Ciências Contábeis ~ projeto pedagógico ~ Projeto pedagógico do curso de Ciências Contábeis ~ 2011 ~ 2 Sumário 1) Dados gerais ....................................................................................... 4 2) Histórico .............................................................................................. 4 3) Organização institucional ................................................................... 4 4) Justificativa ........................................................................................... 7 5) Concepção do curso .......................................................................... 7 6) Objetivo geral ..................................................................................... 7 7) Objetivos específicos ......................................................................... 8 8) Perfil de Egresso ................................................................................. 8 9) Competências a habilidades .............................................................. 9 10) Áreas de atuação ............................................................................. 10 11) Distribuição das disciplinas por semestre e carga horária ...................................................................................... 10 12) Esclarecimentos acerca da dinâmica curricular ............................... 11 13) Metodologias de ensino .................................................................... 13 14) Gestão acadêmico-administrativa .................................................... 14 15) Processo de autoavaliação .............................................................. 15 16) Responsabilidade social.................................................................... 16 17) Programas de atenção aos estudantes ............................................ 17 18) Anexos .............................................................................................. 18 Anexo 1 - Ementas e bibliografias .................................................... 18 Anexo 2 - Infraestrutura ................................................................... 47 Anexo 3 - Normas que disciplinam o trabalho final de graduação ............................................................ 48 Anexo 3.1 - Normas que disciplinam o trabalho final de graduação de Ciências Contábeis .......................................................... 51 Anexo 4 - Normas que discplina o funcionamento dos estágios ...... 56 Anexo 5 - Normas que disciplinam o registro de atividades curriculares complementares .......................................... 61 Anexo 6 - Regulamento do Colegiado do Curso ...............................63 Anexo 7 - Regimento do Núcleo Docente Estruturante (NDE) ......... 65 Anexo 8 - Projeto de autoavaliação ................................................. 66 3 1) Dados gerais Denominação Nível Modalidade Titulação conferida Duração Carga horária Regime escolar Formas de ingresso Número de vagas anuais Turno de funcionamento Situação legal Início de funcionamento Ciências Contábeis Graduação Bacharelado Bacharel em ciências contábeis 8 semestres 3.604h Créditos - semestral Vestibular, transferência, reabertura de matrícula e reopção de curso 80 vagas Noturno Reconhecido pela portaria n. 2.098/03-MEC 1º de março de 1999 2) Histórico do curso A iniciativa de criar um novo curso de Ciências Contábeis na cidade de Santa Maria (RS) surgiu pela percepção das pessoas que dirigiam o Centro Universitário Franciscano, de que o Curso existente na cidade, não mais atendia a demanda da sociedade regional pela formação de contadores. A partir dessa iniciativa foi criado um grupo de estudos que passou a traçar as diretrizes e organizar o Curso. Suas atividades tiveram inicío no dia 1º de março de 1999. Desde então, tem se preocupado em desenvolver atividades de ensino, pesquisa e extensão que contribuam para a formação de contabilistas capazes de um exercício profissional qualificado. Foi reconhecido pela Portaria n. 2.098, de 05 de agosto de 2003, publicada no DOU de 07 de agosto de 2003. Em 2010, o currículo do curso passou por uma nova reformulação devido à inserção da disciplina Língua Brasileira de Sinais (Libras) como obrigatória, em conformidade com a lei nº 10.436 de 24 de abril de 2002. Além disso, aumentaram-se as cargas horárias das atividades curriculares complementares (de 102h para 493h) em atendimento à Resolução nº 3, de 2 de julho de 2007, que prevê a organização da horaaula em 60 minutos. 3) Organização institucional O Centro Universitário Franciscano é mantido pela Sociedade Caritativa e Literária São Francisco de Assis, Zona Norte - Scalifra-ZN - entidade de direito privado; 4 sem fins lucrativos; beneficente; de caráter educacional, cultural e científico; reconhecida pelo decreto federal n. 64.893, de 25 de julho de 1969, com certificado de entidade de fins filantrópicos. Localiza-se à Rua dos Andradas, 1614, na cidade de Santa Maria, RS. Iniciou suas atividades, como instituição de educação superior, aos 27 de abril de 1955, denominada Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Imaculada Conceição, com cursos de licenciatura. Data também de maio de 1955, a criação da Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora Medianeira, pertencente à mesma mantenedora que desenvolveu os cursos superior, técnico e auxiliar de Enfermagem. Posteriormente, com a unificação das duas instituições, formaram-se as Faculdades Franciscanas – Fafra e essas deram origem ao atual Centro Universitário. O credenciamento para Centro Universitário ocorreu em outubro de 1998 e significou uma nova fase institucional. Nesse período, a instituição realizou significativo avanço na proposta institucional. O aumento do número de cursos de graduação, de pósgraduação e de extensão foi acompanhado da decisão pela qualidade, que perpassa o fazer institucional da gestão e de todas as atividades acadêmicas. De acordo com o estatuto, a organização e a estrutura institucional fundamentam-se nos princípios de autonomia administrativa, didático-científica, patrimonial, econômico-financeira e de gestão de recursos humanos; na integração das atividades acadêmicas de ensino, pesquisa e extensão; na capacitação e qualificação dos quadros de pessoal docente e técnico-administrativo. Nesse sentido, a organização e a administração do Centro Universitário Franciscano abrangem: a) Administração superior, constituída pelo Conselho Universitário e gabinete do reitor; b) Administração geral, formada por: Pró-reitoria de Administração, Pró-reitoria de Graduação e Pró-reitoria de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão; c) Coordenações de curso: os cursos inserem-se nas unidades de ensino, pesquisa e extensão, de acordo com as areas de atuação, quais sejam: Área de Ciências da Saúde, Área de Ciências Humanas, Área de Ciências Sociais e Área de Ciências Tecnológicas. Os cursos estão organizados a partir de projetos pedagógicos que se baseiam no projeto pedagógico institucional - PPI, no plano de desenvolvimento institucional - PDI, no estatuto, no projeto de autoavaliação da instituição e na legislação federal. As políticas para o ensino de graduação, constantes no PPI e no PDI, se refletem nos projetos dos cursos mediante os seguintes princípios curriculares: 5 a) formação de qualidade técnico-científica e social: o curso é o lugar institucional para assimilação, socialização e produção do conhecimento humano e técnico-científico. Nesse sentido, os conteúdos devem refletir a realidade sociocultural nacional, perpassada pela realidade internacional, com vistas a uma formação profissional de qualidade e consistente consoante com o mundo contemporâneo; b) flexibilidade curricular: a materialização da flexibilização curricular é observada pela inclusão de disciplinas optativas ou eletivas, que têm por finalidade oferecer ao estudante diferentes alternativas para sua formação. Isso é percebido por meio da flexibilização dos pré-requisitos; nas atividades curriculares complementares; nas diferentes práticas e programas institucionalizados que levam em consideração os espaços escolares e não escolares; na articulação das diferentes áreas que compõem o currículo do curso; c) interdisciplinaridade: é entendida como um princípio que integra e dá unidade ao conhecimento e que permite o rompimento da fragmentação das disciplinas que compõem o currículo; d) relação teoria-prática como eixo articulador do currículo: é estabelecida nas diferentes práticas de ensino e de laboratório que permeiam as disciplinas de cada curso, desde o seu início. É concretizada, também, nos estágios curriculares, entendidos como atividades teórico-práticas e desenvolvidos por meio de projetos de estágios integrados, com a finalidade de promover a aproximação concreta com o campo de trabalho; e) integração entre ensino, pesquisa e extensão: a integração é refletida em diferentes disciplinas que compõem os currículos e na dinâmica da sala de aula, mediada por meio de aprendizagens de pesquisa e extensão desenvolvidas durante o curso. Além disso, é parte integrante do projeto pedagógico a definição das linhas de pesquisa e dos programas de extensão de cada curso, que orientam o desenvolvimento de projetos de pesquisa e extensão apoiados pela instituição ou por fontes financiadoras externas; f) pesquisa como princípio educativo e de produção do conhecimento: os projetos pedagógicos incluem, em sua dinâmica curricular, metodologias formativas pelas quais busca-se desenvolver a cultura investigativa, proporcionar condições de apropriação crítica do conhecimento e o desenvolvimento de competências e habilidades científicas; g) gestão colegiada: envolve representantes de professores e de estudantes. 6 4) Justificativa O presente projeto pedagógico do curso de Ciências Contábeis da Unifra, justifica-se pela necessidade constante de atualização às demandas profissionais e adequação às novas propostas pedagógicas do ensino superior. Desde sua criação em 1999, o Curso, tem se caracterizado por estar sempre em consonância com seu tempo, no propósito de uma formação integral de seus alunos. Caracteriza-se em propiciar aos seus acadêmicos conhecimentos teórico-práticos, fundamentais para o acesso ao mercado de trabalho sem descuidar dos aspectos prospectivos necessários para o desenvolvimento da ciência contábil. 5) Concepção do curso O projeto pedagógico do curso de Ciências Contábeis valoriza processos capazes de desenvolverem no estudante a cultura investigativa e o conhecimento técnico. Para tanto, apoia-se na busca da integração do ensino com a pesquisa e extensão por meio dos programas de iniciação científica, de prática profissional por meio de estágios orientados e extracurriculares e programas específicos de aprimoramento discente. Além de explicitar objetivos, perfil de egressos, competências e habilidades, considera a inserção do curso no contexto da instituição, a fim de atender às demandas sociais e às necessidades de desenvolvimento da região. O curso foi concebido com o compromisso de oferecer formação técnica ao lado de uma formação ética e humanística. Com isso, busca-se preparar o estudante para enfrentar os desafios das rápidas transformações da sociedade, do mercado de trabalho e das condições de exercício profissional. 6) Objetivo geral Formar contadores com formação generalista, preparados técnica e científicamente para o exercício profissional. 7 7) Objetivos específicos - formar profissionais com visão global, crítica e humanística, para inserção em setores profissionais, aptos a tomarem decisões em um mundo diversificado e interdependente e que, sobretudo, participem no desenvolvimento da sociedade brasileira; - incentivar a iniciação científica, com vistas ao desenvolvimento da ciência e da tecnologia, bem como a difusão da cultura; - estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com essa uma relação de reciprocidade; - promover o aprendizado de conhecimentos e conteúdos fundamentais da teoria e prática contábeis; - estimular a pesquisa na área contábil, com vistas a difundir o desenvolvimento e o aperfeiçoamento de suas teorias e técnicas; - capacitar para a compreensão e o processamento de informações econômicopatrimoniais, para a elaboração, análise e interpretação de demonstrações e relatórios contábeis, com vistas ao controle patrimonial e à tomada de decisões; - proporcionar conhecimentos para evidenciar as relações da organização com a sociedade e o meio-ambiente. 8) Perfil de egresso Do egresso do Curso, espera-se um profissional com domínio dos fundamentos da profissão contábil, capaz de: interpretar e analizar a realidade das organizações; emitir opiniões sobre as informações geradas pela contabilidade; dominar as tecnologias da informação; atuar em equipes multidisciplinares; interargir nos diferentes contextos organizacionais e sociais; e estar apto a resoluções de situações complexas, com flexibilidade e adaptabilidade diante dos desafios organizacionais. 8 9) Competências e habilidades Espera-se que os estudantes desenvolvam as competências e habilidades de: - seleção de procedimentos que privilegiem formas de atuação em prol de objetivos comuns; - raciocínio lógico, de observação, de interpretação e análise crítica de dados e informações; - aplicação à profissão dos conhecimentos essenciais, para identificação, análise e proposição criativa de solução para problemas diagnosticados; - compreensão da necessidade do contínuo aperfeiçoamento; - equacionamento de problemas e busca de soluções harmônicas com as exigências sociais; - utilização de tecnologias; - atuação em equipes multidisciplinares e exercício de liderança; - comunicação interpessoal e expressão correta nos documentos técnicos específicos e de interpretação da realidade das organizações; - interação face aos diferentes contextos organizacionais e sociais; - resolução de situações com flexibilidade e adaptabilidade diante de problemas e desafios organizacionais. 10) Áreas de atuação O contabilista poderá atuar em: - empresas estatais ou privadas, na função de contador, auditor, consultor ou assessor; - como profissional liberal (contador, auditor, analista, perito, avaliador, consultor); - no magistério do ensino médio, superior e pós-graduação; - em centros de pesquisa, como pesquisador na área contábil. 9 11) Distribuição das disciplinas por semestre e carga horária Semestre Código Disciplina 1º CTB160 CTB195 MTM303 LTS150 CSA104 CPT301 CTB163 ECO151 CTB162 CSA106 MTM306 EDU328 MTM309 CSA107 DIR295 CTB198 ADM320 ECO150 CTB166 CTO MTM305 DIR321 CTB168 CTB169 MTM308 CTB199 CTB170 CTB196 CSA102 CTB173 CTB174 DIR280 CTB176 CTB177 CTB178 CTB179 CTB180 CTB181 CTB182 CTB197 EDU251 CTB184 CTB185 CTB186 Administração Básica Contabilidade Básica I Matemática I Língua Portuguesa Metodologia Científica Informática Básica Instituições de Direito Público e Privado Micro economia Contabilidade Básica II Sociologia Organizacional Estatística I Língua Brasileira de Sinais Matemática III Legislação Empresarial Direito Tributário I Contabilidade Financeira I Psicologia Organizacional Macroeconomia Pesquisa em Ciências Sociais Optativa I Matemática Financeira Direito Tributário II Escrituração Contábil Informatizada Contabilidade de Análise de Custos I Estatística e Cálculo Atuarial Contabilidade Financeira II Registro e Legalização de Empresas Exercício Profissional em Contabilidade I Gestão de Pessoas I Contabilidade e Análise de Custos II Estrutura das Demonstrações Contábeis Direito do Trabalho I Orçamento e Contabilidade Pública I Sistemas de Informações Contábeis Auditoria I Perícia e Arbitragem Análise das Demonstrações Contábeis Orçamento e Contabilidade Pública II Teoria Geral da Contabilidade Exercício Profissional em Contabilidade II Ética e Cidadania Auditoria II Contabilidade Tributária Contabilidade Orçamentária 2º 3º 4º 5º 6º 7º Carga horária Teórica Prática Total 68 68 68 34 17 0 34 51 68 34 34 34 34 34 68 34 51 51 34 34 68 68 0 34 17 34 0 0 68 34 51 68 51 34 68 0 34 34 51 0 68 34 34 68 0 0 0 0 17 34 0 0 0 0 34 0 0 34 0 34 0 0 0 0 0 0 68 34 34 34 34 51 0 34 51 0 0 34 0 34 34 34 0 51 0 34 34 0 68 68 68 34 34 34 34 51 68 34 68 34 34 68 68 68 51 51 34 34 68 68 68 68 51 68 34 51 68 68 102 68 51 68 68 34 68 68 51 51 68 68 68 68 10 8º CTB187 CTO CTO CTB188 Trabalho Final de Graduação I Optativa II Optativa III Finanças Empresariais 68 34 34 68 0 0 0 0 68 34 34 68 EDU250 CTB189 CTB190 CTB191 CTB192 CTO CTB193 ACC Antropologia e Cosmovisão Franciscana Contabilidade Gerencial Controladoria Tópicos Especiais de Contabilidade Exercício Profissional em Contabilidade III Optativa IV Trabalho Final de Graduação II Atividade curricular complementar 68 34 68 34 0 34 68 493 0 34 0 0 51 68 68 68 34 51 34 68 493 0 0 Resumo da distribuição da carga horária Carga horária teórica-prática Optativas Estágios Atividades curriculares complementares Carga horária total Número de Créditos 2822h 136h 153h 493h 3.604h 212 12) Esclarecimentos acerca da dinâmica curricular O currículo do curso abrange oito semestres de duração, com um total de 3.604 horas de atividades teórico-práticas. Foi elaborado a partir das disposições das diretrizes curriculares nacionais para os cursos de Ciências Contábeis. Envolve disciplinas obrigatórias, disciplinas optativas e atividades curriculares complementares, por meio das quais se procura conferir um grau de flexibilidade curricular que atenda algumas expecificidades do campo de atuação dos contadores. Com a dinâmica curricular, procura-se, ainda, estimular o desenvolvimento de conhecimentos teóricos da ciência contábil por meio de projetos de iniciação científica e Trabalho Final de Graduação. a) Atividades curriculares complementares As atividades curriculares complementares são um componente curricular obrigatório. O estudante deverá cumprir um total de 493 horas ao longo do desenvolvimento do curso. As possibilidades de composição envolvem a participação em congressos, seminários, simpósios, encontros, jornadas e viagens de estudos; participação em monitorias e tutorias; atividades na área da profissão contábil na forma de 11 estágios extracurriculares ou como auxiliar contábil; participação em cursos de extensão ou atualização da área educacional, da área técnica de contabilidade ou de áreas afins; participação em programas de iniciação científica; participação em projetos de pesquisa e extensão; apresentação e publicação de trabalhos e artigos científicos. b) Disciplinas optativas O currículo prevê a oferta disciplinas optativas, num total de 136 horas. Assim como as atividades curriculares complementares, por meio das optativas, busca-se garantir um grau de flexibilidade ao currículo compatível com a evolução da ciência contábil. O curso oferece um elenco de disciplinas optativas aprovadas pelo Colegiado de Curso, quais sejam: Disciplina Administração de Recursos Humanos Agronegócio: Aspectos Tributários e Contábeis Comércio Internacional Constituição e Tributação das Cooperativas Contabilidade Ambiental Contabilidade Internacional Controladoria Avançada Economia Brasileira Empreendedorismo Gerenciamento de Competências Jogos de Empresas Língua Inglesa Instrumental Mercado de Capitais Planilhas Eletrônicas em Informações Contábeis Práticas Contábeis e Fiscais Aplicadas às Atividades Imobiliárias e Condomínios Atividades Carga horária 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h c) Trabalho final de graduação O trabalho de conclusão de curso, denominado trabalho final de graduação, é componente curricular obrigatório, com horário previamente estabelecido na estrutura do curso e apresenta duas características: - Trabalho Final de Graduação I: oferecido no sétimo semestre letivo, trata dos passos para a elaboração de um trabalho acadêmico na área da contabilidade. Nesta disciplina, sob a orientação do professor, cabe ao estudante elaborar um projeto de pesquisa, a ser desenvolvida no semestre seguinte, na disciplina TFG II. 12 - Trabalho de Final de Graduação II: oferecido no oitavo semestre, contempla o desenvolvimento do projeto de pesquisa aprovado na disciplina TFG I. O trabalho é submetido a uma banca examinadora, que emite um parecer avaliativo após a apresentação oral do estudante, de acordo com cronograma de apresentação organizado pela coordenação e colegiado do curso. Em anexo, as normas que disciplinam a oferta de apresentação do trabalho de conclusão de curso. d) Estágio curricular supervisionado O estágio curricular supervisionado é desenvolvido em três disciplinas: Exercício Profissional em Contabilidade I (51h); Exercício Profissional em Contabilidade II (51h) e Exercício Profissional em Contabilidade III (51h), ofertadas no 4º, 6º e 8º semestres. Por meio dessas disciplinas, os estudantes têm a possibilidade de iniciação em práticas profissionais, como escrituração contábil e auditoria. Em anexo, encontra-se a descrição detalhada do funcionamento dos estágios. e) Estágio não obrigatório Faculta-se aos estudantes, na forma da lei, a participação em estágios não obrigatórios. Esses estágios são entendidos como atividades curriculares complementares, desenvolvidas sob supervisão, com vistas à inserção no mundo do trabalho. 13) Metodologias de ensino e critérios de avaliação As metodologias desenvolvidas nas aulas dependem dos conteúdos e técnicas a serem ministradas e podem se apresentar na forma de aulas expositivo-dialogadas; desenvolvimento de trabalhos individuais e em grupos; dinâmicas em grupos; aulas práticas em laboratórios de informática, com utilização de soffwares especficos; estudos de casos; e acompanhamento das atividades profissionais do contador nas empresas conveniadas. As avaliações se processam por meio de provas escritas individuais, trabalhos em grupos e individuais, produção de trabalhos de pesquisa, artigos, companhamento do desempenho, interesse nas atividades de aula e relatórios, no caso dos exercícios profissionais. 13 Quanto ao processo de avaliação, seus critérios gerais estão oficializados no Regimento Geral. De acordo com esse regimento, o sistema de avaliação dos estudantes compõe-se de duas avaliações parciais e uma avaliação final no período letivo, cumpridos os prazos estabelecidos no calendário acadêmico. Cada avaliação parcial é realizada, de acordo com os critérios estabelecidos pelo professor responsável pela disciplina, leva em consideração as peculiaridades inerentes a cada atividade. É considerado aprovado: a) o estudante que, independentemente do exame final, obtiver média igual ou superior a sete (7,0) no semestre letivo; b) o estudante que, submetido a exame final, obtiver nota igual ou superior a cinco, correspondente à média entre a nota de aproveitamento do semestre letivo e a nota do exame final. É considerado reprovado: a) o estudante que não obtiver frequência mínima de setenta e cinco por cento (75%) das aulas e atividades didático-pedagógicas programadas; b) o estudante que, após o exame final, obtiver nota inferior a cinco (5,0), resultante da média entre a nota de aproveitamento do semestre letivo e a nota do exame final. Cabe destacar, entretanto, que o processo de avaliação no curso de Ciências Contábeis abrange o conjunto de elementos formativos e somativos e é contínuo, ou seja, ocorre no transcorrer do semestre com o envolvimento permanente do corpo docente e discente. 14) Gestão acadêmico-administrativa O curso é administrado por uma coordenação, escolhida pela Reitora. O coordenador do curso tem, segundo o artigo 42 do Estatuto, as seguintes atribuições: a) gestão administrativa e pedagógica; b) planejamento, organização e funcionamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão, bem como dos demais processos e atividades; d) acompanhamento da vida acadêmica dos estudantes; e) articulação do curso com os demais órgãos e comunidade externa; f) avaliação sistemática do curso. A concepção de gestão acadêmico-administrativa adotada pelo curso é de gestão compartilhada entre o coordenador, o Colegiado do Curso e o Núcleo Docente Estruturante (NDE). 14 O Colegiado do Curso tem o coordenador por seu presidente e conta com a participação de representantes do corpo docente e representante do corpo discente, eleitos por seus pares. As atribuições no seu âmbito são de cunho deliberativo e consultivo. O Núcleo Docente Estruturante é composto pelo coordenador, também como presidente, mais representantes docentes, sendo suas atribuições de cunho pedagógico. Participam, ainda, da gestão do curso o a coordenação de estágios e a coordenação de pesquisa e extensão. A coordenação promove a gestão do curso, especialmente, nas seguintes atividades: a) elaboração conjunta, no período que antecede o início do ano letivo, do planejamento anual do projeto de gestão acadêmico-administrativa com ênfase na organização das atividades de apoio técnico-administrativo e na organização do trabalho pedagógico-científico previstos no planejamento do curso; b) reuniões coletivas em que predominam o diálogo e o consenso, com vistas à racionalização do trabalho de gestão; c) elaboração e desenvolvimento de planos de trabalho diretamente ligados à gestão acadêmico-administrativa do curso; d) reuniões de trabalho para análise e busca de soluções de dificuldades detectadas pela Comissão Própria de Avaliação e pelo processo de autoavaliação do curso a ser implementado. 15) Processo de autoavaliação A autoavaliação é parte integrante do projeto pedagógico do curso e se caracteriza como um processo permanente, formativo e educativo. Pauta-se pelo disposto do projeto institucional de autoavaliação e está voltado para o estudo de um conjunto de ações processuais pelas quais se objetiva sistematizar e trabalhar os dados obtidos, no intuito de melhorar os aspectos negativos e aperfeiçoar ou manter os que já estão bem estruturados. As ações previstas estão centradas nos seguintes aspectos: a) estrutura organizacional e gestão administrativa; b) relações entre estudantes, professores e equipe técnico-administrativa; d) currículo e suas relações com as exigências sociais e profissionais, bem como o desenvolvimento real de seus componentes (conteúdos programáticos, perfil esperado do futuro profissional, competências e habilidades, métodos de ensino e de avaliação da 15 aprendizagem, atividades de pesquisa e extensão, atividades profissionais, atividades culturais, estágio curricular supervisionado e trabalho de conclusão do curso); e) envolvimento da comunidade acadêmica na elaboração e execução de planos de ação e de trabalho; f) avaliação das diferentes dimensões do próprio processo de autoavaliação empregado. 16) Responsabilidade social Entende-se que a educação se constitui num processo complexo e relacional de formação e desenvolvimento pessoal inscrito, por um lado, no campo das habilidades profissionais e, por outro, no campo dos valores éticos. Constitui-se, ainda, num bem social de caráter coletivo, que envolve as instâncias institucional, familiar e individual. Portanto, a responsabilidade social no ensino se configura como um elemento eminentemente ético, por meio do qual se busca produzir condutas em que as pessoas se sintam comprometidas com o desenvolvimento equitativo e sustentável do país, pautem suas ações por referências éticas e sejam criativos na articulação entre a sua profissão e a promoção do desenvolvimento coletivo. A responsabilidade social no ensino se expressa, então, na intenção de assegurar uma formação que promova o êxito profissional, fundamentada em princípios éticos, humanísticos e de sensibilidade social. Nesse sentido, os processos de ensino e de aprendizagem no Centro Universitário Franciscano, desenvolvem a incorporação, por todos e cada um, de uma série de princípios, expressos no projeto pedagógico institucional: a) educar para a cidadania ao oferecer um lugar permanente para o aprendizado, pelo exercício da ética e do rigor científico; b) promover a formação de cidadãos capacitados ao exercício de sua profissão que possam contribuir para o desenvolvimento humano e para a construção da paz; c) desenvolver uma educação de qualidade, para a formação de profissionais críticos; d) produzir e divulgar o conhecimento em suas diferentes formas e aplicações, pela preservação da vida. A responsabilidade social no ensino se expressa no projeto pedagógico do curso e ganha visibilidade por meio de uma série de ações que estão relacionadas ao desenvolvimento de ações extensionistas, direcionadas em auxiliar entidades filantrópicas nos aspectos contábil e fiscal. Nesses espaços, os estudantes, além desenvolverem 16 aspectos profissionais, passam a conviver com os segmentos da sociedade que necessitam de apoio em suas atividades. 17) Programas de atenção aos estudantes Os estudantes têm acesso a programas de atenção que se destinam a contribuir para a formação pessoal e pedagógico-científica. Esses programas são os seguintes: a) Programa de Bolsa de Monitoria: possibilita ao estudante de graduação auxiliar os docentes nas atividades de caráter técnico-didática, no âmbito de determinada disciplina, basicamente, nas aulas práticas, a partir de vagas e critérios determinados pela Próreitoria de Graduação; b) Programa de Tutoria: objetiva oferecer aos discentes, com necessidades de melhoria de rendimento escolar, a oportunidade de realizar, em pequenos grupos, estudos complementares, com o auxílio de um estudante-tutor e sob a supervisão de um professor; c) Programa de Bolsa de Iniciação Científica: é um instrumento de integração das atividades de graduação e pós-graduação que objetiva iniciar o estudante na produção do conhecimento e permitir sua convivência com o procedimento acadêmico em suas técnicas, organizações e métodos; d) Programa de Bolsa de Extensão: tem como objetivo estimular a participação dos estudantes nos programas de extensão da instituição e desenvolver a sua sensibilidade para os problemas sociais e para diversas formas de manifestações culturais da população. As bolsas são concedidas mediante plano de trabalho vinculado a um projeto de extensão. e) Programa de Assistência Financeira: é voltado para o estudante carente e oferece bolsas institucionais e financiamentos externos: Programa Universidade para Todos Prouni, auxílios da Associação dos Profissionais Liberais Universitários do Brasil Fundaplub e auxílios parciais e integrais. f) A Coordenadoria de Atenção ao Estudante - Cores - presta assistência aos estudantes com vistas a sua integração acadêmica, científica e social. Isso se efetiva por meio de ações de acolhimento, apoio psicopedagógico na organização, na gestão das aprendizagens, nos métodos de estudo e na promoção da adaptação e do sucesso estudante. A Coordenadoria de Atenção ao Estudante é constituída por duas divisões: a primeira, Divisão de Assistência Financeira orienta os estudantes sobre os programas relacionados à assistência financeira. A segunda, Divisão de Assistência Educativa, é 17 responsável por atendimento psicológico, quanto às questões que interferem no desempenho do estudante, orientação profissional; acompanhamento de egressos e estágios, também recepciona os calouros, possibilita orientação jurídica e assessora formaturas. g) Meios de divulgação de trabalhos e produções: o Centro Universitário Franciscano mantém duas revistas próprias para a divulgação de trabalhos acadêmicos: a revista Vidya e a Disciplinarum Scientia. A revista Disciplinarum Scientia é destinada à publicação dos trabalhos dos estudantes, enquanto a revista Vidya publica trabalhos de professores e pesquisadores. Além dessas revistas, o Centro Universitário realiza, a cada ano, o Simpósio de Ensino, Pesquisa e Extensão - Sepe - evento em que os trabalhos de ensino, pesquisa e extensão são apresentados e publicados em anais. h) Pastoral Universitária: oportuniza aos estudantes espaços para convivência em grupos, com vistas ao crescimento pessoal e ao compromisso evangelizador. Pois tem como base a formação humana cristã. A Pastoral promove encontros para a prática de reflexão sobre compromisso solidário, bem como estimula a convivência amigável no âmbito educacional e na sociedade em geral. 18 18) Anexos Anexo 1 - Ementas e bibliografias 1° semestre Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar CPT301 Informática Básica Conceitos básicos sobre informática. Internet. Processador de textos Word. Planilhas. Software de apresentação. Banco de dados Access. MEYER, Marilyn. Nosso futuro e o computador. Porto Alegre: Bookman, 2000. NORTON, Peter. Introdução à informática. São Paulo: Makron Books, 1997. BIZZOTTO, Carlos Eduardo N. Informática básica: passo a passo conciso e objetivo Florianópolis: Visual Books, 1998. MEIRELLES, Fernando de Souza. Informática: novas aplicações com microcomputadores. São Paulo: Makron Books, 1994. CSA104 Metodologia Científica Ciência e conhecimento. Método científico. Trabalhos acadêmicos. Exercício de elaboração de diferentes trabalhos acadêmicos. ALVES-MAZZOTTI, Alda J; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método das ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Pioneira Learning Thomson, 2002. ANDRADE, Maria Margarida. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos de graduação. São Paulo: Atlas, 2003. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Maria de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 1991. LIMA, Manolita C. Monografia: a engenharia da produção acadêmica. São Paulo: Saraiva, 2004. OLIVEIRA, Jorge Leite de. Texto acadêmico: técnicas de redação e de pesquisa científica. Petrópolis: Vozes, 2005. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2002. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6023: Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002. ____. NBR 14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2005. ____. NBR 10520: Informação e documentação. Citações em documentos. Apresentação. Rio de Janeiro, 2005. BASTOS, Cleverson. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica. Petrópolis: Vozes, 2002. CERVO, Amado L; BERVIAN, Pedro A. Metodologia científica: para uso dos estudantes universitários. São Paulo: MacGraw Hill, 1996. DEMO, Pedro. Introdução à metodologia da ciência. São Paulo: Atlas, 1987. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 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Registros contábeis das operações de receitas e despesas. Regimes contábeis. Plano de contas. MARION, J. C. Contabilidade básica. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2009. RIBEIRO, O. M. Contabilidade básica fácil. 10. ed. São Paulo: Saraiva, 2010. PADOVESE, C. L. Manual de Contabilidade Básica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2009. BASSO, Irani Paulo. Contabilidade geral básica. Ijuí: Unijuí, 2005. EQUIPE PROF. FEA/USP. Contabilidade Introdutória. São Paulo. Saraiva. 2010. FIPECAFI. Manual de contabilidade societária: aplicável a todas as Sociedades de acordo com as Normas Internacionais e do CPC. São Paulo: Atlas, 2010. IUDICIBUS, S. Contabilidade Introdutória. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2010. NAGATSUKA, Divane A. Silva. Manual de Contabilidade Introdutória. 20 São Paulo. Pioneira Thomson Learning. 2002. Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar 2° semestre Código Disciplina Ementa Bibliografia básica LTS150 Língua Portuguesa Linguagem e comunicação. Produção textual. Produção de leitura. COSTA VAL, Maria das Graças. Redação e textualidade. São Paulo: Martins Fontes, 1991. GUIMARÃES, Elisa. A articulação do texto. São Paulo: Ática, 1997. KOCH, I. G. V. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto, 1997. CARNEIRO, Agostinho Dias. Redação em construção: a escritura do texto. São Paulo: Moderna, 1993. CITELLI, Adilson. O texto argumentativo. São Paulo: Scipione, 1994. FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristóvão. Prática de textos: para nossos estudantes. Petrópolis: Vozes, 1992. MARTINS, D. S; ZILBERKNOP, L. S. Português instrumental. Porto Alegre: Sagra, 1998. MOTTA-ROTH, Désirée (orgs.). Redação acadêmica: princípios básicos. Laboratório de Leitura e Redação. Santa Maria: Imprensa Universitária, 2001. MTM303 Matemática I Funções reais. Funções. Limite e continuidade. Derivada. Aplicações. MORETTIN, Pedro A; HAZZAN, Samuel; BUSSAB, Wilton de O. Cálculo funções de uma e várias variáveis. São Paulo: Saraiva, 2003. SILVA, Sebastião Medeiros da; SILVA, Elio Medeiros da. Matemática para economia, administração e ciências contábeis. São Paulo: Atlas, 1997. BASSANAZI, Rodney Carlos. Ensino-aprendizagem com modelagem matemática: uma nova estratégia. São Paulo: Contexto, 2002. CHIANG, Alfa. Matemática para economistas. Rio de Janeiro: Mackron Books, 1982. GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. São Paulo: LTC, 1998. LEITHOLD, Louis. Matemática aplicada à economia e administração. São Paulo: Harbra, 2002. MARQUES, J. M. Matemática aplicada para os cursos de: administração, economia e ciências contábeis. Curitiba: Juruá, 2005. WEBER, Jean E. Matemática para economia e administração. São Paulo: Harbra, 1996. CSA106 Sociologia Organizacional Conceitos básicos de sociologia. Sociologia clássica e a sociologia das organizações. Organizações sociais e a sociedade contemporânea. ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do trabalho. Ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho. 6 ed. São Paulo: Cortez. Campinas: Unicamp, 1999. CATTANI, Antonio David (org.). Trabalho e tecnologia: dicionário crítico. Petrópolis: Vozes; Porto Alegre: Ufrgs, 1997. CAVEDON, Neusa Rolita. Antropologia para administradores. Porto Alegre: Ufrgs, 2003. 21 Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa COSTA, Cristina. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. São Paulo: Moderna, 1997. DIAS, Reinaldo. Sociologia e administração. Campinas: Alínea, 2004. MARTINS, Carlos Benedito Martins. O que é sociologia. São Paulo: Brasiliense, 1994. STEIL, Carlos Alberto; CARVALHO, Isabel C. M. ONG no Brasil: elementos para uma narrativa política. In: Humanas. v.24. n1/2, 2001. p. 36-55. VOIGT, Léo. 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Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2001. IUDÍCIBUS, S. de; MARION, J. C. Contabilidade comercial. São Paulo: Atlas, 2000. FAVERO, H. L. et al. Contabilidade: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 1997. FEA/USP. Contabilidade introdutória. São Paulo: Atlas, 1998. MARION, J. C. Contabilidade básica. São Paulo: Atlas, 1998. PADOVEZE, C. L. Manual de contabilidade básica: uma introdução à prática contábil. São Paulo: Atlas, 2000. RIBEIRO, O. M. Contabilidade geral fácil. São Paulo: Saraiva, 1999. SANTOS, J. L et al. Introdução à contabilidade. São Paulo: Atlas, 2003. EDU328 Língua Brasileira de Sinais Introdução à língua de sinais. Alfabeto manual. Diálogos com estruturas afirmativas, negativas e interrogativas. Expressões de quantificação e intensidade. Descrição: narrativa básica. CAPOVILLA, F. Dicionário trilíngue de libras. São Paulo: USP, 2001. KARNOPP, Lodenir Becker; QUADROS, Ronice Muller. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto alegre: Artimed, 2004. SKLIAR, Carlos. 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Elasticidade. Estruturas de mercado (concorrências perfeitas e imperfeitas). Função de produção. Função de custos. Preço e produção sob concorrência perfeita e monopólio. Temas da atual conjuntura econômica. PINHO, Diva B; VASCONCELLOS, Marco A. S. de. Manual de economia. São Paulo: Saraiva, 2003. THOMPSON JR, A. A; FORMBY, J. P. Microeconomia da firma: teoria e prática. Rio de Janeiro: Prentice-Hall, 1998. VASCONCELLOS, M A. S. de. Economia micro e macro. São Paulo: Atlas, 2001. MANKIW, N. G. Introdução à economia: princípios de micro e macroeconomia. Rio de Janeiro: Campus, 1999. PINDYCK, R. S; RUBINFELD, D. L. Microeconomia. São Paulo: Makron Books, 1999. VARIAN, H. R. Microeconomia, princípios básicos. Rio de Janeiro: Campus, 2000. VASCONCELLOS, M. A. S. de; OLIVEIRA, R. G. Manual de microeconomia. São Paulo: Atlas, 2000. VICECONTI, P. E. V; NEVES, S. Introdução à economia. São Paulo: Frase, 2000. MTM306 Estatística I Introdução ao estudo da estatística. Apresentação tabular. Apresentação gráfica. Medidas descritivas. Números índices. Probabilidade. Distribuições. Principais distribuições teóricas. Amostragem. Estimação estatística. FREUND, J. E; SIMON, G. A. Estatística aplicada: economia, administração e contabilidade. São Paulo: Bookman, 2000. KAZMIER, L. Estatística aplicada à economia e administração. São Paulo: McGraw-Hill, 1982. SILVA, E. M. da; SILVA, ELIO M. da; GONÇALVES, V; MUROLO, A. C. Estatística para os cursos de Economia, Administração e Ciências Contábeis. São Paulo: Atlas, 1999. BARBETTA, P. A. Estatística aplicada às ciências sociais. Florianópolis: UFSC, 1994. FONSECA, J. S; MARTINS, G. de A. Curso de estatística. São Paulo: Atlas, 1996. ____;____; TOLEDO, G. L. Estatística aplicada. São Paulo: Atlas, 1995. LEVIN, J; FOX, J. A. Estatística para as ciências humanas. São Paulo: Pearson, 2004. 24 LEVINE, M. D; BERENSON, M. L; STEPHAN, D. Estatística: teoria e aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2000. TOLEDO, G. L; OVALLE, I. I. 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São Paulo: Atlas, 1999. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 2001. LIMA, Manolita Correia. Monografia: a engenharia da produção acadêmica. São Paulo: Saraiva, 2004. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6023: informação e documentação: referências-elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. ____. NBR 10520: informação e documentação-citações em documentos-apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. ____. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos, apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2005. ____. NBR 15287: informação e documentação-projeto de pesquisaapresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2005. CTB198 Contabilidade Financeira I Introdução à contabilidade financeira. Cálculo e contabilização das obrigações trabalhistas com empregados. Cálculo e contabilização das obrigações previdenciárias do empregador. Importação e exportação: aspectos fiscais e contábeis. OLIVEIRA, ARISTEU de. Manual de Praticas Trabalhista. 44 Ed. São Paulo: Atlas, 2010. IUDÍCIBUS, S. de; MARION, J. C. Contabilidade comercial. 9ª Ed. São Paulo: Atlas, 2010. 26 Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina SAMIER, KEEDI. ABC do Comercio Exterior. 3º. Ed. São Paulo;: Aduaneira. 2007. VIEIRA, AQUILES. Importação, Práticas, Rorinas e Procedimentos. 4ª. Ed. São Paulo: Aduaneiras. 2010. GARCIA, LUIZ MARTINS. Exportar, Rotinas e Procedimentos. Incentivos e Formação de Preços. 9ª Ed. São Paulo: Aduaneiras. 2007. RIBEIRO, OSNI MOURA. Contabilidade Internediarua. 2ª Ed. São Paulo: Saraiva. 2009. DIR295 Direito Tributário I Direito tributário. Legislação tributária. Tributo. Competência tributária. Obrigação tributária. Crédito tributário. Administração tributária. Noções de processo tributário. AMARO, Luciano. Direito tributário brasileiro. São Paulo: Saraiva, 2007. MACHADO, Hugo de Brito. Curso de direito tributário. São Paulo: Malheiros, 2007. TORRES, Ricardo Lobo. Curso de direito financeiro e tributário. Rio de Janeiro: Renovar, 2007. ÁVILA, Humberto. Sistema constitucional tributário. São Paulo: Saraiva, 2006. CARRAZZA, Roque Antônio. Curso de direito constitucional tributário. São Paulo: Malheiros, 2006. CARVALHO, Paulo de Barros. Curso de direito tributário. São Paulo: Saraiva, 2007. ECO150 Macroeconomia Fundamentos da economia. Evolução do pensamento econômico. Fundamentos de teoria e política macroeconômica. Contabilidade social. Determinação da renda e produto nacional: mercado de bens e serviços. Determinação da renda e produto nacional: o lado monetário. Setor externo. Inflação e desemprego. Crescimento econômico e distribuição de renda. Setor público. Aspectos gerais da conjuntura econômica atual. PINHO, Diva B; VASCONCELLOS, Marco A. S. de. Manual de economia. São Paulo: Saraiva, 2003. ROSSETTI, A. P. 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Inflação. PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática financeira objetiva e aplicada. São Paulo: Saraiva, 2004. SAMANEZ, Carlos Patrício. Matemática financeira: aplicações à análise de investimentos. São Paulo: Makron Books, 1999. VERAS, Lilia Ladeira. Matemática financeira. São Paulo: Atlas, 2001. BASSANEZI, Rodney Carlos. Ensino-aprendizagem com modelagem matemática: uma nova estratégia. São Paulo: Contexto, 2002. BAUER, Udibert Reinoldo. Matemática financeira fundamental. São Paulo: Atlas, 2003. KUHNEN, Carlos Patrício; BAUER, Udibert Reinoldo. Matemática financeira aplicada e análise de investimentos. São Paulo: Atlas, 2001. LAPPONI, Juan Carlos. Matemática financeira: usando excel 5 e 7. São Paulo: Lapponi Treinamento, 1996. MATHIAS, Washington F; GOMES, José M. Matemática financeira. São Paulo: Atlas, 1996. SOBRINHO, José Dutra Vieira. Matemática financeira. São Paulo: Atlas, 2000. CTB168 Escrituração Contábil Informatizada Importância da informática para as empresas e para a contabilidade. Programas e sistemas. Implantação da contabilidade informatizada. Organização e controle das informações. Análise e conciliação de contas. OLIVEIRA, Edson. Contabilidade informatizada: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2006. PADOVEZE, Clóvis L. Contabilidade gerencial: um enfoque em sistemas de informação contábil. São Paulo: Atlas, 2007. ____. Sistema de informações contábeis: fundamentos e análise. São Paulo: Atlas, 2004. CTB169 Contabilidade e Análise de Custos I Histórico, informações e princípios contábeis aplicados à contabilidade de custos. Classificações e nomenclaturas. Rateio dos custos indiretos. Materiais diretos. Mão-de-obra direta. Produção por ordem e produção contínua. Departamentalização e centro de custos. Equivalente de produção. Custos da produção conjunta e subprodutos. Conselho Regional de Contabilidade. Curso sobre contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 1992. LEONE, G. G. Curso de contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 2000. MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 2000. CREPALDI, Silvio Aparecido. Curso básico de contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 1999. NAKAGAWA, M. ABC: custeio baseado em atividades. São Paulo: Atlas, 1994. PEREZ JR, J. H. Gestão estratégica de custos. São Paulo: Atlas, 1999. SANTOS, J. J. Análise de custos. São Paulo: Atlas, 2000. SILVA JR, José Barbosa. Custos: ferramenta de gestão. São Paulo: Atlas, 2000. 28 Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia CTB170 Registro e Legalização de Empresas Introdução ao processo de constituição e legalização. Sociedades comerciais e empresários individuais. Prática processual. Documentações e formalidades. Montagem de processos. Registro nos órgãos competentes. OLIVEIRA, Nelson de; RUSSO, Francisco. Manual prático de constituição de empresas. São Paulo: Atlas, 2004. Conselho Regional de Contabilidade. Manual de atos de registro no comércio. Porto Alegre: Terra, 2005. COELHO, Fabio Ulhoa. Manual do direito comercial. São Paulo: Saraiva, 2003. CTB196 Exercício Profissional em Contabilidade I Rotinas departamento fiscal. Rotinas departamento de pessoal. BRASIL. Decreto Lei n. 1.598 de 26 de dezembro de 1977. Regulamenta o imposto sobre o lucro das pessoas jurídicas domiciliadas no país, inclusive firmas ou empresas individuais equiparadas a pessoas jurídicas. BRASIL. Lei Complementar n. 123, de 14 de dezembro de 2006. Regulamenta as normas gerais relativas ao tratamento diferenciado e favorecido a ser dispensado as microempresas e empresas de pequeno porte. RIO GRANDE DO SUL. Decreto 37.699 de 26 de agosto de 1997. Aprova o Regulamento do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. BRASIL. Decreto n. 3.000, de 26 de março de 1999. Regulamenta a tributação, fiscalização, arrecadação e administração do Imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza. SANTA MARIA. Lei complementar nº 0028/04 de 15 de dezembro de 2004. Altera a Lei Complementar nº 002/01 de 28/12/2001: Código tributário do município e dá outras providências. CAMPANHOLE, Hilton Lobo. Consolidação das leis do trabalho. São Paulo: Atlas, 2002. FABRETTI, Láudio Camargo. Código tributário nacional comentado. São Paulo: Atlas, 2001. MACEDO, Manoel C. dos S; ROCHA, Renato M. Rotinas do departamento pessoal. Porto Alegre: Conselho Regional de Contabilidade, 2007. OLIVEIRA, Aristeu de. Gestão de recursos humanos: manual de procedimentos e modelos de documentos. São Paulo: Atlas, 2007. ____. Manual de prática trabalhista. São Paulo: Atlas, 2002. SANTOS, Armênio R. dos. Curso prático de departamento de pessoal. São Paulo: Suma Econômica, 2000. CTB199 Contabilidade Financeira II Ativo não circulante imobilizado. Depreciação, amortização e exaustão. Contabilização da baixa dos bens imobilizados. Correção monetária do balanço. Reavaliação. Encerramento do exercício. RIBEIRO, OSNI MOURA. Contabilidade Intermediaria. 2ª Ed. São 29 básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Paulo: Saraiva. 2009. MARION, JOSÉ CARLOS. Contabilidade Básica. 10ª Ed. São Paulo: Atlas. 2009. ALMEIDA, MARCELO CAVALCANTI. Curso Básico de Contabilidade. Introdução a Metodologia da Contabilidade e Contabilidade Básica. 6ª Ed. São Paulo: Atlas. 2010. IUDÍCIBUS, S. de; MARION, J. C. Contabilidade comercial. 9ª Ed. São Paulo: Atlas, 2010. PADOVEZE, CLOVIC LUIZ. Manueka de Contabilidade Básica. Contabilidade Introdutoria e Interdediaria. Textos e Exercicios. 7ª Ed. São Paulo: Atlas. 2009. CRC/RS. Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas. Porto Alegre. 2010. DIR321 Direito Tributário II Impostos municipais. Impostos estaduais. Impostos federais. Contribuições. AMARO, Luciano. Direito tributário brasileiro. São Paulo: Saraiva, 1998. CASSONE, Vittorio. Direito tributário: fundamentos constitucionais da tributação, classificação dos tributos, interpretação da legislação tributária, doutrina, prática e jurisprudência. São Paulo: Atlas, 2002. MACHADO, Hugo de Brito. Curso de direito tributário. São Paulo: Malheiros, 2001. CARRAZZA, Roque Antônio. ICMS. São Paulo: Malheiros, 2002. HIGUCHI, Hiromi; HIGUCHI, Celso Hiboyuki. Imposto de renda das empresas: interpretação e prática. São Paulo: Atlas, 2002. MTM308 Estatística e Cálculo Atuarial Testes de hipóteses. Teste do Qui-quadrado. Testes relativos a médias. Correlação. Regressão. Séries temporais. Noções de atuaria. CHAN, Betty Lilian; SILVA, Fabiana Lopes da; MARTINS, Gilberto de Andrade. Fundamentos da previdência privada complementar. São Paulo: Atlas, 2006. FREUND, J. E; SIMON, G. A. Estatística aplicada: economia, administração e contabilidade. São Paulo: Bookman, 2000. SILVA, E. M; SILVA, Elio M; GONÇALVES, V; MUROLO, A. C. Estatística para os cursos de economia, administração e ciências contábeis. São Paulo: Atlas, 1999. FONSECA, J. S; MARTINS, G. de A. Curso de estatística. São Paulo: Atlas, 1996. ____; ____; TOLEDO, G. L. Estatística aplicada. São Paulo: Atlas, 1995. KAZMIER, L. Estatística aplicada à economia e administração. São Paulo: McGraw-hill, 1982. LEVINE, M. D; BERENSON, M. L; STEPHAN, D. Estatística: teoria e aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2000. SOUZA, Silney. Seguros: contabilidade, atuaria e auditoria. São Paulo: Saraiva, 2001. SPIEGEL, M. R. Estatística. São Paulo: McGraw-Hill, 1972. TOLEDO, G. L; OVALLE, I. I. Estatística básica. São Paulo: Altas, 1995. 30 5° semestre Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina CSA102 Gestão de Pessoas I Introdução à gestão de pessoas nas organizações. Planejamento estratégico de gestão de pessoas. Modelagem de cargos. Remuneração: incentivos e benefícios. Relações com colaboradores. Higiene, segurança e qualidade de vida no trabalho. ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de pessoas; estratégias e integração organizacional. São Paulo: Atlas, 2006. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas. Rio de Janeiro: Campus, 2004. LUCENA, Maria Diva da Salete. Planejamento de recursos humanos. São Paulo: Atlas, 1999. MILKOVICH, George T; BOUDREAU, John W. Administração de recursos humanos. São Paulo: Atlas, 2000. BUCKINGHAM, Marcus. A única coisa que você precisa saber sobre: gestão, liderança e uma trajetória de sucesso. Rio de Janeiro: Campus, 2005. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Campus, 1999. ____. Recursos humanos. São Paulo: Atlas, 2000. DeCENZO, David A; ROBBINS, Stephen P. Administração de recursos humano. Rio de Janeiro: LTC, 2001. DESSLER, Gary. Administração de recursos humanos. São Paulo: Prentice Hall, 2003. DUTRA, Joel Souza. Gestão de pessoas: modelos, processos, tendências e perspectivas. São Paulo: Atlas, 2002. GOLDSMITH, Marshall. Coaching: O exercício da liderança. Rio de Janeiro: Campus, 2003. ROBBINS, Stephen P. Comportamento organizacional. São Paulo: Prentice Hall, 2002. ____. Administração: mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva, 2000. CTB173 Contabilidade e Análise de Custos II Sistemas e métodos de custeio. Margem de contribuição. Limitação da capacidade produtiva. Fixação do preço de venda e decisão sobre compra ou produção. Custos imputados e perdidos. Relação custo volume - lucro. Conselho Regional de Contabilidade. Curso sobre contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 1992. ____. Custo como ferramenta gerencial. São Paulo: Atlas, 1995. LEONE, G. G. Curso de contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 1994. MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 2003. CREPALDI. Silvio Aparecido. Curso básico de contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 1999. PEREZ JR, J. H. Gestão estratégica de custos. São Paulo: Atlas, 1999. SILVA JR, José Barbosa. Custos: ferramenta de gestão. São Paulo: Atlas, 2000. CTB174 Estrutura das Demonstrações Contábeis 31 Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Demonstrações contábeis. Balanço patrimonial. Demonstração do resultado do exercício. Demonstração de lucros ou prejuízos acumulados. Demonstração das origens e aplicações de recursos. Provisões. Depreciação, amortização e exaustão acumuladas. Reservas de capital, de reavaliação e de lucros. Lucros do exercício. Fluxo de caixa. BRAGA, Hugo Rocha. Demonstrações contábeis: estrutura, análise e interpretação. São Paulo: Atlas, 2000. FIPECAFI, USP. Manual de contabilidade das sociedades por ações. São Paulo: Atlas, 2000. NEVES, Silverio das; VICECONTI, Paulo E. V. Contabilidade avançada e análise das demonstrações contábeis. São Paulo: Atlas, 2003. Lei 6404/76. Lei das sociedades por ações. São Paulo: Atlas, 1997. CRC/RS. Demonstrações contábeis: estrutura e normas. Porto Alegre: Metrópole, 2000. HIGUCHI, Hiromi. et al. Imposto de renda das empresas. São Paulo: Atlas, 2002. RIBEIRO, Osni Moura. Estrutura e análise de balanços fácil. São Paulo: Saraiva, 2004. ZDANOWICZ, José Eduardo. Fluxo de caixa. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 1992. CTB176 Orçamento e Contabilidade Pública I Orçamento público. Gestão na fazenda pública. GIACOMONI, James. Orçamento público. São Paulo: Atlas, 2000. KOHAMA, Héilio. Contabilidade pública: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2000. SILVA, Lino M. Contabilidade governamental: um enfoque administrativo. São Paulo: Atlas, 2000. ANGÉLICO, J. Contabilidade pública. São Paulo: Atlas, 1981. JÚNIOR, J. T. M; REIS, H. C. A lei 4320/64 comentada: com comentários à lei de responsabilidade fiscal. Rio de Janeiro: Ibam, 2001. MOTA, Francisco G. L. Contabilidade aplicada à administração pública. Brasília: Vestcon, 2002. PISCITELLI, R. B; TIMBÓ, M. Z. F; ROSA, M. B. Contabilidade pública: uma abordagem da administração financeira pública. São Paulo: Atlas, 1999. DIR280 Direito do Trabalho I Conceito de trabalho. Direito internacional do trabalho. Fontes do direito do trabalho. Relação do trabalho. Sujeitos da relação de emprego: empregado. Sujeitos da relação de emprego: empregador. Contrato individual de trabalho. Espécies de contrato de trabalho. Segurança e medicina do trabalho. Alteração do contrato de trabalho. Suspensão e interrupção do contrato de trabalho. Duração do trabalho. Repousos. Remuneração e salário. CAMINO, Carmem. Direito individual do trabalho. 2. ed. Porto Alegre: Síntese, 1999. DELGADO, Maurício Godinho. Alterações contratuais trabalhistas. São Paulo: LTr, 2000. MARTINS, Sergio Pinto. Direito do trabalho. 15. ed. São Paulo: Atlas, 2002. 32 Bibliografia complementar 6° semestre Código Disciplina Ementa NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Iniciação ao direito do trabalho. 28. ed. São Paulo: LTr, 2002. BRASIL. Consolidação das Leis do Trabalho - CLT. São Paulo: LTr ou Saraiva, 2003. BUSNELLO, Ronaldo. Reestruturação produtiva e flexibilização dos direitos trabalhistas. In: BEDIN, Gilmar Antônio (org.). Reestruturação produtiva, desemprego no Brasil e ética nas relações econômicas. Ijuí: Unijuí, 2000. CARRION, Valentin. Comentários à consolidação das leis do trabalho. São Paulo: Saraiva, 2001. DELGADO, Maurício Godinho. Curso de direito do trabalho. São Paulo: LTr, 2003. FRANCO FILHO, Georgenor de Souza. Direito do trabalho no STF. São Paulo: LTr, 1998. GENRO, Tarso Femando. Direito individual do trabalho: uma abordagem crítica. São Paulo: LTr, 1994. GONÇALVES, Edwar Abreu. Manual de segurança e saúde no trabalho. São Paulo: LTr, 2000. KÜMMEL, Marcelo Barroso. As convenções da OIT e o MERCOSUL. São Paulo: LTr, 2001. ____. Cooperativas de trabalho x relação de emprego. Revista do curso de Direito da UFSM. Santa Maria: Ufsm, 2000. LIMA, Francisco Meton Marques de. Os princípios de direito do trabalho na lei e na jurisprudência. São Paulo: LTr, 1997. MARTINS, Sergio Pinto. Flexibilização das condições de trabalho. São Paulo: Atlas, 2000. ____. Participação dos empregados nos lucros da empresa. São Paulo: Atlas, 2000. MORAES FILHO, Evaristo; MORAES, Antônio Flores de. Introdução ao direito do trabalho. São Paulo: LTr, 1995. NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de direito do trabalho. São Paulo: Saraiva, 2001. ____. Teoria geral do direito do trabalho. São Paulo: LTr, 1998. ____. Teoria jurídica do salário. São Paulo: LTr, 1997. OLIVEIRA, Aristeu. Manual de prática trabalhista. São Paulo: Atlas, 2000. PLÁ RODRIGUEZ, Américo. Princípios de direito do trabalho. São Paulo: LTr, 2000. SAAD, Eduardo Gabriel. Consolidação das leis do trabalho comentada. São Paulo: LTr, 1999. SADY, João José. Direito do meio ambiente do trabalho. São Paulo: LTr, 2000. SILVA, Luiz de Pinho Pedreira. Principiologia do direito do trabalho. São Paulo: LTr, 1999. SILVESTRE, Rita Maria; NASCIMENTO, Amauri Mascaro (coord.). Os novos paradigmas do direito do trabalho: homenagem a Valentin Carrion. São Paulo: Saraiva, 2001. SÜSSEKIND, Arnaldo. Convenções da OIT. São Paulo: LTr, 1998. ____. Direito constitucional do trabalho. Rio de Janeiro: Renovar, 1999. ____. Direito internacional do trabalho. São Paulo: LTr, 2000. CTB177 Sistemas de Informações Contábeis Informação, tecnologia da informação e sistema de informação. 33 Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Sistemas operacionais, sistemas de gestão e suporte a decisão. Contabilidade dentro do Sige e do processo de gestão. Rede e integração de sistemas. Aplicativos genéricos e tecnologias de apoio a sistemas de informações-política e suas influências nos sistemas de informação. Sistemas operacionais. Banco de dados, informações estruturadas e não estruturadas. PADOVEZE, Clóvis L. Contabilidade gerencial: um enfoque em sistemas de informação contábil. São Paulo: Atlas, 2007. ____. Sistema de informações contábeis: fundamentos e análise. São Paulo: Atlas, 2004. BIO, S. R. Sistema de informação: um enfoque gerencial. São Paulo: Atlas, 1985. LAUDON, K. C; LAUDON, J. P. Sistemas de informação. Rio de janeiro: LTC, 1999. O’BRIEN, JAMES A. Sistemas de informação e as decisões gerenciais na era da Internet. São Paulo: Saraiva, 2001. OLIVEIRA, Edson. Contabilidade informatizada: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2006. STAIR, R. M. Princípios de sistemas de informação: uma abordagem gerencial. Rio de Janeiro: LTC, 1998. CTB178 Auditoria I Introdução e considerações gerais sobre auditoria. Controle interno. Auditoria interna e externa. Normas e procedimentos de auditoria. Papéis de trabalho. Relatório de auditoria. Planejamento de auditoria. Auditoria governamental. ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria: um curso moderno e completo. São Paulo: Atlas, 1996. CREPALDI, Silvio Aparecido. Auditoria contábil: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2000. SÁ, A. Lopes de. Curso de auditoria. São Paulo: Atlas, 1998. ATTIE, William. Auditoria: conceitos e aplicações. São Paulo: Atlas, 1998. FRANCO, Hilário; MARRA, Ernesto. Auditoria contábil. São Paulo: Atlas, 1995. GIL, Antonio de Loureiro. Auditoria de negócios. São Paulo: Atlas, 2000. ____. Auditoria operacional e de gestão. São Paulo: Atlas, 2000. CTB179 Perícia e Arbitragem Perícia contábil. Perícia trabalhista. Arbitragem. BRASIL. Lei n. 9.307 de 23 de setembro de 1996. Dispõe sobre arbitragem. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, 23 set. de 1996 Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio Grande do Sul. Normas brasileiras de contabilidade: auditoria independente; auditoria interna e perícia contábil. Porto Alegre: CRC/RS, 2002. SÁ, A. Lopes de. Perícia contábil. São Paulo: Atlas, 1996. ALBERTO, Valder Luiz Palombo. Perícia contábil. São Paulo: Atlas, 1996. ORNELAS, Maurício Gomes de. Perícia contábil. São Paulo: Atlas, 1994. ____. Avaliação de sociedades: apuração de haveres em processos judiciais. São Paulo: Atlas, 2001. 34 Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia CTB180 Análise das Demonstrações Contábeis Análise das demonstrações contábeis. Análise da estrutura patrimonial e de resultados. Análise de valores circulantes. Análise da solidez financeira. Indicadores de velocidade. Análise da liquidez dinâmica. Análise da situação econômica. Índices técnicos do mercado de capitais. Análise de demonstrativos contábeis. MATARAZZO, C. Dante. Análise financeira de balanços. São Paulo: Atlas, 2003. PADOVEZE, Clóvis Luis; BENEDITO, Gideon Carvalho de. Análise das demonstrações financeiras. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2007. ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e análise de balanços. São Paulo: Atlas, 2006. IUDÍCIBUS, Sérgio de. Análise de balanços. São Paulo: Atlas, 2007. MARION, José Carlos. Análise das demonstrações contábeis. São Paulo: Atlas, 2005. MORANTE, Antonio Salvador. Análise das demonstrações financeiras. São Paulo: Atlas, 2007. NEVES, Silvério das; VICECONTI, Paulo Eduardo V. Contabilidade avançada e análise das demonstrações financeiras. São Paulo: Frase, 2005. CTB181 Orçamento e Contabilidade Pública II Contabilidade pública. Escrituração. Técnica de encerramento do exercício. Tomada e prestação de contas. KOHAMA, Héilio. Balanços públicos: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2000. PISCITELLI, R. B; TIMBÓ, M. Z. F; ROSA, M. B. Contabilidade pública: uma abordagem da administração financeira pública. São Paulo: Atlas, 1999. SILVA, Lino M. Contabilidade governamental: um enfoque administrativo. São Paulo: Atlas, 2000. ANGÉLICO, J. Contabilidade pública. São Paulo: Atlas, 1981. KOHAMA, Héilio. Contabilidade pública: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2000. MOTA, Francisco G. L. Contabilidade aplicada à administração pública. Brasília: Vestcon, 2002. CTB182 Teoria Geral da Contabilidade Origem e evolução da contabilidade. Postulados, princípios e convenções. Normas brasileiras de contabilidade. Patrimônio e resultado. Estudo das teorias contábeis. Pesquisa e perspectivas da contabilidade. IUDÍCIBUS, Sergio de. Teoria da contabilidade. São Paulo: Atlas, 1997. LOPES de SÁ, Antonio. Teoria da contabilidade. São Paulo: Atlas, 1999. MARION, José Carlos; IUDÍCIBUS, Sergio de. Introdução à teoria da contabilidade: para o nível de graduação. São Paulo: Atlas, 2000. FIPECAFI. Manual de contabilidade das sociedades por ações. São 35 complementar Paulo: Atlas, 1995. HENDRIKSEN, Eldon S. Teoria da contabilidade. São Paulo: Atlas, 1999. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade geral fácil. São Paulo: Saraiva, 1998. Código Disciplina Ementa Bibliografia básica CTB197 Exercício Profissional em Contabilidade II Escrituração contábil. Relatórios contábeis. ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Contabilidade intermediária. São Paulo: Atlas, 2000. Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras. Manual de contabilidade das sociedades por ações: aplicável também as demais sociedades. São Paulo: Atlas, 2000. NEVES, Silvério das. Contabilidade básica e estrutura das demonstrações financeiras. São Paulo: Frase, 2004. HIGUCHI, Hiromi, HIGUCHI, Celso Hiroyuki. Imposto de renda das empresas: interpretação e prática. São Paulo: Atlas, 2002. MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial. São Paulo: Atlas, 2007. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade geral fácil. São Paulo: Saraiva, 2000. ____. Contabilidade comercial fácil. São Paulo: Saraiva, 2000. Bibliografia complementar 7° semestre Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica CTB184 Auditoria II Auditoria no ativo circulante. Auditoria no ativo realizável a longo prazo. Auditoria no ativo permanente. Auditoria no passivo circulante, realizável a longo prazo e resultado de exercícios futuros. Auditoria do patrimônio líquido. Auditoria nas contas de resultado. ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria: um curso moderno e completo. São Paulo: Atlas, 1996. ATTIE, William. Auditoria: conceitos e aplicações. São Paulo: Atlas, 1998. CREPALDI, Silvio Aparecido. Auditoria contábil: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2000. SÁ, A. Lopes de. Curso de auditoria. São Paulo: Atlas, 1998. FRANCO, Hilário; MARRA, Ernesto. Auditoria contábil. São Paulo: Atlas, 1995. GIL, Antonio de Loureiro. Auditoria de negócios. São Paulo: Atlas, 2000. ____. Auditoria operacional e de gestão. São Paulo: Atlas, 2000. CTB185 Contabilidade Tributária Contabilidade tributária. Contribuinte e responsável em relação às pessoas jurídicas. Escrituração contábil e fiscal. Impostos e contribuições federais I. Impostos e contribuições federais II. Principal imposto estadual. Principal imposto municipal. Processo administrativo fiscal. ANCELES, Pedro Einstein dos Santos. Manual de tributos da atividade rural. São Paulo: Atlas, 2001. FABRETTI, Láudio Camargo. Contabilidade tributária. São Paulo: Atlas, 2001. OLIVEIRA, Luiz Martins et al. Contabilidade tributária. São Paulo: 36 Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Atlas, 2002. HUGUCHI, Hiromi. Imposto de renda das empresas. São Paulo: Atlas, 2002. CTB186 Contabilidade Orçamentária Orçamento e a administração de empresas. Orçamento de vendas. Orçamento de produção. Orçamento do custo dos produtos vendidos. Orçamento de despesas. Orçamento de capital. Orçamento de caixa. Projeção da demonstração do resultado do exercício e do balanço patrimonial. Controle orçamentário. MOREIRA, José Carlos. Orçamento empresarial: manual de elaboração. São Paulo: Atlas, 2002. SANVICENTE, A. Zoratto; SANTOS, Celso C. Orçamento na administração de empresas: planejamento e controle. São Paulo: Atlas, 2000. WELSCH, Glenn A. Orçamento empresarial: planejamento e controle do lucro. São Paulo: Atlas, 1983. FREZATTI, Fábio. Orçamento empresarial: planejamento e controle empresarial. São Paulo: Atlas, 2000. HOJI, Masakazu. Administração financeira: uma abordagem prática. São Paulo: Atlas, 2001. SOBANSKI, Jaert J. Prática do orçamento empresarial: um exercício programado. São Paulo: Atlas, 1994. CTB187 Trabalho Final de Graduação I Diretrizes para elaboração do trabalho final de graduação. Planejamento da pesquisa. SANTOS, G. L; SCHIMIDT, M. C. C; CANFIELD, J. T. (org.). Normas de apresentação de projeto, trabalho final de graduação, monografia, dissertação e tese. Santa Maria: Unifra, 2001. GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 1995. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Maria de Andrade. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragem e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1999. ____. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 1985. EDU251 Ética e Cidadania Ética, cidadania e historicidade. Indivíduo, sociedade e Estado. Construção da cidadania. Valor ético do trabalho e da profissão. CAMARGO, M. Fundamentos de ética geral e profissional. Petrópolis: Vozes, 2001. PIRES, C. M. P. Ética e cidadania. Porto Alegre: Dacasa/Palmarinca, 1999. VÁZQUEZ, A. S. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1969. ARISTÓTELES. Ética a nicômanos. Brasília: UNB, 1999. BOBBIO, N. A era dos direitos. São Paulo: Campus, 1962. BOFF, L. Ética da vida. Brasília: Letraviva, 2000. DIMENSTEIN, G. O cidadão de papel: a infância, a adolescência e os direitos humanos no Brasil. São Paulo: Ática, 1994. HERKENHOFF, J. B. Ética, educação e cidadania. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2001. 37 JUNGES, J. R Bioética. São Leopoldo: Unisinos, 1999. MARQUES, M. O. Botar a boca no mundo. Ijuí: Unijuí, 1999. MANZINI-COVRE, M. L. O que é cidadania. São Paulo: Brasiliense, 1995. NALINI, J. R. Ética geral e profissional. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001. VALLS, Á. O que é ética. São Paulo: Brasiliense, 1986. 8° semestre Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa CTB188 Finanças Empresariais A função financeira na empresa. Conceitos financeiros básicos. Administração de ativos fixos e investimentos de capital. Alavancagem e estrutura de capital. Fontes de financiamento a longo prazo. Administração do capital de giro. GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. São Paulo: Harbra, 2000. HOJI, Masakazu. Administração financeira: uma abordagem prática. São Paulo: Atlas, 2001. WESTON, Fred J; BRIGHAM, Eugene. Fundamentos da administração financeira. 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São Paulo: Atlas, 2000. IUDICIBUS, Sérgio de. Contabilidade gerencial. São Paulo: Atlas, 1998. PADOVEZE, Clóvis Luís. Contabilidade gerencial: um enfoque em sistema de informação contábil. São Paulo: Atlas, 2007. Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo. Custo como ferramenta gerencial. São Paulo: Atlas, 1995. CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade gerencial: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2004. SANTI FILHO, Armando de; OLINQUEVITCH, José Leonidas. Análise de balanços para controle gerencial. São Paulo: Atlas, 2004. CTB190 Controladoria Controladoria. Modelo e gestão. Planejamento. Aspectos 38 Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica comportamentais da avaliação de desempenho. Gestão da qualidade. Estratégia empresarial. Gestão econômica. Mensuração do resultado econômico. Estratégias de implementação. FIPECAFI, Controladoria: uma abordagem da gestão econômica. São Paulo: Atlas, 2001. FIGUEIREDO, Sandra; CAGGIANO, Paulo C. Controladoria: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2004. NAKAGAWA, Masayuky. Introdução a controladoria. São Paulo: Atlas, 1993. PEREZ, J. H et al. Controladoria de gestão: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 1997. SCHMIDT, Paulo. Controladoria: agregando valor para empresa. Porto Alegre: Bookman, 2002. OLIVEIRA, Luis Martins de. Controladoria estratégica. São Paulo: Atlas, 2002. PADOVEZE, C. L. Controladoria básica. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004. PADOVEZE, C. L. Controladoria estratégica e operacional: conceitos, estrutura, aplicação. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003. SANTOS, Roberto Vatan dos. Controladoria: uma introdução ao sistema de gestão econômica Gecon. São Paulo: Saraiva, 2005. CTB191 Tópicos Especiais de Contabilidade Entidades de interesse social. Funcionamento das entidades de interesse social. Gestão contábil. Demonstrações contábeis. Prestação de contas. Harmonização das normas internacionais de contabilidade. Conversão das demonstrações contábeis em moeda estrangeira. ARAUJO, Osório Cavalcante. Contabilidade para organizações do terceiro setor. São Paulo: Atlas, 2005. Conselho Federal de Contabilidade (CFC); Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuarias e Financeiras (FIPECAFI). Apreendendo contabilidade em moeda constante. São Paulo: Atlas, 1994. PERES JUNIOR, José Hernandes. Conversão de demonstrações contábeis: FASB - Financial Acconnting Standards Board, USGAAP United States Generally Accepted Accounting Principies, IASB International Accounting Standards Board, IAS - International Accounting Standards. São Paulo: Atlas, 2005. Comissão de Valores Mobiliarios (Brasil). Ofício Circular nº 01 de 25 de fevereiro de 2005. Orienta sobre a elaboração de informações contábeis pelas companhias abertas. Disponível em http://www.cvm.gov.br/port/atos/oficios. FRANÇA, José Antonio de et al. Manual de procedimentos contábeis e prestação de contas das entidades de interesse social. Brasília: CFC, 2004. SCHIMDT, Paulo; SANTOS, José Luiz dos; FERNANDES, Luciane Alves. Contabilidade avançada: aspectos societários e tributários. São Paulo: Atlas, 2003. CTB192 Exercício Profissional em Contabilidade III Constituição societária. Situação cadastral. Situação tributária. Análise econômico financeira. Controle interno. ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e análise de balanços: um enfoque econômico-financeiro, comércio e serviços, indústrias, banco 39 Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Optativas Código Disciplina Ementa comerciais e múltiplos. São Paulo: Atlas, 2000. COELHO, Fábio Ulhoa. Manual de direito comercial. São Paulo: Saraiva, 1997. HIGUCHI, Hiromi; HIGUCHI, Celso Hiroyuki. Imposto de renda das empresas: interpretação e prática. São Paulo: Atlas, 2002. ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Contabilidade intermediária. São Paulo: Atlas, 1996. CERVO, A. L; BERVIAN, P. A. Metodologia científica. São Paulo: Makron Boocks, 1996. Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio Grande do Sul. Princípios fundamentais de contabilidade e normas brasileiras de contabilidade. Porto Alegre: CRC, 2000. MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial. São Paulo: Atlas, 1998. CTB193 Trabalho Final de Graduação II Desenvolvimento, redação e apresentação do trabalho de conclusão do curso. SANTOS, G. L; SCHIMDT, M. C. C; CANFIELD, J. T (org.). Normas de apresentação de projeto, trabalho final de graduação, monografia, dissertação e tese. Santa Maria: Unifra, 2001. Bibliografia indicada nas disciplinas ou áreas às quais se vinculam os temas escolhidos pelos estudantes. A indicada nas disciplinas ou áreas às quais se vinculam os temas escolhidos pelos estudantes. EDU250 Antropologia e Cosmovisão Franciscana Antropologia filosófica e seu objeto de estudo. Pessoa humana numa perspectiva histórica. Alteridade: reverência e cuidado. Cosmovisão franciscana. BOFF, L. Saber cuidar: ética do humano-compaixão pela terra. Petrópolis: Vozes, 2000. BUZZI, A. R. Introdução ao pensar: o ser, o conhecer, a linguagem. Petrópolis: Vozes, 1990. ____. Filosofia da vida: visão franciscana. Braga: Franciscana, 2000. ARENDT, H. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1997. BOFF, L. O despertar da águia: o dia-bólico e o sim-bólico na construção da realidade. Petrópolis: Vozes, 1999. ____. A águia e a galinha. Petrópolis: Vozes, 2000. CAYOTA, M. Semeando entre brumas: utopia franciscana e humanismo renascentista: uma alternativa para a conquista. Petrópolis: Cepepal, 1992. MERINO, J. A; FRESNEDA, F. M. Manual de filosofia franciscana. Petrópolis: Vozes, 2006. ____. Humanismo franciscano: franciscanismo e mundo atual. Petrópolis: FFB, 1999. VAZ, H. C. L. Antropologia filosófica I. São Paulo: Loyola, 1991. CTO Administração de Recursos Humanos Empresa e administração de recursos humanos. Planejamento estratégico empresarial de recursos humanos. Planejamento 40 Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa empresarial e de pessoas. Subsistemas da administração de recursos humanos. Aspectos comportamentais da administração de recursos humanos. BOOG, G. G. Manual de treinamento e desenvolvimento. São Paulo: Makron Books,1994. PONTES, B. R. Administração de cargos e salários. São Paulo: LTR, 2000. ____. Planejamento, recrutamento e seleção de pessoal. São Paulo: LTR, 2001. CHIAVENATO, I. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Campus, 1999. ____. Recursos humanos. São Paulo: Atlas, 2000. LUCENA, M. D. S. Planejamento de recursos humanos. São Paulo: Atlas, 1995. PONTES, B. R. Avaliação de desempenho: nova abordagem. São Paulo: LTR, 1999. CTO Agronegócio: Aspectos Tributários e Contábeis Agronegócio. Aspectos contábeis da atividade agrícola. Aspectos contábeis da atividade pecuária. Aspectos contábeis da atividade agroindústria. Aspectos tributários e fiscais aplicáveis à atividade rural. Aspectos do imposto de renda pessoa física. ANCELES, Pedro Einstein dos Santos. Manual de tributos da atividade rural. São Paulo: Atlas, 2001. CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade rural uma abordagem decisorial. São Paulo: Atlas, 1998. MARION, José Carlos. Contabilidade e controladoria em agribussiness. São Paulo: Atlas, 1996. ____. Contabilidade rural: contabilidade agrícola, contabilidade da pecuária e imposto de renda pessoa jurídica. São Paulo: Atlas, 2005. FABRETTI, Láudio Camargo. Contabilidade tributária. São Paulo: Atlas, 1996. MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 1998. SÁ, A. Lopes de; SÁ, A. M. Lopes de. Dicionário de contabilidade. São Paulo: Atlas, 1993. CTO Constituição e Tributação das Cooperativas Sociedades cooperativas. Objeto e classificação das sociedades cooperativas. Constituição e registro das sociedades cooperativas. Estatuto social das cooperativas. Operacionalidade das sociedades cooperativas. Aspectos tributários. POLONIO, Wilson Alves. Manual das sociedades cooperativas. São Paulo: Atlas, 2004. PRADO, Flavio Augusto Dumont. Tributação das cooperativas. Curitiba: Juruá, 2004. ALVES, Francisco de Assis; MILANI, Imaculada Abenante. Sociedades cooperativas: regime jurídico e procedimentos legais para constituição e funcionamento. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2003. CTO Controladoria Avançada Gestão econômica. Resultado econômico. Avaliação de resultados e desempenho. Sistema de Informação. Analise econômica das iniciativas de qualidade. Orçamento empresarial integrado. Estratégia 41 Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica empresarial. Sistemas integrados de gestão. CATELLI, Armando. Controladoria: uma abordagem da gestão econômica. São Paulo: Atlas, 2001. PEREZ, J. H et al. Controladoria de gestão: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 1997. SCHMIDT, P. Controladoria: agregando valor para empresa. Porto Alegre: Bookman, 2002. FUNDAÇÃO DE PESQUISAS CONTÁBEIS, ATUARIAIS E FINANCEIRAS. Avaliação de empresas: da mensuração contábil à econômica. São Paulo: Atlas, 2001. DIR Comércio Internacional Comércio internacional. Contratos internacionais. Sistema brasileiro de comércio exterior. Sistema multilateral de comércio. RODAS, João Grandino. Elementos de conexão do direito internacional privado brasileiro relativamente às obrigações contratuais. In: RODAS, João Grandino (coord.). Contratos internacionais. São Paulo: RT, 2002. THORSTENSEN, Vera. OMC: As regras do comércio internacional e a nova rodada de negociações multilaterais. São Paulo: Aduaneiras, 2003. AMARAL JR, Alberto do (coord.). OMC e o comércio internacional. São Paulo: Aduaneiras, 2002. ARAUJO, Nadia de. Contratos internacionais: autonomia da vontade, mercosul e convenções internacionais. São Paulo: Renovar, 2000. COSTA, Lígia Maura. Manual prático da rodada Uruguai. São Paulo: Saraiva, 1996. PUCCI, Adriana Noemi. Arbitragem comercial nos países do mercosul. São Paulo: LTr, 1997. RECHSTEINER, Beat Walter. Direito internacional privado: teoria e prática. São Paulo: Saraiva, 1998. SANTOS, Ricardo Soares Stersi. Mercosul e arbitragem internacional comercial: aspectos gerais e algumas possibilidades. Belo Horizonte: Del Rey, 1998. SEITENFUS, Ricardo. Manual das organizações internacionais. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 1997. STRENGER, Irineu. Contratos internacionais do comércio. São Paulo: RT, 1986. ____. Direito internacional privado. São Paulo: RT, 1986. VAZQUEZ, José Lopes. Manual de exportação. São Paulo: Atlas, 2002. VENTURA, Deisy; SEITENFUS, Ricardo. Introdução ao direito internacional público. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 1999. CTO Contabilidade Ambiental Gestão ambiental. Contabilização de eventos ambientais. Demonstrações contábeis. Divulgação e transparência de informações ambientais FERREIRA, Aracéli Cristina de Sousa. Contabilidade Ambiental: uma informação para o desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atlas, 2006. RIBEIRO, Maisa de Souza. Contabilidade ambiental. São Paulo: Saraiva, 2005. TINOCO, João Eduardo Prudêncio; KRAEMER, Maria Elisabeth Pereira. Contabilidade e gestão ambiental. São Paulo: Atlas, 2008. 42 Bibliografia complementar ALBUQUERQUE, José de Lima. Gestão Ambiental e Responsabilidade Social: conceitos, ferramentas e aplicações. São Paulo: Atlas, 2010. BRAGA, Célia (Org.) Contabilidade ambiental: ferramenta para a gestão da sustentabilidade. São Paulo: Atlas, 2007. CARVALHO, Gardênia Maria Braga de. Contabilidade ambiental: teoria e prática. Curitiba: Juruá, 2008. FERREIRA, Aracéli Cristina de Sousa; SIQUEIRA, José Ricardo Maia de Siqueira; GOMES, Mônica Zaidan. (Org.) Contabilidade ambiental e relatórios sociais. São Paulo: Atlas, 2009. FIPECAFI. Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2007. KROETZ, César Eduardo Stevens. Balanço Social: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2000. PAIVA, Paulo Roberto de. Contabilidade Ambiental: Evidenciação dos gastos ambientais com transparência e focada na prevenção. São Paulo: Atlas, 2003. ROBLES JR, Antonio; BONELLI, Valério. Gestão da qualidade e do meio ambiente: enfoque econômico, financeiro e patrimonial. São Paulo: Atlas, 2006. SILVA, Benedito Albuquerque. Contabilidade e meio ambiente. São Paulo: Annablume/FAPESP, 2003. SILVA, Benedito Gonçalves da. Contabilidade ambiental: sob a ótica da contabilidade financeira. Curitiba: Juruá, 2009. TINOCO, João Eduardo Prudêncio. Balanço social: uma abordagem da transparência e da responsabilidade pública das organizações. São Paulo: Atlas, 2001. ________. Balanço social e o relatório da sustentabilidade. São Paulo: Atlas, 2010. WEYERMÜLLER, André Rafael. Direito Ambiental e aquecimento global. São Paulo: Atlas, 2010. Código Disciplina Ementa CTO Economia Brasileira Evolução da Economia brasileira. Dos anos dourados à crise institucional. Reformas e a dívida externa. Planos de estabilização dos anos oitenta. Anos 90: privatização, abertura. BRESSER-PEREIRA, Luiz Carlos. Macroeconomia da estagnação: crítica da ortodoxia convencional no Brasil pós-1994. São Paulo: 34, 2007. GIAMBIAGI, Fabio; VILLELA André; BARROS DE CASTRO, Lavinia; HERMANN, Jennifer. Economia brasileira contemporânea. Rio de Janeiro: Campus, 2004. GREMAUD, A. P.; VASCONCELLOS JR., M. A. S. R. T. Economia brasileira contemporânea. 4. Ed. São Paulo: Atlas, 2002. MARQUES, Rosa M.; REGO, José Márcio (orgs.). Economia brasileira. São Paulo: Saraiva, 2003. ABREU, Marcelo de Paiva (org.). A ordem do progresso: cem anos de política econômica. Rio de Janeiro: Campus, 1989. BAER, Werner. Economia brasileira. São Paulo: Nobel, 2002. GIAMBIAGI, Fabio. Brasil, raízes do atraso: paternalismo X produtividade. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. GONÇALVES, Reinaldo. Globalização e desnacionalização. São Paulo: Paz e Terra, 1999. SICSÚ, João; OREIRA, J. L.; PAULA, L. F. Agenda Brasil: políticas econômicas para o crescimento com estabilidade de preços. São Paulo: Manole/Konrad Adenaur Stiftung, 2003. Bibliografia básica Bibliografia complementar 43 Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa CTO Empreendorismo Empreendedorismo e empreendedor. Visão integrada do fenômeno do empreendedor e do empreendedorismo. Características das novas empresas DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2000. DRUCKER, Peter F. Inovação e espírito empreendedor (entrepreneurship): práticas e princípios. São Paulo: Pioneira/Thomson, 2002. DOLABELA, Fernando. Oficina do empreendedor. São Paulo: Cultura, 1999. WOLLHEIM, Bob; MARCONDES, Pyr. Empreender não é brincadeira. Rio de Janeiro: Negócio, 2003. ADM Gerenciamento de competências Competência organizacional. Competência individual. Processo de formação e desenvolvimento de competências individuais e organizacionais. Identificação das competências organizacionais. Alinhamento entre competências organizacionais e competências individuais. Metodologia para mapear e alinhar competências e desempenho organizacionais. FERNANDES; B. R. Competências desempenho organizacional: o que está além do balanced scorecard. São Paulo: Saraiva, 2006. HANASHIRO, D. M. M et al. Gestão do fator humano: uma visão baseada em stakeholders. São Paulo: Saraiva, 2007. QUINN, R. E; FAERMAN, S. R; THOMPSON, M. P; MCGRATH, M. Competências gerenciais. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. GRAMIGNA. M. R. Modelo de competências e gestão de talentos. São Paulo: Makron Books, 2002 LANER, A. L; JÚNIOR, J. B. C. Repensando as organizações: da formação à participação. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004. LEME, R. Aplicação prática de gestão de pessoas por competências: mapeamento, treinamento, seleção, avaliação e mensuração de resultados de treinamento. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2006. RUAS R. L; ANTONELLO, C. S; BOFF, L. H. Aprendizagem organizacional e competências. Porto Alegre: Bookman, 2005. SILVA M. O. Gestão de pessoas através do sistema de competências: estratégias, processos, desempenho e remuneração: fundamentos e aplicação. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005. WIND, J. Y; MAIN, J. Provocar mudanças: como as melhores empresas estão se preparando para o século 21: a inovadora pesquisa de Wharton School sobre o futuro gerencial. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2002. WOOD Jr, T; PICARELLI, V. F. Remuneração e carreira: por habilidades e por competências: preparando a organização para a era das empresas de conhecimento intensivo. São Paulo: Atlas, 2004. CTO Jogos de Empresas Jogos de empresas. Macroambiente. 44 Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina CORRÊA, H. L; CORRÊA, C. A. Administração de produção e operações: manufatura e serviços - uma abordagem estratégica. São Paulo: Atlas, 2007. MAUBORGNE, R; KIM, W. Chan. A estratégia do oceano azul: como criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante. São Paulo: Campus, 2005. TZU, Sun. A arte da guerra. Porto Alegre: LPM, 2000. CTO Língua Inglesa Instrumental Compreensão global do texto. Compreensão dos elementos estruturais do texto. Compreensão detalhada do texto. ANDERSON, Neil J. Active. Skills for reading (Books 1,2,3). Boston: Heinle & Heinle Thomson Learning, 2002. KOCH, I. V. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 1991. ____.; TRAVAGLIA, L. C. A coerência textual. São Paulo: Contexto, 1991. NUTTALL, Christine. Teaching reading skills: in a foreign language. Oxford: Heinemann, 1996. McCARTHY, M. and O’DELL, Felicity. Vocabulary in use: upper intermediate. Cambridge: Cambridge, 1997. MUNHOZ, Rosângela. Inglês instrumental: estratégias de leitura. São Paulo: Textonovo, 2002. CTO Mercado de Capitais Mercado financeiro e segmento mercado de capitais. Teoria dos ativos. Escolas de análise. Montagem e seleção de carteiras. Mercado de derivativos. Operações na prática. ASSAF NETO, Alexandre. Mercado financeiro. São Paulo: Atlas, 2003. GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. São Paulo: Harbra, 1997. PINHEIRO, Juliano Lima. Mercado de capitais: fundamentos e técnicas. São Paulo: Atlas, 2001. SANVICENTE, Antonio Zoratto. Mercado de capitais e estratégias de investimento. São Paulo: Atlas, 1998. CTO Planilhas Eletrônicas em Informações Contábeis Uso de planilha eletrônica em análise de balanços. Uso de planilha eletrônica para cálculos de custos. Uso de planilha eletrônica em perícia contábil. ABREU, Aline Franca de; REZENDE, Denis Alcides. Tecnologia da informação aplicada a sistemas de informações empresariais. São Paulo: Atlas, 2006. ARAUJO, Osório Cavalcante. Contabilidade para organizações do terceiro setor. São Paulo: Atlas, 2005. SANTOS, Ariovaldo dos. Demonstração do valor adicionado: como elaborar e analisar o DVA. São Paulo: Atlas, 2003. FRANÇA, José Antonio de. et al. Manual de procedimentos contábeis e prestação de contas das entidades de interesse social. Brasília: CFC, 2004. CTO Práticas Contábeis e Fiscais Aplicadas às Atividades Imobiliárias e 45 Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Condomínios Atividade imobiliária e condomínios. Aspectos contábeis da atividade imobiliária. Aspectos tributários e fiscais da atividade imobiliária. Aspectos legais dos condomínios. Aspectos contábeis dos condomínios. Aspectos fiscais e tributários dos condomínios. HUGUCHI, H. Imposto de renda das empresas. São Paulo: IR 2005. PANTALEÃO, M. J. Construção civil: aspectos tributários e contábeis. Porto Alegre: Síntese,1998. PEREIRA, C. M. S. Condomínio e incorporações: edição atualizada segundo a legislação vigente. Rio de Janeiro: Renovar, 2001. FABRETTI, L. C. Contabilidade tributária. São Paulo: Atlas,1996. FIPECAF-USP. Manual de contabilidade das sociedades por ações: aplicável também às demais sociedades. São Paulo: Atlas, 2003. RAMOS, F. M. Incorporação imobiliária. São Paulo: Eipro,1998. 46 Anexo 2 - Infraestrutura Espaço Salas de aula Sala para coordenação e secretária Salas de reuniões Salões Salas de estudo para professores Laboratório a Laboratório b Descrição dos equipamentos Localização Salas para aulas teóricas, com Prédio 13: salas do mesas para estudantes e professor e andar térreo quadro de giz Prédio 17: salas do 5º andar Sala da coordenação do curso. Com Salas 220 e 218 escrivanhinha, armário, conputador, respectivamente mesa para pequenas reuniões Sala da secretaria (conjunta), com dois computadores Salas com mesas para reuniões, Prédio 13: salas 119 e 121 Salão de Atos - Sala de Convenções Prédio 13 Sala com armário para livros, Sala 112/A do prédio computador, mesa de apoio de 13 escrivaninha Sala para aula em grupos, equipada Sala 205, 2º andar do com 40 comuptadores e recursos prédio 13 áudiovisuais Sala para aula em grupos, equipada Sala 207, 2º andar do com 40 comuptadores e recursos prédio 13 áudiovisuais 47 Anexo 3 - Normas que disciplinam o trabalho final de graduação Resolução n. 28/2007, de 30 de agosto de 2007, do Conselho Universitário Dispõe sobre as normas para elaboração, desenvolvimento e apresentação do trabalho final de graduação Art. 1º - A elaboração, desenvolvimento e apresentação de um trabalho final de graduação constitui exigência para a integralização curricular, colação de grau e obtenção do diploma em todos os cursos de graduação. Art. 2º - O trabalho final de graduação constituiu-se num trabalho acadêmico, baseado na análise de um problema específico e elaborado de acordo com as normas do método científico. Parágrafo único - O tema do trabalho final de graduação é de livre escolha do estudante, desde que observada a proximidade temática com as linhas de pesquisa, de extensão ou com as possibilidades do corpo de orientadores do curso. Art. 3º - O trabalho final de graduação tem por objetivo estimular o desenvolvimento da iniciação científica, avaliar os conhecimentos teóricos e técnicos essenciais às condições de qualificação do estudante, para o seu acesso ao exercício profissional. Art. 4º - Para a matrícula, na disciplina Trabalho Final de Graduação I e Trabalho Final de Graduação II, o estudante deverá ter sido aprovado nas disciplinas até o semestre anterior ao da oferta das referidas disciplinas. Art. 5º - A orientação das atividades acadêmicas, desenvolvidas no âmbito do trabalho final de graduação, será realizada por um professor especialmente designado para tal fim. § 1º - Pode orientar o desenvolvimento de trabalho final de graduação o professor que tiver aprovação, concedida pelo Colegiado do curso, para integrar o corpo de orientadores do respectivo curso. § 2º - Compete à coordenação do curso encaminhar ao Colegiado, por meio de processo formal, a solicitação de definição do corpo de orientadores, com as respectivas temáticas. § 3º - Constituem critérios para composição do corpo de orientadores a produção acadêmica, o desempenho de atividade profissional e ética na produção técnico-científica. § 4º - As coordenações dos cursos têm o prazo de sessenta dias, a contar da publicação desta resolução para definir, publicar e promover ampla divulgação, junto aos estudantes, da composição do corpo de orientadores e das respectivas temáticas. Art. 6º - Cada professor poderá orientar, concomitantemente, até dez estudantes, contadas as diferentes orientações acadêmicas. Parágrafo único - Para a orientação das atividades acadêmicas desenvolvidas no âmbito do trabalho final de graduação, cada professor tem encargo de uma hora semanal por orientando. Art. 7º - A substituição de orientador pode ocorrer, desde que solicitada pelo estudante, por meio de requerimento fundamentado e deve passar pela aprovação do Colegiado do curso. Art. 8º - Na disciplina de Trabalho Final de Graduação I, verifica-se o rendimento acadêmico por meio da avaliação do projeto de estudo correspondente e de outras atividades previstas no plano de ensino da disciplina. § 1º - A avaliação do projeto de estudo fica a cargo do professor responsável pela disciplina, ou do professor orientador, que poderá observar critérios de avaliação definidos pelo Colegiado do curso. § 2º - Devido às características próprias da disciplina Trabalho Final de Graduação I, a prestação de exame final não faz parte do processo de avaliação. 48 § 3º - O estudante cujo desempenho não atingir média 7,0, deverá reelaborar o trabalho, no semestre em curso, no prazo a ser definido pelo Colegiado, em parte ou em sua totalidade, conforme atividades previstas no plano de ensino da disciplina. § 4º - O estudante que não cumprir o prazo concedido para a reelaboração do trabalho final de graduação ou que, após reelaborar as atividades previstas no plano de ensino da disciplina, não atingir média final igual ou superior a 5,0, será considerado reprovado. Art. 9º - No início do semestre letivo correspondente à oferta da disciplina Trabalho Final de Graduação II, a coordenação do curso, ou o órgão por ela designado, deve entregar a cada professor orientador uma cópia do projeto de estudo dos matriculados na disciplina sob sua orientação. § 1º - O estudante entregará a primeira versão do trabalho final de graduação ao seu professor-orientador até cinco semanas antes do prazo fixado no calendário acadêmico para término do período de aulas do semestre. § 2º - O professor-orientador tem o prazo de uma semana para avaliar a primeira versão do trabalho final de graduação, fazer observações e sugestões, quando for o caso, para a melhoria da versão definitiva. § 3º - O texto do trabalho final de graduação para avaliação da banca deve ser entregue pelo professor-orientador, à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, até uma semana antes do prazo fixado no calendário escolar para o término do período de aulas do semestre. § 4º - O texto final deve ser acompanhado do formulário de solicitação de constituição de banca examinadora, subscrito pelo professor-orientador. § 5º - Após a avaliação e aprovação da banca, a versão final do trabalho, observadas as normas da ABNT, deve ser entregue à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, em duas vias: uma impressa, sob a forma de monografia ou de artigo publicável, e outra em arquivo eletrônico, em formato PDF, gravado em mídia digital. Art. 10º - A verificação do rendimento acadêmico do estudante matriculado na disciplina Trabalho Final de Graduação II é realizada por uma banca examinadora constituída pelo orientador, como seu presidente, e por mais dois professores por ele sugeridos e designados pela coordenação do curso, ou pelo órgão por ela delegado. § 1º - A indicação e a designação dos integrantes das bancas examinadoras levarão em conta, preferentemente, a vinculação dos examinadores à temática do trabalho final de graduação a ser avaliado. § 2º - É facultada participação de avaliadores de outras instituições, desde que não implique em encargos financeiros. Art. 11º - O Colegiado do curso pode optar em definir, como forma de avaliação do trabalho final de graduação, a sustentação oral do trabalho desenvolvido ou pareceres individuais, por escrito, da banca examinadora. § 1º - Em caso de defesa oral, o tempo de apresentação poderá ser de até trinta minutos, prorrogáveis, a critério da banca examinadora. § 2º - Cada membro da banca examinadora terá o tempo de até trinta minutos para a arguição do trabalho apresentado. Art. 12º - O trabalho final de graduação será considerado aprovado se, pela média aritmética das três notas atribuídas pelos integrantes da banca, o resultado for igual ou superior a 7,0, cumpridos ainda os requisitos de frequência mínima à programação feita na disciplina. § 1º - A coordenação do curso, ou o órgão por ela designado, com a aprovação do respectivo colegiado, pode estabelecer critérios de avaliação a serem observados pela banca examinadora. § 2º - Devido às características próprias da disciplina Trabalho Final de Graduação II, a prestação de exame final não faz parte do processo de avaliação. § 3º - Após o parecer da banca, o estudante cujo desempenho não atingir média 7,0 deverá, no semestre em curso, replanejar e reexecutar, em parte ou em sua totalidade, as atividades previstas no projeto de trabalho. 49 § 4º - Cabe à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, definir o prazo e a forma para a reapresentação do trabalho, que será avaliado pelos mesmos integrantes da banca designada para a primeira avaliação. § 5º - O prazo, a ser definido pela coordenação do curso, observará as datas de encerramento do semestre letivo dispostas no calendário acadêmico. § 6º - O estudante que, após replanejar e reexecutar as atividades previstas no projeto de trabalho, não atingir média final igual ou superior a 5,0 será considerado reprovado. Art. 13º - Em caso de plágio, desde que comprovado, o estudante estará sujeito ao regime disciplinar previsto no Regimento Geral. Parágrafo único - Constitui plágio o ato de assinar, reproduzir ou apresentar, como de autoria própria, partes ou a totalidade de obra intelectual de qualquer natureza (texto, música, pictórica, fotografia, audiovisual ou outra) de outrem, sem referir os créditos para o autor. Art. 14º - O horário da orientação, nas disciplinas de Trabalho Final de Graduação I e Trabalho Final de Graduação II, não pode coincidir com o horário das demais disciplinas em que o estudante está matriculado. § 1º - Cabe ao orientador e ao estudante, de comum acordo, definirem os horários destinados para orientação e desenvolvimento das atividades previstas no plano de ensino da disciplina. § 2º - Cabe à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, estabelecer critérios e formas de acompanhamento ou registro da frequência e das atividades desenvolvidas na disciplina. Art. 15º - Os direitos e deveres dos estudantes matriculados nas disciplinas de Trabalho Final de Graduação I e Trabalho Final de Graduação II, são os mesmos estabelecidos para as demais disciplinas, ressalvadas as disposições da presente normativa. Art. 16º - Os casos omissos são resolvidos pelo colegiado do curso, cabendo recurso aos colegiados superiores. Art. 17º - Esta resolução entra em vigor nesta data, revogada a resolução n. 3/01-Consar, de 29/03/2001, e as demais disposições em contrário. 50 Anexo 3.1 - Normas que disciplinam o trabalho final de graduação do curso de Ciências Contábeis Art. 1º - O presente regulamento baseia-se na resolução 28/2007, de 30 de agosto de 2007, do Conselho Universitário, que institucionaliza e normatiza as atividades relacionadas ao Trabalho Final de Graduação - TFG. Art. 2º - O Trabalho Final de Graduação - TFG, constitui-se num trabalho acadêmico individual, de cunho técnico-profissional, sob a forma de monografia, em qualquer área de conhecimento contábil, tem enfoque interdisciplinar e é redigido em linguagem acadêmica, regese pelo presente regulamento, obedece às regras definidas no Manual de Estrutura e Apresentação do Trabalho Final de Graduação em Ciências Contábeis e do Exercício Profissional em Contabilidade, elaborado de acordo com as formas do método cientifico e em consonância com as normas da ABNT. Art. 3º - O trabalho final de graduação em Ciências Contábeis tem por finalidade estimular o desenvolvimento da iniciação cientifica e avaliar os conhecimentos teóricos e técnicos essenciais às condições de qualificação do estudante para o exercício profissional. Art. 4º - A orientação das atividades acadêmicas, desenvolvidas no âmbito do trabalho final de graduação, será realizada por um professor especialmente designado para tal fim. § 1º - Pode orientar o desenvolvimento de trabalho final de graduação o professor que tiver aprovação concedida pelo Colegiado do curso, para integrar o corpo de orientadores do respectivo curso. § 2º - Compete à coordenação do curso encaminhar ao Colegiado, por meio de processo formal, a solicitação de definição do corpo de orientadores, com as respectivas temáticas. § 3º - Constituem critérios para a composição do corpo de orientadores a produção acadêmica, o desempenho de atividades profissionais e a ética na produção técnico-científica. Art. 5º - O professor orientador tem, entre outras, as seguintes atribuições: I - frequentar as reuniões convocadas pela coordenação do curso para tratar do TFG; II - atender semanalmente seus estudantes orientandos do TFG, em horário previamente fixado e informado à coordenação do curso, a fim de analisar e avaliar os relatórios parciais; III - participar das defesas para as quais estiver designado; IV - assinar, juntamente com os demais membros da banca examinadora, as fichas de avaliação do TFG II e as atas finais das sessões de defesa; V - apor, na versão definitiva do TFG, a expressão “apto para defesa”; VI - acompanhar o cumprimento das alterações propostas pela banca examinadora durante a realização da defesa do TFG; VIII - cumprir e fazer cumprir este regulamento. Art. 6º - A responsabilidade pela elaboração do TFG, na forma de monografia, é integralmente do estudante, o que não exime o professor orientador de desempenhar adequadamente, dentro das normas definidas neste regulamento, as atribuições decorrentes da sua atividade de orientação. Parágrafo único - O não cumprimento do disposto neste regulamento por parte do estudante autoriza o professor a desligar-se dos encargos de orientação, através de comunicação oficial à coordenação do curso. Art. 7º - O estudante, em fase de realização das disciplinas de TFG I e do TFG II tem, entre outros, os seguintes deveres e direitos específicos: I - escolher o professor orientador para o acompanhamento da pesquisa e orientação na disciplina de TFG I e para a orientação da disciplina de TFG II, além disso, o aluno deve, quanto a essa última, realizar o convite de acordo com os prazos estabelecidos neste regulamento; 51 II - na falta de professor orientador, requerer à coordenação do curso a indicação desse, para assumir sua orientação; III - solicitar à coordenação do curso, quando necessário, a indicação de coorientador; IV - frequentar as reuniões previamente agendadas pelo seu orientador, segundo dias e horários fixados, para discussão e aprimoramento de sua pesquisa, devendo justificar eventuais faltas; V - cumprir o calendário divulgado pela coordenação do curso para entrega de projetos, relatórios parciais e a versão final do TFG; VI - entregar ao professor orientador relatórios parciais mensais sobre as atividades desenvolvidas, os quais devem conter informações precisas sobre o desenvolvimento da pesquisa e ou extensão, até o primeiro dia útil de cada mês; VII - entregar ao professor da disciplina de TFG I a versão final do projeto de TFG para a avaliação, já com a ciência do professor orientador; VIII - elaborar a versão final do TFG de acordo com o presente regulamento, as normas estabelecidas no Manual de Estrutura e Apresentação do Trabalho Final de Graduação em Ciências Contábeis e do Exercício Profissional em Contabilidade e as orientações de seu orientador e da banca examinadora; IX - entregar na secretaria do curso de Ciências Contábeis, ao final do semestre em que estiver matriculado na disciplina de TFG I, a versão final do projeto de TFG; X - entregar na secretaria do curso, nos prazos estabelecidos pela coordenação do curso, em cumprimento ao calendário específico, quando estiver matriculado na disciplina de TFG II, três cópias impressas e encadernadas em espiral, que contenham a expressão “apto para defesa”, aposta pelo professor orientador; XI - após a defesa, entregar o TFG com as correções exigidas pela banca examinadora, se houver, à secretaria do curso de Ciências Contábeis, no prazo fixado pela banca, em duas vias: uma impressa, sob forma de monografia, e outra em arquivo eletrônico, em formato PDF, gravado em mídia digital; XII - em qualquer fase da elaboração do projeto previsto no TFG I e da monografia prevista no TFG II, deverá ser respeitada a legislação concernente aos direitos autorais, sob pena de infringir o regime disciplinar previsto no Regimento Geral do Centro Universitário Franciscano; XIII - comparecer em dia, hora e local determinado pela coordenação do curso, para apresentar e defender a versão final de seu TFG; XV - cumprir o presente regulamento na sua integralidade. Art. 8º - Poderá matricular-se na disciplina de TFG I o estudante que tiver sido aprovado em todas as disciplinas, previstas no currículo do curso, até o semestre anterior ao da oferta da referida disciplina. § 1º - O não cumprimento desse requisito constitui motivo para cancelamento da matrícula na respectiva disciplina; § 2º - A aprovação na disciplina de TFG I constitui-se em pré-requisito para cursar a disciplina de TFG II. Art. 9º - A matrícula na disciplina de TFG II possibilita ao estudante elaborar e defender seu trabalho, conforme calendário estabelecido semestralmente pela coordenação do curso, desde que cumpridas as demais exigências previstas no art. 7º. Art. 10 - O estudante deve elaborar seu projeto de TFG de acordo com a resolução 28/2007, com este regulamento e com as orientações do seu professor orientador. Parágrafo único - A estrutura formal do projeto deve seguir os critérios técnicos estabelecidos no Manual de Estrutura e Apresentação do Trabalho Final de Graduação em Ciências Contábeis e do Exercício Profissional em Contabilidade, no que for aplicável, bem como observar as regras definidas pela ABNT. Art. 11 - O projeto do TFG deve ser entregue à secretaria do curso de Ciências Contábeis pelos estudantes que pretendam matricular-se na disciplina de TFG II, em duas vias assinadas pelo estudante e pelo orientador responsável e em disquete, na data previamente fixada pela coordenação do curso. 52 Art. 12 - A verificação de rendimento acadêmico far-se-á por meio da avaliação da versão definitiva do projeto de TFG, pelo professor responsável pela disciplina de TFG I. Art. 13 - Aprovado o projeto do TFG, a mudança de tema só será permitida mediante a elaboração de um novo projeto e atendidos os seguintes requisitos: I - ocorrer dentro de um prazo não superior a 15 dias, contados da data de início do período letivo em que o estudante matriculou-se para a disciplina de TFG II; II - haver a aprovação do professor orientador em continuar nessa condição ou a concordância de outro docente em substituí-lo; III - haver a aprovação da coordenação do curso. Parágrafo único - Pequenas mudanças que não comprometam as linhas básicas do projeto, como ampliação ou redução da delimitação do tema, inserção ou redirecionamento da pesquisa bibliográfica, mudança da metodologia, serão permitidas a qualquer tempo, desde que com autorização do orientador, que mantenha sempre o tema indicado no projeto. Art. 14 - Para a matrícula na disciplina de TFG II o estudante deverá ter obtido aprovação na disciplina de TFG I. Art. 15 - O estudante deverá obedecer aos prazos fixados em calendário a ser aprovado pelo Núcleo de Pesquisa, Extensão e TFG, para a entrega ao professor orientador das versões do Trabalho Final de Graduação. § 1º - A coordenação do curso divulgará o calendário na primeira semana de cada semestre letivo o qual deverá seguir os prazos fixados pelo calendário acadêmico da Unifra; § 2º - O estudante deverá entregar a versão definitiva em três vias do TFG ao professor orientador, com os mesmos elementos referidos no item I do Artigo 29, após inserção da expressão “apto para a defesa” na primeira via pelo professor orientador, o mesmo repassará à secretaria do curso de Ciências Contábeis, que entregará à coordenação do curso e pedirá a designação de data para a defesa. Art. 16 - A verificação de rendimento acadêmico do estudante da disciplina de TFG II será feita por uma banca examinadora conforme critérios constantes no item a seguir. Art. 17 - O TFG deverá ser elaborado sob a forma de monografia e apresentado conforme o que segue: I - quanto à sua estrutura formal, deve-se atentar para os critérios técnicos estabelecidos no Manual de Estrutura e Apresentação do Trabalho Final de Graduação em Ciências Contábeis e do Exercício Profissional em Contabilidade e nas normas da ABNT e da Unifra sobre documentação, no que forem aplicáveis; II - quanto ao seu conteúdo, deve-se atentar para os objetivos estabelecidos no artigo 11 deste Regulamento e a vinculação direta do seu tema com um dos ramos do conhecimento na área contábil, e aqueles identificados pelas disciplinas ofertadas no currículo, preferencialmente na área ênfase, e linhas de pesquisa do Curso de Ciências Contábeis da Unifra. Parágrafo único - O TFG deve possuir no mínimo 35 e, no máximo, 70 páginas, sem considerar anexos e apêndices. Art. 18 - O TFG será defendido pelo estudante perante banca examinadora composta pelo professor orientador, que a preside, e por outros dois membros, designados pela coordenação do curso. § 1º - O coorientador não poderá ser membro da banca, exceto na condição de substituto do professor orientador; § 2º - Podem fazer parte como membro da banca examinadora professores de outros cursos da Unifra. Art. 19 - A comissão examinadora somente pode executar seus trabalhos com três membros presentes. 53 § 1º - Ao não comparecer algum dos professores designados para a banca examinadora, o presidente da banca deverá comunicar, por escrito, a coordenação do curso de Ciências Contábeis; § 2º - Quando não houver o comparecimento do número mínimo de membros da banca examinadora fixado neste artigo, deverá ser marcada nova data para a defesa, em que poderá ser constituída nova banca, sem prejuízo do cumprimento da determinação do parágrafo anterior. Art. 20 - Todos os professores do curso de Ciências Contábeis da Unifra podem ser convocados para serem orientadores de TFG, bem como para participar das bancas examinadoras. Parágrafo único - Sempre que possível, deve ser mantida a equidade no número de indicações de cada professor para compor as bancas examinadoras, a fim de evitar-se a designação de qualquer docente para um número superior a dez comissões examinadoras por semestre. Art. 21 - As sessões de defesa do TFG são públicas. Art. 22 - Não são permitidos aos membros das bancas examinadoras tornarem públicos os conteúdos das monografias antes de suas defesas. Art. 23 - Na defesa, o estudante terá até vinte minutos, prorrogáveis a critério da banca examinadora, para apresentar seu trabalho e cada componente da banca examinadora terá até dez minutos para fazer sua arguição, o estudante também dispõem de outros dez minutos para responder aos membros examinadores. Art. 24 - A atribuição das notas dá-se após o encerramento da etapa de arguição e obedece ao sistema de notas individuais por examinador, bem como considera o texto escrito, a sua exposição oral e a defesa na arguição. § 1º - Utiliza-se, para a atribuição das notas, ficha de avaliação individual, elaborada pela coordenação do curso, na qual o professor apõe suas notas para cada item a ser considerado; § 2º - Além da atribuição das notas conforme parágrafo anterior o avaliador deverá ainda emitir parecer sobre o trabalho, por meio da ficha específica; § 3º - A nota final do estudante é o resultado da média aritmética das notas atribuídas pelos membros da comissão examinadora. Art. 25 - O aluno que apresenta o trabalho final de graduação será considerado aprovado se, pela media aritmética das três notas atribuídas pelos integrantes da banca, o resultado for igual ou superior a 7,0, cumpridos ainda os requisitos de frequência mínima à programação feita na disciplina. § 1º - A coordenação do curso, ou o órgão por ela designado, com a aprovação do respectivo colegiado, pode estabelecer critérios de avaliação a serem observados pela banca examinadora. § 2º - Devido às características próprias da disciplina Trabalho Final de Graduação II, a prestação de exame final não faz parte do processo de avaliação. § 3º - Após o parecer da banca, o estudante cujo desempenho não atingir a media sete deverá, no semestre em curso, replanejar e reexecutar, em parte ou em sua totalidade, as atividades previstas no projeto de trabalho. § 4º - Cabe à coordenação do curso, ou órgão por ela designado, definir o prazo e a forma para a reapresentação do trabalho, que será avaliado pelos mesmos integrantes da banca designada para a primeira avaliação. § 5º - O prazo, a ser definido pela coordenação do curso, observará as datas de encerramento do semestre letivo dispostas no calendário acadêmico. § 6º - O estudante que, após replanejar e reexecutar as atividades previstas no projeto de trabalho, não atingir media final igual ou superior a 5,0 será considerado reprovado. 54 Art. 26 - O estudante que não entregar o TFG ou que não se apresentar para a sua defesa oral, sem motivo justificado, na forma deste regulamento, está automaticamente reprovado na disciplina de TFG II. Parágrafo único - A justificativa do não comparecimento do estudante à defesa ou da não entrega do trabalho se dará de forma escrita no prazo de 48 horas após as datas previstas para os mesmos junto à secretaria do curso que repassará ao Coordenador do Curso. Art. 27 - Os direitos e deveres dos estudantes matriculados nas disciplinas de Trabalho Final de Graduação I e Trabalho Final de Graduação II, são os mesmos estabelecidos para as demais disciplinas, ressalvadas as disposições do presente regulamento. Art. 28 - A frequência mínima será de 75% relativamente às orientações diretas, de acordo com o cronograma de horário elaborado pelo professor orientador. Parágrafo único - O controle correspondente à carga horária da disciplina, sem supervisão docente direta, será feito com base na execução das tarefas atribuídas pelo professor orientador ao estudante. Art. 29 - Este regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelos órgãos competentes na estrutura da Unifra e revoga todas as demais disposições existentes sobre a matéria no âmbito do curso de Ciências Contábeis. Art. 30 - Os casos omissos neste regulamento deverão ser resolvidos pelo Colegiado do curso de Ciências Contábeis e cabe recurso às instâncias superiores. Aprovado pelo Colegiado do curso de Ciências Contábeis, em reunião realizada no dia 20 de novembro de 2007. 55 Anexo 4 - Normas que disciplinam o funcionamento dos estágios Apresentação O exercício profissional em contabilidade é desenvolvido em três etapas distintas de 51 horas cada uma, com a seguinte divisão programática: a) escrituração fiscal e trabalhista; b) escrituração contábil e relatórios contábeis; c) procedimentos contábeis avançados. Os estágios são desenvolvidos em empresas conveniadas sob a orientação de professores e têm como suporte técnico os Laboratórios de Informática localizados nas Salas 205 e 207 do Prédio 13, onde estão instalados softwares específicos de escrituração contábil e de análise de demonstrações contábeis. Exercício profissional em contabilidade Artigo 1º - O estágio supervisionado, no curso de Ciências Contábeis, é denominado Exercício Profissional em Contabilidade e compreende as atividades práticas contábeis do curso. Artigo 2º - A carga horária do exercício profissional compõe-se de 153 horas aula, distribuídos em três etapas: Semestre 4º 6º 8º Código CTB196 CTB197 CTB192 Disciplina Exercício Profissional em Contabilidade I Exercício Profissional em Contabilidade II Exercício Profissional em Contabilidade III Horas 51h 51h 51h Objetivos Artigo 3º - O Exercício Profissional em Contabilidade objetiva: a) preparar e orientar o estudante do curso de Ciências Contábeis para desenvolver as atividades práticas estreitamente articuladas com o curso, sob a orientação docente e com intercâmbio permanente que possibilite a efetiva formação profissional; b) proporcionar ao estudante contato direto com a realidade da profissão, promovendo a integração entre a teoria e a prática dos conhecimentos, habilidades e técnicas desenvolvidas no currículo do curso de Ciências Contábeis; c) proporcionar situações de aprendizagem em que o estudante possa interagir com a realidade de trabalho e reconstruir o conhecimento pela reflexão prática; d) atenuar o impacto da passagem da vida acadêmica para o mercado de trabalho, preparar profissionais competentes, capazes de assumir com ética, integridade e responsabilidade suas funções por meio de vivências e conhecimento do funcionamento das organizações. Campos de realização do exercício profissional Artigo 4º - O exercício profissional poderá ser realizado em qualquer tipo de organização privada, desde que a mesma ofereça oportunidades e condições para as práticas exigidas no respectivo programa de cada exercício profissional. Parágrafo Único - É condição para a realização do exercício profissional que a organização escolhida pelo estudante seja conveniada com a instituição. 56 Atribuições do professor orientador Artigo 5º - O professor orientador, a ser designado pelo coordenador do curso de Ciências Contábeis, será o responsável por cada uma das disciplinas de Exercício Profissional I, II e III. São atribuições do professor orientador: a) cumprir as obrigações inerentes à disciplina, como plano de ensino, controle de frequência, cronograma, controle e aplicação das avaliações; b) auxiliar e orientar o estudante na escolha do material técnico e bibliográfico necessários à execução do trabalho; c) estabelecer contatos periódicos de acompanhamento dos estudantes, conforme horários determinados no cronograma; d) acompanhar e orientar as atividades do exercício profissional; e) acompanhar, sugerir alterações e avaliar o projeto e o relatório do exercício profissional; f) encaminhar os projetos e relatórios finais para a Coordenação de Pesquisa e Extensão do curso de Ciências Contábeis. Atribuições do responsável técnico da organização Artigo 6º - Todas as organizações conveniadas e aptas à realização do exercício profissional deverão ter um responsável técnico que será a ligação entre a organização e o estudante. O responsável técnico deverá ser o contabilista da organização. São atribuições: a) situar o estudante dentro da organização e informá-lo sobre o funcionamento das normas internas, sempre antes do início das atividades; b) auxiliar o estudante no desenvolvimento do trabalho a que se propõe e na busca de soluções de eventuais dificuldades; c) informar ao professor orientador sobre o andamento do trabalho e problemas ocorridos durante o estágio; d) preencher a ficha de avaliação do responsável técnico conforme. Atribuições dos estudantes matriculados na disciplina Exercício Profissional em Contabilidade Artigo 7º - São atribuições dos estudantes matriculados no exercício profissional: a) proceder à busca e a escolha da organização onde serão realizadas as atividades objeto do estágio; b) providenciar junto à secretaria do curso de Ciências Contábeis o Convênio da organização com a Instituição, caso ainda não o possua; c) providenciar o termo de compromisso no prazo máximo de 30 dias, a contar da data de início do semestre letivo e apresentar ao professor orientador; d) ser assíduo e pontual às atividades do exercício profissional, bem como observar as normas estabelecidas pela organização onde está a elaborar o trabalho; e) buscar materiais técnico e bibliográfico complementares ao aprimoramento das atividades do exercício profissional; f) comparecer aos encontros definidos pelo professor orientador no cronograma de atividades e preencher a ficha de controle dos encontros quinzenais, com submissão ao visto do professor orientador; g) manter ética profissional, comprometimento e interação com o ambiente profissional; h) preencher a ficha de autoavaliação do estudante conforme modelo; i) entregar o relatório final e o projeto, no prazo estipulado, devidamente corrigidos e encadernados nesta ordem, assim como uma cópia e CD-Room. 57 Conteúdo programático Artigo 8º - São conteúdos programáticos das disciplinas Exercício Profissional em Contabilidade I, II e III: Exercício Profissional em Contabilidade I - CTB 196 Unidade 1 - Rotinas departamento fiscal 1.1) Acompanhamento do preenchimento de notas fiscais 1.2) Acompanhamento da escrituração dos livros fiscais 1.2.1) Registro de entradas 1.2.2) Registro de saídas 1.2.3) Apuração de ICMS 1.2.4) Apuração de IPI 1.2.5) Registro do Issqn 1.2.6) Registro de inventário 1.3) Acompanhamento e preparação das guias de pagamento de tributos e contribuições (PIS, Cofins, Issqn, ICMS, IPI, Simples, IRPJ e CSLL) 1.4) Preparação das guias informativas 1.4.1) GIA 1.4.2) GIS 1.4.3) GIA Modelo B 1.5) Preparação da DCTF e Dacon Unidade 2 - Rotinas departamento pessoal 2.1) Identificação dos documentos necessários para a admissão de funcionários, e demais aspectos inerentes à admissão 2.2) Elaboração de uma folha de pagamento, observando a legislação vigente 2.3) Elaboração de lançamentos contábeis da folha de pagamento Exercício Profissional em Contabilidade II - CTB 197 Unidade 1 - Escrituração contábil 1.1) Acompanhamento dos lançamentos contábeis de caixa 1.2) Acompanhamento dos lançamentos contábeis de bancos 1.3) Acompanhamento dos lançamentos contábeis de extracaixa 1.4) Acompanhamento do levantamento dos livros contábeis diário e razão Unidade 2 - Relatórios contábeis 2.1) Acompanhamento do levantamento dos relatórios contábeis, disponíveis no estágio 2.1.1) Balancete de verificação 2.1.2) Balanço patrimonial 2.1.3) Demonstração do resultado do exercício 2.1.4) Demonstração de lucros ou prejuízos acumulados 2.1.5) Demonstração das mutações do patrimônio líquido 2.1.6) Demonstração das origens e aplicações de recursos 2.1.7) Fluxo de caixa 2.1.8) Outros relatórios gerenciais Exercício Profissional em Contabilidade III - CTB 192 Unidade 1 - Constituição societária 1.1) Forma jurídica 1.2) Análise da constituição da organização Unidade 2 - Situação cadastral 2.1) Análise cadastral nos órgãos municipais 2.2) Análise cadastral nos órgãos estaduais 2.3) Análise cadastral nos órgãos federais 58 Unidade 3 - Situação tributária 3.1) Formas de tributação 3.2) Opção atual da entidade 3.3) Análise comparativa das formas de tributação Unidade 4 - Análise econômico-financeira 4.1) Análise vertical e horizontal 4.2) Análise por meio de índices 4.3) Relatório de análise Unidade 5 - Controle interno 5.1) Análise do controle contábil 5.2) Análise do controle administrativo 5.3) Comparação com os princípios de controle interno Normas de elaboração do projeto e relatório Artigo 9º - A cada disciplina do Exercício Profissional, o estudante deverá elaborar um projeto e um relatório do exercício profissional, que deverá obedecer às orientações para a elaboração e apresentação de projetos de pesquisa, monografias e dissertações, e também as regras previstas neste regulamento. Artigo 10 - O projeto deverá ser elaborado no início de cada disciplina, devendo ser apresentado ao professor orientador, com atenção para o que foi definido no plano de ensino da disciplina. A apresentação somente poderá ser realizada após o estudante cumprir com o que determina o artigo 7º letra “b” do presente regulamento. Parágrafo primeiro - O projeto deve ser escrito em português, com espaçamento entre linha de 1,5, em apenas uma face do papel, formato A4, fonte times new roman, tamanho 12, texto justificado, com margens superior e esquerda de 3 cm e margens inferior e direita de 2 cm, com parágrafo padrão (1,25) e cada item da estrutura do projeto deve ser apresentado em nova folha e possuir no mínimo sete páginas de texto escrito. O estudante deverá observar as normas gerais metodológicas contidas nos itens 1, 2 e 4 do Manual de Estrutura e Apresentação do TFG e EPC I, II e III. Parágrafo segundo - As citações, notas de rodapé e referências bibliográficas, deverão utilizar espaçamento entre linhas simples. Sendo que, ao final do trabalho, deve ser observado o espaço duplo entre uma referência bibliográfica e outra. Parágrafo terceiro - As citações em bloco, notas de rodapé e a numeração das páginas, deverão utilizar a fonte 10. Vale lembrar que as citações em bloco observarão um recuo à esquerda de 4 cm. Artigo 11 - O relatório do exercício profissional deverá ser entregue ao final do semestre de cada disciplina, com atenção para o que foi definido no plano de ensino e neste regulamento. Parágrafo primeiro - O relatório deve ser escrito em português, com espaçamento entre linha de 1,5, em apenas uma face do papel, formato A4, fonte times new roman, tamanho 12, texto justificado, com margens superior e esquerda de 3 cm e margens inferior e direita de 2 cm, com parágrafo padrão (1,25) e cada item da estrutura do projeto deve ser apresentado em folhas separadas, deve possuir no mínimo 15 (quinze) e no máximo 50 (cinquenta) páginas de texto escrito. O estudante deverá observar as normas gerais metodológicas contidas nos itens 1, 2 e 4 do Manual de Estrutura e Apresentação do TFG e EPC I, II e III. Parágrafo Segundo - As citações, notas de rodapé e referências bibliográficas, deverão utilizar espaçamento entre linhas simples. Sendo que, ao final do trabalho, deve ser observado o espaço duplo entre uma referência bibliográfica e outra. Parágrafo Terceiro - As citações em bloco, notas de rodapé e a numeração das páginas, deverão utilizar a fonte 10. Vale lembrar que as citações em bloco observarão um recuo à esquerda de 4 cm. 59 Critérios de avaliação Artigo 12 - Os estudantes matriculados nas disciplinas do Exercício Profissional serão avaliados constantemente por meio dos encontros com o professor orientador, no mínimo quinzenais, definidos no cronograma de trabalho. Nesses encontros os estudantes deverão relatar por escrito o andamento do trabalho, de modo a possibilitar ao professor a orientação necessária para atingir o objetivo desejado. Farão parte dos referidos relatos os conteúdos programáticos previstos por disciplina no artigo 8º. Parágrafo único - Os encontros previstos no caput deste artigo são registrados em ficha específica. Artigo 13 - Será considerado aprovado o estudante que obtiver a média igual ou superior a 7,0. Para a composição desta média, serão adotados os critérios de avaliação previstos no plano de ensino da disciplina. Artigo 14 - Como instrumentos de avaliação podem ser utilizados relatórios de acompanhamento do professor-supervisor, do profissional responsável na instituição onde o estudante realiza o estágio e o relatório do estagiário. Parágrafo 1º - Dadas as características próprias do estágio curricular, a prestação de exame final não faz parte do processo de avaliação. Parágrafo 2º - Em caso de reprovação caberá ao estudante reformular e aplicar, integralmente, o projeto de estágio. Das disposições finais Artigo 15 - Os casos omissos neste regulamento deverão ser resolvidos pelo Colegiado do curso de Ciências Contábeis. 60 Anexo 5 - Normas que disciplinam o registro de atividades curriculares complementares Resolução n. 27/2007, de 30 de agosto de 2007, do Conselho Universitário Dispõe sobre o registro de atividades curriculares complementares nos cursos de graduação Art. 1º - Os currículos plenos dos cursos de graduação são constituídos por disciplinas obrigatórias e por atividades curriculares complementares. Art. 2º - As atividades curriculares complementares objetivam oferecer espaço, na dinâmica curricular, a conteúdos disciplinares; temas do cotidiano; atividades teórico-práticas, ligadas à atualidade e geradas pelo avanço do conhecimento em estudo, que não tenham sido contempladas no currículo do curso. Art. 3º - As atividades curriculares complementares são mecanismos que concorrem para assegurar a atualização permanente e a flexibilidade curricular, preconizadas pelas diretrizes curriculares para os cursos de graduação. Art. 4º - A carga horária destinada às atividades curriculares complementares é definida no projeto pedagógico de cada curso, observado o disposto nas diretrizes curriculares nacionais. Parágrafo único - A total integralização da carga horária das atividades curriculares complementares é requisito para a colação de grau e obtenção do diploma. Art. 5º - As atividades curriculares complementares abrangem as atividades correspondentes à participação em cursos, congressos, seminários, palestras, jornadas, conferências, simpósios, viagens de estudo, encontros, projetos de pesquisa ou de extensão, atividades científicas, artísticas, culturais, de integração ou qualificação profissional, monitoria, tutoria, publicação e apresentação de trabalhos acadêmicos, estágios não obrigatórios ou outras atividades definidas pelos colegiados dos cursos. Parágrafo único - Consideradas as especificidades de cada curso, compete ao Colegiado definir a carga horária a ser atribuída a cada modalidade de atividade curricular complementar. Art. 6º - A atribuição de carga horária, para as atividades referidas no caput do art. 5º desta resolução, deve ser solicitada pelo estudante por meio eletrônico e mediante o pagamento de taxa, no prazo estabelecido no calendário acadêmico. § 1º - Compete ao Colegiado estabelecer critérios para determinar o número de créditos a serem atribuídos às atividades curriculares complementares. § 2º - Compete à coordenação do curso analisar as atividades requeridas pelo estudante e, se for o caso, validar o registro. § 3º - Poderá ser requerida atribuição de carga horária para atividades realizadas pelo estudante a partir do semestre de ingresso no respectivo curso no Centro Universitário Franciscano. Art. 7º - As atividades curriculares complementares não serão aproveitadas para a concessão de dispensa de disciplinas obrigatórias do currículo de vinculação do estudante. Art. 8º - Os casos omissos são resolvidos pela Pró-Reitoria de Graduação. Art. 9º - Esta resolução entra em vigor nesta data, revogada a resolução n. 6/03, de 4 de setembro de 2003 e as demais disposições em contrário. 61 Relação dos créditos contabilizados em atividades curriculares complementares do curso de ciências contábeis Atividade Carga horária mínima Participação em Eventos, Simpósios, Congressos, Horas do Seminários, Encontros, Jornadas e Viagens de Estudo, Certificado da Instituição e fora da mesma. Eventos nacionais acrescentar 100%, nos eventos regionais acrescentar 50% e nos eventos locais acrescentar 25% sobre as horas do Certificado. Bolsa de Monitoria 68h Bolsa de tutoria 68h Atividades extracurriculares: a) áreas afins: compreendidas por estágios 68h devidamente formalizados Carga horária máxima 250h 272h 80h 340h b) contabilidade: compreendidas por estágio ou trabalhos em contabilidade devidamente comprovados 85h 425h Participação em Projeto de Pesquisa. Por projeto Participação em Projeto de Extensão. Por projeto Participação em Projeto de Iniciação Cientifica. Por projeto Apresentação de trabalhos em Eventos Científicos. Por trabalho. Publicação de Trabalhos Científicos ou Artigos em Revista Cientifica e Anais de eventos científicos. Participação como aluno em cursos de extensão ou de atualização na área educacional, na área técnica de contabilidade ou áreas afins. Total de horas de ACCs a cumprir Atualizado em 06/04/2011 68h 68h 68h 204h 204h 204h 20h 34h Horas do Certificado 200h 493h 62 Anexo 6 - Regimento do colegiado do curso Capítulo I Da natureza e da constituição do colegiado Art. 1º - O Colegiado de Curso é o órgão integrador e deliberativo do curso e tem a seguinte composição: I - o coordenador do curso, como seu presidente; II - três docentes do curso, eleitos por seus pares; III - um representante do corpo discente do curso, designado pelo respectivo diretório estudante. Parágrafo único - É de dois anos o mandato dos membros a que se refere o inciso II e de um ano, do representante a que se refere o inciso III. Capítulo II Da competência do colegiado Art. 2º - Compete ao Colegiado de Curso: I - propor iniciativas vinculadas à inovação do ensino, à atualização do curso/programa e à integração do mesmo com as demais atividades; II - apreciar e aprovar o plano de ação do curso para cada período letivo; III - apreciar e aprovar o projeto pedagógico do curso; IV - aprovar o regulamento do estágio curricular do curso; V - apreciar e propor ao Conselho de Área a alteração curricular do curso; VI - definir critérios para aproveitamento de estudos, adaptações e transferência de estudantes; VII - promover a autoavaliação e propor iniciativas de intervenção em vista do aperfeiçoamento do curso. Capítulo III Do presidente Art. 3º - O Colegiado de Curso será presidido pelo coordenador do curso e, na sua ausência ou impedimento, pelo docente mais antigo no magistério do Centro Universitário, com formação ou titulação na área específica. Art. 4º - Compete ao presidente, além de outras atribuições contidas neste regulamento: I - convocar reuniões ordinárias e extraordinárias; II - presidir os trabalhos do colegiado e organizar a pauta das sessões plenárias e a respectiva ordem do dia; III - orientar a distribuição de trabalhos e processos entre os membros do colegiado; IV - dirigir os trabalhos, conceder a palavra aos membros do colegiado e coordenar os debates e neles intervir para esclarecimentos; V - exercer, no colegiado, o direito de voto e, nos casos de empate, o voto de qualidade; VI - registrar em ata e comunicar as decisões, quando pertinente, ao colegiado de cursos da respectiva área ou aos órgãos de apoio da Instituição. VII - cumprir e fazer cumprir as decisões do colegiado; VIII - exercer a representação do colegiado. Capítulo IV Das sessões Art. 5º - O Colegiado de Curso reunir-se-à por convocação do presidente, com a indicação precisa da matéria a tratar. 63 Art. 6º - As sessões do Colegiado de Curso serão instaladas e só funcionarão com a presença da maioria absoluta dos membros, que é o número legal para deliberação e votação. Parágrafo único – Com a presença do número legal dos membros da banca e declarada aberta a sessão, proceder-se-á a discussão e votação da ata da sessão anterior, após passar-seá à expediente ordem do dia e às comunicações. Art. 7º - A convocação para as sessões será feita com a assinatura do presidente por circular ou por correio eletrônico, com o recebimento acusado, que contenha a pauta da sessão e a ata da última sessão, com a antecedência mínima de 48 horas. Capítulo V Dos atos do colegiado Art. 8º - As decisões do Colegiado de Curso tomarão forma de parecer. Art. 9º - As decisões do colegiado, sob a forma de parecer, serão assinadas pelo presidente. Art. 10 - Das decisões do Colegiado de Curso cabe recurso ao Conselho da Área respectiva, ressalvados os casos de estrita arguição de ilegalidade, que podem ser encaminhadas ao Conselho Universitário. Capítulo VI Das disposições gerais Art. 11 - Os casos omissos serão resolvidos pelo colegiado sob a forma de parecer interno. Art. 12 - o presente regulamento poderá ser reformado, total ou parcialmente, pelo voto favorável da maioria absoluta dos membros do colegiado. 64 Anexo 7 - Regimento do Núcleo Docente Estruturante (NDE) Art. 1º - O Núcleo Docente Estruturante de cada Curso de Graduação é responsável pela elaboração, implementação, avaliação e desenvolvimento do respectivo Projeto Pedagógico. Art. 2º - O Núcleo Docente Estruturante será composto por docentes indicados pelo Colegiado do Curso, sendo constituído de no mínimo cinco professores pertencentes ao corpo docente do curso, tendo o Coordenador do Curso como Presidente. Art. 3º - Os membros do Núcleo Docente Estruturante indicados pelo Colegiado do Curso serão nomeados por portaria da Reitora para um mandato de 2 (dois) anos, podendo haver recondução. Art. 4º - O Núcleo Docente Estruturante deve atender aos seguintes critérios: I. possuir experiência docente na Instituição, ter liderança acadêmica evidenciada pela produção de conhecimento na área, no âmbito do ensino e atuar no desenvolvimento do curso; II. ter, pelo menos, 60% de seus membros com titulação acadêmica obtida em programas de Pós-graduação Stricto Sensu; III. ter, pelo menos, 80% do total de membros com o título de doutor para o curso de Direito e 60% para os demais cursos; IV. ter todos os membros em regime de tempo parcial ou integral, sendo, pelo menos, 20% em tempo integral. Art. 5º - O Núcleo Docente Estruturante, de caráter consultivo, propositivo e executivo em matéria acadêmica relacionada ao curso, tem as seguintes atribuições: I. assessorar a Coordenação do Curso e o respectivo Colegiado no processo de concepção, atualização e consolidação do Projeto Pedagógico; II. estabelecer a concepção e o perfil profissional do egresso do curso; III. avaliar e atualizar o Projeto Pedagógico do Curso; IV. responsabilizar-se pela atualização curricular, submetendo-a à aprovação do Colegiado de Curso, sempre que necessário; V. responsabilizar-se pela avaliação do curso, análise e divulgação dos resultados em consonância com os critérios definidos pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) e pelo Colegiado do Curso; VI. analisar, avaliar e propor a atualização dos programas de ensino das disciplinas e sua articulação com o Projeto Pedagógico do Curso; VII. propor iniciativas para a inovação do ensino; VIII. zelar pela integração curricular interdisciplinar das diferentes atividades do currículo; IX. definir e acompanhar a implementação das linhas de pesquisa e de extensão; X. acompanhar a adequação e a qualidade dos trabalhos finais de graduação e do estágio curricular supervisionado; XI. zelar pelo cumprimento das diretrizes institucionais para o ensino de graduação e das diretrizes curriculares nacionais do curso. Parágrafo único - As proposições do Núcleo Docente Estruturante serão submetidas à apreciação e deliberação do Colegiado do Curso. Art. 6º - O Núcleo Docente Estruturante reunir-se-á por convocação de iniciativa de seu presidente ou pela maioria de seus membros. Art. 7º - No prazo de 60 dias, a partir da data de aprovação da presente Resolução pelo Conselho Universitário, o Núcleo Docente Estruturante de todos os Cursos de Graduação deverá estar implementado. Art. 8º - Os casos omissos serão resolvidos em primeira instância pela Pró-reitoria de Graduação e em segunda instância pela Câmara de Ensino de Graduação. 65 Anexo 8 - Projeto de autoavaliação 1) Apresentação A avaliação institucional, como ferramenta de auxílio à administração das instituições educacionais que buscam a melhoria da qualidade de ensino, é um processo que prima pela análise e reflexão sobre as ações de cunho administrativas e pedagógicas. Assim, o processo de avaliação institucional que tem por objetivo investigar, diagnosticar e fornecer dados para a tomada de decisão em relação aos resultados obtidos sobre o ensino, pesquisa, extensão e gestão. 2) Concepção A autoavaliação do curso se apresenta como um processo que possibilita conhecer as potencialidades e as fragilidades do curso, com o objetivo de buscar permanentemente a sua qualidade. A avaliação é um processo necessário não só para reconhecer limites e identificar potencialidades, como também para identificar a posição do curso no contexto da instituição e destaca seus pontos positivos, que poderão permitir o acumulo de conhecimentos, para auxiliar nas decisões academico-administrativas. 3) Justificativa A partir dos resultados gerados pela autoavaliação, pelas avaliações externas feitas pelas comissões de especialistas e, também, pelo resultado do Exame Nacional do Desempenho do Estudante, a implantação da autoavaliação no curso de Ciências Contábeis justifica-se como elemento necessário para implementar ações que permitem fazer ajustes e criar novas estratégias, a fim de instaurar a renovação permanente da qualidade acadêmica e da gestão do curso. 4) Objetivos Desenvolver um processo de autoavaliação, para a análise e reflexão das atividades desenvolvidas pela comunidade acadêmica do curso, com o intuito de aprimorar as funções de ensino, pesquisa, extensão e gestão. 5) Metodologia O processo de autoavaliação do curso de Ciências Contábeis requer uma metodologia que envolva reflexão individual e coletiva de seus participantes, na busca de dados necessários à realização de uma análise criteriosa de sua realidade. Os instrumentos a serem utilizados no processo de autoavaliação são: questionários, entrevistas com estudantes e professores, depoimentos de professores, estudantes e equipe técnico-administrativa e reuniões conjuntas. É importante ressaltar que essa análise envolverá também os dados diagnosticados e fornecidos pela Comissão Própria de Avaliação. A implementação e o acompanhamento do processo de autoavaliação do curso será acompanhado pelo coordenador do curso e por representantes do corpo docente e discente. Procedimentos de coleta de dados: Para utilização dos instrumentos de coleta de dados já citados, serão realizados os seguintes procedimentos: a) Questionários aplicados à: - estudantes do curso para avaliação do desempenho dos professores em sala de aula; - estudantes concluintes de estágios e TFG’s, a fim de avaliar a atuação dos professores 66 como orientadores; - estudantes formandos para avaliação geral do curso e da Instituição; - empresas que recebem estagiários do curso, para avaliação do desempenho do estudante como estagiário e do curso como gestor dos estágios; b) Entrevistas não estruturadas: serão realizadas por meio de diálogos com estudantes, professores e técnicos administrativos. Sabe-se que o diálogo, embora não se caracterize como um processo estruturado de entrevistas, é uma fonte importante de informações em qualquer âmbito gerencial e não pode ser desprezado como instrumento auxiliar, na busca de subsídios que reforcem o processo de avaliação. c) Depoimentos de professores em reuniões para a avaliação conjunta de pontos específicos, que envolvem os três principais segmentos: corpo docente, discente e técnico-administrativo. d) Reuniões com professores para avaliação do curso: serão reunidos os professores das disciplinas por semestre, para, em conjunto, avaliarem cada semestre do curso, com o objetivo de que todos conheçam a visão de cada colega sobre a mesma turma. Nessas reuniões também são utilizados instrumentos de coleta de dados, elaborados especialmente para este fim, com vistas a obter informações sobre os seguintes itens: consulta à bibliografia; realização trabalhos; solução de dúvidas em sala de aula; frequência às aulas; pontualidade; respeito ao professor e aos colegas; interesse; motivação; relação teoria versus prática. e) Reuniões pedagógicas do curso, com todos os professores, com o propósito de realizar o acompanhamento e monitoramento das atividades desenvolvidas durante o semestre, bem como propiciar correções que se façam necessárias no decorrer do ano. Nessas reuniões serão analisados os resultados do Enade e de avaliações externas. Com a intenção de gerar evidências do desempenho do curso nas dimensões estabelecidas pelos Sinaes, a autoavaliação estará centrada nos seguintes indicadores: - articulação da gestão do curso com a gestão institucional; - implementação das políticas institucionais constantes no PPI, no âmbito do curso; - coerência do currículo com os objetivos do curso e com as diretrizes curriculares nacionais; - adequação da metodologia de ensino à concepção do curso; - inter-relação das unidades de estudo na concepção e execução do currículo; - coerência dos recursos materiais específicos dos cursos com a proposta curricular; estratégias de flexibilização curricular; avaliação dos processos de ensino e de aprendizagem com a concepção do curso; - articulação da autoavaliação do curso com a autoavaliação institucional; implementação das políticas de capacitação no âmbito do curso; adequação do acervo à proposta do curso; ações de responsabilidade social; - ações acadêmico-administrativas em função dos resultados da autoavaliação do curso; - ações acadêmico-administrativas em função dos resultados das avaliações do MEC; - articulação entre os resultados das avaliações externas e os da autoavaliação do curso; Enade. 67