QUARTA-FEIRA 23 JULHO 2014 www.imobiliario.publico.pt SUPLEMENTO COMERCIAL PUBLICIDADE CAMPANHA DE VERÃO IMÓVEIS PARA HABITAÇÃO ALGARVE Chineses cada vez mais interessados em imobiliário português THE EDGE GROUP Os fluxos de investimento chinês continuam a chegar ao imobiliário nacional, e prometem não abrandar. Novos negócios continuam a surgir e o primeiro fundo imobiliário com capital chinês acaba de ser lançado p04 JLL Arranca comercialização do projeto de €130 milhões para terreno da Tertir O The Edge Group acaba de firmar acordo para arrancar com a comercialização dos lotes do Norte Center, o projeto de €130 milhões para um centro empresarial que nascerá nos terrenos da Tertir, em Matosinhos p03 Locais, emigrantes e estrangeiros animam vendas de habitação no Algarve p06 PUBLICIDADE Este suplemento é parte integrante do jornal PÚBLICO e não pode ser vendido separadamente 87c9b342-28ae-4427-badb-1b56a9b2ce17 02 Opinião IMOBILIÁRIO 23 JULHO 2014 Aquele tema dos impostos Que futuro que nos esvaziam os bolsos para o imobiliário? Luís Lima A pesar de pouco atrativos mediaticamente falando, há temas que deviam merecer uma discussão mais ampla e generalizada, pelo menos em nome de uma pedagogia para a cidadania. Um deles é, seguramente, o da reforma do IRS cuja comissão encarregada de apresentar propostas nesse sentido acaba de tornar públicas algumas recomendações que podem vir a ser consagradas na legislação que o Governo irá propor à Assembleia da República na rentrée política de Setembro. Como gato escaldado de água fria tem medo, também os contribuintes precisam, para reconquistar parte da confiança perdida, saber, por exemplo, se o alargamento do regime de dispensa de entrega de declaração de rendimentos a todos os contribuintes abrangidos pelo mínimo de existência que apenas tenham rendimentos referentes à categoria A (trabalhadores por conta de outrem) e H (pensões) não lhes será prejudicial, mesmo considerando a aplicação de dedução fixa das despesas de educação, saúde e habitação para quem opte por tal IRS “simplificado”. Outro aspecto, para o qual naturalmente estou mais sensibilizado, diz respeito às ramificações que também se verificam em sede de IRS com a fiscalidade sobre o património, uma acrescida penalização para os contribuintes portugueses cujo impacto mais devastador porventura ainda não terá ocorrido. A reforma do IRS que está em curso (a entrar na chamada fase da discussão pública) pode ajudar a minorar, por exemplo, os efeitos de um IMI descontrolado e leonino, se, como foi proposto, a venda de um imóvel para amortizar de um empréstimo deixe de ser tributada em sede de mais-valias. É uma medida justa que a ser adoptada o será, temporariamente, até 2020. Ainda no mesmo pacote, o arrendamento urbano pode passar a ser tratado como atividade económica, com os proprietários a poder deduzir a maioria das despesas relacionadas com tal atividade. Mais do que uma Reforma é uma proposta de bom senso há muito reclamada. Isto claro sem esquecer a eliminação faseada e gradual de uma das heranças que a Troika nos deixou, ou seja, da sobretaxa de 3,5% que incide no IRS. Parece que a comissão propõe que a redução comece já no próximo ano, embora adiante que será preciso ter “em consideração a evolução da situação económica e financeira do país”. Sabemos bem no que se traduz esta última frase. Como sabemos o quão injusto e inoportuno foi a reavaliação do património construído para efeitos fiscais, em pleno crise financeira das famílias, reavaliação que não honrou o estabelecido entre o Estado e as populações quando estas foram incentivadas a comprar casa própria. Em Portugal, onde muitos portugueses foram obrigados a optar por esta solução na hora de resolver o respectivo problema habitacional, o IMI dos imóveis para residência própria, principal e permanente, devia, há muito, ser apenas quase simbólico. Reconheço que um tema como o da reforma do IRS não é mediaticamente atrativo, mas, apesar disso, temos de o discutir pois também é por aqui que podemos deixar ou não deixar que nos metam as mãos nos bolsos, muito para lá do que é razoável. Tenhamos ou não muitos filhos, sejamos ou não muito empreendedores. Presidente da CIMLOP Confederação da Construção e do Imobiliário de Língua Oficial Portuguesa [email protected] N otícias recentemente publicadas admitiam que pudesse estar a chegar ao fim a queda no valor das casas, começando o mercado imobiliário a Luís Menezes dar alguns sinais de recuperação. Leitão Os sinais são ainda muito tímidos mas são um claro factor de esperança. É natural que se venha a inverter o ciclo de queda, uma vez que desde há oito anos que assistimos a quebras contínuas dos preços no imobiliário, tendo os valores dos imóveis já praticamente batido no fundo. Há, porém, um factor que deve ser salientado: é que a queda do valor de mercado dos imóveis não foi acompanhada de nenhuma redução Os municípios, que são do seu valor triestanos beneficiários deste butário, do por isso em imposto, deveriam por muitos casos os imóveis valorizaisso reconhecer que dos fiscalmente os cidadãos estão no acima do seu valimite do seu sacrifício lor de mercado. Efectivamente, e procurar reduzir a fórmula de ao máximo o IMI que cálculo do valor se encontra a ser patrimonial para efeitos de IMI cobrado. foi aprovada em 2003, num claro período de alta do imobiliário, e nunca foi adaptada à queda dos preços resultante da crise. Antes pelo contrário, por imposição da troika, o Governo lançou em 2012 uma reavaliação geral dos imóveis ainda não actualizados, sabendo que, em muitos casos, essa avaliação resultaria em valores acima do valor do mercado. Ao mesmo tempo, foram subidas as taxas do IMI que, anteriormente estavam fixadas entre 0,2% e 0,4%, para 0,3% e 0,5%, uma subida entre 25% e 50%. Daqui resultou que em muitos casos os proprietários ficaram a pagar um IMI elevadíssimo sobre um va- lor que na realidade não possuem no seu património. Ora, quando assim sucede, os proprietários ficam praticamente colocados numa espécie de servidão fiscal, já que não só o imóvel não vale aquilo pelo qual são tributados, como também não o podem vender, uma vez que nenhum comprador aceitará ficar nessa situação. Acresce que a venda nunca se poderá fazer pelo valor fiscal do prédio, mas legalmente o vendedor e o comprador serão tributados por esse valor, pelo que também perderão qualquer eventual ganho na transacção. Os municípios, que são os beneficiários deste imposto, deveriam por isso reconhecer que os cidadãos estão no limite do seu sacrifício e procurar reduzir ao máximo o IMI que se encontra a ser cobrado. Foi por isso com surpresa que assistimos a declarações do Presidente da Câmara de Lisboa a defender um aumento do IMI cobrado aos lisboetas para financiar a aquisição pela Câmara de empresas de transportes altamente deficitárias. Lisboa tem os coeficientes de localização mais elevados do país, o que faz com que as pessoas paguem um IMI muito mais alto que no resto do território. Determinar a subida desse imposto, apenas para financiar uma aquisição de empresas cuja vantagem não se vislumbra, é dar um duro golpe nas perspectivas de recuperação do mercado imobiliário na cidade. É por isso que a Associação Lisbonense de Proprietários defende uma taxa fixa de IMI - o valor justo seria de 0,1% - que defenda os cidadãos da cobiça fiscal das câmaras. Porque enquanto os impostos sobre o imobiliário poderem ser elevados pelas autarquias a seu belprazer, sempre que pretendam fazer qualquer aquisição, por mais discutível que esta seja, é evidente que o mercado imobiliário não terá futuro em Portugal. Presidente da Associação Lisbonense de Proprietários PUBLICIDADE Conheça já o novo site da Vida Imobiliária ASSINATURA DIGITAL: TRIMESTRAL Oferta Voucher 5€ ANUAL Oferta Voucher 10€ www.vidaimobiliaria.com €19,99 €49,99 Assine já em: loja.vidaimobiliaria.com *Oferta não acumulável com outras promoções IMOBILIÁRIO 23 JULHO 2014 Atualidade 03 Arranca comercialização do projeto de €130 milhões para terreno da Tertir O The Edge Group acaba de firmar acordo para arrancar com a comercialização dos lotes do Norte Center, o projeto de €130 milhões para um centro empresarial que nascerá nos terrenos da Tertir, em Matosinhos Susana Correia A Predibisa e a Guedes Pinto, ambas com forte atuação no mercado do Grande Porto, foram as empresas selecionadas pelo The Edge Group para proceder à comercialização dos lotes do Norte Center, o mega projeto para um centro empresarial que nascerá no atual terreno da Tertir, em Matosinhos. A primeira mediadora ficará encarregue de comercializar os lotes residenciais e de escritórios, enquanto que a segunda assumirá a comercialização dos lotes comerciais, revelou o The Edge Group ao Público Imobiliário. José Luís Pinto Basto, CEO da holding de investimentos que irá investir €130 milhões no Norte Center em 15 anos, está confiante no sucesso comercial do projeto, considerando que este “tem um grande potencial para o tecido empresarial e industrial do Norte do país, que é atualmente muito disperso e disseminado”. Na sua opinião, “existe uma lacuna no Porto, pois não existe nenhum business park desta dimensão e com a variedade de serviços que integram o projeto. E este foi um dos fatores que motivou um projeto desta envergadura”, refere em declarações ao Público Imobiliário. Além disso, também a “localização é um dos grandes atrativos do Norte Center”, situado entre o Porto de Leixões e o Aeroporto Francisco Sá Carneiro, e que José Luís Pinto Basto considera estar “num ponto nevrálgico em termos de acessibilidades e transportes”. O acordo agora estabelecido entre a holding de investimentos que promove este projeto e as duas media- THE EDGE GROUP O projeto totaliza 130 milhões de euros dores dá o pontapé de saída para a comercialização, marcando o arranque da primeira das cinco fases de desenvolvimento do “projeto mais emblemático direcionado a empresas do norte do país”, afirma José Luís Pinto Basto. A primeira fase diz respeito ao desenvolvimento do pólo “Business Park”, contemplando ainda a construção da sede do grupo Mota-Engil, cujo início de construção está previsto para 2016. O arranque do projeto iniciar-se-á com as obras de infraes- truturas, entre elas o prolongamento do avenida Arqº Fernando Távora, numa extensão de 700 metros, o que a tornará “na maior avenida do município de Matosinhos”. Está ainda prevista a criação de um novo nó de acesso rodoviário da A28. Os polos a desenvolver nas restantes quatro fases são o Parque Ciência e Tecnologia; Hotel e Congressos; Residencial e Comércio; e Stand Alones e Retail Park. O projeto será faseado ao longo de 15 anos, totalizando uma área de 240 mil m2 de construção, englobando 50 mil m2 de zonas verdes de usufruto público. Ao longo do seu período de desenvolvimento, o Norte Center deverá, de acordo com as contas do The Edge Group, criar cerca de 15 mil postos de trabalho, a um ritmo médio anual de mil empregos, entre diretos e indiretos. PUBLICIDADE 04 Atualidade IMOBILIÁRIO 23 JULHO 2014 K&A Kendall & Associados Real Estate JLL MORADIA MARECHAL GOMES DA COSTA QUINTA NO DOURO A compra de uma loja no Rossio, por €2,7 milhões, foi o mais recente negócio anunciado Chineses cada vez mais interessados em imobiliário QUINTA MOLEDO DO MINHO Os fluxos de investimento chinês continuam a chegar ao imobiliário nacional, e prometem não abrandar. O primeiro fundo imobiliário com capital chinês foi agora lançado Susana Correia MORADIA NA QUINTA DO LAGO APARTAMENTO CONDOMÍNIO NA FOZ K&A - Kendall & Associados Tel.: (+351) 226 183 839 • Tm.: 969 555 910 • Fax: (+351) 226 183 841 [email protected] | www.kaimobiliaria.com RESIDENCIAL LAZER HOTÉIS & RESORTS CORPORATE Lic. 6340 AMI PREÇOS SOB CONSULTA O capital inicial do Imoecadint Fund, assim se chama o primeiro fundo de investimento imobiliário de capital chinês constituído em Portugal, será de €30 milhões, embora se admitam “novos aumentos de capital com um reforço para os €50 milhões e, posteriormente, para os €150 milhões”, diz José António de Mello, presidente da Selecta, a sociedade gestora de fundos imobiliários que lançou este fundo e será responsável pela sua gestão. O fundo, que foi apresentado recentemente em Lisboa, destinase a investidores do mercado chinês e é subscrito pela empresa chinesa Ecadint, embora posteriormente o capital seja aberto à entrada de terceiros. Esta sociedade de investimento internacional apoia, “desde a primeira hora, este projeto”, refere a Selecta em comunicado, um apoio justificado pela “oportunidade que o mesmo representa para o mercado chinês, quer de Golden Visa, quer de investimento qualificado”. Numa primeira fase, o alvo serão os mercados de Portugal e Espanha, sobretudo imóveis de escritórios e lojas, embora o foco setorial possa alargarse também a imobiliário residencial, de turismo e lazer, desde que gerador de rendimento. Numa segunda fase, a Alemanha, a França e a Itália também estão no radar do fundo, que se destina a investir na União Europeia. Chineses concentram mais de 80% dos Golden Visa O investimento chinês continua, assim, a dar mostras de crescente interesse pelo imobiliário português, um mercado que “descobriu” sobretudo com o Golden Visa. De acordo com dados recentes do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, os chineses são os principais beneficiários do programa do Golden Visa, concentrando 81,6% das 1166 autorizações de residência atribuídas neste âmbito entre outubro de 2012 e junho de 2014. De acordo com a mesma fonte, desde início do programa, este mecanismo permitiu atrair para Portugal perto de €724 milhões, dos quais €662,5 milhões dizem respeito à compra de imóveis. No total foram atribuídos 1166 vistos Gold neste período, sendo que no primeiro semestre deste ano (670 vistos) já foram atribuídos mais 35,6% do que no total do ano 2013 (494). Entretanto, os negócios continuam a acontecer e já esta semana a consultora imobiliária JLL anunciou a venda de uma loja no Rossio ocupada por uma agência bancária a um investidor chinês por €2,7 milhões, uma operação que exemplifica o tipo de imóvel que os investidores oriundos da China têm vindo a procurar adicionalmente ao setor habitacional. “As lojas arrendadas a marcas reconhecidas nas zonas mais prestigiadas e movimentadas de Lisboa, como é o caso da Baixa, do Chiado e da Avenida da Liberdade, são um produto cada vez mais procurado pelos investidores de origem chinesa”, começa por explicar Fernando Ferreira, Diretor de Capital Markets da JLL. Na sua opinião, tal deve-se ao facto destes investidores pretenderem fazer “um investimento sólido, com retorno garantido”, sendo também uma “prova de que os investimentos gerados na motivação do Golden Visa estão a entrar numa nova fase, procurando novas tipologias de imóveis além da habitação”. Outros negócios nos últimos 12 meses protagonizados por investidores chineses incluem a compra de edifício Duque de Palmela 21 para posterior reabilitação, a compra de imóveis nas ruas Braamcamp e na Pinheiro Chagas, o imóvel que acolhe o Restaurante Belcanto no Chiado ou a loja ocupada pela Vitaminas na Rua Augusta, entre outros. 06 Oportunidades IMOBILIÁRIO 23 JULHO 2014 Locais, emigrantes e estrangeiros animam vendas de habitação no Algarve O leque de clientes para a compra de casas no Algarve é cada vez mais abrangente, incluindo desde habitantes locais, a emigrantes e estrangeiros, conforme comprovam três empreendimentos analisados pelo Público Imobiliário : JOSÉ MANUEL (TURISMO DE PORTUGAL) Análise Sendo um mercado por excelência de segunda habitação, quer para nacionais quer para estrangeiros, o Algarve tem vindo a conquistar um leque mais abrangente de clientes para a compra de casa, com uma maior diversificação dos públicos compradores e produtos imobiliários ajustados a esses públicos. Além dos tradicionais compradores estrangeiros, maioritariamente oriundos do Reino Unido, as vendas de casas estão também a ser animadas cada vez mais quer por comunidades emigrantes quer pelos habitantes locais, estes últimos a motivarem compras para primeira habitação. O Público Imobiliário analisou três empreendimentos habitacionais distintos nos concelhos de Portimão e Loulé, cujas vendas decorrem a bom ritmo e cujos mercados compradores são precisamente os residentes locais, os estrangeiros e os emigrantes. Ramiro Gomes, Responsável Vendas – Grandes Imóveis Sul do Millennium bcp, Banco que integra na sua carteira unidades nos três empreendimentos, considera precisamente que os bons resultados das vendas se devem a uma “boa identificação do respetivo mercado alvo”, obviamente reforçados por “boas equipas de mediadores” e “sucursais conhecedoras do produto, com boa ligação com os comerciais das redes imobiliárias envolvidas no financiamento e venda”, além de uma forte comunicação neste setor. Palmyra atrai sobretudo britânicos Localizado em Vilamoura, o empreendimento Palmyra tem “compradores 100% não residentes, na sua maioria provenientes do Reino Unido”, explica Nuno Oliveira, diretor das agências Remax Vilamoura e Remax Homeland (Quarteira), acrescentando que “o mercado do Algarve está a crescer”. O sentimento é de que “há uma maior procura tanto a nível nacional como de clientes estrangeiros, sendo que o cliente oriundo de França regista um crescimento bastante assinalável”. Das 47 unidades detidas pelo Millennium bcp neste empreendimento, a taxa de comercialização ronda os 70%, tendo sido vendidas este ano, perspetivas motivadas pela dinâmica que sente também no mercado. Neste 1º semestre, “ a nossa loja está a crescer cerca de 50% face ao período homólogo do ano passado”, diz Pascoal Santos, que espera que “este crescimento se mantenha até final do ano”. Constituído por moradias V3, com áreas de 124 m2 a 154 m2 e com garagem, este loteamento ergue-se “numa zona calma e com bons acessos”, sendo “o preço um dos seus melhores atrativos”, refere Pascoal Santos ao Público Imobiliário. Emigrantes franceses procuram Paraíso Sol da Rocha O Algarve tem vindo a conquistar um leque mais abrangente de clientes 24 frações em 2013 e 9 outras já no 1º semestre deste ano. As vendas totalizam aproximadamente €10,2 milhões, segundo as contas de Nuno Oliveira. De acordo com Ramiro Gomes restam para venda 16 casas neste empreendimento, estimando que possam vender-se 10 ainda este ano e as restantes até final do 1º semestre de 2015, já que “se trata de um produto direcionado a estrangeiros, o qual se revela mais ativo até final de Setembro”. Já Nuno Oliveira, está mais otimista e espera “concluir a fase de vendas até final do ano, num valor aproximado de €5,5 milhões”. Composto por apartamentos e moradias em banda de tipologia T3, este condomínio fechado integra 4 piscinas e vastas áreas verdes, dispondo de uma localização privilegiada junto ao golfe do Vila Sol e proximidade à praia, à Marina de Vilamoura, beneficiando de boas acessibilidades. Para Nuno Oliveira, a relação qualidade/preço e as condições de financiamento, os acabamentos e as frentes de mar e golfe são alguns atributos do empreendimento que têm contribuído para o seu sucesso comercial. Residentes em Portimão compram na Mexilhoeira Grande Também os residentes locais estão dinâmicos na compra de casa. Na Mexilhoeira Grande, no concelho de Portimão, são os residentes desta área os principais compradores da urbanização de moradias V3 localizada na Vila da Figueira e detida pelo Millennium bcp, de acordo com Pascoal Santos, Broker da Remax Sun, na Praia da Rocha, em Portimão, mediadora que está a comercializar as unidades detidas pelo Banco neste loteamento. De acordo com este profissional, das 63 moradias inicialmente em comercialização, estão por vender cerca de 30%, com as vendas acumuladas de 2013 e o 1º semestre de 2014 a totalizarem 32 unidades e um valor de cerca de €3 milhões. Ramiro Gomes espera que outras 14 unidades sejam vendidas até final do ano, “já que a partir de setembro verifica-se mais atividade neste mercado de residentes locais”, uma vez que estes clientes, “não centram a sua atenção na procura e aquisição de imóveis nesta época”, diz. Já as expetativas de Pascoal Santos são para completar as vendas das restantes unidades ainda Um conjunto de valências pouco comum na zona, a relação qualidade/ preço, a proximidade da praia e a “elevada qualidade dos acabamentos” do Paraíso Sol da Rocha, na zona da Praia da Rocha, em Portimão, têm atraído bastantes compradores emigrantes, especialmente oriundos de França, conforme revelaram João Nogueira, Sócio Gerente da BIP, e Reinaldo Teixeira, Administrador da Garvetur, empresas que estão a comercializar 55% da oferta das unidades habitacionais que integram este novo empreendimento, com uma taxa de comercialização de 75%. Constituído por apartamentos de tipologias T0, T1, T2 e T3, todos com estacionamento, o Paraíso Sol da Rocha conta com duas piscinas – uma interior e outra exterior -, banho turco, sala de squash e dois campos de ténis, tendo ainda em projeto instalações para um restaurante, ginásio, e bar de apoio à piscina. Em 2013, as duas empresas venderam 60 unidades neste empreendimento e já este ano (1º semestre) foram vendidas outras 12, com vendas acumuladas de €7,4 milhões, esperando vender até final do ano as restantes unidades que têm em comercialização, e que totalizam vendas no valor de €3,75 milhões. Ramiro Gomes explica que “as vendas neste mercado se fazem em maior quantidade até final de setembro”, esperando que das unidades detidas pelo Millennium bcp possam ser vendidas mais 25 até final do ano. Para Reinaldo Teixeira e João Nogueira, “nota-se a retoma não só em termos de procura com também em relação aos valores de vendas dos imóveis”. IMOBILIÁRIO 23 JULHO 2014 Oportunidades 07 Oportunidades Mais Oportunidades Millennium na área de imobiliário de millenniumbcp.pt. Marque as suas visitas através da linha M Imóveis 707 91 20 20 (atendimento personalizado das 10h-22h). Custo máximo por minuto: 0,10€ para chamadas a partir da rede fixa e 0,25€ para chamadas a partir da rede móvel. Acresce IVA. Habitação Preços das casas no Algarve crescem 3,2% em termos homólogos No Algarve, o Índice Confidencial Imobiliário (ICi) apresentou, em Junho de 2014, uma quebra mensal de 1,9%. Porém, face a Junho de 2013, assistiu-se a um acréscimo de 3,2% nos preços das casas situadas nesta região. Já em Portugal Continental, os preços das casas voltaram a cair em Junho, como indica a taxa de variação mensal do Índice Confidencial Imobiliário, a qual se cifrou em -0,6% no mês em análise. Comparando com o mesmo período no ano anterior, o índice apresentou igualmente uma quebra em Junho de 2014, nomeadamente de 1,6%. Preços Habitação Índice Confidencial Imobiliário (2005=100) - Portugal Continental 120 116 Valores de campanha até 30 de setembro de 2014 MORADIA V2 Ref.ª: 63965 Preço: €194.000 Concelho: Albufeira Freguesia: Albufeira e Olhos de Água Localização: Jardins Vale Santa Maria – Mouraria, H Área: 130m2 Ano: 2012 Classificação energética: C 112 108 104 100 Janeiro 2006 Junho 2014 Índice Confidencial Imobiliário (2005=100) - Algarve 130 124 118 MORADIA V3 Ref.ª: 58577 Preço: €341.500 Concelho: Loulé Freguesia: Quarteira Localização: Urbanização Vila Sol - Alto do Semino Lt. F4 BLOCO M, Secção M, Quatro, Ala Sul, Moradia 28 Área: 201m2 Ano: 2009 Classificação energética: B 112 106 100 Janeiro 2006 Junho 2014 Valor Médio de Oferta /(1.º trim. 2014) - Algarve Euros/m2 O D A G P I C M K E F N H B MORADIA V3 Ref.ª: 61418 Preço: €150.600 Concelho: Portimão Freguesia: Mexilhoeira Grande Localização: Morgadinho Figueira Lote 41 Área: 154m2 Ano: 2010 Classificação energética: B- L J A Aljezur I Loulé 1050€ - 1350€ B Vila do Bispo J Faro 1350€ - 1650€ C Lagos K S. Brás de Alportel 1650€ - 1900€ D Monchique L Olhão 1900€ - 2200€ E Portimão M Tavira F Lagoa N V. R. S. António G Silves O Alcoutim H Albufeira P Castro Marim Fonte: Ci/LardoceLar.com APARTAMENTO T3 Ref.ª: 55600 Preço: €237.500 Concelho: Portimão Freguesia: Portimão Localização: Praia da Rocha Avenida V3 - Bloco B Nascente 10º Andar-Portimão Área: 163m2 Ano: 2009 Classificação energética: D QUER COMPRAR CASA DE FORMA SEGURA? “Mediador Associado APEMIP = Mediação de Confiança” No imobiliário ... Se contactar com um mediador oficial APEMIP, terá acesso à informação predial simplificada à distância de um clique. Poderá verificar a quem pertence um imóvel, se está hipotecado ou se tem algum tipo de ónus ou encargos de forma mais rápida, mais segura e mais barata, através das empresas associadas APEMIP. Consulte esta e mais informações em www.apemip.pt ASSOCIAÇÃO DOS PROFISSIONAIS E EMPRESAS DE MEDIAÇÃO IMOBILÁRIA DE PORTUGAL 87c9b342-28ae-4427-badb-1b56a9b2ce17