Ciências Contábeis
~ projeto pedagógico ~
Projeto pedagógico do curso
de Ciências Contábeis
~ 2011 ~
2
Sumário
1) Dados gerais ....................................................................................... 4
2) Histórico .............................................................................................. 4
3) Organização institucional ................................................................... 4
4) Justificativa ........................................................................................... 7
5) Concepção do curso .......................................................................... 7
6) Objetivo geral ..................................................................................... 7
7) Objetivos específicos ......................................................................... 8
8) Perfil de Egresso ................................................................................. 8
9) Competências a habilidades .............................................................. 9
10) Áreas de atuação ............................................................................. 10
11) Distribuição das disciplinas por semestre e
carga horária ...................................................................................... 10
12) Esclarecimentos acerca da dinâmica curricular ............................... 11
13) Metodologias de ensino .................................................................... 13
14) Gestão acadêmico-administrativa .................................................... 14
15) Processo de autoavaliação .............................................................. 15
16) Responsabilidade social.................................................................... 16
17) Programas de atenção aos estudantes ............................................ 17
18) Anexos .............................................................................................. 18
Anexo 1 - Ementas e bibliografias .................................................... 18
Anexo 2 - Infraestrutura ................................................................... 47
Anexo 3 - Normas que disciplinam o trabalho
final de graduação ............................................................ 48
Anexo 3.1 - Normas que disciplinam o trabalho final de graduação de
Ciências Contábeis .......................................................... 51
Anexo 4 - Normas que discplina o funcionamento dos estágios ...... 56
Anexo 5 - Normas que disciplinam o registro de atividades
curriculares complementares .......................................... 61
Anexo 6 - Regulamento do Colegiado do Curso ...............................63
Anexo 7 - Regimento do Núcleo Docente Estruturante (NDE) ......... 65
Anexo 8 - Projeto de autoavaliação ................................................. 66
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1) Dados gerais
Denominação
Nível
Modalidade
Titulação conferida
Duração
Carga horária
Regime escolar
Formas de ingresso
Número de vagas anuais
Turno de funcionamento
Situação legal
Início de funcionamento
Ciências Contábeis
Graduação
Bacharelado
Bacharel em ciências contábeis
8 semestres
3.604h
Créditos - semestral
Vestibular, transferência, reabertura de matrícula
e reopção de curso
80 vagas
Noturno
Reconhecido pela portaria n. 2.098/03-MEC
1º de março de 1999
2) Histórico do curso
A iniciativa de criar um novo curso de Ciências Contábeis na cidade de Santa
Maria (RS) surgiu pela percepção das pessoas que dirigiam o Centro Universitário
Franciscano, de que o Curso existente na cidade, não mais atendia a demanda da
sociedade regional pela formação de contadores. A partir dessa iniciativa foi criado um
grupo de estudos que passou a traçar as diretrizes e organizar o Curso.
Suas atividades tiveram inicío no dia 1º de março de 1999. Desde então, tem se
preocupado em desenvolver atividades de ensino, pesquisa e extensão que contribuam
para a formação de contabilistas capazes de um exercício profissional qualificado.
Foi reconhecido pela Portaria n. 2.098, de 05 de agosto de 2003, publicada no
DOU de 07 de agosto de 2003.
Em 2010, o currículo do curso passou por uma nova reformulação devido à
inserção da disciplina Língua Brasileira de Sinais (Libras) como obrigatória, em
conformidade com a lei nº 10.436 de 24 de abril de 2002. Além disso, aumentaram-se as
cargas horárias das atividades curriculares complementares (de 102h para 493h) em
atendimento à Resolução nº 3, de 2 de julho de 2007, que prevê a organização da horaaula em 60 minutos.
3) Organização institucional
O Centro Universitário Franciscano é mantido pela Sociedade Caritativa e
Literária São Francisco de Assis, Zona Norte - Scalifra-ZN - entidade de direito privado;
4
sem fins lucrativos; beneficente; de caráter educacional, cultural e científico; reconhecida
pelo decreto federal n. 64.893, de 25 de julho de 1969, com certificado de entidade de fins
filantrópicos. Localiza-se à Rua dos Andradas, 1614, na cidade de Santa Maria, RS.
Iniciou suas atividades, como instituição de educação superior, aos 27 de abril de 1955,
denominada Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Imaculada Conceição, com cursos
de licenciatura. Data também de maio de 1955, a criação da Faculdade de Enfermagem
Nossa Senhora Medianeira, pertencente à mesma mantenedora que desenvolveu os
cursos superior, técnico e auxiliar de Enfermagem. Posteriormente, com a unificação das
duas instituições, formaram-se as Faculdades Franciscanas – Fafra e essas deram
origem ao atual Centro Universitário.
O credenciamento para Centro Universitário ocorreu em outubro de 1998 e
significou uma nova fase institucional. Nesse período, a instituição realizou significativo
avanço na proposta institucional. O aumento do número de cursos de graduação, de pósgraduação e de extensão foi acompanhado da decisão pela qualidade, que perpassa o
fazer institucional da gestão e de todas as atividades acadêmicas.
De acordo com o estatuto, a organização e a estrutura institucional
fundamentam-se
nos
princípios
de
autonomia
administrativa,
didático-científica,
patrimonial, econômico-financeira e de gestão de recursos humanos; na integração das
atividades acadêmicas de ensino, pesquisa e extensão; na capacitação e qualificação dos
quadros de pessoal docente e técnico-administrativo.
Nesse sentido, a organização e a administração do Centro Universitário
Franciscano abrangem:
a) Administração superior, constituída pelo Conselho Universitário e gabinete do
reitor;
b) Administração geral, formada por: Pró-reitoria de Administração, Pró-reitoria de
Graduação e Pró-reitoria de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão;
c) Coordenações de curso: os cursos inserem-se nas unidades de ensino,
pesquisa e extensão, de acordo com as areas de atuação, quais sejam: Área de Ciências
da Saúde, Área de Ciências Humanas, Área de Ciências Sociais e Área de Ciências
Tecnológicas. Os cursos estão organizados a partir de projetos pedagógicos que se
baseiam no projeto pedagógico institucional - PPI, no plano de desenvolvimento
institucional - PDI, no estatuto, no projeto de autoavaliação da instituição e na legislação
federal.
As políticas para o ensino de graduação, constantes no PPI e no PDI, se refletem
nos projetos dos cursos mediante os seguintes princípios curriculares:
5
a) formação de qualidade técnico-científica e social: o curso é o lugar
institucional para assimilação, socialização e produção do conhecimento humano e
técnico-científico. Nesse sentido, os conteúdos devem refletir a realidade sociocultural
nacional, perpassada pela realidade internacional, com vistas a uma formação profissional
de qualidade e consistente consoante com o mundo contemporâneo;
b) flexibilidade curricular: a materialização da flexibilização curricular é
observada pela inclusão de disciplinas optativas ou eletivas, que têm por finalidade
oferecer ao estudante diferentes alternativas para sua formação. Isso é percebido por
meio da flexibilização dos pré-requisitos; nas atividades curriculares complementares; nas
diferentes práticas e programas institucionalizados que levam em consideração os
espaços escolares e não escolares; na articulação das diferentes áreas que compõem o
currículo do curso;
c) interdisciplinaridade: é entendida como um princípio que integra e dá unidade
ao conhecimento e que permite o rompimento da fragmentação das disciplinas que
compõem o currículo;
d) relação teoria-prática como eixo articulador do currículo: é estabelecida nas
diferentes práticas de ensino e de laboratório que permeiam as disciplinas de cada curso,
desde o seu início. É concretizada, também, nos estágios curriculares, entendidos como
atividades teórico-práticas e desenvolvidos por meio de projetos de estágios integrados,
com a finalidade de promover a aproximação concreta com o campo de trabalho;
e) integração entre ensino, pesquisa e extensão: a integração é refletida em
diferentes disciplinas que compõem os currículos e na dinâmica da sala de aula, mediada
por meio de aprendizagens de pesquisa e extensão desenvolvidas durante o curso. Além
disso, é parte integrante do projeto pedagógico a definição das linhas de pesquisa e dos
programas de extensão de cada curso, que orientam o desenvolvimento de projetos de
pesquisa e extensão apoiados pela instituição ou por fontes financiadoras externas;
f) pesquisa como princípio educativo e de produção do conhecimento: os
projetos pedagógicos incluem, em sua dinâmica curricular, metodologias formativas pelas
quais busca-se desenvolver a cultura investigativa, proporcionar condições de
apropriação crítica do conhecimento e o desenvolvimento de competências e habilidades
científicas;
g) gestão colegiada: envolve representantes de professores e de estudantes.
6
4) Justificativa
O presente projeto pedagógico do curso de Ciências Contábeis da Unifra,
justifica-se pela necessidade constante de atualização às demandas profissionais e
adequação às novas propostas pedagógicas do ensino superior. Desde sua criação em
1999, o Curso, tem se caracterizado por estar sempre em consonância com seu tempo,
no propósito de uma formação integral de seus alunos. Caracteriza-se em propiciar aos
seus acadêmicos conhecimentos teórico-práticos, fundamentais para o acesso ao
mercado de trabalho sem descuidar dos aspectos prospectivos necessários para o
desenvolvimento da ciência contábil.
5) Concepção do curso
O projeto pedagógico do curso de Ciências Contábeis valoriza processos
capazes de desenvolverem no estudante a cultura investigativa e o conhecimento técnico.
Para tanto, apoia-se na busca da integração do ensino com a pesquisa e extensão por
meio dos programas de iniciação científica, de prática profissional por meio de estágios
orientados e extracurriculares e programas específicos de aprimoramento discente.
Além de explicitar objetivos, perfil de egressos, competências e habilidades,
considera a inserção do curso no contexto da instituição, a fim de atender às demandas
sociais e às necessidades de desenvolvimento da região. O curso foi concebido com o
compromisso de oferecer formação técnica ao lado de uma formação ética e humanística.
Com isso, busca-se preparar o estudante para enfrentar os desafios das rápidas
transformações da sociedade, do mercado de trabalho e das condições de exercício
profissional.
6) Objetivo geral
Formar
contadores
com
formação
generalista,
preparados
técnica
e
científicamente para o exercício profissional.
7
7) Objetivos específicos
- formar profissionais com visão global, crítica e humanística, para inserção em
setores profissionais, aptos a tomarem decisões em um mundo diversificado e
interdependente e que, sobretudo, participem no desenvolvimento da sociedade
brasileira;
- incentivar a iniciação científica, com vistas ao desenvolvimento da ciência e da
tecnologia, bem como a difusão da cultura;
- estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os
regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com essa uma
relação de reciprocidade;
- promover o aprendizado de conhecimentos e conteúdos fundamentais da teoria
e prática contábeis;
- estimular a pesquisa na área contábil, com vistas a difundir o desenvolvimento e
o aperfeiçoamento de suas teorias e técnicas;
- capacitar para a compreensão e o processamento de informações econômicopatrimoniais, para a elaboração, análise e interpretação de demonstrações e relatórios
contábeis, com vistas ao controle patrimonial e à tomada de decisões;
- proporcionar conhecimentos para evidenciar as relações da organização com a
sociedade e o meio-ambiente.
8) Perfil de egresso
Do egresso do Curso, espera-se um profissional com domínio dos fundamentos
da profissão contábil, capaz de: interpretar e analizar a realidade das organizações; emitir
opiniões sobre as informações geradas pela contabilidade; dominar as tecnologias da
informação; atuar em equipes multidisciplinares; interargir nos diferentes contextos
organizacionais e sociais; e estar apto a resoluções de situações complexas, com
flexibilidade e adaptabilidade diante dos desafios organizacionais.
8
9) Competências e habilidades
Espera-se que os estudantes desenvolvam as competências e habilidades de:
- seleção de procedimentos que privilegiem formas de atuação em prol de
objetivos comuns;
- raciocínio lógico, de observação, de interpretação e análise crítica de dados e
informações;
- aplicação à profissão dos conhecimentos essenciais, para identificação,
análise e proposição criativa de solução para problemas diagnosticados;
- compreensão da necessidade do contínuo aperfeiçoamento;
- equacionamento de problemas e busca de soluções harmônicas com as
exigências sociais;
- utilização de tecnologias;
- atuação em equipes multidisciplinares e exercício de liderança;
- comunicação interpessoal e expressão correta nos documentos técnicos
específicos e de interpretação da realidade das organizações;
- interação face aos diferentes contextos organizacionais e sociais;
- resolução de situações com flexibilidade e adaptabilidade diante de problemas
e desafios organizacionais.
10) Áreas de atuação
O contabilista poderá atuar em:
- empresas estatais ou privadas, na função de contador, auditor, consultor ou
assessor;
- como profissional liberal (contador, auditor, analista, perito, avaliador, consultor);
- no magistério do ensino médio, superior e pós-graduação;
- em centros de pesquisa, como pesquisador na área contábil.
9
11) Distribuição das disciplinas por semestre e carga
horária
Semestre
Código
Disciplina
1º
CTB160
CTB195
MTM303
LTS150
CSA104
CPT301
CTB163
ECO151
CTB162
CSA106
MTM306
EDU328
MTM309
CSA107
DIR295
CTB198
ADM320
ECO150
CTB166
CTO
MTM305
DIR321
CTB168
CTB169
MTM308
CTB199
CTB170
CTB196
CSA102
CTB173
CTB174
DIR280
CTB176
CTB177
CTB178
CTB179
CTB180
CTB181
CTB182
CTB197
EDU251
CTB184
CTB185
CTB186
Administração Básica
Contabilidade Básica I
Matemática I
Língua Portuguesa
Metodologia Científica
Informática Básica
Instituições de Direito Público e Privado
Micro economia
Contabilidade Básica II
Sociologia Organizacional
Estatística I
Língua Brasileira de Sinais
Matemática III
Legislação Empresarial
Direito Tributário I
Contabilidade Financeira I
Psicologia Organizacional
Macroeconomia
Pesquisa em Ciências Sociais
Optativa I
Matemática Financeira
Direito Tributário II
Escrituração Contábil Informatizada
Contabilidade de Análise de Custos I
Estatística e Cálculo Atuarial
Contabilidade Financeira II
Registro e Legalização de Empresas
Exercício Profissional em Contabilidade I
Gestão de Pessoas I
Contabilidade e Análise de Custos II
Estrutura das Demonstrações Contábeis
Direito do Trabalho I
Orçamento e Contabilidade Pública I
Sistemas de Informações Contábeis
Auditoria I
Perícia e Arbitragem
Análise das Demonstrações Contábeis
Orçamento e Contabilidade Pública II
Teoria Geral da Contabilidade
Exercício Profissional em Contabilidade II
Ética e Cidadania
Auditoria II
Contabilidade Tributária
Contabilidade Orçamentária
2º
3º
4º
5º
6º
7º
Carga horária
Teórica Prática Total
68
68
68
34
17
0
34
51
68
34
34
34
34
34
68
34
51
51
34
34
68
68
0
34
17
34
0
0
68
34
51
68
51
34
68
0
34
34
51
0
68
34
34
68
0
0
0
0
17
34
0
0
0
0
34
0
0
34
0
34
0
0
0
0
0
0
68
34
34
34
34
51
0
34
51
0
0
34
0
34
34
34
0
51
0
34
34
0
68
68
68
34
34
34
34
51
68
34
68
34
34
68
68
68
51
51
34
34
68
68
68
68
51
68
34
51
68
68
102
68
51
68
68
34
68
68
51
51
68
68
68
68
10
8º
CTB187
CTO
CTO
CTB188
Trabalho Final de Graduação I
Optativa II
Optativa III
Finanças Empresariais
68
34
34
68
0
0
0
0
68
34
34
68
EDU250
CTB189
CTB190
CTB191
CTB192
CTO
CTB193
ACC
Antropologia e Cosmovisão Franciscana
Contabilidade Gerencial
Controladoria
Tópicos Especiais de Contabilidade
Exercício Profissional em Contabilidade III
Optativa IV
Trabalho Final de Graduação II
Atividade curricular complementar
68
34
68
34
0
34
68
493
0
34
0
0
51
68
68
68
34
51
34
68
493
0
0
Resumo da distribuição da carga horária
Carga horária teórica-prática
Optativas
Estágios
Atividades curriculares complementares
Carga horária total
Número de Créditos
2822h
136h
153h
493h
3.604h
212
12) Esclarecimentos acerca da dinâmica curricular
O currículo do curso abrange oito semestres de duração, com um total de 3.604
horas de atividades teórico-práticas. Foi elaborado a partir das disposições das diretrizes
curriculares nacionais para os cursos de Ciências Contábeis. Envolve disciplinas
obrigatórias, disciplinas optativas e atividades curriculares complementares, por meio das
quais se procura conferir um grau de flexibilidade curricular que atenda algumas
expecificidades do campo de atuação dos contadores.
Com a dinâmica curricular, procura-se, ainda, estimular o desenvolvimento de
conhecimentos teóricos da ciência contábil por meio de projetos de iniciação científica e
Trabalho Final de Graduação.
a) Atividades curriculares complementares
As atividades curriculares complementares são um componente curricular
obrigatório. O estudante deverá cumprir um total de 493 horas ao longo do
desenvolvimento do curso. As possibilidades de composição envolvem a participação em
congressos, seminários, simpósios, encontros, jornadas e viagens de estudos;
participação em monitorias e tutorias; atividades na área da profissão contábil na forma de
11
estágios extracurriculares ou como auxiliar contábil; participação em cursos de extensão
ou atualização da área educacional, da área técnica de contabilidade ou de áreas afins;
participação em programas de iniciação científica; participação em projetos de pesquisa e
extensão; apresentação e publicação de trabalhos e artigos científicos.
b) Disciplinas optativas
O currículo prevê a oferta disciplinas optativas, num total de 136 horas. Assim como
as atividades curriculares complementares, por meio das optativas, busca-se garantir um
grau de flexibilidade ao currículo compatível com a evolução da ciência contábil.
O curso oferece um elenco de disciplinas optativas aprovadas pelo Colegiado de
Curso, quais sejam:
Disciplina
Administração de Recursos Humanos
Agronegócio: Aspectos Tributários e Contábeis
Comércio Internacional
Constituição e Tributação das Cooperativas
Contabilidade Ambiental
Contabilidade Internacional
Controladoria Avançada
Economia Brasileira
Empreendedorismo
Gerenciamento de Competências
Jogos de Empresas
Língua Inglesa Instrumental
Mercado de Capitais
Planilhas Eletrônicas em Informações Contábeis
Práticas Contábeis e Fiscais Aplicadas às
Atividades Imobiliárias e Condomínios Atividades
Carga horária
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
c) Trabalho final de graduação
O trabalho de conclusão de curso, denominado trabalho final de graduação, é
componente curricular obrigatório, com horário previamente estabelecido na estrutura do
curso e apresenta duas características:
- Trabalho Final de Graduação I: oferecido no sétimo semestre letivo, trata dos
passos para a elaboração de um trabalho acadêmico na área da contabilidade. Nesta
disciplina, sob a orientação do professor, cabe ao estudante elaborar um projeto de
pesquisa, a ser desenvolvida no semestre seguinte, na disciplina TFG II.
12
- Trabalho de Final de Graduação II: oferecido no oitavo semestre, contempla o
desenvolvimento do projeto de pesquisa aprovado na disciplina TFG I. O trabalho é
submetido a uma banca examinadora, que emite um parecer avaliativo após a
apresentação oral do estudante, de acordo com cronograma de apresentação organizado
pela coordenação e colegiado do curso.
Em anexo, as normas que disciplinam a oferta de apresentação do trabalho de
conclusão de curso.
d) Estágio curricular supervisionado
O estágio curricular supervisionado é desenvolvido em três disciplinas: Exercício
Profissional em Contabilidade I (51h); Exercício Profissional em Contabilidade II (51h) e
Exercício Profissional em Contabilidade III (51h), ofertadas no 4º, 6º e 8º semestres.
Por meio dessas disciplinas, os estudantes têm a possibilidade de iniciação em
práticas profissionais, como escrituração contábil e auditoria. Em anexo, encontra-se a
descrição detalhada do funcionamento dos estágios.
e) Estágio não obrigatório
Faculta-se aos estudantes, na forma da lei, a participação em estágios não
obrigatórios.
Esses
estágios
são
entendidos
como
atividades
curriculares
complementares, desenvolvidas sob supervisão, com vistas à inserção no mundo do
trabalho.
13) Metodologias de ensino e critérios de avaliação
As metodologias desenvolvidas nas aulas dependem dos conteúdos e técnicas a
serem ministradas e podem se apresentar na forma de aulas expositivo-dialogadas;
desenvolvimento de trabalhos individuais e em grupos; dinâmicas em grupos; aulas
práticas em laboratórios de informática, com utilização de soffwares especficos; estudos
de casos; e acompanhamento das atividades profissionais do contador nas empresas
conveniadas.
As avaliações se processam por meio de provas escritas individuais, trabalhos em
grupos e individuais, produção de trabalhos de pesquisa, artigos, companhamento do
desempenho, interesse nas atividades de aula e relatórios, no caso dos exercícios
profissionais.
13
Quanto ao processo de avaliação, seus critérios gerais estão oficializados no
Regimento Geral. De acordo com esse regimento, o sistema de avaliação dos estudantes
compõe-se de duas avaliações parciais e uma avaliação final no período letivo, cumpridos
os prazos estabelecidos no calendário acadêmico.
Cada avaliação parcial é realizada, de acordo com os critérios estabelecidos pelo
professor responsável pela disciplina, leva em consideração as peculiaridades inerentes a
cada atividade.
É considerado aprovado: a) o estudante que, independentemente do exame final,
obtiver média igual ou superior a sete (7,0) no semestre letivo; b) o estudante que,
submetido a exame final, obtiver nota igual ou superior a cinco, correspondente à média
entre a nota de aproveitamento do semestre letivo e a nota do exame final.
É considerado reprovado: a) o estudante que não obtiver frequência mínima de
setenta e cinco por cento (75%) das aulas e atividades didático-pedagógicas
programadas; b) o estudante que, após o exame final, obtiver nota inferior a cinco (5,0),
resultante da média entre a nota de aproveitamento do semestre letivo e a nota do exame
final.
Cabe destacar, entretanto, que o processo de avaliação no curso de Ciências
Contábeis abrange o conjunto de elementos formativos e somativos e é contínuo, ou seja,
ocorre no transcorrer do semestre com o envolvimento permanente do corpo docente e
discente.
14) Gestão acadêmico-administrativa
O curso é administrado por uma coordenação, escolhida pela Reitora. O
coordenador do curso tem, segundo o artigo 42 do Estatuto, as seguintes atribuições:
a) gestão administrativa e pedagógica;
b) planejamento, organização e funcionamento das atividades de ensino, pesquisa e
extensão, bem como dos demais processos e atividades;
d) acompanhamento da vida acadêmica dos estudantes;
e) articulação do curso com os demais órgãos e comunidade externa;
f) avaliação sistemática do curso.
A concepção de gestão acadêmico-administrativa adotada pelo curso é de gestão
compartilhada entre o coordenador, o Colegiado do Curso e o Núcleo Docente
Estruturante (NDE).
14
O Colegiado do Curso tem o coordenador por seu presidente e conta com a
participação de representantes do corpo docente e representante do corpo discente,
eleitos por seus pares. As atribuições no seu âmbito são de cunho deliberativo e
consultivo. O Núcleo Docente Estruturante é composto pelo coordenador, também como
presidente, mais representantes docentes, sendo suas atribuições de cunho pedagógico.
Participam, ainda, da gestão do curso o a coordenação de estágios e a coordenação de
pesquisa e extensão.
A coordenação promove a gestão do curso, especialmente, nas seguintes
atividades:
a) elaboração conjunta, no período que antecede o início do ano letivo, do
planejamento anual do projeto de gestão acadêmico-administrativa com ênfase na
organização das atividades de apoio técnico-administrativo e na organização do trabalho
pedagógico-científico previstos no planejamento do curso;
b) reuniões coletivas em que predominam o diálogo e o consenso, com vistas à
racionalização do trabalho de gestão;
c) elaboração e desenvolvimento de planos de trabalho diretamente ligados à
gestão acadêmico-administrativa do curso;
d) reuniões de trabalho para análise e busca de soluções de dificuldades detectadas
pela Comissão Própria de Avaliação e pelo processo de autoavaliação do curso a ser
implementado.
15) Processo de autoavaliação
A autoavaliação é parte integrante do projeto pedagógico do curso e se caracteriza
como um processo permanente, formativo e educativo. Pauta-se pelo disposto do projeto
institucional de autoavaliação e está voltado para o estudo de um conjunto de ações
processuais pelas quais se objetiva sistematizar e trabalhar os dados obtidos, no intuito
de melhorar os aspectos negativos e aperfeiçoar ou manter os que já estão bem
estruturados.
As ações previstas estão centradas nos seguintes aspectos:
a) estrutura organizacional e gestão administrativa;
b) relações entre estudantes, professores e equipe técnico-administrativa;
d) currículo e suas relações com as exigências sociais e profissionais, bem como o
desenvolvimento real de seus componentes (conteúdos programáticos, perfil esperado do
futuro profissional, competências e habilidades, métodos de ensino e de avaliação da
15
aprendizagem, atividades de pesquisa e extensão, atividades profissionais, atividades
culturais, estágio curricular supervisionado e trabalho de conclusão do curso);
e) envolvimento da comunidade acadêmica na elaboração e execução de planos de
ação e de trabalho;
f) avaliação das diferentes dimensões do próprio processo de autoavaliação
empregado.
16) Responsabilidade social
Entende-se que a educação se constitui num processo complexo e relacional de
formação e desenvolvimento pessoal inscrito, por um lado, no campo das habilidades
profissionais e, por outro, no campo dos valores éticos. Constitui-se, ainda, num bem
social de caráter coletivo, que envolve as instâncias institucional, familiar e individual.
Portanto, a responsabilidade social no ensino se configura como um elemento
eminentemente ético, por meio do qual se busca produzir condutas em que as pessoas se
sintam comprometidas com o desenvolvimento equitativo e sustentável do país, pautem
suas ações por referências éticas e sejam criativos na articulação entre a sua profissão e
a promoção do desenvolvimento coletivo. A responsabilidade social no ensino se
expressa, então, na intenção de assegurar uma formação que promova o êxito
profissional, fundamentada em princípios éticos, humanísticos e de sensibilidade social.
Nesse sentido, os processos de ensino e de aprendizagem no Centro Universitário
Franciscano, desenvolvem a incorporação, por todos e cada um, de uma série de
princípios, expressos no projeto pedagógico institucional:
a) educar para a cidadania ao oferecer um lugar permanente para o aprendizado,
pelo exercício da ética e do rigor científico;
b) promover a formação de cidadãos capacitados ao exercício de sua profissão que
possam contribuir para o desenvolvimento humano e para a construção da paz;
c) desenvolver uma educação de qualidade, para a formação de profissionais
críticos;
d) produzir e divulgar o conhecimento em suas diferentes formas e aplicações, pela
preservação da vida.
A responsabilidade social no ensino se expressa no projeto pedagógico do curso e
ganha visibilidade por meio de uma série de ações que estão relacionadas ao
desenvolvimento de ações extensionistas, direcionadas em auxiliar entidades filantrópicas
nos aspectos contábil e fiscal. Nesses espaços, os estudantes, além desenvolverem
16
aspectos profissionais, passam a conviver com os segmentos da sociedade que
necessitam de apoio em suas atividades.
17) Programas de atenção aos estudantes
Os estudantes têm acesso a programas de atenção que se destinam a contribuir
para a formação pessoal e pedagógico-científica. Esses programas são os seguintes:
a) Programa de Bolsa de Monitoria: possibilita ao estudante de graduação auxiliar os
docentes nas atividades de caráter técnico-didática, no âmbito de determinada disciplina,
basicamente, nas aulas práticas, a partir de vagas e critérios determinados pela Próreitoria de Graduação;
b) Programa de Tutoria: objetiva oferecer aos discentes, com necessidades de
melhoria de rendimento escolar, a oportunidade de realizar, em pequenos grupos,
estudos complementares, com o auxílio de um estudante-tutor e sob a supervisão de um
professor;
c) Programa de Bolsa de Iniciação Científica: é um instrumento de integração das
atividades de graduação e pós-graduação que objetiva iniciar o estudante na produção do
conhecimento e permitir sua convivência com o procedimento acadêmico em suas
técnicas, organizações e métodos;
d) Programa de Bolsa de Extensão: tem como objetivo estimular a participação dos
estudantes nos programas de extensão da instituição e desenvolver a sua sensibilidade
para os problemas sociais e para diversas formas de manifestações culturais da
população. As bolsas são concedidas mediante plano de trabalho vinculado a um projeto
de extensão.
e) Programa de Assistência Financeira: é voltado para o estudante carente e oferece
bolsas institucionais e financiamentos externos: Programa Universidade para Todos Prouni, auxílios da Associação dos Profissionais Liberais Universitários do Brasil Fundaplub e auxílios parciais e integrais.
f) A Coordenadoria de Atenção ao Estudante - Cores - presta assistência aos
estudantes com vistas a sua integração acadêmica, científica e social. Isso se efetiva por
meio de ações de acolhimento, apoio psicopedagógico na organização, na gestão das
aprendizagens, nos métodos de estudo e na promoção da adaptação e do sucesso
estudante.
A Coordenadoria de Atenção ao Estudante é constituída por duas divisões: a
primeira, Divisão de Assistência Financeira orienta os estudantes sobre os programas
relacionados à assistência financeira. A segunda, Divisão de Assistência Educativa, é
17
responsável por atendimento psicológico, quanto às questões que interferem no
desempenho do estudante, orientação profissional; acompanhamento de egressos e
estágios, também recepciona os calouros, possibilita orientação jurídica e assessora
formaturas.
g) Meios de divulgação de trabalhos e produções: o Centro Universitário
Franciscano mantém duas revistas próprias para a divulgação de trabalhos acadêmicos: a
revista Vidya e a Disciplinarum Scientia. A revista Disciplinarum Scientia é destinada à
publicação dos trabalhos dos estudantes, enquanto a revista Vidya publica trabalhos de
professores e pesquisadores.
Além dessas revistas, o Centro Universitário realiza, a cada ano, o Simpósio de
Ensino, Pesquisa e Extensão - Sepe - evento em que os trabalhos de ensino, pesquisa e
extensão são apresentados e publicados em anais.
h) Pastoral Universitária: oportuniza aos estudantes espaços para convivência em
grupos, com vistas ao crescimento pessoal e ao compromisso evangelizador. Pois tem
como base a formação humana cristã. A Pastoral promove encontros para a prática de
reflexão sobre compromisso solidário, bem como estimula a convivência amigável no
âmbito educacional e na sociedade em geral.
18
18) Anexos
Anexo 1 - Ementas e bibliografias
1° semestre
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
CPT301
Informática Básica
Conceitos básicos sobre informática. Internet. Processador de textos
Word. Planilhas. Software de apresentação. Banco de dados Access.
MEYER, Marilyn. Nosso futuro e o computador. Porto Alegre:
Bookman, 2000.
NORTON, Peter. Introdução à informática. São Paulo: Makron Books,
1997.
BIZZOTTO, Carlos Eduardo N. Informática básica: passo a passo
conciso e objetivo Florianópolis: Visual Books, 1998.
MEIRELLES, Fernando de Souza. Informática: novas aplicações com
microcomputadores. São Paulo: Makron Books, 1994.
CSA104
Metodologia Científica
Ciência e conhecimento. Método científico. Trabalhos acadêmicos.
Exercício de elaboração de diferentes trabalhos acadêmicos.
ALVES-MAZZOTTI, Alda J; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O
método das ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e
qualitativa. São Paulo: Pioneira Learning Thomson, 2002.
ANDRADE, Maria Margarida. Introdução à metodologia do trabalho
científico: elaboração de trabalhos de graduação. São Paulo: Atlas,
2003.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo:
Atlas, 2002.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Maria de Andrade. Fundamentos de
metodologia científica. São Paulo: Atlas, 1991.
LIMA, Manolita C. Monografia: a engenharia da produção acadêmica.
São Paulo: Saraiva, 2004.
OLIVEIRA, Jorge Leite de. Texto acadêmico: técnicas de redação e de
pesquisa científica. Petrópolis: Vozes, 2005.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São
Paulo: Cortez, 2002.
Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6023: Informação e
documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002.
____. NBR 14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos:
apresentação. Rio de Janeiro, 2005.
____. NBR 10520: Informação e documentação. Citações em
documentos. Apresentação. Rio de Janeiro, 2005.
BASTOS, Cleverson. Aprendendo a aprender: introdução à
metodologia científica. Petrópolis: Vozes, 2002.
CERVO, Amado L; BERVIAN, Pedro A. Metodologia científica: para
uso dos estudantes universitários. São Paulo: MacGraw Hill, 1996.
DEMO, Pedro. Introdução à metodologia da ciência. São Paulo: Atlas,
1987.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo:
Atlas, 1996.
ISKANDAR, Jamil I. Normas da ABNT: comentadas para trabalhos
científicos. Curitiba: Juruá, 2007.
19
MINAYO, Maria Cecília de Souza (org.). Pesquisa social: teoria,
método e criatividade. Petrópolis: Vozes, 1994.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
CTB160
Administração Básica
Fundamentação teórica da administração. Empresas. Contexto em que
as empresas operam. Planejamento. Organização. Direção. Controle.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e prática.
São Paulo: Makron Books, 1994.
____. Introdução à teoria geral da administração. São Paulo: Makron
Books, 1999.
MEGGINSON, Leon C; MOSLEY, Donald C; PIETRI JR, Paul H.
Administração: conceitos e aplicações. São Paulo: Harba, 1998.
MAXIMIANO, A. C. A. Introdução à administração. São Paulo: Atlas,
1986.
STONER, James A. F. Administração. Rio de Janeiro: Prentice-Hall,
1985.
CTB163
Instituições de Direito Público e Privado
Noções de direito. Direito constitucional. Direito administrativo. Direito
tributário. Direito penal. Direito civil. Direito comercial. Direito do
trabalho.
BRANCATO, Ricardo Teixeira. Instituições de direito público e privado.
São Paulo: Saraiva, 2003.
FÜHRER, Maximilianus C. A. Milaré. Manual de direito público e
privado. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004.
MARTINS, Sérgio Pinto. Instituições de direito público e privado. São
Paulo: Atlas, 2004.
FLORIDO, Luiz Augusto Irineu. Instituições de direito público e privado.
São Paulo: Sugestões Literárias, 1982.
NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Instituições de direito público e
privado. Introdução ao estudo do direito: noções de ética profissional.
São Paulo: Atlas, 2004.
CTB195
Contabilidade Básica I
Introdução à contabilidade. Inventário geral. Estática patrimonial.
Escrituração contábil. Registros contábeis das atividades iniciais.
Registros contábeis das operações de receitas e despesas. Regimes
contábeis. Plano de contas.
MARION, J. C. Contabilidade básica. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
RIBEIRO, O. M. Contabilidade básica fácil. 10. ed. São Paulo: Saraiva,
2010.
PADOVESE, C. L. Manual de Contabilidade Básica. 7. ed. São Paulo:
Atlas, 2009.
BASSO, Irani Paulo. Contabilidade geral básica. Ijuí: Unijuí, 2005.
EQUIPE PROF. FEA/USP. Contabilidade Introdutória. São Paulo.
Saraiva. 2010.
FIPECAFI. Manual de contabilidade societária: aplicável a todas as
Sociedades de acordo com as Normas Internacionais e do CPC. São
Paulo: Atlas, 2010.
IUDICIBUS, S. Contabilidade Introdutória. 11. ed. São Paulo: Atlas,
2010.
NAGATSUKA, Divane A. Silva. Manual de Contabilidade Introdutória.
20
São Paulo. Pioneira Thomson Learning. 2002.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
2° semestre
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
LTS150
Língua Portuguesa
Linguagem e comunicação. Produção textual. Produção de leitura.
COSTA VAL, Maria das Graças. Redação e textualidade. São Paulo:
Martins Fontes, 1991.
GUIMARÃES, Elisa. A articulação do texto. São Paulo: Ática, 1997.
KOCH, I. G. V. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo:
Contexto, 1997.
CARNEIRO, Agostinho Dias. Redação em construção: a escritura do
texto. São Paulo: Moderna, 1993.
CITELLI, Adilson. O texto argumentativo. São Paulo: Scipione, 1994.
FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristóvão. Prática de textos: para
nossos estudantes. Petrópolis: Vozes, 1992.
MARTINS, D. S; ZILBERKNOP, L. S. Português instrumental. Porto
Alegre: Sagra, 1998.
MOTTA-ROTH, Désirée (orgs.). Redação acadêmica: princípios
básicos. Laboratório de Leitura e Redação. Santa Maria: Imprensa
Universitária, 2001.
MTM303
Matemática I
Funções reais. Funções. Limite e continuidade. Derivada. Aplicações.
MORETTIN, Pedro A; HAZZAN, Samuel; BUSSAB, Wilton de O.
Cálculo funções de uma e várias variáveis. São Paulo: Saraiva, 2003.
SILVA, Sebastião Medeiros da; SILVA, Elio Medeiros da. Matemática
para economia, administração e ciências contábeis. São Paulo: Atlas,
1997.
BASSANAZI, Rodney Carlos. Ensino-aprendizagem com modelagem
matemática: uma nova estratégia. São Paulo: Contexto, 2002.
CHIANG, Alfa. Matemática para economistas. Rio de Janeiro: Mackron
Books, 1982.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. São Paulo: LTC,
1998.
LEITHOLD, Louis. Matemática aplicada à economia e administração.
São Paulo: Harbra, 2002.
MARQUES, J. M. Matemática aplicada para os cursos de:
administração, economia e ciências contábeis. Curitiba: Juruá, 2005.
WEBER, Jean E. Matemática para economia e administração. São
Paulo: Harbra, 1996.
CSA106
Sociologia Organizacional
Conceitos básicos de sociologia. Sociologia clássica e a sociologia das
organizações. Organizações sociais e a sociedade contemporânea.
ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do trabalho. Ensaio sobre as
metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho. 6 ed. São Paulo:
Cortez. Campinas: Unicamp, 1999.
CATTANI, Antonio David (org.). Trabalho e tecnologia: dicionário
crítico. Petrópolis: Vozes; Porto Alegre: Ufrgs, 1997.
CAVEDON, Neusa Rolita. Antropologia para administradores. Porto
Alegre: Ufrgs, 2003.
21
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
COSTA, Cristina. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. São
Paulo: Moderna, 1997.
DIAS, Reinaldo. Sociologia e administração. Campinas: Alínea, 2004.
MARTINS, Carlos Benedito Martins. O que é sociologia. São Paulo:
Brasiliense, 1994.
STEIL, Carlos Alberto; CARVALHO, Isabel C. M. ONG no Brasil:
elementos para uma narrativa política. In: Humanas. v.24. n1/2, 2001.
p. 36-55.
VOIGT, Léo. Elementos introdutórios sobre o Terceiro Setor no Brasil.
In: Humanas. v.24. n1/2, 2001.
ANTUNES, Ricardo. Adeus ao trabalho? Ensaio sobre as
metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho. São Paulo:
Cortez; Campinas: Unicamp, 1999.
____. Os sentidos do trabalho. Ensaio sobre a afirmação e a negação
do trabalho. São Paulo: Bom Tempo, 1999.
BARBOSA, Lívia. Cultura de negócios: ambigüidades e contradições.
In: Revista de Administração de Empresas. São Paulo. v.42, n.4,
p.106-109, out/dez, 2002.
BARBOSA, Lívia. Igualdade e meritocracia. A ética do desempenho
nas sociedades modernas. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas,
1999.
BECKER, Dinizar F. (org.). Desenvolvimento sustentável: necessidade
e/ou possibilidade? Santa Cruz do Sul: Edunisc, 2001.
CARRION, Raul K. M; VIZENTINI, Paulo G. F (org.). Globalização,
neoliberalismo, privatizações. Quem decide este jogo? Porto Alegre:
Ufrgs, 1997.
CASTRO, A. M; DIAS, E. F. Introdução ao pensamento sociológico.
Rio de Janeiro: Centauro, 2001.
CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 1995.
CLEGG, S. R; HARDY, C; NORD, W. R. Handbook de estudos
organizacionais: modelos de análise e novas questões em estudos
organizacionais. São Paulo: Atlas, 1999.
CUCHÊ, Denys. A noção de cultura nas ciências sociais. Bauru:
Edusc, 1999.
DAMATTA, Roberto. Ciências naturais e ciências sociais. In:
Relativizando: uma introdução à antropologia social. Rio de Janeiro:
Rocco, 1997.
DAVEL, Eduardo; VASCONCELOS, João (org.). Recursos humanos e
subjetividade. Rio de Janeiro: Vozes, 1996.
FLEURY, Maria Tereza Leme. Gerenciando a diversidade cultural:
experiências de empresas brasileiras. In: Revista de administração de
empresas. vol. 40 n.3. Jul./Set.2000.
GALLIANO, A. G. Introdução à sociologia. São Paulo: Harbra, 1981.
HARDT, Michael; NEGRI, Antonio. Império. Rio de Janeiro: Record,
2001.
JOHNSON, Allan G. Dicionário de sociologia. Guia prático da
linguagem sociológica. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997.
POCHMANN, Márcio. E-trabalho. São Paulo: Publisher-Brasil, 2002.
ROCHA, Everardo. O que é etnocentrismo. São Paulo: Brasiliense,
1985.
SADER, Emir; GENTILI, Pablo (orgs.). Pós-neoliberalismo: as políticas
sociais e o Estado democrático. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995.
CSA107
Legislação Empresarial
Direito comercial e direito empresarial. Estabelecimento empresarial.
22
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Empresa individual e teoria da personalidade jurídica. Sociedades não
personificadas. Sociedades personificadas. Direito cambiário.
Contratos mercantis. Empresário e direitos do consumidor. Falência e
recuperação.
ALMEIDA, Amador Paes de. Manual das sociedades comerciais. São
Paulo: Saraiva, 2007.
COELHO, Fábio Ulhoa. Manual de direito comercial. São Paulo:
Saraiva, 2005.
FAZZIO JUNIOR, Waldo. Manual de direito comercial. São Paulo:
Atlas, 2005.
NEGRÃO, Ricardo. Manual de direito comercial e de empresa. São
Paulo: Saraiva, 2005.
ABRÃO, Nelson. Sociedade limitada. São Paulo: Saraiva, 2005.
BORBA, José Edwaldo Tavares Borba. Direito societário. São Paulo:
Renovar, 2006.
BULGARELLI, Waldirio. Direito comercial. São Paulo: Atlas, 2001.
____. O novo direito empresarial. São Paulo: Renovar, 1999.
____. Contratos e títulos empresariais. São Paulo: Atlas, 2001.
COELHO, Fábio Ulhoa. Curso de direito comercial. São Paulo: Saraiva,
2005.
FINKELSTEIN, Maria Eugenia. Direito empresarial. São Paulo: Atlas,
2006.
MAMEDE, Gladston. Direito empresarial. São Paulo: Atlas, 2007.
CTB162
Contabilidade Básica II
Operações com mercadorias. Estoques de mercadorias. Resultado
com mercadorias. Tributação federal. Operações financeiras. Seguros.
GONÇALVES, E. C; BAPTISTA, A. E. Contabilidade geral. São Paulo:
Atlas, 1998.
GRECO, A; AREND, L. Contabilidade teoria e prática básica. Porto
Alegre: Sagra Luzzatto, 2001.
IUDÍCIBUS, S. de; MARION, J. C. Contabilidade comercial. São Paulo:
Atlas, 2000.
FAVERO, H. L. et al. Contabilidade: teoria e prática. São Paulo: Atlas,
1997.
FEA/USP. Contabilidade introdutória. São Paulo: Atlas, 1998.
MARION, J. C. Contabilidade básica. São Paulo: Atlas, 1998.
PADOVEZE, C. L. Manual de contabilidade básica: uma introdução à
prática contábil. São Paulo: Atlas, 2000.
RIBEIRO, O. M. Contabilidade geral fácil. São Paulo: Saraiva, 1999.
SANTOS, J. L et al. Introdução à contabilidade. São Paulo: Atlas, 2003.
EDU328
Língua Brasileira de Sinais
Introdução à língua de sinais. Alfabeto manual. Diálogos com
estruturas afirmativas, negativas e interrogativas. Expressões de
quantificação e intensidade. Descrição: narrativa básica.
CAPOVILLA, F. Dicionário trilíngue de libras. São Paulo: USP, 2001.
KARNOPP, Lodenir Becker; QUADROS, Ronice Muller. Língua de
sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto alegre: Artimed, 2004.
SKLIAR, Carlos. A surdez: um olhar sobre as diferenças. São Paulo:
Mediação, 2008.
LOPES. M. C. Redações de poderes no espaço multicultural da escola
para surdos. In. QUADROS, Ronice Muller. Educação de surdos: a
aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artimed, 1997.
23
OLIVEIRA, Luiza de Fátima Medeiros de. Formação docente na escola
inclusiva: diálogo como fio tecedor. Porto Alegre: Mediação, 2009.
SKLIAR, Carlos. Pedagogia (improvável) da diferença. E se o outro
não estivesse aí? Rio de Janeiro: Dp&A, 2003.
SKLIAR, C (org.). Educação e exclusão: abordagens sócioantropológicas em educação especial. Porto Alegre: Mediação, 1998.
THOMA, Adriana da Silva; KLEIN, Madalena (org.). Currículo e
avaliação: a diferença surda na escola. Santa Cruz do Sul: Edunisc,
2009.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
ECO151
Microeconomia
Conceitos econômicos básicos. Teoria do consumidor. Demanda.
Oferta. Mercado. Elasticidade. Estruturas de mercado (concorrências
perfeitas e imperfeitas). Função de produção. Função de custos. Preço
e produção sob concorrência perfeita e monopólio. Temas da atual
conjuntura econômica.
PINHO, Diva B; VASCONCELLOS, Marco A. S. de. Manual de
economia. São Paulo: Saraiva, 2003.
THOMPSON JR, A. A; FORMBY, J. P. Microeconomia da firma: teoria
e prática. Rio de Janeiro: Prentice-Hall, 1998.
VASCONCELLOS, M A. S. de. Economia micro e macro. São Paulo:
Atlas, 2001.
MANKIW, N. G. Introdução à economia: princípios de micro e
macroeconomia. Rio de Janeiro: Campus, 1999.
PINDYCK, R. S; RUBINFELD, D. L. Microeconomia. São Paulo:
Makron Books, 1999.
VARIAN, H. R. Microeconomia, princípios básicos. Rio de Janeiro:
Campus, 2000.
VASCONCELLOS, M. A. S. de; OLIVEIRA, R. G. Manual de
microeconomia. São Paulo: Atlas, 2000.
VICECONTI, P. E. V; NEVES, S. Introdução à economia. São Paulo:
Frase, 2000.
MTM306
Estatística I
Introdução ao estudo da estatística. Apresentação tabular.
Apresentação gráfica. Medidas descritivas. Números índices.
Probabilidade. Distribuições. Principais distribuições teóricas.
Amostragem. Estimação estatística.
FREUND, J. E; SIMON, G. A. Estatística aplicada: economia,
administração e contabilidade. São Paulo: Bookman, 2000.
KAZMIER, L. Estatística aplicada à economia e administração. São
Paulo: McGraw-Hill, 1982.
SILVA, E. M. da; SILVA, ELIO M. da; GONÇALVES, V; MUROLO, A.
C. Estatística para os cursos de Economia, Administração e Ciências
Contábeis. São Paulo: Atlas, 1999.
BARBETTA, P. A. Estatística aplicada às ciências sociais.
Florianópolis: UFSC, 1994.
FONSECA, J. S; MARTINS, G. de A. Curso de estatística. São Paulo:
Atlas, 1996.
____;____; TOLEDO, G. L. Estatística aplicada. São Paulo: Atlas,
1995.
LEVIN, J; FOX, J. A. Estatística para as ciências humanas. São Paulo:
Pearson, 2004.
24
LEVINE, M. D; BERENSON, M. L; STEPHAN, D. Estatística: teoria e
aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
TOLEDO, G. L; OVALLE, I. I. Estatística básica. São Paulo: Atlas,
1992.
TRIOLA, Mario F. Introdução à estatística. Rio de Janeiro: LCT, 2005.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
3° semestre
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
MTM309
Matemática III
Integral de funções reais. Funções de várias variáveis. Máximos e
mínimos.
CHIANG, Alfa. Matemática para economistas. Rio de Janeiro: Mackron
Books, 1982.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Matemática para a administração. São
Paulo: LTC, 2006.
MORETTIN, Pedro A; HAZZAN, Samuel; BUSSAB, Wilton de O.
Cálculo de funções de uma e várias variáveis. São Paulo: Saraiva,
2003.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. São Paulo: LTC,
1998.
LEITHOLD, Louis. Matemática aplicada à economia e administração.
São Paulo: Harbra, 1988.
MARQUES, J. M. Matemática aplicada. Para os cursos de:
administração, economia ciências contábeis. Curitiba: Juruá, 2005.
SILVA, Sebastião Medeiros da; SILVA, Elio Medeiros da. Matemática
para economia, administração e ciências contábeis. São Paulo: Atlas,
1998.
WEBER, J. E. Matemática aplicada à economia e administração. São
Paulo: Harbra, 1986.
ADM320
Psicologia Organizacional
Psicologia nas organizações. Indivíduo nas organizações.
Desenvolvimento de pessoas nas organizações.
BOCK, Ana Maria. Psicologias: uma introdução ao estudo da
psicologia. São Paulo: Saraiva, 1999.
ROBBINS, Stephen. Comportamento organizacional. Rio de Janeiro:
LTC, 2002.
ZANELLI, José Carlos. Psicólogo nas organizações e trabalho no
Brasil. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002.
BOOG, Gustavo G. Manual de treinamento e desenvolvimento. São
Paulo: Makron Books, 1999.
CODO, Wanderlei. L.E.R: prevenção, diagnóstico e tratamento.
Petrópolis: Vozes, 1998.
CHIAVENATO, Idalberto. Recursos humanos. São Paulo: Atlas, 2000.
____. Introdução á teoria geral da administração: uma visão
abrangente da moderna administração das organizações. Rio de
janeiro: Elsevier, 2003.
____. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas
organizações. Rio de janeiro: Campus, 2005.
DAVEL, Eduardo Paes Barreto; VASCONCELLOS, João Gualberto
Moreira de. Recursos humanos e subjetividade. Petrópolis: Vozes,
1995.
GIL, Antonio Carlos. Administração de recursos humanos: um enfoque
profissional. São Paulo: Atlas, 1994.
25
GOULART, Íris Barbosa. Psicologia organizacional e do trabalho. São
Paulo: Casa do Psicólogo, 2002.
____; SAMPAIO, Jader dos Reis (org.). Psicologia do trabalho e gestão
de recursos humanos: estudos contemporâneos. São Paulo: Casa do
Psicólogo, 1998.
HOWARD, Robert. Aprendizado organizacional: gestão de pessoas
para a inovação contínua. Rio de Janeiro: Campus, 2000.
HUNTER, James C. O monge e o executivo. Uma história sobre a
essência da Liderança. Rio de Janeiro: Sextante, 2004.
LUZ, Ricardo. Gestão do clima organizacional. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 2003.
MANSSOOUR, Ana Beatriz Benites. et al. Tendências em recursos
humanos. Porto Alegre: Multimpressos, 2001.
MARRAS, Jean Pierre. Administração de recursos humanos: do
operacional ao estratégico. São Paulo: Futura, 2001.
MOSCOVICI, F. Equipes dão certo. Rio de Janeiro: José Olympio,
2002.
MUCHINSKY. Paul. Psicologia organizacional. São Paulo: Pioneira
Thomson Learning, 2004.
PONTES, Benedito R. Planejamento, recrutamento e seleção de
pessoal. São Paulo: LTr, 1996.
____. Administração de cargos e salários. São Paulo: LTr, 2002.
SPECTOR, Paul. Psicologia nas organizações. São Paulo: Saraiva,
2002.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
CTB166
Pesquisa em Ciências Sociais
Tipos de pesquisa. Etapas da pesquisa. Técnicas de coleta de dados.
Projeto de pesquisa. Relatório de pesquisa.
BEUREN, Ilse Maria (org.). Como elaborar trabalhos monográficos em
contabilidade: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2003.
GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. São
Paulo: Atlas, 1999.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do
trabalho científico. São Paulo: Atlas, 2001.
LIMA, Manolita Correia. Monografia: a engenharia da produção
acadêmica. São Paulo: Saraiva, 2004.
Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6023: informação e
documentação: referências-elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.
____. NBR 10520: informação e documentação-citações em
documentos-apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.
____. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos,
apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2005.
____. NBR 15287: informação e documentação-projeto de pesquisaapresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2005.
CTB198
Contabilidade Financeira I
Introdução à contabilidade financeira. Cálculo e contabilização das
obrigações trabalhistas com empregados. Cálculo e contabilização das
obrigações previdenciárias do empregador. Importação e exportação:
aspectos fiscais e contábeis.
OLIVEIRA, ARISTEU de. Manual de Praticas Trabalhista. 44 Ed. São
Paulo: Atlas, 2010.
IUDÍCIBUS, S. de; MARION, J. C. Contabilidade comercial. 9ª Ed. São
Paulo: Atlas, 2010.
26
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
SAMIER, KEEDI. ABC do Comercio Exterior. 3º. Ed. São Paulo;:
Aduaneira. 2007.
VIEIRA, AQUILES. Importação, Práticas, Rorinas e Procedimentos. 4ª.
Ed. São Paulo: Aduaneiras. 2010.
GARCIA, LUIZ MARTINS. Exportar, Rotinas e Procedimentos.
Incentivos e Formação de Preços. 9ª Ed. São Paulo: Aduaneiras. 2007.
RIBEIRO, OSNI MOURA. Contabilidade Internediarua. 2ª Ed. São
Paulo: Saraiva. 2009.
DIR295
Direito Tributário I
Direito tributário. Legislação tributária. Tributo. Competência tributária.
Obrigação tributária. Crédito tributário. Administração tributária. Noções
de processo tributário.
AMARO, Luciano. Direito tributário brasileiro. São Paulo: Saraiva,
2007.
MACHADO, Hugo de Brito. Curso de direito tributário. São Paulo:
Malheiros, 2007.
TORRES, Ricardo Lobo. Curso de direito financeiro e tributário. Rio de
Janeiro: Renovar, 2007.
ÁVILA, Humberto. Sistema constitucional tributário. São Paulo:
Saraiva, 2006.
CARRAZZA, Roque Antônio. Curso de direito constitucional tributário.
São Paulo: Malheiros, 2006.
CARVALHO, Paulo de Barros. Curso de direito tributário. São Paulo:
Saraiva, 2007.
ECO150
Macroeconomia
Fundamentos da economia. Evolução do pensamento econômico.
Fundamentos de teoria e política macroeconômica. Contabilidade
social. Determinação da renda e produto nacional: mercado de bens e
serviços. Determinação da renda e produto nacional: o lado monetário.
Setor externo. Inflação e desemprego. Crescimento econômico e
distribuição de renda. Setor público. Aspectos gerais da conjuntura
econômica atual.
PINHO, Diva B; VASCONCELLOS, Marco A. S. de. Manual de
economia. São Paulo: Saraiva, 2003.
ROSSETTI, A. P. Introdução à economia. São Paulo: Atlas, 2002.
VASCONCELLOS, M. A. S. Economia micro e macro. São Paulo:
Atlas, 2001.
BLANCHARD, Oliver. Macroeconomia: teoria e política econômica. Rio
de Janeiro: Campus, 1999.
DORNBUSCH, R; FISCHER, S. Macroeconomia. São Paulo: McGrawHill, 1991.
HUNT, E. K. História do pensamento econômico. Petrópolis: Vozes,
1981.
MANKIW, N. G. Introdução à economia: princípios de micro e
macroeconomia. Rio de Janeiro: Campus, 1999.
SACHS, J. D; LORRAIN, Felipe. Macroeconomia: em uma economia
global. São Paulo: Pearson Education, 2000.
STIGLITZ, Joseph; WALSCH, Carl. Introdução à macroeconomia. Rio
de Janeiro: Campus, 2003.
MTM305
Matemática Financeira
27
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
4° semestre
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Operações comerciais. Operações financeiras. Juros simples. Juros
compostos. Rendas. Sistemas de amortização. Inflação.
PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática financeira objetiva e aplicada.
São Paulo: Saraiva, 2004.
SAMANEZ, Carlos Patrício. Matemática financeira: aplicações à
análise de investimentos. São Paulo: Makron Books, 1999.
VERAS, Lilia Ladeira. Matemática financeira. São Paulo: Atlas, 2001.
BASSANEZI, Rodney Carlos. Ensino-aprendizagem com modelagem
matemática: uma nova estratégia. São Paulo: Contexto, 2002.
BAUER, Udibert Reinoldo. Matemática financeira fundamental. São
Paulo: Atlas, 2003.
KUHNEN, Carlos Patrício; BAUER, Udibert Reinoldo. Matemática
financeira aplicada e análise de investimentos. São Paulo: Atlas, 2001.
LAPPONI, Juan Carlos. Matemática financeira: usando excel 5 e 7.
São Paulo: Lapponi Treinamento, 1996.
MATHIAS, Washington F; GOMES, José M. Matemática financeira.
São Paulo: Atlas, 1996.
SOBRINHO, José Dutra Vieira. Matemática financeira. São Paulo:
Atlas, 2000.
CTB168
Escrituração Contábil Informatizada
Importância da informática para as empresas e para a contabilidade.
Programas e sistemas. Implantação da contabilidade informatizada.
Organização e controle das informações. Análise e conciliação de
contas.
OLIVEIRA, Edson. Contabilidade informatizada: teoria e prática. São
Paulo: Atlas, 2006.
PADOVEZE, Clóvis L. Contabilidade gerencial: um enfoque em
sistemas de informação contábil. São Paulo: Atlas, 2007.
____. Sistema de informações contábeis: fundamentos e análise. São
Paulo: Atlas, 2004.
CTB169
Contabilidade e Análise de Custos I
Histórico, informações e princípios contábeis aplicados à contabilidade
de custos. Classificações e nomenclaturas. Rateio dos custos indiretos.
Materiais diretos. Mão-de-obra direta. Produção por ordem e produção
contínua. Departamentalização e centro de custos. Equivalente de
produção. Custos da produção conjunta e subprodutos.
Conselho Regional de Contabilidade. Curso sobre contabilidade de
custos. São Paulo: Atlas, 1992.
LEONE, G. G. Curso de contabilidade de custos. São Paulo: Atlas,
2000.
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 2000.
CREPALDI, Silvio Aparecido. Curso básico de contabilidade de custos.
São Paulo: Atlas, 1999.
NAKAGAWA, M. ABC: custeio baseado em atividades. São Paulo:
Atlas, 1994.
PEREZ JR, J. H. Gestão estratégica de custos. São Paulo: Atlas, 1999.
SANTOS, J. J. Análise de custos. São Paulo: Atlas, 2000.
SILVA JR, José Barbosa. Custos: ferramenta de gestão. São Paulo:
Atlas, 2000.
28
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
CTB170
Registro e Legalização de Empresas
Introdução ao processo de constituição e legalização. Sociedades
comerciais
e
empresários
individuais.
Prática
processual.
Documentações e formalidades. Montagem de processos. Registro nos
órgãos competentes.
OLIVEIRA, Nelson de; RUSSO, Francisco. Manual prático de
constituição de empresas. São Paulo: Atlas, 2004.
Conselho Regional de Contabilidade. Manual de atos de registro no
comércio. Porto Alegre: Terra, 2005.
COELHO, Fabio Ulhoa. Manual do direito comercial. São Paulo:
Saraiva, 2003.
CTB196
Exercício Profissional em Contabilidade I
Rotinas departamento fiscal. Rotinas departamento de pessoal.
BRASIL. Decreto Lei n. 1.598 de 26 de dezembro de 1977.
Regulamenta o imposto sobre o lucro das pessoas jurídicas
domiciliadas no país, inclusive firmas ou empresas individuais
equiparadas a pessoas jurídicas.
BRASIL. Lei Complementar n. 123, de 14 de dezembro de 2006.
Regulamenta as normas gerais relativas ao tratamento diferenciado e
favorecido a ser dispensado as microempresas e empresas de
pequeno porte.
RIO GRANDE DO SUL. Decreto 37.699 de 26 de agosto de 1997.
Aprova o Regulamento do imposto sobre operações relativas à
circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de
transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.
BRASIL. Decreto n. 3.000, de 26 de março de 1999. Regulamenta a
tributação, fiscalização, arrecadação e administração do Imposto sobre
a renda e proventos de qualquer natureza.
SANTA MARIA. Lei complementar nº 0028/04 de 15 de dezembro de
2004. Altera a Lei Complementar nº 002/01 de 28/12/2001: Código
tributário do município e dá outras providências.
CAMPANHOLE, Hilton Lobo. Consolidação das leis do trabalho. São
Paulo: Atlas, 2002.
FABRETTI, Láudio Camargo. Código tributário nacional comentado.
São Paulo: Atlas, 2001.
MACEDO, Manoel C. dos S; ROCHA, Renato M. Rotinas do
departamento pessoal. Porto Alegre: Conselho Regional de
Contabilidade, 2007.
OLIVEIRA, Aristeu de. Gestão de recursos humanos: manual de
procedimentos e modelos de documentos. São Paulo: Atlas, 2007.
____. Manual de prática trabalhista. São Paulo: Atlas, 2002.
SANTOS, Armênio R. dos. Curso prático de departamento de pessoal.
São Paulo: Suma Econômica, 2000.
CTB199
Contabilidade Financeira II
Ativo não circulante imobilizado. Depreciação, amortização e exaustão.
Contabilização da baixa dos bens imobilizados. Correção monetária do
balanço. Reavaliação. Encerramento do exercício.
RIBEIRO, OSNI MOURA. Contabilidade Intermediaria. 2ª Ed. São
29
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Paulo: Saraiva. 2009.
MARION, JOSÉ CARLOS. Contabilidade Básica. 10ª Ed. São Paulo:
Atlas. 2009.
ALMEIDA, MARCELO CAVALCANTI. Curso Básico de Contabilidade.
Introdução a Metodologia da Contabilidade e Contabilidade Básica. 6ª
Ed. São Paulo: Atlas. 2010.
IUDÍCIBUS, S. de; MARION, J. C. Contabilidade comercial. 9ª Ed. São
Paulo: Atlas, 2010.
PADOVEZE, CLOVIC LUIZ. Manueka de Contabilidade Básica.
Contabilidade Introdutoria e Interdediaria. Textos e Exercicios. 7ª Ed.
São Paulo: Atlas. 2009.
CRC/RS. Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas. Porto
Alegre. 2010.
DIR321
Direito Tributário II
Impostos municipais. Impostos estaduais. Impostos federais.
Contribuições.
AMARO, Luciano. Direito tributário brasileiro. São Paulo: Saraiva,
1998.
CASSONE, Vittorio. Direito tributário: fundamentos constitucionais da
tributação, classificação dos tributos, interpretação da legislação
tributária, doutrina, prática e jurisprudência. São Paulo: Atlas, 2002.
MACHADO, Hugo de Brito. Curso de direito tributário. São Paulo:
Malheiros, 2001.
CARRAZZA, Roque Antônio. ICMS. São Paulo: Malheiros, 2002.
HIGUCHI, Hiromi; HIGUCHI, Celso Hiboyuki. Imposto de renda das
empresas: interpretação e prática. São Paulo: Atlas, 2002.
MTM308
Estatística e Cálculo Atuarial
Testes de hipóteses. Teste do Qui-quadrado. Testes relativos a
médias. Correlação. Regressão. Séries temporais. Noções de atuaria.
CHAN, Betty Lilian; SILVA, Fabiana Lopes da; MARTINS, Gilberto de
Andrade. Fundamentos da previdência privada complementar. São
Paulo: Atlas, 2006.
FREUND, J. E; SIMON, G. A. Estatística aplicada: economia,
administração e contabilidade. São Paulo: Bookman, 2000.
SILVA, E. M; SILVA, Elio M; GONÇALVES, V; MUROLO, A. C.
Estatística para os cursos de economia, administração e ciências
contábeis. São Paulo: Atlas, 1999.
FONSECA, J. S; MARTINS, G. de A. Curso de estatística. São Paulo:
Atlas, 1996.
____; ____; TOLEDO, G. L. Estatística aplicada. São Paulo: Atlas,
1995.
KAZMIER, L. Estatística aplicada à economia e administração. São
Paulo: McGraw-hill, 1982.
LEVINE, M. D; BERENSON, M. L; STEPHAN, D. Estatística: teoria e
aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
SOUZA, Silney. Seguros: contabilidade, atuaria e auditoria. São Paulo:
Saraiva, 2001.
SPIEGEL, M. R. Estatística. São Paulo: McGraw-Hill, 1972.
TOLEDO, G. L; OVALLE, I. I. Estatística básica. São Paulo: Altas,
1995.
30
5° semestre
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
CSA102
Gestão de Pessoas I
Introdução à gestão de pessoas nas organizações. Planejamento
estratégico de gestão de pessoas. Modelagem de cargos.
Remuneração: incentivos e benefícios. Relações com colaboradores.
Higiene, segurança e qualidade de vida no trabalho.
ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de pessoas; estratégias e
integração organizacional. São Paulo: Atlas, 2006.
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas. Rio de Janeiro: Campus,
2004.
LUCENA, Maria Diva da Salete. Planejamento de recursos humanos.
São Paulo: Atlas, 1999.
MILKOVICH, George T; BOUDREAU, John W. Administração de
recursos humanos. São Paulo: Atlas, 2000.
BUCKINGHAM, Marcus. A única coisa que você precisa saber sobre:
gestão, liderança e uma trajetória de sucesso. Rio de Janeiro: Campus,
2005.
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: o novo papel dos
recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Campus, 1999.
____. Recursos humanos. São Paulo: Atlas, 2000.
DeCENZO, David A; ROBBINS, Stephen P. Administração de recursos
humano. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
DESSLER, Gary. Administração de recursos humanos. São Paulo:
Prentice Hall, 2003.
DUTRA, Joel Souza. Gestão de pessoas: modelos, processos,
tendências e perspectivas. São Paulo: Atlas, 2002.
GOLDSMITH, Marshall. Coaching: O exercício da liderança. Rio de
Janeiro: Campus, 2003.
ROBBINS, Stephen P. Comportamento organizacional. São Paulo:
Prentice Hall, 2002.
____. Administração: mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva,
2000.
CTB173
Contabilidade e Análise de Custos II
Sistemas e métodos de custeio. Margem de contribuição. Limitação da
capacidade produtiva. Fixação do preço de venda e decisão sobre
compra ou produção. Custos imputados e perdidos. Relação custo volume - lucro.
Conselho Regional de Contabilidade. Curso sobre contabilidade de
custos. São Paulo: Atlas, 1992.
____. Custo como ferramenta gerencial. São Paulo: Atlas, 1995.
LEONE, G. G. Curso de contabilidade de custos. São Paulo: Atlas,
1994.
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 2003.
CREPALDI. Silvio Aparecido. Curso básico de contabilidade de custos.
São Paulo: Atlas, 1999.
PEREZ JR, J. H. Gestão estratégica de custos. São Paulo: Atlas, 1999.
SILVA JR, José Barbosa. Custos: ferramenta de gestão. São Paulo:
Atlas, 2000.
CTB174
Estrutura das Demonstrações Contábeis
31
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Demonstrações contábeis. Balanço patrimonial. Demonstração do
resultado do exercício. Demonstração de lucros ou prejuízos
acumulados. Demonstração das origens e aplicações de recursos.
Provisões. Depreciação, amortização e exaustão acumuladas.
Reservas de capital, de reavaliação e de lucros. Lucros do exercício.
Fluxo de caixa.
BRAGA, Hugo Rocha. Demonstrações contábeis: estrutura, análise e
interpretação. São Paulo: Atlas, 2000.
FIPECAFI, USP. Manual de contabilidade das sociedades por ações.
São Paulo: Atlas, 2000.
NEVES, Silverio das; VICECONTI, Paulo E. V. Contabilidade avançada
e análise das demonstrações contábeis. São Paulo: Atlas, 2003.
Lei 6404/76. Lei das sociedades por ações. São Paulo: Atlas, 1997.
CRC/RS. Demonstrações contábeis: estrutura e normas. Porto Alegre:
Metrópole, 2000.
HIGUCHI, Hiromi. et al. Imposto de renda das empresas. São Paulo:
Atlas, 2002.
RIBEIRO, Osni Moura. Estrutura e análise de balanços fácil. São
Paulo: Saraiva, 2004.
ZDANOWICZ, José Eduardo. Fluxo de caixa. Porto Alegre: Sagra
Luzzatto, 1992.
CTB176
Orçamento e Contabilidade Pública I
Orçamento público. Gestão na fazenda pública.
GIACOMONI, James. Orçamento público. São Paulo: Atlas, 2000.
KOHAMA, Héilio. Contabilidade pública: teoria e prática. São Paulo:
Atlas, 2000.
SILVA, Lino M. Contabilidade governamental: um enfoque
administrativo. São Paulo: Atlas, 2000.
ANGÉLICO, J. Contabilidade pública. São Paulo: Atlas, 1981.
JÚNIOR, J. T. M; REIS, H. C. A lei 4320/64 comentada: com
comentários à lei de responsabilidade fiscal. Rio de Janeiro: Ibam,
2001.
MOTA, Francisco G. L. Contabilidade aplicada à administração pública.
Brasília: Vestcon, 2002.
PISCITELLI, R. B; TIMBÓ, M. Z. F; ROSA, M. B. Contabilidade pública:
uma abordagem da administração financeira pública. São Paulo: Atlas,
1999.
DIR280
Direito do Trabalho I
Conceito de trabalho. Direito internacional do trabalho. Fontes do
direito do trabalho. Relação do trabalho. Sujeitos da relação de
emprego: empregado. Sujeitos da relação de emprego: empregador.
Contrato individual de trabalho. Espécies de contrato de trabalho.
Segurança e medicina do trabalho. Alteração do contrato de trabalho.
Suspensão e interrupção do contrato de trabalho. Duração do trabalho.
Repousos. Remuneração e salário.
CAMINO, Carmem. Direito individual do trabalho. 2. ed. Porto Alegre:
Síntese, 1999.
DELGADO, Maurício Godinho. Alterações contratuais trabalhistas. São
Paulo: LTr, 2000.
MARTINS, Sergio Pinto. Direito do trabalho. 15. ed. São Paulo: Atlas,
2002.
32
Bibliografia
complementar
6° semestre
Código
Disciplina
Ementa
NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Iniciação ao direito do trabalho. 28.
ed. São Paulo: LTr, 2002.
BRASIL. Consolidação das Leis do Trabalho - CLT. São Paulo: LTr ou
Saraiva, 2003.
BUSNELLO, Ronaldo. Reestruturação produtiva e flexibilização dos
direitos trabalhistas. In: BEDIN, Gilmar Antônio (org.). Reestruturação
produtiva, desemprego no Brasil e ética nas relações econômicas. Ijuí:
Unijuí, 2000.
CARRION, Valentin. Comentários à consolidação das leis do trabalho.
São Paulo: Saraiva, 2001.
DELGADO, Maurício Godinho. Curso de direito do trabalho. São Paulo:
LTr, 2003.
FRANCO FILHO, Georgenor de Souza. Direito do trabalho no STF.
São Paulo: LTr, 1998.
GENRO, Tarso Femando. Direito individual do trabalho: uma
abordagem crítica. São Paulo: LTr, 1994.
GONÇALVES, Edwar Abreu. Manual de segurança e saúde no
trabalho. São Paulo: LTr, 2000.
KÜMMEL, Marcelo Barroso. As convenções da OIT e o MERCOSUL.
São Paulo: LTr, 2001.
____. Cooperativas de trabalho x relação de emprego. Revista do
curso de Direito da UFSM. Santa Maria: Ufsm, 2000.
LIMA, Francisco Meton Marques de. Os princípios de direito do
trabalho na lei e na jurisprudência. São Paulo: LTr, 1997.
MARTINS, Sergio Pinto. Flexibilização das condições de trabalho. São
Paulo: Atlas, 2000.
____. Participação dos empregados nos lucros da empresa. São
Paulo: Atlas, 2000.
MORAES FILHO, Evaristo; MORAES, Antônio Flores de. Introdução ao
direito do trabalho. São Paulo: LTr, 1995.
NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de direito do trabalho. São
Paulo: Saraiva, 2001.
____. Teoria geral do direito do trabalho. São Paulo: LTr, 1998.
____. Teoria jurídica do salário. São Paulo: LTr, 1997.
OLIVEIRA, Aristeu. Manual de prática trabalhista. São Paulo: Atlas,
2000.
PLÁ RODRIGUEZ, Américo. Princípios de direito do trabalho. São
Paulo: LTr, 2000.
SAAD, Eduardo Gabriel. Consolidação das leis do trabalho comentada.
São Paulo: LTr, 1999.
SADY, João José. Direito do meio ambiente do trabalho. São Paulo:
LTr, 2000.
SILVA, Luiz de Pinho Pedreira. Principiologia do direito do trabalho.
São Paulo: LTr, 1999.
SILVESTRE, Rita Maria; NASCIMENTO, Amauri Mascaro (coord.). Os
novos paradigmas do direito do trabalho: homenagem a Valentin
Carrion. São Paulo: Saraiva, 2001.
SÜSSEKIND, Arnaldo. Convenções da OIT. São Paulo: LTr, 1998.
____. Direito constitucional do trabalho. Rio de Janeiro: Renovar, 1999.
____. Direito internacional do trabalho. São Paulo: LTr, 2000.
CTB177
Sistemas de Informações Contábeis
Informação, tecnologia da informação e sistema de informação.
33
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Sistemas operacionais, sistemas de gestão e suporte a decisão.
Contabilidade dentro do Sige e do processo de gestão. Rede e
integração de sistemas. Aplicativos genéricos e tecnologias de apoio a
sistemas de informações-política e suas influências nos sistemas de
informação. Sistemas operacionais. Banco de dados, informações
estruturadas e não estruturadas.
PADOVEZE, Clóvis L. Contabilidade gerencial: um enfoque em
sistemas de informação contábil. São Paulo: Atlas, 2007.
____. Sistema de informações contábeis: fundamentos e análise. São
Paulo: Atlas, 2004.
BIO, S. R. Sistema de informação: um enfoque gerencial. São Paulo:
Atlas, 1985.
LAUDON, K. C; LAUDON, J. P. Sistemas de informação. Rio de
janeiro: LTC, 1999.
O’BRIEN, JAMES A. Sistemas de informação e as decisões gerenciais
na era da Internet. São Paulo: Saraiva, 2001.
OLIVEIRA, Edson. Contabilidade informatizada: teoria e prática. São
Paulo: Atlas, 2006.
STAIR, R. M. Princípios de sistemas de informação: uma abordagem
gerencial. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
CTB178
Auditoria I
Introdução e considerações gerais sobre auditoria. Controle interno.
Auditoria interna e externa. Normas e procedimentos de auditoria.
Papéis de trabalho. Relatório de auditoria. Planejamento de auditoria.
Auditoria governamental.
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria: um curso moderno e
completo. São Paulo: Atlas, 1996.
CREPALDI, Silvio Aparecido. Auditoria contábil: teoria e prática. São
Paulo: Atlas, 2000.
SÁ, A. Lopes de. Curso de auditoria. São Paulo: Atlas, 1998.
ATTIE, William. Auditoria: conceitos e aplicações. São Paulo: Atlas,
1998.
FRANCO, Hilário; MARRA, Ernesto. Auditoria contábil. São Paulo:
Atlas, 1995.
GIL, Antonio de Loureiro. Auditoria de negócios. São Paulo: Atlas,
2000.
____. Auditoria operacional e de gestão. São Paulo: Atlas, 2000.
CTB179
Perícia e Arbitragem
Perícia contábil. Perícia trabalhista. Arbitragem.
BRASIL. Lei n. 9.307 de 23 de setembro de 1996. Dispõe sobre
arbitragem. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília,
23 set. de 1996
Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio Grande do Sul.
Normas brasileiras de contabilidade: auditoria independente; auditoria
interna e perícia contábil. Porto Alegre: CRC/RS, 2002.
SÁ, A. Lopes de. Perícia contábil. São Paulo: Atlas, 1996.
ALBERTO, Valder Luiz Palombo. Perícia contábil. São Paulo: Atlas,
1996.
ORNELAS, Maurício Gomes de. Perícia contábil. São Paulo: Atlas,
1994.
____. Avaliação de sociedades: apuração de haveres em processos
judiciais. São Paulo: Atlas, 2001.
34
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
CTB180
Análise das Demonstrações Contábeis
Análise das demonstrações contábeis. Análise da estrutura patrimonial
e de resultados. Análise de valores circulantes. Análise da solidez
financeira. Indicadores de velocidade. Análise da liquidez dinâmica.
Análise da situação econômica. Índices técnicos do mercado de
capitais. Análise de demonstrativos contábeis.
MATARAZZO, C. Dante. Análise financeira de balanços. São Paulo:
Atlas, 2003.
PADOVEZE, Clóvis Luis; BENEDITO, Gideon Carvalho de. Análise das
demonstrações financeiras. São Paulo: Pioneira Thomson Learning,
2007.
ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e análise de balanços. São Paulo:
Atlas, 2006.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Análise de balanços. São Paulo: Atlas, 2007.
MARION, José Carlos. Análise das demonstrações contábeis. São
Paulo: Atlas, 2005.
MORANTE, Antonio Salvador. Análise das demonstrações financeiras.
São Paulo: Atlas, 2007.
NEVES, Silvério das; VICECONTI, Paulo Eduardo V. Contabilidade
avançada e análise das demonstrações financeiras. São Paulo: Frase,
2005.
CTB181
Orçamento e Contabilidade Pública II
Contabilidade pública. Escrituração. Técnica de encerramento do
exercício. Tomada e prestação de contas.
KOHAMA, Héilio. Balanços públicos: teoria e prática. São Paulo: Atlas,
2000.
PISCITELLI, R. B; TIMBÓ, M. Z. F; ROSA, M. B. Contabilidade pública:
uma abordagem da administração financeira pública. São Paulo: Atlas,
1999.
SILVA, Lino M. Contabilidade governamental: um enfoque
administrativo. São Paulo: Atlas, 2000.
ANGÉLICO, J. Contabilidade pública. São Paulo: Atlas, 1981.
KOHAMA, Héilio. Contabilidade pública: teoria e prática. São Paulo:
Atlas, 2000.
MOTA, Francisco G. L. Contabilidade aplicada à administração pública.
Brasília: Vestcon, 2002.
CTB182
Teoria Geral da Contabilidade
Origem e evolução da contabilidade. Postulados, princípios e
convenções. Normas brasileiras de contabilidade. Patrimônio e
resultado. Estudo das teorias contábeis. Pesquisa e perspectivas da
contabilidade.
IUDÍCIBUS, Sergio de. Teoria da contabilidade. São Paulo: Atlas,
1997.
LOPES de SÁ, Antonio. Teoria da contabilidade. São Paulo: Atlas,
1999.
MARION, José Carlos; IUDÍCIBUS, Sergio de. Introdução à teoria da
contabilidade: para o nível de graduação. São Paulo: Atlas, 2000.
FIPECAFI. Manual de contabilidade das sociedades por ações. São
35
complementar
Paulo: Atlas, 1995.
HENDRIKSEN, Eldon S. Teoria da contabilidade. São Paulo: Atlas,
1999.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade geral fácil. São Paulo: Saraiva,
1998.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
CTB197
Exercício Profissional em Contabilidade II
Escrituração contábil. Relatórios contábeis.
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Contabilidade intermediária. São Paulo:
Atlas, 2000.
Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras.
Manual de contabilidade das sociedades por ações: aplicável também
as demais sociedades. São Paulo: Atlas, 2000.
NEVES, Silvério das. Contabilidade básica e estrutura das
demonstrações financeiras. São Paulo: Frase, 2004.
HIGUCHI, Hiromi, HIGUCHI, Celso Hiroyuki. Imposto de renda das
empresas: interpretação e prática. São Paulo: Atlas, 2002.
MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial. São Paulo: Atlas,
2007.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade geral fácil. São Paulo: Saraiva,
2000.
____. Contabilidade comercial fácil. São Paulo: Saraiva, 2000.
Bibliografia
complementar
7° semestre
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
CTB184
Auditoria II
Auditoria no ativo circulante. Auditoria no ativo realizável a longo prazo.
Auditoria no ativo permanente. Auditoria no passivo circulante,
realizável a longo prazo e resultado de exercícios futuros. Auditoria do
patrimônio líquido. Auditoria nas contas de resultado.
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria: um curso moderno e
completo. São Paulo: Atlas, 1996.
ATTIE, William. Auditoria: conceitos e aplicações. São Paulo: Atlas,
1998.
CREPALDI, Silvio Aparecido. Auditoria contábil: teoria e prática. São
Paulo: Atlas, 2000.
SÁ, A. Lopes de. Curso de auditoria. São Paulo: Atlas, 1998.
FRANCO, Hilário; MARRA, Ernesto. Auditoria contábil. São Paulo:
Atlas, 1995.
GIL, Antonio de Loureiro. Auditoria de negócios. São Paulo: Atlas,
2000.
____. Auditoria operacional e de gestão. São Paulo: Atlas, 2000.
CTB185
Contabilidade Tributária
Contabilidade tributária. Contribuinte e responsável em relação às
pessoas jurídicas. Escrituração contábil e fiscal. Impostos e
contribuições federais I. Impostos e contribuições federais II. Principal
imposto estadual. Principal imposto municipal. Processo administrativo
fiscal.
ANCELES, Pedro Einstein dos Santos. Manual de tributos da atividade
rural. São Paulo: Atlas, 2001.
FABRETTI, Láudio Camargo. Contabilidade tributária. São Paulo:
Atlas, 2001.
OLIVEIRA, Luiz Martins et al. Contabilidade tributária. São Paulo:
36
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Atlas, 2002.
HUGUCHI, Hiromi. Imposto de renda das empresas. São Paulo: Atlas,
2002.
CTB186
Contabilidade Orçamentária
Orçamento e a administração de empresas. Orçamento de vendas.
Orçamento de produção. Orçamento do custo dos produtos vendidos.
Orçamento de despesas. Orçamento de capital. Orçamento de caixa.
Projeção da demonstração do resultado do exercício e do balanço
patrimonial. Controle orçamentário.
MOREIRA, José Carlos. Orçamento empresarial: manual de
elaboração. São Paulo: Atlas, 2002.
SANVICENTE, A. Zoratto; SANTOS, Celso C. Orçamento na
administração de empresas: planejamento e controle. São Paulo: Atlas,
2000.
WELSCH, Glenn A. Orçamento empresarial: planejamento e controle
do lucro. São Paulo: Atlas, 1983.
FREZATTI, Fábio. Orçamento empresarial: planejamento e controle
empresarial. São Paulo: Atlas, 2000.
HOJI, Masakazu. Administração financeira: uma abordagem prática.
São Paulo: Atlas, 2001.
SOBANSKI, Jaert J. Prática do orçamento empresarial: um exercício
programado. São Paulo: Atlas, 1994.
CTB187
Trabalho Final de Graduação I
Diretrizes para elaboração do trabalho final de graduação.
Planejamento da pesquisa.
SANTOS, G. L; SCHIMIDT, M. C. C; CANFIELD, J. T. (org.). Normas
de apresentação de projeto, trabalho final de graduação, monografia,
dissertação e tese. Santa Maria: Unifra, 2001.
GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. São
Paulo: Atlas, 1995.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Maria de Andrade. Técnicas de
pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragem e
técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados. 4.
ed. São Paulo: Atlas, 1999.
____. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 1985.
EDU251
Ética e Cidadania
Ética, cidadania e historicidade. Indivíduo, sociedade e Estado.
Construção da cidadania. Valor ético do trabalho e da profissão.
CAMARGO, M. Fundamentos de ética geral e profissional. Petrópolis:
Vozes, 2001.
PIRES, C. M. P. Ética e cidadania. Porto Alegre: Dacasa/Palmarinca,
1999.
VÁZQUEZ, A. S. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1969.
ARISTÓTELES. Ética a nicômanos. Brasília: UNB, 1999.
BOBBIO, N. A era dos direitos. São Paulo: Campus, 1962.
BOFF, L. Ética da vida. Brasília: Letraviva, 2000.
DIMENSTEIN, G. O cidadão de papel: a infância, a adolescência e os
direitos humanos no Brasil. São Paulo: Ática, 1994.
HERKENHOFF, J. B. Ética, educação e cidadania. Porto Alegre:
Livraria do Advogado, 2001.
37
JUNGES, J. R Bioética. São Leopoldo: Unisinos, 1999.
MARQUES, M. O. Botar a boca no mundo. Ijuí: Unijuí, 1999.
MANZINI-COVRE, M. L. O que é cidadania. São Paulo: Brasiliense,
1995.
NALINI, J. R. Ética geral e profissional. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 2001.
VALLS, Á. O que é ética. São Paulo: Brasiliense, 1986.
8° semestre
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
CTB188
Finanças Empresariais
A função financeira na empresa. Conceitos financeiros básicos.
Administração de ativos fixos e investimentos de capital. Alavancagem
e estrutura de capital. Fontes de financiamento a longo prazo.
Administração do capital de giro.
GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. São
Paulo: Harbra, 2000.
HOJI, Masakazu. Administração financeira: uma abordagem prática.
São Paulo: Atlas, 2001.
WESTON, Fred J; BRIGHAM, Eugene. Fundamentos da administração
financeira. São Paulo: Makron Books, 2000.
BRAGA, Roberto. Fundamentos e técnicas de administração
financeira. São Paulo: Atlas, 1995.
GROPPELLI, A. A; NIKBAKHT, Ehsan. Administração financeira. São
Paulo: Saraiva, 2002.
ROSS, Stephen A; WESTERFIELD, Randolf W; JORDAN, Bradford D.
Princípios de administração financeira. São Paulo: Atlas, 1998.
SANVICENTE, Antonio Zoratto. Administração financeira. São Paulo:
Atlas, 1997.
CTB189
Contabilidade Gerencial
Introdução à contabilidade gerencial. Contabilidade gerencial como
sistema de informação contábil. Gerenciamento contábil setorial.
Planejamento e controle. Contabilidade gerencial contemporânea:
métodos para manter-se competitiva. Projeto do sistema de
contabilidade gerencial e de controle: administração da mudança e dos
fatores comportamentais. Correção monetária integral. Demonstrações
contábeis em outras moedas ou com valores constantes.
ATKINSON, Antony A; BANKER, Rajiv D; KAPLAN, Robert S; YOUNG,
S. Mark, Contabilidade gerencial. São Paulo: Atlas, 2000.
IUDICIBUS, Sérgio de. Contabilidade gerencial. São Paulo: Atlas,
1998.
PADOVEZE, Clóvis Luís. Contabilidade gerencial: um enfoque em
sistema de informação contábil. São Paulo: Atlas, 2007.
Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo. Custo
como ferramenta gerencial. São Paulo: Atlas, 1995.
CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade gerencial: teoria e prática.
São Paulo: Atlas, 2004.
SANTI FILHO, Armando de; OLINQUEVITCH, José Leonidas. Análise
de balanços para controle gerencial. São Paulo: Atlas, 2004.
CTB190
Controladoria
Controladoria.
Modelo
e
gestão.
Planejamento.
Aspectos
38
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
comportamentais da avaliação de desempenho. Gestão da qualidade.
Estratégia empresarial. Gestão econômica. Mensuração do resultado
econômico. Estratégias de implementação.
FIPECAFI, Controladoria: uma abordagem da gestão econômica. São
Paulo: Atlas, 2001.
FIGUEIREDO, Sandra; CAGGIANO, Paulo C. Controladoria: teoria e
prática. São Paulo: Atlas, 2004.
NAKAGAWA, Masayuky. Introdução a controladoria. São Paulo: Atlas,
1993.
PEREZ, J. H et al. Controladoria de gestão: teoria e prática. São Paulo:
Atlas, 1997.
SCHMIDT, Paulo. Controladoria: agregando valor para empresa. Porto
Alegre: Bookman, 2002.
OLIVEIRA, Luis Martins de. Controladoria estratégica. São Paulo:
Atlas, 2002.
PADOVEZE, C. L. Controladoria básica. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2004.
PADOVEZE, C. L. Controladoria estratégica e operacional: conceitos,
estrutura, aplicação. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003.
SANTOS, Roberto Vatan dos. Controladoria: uma introdução ao
sistema de gestão econômica Gecon. São Paulo: Saraiva, 2005.
CTB191
Tópicos Especiais de Contabilidade
Entidades de interesse social. Funcionamento das entidades de
interesse social. Gestão contábil. Demonstrações contábeis. Prestação
de contas. Harmonização das normas internacionais de contabilidade.
Conversão das demonstrações contábeis em moeda estrangeira.
ARAUJO, Osório Cavalcante. Contabilidade para organizações do
terceiro setor. São Paulo: Atlas, 2005.
Conselho Federal de Contabilidade (CFC); Fundação Instituto de
Pesquisas
Contábeis, Atuarias
e Financeiras
(FIPECAFI).
Apreendendo contabilidade em moeda constante. São Paulo: Atlas,
1994.
PERES JUNIOR, José Hernandes. Conversão de demonstrações
contábeis: FASB - Financial Acconnting Standards Board, USGAAP United States Generally Accepted Accounting Principies, IASB International Accounting Standards Board, IAS - International
Accounting Standards. São Paulo: Atlas, 2005.
Comissão de Valores Mobiliarios (Brasil). Ofício Circular nº 01 de 25 de
fevereiro de 2005. Orienta sobre a elaboração de informações
contábeis
pelas
companhias
abertas.
Disponível
em
http://www.cvm.gov.br/port/atos/oficios.
FRANÇA, José Antonio de et al. Manual de procedimentos contábeis e
prestação de contas das entidades de interesse social. Brasília: CFC,
2004.
SCHIMDT, Paulo; SANTOS, José Luiz dos; FERNANDES, Luciane
Alves. Contabilidade avançada: aspectos societários e tributários. São
Paulo: Atlas, 2003.
CTB192
Exercício Profissional em Contabilidade III
Constituição societária. Situação cadastral. Situação tributária. Análise
econômico financeira. Controle interno.
ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e análise de balanços: um
enfoque econômico-financeiro, comércio e serviços, indústrias, banco
39
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Optativas
Código
Disciplina
Ementa
comerciais e múltiplos. São Paulo: Atlas, 2000.
COELHO, Fábio Ulhoa. Manual de direito comercial. São Paulo:
Saraiva, 1997.
HIGUCHI, Hiromi; HIGUCHI, Celso Hiroyuki. Imposto de renda das
empresas: interpretação e prática. São Paulo: Atlas, 2002.
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Contabilidade intermediária. São Paulo:
Atlas, 1996.
CERVO, A. L; BERVIAN, P. A. Metodologia científica. São Paulo:
Makron Boocks, 1996.
Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio Grande do Sul.
Princípios fundamentais de contabilidade e normas brasileiras de
contabilidade. Porto Alegre: CRC, 2000.
MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial. São Paulo: Atlas,
1998.
CTB193
Trabalho Final de Graduação II
Desenvolvimento, redação e apresentação do trabalho de conclusão
do curso.
SANTOS, G. L; SCHIMDT, M. C. C; CANFIELD, J. T (org.). Normas de
apresentação de projeto, trabalho final de graduação, monografia,
dissertação e tese. Santa Maria: Unifra, 2001.
Bibliografia indicada nas disciplinas ou áreas às quais se vinculam os
temas escolhidos pelos estudantes.
A indicada nas disciplinas ou áreas às quais se vinculam os temas
escolhidos pelos estudantes.
EDU250
Antropologia e Cosmovisão Franciscana
Antropologia filosófica e seu objeto de estudo. Pessoa humana numa
perspectiva histórica. Alteridade: reverência e cuidado. Cosmovisão
franciscana.
BOFF, L. Saber cuidar: ética do humano-compaixão pela terra.
Petrópolis: Vozes, 2000.
BUZZI, A. R. Introdução ao pensar: o ser, o conhecer, a linguagem.
Petrópolis: Vozes, 1990.
____. Filosofia da vida: visão franciscana. Braga: Franciscana, 2000.
ARENDT, H. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense
Universitária, 1997.
BOFF, L. O despertar da águia: o dia-bólico e o sim-bólico na
construção da realidade. Petrópolis: Vozes, 1999.
____. A águia e a galinha. Petrópolis: Vozes, 2000.
CAYOTA, M. Semeando entre brumas: utopia franciscana e
humanismo renascentista: uma alternativa para a conquista.
Petrópolis: Cepepal, 1992.
MERINO, J. A; FRESNEDA, F. M. Manual de filosofia franciscana.
Petrópolis: Vozes, 2006.
____. Humanismo franciscano: franciscanismo e mundo atual.
Petrópolis: FFB, 1999.
VAZ, H. C. L. Antropologia filosófica I. São Paulo: Loyola, 1991.
CTO
Administração de Recursos Humanos
Empresa e administração de recursos humanos. Planejamento
estratégico empresarial de recursos humanos. Planejamento
40
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
empresarial e de pessoas. Subsistemas da administração de recursos
humanos. Aspectos comportamentais da administração de recursos
humanos.
BOOG, G. G. Manual de treinamento e desenvolvimento. São Paulo:
Makron Books,1994.
PONTES, B. R. Administração de cargos e salários. São Paulo: LTR,
2000.
____. Planejamento, recrutamento e seleção de pessoal. São Paulo:
LTR, 2001.
CHIAVENATO, I. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos
humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Campus, 1999.
____. Recursos humanos. São Paulo: Atlas, 2000.
LUCENA, M. D. S. Planejamento de recursos humanos. São Paulo:
Atlas, 1995.
PONTES, B. R. Avaliação de desempenho: nova abordagem. São
Paulo: LTR, 1999.
CTO
Agronegócio: Aspectos Tributários e Contábeis
Agronegócio. Aspectos contábeis da atividade agrícola. Aspectos
contábeis da atividade pecuária. Aspectos contábeis da atividade
agroindústria. Aspectos tributários e fiscais aplicáveis à atividade rural.
Aspectos do imposto de renda pessoa física.
ANCELES, Pedro Einstein dos Santos. Manual de tributos da atividade
rural. São Paulo: Atlas, 2001.
CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade rural uma abordagem
decisorial. São Paulo: Atlas, 1998.
MARION, José Carlos. Contabilidade e controladoria em agribussiness.
São Paulo: Atlas, 1996.
____. Contabilidade rural: contabilidade agrícola, contabilidade da
pecuária e imposto de renda pessoa jurídica. São Paulo: Atlas, 2005.
FABRETTI, Láudio Camargo. Contabilidade tributária. São Paulo:
Atlas, 1996.
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 1998.
SÁ, A. Lopes de; SÁ, A. M. Lopes de. Dicionário de contabilidade. São
Paulo: Atlas, 1993.
CTO
Constituição e Tributação das Cooperativas
Sociedades cooperativas. Objeto e classificação das sociedades
cooperativas. Constituição e registro das sociedades cooperativas.
Estatuto social das cooperativas. Operacionalidade das sociedades
cooperativas. Aspectos tributários.
POLONIO, Wilson Alves. Manual das sociedades cooperativas. São
Paulo: Atlas, 2004.
PRADO, Flavio Augusto Dumont. Tributação das cooperativas.
Curitiba: Juruá, 2004.
ALVES, Francisco de Assis; MILANI, Imaculada Abenante. Sociedades
cooperativas: regime jurídico e procedimentos legais para constituição
e funcionamento. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2003.
CTO
Controladoria Avançada
Gestão econômica. Resultado econômico. Avaliação de resultados e
desempenho. Sistema de Informação. Analise econômica das
iniciativas de qualidade. Orçamento empresarial integrado. Estratégia
41
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
empresarial. Sistemas integrados de gestão.
CATELLI, Armando. Controladoria: uma abordagem da gestão
econômica. São Paulo: Atlas, 2001.
PEREZ, J. H et al. Controladoria de gestão: teoria e prática. São
Paulo: Atlas, 1997.
SCHMIDT, P. Controladoria: agregando valor para empresa. Porto
Alegre: Bookman, 2002.
FUNDAÇÃO DE PESQUISAS CONTÁBEIS, ATUARIAIS E
FINANCEIRAS. Avaliação de empresas: da mensuração contábil à
econômica. São Paulo: Atlas, 2001.
DIR
Comércio Internacional
Comércio internacional. Contratos internacionais. Sistema brasileiro de
comércio exterior. Sistema multilateral de comércio.
RODAS, João Grandino. Elementos de conexão do direito internacional
privado brasileiro relativamente às obrigações contratuais. In: RODAS,
João Grandino (coord.). Contratos internacionais. São Paulo: RT, 2002.
THORSTENSEN, Vera. OMC: As regras do comércio internacional e a
nova rodada de negociações multilaterais. São Paulo: Aduaneiras,
2003.
AMARAL JR, Alberto do (coord.). OMC e o comércio internacional. São
Paulo: Aduaneiras, 2002.
ARAUJO, Nadia de. Contratos internacionais: autonomia da vontade,
mercosul e convenções internacionais. São Paulo: Renovar, 2000.
COSTA, Lígia Maura. Manual prático da rodada Uruguai. São Paulo:
Saraiva, 1996.
PUCCI, Adriana Noemi. Arbitragem comercial nos países do mercosul.
São Paulo: LTr, 1997.
RECHSTEINER, Beat Walter. Direito internacional privado: teoria e
prática. São Paulo: Saraiva, 1998.
SANTOS, Ricardo Soares Stersi. Mercosul e arbitragem internacional
comercial: aspectos gerais e algumas possibilidades. Belo Horizonte:
Del Rey, 1998.
SEITENFUS, Ricardo. Manual das organizações internacionais. Porto
Alegre: Livraria do Advogado, 1997.
STRENGER, Irineu. Contratos internacionais do comércio. São Paulo:
RT, 1986.
____. Direito internacional privado. São Paulo: RT, 1986.
VAZQUEZ, José Lopes. Manual de exportação. São Paulo: Atlas,
2002.
VENTURA, Deisy; SEITENFUS, Ricardo. Introdução ao direito
internacional público. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 1999.
CTO
Contabilidade Ambiental
Gestão
ambiental.
Contabilização
de
eventos
ambientais.
Demonstrações contábeis. Divulgação e transparência de informações
ambientais
FERREIRA, Aracéli Cristina de Sousa. Contabilidade Ambiental: uma
informação para o desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atlas,
2006.
RIBEIRO, Maisa de Souza. Contabilidade ambiental. São Paulo:
Saraiva, 2005.
TINOCO, João Eduardo Prudêncio; KRAEMER, Maria Elisabeth
Pereira. Contabilidade e gestão ambiental. São Paulo: Atlas, 2008.
42
Bibliografia
complementar
ALBUQUERQUE, José de Lima. Gestão Ambiental e Responsabilidade
Social: conceitos, ferramentas e aplicações. São Paulo: Atlas, 2010.
BRAGA, Célia (Org.) Contabilidade ambiental: ferramenta para a
gestão da sustentabilidade. São Paulo: Atlas, 2007.
CARVALHO, Gardênia Maria Braga de. Contabilidade ambiental: teoria
e prática. Curitiba: Juruá, 2008.
FERREIRA, Aracéli Cristina de Sousa; SIQUEIRA, José Ricardo Maia
de Siqueira; GOMES, Mônica Zaidan. (Org.) Contabilidade ambiental e
relatórios sociais. São Paulo: Atlas, 2009.
FIPECAFI. Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações. 7. ed.
São Paulo: Atlas, 2007.
KROETZ, César Eduardo Stevens. Balanço Social: teoria e prática.
São Paulo: Atlas, 2000.
PAIVA, Paulo Roberto de. Contabilidade Ambiental: Evidenciação dos
gastos ambientais com transparência e focada na prevenção. São
Paulo: Atlas, 2003.
ROBLES JR, Antonio; BONELLI, Valério. Gestão da qualidade e do
meio ambiente: enfoque econômico, financeiro e patrimonial. São
Paulo: Atlas, 2006.
SILVA, Benedito Albuquerque. Contabilidade e meio ambiente. São
Paulo: Annablume/FAPESP, 2003.
SILVA, Benedito Gonçalves da. Contabilidade ambiental: sob a ótica
da contabilidade financeira. Curitiba: Juruá, 2009.
TINOCO, João Eduardo Prudêncio. Balanço social: uma abordagem da
transparência e da responsabilidade pública das organizações. São
Paulo: Atlas, 2001.
________. Balanço social e o relatório da sustentabilidade. São Paulo:
Atlas, 2010.
WEYERMÜLLER, André Rafael. Direito Ambiental e aquecimento
global. São Paulo: Atlas, 2010.
Código
Disciplina
Ementa
CTO
Economia Brasileira
Evolução da Economia brasileira. Dos anos dourados à crise
institucional. Reformas e a dívida externa. Planos de estabilização dos
anos oitenta. Anos 90: privatização, abertura.
BRESSER-PEREIRA, Luiz Carlos. Macroeconomia da estagnação:
crítica da ortodoxia convencional no Brasil pós-1994. São Paulo: 34,
2007.
GIAMBIAGI, Fabio; VILLELA André; BARROS DE CASTRO, Lavinia;
HERMANN, Jennifer. Economia brasileira contemporânea. Rio de
Janeiro: Campus, 2004.
GREMAUD, A. P.; VASCONCELLOS JR., M. A. S. R. T. Economia
brasileira contemporânea. 4. Ed. São Paulo: Atlas, 2002.
MARQUES, Rosa M.; REGO, José Márcio (orgs.). Economia brasileira.
São Paulo: Saraiva, 2003.
ABREU, Marcelo de Paiva (org.). A ordem do progresso: cem anos de
política econômica. Rio de Janeiro: Campus, 1989.
BAER, Werner. Economia brasileira. São Paulo: Nobel, 2002.
GIAMBIAGI, Fabio. Brasil, raízes do atraso: paternalismo X
produtividade. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
GONÇALVES, Reinaldo. Globalização e desnacionalização. São
Paulo: Paz e Terra, 1999.
SICSÚ, João; OREIRA, J. L.; PAULA, L. F. Agenda Brasil: políticas
econômicas para o crescimento com estabilidade de preços. São
Paulo: Manole/Konrad Adenaur Stiftung, 2003.
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
43
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
CTO
Empreendorismo
Empreendedorismo e empreendedor. Visão integrada do fenômeno do
empreendedor e do empreendedorismo. Características das novas
empresas
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando
idéias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2000.
DRUCKER, Peter F. Inovação e espírito empreendedor
(entrepreneurship):
práticas
e
princípios.
São
Paulo:
Pioneira/Thomson, 2002.
DOLABELA, Fernando. Oficina do empreendedor. São Paulo: Cultura,
1999.
WOLLHEIM, Bob; MARCONDES, Pyr. Empreender não é brincadeira.
Rio de Janeiro: Negócio, 2003.
ADM
Gerenciamento de competências
Competência organizacional. Competência individual. Processo de
formação e desenvolvimento de competências individuais e
organizacionais. Identificação das competências organizacionais.
Alinhamento entre competências organizacionais e competências
individuais. Metodologia para mapear e alinhar competências e
desempenho organizacionais.
FERNANDES; B. R. Competências desempenho organizacional: o que
está além do balanced scorecard. São Paulo: Saraiva, 2006.
HANASHIRO, D. M. M et al. Gestão do fator humano: uma visão
baseada em stakeholders. São Paulo: Saraiva, 2007.
QUINN, R. E; FAERMAN, S. R; THOMPSON, M. P; MCGRATH, M.
Competências gerenciais. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
GRAMIGNA. M. R. Modelo de competências e gestão de talentos. São
Paulo: Makron Books, 2002
LANER, A. L; JÚNIOR, J. B. C. Repensando as organizações: da
formação à participação. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004.
LEME, R. Aplicação prática de gestão de pessoas por competências:
mapeamento, treinamento, seleção, avaliação e mensuração de
resultados de treinamento. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2006.
RUAS R. L; ANTONELLO, C. S; BOFF, L. H. Aprendizagem
organizacional e competências. Porto Alegre: Bookman, 2005.
SILVA M. O. Gestão de pessoas através do sistema de competências:
estratégias, processos, desempenho e remuneração: fundamentos e
aplicação. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005.
WIND, J. Y; MAIN, J. Provocar mudanças: como as melhores
empresas estão se preparando para o século 21: a inovadora pesquisa
de Wharton School sobre o futuro gerencial. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 2002.
WOOD Jr, T; PICARELLI, V. F. Remuneração e carreira: por
habilidades e por competências: preparando a organização para a era
das empresas de conhecimento intensivo. São Paulo: Atlas, 2004.
CTO
Jogos de Empresas
Jogos de empresas. Macroambiente.
44
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
CORRÊA, H. L; CORRÊA, C. A. Administração de produção e
operações: manufatura e serviços - uma abordagem estratégica. São
Paulo: Atlas, 2007.
MAUBORGNE, R; KIM, W. Chan. A estratégia do oceano azul: como
criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante. São Paulo:
Campus, 2005.
TZU, Sun. A arte da guerra. Porto Alegre: LPM, 2000.
CTO
Língua Inglesa Instrumental
Compreensão global do texto. Compreensão dos elementos estruturais
do texto. Compreensão detalhada do texto.
ANDERSON, Neil J. Active. Skills for reading (Books 1,2,3). Boston:
Heinle & Heinle Thomson Learning, 2002.
KOCH, I. V. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 1991.
____.; TRAVAGLIA, L. C. A coerência textual. São Paulo: Contexto,
1991.
NUTTALL, Christine. Teaching reading skills: in a foreign language.
Oxford: Heinemann, 1996.
McCARTHY, M. and O’DELL, Felicity. Vocabulary in use: upper
intermediate. Cambridge: Cambridge, 1997.
MUNHOZ, Rosângela. Inglês instrumental: estratégias de leitura. São
Paulo: Textonovo, 2002.
CTO
Mercado de Capitais
Mercado financeiro e segmento mercado de capitais. Teoria dos ativos.
Escolas de análise. Montagem e seleção de carteiras. Mercado de
derivativos. Operações na prática.
ASSAF NETO, Alexandre. Mercado financeiro. São Paulo: Atlas, 2003.
GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. São
Paulo: Harbra, 1997.
PINHEIRO, Juliano Lima. Mercado de capitais: fundamentos e
técnicas. São Paulo: Atlas, 2001.
SANVICENTE, Antonio Zoratto. Mercado de capitais e estratégias de
investimento. São Paulo: Atlas, 1998.
CTO
Planilhas Eletrônicas em Informações Contábeis
Uso de planilha eletrônica em análise de balanços. Uso de planilha
eletrônica para cálculos de custos. Uso de planilha eletrônica em
perícia contábil.
ABREU, Aline Franca de; REZENDE, Denis Alcides. Tecnologia da
informação aplicada a sistemas de informações empresariais. São
Paulo: Atlas, 2006.
ARAUJO, Osório Cavalcante. Contabilidade para organizações do
terceiro setor. São Paulo: Atlas, 2005.
SANTOS, Ariovaldo dos. Demonstração do valor adicionado: como
elaborar e analisar o DVA. São Paulo: Atlas, 2003.
FRANÇA, José Antonio de. et al. Manual de procedimentos contábeis e
prestação de contas das entidades de interesse social. Brasília: CFC,
2004.
CTO
Práticas Contábeis e Fiscais Aplicadas às Atividades Imobiliárias e
45
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Condomínios
Atividade imobiliária e condomínios. Aspectos contábeis da atividade
imobiliária. Aspectos tributários e fiscais da atividade imobiliária.
Aspectos legais dos condomínios. Aspectos contábeis dos
condomínios. Aspectos fiscais e tributários dos condomínios.
HUGUCHI, H. Imposto de renda das empresas. São Paulo: IR 2005.
PANTALEÃO, M. J. Construção civil: aspectos tributários e contábeis.
Porto Alegre: Síntese,1998.
PEREIRA, C. M. S. Condomínio e incorporações: edição atualizada
segundo a legislação vigente. Rio de Janeiro: Renovar, 2001.
FABRETTI, L. C. Contabilidade tributária. São Paulo: Atlas,1996.
FIPECAF-USP. Manual de contabilidade das sociedades por ações:
aplicável também às demais sociedades. São Paulo: Atlas, 2003.
RAMOS, F. M. Incorporação imobiliária. São Paulo: Eipro,1998.
46
Anexo 2 - Infraestrutura
Espaço
Salas de aula
Sala para coordenação
e secretária
Salas de reuniões
Salões
Salas de estudo para
professores
Laboratório a
Laboratório b
Descrição dos equipamentos
Localização
Salas para aulas teóricas, com Prédio 13: salas do
mesas para estudantes e professor e andar térreo
quadro de giz
Prédio 17: salas do 5º
andar
Sala da coordenação do curso. Com Salas 220 e 218
escrivanhinha, armário, conputador, respectivamente
mesa para pequenas reuniões
Sala da secretaria (conjunta), com
dois computadores
Salas com mesas para reuniões,
Prédio 13: salas 119 e
121
Salão de Atos - Sala de Convenções Prédio 13
Sala com armário para livros, Sala 112/A do prédio
computador, mesa de apoio de 13
escrivaninha
Sala para aula em grupos, equipada Sala 205, 2º andar do
com 40 comuptadores e recursos prédio 13
áudiovisuais
Sala para aula em grupos, equipada Sala 207, 2º andar do
com 40 comuptadores e recursos prédio 13
áudiovisuais
47
Anexo 3 - Normas que disciplinam o trabalho final de graduação
Resolução n. 28/2007, de 30 de agosto de 2007, do Conselho Universitário
Dispõe sobre as normas para elaboração, desenvolvimento e apresentação
do trabalho final de graduação
Art. 1º - A elaboração, desenvolvimento e apresentação de um trabalho final de graduação
constitui exigência para a integralização curricular, colação de grau e obtenção do diploma em
todos os cursos de graduação.
Art. 2º - O trabalho final de graduação constituiu-se num trabalho acadêmico, baseado na
análise de um problema específico e elaborado de acordo com as normas do método científico.
Parágrafo único - O tema do trabalho final de graduação é de livre escolha do estudante,
desde que observada a proximidade temática com as linhas de pesquisa, de extensão ou com as
possibilidades do corpo de orientadores do curso.
Art. 3º - O trabalho final de graduação tem por objetivo estimular o desenvolvimento da
iniciação científica, avaliar os conhecimentos teóricos e técnicos essenciais às condições de
qualificação do estudante, para o seu acesso ao exercício profissional.
Art. 4º - Para a matrícula, na disciplina Trabalho Final de Graduação I e Trabalho Final de
Graduação II, o estudante deverá ter sido aprovado nas disciplinas até o semestre anterior ao da
oferta das referidas disciplinas.
Art. 5º - A orientação das atividades acadêmicas, desenvolvidas no âmbito do trabalho final
de graduação, será realizada por um professor especialmente designado para tal fim.
§ 1º - Pode orientar o desenvolvimento de trabalho final de graduação o professor que tiver
aprovação, concedida pelo Colegiado do curso, para integrar o corpo de orientadores do
respectivo curso.
§ 2º - Compete à coordenação do curso encaminhar ao Colegiado, por meio de processo
formal, a solicitação de definição do corpo de orientadores, com as respectivas temáticas.
§ 3º - Constituem critérios para composição do corpo de orientadores a produção
acadêmica, o desempenho de atividade profissional e ética na produção técnico-científica.
§ 4º - As coordenações dos cursos têm o prazo de sessenta dias, a contar da publicação
desta resolução para definir, publicar e promover ampla divulgação, junto aos estudantes, da
composição do corpo de orientadores e das respectivas temáticas.
Art. 6º - Cada professor poderá orientar, concomitantemente, até dez estudantes, contadas
as diferentes orientações acadêmicas.
Parágrafo único - Para a orientação das atividades acadêmicas desenvolvidas no âmbito
do trabalho final de graduação, cada professor tem encargo de uma hora semanal por orientando.
Art. 7º - A substituição de orientador pode ocorrer, desde que solicitada pelo estudante, por
meio de requerimento fundamentado e deve passar pela aprovação do Colegiado do curso.
Art. 8º - Na disciplina de Trabalho Final de Graduação I, verifica-se o rendimento
acadêmico por meio da avaliação do projeto de estudo correspondente e de outras atividades
previstas no plano de ensino da disciplina.
§ 1º - A avaliação do projeto de estudo fica a cargo do professor responsável pela
disciplina, ou do professor orientador, que poderá observar critérios de avaliação definidos pelo
Colegiado do curso.
§ 2º - Devido às características próprias da disciplina Trabalho Final de Graduação I, a
prestação de exame final não faz parte do processo de avaliação.
48
§ 3º - O estudante cujo desempenho não atingir média 7,0, deverá reelaborar o trabalho,
no semestre em curso, no prazo a ser definido pelo Colegiado, em parte ou em sua totalidade,
conforme atividades previstas no plano de ensino da disciplina.
§ 4º - O estudante que não cumprir o prazo concedido para a reelaboração do trabalho
final de graduação ou que, após reelaborar as atividades previstas no plano de ensino da
disciplina, não atingir média final igual ou superior a 5,0, será considerado reprovado.
Art. 9º - No início do semestre letivo correspondente à oferta da disciplina Trabalho Final
de Graduação II, a coordenação do curso, ou o órgão por ela designado, deve entregar a cada
professor orientador uma cópia do projeto de estudo dos matriculados na disciplina sob sua
orientação.
§ 1º - O estudante entregará a primeira versão do trabalho final de graduação ao seu
professor-orientador até cinco semanas antes do prazo fixado no calendário acadêmico para
término do período de aulas do semestre.
§ 2º - O professor-orientador tem o prazo de uma semana para avaliar a primeira versão
do trabalho final de graduação, fazer observações e sugestões, quando for o caso, para a
melhoria da versão definitiva.
§ 3º - O texto do trabalho final de graduação para avaliação da banca deve ser entregue
pelo professor-orientador, à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, até uma
semana antes do prazo fixado no calendário escolar para o término do período de aulas do
semestre.
§ 4º - O texto final deve ser acompanhado do formulário de solicitação de constituição de
banca examinadora, subscrito pelo professor-orientador.
§ 5º - Após a avaliação e aprovação da banca, a versão final do trabalho, observadas as
normas da ABNT, deve ser entregue à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, em
duas vias: uma impressa, sob a forma de monografia ou de artigo publicável, e outra em arquivo
eletrônico, em formato PDF, gravado em mídia digital.
Art. 10º - A verificação do rendimento acadêmico do estudante matriculado na disciplina
Trabalho Final de Graduação II é realizada por uma banca examinadora constituída pelo
orientador, como seu presidente, e por mais dois professores por ele sugeridos e designados pela
coordenação do curso, ou pelo órgão por ela delegado.
§ 1º - A indicação e a designação dos integrantes das bancas examinadoras levarão em
conta, preferentemente, a vinculação dos examinadores à temática do trabalho final de graduação
a ser avaliado.
§ 2º - É facultada participação de avaliadores de outras instituições, desde que não
implique em encargos financeiros.
Art. 11º - O Colegiado do curso pode optar em definir, como forma de avaliação do
trabalho final de graduação, a sustentação oral do trabalho desenvolvido ou pareceres individuais,
por escrito, da banca examinadora.
§ 1º - Em caso de defesa oral, o tempo de apresentação poderá ser de até trinta minutos,
prorrogáveis, a critério da banca examinadora.
§ 2º - Cada membro da banca examinadora terá o tempo de até trinta minutos para a
arguição do trabalho apresentado.
Art. 12º - O trabalho final de graduação será considerado aprovado se, pela média
aritmética das três notas atribuídas pelos integrantes da banca, o resultado for igual ou superior a
7,0, cumpridos ainda os requisitos de frequência mínima à programação feita na disciplina.
§ 1º - A coordenação do curso, ou o órgão por ela designado, com a aprovação do
respectivo colegiado, pode estabelecer critérios de avaliação a serem observados pela banca
examinadora.
§ 2º - Devido às características próprias da disciplina Trabalho Final de Graduação II, a
prestação de exame final não faz parte do processo de avaliação.
§ 3º - Após o parecer da banca, o estudante cujo desempenho não atingir média 7,0
deverá, no semestre em curso, replanejar e reexecutar, em parte ou em sua totalidade, as
atividades previstas no projeto de trabalho.
49
§ 4º - Cabe à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, definir o prazo e a
forma para a reapresentação do trabalho, que será avaliado pelos mesmos integrantes da banca
designada para a primeira avaliação.
§ 5º - O prazo, a ser definido pela coordenação do curso, observará as datas de
encerramento do semestre letivo dispostas no calendário acadêmico.
§ 6º - O estudante que, após replanejar e reexecutar as atividades previstas no projeto de
trabalho, não atingir média final igual ou superior a 5,0 será considerado reprovado.
Art. 13º - Em caso de plágio, desde que comprovado, o estudante estará sujeito ao regime
disciplinar previsto no Regimento Geral.
Parágrafo único - Constitui plágio o ato de assinar, reproduzir ou apresentar, como de
autoria própria, partes ou a totalidade de obra intelectual de qualquer natureza (texto, música,
pictórica, fotografia, audiovisual ou outra) de outrem, sem referir os créditos para o autor.
Art. 14º - O horário da orientação, nas disciplinas de Trabalho Final de Graduação I e
Trabalho Final de Graduação II, não pode coincidir com o horário das demais disciplinas em que o
estudante está matriculado.
§ 1º - Cabe ao orientador e ao estudante, de comum acordo, definirem os horários
destinados para orientação e desenvolvimento das atividades previstas no plano de ensino da
disciplina.
§ 2º - Cabe à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, estabelecer critérios e
formas de acompanhamento ou registro da frequência e das atividades desenvolvidas na
disciplina.
Art. 15º - Os direitos e deveres dos estudantes matriculados nas disciplinas de Trabalho
Final de Graduação I e Trabalho Final de Graduação II, são os mesmos estabelecidos para as
demais disciplinas, ressalvadas as disposições da presente normativa.
Art. 16º - Os casos omissos são resolvidos pelo colegiado do curso, cabendo recurso aos
colegiados superiores.
Art. 17º - Esta resolução entra em vigor nesta data, revogada a resolução n. 3/01-Consar,
de 29/03/2001, e as demais disposições em contrário.
50
Anexo 3.1 - Normas que disciplinam o trabalho final de graduação do
curso de Ciências Contábeis
Art. 1º - O presente regulamento baseia-se na resolução 28/2007, de 30 de agosto de 2007,
do Conselho Universitário, que institucionaliza e normatiza as atividades relacionadas ao Trabalho
Final de Graduação - TFG.
Art. 2º - O Trabalho Final de Graduação - TFG, constitui-se num trabalho acadêmico
individual, de cunho técnico-profissional, sob a forma de monografia, em qualquer área de
conhecimento contábil, tem enfoque interdisciplinar e é redigido em linguagem acadêmica, regese pelo presente regulamento, obedece às regras definidas no Manual de Estrutura e
Apresentação do Trabalho Final de Graduação em Ciências Contábeis e do Exercício Profissional
em Contabilidade, elaborado de acordo com as formas do método cientifico e em consonância
com as normas da ABNT.
Art. 3º - O trabalho final de graduação em Ciências Contábeis tem por finalidade estimular o
desenvolvimento da iniciação cientifica e avaliar os conhecimentos teóricos e técnicos essenciais
às condições de qualificação do estudante para o exercício profissional.
Art. 4º - A orientação das atividades acadêmicas, desenvolvidas no âmbito do trabalho final
de graduação, será realizada por um professor especialmente designado para tal fim.
§ 1º - Pode orientar o desenvolvimento de trabalho final de graduação o professor que tiver
aprovação concedida pelo Colegiado do curso, para integrar o corpo de orientadores do
respectivo curso.
§ 2º - Compete à coordenação do curso encaminhar ao Colegiado, por meio de processo
formal, a solicitação de definição do corpo de orientadores, com as respectivas temáticas.
§ 3º - Constituem critérios para a composição do corpo de orientadores a produção
acadêmica, o desempenho de atividades profissionais e a ética na produção técnico-científica.
Art. 5º - O professor orientador tem, entre outras, as seguintes atribuições:
I - frequentar as reuniões convocadas pela coordenação do curso para tratar do TFG;
II - atender semanalmente seus estudantes orientandos do TFG, em horário previamente
fixado e informado à coordenação do curso, a fim de analisar e avaliar os relatórios parciais;
III - participar das defesas para as quais estiver designado;
IV - assinar, juntamente com os demais membros da banca examinadora, as fichas de
avaliação do TFG II e as atas finais das sessões de defesa;
V - apor, na versão definitiva do TFG, a expressão “apto para defesa”;
VI - acompanhar o cumprimento das alterações propostas pela banca examinadora durante
a realização da defesa do TFG;
VIII - cumprir e fazer cumprir este regulamento.
Art. 6º - A responsabilidade pela elaboração do TFG, na forma de monografia, é
integralmente do estudante, o que não exime o professor orientador de desempenhar
adequadamente, dentro das normas definidas neste regulamento, as atribuições decorrentes da
sua atividade de orientação.
Parágrafo único - O não cumprimento do disposto neste regulamento por parte do estudante
autoriza o professor a desligar-se dos encargos de orientação, através de comunicação oficial à
coordenação do curso.
Art. 7º - O estudante, em fase de realização das disciplinas de TFG I e do TFG II tem, entre
outros, os seguintes deveres e direitos específicos:
I - escolher o professor orientador para o acompanhamento da pesquisa e orientação na
disciplina de TFG I e para a orientação da disciplina de TFG II, além disso, o aluno deve, quanto a
essa última, realizar o convite de acordo com os prazos estabelecidos neste regulamento;
51
II - na falta de professor orientador, requerer à coordenação do curso a indicação desse,
para assumir sua orientação;
III - solicitar à coordenação do curso, quando necessário, a indicação de coorientador;
IV - frequentar as reuniões previamente agendadas pelo seu orientador, segundo dias e
horários fixados, para discussão e aprimoramento de sua pesquisa, devendo justificar eventuais
faltas;
V - cumprir o calendário divulgado pela coordenação do curso para entrega de projetos,
relatórios parciais e a versão final do TFG;
VI - entregar ao professor orientador relatórios parciais mensais sobre as atividades
desenvolvidas, os quais devem conter informações precisas sobre o desenvolvimento da pesquisa
e ou extensão, até o primeiro dia útil de cada mês;
VII - entregar ao professor da disciplina de TFG I a versão final do projeto de TFG para a
avaliação, já com a ciência do professor orientador;
VIII - elaborar a versão final do TFG de acordo com o presente regulamento, as normas
estabelecidas no Manual de Estrutura e Apresentação do Trabalho Final de Graduação em
Ciências Contábeis e do Exercício Profissional em Contabilidade e as orientações de seu
orientador e da banca examinadora;
IX - entregar na secretaria do curso de Ciências Contábeis, ao final do semestre em que
estiver matriculado na disciplina de TFG I, a versão final do projeto de TFG;
X - entregar na secretaria do curso, nos prazos estabelecidos pela coordenação do curso,
em cumprimento ao calendário específico, quando estiver matriculado na disciplina de TFG II, três
cópias impressas e encadernadas em espiral, que contenham a expressão “apto para defesa”,
aposta pelo professor orientador;
XI - após a defesa, entregar o TFG com as correções exigidas pela banca examinadora, se
houver, à secretaria do curso de Ciências Contábeis, no prazo fixado pela banca, em duas vias:
uma impressa, sob forma de monografia, e outra em arquivo eletrônico, em formato PDF, gravado
em mídia digital;
XII - em qualquer fase da elaboração do projeto previsto no TFG I e da monografia prevista
no TFG II, deverá ser respeitada a legislação concernente aos direitos autorais, sob pena de
infringir o regime disciplinar previsto no Regimento Geral do Centro Universitário Franciscano;
XIII - comparecer em dia, hora e local determinado pela coordenação do curso, para
apresentar e defender a versão final de seu TFG;
XV - cumprir o presente regulamento na sua integralidade.
Art. 8º - Poderá matricular-se na disciplina de TFG I o estudante que tiver sido aprovado em
todas as disciplinas, previstas no currículo do curso, até o semestre anterior ao da oferta da
referida disciplina.
§ 1º - O não cumprimento desse requisito constitui motivo para cancelamento da matrícula
na respectiva disciplina;
§ 2º - A aprovação na disciplina de TFG I constitui-se em pré-requisito para cursar a
disciplina de TFG II.
Art. 9º - A matrícula na disciplina de TFG II possibilita ao estudante elaborar e defender seu
trabalho, conforme calendário estabelecido semestralmente pela coordenação do curso, desde
que cumpridas as demais exigências previstas no art. 7º.
Art. 10 - O estudante deve elaborar seu projeto de TFG de acordo com a resolução 28/2007,
com este regulamento e com as orientações do seu professor orientador.
Parágrafo único - A estrutura formal do projeto deve seguir os critérios técnicos
estabelecidos no Manual de Estrutura e Apresentação do Trabalho Final de Graduação em
Ciências Contábeis e do Exercício Profissional em Contabilidade, no que for aplicável, bem como
observar as regras definidas pela ABNT.
Art. 11 - O projeto do TFG deve ser entregue à secretaria do curso de Ciências Contábeis
pelos estudantes que pretendam matricular-se na disciplina de TFG II, em duas vias assinadas
pelo estudante e pelo orientador responsável e em disquete, na data previamente fixada pela
coordenação do curso.
52
Art. 12 - A verificação de rendimento acadêmico far-se-á por meio da avaliação da versão
definitiva do projeto de TFG, pelo professor responsável pela disciplina de TFG I.
Art. 13 - Aprovado o projeto do TFG, a mudança de tema só será permitida mediante a
elaboração de um novo projeto e atendidos os seguintes requisitos:
I - ocorrer dentro de um prazo não superior a 15 dias, contados da data de início do período
letivo em que o estudante matriculou-se para a disciplina de TFG II;
II - haver a aprovação do professor orientador em continuar nessa condição ou a
concordância de outro docente em substituí-lo;
III - haver a aprovação da coordenação do curso.
Parágrafo único - Pequenas mudanças que não comprometam as linhas básicas do projeto,
como ampliação ou redução da delimitação do tema, inserção ou redirecionamento da pesquisa
bibliográfica, mudança da metodologia, serão permitidas a qualquer tempo, desde que com
autorização do orientador, que mantenha sempre o tema indicado no projeto.
Art. 14 - Para a matrícula na disciplina de TFG II o estudante deverá ter obtido aprovação na
disciplina de TFG I.
Art. 15 - O estudante deverá obedecer aos prazos fixados em calendário a ser aprovado
pelo Núcleo de Pesquisa, Extensão e TFG, para a entrega ao professor orientador das versões do
Trabalho Final de Graduação.
§ 1º - A coordenação do curso divulgará o calendário na primeira semana de cada semestre
letivo o qual deverá seguir os prazos fixados pelo calendário acadêmico da Unifra;
§ 2º - O estudante deverá entregar a versão definitiva em três vias do TFG ao professor
orientador, com os mesmos elementos referidos no item I do Artigo 29, após inserção da
expressão “apto para a defesa” na primeira via pelo professor orientador, o mesmo repassará à
secretaria do curso de Ciências Contábeis, que entregará à coordenação do curso e pedirá a
designação de data para a defesa.
Art. 16 - A verificação de rendimento acadêmico do estudante da disciplina de TFG II será
feita por uma banca examinadora conforme critérios constantes no item a seguir.
Art. 17 - O TFG deverá ser elaborado sob a forma de monografia e apresentado conforme o
que segue:
I - quanto à sua estrutura formal, deve-se atentar para os critérios técnicos estabelecidos no
Manual de Estrutura e Apresentação do Trabalho Final de Graduação em Ciências Contábeis e do
Exercício Profissional em Contabilidade e nas normas da ABNT e da Unifra sobre documentação,
no que forem aplicáveis;
II - quanto ao seu conteúdo, deve-se atentar para os objetivos estabelecidos no artigo 11
deste Regulamento e a vinculação direta do seu tema com um dos ramos do conhecimento na
área contábil, e aqueles identificados pelas disciplinas ofertadas no currículo, preferencialmente
na área ênfase, e linhas de pesquisa do Curso de Ciências Contábeis da Unifra.
Parágrafo único - O TFG deve possuir no mínimo 35 e, no máximo, 70 páginas, sem
considerar anexos e apêndices.
Art. 18 - O TFG será defendido pelo estudante perante banca examinadora composta pelo
professor orientador, que a preside, e por outros dois membros, designados pela coordenação do
curso.
§ 1º - O coorientador não poderá ser membro da banca, exceto na condição de substituto do
professor orientador;
§ 2º - Podem fazer parte como membro da banca examinadora professores de outros cursos
da Unifra.
Art. 19 - A comissão examinadora somente pode executar seus trabalhos com três membros
presentes.
53
§ 1º - Ao não comparecer algum dos professores designados para a banca examinadora, o
presidente da banca deverá comunicar, por escrito, a coordenação do curso de Ciências
Contábeis;
§ 2º - Quando não houver o comparecimento do número mínimo de membros da banca
examinadora fixado neste artigo, deverá ser marcada nova data para a defesa, em que poderá ser
constituída nova banca, sem prejuízo do cumprimento da determinação do parágrafo anterior.
Art. 20 - Todos os professores do curso de Ciências Contábeis da Unifra podem ser
convocados para serem orientadores de TFG, bem como para participar das bancas
examinadoras.
Parágrafo único - Sempre que possível, deve ser mantida a equidade no número de
indicações de cada professor para compor as bancas examinadoras, a fim de evitar-se a
designação de qualquer docente para um número superior a dez comissões examinadoras por
semestre.
Art. 21 - As sessões de defesa do TFG são públicas.
Art. 22 - Não são permitidos aos membros das bancas examinadoras tornarem públicos os
conteúdos das monografias antes de suas defesas.
Art. 23 - Na defesa, o estudante terá até vinte minutos, prorrogáveis a critério da banca
examinadora, para apresentar seu trabalho e cada componente da banca examinadora terá até
dez minutos para fazer sua arguição, o estudante também dispõem de outros dez minutos para
responder aos membros examinadores.
Art. 24 - A atribuição das notas dá-se após o encerramento da etapa de arguição e obedece
ao sistema de notas individuais por examinador, bem como considera o texto escrito, a sua
exposição oral e a defesa na arguição.
§ 1º - Utiliza-se, para a atribuição das notas, ficha de avaliação individual, elaborada pela
coordenação do curso, na qual o professor apõe suas notas para cada item a ser considerado;
§ 2º - Além da atribuição das notas conforme parágrafo anterior o avaliador deverá ainda
emitir parecer sobre o trabalho, por meio da ficha específica;
§ 3º - A nota final do estudante é o resultado da média aritmética das notas atribuídas pelos
membros da comissão examinadora.
Art. 25 - O aluno que apresenta o trabalho final de graduação será considerado aprovado
se, pela media aritmética das três notas atribuídas pelos integrantes da banca, o resultado for
igual ou superior a 7,0, cumpridos ainda os requisitos de frequência mínima à programação feita
na disciplina.
§ 1º - A coordenação do curso, ou o órgão por ela designado, com a aprovação do
respectivo colegiado, pode estabelecer critérios de avaliação a serem observados pela banca
examinadora.
§ 2º - Devido às características próprias da disciplina Trabalho Final de Graduação II, a
prestação de exame final não faz parte do processo de avaliação.
§ 3º - Após o parecer da banca, o estudante cujo desempenho não atingir a media sete
deverá, no semestre em curso, replanejar e reexecutar, em parte ou em sua totalidade, as
atividades previstas no projeto de trabalho.
§ 4º - Cabe à coordenação do curso, ou órgão por ela designado, definir o prazo e a forma
para a reapresentação do trabalho, que será avaliado pelos mesmos integrantes da banca
designada para a primeira avaliação.
§ 5º - O prazo, a ser definido pela coordenação do curso, observará as datas de
encerramento do semestre letivo dispostas no calendário acadêmico.
§ 6º - O estudante que, após replanejar e reexecutar as atividades previstas no projeto de
trabalho, não atingir media final igual ou superior a 5,0 será considerado reprovado.
54
Art. 26 - O estudante que não entregar o TFG ou que não se apresentar para a sua defesa
oral, sem motivo justificado, na forma deste regulamento, está automaticamente reprovado na
disciplina de TFG II.
Parágrafo único - A justificativa do não comparecimento do estudante à defesa ou da não
entrega do trabalho se dará de forma escrita no prazo de 48 horas após as datas previstas para
os mesmos junto à secretaria do curso que repassará ao Coordenador do Curso.
Art. 27 - Os direitos e deveres dos estudantes matriculados nas disciplinas de Trabalho Final
de Graduação I e Trabalho Final de Graduação II, são os mesmos estabelecidos para as demais
disciplinas, ressalvadas as disposições do presente regulamento.
Art. 28 - A frequência mínima será de 75% relativamente às orientações diretas, de acordo
com o cronograma de horário elaborado pelo professor orientador.
Parágrafo único - O controle correspondente à carga horária da disciplina, sem supervisão
docente direta, será feito com base na execução das tarefas atribuídas pelo professor orientador
ao estudante.
Art. 29 - Este regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelos órgãos
competentes na estrutura da Unifra e revoga todas as demais disposições existentes sobre a
matéria no âmbito do curso de Ciências Contábeis.
Art. 30 - Os casos omissos neste regulamento deverão ser resolvidos pelo Colegiado do
curso de Ciências Contábeis e cabe recurso às instâncias superiores.
Aprovado pelo Colegiado do curso de Ciências Contábeis, em reunião realizada no dia 20
de novembro de 2007.
55
Anexo 4 - Normas que disciplinam o funcionamento dos estágios
Apresentação
O exercício profissional em contabilidade é desenvolvido em três etapas distintas de 51
horas cada uma, com a seguinte divisão programática:
a) escrituração fiscal e trabalhista;
b) escrituração contábil e relatórios contábeis;
c) procedimentos contábeis avançados.
Os estágios são desenvolvidos em empresas conveniadas sob a orientação de professores
e têm como suporte técnico os Laboratórios de Informática localizados nas Salas 205 e 207 do
Prédio 13, onde estão instalados softwares específicos de escrituração contábil e de análise de
demonstrações contábeis.
Exercício profissional em contabilidade
Artigo 1º - O estágio supervisionado, no curso de Ciências Contábeis, é denominado
Exercício Profissional em Contabilidade e compreende as atividades práticas contábeis do curso.
Artigo 2º - A carga horária do exercício profissional compõe-se de 153 horas aula,
distribuídos em três etapas:
Semestre
4º
6º
8º
Código
CTB196
CTB197
CTB192
Disciplina
Exercício Profissional em Contabilidade I
Exercício Profissional em Contabilidade II
Exercício Profissional em Contabilidade III
Horas
51h
51h
51h
Objetivos
Artigo 3º - O Exercício Profissional em Contabilidade objetiva:
a) preparar e orientar o estudante do curso de Ciências Contábeis para desenvolver as
atividades práticas estreitamente articuladas com o curso, sob a orientação docente e com
intercâmbio permanente que possibilite a efetiva formação profissional;
b) proporcionar ao estudante contato direto com a realidade da profissão, promovendo a
integração entre a teoria e a prática dos conhecimentos, habilidades e técnicas desenvolvidas no
currículo do curso de Ciências Contábeis;
c) proporcionar situações de aprendizagem em que o estudante possa interagir com a
realidade de trabalho e reconstruir o conhecimento pela reflexão prática;
d) atenuar o impacto da passagem da vida acadêmica para o mercado de trabalho, preparar
profissionais competentes, capazes de assumir com ética, integridade e responsabilidade suas
funções por meio de vivências e conhecimento do funcionamento das organizações.
Campos de realização do exercício profissional
Artigo 4º - O exercício profissional poderá ser realizado em qualquer tipo de organização
privada, desde que a mesma ofereça oportunidades e condições para as práticas exigidas no
respectivo programa de cada exercício profissional.
Parágrafo Único - É condição para a realização do exercício profissional que a organização
escolhida pelo estudante seja conveniada com a instituição.
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Atribuições do professor orientador
Artigo 5º - O professor orientador, a ser designado pelo coordenador do curso de Ciências
Contábeis, será o responsável por cada uma das disciplinas de Exercício Profissional I, II e III.
São atribuições do professor orientador:
a) cumprir as obrigações inerentes à disciplina, como plano de ensino, controle de
frequência, cronograma, controle e aplicação das avaliações;
b) auxiliar e orientar o estudante na escolha do material técnico e bibliográfico necessários à
execução do trabalho;
c) estabelecer contatos periódicos de acompanhamento dos estudantes, conforme horários
determinados no cronograma;
d) acompanhar e orientar as atividades do exercício profissional;
e) acompanhar, sugerir alterações e avaliar o projeto e o relatório do exercício profissional;
f) encaminhar os projetos e relatórios finais para a Coordenação de Pesquisa e Extensão do
curso de Ciências Contábeis.
Atribuições do responsável técnico da organização
Artigo 6º - Todas as organizações conveniadas e aptas à realização do exercício profissional
deverão ter um responsável técnico que será a ligação entre a organização e o estudante. O
responsável técnico deverá ser o contabilista da organização. São atribuições:
a) situar o estudante dentro da organização e informá-lo sobre o funcionamento das normas
internas, sempre antes do início das atividades;
b) auxiliar o estudante no desenvolvimento do trabalho a que se propõe e na busca de
soluções de eventuais dificuldades;
c) informar ao professor orientador sobre o andamento do trabalho e problemas ocorridos
durante o estágio;
d) preencher a ficha de avaliação do responsável técnico conforme.
Atribuições dos estudantes matriculados na disciplina
Exercício Profissional em Contabilidade
Artigo 7º - São atribuições dos estudantes matriculados no exercício profissional:
a) proceder à busca e a escolha da organização onde serão realizadas as atividades objeto
do estágio;
b) providenciar junto à secretaria do curso de Ciências Contábeis o Convênio da
organização com a Instituição, caso ainda não o possua;
c) providenciar o termo de compromisso no prazo máximo de 30 dias, a contar da data de
início do semestre letivo e apresentar ao professor orientador;
d) ser assíduo e pontual às atividades do exercício profissional, bem como observar as
normas estabelecidas pela organização onde está a elaborar o trabalho;
e) buscar materiais técnico e bibliográfico complementares ao aprimoramento das
atividades do exercício profissional;
f) comparecer aos encontros definidos pelo professor orientador no cronograma de
atividades e preencher a ficha de controle dos encontros quinzenais, com submissão ao visto do
professor orientador;
g) manter ética profissional, comprometimento e interação com o ambiente profissional;
h) preencher a ficha de autoavaliação do estudante conforme modelo;
i) entregar o relatório final e o projeto, no prazo estipulado, devidamente corrigidos e
encadernados nesta ordem, assim como uma cópia e CD-Room.
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Conteúdo programático
Artigo 8º - São conteúdos programáticos das disciplinas Exercício Profissional em
Contabilidade I, II e III:
Exercício Profissional em Contabilidade I - CTB 196
Unidade 1 - Rotinas departamento fiscal
1.1) Acompanhamento do preenchimento de notas fiscais
1.2) Acompanhamento da escrituração dos livros fiscais
1.2.1) Registro de entradas
1.2.2) Registro de saídas
1.2.3) Apuração de ICMS
1.2.4) Apuração de IPI
1.2.5) Registro do Issqn
1.2.6) Registro de inventário
1.3) Acompanhamento e preparação das guias de pagamento de tributos e contribuições
(PIS, Cofins, Issqn, ICMS, IPI, Simples, IRPJ e CSLL)
1.4) Preparação das guias informativas
1.4.1) GIA
1.4.2) GIS
1.4.3) GIA Modelo B
1.5) Preparação da DCTF e Dacon
Unidade 2 - Rotinas departamento pessoal
2.1) Identificação dos documentos necessários para a admissão de funcionários, e demais
aspectos inerentes à admissão
2.2) Elaboração de uma folha de pagamento, observando a legislação vigente
2.3) Elaboração de lançamentos contábeis da folha de pagamento
Exercício Profissional em Contabilidade II - CTB 197
Unidade 1 - Escrituração contábil
1.1) Acompanhamento dos lançamentos contábeis de caixa
1.2) Acompanhamento dos lançamentos contábeis de bancos
1.3) Acompanhamento dos lançamentos contábeis de extracaixa
1.4) Acompanhamento do levantamento dos livros contábeis diário e razão
Unidade 2 - Relatórios contábeis
2.1) Acompanhamento do levantamento dos relatórios contábeis, disponíveis no estágio
2.1.1) Balancete de verificação
2.1.2) Balanço patrimonial
2.1.3) Demonstração do resultado do exercício
2.1.4) Demonstração de lucros ou prejuízos acumulados
2.1.5) Demonstração das mutações do patrimônio líquido
2.1.6) Demonstração das origens e aplicações de recursos
2.1.7) Fluxo de caixa
2.1.8) Outros relatórios gerenciais
Exercício Profissional em Contabilidade III - CTB 192
Unidade 1 - Constituição societária
1.1) Forma jurídica
1.2) Análise da constituição da organização
Unidade 2 - Situação cadastral
2.1) Análise cadastral nos órgãos municipais
2.2) Análise cadastral nos órgãos estaduais
2.3) Análise cadastral nos órgãos federais
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Unidade 3 - Situação tributária
3.1) Formas de tributação
3.2) Opção atual da entidade
3.3) Análise comparativa das formas de tributação
Unidade 4 - Análise econômico-financeira
4.1) Análise vertical e horizontal
4.2) Análise por meio de índices
4.3) Relatório de análise
Unidade 5 - Controle interno
5.1) Análise do controle contábil
5.2) Análise do controle administrativo
5.3) Comparação com os princípios de controle interno
Normas de elaboração do projeto e relatório
Artigo 9º - A cada disciplina do Exercício Profissional, o estudante deverá elaborar um
projeto e um relatório do exercício profissional, que deverá obedecer às orientações para a
elaboração e apresentação de projetos de pesquisa, monografias e dissertações, e também as
regras previstas neste regulamento.
Artigo 10 - O projeto deverá ser elaborado no início de cada disciplina, devendo ser
apresentado ao professor orientador, com atenção para o que foi definido no plano de ensino da
disciplina. A apresentação somente poderá ser realizada após o estudante cumprir com o que
determina o artigo 7º letra “b” do presente regulamento.
Parágrafo primeiro - O projeto deve ser escrito em português, com espaçamento entre linha
de 1,5, em apenas uma face do papel, formato A4, fonte times new roman, tamanho 12, texto
justificado, com margens superior e esquerda de 3 cm e margens inferior e direita de 2 cm, com
parágrafo padrão (1,25) e cada item da estrutura do projeto deve ser apresentado em nova folha e
possuir no mínimo sete páginas de texto escrito. O estudante deverá observar as normas gerais
metodológicas contidas nos itens 1, 2 e 4 do Manual de Estrutura e Apresentação do TFG e EPC
I, II e III.
Parágrafo segundo - As citações, notas de rodapé e referências bibliográficas, deverão
utilizar espaçamento entre linhas simples. Sendo que, ao final do trabalho, deve ser observado o
espaço duplo entre uma referência bibliográfica e outra.
Parágrafo terceiro - As citações em bloco, notas de rodapé e a numeração das páginas,
deverão utilizar a fonte 10. Vale lembrar que as citações em bloco observarão um recuo à
esquerda de 4 cm.
Artigo 11 - O relatório do exercício profissional deverá ser entregue ao final do semestre de
cada disciplina, com atenção para o que foi definido no plano de ensino e neste regulamento.
Parágrafo primeiro - O relatório deve ser escrito em português, com espaçamento entre
linha de 1,5, em apenas uma face do papel, formato A4, fonte times new roman, tamanho 12,
texto justificado, com margens superior e esquerda de 3 cm e margens inferior e direita de 2 cm,
com parágrafo padrão (1,25) e cada item da estrutura do projeto deve ser apresentado em folhas
separadas, deve possuir no mínimo 15 (quinze) e no máximo 50 (cinquenta) páginas de texto
escrito. O estudante deverá observar as normas gerais metodológicas contidas nos itens 1, 2 e 4
do Manual de Estrutura e Apresentação do TFG e EPC I, II e III.
Parágrafo Segundo - As citações, notas de rodapé e referências bibliográficas, deverão
utilizar espaçamento entre linhas simples. Sendo que, ao final do trabalho, deve ser observado o
espaço duplo entre uma referência bibliográfica e outra.
Parágrafo Terceiro - As citações em bloco, notas de rodapé e a numeração das páginas,
deverão utilizar a fonte 10. Vale lembrar que as citações em bloco observarão um recuo à
esquerda de 4 cm.
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Critérios de avaliação
Artigo 12 - Os estudantes matriculados nas disciplinas do Exercício Profissional serão
avaliados constantemente por meio dos encontros com o professor orientador, no mínimo
quinzenais, definidos no cronograma de trabalho. Nesses encontros os estudantes deverão relatar
por escrito o andamento do trabalho, de modo a possibilitar ao professor a orientação necessária
para atingir o objetivo desejado. Farão parte dos referidos relatos os conteúdos programáticos
previstos por disciplina no artigo 8º.
Parágrafo único - Os encontros previstos no caput deste artigo são registrados em ficha
específica.
Artigo 13 - Será considerado aprovado o estudante que obtiver a média igual ou superior a
7,0. Para a composição desta média, serão adotados os critérios de avaliação previstos no plano
de ensino da disciplina.
Artigo 14 - Como instrumentos de avaliação podem ser utilizados relatórios de
acompanhamento do professor-supervisor, do profissional responsável na instituição onde o
estudante realiza o estágio e o relatório do estagiário.
Parágrafo 1º - Dadas as características próprias do estágio curricular, a prestação de exame
final não faz parte do processo de avaliação.
Parágrafo 2º - Em caso de reprovação caberá ao estudante reformular e aplicar,
integralmente, o projeto de estágio.
Das disposições finais
Artigo 15 - Os casos omissos neste regulamento deverão ser resolvidos pelo Colegiado do
curso de Ciências Contábeis.
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Anexo 5 - Normas que disciplinam o registro de atividades curriculares
complementares
Resolução n. 27/2007, de 30 de agosto de 2007, do Conselho
Universitário
Dispõe sobre o registro de atividades curriculares complementares
nos cursos de graduação
Art. 1º - Os currículos plenos dos cursos de graduação são constituídos por disciplinas
obrigatórias e por atividades curriculares complementares.
Art. 2º - As atividades curriculares complementares objetivam oferecer espaço, na dinâmica
curricular, a conteúdos disciplinares; temas do cotidiano; atividades teórico-práticas, ligadas à
atualidade e geradas pelo avanço do conhecimento em estudo, que não tenham sido
contempladas no currículo do curso.
Art. 3º - As atividades curriculares complementares são mecanismos que concorrem para
assegurar a atualização permanente e a flexibilidade curricular, preconizadas pelas diretrizes
curriculares para os cursos de graduação.
Art. 4º - A carga horária destinada às atividades curriculares complementares é definida no
projeto pedagógico de cada curso, observado o disposto nas diretrizes curriculares nacionais.
Parágrafo único - A total integralização da carga horária das atividades curriculares
complementares é requisito para a colação de grau e obtenção do diploma.
Art. 5º - As atividades curriculares complementares abrangem as atividades
correspondentes à participação em cursos, congressos, seminários, palestras, jornadas,
conferências, simpósios, viagens de estudo, encontros, projetos de pesquisa ou de extensão,
atividades científicas, artísticas, culturais, de integração ou qualificação profissional, monitoria,
tutoria, publicação e apresentação de trabalhos acadêmicos, estágios não obrigatórios ou outras
atividades definidas pelos colegiados dos cursos.
Parágrafo único - Consideradas as especificidades de cada curso, compete ao Colegiado
definir a carga horária a ser atribuída a cada modalidade de atividade curricular complementar.
Art. 6º - A atribuição de carga horária, para as atividades referidas no caput do art. 5º desta
resolução, deve ser solicitada pelo estudante por meio eletrônico e mediante o pagamento de
taxa, no prazo estabelecido no calendário acadêmico.
§ 1º - Compete ao Colegiado estabelecer critérios para determinar o número de créditos a
serem atribuídos às atividades curriculares complementares.
§ 2º - Compete à coordenação do curso analisar as atividades requeridas pelo estudante e,
se for o caso, validar o registro.
§ 3º - Poderá ser requerida atribuição de carga horária para atividades realizadas pelo
estudante a partir do semestre de ingresso no respectivo curso no Centro Universitário
Franciscano.
Art. 7º - As atividades curriculares complementares não serão aproveitadas para a
concessão de dispensa de disciplinas obrigatórias do currículo de vinculação do estudante.
Art. 8º - Os casos omissos são resolvidos pela Pró-Reitoria de Graduação.
Art. 9º - Esta resolução entra em vigor nesta data, revogada a resolução n. 6/03, de 4 de
setembro de 2003 e as demais disposições em contrário.
61
Relação dos créditos contabilizados em atividades curriculares complementares do
curso de ciências contábeis
Atividade
Carga horária
mínima
Participação em Eventos, Simpósios, Congressos,
Horas do
Seminários, Encontros, Jornadas e Viagens de Estudo,
Certificado
da Instituição e fora da mesma. Eventos nacionais
acrescentar 100%, nos eventos regionais acrescentar
50% e nos eventos locais acrescentar 25% sobre as
horas do Certificado.
Bolsa de Monitoria
68h
Bolsa de tutoria
68h
Atividades extracurriculares:
a) áreas afins: compreendidas por estágios
68h
devidamente formalizados
Carga horária
máxima
250h
272h
80h
340h
b) contabilidade: compreendidas por estágio ou
trabalhos em contabilidade devidamente comprovados
85h
425h
Participação em Projeto de Pesquisa. Por projeto
Participação em Projeto de Extensão. Por projeto
Participação em Projeto de Iniciação Cientifica. Por
projeto
Apresentação de trabalhos em Eventos Científicos. Por
trabalho.
Publicação de Trabalhos Científicos ou Artigos em
Revista Cientifica e Anais de eventos científicos.
Participação como aluno em cursos de extensão ou de
atualização na área educacional, na área técnica de
contabilidade ou áreas afins.
Total de horas de ACCs a cumprir
Atualizado em 06/04/2011
68h
68h
68h
204h
204h
204h
20h
34h
Horas do
Certificado
200h
493h
62
Anexo 6 - Regimento do colegiado do curso
Capítulo I
Da natureza e da constituição do colegiado
Art. 1º - O Colegiado de Curso é o órgão integrador e deliberativo do curso e tem a seguinte
composição:
I - o coordenador do curso, como seu presidente;
II - três docentes do curso, eleitos por seus pares;
III - um representante do corpo discente do curso, designado pelo respectivo diretório
estudante.
Parágrafo único - É de dois anos o mandato dos membros a que se refere o inciso II e de
um ano, do representante a que se refere o inciso III.
Capítulo II
Da competência do colegiado
Art. 2º - Compete ao Colegiado de Curso:
I - propor iniciativas vinculadas à inovação do ensino, à atualização do curso/programa e à
integração do mesmo com as demais atividades;
II - apreciar e aprovar o plano de ação do curso para cada período letivo;
III - apreciar e aprovar o projeto pedagógico do curso;
IV - aprovar o regulamento do estágio curricular do curso;
V - apreciar e propor ao Conselho de Área a alteração curricular do curso;
VI - definir critérios para aproveitamento de estudos, adaptações e transferência de
estudantes;
VII - promover a autoavaliação e propor iniciativas de intervenção em vista do
aperfeiçoamento do curso.
Capítulo III
Do presidente
Art. 3º - O Colegiado de Curso será presidido pelo coordenador do curso e, na sua ausência
ou impedimento, pelo docente mais antigo no magistério do Centro Universitário, com formação
ou titulação na área específica.
Art. 4º - Compete ao presidente, além de outras atribuições contidas neste regulamento:
I - convocar reuniões ordinárias e extraordinárias;
II - presidir os trabalhos do colegiado e organizar a pauta das sessões plenárias e a
respectiva ordem do dia;
III - orientar a distribuição de trabalhos e processos entre os membros do colegiado;
IV - dirigir os trabalhos, conceder a palavra aos membros do colegiado e coordenar os
debates e neles intervir para esclarecimentos;
V - exercer, no colegiado, o direito de voto e, nos casos de empate, o voto de qualidade;
VI - registrar em ata e comunicar as decisões, quando pertinente, ao colegiado de cursos da
respectiva área ou aos órgãos de apoio da Instituição.
VII - cumprir e fazer cumprir as decisões do colegiado;
VIII - exercer a representação do colegiado.
Capítulo IV
Das sessões
Art. 5º - O Colegiado de Curso reunir-se-à por convocação do presidente, com a indicação
precisa da matéria a tratar.
63
Art. 6º - As sessões do Colegiado de Curso serão instaladas e só funcionarão com a
presença da maioria absoluta dos membros, que é o número legal para deliberação e votação.
Parágrafo único – Com a presença do número legal dos membros da banca e declarada
aberta a sessão, proceder-se-á a discussão e votação da ata da sessão anterior, após passar-seá à expediente ordem do dia e às comunicações.
Art. 7º - A convocação para as sessões será feita com a assinatura do presidente por
circular ou por correio eletrônico, com o recebimento acusado, que contenha a pauta da sessão e
a ata da última sessão, com a antecedência mínima de 48 horas.
Capítulo V
Dos atos do colegiado
Art. 8º - As decisões do Colegiado de Curso tomarão forma de parecer.
Art. 9º - As decisões do colegiado, sob a forma de parecer, serão assinadas pelo presidente.
Art. 10 - Das decisões do Colegiado de Curso cabe recurso ao Conselho da Área respectiva,
ressalvados os casos de estrita arguição de ilegalidade, que podem ser encaminhadas ao
Conselho Universitário.
Capítulo VI
Das disposições gerais
Art. 11 - Os casos omissos serão resolvidos pelo colegiado sob a forma de parecer interno.
Art. 12 - o presente regulamento poderá ser reformado, total ou parcialmente, pelo voto
favorável da maioria absoluta dos membros do colegiado.
64
Anexo 7 - Regimento do Núcleo Docente Estruturante (NDE)
Art. 1º - O Núcleo Docente Estruturante de cada Curso de Graduação é responsável pela
elaboração, implementação, avaliação e desenvolvimento do respectivo Projeto Pedagógico.
Art. 2º - O Núcleo Docente Estruturante será composto por docentes indicados pelo
Colegiado do Curso, sendo constituído de no mínimo cinco professores pertencentes ao corpo
docente do curso, tendo o Coordenador do Curso como Presidente.
Art. 3º - Os membros do Núcleo Docente Estruturante indicados pelo Colegiado do Curso
serão nomeados por portaria da Reitora para um mandato de 2 (dois) anos, podendo haver
recondução.
Art. 4º - O Núcleo Docente Estruturante deve atender aos seguintes critérios:
I.
possuir experiência docente na Instituição, ter liderança acadêmica evidenciada
pela produção de conhecimento na área, no âmbito do ensino e atuar no
desenvolvimento do curso;
II.
ter, pelo menos, 60% de seus membros com titulação acadêmica obtida em
programas de Pós-graduação Stricto Sensu;
III.
ter, pelo menos, 80% do total de membros com o título de doutor para o curso de
Direito e 60% para os demais cursos;
IV.
ter todos os membros em regime de tempo parcial ou integral, sendo, pelo menos,
20% em tempo integral.
Art. 5º - O Núcleo Docente Estruturante, de caráter consultivo, propositivo e executivo em
matéria acadêmica relacionada ao curso, tem as seguintes atribuições:
I.
assessorar a Coordenação do Curso e o respectivo Colegiado no processo de
concepção, atualização e consolidação do Projeto Pedagógico;
II.
estabelecer a concepção e o perfil profissional do egresso do curso;
III.
avaliar e atualizar o Projeto Pedagógico do Curso;
IV.
responsabilizar-se pela atualização curricular, submetendo-a à aprovação do
Colegiado de Curso, sempre que necessário;
V.
responsabilizar-se pela avaliação do curso, análise e divulgação dos resultados em
consonância com os critérios definidos pela Comissão Própria de Avaliação (CPA)
e pelo Colegiado do Curso;
VI.
analisar, avaliar e propor a atualização dos programas de ensino das disciplinas e
sua articulação com o Projeto Pedagógico do Curso;
VII.
propor iniciativas para a inovação do ensino;
VIII.
zelar pela integração curricular interdisciplinar das diferentes atividades do
currículo;
IX.
definir e acompanhar a implementação das linhas de pesquisa e de extensão;
X.
acompanhar a adequação e a qualidade dos trabalhos finais de graduação e do
estágio curricular supervisionado;
XI.
zelar pelo cumprimento das diretrizes institucionais para o ensino de graduação e
das diretrizes curriculares nacionais do curso.
Parágrafo único - As proposições do Núcleo Docente Estruturante serão submetidas à
apreciação e deliberação do Colegiado do Curso.
Art. 6º - O Núcleo Docente Estruturante reunir-se-á por convocação de iniciativa de seu
presidente ou pela maioria de seus membros.
Art. 7º - No prazo de 60 dias, a partir da data de aprovação da presente Resolução pelo
Conselho Universitário, o Núcleo Docente Estruturante de todos os Cursos de Graduação deverá
estar implementado.
Art. 8º - Os casos omissos serão resolvidos em primeira instância pela Pró-reitoria de
Graduação e em segunda instância pela Câmara de Ensino de Graduação.
65
Anexo 8 - Projeto de autoavaliação
1) Apresentação
A avaliação institucional, como ferramenta de auxílio à administração das instituições
educacionais que buscam a melhoria da qualidade de ensino, é um processo que prima
pela análise e reflexão sobre as ações de cunho administrativas e pedagógicas.
Assim, o processo de avaliação institucional que tem por objetivo investigar, diagnosticar
e fornecer dados para a tomada de decisão em relação aos resultados obtidos sobre o
ensino, pesquisa, extensão e gestão.
2) Concepção
A autoavaliação do curso se apresenta como um processo que possibilita conhecer as
potencialidades e as fragilidades do curso, com o objetivo de buscar permanentemente a
sua qualidade.
A avaliação é um processo necessário não só para reconhecer limites e identificar
potencialidades, como também para identificar a posição do curso no contexto da
instituição e destaca seus pontos positivos, que poderão permitir o acumulo de
conhecimentos, para auxiliar nas decisões academico-administrativas.
3) Justificativa
A partir dos resultados gerados pela autoavaliação, pelas avaliações externas feitas
pelas comissões de especialistas e, também, pelo resultado do Exame Nacional do
Desempenho do Estudante, a implantação da autoavaliação no curso de Ciências
Contábeis justifica-se como elemento necessário para implementar ações que permitem
fazer ajustes e criar novas estratégias, a fim de instaurar a renovação permanente da
qualidade acadêmica e da gestão do curso.
4) Objetivos
Desenvolver um processo de autoavaliação, para a análise e reflexão das atividades
desenvolvidas pela comunidade acadêmica do curso, com o intuito de aprimorar as
funções de ensino, pesquisa, extensão e gestão.
5) Metodologia
O processo de autoavaliação do curso de Ciências Contábeis requer uma metodologia
que envolva reflexão individual e coletiva de seus participantes, na busca de dados
necessários à realização de uma análise criteriosa de sua realidade.
Os instrumentos a serem utilizados no processo de autoavaliação são: questionários,
entrevistas com estudantes e professores, depoimentos de professores, estudantes e
equipe técnico-administrativa e reuniões conjuntas. É importante ressaltar que essa
análise envolverá também os dados diagnosticados e fornecidos pela Comissão Própria
de Avaliação.
A implementação e o acompanhamento do processo de autoavaliação do curso será
acompanhado pelo coordenador do curso e por representantes do corpo docente e
discente.
Procedimentos de coleta de dados:
Para utilização dos instrumentos de coleta de dados já citados, serão realizados os
seguintes procedimentos:
a) Questionários aplicados à:
- estudantes do curso para avaliação do desempenho dos professores em sala de aula;
- estudantes concluintes de estágios e TFG’s, a fim de avaliar a atuação dos professores
66
como orientadores;
- estudantes formandos para avaliação geral do curso e da Instituição;
- empresas que recebem estagiários do curso, para avaliação do desempenho do
estudante como estagiário e do curso como gestor dos estágios;
b) Entrevistas não estruturadas: serão realizadas por meio de diálogos com estudantes,
professores e técnicos administrativos. Sabe-se que o diálogo, embora não se
caracterize como um processo estruturado de entrevistas, é uma fonte importante de
informações em qualquer âmbito gerencial e não pode ser desprezado como instrumento
auxiliar, na busca de subsídios que reforcem o processo de avaliação.
c) Depoimentos de professores em reuniões para a avaliação conjunta de pontos
específicos, que envolvem os três principais segmentos: corpo docente, discente e
técnico-administrativo.
d) Reuniões com professores para avaliação do curso: serão reunidos os professores
das disciplinas por semestre, para, em conjunto, avaliarem cada semestre do curso, com
o objetivo de que todos conheçam a visão de cada colega sobre a mesma turma.
Nessas reuniões também são utilizados instrumentos de coleta de dados, elaborados
especialmente para este fim, com vistas a obter informações sobre os seguintes itens:
consulta à bibliografia; realização trabalhos; solução de dúvidas em sala de aula;
frequência às aulas; pontualidade; respeito ao professor e aos colegas; interesse;
motivação; relação teoria versus prática.
e) Reuniões pedagógicas do curso, com todos os professores, com o propósito de
realizar o acompanhamento e monitoramento das atividades desenvolvidas durante o
semestre, bem como propiciar correções que se façam necessárias no decorrer do ano.
Nessas reuniões serão analisados os resultados do Enade e de avaliações externas.
Com a intenção de gerar evidências do desempenho do curso nas dimensões
estabelecidas pelos Sinaes, a autoavaliação estará centrada nos seguintes indicadores:
- articulação da gestão do curso com a gestão institucional;
- implementação das políticas institucionais constantes no PPI, no âmbito do curso;
- coerência do currículo com os objetivos do curso e com as diretrizes curriculares
nacionais;
- adequação da metodologia de ensino à concepção do curso;
- inter-relação das unidades de estudo na concepção e execução do currículo;
- coerência dos recursos materiais específicos dos cursos com a proposta curricular;
estratégias de flexibilização curricular; avaliação dos processos de ensino e de
aprendizagem com a concepção do curso;
- articulação da autoavaliação do curso com a autoavaliação institucional;
implementação das políticas de capacitação no âmbito do curso; adequação do acervo à
proposta do curso; ações de responsabilidade social;
- ações acadêmico-administrativas em função dos resultados da autoavaliação do curso;
- ações acadêmico-administrativas em função dos resultados das avaliações do MEC;
- articulação entre os resultados das avaliações externas e os da autoavaliação do
curso; Enade.
67
Download

Projeto pedagógico do curso de Ciências Contábeis