COOPERATIVA PILKINGTON Demonstrações Contábeis Referente ao semestre e exercício findo em 31 de dezembro de 2010 e de 2009 e Relatório de Auditoria Confederação Nacional de Auditoria Cooperativa - Cnac São Paulo, 07 de Março de 2011 À Administração e Cooperados da Cooperativa de Crédito Mútuo dos Empregados da Pilkington do Brasil Caçapava - SP Prezados Senhores: Como resultado de nossos trabalhos de auditoria das demonstrações contábeis para o semestre e exercício findo em 31 de dezembro de 2010, seguem o relatório de auditoria com as respectivas demonstrações contábeis auditadas e notas explicativas. Permanecemos à disposição de V.Sas. para quaisquer esclarecimentos que se fizerem necessários. Atenciosamente, Renata Souza Velozo CRC 1SP223688/O-2 CNAI 1783 Confederação Nacional de Auditoria Cooperativa - Cnac Rua General Jardim, 703 – 2º andar – São Paulo – SP - CEP: 01223-011 Fone/Fax: (11)3255-9750 CNPJ: 09.140.486/0001-38 SUMÁRIO RELATÓRIO DE AUDITORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1 BALANÇOS PATRIMONIAIS 3 DEMONSTRAÇÕES DE SOBRAS OU PERDAS 5 DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔMIO LÍQUIDO 6 DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA 7 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 8 Confederação Nacional de Auditoria Cooperativa - Cnac Rua General Jardim, 703 – 2º andar – São Paulo – SP - CEP: 01223-011 Fone/Fax: (11)3255-9750 CNPJ: 09.140.486/0001-38 RELATÓRIO DE AUDITORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS À Administração e Cooperados da Cooperativa de Crédito Mútuo dos Empregados da Pilkington do Brasil Caçapava - SP Prezados Senhores: Examinamos as demonstrações contábeis da Cooperativa de Crédito Mútuo dos Empregados da Pilkington do Brasil, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações de sobras ou perdas, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Cooperativa de Crédito Mútuo dos Empregados da Pilkington do Brasil é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Cooperativa Pilkington para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da singular. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. 1 RELATÓRIO DE AUDITORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cooperativa de Crédito Mútuo dos Empregados da Pilkington do Brasil em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. São Paulo, 07 de Março de 2010 Renata Souza Velozo CRC 1SP223688/O-2 CNAI 1783 2 COOPERATIVA DE CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DA PILKINGTON DO BRASIL BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31DE DEZEMBRO DE 2010 E DE 2009 (Valores expressos em reais – R$) ATIVO Circulante Disponibilidades Relações Interfinanceiras Operações de Crédito Outros Créditos Não Circulante Realizável a Longo Prazo Operações de Crédito Permanente Investimentos Imobilizado de Uso TOTAL Nota Explicativa 31/12/2010 3.507.626 496.763 4 777.091 5 2.229.319 6 4.453 853.982 689.203 5 689.203 164.779 7 156.753 8 8.026 4.361.608 31/12//2009 3.129.379 464.106 420.982 2.242.696 1.595 770.894 621.979 621.979 148.915 140.554 8.361 3.900.273 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis 3 COOPERATIVA DE CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DA PILKINGTON DO BRASIL BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31DE DEZEMBRO DE 2010 E DE 2009 (Valores expressos em reais – R$) PASSIVO Circulante Outras Obrigações Sociais e Estatutárias Fiscais e Previdenciárias Diversas Patrimônio Líquido Capital Social Reserva de Sobras Sobras Acumuladas TOTAL Nota Explicativa 31/12/2010 133.407 133.407 9 56.995 10 56.763 11 19.649 4.228.201 12 3.962.291 13 201.949 14 63.961 4.361.608 31/12//2009 138.932 138.932 77.437 46.945 14.550 3.761.341 3.453.470 192.323 115.548 3.900.273 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis 4 COOPERATIVA DE CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DA PILKINGTON DO BRASIL DEMONSTRAÇÕES DE SOBRAS OU PERDAS PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 (Valores expressos em reais – R$) 31/12/2010 Ingressos da Intermediação Financeira Operações de Crédito Resultado de Op. com Tít. e Valores Mobil. e Instr. Financeiros 31/12/2009 613.671 613.671 - 627.704 603.970 23.734 (270) (270) (1.122) (1.122) 613.401 626.582 (200.017) (155.136) (119.813) 19.057 55.875 - (208.798) (109.720) (119.678) 21.675 (1.075) 413.384 417.784 - - 413.384 417.784 - - Resultado Operacional após IR e CSLL Reversões Reserva Legal 413.384 - 417.784 2.101 Sobras ou Perdas Líquidas do Exercício 413.384 419.885 Participações Estatutárias nas Sobras (11.287) (20.391) (3.762) (7.525) (6.797) (13.594) (338.136) (283.946) 63.961 115.548 Dispêndios da Intermediação Financeira Provisão para Operações de Créditos Resultado Bruto Intermediação Financeira Outros Ingressos/Rec. (Dispêndios/Desp.) Operacionais Dispêncido/Despesas de Pessoal Outras Dispêndios/Despesas Administrativas Outros Ingressos/Rendas Operacionais Ingressos de Depósitos Intercooperativos Outros Dispêndios/Despesas Operacionais Resultado Operacional Resultado Não Operacional Resultado Antes da Tributação e Participações Imposto de Renda e Contribuição Social F.A.T.E.S. Reserva Legal Juros ao Capital Sobras/Perdas à Disposição da A.G.O. As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis 5 COOPERATIVA DE CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DA PILKINGTON DO BRASIL DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 (Valores expressos em reais – R$) Eventos Saldos em 01/01/09 Movimentações de Capital: Com Sobras e Reservas/juros capital Com Juros ao Capital Por Subscrição/Realização Por Devolução ( - ) Reversões de Reservas Sobras ou Perdas Líquidas Destinação das Sobras ou Perdas: . Fundo de Reserva .FATES Juros ao Capital Saldos em 31/12/09 Saldos em 01/01/10 Movimentações de Capital: Com Sobras e Reservas/juros capital Com Juros ao Capital Por Subscrição/Realização Por Devolução ( - ) Reversões de Reservas Sobras ou Perdas Líquidas Destinação das Sobras ou Perdas: . Fundo de Reserva .FATES Juros ao Capital Saldos em 31/12/2010 Capital Capital Subscrito 3.373.176 96.791 241.354 804.277 (1.062.128) Reservas de Sobras Legal 180.830 Sobras ou Perdas Acumuladas 96.791 (96.791) (2.101) 2.101 417.784 13.594 (6.797) (283.946) 3.761.341 3.761.341 3.453.470 192.323 3.453.470 192.323 115.548 (115.548) 2.101 7.525 3.962.291 3.650.797 241.354 804.277 (1.062.128) 417.784 (13.594) (6.797) (283.946) 115.548 115.548 287.415 929.261 (823.403) Totais 201.949 413.384 287.415 929.261 (823.403) 2.101 413.384 (7.525) (3.762) (338.136) 63.961 (3.762) (338.136) 4.228.201 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis 6 COOPERATIVA DE CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DA PILKINGTON DO BRASIL DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 (Valores expressos reais – R$) DESCRIÇÃO Exercício findo em 31/12/2010 Atividades Operacionais Sobras/Perdas do Exercício Juros ao Capital Constituição do FATES Depreciações e Amortizações (Aumento) redução em ativos operacionais Operações de Crédito Outros Créditos Aumento (redução) em passivos operacionais Outras Obrigações Provisão de Juros ao Capital Caixa Líquido Aplicado em Atividades Operacionais Atividades de Investimentos Aplicação em Investimento Aplicação em Imobilizações de Uso Caixa Líquido Aplicado / Originado em Investimentos Atividades de Financiamentos Aumento por novos aportes de Capital Aumento com Juros ao Capital Devolução de Capital à Cooperados Reversões de Reserva Caixa Líquido Aplicado / Originado em Financiamentos Aumento / Redução Líquida das Disponibilidades Modificações em Disponibilidades Líquidas No Início do Período No Fim do Período Variação Líquida das Disponibilidades 31/12/2009 413.385 (338.136) (3.762) 2.272 417.784 (283.946) (6.797) 2.101 (53.847) (2.859) (223.199) - (5.525) (60.382) (401.857) (572.223) (16.199) (1.937) (18.136) (24.281) (529) (24.810) 929.261 287.415 (823.403) 2.101 395.374 388.766 804.277 241.354 (1.062.128) (16.497) (195.746) 885.088 1.273.854 388.766 1.080.834 885.088 (195.746) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis 7 COOPERATIVA DE CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DA PILKINGTON DO BRASIL NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 (Valores expressos reais – R$) 1. CONTEXTO OPERACIONAL A COOPERATIVA DE CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DA PILKINGTON DO BRASIL é uma cooperativa de crédito singular, instituição financeira não bancária, fundada em 25/08/1987, filiada à Central das Cooperativas de Crédito do Estado de São Paulo (Sicoob Central Cecresp). A PILKINGTON tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, tendo como finalidade: a) Proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados; e b) a formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo, através da ajuda mútua da economia sistemática e do uso adequado do crédito. 2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, considerando as Normas Brasileiras de contabilidade, especificamente aquelas aplicáveis às entidades cooperativas, a Lei do cooperativismo nº 5.764/71, normas e instruções do Banco Central do Brasil – BACEN e apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. 3. PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS Na elaboração das demonstrações contábeis é necessário utilizar estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações contábeis da cooperativa incluem, portanto, estimativas referentes à seleção das vidas-úteis do ativo imobilizado, provisão para perdas nas operações de crédito, provisão para contingências e outras simulares. Os resultados reais podem apresentar variações em relação às estimativas. As principais práticas contábeis adotadas na elaboração dessas demonstrações contábeis estão definidas a seguir: a) Disponibilidades e relações interfinanceiras As disponibilidades e as relações interfinanceiras são avaliadas pelo custo ou valor de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos. Compreendem depósitos bancários e outros investimentos de curto prazo de alta liquidez. b) Operações de crédito As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados estão registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar. A provisão para perdas com as operações de crédito é constituída em montante julgado suficiente pela administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, contemplando todos os aspectos determinados na Resolução 2.682 do CMN, que determina a classificação das operações por nível de risco. 8 COOPERATIVA DE CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DA PILKINGTON DO BRASIL NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 (Valores expressos reais – R$) c) Investimentos Os investimentos são representados por participações societárias avaliados ao custo de aquisição. d) Imobilizado Os bens estão registrados ao custo de aquisição deduzido da depreciação acumulada. As depreciações estão calculadas pelo método linear, aplicando-se taxas que contemplem a estimativa de vida útil-econômica dos bens. e) Demais ativos e passivos circulantes e não circulantes Os demais ativos são apresentados ao valor de custo, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos. Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridos. f) Apuração do resultado As receitas e despesas são reconhecidas na demonstração de sobras em conformidade com o regime de competência. g) Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado em operações consideradas como atos não-cooperativos. O resultado apurado em operações realizadas com cooperados é isento de tributação. 4. RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS Referem-se a depósitos efetuados na centralização financeira na Central das Cooperativas de Crédito do Estado de São Paulo (Sicoob Central Cecresp), conforme determinado na Resolução 3.859 do CMN, com remuneração atrelada ao CDI – Certificado de Depósito Interbancário. Descrição Centralização Financeira Total 5. 31/12/2010 777.091 777.091 31/12/2009 420.982 420.982 OPERAÇÕES DE CRÉDITO a. Composição da Carteira com característica de concessão de crédito em conformidade ao artigo 11 da Resolução CMN 2.682/99 e artigo 3º da Resolução CMN 2.697/00. 9 COOPERATIVA DE CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DA PILKINGTON DO BRASIL NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 (Valores expressos reais – R$) I. Distribuição das operações segregadas por tipo de cliente e atividade econômica Descrição Setor Privado Pessoa Física Empréstimos Total 31/12/2010 31/12/2009 2.918.522 2.918.522 2.864.674 2.864.674 II. Distribuição por faixa de vencimento e nível de risco (normal e vencido) Setor Privado – Pessoa Física – Empréstimos Nível / Percentual de Total em Provisões Total em Risco / Situação 31/12/10 31/12/10 31/12/09 A 0,5% Normal 2.933.188 (14.666) 2.879.070 Total Normal 2.933.188 (14.666) 2.879.070 Total Provisões (14.666) (14.666) (14.396) Total Geral 2.918.522 2.864.674 Provisões 31/12/09 (14.396) (14.396) (14.396) III. Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento – operações vincendas (dias) Descrição Empréstimos Até 30 - De 31 a 60 445.790 De 61 a 90 215.562 De 91 a 180 421.200 De 181 a 360 1.072.973 De 361 a 720 88.457 Acima de 721 689.206 Total 2.933.188 b. Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de crédito. Descrição Saldo inicial – Janeiro de 2010 / 2009 Constituições/Reversões no Exercício Total 31/12/2010 (14.396) (270) (14.666) 31/12/2009 (13.274) (1.122) (14.396) c. Concentração dos Principais Devedores. Descrição Maior Devedor 10 Maiores Devedores 20 Maiores Devedores 31/12/2010 31.552 242.831 783.278 % Carteira Total 1,08% 8,28% 26,70% 31/12/2009 35.019 244.913 746.226 % Carteira – Total 1,22% 8,51% 25,92% 10 COOPERATIVA DE CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DA PILKINGTON DO BRASIL NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 (Valores expressos reais – R$) 6. OUTROS CRÉDITOS Valores referentes à importância devida à Cooperativa por pessoa jurídica domiciliada no País, conforme demonstrado: Descrição Imposto de Renda a Compensar (*) Total 31/12/2010 4.453 4.453 31/12/2009 1.595 1.595 (*) Refere-se a IRRF s/Juros ao capital remunerado pela Sicoob Central Cecresp. 7. INVESTIMENTOS O Saldo é representado por aportes de capital e o recebimento de distribuição de sobras efetuadas pela Central de Cooperativa de Crédito do Estado de São Paulo - Sicoob Central Cecresp, e aquisição de ações do Banco Cooperativo do Brasil S/A - BANCOOB, conforme demonstrado: Descrição SICOOB CENTRAL CECRESP Banco Cooperativo do Brasil S.A. - BANCOOB Total 8. 31/12/2010 155.942 811 156.753 31/12/2009 139.743 811 140.554 IMOBILIZADO DE USO Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo; Descrição Móveis e equipamentos Sistema de processamento de dados Depreciação Acumulada Total Taxa de Depreciação 10% 20% 31/12/2010 31/12/2009 2.678 14.758 (9.410) 8.026 2.678 12.822 (7.139) 8.361 Os bens pertencentes ao imobilizado de uso não possuem relevância para ajustes a valor de mercado, sendo eles compostos por: computadores, impressora, aparelhos de fax e ar condicionado. Desta forma, concluímos que o imobilizado de uso não será reajustado. 9. OBRIGAÇÕES SOCIAIS E ESTATUTÁRIAS Descrição FATES – Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social Cotas de capital a pagar Total 31/12/2010 18.289 31/12/2009 7.620 38.706 56.995 69.817 77.437 11 COOPERATIVA DE CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DA PILKINGTON DO BRASIL NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 (Valores expressos reais – R$) O FATES é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa, e é constituído pela destinação de 5% das sobras líquidas do exercício, conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em conta de passivo segue determinação do plano de contas do Banco Central do Brasil, denominado COSIF. 10. OUTRAS OBRIGAÇÕES – FISCAIS Descrição Impostos e Contribuições a Recolher Impostos e Contribuições sobre salários Total 31/12/2010 52.465 4.298 56.763 31/12/2009 44.349 2.596 46.945 31/12/2010 19.649 19.649 31/12/2009 14.550 14.550 11. OUTRAS OBRIGAÇÕES – DIVERSAS Descrição Provisão de Férias Total 12. CAPITAL SOCIAL É representado pelas integralizações de associados em 31 de dezembro de 2010 e de associados em 31 de dezembro de 2009. De acordo com o Estatuto Social, cada cooperado tem direito a um voto, independente do número de suas cotas partes. Data 31/12/2010 31/12/2009 Nº de Associados 735 747 Capital 3.962.291 3.453.470 Valor da Cota Parte 1,00 1,00 13. RESERVAS O Fundo de reserva constituído conforme art. 28, inciso I, da Lei 5.764/71 é destinado a compensar perdas e atender ao desenvolvimento da atividade da cooperativa de crédito, ora registrado nos demonstrativos contábeis como Reserva Legal. 14. SOBRAS ACUMULADAS As sobras são distribuídas e apropriadas conforme o Estatuto Social, normas do BACEN e posterior deliberação da Assembléia Geral Ordinária. Atendendo à instrução do BACEN, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (FATES) é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº 5.764/71 (Lei do Cooperativismo). 12 COOPERATIVA DE CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DA PILKINGTON DO BRASIL NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 (Valores expressos reais – R$) 15. PARTES RELACIONADAS As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que tem autoridade e responsabilidade de planejar, dirigir e controlar as atividades da entidade, inclusive diretores da Cooperativa. As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e suas atribuições estabelecidas em regulamentação específica. As operações com tais partes relacionadas caracterizam-se por: Transações financeiras em regime normal de operações, com observância irrestrita das limitações impostas pelas normas do BACEN, tais como operações de crédito. Operações de Crédito R$ 41.216 % em Relação à Carteira Total 1,43% 15. GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL E RISCO DE MERCADO As estruturas completas para gerenciamento dos riscos operacional e de mercado da Cooperativa estão disponíveis para acesso público na sede da Pilkington, localizada nas dependências da Pilkington, na Rod. Presidente Dutra, Km131-133 – Caçapava/SP, e também na intranet no ícone da Cooperativa de Crédito. As estruturas de gerenciamento do risco operacional e risco de mercado da Cooperativa estão compostas pela Diretoria Executiva, pelo Agente de Controle Interno e de Risco – ACI, pelo Monitor de Controle e de Risco e pela área de auditoria do Sicoob Central CECRESP. O instrumento principal por meio do qual é avaliado o risco operacional e o risco de mercado da Cooperativa é o Sistema de Verificação de Conformidade – SVC, integrante do Manual do Controle Interno – MCI. As estruturas, o gerenciamento e a execução das políticas de gerenciamento do risco operacional e risco de mercado da Cooperativa estão contidos no Manual de Gerenciamento do Risco Operacional – MRO. As responsabilidades de cada órgão que compõem as estruturas de gerenciamento do risco operacional e risco de mercado da Cooperativa estão demonstradas na sequência: Atividades Política de gerenciamento de riscos Definição, aprovação, instituição, atualização, revisão e disseminação da política, Responsabilidade 1 2 * * * * 3 4 5 estabelecimento de responsabilidades, análise de relatórios, atuação para correção de deficiências, comunicação eficaz. Provimento – ao ACI – das condições adequadas de atuação, adoção de providências para mitigar o risco relacionado com as áreas da estrutura 13 COOPERATIVA DE CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DA PILKINGTON DO BRASIL NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 (Valores expressos reais – R$) organizacional subordinada, interação tempestiva com o ACI e o Conselho de Administração. Elaboração da proposta: proposição de revisão e execução da política; * identificação, avaliação e monitoramento do risco; documentação e armazenamento de informações sobre o risco; elaboração de relatórios para o Conselho de Administração; sugestões de atualizações da política; e avaliação do cumprimento de normativos aplicáveis. Monitoramento das ações do ACI, comunicação – ao Conselho de Administração * – de incorreções na execução do gerenciamento de risco operacional. * Execução de testes de avaliação da política. *1 – Conselho de Administração *2 – Diretoria Executiva *3 – ACI *4 – Monitor *5 – Área de Auditoria do Sicoob Central CECRESP. COOPERATIVA DE CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DA PILKINGTON DO BRASIL LUIS ANDRÉ MOURA DE SOUZA E SILVA Diretora Presidente FÁBIO CÉSAR COSTA MANÃO Diretor Tesoureiro NATHALIA SANTOS MACHADO Contadora CRC TC 1SP259202/P-9 14