UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES CURSO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR A IMPORTÂNCIA DA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL NA GESTÃO ESCOLAR Orientador: Maria Poppe Aluna: Nelma Cruz de Souza Niterói/RJ Junho/2004 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES CURSO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR A IMPORTÂNCIA DA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL NA GESTÃO ESCOLAR Trabalho apresentado à Universidade Candido Mendes como requisito para obtenção do grau de Especialização em administração Escolar. Aluna: Profª Nelma Cruz de Souza Niterói/RJ Junho/2004 AGRADECIMENTOS Agradeço a professora Maria Poppe pela orientação e sugestões apresentadas para elaboração desta monografia. DEDICATÓRIA A meu esposo e companheiro por sempre me dar à oportunidade de construir minha trajetória. “Sem trabalho, toda vida apodrece. Mas sob um trabalho sem alma a vida sufoca e morre”. Albert Camus RESUMO O presente trabalho aborda o tema A Importância da Inteligência Emocional na Gestão Escolar como instrumento de auto-conhecimento de suas emoções no ambiente escolar permitindo a ascensão profissional e retorno como por exemplo, em negociações, para à escola. As escolas atualmente estão passando por dificuldades financeiras, conseqüentemente o reflexo está em seus empregados. Com o conhecimento e controle de suas emoções poderão entrar numa harmonia para melhoria e andamento dos setores, áreas. No 1º capítulo é apresentado uma visão geral do tema. O 2º capítulo já podese definir o que é Inteligência Emocional. No 3º capítulo, como poderá ajudar em processos de negociações e a visão para o trabalho que os indivíduos fazem dentro da escola: o trabalho em grupo. Na conclusão, são feitas considerações, sobre a Inteligência Emocional e sua vantagens do auto-conhecimento dentro e fora da escola. SUMÁRIO I. INTRODUÇÃO........................................................................................................................ 08 II. O QUE É INTELIGÊNCIA EMOCIONAL? ....................................................................... 10 III. NEGOCIAÇÃO COM BASE NA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL................................. 12 IV. O QUE MUDOU NO TRABALHO COM GRUPOS? ..................................................... 14 V. CONCLUSÃO........................................................................................................................ 16 VI. BIBLIOGRAFIA ................................................................................................................... 17 I. INTRODUÇÃO Cada vez mais o sucesso depende de outros fatores além da inteligência e espírito de trabalho. As relações interpessoais, a capacidade de trabalho em grupo, a capacidade de ouvir e de se colocar na posição de outros, a capacidade de ouvir a nossa consciência tornaram-se fundamentais num mundo cada vez mais ligado por redes e em que cada vez mais o trabalho é tarefa de uma equipe. Para ter sucesso além da inteligência “intelectual” é necessário ter também inteligência emocional. “A palavra chave da Inteligência Emocional é a autoconsciência, isto é, o reconhecimento de um sentimento exato no momento em que ocorre”1. O sentimento desempenha um papel crucial em nossas decisões que estão por vir. Todos nós sentimos por vezes sinais intuitivos sob a forma de impulsos límbicos, (no cérebro, que quer dizer: o local onde convergem informações do meio externo e interno e que regula as emoções). Eles são uma espécie de sinais que nos alerta para o perigo potencial, mas também nos alerta para oportunidades de ouro. Segundo Goleman (1996), “a chave para tomar boas decisões pessoais é ouvir os sentimentos2”. Saber se ouvir. O objetivo é o equilíbrio e não a supressão dos sentimentos. Todos os sentimentos têm o seu valor e significa controlar as emoções é a chave para o bem estar emocional. Há sentimentos que desestabilizam emocionalmente as pessoas, como raiva, ansiedade ou melancolia e que podem ser combatidas por exemplo, minando as suposições irreais que alimentam a raiva, ser céptico relativo as dúvidas que causam a ansiedade ou praticar exercícios físicos, jogos e outros ou engendrar um pequeno triunfo, que ajudam a eliminar a melancolia. Em nosso estudo dentre a intenção de demonstrar de que modo podemos trabalhar. Melhor meio de se conhecer é usar a nossa Inteligência Emocional, abordaremos também a Motivação própria a qual é de extrema importância para os funcionários de uma escola se sentirem motivados. Quanto mais motivados e persistentes forem os indivíduos maior capacidade e potencialidade terão para atingir os seus objetivos e conseqüentemente os da escola. O controle emocional – adiar a recompensa e dominar a impulsividade – está 1 SWAF, Cyman, COOPER, Robert. Inteligência na empresa. 9ª ed., Rio de Janeiro: Campus, 1997, pág. 09-11. 2 GOLEMAN, Daniel. Inteligência emocional. 4ª ed., São Paulo: Objetiva, pág. 59, 1996. subjacente a qual quer realização. Uma fonte de otimismo e persistência pode muito bem ser um comportamento inato, no entanto, pode ser adquirido pela experiência. Seja qual for a sua origem está subjacente a idéia de auto-eficácia, a convicção que se domina os acontecimentos da própria vida e se é capaz vida e se é capaz de vencer os desafios. O desenvolvimento de uma aptidão, ao tornar a pessoa mais apta e mais disposta a correr riscos e a procurar desafios, reforça o sentimento de auto-eficácia. Reconhecer as emoções dos outros. A empatia, habilidade de reconhecer o que os outros sentem, desempenha um papel fundamental numa vasta gama de áreas da vida. Nasce a autoconsciência. Só sendo capazes de reconhecer as próprias emoções seremos capazes de reconhecer as dos outros. Uma vez que 90%3 da comunicação é não verbal, devemos estar particularmente atentos a estes, pois é extremamente reveladora dos sentimentos do emissor. As pessoas empáticas são mais sensíveis a esses sinais que indicam aquilo de que os outros necessitam e tornam-se mais aptas para profissões que envolvam contato e negociações com outras pessoas tais como a gestão, por exemplo: gerir relacionamentos. A arte de nos relacionarmos com os outros é também a aptidão de gerir emoções dos outros, está na base da popularidade, da liderança e da eficácia interpessoal. Gerir as emoções dos outros requer a maturação de duas habilidades emocionais: autocontrole e empatia. Além da Inteligência Emocional deve também existir e desenvolver-se a inteligência interpessoal. O conhecimento da Inteligência Emocional vem ensinando-nos continuamente como aumentar nossa capacidade de raciocínio, e ao mesmo tempo, como utilizar melhor a energia de nossas emoções, a sabedoria de nossa intuição e o poder inerente a nossa capacidade de conexão num nível fundamental com nós mesmos e com aqueles que nos cercam. 3 GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional. São Paulo. 1997. Entrevista concedida a M. Afonso em setembro de 1997. II. O QUE É INTELIGENCIA EMOCIONAL? Não se nasce com Inteligência Emocional: desenvolve-se. Da mesma forma que músculos, a inteligência emocional pode ser treinada. Qualidade de vida constrói-se com Inteligência emocional, porque qualidade de vida começa dentro de cada um de nós: o seu sucesso, seja material ou de qualquer tipo, começa em seu interior, em sua alma. O sucesso dos empreendimentos de cada indivíduo, o sucesso em gerenciar departamentos, em implementar melhorias de qualidade na empresa, em construir redes de distribuição, tudo isto, começa com o sucesso no relacionamento do indivíduo consigo próprio: de saber utilizar seus próprios recursos pessoais de forma otimizada. A Inteligência Emocional é a habilidade de se motivar e diante as frustrações do mundo profissional, reagir com uma boa dose de otimismo. Mas como seria esta reação? Segundo Gilberto Vitor (1997)4. “Seria o controle de impulsos, canalizando emoções para situações apropriadas; praticar gratificação prorrogada; motivar pessoas, ajudando-as a liberarem seus melhores talentos, e conseguir seu engajamento a objetivos de interesses comuns”. Daniel Goleman5, em seu livro, Inteligência Emocional menciona que as pessoas inteligentes não são as que têm maior habilidade para lidar com as emoções, ou seja com alta Inteligência Emocional – IE. A sua formação é dada pela autoconsciência, controle de impulsos, persistência, empatia e habilidade social. Isso explica porque grandes executivos conseguem desenvolver uma carreira de sucesso. Ao desenvolvermos este tema mais adiante enfocaremos na Escola a IE. Pois o fato da crise do desemprego no mundo e principalmente no Brasil o interesse é maior ainda diante das dificuldades econômicas. Risco de demissão, estresse, mercado competitivo e falta de tempo para o lazer – são situações que tendem a alterar o estado emocional de grande parte das 4 VITOR, Gilberto. O Segredo do sucesso. São Paulo: 25 mar. 1997. Disponível em: http://hendrix.etfsc.sj.rotsc.br/juniorsucesso.html 5 GOLEMAN, Daniel.Inteligência Emocional. São Paulo: 1997. Entrevista concedida a M. Afonso em setembro de 1997. pessoas levando-as à beira do seu próprio limite físico e psíquico. O resultado é o desequilibro emocional. Percebendo o tamanho desse problema, as escolas passaram a incorporar o auto-conhecimento, autoconsciência, empatia, auto-aceitação e intuição em palavras de ordem, transformando o empregador em foco das atenções. Podemos salientar que a IE é a busca constante do ser humano em adaptar-se ao meio. Com o objetivo de conhecer como os funcionários lidam com suas emoções, e sabendo que muito do sucesso escolar está ligado a esse fator, grandes escolas vêm implementando ações para o desenvolvimento do controle emocional. O conceito que a IE traz de mais positivo é a humanização dos processos necessários para melhorar os resultados da escola. Deveriam, com esse conceito, visualizar o ser humano como um ser integral. Para isso, há cursos complementares, formas de integração de equipe e transparência na comunicação escola-funcionário. Fazendo com isso a conscientização dos seus atos de liderança de uma equipe e negociação. Quando se discute a predominância da razão ou emoção, é enfatizada a importância do equilíbrio. As duas se complementam, pois a técnica, experiência, capacidade de enxergar além é fundamental, mas tudo isso se torna poderoso quando aliado à IE. Caso contrário a pessoa será solitária. Todo este equilíbrio entre razão e emoção são benéficas para o sucesso de uma escola, especialmente em época de reorganização ou até mesmo mudança. Salientamos algumas dicas para o desenvolvimento da IE. Primeiramente, conhecer suas próprias aptidões o auto-conhecimento, o controle dos seus próprios sentimentos emoções, sabendo lidar com situações como, ansiedade, tristeza e irritabilidade a autoconsciência. Lidar com sentimentos/emoções dos outros. É a arte de relacionar-se, também chamada de empatia. Saber motivar-se auto- conhecimento. E finalmente, conseguir colocar as emoções a serviço de uma meta, ou seja, instrução. III. NEGOCIAÇÃO COM BASE NA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL Percebemos, atualmente, uma crescente dificuldade do mercado (comércio, finanças e prestação de serviços) no que diz respeito ao recebimento de seus créditos (produtos vendidos, empréstimos e serviços prestados). Devido à crise financeira geral, em que o dinheiro “vivo” anda escasso e o consumidor está direcionando seus proventos para suas necessidades prioritárias, há que se capacitar ainda mais os funcionários que atuam no setor de cobrança. Apenas fazer ligações telefônicas padronizadas ou enviar notificações para que o devedor compareça até o dia “tal” e pague o que deve já não é suficiente. Todo negociador adoraria pode ler pensamentos para saber o que a oposição está pensando. Além de tudo, negociar seria muito fácil se você soubesse se seu oponente estava se posicionando no mesmo nível que o seu, ou apenas flertando para manter o seu plano. Lamentavelmente, como não há nenhuma maneira inflável de separar fatos de ficção, você tem que procurar indícios em qualquer lugar que possa encontrá-lo6. Utilização de pressões psicológicas ou aquelas que deixam o cliente com o nome “sujo no mercado (SEPROC, SERASA, SCI, outros) também conhecidas tecnicamente por restrições financeiras, não tem dado o resultado efetivamente esperado. “Devemos nos aperfeiçoar em negociações, desenvolver habilidades como sensibilidade, intuição e conhecimento humano para podermos dar um passo à frente, concorrência que passa pelas mesmas dificuldades”7. A capacidade de interpretar sinais não-verbais como: tom de voz, gestos, expressão facial, entre outros, durante uma negociação, tem mostrado maior sucesso àqueles que utilizam desses meios de conhecimento para efetivar um acordo. Quanto as palavras de alguém discordam do que é transmitido em seu tom de 6 7 FUELLER, George. Estratégias do negociador. Rio de Janeiro: LTC, 1993. FISCHER, Roger; URY, William; PATTON, Bruce. Como chegar ao sim. A negociação de acordos sem concessões. Rio de Janeiro: Imago, 1994. voz, gestos ou outros sinais não-verbais, a verdade emocional está mais no como ele diz alguma coisa do que e não o quê ele diz. A partir disto, o negociador pode utilizar argumentos ou questionamentos que desmascarem as intenções (do cliente), e de trazê-lo de volta ao “contexto”, ou seja, a realidade dos fatos a fim de efetuar um acordo que será cumprido. É muito problemática esta situação, quando o cliente começa a contar suas histórias (suas dificuldades financeiras, todos os motivos por que não cumpriu o contrato original etc.) e acaba fugindo do principal objetivo: buscar uma alternativa que se enquadre em suas condições reais para cumprir efetivamente com seus compromissos. Qualquer indício, verbal ou não, é geralmente de pouca importância ao discernir algo que poderia ser do valor para durante as negociações. Isto é especialmente verdadeiro quando você está frente com negociadores experientes. Não apenas eles têm suficiente habilidade para não enviar sinais abertos sobre suas intenções, como podem também dar duas falsas. O exemplo mais comum é simular raiva para reforçar suas exigências. “Uma estratégia eficaz de distrair uma pessoa furiosa, “empatizar” com seus sentimentos e perspectivas, e de pois atraí-la para o foco alternativo, que 8 sintonize em direção a uma gama de sentimentos mais positivos. ” Portanto controlar as emoções de outra pessoa – a bela arte dos relacionamentos – exige o amadurecimento de duas aptidões emocionais: o autocontrole e a empatia, já mencionada. Essas aptidões sociais nos permitem moldar uma negociação, mobilizar e inspirar o outro, convencer e influenciar, deixar o cliente à vontade e com total confiança. 8 GOLEMAN, Daniel. Inteligência emocional. 4ª ed., São Paulo: Objetiva, pág. 203, 1996. IV. O QUE MUDOU NO TRABALHO COM GRUPOS? Na realidade não diferenciamos significativamente a forma de intervir, mas estamos aproveitando positivamente a disponibilidade para investir maior esforço nessa direção e também consolidar algumas verdades. “Tornei-me convicto, ao longo destes últimos anos, de que o desenvolvimento que temos intentado, visando energizar e desenvolver pessoas e grupos, depende, fundamentalmente, de aprimorar o entendimento sócio9 emocional, coincidindo com a nova perspectiva enfatizada por Goleman” . A experiência adquirida por Doralicio Siqueira Filho, que inclusive precede a atual busca de TRABALHAR COM TIMES, considera que a incapacidade de lidar com as próprias emoções leva efetivamente a autodestruição de vida e/ou fracasso de carreiras promissoras. Daremos ênfase a crença de que a emoção pode dar a verdadeira medida na dimensão humana, e uma intervenção embasada neste pressuposto, possibilita levar as equipes naturais de trabalho à uma evolução de aprendizagem de seus processos relacionais e um aprimoramento nas habilidades em lidarem com seus sentimentos. O propósito de facilitar o desenvolvimento passa, necessariamente, por trabalhar as habilidades inter e intra-pessoais, alicerces da Inteligência Emocional. Visando um melhor atendimento desta intervenção, fundamentamos nossos conceitos de Equipe e caracterizamos aspectos básicos de nossa experiência. Consideramos como Equipe de trabalho, um grupo organizacional, que compreende os seus objetivos e está engajado em alcançá-los de forma compartilhada, prestando atenção a sua maneira de operar e resolver os problemas que empatam e dificultam seu funcionamento. Priorizando o auto-conhecimento, e este depende da permanente atenção a nossos estados interiores, indiciando opções para agir, com base na agir, com base na auto-confiança e compreensão de como estão repercutindo as emoções enquanto elas ocorrem. 9 SIQUEIRA FILHO, Doralicio. Inteligência emocional. 2000, capturado por e-mail: [email protected] A intervenção implica em sensibilizar as pessoas que trabalham em grupos para a relevância de seu desenvolvimento intra-pessoal, investindo esforços para perceberem sua interioridade e sentimentos envolvidos. A conscientização para se habilitarem a desenvolver habilidades interpessoais, abrindo canais de comunicação e alcançando percepções mais adequadas das situações de relacionamento. Com a aplicação dessa conscientização, segundo Siqueira Filho, foi constatada uma diminuição de tendências conservadoras que incentivavam competições internas, ocasionando alienação e fragilizando as chances de evolução pessoal e grupal. Em contrapartida, surgiu a capacitação para lidar com os conflitos e o empenho em efetivos processos de ajuda mútua. Percebemos entre os pontos convergentes nos atuais fundamentos da Inteligência, a crença em mudança nas pessoas e dependência da maturidade no aprimoramento da relação do indivíduo consigo e com os outros. Cabe-nos exaltar que apropriando estas concepções em intervenções que intentam a maturidade grupal, encontramos dirigentes e membros dos grupos, mais disponíveis e desejosos de reexaminarem suas resistências e dedicarem-se com mais prontidão às mudanças de seu próprio comportamento. Considerando que os movimentos grupais, além de serem produtos de ações individuais, tendem a expandirem-se e contagiarem seus membros, é evidente que também as equipes se tornam mais receptivas a examinarem suas disfunções e caminharem na direção de movimentos em busca do desenvolvimento pessoal e conseqüentemente organizacional. V. CONCLUSÃO Após as várias informações sedimentadas neste estudo podemos concluir que com o conhecimento e controle da Inteligência Emocional, se promove uma intervenção das nossas emoções sobre as atitudes frente ao ambiente e situações de trabalho, inclusive no âmbito social. O conhecimento da Inteligência Emocional poderá projetar a carreira do profissional e o mesmo poderá traçar metas com mais confiança e certeza sobre o que realmente deseja. A Inteligência Emocional traz para escola a humanização que tem grande importância para seus setores, desenvolvendo assim um processo de cooperação e não competição. Poderemos entender então que um profissional emocionalmente inteligente significa ter uma soma de qualidades que se tornarão instrumentos importantíssimos para assegurar sua competitividade e sucesso. VI. BIBLIOGRAFIA CÔRREA, Pablo A Martinez. Crédito e cobrança. 2000. Disponível em: http: www.ven FISCHER, Roger; URY, William; PATTON, Bruce. Como chegar ao sim. A negociação de acordos sem concessões. 2ª., Rio de Janeiro: Imago, 1991. FUELLER, George. Estratégias do negociador. Rio de Janeiro: LTC, 1993. GOLEMAN, Daniel. Inteligência emocional, 4ª ed., São Paulo: Objetiva, 1996. _________, Daniel. Inteligência Emocional. São Paulo: Folha de São Paulo, Entrevista concedida a M. Afonso. setembro, 1997. MOTTA, Fernando C.P. TGA um introdução. 22ª ed., São Paulo: Pioneira, 1998. MOTTA, Paulo Roberto. Gestão contemporânea: A ciência e a arte de ser dirigente. 10ª ed., Rio de Janeiro: Record, 1991. OLIVEIRA, Milton de. Energia emocional, base para gerencia eficaz. 2ª ed. São Paulo: Makron Books. 1997. PIRES, Wanderley Ribeiro. Inteligência emocional, motivação e outras variantes. São Paulo: Três, disponível em: http://sites.uol.com.br/mescozz/qe.html SIQUEIRA FILHO, Doralício. Inteligência emocional. 2000. Capturado e-mail: [email protected] VÍTOR, Gilberto. O segredo do sucesso. São Paulo: Disponível em: www.hendrix.etfsc-sj.rct-sc.br/juniorsucesso.htmlem25mar1997