G R U P O www.bcp.pt [email protected] back-ups G R U P O G R U P O o que é uma carreira? uma sucessão de experiências profissionais... ...que promove o crescimento gerente SottoMayor chefe sucursal, NovaRede Z ? técnico, Direcção de Crédito polivalente, NovaRede Y polivalente, NovaRede X assistente, operações assistente, Atlântico G R U P O a curva de desempenho desempenho estabilidade declínio erros aprendizagem “lua de mel” tempo aprendizagem desempenho eficaz saturação e decadência G R U P O a erosão das competências competências 1975 15 anos 1 2 1 2 “período de semi-desintegração” tempo G R U P O a erosão das competências competências 1998 3 anos 1 2 1 2 “período de semi-desintegração” tempo G R U P O o fosso entre competências exigidas e competências detidas em 2010, 80% da tecnologia terá menos de 10 anos de existência, a formação adquirida por 80% dos trabalhadores terá mais de 10 anos 20% 80% 80% 20% > 10 anos < 10 anos (tempo) tecnologia existente trabalhadores formados G R U P O a mobilidade funcional em 2002 17 em cada 20 Colaboradores estão há menos de 4 anos na actual função... 25% 4 anos 12 anos de função 10 8 6 4 12.6% 7.5% 2 6.7% 3.5% 25.7% 0 14.1% 9.8% 5.3% 85.1% G R U P O a mobilidade funcional em 2002 ... e 15 em cada 20 estão há menos de 4 anos no actual nível... 12 anos de nível 10 8 6 4 -10.9% -12.7% 2 -15.1% -13.8% 0 4.9% 5.9% 6.2% 7.8% 77.2% G R U P O o ciclo de gestão do desempenho que competências? coaching, formação GESTÃO DO DESEMPENHO avaliação (1) e aconselhamento (2) que projecto? G R U P O o ciclo de gestão da carreira que novas funções? GESTÃO GESTÃO que DO DA projecto? DESEMPENHO CARREIRA que compensação? que estatuto? G R U P O o ciclo de gestão da carreira que competências? coaching, formação que novas funções? GESTÃO GESTÃO que DO DA projecto? DESEMPENHO CARREIRA avaliação (1) e aconselhamento (2) que compensação? que estatuto? G R U P O o BCP e a mudança as respostas desenvolvidas a mobilidade a formação oferta responsabilidades distribuição questões e debate G R U P O constrangimento: tempo número de formandos “cycle time” total público-alvo tempo “time to market” tempo até conclusão G R U P O constrangimento: tempo número de formandos “cycle time” total público-alvo troca tempo “time to market” tempo até conclusão G R U P O constrangimento: tipo de objectivos e conteúdos tipo de competências SABER SABER FAZER – declarativo? – gestos? – analítico / interpretativo? – procedimentos / operações? – sistémico? – algoritmos / aplicações? – ... – ... SABER SER – comportamentos reactivos – comportamentos pró-activos – atitudes – ... G R U P O o plano de formação objectivos estratégicos 1. crescimento em dimensão e rendibilidade no mercado doméstico capacidades organizacionais a desenvolver satisfação e motivação dos colaboradores excelência no atendimento, serviço e vendas 2. superioridade no mercado doméstico, por meio da excelência no negócio gestão de carteiras de Clientes eficácia da direcção comercial domínio dos produtos e qualidade das operações 3. procura incessante da racionalização e da eficiência melhoria da produtividade e da qualidade dos processos competências necessárias programas de formação PDO, PAGE gestão, liderança programa Chefias Intermédias formação em liderança relações interpessoais, relacionamento comercial, venda formação comercial (modelo Setanta) transversal às redes de retalho planeamento e direcção de vendas "refundação" da formação para Directores Comerciais técnica bancária e seguradora qualidade, gestão das operações, gestão dos projectos formação on-line: técnica bancária, bancassurance, aplicações informáticas, MS Office... programas de formação em dir. operações e gestão de projectos G R U P O o plano de formação (2) objectivos estratégicos 4. consolidação das operações internacionais capacidades organizacionais a desenvolver transferência e adaptação de competências críticas e de melhores práticas competências necessárias programas de formação programas de apoio a Banque BCP, BIM, SottoBank Canada, etc. formação em Inglês 5. reforço da coesão interna comunicação e conhecimento mútuo programa sucessor da Formação de Integração G R U P O níveis de actividade ± 900,000 horas.homem de formação (2001) – 53 horas de formação por Colaborador 40,700 participações em acções de formação (2001) – cada Colaborador participa numa formação todos os 5 meses 4,800 intervenções de 580 formadores não dedicados 50,000 entrevistas de aconselhamento e avaliação 3,700 “rotações” de função ou unidade (t.m. = 23%) ... G R U P O matriz estratégica - aplicação: prioridades #2 #1 alavancar a criação de valor nos negócios fomentar a coesão em torno de práticas e valores #3 renovar a base de competências G R U P O os quadros são responsáveis pela formação... todo o quadro directivo é um formador NFDC formar os colaboradores faz parte da descrição de funções é mais fácil aprender a ensinar do que adquirir estatuto de autoridade numa matéria – forma os quadros – instrumenta – dá apoio – planeia e organiza – audita não há formadores a tempo inteiro mas ... os quadros dão formação por turnos – não dá formação! G R U P O ... e por todas as outras funções de gestão das pessoas quadros directivos decisões correntes com respeito aos seus subordinados (envolvendo a cadeia hierárquica) exercício solidário de funções de gestão de pessoas (e.g. formação, juris de selecção, patronos) órgãos técnicos desenvolvimento de processos instrumentação operações (ganho de eficiência) planeamento contratação de serviços auditoria G R U P O que canais estão disponíveis? traditional em sala online, síncrona (aula virtual) em sala, no local de trabalho online, assíncrona (a qualquer hora em qualquer lugar) em cascata, top-down BCP TV (canal TV corporativo) aprendizagem estruturada on-the-job videoconferência G R U P O escolha dos canais: optimizar o “mix” 1) tendo presentes as prioridades e os constrangimentos, qual é a estratégia de distribuição mais adequada? 2) que combinação de canais permite conseguir melhores resultados? (eficácia e eficiência) G R U P O escolha dos canais: optimizar o “mix” • estratégica • transversal • enfoque na coesão sessões presenciais com turmas mistas (amostra) elemento essencial G R U P O escolha dos canais: optimizar o “mix” • estratégica • transversal • enfoque na coesão e-learning (antes e depois da sessão) aprendizagem estruturada on-the-job (pós-sessão) sessões presenciais com turmas mistas (amostra) ganhos de eficiência elemento essencial G R U P O escolha dos canais: optimizar o “mix” • estratégica • específica • projecto mais vasto alinhamento com as práticas e o processo de negócio envolvimento da hierarquia (cascata top-down) velocidade • estratégica • transversal • enfoque na coesão G R U P O escolha dos canais: optimizar o “mix” • estratégica • específica • projecto mais vasto alinhamento com as práticas e o processo de negócio envolvimento da hierarquia (cascata top-down) velocidade • estratégica • transversal • enfoque na coesão e-learning (grosso dos conteúdos informativos, procedimentos, etc.) TV, videoconferência, etc. G R U P O a formação em cascata: curva de aprendizagem intervenção convencional: formadores dedicados desempenho recuo: “non-invented here” estabilização tempo de intervenção aprendizagem final tempo G R U P O constrangimento: tempo intervenção em cascata: envolvimento da hierarquia desempenho recuo capacidade de auto-formação aprendizagem final tempo de intervenção tempo G R U P O formação à distância - sala de equipa sala de equipa: um polo de formação local sala de equipa na rede Atlântico G R U P O escolha dos canais: optimizar o “mix” • estratégica • específica • projecto mais vasto • estratégica • transversal disponibilidade • enfoque na coesão flexibilidade • operacional • por iniciativa do indivíduo ou do departmento custo G R U P O escolha dos canais: optimizar o “mix” • estratégica • específica • projecto mais vasto • estratégica • transversal disponibilidade • enfoque na coesão flexibilidade • operacional • por iniciativa do indivíduo ou do departmento custo todo e qualquer canal excepto sessões presenciais em sala