Jornal Valor --- Página 4 da edição "21/05/2015 1a CAD A" ---- Impressa por ccassiano às 20/05/2015@21:04:50
Jornal Valor Econômico - CAD A - BRASIL - 21/5/2015 (21:4) - Página 4- Cor: BLACKCYANMAGENTAYELLOW
Enxerto
A4
|
Valor
|
Quinta-feira, 21 de maio de 2015
Brasil
Relações externas Acordos anunciados no passado não se concretizaram, como o que envolvia BNDES e Citic
Recessãodeveacelerarprojetoscomchineses
Marta Watanabe e Daniel Rittner
De São Paulo e Brasília
O receio de que os acordos
anunciados entre o Brasil e a China fiquem somente na promessa
têm sua razão de ser. A evolução
de acordos de intenções firmados
há mais de uma década, em maio
de 2004, quando o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou a China, mostra que projetos divulgados com grande entusiasmo na época não saíram do
papel. Resta saber como a economia doméstica enfraquecida pode fazer diferença no esforço para
as promessas serem cumpridas.
Um dos acordos considerados
mais importantes durante a visita de Lula em 2004 foi o assinado
entre o BNDES e o Grupo Citic, estatal chinesa da área de infraestrutura, que na época tinha US$
100 bilhões para investir em projetos fora da China. A ideia era se-
lecionar projetos não só no Brasil
como na América do Sul para receber recursos do BNDES e do Citic. Na época, os chineses já mostraram interesse em construir
uma saída para escoar produtos
brasileiros pelo Pacífico e em
projetos ferroviários no Brasil.
Cerca de seis meses após a visita
de Lula, um dos executivos do Citic
declarou em visita ao Brasil que a
ferrovia Norte-Sul e o projeto de
ampliação do porto de Itaqui (MA)
poderiam receber financiamento
de US$ 2 bilhões do governo chinês. Em troca, a China queria garantia de fornecimento de soja,
madeira e minério de ferro. Outro
projeto de interesse dos chineses
na época era a Transnordestina.
Atualmente, dos três trechos
previstos, a ferrovia Norte-Sul
opera com cargas regulares apenas um, concedido à Vale — o segundo trecho já foi concluído,
mas funciona ainda precaria-
mente. Os trechos da Transnordestina não entraram em operação comercial. Os recursos chineses não chegaram a nenhum dos
dois projetos e, segundo a assessoria de imprensa do BNDES, o
acordo com o Citic não evoluiu.
Agora, em um momento de retração da economia e escassez de
crédito, há mais otimismo com a
oferta chinesa de investimentos e
financiamento. “Os anúncios são
muito bem-vindos”, avalia Paulo
Cesena, presidente da Odebrecht
Transport, que controla concessões como o aeroporto do Galeão
(RJ) e a rodovia BR-163 (MT).
Com o menor peso do BNDES
nas próximas concessões de infraestrutura, só a disponibilidade
de recursos provenientes do mercado de capitais ou de agências
multilaterais pode não ser suficiente para garantir o financiamento dos projetos, ele pontua.
Isso não afasta, porém, uma sé-
rie de dúvidas. Uma delas, segundo o executivo, é sobre eventuais
exigências de fornecedores chineses de equipamentos usados nos
projetos. Outra é como os créditos
anunciados vão lidar com questões como o risco cambial — as
concessões geram receitas basicamente em reais e os empréstimos
asiáticos podem ser em dólares.
Cesena tem uma terceira preocupação: se os chineses têm clareza e
aceitam a prática do “project finance” — modelo pelo qual as receitas do empreendimento servem
como a própria garantia de pagamento do financiamento. “São temas a serem esclarecidos e as respostas só virão com o detalhamento dos acordos”, afirma.
Diplomatas estrangeiros com
baseem Brasíliase debruçavamontem sobre os textos firmados por
Dilma Rousseff e Li Keqiang com
um receio: a concorrência “desleal”
com chineses em futuras licitações
André Ramalho e Renata Batista
Do Rio
O governador Luiz Fernando Pezão e o primeiro-ministro da China, Li Keqiang, no Centro Administrativo do Metrô Rio
Com o discurso bem ensaiado, a
comitiva chinesa passou pelo Rio
prometendo investimentos e geração de empregos. Acompanhado
de um séquito de empresários, o
primeiro ministro, Li Keqiang, foi
recepcionado pelo governador
Luiz Fernando Pezão, entre outras
autoridades e executivos brasileiros. Visitou barca e trens construídos na China para o governo fluminense e sinalizou o interesse na
instalação de uma unidade de reparos de embarcações e uma planta de manutenção de trens, além
da possibilidade de investimento
em uma fábrica de vagões no Rio.
Os investimentos estão sendo
avaliados pela CNR, fabricante de
trens, e pelo CS Group, fornecedor
das sete novas embarcações que
vão operar o trajeto Rio-Niterói pe-
Atividade Econômica
Atualize suas contas
Indicadores agregados
Produção física industrial (IBGE - %) *
Total
Indústria de transformação
Bens de capital
Bens intermediários
Bens de consumo
Faturamento real dessazonalizado (CNI - %)
Indicador do nível de atividade - INA (FIESP - %) *
Vendas reais (FIRJAN - %) **
Comércio
Receita nominal de vendas no varejo - Brasil (IBGE - %) *(2)
Volume de vendas no varejo - Brasil (IBGE - %) *(2)
Consultas ao usecheque (ACSP - %) (1) **
Consultas ao sistema de proteção ao crédito (ACSP - %) (1) **
Mercado de trabalho
Taxa média de desocupação (IBGE - em %)
Taxa de desemprego total (DIEESE - % da PEA) ***
Nível de emprego na indústria (FIESP - %)
Nível de emprego em São Paulo (SEADE/DIEESE - %)
Balança comercial (US$ milhões)
Exportações
Importações
Saldo
mar/15
fev/15
jan/15
dez/14
nov/14
out/14
set/14
ago/14
jul/14
-
-0,8
-0,9
-4,4
-0,2
-1,1
0,5
-1,4
19,3
-1,3
-1,6
-4,4
-0,2
-1,3
0,8
0,8
5,2
0,3
1,4
3,5
1,0
-1,2
-2,3
2,9
-6,2
-1,7
-3,5
-8,5
-1,2
-2,2
-2,1
-1,6
-4,4
-1,2
-1,4
0,0
-0,2
-1,5
-1,6
-1,4
8,3
0,1
0,3
-0,7
0,0
-0,2
2,5
-0,5
6,8
-0,5
-0,5
0,0
-1,6
0,9
1,0
-0,2
6,7
0,6
0,1
-1,3
1,6
-0,7
1,6
-0,6
-0,9
0,9
0,9
13,3
-0,3
3,1
1,6
-0,6
4,2
-3,2
-1,3
-0,4
-0,9
1,3
3,6
0,5
-0,4
-10,1
-8,3
1,1
0,3
-3,2
-3,9
-2,7
-2,8
2,3
-1,0
2,2
1,5
3,3
-1,0
1,2
1,0
1,8
4,6
0,7
0,3
1,7
6,2
1,3
1,3
0,3
-3,1
-0,4
-1,3
0,3
-3,6
0,19
-
6,2
11,40
-0,69
0,8
5,9
10,50
-0,35
0,4
5,3
9,80
0,11
-0,4
4,3
9,90
-1,61
-0,7
4,8
9,80
-1,44
-0,6
4,7
10,10
-0,50
-0,4
4,9
10,60
-0,25
0,1
5,0
11,30
-0,59
-0,1
4,9
11,40
-0,61
0,9
15.156
14.665
491
16.979
16.521
458
12.092
14.934
-2.842
13.704
16.878
-3.174
17.491
17.198
293
15.646
17.997
-2.351
18.330
19.507
-1.177
19.616
20.557
-941
20.463
19.302
1.161
23.024
21.452
1.572
Mês
out/13
nov/13
dez/13
jan/14
fev/14
mar/14
abr/14
mai/14
jun/14
jul/14
ago/14
set/14
out/14
nov/14
dez/14
jan/15
fev/15
mar/15
abr/15
mai/15
Em 2015
Em 12 meses *
2014
Produção e investimento
contribuições em R$
Alíquotas em %
INSS (1)
IRPF (2)
Até 1.399,12
8,00
8,00
De 1.399,13 a 2.331,88
9,00
9,00
De 2.331,89 a 4.663,75
11,00
11,00
Empregador doméstico
12,00
Fonte: Ministério da Previdência Social. Elaboração: Valor
Data. *Competência maio/15. **Inclusive empregados domésticos. (1) Para fins de recolhimento ao INSS. (2) Para determinar a base de cálculo do IRPF.
2012
4.713,1
2.411,5
1,8
-2,5
0,1
2,4
-0,6
20,2
2011
4.374,8
2.613,5
3,9
5,6
4,1
3,4
6,6
20,6
2010
3.886,8
2.210,3
7,6
6,8
10,4
5,8
17,8
20,6
2009
3.328,2
1.670,2
-0,2
-3,8
-4,8
1,9
-1,9
19,2
IR na fonte
Faixas de contribuição
Base de calculo
em R$
Aliquota Parcela a deduzir
em %
IR - em R$
Até 1.903,98
De 1.903,99 até 2.826,65
De 2.826,66 até 3.751,05
De 3.751,06 até 4.664,68
Acima de 4.664,68
7,5
15,0
22,5
27,5
142,80
354,80
636,13
869,36
Fonte: Secretaria da Receita Federal. Elaboração: Valor
Data. Obs. Desconto por dependente: R$ 189,59. Ano-calendário de 2015.
Principais receitas tributárias
Receita Federal
Imposto de renda total
Imposto de renda pessoa jurídica
Imposto de renda retido na fonte
Imposto sobre produtos industrializados
Imposto sobre operações financeiras
Imposto de importação
CPMF (1)
Contribuição para Finsocial (Cofins)
CSLL
PIS/Pasep
Outras receitas
abr/14 - mar/15
Valor
Var. % *
316,1
127,9
160,6
52,1
31,0
37,3
196,4
67,9
52,3
450,9
de instalar uma unidade de manutenção na Baía de Guanabara, para
realizar reparos nas sete barcas
que fornecerá para o governo. De
acordo com Osório, a chinesa tem
a intenção de expandir as vendas
para o Rio, e mercados da Amazônia e do Rio da Prata. A ideia, segundo o secretário, é que o Rio seja
o centro de fornecimento para o
mercado sulamericano.
Durante seu discurso oficial,
Pezão convidou chineses a investirem e apresentou oportunidades. Disse que pretende lançar até
o final do ano um pacote de parcerias público-privadas, incluindo a licitação do trecho EstácioCarioca-Praça XV, da Linha 2 do
metrô. Ao final, o governador recepcionou o premiê chinês em
um jantar no Palácio Guanabara.
Mais sobre a missão chinesa no Brasil
na página B4
6,29
1,99
10,73
7,43
5,85
-3,23
-4,09
3,05
-1,13
6,63
jan - dez/14
Valor
Var. % *
jan - dez/13
Valor Var. % *
309,2
125,9
155,5
51,6
29,8
36,7
195,2
66,1
51,9
447,4
292,8
126,1
140,2
47,1
29,4
37,2
201,5
65,7
51,9
412,6
5,60
-0,17
10,88
9,60
1,27
-1,35
-3,12
0,59
-0,01
8,42
10,85
15,90
7,03
2,56
-4,41
19,56
15,51
14,29
12,29
8,86
Total (SRF e Previdência)
1.203,9
3,78
1.187,9
4,36
1.138,3
10,60
ICMS - Brasil **
ICMS - São Paulo
ICMS - Rio de Janeiro
31,5
-2,47
31,9
0,76
31,6
24,26
ICMS - Minas Gerais
38,1
2,96
38,3
6,49
36,0
12,00
INSS (jan/14 - dez/14)
337,5
9,88
337,5
9,88
307,1
11,38
Total das principais receitas
Fonte: Receita Federal, Previdência Social, Secretaria da Fazenda. Elaboração: Valor Data. * Sobre o mesmo período do ano
anterior. ** Provisório. (1) A partir de abril/12 passa a ser incluida em outras receitas.
Em %
Selic (4)
0,81
0,72
0,79
0,85
0,79
0,77
0,82
0,87
0,82
0,95
0,87
0,91
0,95
0,84
0,96
0,94
0,82
1,04
0,95
0,99
4,82
11,61
10,90
Dívida líquida do setor público
Número índice
mai/15
abr/15
2015 *
mai/15
abr/15
dez/14
-
0,71
0,71
-
4,56
4,95
3,50
2014 12 meses *
6,41
6,23
6,46
8,17
8,34
7,90
-
4.245,1900
4.372,0800
-
4.059,8600
4.165,9900
3.972,3100
0,52
0,53
0,57
0,37
-
0,92
0,68
1,11
0,03
1,54
0,61
0,46
1,17
1,41
0,75
0,65
1,27
1,45
1,01
0,69
-
3,37
2,89
3,01
4,00
2,64
4,79
2,32
3,22
2,83
4,74
0,70
2,98
2,47
4,83
2,09
-
3,78
6,17
2,15
4,40
1,32
6,87
6,95
3,69
2,13
6,76
6,74
3,88
2,51
6,64
6,67
-
3,94
6,75
1,85
1,39
2,03
8,41
6,89
3,55
1,36
8,31
6,74
3,46
1,27
8,33
7,01
-
587,7020
642,9330
468,8860
612,7630
-
569,7380
611,2920
825,7500
522,4460
470,5230
618,0600
576,1750
624,8330
465,1320
617,3600
584,6540
639,5590
466,2360
610,4800
-
551,1490
593,4080
794,0250
509,0300
449,0040
604,0260
558,2130
607,6560
444,0980
603,8950
567,7200
624,1620
444,7560
597,9630
-
-
1,10
4,72
5,20
7,21
-
423,4850
404,4088
-
0,55
5,56
6,73
8,36
-
337,2500
319,4778
Dívida líquida total
(-) Ajuste patrimonial
(-) Ajuste metodológico s/ dívida externa
Dívida fiscal líquida
Dívida interna líquida
Dívida externa líquida
Pagamento das quotas - 2015
1ª ou única
2ª
3ª
4ª
5ª
6ª
7ª
8ª
30/04/15
29/05/15
30/06/15
31/07/15
31/08/15
30/09/15
31/10/15
30/11/15
CUB/SP
0,17
0,09
0,06
0,05
0,23
0,08
0,15
1,71
2,77
0,59
0,47
0,01
0,12
0,02
0,03
0,33
0,10
0,06
0,34
0,82
6,69
6,37
UPC
22,32
22,32
22,32
22,36
22,36
22,36
22,40
22,40
22,40
22,43
22,43
22,43
22,49
22,49
22,49
22,55
22,55
22,55
22,60
22,60
0,49
0,89
0,76
Em R$
Salário mínimo
678,00
678,00
678,00
724,00
724,00
724,00
724,00
724,00
724,00
724,00
724,00
724,00
724,00
724,00
724,00
788,00
788,00
788,00
788,00
788,00
8,84
8,84
6,78
No prazo legal
Valor da Cota
(Campo 7 do DARF)
Valor da declaração
Valor dos Juros
(Campo 9 do DARF)
Valor Total
(Campo 10 do DARF)
1,00%
-
Campo 7
+
Campo 8
+
Campo 9
Pagamento com atraso
Multa (campo 08) - sobre o valor do campo 7 aplicar 0,33% por dia de atraso, a partir do primeiro dia após o vencimento até
o limite de 20%; Juros (campo 09) - aplicar os juros equivalentes à taxa Selic acumulada mensalmente, calculados a partir
de maio/15 até o mês anterior ao do pagamento e de 1% no mês de pagamento; Total (campo 10) - informar a soma dos
valores dos campos 7, 8 e 9. Fonte: Receita Federal do Brasil. Elaboração: Valor Data.
Mais informações: www.valor.com.br, www.ibge.gov.br e www.fipe.com
mar/15
Valor % do PIB
dez/14
Valor % do PIB
dez/13
Valor % do PIB
1.847,7
99,5
-342,0
2.067,5
33,11
1,78
-6,13
37,04
1.883,1
100,3
-187,7
1.942,6
34,11
1,82
-3,40
35,18
1.626,3
103,8
-107,0
1.598,7
31,53
2,01
-2,07
31,00
2.796,4
-948,7
50,11
-17,00
2.669,5
-786,4
48,35
-14,24
2.341,0
-714,7
45,39
-13,86
1.140,3
570,2
94,3
42,8
20,43
10,22
1,69
0,77
1.200,7
551,2
91,9
39,4
21,75
9,98
1,66
0,71
1.025,4
483,3
86,5
31,2
19,88
9,37
1,68
0,60
Divisão entre as esferas do governo
Governo Federal e Banco Central
Governos Estaduais
Governos Municipais
Empresas Estatais
Necessidades de financiamento do setor público
Fluxos acumulados em 12 meses
mar/15
Valor % do PIB
dez/14
Valor % do PIB
dez/13
Valor % do PIB
Total nominal
435,7
7,81
343,9
6,71
157,5
Total operacional
Total primário
39,2
0,70
32,5
0,64
-91,3
Governo Federal
-35,4
-0,64
-36,3
-0,71
-126,5
Banco Central
0,3
0,01
0,1
0,00
1,3
Total de juros reais
Juros da dívida interna
Juros da dívida externa
Fonte: Banco Central. Elaboração: Valor Data. Obs.: Valores sem as empresas dos grupos Petrobras e Eletrobras.
3,25
-1,88
-2,61
0,03
-
Resultado fiscal do governo central*
Discriminação
Imposto de Renda Pessoa Física
Vencimento
FGTS (5)
0,3389
0,2674
0,2961
0,3595
0,3005
0,2733
0,2926
0,3072
0,2932
0,3523
0,3070
0,3341
0,3507
0,2950
0,3522
0,3346
0,2635
0,3765
0,3543
0,3622
1,70
4,05
3,89
Divisão entre dívida interna e externa
Valores em R$ bilhões
Quota
TJLP
0,42
0,41
0,42
0,42
0,38
0,42
0,41
0,42
0,41
0,42
0,42
0,41
0,42
0,41
0,42
0,46
0,42
0,46
0,49
0,50
2,35
5,37
5,07
Valores em R$ bilhões - no setor público
Acumulado em
IBGE
IPCA
INPC
IPCA-E
FGV
IGP-DI
Núcleo do IPC-DI
IPA-DI
IPA-Agro
IPA-Ind.
IPC-DI
INCC-DI
IPA-OG **
IGP-M
IPA-M
IPC-M
INCC-M
IGP-10
IPA-10
IPC-10
INCC-10
IPC-RJ
FIPE
IPC
DIEESE
ICV
TBF (1)
0,7389
0,6808
0,7197
0,7934
0,7441
0,7068
0,7362
0,8109
0,7968
0,8762
0,8107
0,8480
0,8746
0,7887
0,8961
0,8685
0,7669
0,9206
0,8982
0,9062
4,44
10,75
10,12
Dívida e necessidades de financiamento
Obs.: IGP-M 2ª prévia de mai/15 = 0,41% e IPC-FIPE 2ª quadrissemana mai/15 = 0,83%
Fonte: FGV, IBGE, FIPE e DIEESE. Elaboração: Valor Data. *Acumulado até o último mês indicado. **Série descontinuada.
Valores em R$ bilhões
Valores acumulados
Poupança (2) Poupança (3)
0,5925
0,5925
0,5208
0,5208
0,5496
0,5496
0,6132
0,6132
0,5540
0,5540
0,5267
0,5267
0,5461
0,5461
0,5607
0,5607
0,5467
0,5467
0,6059
0,6059
0,5605
0,5605
0,5877
0,5877
0,6043
0,6043
0,5485
0,5485
0,6058
0,6058
0,5882
0,5882
0,5169
0,5169
0,6302
0,6302
0,6079
0,6079
0,6159
0,6159
2,99
2,99
7,25
7,25
7,08
7,08
Variação no período (em %)
2013
5.157,6
2.387,9
2,7
7,9
1,8
2,5
6,1
20,5
Fonte: IBGE e Banco Central. Elaboração: Valor Data. *Preços de mercado. **Banco Central. Obs.: dados do IBGE apresentados segundo a nova metodologia de cálculo.
Salário de
TR (1)
0,0920
0,0207
0,0494
0,1126
0,0537
0,0266
0,0459
0,0604
0,0465
0,1054
0,0602
0,0873
0,1038
0,0483
0,1053
0,0878
0,0168
0,1296
0,1074
0,1153
0,46
1,02
0,86
Inflação
Variação no período
Empregados e avulsos**
la CCR Barcas. Segundo o secretário estadual de Transportes, Carlos
Osório, o governo chegou a oferecer uma área próxima à linha da
Supervia, no bairro de Deodoro,
para a instalação da unidade de reparos de trens da CNR.
Durante a visita, a comitiva conferiu o funcionamento dos produtos chineses. Nos últimos anos, o
governo fluminense comprou 34
trens chineses para o metrô.
O vice-presidente da CNR, Yu
Weiping, disse que avalia uma fábrica no Brasil, mas espera mais encomendas para justificar o investimento. “Nossos trens funcionaram
bem na Copa e também funcionarão bem nas Olimpíadas. Esperamos que isso nos ajude a atrair novos compradores do Brasil e de outros países vizinhos”, disse em chinês, com ajuda de tradutor.
A comitiva chinesa sinalizou
também a intenção do CS Group
Fonte: Banco Central, CEF, Sinduscon, Ministério da Fazenda e ACSP. Elaboração: Valor Data * Até o último mês de referência
(1) Taxa do período iniciado no 1º dia do mês. (2) Rendimento no 1º dia no mês seguinte para depósitos até 03/05/12 (3) Rendimento no 1º dia no mês seguinte para depósitos a partir de
04/05/12 ; MP nº 567 de 03/05/12 (4) Taxa efetiva; para maio projetada (5) Crédito no dia 10 do mês seguinte (TR + Juros de 3% ao ano).
Fonte:IBGE,CNI,FIESP,FIRJAN,ACSP,DIEESE/SEADE,SECEX/MDIC.Elaboração:ValorData.(1)NacapitalSP.(2)Novasériecomíndicebase2012=100.*Metodologiacomajustesazonal.
** Variação em 12 meses. *** Em São Paulo.
Contrib. previdenciária*
Os memorandos, tratados e acordosquadro entre Brasil e China estão na
íntegra no site do Itamaraty:
http://tinyurl.com/lh3zcng
Variação dos indicadores no período
abr/15
Indústria
2014
5.521,3
2.345,4
0,1
0,4
-1,2
0,7
-4,4
19,7
sócio-sênior do escritório Siqueira Castro, que tem parceria com
firmas de advocacia no país asiático. “Temos que encarar isso
com naturalidade. O que cabe, ao
Brasil, é reservar espaço para a
sua indústria, com exigências de
conteúdo nacional e de transferência de tecnologia, quando isso for conveniente”, afirma.
O embaixador José Alfredo
Graça Lima, um dos principais
organizadores da visita de Li, garante que não há agenda secreta
por trás dos anúncios e frisa: “Os
chineses precisarão respeitar integralmente a legislação brasileira. É natural, pelo relevo da visita,
que a primeira imagem seja de
espanto. Mas é prematuro alguém se sentir prejudicado”.
Em visita ao Rio, comitiva chinesa
promete investir em infraestrutura
CLARICE CASTRO/ GERJ
Indicadores
PIB (R$ bilhões) *
PIB (US$ bilhões) **
Taxa de Variação Real (%)
Agropecuária
Indústria
Serviços
Formação Bruta de Capital Fixo (%)
Investimento (% do PIB)
nas áreas de energia e transportes.
Como não faz parte da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), a
China pode condicionar o financiamento à exigência de participação de suas empresas nos projetos
contemplados, o que é mais difícil
aos países-membros da entidade,
por causa do “Consenso sobre Créditos Oficiais à Exportação”.
Um exemplo: a Agência Francesa de Desenvolvimento financia a construção da Linha 13-Jade
de trens, em São Paulo, com € 300
milhões. Nenhuma empresa
francesa integra os consórcios
vencedores das obras. Isso não
teve nenhuma influência, contudo, na liberação do empréstimo.
“Não resta a menor dúvida de
que a China tentará incluir, nos
acordos, cláusulas que valorizem
a exportação de tecnologia e maquinário chinês”, diz o advogado
Carlos Roberto Siqueira Castro,
1 - Resultado do Tesouro Nacional***
Receitas do Tesouro Nacional
Despesas do Tesouro Nacional
Transferência a Estados e Municípios
Despesas pessoais e encargos sociais
2 - Resultado da Previdência Social
Receitas da Previdência Social
Benefícios previdenciários
Resultado do Governo Federal (1+2)
Receita total (Tesouro e Previdência)
Despesa total (Tesouro e Previdência)
3 - Resultado do Banco Central
Resultado do Governo Central (1+2+3)
Dívida do Tesouro Nacional
Dívida líquida total em poder do mercado
Dívida líquida interna****
Dívida líquida externa
abr/14 - mar/15
Valor Var. % **
37,5
-68,29
887,1
-0,85
849,5
9,43
211,3
6,48
222,7
6,86
-61,0
28,81
340,6
8,57
401,6
11,23
-23,8
1.226,1
2,44
1.249,9
10,77
-0,3
-24,1
mar/15
Valor % do PIB
1.189,3
21,31
1.065,2
19,09
124,1
2,22
jan/14 - dez/14
Valor
39,6
883,3
843,7
210,2
219,8
-56,7
337,5
394,2
-17,1
1.220,8
1.237,9
-0,1
-17,2
Var. % **
-69,11
1,39
13,55
10,62
8,43
13,72
9,88
10,42
3,61
12,54
dez/14
Valor % do PIB
1.165,2
22,70
1.053,4
20,52
111,8
2,18
jan/13 - dez/13
Valor Var. % **
128,2
-1,29
871,2
11,20
743,0
11,56
190,0
4,75
202,7
8,95
-49,9
22,12
307,1
11,38
357,0
12,77
78,3
2,21
1.178,3
11,24
1.100,0
11,95
-1,3
75,18
77,0
-12,77
dez/13
Valor % do PIB
941,9
19,44
847,5
17,49
94,4
1,95
Fonte: STN, BC. Elaboração: Valor Data.
* Governo Central: Tesouro, Previdência Social e BC. ** Variação % sobre o mesmo período do ano anterior. *** Inclui subsídios e subvenções. **** Nova metodologia divulgada a partir de jan/08.
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Valor EconômicoRecessão deve acelerar projetos com chineses