Jornal Valor --- Página 4 da edição "21/05/2015 1a CAD A" ---- Impressa por ccassiano às 20/05/2015@21:04:50 Jornal Valor Econômico - CAD A - BRASIL - 21/5/2015 (21:4) - Página 4- Cor: BLACKCYANMAGENTAYELLOW Enxerto A4 | Valor | Quinta-feira, 21 de maio de 2015 Brasil Relações externas Acordos anunciados no passado não se concretizaram, como o que envolvia BNDES e Citic Recessãodeveacelerarprojetoscomchineses Marta Watanabe e Daniel Rittner De São Paulo e Brasília O receio de que os acordos anunciados entre o Brasil e a China fiquem somente na promessa têm sua razão de ser. A evolução de acordos de intenções firmados há mais de uma década, em maio de 2004, quando o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou a China, mostra que projetos divulgados com grande entusiasmo na época não saíram do papel. Resta saber como a economia doméstica enfraquecida pode fazer diferença no esforço para as promessas serem cumpridas. Um dos acordos considerados mais importantes durante a visita de Lula em 2004 foi o assinado entre o BNDES e o Grupo Citic, estatal chinesa da área de infraestrutura, que na época tinha US$ 100 bilhões para investir em projetos fora da China. A ideia era se- lecionar projetos não só no Brasil como na América do Sul para receber recursos do BNDES e do Citic. Na época, os chineses já mostraram interesse em construir uma saída para escoar produtos brasileiros pelo Pacífico e em projetos ferroviários no Brasil. Cerca de seis meses após a visita de Lula, um dos executivos do Citic declarou em visita ao Brasil que a ferrovia Norte-Sul e o projeto de ampliação do porto de Itaqui (MA) poderiam receber financiamento de US$ 2 bilhões do governo chinês. Em troca, a China queria garantia de fornecimento de soja, madeira e minério de ferro. Outro projeto de interesse dos chineses na época era a Transnordestina. Atualmente, dos três trechos previstos, a ferrovia Norte-Sul opera com cargas regulares apenas um, concedido à Vale — o segundo trecho já foi concluído, mas funciona ainda precaria- mente. Os trechos da Transnordestina não entraram em operação comercial. Os recursos chineses não chegaram a nenhum dos dois projetos e, segundo a assessoria de imprensa do BNDES, o acordo com o Citic não evoluiu. Agora, em um momento de retração da economia e escassez de crédito, há mais otimismo com a oferta chinesa de investimentos e financiamento. “Os anúncios são muito bem-vindos”, avalia Paulo Cesena, presidente da Odebrecht Transport, que controla concessões como o aeroporto do Galeão (RJ) e a rodovia BR-163 (MT). Com o menor peso do BNDES nas próximas concessões de infraestrutura, só a disponibilidade de recursos provenientes do mercado de capitais ou de agências multilaterais pode não ser suficiente para garantir o financiamento dos projetos, ele pontua. Isso não afasta, porém, uma sé- rie de dúvidas. Uma delas, segundo o executivo, é sobre eventuais exigências de fornecedores chineses de equipamentos usados nos projetos. Outra é como os créditos anunciados vão lidar com questões como o risco cambial — as concessões geram receitas basicamente em reais e os empréstimos asiáticos podem ser em dólares. Cesena tem uma terceira preocupação: se os chineses têm clareza e aceitam a prática do “project finance” — modelo pelo qual as receitas do empreendimento servem como a própria garantia de pagamento do financiamento. “São temas a serem esclarecidos e as respostas só virão com o detalhamento dos acordos”, afirma. Diplomatas estrangeiros com baseem Brasíliase debruçavamontem sobre os textos firmados por Dilma Rousseff e Li Keqiang com um receio: a concorrência “desleal” com chineses em futuras licitações André Ramalho e Renata Batista Do Rio O governador Luiz Fernando Pezão e o primeiro-ministro da China, Li Keqiang, no Centro Administrativo do Metrô Rio Com o discurso bem ensaiado, a comitiva chinesa passou pelo Rio prometendo investimentos e geração de empregos. Acompanhado de um séquito de empresários, o primeiro ministro, Li Keqiang, foi recepcionado pelo governador Luiz Fernando Pezão, entre outras autoridades e executivos brasileiros. Visitou barca e trens construídos na China para o governo fluminense e sinalizou o interesse na instalação de uma unidade de reparos de embarcações e uma planta de manutenção de trens, além da possibilidade de investimento em uma fábrica de vagões no Rio. Os investimentos estão sendo avaliados pela CNR, fabricante de trens, e pelo CS Group, fornecedor das sete novas embarcações que vão operar o trajeto Rio-Niterói pe- Atividade Econômica Atualize suas contas Indicadores agregados Produção física industrial (IBGE - %) * Total Indústria de transformação Bens de capital Bens intermediários Bens de consumo Faturamento real dessazonalizado (CNI - %) Indicador do nível de atividade - INA (FIESP - %) * Vendas reais (FIRJAN - %) ** Comércio Receita nominal de vendas no varejo - Brasil (IBGE - %) *(2) Volume de vendas no varejo - Brasil (IBGE - %) *(2) Consultas ao usecheque (ACSP - %) (1) ** Consultas ao sistema de proteção ao crédito (ACSP - %) (1) ** Mercado de trabalho Taxa média de desocupação (IBGE - em %) Taxa de desemprego total (DIEESE - % da PEA) *** Nível de emprego na indústria (FIESP - %) Nível de emprego em São Paulo (SEADE/DIEESE - %) Balança comercial (US$ milhões) Exportações Importações Saldo mar/15 fev/15 jan/15 dez/14 nov/14 out/14 set/14 ago/14 jul/14 - -0,8 -0,9 -4,4 -0,2 -1,1 0,5 -1,4 19,3 -1,3 -1,6 -4,4 -0,2 -1,3 0,8 0,8 5,2 0,3 1,4 3,5 1,0 -1,2 -2,3 2,9 -6,2 -1,7 -3,5 -8,5 -1,2 -2,2 -2,1 -1,6 -4,4 -1,2 -1,4 0,0 -0,2 -1,5 -1,6 -1,4 8,3 0,1 0,3 -0,7 0,0 -0,2 2,5 -0,5 6,8 -0,5 -0,5 0,0 -1,6 0,9 1,0 -0,2 6,7 0,6 0,1 -1,3 1,6 -0,7 1,6 -0,6 -0,9 0,9 0,9 13,3 -0,3 3,1 1,6 -0,6 4,2 -3,2 -1,3 -0,4 -0,9 1,3 3,6 0,5 -0,4 -10,1 -8,3 1,1 0,3 -3,2 -3,9 -2,7 -2,8 2,3 -1,0 2,2 1,5 3,3 -1,0 1,2 1,0 1,8 4,6 0,7 0,3 1,7 6,2 1,3 1,3 0,3 -3,1 -0,4 -1,3 0,3 -3,6 0,19 - 6,2 11,40 -0,69 0,8 5,9 10,50 -0,35 0,4 5,3 9,80 0,11 -0,4 4,3 9,90 -1,61 -0,7 4,8 9,80 -1,44 -0,6 4,7 10,10 -0,50 -0,4 4,9 10,60 -0,25 0,1 5,0 11,30 -0,59 -0,1 4,9 11,40 -0,61 0,9 15.156 14.665 491 16.979 16.521 458 12.092 14.934 -2.842 13.704 16.878 -3.174 17.491 17.198 293 15.646 17.997 -2.351 18.330 19.507 -1.177 19.616 20.557 -941 20.463 19.302 1.161 23.024 21.452 1.572 Mês out/13 nov/13 dez/13 jan/14 fev/14 mar/14 abr/14 mai/14 jun/14 jul/14 ago/14 set/14 out/14 nov/14 dez/14 jan/15 fev/15 mar/15 abr/15 mai/15 Em 2015 Em 12 meses * 2014 Produção e investimento contribuições em R$ Alíquotas em % INSS (1) IRPF (2) Até 1.399,12 8,00 8,00 De 1.399,13 a 2.331,88 9,00 9,00 De 2.331,89 a 4.663,75 11,00 11,00 Empregador doméstico 12,00 Fonte: Ministério da Previdência Social. Elaboração: Valor Data. *Competência maio/15. **Inclusive empregados domésticos. (1) Para fins de recolhimento ao INSS. (2) Para determinar a base de cálculo do IRPF. 2012 4.713,1 2.411,5 1,8 -2,5 0,1 2,4 -0,6 20,2 2011 4.374,8 2.613,5 3,9 5,6 4,1 3,4 6,6 20,6 2010 3.886,8 2.210,3 7,6 6,8 10,4 5,8 17,8 20,6 2009 3.328,2 1.670,2 -0,2 -3,8 -4,8 1,9 -1,9 19,2 IR na fonte Faixas de contribuição Base de calculo em R$ Aliquota Parcela a deduzir em % IR - em R$ Até 1.903,98 De 1.903,99 até 2.826,65 De 2.826,66 até 3.751,05 De 3.751,06 até 4.664,68 Acima de 4.664,68 7,5 15,0 22,5 27,5 142,80 354,80 636,13 869,36 Fonte: Secretaria da Receita Federal. Elaboração: Valor Data. Obs. Desconto por dependente: R$ 189,59. Ano-calendário de 2015. Principais receitas tributárias Receita Federal Imposto de renda total Imposto de renda pessoa jurídica Imposto de renda retido na fonte Imposto sobre produtos industrializados Imposto sobre operações financeiras Imposto de importação CPMF (1) Contribuição para Finsocial (Cofins) CSLL PIS/Pasep Outras receitas abr/14 - mar/15 Valor Var. % * 316,1 127,9 160,6 52,1 31,0 37,3 196,4 67,9 52,3 450,9 de instalar uma unidade de manutenção na Baía de Guanabara, para realizar reparos nas sete barcas que fornecerá para o governo. De acordo com Osório, a chinesa tem a intenção de expandir as vendas para o Rio, e mercados da Amazônia e do Rio da Prata. A ideia, segundo o secretário, é que o Rio seja o centro de fornecimento para o mercado sulamericano. Durante seu discurso oficial, Pezão convidou chineses a investirem e apresentou oportunidades. Disse que pretende lançar até o final do ano um pacote de parcerias público-privadas, incluindo a licitação do trecho EstácioCarioca-Praça XV, da Linha 2 do metrô. Ao final, o governador recepcionou o premiê chinês em um jantar no Palácio Guanabara. Mais sobre a missão chinesa no Brasil na página B4 6,29 1,99 10,73 7,43 5,85 -3,23 -4,09 3,05 -1,13 6,63 jan - dez/14 Valor Var. % * jan - dez/13 Valor Var. % * 309,2 125,9 155,5 51,6 29,8 36,7 195,2 66,1 51,9 447,4 292,8 126,1 140,2 47,1 29,4 37,2 201,5 65,7 51,9 412,6 5,60 -0,17 10,88 9,60 1,27 -1,35 -3,12 0,59 -0,01 8,42 10,85 15,90 7,03 2,56 -4,41 19,56 15,51 14,29 12,29 8,86 Total (SRF e Previdência) 1.203,9 3,78 1.187,9 4,36 1.138,3 10,60 ICMS - Brasil ** ICMS - São Paulo ICMS - Rio de Janeiro 31,5 -2,47 31,9 0,76 31,6 24,26 ICMS - Minas Gerais 38,1 2,96 38,3 6,49 36,0 12,00 INSS (jan/14 - dez/14) 337,5 9,88 337,5 9,88 307,1 11,38 Total das principais receitas Fonte: Receita Federal, Previdência Social, Secretaria da Fazenda. Elaboração: Valor Data. * Sobre o mesmo período do ano anterior. ** Provisório. (1) A partir de abril/12 passa a ser incluida em outras receitas. Em % Selic (4) 0,81 0,72 0,79 0,85 0,79 0,77 0,82 0,87 0,82 0,95 0,87 0,91 0,95 0,84 0,96 0,94 0,82 1,04 0,95 0,99 4,82 11,61 10,90 Dívida líquida do setor público Número índice mai/15 abr/15 2015 * mai/15 abr/15 dez/14 - 0,71 0,71 - 4,56 4,95 3,50 2014 12 meses * 6,41 6,23 6,46 8,17 8,34 7,90 - 4.245,1900 4.372,0800 - 4.059,8600 4.165,9900 3.972,3100 0,52 0,53 0,57 0,37 - 0,92 0,68 1,11 0,03 1,54 0,61 0,46 1,17 1,41 0,75 0,65 1,27 1,45 1,01 0,69 - 3,37 2,89 3,01 4,00 2,64 4,79 2,32 3,22 2,83 4,74 0,70 2,98 2,47 4,83 2,09 - 3,78 6,17 2,15 4,40 1,32 6,87 6,95 3,69 2,13 6,76 6,74 3,88 2,51 6,64 6,67 - 3,94 6,75 1,85 1,39 2,03 8,41 6,89 3,55 1,36 8,31 6,74 3,46 1,27 8,33 7,01 - 587,7020 642,9330 468,8860 612,7630 - 569,7380 611,2920 825,7500 522,4460 470,5230 618,0600 576,1750 624,8330 465,1320 617,3600 584,6540 639,5590 466,2360 610,4800 - 551,1490 593,4080 794,0250 509,0300 449,0040 604,0260 558,2130 607,6560 444,0980 603,8950 567,7200 624,1620 444,7560 597,9630 - - 1,10 4,72 5,20 7,21 - 423,4850 404,4088 - 0,55 5,56 6,73 8,36 - 337,2500 319,4778 Dívida líquida total (-) Ajuste patrimonial (-) Ajuste metodológico s/ dívida externa Dívida fiscal líquida Dívida interna líquida Dívida externa líquida Pagamento das quotas - 2015 1ª ou única 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 7ª 8ª 30/04/15 29/05/15 30/06/15 31/07/15 31/08/15 30/09/15 31/10/15 30/11/15 CUB/SP 0,17 0,09 0,06 0,05 0,23 0,08 0,15 1,71 2,77 0,59 0,47 0,01 0,12 0,02 0,03 0,33 0,10 0,06 0,34 0,82 6,69 6,37 UPC 22,32 22,32 22,32 22,36 22,36 22,36 22,40 22,40 22,40 22,43 22,43 22,43 22,49 22,49 22,49 22,55 22,55 22,55 22,60 22,60 0,49 0,89 0,76 Em R$ Salário mínimo 678,00 678,00 678,00 724,00 724,00 724,00 724,00 724,00 724,00 724,00 724,00 724,00 724,00 724,00 724,00 788,00 788,00 788,00 788,00 788,00 8,84 8,84 6,78 No prazo legal Valor da Cota (Campo 7 do DARF) Valor da declaração Valor dos Juros (Campo 9 do DARF) Valor Total (Campo 10 do DARF) 1,00% - Campo 7 + Campo 8 + Campo 9 Pagamento com atraso Multa (campo 08) - sobre o valor do campo 7 aplicar 0,33% por dia de atraso, a partir do primeiro dia após o vencimento até o limite de 20%; Juros (campo 09) - aplicar os juros equivalentes à taxa Selic acumulada mensalmente, calculados a partir de maio/15 até o mês anterior ao do pagamento e de 1% no mês de pagamento; Total (campo 10) - informar a soma dos valores dos campos 7, 8 e 9. Fonte: Receita Federal do Brasil. Elaboração: Valor Data. Mais informações: www.valor.com.br, www.ibge.gov.br e www.fipe.com mar/15 Valor % do PIB dez/14 Valor % do PIB dez/13 Valor % do PIB 1.847,7 99,5 -342,0 2.067,5 33,11 1,78 -6,13 37,04 1.883,1 100,3 -187,7 1.942,6 34,11 1,82 -3,40 35,18 1.626,3 103,8 -107,0 1.598,7 31,53 2,01 -2,07 31,00 2.796,4 -948,7 50,11 -17,00 2.669,5 -786,4 48,35 -14,24 2.341,0 -714,7 45,39 -13,86 1.140,3 570,2 94,3 42,8 20,43 10,22 1,69 0,77 1.200,7 551,2 91,9 39,4 21,75 9,98 1,66 0,71 1.025,4 483,3 86,5 31,2 19,88 9,37 1,68 0,60 Divisão entre as esferas do governo Governo Federal e Banco Central Governos Estaduais Governos Municipais Empresas Estatais Necessidades de financiamento do setor público Fluxos acumulados em 12 meses mar/15 Valor % do PIB dez/14 Valor % do PIB dez/13 Valor % do PIB Total nominal 435,7 7,81 343,9 6,71 157,5 Total operacional Total primário 39,2 0,70 32,5 0,64 -91,3 Governo Federal -35,4 -0,64 -36,3 -0,71 -126,5 Banco Central 0,3 0,01 0,1 0,00 1,3 Total de juros reais Juros da dívida interna Juros da dívida externa Fonte: Banco Central. Elaboração: Valor Data. Obs.: Valores sem as empresas dos grupos Petrobras e Eletrobras. 3,25 -1,88 -2,61 0,03 - Resultado fiscal do governo central* Discriminação Imposto de Renda Pessoa Física Vencimento FGTS (5) 0,3389 0,2674 0,2961 0,3595 0,3005 0,2733 0,2926 0,3072 0,2932 0,3523 0,3070 0,3341 0,3507 0,2950 0,3522 0,3346 0,2635 0,3765 0,3543 0,3622 1,70 4,05 3,89 Divisão entre dívida interna e externa Valores em R$ bilhões Quota TJLP 0,42 0,41 0,42 0,42 0,38 0,42 0,41 0,42 0,41 0,42 0,42 0,41 0,42 0,41 0,42 0,46 0,42 0,46 0,49 0,50 2,35 5,37 5,07 Valores em R$ bilhões - no setor público Acumulado em IBGE IPCA INPC IPCA-E FGV IGP-DI Núcleo do IPC-DI IPA-DI IPA-Agro IPA-Ind. IPC-DI INCC-DI IPA-OG ** IGP-M IPA-M IPC-M INCC-M IGP-10 IPA-10 IPC-10 INCC-10 IPC-RJ FIPE IPC DIEESE ICV TBF (1) 0,7389 0,6808 0,7197 0,7934 0,7441 0,7068 0,7362 0,8109 0,7968 0,8762 0,8107 0,8480 0,8746 0,7887 0,8961 0,8685 0,7669 0,9206 0,8982 0,9062 4,44 10,75 10,12 Dívida e necessidades de financiamento Obs.: IGP-M 2ª prévia de mai/15 = 0,41% e IPC-FIPE 2ª quadrissemana mai/15 = 0,83% Fonte: FGV, IBGE, FIPE e DIEESE. Elaboração: Valor Data. *Acumulado até o último mês indicado. **Série descontinuada. Valores em R$ bilhões Valores acumulados Poupança (2) Poupança (3) 0,5925 0,5925 0,5208 0,5208 0,5496 0,5496 0,6132 0,6132 0,5540 0,5540 0,5267 0,5267 0,5461 0,5461 0,5607 0,5607 0,5467 0,5467 0,6059 0,6059 0,5605 0,5605 0,5877 0,5877 0,6043 0,6043 0,5485 0,5485 0,6058 0,6058 0,5882 0,5882 0,5169 0,5169 0,6302 0,6302 0,6079 0,6079 0,6159 0,6159 2,99 2,99 7,25 7,25 7,08 7,08 Variação no período (em %) 2013 5.157,6 2.387,9 2,7 7,9 1,8 2,5 6,1 20,5 Fonte: IBGE e Banco Central. Elaboração: Valor Data. *Preços de mercado. **Banco Central. Obs.: dados do IBGE apresentados segundo a nova metodologia de cálculo. Salário de TR (1) 0,0920 0,0207 0,0494 0,1126 0,0537 0,0266 0,0459 0,0604 0,0465 0,1054 0,0602 0,0873 0,1038 0,0483 0,1053 0,0878 0,0168 0,1296 0,1074 0,1153 0,46 1,02 0,86 Inflação Variação no período Empregados e avulsos** la CCR Barcas. Segundo o secretário estadual de Transportes, Carlos Osório, o governo chegou a oferecer uma área próxima à linha da Supervia, no bairro de Deodoro, para a instalação da unidade de reparos de trens da CNR. Durante a visita, a comitiva conferiu o funcionamento dos produtos chineses. Nos últimos anos, o governo fluminense comprou 34 trens chineses para o metrô. O vice-presidente da CNR, Yu Weiping, disse que avalia uma fábrica no Brasil, mas espera mais encomendas para justificar o investimento. “Nossos trens funcionaram bem na Copa e também funcionarão bem nas Olimpíadas. Esperamos que isso nos ajude a atrair novos compradores do Brasil e de outros países vizinhos”, disse em chinês, com ajuda de tradutor. A comitiva chinesa sinalizou também a intenção do CS Group Fonte: Banco Central, CEF, Sinduscon, Ministério da Fazenda e ACSP. Elaboração: Valor Data * Até o último mês de referência (1) Taxa do período iniciado no 1º dia do mês. (2) Rendimento no 1º dia no mês seguinte para depósitos até 03/05/12 (3) Rendimento no 1º dia no mês seguinte para depósitos a partir de 04/05/12 ; MP nº 567 de 03/05/12 (4) Taxa efetiva; para maio projetada (5) Crédito no dia 10 do mês seguinte (TR + Juros de 3% ao ano). Fonte:IBGE,CNI,FIESP,FIRJAN,ACSP,DIEESE/SEADE,SECEX/MDIC.Elaboração:ValorData.(1)NacapitalSP.(2)Novasériecomíndicebase2012=100.*Metodologiacomajustesazonal. ** Variação em 12 meses. *** Em São Paulo. Contrib. previdenciária* Os memorandos, tratados e acordosquadro entre Brasil e China estão na íntegra no site do Itamaraty: http://tinyurl.com/lh3zcng Variação dos indicadores no período abr/15 Indústria 2014 5.521,3 2.345,4 0,1 0,4 -1,2 0,7 -4,4 19,7 sócio-sênior do escritório Siqueira Castro, que tem parceria com firmas de advocacia no país asiático. “Temos que encarar isso com naturalidade. O que cabe, ao Brasil, é reservar espaço para a sua indústria, com exigências de conteúdo nacional e de transferência de tecnologia, quando isso for conveniente”, afirma. O embaixador José Alfredo Graça Lima, um dos principais organizadores da visita de Li, garante que não há agenda secreta por trás dos anúncios e frisa: “Os chineses precisarão respeitar integralmente a legislação brasileira. É natural, pelo relevo da visita, que a primeira imagem seja de espanto. Mas é prematuro alguém se sentir prejudicado”. Em visita ao Rio, comitiva chinesa promete investir em infraestrutura CLARICE CASTRO/ GERJ Indicadores PIB (R$ bilhões) * PIB (US$ bilhões) ** Taxa de Variação Real (%) Agropecuária Indústria Serviços Formação Bruta de Capital Fixo (%) Investimento (% do PIB) nas áreas de energia e transportes. Como não faz parte da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), a China pode condicionar o financiamento à exigência de participação de suas empresas nos projetos contemplados, o que é mais difícil aos países-membros da entidade, por causa do “Consenso sobre Créditos Oficiais à Exportação”. Um exemplo: a Agência Francesa de Desenvolvimento financia a construção da Linha 13-Jade de trens, em São Paulo, com € 300 milhões. Nenhuma empresa francesa integra os consórcios vencedores das obras. Isso não teve nenhuma influência, contudo, na liberação do empréstimo. “Não resta a menor dúvida de que a China tentará incluir, nos acordos, cláusulas que valorizem a exportação de tecnologia e maquinário chinês”, diz o advogado Carlos Roberto Siqueira Castro, 1 - Resultado do Tesouro Nacional*** Receitas do Tesouro Nacional Despesas do Tesouro Nacional Transferência a Estados e Municípios Despesas pessoais e encargos sociais 2 - Resultado da Previdência Social Receitas da Previdência Social Benefícios previdenciários Resultado do Governo Federal (1+2) Receita total (Tesouro e Previdência) Despesa total (Tesouro e Previdência) 3 - Resultado do Banco Central Resultado do Governo Central (1+2+3) Dívida do Tesouro Nacional Dívida líquida total em poder do mercado Dívida líquida interna**** Dívida líquida externa abr/14 - mar/15 Valor Var. % ** 37,5 -68,29 887,1 -0,85 849,5 9,43 211,3 6,48 222,7 6,86 -61,0 28,81 340,6 8,57 401,6 11,23 -23,8 1.226,1 2,44 1.249,9 10,77 -0,3 -24,1 mar/15 Valor % do PIB 1.189,3 21,31 1.065,2 19,09 124,1 2,22 jan/14 - dez/14 Valor 39,6 883,3 843,7 210,2 219,8 -56,7 337,5 394,2 -17,1 1.220,8 1.237,9 -0,1 -17,2 Var. % ** -69,11 1,39 13,55 10,62 8,43 13,72 9,88 10,42 3,61 12,54 dez/14 Valor % do PIB 1.165,2 22,70 1.053,4 20,52 111,8 2,18 jan/13 - dez/13 Valor Var. % ** 128,2 -1,29 871,2 11,20 743,0 11,56 190,0 4,75 202,7 8,95 -49,9 22,12 307,1 11,38 357,0 12,77 78,3 2,21 1.178,3 11,24 1.100,0 11,95 -1,3 75,18 77,0 -12,77 dez/13 Valor % do PIB 941,9 19,44 847,5 17,49 94,4 1,95 Fonte: STN, BC. Elaboração: Valor Data. * Governo Central: Tesouro, Previdência Social e BC. ** Variação % sobre o mesmo período do ano anterior. *** Inclui subsídios e subvenções. **** Nova metodologia divulgada a partir de jan/08.