,
uma nova
gerando
tica
agravava
ainda
após
mais
da URP
pre~os
com
a
a desindexa-
e da proibiç~o
a equipe
o plano,
das taxas
reais
34% a.a.
as despesas
pressio
os
monet~ria
e prop6s
da OTN,
os absurdos
e
congelou
de al-
prazo.
Nos
consideravelmente
novo,
de contro-
o reajuste
uma reforma
da extin~io
aumentando
promover
o cruzado
a curto
tentativa
de cimbio,
promoveu
moeda,
atrav~s
após
e da taxa
indeterminado,
uma nova
de custos;
juros,
<titulas
financeiras
por outro
o componente
de
econSmica
federais),
das empresas
lado,
financeiro
que
esta
polí-
do d~ficit
p~-
b I t co .
dos
os
permaneciam
pre~os
aliada
congelados,
relitivos
a
taxas
na medida
laçio
preços.
aos
Assim,
se
reinicia
BTN
da
- B8nus
do Tesouro
ser reajustada
a ser
DEsse
salarial
acabou
se agravavam
oficial
Nacional,
que seria
cambial.
Em junho,
.
corrigido
a
com re-
d e ab r
atrav~fi da cria~io
a taxa
E introduz-se
desestruturando
,
J ::\
e
entre
de desindexa~io
o referencial
perdeu
a indexaçio
diariamente,
corrigido
política
os problemas
novamente
desvalorizaçio
de 1nl1a,lo
em que o mercado
a dispersio
assim,
A tentativa
intra-setoriais.
crescentes
economia
aumentando,
pelo
de cimbio
o BTN fiscal,
í
l
do
IPC, e
passou
a
que passa
diariamente.
modo,
com o Plano
determinada
pelo
VErio
de 15 dE janeiro
governo".
de 1989:
(29)
i 5f.}
Uma
meados
nova
desse
política
salarial
ano pelo Congresso
para os trabalhadores
lendo ao IPC pleno;
para
Os
Nacional.
seriam
criada
reajustes
at~
que ganhavam
demais,
05
56 viria a ser
em
seriam
0: qu:i. va+
3 S.M.,
no IrC menos
baseados
cada t r me s t re .
í
No
mente
permaneceu
Verifica-se
outro
nio
acumulado,
constante,
obstante
resultados
çio
da
de outubro
perar uma nova reduçio
constante,
permaneceu
+2,2%.
da jornada
l::: 5 '1: 125
de traba-
pela promu]gafísica
constante,
de forma contínua
março de 1989, levou ao registro,
j~
-2,7%,
salarial.
registrada
quando o IGP-DI atinge 81,3%.
ses, chega-se
em 15,6%, mas, por
aumentado,
das taxas de inflaçio
da maior taxa mensal
do pais,
anterior.
de 1988. Como a produçio
da parcela
aceleraçio
desde
tenha
se devem ~ reduçio
3%, e a massa salarial
A
ao ano
do custo da hora extra promovida
Constituiçio
e
em março
na história
No acumulado
de
econ8mica
dos doze me-
a 6.231%.
Assim,
promove
em relaçio
real
o n~mero de horas pagas na produçio,
provavelmente
e ~ elevaçio
ao
assumir
o Plano Collor,
a dm n s t r a t dva ,
í
+ 0,4%,
o nível de emprego
lho
1.9'1'0,
a massa salarial
que o valor da hora extra eleva-se
lado, reduz-se
aumentou
em 1989
em março de 1990,
alicerçado
na reforma
na reforma patrimonial
í
o
novo
governo
fiscal, na reforma
e na abertura
da economia
para o ex t er or .
í
o
com
falta
provocou
celamento
seqUestro
de liquide~
de seletividade
de imediato
de
pelo plano,
e de constitucionalidade
uma paralisia
encomendas,
promovido
aumento
no sistema
E'
.
to o
"
,:121 ~
discutível,
produtivo,
do desemprego
.I'
com can-
concefisi~
de
159
férias coletivas
por parte de algumas
empresas.
A gestio do plano pendia cada vez mais para a ado~~o
medidas
ortodoxas.
de
superávit
de
alíquotas
impostos,
Na área fiscal, o governo
fiscal através
do aumento
do IPI, diminui~io
cria,io
de ministérios,
de receita,
e através
funda,Ses,
missio ou colocaçio
a obtençio
com
eleva,i~
de prazos para recolhimento
do IOF extraordinário.
fiscais e subsídios,
almejava
de
da reduçio
autarquias
de funcionários
de
suspengio
de beneficios
de gastos
via
e empresas
p~blicos
extinçio
estatais,
e
de-
em disponibilidade.
o ajuste fiscal, com o tarifaço e a prática de elevadas
taxas
reais de juros positivas,
juntamente
com
as remarcaç5es
agricola
e o aumento
manteve
a infla,io
gerou uma pressio
preventivas.
do custo médio
de custds
a reduçio
da
que,
safra
~
pela recessao,
fixo provocado
mensal ao longo de 1990 no nível dos dois di-
sitos e em aceleraçio.
No
plano previa-se
mas o governo
mo
sabendo
governo
da
nio pretendia
posi,~o
segundo
salariais
bandeiras
e
nos primeiros
aceleraçio;
a prefixa~io,
mas
salários,
meses em 0%, meg-
assim,
almejava
na verdade,
o
a desindexaçio
esta que viria a ser assumida
modo, nio havia
deveria
medida
prevalecer
provis6ria,
mais regras
oficialmente
estava
Embora
livre negocia~io
do movimento
sindical
a estabilidade
informaç5es
além do
vedada a nesocia,io
pelo plano.
a
para o reajuste
a livre negocia~io,
provocadas
entre outros,
~s
e
de pre,os e
do ano.
Desse
salirios
a 1nlla,io
de sua manutençio
economia.
em meados
prefixou
a prefixaçio
econBmic8
econ8mico-financeiras
e o acesso
ela
que,
das perdas
sempre tenha sido
mais organizado,
de
uma
das
presfiup5e,
e transparincia
das empresas.
Estas
ccndi160
,5es
nio
foram alcançadas
e nem faziam parte dos
objetivos
do
Plano de Estabiliza,~o.
Assim.
juntura
a ado~io da livre negociaçio
fortemente
inflaçio
recessiva,
e
ascendente
compensatórias,
com elevadas
completa
promove sensíveis
taxas de
inexistência
o governo promoveu uma política
rial encoberta
sob o v~u da livre negociaçio.
de trabalho
conseqüências
industrial
da política
Portanto,
5,3%,
o
o
sal~rio contratual
folha de pagamento,
trabalhador.
10,8%.
da
real por
Assim,
e o valor da produção real,
de redução do fialirio contraA relação folha de
pagamen-
física apresenta para este ano o valor de 0.93; por-
i de se esperar
tanto,
contratual,
15,8%, o valgf da folha de pagamento
na ind~stria de transforma;lo.
to/produçio
6,8%, o salirio
reduz-se
mJdio real. 12,7%. o valor ~eal
1990 marca o quarto ano consecutivo
tual
sala-
Em 1990, com rela,io a
o nível de emprego da ind~stria de transformação
17,2%,
de-
sobre o mercado
1989.
n~mero de horas pagas cal
medidas
de conten,io
recessiva
foram devastadoras.
numa con-
desemprego,
de
perdas salariais.
liberadamente
As
salarial
neste ano
uma grande reduçlo da parcela
salarial.
Ao
que tudo indica, pelos dados apresentadOS
a deprecia~io
ter
continuado,
período
1981-85,
"implementados
salarial ao longo do quadriênio
nesta se-
1986-90
podendo ter sido t~o forte como a registrada
o que demonstra
que os planos de
neste per iodo promoveram
deve
no
estabilizaçio
a reconcentra~io
da renda
industrial.
161
5. CONCLUSõES
Este trabalho
demonstrou
que a detericra~io
pa~io do trabalho
no valor agregado
br
vinha se processandO
a s íLet r a ,
acentuou
que
sobremaneira
Em
da ind~stria
remunera~io
(operirios
~lS
salirios,
diretos
(custos com matirias-primas
e
e uma associa~io
concentra~io
composi~io
passaram
industrial.
a
ocupar
Estas
numa propor,io
mudanças
trativa
e
decorreram
foi
do trabalhe
uma mudan~a
Os
do processo
na
operário!
total
a fase de
de
cresci-
re-
dos burocratas.
de racionalizaçio
dos sindicatos
adminisvinculado~
concentrados.
comprovadas.
comprovada
A primeira,
para diversos
anos da s~rie anual.
A hipótese
formuladas,
ao registrado
praticamente
que trata da associa~io
gineros
industriais
de crise
algun!
na medida ero
(1981-83)
durante a fase de crescimento
toda!
invers~
e para
dois fica comprovada
que o mark-up m~dio anual no período
rior
(oper~-
com sa-
no conjunto
durante
(".1<,
aos custos
menor que os ordenados
Com relacio ~s hipóteses
foram
cunto
e, ao longo da fase de crise.
do maior poder de barganha
aos sineros
entre a
custc~
tambim
relativa
cresceram,
c~
dos
e das remunerações.
~ frente dos ordenados;
duziram-se
e rela~io
em rela~io
Constatou-se
para
do trabalho
inversa entre participaçio
maior posi~io
seus salários
custos
do emprego
do nível de emprego
e~mpj- eg (J
mento,
concentra;io
se
direta
produtividade,
•
e burocratas),
rios),
lários);
I
50,
1975-85.
uma rela~io
var a ave a s
•
de
os dados censitirios
anos de 1975, 1980 e 1985 evidenciaram
l.ndustri<lle
de transforma~ic
desde a década
ao longo do decinio
termos de resultados,
da partici-
foi supe-
(i974-80),
de1.6é?
monstrando.
custos
assim.
ao contr~rio.
diretos.
co.
evidenciando
uma
decorrincia
assim
das duas
comprovadas.
da participa~io
prego
e
riodo
a parcela
em exame,
que a parcela
vimento
tisse
associ~-lo
ao grau
diretos.
A reduc:io da participaçio
salarial
decorrente
uma
avaliados.
da política
obra.
política
foi
nlo
econ8mica.
econ8micc
di ;"t l- :i.bu.
do
em-
para
o
pe-
variou
mai!
foi testada.
pois,
a respeito
do mo·
série
anual
que permi-
acompanhar
do expressivo
a melhora
da partici-
1975-78 deveu-se
salarial
~ reduc:ic
do movimento
sin-
e ao creGcimento
d,
que estimulou
a demanda
por mio-de-
do trabalho
no biinio
1979-80 de-
ao crescimento
do mark-up
a crescente
aumento
e ~ incapacidade
acelerac:io
de
2
inflacionárii
das transferincias
de
recurso~
ao e xt er t o r , que c on cr bu ram p(;).l-a
~.~:lUç:~":\\- o s "conflitos
í
2
comprovada;
trabalho
ao ressurgimento
de atividade
ser atribuída
nio
de dados
do triinio
nível
ve
de::"
que
de monopólio.
ao longo
~ neutralidade
d t c al •
ore s
formulada,
seis
obter
dos períodos
dos custos
do ciclo
f
come
que,
na composi~io
do fator
a hipótese
foi impossível
do trabalho
na rela~~o
"f::!\t:
da hipótese
quatro
demonstrando
cinco
da disponibilidade
Em termos
pac:io
a hipótese
J~
a hipótese
ao longo
do~
pr6-cicli-
anteriores.
evo 1 uc:~ú:)
dos
ao contr~rio
salarial.
sindical.
hipóteses
da remunera~io
sabendo-se
emb o r a
Como
das mudanc:as j~ apontadas
das remunerac:5es.
por·tanto.
tris.
do trabalho
A rela~io
comportamento
ela se confirma.
se dev(=,ao IEfeH: o "1í qu id o da
Em virtude
anticíclico.
apresentou
a hipótese
16gica
foram
evolu~io
seu comportamento
c'd~;tr:i.
í
t :i. vos" .
No triinio
ticipaç:io
mark-up
do trabalho
e pela
1981-83,
a intensificaç:io
foi determinada
aplica~io
de políticas
pelo
das perdas
substancial
macroecon8micas
da par-
aumento
de
que visava~
a aumentar
as exportac5es
ternacional
relacio
cada
dos produtos
sal~rio/cimbio.
decorrente
cionária
Assim,
'l z an d o ,
portanto,
í
o
crescimento
os expressivos
super~vits
a deterioraçio
1984-85,
ao crescimento
diretos,
com
esta ~ltima decorrendo,
na safra agrícola
gineros
corrincia
e
industriais
vamente
e para o perío-
O mark-up
dos ginero~
das políticas
sindical,
Preliminarmen-
de controle
da utiliza,io
do mercado
me-
da
sobre
de pre-
capacidade
interno
à
con-
internacional.
a €volu,io
formaçio,
da quebra
ao impacto diferenciado
do grau de protecionismo
No período
liar
biinic
e da rela~io dos custoc
ao dos concentrados.
estes resultados
do poder de barganha
instalada
No
deve ser cre-
fundamentalmente,
nio esperado.
foi superior
atribuíram-se
os diversos
viabi"
de manufatura-
obtidos.
para os dados censitários
1980-85, um resultado
nos concentrados
te,
para
de 1983.
Encontrou-se,
do
infla"
contribuiu
do trabalho
do mark-up
d!
salariait
~ aceleracio
das exportaç5es
da participaçio
conjunto
redu,io
no valor adicionado,
comerciais
in"
do poder de bar9anh~
ao capital,
do trabalho
via
de políticas
~ reduçio
e ao aumento dos subsídios
da participaclo
ditada
a aplica~io
aliada
da competividade
conseguido
do aumento do desemprego,
a reducio
e
do aumento
brasileiros,
vez mais restritivas,
sindical
dos
através
,
embora nio tenha sido pOSSlve1 ava-
da distribui,io
conclui-se,
um processo
do, basicamente,
1986-90,
provisoriamente,
de reconcentraçio
~ explosio
nos de Estabilizaçio
de renda na ind~stria
trans-
que deve ter ocorrido
da renda
inflacion~ria
sobre o mercado
de
industrial
oriunda
de trabalho.
no-
devi-
da intensifica-
Cabe
ta~aes
advertir
e, portanto,
c on c Lu s í.va s ,
vos.
Neste
cobre
muitas
sentido,
uma
rela,io
çio
s~rie
seus
sobre
melhor
especificos
por
um todo,
estudos
do mercado
interno
tendincia
com
os
de transforma-
variiveis
,
por
que
,
e da rela,io
e, conseqUentemente,
a ind~stria
que
para
dos
o papel
de controle
ao capital,
à concorrincia
atuan
custOt
de transformaçio
avaliem:
um~
da dinimic~
da desvalorizaçio
subsídios
cer"
"+'ator'e
complementados
diversas
mark-up
ni,
prd-ci-
encaradas
ind~stria
ser
da política
dos
que
necessarlOS,
particulares
a efetividade
teç~o
para
as conseqUincias
e a varia~io
do
industriais
do trabelho
ser
Assim,
da varia,io
gineros
sindical,
magnitude
sobre
sic
explicati"
P\-OClll-CH.I-·se
d emon s t r ar' que
na
nio
abrangido,
e da
devem
do trabalho
'\'
,
i am r-
as afirlila~aes a respei-
do mark-up
diretos
comportamentos.
da participa,io
menta
custos
expostas
indícios
é o período
assim,
oI e
uma
aqui
possíveis
1974-85, necessitam
compreensio
diretos
mo
dos
o período
de estudos
apenas
anticiclico
da participaçio
para
afirma,5es
completo;
ou t r o lado,
Por'
evolu,io
das
contém
limita,io
econ8mico
to do comportamento
da
este
constituindo
um ciclo
clica
que
do
real
de
movi-
da
taxi
preços,
e o grau
internacional.
co"
de pro"
Apêndice
I
Conceitua~lo das variiveis
Estabelecimento:
é a unidade básica de investiga~io nos censos e
pesquisas
industriais. ~ uma parti~io da unidade local (ou seja,
de um endere~o) para fins de levantamento estatístico, podendo,em
diversas
situa~aes,
ser a própria unidade local. Significa
uma
unidade
de opera,io, localizada em área continua, pertencente
a
uma ~nica empresa, onde se desenvolve principalmente um tipo de
atividade industrial.
Consideram-se
estabelecimentos as unidades de produ~io e as unidades de apoio ~ produ~io e de serviços de natureza industrial. A
unidade
de produ~io i o local onde se fabrica um só produto
ou
produtos
conexos, com a utilizaçio das mesmas mat~rias-primas
ou
dos mesmos processos industriai~. A cada unidade de produçio corresponde,
normalmente, uma unidade física ou unidade local
(fábrica, usina, mina, etc.)
Quando
na mesma unidade física ou unidade local coexistirem duas
ou mais unidades de produçio utilizando mat~ria~-primas
diferentes ou processos de fabricaçio diversos, como sucede nas
ind~strias
sider~rgica e automobilística, entre outras, cada
unidade
de produçio ~ pesquisada e classificada separadamente como um estabelecimento especifico, segundo a principal atividade desenvolvida,
sempre que as condiçSes operacionais o permitem. Este procedimento caracteriza o chamado desdobramento das atividades realizadas numa unidade local, caracterizando um estabelecimento
para efeito de aplicaçio de questionirios.
Despesas com as opera;5es industriais:
Investigou-se o valor das
mercadorias
e dos servi~os consumidos nas opera,6es
industriais
abrangendo:
mat~rias-primas,
materiais auxiliares e componentes,
energia el~trica, utilidades industriais (vapor, água industrial,
ar comprimido e frio industrial) combustíveis e lubrificantes
e
custos
dos servi~os contratados (prestados p6t trabalhadores sem
vínculo
empregatício e prestados por terceiros e por estabelecimentos da mesma empresa).
Pessoal
ocupado:
Incluíram-se todas as pessoas em atividade
no
dia 31-12
do ano de referincia, em regime de tempo integral
ou
parcial,
inclusive
aquelas em gozo de f~rias e as afastadas
do
servi~o
produtivo por tempo inferior a 30 dias. O total do pessoal ocupado foi discriminado nos seguintes grupos: pessoal ligado ~ produ~io, entendido como o conjunto de pessoas
normalmente
ocupadas
nas atividades produtivas, abrangendo engenhelros,
encarregados de oficina, mestres e contramestres, ~'eririos, aprendizes;
pessoal nio ligado ~ produ,io, que envolve o conjunto
de
pessoas
que exercem, predominantemente,
atividades nio
ligadas
diretamente
ao processo produtivo, como motoristas,
ajudantes.
mecanlCOS,
médicos, advogados, pessoal de escritório, pessoal de
limpeza, vigias, telefonistas, etc.; presidente,
diretores, proprietirios
ou scicios com atividade no estabelecimento;
e membros
da
família dQ propriet~rio ou sócio, sem remuneraçio, com atividade no estabelecimento.
Nio são computados entre o pessoal ocupado os trabalhadores
em
domicílio
que percebem por tarefa, por trabalhos parciais ou de
acabamento em materiais fornecidos pelo estabelecimento.
166
Salirios,
retiradas
e outras remunera~aes : Como despesas com sal~rios computam-se os pagamentos efetuados durante o ano a empregados,
sem dedu~io das cotas de previdência e assistincia social
a seu encargo. Incluem as importincias pagas no exercício a título de sal~rios fixos, retiradas, honor~rios, gratifica~aes, participaç5es
nos lucros, comiss5es sobre vendas, ajudas de
custo.
décimo terceiro sal~rio e concessio de 1/3 de férias em abono pecuni~rio.
para cada categoria de pessoal ocupado discriminada no
'Iuestion~r :i. o .
Valor da produ~~o : Investigou-se o valor de venda ou transferência na fibrica, do conjunto de merc~aorias produzidas, excluindo
todos
os impostos e taxas que incidem sobre a produçio, como IeM
e IPI. Como mercadorias produzidas sio considerados os produtos
finais,
os prOdutos intermediários e os subprodutos do estabelecimento, inclusive os distribuídos gratuit~mente e os mantidos em
estoque. O valor da produçio inclui, ainda, a receita proveniente
de serviços industriais prestados a terceiros. inclusive aqueles
prestados
a outros estabelecimentos da própria empresa. Consideram-se
serviços industriais as operaç5es de natureza
industrial
(intermediárias ou de acabamento) executadas pelo estabelecimento
em matérias-primas ou produtos semimanufaturados
(inclusive beneficiamento
de produtos agrícolas). No valor dos serviços
industriais, est~o incluídas as receitas provenientes da instala~io ou
manutençio
de m~quinas e aparelhos e a receita
proveniente
de
an~ncios,
no caso específico das indJstrias editoriais e gráficas.
Valor da transforma~io industrial
: Este valor foi calculado subtraindo-se do valor da produ~io as importincias dispendidascom
o
emprego
de matérias-primas, componentes e materiais
auxiliares
consumidos
na produçio; utilidades industriais; serviços
industriais
prestados
por terceiros; serviços industriais
prestados
por trabalhadores sem vinculo empregatício; energia elétrica consumida;
e combustíveis e lubrificantes consumidos para
acionar
maquinaria e para aquecimento.
Fon t e s :
FT.BGE.
F·IBGE.
Pe:'5 ou i :'5,~ .i n da"/..(~r i a l .- .f. Ji.'EJi.":'·- .f ~;'tJ4 .
E·Eit.::d[5t.icas h.istdrú::,.'~s do .8r:~s.il.
p .
r.~é?, .•• 3 4 e
2.ed.
1.~34.
p.370.
3.67
APENDfCE n
BRASIL - INDUSTRIA DE TRANSFORHACAO - 1975
EI1CRS l.000JO
--------~-------------------------~------------------~-------------------,
o
SALARIOS
RET, E
OUTRAS
REMUNER.
SALARIOS
3693.121
8204. &24
9684.936
3503.~77
4958.~92
2056.~75
1679.{97
1483.293
803.~83
413.~64
296' 779
798:026
360.081
1238. t27
4095.592
2930.729
5352.$84
746.945
302 j03
2637.178
1190. ?77
2071.491
3445.698
8024.791
9504.808
3457.135
4873.350
1915.262
1588.849
1453.865'
!78?84i:
:399.790
2889.425
'785.310
352.263,
i220. 700
4016.855
2849.243
4985.495
i715.020·'
296.290
2568.332
p55. 244
2034.549
DESPESAS
SALARIOS COM AS
LIGADO A OPERACOES
PRODUCAO INDUSTRIAIS
---------1---------------------------_·_-----------------------------------
I
MINERAIS iNAO METALICOS
I1ETALURGI,CA
MECANICA i
MAT. ELEiRICO E COMUNICAC.
MATERIAL !DE TRANSPORTE
MADEIRA I
MOBILIARIO
PAPEL E PAPELAO
BORRACHA i
COURO E ~ELE
QUIMICA I
PROD. FARMAC. E VETERINARIO
PERFUMARIA
PLASTICO .
TEXTIL
VESTUARI E CALCADO
ALIMENTO
BEBIDA
FUMO
EDITOR IA E GRAFICA
DIVERSAS
UNo APOIq E SERVo INDUSTR.
2483.433
6225.074
12345.658
65560.992
n73.654
30499.456
2607.343 21586.079
'4012.424 50816.049
1349.289 8201.992
f1i00.876
5928.598
1017.560 10629.041
587.923 7449.163
297.789
2170.751
2032.007 83181.700
'392.386
4013.087
218.39i
4120.122
~'867 .160 7398.791
.3325.12133654.768
2191.535 15396.466
i 3252.815 92153.478
442.140
4389.022
. 217.580
2906.729
I 1540.129 5736.809
i 793.172
4260.208
: 1624.034 3406.693
I
--------l------------------------~---l-----l--.:.------~--------------------
IHD. TRANSFORMACAO TOTAL
61i69.~74
5~322.115
44351.835 475805.652
::~:--::j::::::-::~::~::-:-::::::-::l:::~::~::-~-::::;;:~~-::-:~:::~:::--
!
dos estab/!iecimentos com cinco ou mais pessoas ocupadas e/ou valor da
producao ~aior ou igual a 640 VEZES 0lmaior salario minimo E dos estabelecimentos tom menos de cinco pessoas ocupadas e/ou valor da producao
inferior ~ 640 vezes o maior salario ~inimo no:period~ de re'erencia.
FONTE: FI~GE. Censo industrial 1975. p. 8-53, ~98 E: :360.
168
:
l
i
BRASIL -: INDUSTR!A
;
DE TRANSF'ORHACAO - 1975
,I
]1
i'
EMOR$ 1. 000 00
J
I
I,
.
--~I---------------------------::::;;-'----;~~;;j-I---;~~i~j~:~-;~~t;~~-, DA
TF:A~SFOR I" MATERIAIS
E
F'!'IODUCAOI INDUSTRI ~L COMPONENTES TRABALH. ;
I
--~----------------------------------~--------"~-----------------------I
~IWERAIS NAO METALICOS
31506.887 19161.ga9
9931.386
HETALURGICA
104342,486 38781.4~4 60578.895
MECANICA
62191.363 31691.907 28307.741
HAT. ELETRICO E COMUNICAC.:
39241.182 17655. L03 20319.648
MATERIAL DE TRANSPORTE
'70316.412
19500.363 47968.893
liMEIRA
17155.727
8953.735
7783.559
MOBILIARIO
12027.273
6098.6~5
5745.341
PAPEL E PAPELAO
18379. 50~ 7750.419 10076.571
BORRACHA
12568 .56~ 5119.39,7
7229.253
COURO E PELE
3780.191
1609.4~6
2105.477
QUI~ICA
120141.596 36959.896 80860.583
PROD. FARMAC. E VET:'::RINARIO
1185 i. 402 7838.315
3858.025
PERFUMARIA
7874.300
3754.178
4028.623
PLASTICO
14307.693
6908.902
7090.221
TEXiIL
52483.587 18828.819 30594.881
VESTUARIOE CALCADO
27002.688 11606.222 14727.478
ALIMENTO
126834.756 34681.278 90361.732
BEBIDA
9882.5635493.5414226.670
FUMO
6118.403
3211.674
2873.886
EDITORIALE GRAFICA
17020.077 11283.269
4928.976
DIVERSAS
10175.612
5915.404
3975.780
I
1149.364
2788.871
3244.501
1222.131
1695.710
617.410
507.823
505.501
264.965
128.749
1066.953
247.520
120.233
421.927
1397.753
896.293
1860.172
260.17i
201.746
763.991
369.912,
~~~t;
~~~!~_:_~:~~~_!~~I:~~:~~_L_~!:~~~~~L--~~~~~~~r
---~~~:~~~~----~~:~~~~I
IND. TRANSFORMACAO
TOTAL : 7826i98.4741 306892.822 449010.005
I
I·
I
I
20427.296
---~----------------------------r-----r---------;----------------------~
NOT~: Encargos sociais e trabalhist as '- resultado da sonator ía dos gastos ,com previdencia e assistencia social, assistencia social de manutencao
propria e dos premios de seguros ce acidentes do trabalho para os estabelecimentos acima do corte e dos gastOSi com pfevidencia e assistencia sociai" FGTS e indenizacao
por dispensa
para 05 estabelEcimEntos abaixo
do c:orte.
I'
I
FONTE: FIBGE. Censo industr ial 1975.
p. 8-53, 202-4 e 362-3.
169
I
i
,
,
I
,
i
I
FRASll - INDUSIRIA DE l~ANSfDI HAtAD - ~;a0
f
..
I
I
EM CR$ 1. 000 .00
I.
i
.
.
,
---I-----------------------~----------I --"-----~----~--------------------
SALARIOS,
DESPESAS
RETIRADASEI'
SALARIOS
COMAS
OIJ~RAS
i
I LIGADOA
OPERACOES
REMU~ERAC.I SALARIOS' PRODUCAO INDUSTRIAIS
I
I'
l
,
'I
1
I
--- ---------------------------~------L--------i-------------------------
MINERAIS NAOMETALICOS
4461'5.216 38971.759133342.189
HETALURGICA
93377 .432 88296.602 74815. i49
I'IECANICA
13103'6. 463 ~126438.997 109555.740
HATj. ELETRICO E COHUNICAC.
44531. 416 42778. 30~ 34835.703
MATERIALDE TRANSPORTE
59854.336 58248.971 51463.668
I1ADPRA
22880.924 i9186.567 16288.154
MOBILIARIO
18198.288 i5391.883
12988.610
PAPEL E PAPELAO
17669.282 116885.251
13437.725
BORRACHA
10085.000 I 9516.439
8420.526
COUfOE PELE
4597.995
4189.899.
3563.174
QUI~ICA
41793.06839975.25829989.6281273306.622
PRGD. FARMAC. E VETERINARIO 6584.874'
6322.675
4472 .103
PERFUMARIA
3835.682
3540.935
2504.040
PLASTICO
i6iq0.547
14896.2191 12433.678
redu
458~0. 677 43932.240 39486.042
VESTUARIO E CALCADO
41218.745 36492.375 32668.430
ALI~ENTO
58356.310150099.394
39902.639
BEB~DA
8288.538
7608.620
5623.155
FUMO
2987.881
2946.49
2533.631
EDITORIAL E GRAFICA
25451. 096 22863.075 17876.671
DIV[RSAS
14176.713 12683.040 10443.899
IJN.I APOIO E SERV. INDUSTR. 29720.025
29008. í97 24347.612
1
'I
t
'I
174515.1H
865456.860
330033.705
2485i 9.903
455527.577
89047.058
71148.636
139152.070
93878.774
28472.713
40995.362
43907.395
98698.212
364813.652
179680.947
937741.366
53553.287
25469.822
52659.909
53910.748
51659.817
---j------------------------_ .._-----------------------------------------INDl TRANSFORHACAO TOTAL
74i3~0.508690273202
580992.i66
5672149.606
---I----------------------------~----------------------------------------•
FONTE: FIBGE. Censo industrial
!
1980.
p.
i80-91. e 220.
170
I
I
I.
I
I
I
BRASIL - INDUSTRIA DE TRANSFORHACAO- 1990
EM CR$ 1. 000,00
1
I
----l-----------!
!.
!!'
~ __ •.__
L__...
i·
~...
~__
i~
MATERIAS- .
I;
VALOR
ENCARGOS
PRlHAS, ' VALOR I
DA
SOCIAIS
MATERIAIS E
DA' TRANSFORMACAO
E
COMPONEtmS PRODUCAO: INDUSTRIAL TRABALH.
----t----------------------------------~--!""'----- ..•...
--------------------i-----
MINE~AIS NAO METALICOS
130923.484,403069.791
HETAU.URGICA
801587.9551317925.867
MECA~ICA
299427.310 1728711.349
MAT.JELETRICO E COHUNICAC. 236062.381 1498274.222
MATE~IAL DE TRANSPORTE
425406.775 1752698.336
HADE~RA
83549.294 j 19476t.943
MOBIUIARIO
68798.589 1141348.496
PAPEU E PAPELAO
127964.887 258132.564
BORRACHA
91434.798 1143701.813
COURQ E PELE
27514.709 I 46766.212
QUIMICA
1228239.076 850309.557
PROD! FARHAC. E VETERINARIO 39129.225 105511.824
PERFUMARIA
42708.983 78018.927
PLASr!CO
94012.383 194409.019
TEXTLL
330458.700 616333.700
VESTUARIO E CALCADO
165579.134 369935.929
AL!M~NTO
914290.172 332500.457
BEBIDA
50819.034 1101083.000
FUMO,
24935.434 ! 52390.562
EDITORIN_ E GRAFICA
45242.785 :154714.565
DIVE~SAS
51392.877 ,141093.175
UNo A1POIOE SERVo !NDUSTR. 16829.893! 120257.603
228554.620
452469.007
398677.644
249754.319
297170.759
105714.885
70199.860
118980.494
49823.039
18293.499
577002.935
64516.462
34111.532
95710.807
251520.048
190254.982
394759.091
47529.713
26920.740
102054.656
87182.427
68597.786
13814.221
33631.311
45852.044
16505.260
21048.254
7114.767
5972.375
6427.353
3487.756
1513.818
16366.308
2311.571
1363.377
6010.928
16281.240
14068.229
21288.190
3445.743
1254.348
7658.878
4852.943
10556.578
---------------------------------------~-_.--------------------------------:
'
I
IND. !TRANSFORMACAOTOTAL
5296307.8789601948.9i~ 3929799.305 260825.492
-----'----------------------------------t---------~!-------------------------FONTE: FIBGE. Censo industrial
1980.
p~
180-91 e 221.
I
i
171
BRASIL - INDUSTRIA DE TRANSFORMACAO
PARCELA DA REHUNERACAO DO FATOR TRABALHO E PARCELA SALARIAL
POR GEMEROS INDUSTRIAIS 1975 E 1980
EM PERCENTAGEM
-------------------------------
.•..
.
I
_--_ •.._--------- .... -------------------~-----~----.•...
f'ARCELA DA
Rt:MUNERACAO
DO FATOR
TRABALHO
PARCELA
SALARIAL
(1)
:
(2)
i
(ê)V(1)
----~--------------------------------l
_
1975
1980
---L--------------- ____________________________
I
1975
1980
1975
I
1980
l______
-------------_____
L_______
HIN'ERAIS NAO METALICOS
19.28
19.52
i2.96
14.59 67.22
74.74
METALURGICA
21.15
20.64
16.05
16.53 75.89
80.09
HECANICA
30.56
32.87
24.53
27.48
80.27
83.60
MAL ELETRICO E COHUNICAC.
19.84
17.83
14.77
13.95
74.45
78.24
MATERIAL DE TRANSPORTE
25.43
20.14 '20.58 17.32
80.93
86.00
MADEIRA
22.97
21.64
15.07
71.2i
15.41 65.61
MOBILIARIO
27.54
25.92
71.37
18.05
18.50 65.54
PAPEL E PAPELAO
19.14
14.85
13. is
11.29 68.60
76.03
BORRACHA
11.48
15.70 20.24
16.90 73.12
83.50
COURO E PELE
25.70 25.13
18.50
19.48 71.98 . 77.52
QUIHICA
8.02
7.24
5.50
5.20
68.58 ; 71.82
PROD. FARMAC. E VETERINARIO 10.18 10.21
5.01
6.93
49.21
67.87
PERFUMARIA
11.24
9.59
5.82
7.34
60.69
65.30
PLASTICO
17.93
16.88
12.55
12.99 69.99
76.95
TEXTIL
21.75
18.25
17.66
i5.70
81.20
86.03
VEs1uARIO E CALCADO
2i.67
25.25
18.88
17.17 74.77
79.23
ALIMENTO
15.43
14.78 I 9.38
10.11 60.79
68.40
BEBIDA
13.60
17.44 '8.05
11.83
59.19 67 83
.
FUMO
11.10
9.41
71.94
6.77
9.41
84.77
EDITORIAL E GRAF!CA
23.38
24.94
13.65
17.52
58.38 . 70.25
DIVERSAS
20.13
16.26
13.41
11.98
66.62
73.68
UNo APOIO E SERVo INDUSTR.
50.65
43.33
39.71
35.49
78.40
81.91
--------------_._---------------------------------------------------------------IND. TRANSFORMACAO TOTAL
19.93
18.86
14.45
14.78 72.50
78.37
--------------------------------------------------------------------------------1
I
1
NOT~: Calculado a precos correntes.
FONTES DOS DADOS BRUTOS:
FIBGE. Censo incustria1 1975. P. 8-53, i9:3 E' 3,50.
FIBGE. Censo industria1 1980. p. 2-3 E' 220.
172
;'
.1
'1
BRASIL ., INDUSTRI
DE TRANS~~RHACAO
I
IDECOl1POSICAO DA PARCELA DA F:EMUNERACi~O DO FATOR TRABALHO, POR GENEROS
'1
I
C
=
19~5 e 1980
li
~RFT = VARIACAO DA PARCELA DA REMUNERA~AODO FAiOR TRABALHO NO
.
INDUSTRIAIS,
I
I
.
.
I
.
PARTICIf'ACAO DO GENERONO VALOR ADICIONADO TOTAL (VTI)
EM
[I
I
,
P1RIODO :
DA HHlUSTRIA DE TRMiSFORMACAO
"I
PERCENTAGEM
'
-------~---------------------------------------------------------------------~------------LI
---
"RFT
I
MINERAIS NAO HETAlICOS
METALUR6ICA
I1ECANICA
HAT. ELETRICO E COHUNICAC.
MATERIAL DE TRANSPORTE
MADEIRA!
MOBILIARIO
PAPEL (PAPELAO
BORRACHA
COURO E ,PELE
QiJIMICA !
PROD. FARHAC. E VETERWARIO
PERFUMARIA
PLASTICO
TEXT!L !
VESTUARlp E CALCADO
ALIMENTO
BEBIDA I
FUMO
I
EDITORIAL E GRAFICA
DIVERSASi
UNo APOIO E SERVo INIIUSTR.
0.24
-0.51
2.31
-2.01
-5.29
-1.33
-i.62
-4.29
4.54
-0.57
-0.78
0.03
1.65
-1. 05
-3.50
-3.58
-0.65
3.84
1.69
1.56
-3.87
-7.32
CBC
5.82
11.51
10.r14
6.36
7.56
2.69
1.79
3.03
1.27
0.47
14.68
1. 64
0.87
2.44
6.40
4.84
10.05
1.21
0.69
2.60
2.22
1.75
C75
"C
RFT75~C
~~_--------------------,I
6.24
12.64
10.33
5.75
6.35
2.92
1.99
2.53
1.67
0.52
12.04
2. 5~
i. 2~
2.25
6.14
3.7$
11.30
1.7!
1.0u
3.6~
1.93
1.33
-0.42
-1. 13
-0.19
0.61
1.21
-0.23
-0.20
0.50
-0.40
-0.05
2.64
-0.91
-0.35
0.19
0.26
1. 06
-1. 25
-0.58
-0.36
-1.08
0.29
0.42
C75'~RFT ~RFT~C
__ L
I
~
_
-0.08098
0.01498 -0.00101
-0.23900 -0.06446
0.00576
-0.05806
0.23862 -0.00439
0.12102 -0.11558 -0.01226
0.30770 -0.33592 -0.06401
-0.05283 -0.03884
0.00306
-0.05508 -0.03224
0.00324
0.09570 -0.10854 -0.02145
-0.06280
0.07582 -0.01816
-0.01285 -0.00296
0.00029
0.21173 -0.09391 -0..02059
-0.09264
0.00077 -0'.00027
-0.03357
0.02013 -0.00578
0.03407 -0. 0~363 -0.00200
0.05655 -0.21'490 -0.00910
0.26765 -0.13532 -0.03795
-0.19288 -0.07345
0.00813
-0.07888
0.06874 -0.02227
-0.03388
0.01775 -0.00608
-0.25250
0.05~41 ~0.01685
0.05838 -0.07~69 -0.01122
0.21273 -0.09736 -0:03074
--------~-------------------------------------------_.-------------------------~-----------IND. TRANSFORHACAOTOTAL
-i. 07
--------t----------------------------I
t{OTAS: C~lculado
-0,26365
_
a precos correntes.
FONTES nos DADOS BRUTOS:
II,
0. ii958 -0.91758
.
FInGE,
FIBGE.
Censo industrial 1975.
Censo industrial
1980.
p. 8-53,
198
e 360.
p. 2-3.
173
!
'
I
B~ASIL
DECOMPOSICAO
,
- INDUSTRIA
DA PARCELA SALARIAL,
i
DE TRANS~ORMAC~O
i975 E 1980, POR GENEROS INDUSTRIAIS:
I
!
'
EM PERCENTAGEI~
,
"PS = VAR!ACAO DA PARCELA SALARIAL NO F'ERIODO
I
:
;C
= PARTICIPACAO
NO VALOR ADICrmiADO
(VTIl
,
I
I
i
I
DA INDUSTRIA
I
DE TRANSFORMACAO
,
------jl-------------------------:~'~------~~;------rl;;-----i--:~----~,;;;:ê----i;;:~~-:---:~~:~------ -------------------------------------------~-------MINER 1S NAO METALICOS
~ETALjRBICA
MECAN CA
MAT. oLETRICO E COMUNICAC.
I1ATER~AL DE TRANSPORTE
MADEIRA
HOBldARIO
PAPEL IE PAPELAO
BORRAdHA
COURO IE PELE
QUIMICA
PROD. iFARMAC. E VETERINARIO
PERFUMARIA
f'LAST1CO
TEXTly
VESTUAR!O E CALCADO
ALIME~TO
BEBIDA
FUMO I
EDITORIAL E BRAFICA
DIVEI\~AS
UNo AjOIO E SERVo INDUSTR.
1.63
0.48
2.95
-0.82
-3.26
0.34
0.45
-1.84
5.42
0.98
-0.30
1.92
1.52
0.44
-1.96
-1.71
0.73
3.78
2.64
3.87
-1.43
-4.22
5.82
1l.5i
10.t4
6.36
7.56
2.69
1. 79
3.03
1.27
0.47
14.68
1.64
0.87
2.44
6.40
4.84
10.05
1.21
0. 69
2.60
,2.22
1.75
I
J
6.24
12.64
10.33
5.75
6.35
2.92
1. 99
2.53
~.67
~.52
12.04
2.55
1.22
2.25
6.14
3.78
H.30
1.79
1~.05
3:.68
1:.:93
1.33
-0.42
-1.13
'-0.19
0.61
L21
-0.23
-0.20
' 0.50
-0.40
-0.05
2.64
-0.91
-0.35
0. i9
0.26
1.06
-1.25
-0.58
-0.36
~1.08
'0.29
·0.42
-0.05443
-0.18137
-0.0466t
0.09010
0.24902
-0.03466
-0.03610
0.06565
-0.04592
-0.00925
0.14520
-0.04559
-0.02037
0.02385
0.04592
0.20013
-0.11725
-0.04669
-0.02437
-0.14742
0.0388'1
0.16678
~.10i71
0.06067
0.30474
-0.04715
-0.20701i
0.00993
0.00896
-0.04655
~.09051
0.00510
-0.03612
0.04896
0.01854
0.00990
-~.i2034
-0.06464
0.08249
0.06766
0.02772'
~.14242
-~.02760;
-~.056í3
~
_
-0.00685
-0.00542
-0.00561
-0.00500
-0.03945
-0.00078
-0.00090
-0.00920
-0.02168
-0.00049
-0.00792
-0.01747
-0.00532
0.00084
-0.00510
-0.01813
-0.00913
-0.02192
-0.00950
-0.04180
-0.00415
-0.01772
~~;~-i~~~~~~~;,~~~;--~;~~~------;~;;------------------------------;~~~;;~---;~;;;;;~=;
-----1-------------------------------------------------------------------------------------I
!
NOTAS:Calculado a precos correntes.
FONTES DOS DADOS BRUTOS:
FIBGE:.
FIBGE.
Censo industrial 1975. p. 8-53.
Censo
industr
ial
1980.
P.
2-3.
174
ii,.
I'
I
i;1
i!
,
I
BRASIL - INDUSTRIiA
I
PRODUTIVIDADE
i,.
i
DE T~ANSFORMCAO
I
MEDIA ANUAL, REMUr~ERACAO MEDIA ANUAL E ISALARIO MEDIO ANUAL ;1975'E 1980
I
DEFLATOR IGP-DI,
POR GENEROS ~NDUSTRIAIS
I
EM TER!~OS , REAIS
i
EM CRi 1.000,00DE 1980
I
.
,
-----------------------------------------------------------~---------------------------
PRODUTIVIDADE
MEDIA ANUAL
(1)
I
REHUNERACAO,
MEDII'! I'!NUI'!Li
(2)
SALARIO
MEDro ANUAL
I
I
(3)
(2)/(1)
--------------------------------·------------------l-------1975
1980 1975' 1980 1975 1980 1975 1980
----------------------------------------------------~_----------
MINERAIS NAO METALICOS
HETAlURGICA
MECANICA
MAT. ELETRICO E COMUNICAC.
MATERIAL TRANSPORTE
MADEIRA
MOBILIARIO
PAPEL E PAPEL AO
BORRACHA
COURO E PELE
QUIMICA
PROD. FARMAC. E VETERINARIO
PERFUMARIA
PLASTICO'
TEXTIL
VESTUARld E CA~CADO
ALIMENTO I
BEBIDA
I
FUMO
I
EDITORIAl I E GF:AFICA
DIVERSASl
UNo APOIO E SERV, INDUSTR.
---------L--------IND. TRAN~FORi1ACI'!O TOTA~
M
519.4
761.1
702.9
868.7
762.9
381.3
382.2
784.4
963.1
386.0
2536.3
2060.1
1505.9
753.2
489.8
333.5
602.2
888.4
1284.3
769.1
607.6
511.7
698.1
522.5 100.1 102.0 89.0 100.9
850.9 161.0 175.6 141.7 164.0
740.8 214.8 243.5196.8 232.1
1025.7 172.4 182.9 147.2 162.8
1056.5 194.0 212.8 179.0 205.~
402.0 87.6 87.0: 74.2 79.1
401.9 105.3 104.2 i 88.4 94.4
1107.5 150.1 ,164.5 121.3 147.8
882.2 151.2 178.6 '129.5171.7
433.1 99.2 108.9 82.4 96.9
3535.0 203.4 256.0 173.9 233.8
1897.1 209.7 .~93.6 147.0 166.3
1344.1 144.4 ~51.1 H5.8 128.4
805.3 135.0136.0 '109.8121.4
666.1 106.5 121.5 '94.4 113.9
413.7 84.2 '89.6 71.1 80.8
634.6 92.9 93.8 78.5 87.1
8i2.3 120.8 141.7 102.8 132.1
1480.5120.9164.3
99.7157.2
718.3 179.8 179.1 154.0 171.3
801.6 122.3 130.4 99.4 115.0
602.8 259.2 261.2 229.6 242.8
_
19.3 19.5
21.2
20.6
30.6 32.9
19.8 17.8
25.4 20.1
23.0 21.6
27.6 25.9
19.1 14.9
15.~ 20.2
25.~ 25.1
8.0 7.2
10.2 10.2
9.6 11.2
17.9 16.9
21.7 18.2
25.~ 21.7
15.4 14.8
13.6 17.4
9.4 11.1
23.4 24.9
20.1 16.3
50.7~ 43.3_
799.0 139.2 150.7 122.6 142.3 19.9 18.9
---------~----------------------------------------------------------------------------FONTES DOS DADOS BRUTOS:
FrBGE.
Censo industrial
1975.p. 8-53,198 e 360.
;IBGE. Censo industrIal 1980.p. 2-3 E 180-91.
175
j.
,
I',
1
BRASIL - lND~. ~TRIA {JE n:ANSFORi'iACAOI
I
PRODUTIVIDADE
"
MEDIA ANUAL, RH1UNERACAO
'1,1li
!
MEDIA ANUA'l E SAlARIO MEDIO ANUAL 1975 E 1980
,
I
DEFlATORIPA-OG-PL' PORGalEROSINDUSTRIAiS
I
,I1'1'
EM TERMOS REA!S
i,
I
EM CR$ 1.000,00 DE 1980
---~--------------------------------------------::I------r------------------~-----------PRODUTIVIDADE
MEDIA ANUAL
t1}
'EHUNERACAO
:EDIA A~UAL
~I
SAlARIO
MEDro ANUAL
(2)
(3)
(2)/(1)
---------------------~-------------------------r-----------1975
1980
1975
1980
1975
19B0 '1975
----r----------------------------------------------------------------------------------
MINE~AIS NAO METALICOS
METALURGICA
MECANICA
HAT.I ELETRICO E COHUNICAC.
MATERIAL TRANSPORTE
MADEIRA
MOBILIARIO
PAPEL E PAPElAO
BORR~CHA
COURO E PELE
QUIIÚCA
PROni. FARMAC. E VETERINARIO
PERFUMARIA
PLASJICO
TEXTIL
VESTUARIO E CALCADO
ALIH~NTO
BEBIbA
FUMO
EDITORIAL E GRAFICA
DIVE~SAS
UN, ~POIO E SERV, INDUSTR.
489.3
717.1
662.2
818.5
718.8
359.3
360.1
739.0
907.4
363.7
2389.7
1940.9
1418.8
709.7
461.4
314.2
567.4
837.0
l210 .•
724.7
572.5
482.1
1980
522.5 94:.3 102.0 83.9 100.9
19.3 19.5
850.9 1St 7 175.6 133.5 164.0 ! a. 2 20.6
740.8 202'.4 243.5 185.4 232.1 !30.6
32.9
1025.7 162.4 182.9 138.7 162.8 119.8
17.8
1056.5 182,.8 212.8 168.6 205.6
25.4 20.1
402.0 82i.5 87.0 69.9 79.1 23.021.6
401.9 99'!.2104.2
83.3 94.4127.5
25.9
1107.5 141.4 164.5 114.3 147.8 ! 19.1
14.9
882.2 142.4 178.6 122.0 171.7 '15.7
20.2
433.1 93.4 108.9 77.6 96.9 25.7 25.1
3535.0191.6256.0163.8233.8
8.0
7.2
1897.1 197.6 193.6 138.5 166.3 10.2
10.2
1344.1 136.1 151.1 109.1 128.4
9.6
11.2
805.3 12t2 136.0 103.4 121.4 17.9
16.9
666.1 100.4 12t.5
88.9 113.9 : 21.8
18.2
4i3.7
79.3 89.6 67.0 80.8 .25.2
21.7
634.6 87.6 93.8
74.0 87.1
15.4 14.8
812.3 1i31.8 141.7 96.9 132.1 13.6
17.4
1480.5 113i.9 164.3 93.9157.2
9.4
11.1
718.3 169.4 179.1 145.1 171.3 : 23.4
24.9
801.6' 115.3 130.4 93.7 115.0 : 20.1
16.3
602.8 244.2 26i.2 216.3 242.8 150.7
43.3
--------------------------------------------------------------------------------------IND.,TRANSFORMACAO TOTAL
657.8
799.0 131.1 150.7 115.5 142.3 19.9 18.9
--------------------------------------------------------------------------------------FOtHts,
DOS DI~DOS BRUTOS:
FIBGE. Censo inaustrial 1975.
FIBGE. Censo industrial 1980.
p.
p.
8-53, 198 e 360.
2-3 e 180-91.
176
I·
I
BRASIL - INDUSTRIA DE TRANSFORMACAO
i
,
;REMUNERACAO DO PESSOAL NAO LIGADO A PRODUCAO, POR GENEROS INDUSTRIAIS .
1975 e 1980, EM TERMOS REAIS
(11EDIAANUAL.)
E" ~RS 1.000,00 DE 1980
--r------------------------------------------1t-------------------------;'
RE~UNERACAO DO PESSOAL NAO LIGADO A F'RODUCAO ,
,I
--------------------------------------------IGP-DI
:If'A-OG
"
DEfLATOR
,
--r--------------
.
.
1975
_
1975
1980
-----------------------------------------------------------------------I.
~!NERAIS NAO METALICOS
164.6
155.1
164.4
METAlURGICA
210.3
198.1
24:3.7
MECANICA
247.0
232.8
302.0
MAT. ElETRICO E COMUNICAC,
258.6
243,6
306.0
MA1ERIAl TRANSPORTE
239.1
' 225.3
260.2
MADEIRA
101.0
107.2
124.8
MOBILIARIO
151.3
138.8
13O.8
PAPEL E PAPElAO
211.0
198.8
226.3
BORRACHA
194.6
183.4
187.4
COURO E PELE
177.5
167.2
176.5
OUÚIICA
246.5
232.3
302.6
PROD. FARMAC. E VETERINARIO 292.0
275,1
274.2
PERFUMARIA
195.4
184.1
227.3
PLASTICO
208.3
196.2
196.4
TEXTIL
17O,0
160.2
181.9
VESTUARIO E CALCADO
146.5
138.0
144.9
ALIMENTO
119.2
112.3
124.5
BEB~DA
144.4
136.0
174.2
FUMO
171.1
161.2
227.3
EDITORIAL E GRAFICA
191.7
180.6
204.8
DIVERSAS
163.8
154.3
192.5
UN.APOIO E SERVo INDUSTR.
39i.8
368.7
386.1
i
,
---~-------------------------------------------------------------------IND ,I
iRANSFORMACAO iOTAL
187.2
176.4
214.5
---~----------------------------~--------------------------------------FONTES DOS DADOS
I
Censo índustr ial i975,
FIBGE, Censo industrial 1980,
BRUTOS: rrBGE.
P. i82-3
p,
e 198-9,
200-1 e 220.
177
BRASIL - INDUSTRIA DE TRANSrORMCAO
PARCELA SALARIAL, MARK-UP E RELACAO DOS CUSTOS DIRETOS, POR
GENEROS INDUSTRIAIS, 1975 E 1980
I
-------------------------------------------------
:
!
.J.
_
~ElACAO
RELACAO
DOS
RAZAO
DOS
PARCELA
CUSTOS PARCELA DE
CUSTOS
SALARIAL. MARK-JjP DIRETOS SALARIAL MARK-UP DIRETOS
--7--------------------------------------------------i975
1975
1975
1980
1980 I 1980
RAZAG
DE
-i----------------------------~-----------------------------------------~---------
i!.·:~ ~:~: ;:i~ ;1..~; ~..;; 1;";~
~~~~~~~~I~:O HETALICOS
HECANICA
"AT. ELETRICO E COHUNICAC.
MATERIAL DE TRANSPORTE
HADEIRA
~OBILIARIO
fiAPEL E PAf'ElAO
BORRACHA
DOURO E PELE
QUIMICA
~ROD. FARHAC. E VETERINARIO
~ERFUMARIA
~LASTICO
~EXTIL
VESTUARIO E CALCADO
ALIMENTO
B~BIDA
FUMO
EIlITORIAL E GRAFICA
n:rVERSAS
U~. APOIO E SERVo INDUSTR.
I
24.53
'14.77
20.58
15.07
18.05
13.13
11.48
18.50
5.50
5.01
5.82
'12.55
:17.66
118.88
19.38
8.05
. 6.77
'13.65
j13.41
;39.71
1. 72
3.64
27.48
1.71
7.79
13.95
1.35
11.96
17.32
1.88
5.77
15.41
1.76
5.22
18.50
1.66,
9.90
11.29
1.6t:
12.30
16.90
1.57
7.0719.48
1.4539.79
5.20
2.79
9.83
6.93
1.85
18.45
7:34
1.80;
8.18
12.99
i.55
9.20
15.70
1.60
6.72
17.17
1.35
27.78
1~.i1
2.12.
9.56
1~.83
1.98
13.21
9.4i
2.63
3.20
17.52
2.13
5.01
11.98
2.45
0.88
35.49
1.78'
1.84
1.58
1.95
1.73
1.83'
1.44
1.50
1.47
2.42
1.73
1.83
1.67;
1.87i
1.40
1.79
1.91~
2.45:
2.28
2.92
2.73
6.78
8.27
5.13
5.30
9.52
10.86
7.72
40.96
8.75
17.06
7.56
8.37
5.07
22.91
9.04
9.84
2.53
4.92
0.69
1.63
9.12
1
-~------------------------------------------------------------------------------IND. TRANSFORHACAO 'TOTAL
I
14.45
1.59
10.12
14.78
,
-~-------------------------~----------------------------------------------------
NbTA: Parcela salarial em percentagem.
Calculado a precos correntes.
Razao óe llIark-up= vaiar da procucao I (salarios do pessoal ligaco a
producao + materias-primas, materit!.ise componentes)
Relacao aos custos diretos = materias-primas, materiais e componentes i
salarios do pessoal ligado a producao
i
1
1
,
1
FbNTE DOS DADOS BRUTOS: FIBGE. C!nso industrial 1975. p. 8-53, 198 e 360.
,
FIBGE. Censo industrial 1980. p.180-91 e 220.
178
BRASIL
- INDUSTRIA
DE ~RANSFORMACAO
i
I
PAR'rltIPACAO
DAS MATERIAS-PRIMA~,
MATERIAIS
E ~OMPONENTE$ NAS DESPESAS
COM AS OPER~COES
INDUSTRIA~S
:
POR GENEROS
INDUSTRIAIS
1975 E 1980
,
-----~-----------------------------------------------,
1975
1980
I
-----~----------------------------------------~-------
MINER0IS
NAO METALICOS
METALURGICA
MECANXCA
I"IAT. FI...ETIUCO E COI''1UI-,lICtIC.
MATERIAL
DE TRANSPORTE
I"IADEI I::: A
MOBILIARIO
PAPE:I...
E: F'AF'E:Lf~O
BOF,RACHA
COUI:::OE PELE
QUII"IICA
PROD. FARMAC.
F VETERINARIO
PERFUI"if-1RIA
F'LASTiICO
TEXTIL
VESTUARIO
E CALCADO
AI.. I I"IEI'>!TO
BE:J) IDA
F'l.JI"IO
EDITO~IAI... F GRAFICA
DH!ERSM'l
UN.A~OIO
E SERVo INDUSTR.
80.4
92.4
75.0
92.6
92.8
90.7
'14
1.
94 4
94 (3
(7'7 0
S>7
-4
.:")::t
Ç!l
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96
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1
9~5 J
S~0 6
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94 9
97 9
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97 3
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9~5 ::)
:3;:? 6
-----~-----------------------------------------------IND.
TRANSFORMACAO
;
TOTAL
-----t-------------------------~---------------------i
'
,
NOTA::Calculado
1::.- i r.II..J...
- c,
. O I'). '1'j•...•
r"
o
.11"1í'
• r
J,.)
.1
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~
x:: ".:..lll' r...I~):
T'
,-
correntes.
FIBGE.
FIBGE.
Censo
Censo
industrial
industrial
1975. p. B-53.
19(30. p. 180-91.
179
".... ,
APEND!CElI!
BRASIL - INDUSTRIA DE TRANSFORMACAO
- 1980
I
____
l!
EM BIL~OES
I
~
ot
CRUZEI ROS
_
S'ALARIOS
VALOR
RET. E SALARIOS CUSTODAS BRUTODA : VALORDA
OUTRAS LIGADO A OPERACOES PRODUCAO:TRANSFORH.
REMUNER. PRODUCAOINDUSTRIAIS INDUSTRIAL1INDUSTRIAL
!
1
.
.
i
~~~~~~~~-~~~-~~~~~~~~----------------;;---------;;---------~;~--------~~;-------~;
tlETAtURGICA
I1ECANICA
MAT. !ELETRICO E COHUNICAC.
MATERIAL DE TRANSPORTE
MADEIRA
HOBltLrARIO
PAPEL E PAPELAO
BORRACHA
COUROE PELE
QUIMICA
PROD! FARHAC. E VETERINARIO
PERF~HARIA
PlAStICO
TEXTIL
VEST4ARIO E CALCADO
ALIMENTO
BEBIDA
FUMOI
EDITORIAL E GRAFICA
DIVERSAS
;
133
156
67
88
27
21
. 25
14
6.
81
17
8
22
59
48
86
14
7
34
29
!ND. I TRANSFORMACAO
TOTAL
997
I
76
110
35
51
16
13
14
8
4
130
4
3
12
40
33
43
~6
.3
117
,16
916
343
255
469
92
72
1Se
97
29
1.165
41
45
102
377
182
1.102
56
28
53
67
1.397
763
543
776
201 •
1461
264 :
149
49
1.766
107 I
84
197
635
378.
LS8i
112'
60
157 ,
177 i
I
I
----1--------------------------------------------------~~---------------------------567
5.833
9.966
480
420
2BB
308
109
74
114
52
20
601
66
39
95
258
196
479
56
31
104
110
4.133
NOTA: Em decorrencia
!
!
das infomacoes terem sido coletadas em mil cruzeiros e tabuladas em bilhoes de cruzeiros! podem ocorrer pequenas dí íerencas de arredondamento
entre os totais e a soma das parcelas. cf. Censo Industrial
1985. p.180.
FONTE: FISGE. CENSOINDUSTRIAL 1985. p. XXXVI e 2-4.
180
,,
BRASIL - INDUSTRIA
1985
DE lRANSFORHACAO'J
,
I
EM BILHOES DE CRUZEIROS
!
:
1
1---------------------
~
----~-------------------------------------------~------------------------I
----~-------------------j
SA!_ARIDS!
~ET. E
OUTRAS
RE~UNER.
2.527
7,~55
10.053
4,277
5.666
1.175
11.292
, 13,808
7,465
9.026
1. 800
1.708
' 2,739
1,667
566
9.415
1.140
1. 582
968
~10
3.~56
421
262
1.348
3.207
1.454
786
2.122
4,502
I
!
VALOR
SALAF:lOS CUSTO DAS BRUTO DA
LIGADO A OPERACOES PRODUCAO
F'~ODUCAO INDUSTRIAIS INDUSTRIAL
, 4.102.
MINE~AIS NAO METALICOS
HETALURGICA
MECA~ICA
HAT·IELETRICO
E COHUHICAC.
MATqIAL
DE TRANSPORTE
MADEIRA
MOBI~IARIO
PAPE~ E PAPELAO
BORRACHA
COURO E PELE
QUIMICA
PRODI FARHAC. E VETERINARIO
PERF~MARIA
,
PLASTICO
TEXTIL
VESTUAF:IO E CALCADO
ALIMENTO
BEBIDA
FUMO:
EDITORIAL E GRAFICA
DIVERSAS
5.552
8.556
i. 261
726
2,828
2.518
3,972
4.475
561
261
i.541
1.456
12.655
92,124
29,534
26.102
48.669
5,847
6,102
16.104
8.983
3.702
141.737
4.506
4,739
9,919
33.454
22.737
114.915
5.550
2.741
5,170
6.674
'
I VALOR DA ENCARGOS
ITRANSFORH. SOCIAIS E
1INDUSTRIAL TRABALH. _
33.178
150'4941
73.502
62.253,
79.384
13.413
12.946
30. ti 9
17.789
6.576.
224.534'
12.577
9.003
20.632
61.888
47.4851
172.321:
11. 486
6.379
14.449
19.471!
1
20.523
58.370
43.968
36.15i
30.715
7.566
6.844
14. 0i5
8.805
2.874
82.797
8.071
4.264
10,713
28.434
24.749
57.406
5.936
3.637
9.278
12.797
----t--------------:~-------------~-------------~-------~-----------------t--------------------IND·1TRANSFORHACAO
TOTAL
----!-----------------
.: 93.894
J
56.312
,
,
FONT~: FIBGE,
1079.878[
477.916
~---~-------------------------~--------------------I
NOTA: Em decorrencia
i das em bilhoes
I, entre os totais
601.963
'
1.345
4.653
5.233
2,736
3.667
515
493
1.018
644
171
4.557
493
295
748
1.548
1.742
2.937
461
264
881
838
35.240
I
das informacoes
terem sido coletadas
em mil cruzeiros,e
tabulade cruzeiros
POC2ITI ocorrer
pequenas diferencas
de arredondamento
e a soma das parcelas,
cf, Censo Industrial
1985, p" i 180.
Censo industrial
1985.
p
10-53.
I
I
I
181
,
,
i' "
; !
I
i
BRASIL - INDUSTRIAl DE TRANSFORHACAO
i
.I
I,
NUMERO DE ESTABELECIMENTOS
E PESSOAL OCUPADO 1980, E 1985
I
POR qENEROS
INDUSTRIAIS
I
,
i
--~-------------------------------------------~-------~--------------------------------------------------!PESSOAL'OCUPADO EH 31.12. ,
I
-~-------------------------~-------ESTABELECIMENTOS
TOTAL
(1)
i
!
(2)
I
LIGADO A
PRODUCAO
(3)
(2)/(1)
(3)/(1)
----~;~;-----~;;;--l-;;;;----;;~;-----;;;;-----~;;;---~;;;--~;;;--~;;;--~;;;
,
-------------------------------------------------------------------------'--------------------------------MINERAIS NAO HETALICOS
35.501 28.974 444.372 365.643 321.985 275.855 12.5 12.6 9.1 9.S
METAlURGICA
19.948 18.964 641.546 '565.036 469.533 427.914 32.2 29.8 23.5 22.6
MECANICA
12.412 11.08B 602.453 '552.163 473.409 440.962 48.5 49,8 38.1 39.8
MAT. ELETRlCO E COI1UNICAC, 4.658 4.573 297.378 315.767 216.375 230.731 63.8 69.1 46.5 50.5
MAT~RrAL TRANSPORTE
4.184 3~4.750 341.621 249.779 257.925 76.2 81.6 55.2 61.6
4.526
MADEIRA
20.873 17,129 274.247 ,218.059 207.900 174.875 13,1 12.7 10.0 10.2
110BILIARIO
13.750 13.759 186,686 186.467 140.274 147.126 13.6 13.6 10.2 10.7
PAP~l E PAPELAO
2.151
2.107 130.018 '132.948 91.485 i 98.957 60.4 63.1 42.5 47.0
BOR ACHA
1.519
1.421 64.765 71.656 49.104 53.447 42.6 50.4 32.3 37.6
COURO E PElE
1.509
1.604 45.317 53.849 36.785 46.762 30.0 33.6 24.4 29.2
QUIHICA
4.774
5.066 222.118 2B7.742 118.377 165.442 46.5 56.8 24.8 32.7
PROp. FARMAC. E VETERINARIO 1.122
930 54.426 49.058 26.534 24.282 48,5 52.8 23.6 26.1
PERfUMARIA
1.113
1.140 36.239 36.807 19.765 20.378 32.6 32.3 17.8 17.9
PLAST!CO
3.147
2.975 135.681 146.151 102.489 115.791 43.1 49.1 32.6 38.9
TEXhL
7.177
5.570 417.750 351.360 347.596 296.196 58.2 63.1 48.4 53.2
VEStuARIO E CALCADO
20.571 23.200 492.863 655.234 409.573 560.662 24.0 28.2 19.9 24.2
ALIMENTO
46.662 43.034 724.213 733.199 478.640 505.69B 15.5 17.0 10.3 11.8
BEBIDA
3.216
2.798 77.021 77.167 44.212 147.725 23.9 27.6 13.7 17.1
FUMG
560
434 29,527 27.924 17.738 15.990 52.7 64.3 31.7 36.8
EDItORIAL E GRAFICA
9 .081 9.053 169.883
164.523 100.626 101.721 18.7 18.2 11.1 11.2
I
'
DI'J~RSAS
6.518
6.181 1~0.98B 168.954 127.568 129.973 26.2 27.3 19.6 21.0
,
I
I
I
'
I
1
---r-------------------------------------------~----------------------------------------------------------
IND.1_________________________________________________
TRANSFORMACAO TOTAL
220.788 204.184 5562.241 -__________________________________
5501.328 4049.747 4138.412 25.2 26.9 18.3 20.3
___
I
FON~E DOS DADOS BRUTOS:
i',
FIBGE. Censo industrial 1985. 'p. XXX, 2-5' e 10-53.
I
I
182
BRASIL - INDUSTRIA DE TRANSFORMCM
PARCELA ~A REHUtlERACAO DO FATOR: TRABALHO E PARCEJ SALARIAL
POR GENEROS INDUSTRIAIS, 1980 E 1985
I
I'
:
I
,
EM F'ERCENT~GEM
------------------------------------------
PARCELA DA
REMUNEF:ACAO
DO FATOR
TRABALHO
.
l__~
J
"
_
I
PARCELA
SALARIAL
(2)
(1)
I
(2)/(1)
-------------------~---------------------------------1980
1985
1980
1985
1980
1985
19.99
19,35
31.40
20.65
29.39
23,79
24.96
i9.54
18.93
19.69
a.37
18.02
18.43
!9.8i
15,83
22.43
14.10
15.83
26.19
12.15
16.56
14.68
60,.00
57j.13
70.52
52'.24
57.96
59.27
61.91
56.00
57.13
66,67
37,02
23:52
37149
54.53
67:77
68:76
50;03
42.84
42:87
50.02
55.20
61.58
62.48
72.80
57.29
62.78
65.28
66.75
57.78
58.06
72.47
42.04
28.97
33.32
63.50
71.26
71.56
52.35
44.49
35.97
54.49
57.83
56.88
59.95
----------------------------------------------~---------------------~-----------I
MINERAIS I'MOHETALICOS
METALURGICA
I1ECANICA
HAT. ELETRICO E COMUNICAC.
MATERrAL TRANSPORTE
MADEIRA
HOBILIAR!O
PAPEL E f'Af'ELAO
BORRACHA
COURO E PELE
QUIMICA
PROB. FARMAC. E VETERINARIO
PERFUMARIA
PLASTICO
, TEXTIL
: VESTUARIO E CALCABO
ALIMENTO
,BEBIDA
, FUMO
EDITORIAL E GRAFICA
DIVERSAS
23.50
27.71
37.14
23.26
28.57
24.77
28.38
21.93
26.92
30.00
13.48
25.76
20.51
23.16
22.87
24.49
17.95
25.00
22.58
32.69
26.36
30.48
16.35
19.68
14,55
12.31
12.09
22.86
11.83
18.45
15.53
16.66
11.29
10.99
14.27
4.78
5.22
6.14
12.58
11.28
16.05
7.80
9.45
7.18
16',6i
11.38
19.65
13.72
i1.78
14.90
21.24
19.96
i7.57
12.28
15.38
20.00
4.99
6.06
7.69
12.63
15.50
16.84
8.98
10.71
9.68
--------------------------------------------------------------------~------------
IND. TRANSFORI1ACAO TOTAL
24.i2
--------------------------------------------------------~------------,------------
NOTA: Calculado a precos correntes.
FONTE DOS DADOS BRUTOS:
~
. d ustr
' ia. 1 1-81:'
ri--B~r'lit. Lenso
HI
'7 J.
p,
XXXV
r
"L
e 2'1-..1.
T
183
I .
I
i
BRASIL - INDUSTRIA DE TRANSFORMCAO
.
DECO!i1 ,POSICAODA PARCELA DA REMUNERACAODO FATOR TRAM.LHO', POR GENEROS
INDUSTRIAIS, i980 E i985
i'
I
ARFT
C
=
=
VARIACAO DA PARCELA DA REHUNERACAODO FATOR TRABALHO NO PERI DO
PARTICIF'ACAO DO GENERO NO VALOR ADICIONADO TOTAL
:
II
I
c
~~ ~ ITA
(ViÜ DA INDUSHIA DE TRANSFORMACAO
~.
•..1'1 rl-RCt.N IHG::M
'
I
.
i
I
I
-~-------~---------------------------------------------------------------------~----------i
"RFT
. C85
C80
"C
RFT80"C C80"RFJ
ARFT"C
-------------------------------------------------------~l
_
MINERAIS kAO METALICOS
I'iETAlURGICA
HECANICA I
MAT. ELET~lCO E COMUNICAC.
MATERIAL DE TRANSPORTE
MADEIRA : .
HOBILIARIO
PAPEL E PAPELAO
BORRACHA;
COURO E P('LE
QUIHICA
PROD. FAR AC. E VETERINARIO
PERFUI1ARIA
,
PLASTICO:
TEXT!L
I
VESTUARIO,E CALCADO
ALIHENTO .
-3.51
-8.36
-5.74
-2.61
0.82
-0.98
-3.42
-2.39
-7,99
-10.31
-2.H
-7.74
-2.08
-3.35
-7.04
-2.06
-3.05
4.29
112.21
9,20
7.56
6.43
1.58
L43
2.93
1. 84
0.60
17.32
1.69
0.89
2.24
5.95
5.18
12.01
i
5.66
n.s:
-1.37
0.60
":0.96
~.59
-1.02
-1.06
-0.36
0.17
0.58
0.12
10.16
6.97
7.45
2.64
1.79
2.76
i. 26
0.48
14.542.78
i.600.09
0.94
-0.05
2.30
-0.06
6.24
-0.29
4.74
0.44
11.59
0.42
-0.32195
0.16626
-0.35654
0.13723
-0.29141
-0.26256
-0.10217
0.03728
0.15614
0.03600
0.37474
0.02318
-0.01026
-0.01390
-0.06632
0.10776
0.07539
-0.198b
-0,970~0
-0.583~8
-0.181~2
0.06109
-0.02537
-0.06122
-0.06596
-0 .100~7
-0.049~9
-0.30679
-0.12384
-0.01955I
-0.077~5
-0.43930
-0.09764
-0.35350
0.04809
-0.05016
0.05510
-0.01540
-0.00836
0.01039
0.01231
-0.00406
-0.04634
-0.01237
-0.05866
-0.00697
0.00104
0.00201
0.02042
-0.00906
-0.01281
BEB!DA
-3.76
1.24
1.35
-0.1i -0.02750 -0.05076 0.00414
FUMO
EDITORIALjE
DIVERSAS:
-2.62
-2.21
-6.68
0.76
1.94
2.68
0.75
2.52
i:,66
0.01
-0.58
0.02
BRAF!CA
0.00226
-0.18960
0.00527
-0.01965
-0.05569
-0.177~9
-0.00026
0.01282
-0.00134
---------T-----------------------------------------------------------------~---r----------IND. TRANfFORHACAO TOTAL
-4.47
-0.52070
-3.8'1795 -0,05947
---------1-----------------------------------------------------------------~---~----------NOTAS: Calculado
a precos correntes.
I
fONTES DOS DADOS BRUTOS:
FIBGE. Ceilso
industrial 1985. p. 2-5.
I
184
BRASIL - INDUSTRIA DE TRANSFORMACAO
I'
DECOMPOSICAO DA PARCELA SALARIAL, POR GENEROS
INDUSTRIAIS, 1980 E 1985
I
"PS = VARIACAO DA PARCELA SALARIAL NO PERIODO
I
C = PARTirCIPACAODO GENERO NO VALOR ADICIONADO TOTAL (VTI) DA INDUSTRIA DE TRA~SFORHACAO
I
!
EM PERCE!~TAGE~;
I
:
------------------------------------------------------------------------------~------------
:
--------~---------------I
·PS
MINERAIS,IVAOI1ETALICOS
METALlJRG,ICA
I1ECANICA:
MAT. ELErRICO E COHUNICAC.
f1ATERIALI
DE TRANSPORTE
MADEIRA I
MOBILIAR~O
PAPEL E ri APELA0
BORRACHA
COURO E PELE
QUI!lICAI
PROD. FARMAC. E VETERINARIO
PERFUMARfA
PLASTICoj
TEXTIL i
VESTUARIO E CALCADO
ALIMENTO!
BEBIDA '
FUMO
EDITORIAU E GRAFICA
DIVERSAS!
I
-1.79
-3.74
-3.33
-0.32
1.89
0.85
-0.91
-0.99
-4.39
-5.73
-0.21
-0.84
-1.55
-0.05
-4.22
-0.79
-1.18
-1.26
-2.50
0.26
-3.17
C85
C80
4.29
5.66
12.21 11.61
9.20. i0.16
7.~6
6.97
6.43
7.45
1.58
2.64
1.43
1.79
2.93
2.76
i. 84
L 26
0.60
0.48
17.32 14.54
1.69
1.60
0.89
0.94
2.24
2.30
5.95
6.24
5.~8
4.74
12.01 1i.59
1.24
1.35
0.76
0.75
1.94
2.52
2.68
2.66
'C
-1.37
0.60
-0.96
0.59
-1.02
-1.06
-0.36
0.17
0 .58
0.12
2.78
0.09
-0.05
-0.06
-0.29
0.44
0.42
-0.11
0.01
-0.58
0.02
PS80"C
C80"PS
1
'PS"C
_
I
-0.19317 -0.10pl 0.02452
0.09498 -0.43421 -0.02244
-0.25142 -0.33833 0.03197
0.07169 -0.02230 -0.00189
-0.16891 0.14081 -0.01928
-0.15561 0.02244 -0.00901
-0.06325 -0.01629 0.00328
0.02088 -0.02732 -0.00168
0.08920 -0.05531 -0.02546
0.02400 -0.02750 -0.00688
0.13872 -0.03053 -0.00584
0.00545 -0.01344 -0.00076
-0.00385 -0.01457 0.00078
-0.00758 -0.00115 0.00003
-0.04495 -0.26333 0.01224
0.07410 -0.03745 -0.00348
0.03772 -0.13676 -0.00496
-0.01178 -0.01~01 0.00139
0.00097 -0.01875 -0.00025
-0.09483 0.00655 -0.00151
0.00291 -0.08432 -0.00063
I
--------~---------------------------------------------------------------------l-----------!ND. TRAt~SFORI1ACAO
TOTAL
-i. 94
-0.43473 -1. 47008 -0.02986_
________
J
I
NOTAS, etculadO a ",cos
FONTE DOS DADOS BRUTOS:
I
correntes.
.
I
FIBGE. Censo industrial 1985. p. 2-5.
I
185
W
;
BRASIL ~ lNDUSTRIA DE TRAHSFORI1ACAO
I
.
I
PARTlCIPACAO RELATIVA DO NUMERO DE ESTAB~LECIMENTOS E
PESSOAL OCUPADO, 1980 E 1985
~OR GENEROS INDUSTRIAIS
I
I
I~
--------------
EK PERCENT AGEM
I
-'
I
.:.___
L
_
PESSOAL OCUPADO EH 31.12[
---------------------------ESTABELEC.
:
i
i
LIGADO A
PRODUCAO
TOTAL
I
----------------------------------------~1980
1985
1980
1985
1980
i
-----------._------------------------------------------------------.16.1 14.2 8.0
MINERAIS NAO KETALICOS
6.6 8.0
9.3 11.5 10.3 11.6
METALURGICA
9.0
5.4 10.8 10.0 11.7
5.6
MECANICA
2.1
2.2
5.3
MAT. ElETRICO E COMUNICAC.
5.7 5.3
2.0 2.0
6.2
MATERIAL TRANSPORTE
6.2
6.2
9.5
8.4
4.9
MADEIRA
4.0 5.1
6.2
6.7
HOBILIARIO
3.4
3.4
3.5
1.0
1.0
PAPEL E PAPELAO
2.3
2.4
2.3
1.2
1.3
0.7
0.7
BORRACHA
L2
1.0 0.9
COURO E PELE
0.7
0.8
0.8
r:
c..";
.J
.••.
GUII'IICA
2.2
4.0
2.9
PROD. FARHAC. E VETERINARIO 0.5 0.5 1.0 0.9 0.7
PERFUMARIA
0.5
0.6
0.7
0.7
0.5
1.4
PLASTICO
L5
2.4
2.7 2.5
TEXTIL
3.3
2.7
7.5
6.4
8.6
VESTUARIO E CALCADO
9.3 11.4 8.9 11.9 10.1
21.1 21.1 13.0 13.3 u.a
ALIMENTO
1.4
1.5
1.4
BEBIDA
L4
Li
FUMO
0.3
0.2
0.5
0.5
0.4
EDITORIAL E GRAFICA
4.1
4.4
3.1
3.0
2.5
DIVERSAS
3.0
3.0
3. i 3.1
3.2
I I
!
"
I:'
'j
1985
6.7
10.3
10.7
5.6
6.2
4.2
3.6
2.4I
1.3
1.1
4.0
0.6
0.5
2.8
7.2
13.5
12.2
--------------------------1- , ...:-----------------------------------------
1.2
0.4
2.~
3.1
I
FONTE DOS DADOS. BRUTOS:
•~IBGE. Censo indust riAL i985.
I
2-5 e i0-53.
p.
XXX.
186
i
I
I
BRASIL
- HHlUSTRIA DE TRANSFORHACAO
i
i
i
!
I
PRODUTI~IDADE MEDIA ANUAL, REHUNERACAO' HEDIA ANUA~ E SALARIO HEDIO ANUAL 1980 t 1985
I
I
I
DEFLATOR IGP-DI, POR GENEROS INDUSTRIAIS
EM TERI10S REA 15
Er.
CR$ 1.000,00 DE 1980
I
------- "------------------------------------------------------------------------------~
F'RODUTIVIMDE
MEDIA ANUAL
REHUNERACAO
SALARIO
MEDIA At!IJAL MEDIO ANUAL
(2)
(1)
(3)
(2)/(1}
-----------~-----------------------------------------------1980
; 1985
,
1980
1985
1980
1985
1980
,
1985
--------------------------------------------------------------------------------------MINERAIS NAO HETALICOS
526.6 '514.8 123.8 102.9 102.5 84.0 23.5
METALURGICA
748.2 :947.5 207.3 183.3 161.9 15i.2 271
!'IECANIC~
697.1 '730.3 258.9 229.4 232.4 209.1 37.1
MAT. ELETRICO E COMUtHCAC.
968.5 i050.0 225.3 216.8 161.8 170.0 23.3
MATERIAL TRANSPORTE
893.4 824.6 255.3 242.3 204.2 201.5 28.6
MADEIRA
397.5 318.2 98.5 75.7 77.0 61.6 24.8
MOBILIARIO
396.4 336.6 112.5 84.0 92.7 71.1 28.~
PAPEL E PAPELAO
876.8 966.9 192.3 189.0 153.0 146.6 21.9
BORRACHA'
802.9 1127.0 216.2 213.4 162.9 166.1 26.9
441.3
COURO E PELE
489.5 132.4 96.4 108.7 80.4 30.0
QUIMICA i
2705.8 2639.1 364.7 300.1 253.4 219.3 13.5
PROD. FARHAC. E VETERINARIO 1212.7 1508.9 312.4 271.8 150.7 159.0 25.8
F'ERFUMAR~A
1076.2 1062.5 220.8 195.9 151.8 i17.9 20.5
PLASTICO'
700.2 672.3 162.i 133.2 ti7.i 106.8 23.2
TEXTIL
617.6 742.2 141.2 117.5 115.1 99.3 22.9
VESTUARIO E CALCADO
397.7 .,364.4 97.4 77 .7 80 .6 65.0 24. 5
661.4 ,718.1 118.7 107.2 89.8 81.2 17.~
ALIMENTO
BEBIDA i
727.1 '705.5 181.8 149.9 135.7 107.8 25.'0
FUMO
1049.9 1194.6 237.1 238.5 169.1 149.7 22.6
EDITORIAL E GRAFICA
612.2 517.2 200.1 157.7 168.9 138.9 32.7
flIVERSAS,
643.3 694.7 169.6 136.7 i25.4 102.7 26.4
20.0
30.5
19.7
IND. TRANSFORMACAO TOTAL
19.6
I
1
20.0
19.3
31.4
20.6
29.4
23.8
25.0
19.5
18.9
19.7
11.4
18.0
18.4
19.8
15.8
22.4
14.9
21.2
--------r------------------------------------------------------------------------------
FONTE [105 DADOS BRUTOS:
743.0
796.8 179.2 156.5 140.0 124.8 24.1
FIBGE. Censo industr ial i985. p. XXX, XXXVI, 2-5 e 60-9.
187
I!
'I
li
I
,
I BRASIL
I
I
PRODJTIVIDADE
- INDUSTRIA
DE TRANSFORHACAO
I'
I
I
,
HEDIA ANUAL, REHUNER~CAO MEDIA A!'IUAL E SALARIO MEDIO ANUAL 1~80 E 1985
DEFlATOR
IPA-OG-PI,
POR GE~EROS INDUSTRIAIS
EM TERMOS REÀIS
I
EM CRS 1.000,00 DE 1980
I
i
----------------------------;~~~~t~~~~~~~------;~~~~~;~~;~-----~~~;;~~---i----------MEDIA ANUAL
lU
_______
1
I
1980
I
MEDIA ANUAL
I~EDIO ANUAL,
(2)
i985
1980
(3)
1985
(2)/(1)------
1980
1985
959.6 207.3 185.6 161.9
739.7 258.9 232.3 232.4
1063.5 225.3 219.6 161.8
835.2 255.3 245.4 204.2
322.3 98.5 76.7 77.0
340.9 112.5 85.1 92.7
979.2 192.3 191.4 153.0
1141.4 216.2 216.1 162.9
495.8 132.4 97.6 108.7
2672.9364.7303.9253.4222.1
1528.2 312.4 275.3 150.7
1076.1220.8198.4151.8119.4
680.9 162.1 134.9 117.1
751.7 141.2 119.0 115.1
350.9 97.4 78.7 80.6
727.3 1i8.7 108.4 89.8
714.6 i8l.8 151.8 135.7
1209.9 237.1 241.5 169.1
523.8 200.1 159.7 168.9
703.6 169.6 138.4 125.4
153.1
211.8
172.2
204.1
62.4
72.0
148.5
168.5
81.4
I
I
1980
1985
;~~~;~~;-~;~-;,~~~~~~~;--------~;~~r----;;~~;--~~;~~--~;;~~--~;~~~-
HETALURGICA
HEC~NICA
HAT.I ELETRICO E COHUNICAC.
HAT8RIAl TRANSPORTE
MADEIRA
MOBILIARIO
I
PAP~l E PAPELAO
BORR~CHA
COURO E PELE
QUIH;ICA
PROD. FARMAC. E VETERINARIO
PERFUMARIA
PLASTICO
TEXTIL
VESTUARIO E CALCADO
ALIHtNTO
BEBIDA
FUMOi
EDITpR!Al
E GRAFICA
DIVERSAS
----L---------i
IND. TRANSFORMACAO TOTAL
748.e
697.~
968.5
893. ~
397.5
396.4I
876.8
802.9
441.3
2705.8
1212.7
1076.2
700.2
617.~
397.7
661.4
727.1
1049.9
612.2
643.3l
I
I
I
743.~
807.0
179.2
158.5
140.0
108.1
100.6
65.8
82.2
109.2
151.6
140.7
104.1
127.7
: 37.1
'23.3
28.6
,24.8
I'28.4
,21.9
26.9
30.0
13.5
~25.8
20.5
23.2
22.9
24.5
17.9
25.0
22.6
132.7
.26.4
19.3
31.4
20.6
29.4
23.8
25.0
19.5
18.9
19.7
11.4
18.0
18.4
19.8
15.8
22.4
14.9
21.2
20.0
30.5
19.7 _
126.4
24.1
19.6
161.1
I'
---------------------~------------~---------------------------------------------------FONTE DOS DADOS BRUTOS:
fIBGE.
Censo industrial
1985.
p.
XXX, XXXVI,
2-5 e 60-9.
188
B ~-;:A~)I!... ""' I I\!DU~:) T F..::r. (.1 DE
T F~AI'J. s F O I::: !11~1 C (-lO
i
REMUNERACAO
MEDIA ANUAL E SALARIO MEDIO
1980 E 1985 - EM TERMOS REAIS
POR GENEROS
ANU0,L
INDUSTRIAIS
EM 1.000,00
DE 1980
-----------------------------------------------4------s (.11... F, I O
F,:E 1"ii.JHE F~tICAO
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MINERAIS
NAO METALICOS
!1ETAI...UF~G
ICA
11ECAI-lICA
MAT. ELETRICO
E COMUNICAC.
MATERIAL
TRANSPORTE
MADEI~\A
110BH ..
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F'I~\F'EL.
[ F'AF'EL.t10
BORRACHA
COURO E PELE
QUIMIC~
PROD. ~ARMAC. l VETERINAGIO
PERFUMARIA
:;:~I~~TICIO
r~xrIL,
VESTUA~IO
E CALCADO
ALIMEN~O
BEBIDA
I
I
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253.4'
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151.8
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125.41 128.8
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TOTAL
17902
19602
140001 156.4
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189
I
I
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BRASIL - INDUSTRIA I1EITRANSFORMACAO - 1974 a 1985
I
EM CR$ 1. 000 ,00
-----------------------------------------~-.---------------------,------------------~------------------------------.--ANOS
SALARIOS,
REpRADAS
E OUTRAS
REM~NERAC.
SALARIO
LIGADO
A
PRODUCAO
DESPESAS
COK AS
OPERACOES
INDUSTRIAIS
MATERIASPRIMAS,
MATERIAIS, E
COMPONENTES
VALOR
DA
F'RODUCAO
VALOR
DA
TRANSFORMACAO
INDUSTRIAL
INVERSOES
DE
CAPITAL
DESPESAS
COM
PUBLICIDADE
PROPAGANDA
-------------r---------------------------------------------------------------------~----------------------------------
i974
1975
1976
1977
1978
1979
1980
1980*
1981
1982
1983
1984
1985
4~048 .931
59990.350
97031.044
14~780.476
229821.719
381234.139
724453.165
978
1467899.690
3086178.455
5993404.626
17711043.045
I 92.251
I
I
I
29570.030
43880.065
70573.305
108299.213
169332.443
284187.537
574010.742
1109704.341
2335807.557
4648634.401
13704094.080
317440.305
299221.031
526663.500
209223.195
473164.258
446627.519
777120.451
303956.193
695246.152
651440.381 1167314.512
472068.360
1038299.127
970513.166 1736609.094
698309.967
1534109.616 1431005.416 2596167.970
1062058.354
1803019.424
2488989.203 2318335.720 4292008.627
5580069.291 5212332.708 944687 i. 395 3866a02 .104
9.833
5.764
4.069
10112120.874 9245360.872 17463094.440 7350973.566
20755422.948 18961763.008 36582887.995 15827465.046
46640927.522 42866825.092 81323387.069 34682459.547
161277772.698 148950735.139 278551071.356 117273298.658
1066.970
471.215
595.755
35204.952
44049.388
82693.445
112653.497
156747.879
2309i0.070
439149.067
2207.565
1255.276
3750.487
5184.973
7958.321
12859.742
676037.317
1496231. 437
5207768.628
13565889.490
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
* Segundo
,
NOTAS:
a fletodologia do Censo Industrial de 1985.
Os valores extraidos do Censo Industrial 1985 estao expressos em bilhoes de cruzeiros.
I
I
FONTES: FIBGE;. Censo industrial 1975. p. 56·7, 174, 198 e 200-1
FIBGE:. Censo industrial 1980. p. 258,266 e 274-5.
F!BGE. Censo industrial 1985. p. 4 t 5.
FIBGE. Pesquisa industrial 1974. p . 8 e 9.
f IBGE. Pesquisa industrial 1976. p. 8 e 9.
FIBGE. Pesquisa industrial 1977. p. 8 e 9.
FrBSE. Pesquisa industl'iaI1978. p. 8 e 9.
FIBGE. PEsquisa industrial 1979. p. 8 e 9.
FIBGE. Pesquisa industrial 1981. p. B e 9.
FIBGE. Pesquisa industrial 1982-84. p . 78-9, 188-9 e :304-5.
190
BF.:r-1SIL. .... INDUSTRIA
DE TRANSFORMACAO
- 1974 a
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e assistencja
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lho, a9sistencia social de manutencao propria,
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Censo industrial 1975.
p.200-4 e 224-5.
Censo industrial 1980.
p.286-~.
Censo industrial 1985.
p.130~~
Pesquisa industrial,
varies nJmefes
191
BRASIL - INDUSTRIA DE TRANSrORMACAO
I
NUMERO DE ESTABELE~!HENTOS E PESSOAL OCUPADO, 1974 a 1985!
l,,'------------------------------~-------------------------------------------------------------PESSOAL OCUPADO
I
I
!
--------------------------------------
ESTABELEC
TOTAL
L~GADO A
PRODUCAO (4) =
,IHDICE
MEDIA
~
-----------ANOS
(1)
(2)
(3)
(2)-(3)
HENSAL (2)/(1) (3)/(12) (3)/(4) (2) (3)
J
'
I
-1----------------------------------------------------------------------,----------------------1
I
W74
~975
t976
977
1,978
11979
t980
1/980*
1~81
1:982
11983
11984
1[985
li
71.012 i 3396.769 2753.173 643.596 3336.159
106.109 ~ 3637.225 3070.130 567.095 3498.280
90.522
3785.414 3222.086 563.328 3729.230
93.639
3950.727 3355.292 595.435 3925.388
97.427
4202.331 3571.109 631.2224171.162
94.313
4375.349 3725.100 650.249 4335.522
118.145
4692.8314003,835
688.996 4582.127
130.168
5318.622
108.964
4305.926 3589,814 716.112
103.873
4373.425 3675.369 698.056
97.077
3873.0453278.321
594.724
100.493
4140.3703517.394
622.976
112.182
5254.057
47 .83
34.28
41.82
42.19
43.13
46.39
39.72
40.86
39.52
42.10
39.90
41.20
46.84:
0.~11
0.844
0.851
0.849
0.850
0.851
0.853
4.28
5.41
5.72
5.64
5.66
5.73
5.81
0.834
0.840
0.846
0.8,50
5.01
5.27
5.51
5.65
100
107
IH
116
124
129
138
157
127
129
114
122
155
100
112
117
122
130
135
145
130
133
ii9
128
,----------------------------------------------------------------------~---------------------I
I
NOTAS: pJa os anos de 1975 e 1980 a 1985 o pessoa: ocupado refere-se
ao dia 31'.12., para os demais
an~s retere-se ao dia 30.06..
r~ice base 1974 = 100
I
f
egundo a ~etodologia do Censo Industrial de 1985.
'
4 inclui socíos, proprietarios,
membros nao remunerados da famil ia, pessoal llgado
a admlnistracao e pessoal !ligado ao transporte ?ioprio.
I
*
FONTES: JIBGE. Censo industrial
FIBSE. Censo industrial
IBGE. Censo industrial
1975, ~. 56.
1980. p. 264-5 e 270.
1985. p. 4 e 5.
FIBGE. Pesquisa industrial.
varios numeroso
192
BRASIL - INDUSTRIA DE TRANSFORKACAO
PRODUTIVIDADE MEDIA
MiU{,L
DA FOF:CA DE TRABALHO, REMUNERACAO: MEDIA ~NUAL DO FATOR TRABALHO E SALARIO
MEDIO At~UAL DO PESSOAL LIGADO A PRODUCAO
1974 A 1985 EliTERI10SREA15 I
I
I
EM CR$ 1.000,00 DE 1974
~~~~~~~~-----------!---~~~=~~---------------------------------------------------~~;~~;~~~---------------------
---------~~~h~~~~~~;~~-~~~~~~~~~~~-~~~;~~~-------··----------------;~~~~~;~;~~~~
ANOS
MEDIA
I
(1)
I
ANUAL
MEDIA
ANUAL
(2)
MEDIO
ANUAL
(3)
!NDICE
(2)!{1)
--------------(1)
(2)
(3)
MEDIA
ANUAL
(1)
MEDIA I
I
ANUAL
(2)
i
MEDro
ANUAL
(3)
INDICE
(2)/(1)
--------------(1)
(2)
(3)
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------,
1974
1975
1976
1977
1978
1979
1980
1980*
1981
61.6
6~.5
69.3
69.5
71.3
75.5
75.5
70.1
74·5
8~.8
78.5
7~.5
75.4
1982
1983
1984
1985
I
13.6
13.1
14.2
14.8
15.4
16.0
14.1
16.8
14.9
15.8
13.6
11.7
14.8
10.7
11.4
12.2
12.7
13.4
14.0
13. i
13.5
14.2
12.4
i0.7
0.221 100
0.197 108
0.205 i13
0.213 113
0.216 116
0.212 123
0.187 123
0.240 114
0.200121
0.196 131
0.173 127
0.151 126
0.196122109
100
96
104
109
113
100
107
l.i4
119
125
li8 131
104 122
124
ii0 126
116 133
100 116
86 100
61.6
65.2
70.5
72.6
76.4
80.0
78.6
73.0
77.7
82.4
83.6
81.6
79.4
13.6
12;9
14.5
15.5
16.5
16.9
14.7
17.5
15]5
16.1
14:5
12.3
15.6
10.7
11.1
12.4
13.3
14.3
14.8
13.7
14.1
14.5
13.2
11.2
0.22 100 100 100
106 95 104
0.20
0.21
0.21
0.22
0.21
0.19
0.24
0.20
0.20
0.17
0.15
0.20
114
118
124
130
128
119
126
134
136
132
129
-------------------~---------------------------------------------------------------------~---------------------------------
107
114
121
124
108
129
114
118
107
90
us
i
NOTAS:
I
I
base 1974 = 100.
;
.,
IGP-DI - INDICE
GERAL DE PRECOS - DISPON.IBILIDADE
INTERNA - FUNMCAO GETULIO VARGAS.
I
.
,
1PA-0G-PI ~ INDICE DE PRECOS POR ATACADO - OFERTA GLOBAL - PRODUTOS INDUSTRIAIS ~ FUNDACAO GETULIO
VARGAS'l
:
'
* Segundo a metodologia do Censo Industrial 1985.
nusero-indíce
FONTES DOS DADOS
I
BRU,QS:
FIBGE.
FIEGE.
FrBGE.
FISGE.
Censo industriai 1975. p. 56-7 e 198.
Censo industrial 1980. p. 266 e 274-5.
Censo industrial.i985. p. 4-5.
Pesquisa industrial. varios numeroso
193
116
124
134
138
128
132
136
123
105
EM CR$ 1.000,00 DE 1974
I
-- ------~~~;;~~:-;~~:-~-~~;:-;~;;~~;;~;;~------------------------------j----------------------______________________
ANOS
I
PESSOAL NAO
LIGADO A
PRODUCAO
-------------(1)
(2)
IGP-DI
IPA
~-------------
: i
PRESIDENTES,
DIRETOR~S
f'ROF'RlEiARIOS OU
' SaCI OS
--------------IGF'-DI
IPA
SAL., RETi.,
E OUTRAS REM.
I
PESSOAL tiAO
LIGADO ~
PRODUCAOI
SAlARIO MEDro
i
INDICE
--------------(2)
(i)
'
SAl., RET.,
E OUTRAS REM.
F'RES., DIRET.,
PROPRIETARIOS OU
SOCIOSI
SAlARIO MEDIO
IGP-DI
IPA-OG-PI
--~;;~-------~;~;-----~;~;------------------------~;;------~;;----------~~;----------------------1975
i976
I
1977
f978
t979
~980
1981
~982
~983
~984
__J
18.2
25.3
26.2
26.7
26.9
19.7
22.1
24. í
20.3
18.3
17.8
25.8
27.4
28.6
28.5
20.5
23.0
24.6
21.6
19.3
25.4
27.1
21.5
17.5
26.5
27.6
22.9
18.5
73
101
105
107
108
79
88
96
81
73
71
103
110
114
114
82
92
98
86
77
1.6
{1
2.1
2.0
1.9
1:.5
1:.6
'
1,.7
1.6
1.7
1.88
1. 91
1.73
1.64
--------------------------------------------
1.8a
1. 90
1.73
1.65
i
NO~AS: Numero índice base 1974 = 100
Para 1974 e 1976 a 1979, o pessoal nao ligado a prodllcao
!
transporte
proprio e ao pessoal
ligado a adrninistracao.
I
FONTES DOS DADOS.BRUTOS:
re1ere-se
ao pessoal
ligado
ao
FIBGE. Censo industrial
1975. p. 182-3 e 198-9.
FlBGE. Censo industrial
1980. p . 264-7.
FIBGE. Pesquisa
industrial.
varios numeroso
194
BRASIL - INDUSTRIA DE TRANSFORHACAO
I
PARTICIPACAO DAS MATERIAS-PRIMAS, MATERIAIS E COMPONENTES (MP) NAS
DESPESAS COM OPERACOES INDUSTRIAIS (DOI), 1974 A 1984
EM PERCENTAGEM
----------------------------------------------ANOS
(MPl!(DOI)
----------------------------------------------1974
1975
1976
1977
1978
1979
1980
1981
1982
1983
1984
94.3
94.4
93.7
93.5
93.3
93.1
93.4
91.4
91.4
91.9
92.4
----------------------------------------------NOT : Calculado a precos correntes.
I
FONTES DOS DADOS BRUTOS:
FIBGE. Censo industrial 1975. p , 56-7 ..
FIBGE. Censo industrial 1980. P. 274-5.!
FIBGE. Pesquisa industrial. varias numeras.
,
I
195
i'
,
I
.
BRASIL - INDUSiF;IA
I
PARhcIPACAO
,
DE TRANSFORMACAO
PERCENTUAL NO VALOR TOTAL DAS VENDAS AO MERCADO EXTERNO
1975, 1980 E 1985, POR GENEROS INDUSTRIAIS
P; PERCENTAGEM
I
I
----1-------------------------------------------------------------------i975
1980
---~--------------------------------------------------------------------
MINERAIS NAO HETALICOS
MET~LURGICA
HECANICA
MAT El.ETRICO E COMUNICAC.
HAT~RIAL TRANSPORTE
MADEIRA
HOBtUARIO
PAP4L E F'APELAO
BORRACHA
COURO E PELE
QUI~IC,~
PROD. FARHAC. E VETERINARIO
PER~UMAR!A
f'LASTI CO
TEn!L
VES~UARIO E CALCADO
ALIMENTO
BEB!!DA
FU!'tO
EDITiORIAL E GRAFICA
DIV~RSAS
UH. ~POIO E SERV. I NDUSTR ..
I
I
i985
1.2
1.4
1.1
'6.5
7.5
13.1
7,7
8.4
6.4
2.6
4.1
4.3
14.2
i6.0
2.4
0.2
11.4
1.1
0.2
0 .5
4 .5
3 .0
0 .2
2.7
13.4
1.2
'"
0 .4
9.6
4 .5
27.0
0.3
2 .3
0.2
1. 7
0 .7
Li
17.1
0.4
0.2
0 .6
6.7
4 .5
20.1
0.8
1. 9
0. i
1. 1
. 0.1
3.2
0.7
I
1. 4
1.0
18.6
0.6
*
,
i
0 .7
3.5
5.6
25.5
0.1
1. 4
0.1
! 0.9
:;~J:--:~~::~:::-~-::::::-::::::~::----------------------------~-------Para 1985, refere-se aos estabelecimentos industriais das empre'sas registradas no CGC que operam em mais de um endereco ou com
receita bruta superior a tr$ 245 milhoEs no ano de 1985.
* = o fenorneno existe, mas nao ating~ a unidad~ adotada na
tabela.
I
FONi S DOS DADOS BRUTOS:
FIBGE. Censo inéustrial 1975. p. 224-5.
Censo ineustrial 1980. p . 286-7.
FIBGE. Censo industrial 1985. p. 138-5.
FIBGE.
196
I
BRASIL - n.DUSTRIA DE TRANSrORMACAO
INDICADORES DE CONCENTRACAO INDUSTRIAL, 1975 E 1980
I
El1 F'ERCENTAGEM
I
--------t------------------------------------------------------------------------------------------I
PESSOAL OCUPADO
EM 3U2.
I
i
I
I
!
I
ESTABEL.
TOTAL
LIGADO A
F'RODUCAO
SALARIOS
TOTAL
LIGADO A
PRODUCAO
VALOR DA
TRANSF.
INDUSTRIAL
VALOR
DA
PRODUCAO
----------------------------------------------------------------------------------
1975 1980 1975 1980 1975 1980 1975 1980 1975 1980 1975 1980 1975 1980
--------1--------------------------------------------------------------~----------------------------
5 a 9 persoas
41.5
10 a 19 ~essoas 24.6
20 a 49 ~essoas 18.5
50 a 99 pessoas
7.7
100 a 249 pessoas 4.3
250 a 499 pessoas 2.6
i
500 e mals pessoas 0.8
39.3
26.6
19.1
7.6
5.3
1.8
0.9
7.1
8.6
14.8
13.9
15.4
20.8
19.5
6.5
8.0
14.8
13.3
5.6 4.7
7.9 7.8
14.3 14.2
14.0 13.4
20.7 15.8 21.4
15.5 21.7 16.4
20.5 20.8 22.1
4.0
6.5
13.3
14.0
16.1
2i.8
24.2
2.3
5.0
11.7
13.0
21.9
18.3
27.7
3.4
5.7
12.1
13.3
15.9
22.7
26.7
2.4
5.1
11.4
12.5
21.4
18.6
'
28.7
3.8
5.8
11.6
12.5
18.0
22.4
25.8
2.0
4.6
10.6
11.9
23.5
20.5
26.9
3.6
5.7
12.2
13.1
18.1
22.7
24.4
--------t-------------------------------------------------------------------------------------------
2.0
4.6
10.6
12.3
22.5
20.2
27.7
NOTAS: Salários nao inciuem retiradas e outras rellluneracoes.
E~cluiu-se do total os estabelecimentos sem declaracao do pessoal ocupado.
Salarios, valor da producao e valor da tranS10rmacao industrial calculados a precos
correntes.
I
I
I
fONTES DOS DADOS BRUTOS:
i
rIBGE. Censo industrial 1975. p. 190-1.
FIBSE. Censo industrial 1980. P. 210-1.
!
197
BRASIL - INDUSTRIA DE TRANSrORKACAO
I
PARCELA DA REMUNERACAO DO FATOR TRABALHO E PARCELA SALARIAL, 1980-85
SEGUNDO OS GENEROS !N[IUSTRIAIS, EM PERCENTAGEH
-j---------------------------------------------------------------------t--------------------------,
,
PARCELA SALARIAL
PARCELA DA REHUNERACAO DO FATOR
•
i TRABALHO
~~~~~~-~~~:~;~~~~-~-~~~-----~;~;--~;~~--~;~~--~;~;-~;~~--~;~~--~;~~--~;~;--
_~l---------------------------------------------------------------------1---------------------------
c ncentrados
14.1 14.0 13.8 12.5 10.8 11.3 17.9 18.7. 18.5 16.3 14.2 19.3
T1ANSF.HINERAIS NAO HETALIC i4.5 14.9 14.7 14.5 12.5 11.5 18.7 19.8 19.1 18.8 16;3 18.4
H1TAlURGICA
16.5 17.2 16,7 14.2 12.9 12,0 20.5 23.0 22,2 18.8 16.5 19.1
M~CANICA
27.5 26.0 26.8 29.7 25.1 22.9 32.9 32.1 32.7 35.3 30.8 31.4
MjAT. ElETRICO E COHUNICAC, 14.0 13,8 13.3 12.8 12.2 11.8 17.8 18.8 19.2 18.0 16.7 20.6
H TERIAL TRANSPORTE
17.3 17.6 16.9 15.0 15.0 18.4 20.1 20.6 20.3 17.4 17.3 29.3
P PEl E PAPELAO
11.3 13,9 14.5 11.6 8.7 11,3 14.9 19.0 18,8 15.4 11.7 19.5
B,~RRACHA
16.9 15.1 11.9 13,3 10.3 11.0 20.2 20.7 17.5 18.3 14.8 18.9
Q~IMICA
5,2 5.1 6,3 4.9 4.0 4.8 7.3 ~.5 8.6 6.8 5.7 11.4
PROD. FARMAC. E VETERINARIO 7.0 5,5 5,7 5,9 5.6 5,2 10.3 lf.4 12.0 10.6 9.8 18,0
PHRFUMARIA
7.3 8.6 7.7 7.4 6,6 6.1 11.1 13.5 13.4 11.8 10.6 18.4
PUASTICO
13.0 18.2 14.7 13.2 16.5 12.5 16.8 25.0 20.7 17.8 24.0 19.7
A~IHENTO
10.2 10,3 9,6 8.O 6.4 7.6 14.4 15,5' 14.4 11.5 9.2 14.4
B~BIDA
11.8 11.2 10,6 11.7 10.8 9.3 17.2 18.9 15.8 16.8 15.5 21.1
FuMO
9.6 6,0 7.3 5.9 6,4 7,2 11,3 7.7 9.1 7.7 8.1 19.9
E1ITORIAL E GRAFICA
17.5 18.1 15.8 18,6 17.3 16,4 24.6 27.0 24.0 27.1 24.4 30.1
menos concentrados
16,0 17.7 16.6 15.4 13.6 13.4 20.0 23.0 21.6 19.5 17.2
M~DEIRA
15.6 19.0 18.6 17.0 16.6 14,8 21.0 25.3 24.1 22.1 21.0
HqBILIARIO
18.5 2i.0 19,9 19.6 16.9 16.0 25.2 28.7 26.7 26.7 23.2
CqURO E PELE
19.6 21.8 16.7 13.0 10.2 14.2 24.9 28.1 22.0 16.4 13.2
T8XTIL
15.7 17.0 15.2 13,6 10.9 11.2 18.2 2(0 18.6 16.2 13.0
VE~TUARIO E CALCADO
17.2 19,3 17.7 17.7 17,2 15.9 21.4 25.0 22.6 22.2 21.3
DI~ERSAS
12.0 11.7 13.4 11.7 9.7 11,2 ~6.1 16.9 20,6 16.8 14,5
-- ---------------------------------------------------------------------~-------------------------IN~. TRANSFORHACAO TOTAL
14.8 15.1 14,8 13,4 11.7 11.7 18.7 2~,0 19,5 17.3 15.1
I
•
--1---------------------------------------------------------------------i--------------------------NO~AS:
I
I
19.3
Parcela salarial = salarios do pessoal ligado a producaq I valor da transformacao
industrial
Parcela da remuneracao do fator trabalho = salarios, retiradas ~ outras remuneracoes I
valor da transformacao industr ial
Para 1985, refere-se aos estabelecimentos industriais das empre'sas registradas no CGC que
operam em mais de um endereco ou com receita bruta superior a 245 milhoes no ano de 1985
FO TES DOS DADOS BRUTOS:
I
19.4
21.8
23.2
19.4
15.7
21.9
19,3
FISGE.
FIBGE.
FISGE.
FrBGE.
Censo industrial 1980. p.266 e 272-3.
Censo industrial 1985. p.84-i27.
Pesquisa industrial 19B1. p.56-7
Pesquisa industrial 1982-84.p.i26-35,236-45 e 352-61,
I
198
APENDICE V
DEFLATORES - 1974 a 1985
BASE 1974 = 1,00
-------i----------------------------------------------------------------------~----ANOS
IGP-DI
IPA-OG-PI
IPC-RJ
ICV
ICVFA
IPA-OG-IT
I
I
------~----------------------------------------------------------------------r-----
1974
1.00000
1.00000
1.00000
1.00000
1975
1.25714
1.282G5
1.27907
1.30372
1974
1.80000
1.76923
1.83721
1.76725
197t
2.54286
2.43590
2.62791
2.48139
1978
3.54286
3.30769
3.65116
3.43176
19897e
5.45714
5.15385
5.58140
5.15385
10.91429 10.49719 10.18605
9.17619
1
1981
22.91429 21.97436 20.93023 17.95285
1988
44.80000 43.92308 41.44186 34.03474
1983"
114.02857 107.07692 100.27907 80.16873
1984
365.42957 347.12821 297.67442 218.35236
1985
1190.000001128.97436 973.02326 658.51861
t
1.0000
1.00000
1.3113
1.27547
1.8324
1.73996
2.5781
2.43165
3.5768
3.31601
5.4040
5.,17412
9.9031 10.35603
19.6818 21.67620
39.2227 43.79999
94.3944 106.64501
269.9177 345.38721
890.75741131. 03690
1
::~:~-~J:~::~-::~::~::~:-:-::~~~~-:::-:::~::-:::\:~~----------------r---------T----I
FONTES:
.
,
FundacaoGetulioVargas.I Conjunturaeconosica.40(1):64, jan. 1986.
FundacaoGetulioVargas.Conjunturaeconomica.40(2):100,lev. 1986.
FundacaoGetulioVargas.Conjunturaec:onomica.41(5):118,maio 1987.
D!EESE. Indicede custo de vida da tamiliaassalariada.
!
FIBGE. Estatisticashistoricasdo Brasil. v.3. 2.ed. p.259-62.1
199
DEFLATORES - 1980 a 1985
----;~~-----I--;;;=~;-----;;;=;~=;;--~~~~;::-~_:_~:~;;;--------;;;-----;;~=;~~;;;;~-;;~=;~;;~---;;
-------------j-------------------------------------------------------------------------------------------------1974
1975
1976
1977
1978
1979
1980
1981
1982
1983
1984
1985
I
'
0.11518
0.12225
0.12557
0.13242
1.0000000 1.0000000 1.0000000 i .0000000 1.0000000
2.0994764 2.0953545 2.0547945 1.9874405 1.9564630
4.1047120 4.1882641 4.0684932 3.8596795 3.7090319
10.4476440 10.2102690 9.8447489 9.5318320 8.7366144
33.4816754 33.1002445 29.2237443 27.2559550 23.7955652
1109.0314136 107.6528117 95.5251141 89.9475963 71.7639265
1.0000000
1.9981788
3.9332213
9.3763893
27.4934622
87.4957505
1.0000000
1.9855103
3.9783694
9.2806434
26.8049085
86.9995840
0.0965621
0.1231619
0.1680050
0.2348055
0.3202008
0.4996236
1.0000000
2.0930991
4.2283563
10.2978670
33.3513175
109.2153074
-------------r-------------------------------------------------------------------------------------------------NOTAS:INDICES CALCULADOS A PARTIR DAS MEDIAS ANUAIS
IGP-DI F INDICE GERAL DE PRECOS - DISPONIBILIDADE INTERNA - FUNDACAO GETULIO VARGAS
IPA-OG-PI = INDICE DE PRECOS POR ATACADO - OFERTA GLOBAL - PRODUTOS INDUSTRIAIS
FUNDACAO GETULIO VARGAS
IPC-RJ ~ INDICE DE PRECOS AO CONSUMIDOR - RIO DE JANEIRO - FUNDACAO GETULIO VARGAS
rCVFA =: INDICE DE CUSTO DE VIDA DA FAMILIA ASSALARIADA - DEPARTAMENTO INTERSI~DICAL DE ESTAT~STICA E ESTUDOS SOCIO-ECONOKICOS
•
INPC AMPLO E RESTRITO = INDICE NACIONAL DE PRECOS AO CONSUMIDOR - FUNDACAO IBGE
ICV = INDICE DE CUSTO DE VIDA - FUNDACAO INSTITUTO DE PESQUISAS ECONOKICAS
FONTES:
I .,
.
FfBGE. Estat ist itas historieas
F~ndaeao Getulio Vargas.
F~ndaeao Getulio Vargas.
F~ndacao Getulio Vargas.
DIEESE. Indice de custo
!
do Brasil. \'.3, 2.ed .. p. 196-8, 202-4 e: 259-62.
Conjuntura eeonomici. 41(5):118 e 120, maio 1987.
Conjuntura economica. 40(1):64, jan. 1986.
Coniuntura econoaita. 40(2J:100, +ev 1986. j
de vida da familia assalariada.
I
I
200
BRASIL
EVOLUCAO DO SALARIO MINIMO NOMINAL E INDICES DE SALARIO
MINIMOi REAL NA REGIAO mITRo SUL, 1974 a 1985 '
--------------------------------------------------------SALARIO
~I~IMO
INDICE DE SALARIO HINIHO REAL I
DATA
NOMINAL
------------------------------------VIGENCIA
IGP-DI
ICV
HlPC
ICV
HES.ANO
EM CR$
(i)
(2)
(3)
(4)
---------------------------------------------------------
j
I
05.73
05.74
12.74
05.75
05.76
05.77
05.78
05.79
11.79
05.80
11.80
05.81
11.81
05.82
11.82
05.83
11.83
05.84
11.84
05.85
11.85
312.00
376.80
415.20
532.80
768.00
1106.40
1560.00
2268.00
2932.80
4149.60
5788.80
8464.80
11928.00
16608.00
23568.00
34776.00
57120.00
97176.00
166560.00
333120.00
600000.00
0.67
0.62
0.61
0.71
0.73
0.72
0.75
0.75
0.71
0.70
0.65
0.65
0.68
0.67
0.68
0.64
0.54
0.53
0.51
0.56
0.55
0.58
056
0.54
0.62
0.66
0.67
0.71
0.70
0.69
0.73
0.73
0.75
0.78
0.80
0.81
0.79
0.75
0.79
0.79
0.92
0.90
1.00
0.97
1.00
0.98
1.00
1.03
i .'00
0.98
1.:04
1.04
1.07
1. 02
1.U
1.13
1.05
0.98
0.94
0.95
0.93
1.03
1.05
1.16
1.12
1.07
1.12
1.12
1.31
1.28
---------------------------------------------------------
MO~, A "rI ir de 01 d,
'''0
de' 1984 salmo
min
"O vísente
" lodo pais
IGP - DI = Indice Geral de Precos - Disponibilidade Interna da Fundacao
Ge~ulio Vargas.
,
I
I leu
= Indice de Custo de Vida da FIPE - ~undacao Instituto de Pesquisas
L
I...conOffilcas.
INPC = Indice Nacional de Precos ao Consumidor da Fundacao IBGE.
I
lil e (2) - Base 1961 = 1,00
(3) e (4) - Base 05/1979 = 1,00.
I
FONTE: D.Z.Ocio. DISTRIBUICAO
I
I
I
!
anexo, s.?
DA
RENDA DO TF:ABALHO E POLITICA SALARIAL.
BrASIL
- INDUSTRIA
DE TRANSFORMACAO
~0RTI~IP0CAO
bl·,UPQ.)
DL
RELATIVA
DO PESSOAL
OCUPADO,
POR
HOF,AS SEMAI'~r-l
I S TF~r-)DAL..HADASI~A OCUF'r-l-1
CAO PRINCIPAL
- 1976 A 1989
I
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202
BRASIL - INDUSTRIA DE TRANSFORMACAO
i
:PESSOAL OCUPADO POR GRUPOS DE REDIHENTO MENSAL DE TODOS OS TRABALHOS, 1976-89
I
EM SAlARIOS KIHIMOS
I
..
---------------------------------------------------------------------------------------I
SEM
DECLARACAO
OU
•
ANOS , ATE 1
+ 1A 2
TOTAL
REHUNERACAO*
+ 2 A 5 + 5 A 10
+ 10
---------------------------------------------------------------------------------------1976
1977
1978
1979
1980
1981
1982
1983
198~
1985
1986
1987
1988
1989
1387.347
1577.032
1558.954
1381.039
1340.621
1120.025
1656.996
1402.460
1489.093
1585.625
1624.184
1273.399
1479.743
1688.811
2008.993 1513.431
4183.965
2278.291 1758.205
2267.836 2033.912
2581.565 2058.527
2069.931 2311.693
2246.169 2008.654
1849.895 2165.447
1873.157 2307.403
2077.296 2556.496
2183.644 3226.446
2282.070 3361.012
2292.581 2970.703
2277.583 3323.587
515.617
329.769
832.959
927.376
649.331
379.410
577.884
331.562
773.511
424.772
341.774
634.131
422.904
783.793
478.709
865.254
961.909
522.330
713.5i8
1085.631
755.672
1159.921
1217.614
845.819
1165.984
951.662
80.553
74.010
88.165
120.894
49.262
U0.7i5
141.773
150.287
122.565
143.661
153.022
173.002
179.530
245.396
5835.710
6667.966
6610.991
6832.422
6939.421
6810.647
7029.497
6774.786
7136.181
7847.317
8986.445
9005.076
8985.990
9653.023
---------I----------------------------i-------------------------------------------------NOTAS:EXCLUSIVE OS DADOS DA ZONA RURAU DA REGIAO HORTE.
INCLuI AS PESSOAS PROCURANDO EMPREGO.
MAlbR SALARIOMINIMO VIGENTE NO PAIS NA EF'OCA DA COLETA DE DADOS.
PARA 1976 E 1977 REFERE-SE AO RENDIMENTO DA OCUPACAO,PRINCIPAL,
PAR~ 1987 E 1988 REFERE -SE AO PISO SALARIAL.
* I~CLUSIVE AS PESSOAS QUE RECEiERAM SG!1ENTE BEt1EFICIOS.
FONTES: ~IB6E. Censo demogra1ico 1980. p. 190-9.
rIBGE. PNAD. var ios nuseros
203
•
Ir
BRASIL
PARTICIPACAO
DE RENDIMENTO
- INDUSTRIA
DE TRANSFORMACAO
RELATIVA
DO PESSOAL OCUPADO, POR GRUPOS
MENSAL DE TODOS OS TRABALHOS,
1978 A 1989
EM SALARIOS MINIMOS
EI"\PEF.:CENTAGEI"\
............................................ - .."
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----1----------------------------------------;------------------FONT~:
FIBGE.
FIBGE.
PNAD.
CEnse
varies numEres.
dEmegrafice
1980.
p.190-9 .
. I
204
NOTAS - CAPÍTULO
i
(1)
A nio inclusio
de Adam Smith nesta reVlsao
bibliográfica
deve-se
ao
fato de se entender
que Ricardo
sintetizou
de
maneira
mais
acabada
e aprofundada
o pensamento
clássico,
sendo, portanto, o principal
representante
desta teoria.
«~)
R IC,!:j!:::DO , D<3.v:i.d.Princ
ioi as de economia
pol.T.'f.-.ic.J.~ I"
trib
ué s-:
;;:1:/0 .
2. ed . S~\c) Paulo,
ttbd. '1 Cu 1t u r a 1, 1.979.
p . í.::!:''i9
.
(Os Pen s a-:
do r e s )
(3)
fUCAI:~DO,
p · í.~
!.)C1' •
(4) rnCARIrO,
D.
Pr iacsei
o«
de
ecoaom
D.
Pr in c lp i
0'5
d12:'
ec on omi
D.
Princio
D.
Pr i tu: l~l.i o-s c.1
econom i s poIlt
D.
fir i nc lp.i o s de
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(6) R ICr-d;:DO ,
i os: de econ am is
pollt.ic'l/
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p · (.~6e,.
RICARDO,
(7)
1:.":!
i c:e e
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tribi.da{,7ãcI.
tr.ibat
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..::11,,:·.Jro.
,""\ ~::. ('0\
p . C.·.•I "
(8)
das
DO,
«(,.:'
•
Para a ilustraçio
das possíveis
variaç5es
do valor a partir
diferentes
composiç5es
e durabilidade
do capital,
ver
RICARD.
{"r.iflclp.io'5
de e conom i s ssol itic:« e {rib~.d,;;,>;:ú'o.
p.26!;,'j"-76.
Cf. F(ICAI:::DO,
D.
Pr i n cio i a-s de ec on omi s poIll~.ica
e r riburs-:
{i~$o.
p.2?0.
(10)
RICARDO,
D.
l';';'1J"
in
RICARDO,
D.
[-'I"
inc .l'f-'.ios de econ omi e pollt.ica
RICARDO,
(.~B4.
D.
Pr: i n c ip i
~·l'l(:fi
I•.
o '5 de econ omi a ~';tolit ica
t.' r i i:J u t' ..::J. ~-: •• :rJ_~~
~t
P. í:?60.
(11)
p.;.~83.
(12)
p .
0'5
de
economia
t.. r iout: ,9.,;,·/{o
J.::'
pollt.ica
t ri b u t· al,,~',~'o
~~\
<1.:3) "As s m , a taxa de Luc r o n a aSl-icultul-a,
que pi-oduz o me i o de
subsistincia
para os trabalhadores,
determina
a taxa de lucro par a +':c)da:r.\ e c onom t a." ROBINSON,
.Joan & Ef~TI,.jELL., John .. Lnr r oducéio
A economia.
Rio de Janeiro,
Livros Técnicos
e Científicos,
1979.
p.2l. Para uma ilustraçio
grifica
da teoria da produtividade
marginal decrescente
na agricultura
formulada
por Ricardo,
ver HUNT.
E . 1(. h'i s toris:
do pen"::7.::~m':.:·nt"
o econômico.
4. e d . R i o d e .
.Jan e i 1-O, C:i:\m
....
pus, 1986.
p.113-4.
í
Cf.
P . 29(4····(.~.
( j.:','j )
R I CA!:::DO,
1:1.
Pr: fie ip i ae
fU Cr.tI:::DD ,
D
Pri n c lp
RICARDO,
D.
Pri nc:Ú',l.i oe de econom.ia
!:ç I C l~tÍ;:DO,
D.
rr incio
FHGttRDO,
D
Pri ncio ioe
d e e.' c on
fUCARDD,
D
Pr : fie lp.i os
d e econ omis
...".,,;;-
p · 1::.']', .
<1.6)
P
t;:J:CARDO,:O.
de econ om i s
(j.4)
tj~./~/~:,.
· ";)Qq, .
Princioioe
de
e c on omis
po li
e o txtic
s
t· .i c.r~ e
i o e de econam i a pollt.ic<51.
·!E'
.(-,
U.7 )
p · t.:~(?9 .
( 1.8)
P .301.
(1.9)
p .299.
(20)
pollt ic s e
uts»
t" ri bi..d
t· ri
ô
.9.J;,·f.to .
u t" a";:·<I~'f.'}
t.. ri tr« t" .:>!"':- //0
~'?
fr r i 'b U.:f .:X{,7.EU:J.
r.'olltic~":J.
.f::
tr.ibat·,~",:-,~t,::.!.
pollt
-t::'
t" .,..i b u 1.'.::~{~...~Jo.
io-s de ec onom i e j:'ollt
f:N17 .i a
,,;:' trib
ic s
.i.!;,S!
1
.'.1
p . í.~99.
(21.)
A produtividade
dos produtos
manufaturados
origina-se,
para
l~:i.ca\·do,dos ··ape\-·f\~j.ç:o<!I.m('i:nto=.
da ll'i<lqu:r.n<.,\"i.·:\,
p~:·~l<:!.1\'l('i:lhCl\d v ís ão
e distribuiç:lo
da mlo-de-obra,
e pela
crescente
qualificaçlo,
c i.e n t :t+'ic<., I:;'" técni.c~!l.J dos p\-odutç.l\"e~:;."
FnCtf.ll:xnO,
D.
Principia::;;
0"<::,
ecaaom i s
pollt:iea
ê' tr.ibat.:;;I.,,;:·ão.
p.29So'.
Po s t e r Lo r rne n t e , no C<:'IP:í,-·
í
tulo XXXI, acrescentado
à terceira ediçio dos Princípios,
Ricardo
:::\
sstune
que
~\ E~XP an ~d:\c) d o c ,,\P i t <:'11 at r"wés d a "ma qu j. n a lO 1::\ é
·f r e-:
qUentemente
muito prejudicial
aos interesses
da classe dos trabalhadores",
porque pode trazer consigo
a diminui~io
da procura
por
m~o-de-obra,
na medida em que haja reduç~o
do rendimento
bruto,
t o r n a n d o a ~;s li! a p opu 1 ,,\ ç: ~"io l" E~d u n d a n te. R I C A FUI
D.
F·'r .i fi C iF' i o s d €:'
economi a pc; li ti c.~ l::' t ri ba t ,":J.(,~a'a .
p . ::344 .
(22)
"Com o b a r a....t eamen t o c on s t an t e d a s mer c ad o r a s manu+a t ur adas
e
o seguido
encarecimento
dos produtos
primirios,
decorrentes
do
progresso
da
sociedade,
surge, a longo prazo, tal
despropor~io
entre seus valores
relativos
que, nos países
ricos, o trabalhador
consegue,
com o sacrifício
de apenas uma pequena
par'te dos
a1in e c e s a d a-'
mentos,
atender
generosamente
a todas as suas demais
de~;." RICARDO,
D.
Pr incYei o« de '.::'cono,w.iar:'ol.l.'t.icz~
e tr.ibut.2{,;-Ha.
ü
í
,
í
í
(23)
j;:ICf.l!:~DD,:O.
Pr incio
io«
de
pol/t.ica
ec onomis
e
f."r:ibu{,::.!,.i:·,~'o.
p . í::99.
( 2·~) .. Q u c\n cfo o P I" E~ç: o d e m E~r c:a d o d <:\ m~{o ..
d e ....
o b r a E~X C e d e o p r e ç: o n e
tural,
a condiçio do trabalhador
é prdspera
e feliz, e ele
pode
desfrutar
uma grande
quantidade
de bens necess~rios
e de prazeres
cl <":\ v da, ,'2", por· t: an t C), C r· i a I" uma f<!\1T! :í.1 i a ·:;;;·:\ud li '-./(::..1. \~ n ume r o sa.."
fnCAI;:1)O, D.
Pri nc ioi o« d~q'ecoaom i s polú·.ic:,-~ e.' tr iaut: ..::~~·â'o.p.~H~0.
( 2 =5)
" I~~" S :i. m, ~:;~~ c #. U 11!e fi t o d e c ::~.
p :i. I:: .:1. 1 -Fo lO 9 I" a d u •.:\"1 e c: (J n ,:"I:: :::1.n t I:;: )
"I.
demanda
de
m;o-de-obra
pode estimular
continuamente
o
aumento
POpul.<":\c:i.onal."RICAj~))(J,
D.
Pr.inci.'p.io1.'
de e con ami a pollt.-.ic'::/
e
l _.
0
í
lr.ibi.da,:f.tl":,'.
P .300
( í~6)
,
r;:,I c r.! F.:DO
Pri ncit» io-s de.' €I~::-onom i 10;!
D
p . 30j ..
(27)
I;:I Ct:IF':D(),
D
p . ~306 .
(28) Para efeito
HUNT,
(29)
p
Pri tu: if'.i o-s
de uma
E. K .
H.i"f:it."dr.ia
R ICAf-i:D(), D.
F'r
RICAfUI(),
D.
ecf...•
nom ie
ilustraçio
li.!' i C ...
=i. ~r
~:I~-:,\
l.l
grifica
't: ic ..
~!{
a este
do P!::'n::;~.u.,)·>.? ••.t t:o ecaaâmica . P.
inciei o-s de economia
pol.z't.ica
.::H4.
(30)
t7'J.:E'
(.10
F'r.inclp
j.
t r i ou .r: a{~·â'fJ
tri
·!Et
ou f." ..":J.{,r..fú;.,
respeito,
ver
L3·-7.
trib
€:'
ioe de.' econom i ..
":Io
po I lI.· ic e e
at s:•.•....
,~'D·.
t" r iou
t su•....
.flo .
p . :3~.~.).
(~ij. )
•.Est
a t E~ndÉ~nc i a, c:orno se +o ss e uma :;;1\" av i t a(;:
ão d o s Lu cr o s , é
felizment:e contida,
a int:ervalos que se repetem,
pelos progressos
da
maquinaria
usada na produ~io
de bens nec:ess~rios,
assim
como
pelas
descobertas
da c:i.incia da agricultura,
que nos
permitem
prescindir
de
uma parcela
da m;o-de-obra
antes
nec:essiria,
e,
portanto,
reduzir
o preço das necessidades
b~sicas
do
trabalha-
clo r
RICAFUIO,
D.
P . 31.~.'5.
(:~2)
j;: I CtCü,:DO, D.
v
"
(3~~;'
H(j
l..e
sult
Pr.inclp.i~,s
de
Pri n ci'tsiot: de
ad o
tJ.nal
(C)
es
ecanom is
pol.z'f.·if::':.x
e
{r.ibaJ~·2u;..,~t.!:J.
econ omi s f'ollt-.i.!:a ,"'
t ado
e s t ac
í
on a r f o
i!.~
i r iaut: ..S1~""':~'O.
ad I ado
pel<:'v::>
novas invenç5es
e descobertas,
que elevam a produtividade
do trabalho,
mas
a opinião
de Ricardo
é de que ele ser~,
finalmente,
a I c an c ad o . ,.
PAS I h!ETT I, Lu:i.~:J
i L.
Cr eeci men to e
di « t ..
"i b ai I>:·~ra de
ren d s .
~~~:i.o
d e .Jan e ro , Zahar,
j. 979.
p . ?-·H.
Já Hunt entende que a opiniffo de alguns historiadores
sobre
a previsão
de um estado estacionirio
por parte de Ricardo
baseias e num mal en t en d í.d o . HUNT, [.1<.
Ht etár: ..
~ do pen~:'i,:wr{::'lito econ âmi-:
.:::·0.
p . i ~i::~0··4
.
( ~~4)
R I Cl~!;:DO, D.
Pri fle.z'p.i o-s de economi ..9. po ll.t i C ,":lo .8' t ri b u t." .EI..~:·i:tf:) .
í
P . :] j, í'j" .
206
(35)
Na medida em que os melhoramentos
na agricultura
podem ser
permanentes,
modifica-se
completamente
a tendincia
dos componentes da distribui~io
funcional
da renda. A este respeito,
a interpreta~io
de Hunt i de que Ricardo:
., e s t a v a ,
s :i. mp 1 E~Sm(;:'n
t: i.~~, t en t an d o P e I" ·;:;u.ad
Lr O';;; 1.';':~:::J :~. '":."i. ,:t.C! or (~..;:;
a aceitar o fato de que os interesses
dos proprietários
de terras
se
opunham
a ambas as fontes de melhoria
do bem-estar
social
e
econ6mico
da Inglaterra.
A oposi~io dos legisladores
à livre importa~io
de
alimentos
era óbvia. Ele tamb~m argumentou
que
os
aperfei~oamentos
da tecnologia
agrícola
teriam o efeito imediato
de diminuir
o trabalho
incorporado
aos cereais e baixar os preços
agrícolas.
O efeito imediato
seria uma redu~io da renda da terra,
mesmo que outros aumentos
da área cultivada
pudessem
acabar recuperando
ou superando
esta renda. Os proprietários
de terras,
de
modo geral, se opunham a qualquer
coisa que baixasse
imediatamente ::\r errda."
Noutro trecho Hunt diz:
"Sua t e 01" i "I. n ão e ra uma t e n t a t i va de PI" e ve r o qUE~, d e f:':l.t o,
iria
acontecer
no s~cul0 seguinte.
Era uma tentativa
de influenciar o Parlamento
em quest5es e políticas
que estavam
sendo debatidas
na época. Ricardo
queria, particularmente,
ver abolidas
as
l e s dos c e re a s;"
HUI'-I.T, E .1<.
Hisr ár i«
do pens-:xll:f::'rif."o econ âmi c o .
í
í
p . 1:::;:3'-4.
(36)
p.4:i.
MARX,
Karl.
ti capital.
8.eel.
Sio
Paulo,
Difel,
1982.
v.i.
.9.
.
!1AI::':X , 1<.
ti C,9.p.U::Ed.
v.j.. p. 48··
p.42.
(38) MARX. K. O capital.
v.i.
p . 4~j.
(39) MARX, K. ti capital.
v.l.
está
Quando
Marx cita a palavra valor sem especifica~~o
referindo
ao valor de troca.
(40)
"Tempo d e t rab a Ib o s oc a t men t e n ec e s s r o é o tempo d e t r abalho
requerido
para produzir-se
um valor-ele-uso
qualquer.
nas
condi~5es
de
produ~io
socialmente
normais,
existentes,
e com
o
9\"<lU social médio d e de~"ti"I:~Z,l
e Ln t en e id a d e do b"::"~.b::":\1.ho."
í11~!~~X,
K. ti capital.
v.i.
p.46
(41) MARX, K. O capital.
v.i.
p.49 e 51.
(42)
"Tr ab al ho humano ITIE~dE~""se
pelC"1d:i.sp.?nd:í.o
d a forl;:<:"\
de t r ab a lho
simples,
a qual, em média, todo homem comum, sem educaçio
espec al • po~>sui em seu o r s an smo . O t rs õs I h a ~;.imf.'I~::·s·méd.io mucia o e
caráter
com os países e estágios
da civilizaçio,
mas i dado numa
determinada
sociedade.
Trabalho
complexo
ou qualificado
vale como
t r ab a Lh o "t:;:i.fi1Pl/~~:; poé en c is da ou , an t es , 11ral(,".ipl.ic,~~do, d e modo que
ulTlaquantidade
dada de trabalho
qualificado
é igual a uma quantid ad e 1l'l<:Ü01" de t rab a Lh o ~.;;j.mpl(~~'5."
1'1Af~:X, j<.
O C<1;P.U~,'1.l. v
p.~5L
(43) Cf. MARX, K. O capital.
v.i.
p.53.
(37)
á
í
í
í
í
i
(44)
i'11!:tF~X
>
1<.
O C:,:N·'.i (,",'f.1 .
v.
j. .
P .47 .
í
•
Ser;.lU.nclo
l'i,u'x,",,\Pl"c)dutiv:i.clacle
do t r ab al h o é det:enninada pe····
las mais diversas
circunstincias,
entre elas a destreza
média dos
trabalhadores,
o grau de desenvolvimentq
da ciincia e sua aplicaçio
tecnológica,
a organizaçio
social do processo
de produ~~o,
o
volume
e a eficácia
dos meios de proclu,io, e as condiç5es
natur·:':\:I.-:;." i'1M~X>l{.
a c se it s i , v.~ .. p.46·"·7.
( 4~i) MARX,
1<.
() c,~p.i t" •..s l .
v. 1.. p .i 66.
(46)
MARX, K. o capital.
v.i.
p.187.
!~I
f Oi" (j: a d e t r ab a lh o é c omp r e e n d f d a corno o "conjunto
o as f aculdades
físicas e mentais,
existentes
no corpo e na personhlidade viva de um ser humano, as quais ele p5e em açio toda a 'v~z que
p i" 0<.1
uz va lo r e';:;""d
(~""\HH:; de \:Iu'":l.l qf..l.i.~l" espéc:i.
e ." 1"i!~F,:X, 1<.
{,;' cs pi ts l .
v.i .
:i. ~3íT .
"O val or da
p .
+or c a d e t r ab a l ho é d~:~b.;n"iTI:i.nado como o de qu aI ..·
quer
outra
mercadoria,
pelo tempo de trabalho
necessário
a sua
p l- o d UI;. ão
E~,
P o r c on se qUÉ~nc i <:1., a í"U:':1 1"E:·p·roeluc ãD . .,. D t emp D
d E~
trabalho
necessarlO
à produção da for~a de trabalho
reduz-se,
portanto,
ao tempo de trabalho
necessário
à produ!;.ão desses meios
de
subsistincia,
ou o valor da força de trabalho
é o valor
dos
meios de subsistência
necessários
à manutenção
de seu possuidor."
l"Í('~F,:X; i(.
tJ c,::1p.u~al.v.~ ..
p.i9i.
(48) MARX, K. O capital.
v.i.
p.234-5.
(49) MARX, K. O capital.
v.l.
p.363.
(50) MARX, K. O capital.
v.2.
p.585.
(5i) MARX, K. O capital.
v.2.
p.734.
<52) MARX, K. O capital.
v.2.
p.739.
(!53)
Com a tn t r odu c ão d a ma qu n a r ia : "F'íc am í5('2'ITI emp'"f~~:10
n ão ~:,ó o'::;
trabalhadores
diretamente
expulsos
pela máquina
mas também
seus
sucessores
e o contingente
adicional
que seria regularmente
ab::,
o r v :i. d o c o rn a e x p =i:H'1
sã C) o r d i n á r j. <!I d o n e g Ó c io e IYl sua b =i:\
S E~ =i:\
n t i s <:( • "
MARX, K. O capital.
v.2. p.742.
(~.i4)
"Na ,-ealidade, a quantid<:\dE~ d e n a sc men t o s E~ ób ít o s e o t a-:
manho absoluta
das famílias
está na razão inversa da nível de sal~rio
e, portanto,
da quantidade
de meios de subsistinc:ia
de que
di':5pc;(~m
::,.~;;
d ve r s a s cateSj()j":i.<~.':5
d e \::\";J.balh<!\do·(f~·";."
l"'i,~HX) i<.
{.1 ca ....
pital.
v.2.
p.746.
(55) Cf. MARX, K. O capital.
v.2. 1'.743.
(56) MARX, K. O capital.
v.2.
p.726.
<57) MARX, K. {.1 capital.
v.2.
1'.727.
(58) MARX, Karl.
O capital.
3.ed.
Rio de Janeiro,
Civiliza~io
Brasileira,
1980.
v.4.
1'.242-3.
(59)
CC>ln
C) de s envcl v ment o d=i:\
produt:i.vid<:\ck: "Embor a d m nua
a
totalidade
do trabalho
vivo adicional
nela contido
[mercadoria],
aumenta
a parte nio paga em rela~io
~ paga, em virtude
de
queda
absoluta
ou proporcional
da parte paga, pois, no mesma
processa
de
produ!;.ão que reduz a massa global de trabalho
vivo
adicional
encerrado
numa
mercadoria,
elevam-se
a mais-valia
absoluta
e a
relativa.
A tendincia
de a taxa de lucro cair está ligada à tendincia
de subir a taxa de mais-valia
e, por conseguinte,
a grau
de
exploração
do trabalho ....
A taxa de lucro cai n~o por
tornar-se o trabalho
mais improdutiva,
mas par tornar-se
mais produtivo.
Ambas, a elevaçio
da taxa de mais-valia
e a queda da
taxa
de
lucro
são apenas
formas particulares
em que se expressa,
em
tE~r!TlOS
t t
t
P\"odut:i.v:i.d=i:\cIE~
t
do
t
MARX, K. O capital.
v.4.
1'.275.
Steindl
também
chegou a resultado
semelhante
no tocante
à
evoluçio
da
parcela
das lucros e das salários
em
Marx,
ver
STE:INDl, ,J.
[(;::\1"1
11al"xE~ a ac umul ac âo d o -cap:i.t:al. In: HOI;:Of"JITZ,
)) a.v 1.d .
( o I" g .)
/~ fr:' C 011 l'J/1T.i "~ made r n a e (] [IY.'~r :-0.' ~':imo .
R :i. (:I d (~ ~l<,.IH2' :i. 1- o ,
P . r... ~').:J.
Zah ar , j. 97e?.
Ur b ...
::.! l1 i
a ..,,:'
...
~~~,~!? ~:.u s t: o d ~~' J" J'=' ....
(.!€~'"
t amb ém VIEIRA,
Cláudio Afonso.
Paulo, IPE/USP, 1984.
p.67.
f.." l"fJl.fllt~"·.~;I.' I.i..:.~
(nota 6).
Distribuiçio
de renda: uma
(60) BELLUZZO,
Luiz Gonzaga de Mello.
Ricardo
& TINELLI,
Arthur
vislo
da
controvérsia.
In: TOLIPAN,
(47)
í
í
í
í
c
ae
í
a
í
s
a
s
,
í
í
c\
c
r
e
s
c
en
e
r
ab
a
l
h
o;"
•.•,.".. •• 1-·
A":?"
C;ar 1 os.
(1..71" fi~·_).
l~ t": on t rC.")\I'ê,ir::7.i a eot: .'-t:' di s .t· t: i b u i .~:'
..
f/.!, de rend« -!:' 1.,1"Ji.:'-'
::;;enva 1 vi aten {o .
2. e d . !=i::i. o Ô e ,J II 1'1(:: i ,..
o I Z:::\h:.:-\
1-,
1.97~3 .
p . 1.8"-f:~~.:S.
Ver t amb ém SILVA, ...
José Fi-=i:HH::
r s c o Gl"a~d.ano d a .
]'nter~"rl.i:'ta'T:-.ff.CJ
criii c:« de
,\\!lgi.(f1~'5 r ecen t e e e:;;t.·udO~1 :·:;·obre disi: r .ibai{i:·Xo
ds ren ds
110
.Brasil.
F'irac:ic:ab=i:\,1974.
p .~~:3-?
(Di~,s€n-taç:~{ode l"iE~·::;tr·2\dc>
ESI~i
.Q/USF'
..
)
Para
a tentativa
de uma proposta
de soluçio desta questio formulada
por J.B.Clark
e E.vonBBhn-Bawerk,
economistas
neoclássicos,
ve r HUrH, E. K . Histáris
do p~:'n"i:;·.sment
.
o econâmico
.
p . 33B···-42.
«(;, l. )
"A·s +o rc a s d e me rc d.eI o d ~.;l::I" ibu ir :i. am os \-eCU1-sO~:J.
d ~:\ me 1h or
maneira
possível
entre os diversos
usos alternativos.
Dai o conceito
de distribuiçio
da renda baseado na justiça
natural.
Isto
~, a contribuiçio
dos trabalhadores
para a produ~io
se refletiria
nos
salários,
enquanto
que a contribuiçio
do capital
para a produ~io
estaria refletida
nos lucros. Isso seria justo, direito
e
n:::\i:ul-al."ROHIi~~;(J!~, ..Jo an , Os pr·obl.;:::m::;.~.:;
.:1.;. econ om í.a mod e r na . C,~·"·
derna«
d~' op.in.i.fllJ,
S~\O P~:w.10, n.j.5, dez. 1.9791<:\90. 1.9B0. p.8.
(62)BELLUZZO,
L.G.de M. Distribuiçio
de renda: uma visio da controv~rsia.
In: TOLIPAN,
Ricardo & TINELLI,
Arthur Carlos.
(or9s.)
I~
can traveir-si ,,,,""501.7n,,' di :,:;f ri b ui (,:'//0 de ren de e de-sen '"Ia l vi men 1:: o. 2.
ed.
Rio de Janeiro,
Zahar, 1978.
p.31.
Para um bom sumário
da
distribuiçio
de renda na teoria neoclássica
a partir da obra
de
. ..1. B. Cl a rk ,
ve r
'"!U!~T, E.!(. His t dris
do
f'~:'n"!!;
..9.llrent"o
econ âm i co .
p.331-5.
Para as possíveis
conseqUªncias
do progresso
tecnológico sobre a produtividade
mar9inal
dos fatores de produçio
e sobre
<":1.
cí s t r í.b u c ão d e r en d a , VI:~i" J.JIE:IF:f.-l, C.A.
UrbarLf.·~'!.·a!j~,~'a e
cust o
de ,'"~'proda'i:.flo ~ia Por c» de trsb s Ib o .
p.3B.
(6~3) LEFTI,JICH,
F~j.ch,!\r·dH.
fi eisrem»
de [..'J""l::'(,-:O:·-; e a ,\'lloc,:.'l~;:·/i'o IÜ,'
recar-so s , ~j.ed.l-ev. S~~o Paulo,
P'íon e i r a , i7'79.
p.368.
(64)
Ke~nes denominava
05 autores
neoclássicos,
tais como Alfred
Marsha11
e Arthur C.Pigou,
de clássicos;
assim como tamb~m
incluia
nesta
classificação
D.Ricardo,
John Stuart Mill
e ~ames
i1i11,
vele KEYI~ES, ...
John Ivl::\~n<:u"d.
A teorie
g>::',"',~I •.io emp reüo ,
de}
.iur o e da
maed
s .
São P,lul0, AiJl-i1.Cu l t ur a l . j.9~3~3. p.:i.~'5.
(n o ..
··
t a 1.)
(65)
Exclui-se
neste caso o saldo comercial
do Balan~o
de
Pagamentos,
para
efeito de simplificação
da análise,
ver
DILLARD.
DLldlf:::J. A teoris
econ âmics de ..!ohn tf.~!.ffi.~rd l(e!.f(u~s·.
4 .E~d.
Sãcl
Paulo, P:i.QIHdra, :i.S'ü(.~. p.~33. (no t a í~)
(66) KEYNES, ...
J.'''i.
A tearis
gtn·,~1.l do eme resro, da Juro
.:i!' {.-la moede ,
p iD.
...J. 14 • Ir., teor i« gen:l.l do emprego,
.~' .~i.E.! moed»
do Juro
(67) !(EYNES;
í
í
P . (2-2, .
(68) KEYNE:S,
p . (.~(?,..
í
....I
.M
I:~ .f." eori
.~~,fjel-
..=3l1
do
do empr.s'go,
Juro
.!::t
~':la
1I1•..»ed«
(69) "Rec onb ec o , a90r'a, CIUE~ e s sa c on c Lu aão é mu t o sí mol e s , €:~ qU(~'
não
representa
um tratamento
adequado
da complexidade
dos fatos.
Todavia,
COntlnUo
aceitando
a estrutura
b~sica
do
raciocínio,
acreditando
que ele deva ser re-rormulado em vez de rejeitado.
Contudo,
proponho
que tenhamos
muita cautela e realizemos
maiores
investigaç:5es
antes de abandonarmos
a maior parte de nossas conclus5es anteriores
que, sujeitas
~s devidas restri~5es,
v~m receb en d o apoio ,:.~
t='1"ior.i
e sob r ev íven do , P01- mu t o s an o s , o f?SC1"utí····
nio
da experi~ncia
e do bom senso. Ofereço,
portanto,
para maior
investigaçio
científica.
uma análise dos elementQs
do
problema,
visando descobrir
quais os pontos fracos do raciocínio
anterior."
I(EYNES,
.J. l"j.
I~
t eari s ger,:.~l do eif!~"n~'!:70, do Jura e d,,:~ maeds .
apindice
2.
p.278-9.
Ke~nes ainda reconhece
neste artigo que o capítulo
2. Os postu1ados da economia
cl~ssica,
~ o que mais necessita
de revisio.
(70) "tq Pl"OpeIH)ão <:~. consumir
e o ní vel de) novo rn ve s t dmen t c ~ que
determinam,
conjuntamente.
o nível de emprego,
e é este que, cert al1l€:~n
t €:~,
cf e t e r iTIJ. na
C) fI:í. VE~ 1 cf e sa l:::\)i os re ai S ._. ri ão o
j. fi VE~r' so ."
í
í
!-(EYNE:f.L
p.33.
n
...J .I'L
Ver
nrd
teori
1:;\
tambim
{{e~t'n~E'~'!i.
P .
( 7 c.~)
l~
~:f~:;~~:::
111 j.:t J" t::' 9' ~:j
~:j ..i (.f "...::;,
.4 t" eor i ,;I. econâmi ca
de
ger,::d
I
D.
i.?4....!5 .
KE::n../ES,
.J.l'i.
(71.)
e
DILLARD,
ieoris
gl.:~ral
do
{~\(
emor ee a, do Juro
f.:"'
ff ..~ ..1~·
o ~::rd ..:.~.
...John 11:E1,
'::1-'
e d-!J.moeae ,
" o e mp r e 9 C)
só p o cie <:\ 1..\ mE~n t ar' s e h C) u y fi:~r U fi! 7.:\ U ITI';~~n t C) fi <:1. P l- o p e n _.
sio a consumir,
ou um aumento
na eficicia
marginal
do capital,
ou
uma d m nu íc ão da t axa
df:~ jUl"O'E',."
DIL.L.A!;~D,D. A tear is econâm i=
C"'!I de .Jabr: N~.~.~,.rj,!.~rd
{{e~t'nl::''!5.
P. 1.(14.
(73)
"Eu e n t en do , pOi-tanto, qUE~ um.:.s oc r a Lí z a c âo <:df,íO <:\IilPl:ct.
dQ~:,
investimentos
seri o ~nico meio de assegurar
uma situaç~o
aproximada
de pleno elilprego, embora
isso nio implique
a necessidade
de
excluir
ajustes
e fórmulas
de toda a espicie
que permitam
ao Estado
cooperar
com a iniciativa
privada.
Mas, fora disso, não
se
vi
nenhuma
razio evidente
que justifique
um Socialismo
do Estado
abrangendo
a maior parte da vida econ8mica
da naçio. Nio i a propriedade
dos meios de produçio
que convim ao Estado
assumir.
Se 0_
Estado
for capaz de determinar
o montante
agregado
dos
recursos
destinados
a aumentar
esses meios e a taxa básica
de remuneraçio
aos
seus detentores,
terá realizado
o que lhe compete.
Ademais,
as
medidas
necessirias
de socializaçio
podem
ser
introduzidas
gradualmente
sem afetar as tradiç6es
generalizadas
da sociedade."
Ke~nes sugeria
a socialização
do investimento:
"como
o
üníc o !TIE~ic) e xe qü ve I de e v t a r <":\ d e s t r-uíc ão
t o t al
das
instituiç5es
econômicas
atuais e como condiçio
de um bem-suc e d íd o
e xe rc f c o da Ln c t a t va indiv:i.dm:\1." !<!~:n'!ES,
J .1"'1. Á t".:::'o-·
ri ...
~~f}"~~tr
..~ l' do t~'lli'f.'r·~::'gJ.:"}J do ..iar o .!:? d..
:.:l
maed s , Fi . r.:~!5l)····~:r.
( 7 -4) .. i::' o r ou t 1" o 1 <":\ do, .:.
E~r i r.\ i m p r a t~ i c <:\ ve '1 o P or _.f:. e a q u a 1 que r
r e d ti ....
çio dos salários
reais que resultasse
de alteraçio
no poder aquisitivo do dinheiro
e que afetasse
igualmente
a todos os trabalhadores;
com efeito,
nio há, em geral, resistincia
a este modo
de
reduzir
os
salários
nominais,
a não ser que isto venha
atingir
níveis excessivos.
Todos
os sindicatos
oferecerão
alguma resistincia,
por menor que
seja,
a uma redução
dos salirios
nominais.
Mas,
considerando-se
que
os sindic<:\tos nio ousariam
entrar em greve toda vez que houvesse
um aumento
de custo de vida, eles nio representam
obstáculo,
como pretende
a escola clássica
[neoclássicaJ,
a um
aumento
í
í
í
í
ã
d
(J
VO 11"l.11'I''!!:
,,:\9 r' (:::~,;Ia d
.iur o
(J
de
í
í
('!:l\'!P
j-
(:::~.:j(J . ,.
K EYh!ES,
,.I. Io/j.
.é~~~.
(75) Na próxima seção que trata da teoria de Kalecki,
cita-se
um
artigo
de
Ke~nes,
datado de 1939, em que este
sugere
a19umas
quest5es
sobre a distribuição
funcional
da renda.
elrf(.'n:~!:70, do
(76)
C·r.
mae de .
(77)
(7H)
!(EYNEt=),
p . 24
HUNT
Cf.
1.::' d..
::~1l10ê.'1'f-!~.
I
....~.7j.
r::. K.
KEYh!E~L
~J.I''l.
Hie tdr
,J./vi.
p . 2~5~1
.
(79)
maede .
(f}0)
I~brj.l
(81.)
I~~!H'
i1
C·f .
p ,
1<EYI>J.ES ,
j.e'4
~J. M .
A teo
P
r ie
gl'::'rt~l
do
emer es a,
i» do pen$,~.'1~.:i:'ntoeconâm i c o ,
1:1 teo rie
gl.';"r~.~l da
l::'i1'I(..'I"IE'!.,/I'J,
A
gera 1 do
efIY,('.I
f: 1:.":'0 r ie
rego
do
.iar o .::;' d ...
~
P. -43~5.
do .iur o .:.'." ae
I
lo
•••••
Jura
e
d»
e j.!54"-~::i.
KEYNCS,
.John rh,:,!~n<":\\-d.
l'nfl.E1,>;:f:{o
'~:'
>."ie·f12l>;:,flo.
Cu Lt ur a L,
:L~;>7H. p.4.
(Os Pen~s::ldol-e':s)
l<ALEClO:,
l1:i.c:h<:l.1.
Teoris •....
I',";.! d.in:!lllr.ic ..
~ econ âe ics
Cu'1 t ur a 1, i ?7G .
p . !::i6 .
(Os F'en s aco re s )
S~(o
.
Paulo,
siQ Pr.\u1.o,
As palavras
entre colchetes
referem-se
a acriscimo
feito a partir
do cenfonto
da ediçio
em portuguis
com as ediç5es
espanhola
e in9 1 €.~S~\ .
Cf .
K A L. E C~i< I
-Mi c h a 1 .
Teo r .{~~t.1·1.!:1 I ..
::.!
di r1 ..::!lti.i ~:.,:x
.!~'.!:'on f:Jny i -!:"~ .
Mixico.
Fendo
de Cultura Económica,
1956. p.13.
KALECKI,
MiJ
i?'j.0
c:h al . ,';,:e 1 e c t: e d l"-' ~:i)::;
,:II~.>"~;011 {:.tn'! d::f n,~ ifi i c::; o f' (- tnl,' c.~p i t ,~
1 i :.::;
t: I? C017 om.'f ,
i o;'5':;'_ . i >;'7r:J .
Camb ,- :i. d 9 e,
G 1"('!::.\ t :f.{ r :i. t ::\:i. n
C:C'.m b r :i. d 9 E~ Un:L VE~l- s t::,1 Pr E~S':' >
1(;'7
:i. .
P . 44"-!5 .
(Bé.::) I<AL.E: CI<I,
I"í.
Te or is
~-:lad.irdimica
ec on dm i cs , p.;:i::r.
( B~)
,, E:m '( e s u mo: a p a j- c e 'i. <~ j" e 'I. <:\ t: :1. v '':l. d o ~; ~.;;
,':1. 'I. <':Í r :i. o S ri o
V'';l. i. o j- a s r e 9 ::':l. ••••
J
J
í
do da ind~stria
manufatureira
~ determinada,
nio só pela composi~~o
industrial
do valor agregado,
como pelo grau de monopólio
e
pela razio entre os pre~os das mat~rias-primas
e,os custos de sar,
.
1.á 1" i os
p 0\un d ad e ."
I{ AU:C!< I, I"i.
eC0110tflJ. C,'ii .
í
p.71..
(84)
K AL E:C( I,
M.
Teori .:.~da di n,~'l1rica econômi c·.:~. p . 71 ..
(f.3;:.'.i) i<('~I...E:.C!( I,
I"i.
Teori a da di n,§l7ri C,:.~ e con âm: c<.~.
Fi .72 .
(86) KA!...i?:ct< I, 1-11.
Teo ris
da d.irdi'nr.ic,~ ecoaâm ic s ,
p . 7í?-<~.
(B7)
K Al...EC!< I,
I~i:j. c h '':l. '1..
{:'jre~:jc.i
111l11'f1 t:a e c i c I a d,:.~:::i economi ,'!<:'5
listas.
2.ed.rev.
Sio Paulo. Hucitec,
1983.
p.100.
(88) Estas propostas
foram apresentadas
anteriormente
nos
~.:;:al.:1.··I"ic,t5n om in s i e: e I"€:' ..s i e E~ ("'I"I,:~S' csmiabo«
~:'.aí··'\.~~
o ss l etro
J.:rfr!(.III"'~7g0,
publicados
em 1939 e 1944, respectivamente,
e transcritos
na co1 e t â n e:c~
le~kJ:
o r' 9 a n :i. z a d :::\ p o r
Jo r 9 e
!"i j, 9 1 i o l :i..
C·f.
t{ A L.E C K I,
M :i. c: h a 1.
8'::.>--
economia.
Sio
Paulo, ~tica, 1980.
p.98-110
e 75-97.
(Grandes Cientistas
Sociais.
16)
<: 89 i
" I~~:;5 :i. 1\1, ::,~ P <:l.,.. C e '1
'.':1.
\" e 1::,~.
1::
i va d os s <~.1.
A'( :l. C) ';:; , qu (.:
r n (;)v". 1o 1" ::\ 9 re ..
gado de um grupo industrial,
quer na renda bruta do setor privado
como
um todo, parece nio apresentar
flutua~5es
cíclicas
slgnific a t j,'·./as."
KALECI<I>
h.
teoria
d« dirliim.ic,'X
ec onâm i c s , p . ?:i.
(9(1.':'
í<EYI'-IE:S, J.!"i.
I:~ teari
,:.q ger,\~ l da
emprego,
do .iur o e da mo ede .
apindice
2.
p.285. Para uma crit:i.ca ~ teoria de distr1bui~io
de
renda de Kaleck:i. e a posi~~o de Ke~nes sobre esta teoria expressa
no
Cltacto artigo, ver
GONZdLEZ, Manuel Jos~ Forero.
Preços
e
distr:i.buiçio
funcional
da renda: a perspectiva
de Kalecki
e uma
t n t e r ven c ão
de
Ke::,tnes.
Esf.'ados
E·conó'lIr.ica-:"
B:i~o f'<:'Iu10,
17(1):105-18,
jan./abr.
1987.
(<;"j.)
K ALEC!( J:, (1.
7",":'01" i a d,:;!. d.irdilll'ica
econ âm ic:e .
p . E50 .
(92) Os
lucros brutos incluem deprecia~io,
lucros nio distribuídos, d:i.videndos, saques nio operacionais,
aluguéis
e juros.
Cf.
i(1~LECi< r., !"j.
(93)
I<A L.ECl<I,
rili'Ori,\'l
!-'i.
d,\'! dil1§fi1.ú::,:.~ econ âmi ce .
p . iY'i.
r i s d[.~ dirJ.Éi:m.ic...
~ econdm i cs , p.t::6.
Teo
(94) Em alguns art:i.gos Kalecki subdivide
a classe
capitalista
entre rentistas
e empres~rios.
<:9~:5) I(P11...ECi<I,
t"i.
Te ari s de d.in,:imic,:;!. ecanâmi
cs ,
1=>.87.
(9t)
11IGL. I DL.I,
....10\-9E~.
ÁCWIW l.:;!..~:·Aro
de c:<.~,oi
t ..
~I .!:? dem ..srid« ef'.:?L~ V"~ .
Sio Paulo, T.A.Queiro2,
1982.
p.250.
(97) Ka le c k em Sf:'U t vr o de 1.(;;':39, E:)'!jS,:X.':I~:; in t:he .f.'b€:'or~ of' ·$'COtlOmic
fluctuatians, entende que Ke~nes admite a teoria neocl~ss:i.ca
c! os s a 1á 1- :i. 0'5;. Após e xp 0\- a t (;-:'0\- Ú\ n E~OC '.\~ '::;S ic::;:\
, !ü't 1E~C:k i d:i.
z : "l:: s t :;:\
é a doutrina
'clássica'
CneoclássicaJ
dos salArios
reais, e é adm ít a d a também por Ke!:.fnes."t ran sc r t t o em: !Ü~L:::Cj(I, l1.
K.':Ii.ll'::',_,,:k.i:
economia.
1'.99.
(9B)
KAL.E:CKI,
11.
üre ec iment:o ,o' ciclo
d..~)'!; ec an om i e e c,'XP.it.J11ist[.~s.
J
í
p , 8:i..
(99) KAL!::Cí<J:,
í
11. Cr,":'sciment·o
e
ciclo
d s e eCOtl0I11.ia~:.' t::ap.if.'<1.l.ista:::i.
p . 8(.~.
(i 00)
..qu:::\n
do a pr od uc in c:1- e 'f:' c;e , e 'i (-;,'v:c\m····'5>E~
0-::; P 1" (:~~: C)'!:; d:;:\
s ma t ~....
rias-primas
em rela~io aos salários,
mas o 'grau de monopóliO'
se
reduz;
quando a prndu,io diminui,
os preços das
mstérias-primas
caem mais acentuadamente
do que os salários,
por~m o 'grau de mon op l Lo ' .::;€:~ aITlPl:i.:::I
....l<AL.ECt<I,
M. Cre'fi.'cÍlli·€:'flto ,",' cicI o d s s ê'COlU) ....
mias capitalistas.
p.86.
ó
.-)
r:..
~ .,;
J .. 1.
f{lfil...ECí{ I , 1"1
( j.01. )
J.~••••~
(
'!fi
102)
P 86
KAL.ECl<I
)
M
GB
1.03) KALECKI , M
t.- .:!J s
P 86
{:·a"!3
(
li :::;
....
econ omi s.~::; (:" ,,:,~f..' i t·\~~~
Cre eci ment·o
~:,. ci c Io
l:I/ ...tE' ~:; t~'i fl1-!::' n t· o
.6:
c icl o d..::J.$
l:" C
i me n lo o
oi?'
~:
.i {::l.!';} das
-!::' t:' ~~1r.'o
p
.l:·I" €'
S' (:'
J
d.:"":l::;
o ri .:'J m : a ~:'
. cs ei t -,
'il I i s····
m i ..E~S'
cs» i
(-..
·u ••,~
1
l
.
.1-
s· ....
NOTAS
- CAPiTULO
(1) Taxas m~dias aritm~ticas
O
levantamento
empírico
teve basicamente
como fontes
simples.
das contas
primarlas,
2
nacionais
deste
capitulo
para o período
1970-79, o
/~nu.:./r.io
e·:;if."at:l":"i;t"ic(}
do Brs ei l l~;l~;l~tE:', p<":u-a
o período
1.980--90, a
re v t s t a CC}(1..iilf7t·ur.~ E-col1âliYic,\~ de julho d e 1.<??1..
r=("tssalt<3.··-,::;e
que os
dados apresentados
para o primeiro
período
foram considerados
como
definitivos
pela
Fundaçio
IBGE. Para
o segundo
período,
1.980-90,
utilizou-se
a versio mais recente e atualizada
das contas
nacionais
at~ o presente momento
(dez. 1991),
ver
FIBGE.
Contas
n s c ion s i e . R:i.c)
dr:.~ .J<":i"I?,::i.·ro,
5.991..
p.9.
(2) Deve-se considerar
que subsetores
importantes
do setor servi~os, tais como transportes
e com~rcio,
têm os seus comportamentos
grandemente
associados
ao desempenho
do setor industrial.
(3) Para o período 1960-83, ver LANZANA,
Antonio Evaristo
Teixeir a.. {}.iferef1ci,:.~is
de 1;~.~I,=lr.i~,~:;n,\1 ec an om i s b r s siLei
rs ,
üio P<3.I.J.lo,
IPE/UüP,
1987.
p.23-4. Para o período 1939-68, e tamb~m para uma
an I is e re s ona l , ve r
O!...IVEIF~I~,
Fv an c ís c o c e . /~4 ecan am i s da de=
pe.'odé·ncia
:impé'f"fé'lt:El.
4.ed.
[;::i.o
de
.Jan e r o ,
Gr'a::d, t9B4.
p . :39··-T5.
(4)
As percentagens
em valores correntes
podem subestimar
a participa~io
relativa
de cada setor no produto,
especialmente
para a
ind~stria
em funçio das var:i.a~5es nos preços relativos.
(5) ver
SILVA, Salomio Lipcovitch
Quadros da.
Sistema
financeiro:
participa~;o
na renda, funç5es e disfunç6es.
In:
CAMARGO,
.José i'hircio & (HAí\iB:r.I~GI,
F~".l.b:i.o.
(I:W~JS.)
lJú:j,,":riba.i(,:·/{o
de
renda
na Br e e il , l:;::i.o de .Jan e ro , Paz E~ T e r ra , 1.99j. .
p .f::Q.\;7-:F.
(6) Sobre os conceitos
das contas nacionais
e especificamente
sobr e
os f,;€n-v i ç: o s d E: :i. n t e r me d i a c ~{o t' i n an c e i 1- a , VE~l- F IBGE.
S'i ~:;
t: ei1:'·2t
de cont s e n s cian sis: con ea li deds e ..- Br'.:t-::;:l")..
Fi::i.c) dE2 .Jan e a r o , a90.
1.9B9. p.39-42.
(1"E'xtC)Spara Irí scu s s ão , 1.7)
(7) A este respeito,
ver
QUADROS,
Salomio & RODRIGUES,
Maria Cecília
Prates.
As contas nacionais
e a queda dos
investimentos.
COI1Jal1t(.ír,~ E~:·ol1ôlIT.ic.!.~, F'::I.O
Ô~~ .Jau e ír o , 4'3(j.l.):j.6····n,
novo í<1'09.
FJ.f.{(·'E:.
t;t{.")ilt ..~':.; n ..
s c ion s ie . p .3.0· ..·j..
(8) Para o estudo da composi~io
do investimento
do setor p~blico,
bem
como os efeitos encadeadores
que este desempenha
para o conjunto
da economia
no períOdO 1974-80, ver
REICHSTUL,
Henri Philippe & COUTINHO,
Luciano G.
Investimento
estatal
1974-1980:
ciclo
e crise.
In: BELLUZZO,
Luiz Gonzaga M. 8 COUTINHO,
Renata.
<: o r 9S . )
lh::'sen VD 1 vimen to C.'ifp.i t ..
s I .i s t <;I. n o Br s eiI , 2. ec!. são F'aulo, Brasiliense,
1983.
v.2.
p.38-58.
(9) A respeito
da participaçio
deste segmento
e do seu posicionamento polítiCO
na d~cada de 70, ver
MANTEGA,
Guido & MORAES, Marla.
Tendências
recentes
do capitalismo
brasileiro.
In:
o
j:'k' fi tini 1,\1 ~~ ita 11T0f1 op o I .i :.::;t ~.~
e c r .i ~,jI'""!!I' na B re si 1.
Fi::(. o d (~ .Jan eí r o , P ::3.Z e
Terra, 1979.
p.83-106.
(10)
O coeficiente
de importaçio
est~ sendo influenciado
pelo
crescente
aumente das importa~5es,
ainda, ne períOdO
1972-73. As
importaç5es
em 1972, 1973 e 1974 foram de 4.235, 6.192, e 12.641
milh5es
de dólares,
respectivamente
(ver tabela 2.6.). A triplicaçio
das
importaç5es
entre 1972 e 1974 deveu-se
à forma~ão
de
estoques
especulativos,
~ quadruplicaçio
dos pre~os de
petróleo
e,
-::;l=~gli n do SI!!'rT::\,
~'\-:;; ••d (;.~sp"r
OP or ç: 5E~'5 n o c r' E:~>C l.
men to dur an t: e o c
elo expansivo.
que tenderam a elevar fortemente
a demanda por impod:::\ç:ê>es de b en s de pn)du(j:~~oI!!' a c r i a r UITI<:\ t0:nd0~nc:i:;:t
es tru turs I
<'. um c 1-f!:~SC~,:n1:'2 d é f :1. c i t c omer c :i. ::~.1
." BEI=(F':11.,
.Jos
C:i.
c 1os e rl"Iud ::3.11 c <":l.-::;
á
í
í
í
í .:
é
•
_.
estruturais
na economia
brasileira
do pós-guerra.
In:
BELLUZZO,
COUTINHO,
li:. (Qi"gs.)
Deeen vo I v imen to
csoi ts l iet:«
no
.b""!,I" ••esi l,
p.i.e·'7'.
S(~gl..l.ndCl
CI"U.:ir., "0
t ern "p('!:!::r'ól~7~0e d e r íva •.do s '
responde
por 50% do acr~scimo
do valor das importa~5es
em 1979 e
p o r 71.,4% d o ac I" ésc :i. mo v e r :i. '1~i c a d o em :i. 9B~1." Cii:UZ,
F"":l.u.l0
D ,":I. V :i. cIo f f .
Notas sobre o endividamento
externo brasileiro
nos
anos setenta.
In: BEL"!...UZZCJ} L. G .11. 8: C O!..!
T II~HO, I~:. (OI"9S .)
õe een 1/0 l vimen
to ca .."
,',:·.it,"i(l.ist","i( ao Br.:;!'"f!;.il.
v.f:~.
p .70.
(11) A es!:e respeito.
ver o excelente
trabalho
de Castro e Souza
que demonstra
as condi~aes
necessárias
para esta mudança
qualitativa
no
Balançü Comercial.
CASTRO, Antonio Barros de
8: SOUZA,
F"r a n c 1.'::;c o E c!ti ;;U"' d C) P :i. r e s cf E~ .
A l=:' c onomi ,9. b 1"\9. ei 1.:::'i r ,9. ~.' l1Y msr c h ,'9, 'lo r>
çada.
2.ed.
Rio de Janeiro,
Paz e Terra, 1985.
(12) As fontes de dados para elabor3~io
das tabelas 2.5 e
2.6
sio
diferentes,
ocasionando.
às vezes, diferenças
entre os dadüs
apresentados,
mas entende-se
que as diferenças
devem ser mínimas
nio cümprümetendo,
cüm isso, as tendincias
para ü período.
(13) No capítulo
quatro, mensuram-se
as exportaç6es
por
gineros
i n ti u ~;;
t I· 1. ,":I. i s .
(j,4)
""1 e 1BI~EF.:,Mônica.
5il.
PetroPólis,
Vozes, 1986. Para uma boa análise
sobre as fases
do processo
de endividamento
externo,
a liquidez
no mercado
j. n í:: e rn B.C :1. on ,:-\
1 e o prücesso de estatizaçio
da dívida externa
no
pel"íodo 1.
968-8Jí.:l,ver
CRUZ, P.D.
Notas sobre o endividamento
externo brasileiro
nos anos setenta.
In: BELLUZZO,
!....G.M.& COUTI!'-iHO, R.
(or9s.)
De eenvo i v i aenro
cs oit s l ie ts: no Br~":{~:;.il.
v.E:.
(1.~'5)
SOUZlfi,
F':".ul0F':ena!:(J.auem f'~.~!l,:.~,;~ COi1t"~.'? São PB.U"J.O,
B·C<;i.S:i.""
liense, 1989.
p.34-7.
(16) Fluxos
de recursos a fundo perdido destinados
às
empresas
e s t a t a s 12 Pl·iv,:\d,":I.~;;'
f:i.n;!l.nc:eiras
ou n ão .
"r.nclul:(~m,
a í.n d a , o s a Ld o
das
arrecada~aes
anuais mais os juros e corre~io
monetária
sobre
a soma dos custos de administraçio
e os saques dos fundos, FGTS,
F'IS E~ PASI:::P."FIBDE.
.S'.i5!.·l::'m.E!de con t s s n s ci on s ie c on eo Iids ds e Br a s I . P. 80.
( j, 7) ..
r E~P I" e s E~n t "UTI j u 'f" o -;:j. cIa cf:í. v Ld <:1. E~><1: E.'r na , j U 1" C)'.:; s.; C) b I· e t:í. t u 1os d o
Tesouro colocados
no ex!:erior e jurüs sobre depósitos
registrados
em
moedas
estrangeiras.
Nesta variável
sio
incluídas
tamb~m
transferincias
tais como as contribl..li,6es pagas pelo país a entidades
internacionais
em fun~io de sua condi~io
de país
membro
L..G.M.
&
v.:í.
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clio
f.iru:lnceir.:.~
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e . 9 .,
O E I~I,
de con ts s
(18) Para
I~~en<i\to.
s Lt en se ,
(19) Para
B I )) ) B I F;:D,
F lo/iI)
1"2
,1i n d ,":I.
d o n ::3, t j. v o ',:>
• ,.
F I B GE .
S':l
5 t e lira
ns c ions i s con s o lids d.se _. Br as i 1.
p . 80.
uma boa expüsi~iü
sobre este conceito,
ver SOUZA, Paulo
O qa~' -g,)/o emo resio s €' ifj,9.1drios?
;:'i.ed. ~:~~{o
P::\u10, :t!r'a""
1.9B4.
o comportamento
de diversos
outros índices de preços no
períOdO,
tais como: IPA-OG-F'I, ICV(FIPE),
IF'C-RJ, ICVFA(DIEESE),
e INPC, ver apindice
V.
(20)
:BANCO CE1'J.Tr~AL. DO BRASIL..
Bo l e t. lm do j)'.::If1CD· Cen tr» l do
Bra""
ssi l ,
Bra s f Lia , E,'4('7):419,
s e t . 1.9t3~j.
(21) Para o salário mínimo real nos meses de reajustes
para o período 05/73
a 11/85
def"1acionadc pelo IGP-DI, INPC
e
pelo
ICV(FIPE),
ver apindice
V.
(2r..~) Ver
DIEESE.
Bol..:'f.·ltl1 Isie e-s e .
ano X,
n.t:L::?:!,
.i an . :L99:1..
í
p . ~l7""B.
(23) A exemplo da polimica,
ver a19uns artigos reunidos
em
TOLIF::i.c ,3.\·di o 8: TI i'JELL. I,
I~\· t h ur C,':\ r 1 0',5 .
(ar 9 s .)
I!~ c an f.' rovdrs
i. ,::1
eob r~? di 5 t' ri bui ~:...
~J.!.., d'e ren d s -!:: de sen \,.'..(::'1 I l./ i sten to.
2 . ed .
F\ j. o d €.~ ...Ja-·
nelro,
Zahar,
1978. Ver tamb~m RAMOS, Lauro R.A. 8: REIS,
Jos~
F'I~I'Í ,
2j.4
.' 1..1. :I., (i: ao
,...
b·:~Ól":i.c os e o
r.t""1 S t. )" :I.tI
Gui lh(~rm",~ f.t1. me ül a .
da renda: aspectos
In:
CAI"if.!RGD,
F
.
( oro 9"", . ;r
B\"asj.l.
deb a t e
no
J.M. & GIAMBIAGI,
J..i:i i5 t ri b ~:fi ,~i:f() de r en {:f ..=J. 1"1~:, Br: ..:.~
-si l.
P . ~3~3
·····4 (:~ .
(24) Segundo
Reis e Barros, cerca de 85 a 90% da Renda
Pessoal
declarada
nos
Censos Demográficos
e nas PNADs sio
oriundos
do
trabalho.
Assim, o índice de Gin1 para o Brasil mede basicamente
a desigualdade
destas rendas. REIS, Jos~ Guilherme
Almeida & BARROS, Ricardo
Paes de.
Desigualdade
salarial:
resultados
de
pesqu:i.s<l~;;r ec en t e s . In:
C (.\11Al:;:80,
J.l'1. 8: GII~~l"jHII~GL
F.
«(ll"~I-::·.)
Di s.t r i fia i ,.:,~r.!":) de r en ds no FI" a ei I.
P .69 .
Os
dados da distribuiçio
pessoal da renda sio extraídos,
para os
anos intercensitários,
da PNAD que toma, como se sabe, como referincia,
apenas
um
mis do ano. Como na d~cada de
80 ocorreram
grandes
varia(i:5es das remuneraç5es
reais ao longo do meses de um
mesmo
ano, estes dados podem nio refletir
as m~dias anuais.
Para
a distribuiçio
pessoal no período
1983-89, ver
BONELLI,
Regis &
SEDLACEK,
Guilherme
Luis.
A evoluçio
da distribuiçio
de
renda
I:,·~n
tre
j.98:-:: e 198E~.
In:
C~\!"iAI~.~GO,~.1
.M. 8, CHr.d-m I !~GL F..
(c)\"fJ s . )
i.~').istTibü'iç.!:ro de renda na B,I",:.•.si t , p . ·1.:.:r"·é7.
(25) Para os dados anuais da reparti~io
funcional
da renda interna líquida urbana a custo de fatores e no PIe a preços de mercado
referentes
ao período
1947-60,
ver
BRASIL - MINIST~RID
DO PLANE"U:tl'lE:NTO
E COOi:;:DE:t-~i\Çí~o
EC(JNôl'ÍICI~.
F'ragralli',';!
de . ':~{,
....
,#'o l:?can/;;'mic,71
da
gov.s'rno,
J~'64-'J~;166 (~:;lrdG.'~'!iI:·O. B'casil:i.a, j.964.
p.:39·"4::).
(26) Pa r a ,;.c onc e t ua•.çf..{(J dest:,3. v:::l.i":i.,iv(~r.,
ver
FIBt3E.
S.i:::jtefll.~l de
c on ts s ns c ion si e con eo I id ..
~das _. Br a s íL.
p . j.~j.
ou FIBGE.
"'~iUl.:d·ri >.1 1.'.'.'5 t..,:.~t .t:.; ti .:::'0 da Br-i.~ei l .f ~~'~;I,~t
.
.FU o d e .Jane i 1" o, j. 99 j. .
p .!::j !.:56 .
(27) Para a justificativa
deste procedimento,
ver
FIBGE.
SistefIT•.~ de .!:~t:;lt1t:\~~
-:.; 11 a~:'i ~:;'/7 ..:.~.i'5 ~:='lJ(1S~:;f1 i. d ..~~.~i
..
=j :.:;'
••••
E~1- a ~5:i1..
p . 49 .
í
NOTAS
- CAPiTULO
3
(1)
Para
um maior detalhamento
das referidas
fontes no
tocante
aos objetivos,
histdrico,
metodologia,
conceituaçio
das vari~vels
ve r
a "1. m d as p 1- ÓP 1- :i. ai; pu b 1 i c <":1.>;;: :::k·:,::. F:r. HGE .
Pr i nci f',,~:i.:ó:; c,::!
r ':!lC l'erss>
ti c ..;I-:.;
d..::.l-::í
P€'i!iCi<.ii'::i.:.!'Ei
econ âmi cs e , $.!:JC..i.EJ..i-::i
I.i.!!-:.r",;i~-;'gr· ..::l·f:{~~·
..::~~::i.~;~:i.CI elE:'
.Jan e r O,
ou í:: •
:1.98H .
( Te xt os p a'!"
a Di sc u ,:;;,:;;~:í.o
v.
n üme r o
':;"':3Pe-:
c al)
FIBGE.
Pes
s s « con t lnt.i-2J."ii d,~
tris , fUo d e ..J<:lneil-O,
j an .
:i. 9f.3H. ( T '2xtO';::· p ::"~.
r'<;. D:i.
sc u.s·St~C) V. 1., n . t)
F IBGE.
Pe:'ii I~·a.i~::;a
i aaue tr i e I
men es I , Br·,,\sj.L cía d os fH':"r'aü;, i<?B!;5 E-: i986. l:(ic)
de ,.!:::\"n e rc , d e z , j.9t-l6.
FIBGE. :lnd:ices de produ(,:-Jlo in du-s r ri n L, séril:~':;
revistas
- 1975-85.
Rio de Janeiro,
1986.
(2) No
caso desta pesquisa
por abranger
apenas a indl..Ístria de
transforma~io
nio se considerar~
o ginero extra~io
de
mlneralS.
Al~m dos 22 gineros
industriais,
os Censos de 1975 e 1980
abrangeram mais dois gineros:
atividades
de apoio e de servi~os
de car~ter industrial,
e o ginero atividades
administrativas.
O ginero
de
atividades
de apoio e de serviços
de car~ter
industrial
ser~
incluído
no levantamento
empírico
para efeito de comparaçio
entre
os
dados de 1975 e 1980, j~ o ginero atividades
administrativas
nio
será
incluído,
visto que os dados referentes
a este
ginero
nio foram agregados
ao total da :i.nd~stria de transformaçio.
C3) 1.,i'2r FIBGE.
Es{~,'Xtlsl:'ica~:i hi.~:;t.·âr.ica~:i do Bra::;,·il.
2.f,:·d.
i~ü) (I e
..Janeiro, 1990.
v.3.
p.370.
(4)
t.,.1E-~1- FIBGE.
;;"U'f!it,",'lrta de c ont s e n s cion sis
con eo Iid s de e _.
Br'a-'
·::;:i.I.F'::i.() de .Jane r o , ::":\H(j. 1<",'89.
1=1.49.
(Te x to s P<3.·f"~1. D:i.·:-:;Cf..!.·
é
~t
í
í
í
aui
in
•
dd-s
í
í
(s )
Para
L
a conceituaçio
das vari~veis
investigadas,
ver Apindice
(6)
Cf. BONELLI,
Regis. Concentra~io
industrial
no Brasil:
indic:::":\d
01" (~':5
da evo 1.
uc ~X() j- e cen t~f~ . Pe« .:fu:i.::;,~ e Pl al1!::'J,:.~l1Fel1 to Econ dmic o ,
Rio de Janeiro,
i@(3):859, dez. 1980.
(7)
Para exemp1.o da classificaçio
da indl..Ístriade
transformaçio
entre ginero moderno ou tradicional
e a guisa da comparaçio
com a
class:i.ficaçio
adotada neste trabalho,
ver LANZANA,
Antonio
Evar s t o Te :i. XE-~i ra . Di Feren«: .i.~i s de ·=';.ElI ~:{r .i o s (,I,~! econotsie
b I""..::! S' i I ei rs :
uma an~lise do períOdO
1960-83.
sio Paulo, IPE/USP, 1987.
p.29.
MATA,
Milton da & BACHA, Edmar L.
Emprego e sal~rios
na
indl..Íst ''-:1.
a d e t: 1- an -::-;
+cr mac ~~Cl s i'" 49/ j. <"16<;' .
Pe:·"f; ':"{U i :'5,'X e P J sne .i,~!.II"it:·f1t: o Eccm/J·_·
mico,
Rio de Janeiro, 3(2):303,
jun. 1973.
CONSIDERA,
Claudio
M.
Estrutura
e evo"1.uçio dos lucros e dos sal~rios
na indl..Ístria
de t r',,\1"1~:·t'Ol- ma<;:
ão . Pe~7aai sa e P I ene.iemeo t o E'conlilni co,
j:;: i o de J,,\_..
neira, f@(1):94-5 e 1.15-7, abro 1980.
Para a classifica~io
competitivo/aligopolista.
ver
MALDONADO
FILHO, Eduardo AUHustO.
Conc:orr&ncia e d:i.~erenciais intersetoriais
de rentabilidade:
uma an~lise da indl..Ístriabrasileira
1973/85.
Ei'1 ::;j<:'!:i. o-s Ff.::f:",
F'Clr'l:: o ,!":t"1 (~~g
r' e , .r. t"'l ( t:!.;' : ê:~61.I :i. 989 . CI~l~l..)lq
L_HO,
1'1
a 1- :i. .;:;<\\ dE:
F~t:i.IYI"\
Santana.
~ in dtl-séri» rU1 criee . S;'KCl P<;\l!.10, :i.984. F:'.7B.
(Dissertaç:io de Mestrado
- EAESP/FGI..)
(8) WILLMORE,
Larr~ N.
Controle
estrangeiro
e concentração
na
:i. nd üs t 1- i. a b 1- ::";.S 1.1'2:i.
j- a .
Pl:::'::;' qu: ~:;·.:il e P 1,":<fU:.'J,'Xl7rel1 t:a Ecor: ôfl~i co ,
i~:i. o d ':~
Janeiro.
17(1):161-89,
abro 1987.
('"-"l) (t"a~:'nté «uem>,
d<~.F~evi~:>t<":i.
l.)i~;;f:í.c)i
B,::!l,\~f1"~o enu.s t , d:,;. G;':\2:~::t:a !~i\":l-""
c an t l • E: N<:!iOl""l::''f!i €:' mel k are-s , da r·f::v:i."!:;taE}<:"\ITIE~.
(10)
MATA. M. da & BACHA, E.~L.
Emprego
e sal~rios
na indl..Ístria
de t 1-an S·fOl- iTla.;:ao,
j. 949/ j. 969.
Pee ~'I.f.i'!!i,'i( 6' Plane .isunen t o Econ âmi co ,
Rio
de Janeiro,
3(2):323-4,
Jun. 1973. Para as categorias
englobadas no pessoal ocupado ver Apêndice
I.
í
í
2i6
NOTAS - CAPÍTULO
(1)
4
CONSIDERA,
Claudio M. Estrutura e evoluçio dos lucros e dos
s t r j. <:-\ d E~ t r' an s .!~or mac ~ío. Pee qu i :::ia e
P 1..':1 fi t::' .ismen: ':"
ti e ...Jan e
o,
.t ir}- ( 1. ) : B 1., :;ÚJ r . j. 9B(?! .
nt,C!-I!{i,
Ec! ma r' .
.tnt·rodu'i:.f:to.Ei macrol?conom.ia.
:3.ed. ;~j.o elE: ...Jan e ro , Campu~;, :i.98::i.
p.94.
AMADEO, Edward J. & CAMARGO, Jos~ Márcio.
Mercado de trabalho e dan~a distributiva. In: CAMARGO, Jos~ Márcio & GIAMBIAGI.
Fab io . (0.···1"):·-;.,l
B.is·{r.ibu.~·••:·.@'o
. de ren ds l1Q Br,:.~)"!j.il.
i::::i.Cl ';:;'2 .Jan e ír o ,
Paz e Terra, 1991. P. 194.
Entende-se
que o melhor indicador para se avaliar o nível de emprego
e, CClnSeqUentemente, a produtividade e salários midios,
~
a média mensal do pessoal ocupado. A Fundaçio IBGE, através
dOS
Censos e da Pesquisa Industrial Anual, s6 pesquisa a midia mensal
para
o total do pessoal ocupado; portanto, como nio se disp5e da
midia
para o pessoal ligado ~ produçio, optou-se por utilizar os
dados
de ambos referentes ao dia 81 de dezembro.
Reconhece-se,
assim
a precariedade desta soluçio em funçio de as variáveis poderem
estar
refletindo possíveis sazonalidades da procura
por
força de trabalho.
Para se precisara
evolu~io real do produto industrial total e
por gineros
enquanto esforço produtivo, dado necess~rio para
o
c~lcul0
da produtividade, o ideal seria deflacionar o valor
da
produç~o
e as despesas cem as opera~5es industriais por
índices
de preços
específicos a partir do maior nível
de desagregaçio
possível chegando-se assim por resíduo ao valor agregado real por
gênE~\-OS €.~ !=,:i:U'C, a c lasse , ve r F·IBGE.
Censo iaaueér i s l i'"7'B5·.
p.
XXVIII. No caso deste trabalho, nio se está preocupado em obter c
produto real enquanto esforço produtivo, mas sim a renda real enquanto
poder de compra ou poder aquisitivo; portanto, ao se utilizar o lGP-DI como deflator, busca-se verificar a produtividade,
a remuneraçio e os salários dos gêneros e da indJstria de transformaçio em relaçio ao conjunto de bens disponíveis no pais. E ao
se utilizar o IPA-OG-II, pretende-se avaliar as mesmas vari~veis,
mas agora apenas com relaçio ao conjunto de bens e servi~os
industrlals.
Assim,
quando se utiliza o IPA-OG-II como
deflator,
têm-se que o salário e a remuneraçio sio encarados como custo industrial, ou segundo alguns autores como salário-produto,
sal~rio
custe ou custo real do trabalho.
O ideal seria avaliar a remuneraçio e o sal~rio midios
reais
pelos
seus valores contratuais ou pelo valor da hora de trabalho
contratual;
mas, como nio se disp5e destes dados, utilizou-se
o
valor da folha de pagamento que inclui nio s6 os sal~rios contratuais como tambim o montante pago em funçio das horas extras. Assim a remuneraçio e salário midios podem estar sendo influenciados pelo nJmero e valor das horas extras. Para os dados absolutos
e re la t vo s sob re o mimer o de t raba lhaoor es &~ITIPre9ados
na :i.nr.hj,::;-tria de transformaçio por grupos de horas trabalhadas para o período 1976 a 1989, extraídos das PNADs, ver Apêndice V.
(2) Caso se utilizasse o lGP-DI como deflator ter-se-ia, em m~dia,
um aumento de 14,5% na produtividade, 8,3% na remunera~io e
16,1% no sal~rio. J~ utilizando-se o IPA-OG-PI ter-se-ia as mesmas tendincias verificadas quando utilizou-se o IGP-DI mas, neste
caso,
as varia~5es
encontradas
seriam
maiores. Ver apêndice
:0.
",;a 1 á r' i o s
n c\ in d
E:coo/3ll1i co,
F~i o
ú
í
\-
í
í
Brasília,
IPEA/IPLAN,
1980.
p.97-8.
é~j.7
(4) Macedo,
utilizando
estimativas
de encargos sociais e trabalhistas
calculados
por Bacha, da Mata e Modenesi,
e de
Almeida,
estimou
a parcela da remunera~~o
do fator trabalho
e a parcela
salarial
incluindo
encargos para os anos de 1950, 1960 e 1970.
Cf.
l"iACEDO, !:;:.B.I'1.
1..I.i:'5tr.ibi.(i~~..(ú)Funcional
n,~ iadd-st ri « de tr sn s ....
,f'orll1a'i:â'o.
p .
i 1. (O.
FERF\EH~A, A~;suel"o. {,rau de monov o lio e f',":I,I"~~·<::'I..'!i es l s ris l , uma
evid&ncia
empírica na ind~stria de transformaçio
brasileira.
Fortal e z a , j.979.
p . ~i5 .
(Te s e df.~ !1f.~st r a d o .- Cf.1E!\!/UFCE)
(6)
Para a mensuraçio
destas relaç5es,
utilizando-se
os
gastos
com
mat~rias-primas,
materiais
e componentes
para 1975 e 1980
apenas
e por g&neros industriais.
ver Ap&ndice
II.
Para uma resenha bibliogr~fica
sobre a proposiçio
de que 05 preços sio fixados
com base em uma margem adicionada
sobre os principais
custos
de produçio.
al~m da evid~ncia
empírica a partir da aplicaçio
de
um question~rio
à industriais
e do levantamento
empírico
do markup e da relaçio dos custos diretos pera a indJstria
de transforma~io
brasileira
para o período 1959 a 1980, ver
CONSIDERA.
C.
M.
Preços, mark-up e distribuiçio
funcional da renda na
1nd0stria
de
transformaçio:
dinimica de longo e de
curto
prazo
1 S'!.'5~·\_·80
.
Pes: qu.i sa
e
f' l en e . fal1Yl.'."nto Ec:onâm.i c~:~,
t;::i. o
de
.Jan e :i. r o s
11(3):637-702,
dez. 1981. Ver tamb~m BARRUECO ESCOBAR,
Sebastián
A.
Forate ••
~\~'f:)de pn='l;~OS em o l i aoool io.
ilTlP
1 ica.;:ê)E~S
mac r oec cn ôm
c a~;; ,
( Bl" a s I. 1.972"":i. 9G2).
S~~o P<lU lo, ~.
9f.i7
. (Dj, ~;~:;\·::1"
t: ::,1.0;;: f,{,::; de
I";r:;:s ..··
trado
- EAESP/FGV)
Para a evoluçio da relaçio dos custos diretos
para
os anos de 1959, 1970 e 1974, ver CONSIDERA,
C.M. Est:rutura
e evoluç~o
dos lucros e dos salirios na indJstria
de transformaç f.~o.
Pe-s t{u.i ss
~:, f" J an e.i ,:.~(Ii·~"'n!:. o
Ecoi1{jm.i co ,
j;~:i.
o
de
.Jan e I" o •
1@(1) :78-9.
Para
o mark-up e a relaçio dos custos diretos
para
1971,
segundo
classes e tamanhos da firma, ver
EKERMAN,
Raul.
F'al"cf.~l<:\
s a l ar ía I e t amanh o da f':i.l"ITla. Pee ouie s ,'=;' F'l..:~neJ,":!.f1l.!:~nt:o Eco ..·
l11.:'·ITt.'I.' ~:~I,:,
}
F, J. o (1 (~ ..Jan e 1.\- o
j, ) : 2~3l, ,... I.{.ià
~':\br . i. 97 ~:~. F'<:t.'f a (J ITI{;' i" k ....l.~p e
a relaçio dos custos diretos no Rio Grande do Sul em 1974,
seguncio gl"UPOS d e p e s soa I ocu.p::':l.do,
ver f.1L.TCll:f:, N(~mé~.'.'.:i.o.
If~ d.r.':::j{~,i"il'J(.(.i\Í:·/io
runcion s 1 d..
~l rende
n,;! i ndd erri« de tr en e torat« ...•
~·./{odo 1<i.'.iO ürs n ae •..1'0
Sul
~E'{r(.f ~;t74.
Po rt o I~ 'J. .'::.... s I" fi: , ~. 977 . p . ~5(:~·é~5. ( Te se c! e l"ies
t '1" i':!.d
o
UFRS)
E para o mark-up e a rela~io dos custos diretos para o período
1959-74, segundo grupos de pessoal ocupado,
ver
FERREIRA,
l~I-S;SI..r.f.~I"
C) .
(Jr tUi de monoooI i a e p~"J.rc e la -:;;21.1 siri s t .
p . 40-53 .
(7) A nio comparab:i.lidade conjunta
entre os Censos Industriais
de
1975,
1980 e 1985 se deve ao fato de que a cada Censo sio feitas
mudan~as
metodológicas
decorrentes
do próprio processo
de desenvolvimento
e de sugest5es
da ONU, que podem afetar o âmbito,
a
classifica~io
das atividades,
o conceito das variáveis,
as regras
de desdobramento,
etc.
Entre
os
tris Censos, surgiram mudanças metodológicas
que
prejudicam
a comparabilidade.
Quando surge alguma mudança metodológica
a FIBGE procura ajustar, na medida em que seja
possível,
apenas
os
dados do Censo imediatamente
anterior segundo a nova
metodologia,
procurando
assj,m torn~-los
compar~veis.
Isto ocorreu
com
os
dados de 1975 em relaçio a 1980. e de 1980 em relaç~o
a
1985.
No caso deste trabalho,
que inclui dados de tris anos censit~rios,
a comparaçio
dos dados referentes
a 1975 com os de 1985
seria arbitr~ria
e question~vel
metodologicamente,
em funçio disto. entio, optou-se por segmentar
o. período em duas fases.
Mas
a segmentaçio
do períodO nio esti, todavia,
isenta
de
problemas.
No caso deste trabalho,
utili2aram-se.
para efeito de
(~i)
í
«
í
í
1
~.;{ (
I
2j, (~!
CQmpara~io
entre os anos de 1975 e 1980, os dados originais
divulgados
nos
respectivos
Censos.
Nio utilizaram-se
os dados
de
1975
ajustados
à metodologia
de 1980 porque,
em primeiro
lugar,
nio
foram divulgadas
todas as vari~veis
utilizadas
neste
trabalho;
em segundo
lugar, para as vari~veis
monet~rias
divulgadas:
despesas
com as operaç5es
industriais,
valor da produçio
e valor
da transformaçio
industrial;
e para as vari~veis
absolutas:
estabelecimentos
e pessoal ocupado
total, as mudanças
afetaram
somente
os dados originais
dos g&neros
transformaçio
de minerais
nio
met~licos,
metal~rgica,
material
de transporte
e madeira,
e conseqUentemente
para
o total da ind~stria,
e; em terceiro
lugar,
comparando-se
os dados do Censo Industrial
de 1980 com os do Censo
Industrial
de
1975, todos referentes
a 1975, tem-se
que
a
maior variaçio
positiva
entre as vari~v~is
ocorreu
com o valor da
transformaçio
industrial
do g&nero material
rle transporte
com
O,172% e a maior variaçio negativa
ocorreu
para o valor da transforma~io
industrial
da metal~rgica
com - 0,086%, va]ores
estes
que sio desprezíveis
estatisticamente.
Assim,
nio se pode comparar
os dados divulgados
no Censo Industrial
de 1980 com os do Censo de 1985. porque as mudanças
metodoldgicas
foram
profundas.
Portanto,
os dados referentes
aos
anos de 1980 e 1985 foram extraídos
do Censo Industrial
de 1985 e
derivam
da utiliza.:;:iode uma mesma metodologia.
sendo plenamente
compar~veis
entre si.
Para
as mudanças
na classificaçio
das atividades
ocorridas
e In
1.(18t?;!, VE'j" F I BC-;E . (:'~"'i1::;"0 i ndu s tr i,~1 .f. 'i"l":J($"+ .
P.)(
I\,~ :::\ )( I X .
F'a n:l.
o impacto das mudanças metodológicas
entre 1980 e 1985, ver
FIBGE. Cene o i ndu-stris ] .f~;'li.5. P.
e1.i····8 (,2 r.~r.~I~.
(8) Para
o sal~rio
m~dio r~al. segundo
os g&neros
industriais,
deflacionado
pelo INPC Amplo, ver 'ap&ndice III.
Caso se utilizasse como deflator
o IGP-DI, encontrar-se-iam
tend&ncias
bem próximas ao deflacionamento
pelo IPA-OG-PI;
a produtividade
mcidia para
a
ind~stria
de transformaçio
total teria aumentado
7,2%, a remuneraçio
real
declinaria
12,7%, e o sal~rio
real
diminuiria
10,9%. J~ utilizando-se
do IPA-OG-IT
o aumento
da produtividasa-:
I:;:
de
encontrado
seria maior (~. ,:\ qU('2d:;:l. d a r' e mu f1IZ~j" ~;l.c ~~o
jH:-:-lc)
quando
se
deflacionou
l~rio
seria
suavizada
do que
IGP··"DI.
Para dados sobre a produtividade
do pessoal
ligado ~ produçio.
remuneraç:io
e salários
médios reais para a classe e por
gêneros
industriais
deflac1onados
pelo IPA-OG a nível de 2/3/4
digitos
par.,..
(J mesmo
p e r rod o , VE'r FIBGE.
Cl'Ji1~::;() iadu st rin I .U;t{i!::r. p.)(XXIII
a XXXVII.
(9) Para a participaçio
relativa
dos gineros
no produto
total em
1980
e 1985 a preços constantes
de 1980
deflacionado
a nível de
í:;'/3/4 elí 9 H os, v e r F IBGE. C~'neo i aduet: r is I J >;;'8..7)'.
p .XXV u: .
( 1.0) F:r.F>GE. Cei11!ifJ i nd-!.(:'!;.(:- r i,;.~
l
.f \~'6'.::i. P . XXX I:f. .
(11) O Censo Industrial
1985 traz pela primeira
vez os dados sobre
o valor adicionado.
No caso desta pesquisa,
a parcela
da remuneraçio
elo fator trabalho
e a parcela
salarial
foram calculadas
para
os três censos em relaçio
ao valor da transformaçio
industrial.
visto nio se ter o valor adicionado
segunda
as mesmas publicaç5es
para os anos de 1975 e 1980. No próprio
censo de 1985,
sio
calculadas
as duas relaç5es
acima incluindo-se
os
encargos
~:;oci,3.:i.~:;
I;::
tn,.~)alhi~:;t:a·;:;.
C·!~.FIBGE.
üensa sn da s t ris ! .n;If."l,':')·.
P.
XLVII €.~ XLI)(.
(12)
Os encargos
sociais
e trabalhistas
representavam
7,37%
do
produto
industrial
em 1985 para a ind~stria
de transformaçio
l::o21.9
tal; como n~o se disp5e de dados sobre os encargos
para 1980, segundo a mesma metodologia,
nio se poderia avaliar o comportamento
da parcela da remuneraçio
do fator trabalho ajustada.
Mas, t:endose como refer~ncia
que em 1980 a parcela da remunera~io
do fator
trabalho
foi de 24,12% e em 1985 de 19,65% (portanto,
houve
uma
queda
de 4,47 pontos percentuais),
pode-se presumir
que, para
o
período,
houve uma queda na parcela da remuneraçio
do fator trabalho ajustada,
pois, para que isto nio ocorresse
os encargos teriam
que
representar
mais de 11,84% em 1980, algo
muito
pouco
prc)vável.
(13)
Cf. WILLMORE,
Larr~ N. Controle estrangeiro
e concentra~io
n ~1 j. n ü"!!; t: r ía
r a s i. e r <;;. •
Pe~:;aui "!':j.!.~ !::' F' l aneJam·.!::'n!~ o E·cOlilifJf.i co,
io
de Janeiro, 17(1):164-5, abro 1987.
(14)
Apesar de o conjunto de dados para 1974 a 1985 ser compatível, a comparabilidade
dos dados dos Censos e das Pesquisas
Industriais
Anuais deve ser feita com cautela, em virtude das diferentes
sistemáticas
de coleta, de os dados sobre pessoal ocupado
total
e ligado ~ produçio referirem-se
a datas dlferentes,
e dadas
as mudanças no m~todo de coletas das PIAs, a partir de 1981,
ve r
FIBGE.
E::·-st,~f.·.r\!j{-.ic:~-s hi-;':N:·ór.icai:i
do Bra:·,,·.i l .
r:'. ec!. 1~:i.(J
de
Janeiro,
1990.
v.3.
p. 372-3.
( 1.!::i)
V(~:,- i"iACE))(J,
H.)3. 11.
Di ·'ii!- ri oui 1,~·l{fJ runc: i 011 ,:.:! l
t1,~"i i li !li/·o; r r i a de
.f.-ran'::,{orm,":;(l, t/o.
p . :100.
VE~r t amb ém CONSIDCI::':I~,
C.Vi.
E:stnlttl·(<:\
e
evoluçlo
dos lucros e dos salários na ind~stria
de transformaçlo.
Pee aa ie»
e
PlaneJamento
f.::·conônr.ico,
!;::i.o
d€·:·
...
Jan e ír o , if}(i),
:,:\1))"..
1980. E para comparaç5es
internacionais,
ver BANCO MUNDIAL. ~?lat: dr i 0-:; -:;01)·re o de sen vo I vz' .'11~'2nt o mun d i e l .
(16) CONSIDERA,
C.M.
Preços, mark-up e distribuiç~o
funcional
da
r en ds fi;:!
:i.ndtÍ-:;t
r ia de t r an s+or mac ão . Pe'::'~7i.d:::;a ~. PlaneJ.EJ.I1rfNIt:O
d
E-CO/1{Úll.iCD,
b
Fi::i.(J
1
d(·"?
í
.Jan
Fi:
e
ir
o
,
.f..f.(~:;) :6~j6,
de
z
.
1.'7'Oj..
(17) As remuneraç5es
m~dias e salários
m~dios reais referem-se
a
um
nível de agregaçlo
muito elevado e, portanto,
podem
esconder
sensíveis
diferen~as
na medida em que o pessoal ocupado seja desagregado
por categorias
profissionais.
Para avaliar a evoluçlo
do mercado de trabalho segmentado
para o períodO 1961-86 e para
uma
amostra da indüstria de transformaçio,
ver ZURRON OCIO,
Domingo.
D.i-:;t"l"".ibuú~·.a'o
da r erid ...
=i. do trsb s Ih o <::' pJ.":Jllt.-.ica
ee l s ri s l .
Sio Paulo, NPP/EAESP/FGV,
1987.
(18)
Ver
CONSIDERA,
C.M. Estrutura
e evoluçio
dos lucros e dos
~_;<;;.1::Ál-ios na indüstl-:i.<l
d e !:·«HI·::;fc)l-m;.!i.ç:~;\o. Pes aui e» e PJ,::it1>:::·J,:.~,'li·<.·:mto
Econâmico ,
~;:ic)
d e .Jan e r o , if!-1;(j.),
ab r . j.(7'E~0.
\"iATA, l'i. d<,\ i~ ti (-\_.
CHA,
E.L.
Emprego
e salários na
indüstria
de
transformaçio.
:í.94'1'/1.'1'69. P';';'SL7Uis,9.
e Planej'::~lIienf.·c) Ec Qrlôm.ú::o,
FUo de
~í=ê\neir·o,
3«~)j
.i un . 1.97:3.
ZI..H;:F\O!v;
OC:r.O,D.
[).i):,·.tr.ii:nu:~!.{a
d,:.~ ren a« da r rsbs-:
lho
e pollt.ica
-salarial.
BACHA, Edmar Lisboa.
Hierarquia
e remuneraçio gerencial.
In: TOLIPAN, Ricardo & TINELLI, Arthur Carlos.
(0\-9S.
>
I!.)
con t: r ovdr s i« s oo r e dis trib
ai ••....
§.'Q de ren de e de een va i vi-:
me« {:a . 2 .eô . ~~i o de ..
Jan e i .,"
o, Z:~;;.h::":1. r, j. '9'l8 . P. 1.(::~4····!:5!:5 .
u,':n ZUFi:FWN OCHl, D.
DÚj{ril"w.i.·,;:ão
da renda do t"rabalho
e pol.ai-·
ca ::;~~
I s ri e l.
p . 2f.~.
(20)
Pare
acompanhar
a evoluçio da política salarial
at~
198'1',
ver
SABOIA, Joio.
Política salarial e distribuiçio
de renda: 25
anos
de
desencontros.
In: CAMARGO. J.M. & GIAMBIAGI,
Fabio.
í
(or9·~:j .,i
l."Ji:·'i t r i b a: ~:·,:~'ode
renda
nCJ Era ".'fi:i. l .
p .
1. é)},j
.
(21)
CONSIDERA,
C.M. Preços, mark-up e distribuiçio
funcional
d ,i\
\- en d <1 n ::;;.in d ü j;; t 1- i <;;. cI e t r ::":1.11 i:· f 01- m:::\,t;~i':J.
r\:..
·::.:.·.~·a.i
S·,~ li:' P I ..~neJ,;!m·",::·nt" o
l::·conôm.ico,
FUo d e .Jan e i ro , J.f(~3) :6E~7, dez. J.(7'8:\ ..
ê~20
(22)
A respeito
da eleva~âo
dos sal~rios
e ordenados
médios
fealS no inicio da recessio.
Zurrón Ocio explica
que:
"1:~st<~.e·J.12v'1
••
r
é ·fictJ:cj.<:l.
pOl-qU{~
.;l. a ít
t
t
ele
emprego
nas empresas,
provocada
pela demissâo
em massa nos níveis
inferiores
da pirimide
ocupacional
resulta
na elevaçâo
do salário
médio dos que permanecem
empregados."
ZURRON OCIO, Domingo.
Dis:ih1
e
a
I
lo. r i {,u i ,...
Ét~fJ d ..
:~ .,..~:;.
ri d...
~~do
e
t" J" ~:.~1.7 ..:x l,~?CJ ~::r (.."'o I
.ll
r
ac
ão
t..i ~::.
\:.~
:,:.j' ,,:,~ l ..
:.~
J" i ..
:.t! l
da
e
,
s
r
u
u
r
a
p . ;:.:~
{;,.
(23)
PEREIRA,
Luiz
C.Bresser
& NAKANO, Yoshiaki.
Inflaçâo,
des (~qu:i. 1 ú) r l. o
(~~
x t er'n o
(~'::i <":\ "1 <i r :i.C,,:::· .
f('e vi :::i t: a de Ec on omi a
PQ 1 .I:'~" i c ,:.~
s
são F'a u 1o, i (4 ) : i :i. é.•_.C:~6, o ti t . / d e z . 5.9 (H. RE: SE 1'-' DE., f.n'H:l r é L ar a. I n cO/TIp<3.l:ibiliÓaded at r í.b ut va fI: in-fI,;.ç:;;(o
e s t r u+ u r a L. t:.:"~:'·f.'(lllo~'5Eco ....
fl8mi co s , ::::::'4\0 F'::\\ 1••\ '1D, J J (:~) : 1. :J3-'::'i0,
d e z . 1.9B j..
(24 ) SOU l.l\, P ~~.
u 'I.o F~(~n,':\I: o .
(~}a~::'fIl,:;I a .li)' ,:.'i. a CfJl1 t·,~?
B ;,~{
o F':::\u Io .• Ih' a·:;.:í... o.
1 Len s e , 1.9 Hs.' .
p . C:~~5.
(2~.i) FIBGE.
PeSL7I.lis,;.
iadu s c r i s I ..'i1.fH.!a.l il;'Bf.::'/~~',{f, an al as e dos
r e·:;;UJ.i:<100S.
i=;~:LD
0:1'2 .Jan e r o , novo :1.'7'>']'7'.p.~.4"··5.
(T(~}<l::(Js
P<11-<1 D:i.s
....
í
í
í
cussão,
22) Consultar
esta publicaçâD
para D acompanhamento
da
eV(Jluç~(J da ind~stria
de i:ransforma~io
por gineros
industriais.
(26)
!<ANIH!:;:,
Antônio.
Á cl.irdlmica da infl,;'!i:,#'o.
f.>~\o
F'"..•.
u ío , i-J.Dbf.~l,
1.'7'89. snU:.;::t:l,
F'. F~.
<hlef.'T P,:.'1g·a ,:.~ cont:s •.?
,p.!:?S .:~ifi s..
~~in- ..·
(27) Para a conceituaçio
das vari~veis ..ver- FIBGE.
p
.
<;',-,1.4-.
dfl:'Y,' t· ri ,!Ji. 1 ~?l1sal,
Brasil .. dados gerais,
1.985 e 1986.
(28)
Segundo
Singer,
mesmD com o abono de ex, o sal r o
março de 1.986 seria 4% menDr que o saláriD
midio dos Jltimos
seis
meses
por
niD ter incluído
a inflaçio
de fevereiro
de
1986
na
fdrmula
de
cálculo
do salir:i.o médio real, ver SINGER,
Paul.
O
di a d.EI. 1,;.gar {"!Ji. .
Siflo1='(':\.1..1.10 ..Bl" a s i 1 i en s e , 1.987 . P.
1.40-,,1. .
I~IC re s>
ce-se
a isto a nio inclusio
da inflaçâo
de 16 a 28 de
fevereirD
na fdr-mula de cálculo.
(29) SABOIA, João. política
salarial
e dist:ribuiçâo
de renda: 25
anos
de desencontros.
In: CAMARGO .. J.M.
8 GIAMBIAGI .. F.(orgs.)
Di 5 tri ou i li-){o
de
renas no Br,~si 1 .
F\:i.C) de .Jan e i 1- o, r'é\ z E~ T e r r a ,
1991. p. 180. O Congresso
Nacional
aprovou
a reposiçâo
das perdas
salariais
de janeiro
através
da diferença
entre a URP e D
I 1\1F'C; d t:J
f Ti I§.:' ':5. }
a ser paga em tris vezes, ou seja, nos
meses
de
mar c o ;:\mal.O.
é
í
BIBLIOGRAFIA
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transform;J,,·á\]
s de
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~NGELO,
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Bf-IER,Mônica.
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Ei.-::.:mâmica,
t:onjuntar,'1.
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ã
1"1
1978.
economia)
:1.960·-1980.
W<:l.lt€-~r.
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BA!i:EU ...L
de Janeiro,
de Ciincias
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Petr6polis,
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