CLIPPING DE NOTÍCIAS
Acompanhe as notícias dos setores de areia, brita e
construção civil
Nas primeiras horas do dia os sindicatos, associações e
executivos recebem um e-mail com as notícias publicadas
nos principais veículos de comunicação do País.
1. O Estado de S. Paulo - SP (26/02/2012)
Em 2012, sinais melhores de retomada da construção
...de fevereiro de 2012 | 3h 05 O Estado de S.Paulo Aumentaram o emprego, a renda e o ritmo da atividade
da construção civil, segundo os primeiros indicadores do comportamento do setor, neste ano. Os sinais
são de interrupção da tendência de desaquecimento ...
2. JB Online - RJ (24/02/2012)
Indústria da construção civil recupera o fôlego em janeiro
...Lopes Brasília – A atividade da construção civil voltou à média dos 50 pontos em janeiro, segundo
Sondagem da Indústria da construção divulgada hoje (24) pela Confederação Nacional ...
3. DCI - SP (27/02/2012)
USP e FDTE debatem construção sustentável
...Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia (FDTE), ligada à Escola Politécnica da
USP, realizará nesta quarta-feira um debate sobre a construção civil e seu desenvolvimento sustentável. O
evento marcará o lançamento da agenda de projetos e cursos para a construção sustentável no ...
4. Época Negócios - SP (25/02/2012)
Otimismo cresce entre empresários da construção civil
...de novos empreendimentos e de serviços também devem aumentar, diz a pesquisa da CNI O otimismo
cresceu entre os empresários da indústria da construção em fevereiro na comparação com janeiro,
segundo dados divulgados hoje pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Para os próximos seis ...
5. Estado de Minas - MG (27/02/2012)
As construtoras no banco dos réus
...de empreendimentos chamam a atenção nos noticiários. Não apenas pela avalanche de consumidores
insatisfeitos, mas, principalmente, pelo descaso das construtoras e a falta de uma solução em curto prazo.
A questão, inclusive, é tema de debates no Poder Legislativo, no Ministério Público e no Poder ...
6. DCI - SP (27/02/2012)
Abramat prevê que 2012 será melhor que 2011
...fevereiro, a sondagem da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de construção (Abramat) indica
que 54% das empresas de materiais de construção também possuem boas expectativas em relação às
ações do governo federal ...
7. O Estado de S. Paulo - SP (27/02/2012)
A nova cara da habitação popular
...espetacularmente azul. A descrição, no entanto, é a nova maneira de a Secretaria Municipal de Habitação
(Sehab) enxergar as unidades habitacionais construídas para população de baixa renda. Para tentar fugir
da estigmatização que sempre acompanhou a moradia social - dos Institutos de ...
8. Jornal da Manhã - MG (25/02/2012)
Depois de 8 meses, contratações superam demissões na construção
...4.605, perfazendo o saldo negativo de 1.323. A variação da empregabilidade ficou em 1,80% negativo.
Desde o mês de maio de 2011, o setor da construção civil apresentou mais demissões do que
contratações. Segundo o Sindicato da construção Civil (Siduscon), os desligamentos estavam ...
9. Gazeta do Povo - PR (27/02/2012)
A controvérsia sobre a lei que define competências ambientais
...que define regras sobre a implementação da competência comum entre União, estados, distrito federal e
municípios para atuarem na proteção do meio ambiente, já divide opiniões. Alvo de ferrenhas críticas e
apologias, a lei sancionada em 8.12.2011 tem motivado a preocupação de ambientalistas. ...
10. Jornal da Comunidade - DF (25/02/2012)
Programa fica mais abrangente em 2012
...do Fundo de Desenvolvimento Social. Empresas do ramo imobiliário afirmam que as novas regras não
são vistas como ameaças aos negócios. “As construtoras e imobiliárias que participam do programa Minha
Casa Minha Vida vêem estas novas regras com bons olhos, elas aumentarão consideravelmente ...
1. O Estado de S. Paulo - SP (26/02/2012)
Em 2012, sinais melhores de retomada da construção
26 de fevereiro de 2012 | 3h 05
O Estado de S.Paulo
Aumentaram o emprego, a renda e o ritmo da atividade da construção civil, segundo os primeiros
indicadores do comportamento do setor, neste ano. Os sinais são de interrupção da tendência de
desaquecimento registrada no ano passado, quando, em grandes capitais, inclusive São Paulo, as vendas
de imóveis foram inferiores às de 2010.
A Sondagem Indústria da Construção, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), indicou crescimento
do nível de atividade pelo quarto mês consecutivo, atingindo a marca de 50 pontos (que corresponde a
atividade igual à usual). O indicador de expectativa para os próximos seis meses, de 62,2 pontos, é a maior
marca em um ano. O otimismo é maior nas grandes incorporadoras, que, aos poucos, retomam os
lançamentos, tanto de edificações residenciais como de comerciais.
A CNI mostrou, inclusive, maior disposição das empresas de contratar mão de obra, com destaque para a
infraestrutura e serviços especializados. A falta de trabalhadores qualificados é considerada o maior
problema para 68,1% das grandes empresas, 64,6% das pequenas e 59% das companhias de porte médio.
Os dados são consistentes com levantamentos concomitantes, feitos por outras fontes.
Em janeiro, a construção civil abriu 42.199 vagas formais, ou seja, 35,4% de todo o acréscimo de empregos
formais (118.895 postos) do mês, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged),
do Ministério do Trabalho. Foi o segundo melhor resultado do setor para o mês de janeiro. Na comparação
com janeiro de 2011, a construção civil contratou, no mês passado, mais 8,8 mil trabalhadores, enquanto o
conjunto das atividades reduziu o número de contratações em 33 mil.
Nos últimos 12 meses, até fevereiro, a mão de obra na construção civil ficou 11,79% mais cara, segundo
levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV). "A atividade no setor se desacelerou no ano passado,
mas o mercado de trabalho continua aquecido", observou a coordenadora de estudos da construção civil da
FGV, Ana Maria Castelo.
Mas, se a valorização da mão de obra beneficia o trabalhador, ela também significa custo para os
compradores de imóveis. Em 2011, os reajustes da mão de obra corresponderam a 69% da alta do Índice
Nacional do Custo da Construção (INCC-M), que registrou uma inflação de 7,58%.
Os preços do m2 pedidos pelas construtores já refletem a elevação de custos. Mas, para a retomada
sustentável do crescimento da construção civil, será melhor que os preços pedidos pelos imóveis tendam à
estabilidade.
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2. JB Online - RJ (24/02/2012)
Indústria da construção civil recupera o fôlego em janeiro
Roberta Lopes
Brasília – A atividade da construção civil voltou à média dos 50 pontos em janeiro, segundo Sondagem da
Indústria da Construção divulgada hoje (24) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O resultado é
1,2 ponto acima do registrado em dezembro do ano passado e 1,4 ponto abaixo do índice de janeiro de
2011. O índice vai de 0 a 100 pontos, e valores acima de 50 indicam aumento da atividade.
Em janeiro, o índice que mede a evolução da atividade da construção civil ficou estável na comparação
com dezembro, ficando na faixa dos 47 pontos. O mesmo valor foi registrado em janeiro de 2011.
A evolução do número de empregados aumentou em janeiro na comparação com o dezembro. Passou de
47 para 49 pontos em janeiro. Os empresários estão otimistas quanto à evolução da atividade da
construção civil em fevereiro. O índice de expectativa para fevereiro é 62,2 pontos, sendo que em janeiro a
expectativa era 58,6 pontos.
Os empresários também estão otimistas quanto a novos empreendimentos. O índice de expectativa nesse
quesito é 62,2 pontos, 4,1 pontos acima do registrado em janeiro. As expectativas quanto ao número de
empregados e de compra de insumos também são positivas.
A Sondagem da Indústria da Construção foi realizada entre 1º e 14 de fevereiro com 436 empresas.
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3. DCI - SP (27/02/2012)
USP e FDTE debatem construção sustentável
SÃO PAULO - A Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia (FDTE), ligada à Escola
Politécnica da USP, realizará nesta quarta-feira um debate sobre a construção civil e seu desenvolvimento
sustentável. O evento marcará o lançamento da agenda de projetos e cursos para a construção sustentável
no País. "Precisamos capacitar este mercado para atuar nesse novo cenário da construção civil brasileira",
explica a professora doutora Lúcia Helena de Oliveira, que comandará as discussões durante o evento.
Dando início a esta agenda, está programado para começar em março o MBA em Construção Sustentável
realizado pela FDTE e pela Escola Politécnica da USP com o objetivo de capacitar profissionais para que
eles atuem no planejamento, projeção, execução e gerenciamento de empreendimentos que priorizam a
redução dos impactos ambientais de uma obra. Além disso, diversos aspectos importantes como materiais
"verdes", durabilidade, gestão de resíduos e energias renováveis serão tratados nas aulas.
O Brasil tem despontado nos últimos anos como um excelente mercado para a construção civil e espera-se
que ele continue oferecendo muitas oportunidades nos próximos anos. Além disso, cada vez mais as
construções serão pautadas por sistemas de engenharia voltados para o desenvolvimento sustentável.
Agências
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4. Época Negócios - SP (25/02/2012)
Otimismo cresce entre empresários da construção civil
Segundo a CNI, a expectativa é de melhora m relação ao nível de atividade, a novos empreendimentos e
serviços, a compras de insumos e ao número de empregados para os próximos seis meses
Agência Estado Número de novos empreendimentos e de serviços também devem aumentar, diz a
pesquisa da CNI
O otimismo cresceu entre os empresários da indústria da construção em fevereiro na comparação com
janeiro, segundo dados divulgados hoje pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Para os próximos
seis meses, há expectativa de melhora em relação ao nível de atividade, a novos empreendimentos e
serviços, a compras de insumos e ao número de empregados.
As perspectivas para o nível de atividade registraram 62,2 pontos em fevereiro, dado superior aos 58,6
pontos de janeiro e idêntico ao resultado de fevereiro de 2011. Pela escala da CNI, que vai de zero a 100
pontos, valores superiores a 50 pontos indicam expectativas positivas.
As perspectivas para novos empreendimentos e serviços também ficaram em 62,2 pontos em fevereiro, alta
ante os 58,1 de janeiro e idêntico ao resultado de fevereiro de 2011.
As perspectivas em relação às compras de insumos e matérias-primas anotaram 62,1 pontos neste mês,
dado maior que os 58,0 de janeiro e acima dos 60,6 pontos do mesmo mês do ano passado. Por fim, as
perspectivas sobre o número de empregados no setor alcançou 60,8 pontos neste mês, maior que os 57,8
de janeiro e praticamente estável ante os 60,7 de fevereiro do ano passado.
A Sondagem Indústria da Construção foi realizada pela CNI entre 1º e 14 de fevereiro com 436 empresas,
das quais 143 de pequeno porte, 189 médias e 104 grandes.
Ociosidade
O nível de utilização da capacidade instalada da indústria de materiais de construção no País atingiu 83%
em fevereiro, o que representa queda ante os 87% registrados no mesmo período do ano passado. O dado
foi divulgado hoje pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat).
A pesquisa também mostra que o mercado interno avalia o cenário geral de vendas como bom. Entre as
entrevistados para o levantamento, 51% das empresas consideraram "bom" o desempenho do setor neste
mês e 5%, "muito bom".
Em fevereiro, a sondagem entre as indústrias de material de construção indica que 54% das empresas
também possuem boas expectativas em relação às ações do governo federal para o setor, comparado com
55% em janeiro.
Para o presidente da associação, Walter Cover, o foco das ações permanece na desoneração fiscal, nas
políticas de defesa comercial e na aceleração das grandes obras sociais, como o Programa de Aceleração
do Crescimento (PAC) e o Minha Casa, Minha Vida.
"A Abramat continua voltando suas forças ao reforço dos pedidos ao governo de dar continuidade às
medidas anticíclicas que garantam o crescimento esperado do setor. Essa também continua sendo a nossa
principal preocupação e meta para 2012" afirmou Cover, em nota.O nível de utilização da capacidade
instalada da indústria de materiais de construção no País atingiu 83% em fevereiro, o que representa queda
ante os 87% registrados no mesmo período do ano passado. O dado foi divulgado hoje pela Associação
Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat).
A pesquisa também mostra que o mercado interno avalia o cenário geral de vendas como bom. Entre as
entrevistados para o levantamento, 51% das empresas consideraram "bom" o desempenho do setor neste
mês e 5%, "muito bom".
Em fevereiro, a sondagem entre as indústrias de material de construção indica que 54% das empresas
também possuem boas expectativas em relação às ações do governo federal para o setor, comparado com
55% em janeiro.
Para o presidente da associação, Walter Cover, o foco das ações permanece na desoneração fiscal, nas
políticas de defesa comercial e na aceleração das grandes obras sociais, como o Programa de Aceleração
do Crescimento (PAC) e o Minha Casa, Minha Vida.
"A Abramat continua voltando suas forças ao reforço dos pedidos ao governo de dar continuidade às
medidas anticíclicas que garantam o crescimento esperado do setor. Essa também continua sendo a nossa
principal preocupação e meta para 2012" afirmou Cover, em nota.
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5. Estado de Minas - MG (27/02/2012)
As construtoras no banco dos réus
No lado fraco da relação encontram-se os consumidores. A esses, enquanto uma solução coletiva não é
apresentada, resta recorrer ao Poder Judiciário para fazer cumprir seus direitos
João Ribeiro de Oliveira - Advogado, especialista em direito societário, pós-graduado em direito de
empresas, membro do Instituto dos Advogados de Minas Gerais (Iamg) e da Comissão de Sociedades de
Advogados da OAB-MG, sócio do escritório Freire, Câmara & Ribeiro de Oliveira Advogados
Publicação: 27/02/2012 04:00
O sonho do imóvel próprio virou pesadelo. Quantos brasileiros não alimentam a esperança de, depois de
pagar pontualmente suadas prestações, receber sua unidade habitacional no prazo contratado?
Programações pessoais são realizadas, planejamentos financeiros são feitos com antecedência e
expectativas são criadas. Ocorre que no momento tão esperado a realidade é muito diferente.
Os constantes atrasos na entrega de empreendimentos chamam a atenção nos noticiários. Não apenas
pela avalanche de consumidores insatisfeitos, mas, principalmente, pelo descaso das construtoras e a falta
de uma solução em curto prazo. A questão, inclusive, é tema de debates no Poder Legislativo, no Ministério
Público e no Poder Judiciário. Exemplo disso é o Projeto de lei 1.576/11 que tramita na Câmara Municipal
de Belo Horizonte e dispõe sobre critérios adicionais para a concessão de alvará de construção.
O projeto, que já foi aprovado em primeiro turno de votação, prevê punições às construtoras que atrasam a
entrega de unidades e condiciona a outorga de novos alvarás de construção à comprovação, pelo
empreendedor, do habite-se de outros imóveis cujos prazos de entrega contratual ainda não tenham sido
cumpridos.
Esse projeto se encontra atualmente com o relator substituto em análise na Comissão de Legislação e
Justiça da Câmara Municipal de Belo Horizonte para, posteriormente, ser submetido à votação em segundo
turno. Se for aprovado, o documento segue para sanção ou veto do prefeito Márcio Lacerda (PSB).
A iniciativa é positiva, mesmo que o texto em trâmite na Câmara Municipal necessite de alguns ajustes,
devendo frisar que a possível lei terá eficácia restrita às construções na cidade de Belo Horizonte, excluída
a região metropolitana, como Nova Lima, por exemplo.
Em outra frente, o Ministério Público, com o afinco e responsabilidade que lhe são peculiares, por meio de
suas procuradorias especializadas, que cada dia estão melhor aparelhadas, estuda medidas a serem
adotadas para punir os atrasos na entrega dos empreendimentos. No lado fraco da relação encontram-se
os consumidores. A esses, enquanto uma solução coletiva não é apresentada, resta recorrer ao Poder
Judiciário para fazer cumprir seus direitos.
E para isso é necessário que os consumidores saibam quais são os argumentos de que dispõem na
hipótese de seu imóvel não ser entregue na data contratada. Obviamente que os contratos para aquisição
de imóveis na planta de cada construtora têm particularidades. Por isso, serão abordadas apenas as
questões recorrentes na maioria dos pactos. As principais questões atualmente debatidas no Judiciário em
contratos dessa natureza são:
a) direito ao recebimento do valor equivalente ao aluguel mensal de um imóvel similar àquele que está
sendo adquirido. Esse é o entendimento jurisprudencial, segundo o qual, quando da entrega efetiva do
imóvel, deve-se calcular o período de atraso no cumprimento da obrigação, e para cada mês de
inadimplência deverá a construtora pagar ao consumidor o valor equivalente a um mês de aluguel de um
imóvel similar, a título de indenização. Alguns contratos já estipulam multas para as construtoras na
hipótese de atrasos. Mas, na maioria das vezes, o valor dessa cláusula penal é muito aquém do valor do
aluguel mensal de um imóvel similar, o que demanda sua discussão judicial.
b) direito ao ressarcimento de despesas decorrentes da mora do empreendedor. Os tribunais entendem
que os gastos devidamente comprovados pelos consumidores, e que tenham relação direta com o atraso
na entrega do imóvel, são passíveis de indenização pelas construtoras. Por exemplo: o aluguel de espaços
para guarda dos móveis de consumidores.
c) direito ao pagamento da última parcela prevista para a fase de construção do imóvel apenas quando do
recebimento das chaves. É comum que os contratos imponham ao consumidor a obrigação de pagar a
última parcela da fase de construção do imóvel em uma data fixa, geralmente aquela prevista para a
entrega da unidade. O posicionamento do Judiciário é de que o pagamento dessa parcela somente é
exigível quando da efetiva entrega das chaves.
d) direito de reajuste do saldo devedor pela variação do INCC. Existem contratos que disciplinam que
depois do vencimento do prazo previsto para a entrega do imóvel restarão ao consumidor apenas duas
alternativas: o pagamento total do saldo devedor, à vista, e o reajuste do saldo devedor pelos índices
contratuais, que geralmente são juros de 1% ao mês mais atualização monetária pelo IGPM da Fundação
Getulio Vargas (FGV). Essa previsão contratual é abusiva e passível de revisão judicial, existindo inúmeros
precedentes segundo os quais até a efetiva entrega das chaves o saldo devedor do consumidor deverá ser
atualizado apenas pelo INCC, sem qualquer incidência de juros.
e) direito de pleitear indenização por danos morais. Nesse ponto não há consenso no Judiciário. Decisões
judiciais sustentam que o simples atraso na entrega do imóvel é suficiente para que o consumidor faça jus à
indenização por danos morais. Outras decisões entendem que os danos morais decorrentes do atraso do
imóvel são cabíveis, sim, mas desde que o consumidor os comprove.
É fundamental que o consumidor tenha cuidado na aquisição de um imóvel na planta e seja assessorado
por profissionais realmente especializados. Por outro lado, é igualmente importante que o empreendedor
tenha consciência da responsabilidade que lhe é confiada, respeite os prazos contratuais e não vise apenas
o lucro a qualquer custo.
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6. DCI - SP (27/02/2012)
Abramat prevê que 2012 será melhor que 2011
Em fevereiro, a sondagem da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat)
indica que 54% das empresas de materiais de construção também possuem boas expectativas em relação
às ações do governo federal para o setor, comparado com 55% em janeiro. - Para o presidente da
entidade, Walter Cover, a indústria está se preparando para o aumento da demanda. "Esperamos um
crescimento do faturamento real em torno de 4,5% neste ano, ou seja, devemos ter um ano melhor que o
de 2011", diz. Cover destacou que não haverá falta de produtos em nenhum segmento do setor de
materiais de construção e que a melhora será sentida já a partir de março.
Na última sexta-feira, a Abramat divulgou o nível de utilização da capacidade instalada da indústria de
materiais de construção no País, que atingiu 83% em fevereiro, queda ante os 87% registrados no mesmo
período de 2011. O dado vem na esteira de desaceleração da indústria nos últimos meses.
"Nós tivemos um início de ano devagar. As empresas do setor se prepararam para atender aos pedidos em
carteira sem gerar muitos estoques, por isso diminuiu a utilização da capacidade instalada", afirmou ao DCI
o presidente da Abramat.
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7. O Estado de S. Paulo - SP (27/02/2012)
A nova cara da habitação popular
26 de fevereiro de 2012 | 3h 03
RODRIGO BRANCATELLI, RODRIGO BURGARELLI - O Estado de S.Paulo
Apartamentos de um, dois e três dormitórios, em uma das áreas mais valorizadas de São Paulo. Ampla
varanda, vista privilegiada, espaços já prontos para home offices, paredes removíveis para aumentar os
ambientes, preocupação com iluminação natural em todas as unidades, estacionamento para bicicletas e
jardins abertos na cobertura. Tudo isso em prédios exclusivos, únicos, assinados pelos arquitetos mais
disputados da capital.
Poderia muito bem ser um anúncio de uma imobiliária, um texto publicitário em um daqueles folhetos
entregues no semáforo, nos quais o céu é sempre espetacularmente azul. A descrição, no entanto, é a
nova maneira de a Secretaria Municipal de Habitação (Sehab) enxergar as unidades habitacionais
construídas para população de baixa renda.
Para tentar fugir da estigmatização que sempre acompanhou a moradia social - dos Institutos de
Aposentadoria e Pensão (IAPs) às Cohabs, Cingapuras e CDHUs -, a Prefeitura agora está investindo em
edifícios pequenos, em áreas nobres, com boa parte dos diferenciais que as construtoras oferecem no
mercado de alto padrão de São Paulo.
Na região da Avenida Jornalista Roberto Marinho, na zona sul, onde o metro quadrado já passa dos R$ 9
mil, a Sehab vai começar a construir em até dois meses prédios para moradia social em 35 áreas diferentes
- cada edifício foi desenhado com um projeto específico para cada lote, por um pool de grifes da arquitetura
que incluiu os escritórios Grupo SP, Una Arquitetos, Marcelo Suzuki, Marcos Boldarini, Ciro Pirondi, Tibiriçá
Arquitetos e Paulo Brazil.
Serão 4.300 apartamentos, mas, ao contrário dos velhos e criticados "conjuntões" habitacionais perdidos na
periferia, os novos prédios serão erguidos até o fim do ano em áreas menores, alguns com apenas 25
unidades, e os maiores com no máximo 200 apartamentos. Essa nova tendência marca uma ruptura com o
modelo tradicional de habitação popular em São Paulo, cidade com 1,1 milhão de pessoas vivendo em
unidades de moradia social.
"A moradia popular está sendo pensada para abrigar as famílias desapropriadas para a construção de um
túnel e de um parque linear, como parte da Operação Urbana Águas Espraiadas", diz Maria Teresa Diniz,
coordenadora de Projetos da Sehab. "Não vamos mandar essas pessoas para a periferia, vamos reintegrálas na mesma área, o que é ideal para manter os vínculos sociais."
São Paulo já tentou um sem-número de modelos para lidar com o assombroso déficit habitacional da capital
- do primeiro grupo de edifícios projetado em 1942 para dar teto a operários da região do Glicério até o
período das Cohabs. "Os grandes conjuntos viram guetos, é justamente o que não se deve fazer", diz a
arquiteta Cristiane Muniz, sócia do Una Arquitetos, escritório que participou da elaboração dos novos
projetos da Avenida Jornalista Roberto Marinho. "Quando você faz um prédio menor, a inserção urbana é
muito melhor, porque ele não fica estigmatizado."
Para fugir do estereótipo dos prédios para baixa renda, os novos projetos da região da Roberto Marinho
são abertos, com uso misto e área para lojas no térreo. Todos também são vizinhos a empreendimentos de
alto padrão, onde as unidades chegam a custar R$ 1,5 milhão. Além disso, os projetos pegaram
emprestado vários conceitos que se tornaram corriqueiros nos lançamentos imobiliários, como
estacionamento para bicicletas e até mesmo paredes removíveis para o proprietário que quiser ampliar sua
sala de estar ou seu quarto.
"Cada um vai ter sua particularidade, um vai ter varanda, o outro jardim aberto, o outro vai ter telecentro",
diz Maria Teresa Diniz. "É uma nova forma de pensar a habitação popular, algo que respeita a cidade e as
famílias."
Projetos para zona sul rompem com velhos modelos de 'conjuntões' e oferecem diferenciais antes
reservados só ao público de alto padrão
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8. Jornal da Manhã - MG (25/02/2012)
Depois de 8 meses, contratações superam demissões na construção
Em janeiro foram abertos 4.056 postos de trabalhos e demitidos 3.590 profissionais. Com isso foram
mantidos 466 empregos. A variação da empregabilidade ficou em 0,63%. Em dezembro de 2011 foram
registradas mais demissões que contratações. Pelo levantamento foram admitidos 3.282 profissionais e
demitidos 4.605, perfazendo o saldo negativo de 1.323. A variação da empregabilidade ficou em 1,80%
negativo.
Desde o mês de maio de 2011, o setor da construção civil apresentou mais demissões do que
contratações. Segundo o Sindicato da Construção Civil (Siduscon), os desligamentos estavam relacionados
com as finalizações dos conjuntos habitacionais, principalmente do programa “Minha Casa, Minha Vida”. No
entanto, no primeiro mês do ano, foram admitidos 794 profissionais e demitidos 642. Com o saldo de 152
vagas mantidas, o setor da construção lidera a lista das oito categorias analisadas pelo Caged.
O presidente do Sinduscon, Nagib Facury, acredita que a categoria está voltando à normalidade. Ele
espera que o mercado fique estabilizado. “No final de ano é um período extremamente chuvoso. Então,
estávamos finalizando algumas obras e houve o deslocamento de profissionais para outras construções.
Um fator decisivo no quadro é o início da terraplanagem da Planta de Amônia”, explica.
Os setores da indústria de transformação e de serviços ocupam o segundo e terceiro lugar da lista do
Caged. O ranking da empregabilidade ficou em 2,35% e 0,54%, respectivamente. A categoria agropecuária
ainda continua com saldo negativo de contratações. Ao todo foram admitidos 247 profissionais e desligados
279, perfazendo saldo negativo de 32 vagas.
O comércio também apresentou mais demissões que contratações. Em janeiro foram abertas 849 frentes
de trabalho. Os desligamentos atingiram a marca de 1.012. Com isso, 163 vagas deixaram de existir.
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9. Gazeta do Povo - PR (27/02/2012)
A controvérsia sobre a lei que define competências ambientais
Publicado em 27/02/2012 | Geroldo Augusto Hauer
Em vigor há poucos dias, a Lei Complementar n.º 140/2011, que define regras sobre a implementação da
competência comum entre União, estados, distrito federal e municípios para atuarem na proteção do meio
ambiente, já divide opiniões. Alvo de ferrenhas críticas e apologias, a lei sancionada em 8.12.2011 tem
motivado a preocupação de ambientalistas.
O texto regulamenta alguns dispositivos do artigo 23 da Constituição Federal – que dispõem sobre a
preservação de florestas, fauna e flora e sobre a proteção de recursos naturais – e estabelece,
principalmente, as prerrogativas de órgãos federais, estaduais e municipais para atuarem no licenciamento
e na fiscalização ambiental.
Na atual configuração, compete à União autorizar o licenciamento e fiscalizar atividade ou empreendimento
comum entre Brasil e um país limítrofe, em mar territorial, plataforma continental ou zona econômica
exclusiva, terras indígenas e unidades de conservação no âmbito federal, ou em dois ou mais estados. Aos
órgãos ambientais estaduais cabem as questões que envolvam mais de um município e, aos municípios,
incumbe a autorização e a fiscalização de obras e outras interferências ambientais ligadas a parques e
reservas locais.
O texto também define o que é licenciamento ambiental, permite parcerias entre os entes federados para
atuarem na fiscalização e estabelece regras para a aplicação de penalidades. Disciplina a Lei
Complementar que as multas, antes aplicadas simultaneamente pelas esferas federal, estadual e municipal,
só poderão ser impostas pelo órgão que concedeu o licenciamento ambiental. Isto é, em havendo
duplicidade, deverá prevalecer a penalidade arbitrada pelo órgão licenciador.
Os apoiadores da nova lei sustentam que a norma oferece maior segurança jurídica, porquanto impede a
sobreposição de poderes, favorecendo a exploração racional e sustentável dos recursos naturais em todo o
território nacional. Defendem também que a pulverização das competências desafoga o Instituto Brasileiro
do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e permite que a autarquia federal esteja
focada sobre as questões de grande impacto ambiental.
Para os críticos, porém, o efeito prático não é tão belo quanto o discurso. Ambientalistas afirmam que a lei
complementar representa um grande retrocesso na marcha pela proteção do meio ambiente, já que retira
do governo federal – em tese menos sujeito às pressões políticas e empresariais – o poder de combate a
crimes ambientais e licenciamento de obras de impacto regional, enfraquecendo, assim, a proteção dos
recursos naturais. Para eles, o novo texto acomoda apenas os interesses dos setores agropecuário e de
infraestrutura, isto é, favorece os interesses econômicos em detrimento da preservação ambiental, tendo
em vista que os desmatamentos e outras ações que produzem impacto sobre o meio ambiente, serão
autorizados e fiscalizados por órgão estaduais e municipais que, na maioria dos casos, são mais
vulneráveis e não possuem infraestrutura adequada.
No entanto, apesar de fundados os receios externados, a verdade é que, embora pareça, à primeira vista,
enfraquecer a ingerência do Ibama sobre as questões regionais, a LC 140/2011 deixa brechas para que a
União Federal possa intervir em todos os casos, inclusive mediante a aplicação de penalidades nas
hipóteses em que o ente federativo originariamente competente se omitir. Em última análise, a lei apenas
cumpre a função a que se destina, que é a de organizar as competências dos entes federados na
fiscalização quanto ao uso e à proteção dos recursos naturais, garantindo, ao mesmo tempo, a preservação
ambiental e a segurança jurídica.
(Colaboração: Jéssica Agda da Silva, G. A. Hauer & Advogados Associados) – [email protected]
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10. Jornal da Comunidade - DF (25/02/2012)
Programa fica mais abrangente em 2012
Governo estabelece cota de 3% para idosos e deficientes no Minha Casa, Minha Vida e não define renda
mínima. Empresas dizem que regras não prejudicam os negócios
O governo federal estipulou mudanças no processo de seleção do programa Minha Casa, Minha Vida,
prioridade da presidente Dilma Rousseff. As alterações foram publicadas no final de dezembro de 2011 no
Diário Oficial da União. A portaria foi aprovada com a assinatura do ex-ministro das Cidades, Mário
Negromonte. O programa foi lançado em 2009, na gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e tinha
como meta entregar um milhão de unidades habitacionais. Em junho de 2011 a presidente Dilma anunciou
a segunda fase do projeto, com o objetivo de entregar mais de dois milhões de unidades. Porém, dados do
Ministério das Cidades, até outubro de 2011, mostra que cerca de 1,3 milhões de moradias foram
solicitadas à Caixa Econômica Federal, mas só a metade ficou pronta.
Entre as novas regras estabelecidas está a cota de no mínimo 3% das unidades habitacionais para
atendimento a idosos e a pessoas com algum tipo de deficiência. “Enxergamos as novas regras de forma
positiva. O programa é segmentado em três faixas. A faixa 1 é a mais social existente no programa e agora
poderá ser utilizada por um leque maior de pessoas. O reajuste é consequência da nova realidade
econômica do país, felizmente mais favorável”, conta o superintendente de Incorporação do Setor
Econômico da Brookfield, Paulo Araújo.
Quando foi lançado, em 2009, o programa já previa priorização para portadores de deficiência e idosos. O
governo também afirmou que a obrigatoriedade de beneficiar essas pessoas será aplicada também nos
projetos desenvolvidos em municípios com menos de 50 mil habitantes e com recursos do Fundo de
Desenvolvimento Social.
Empresas do ramo imobiliário afirmam que as novas regras não são vistas como ameaças aos negócios.
“As construtoras e imobiliárias que participam do programa Minha Casa Minha Vida vêem estas novas
regras com bons olhos, elas aumentarão consideravelmente o número de famílias que poderão realizar o
sonho da casa própria”, afirma Otávio Leão, coordenador da assessoria da Acontece Imobiliária.
Tudo pronto para cumprir as regras
As novas normas são válidas para imóveis integralmente subsidiados e distribuídos para famílias
cadastrados no banco de dados de estados e municípios. A exigência continuará sendo aplicada aos
imóveis construídos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço.
Até 2014 o governo pretende investir R$ 125,7 bilhões na construção de dois milhões de moradias no
Minha Casa, Minha vida. As novas regras não atrapalham as empresas que participam do programa. “Não
prejudicam. É válido, até porque é justo que os idosos e deficientes também consigam comprar uma casa
própria. Grandes empreendimentos têm de agregar todas as categorias sociais”, diz Paulo Araújo,
superintendente de Incorporação do Setor Econômico da Brookfield.
Pelo menos na Brookfield, todos os projetos já tinham sido adaptados para a realidade dos portadores de
necessidade especiais. “Quanto aos idosos, pouco muda porque eles não têm, necessariamente,
necessidades especiais”, aponta Paulo Araújo. Apesar disso, a empresa prevê um estudo de viabilidade de
equipamentos para exercícios especiais destinados à terceira idade. “Em termos de vendas, não tem
impacto algum, é mais uma questão social mesmo”, acrescenta.
A Acontece também explica como funcionará a empresa com as novas regras. “Estas alterações não
afetarão o modelo do programa em que atuamos, as mudanças aconteceram no modelo em que o
candidato se inscreve na Codhab, costumamos chamar de face social do programa. Atuamos em um
modelo no qual o comprador escolhe um imóvel de pessoa física ou jurídica que se encaixe nos padrões e
modelos exigidos pelo programa e através de uma transação imobiliária adquire a preço de mercado pela
Caixa Econômica Federal com os benefícios de subsídio e taxa de juro idênticos aos participantes da face
social”, acrescenta Otávio Araújo.
Apesar de o país ter virado a sexta maior economia mundial, os índices de desigualdade social ainda são
altos e a falta de moradia atinge milhões de brasileiros. O escritor Said Augusto retrata essa realidade:
“Estamos em um país onde todos são iguais, mas vivemos submergidos em total desigualdade social”.
As novas regras do programa habitacional
A assessoria do Ministério das Cidades afirmou que a obrigatoriedade dos 3% já existia, porém era
aplicada nas obras que utilizam dinheiro do Fundo de Arrecadamento Residencial. A obrigatoriedade só foi
ampliada. “As novas regras do programa não interferirão na vida das construtoras. A cota para idosos já
existia, apenas foi ampliada para os deficientes”, menciona a assessoria do ministério. As novas regras não
afetaram as construtoras e nem as imobiliárias já que são consequência da nova realidade econômica do
país. A ampliação da obrigatoriedade dos 3% veio apenas para facilitar a vida de milhões de brasileiros que
se adequam a essa cota e que há muito tempo nutrem o sonho da casa própria. “Se o programa dispõe de
300 unidades, serão destinados 3% para idosos e 3% para deficientes, somando, portanto, um total de 6%”,
exemplifica.
O texto altera a citação que determinava renda limite. Antes, os candidatos deveriam ter renda mínima de
R$ 1.395. Cada um dos programas habitacionais locais já deve ter estabelecido critérios de renda e
condição social para inscrever os interessados. A única condição que fica estabelecida para a seleção é
que os candidatos estejam inscritos nos cadastros dos programas habitacionais do local onde residem. O
Ministério das Cidades também incluiu na regulamentação dos novos procedimentos operacionais que a
Caixa seja responsável pela finalização dos processos seletivos com validação das informações prestadas
pelos candidatos, além de enviar aos encarregados pela seleção uma lista com os nomes dos candidatos
aptos e os que não se enquadram ou tiverem dados incompatíveis.
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CLIPPING DE NOTÍCIAS
Acompanhe as notícias dos setores de areia, brita e
construção civil
Nas primeiras horas do dia os sindicatos, associações e
executivos recebem um e-mail com as notícias publicadas
nos principais veículos de comunicação do País.
1. Brasil Mineral - SP (16/02/2012)
Miriam Belchior autoriza nomeações para o DNPM
...ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, autorizou o Departamento Nacional de
Produção Mineral (DNPM), a nomear candidatos aprovados em concursos públicos, observada a ordem de
classificação, com a finalidade de suprir vagas e desistências ...
2. Consumidor-RS - RS (16/02/2012)
Faturamento dos materiais de construção cresce 14,6% no mês de janeiro em Porto Alegre
...o Termômetro do Varejo, índice de faturamento mensal divulgado pelo Sindilojas Porto Alegre, em janeiro
o setor de materiais de construção teve crescimento médio de 14,6% em relação ao mesmo período do
ano passado. Já o segmento de vestuário teve pequena alta no primeiro mês de ...
3. Diário do Grande ABC - SP (16/02/2012)
Licenciamento ambiental é facilitado
...Desde o dia 9, o município obteve autorização para fazer o licenciamento ambiental e fiscalização de
empreendimentos que possam causar impactos ao meio ambiente. A medida, que pretende simplificar e
acelerar o trâmite para o empreendedor, não vale para empresas instaladas em áreas de mananciais. ...
4. A Região - BA (16/02/2012)
Empresário indiciado por areia ilegal
...empresário Gilvan Bezerra Júnior deve ser indiciado por crime ambiental. Na terça, policiais da delegacia
de meio ambiente flagraram a retirada ilegal de areia em uma propriedade dele em Olivença, Ilhéus. Duas
caçambas e duas máquinas para extração da ...
5. O Estado de S. Paulo - SP (17/02/2012)
Cresce o mercado formal
... O Estado de S.Paulo Com emprego, renda e crédito acessível, cada vez mais trabalhadores compram a
moradia no mercado formal, abandonando a autoconstrução, segundo estudo do Sindicato da construção
Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP). É uma mudança relevante no segmento imobiliário, ...
6. UOL - SP (16/02/2012)
Regulamentação atrasa liberação de crédito para materiais de construção
...PAULO - Mesmo com as vendas de materiais de construção estáveis no começo de 2012, as
expectativas em relação ao financiamento de material de construção com recursos do FGTS (Fundo de
Garantia ...
7. O Povo - CE (17/02/2012)
Petrobras e CEF isentam Estado de responsabilidade
... De acordo com o governador, nos municípios com mais de 50 mil habitantes, a execução do Minha
Casa, Minha Vida é 100% entre a Caixa Econômica e a construção civil. Esta, segundo ele, incapaz de
“apresentar projetos para atender toda essa oferta” do Governo Federal. “Culpa nenhuma de município. ...
8. Mogi News - SP (17/02/2012)
Jundiapeba receberá mais 1.780 moradias
...devem entregar nos próximos dois meses mais 1.780 moradias do programa Minha Casa, Minha Vida em
Jundiapeba. São seis conjuntos habitacionais, construídos no distrito, para atender famílias com renda
mensal de até três salários mínimos, além de erradicar as habitações em áreas de risco. ...
9. Refrescante - SP (16/02/2012)
Certificação FSC ganha força na indústria da construção
...comprometidos com a sustentabilidade se queixam da falta de oferta de produtos com a certificação do
Conselho de Manejo Florestal (FSC) para a construção de casas e edifícios. Adicionado em: 16 de
fevereiro de 2012 Frequentemente, arquitetos e engenheiros comprometidos com a ...
1. Brasil Mineral - SP (16/02/2012)
Miriam Belchior autoriza nomeações para o DNPM
A ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, autorizou o Departamento Nacional de
Produção Mineral (DNPM), a nomear candidatos aprovados em concursos públicos, observada a ordem de
classificação, com a finalidade de suprir vagas e desistências originadas dos próprios concursos vigentes,
ocorridas a partir de 1º de fevereiro de 2011. O DNPM vai aprovar um nome para o cargo de Especialista
em Recursos Minerais, dois candidatos aprovados para o cargo de Técnico em Atividades de Mineração e
cinco candidatos aprovados para o cargo de Técnico Administrativo, no concurso público autorizado pela
Portaria nº 184, de 8 de julho de 2009.
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2. Consumidor-RS - RS (16/02/2012)
Faturamento dos materiais de construção cresce 14,6% no mês de janeiro em Porto Alegre
Segundo o Termômetro do Varejo, índice de faturamento mensal divulgado pelo Sindilojas Porto Alegre, em
janeiro o setor de materiais de construção teve crescimento médio de 14,6% em relação ao mesmo período
do ano passado. Já o segmento de vestuário teve pequena alta no primeiro mês de 2012, registrando
elevação média de 0,5% na comparação com janeiro do ano passado.
Em 2011, o faturamento das lojas de materiais de construção foi 9,19% maior, em média, em relação a
2010. O vestuário fechou o ano com incremento médio de 2,6% no mesmo período. Para o presidente do
Sindicato dos Lojistas do Comércio de Porto Alegre (Sindilojas POA), Ronaldo Sielichow, o crescimento no
faturamento dos materiais de construção é reflexo do conjunto de políticas públicas voltadas ao setor.
“Crédito facilitado e desoneração tributária são condições que contribuem para o aquecimento da
economia. Seria bom para o País que estas medidas fossem ampliadas a outros produtos”, ressalta.
Sobre o Termômetro do Varejo
O Termômetro do Varejo é um índice mensal da atividade econômica no comércio varejista da Capital
lançado em novembro de 2011 pelo Sindilojas Porto Alegre. O Termômetro revela o percentual de
faturamento por segmento do varejo, por meio de levantamento realizado junto à base de lojistas
associados ao Sindicato. Inicialmente, os setores medidos são os de materiais de construção e vestuário.
Sobre o Sindilojas Porto Alegre
Fundado em 1937, o Sindilojas Porto Alegre é o representante legal dos comerciantes de Porto Alegre e
Alvorada e reúne aproximadamente 18 mil empresas nas duas cidades. Além de atuar na representação e
defesa dos comerciantes, desenvolve ações que promovem o fortalecimento da categoria. O Sindicato
realiza pesquisas no setor, qualificação profissional e uma série de serviços voltados aos lojistas.
Fonte: Imprensa Sindilojas Porto Alegre
Autor: Vinícius Ghise
Revisão e Edição: de responsabilidade da fonte
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3. Diário do Grande ABC - SP (16/02/2012)
Licenciamento ambiental é facilitado
Natália Fernandjes
Do Diário do Grande ABC
Interessados em obter licença ambiental para atividades de impacto local em São Bernardo não precisam
mais recorrer à Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo). Desde o dia 9, o município obteve
autorização para fazer o licenciamento ambiental e fiscalização de empreendimentos que possam causar
impactos ao meio ambiente. A medida, que pretende simplificar e acelerar o trâmite para o empreendedor,
não vale para empresas instaladas em áreas de mananciais.
O processo para que a Prefeitura assumisse o serviço começou em outubro de 2010, mediante convênio
com a Cetesb. Segundo o secretário de Gestão Ambiental, Giba Marson, a expectativa é evitar a burocracia
na tarefa de promover o desenvolvimento sustentável no município.
O gerente da Agência Ambiental da Cetesb no Grande ABC, Luiz Carlos Rodrigues, acredita que a
novidade trará alívio da demanda de documentos pendentes na companhia. "Teremos folga para resolver
processos mais complexos, como os relacionados às áreas de mananciais", explica.
Para haver a descentralização do procedimento, foi formada equipe multidisciplinar com 22 profissionais,
que ficarão responsáveis pelo processo. O empreendedor que quiser solicitar o serviço deve se dirigir à
Sala do Empreendedor, no entanto, os documentos necessários e outras informações estão disponíveis no
portal da Prefeitura: www.saobernardo.sp.gov,br. Há ideia de, futuramente, disponibilizar o licenciamento
ambiental pela internet.
São Bernardo é a terceira cidade da região a assumir o serviço. Em Santo André, o procedimento passou a
ser de responsabilidade municipal em 2003, enquanto que em Ribeirão Pires o convênio com a Cetesb foi
firmado em 2010.
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4. A Região - BA (16/02/2012)
Empresário indiciado por areia ilegal
O empresário Gilvan Bezerra Júnior deve ser indiciado por crime ambiental. Na terça, policiais da delegacia
de Meio Ambiente flagraram a retirada ilegal de areia em uma propriedade dele em Olivença, Ilhéus.
Duas caçambas e duas máquinas para extração da areia foram apreendidas pela equipe do delegado
Humberto Matos. Para a polícia, existem fortes indícios de que a retirada de areia vem causando danos ao
meio ambiente.
Gilvan Bezerra Júnior apresentou um documento, cuja validade está sendo investigada. O areal foi
embargado pelo Departamento Nacional de Pesquisa Mineral. O empresário não foi localizado para
comentar.
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5. O Estado de S. Paulo - SP (17/02/2012)
Cresce o mercado formal
17 de fevereiro de 2012 | 3h 07
O Estado de S.Paulo
Com emprego, renda e crédito acessível, cada vez mais trabalhadores compram a moradia no mercado
formal, abandonando a autoconstrução, segundo estudo do Sindicato da Construção Civil do Estado de
São Paulo (Sinduscon-SP). É uma mudança relevante no segmento imobiliário, com impacto na atividade
econômica, na arrecadação de tributos e no mercado de trabalho. As construtoras, que em 2003
respondiam por 44% do PIB da construção civil, hoje respondem por 65%. Já a participação da
autoconstrução no PIB declinou de 56% para 35%, calcula a professora Ana Maria Castelo, da Fundação
Getúlio Vargas, que coordenou o estudo.
O ambiente de negócios favoreceu a formalização da atividade imobiliária e o aumento da escala de
produção das construtoras. Em 2007, muitas levantaram recursos abrindo o capital em bolsa para comprar
terrenos e construir mais imóveis, submetendo-se a controles rigorosos. As prestações de contas a
acionistas brasileiros e estrangeiros, inclusive fundos globais de investimento, são trimestrais e a
transparência dos dados é um requisito absoluto.
Além das grandes construtoras de capital aberto, também ampliaram suas operações as pequenas
empresas do setor, segundo a pesquisa. Para ter acesso ao crédito da Caixa Econômica Federal (CEF) e
construir no âmbito do programa oficial de habitação popular elas precisam formalizar suas atividades. "O
grande impulso veio das moradias das famílias, porque a outra parte (obras de infraestrutura) sempre foi
formal", enfatizou Ana Castelo.
A contratação de mão de obra formal passou a predominar, ao contrário dos tempos de predomínio da
autoconstrução, em que as famílias reuniam recursos para construir "puxadinhos", com o auxílio de um
pedreiro ou de um mestre de obras. As estatísticas do Ministério do Trabalho mostram que as atividades da
construção civil foram as que mais contrataram empregados formais.
A disponibilidade de crédito também contribuiu para a formalização, segundo o vice-presidente do
Sinduscon-SP, Eduardo Zaidan. "Antes não havia financiamento e as famílias tinham de fazer a casa por
conta própria." E, como notou um diretor de construtora, "crédito farto e juros em queda provocaram essa
mudança entre a formalidade e a informalidade na construção".
A tendência de mudança do perfil das aquisições de insumos para a construção civil é confirmada pelo
presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção, Walter Cover.
Em 2004, o valor adicionado à economia pelas empresas construtoras cresceu 27%, chegando a 28%, em
2007 e a 18,5%, em 2009, segundo o estudo da FGV. Sem um crescimento tão forte, o PIB da construção
teria avançado pouco, pois o chamado "consumo formiga" - que inclui a autoconstrução e as obras
realizadas por autônomos - declinou em cinco de seis anos analisados, de 2004 a 2009. Em 2007 e 2009, o
declínio atingiu, respectivamente, 8,9% e 8,8%.
Em 2011, o ritmo da atividade da construção civil foi inferior ao de 2010, segundo os dados do sindicato da
construção (Secovi). "Existe uma acomodação natural", observou o novo presidente do Secovi, Claudio
Bernardes, em sua posse, segunda-feira. "As vendas caíram em relação a 2011, mas desde 2006 têm
crescido", declarou ao Estado (13/2). O crescimento do setor imobiliário tende a acompanhar o ritmo da
economia brasileira, afirmou Bernardes.
A formalização crescente da atividade imobiliária traz benefícios a todos - consumidores, trabalhadores,
construtoras, bancos e governo. Trabalhadores sem renda não têm acesso ao mercado de moradias, que
exige um bom cadastro aceito pelos bancos. Construtores informais não têm acesso a crédito, além de
correrem o risco de enquadramento por órgãos públicos em operações de fiscalização. Nos bancos, o
crédito imobiliário tem importância crescente.
A formalização da construção tem tudo a ver com isso.
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6. UOL - SP (16/02/2012)
Regulamentação atrasa liberação de crédito para materiais de construção
SÃO PAULO - Mesmo com as vendas de materiais de construção estáveis no começo de 2012, as
expectativas em relação ao financiamento de material de construção com recursos do FGTS (Fundo de
Garantia do Tempo de Serviço) são positivas. Porém, para a medida entrar em vigor, serão necessários
alguns ajustes na regulamentação do recurso.
De acordo com o presidente da Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de
Construção), Cláudio Conz, apesar da regulamentação da medida já ter sido publicada, diversos
complicadores que não foram aprovados pelo Conselho Curador do FGTS, do qual ele faz parte, são
responsáveis por burocratizar a operação. “A regulamentação aprovada pelo Ministério das Cidades
descaracterizou a proposta do Conselho Curador, que era de facilitar o financiamento”, explica.
Além disso, Conz explica que a regulamentação foi publicada no período em que o ministro Mário
Negromonte estava no comando do Ministério das Cidades, porém, ela foi assinada pelo atual ministro,
Aguinaldo Ribeiro. Esse fato possibilita novas negociações em relação à regulamentação. “O Conselho
analisou os pontos que estão em discordância e deve sugerir e devem sugerir mudanças na medida”,
afirma.
Segundo o presidente, novas discussões com o novo ministro devem sugerir a reedição da regulamentação
do financiamento.
Complicadores
De acordo com Conz, um dos itens que burocratizam a medida é o fato do cidadão não poder usar o FGTS
para realizar o financiamento. “O financiamento deveria beneficiar pessoas que tem o FGTS, como por
exemplo, pessoas que financiaram o imóvel há muito tempo e agora querem reformá-lo para deixá-lo em
boas condições”, explica.
Entre os complicadores citados por Conz, a limitação do financiamento para apenas proprietários dos
imóveis também burocratiza a solicitação de crédito. “Se o imóvel está no nome da esposa, mas é o marido
quem tem o FGTS, eles não podem financiar”, finaliza.
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7. O Povo - CE (17/02/2012)
Petrobras e CEF isentam Estado de responsabilidade
Em meio ao fogo cruzado que pode por fim na aliança entre PT e PSB na Capital, O POVO confirmou com
órgãos da esfera nacional que o Governo do Estado do Ceará não é responsável por retorno aos cofres
públicos de verbas federais, relacionadas ao Programa Minha Casa, Minha Vida e à Refinaria Premium II.
Na última quarta-feira, o senador José Pimentel (PT) havia afirmado que, pelo fato de os governos estadual
e municipais não fazerem “o dever de casa”, recursos federais estariam voltando para à União, o que
acabou gerando sério impasse entre o parlamentar e o governador Cid Gomes (PSB).
Através de sua assessoria de imprensa, a Petrobras confirmou que a Refinaria Premium II está sendo
viabilizada com recursos próprios da estatal e que, “não há que se falar, portanto, de devolução de
recursos”. Durante café da manhã com jovens empresários do Ceará na manhã de ontem, o governador
apresentou a mesma versão para o caso.
Questionada sobre o valor dos recursos direcionados e aplicados em investimentos na Refinaria, de 2008 a
2011, a Petrobras informou que “não detalha investimentos ano a ano”. Também por meio de sua
assessoria de imprensa, a Caixa Econômica Federal (CEF) do Ceará, que responde pelo Programa Minha
Casa, Minha Vida no Estado, afirmou que “os projetos que foram apresentados por prefeituras e Estado, ou
estão em análise ou já foram aplicados”, e que não há pendência nesse sentido de ambas as esferas de
governo com a instituição.
Desabafo
Ao fazer questão de deixar claro, durante o encontro com os empresários, que ligou pessoalmente para o
senador, na quarta-feira, Cid se disse “profundamente incomodado” com as declarações e rebateu de forma
dura as suas afirmações.
De acordo com o governador, nos municípios com mais de 50 mil habitantes, a execução do Minha Casa,
Minha Vida é 100% entre a Caixa Econômica e a construção civil. Esta, segundo ele, incapaz de
“apresentar projetos para atender toda essa oferta” do Governo Federal. “Culpa nenhuma de município.
Culpa nenhuma do Estado”, completou Cid.
Ainda conforme o governador, em 109 dos 140 municípios cearenses que possuem menos de 50 mil
habitantes, o Governo do Estado entrou com contra partida para que essas cidades participassem do
programa. “Estamos fazendo 4.040 casas e todos os municípios participam do Minha Casa, Minha Vida”,
disparou.
O POVO solicitou ao Ministério das Cidades informações sobre o retorno de recursos do programa no
Ceará, mas a assessoria de imprensa do órgão informou que os dados teriam de ser levantadas pela área
técnica do ministério e que, pelo fato de o procedimento ser demorado, seria inviável nos enviar uma
resposta até o fechamento da edição.
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8. Mogi News - SP (17/02/2012)
Jundiapeba receberá mais 1.780 moradias
São seis conjuntos habitacionais para atendimento de famílias com renda mensal de até três salários
mínimos. Prédios estão em fase de entrega
Noemia Alves
Da reportagem local
Jorge Moraes
A estimativa é de que a partir do mês que vem comecem a ser entregues as chaves das unidades
A Coordenadoria Municipal de Habitação e a direção da Caixa Econômica Federal devem entregar nos
próximos dois meses mais 1.780 moradias do programa Minha Casa, Minha Vida em Jundiapeba. São seis
conjuntos habitacionais, construídos no distrito, para atender famílias com renda mensal de até três salários
mínimos, além de erradicar as habitações em áreas de risco.
Das famílias selecionadas pela administração municipal para ocupar os conjuntos habitacionais, 660 devem
comparecer hoje no Centro de Cidadania e Arte (Ciarte), na rua Ricardo Vilela, 69, no centro, para receber
orientações sobre a ocupação dos imóveis, formação de condomínio, entre outras medidas conhecidas
como pré-ocupação. Serão três reuniões com as famílias beneficiárias horas das 9, 14 e 16 horas.
"Como alguns dos beneficiários costumavam morar em beira de rio ou até mesmo em favelas, a mudança
para um conjunto habitacional é algo novo, exige uma convivência mais próxima e, portanto, é necessário
que eles entrem num acordo em várias coisas", explica a coordenadora da Habitação da Prefeitura,
Dalciani Felizardo.
A estimativa, segundo ela, é de que a partir do mês que vem comecem a ser entregues as chaves dessas
unidades, denominadas Jundiapeba I e III, localizadas na rua Francisco Marialva. Os 1.120
empreendimentos restantes (Jundiapeba II, situado na rua Manoel Fernandes; Jundiapeba IV, na alameda
Santo Ângelo e Jundiapeba V e VI, na rua José Pereira) têm previsão de inauguração até o fim de abril. "As
obras desses empreendimentos estão praticamente concluídas, faltando apenas a parte documental",
acrescentou Dalciani. Segundo ela, a maior parte dos prédios tem 280 unidades cada, com exceção do
Jundiapeba VI, que é um pouco maior, e conta com 380 apartamentos.
Em 30 de novembro de 2011 foram entregues as chaves de 560 unidades habitacionais também em
Jundiapeba, o que totaliza 2.060 unidades do programa Minha Casa, Minha Vida só no distrito. A meta,
segundo a coordenadora municipal de Habitação, é atingir 3 mil moradias populares até o fim do semestre.
Estrutura
Cada apartamento do programa Minha Casa, Minha Vida possui uma área privativa de aproximadamente
48 metros quadrados, cozinha, sala, banheiro, dois quartos e área de serviço. Os prédios têm ainda
portaria, salão de festa, churrasqueira, playground e lixeira coletiva. A administração dos prédios fica por
conta dos próprios moradores, que têm de se organizar em forma de grupo e decidir o que é melhor para
cada condomínio. Cada moradia do programa tem um preço estimado de R$ 52 mil, mas, como há um
grande subsídio do governo federal (cerca de R$ 23 mil), as famílias pagam mensalmente parcelas que
correspondem a 10% da renda familiar, o que acaba variando de R$ 50 a R$ 160.
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9. Refrescante - SP (16/02/2012)
Certificação FSC ganha força na indústria da construção
Frequentemente, arquitetos e engenheiros comprometidos com a sustentabilidade se queixam da falta de
oferta de produtos com a certificação do Conselho de Manejo Florestal (FSC) para a construção de casas e
edifícios.
Adicionado em: 16 de fevereiro de 2012
Frequentemente, arquitetos e engenheiros comprometidos com a sustentabilidade se queixam da falta de
oferta de produtos com a certificação do Conselho de Manejo Florestal (FSC) para a construção de casas e
edifícios. Embora o mercado da certificação esteja em crescimento no Brasil e no mundo, nem sempre é
possível encontrar produtos com o selo do FSC em depósitos e lojas do ramo. No caso dos telhados, esta
realidade está mudando.
A Tégula, empresa brasileira instalada no município de Atibaia (SP), que produz telhas de concreto,
aquecedores e painéis solares, é a primeira empresa do país a disponibilizar estruturas para telhados
(caibros, vigas, ripas, pilares, tabeiras e forros) confeccionadas com madeira certificada pelo Conselho de
Manejo Florestal. Isso significa que o processo produtivo – com matéria-prima advinda de florestas
manejadas do Pará – obedece a rigorosos padrões de sustentabilidade socioambiental.
Ao especificar para uma obra estruturas para telhado da Tégula, o arquiteto ou engenheiro sabe que a
extração da madeira não agride as florestas e é feita por empresas que cumprem a legislação ambiental e
trabalhista, contribuindo para o desenvolvimento sustentável de comunidades amazônicas. Enfim, o
processo é sustentável em todos os elos da cadeia produtiva. Além disso, é importante ressaltar que a
estrutura do telhado responde por cerca de 3% dos custos totais de uma construção, o que torna a opção
pelo produto certificado algo viável também do ponto de vista financeiro.
Para Mauro Armelin, coordenador do programa Amazônia do WWF-Brasil, é fundamental que a sociedade
passe a demandar mais esse tipo de produto, estimulando o setor produtivo a optar pela sustentabilidade.
“Empresas ambientalmente responsáveis, que optam pela certificação, precisam ser reconhecidas pelos
consumidores. A Rede WWF, em todo o planeta, estimula a certificação FSC por acreditar nos negócios
que conciliem conservação da natureza, qualidade de vida para comunidades e viabilidade econômica”,
resume.
Ainda de acordo com Mauro Armelin, é importante que a sociedade brasileira tenha conhecimento de que
há oferta de produtos certificados de qualidade a preços acessíveis. “É muito comum escutarmos que não
existe produto certificado disponível no mercado brasileiro. Em algumas situações, isso é verdadeiro, mas a
indústria nacional tem evoluído bastante nesse quesito e já oferece uma gama muito maior de itens com o
selo FSC”, assegura o coordenador.
Além das estruturas para telhados, a Tégula também trabalha com as telhas de concreto, que são mais
sustentáveis por terem maior durabilidade e resistência. Com sete fábricas localizadas nos estados de São
Paulo (3), Goiás, Bahia, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, a Tégula faz parte do Green Building Council,
possui sistemas de aquecimento solar e captação de água de chuva em suas unidades produtivas. “A
sustentabilidade está incorporada em nosso DNA”, orgulha-se Eduardo Carneiro, supervisor de
desenvolvimento de produtos da empresa.
As espécies madeireiras utilizadas pela Tégula para estruturas de telhado são copiúba, cambará, pequiá e
cedrinho. A matéria-prima provém de florestas manejadas sob coordenação da empresa Orsa Florestal.
O WWF-Brasil é uma organização não-governamental brasileira dedicada à conservação da natureza com
os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso
racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. O WWF-Brasil,
criado em 1996 e sediado em Brasília, desenvolve projetos em todo o país e integra a Rede WWF, a maior
rede independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca
de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.
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CLIPPING DE NOTÍCIAS
Acompanhe as notícias dos setores de areia, brita e
construção civil
Nas primeiras horas do dia os sindicatos, associações e
executivos recebem um e-mail com as notícias publicadas
nos principais veículos de comunicação do País.
1. Brasil Econômico - SP (16/02/2012)
Construção civil se beneficia de otimismo econômico
...ganhos neste pregão com conjunção de fatores positivos para o setor e preços abaixo do considerado
justo pelo mercado. Ações do setor de construção civil tiveram bom desempenho no pregão desta quartafeira (15/2), refletindo diversos fatores setoriais e econômicos. O primeiro deles é ...
2. G1 - RJ (15/02/2012)
Pedreira faz extração de granito sem licença ambiental, diz polícia do ES
...sem licença emitida pelo Instituto Estadual de meio ambiente. Proprietário será acionado pela justiça e
pode ficar detido por 1 ano. Do G1 ES Funcionários de uma pedreira foram flagrados ...
3. Jornal do Commercio - RJ (15/02/2012)
Vendas de materiais de construção ficam estáveis em janeiro
...Da redação As vendas de material de construção se mantiveram estáveis no mês de janeiro na
comparação com o mês de dezembro, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (15) Associação ...
4. Governo da Paraíba - PB (16/02/2012)
Segundo a CDRM, Paraíba é rica em bens de origem mineral
...com a produção mineral da Paraíba no ano de 2007, por exemplo, 75% referiram-se aos minerais nãometálicos – minerais industriais e de uso na construção civil que envolvem água mineral, areia (industrial,
comum, plástica e refratária), bentonita, calcário, caulim, cianita e outros ...
5. Folha Cidade - SP (16/02/2012)
Araraquara terá mais 816 moradias populares
...das novas unidades foi garantida pelo Governo do Estado durante audiência com o prefeito Marcelo e
com o deputado Massafera Data: ...
6. Diário do Nordeste - CE (16/02/2012)
Construção tem inflação de 0,48% em janeiro no CE
...a maior registrada no primeiro mês do ano entre os Estados do Nordeste, cuja média foi de 0,20%
NATINHO RODRIGUES Rio/Fortaleza. A inflação na construção, medida pelo Índice Nacional da
construção Civil (Sinapi), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE) em ...
7. O Dia - RJ (15/02/2012)
Construção civil acumula alta de 7,92% nos preços em um ano
...- A inflação medida pelo Índice Nacional de Custo da construção-10 (INCC-10) acumula alta de 1,09%
no ano e 7,92% em 12 meses até fevereiro, informou nesta quarta-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV).
O ...
8. Mogi News - SP (16/02/2012)
Empreiteira Pajoan é multada em R$ 900 mil
...com a Pajoan, que faz a coleta dos resíduos na cidade, estabelece que a empreiteira encaminhe o lixo
para algum aterro autorizado. A Secretaria de meio ambiente de Itaquá também informou que a Pajoan
terá de ´resolver o problema´. A coleta na cidade também é feita pela ...
1. Brasil Econômico - SP (16/02/2012)
Construção civil se beneficia de otimismo econômico
Weruska Goeking ([email protected])
15/02/12 21:43
Ações do setor imobiliário apresentaram ganhos neste pregão com conjunção de fatores positivos para o
setor e preços abaixo do considerado justo pelo mercado.
Ações do setor de construção civil tiveram bom desempenho no pregão desta quarta-feira (15/2), refletindo
diversos fatores setoriais e econômicos.
O primeiro deles é o fato das ações terem apanhado bastante durante o final do ano passado, quando o
Ibovespa estava congestionado.
Com a disparada do índice, os papéis, que acabaram considerados muito baratos, ganham a atenção dos
investidores. O Índice Imobiliário (IMOB) avançou 2,62% nesta sessão.
"Vemos que os papéis de construção ficaram defasados. Mineração e commodities em geral subiram
bastante e quando chega neste ponto o investidor procura o que está mais barato. É um reposicionamento
do investidor", afirma Eduardo Machado, analista da Amaril Franklin.
Erick Scott, analista da SLW Corretora, acrescenta que o corte de R$ 55 bilhões no orçamento geral da
União não abarcaram o Programa Minha Casa Minha Vida, o que foi considerado positivo para as
empresas que possuem empreendimentos voltados para a população com menor renda.
O cenário econômico brasileiro otimista para o segundo semestre também influenciou na performance
desse setor, com a perspectiva de aumento no consumo e queda da taxa básica de juros.
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2. G1 - RJ (15/02/2012)
Pedreira faz extração de granito sem licença ambiental, diz polícia do ES
Estava sem licença emitida pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente.
Proprietário será acionado pela justiça e pode ficar detido por 1 ano.
Do G1 ES
Funcionários de uma pedreira foram flagrados pela Polícia Ambiental fazendo extração irregular de granito
no distrito de Pedra Lisa Alta, zona rural do município de Iconha, no Sul do estado, nesta terça-feira (14). A
polícia fez o boletim de ocorrência que será encaminhado ao Ministério Público (MP-ES). O proprietário do
terreno será acionado pela justiça e pode ficar detido de 6 meses a 1 ano.
Durante fiscalização no distrito de Pedra Lisa Alta, Policiais Militares do Batalhão de Polícia Militar
Ambiental, constataram uma empresa promovendo extração de mineral de granito, sendo realizada de
forma irregular, ou seja, sem licença ambiental emitida pelo IEMA- Instituto Estadual de Meio Ambiente,
órgão responsável pela emissão de licença para mineração no Espírito Santo.
Segundo a polícia, a empresa possuía placa de identificação com processo no IEMA, não possui licença
para operar. Eles constataram que houve retirada de aproximadamente 4 blocos de granito de forma
irregular. De acordo com os policiais, o proprietário alegou que não sabia da necessidade de prévia licença
emitida pelo órgão ambiental para a sua empresa realizar extração do recurso mineral.
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3. Jornal do Commercio - RJ (15/02/2012)
Vendas de materiais de construção ficam estáveis em janeiro
| Da redação
As vendas de material de construção se mantiveram estáveis no mês de janeiro na comparação com o mês
de dezembro, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (15) Associação Nacional dos Comerciantes de
Material de Construção (Anamaco). Já na comparação janeiro de 2012 sobre janeiro de 2011, o
desempenho está 2,5% superior.
Segundo pesquisa da Anamaco, o Nordeste foi a região do País com maior queda de vendas em janeiro.
“Mais de um terço dos lojistas nordestinos tiveram queda no volume de vendas”, afirmou o presidente da
associação, Cláudio Conz. “As regiões Norte, Centro Oeste e Sul também tiveram um desempenho de
vendas menor do que em dezembro, mas no Sudeste os lojistas registraram um leve aumento de vendas”,
explica.
Ainda segundo Conz, em janeiro o mercado se comportou de forma similar a dezembro, então o setor não
apresentou crescimento. “No entanto, os lojistas consultados continuam otimistas com relação às vendas
em fevereiro. É claro que temos que lembrar que o feriado do Carnaval vai atrapalhar um pouco o volume
de vendas, mas 50% dos entrevistados acreditam que as vendas devam crescer pelo menos 10% em
fevereiro na comparação com janeiro”, completou.
Os segmentos de argamassas e rejuntes, cimento e metais sanitários tiveram queda de 10%, 6% e 5%
respectivamente. Já interruptores plugues e tomadas registrou aumento de 5%, seguido de tubos e
xonecões de pvc, com alta de 1,5%. O varejo de material de construção cresceu 4,5% em 2011 na
comparação com 2010, e registrou um faturamento de R$ 52 bilhões.
Segundo o presidente da Anamaco, o setor continua otimista com relação ao desempenho em 2012. “O
lado positivo é que, na comparação com janeiro do ano passado, as vendas tiveram um crescimento de
2,5%, o que reforça a nossa convicção de que as vendas em 2012 serão maiores que em 2011. Estamos
muito otimistas, principalmente por causa da criação da linha de financiamento de material de construção
com recursos do FGTS, anunciada no mês passado", disse.
Ainda de acordo com Conz, a redução do IPI dos produtos do setor válida até o final do ano e as obras em
curso pelo Minha Casa Minha Vida 1 e 2, pela Copa do Mundo de 2014 e para os Jogos Olímpicos de
2016, também vão ajudar a dar fôlego ao desempenho do setor.
“Também temos que lembrar que o Brasil possui mais de 53 milhões de imóveis que funcionam como seres
vivos, demandando reforma conforme forem se desgastando, seja por uma infitração, troca de forro,
reforma do banheiro, ampliação e etc. Esses imóveis foram muito afetados pelo excesso de chuvas em
grande parte do Brasil nesse início de ano. Isso por si só já garante uma movimentação mínima do nosso
setor”, completou.
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4. Governo da Paraíba - PB (16/02/2012)
Segundo a CDRM, Paraíba é rica em bens de origem mineral
De acordo com a Companhia de Desenvolvimento de Recursos Minerais da Paraíba (CDRM), graças à
geologia diversificada, envolvendo rochas que vão desde o período pré-cambriano (2.5 bilhões de anos) até
os dias atuais, e à disponibilidade de ambientes geologicamente propícios, o Estado da Paraíba é
considerado muito rico em bens de origem mineral. Conforme dados da publicação “Geologia e recursos
minerais do Estado da Paraíba: texto explicativo dos mapas geológicos e de recursos minerais do Estado
da Paraíba”, editado pelo Ministério de Minas e Energia, em conjunto com a Secretaria de Minas e
Metalurgia e o CPRM-Serviço Geológico do Brasil, foram cadastradas até hoje 2.008 ocorrências minerais
distribuídas no território paraibano, englobando minerais metálicos, não-metálicos e energéticos.
Dados divulgados pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) mostram que, dos R$ 270,8
milhões arrecadados com a produção mineral da Paraíba no ano de 2007, por exemplo, 75% referiram-se
aos minerais não-metálicos – minerais industriais e de uso na construção civil que envolvem água mineral,
areia (industrial, comum, plástica e refratária), bentonita, calcário, caulim, cianita e outros refratários,
feldspato, leucita e nefelina sienito, mica, quartzo, rochas britadas e cascalho, rochas ornamentais e saibro.
Os 25% restantes, referentes às substâncias metálicas, foram representados por minerais de titânio
(ilmenita e rutilo) e zircônio (zirconita).
Ainda segundo o estudo citado, dentre os minerais não-metálicos, que corresponderam a R$ 203,26
milhões em arrecadação, cinco deles responderam por 84,14% do valor da produção desta classe:
bentonita, água mineral, brita, calcário e rochas ornamentais. A bentonita liderou o valor da produção geral
com R$ 76,67 milhões.
“Ressalte-se que os números se referem apenas à produção de bens brutos e beneficiados referentes à
produção originária de áreas com Portaria de Lavra, apurada pelo DNPM, por meio dos Relatórios Anuais
de Lavra (RALs) apresentados pelos produtores. Eles não consideram a produção informal, garimpeira”,
avalia o diretor administrativo-financeiro da Companhia de Desenvolvimento de Recursos Minerais da
Paraíba (CDRM), Helder Britto. A relevância do potencial mineral da Paraíba, segundo Helder, prende-se à
sua capacidade de fornecer matérias primas e insumos para a indústria de transformação e da construção
civil, viabilizando os empreendimentos e agregando valor a toda a cadeia produtiva.
A atividade relacionada ao setor mineral na Paraíba funciona, também, como uma importante fonte
geradora de emprego e renda, tanto para o segmento da pequena produção, a exemplo da produção
garimpeira desenvolvida, em especial, na região do Seridó, quanto para o setor de larga produção. Este
segundo segmento envolve, por exemplo, as grandes jazidas de calcário sedimentar que ocorrem na faixa
litorânea do Estado, as quais viabilizam a indústria cimenteira e dão suporte para que a Paraíba continue
sendo o segundo maior produtor de cimento do Nordeste.
Compondo a base da economia alicerçada no setor mineral do Estado, as jazidas de calcário metamórfico,
de distribuição generalizada no pré-cambriano do Estado, fornecem a matéria prima para a fabricação de
cal (calcário calcítico) e para uso na calagem de solo para agricultura (calcário magnesiano). Já as jazidas
de argila viabilizam a produção de cerâmica vermelha, que por sua vez, aliada às de brita, areia, saibro,
rochas ornamentais (quartzitos e granitos) e de cerâmica branca, alimentam as obras da construção civil.
Pedras da Paraíba – A Paraíba é o maior produtor de bentonita (argila montmorilonítica) do País. A
bentonita é um mineral de larga aplicação como componente de lama de perfuração de poços. A ilmenita e
o rutilo, que juntamente com a zirconita (zircônio), são extraídos no município de Mataraca, constituem a
maior jazida tipo “placer” do país. Os dois primeiros minerais (ilmenita e rutilo) são utilizados na fabricação
de pigmentos, e o último (zirconita) em pisos e revestimentos. No Seridó paraibano, na chamada Província
Pegmatítica da Borborema, é abundante a ocorrência de pegmatitos ricos em minerais industriais como
quartzo, feldspato, caulim e mica, além de minerais metálicos como a tantalita-columbita (fontes dos
elementos tântalo e nióbio), cassiterita (mineral de estanho) e gemas como água marinha e turmalina.
Nesta região, segundo a CDRM, a relevância da produção mineral se prende ao aspecto social, além do
econômico. “A atividade é da pequena mineração, intensiva em mão-de-obra e carente de recursos. Sob o
aspecto econômico, os citados minerais não-metálicos produzidos têm seus principais usos como insumos
em vários ramos industriais, como, por exemplo, na indústria do vidro, da cerâmica branca, do papel e da
borracha”, explica Helder Britto. “A mica é usada como isolante elétrico, e o Feldspato utilizado é
proveniente também de rochas – os Sienitos”, acrescenta.
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5. Folha Cidade - SP (16/02/2012)
Araraquara terá mais 816 moradias populares
Construção das novas unidades foi garantida pelo Governo do Estado durante audiência com o prefeito
Marcelo e com o deputado Massafera
Data: 16/02/2012 às 01:46
Na tarde dessa quarta-feira (15), o prefeito Marcelo Barbieri e o deputado estadual Roberto Massafera se
reuniram, em São Paulo, com o secretário de Estado da Habitação, Silvio França Torres, que garantiu para
Araraquara a construção de mais 816 moradias por meio do Programa Estadual Casa Paulista.
Serão construídos na cidade três condomínios fechados de casas com portaria e infraestrutura completa,
na região do Jardim Del Rey. Os empreendimentos irão contemplar a população de baixa renda, com
ganho de 0 a 3 salários mínimos.
“Estamos expandindo nossos convênios, captando recursos federais e estaduais. Nossa preocupação é
com a população de baixa renda, e é para ela que estamos trabalhando prioritariamente”, afirmou o
prefeito, agradecendo o apoio do Governador Geraldo Alckmin e do deputado Massafera.
O programa Casa Paulista - Agência Paulista de Habitação Social visa ampliar a participação da iniciativa
privada e agentes públicos na produção de imóveis para população de baixa renda.
No caso de Araraquara, os projetos dos Condomínios Residenciais Vida Nova I, II e III foram elaborados
pela iniciativa privada e aprovados pela Prefeitura, que, como agente público, pleiteou a inclusão dos
empreendimentos no programa Casa Paulista, que por sua vez, busca recursos no programa federal Minha
Casa Minha Vida.
Para o deputado Roberto Massafera, as novas unidades habitacionais são uma conquista de Araraquara,
com o apoio direto do Governador Geraldo Alckmin.
Habitação
No final de 2011, a Prefeitura assinou com a Caixa Econômica Federal o convênio para a construção de
mais 1.361 moradias no Adalberto Roxo, também por meio do Minha Casa Minha Vida.
Só no ano passado, por meio com incentivo do programa federal, foram entregues pelo prefeito Marcelo
Barbieri para a população de baixa renda 498 casas no Jardim São Rafael e outros 256 apartamento no
Jardim Iguatemi.
Também já foram entregues pela Prefeitura, desde 2009, 374 casas por meio do Programa de
Arrendamento Residencial (PAR) no bairro Altos de Pinheiros, 63 unidades do mutirão do Jardim das
Hortênsias e Arco-Íris, além do conjunto habitacional Recanto Feliz, voltado à terceira idade (33
residências). Mais 20 casas estão em construção no Cecap dentro do projeto Vila Dignidade, que
contemplará idosos da cidade.
Serão construídas, ainda, 562 casas perto do 5º Distrito Industrial (a análise do projeto já está em fase final
na Caixa), além de mais 73 residências na região dos bairros Adalberto Roxo e Hortênsias por meio do
PAC 1.
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6. Diário do Nordeste - CE (16/02/2012)
Construção tem inflação de 0,48% em janeiro no CE
16.02.2012
A variação apresentada no Ceará foi a maior registrada no primeiro mês do ano entre os Estados do
Nordeste, cuja média foi de 0,20%
NATINHO RODRIGUES
Rio/Fortaleza. A inflação na construção, medida pelo Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi),
calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE) em convênio com a Caixa Econômica
Federal (CEF), ficou em 0,48% em janeiro deste ano, no Ceará.
Esta foi a maior variação entre os estados da região Nordeste, cuja média foi de 0,20%. Nos últimos 12
meses, a variação chegou a 4,72%. Em janeiro, o custo médio da construção por m² no Estado foi de R$
753,18.
No País
No País, a alta foi de 0,59% no primeiro mês do ano, contra aumento de 0,12% em dezembro do ano
passado. Em janeiro de 2011, o índice subiu 0,27%. Em 12 meses até janeiro, o índice acumula alta de
5,98%.
O custo nacional da construção por metro quadrado passou de R$ 809,65 em dezembro para R$ 814,43
em janeiro, sendo R$ 445,78 relativos aos materiais e R$ 368,65 à mão de obra. Os preços dos materiais
caíram 0,13%, contra aumento de 0,22% em dezembro. Já os preços da mão de obra subiram 1,47% em
janeiro.
Regiões
Pressionada pelo reajuste salarial de Minas Gerais, a região Sudeste, com alta de 1,12%, ficou com a maior
taxa regional em janeiro. Os demais resultados foram: 0,86% (Norte); 0,20% (Nordeste); 0,06% (CentroOeste) e 0,05% (Sul).
Já os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 852,39 (Sudeste); R$ 826,61 (Norte); R$ 814,81
(Centro-Oeste); R$ 804,07 (Sul) e R$ 769,19 (Nordeste).
Devido à pressão exercida pelos reajustes salariais decorrentes de acordos coletivos, Rondônia, Amapá e
Minas Gerais registraram as maiores taxas mensais, respectivamente, 5,38%, 5,14% e 3,43%. O Sinapi
tem como objetivo produzir informação para a elaboração e avaliação de orçamentos e acompanhamento
de custos de execução de obras públicas.
Média
753 reais e 18 centavos é o custo da construção por metro quadrado no Estado, em janeiro deste ano, com
a elevação registrada
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7. O Dia - RJ (15/02/2012)
Construção civil acumula alta de 7,92% nos preços em um ano
Rio - A inflação medida pelo Índice Nacional de Custo da Construção-10 (INCC-10) acumula alta de 1,09%
no ano e 7,92% em 12 meses até fevereiro, informou nesta quarta-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV).
O indicador, que responde por 10% do Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) avançou 0,66% em fevereiro,
após registrar alta de 0,43% no mês passado.
Entre os produtos pesquisados pela FGV no setor da construção civil, as altas mais expressivas em
fevereiro foram registradas em ajudante especializado (0,67%); servente (0,92%); e engenheiro (1,90%). Já
as quedas de preço mais expressivas foram registradas em condutores elétricos (-1,41%); cimento portland
comum (-0,25%); e tubos e conexões de PVC (-0,20%).
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8. Mogi News - SP (16/02/2012)
Empreiteira Pajoan é multada em R$ 900 mil
A Empreiteira Pajoan recebeu seis autuações da Cetesb por infrações à legislação ambiental
A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) aplicou na última terça-feira seis autuações ao
aterro da Empreiteira Pajoan por cometer diversas infrações à legislação ambiental. Foram aplicadas cinco
multas no valor total de R$ 900.167,04 e um auto de advertência.
Além disso, a companhia também cancelou a autorização provisória para utilização de uma área de
transbordo que recebia 250 toneladas de resíduos gerados diariamente pelas cidades de Poá e
Itaquaquecetuba e que eram levados para depósitos de lixo licenciados pela Cetesb. As informações foram
divulgadas no fim da tarde de ontem pela assessoria de Imprensa da companhia ambiental.
Por não ter apresentado a planta planialtimétrica que demonstraria a variação dos níveis do terreno, o
relatório descritivo de todas as etapas do projeto de recuperação do empreendimento e Anotação de
Responsabilidade Técnica (ART) do profissional responsável pela execução do projeto de recuperação do
aterro sanitário, a Empreiteira foi multada em R$ 5.532,00.
Outra multa no valor de R$ 295.335,04 foi aplicada por conta de a Pajoan não ter finalizado a execução das
trincheiras-drenantes de chorume exigidas pela Cetesb. A maior parte das autuações, que resultaram em
um total de R$ 553.200,00, foram aplicadas pelo fato de a Empreiteira ter descartar lixo proveniente da
coleta pública no aterro sanitário que está interditado desde maio de 2011.
A empreiteira do empresário José Cardoso Filho, o Zé Cardoso, também foi multada em R$ 36.880,00 por
ter lançado chorume, sem tratamento prévio, em córrego de Itaquá e mais R$ 9.220,00 por não atender as
solicitações relativas às atividades pertinentes ao histórico de contaminação provenientes do aterro.
Ministério Público
No mesmo dia em que as multas foram aplicadas, a Cetesb enviou ofícios ao Ministério Público (MP) e à
Polícia Civil informando a aplicação das penalidades à Pajoan e o cancelamento da autorização provisória
para a operação da referida área de transbordo para que estes órgãos tomem as medidas cabíveis.
A Cetesb informou ainda que o município de Poá já têm autorização da Cetesb para transportar
diretamente os resíduos ao aterro CDR Pedreira, que fica na Capital. No fim da tarde, a Secretaria de
Obras de Poá informou que o contrato firmado com a Pajoan, que faz a coleta dos resíduos na cidade,
estabelece que a empreiteira encaminhe o lixo para algum aterro autorizado. A Secretaria de Meio
Ambiente de Itaquá também informou que a Pajoan terá de ´resolver o problema´. A coleta na cidade
também é feita pela empreiteira.
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Mais informações: Comunicação ANEPAC
Pró Cultura Marketing e Eventos
Tel/Fax: 11 5505 7797
[email protected]
CLIPPING DE NOTÍCIAS
Acompanhe as notícias dos setores de areia, brita e
construção civil
Nas primeiras horas do dia os sindicatos, associações e
executivos recebem um e-mail com as notícias publicadas
nos principais veículos de comunicação do País.
1. Folha On-Line - SP (14/02/2012)
Fazenda e Cidades se reúnem para acertar Minha Casa, Minha Vida
...do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha). Até janeiro, o programa
Minha Casa, Minha Vida já havia contratado a construção de 1.462.133 moradias em todo o país. Mais de
540 mil unidades habitacionais já foram entregues, do total de 719.522 concluídas. ...
2. Estado de Minas - MG (15/02/2012)
Royalties do minério, questão de justiça
...dos royalties do petróleo já está encaminhada, agora vamos cuidar dos minérios. Cabe destacar que a
exploração de minérios é a mais danosa ao meio ambiente entre todos os recursos naturais, necessitando
por isso maior intervenção governamental para restaurar os estragos ambientais. ...
3. A Tarde - BA (15/02/2012)
Polícia apreende maquinário de areal ilegal em Ilhéus
...do areal, Gilvan Bezerra Lima Júnior prestou depoimento e apresentou uma licença de funcionamento,
concedida pela Secretaria Municipal de meio ambiente, em maio de 2008, e prorrogada pelo Conselho
Municipal de meio ambiente (Condema), em 16/11/2011. Segundo o delegado Humberto Mattos, a ...
4. G1 - RJ (14/02/2012)
Governo acelera pagamentos do Minha Casa Minha Vida em janeiro
primeiro mês deste ano, foram pagos R$ 2,5 bi, segundo Planejamento. Isso representa um crescimento de
132% em relação a janeiro de 2011. Alexandro Martello Do G1, em Brasília O governo acelerou a execução
do Minha Casa Minha Vida, programa habitacional voltado para a população de baixa
5. R7 - SP (14/02/2012)
Novo presidente da Secovi-SP diz que falta terreno para atender demanda por imóveis
...para o período de 2012 a 2014 havia ocorrido em agosto passado. No discurso de posse, Bernardes
destacou a escassez de terrenos adequados para construção de projetos suficientes para atender a
demanda por imóveis, sobretudo em grandes centros urbanos como São Paulo. De acordo com ele, ...
6. Jornal do Estado - PR (15/02/2012)
Curitiba terá feirão de empregos da construção civil
...evento tem o apoio da Câmara Brasileira da Indústria da construção e do Ministério do Desenvolvimento
Social 14/02/12 às 17:58 | ANP Curitiba receberá o Mega Feirão do Emprego para a construção civil no ...
7. O Liberal - PA (14/02/2012)
Crédito do FGTS vai aquecer as vendas
... Faturamento das lojas de materiais de construção deve subir cerca de 10% Com a regulamentação da
linha de crédito para aquisição de materiais de construção a partir dos recursos do ...
8. Clic News - RS (14/02/2012)
Construção civil utilizada como remédio contra a crise
...- de 1,7% - demonstra um comprometimento dos tomadores de empréstimos, já que 45% dos contratos
são firmados com pessoas de até 35 anos. A construção civil foi utilizada como remédio pelo governo
federal contra a crise econômica que atingiu o País nos últimos anos. A aposta deu certo e o ...
9. Agrolink - RS (15/02/2012)
Presidente da CNA assina convênios para construção de casas no TO
...fazem parte do programa Minha Casa Minha Vida Rural, que financiará a construção de 2,9 mil unidades
habitacionais no campo A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da
Federação da ...
1. Folha On-Line - SP (14/02/2012)
Fazenda e Cidades se reúnem para acertar Minha Casa, Minha Vida
DE SÃO PAULO
De volta ao trabalho, Miriam Belchior (Planejamento) sentará com o recém-indicado Aguinaldo Ribeiro
(Cidades) para acertar ponteiros do Minha Casa, Minha Vida, programa que passa pelas duas pastas.
A informação é do Painel, editado por Renata Lo Prete, publicada na Folha desta terça-feira (a íntegra está
disponível assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
Até janeiro, o programa Minha Casa, Minha Vida já havia contratado a construção de 1.462.133 moradias
em todo o país. Mais de 540 mil unidades habitacionais já foram entregues, do total de 719.522 concluídas.
Atualmente, 742.611 casas e apartamentos estão em construção.
O programa está na segunda fase e o governo federal tem investimentos previstos de R$ 125,7 bilhões na
construção de 2 milhões de moradias, até 2014.
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2. Estado de Minas - MG (15/02/2012)
Royalties do minério, questão de justiça
Zezé Perrella - Senador (PDT-MG)
Publicação: 15/02/2012 04:00
A concessão de royalties para os estados produtores de minérios, cuja exploração tem sido muitas vezes
predatória, está em debate há vários meses no Senado. Há projetos na Casa e outros na Câmara.
Enquanto isso, obras sociais, investimentos econômicos que reverteriam no bem-estar e enriquecimento
dos estados produtores e suas populações não podem ser realizados. Há falta de recursos adicionais aos
seus orçamentos, já comprometidos e insuficientes para atender as necessidades da administração pública.
Uma das prioridades do meu mandato é lutar pela rápida aprovação do projeto que estabelece a nova
política nacional de pagamento de royalties sobre a produção de minérios. A bancada de Minas está
engajada nesse objetivo. Há proposição do senador Clésio Andrade e do senador Flexa Ribeiro. O exgovernador e senador Aécio Neves é o relator geral. O projeto ainda circula nas comissões técnicas, e
lutarei pela sua rápida aprovação. É preciso abreviar a tramitação para que o produto dessa riqueza seja
incorporado ao processo produtivo nacional.
O objetivo é ampliar a alíquota máxima da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais
(CFEM) dos atuais 3% para 5% sobre o faturamento bruto das mineradoras, não mais sobre o lucro líquido.
Os estados produtores lutam por esse objetivo há mais de dez anos. No caso de Minas, tais
compensações, que no ano passado renderam R$ 715 milhões, poderiam chegar a R$ 2,3 bilhões.
Todos os aspectos da questão já foram amplamente discutidos. É tempo de decisão, para que os novos
recursos sejam rapidamente aplicados em benefício do país. Não podemos confundir a luta dos estados
produtores com interesses regionais. Trata-se de riqueza nacional e não dos estados produtores de
minérios, cujos governantes e setores produtivos pensam em termos de país, de união nacional, e não de
vantagens regionais. Para mim, essa é uma razão a mais para cuidarmos rapidamente da aprovação da
proposta. A questão dos royalties do petróleo já está encaminhada, agora vamos cuidar dos minérios.
Cabe destacar que a exploração de minérios é a mais danosa ao meio ambiente entre todos os recursos
naturais, necessitando por isso maior intervenção governamental para restaurar os estragos ambientais.
Geralmente investimentos caros, que poderiam ser viabilizados pelo aumento dos royalties. O debate no
Congresso deve ter ampla participação, não apenas das bancadas dos estados produtores.
O atual teto pago da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) é de 3%,
enquanto a média mundial nos maiores países exploradores de minérios varia de 8% a 10%, o que
evidencia a defasagem nos valores observados no Brasil. A arrecadação é distribuída na proporção de 12%
para a União, 23% para os estados e 65% para os municípios.
O governo ainda não correspondeu de forma concreta ao esforço do Congresso para a solução do
problema no menor espaço de tempo possível, a despeito de terem partido do Ministério das Minas e
Energia iniciativas e promessas. Trata-se de uma questão equacionada e com proposta adequada e viável
à solução do problema, apresentada pelo relator Aécio Neves. É preciso agora trabalhar pela rápida
aprovação da proposta, para que uma dádiva econômica da natureza possa gerar mais riqueza em
benefício de nosso estado.
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3. A Tarde - BA (15/02/2012)
Polícia apreende maquinário de areal ilegal em Ilhéus
Ana Cristina Oliveira
Oito caçambas e duas outras máquinas foram apreendidas pela Delegacia de Proteção Ambiental de
Ilhéus, em um areal que fazia extração ilegal, próximo a Olivença, litoral sul da cidade. Nesta terça, 14, na
delegacia, o proprietário do areal, Gilvan Bezerra Lima Júnior prestou depoimento e apresentou uma
licença de funcionamento, concedida pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, em maio de 2008, e
prorrogada pelo Conselho Municipal de Meio Ambiente (Condema), em 16/11/2011. Segundo o delegado
Humberto Mattos, a prorrogação já estava embargada pelo Departamento Nacional de Proteção Mineral
(DNPM) desde 15/5/2011, por ofício da Polícia Federal e da Procuradoria Federal.
Ainda segundo o delegado, em 13/12/2011, a Procuradoria da República havia solicitado informações e o
DNPM relatou que o areal estava embargado. Uma das razões, segundo Humberto Mattos, é a prorrogação
ilegal concedida pelo Condema, que não tem competência para emitir ou prorrogar licenças. A competência
é da Secretaria de Meio Ambiente, com base na legislação e com compromisso de fiscalizar o cumprimento
das condicionantes, para reduzir os impactos ambientais, o que não teria sido observado pelo proprietário.
lém disso, a licença inicial foi concedida antes que Gilvan Lima Júnior constituísse sua empresa, que só
aconteceu quatro meses depois, fato que o delegado está investigando. O empresário vai ser multado e
indiciado na Lei 9.605/98, de Crimes Ambientais e por formação de quadrilha, conforme o artigo 288 do
Código Penal. O delegado informou que na delegacia existem outros procedimentos contra Gilvan Júnior,
por extração ilegal de areia e estocagem de madeira.
Seis das oito caçambas estão em um guincho, junto com uma retroescavadeira e um trator. Duas outras
fugiram do comboio, quando estavam sendo trazidas, mas uma foi levada na manhã desta terça à
delegacia. O delegado Humberto Mattos disse que vai pedir busca e apreensão da outra. Ele informou
ainda que, como a lei é muito branda nesses casos, a promotoria pode pedir a perda desses bens, como
forma de penalizar mais o empresário.
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4. G1 - RJ (14/02/2012)
Governo acelera pagamentos do Minha Casa Minha Vida em janeiro
No primeiro mês deste ano, foram pagos R$ 2,5 bi, segundo Planejamento.
Isso representa um crescimento de 132% em relação a janeiro de 2011.
Alexandro Martello Do G1, em Brasília
O governo acelerou a execução do Minha Casa Minha Vida, programa habitacional voltado para a
população de baixa renda, em janeiro deste ano. Segundo números do Ministério do Planejamento,
Orçamento e Gestão, os pagamentos relacionados com o programa somaram R$ 2,51 bilhões no primeiro
mês de 2012.
Isso representa um crescimento de 132% em relação a janeiro do ano passado, quando as despesas do
Minha Casa Minha Vida totalizaram R$ 1,08 bilhão. O valor gasto no primeiro mês deste ano também
equivale a 32% das despesas realizadas em todo ano de 2011 - que foram de R$ 7,7 bilhões. Também
equivale a 23% de todas as despesas do programa entre 2007, quando teve início, e dezembro de 2011
(R$ 10,88 bilhões). Para todo este ano, o orçamento do programa habitacional Minha Casa Minha Vida é de
R$ 11,08 bilhões.
PAC
Os gastos do Minha Casa Minha Vida também ajudaram o governo a impulsionar o Programa de
Aceleração do Crescimento (PAC) no primeiro mês deste ano. O Minha Casa Minha Vida está dentro do
PAC.
Em janeiro de 2012, as despesas do Programa de Aceleração do Crescimento totalizaram R$ 3,11 bilhões,
com alta de 5,63% frente ao mesmo período de 2011 - quando somaram R$ 2,94 bilhões. Para este ano, a
dotação do PAC, com recursos do orçamento da União, é de R$ 42,5 bilhões.
No primeiro mês deste ano, as despesas do Minha Casa Minha Vida equivaleram a 80,7% de todos os
gastos do PAC no período. Isso representa um forte aumento contra janeiro de 2011 - quando a
participação do programa habitacional nos gastos totais do PAC representaram 36,7%.
Aumento de investimentos em 2012
O crescimento dos investimentos é um dos objetivos do governo federal neste ano. Há algumas semanas, o
secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, disse, ao anunciar o resultado de 2011, quando foram
realizados R$ 47,5 bilhões em investimentos, com alta de 0,8% sobre 2010, que a meta era aumentar os
desembolsos neste ano.
"Queremos um crescimento maior e esperamos que isso possa acontecer em 2012. O ano de 2011 foi de
início de mandato, com novas equipes. É natural que o investimento tivesse um crescimento um pouco
menor. O PAC 2, assim como o PAC 1, estava nas fases iniciais do ciclo de investimentos, que é a
elaboração do projeto. Há um prazo entre o inicio do pagamento e a obra", disse Augustin na ocasião.
Ele afirmou ainda que, neste ano, o Minha Casa Minha Vida passará a ser contabililizado formalmente
como investimento - o que não aconteceu até 2011. Com isso, o governo espera que o aumento dos gastos
com investimentos seja maior. Com recursos orçamentários, a dotação, para investimentos, autorizada para
este ano é de R$ 58,5 bilhões. Junto com as estatais, o valor sobe para R$ 165 bilhões.
Caixa Econômica Federal
A aceleração dos pagamentos do Minha Casa Minha Vida neste ano corresponde à expectativa da Caixa
Econômica Federal. No mês passado, o vice-presidente de Governo e Habitação da Caixa, José Urbano
Duarte, lembrou que, em 2011, houve a transição do Minha Casa Minha Vida 1 para a segunda etapa do
programa, lançada em junho do ano passado.
Com isso, houve um processo de atualiação de projetos e de lançamentos do Minha Casa Minha Vida. A
expectativa do vice-presidente da Caixa é de que, neste ano, quando a segunda etapa do programa estará
em "pleno voo" aconteça a retomada de um ritmo mais forte de pagamentos.
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5. R7 - SP (14/02/2012)
Novo presidente da Secovi-SP diz que falta terreno para atender demanda por imóveis
Para Bernardes, é preciso ter planejamento para que o setor imobiliário cresça
Em defesa de uma atuação conjunta entre as iniciativas pública e privada para driblar os entraves do setor
imobiliário, Cláudio Bernardes assumiu oficialmente na noite de segunda-feira (13) a presidência do SecoviSP, sindicato da habitação em São Paulo, em cerimônia realizada na capital paulista.
Bernardes, que era vice-presidente da entidade e pró-reitor da Universidade Secovi, substitui João
Crestana, que permaneceu no cargo por dois mandatos. A eleição do executivo para o período de 2012 a
2014 havia ocorrido em agosto passado.
No discurso de posse, Bernardes destacou a escassez de terrenos adequados para construção de projetos
suficientes para atender a demanda por imóveis, sobretudo em grandes centros urbanos como São Paulo.
De acordo com ele, "precisamos ter espaço urbano adequado para atender a demanda e oferecer moradias
compatíveis com a necessidade da população", defendendo que haja "vontade política e diálogo com a
sociedade e com a iniciativa privada".
Bernardes citou ainda a necessidade de planejamento para que o setor imobiliário cresça de forma
sustentável.
- Infelizmente não temos a cultura de planejamento a longo prazo, mas temos que mudar isso... Temos que
integrar o planejamento das cidades com o planejamento do mercado imobiliário.
Ainda sobre a escassez de espaço para construir moradias, ele defendeu, entre outros aspectos, a
revitalização de regiões degradadas - como o centro da capital paulista- , de forma a permitir novos
empreendimentos residenciais.
Bernardes mencionou também que seus esforços como presidente da entidade incluirão a busca por novas
fontes de financiamento imobiliário para complementar os recursos da poupança, para "garantir fôlego ao
setor".
O setor imobiliário vem se preparando para adequar seu ritmo de crescimento a um patamar menos
aquecido que o visto em 2010, por exemplo. A construção civil brasileira deve crescer 5,2 % em 2012, após
fechar o ano passado com alta de 4,8 %, conforme previsões do SindusCon-SP (Sindicato da Construção).
Em 2010, o avanço foi de 15,2 %.
Bernardes ressaltou que, "se existe demanda, o setor deve gerar oferta na proporção adequada, nem mais
nem menos",
Segundo dados do Secovi referentes à cidade de São Paulo, as vendas de imóveis residenciais novos vêm
crescendo em ritmo inferior aos lançamentos desde meados de 2011.
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6. Jornal do Estado - PR (15/02/2012)
Curitiba terá feirão de empregos da construção civil
O evento tem o apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção e do Ministério do Desenvolvimento
Social
14/02/12 às 17:58 | ANP
Curitiba receberá o Mega Feirão do Emprego para a construção civil no dia 21 de abril. O Sinduscon-PR
(Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Paraná) vai promover o Mega Feirão, no CietepPR, com o apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e do Ministério do
Desenvolvimento Social (MDS).
O vice-presidente do Sinduscon-PR, José Eugenio Gizzi, convidou o prefeito Luciano Ducci para participar
da abertura do evento. "O setor da construção civil gera muitas vagas de emprego em Curitiba e serão
oferecidas muitas ofertas de emprego neste evento", disse o prefeito Luciano Ducci.
"Além das oportunidades de emprego, o Mega Feirão também oferecerá cursos de capacitação para os
trabalhadores do setor da construção civil", disse José Eugenio Gizzi. Os diretores do Sinduscon-PR João
Guido de Castro Campêlo e Waldemar Trotta Junior também participaram da reunião com o prefeito.
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7. O Liberal - PA (14/02/2012)
Crédito do FGTS vai aquecer as vendas
Reformas
Faturamento das lojas de materiais de construção deve subir cerca de 10%
Com a regulamentação da linha de crédito para aquisição de materiais de construção a partir dos recursos
do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), os comércios especializados devem alcançar um
crescimento de 10% nas vendas, segundo avaliam empresários do setor. A medida, publicada na última
sexta-feira, 10, no Diário Oficial da União, já havia sido aprovada pelo Conselho Curador do FGTS, em
janeiro deste ano, e vai permitir financiamentos de até R$ 20 mil, com prazos de pagamento de, no
máximo, 120 meses. Com isso, o setor de material de construção no Pará, que apresentou um faturamento
de R$ 1,04 bilhão no ano passado, deve ganhar uma expansão de mais de R$ 100 milhões este ano. De
acordo com informações do governo, a linha de crédito será operada por todos os bancos, com taxa de
juros total de 12% ao ano, ou seja, bem inferior aos encargos médios praticados no mercado, que variam
entre 23% e 56% ao ano, segundo pesquisa do Conselho Curador do FGTS.
A cada mês, R$ 83 milhões são injetados na economia do Estado, oriundos da indústria de material de
construção. Pelo menos é o que afirma o presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Estado do
Pará (Sindimaco), Sebastião Campos, que avalia como positiva a medida adotada pelo governo federal, de
regulamentar o uso do FGTS para aquisição dos itens de reforma.
"Deve melhorar cerca de 10% os índices de arrecadação das empresas do setor. Este plano vem abraçar
uma classe maior de pessoas, que possuem renda de até R$ 5 mil. Antes, eram trabalhadas faixas
menores e maiores. Agora, a medida se tornou mais abrangente", afirma. Campos destaca que este volume
poderia ser maior, se os bancos não fossem tão rigorosos no trâmite do financiamento. "São inúmeras
exigências de documentos e comprovantes. Isso acaba inviabilizando o empréstimo", afirma. Entre os
requisitos demandados pelos agentes financeiros estão: a planta da reforma assinada por um engenheiro, a
guia de quitação do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) e os comprovantes de despesas mensais da
família, além de um formulário de cinco páginas, totalmente preenchido.
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8. Clic News - RS (14/02/2012)
Construção civil utilizada como remédio contra a crise
O aumento da concessão do crédito imobiliário no Paraná é um fator positivo para o Estado. O programa
habitacional Minha Casa, Minha Vida é bandeira do governo Lula e da atual presidente Dilma Rousseff (PT)
e, ao menos em números, tem se mostrado eficaz nos seus objetivos. Balanço divulgado nessa semana
pela Caixa Econômica Federal - instituição que detém 73,8% do mercado nacional de crédito imobiliário mostra que foram liberados R$ 5,950 bilhões no ano passado no Estado. O volume é 22% maior do que o
atingido em 2010. Os recursos beneficiaram cerca de 1,7 milhão de famílias, das quais 40.744
paranaenses.
Em todo o País, a Caixa liberou cerca de R$ 80 bilhões, valor 5,5% superior ao contratado em 2010.
Segundo a instituição os financiamentos cresceram mais de 15%, atingindo R$ 67,8 bilhões. Também
foram destinados R$ 7,5 bilhões para subsídios e R$ 4,9 bilhões em arrendamentos residenciais e
repasses. Os números demonstram também um certo otimismo da população com o futuro, com a melhoria
da qualidade de vida e com a manutenção do emprego, uma vez que os financiamentos são feitos a
longuíssimos prazos. Além disso, o baixo nível de inadimplência - de 1,7% - demonstra um
comprometimento dos tomadores de empréstimos, já que 45% dos contratos são firmados com pessoas de
até 35 anos.
A construção civil foi utilizada como remédio pelo governo federal contra a crise econômica que atingiu o
País nos últimos anos. A aposta deu certo e o País conseguiu passar quase ileso pelas turbulências. Agora,
com a crise europeia, o cenário tem sido remontado e é de se esperar que dê certo novamente. A
construção é um dos segmentos que mais movimenta a economia - da extração de commodities como o
ferro, passando pelo mercado de materiais ao varejo de móveis e eletrodomésticos - e ainda absorve parte
da mão de obra sem qualificação específica. Além disso, a ''casa própria'' ainda é sonho da maioria dos
brasileiros.
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9. Agrolink - RS (15/02/2012)
Presidente da CNA assina convênios para construção de casas no TO
Parcerias fazem parte do programa Minha Casa Minha Vida Rural, que financiará a construção de 2,9 mil
unidades habitacionais no campo
A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da Federação da Agricultura e
Pecuária do Estado do Tocantins (FAET), senadora Kátia Abreu, assinou nessa segunda-feira (13/2), na
sede da FAET, em Palmas (TO), dois convênios com a Caixa Econômica Federal (CEF) e com o governo
estadual para a construção de mais de 2,9 mil casas populares na zona rural do Tocantins. As parcerias
fazem parte do programa Minha Casa Minha Vida Rural, que atenderá exclusivamente as famílias de baixa
renda no campo. Segundo a senadora Kátia Abreu, o déficit habitacional existente no meio rural é superior
a um milhão de moradias. “As políticas públicas avançaram nas cidades, mas poucas chegaram ao campo”,
afirmou a presidente da CNA, ressaltando a importância desse trabalho em parceria.
“O homem do campo vive, hoje, em um cenário de abandono, insalubridade, desmotivação e pobreza
extrema”, disse a senadora. Mas, segundo ela, as parcerias firmadas podem reverter esse quadro
desfavorável, oferecendo à população do meio rural uma nova perspectiva de vida. “O programa Minha
Casa Minha Vida Rural não se resume apenas ao sonho da moradia digna, mas também irá proporcionar a
sensação de bem-estar e estimular a permanência do homem no campo", destacou a presidente da CNA.
Com a assinatura dos convênios, Tocantins é o primeiro Estado beneficiado pela parceria, que deverá
estender-se a outras regiões do País. “As Federações estaduais de agricultura e pecuária poderão
contribuir para alavancar o programa nos Estados”, completou.
A parceria firmada com a CEF financiará a construção de 1,4 mil unidades habitacionais na zona rural. Já o
convênio firmado com o governo do Estado viabilizará a construção de mais 1,5 mil casas populares.
Presente à solenidade, o vice-governador do Tocantins, João Oliveira, que representou o governador
Siqueira Campos, anunciou a liberação de R$ 1 milhão para as construções nas regiões de difícil acesso do
Estado. “Sabemos das dificuldades que os homens e mulheres da zona rural enfrentam. Por isso é grande
a importância do programa ser iniciado no nosso Estado”, enfatizou.
De acordo com o cronograma de execução do projeto, as moradias no Tocantins que integram o Programa
Minha Casa Minha Vida Rural serão construídas num prazo que varia entre 4 a 12 meses. As casas terão
36 m², com no mínimo dois quartos, instalações de água e energia elétrica. O beneficio será concedido aos
agricultores familiares com renda bruta anual de até R$ 15.000,00, enquadrados no Programa Nacional de
Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Serão liberados R$ 40 mil por pessoa, dos quais R$ 25 mil
para a construção de novas unidades e R$ 15 mil para conclusão, reforma e aplicação de moradias rurais.
O beneficiário participará com uma contrapartida de 4% do valor liberado, que poderá ser pago em até
quatro parcelas anuais, sem cobrança de juros ou correção monetária.
Participaram da solenidade o secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Agrário,
Jaime Café, o superintendente da Caixa Econômica Federal no Tocantins, Raimundo Nonato Frota Filho, o
secretário de Estado de Inovação, Omar Hennemann, a coordenadora nacional do Programa de Habitação
Rural do Instituto CNA, Kenniane Lenir Nogueira Barreira, além de deputados federais, estaduais, prefeitos,
vereadores e presidentes de sindicatos rurais.
Assessoria de Comunicação CNA (com informações da FAET e da Seagro/TO)
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1. Fiep - PR (13/02/2012)
Empresários do setor de mineração reúnem-se da Fiep
...de empresários e lideranças sindicais, reunião contou com a presença do presidente da Mineropar e do
superintendente do DNPM-PR Empresários e lideranças sindicais do setor de mineração do Paraná
reuniram-se nesta quinta-feira (09) na Federação das Indústrias do ...
2. Correio Braziliense - DF (14/02/2012)
Obras têm alta de 1,4% em janeiro
...14/02/2012 02:00 Mão de obra: item com maior peso na elevação do custo da construção construir ficou
mais caro no início deste ano. Em janeiro último, o custo para cada metro quadrado de obra subiu 1,4% na
comparação com ...
3. O Fluminense - RJ (14/02/2012)
Maricá vai ter casa própria por R$ 50 ao mês para população
...Washington Quaquá, esteve na Direção Regional da Caixa Econômica Federal, na Amaral Peixoto, em
Niterói, onde assinou a carta de intenções para construção de três mil imóveis do projeto ‘Minha Casa,
Minha Vida’ que visa beneficiar famílias que recebem de zero a três salários mínimos. Serão ...
4. Folha de Boa Vista - RR (13/02/2012)
Linha para material de construção pelo FGTS já em vigor
...Cidades, por meio da instrução normativa 4, publicada nesta sexta-feira (10) no D.O.U., regulamenta a
linha de crédito Financiamento de Material de construção (Fimac-FGTS) que destina recursos do Fundo
para aquisição de material de construção. A linha, com reserva de R$ 300 milhões para este ano, ...
5. O Girassol - TO (14/02/2012)
Kátia firma convênio com Caixa e Governo para construir casas no campo
...assinou o convênio de Cooperação Técnica com a Caixa Econômica Federal para a implantação do
Programa Piloto no Tocantins que deverá possibilitar a construção de 1.406 moradias na zona rural
tocantinense. Durante o evento também foi assinado um Termo de Cooperação Técnica entre o Governo
do Estado ...
6. O Nacional - RS (14/02/2012)
Estoque de trabalhadores na construção civil dobra em cinco anos
...2011, setor tinha 2,7 milhões de trabalhadores com carteira assinada em todo pais. O estoque de
trabalhadores com carteira assinada no setor da construção civil dobrou nos últimos cinco anos. Até o final
de dezembro de 2011, o setor contabilizava 2.762.156 empregos celetistas; em 2006, o ...
7. Agência Estado - SP (14/02/2012)
Novo presidente do Secovi critica insegurança jurídica para investimentos
...durante cerimônia realizada na capital paulista. Em seu discurso, ele criticou a falta de segurança jurídica
e a falta de terrenos disponíveis para construções na cidade. "Sem segurança jurídica é impossível realizar
investimentos de longo prazo", disse Bernardes. Em relação a falta de ...
8. Correio Braziliense - DF (14/02/2012)
PAC e moradia vão escapar dos cortes
...de Aceleração do Crescimento e o Minha casa, minha vida serão preservados das tesouradas no
Orçamento de 2012. A expectativa é de que o contingenciamento fique entre R$ 50 bilhões e ...
1. Fiep - PR (13/02/2012)
Empresários do setor de mineração reúnem-se da Fiep
Além de empresários e lideranças sindicais, reunião contou com a presença do presidente da Mineropar e
do superintendente do DNPM-PR
Empresários e lideranças sindicais do setor de mineração do Paraná reuniram-se nesta quinta-feira (09) na
Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) com o presidente da Mineropar, José Antônio Zem, e
com o superintendente do Departamento Nacional de Produção Mineral no Paraná, Hudson Calefe.
O objetivo do encontro foi estreitar os laços com os novos dirigentes dos órgãos e expor as preocupações
dos empresários do Estado. Zem e Calefe receberam do coordenador do Conselho Setorial da Indústria
Mineral da Federação, Cláudio Grochowicz, uma lista de reivindicações do setor, entre elas a necessidade
da Mineropar voltar a fazer pesquisas geológicas no Estado. “O Estado, tendo conhecimento do seu
subsolo, pode fazer seu planejamento de forma mais adequada.”, avaliou Grochowicz.
Outra questão que vem preocupando os empresários paranaenses é o novo Código Mineral, legislação que
irá balizar as atividades de mineração no território brasileiro. Segundo o coordenador do conselho, existe o
perigo de “penalidades desproporcionais” com o advento deste novo marco regulatório. Na ocasião,
Hudson Calefe comprometeu-se a discutir o tema com deputados federais ligados a este projeto na próxima
semana.
Caminhões
Durante a segunda fase da reunião, os empresários debateram outros temas que vem afligindo o setor,
como as multas referentes à pesagem dos caminhões de transporte. As empresas colocam a carga total
compatível com as normas do DNIT e do DER, porém, no momento em que são pesados por eixo, o
deslocamento da carga aponta peso acima do permitido.
Para enfrentar esta questão a procuradoria jurídica da Fiep impetrou mandado de segurança junto aos
órgãos competentes para que sejam revistas estas medidas.
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2. Correio Braziliense - DF (14/02/2012)
Obras têm alta de 1,4% em janeiro
Publicação: 14/02/2012 02:00
Mão de obra: item com maior peso na elevação do custo da construção
Construir ficou mais caro no início deste ano. Em janeiro último, o custo para cada metro quadrado de obra
subiu 1,4% na comparação com dezembro, segundo índice divulgado pelo Sindicato da Indústria da
Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF). A alta reflete a elevação de despesas do setor. Se
levados em conta os últimos 12 meses, as despesas com edificações acumularam alta de 6,31%. Portanto,
o indicador cresceu acima do Índice Geral de Preços (IGP-M), que apresentou variação positiva de 0,25%
em janeiro e subiu 4,53% no acumulado de 12 meses.
Em valores reais, o custo da construção brasiliense está em R$ 898,50 por metro quadrado, sendo que R$
438,06 (48,75%) desse montante é gasto com mão de obra e R$ 392,79 (43,72%) é referente a materiais e
insumos. Já os gastos administrativos e com equipamentos
ficaram em R$ 62,27 (6,93%) e R$ 5,37 (0,60%) no mês passado.
Segundo o presidente da Comissão de Economia e Estatística do Sinduscon-DF, Marcus Peçanha, a
variável que mais pesou para o setor no primeiro mês de 2012 foram os salários de trabalhadores. “O
crescimento (do índice) é reflexo do reajuste dos salários das categorias em novembro, que foi pago em
dezembro”, comentou.
Dos 29 insumos para construção pesquisados pelo Sinduscon-DF no mês passado, 17 registraram redução
em seus preços, enquanto oito encareceram. O custo da construção local é calculado e divulgado
mensalmente pela entidade. Ele leva em conta os preços de 25 materiais de construção, salários de três
categorias (pedreiro, servente e engenheiro) e as despesas com um equipamento (aluguel de betoneira).
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3. O Fluminense - RJ (14/02/2012)
Maricá vai ter casa própria por R$ 50 ao mês para população
Por: Ciro Cavalcante 13/02/2012
Serão dois condomínios com apartamentos de 40m² e dois quartos. É calculado que sejam investidos cerca
de R$ 185 milhões e que os imóveis sejam entregues até o fim de 2013
Foi dada a largada para o projeto que promete ser a solução do problema habitacional de Maricá. Na tarde
desta quinta-feira, o prefeito da cidade, Washington Quaquá, esteve na Direção Regional da Caixa
Econômica Federal, na Amaral Peixoto, em Niterói, onde assinou a carta de intenções para construção de
três mil imóveis do projeto ‘Minha Casa, Minha Vida’ que visa beneficiar famílias que recebem de zero a
três salários mínimos. Serão dois condomínios com apartamentos de 40m² e dois quartos, em Inoã e
Itaipuaçu. É calculado que sejam investidos cerca de R$ 185 milhões e que os imóveis sejam entregues até
o fim de 2013.
“Nós vamos resolver o déficit de problema de habitação da cidade, implantando o maior programa de zero a
três salários mínimos do ‘Minha Casa, Minha Vida’. Esperamos que as obras iniciem em março para que já
em setembro entreguemos cerca de 300 unidades do projeto, com expectativa de entregar até o próximo
ano, todas as unidades, um investimento avaliado em R$ 185 milhões”. De acordo com Quaquá, a ideia é
criar um projeto social, com programas de qualificações para os que vierem a morar nos condomínios e até
mesmo evitar a favelização no município, fator que é agravado com o crescimento da população. “Nós não
vamos apenas entregar casas, queremos desenvolver a cidadania, através de projetos sociais destinados
aos que se beneficiarem com o programa. Além disso, estamos de olho no crescimento da cidade, que
aumenta 10% a cada ano, essas habitações ajudarão a evitar a favelização”.
Estiveram também no local o superintendente regional da Caixa no Centro Leste Fluminense, José
Domingos Corrêa Martins, e o gerente de negócios habitacionais da Sertenge, empresa licitada para
realizar as obras, Daniel Freire Roriz. José Domingos disse que existe um prazo de trinta dias para que seja
analisada toda a documentação entregue. A preocupação é para que todos necessitados sejam
contemplados pelo projeto do governo federal, já que os beneficiados terão oportunidade de comprar
imóveis com valor mínimo mensal de R$ 50, o que vai depender da renda da pessoa (10%). Os
condomínios, que serão construídos em Inoã e Itaipuaçu receberão os nomes de pessoas que fizeram
história no Brasil.
“Vamos resgatar o nome de heróis brasileiros, dois que foram brutalmente assassinados pela ditadura
militar. O condomínio de Itaipuaçu, que vai receber 1.472 das unidades, vai se chamar Carlos Marighela e o
de Inoã, onde serão construídas 1.460, receberá o nome de Carlos Alberto Beto”, contou Quaquá.
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4. Folha de Boa Vista - RR (13/02/2012)
Linha para material de construção pelo FGTS já em vigor
O Ministério das Cidades, por meio da instrução normativa 4, publicada nesta sexta-feira (10) no D.O.U.,
regulamenta a linha de crédito Financiamento de Material de Construção (Fimac-FGTS) que destina
recursos do Fundo para aquisição de material de construção. A linha, com reserva de R$ 300 milhões para
este ano, foi aprovada pelos conselheiros do FGTS no início de janeiro.
O Fimac-FGTS é destinado ao financiamento de reforma, ampliação ou construção de imóveis residenciais,
além de instalação de hidrômetros de medição individual, implantação de sistema de aquecimento solar e
de itens que visem à acessibilidade, desenvolvimento sustentável e preservação do meio ambiente. O valor
do financiamento pode chegar a R$ 20 mil, com taxa de juros máxima de 12% ao ano, e prazo de
amortização limitado a 120 meses, com prestações calculadas pelo Sistema de Amortização Constantes
(SAC) ou Tabela Price. A edificação ou lote que for receber a obra tem de atender as condições do Sistema
Financeiro de Habitação (SFH).
Os agentes financeiros poderão promover o credenciamento dos estabelecimentos que comercializam
materiais de construção, definindo regras de prudência para assegurar a qualidade da operação de crédito.
Também só poderão ser comercializados materiais cujas especificações técnicas cumpram as normas da
Associação Brasileiras de Normas Técnicas (ABNT) e de acordo com o Sistema Brasileiro de Avaliação de
Conformidade (SBAC) e com as resoluções do Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e
Qualidade Industrial (Conmetro).
Para ter acesso a linha os interessados devem buscar informações nas agências da Caixa Econômica
Federal ou pelo site www.caixa.gov.br.
Fonte: Ascom/ MTE
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5. O Girassol - TO (14/02/2012)
Kátia firma convênio com Caixa e Governo para construir casas no campo
A senadora Kátia Abreu, presidente da CNA/FAET, assinou nesta segunda, 13, com a Caixa Econômica
Federal e o Governo do Estado, convênio para a implantação do programa Minha Casa, Minha Vida Rural
no Tocantins e que vai envolver, nesta primeira etapa, recursos que alcançam a cifra de R$ 80 milhões no
Estado. O lançamento ocorreu na sede da FAET em Palmas com a presença do vice Governador do
Estado João Oliveira, de secretários de governo, deputados federais, estaduais, prefeitos, vereadores,
presidentes de sindicatos rurais, e do superintendente da Caixa Econômica Federal no Tocantins Raimundo
Nonato Frota Filho e da Coordenadora Nacional do Programa de Habitação Rural do Instituto CNA
Kenniane Lenir Nogueira Barreira.
Durante a cerimônia a Senadora e presidente do sistema FAET/CNA assinou o convênio de Cooperação
Técnica com a Caixa Econômica Federal para a implantação do Programa Piloto no Tocantins que deverá
possibilitar a construção de 1.406 moradias na zona rural tocantinense. Durante o evento também foi
assinado um Termo de Cooperação Técnica entre o Governo do Estado através da Secretaria da Habitação
e a Federação da Agricultura e Pecuária do Tocantins, para prestar apoio logístico e técnico, para viabilizar
a construção das casas para aqueles beneficiários que moram em localidades mais distantes nos
municípios. Serão disponibilizados recursos na ordem de R$ 1 milhão de reais.
O programa prevê a construção de casas para famílias que possuem renda familiar anual bruta de até R$
15.000,00 por ano, que se enquadrem no PRONAF, através do DAP, Declaração de Aptidão ao PRONAF,
emitida nos últimos 3 anos, no caso do trabalhador rural deverá comprovar renda por carteira de trabalho,
contrato de trabalho ou declaração do empregador, cooperativa, associação ou sindicato rural .
Cada projeto prevê a construção de no máximo 50 unidades habitacionais. A contra partida do beneficiado
será de 4% do valor do subsídio, que será pago em quatro parcelas anuais sem juros e sem atualização
monetária. Sendo que a primeira parcela só vencerá depois de um ano da assinatura do contrato.
Segundo a senadora Kátia Abreu, o Programa será implementado primeiro no Tocantins, onde serão
realizados os ajustes necessários e depois será ampliado para todo o Brasil. As Federações estaduais de
agricultura e pecuária poderão contribuir para alavancar o programa nos Estados. Aqui no Tocantins os
sindicatos rurais e as prefeituras também poderão contribuir para a mobilização dos beneficiários do
Programa.
Para a presidente do sistema FAET/CNA “a atual realidade de boa parte do homem do campo é de
abandono, insalubridade, desmotivação e pobreza extrema, mas esses problemas poderão ser superados
com o Programa, já que o Minha Casa Minha Vida Rural não se resume só ao sonho de moradia digna,
mas também irá proporcionar a sensação de bem estar, através da realização de cursos e capacitação para
os beneficiários, garantindo qualidade de vida e a permanência do homem no campo”.
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6. O Nacional - RS (14/02/2012)
Estoque de trabalhadores na construção civil dobra em cinco anos
No final de 2011, setor tinha 2,7 milhões de trabalhadores com carteira assinada em todo pais.
O estoque de trabalhadores com carteira assinada no setor da construção civil dobrou nos últimos cinco
anos. Até o final de dezembro de 2011, o setor contabilizava 2.762.156 empregos celetistas; em 2006, o
montante era de 1.388.958, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do
Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Fatores como o aumento do financiamento habitacional e ações governamentais - Programa de Aceleração
do Crescimento (PAC) e Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), além dos investimentos previstos por
conta dos eventos esportivos Copa do Mundo em 2014 e Jogos Olímpicos em 2016 têm contribuído
positivamente para geração de empregos no setor.
Somando os setores de atividade econômica, o país chegou ao final de dezembro passado com estoque de
37.887.47 empregos celetistas. Destes, 15.317.702 referem-se ao setor de serviços; 8.506.686 comércio;
8.215.134 indústria da transformação; 1.571.221 agropecuária; 914.374 administração pública; 391.800
serviços de utilidade pública; e 208.397 extrativa mineral.
Caged – Em 2011, a Construção Civil foi responsável pela criação de 222.897 empregos com carteira
assinada, registrando o maior crescimento relativo entre os setores, com elevação de 8,78% em relação ao
estoque de trabalhadores de dezembro de 2010.
Os estados que geraram o maior número de empregos com carteira assinada foram São Paulo (41.191);
Rio de Janeiro (37.026) e Pernambuco (21.211).
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7. Agência Estado - SP (14/02/2012)
Novo presidente do Secovi critica insegurança jurídica para investimentos
Bernardes disse ainda que o mercado imobiliário continua com a demanda aquecida e atraente para
investimentos internacionais, além de contar com um sistema eficiente de crédito
13 de fevereiro de 2012 | 21h 55
Circe Bonatelli, da Agência Estado
SÃO PAULO - O novo presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Claudio Bernardes,
assinou hoje o documento de posse no cargo durante cerimônia realizada na capital paulista. Em seu
discurso, ele criticou a falta de segurança jurídica e a falta de terrenos disponíveis para construções na
cidade. "Sem segurança jurídica é impossível realizar investimentos de longo prazo", disse Bernardes.
Em relação a falta de terrenos, Bernardes defendeu que haja um adensamento das zonas urbanas já
ocupadas, com aprimoramento da infraestrutura e revitalização de bairros degradados para receber novos
empreendimentos residenciais. "Para isso, é fundamental que haja vontade política e diálogo com a
sociedade e com a iniciativa privada", afirmou, defendendo a integração dos projetos de planejamento
urbano com projetos de planejamentos do mercado imobiliário.
Bernardes disse ainda que o mercado imobiliário continua com a demanda aquecida e atraente para
investimentos internacionais, além de contar com um sistema eficiente de crédito. "Ainda que se fale no
esgotamento dos recursos da poupança destinados ao crédito imobiliário, o mercado já está trabalhando
com outras opções para complementar os financiamentos", lembrou.
O novo presidente disse ainda que nos últimos cinco anos o setor de construção civil no País passou por
uma franca expansão, impulsionado pelo crescimento econômico do País e do crédito imobiliário. "Nossa
meta é estrutura o mercado imobiliário para trabalharmos de forma pujante, mas sem sofrer sobressaltos",
afirmou.
O ex-presidente do Secovi-SP João Crestana fez um discurso breve antes de Bernardes, agradecendo a
família e os amigos pelo apoio em seu mandato, que começou em 2008. Crestana, no entanto, não fez
nenhum comentário sobre o setor de construção civil. "Hoje é um dia de ouvir, não de fala".
Minha casa Minha Vida
O secretário da Habitação do Estado de São Paulo, Silvio Torres, descartou a possibilidade de aumento do
teto do valor dos imóveis destinados à baixa renda dentro do programa Minha Casa, Minha Vida, do
governo federal. "Pelas reuniões de que tenho participado a posição do governo federal é de não aumentar
(o teto). E a do governo de São Paulo é de manter o apoio adicional de R$ 20 mil", disse durante cerimônia
de posse do nova diretoria do Secovi-SP.
Pelo convênio firmado entre os governos de São Paulo e o federal estão previstos investimentos de R$ 8
bilhões para construção de 100 mil moradias até 2015, desse total R$ 6,1 bilhões virão do governo federal
e, R$ 1,9 bilhão do governo do Estado. Com os recursos do governo paulista foi possível elevar o subsídio
a unidade habitacional financiada no Estado de R$ 65 mil, que é o custo máximo previsto no programa
federal, para R$ 85 mil. "O teto anterior praticamente inviabilizava projetos residenciais para baixa renda na
região metropolitana", disse Torres. "O novo teto vai acelerar o projeto", afirmou.
O secretário admitiu, porém, que com a alta nos preços dos imóveis, há pressão do empresariado para
aumentar o teto dos imóveis para baixa renda no programa Minha Casa, Minha Vida. "Mas, de maneira
geral, respondeu muito bem ao acordo do Estado com o governo federal", ponderou.
Silvio Torres disse que neste ano já foram encaminhadas à Caixa Econômica Federal projetos para
construção de cerca de 2,5 mil moradias para baixa renda no Estado de São Paulo. Segundo ele, já
existem outros projetos para a construção de mais 13 mil unidades, que estão próximos de serem enviados
à Caixa. O secretário acredita que até o fim do ano pelo menos 25 mil unidades sejam encaminhadas para
o banco, mas não soube estimar quantas de fato já terão sido contratadas.
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8. Correio Braziliense - DF (14/02/2012)
PAC e moradia vão escapar dos cortes
Programa de Aceleração do Crescimento e o Minha Casa, Minha Vida serão preservados das tesouradas
no Orçamento de 2012. A expectativa é de que o contingenciamento fique entre R$ 50 bilhões e R$ 55
bilhões
» PAULO DE TARSO LYRA
Publicação: 14/02/2012 02:00
Residências do Minha Casa, Minha Vida em Valparaíso (GO): programa de moradia popular é a grande
aposta de Dilma para o seu mandato
O corte no Orçamento-Geral da União de 2012 vai ficar abaixo dos R$ 60 bilhões pretendidos pelo mercado
e por setores mais ortodoxos do Ministério da Fazenda. A expectativa é de que o contingenciamento, que
será anunciado até sexta-feira, fique entre R$ 50 bilhões e R$ 55 bilhões. Apesar de a crise internacional
ainda estar em uma fase aguda — a Grécia acaba de aprovar um pacote duro de austeridade fiscal e a
Zona do Euro não dá sinais de que conseguirá livrar-se da turbulência —, o Planalto avalia que é preciso
manter os investimentos para assegurar um crescimento sustentado do país neste ano.
Os programas estratégicos do governo serão preservados. Estão nesse rol as obras do Programa de
Aceleração do Crescimento (PAC) e do Minha Casa, Minha Vida. Dilma aposta que os investimentos no
PAC serão importantes para que, no segundo semestre do ano, o ritmo de crescimento da economia volte a
atingir os patamares de 2010. Já o Minha Casa, Minha Vida foi escolhido pela presidente como o grande
projeto de seu mandato. Ela considera que os programas sociais estão consolidados e que chegou o
momento de dar moradia com dignidade para as pessoas, especialmente as famílias com faixa de renda
até R$ 1,6 mil.
A tesourada na peça orçamentária também deixará incólume o Programa Brasil sem Miséria, um
desdobramento do Bolsa Família que beneficia 16 milhões de pessoas com renda familiar abaixo de R$ 70;
e os investimentos em educação, ciência e tecnologia e saúde. Pela ênfase dada pela presidente em
cerimônias recentes no Palácio do Planalto, a aposta é que programas como o Pronatec — uma espécie de
Prouni para as escolas técnicas — e o Ciência sem Fronteiras, que concede bolsas de estudo no exterior,
devem ser mantidos. Dilma tem fixação pelo ingresso do país na “era do conhecimento”.
A redução da expectativa de aumento do PIB para 2012, anunciada ontem pela equipe econômica, só
reforça os argumentos para que os cortes sejam menos duros que os planejados inicialmente. O PIB deste
ano deve fechar em 4,5% e não os 5% esperados inicialmente pela Fazenda e pelo Palácio do Planalto. Em
recentes reuniões com empresários que investem no Minha Casa, Minha Vida, o ministro Guido Mantega
assegurou que os recursos seriam preservados.
A própria Dilma tem repetido que não pretende tirar o pé do freio. Com base nos sinais emitidos pela
presidente e pelo titular da Fazenda, diminuiu-se a aposta de um corte de R$ 60 bilhões. Especialistas
afirmam que isso provocaria uma freada muito brusca na economia. Um contingenciamento entre R$ 50
bilhões e R$ 55 bilhões sinalizaria aos mercados a disposição do governo federal de manter as contas em
dia, preservaria o país da contaminação pela crise estrangeira e ainda permitiria um fôlego para não
“quebrar” o ritmo de crescimento do PIB.
Esses argumentos são usados também para justificar a alguns setores mais desenvolvimentistas — e
principalmente, ao Congresso — por que o contingenciamento não pode ficar abaixo dos R$ 50 bilhões.
Integrantes da Comissão Mista de Orçamento projetavam um corte de R$ 40 bilhões, alegando que a China
cresceu mais que o esperado e que os números soprados pela economia americana, especialmente a
redução nos níveis de desemprego, poderiam aliviar a mão do governo sobre o orçamento. Mas na
Fazenda e no Planejamento a avaliação é de que um corte de R$ 40 bilhões emitiria um sinal de
afrouxamento fiscal muito perigoso.
Concursos
A manutenção dos concursos públicos vai depender da intensidade da tesourada. Quanto mais rigorosa ela
for, menor a chance de abrir vagas no serviço público federal. A expectativa é de uma tática semelhante à
adotada no ano passado: análises criteriosas e cirúrgicas das áreas mais necessitadas para, a partir daí,
determinar se serão realizadas novas seleções.
Outra dúvida é como ficarão as emendas parlamentares. O governo federal tem feito uma revisão completa
dos convênios com ONGs, cancelando aqueles com suspeitas de irregularidades. Mas ministérios cujos
orçamentos dependem desse tipo de recursos sempre acabam sendo os mais prejudicados quando o
Planalto decide cortar gastos.
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Mais informações: Comunicação ANEPAC
Pró Cultura Marketing e Eventos
Tel/Fax: 11 5505 7797
[email protected]
CLIPPING DE NOTÍCIAS
Acompanhe as notícias dos setores de areia, brita e
construção civil
Nas primeiras horas do dia os sindicatos, associações e
executivos recebem um e-mail com as notícias publicadas
nos principais veículos de comunicação do País.
1. Fiep - PR (13/02/2012)
Empresários do setor de mineração reúnem-se da Fiep
...de empresários e lideranças sindicais, reunião contou com a presença do presidente da Mineropar e do
superintendente do DNPM-PR Empresários e lideranças sindicais do setor de mineração do Paraná
reuniram-se nesta quinta-feira (09) na Federação das Indústrias do ...
2. Correio Braziliense - DF (14/02/2012)
Obras têm alta de 1,4% em janeiro
...14/02/2012 02:00 Mão de obra: item com maior peso na elevação do custo da construção construir ficou
mais caro no início deste ano. Em janeiro último, o custo para cada metro quadrado de obra subiu 1,4% na
comparação com ...
3. O Fluminense - RJ (14/02/2012)
Maricá vai ter casa própria por R$ 50 ao mês para população
...Washington Quaquá, esteve na Direção Regional da Caixa Econômica Federal, na Amaral Peixoto, em
Niterói, onde assinou a carta de intenções para construção de três mil imóveis do projeto ‘Minha Casa,
Minha Vida’ que visa beneficiar famílias que recebem de zero a três salários mínimos. Serão ...
4. Folha de Boa Vista - RR (13/02/2012)
Linha para material de construção pelo FGTS já em vigor
...Cidades, por meio da instrução normativa 4, publicada nesta sexta-feira (10) no D.O.U., regulamenta a
linha de crédito Financiamento de Material de construção (Fimac-FGTS) que destina recursos do Fundo
para aquisição de material de construção. A linha, com reserva de R$ 300 milhões para este ano, ...
5. O Girassol - TO (14/02/2012)
Kátia firma convênio com Caixa e Governo para construir casas no campo
...assinou o convênio de Cooperação Técnica com a Caixa Econômica Federal para a implantação do
Programa Piloto no Tocantins que deverá possibilitar a construção de 1.406 moradias na zona rural
tocantinense. Durante o evento também foi assinado um Termo de Cooperação Técnica entre o Governo
do Estado ...
6. O Nacional - RS (14/02/2012)
Estoque de trabalhadores na construção civil dobra em cinco anos
...2011, setor tinha 2,7 milhões de trabalhadores com carteira assinada em todo pais. O estoque de
trabalhadores com carteira assinada no setor da construção civil dobrou nos últimos cinco anos. Até o final
de dezembro de 2011, o setor contabilizava 2.762.156 empregos celetistas; em 2006, o ...
7. Agência Estado - SP (14/02/2012)
Novo presidente do Secovi critica insegurança jurídica para investimentos
...durante cerimônia realizada na capital paulista. Em seu discurso, ele criticou a falta de segurança jurídica
e a falta de terrenos disponíveis para construções na cidade. "Sem segurança jurídica é impossível realizar
investimentos de longo prazo", disse Bernardes. Em relação a falta de ...
8. Correio Braziliense - DF (14/02/2012)
PAC e moradia vão escapar dos cortes
...de Aceleração do Crescimento e o Minha casa, minha vida serão preservados das tesouradas no
Orçamento de 2012. A expectativa é de que o contingenciamento fique entre R$ 50 bilhões e ...
1. Fiep - PR (13/02/2012)
Empresários do setor de mineração reúnem-se da Fiep
Além de empresários e lideranças sindicais, reunião contou com a presença do presidente da Mineropar e
do superintendente do DNPM-PR
Empresários e lideranças sindicais do setor de mineração do Paraná reuniram-se nesta quinta-feira (09) na
Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) com o presidente da Mineropar, José Antônio Zem, e
com o superintendente do Departamento Nacional de Produção Mineral no Paraná, Hudson Calefe.
O objetivo do encontro foi estreitar os laços com os novos dirigentes dos órgãos e expor as preocupações
dos empresários do Estado. Zem e Calefe receberam do coordenador do Conselho Setorial da Indústria
Mineral da Federação, Cláudio Grochowicz, uma lista de reivindicações do setor, entre elas a necessidade
da Mineropar voltar a fazer pesquisas geológicas no Estado. “O Estado, tendo conhecimento do seu
subsolo, pode fazer seu planejamento de forma mais adequada.”, avaliou Grochowicz.
Outra questão que vem preocupando os empresários paranaenses é o novo Código Mineral, legislação que
irá balizar as atividades de mineração no território brasileiro. Segundo o coordenador do conselho, existe o
perigo de “penalidades desproporcionais” com o advento deste novo marco regulatório. Na ocasião,
Hudson Calefe comprometeu-se a discutir o tema com deputados federais ligados a este projeto na próxima
semana.
Caminhões
Durante a segunda fase da reunião, os empresários debateram outros temas que vem afligindo o setor,
como as multas referentes à pesagem dos caminhões de transporte. As empresas colocam a carga total
compatível com as normas do DNIT e do DER, porém, no momento em que são pesados por eixo, o
deslocamento da carga aponta peso acima do permitido.
Para enfrentar esta questão a procuradoria jurídica da Fiep impetrou mandado de segurança junto aos
órgãos competentes para que sejam revistas estas medidas.
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2. Correio Braziliense - DF (14/02/2012)
Obras têm alta de 1,4% em janeiro
Publicação: 14/02/2012 02:00
Mão de obra: item com maior peso na elevação do custo da construção
Construir ficou mais caro no início deste ano. Em janeiro último, o custo para cada metro quadrado de obra
subiu 1,4% na comparação com dezembro, segundo índice divulgado pelo Sindicato da Indústria da
Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF). A alta reflete a elevação de despesas do setor. Se
levados em conta os últimos 12 meses, as despesas com edificações acumularam alta de 6,31%. Portanto,
o indicador cresceu acima do Índice Geral de Preços (IGP-M), que apresentou variação positiva de 0,25%
em janeiro e subiu 4,53% no acumulado de 12 meses.
Em valores reais, o custo da construção brasiliense está em R$ 898,50 por metro quadrado, sendo que R$
438,06 (48,75%) desse montante é gasto com mão de obra e R$ 392,79 (43,72%) é referente a materiais e
insumos. Já os gastos administrativos e com equipamentos
ficaram em R$ 62,27 (6,93%) e R$ 5,37 (0,60%) no mês passado.
Segundo o presidente da Comissão de Economia e Estatística do Sinduscon-DF, Marcus Peçanha, a
variável que mais pesou para o setor no primeiro mês de 2012 foram os salários de trabalhadores. “O
crescimento (do índice) é reflexo do reajuste dos salários das categorias em novembro, que foi pago em
dezembro”, comentou.
Dos 29 insumos para construção pesquisados pelo Sinduscon-DF no mês passado, 17 registraram redução
em seus preços, enquanto oito encareceram. O custo da construção local é calculado e divulgado
mensalmente pela entidade. Ele leva em conta os preços de 25 materiais de construção, salários de três
categorias (pedreiro, servente e engenheiro) e as despesas com um equipamento (aluguel de betoneira).
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3. O Fluminense - RJ (14/02/2012)
Maricá vai ter casa própria por R$ 50 ao mês para população
Por: Ciro Cavalcante 13/02/2012
Serão dois condomínios com apartamentos de 40m² e dois quartos. É calculado que sejam investidos cerca
de R$ 185 milhões e que os imóveis sejam entregues até o fim de 2013
Foi dada a largada para o projeto que promete ser a solução do problema habitacional de Maricá. Na tarde
desta quinta-feira, o prefeito da cidade, Washington Quaquá, esteve na Direção Regional da Caixa
Econômica Federal, na Amaral Peixoto, em Niterói, onde assinou a carta de intenções para construção de
três mil imóveis do projeto ‘Minha Casa, Minha Vida’ que visa beneficiar famílias que recebem de zero a
três salários mínimos. Serão dois condomínios com apartamentos de 40m² e dois quartos, em Inoã e
Itaipuaçu. É calculado que sejam investidos cerca de R$ 185 milhões e que os imóveis sejam entregues até
o fim de 2013.
“Nós vamos resolver o déficit de problema de habitação da cidade, implantando o maior programa de zero a
três salários mínimos do ‘Minha Casa, Minha Vida’. Esperamos que as obras iniciem em março para que já
em setembro entreguemos cerca de 300 unidades do projeto, com expectativa de entregar até o próximo
ano, todas as unidades, um investimento avaliado em R$ 185 milhões”. De acordo com Quaquá, a ideia é
criar um projeto social, com programas de qualificações para os que vierem a morar nos condomínios e até
mesmo evitar a favelização no município, fator que é agravado com o crescimento da população. “Nós não
vamos apenas entregar casas, queremos desenvolver a cidadania, através de projetos sociais destinados
aos que se beneficiarem com o programa. Além disso, estamos de olho no crescimento da cidade, que
aumenta 10% a cada ano, essas habitações ajudarão a evitar a favelização”.
Estiveram também no local o superintendente regional da Caixa no Centro Leste Fluminense, José
Domingos Corrêa Martins, e o gerente de negócios habitacionais da Sertenge, empresa licitada para
realizar as obras, Daniel Freire Roriz. José Domingos disse que existe um prazo de trinta dias para que seja
analisada toda a documentação entregue. A preocupação é para que todos necessitados sejam
contemplados pelo projeto do governo federal, já que os beneficiados terão oportunidade de comprar
imóveis com valor mínimo mensal de R$ 50, o que vai depender da renda da pessoa (10%). Os
condomínios, que serão construídos em Inoã e Itaipuaçu receberão os nomes de pessoas que fizeram
história no Brasil.
“Vamos resgatar o nome de heróis brasileiros, dois que foram brutalmente assassinados pela ditadura
militar. O condomínio de Itaipuaçu, que vai receber 1.472 das unidades, vai se chamar Carlos Marighela e o
de Inoã, onde serão construídas 1.460, receberá o nome de Carlos Alberto Beto”, contou Quaquá.
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4. Folha de Boa Vista - RR (13/02/2012)
Linha para material de construção pelo FGTS já em vigor
O Ministério das Cidades, por meio da instrução normativa 4, publicada nesta sexta-feira (10) no D.O.U.,
regulamenta a linha de crédito Financiamento de Material de Construção (Fimac-FGTS) que destina
recursos do Fundo para aquisição de material de construção. A linha, com reserva de R$ 300 milhões para
este ano, foi aprovada pelos conselheiros do FGTS no início de janeiro.
O Fimac-FGTS é destinado ao financiamento de reforma, ampliação ou construção de imóveis residenciais,
além de instalação de hidrômetros de medição individual, implantação de sistema de aquecimento solar e
de itens que visem à acessibilidade, desenvolvimento sustentável e preservação do meio ambiente. O valor
do financiamento pode chegar a R$ 20 mil, com taxa de juros máxima de 12% ao ano, e prazo de
amortização limitado a 120 meses, com prestações calculadas pelo Sistema de Amortização Constantes
(SAC) ou Tabela Price. A edificação ou lote que for receber a obra tem de atender as condições do Sistema
Financeiro de Habitação (SFH).
Os agentes financeiros poderão promover o credenciamento dos estabelecimentos que comercializam
materiais de construção, definindo regras de prudência para assegurar a qualidade da operação de crédito.
Também só poderão ser comercializados materiais cujas especificações técnicas cumpram as normas da
Associação Brasileiras de Normas Técnicas (ABNT) e de acordo com o Sistema Brasileiro de Avaliação de
Conformidade (SBAC) e com as resoluções do Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e
Qualidade Industrial (Conmetro).
Para ter acesso a linha os interessados devem buscar informações nas agências da Caixa Econômica
Federal ou pelo site www.caixa.gov.br.
Fonte: Ascom/ MTE
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5. O Girassol - TO (14/02/2012)
Kátia firma convênio com Caixa e Governo para construir casas no campo
A senadora Kátia Abreu, presidente da CNA/FAET, assinou nesta segunda, 13, com a Caixa Econômica
Federal e o Governo do Estado, convênio para a implantação do programa Minha Casa, Minha Vida Rural
no Tocantins e que vai envolver, nesta primeira etapa, recursos que alcançam a cifra de R$ 80 milhões no
Estado. O lançamento ocorreu na sede da FAET em Palmas com a presença do vice Governador do
Estado João Oliveira, de secretários de governo, deputados federais, estaduais, prefeitos, vereadores,
presidentes de sindicatos rurais, e do superintendente da Caixa Econômica Federal no Tocantins Raimundo
Nonato Frota Filho e da Coordenadora Nacional do Programa de Habitação Rural do Instituto CNA
Kenniane Lenir Nogueira Barreira.
Durante a cerimônia a Senadora e presidente do sistema FAET/CNA assinou o convênio de Cooperação
Técnica com a Caixa Econômica Federal para a implantação do Programa Piloto no Tocantins que deverá
possibilitar a construção de 1.406 moradias na zona rural tocantinense. Durante o evento também foi
assinado um Termo de Cooperação Técnica entre o Governo do Estado através da Secretaria da Habitação
e a Federação da Agricultura e Pecuária do Tocantins, para prestar apoio logístico e técnico, para viabilizar
a construção das casas para aqueles beneficiários que moram em localidades mais distantes nos
municípios. Serão disponibilizados recursos na ordem de R$ 1 milhão de reais.
O programa prevê a construção de casas para famílias que possuem renda familiar anual bruta de até R$
15.000,00 por ano, que se enquadrem no PRONAF, através do DAP, Declaração de Aptidão ao PRONAF,
emitida nos últimos 3 anos, no caso do trabalhador rural deverá comprovar renda por carteira de trabalho,
contrato de trabalho ou declaração do empregador, cooperativa, associação ou sindicato rural .
Cada projeto prevê a construção de no máximo 50 unidades habitacionais. A contra partida do beneficiado
será de 4% do valor do subsídio, que será pago em quatro parcelas anuais sem juros e sem atualização
monetária. Sendo que a primeira parcela só vencerá depois de um ano da assinatura do contrato.
Segundo a senadora Kátia Abreu, o Programa será implementado primeiro no Tocantins, onde serão
realizados os ajustes necessários e depois será ampliado para todo o Brasil. As Federações estaduais de
agricultura e pecuária poderão contribuir para alavancar o programa nos Estados. Aqui no Tocantins os
sindicatos rurais e as prefeituras também poderão contribuir para a mobilização dos beneficiários do
Programa.
Para a presidente do sistema FAET/CNA “a atual realidade de boa parte do homem do campo é de
abandono, insalubridade, desmotivação e pobreza extrema, mas esses problemas poderão ser superados
com o Programa, já que o Minha Casa Minha Vida Rural não se resume só ao sonho de moradia digna,
mas também irá proporcionar a sensação de bem estar, através da realização de cursos e capacitação para
os beneficiários, garantindo qualidade de vida e a permanência do homem no campo”.
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6. O Nacional - RS (14/02/2012)
Estoque de trabalhadores na construção civil dobra em cinco anos
No final de 2011, setor tinha 2,7 milhões de trabalhadores com carteira assinada em todo pais.
O estoque de trabalhadores com carteira assinada no setor da construção civil dobrou nos últimos cinco
anos. Até o final de dezembro de 2011, o setor contabilizava 2.762.156 empregos celetistas; em 2006, o
montante era de 1.388.958, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do
Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Fatores como o aumento do financiamento habitacional e ações governamentais - Programa de Aceleração
do Crescimento (PAC) e Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), além dos investimentos previstos por
conta dos eventos esportivos Copa do Mundo em 2014 e Jogos Olímpicos em 2016 têm contribuído
positivamente para geração de empregos no setor.
Somando os setores de atividade econômica, o país chegou ao final de dezembro passado com estoque de
37.887.47 empregos celetistas. Destes, 15.317.702 referem-se ao setor de serviços; 8.506.686 comércio;
8.215.134 indústria da transformação; 1.571.221 agropecuária; 914.374 administração pública; 391.800
serviços de utilidade pública; e 208.397 extrativa mineral.
Caged – Em 2011, a Construção Civil foi responsável pela criação de 222.897 empregos com carteira
assinada, registrando o maior crescimento relativo entre os setores, com elevação de 8,78% em relação ao
estoque de trabalhadores de dezembro de 2010.
Os estados que geraram o maior número de empregos com carteira assinada foram São Paulo (41.191);
Rio de Janeiro (37.026) e Pernambuco (21.211).
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7. Agência Estado - SP (14/02/2012)
Novo presidente do Secovi critica insegurança jurídica para investimentos
Bernardes disse ainda que o mercado imobiliário continua com a demanda aquecida e atraente para
investimentos internacionais, além de contar com um sistema eficiente de crédito
13 de fevereiro de 2012 | 21h 55
Circe Bonatelli, da Agência Estado
SÃO PAULO - O novo presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Claudio Bernardes,
assinou hoje o documento de posse no cargo durante cerimônia realizada na capital paulista. Em seu
discurso, ele criticou a falta de segurança jurídica e a falta de terrenos disponíveis para construções na
cidade. "Sem segurança jurídica é impossível realizar investimentos de longo prazo", disse Bernardes.
Em relação a falta de terrenos, Bernardes defendeu que haja um adensamento das zonas urbanas já
ocupadas, com aprimoramento da infraestrutura e revitalização de bairros degradados para receber novos
empreendimentos residenciais. "Para isso, é fundamental que haja vontade política e diálogo com a
sociedade e com a iniciativa privada", afirmou, defendendo a integração dos projetos de planejamento
urbano com projetos de planejamentos do mercado imobiliário.
Bernardes disse ainda que o mercado imobiliário continua com a demanda aquecida e atraente para
investimentos internacionais, além de contar com um sistema eficiente de crédito. "Ainda que se fale no
esgotamento dos recursos da poupança destinados ao crédito imobiliário, o mercado já está trabalhando
com outras opções para complementar os financiamentos", lembrou.
O novo presidente disse ainda que nos últimos cinco anos o setor de construção civil no País passou por
uma franca expansão, impulsionado pelo crescimento econômico do País e do crédito imobiliário. "Nossa
meta é estrutura o mercado imobiliário para trabalharmos de forma pujante, mas sem sofrer sobressaltos",
afirmou.
O ex-presidente do Secovi-SP João Crestana fez um discurso breve antes de Bernardes, agradecendo a
família e os amigos pelo apoio em seu mandato, que começou em 2008. Crestana, no entanto, não fez
nenhum comentário sobre o setor de construção civil. "Hoje é um dia de ouvir, não de fala".
Minha casa Minha Vida
O secretário da Habitação do Estado de São Paulo, Silvio Torres, descartou a possibilidade de aumento do
teto do valor dos imóveis destinados à baixa renda dentro do programa Minha Casa, Minha Vida, do
governo federal. "Pelas reuniões de que tenho participado a posição do governo federal é de não aumentar
(o teto). E a do governo de São Paulo é de manter o apoio adicional de R$ 20 mil", disse durante cerimônia
de posse do nova diretoria do Secovi-SP.
Pelo convênio firmado entre os governos de São Paulo e o federal estão previstos investimentos de R$ 8
bilhões para construção de 100 mil moradias até 2015, desse total R$ 6,1 bilhões virão do governo federal
e, R$ 1,9 bilhão do governo do Estado. Com os recursos do governo paulista foi possível elevar o subsídio
a unidade habitacional financiada no Estado de R$ 65 mil, que é o custo máximo previsto no programa
federal, para R$ 85 mil. "O teto anterior praticamente inviabilizava projetos residenciais para baixa renda na
região metropolitana", disse Torres. "O novo teto vai acelerar o projeto", afirmou.
O secretário admitiu, porém, que com a alta nos preços dos imóveis, há pressão do empresariado para
aumentar o teto dos imóveis para baixa renda no programa Minha Casa, Minha Vida. "Mas, de maneira
geral, respondeu muito bem ao acordo do Estado com o governo federal", ponderou.
Silvio Torres disse que neste ano já foram encaminhadas à Caixa Econômica Federal projetos para
construção de cerca de 2,5 mil moradias para baixa renda no Estado de São Paulo. Segundo ele, já
existem outros projetos para a construção de mais 13 mil unidades, que estão próximos de serem enviados
à Caixa. O secretário acredita que até o fim do ano pelo menos 25 mil unidades sejam encaminhadas para
o banco, mas não soube estimar quantas de fato já terão sido contratadas.
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8. Correio Braziliense - DF (14/02/2012)
PAC e moradia vão escapar dos cortes
Programa de Aceleração do Crescimento e o Minha Casa, Minha Vida serão preservados das tesouradas
no Orçamento de 2012. A expectativa é de que o contingenciamento fique entre R$ 50 bilhões e R$ 55
bilhões
» PAULO DE TARSO LYRA
Publicação: 14/02/2012 02:00
Residências do Minha Casa, Minha Vida em Valparaíso (GO): programa de moradia popular é a grande
aposta de Dilma para o seu mandato
O corte no Orçamento-Geral da União de 2012 vai ficar abaixo dos R$ 60 bilhões pretendidos pelo mercado
e por setores mais ortodoxos do Ministério da Fazenda. A expectativa é de que o contingenciamento, que
será anunciado até sexta-feira, fique entre R$ 50 bilhões e R$ 55 bilhões. Apesar de a crise internacional
ainda estar em uma fase aguda — a Grécia acaba de aprovar um pacote duro de austeridade fiscal e a
Zona do Euro não dá sinais de que conseguirá livrar-se da turbulência —, o Planalto avalia que é preciso
manter os investimentos para assegurar um crescimento sustentado do país neste ano.
Os programas estratégicos do governo serão preservados. Estão nesse rol as obras do Programa de
Aceleração do Crescimento (PAC) e do Minha Casa, Minha Vida. Dilma aposta que os investimentos no
PAC serão importantes para que, no segundo semestre do ano, o ritmo de crescimento da economia volte a
atingir os patamares de 2010. Já o Minha Casa, Minha Vida foi escolhido pela presidente como o grande
projeto de seu mandato. Ela considera que os programas sociais estão consolidados e que chegou o
momento de dar moradia com dignidade para as pessoas, especialmente as famílias com faixa de renda
até R$ 1,6 mil.
A tesourada na peça orçamentária também deixará incólume o Programa Brasil sem Miséria, um
desdobramento do Bolsa Família que beneficia 16 milhões de pessoas com renda familiar abaixo de R$ 70;
e os investimentos em educação, ciência e tecnologia e saúde. Pela ênfase dada pela presidente em
cerimônias recentes no Palácio do Planalto, a aposta é que programas como o Pronatec — uma espécie de
Prouni para as escolas técnicas — e o Ciência sem Fronteiras, que concede bolsas de estudo no exterior,
devem ser mantidos. Dilma tem fixação pelo ingresso do país na “era do conhecimento”.
A redução da expectativa de aumento do PIB para 2012, anunciada ontem pela equipe econômica, só
reforça os argumentos para que os cortes sejam menos duros que os planejados inicialmente. O PIB deste
ano deve fechar em 4,5% e não os 5% esperados inicialmente pela Fazenda e pelo Palácio do Planalto. Em
recentes reuniões com empresários que investem no Minha Casa, Minha Vida, o ministro Guido Mantega
assegurou que os recursos seriam preservados.
A própria Dilma tem repetido que não pretende tirar o pé do freio. Com base nos sinais emitidos pela
presidente e pelo titular da Fazenda, diminuiu-se a aposta de um corte de R$ 60 bilhões. Especialistas
afirmam que isso provocaria uma freada muito brusca na economia. Um contingenciamento entre R$ 50
bilhões e R$ 55 bilhões sinalizaria aos mercados a disposição do governo federal de manter as contas em
dia, preservaria o país da contaminação pela crise estrangeira e ainda permitiria um fôlego para não
“quebrar” o ritmo de crescimento do PIB.
Esses argumentos são usados também para justificar a alguns setores mais desenvolvimentistas — e
principalmente, ao Congresso — por que o contingenciamento não pode ficar abaixo dos R$ 50 bilhões.
Integrantes da Comissão Mista de Orçamento projetavam um corte de R$ 40 bilhões, alegando que a China
cresceu mais que o esperado e que os números soprados pela economia americana, especialmente a
redução nos níveis de desemprego, poderiam aliviar a mão do governo sobre o orçamento. Mas na
Fazenda e no Planejamento a avaliação é de que um corte de R$ 40 bilhões emitiria um sinal de
afrouxamento fiscal muito perigoso.
Concursos
A manutenção dos concursos públicos vai depender da intensidade da tesourada. Quanto mais rigorosa ela
for, menor a chance de abrir vagas no serviço público federal. A expectativa é de uma tática semelhante à
adotada no ano passado: análises criteriosas e cirúrgicas das áreas mais necessitadas para, a partir daí,
determinar se serão realizadas novas seleções.
Outra dúvida é como ficarão as emendas parlamentares. O governo federal tem feito uma revisão completa
dos convênios com ONGs, cancelando aqueles com suspeitas de irregularidades. Mas ministérios cujos
orçamentos dependem desse tipo de recursos sempre acabam sendo os mais prejudicados quando o
Planalto decide cortar gastos.
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Mais informações: Comunicação ANEPAC
Pró Cultura Marketing e Eventos
Tel/Fax: 11 5505 7797
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CLIPPING DE NOTÍCIAS
Acompanhe as notícias dos setores de areia, brita e
construção civil
Nas primeiras horas do dia os sindicatos, associações e
executivos recebem um e-mail com as notícias publicadas
nos principais veículos de comunicação do País.
1. O Globo - RJ (12/02/2012)
Novo plano para reduzir impacto da construção no meio ambiente
...e empresas têm um ano para se adaptar a nova regra Setor que mais impacta o meio ambiente, a
construção civil agora vai ter que se adaptar a novas normas. Pelo menos no que diz respeito à gestão de
seus resíduos. É que, no mês passado, o ...
2. JB Online - RJ (10/02/2012)
Boom da mineração gera conflitos ambientais na América Latina
...preços no mercado internacional esbarra em manifestações violentas, greves regionais e passeatas
organizadas pelas populações afetadas em defesa do meio ambiente. "Há um aumento dos conflitos
ligados à mineração e à defesa do meio ambiente em número e em intensidade. Pela água, pela extensão
...
3. Advocacia Geral da Uniâo - DF (10/02/2012)
Advogados da União pedem ressarcimento de mais de R$ 1,2 milhão na Justiça por mineração ilegal
no Espírito Santo
...Espírito Santo. Foi solicitada, ainda, uma medida liminar para o bloqueio do patrimônio das mineradoras.
Laudos técnicos do Instituto Estadual do meio ambiente e Recursos Hídricos comprovaram que as
empresas realizaram a extração de 2.545.04 m³ de granito da área, antes da concessão de ...
4. A Crítica - AM (11/02/2012)
Caixa vai investir R$ 1,3 bi
...segundo Paulo Henrique de Souza. As obras da primeira etapa começaram em 2010. “O número de
unidades entregues é pouco, porque tem um tempo de construção, mas não temos obras com atraso”,
garantiu. Em relação ao PMCMV II, com início em 2011, a Caixa financiou 7.648 unidades, no valor total ...
5. Governo da Paraíba - PB (11/02/2012)
Ricardo entrega casas em Mogeiro e reafirma meta de 40 mil moradias
...Governo do Estado está determinado a atingir a meta de construir 40 mil casas até 2014, segundo
afirmou o governador Ricardo Coutinho na tarde dessa quinta-feira (9), no município de Mogeiro, região do
...
6. Folha de Londrina - PR (11/02/2012)
Crédito imobiliário
...construção civil foi utilizada como remédio contra a crise econômica que atingiu o País nos últimos anos
O aumento da concessão do crédito ...
7. Estado de Minas - MG (11/02/2012)
Reforço para a construção
...O governo federal regulamentou a linha de crédito, com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de
Serviço (FGTS), para compra de materiais de construção. O crédito é útil para quem planeja começar a
reforma, ampliar a casa e também melhorar sistemas para consumo de água e energia. A medida ...
8. O Estado de S. Paulo - SP (11/02/2012)
Inflação na construção sobe para 0,59%
...de fevereiro de 2012 | 3h 05 RIO - O Estado de S.Paulo A inflação na construção, medida pelo Índice
Nacional da construção Civil (Sinapi), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
em ...
9. DCI - SP (13/02/2012)
Construção busca selos e métodos mais ecológicos
...de R$ 30 milhões na ampliação de 60% da capacidade na fábrica de Queimados (RJ) para produção de
chapas a base de gesso ( drywall) para paredes na construção civil. "Todos estão de olho no potencial do
País", afirmou ao DCI o diretor-financeiro da Knauf do Brasil, Siegfried E. Bretzke, para quem ...
10. Diário de Maringá - PR (10/02/2012)
Setor da construção civil em Londrina teve crescimento de 7,3%
...Leite A construção civil em Londrina apresentou crescimento significativo em relação a meta estipulada
para o ano de 2011, de 6%. O Sindicato da Indústria da ...
1. O Globo - RJ (12/02/2012)
Novo plano para reduzir impacto da construção no meio ambiente
Municípios e empresas têm um ano para se adaptar a nova regra
Setor que mais impacta o meio ambiente, a construção civil agora vai ter que se adaptar a novas normas.
Pelo menos no que diz respeito à gestão de seus resíduos. É que, no mês passado, o Conselho Nacional
do Meio Ambiente (Conama) publicou nova resolução (448/2012) alterando critérios e procedimentos para a
gestão dos resíduos da construção civil estabelecidos pela resolução 307, de 2002. Agora, os municípios
brasileiros têm um ano para criar planos de gerenciamento desses resíduos, que incluem separação e
destinação final. Quem não obedecer à norma legal, poderá ser enquadrado na Lei dos Crimes Ambientais
que prevê a aplicação de multas.
— Estamos melhorando a resolução existente, trazendo novas normas. Uma coisa que deu certo, por
exemplo, foi a criação das áreas de transbordo e triagem, que agora terão de ser melhoradas pelos
municípios — diz Zilda Veloso, gerente de Resíduos Perigosos do Ministério do Meio Ambiente.
Além dessas áreas, onde os resíduos são selecionados e recebem o devido encaminhamento, deverão ser
criadas também áreas de armazenamento, já que só os rejeitos (o que não pode ser reciclado) podem ser
deixados em aterros comuns. A norma também atinge construtoras e incorporadoras, que precisarão
elaborar seus próprios planos de gerenciamento.
No Rio, segundo a Secretaria municipal de Meio Ambiente, as coordenadorias de Resíduos Sólidos e de
Licenciamento já estão se adequando e incorporando as normas da nova resolução com a revisão das leis
e decretos que gerem o assunto.
Hoje, apenas recebem licenciamento ambiental da prefeitura os empreendimentos que apresentam um
projeto de gerenciamento de resíduos. Mesmo após a aprovação, são feitas fiscalizações ao longo da obra
para verificar se todas as exigências estão sendo cumpridas. A secretaria informa ainda que já está em
análise a ampliação do licenciamento de locais para o recebimento, triagem e acondicionamento desses
resíduos.
No mercado, já há exemplos de empresas que atendem às normas. A RJZ Cyrela, por exemplo, separa os
resíduos por tipo (madeira, entulho, plástico, papel, gesso, sucata e resíduos perigosos ou contaminados).
Na Calçada, todo o material descartado é vendido para companhias de reciclagem, e o dinheiro arrecadado
é direcionado à compra de cestas básicas para os operários. Com isso, os trabalhadores acabam se
sentindo estimulados a separar os resíduos.
Na Even, há treinamento para conscientização de funcionários. A construtora, que começou a fazer a
separação de seus resíduos em abril do ano passado aqui no Rio, reaproveita 64% desses resíduos: o
entulho é transformado em agregados como brita; a madeira vira biomassa; o gesso é utilizado na correção
de PH de solos e os materiais recicláveis são enviados a empresas de aparas.
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2. JB Online - RJ (10/02/2012)
Boom da mineração gera conflitos ambientais na América Latina
O boom que a América Latina vive na área da mineração por causa do aumento da demanda e dos preços
no mercado internacional esbarra em manifestações violentas, greves regionais e passeatas organizadas
pelas populações afetadas em defesa do meio ambiente.
"Há um aumento dos conflitos ligados à mineração e à defesa do meio ambiente em número e em
intensidade. Pela água, pela extensão das concessões mineiras, pela contaminação dos rios, pelo
deslocamento das atividades e da população", explica àAFP o economista José de Echave, ex-vice-ministro
peruano do Meio Ambiente.
"Mas são sobretudo por causa da água", acrescenta. Do México à Patagônia, vários mega-projetos estão
sendo paralisados ou até cancelados por causa da forte rejeição dos cidadãos em sacrificar seu entorno,
apesar dos estudos de impacto ambiental (EIA) que as empresas apresentam e as mensagens de
progresso com inclusão social (criação de empregos) com que as autoridades justificam sua aprovação.
Muitas vezes, para extrair ouro, prata, cobre, zinco ou ferro, primeiro é preciso mudar cidades de lugar,
desmatar florestas com fauna e flora endêmicas ou até drenar lagoas e desviá-las. As organizações
ambientalistas criticam a necessidade de milhões de litros de água para as minas e o uso de cianureto
"altamente poluente", como no caso das minas a céu aberto, para separar o ouro da rocha.
Um claro exemplo é o Panamá, onde o conflito entre os indígenas Ng¶be-Buglé e o governo por uma jazida
de cobre com 17 milhões de t causou duas mortes esta semana. Segundo Raisa Banfield, diretora da
fundação Panamá Sustentável, o projeto prevê "desmatar 5 mil hectares de floresta da área".
"Haverá perda florestal de biodiversidade e do habitat de espécies endêmicas e haverá contaminação do
solo, das águas subterrâneas e dos rios", explica. No nordeste de Peru, depois de semanas de distúrbios
que levaram o presidente Ollanta Humala a decretar estado de emergência, o projeto Conga, de US$ 4,8
bilhões, foi suspenso e aguarda três peritos estrangeiros avaliarem o EIA apresentado pela companhia
Yanacocha.
Na Argentina, cerca de 20 pessoas foram detidas na quarta-feira passada na retirada de um obstáculo que
os moradores locais colocaram para impedir a exploração de Bajo La Alumbrera, a maior jazida de cobre e
ouro no noroeste do país.
Nesse país já se tornou emblemático o caso do povoado de Famatina (1,3 mil km a noroeste de Buenos
Aires), que nos últimos anos conseguiu suspender dois projetos auríferos. Há projetos paralisados em
outros países, como Costa Rica e Colômbia. Segundo dados do Observatório de Conflitos Mineiros na
América Latina (OCMAL), há mais de 120 disputas em toda a região.
"É certo que há uma nova consciência ambiental entre as pessoas. Mas elas também estão se dando conta
dos lucros extraordinários que a mineração traz e querem que parte deles permaneçam em suas regiões",
explica à AFPJuan Carlos Belausteguigoitia, economista ambiental chefe do Banco Mundial para América
Latina e Caribe.
Segundo a instituição financeira internacional, 30% dos investimentos na exploração de novas jazidas estão
na América Latina, e em países como Chile, Peru ou Colômbia o setor mineiro pode chegar a alcançar 20%
do PIB. No Brasil, estima-se que a mineração tenha movimentado 11 bilhões de dólares em 2011, 20% a
mais do que no ano anterior, enquanto o Equador prevê para 2012 um crescimento de 5,35% do PIB
graças à exploração do ouro e da prata.
Apesar das grandes oportunidades que oferece, a América Latina já não é um "paraíso" sem regras para as
grandes companhias mineradoras. "Estamos avançando muito em relação à legislação ambiental, apesar
de ainda haver muito a fazer. Até pouco tempo os ministérios do Meio Ambiente eram os irmãos menores
dos gabinetes", explica Belausteguigoitia.
"Agora, quanto maiores as empresas, mais contas têm que prestar e têm mais probabilidades de melhorar
seu desempenho ambiental", acrescenta, sem esquecer que ainda existem lacunas legais quanto à
prevenção do impacto ambiental a longo prazo, depois do fechamento da mina.
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3. Advocacia Geral da Uniâo - DF (10/02/2012)
Advogados da União pedem ressarcimento de mais de R$ 1,2 milhão na Justiça por mineração ilegal
no Espírito Santo
A Advocacia-Geral da União (AGU) ajuizou uma Ação Civil Pública pedindo o ressarcimento de
R$1.272.520,00 às empresas Tracomal Mineração S.A. e Tracomal Norte Granitos Ltda., pela extração
irregular de recursos minerais, em Ecoporanga, estado do Espírito Santo. Foi solicitada, ainda, uma medida
liminar para o bloqueio do patrimônio das mineradoras.
Laudos técnicos do Instituto Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos comprovaram que as
empresas realizaram a extração de 2.545.04 m³ de granito da área, antes da concessão de autorização do
Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) para o exercício da atividade. O valor solicitado à
título de indenização é o prejuízo estimado pelo DNPM causado à União e a sociedade.
Na ação, a AGU, por meio da Procuradoria da União no Espírito Santo (PU/ES), defende o fato de a
Constituição Federal ter atribuído a propriedade dos recursos minerais à União. Essa patrimonialização
sugere que o Estado seja responsável pela adoção de medidas políticas para conter a exploração
desenfreada, irracional e lesiva aos interesses de todos.
Os advogados da União ressaltaram também a relevância social dos recursos minerais, dada a sua
essencialidade e importância para o país, uma vez que são escassos e finitos. Destacaram que se não
houvesse a fiscalização, esses bens poderiam ser usurpados por qualquer pessoa de maneira degradante
e excessiva, resultando em impactos nocivos ao meio ambiente.
A Ação Civil Pública foi protocolada na Vara da Subseção de Colatina, no Espírito Santo.
A PU/ES é uma unidade da Procuradoria-Geral da União, órgão da AGU.
Ref.: ACP nº 2011.50.05.00734-2 - Vara da Subseção de Colatina (ES).
Marcelo Souza/Juliana Batista
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4. A Crítica - AM (11/02/2012)
Caixa vai investir R$ 1,3 bi
É o que a instituição planeja aplicar em financiamento habitacional este ano, para crédito comum e ‘Minha
casa, minha vida’
Manaus, 11 de Fevereiro de 2012
CIMONE BARROS
Os créditos poderão ser obtidos em toda a rede de agências do banco, terminais de auto-atendimento,
Internet Banking, central de atendimento telefônico e correspondentes CAIXA Aqui (Audimar Arruda)
Após recordes em contratações em 2011, a Caixa Econômica Federal no Amazonas projeta aplicar R$ 1,3
bilhão em financiamento habitacional neste ano, ante os R$ 992 milhões do ano passado. Em todo o País,
a Caixa alcançou lucro global de R$ 5,2 bilhões em 2011, avanço de 37,7% em relação a 2010.
“Nosso cenário é de crescimento da carteira de crédito em 2012. Esperamos manter a demanda aquecida e
forte na carteira habitacional, com o objetivo de aplicar R$ 1,3 bilhão”, disse o superintendente regional da
Caixa, Paulo Henrique de Souza, destacando que não tem percebido impacto da crise da Europa e dos
Estados Unidos nas operações do banco.
No Amazonas, o financiamento habitacional atingiu R$ 992 milhões, em 2011, uma expansão de 28,9% em
relação a 2010, com a contratação de 10.430 unidades habitacionais. O quantitativo está bem abaixo das
expectativas no início do ano passado da então superintendente regional da Caixa, Noêmia Jacob, que era
de 20 mil unidades e R$ 1 bilhão em financiamento.
Segundo a Caixa, as linhas de crédito com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo
(SBPE) alcançaram mais de R$ 341 milhões, com 2.678 contratações, R$ 129 milhões a maior do que
2010. As operações do Fundo de Garantia Por Tempo de Serviço (FGTS) e outras fontes de recursos
somaram R$ 651 milhões.
No Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV) I, desde o seu lançamento pelo governo federal em 2009,
já foram contratados 12.277 unidades, representando um investimento de R$ 757,8 milhões. Desse total,
apenas 611 unidades já foram entregues. Do total dessas contratações, 5.901 unidades ficaram na faixa de
zero a três salários mínimos (R$ 246.299 milhões), 3.653 de três a seis salários mínimos (R$ 272.360
milhões) e 2.723 unidades de seis a dez salários mínimos (R$ 239.179).
Os números de entrega do programa para as pessoas de baixa renda devem melhorar ainda no primeiro
semestre com o repasse de 3.511 das 8.895 unidades habitacionais (casas e apartamentos) do conjunto
Meu Orgulho, do governo do Estado, segundo Paulo Henrique de Souza. As obras da primeira etapa
começaram em 2010. “O número de unidades entregues é pouco, porque tem um tempo de construção,
mas não temos obras com atraso”, garantiu.
Em relação ao PMCMV II, com início em 2011, a Caixa financiou 7.648 unidades, no valor total de R$ 407
milhões. Dessas unidades, 5.884 estão na faixa de zero a três salários mínimos (R$ 299.140 milhões),
1.392 de três a seis salários mínimos (R$ 80.016 milhões) e 372 unidades de seis a dez salários mínimos
(R$ 27.887 milhões).
“A nossa perspectiva é que um dia cheguemos ao nível de países desenvolvidos, que tem 30% dos
produtos habitacionais financiados pelas instituições financeiras. Aqui no Brasil era 7% e passou para 11%
e temos grande esperança de continuar crescendo”, disse o presidente do Sindicato da Indústria da
Construção Civil do Amazonas (Sinduscon-AM), Eduardo Lopes.
Crédito de R$ 2,7 bilhões em 2011
As contratações de créditos da Caixa, no Amazonas, atingiram no ano passado R$ 2,7 bilhões, um
crescimento de 36,2% em relação ao ano anterior. Em todos os segmentos, o resultado foi positivo.
O crédito comercial chegou a R$ 1,3 bilhão - R$ 197 milhões a mais do que em 2010, sendo R$ 679
milhões para pessoa física e R$ 634 milhões para pessoa jurídica. As contratações de saneamento e
infraestrutura alcançaram R$ 396 milhões, alta de 36,20% ante 2010.
Líder absoluta no País em relação à poupança, instituição é responsável por 43,02% do saldo existente no
mercado amazonense, e fechou o ano com um saldo de depósito de R$ 1,2 bilhão (de 30 mil contas) , R$
174 milhões a maior que o ano anterior.
O volume de pagamentos dos benefícios sociais no chegou a R$ 1,3 bilhão, tendo com destaques o
Programa Bolsa Família com R$ 435 milhões, o FGTS com R$ 616 milhões e o seguro desemprego com
R$ 380,5 milhões.
Crédito de R$ 2,7 bilhões em 2011
As contratações de créditos daCaixa, no Amazonas, atingiram no ano passado R$ 2,7 bilhões, um
crescimento de36,2% em relação ao ano anterior. Em todos os segmentos, o resultado foipositivo.
O crédito comercial chegou a R$1,3 bilhão - R$ 197 milhões a mais do que em 2010, sendo R$ 679 milhões
parapessoa física e R$ 634 milhões para pessoa jurídica. As contratações desaneamento e infraestrutura
alcançaram R$ 396 milhões, alta de 36,20% ante2010.
Líder absoluta no País em relaçãoà poupança, instituição é responsável por 43,02% do saldo existente no
mercadoamazonense, e fechou o ano com um saldo de depósito de R$ 1,2 bilhão (de 30 mil contas) , R$
174 milhões a maior que oano anterior.
O volume de pagamentos dosbenefícios sociais no chegou a R$ 1,3 bilhão, tendo com destaques o
ProgramaBolsa Família com R$ 435 milhões, o FGTS com R$ 616 milhões e o segurodesemprego com R$
380,5 milhões.
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5. Governo da Paraíba - PB (11/02/2012)
Ricardo entrega casas em Mogeiro e reafirma meta de 40 mil moradias
O Governo do Estado está determinado a atingir a meta de construir 40 mil casas até 2014, segundo
afirmou o governador Ricardo Coutinho na tarde dessa quinta-feira (9), no município de Mogeiro, região do
Agreste Paraibano. Nessaa cidade, ele entregou 15 unidades habitacionais que foram contratadas ainda no
ano de 2004, mas cujos projetos nunca haviam saído do papel.
O governador foi recebido pelo prefeito Antônio José Ferreira e estava acompanhado dos
deputados João Gonçalves e Eva Gouveia, e pela presidente da Companhia Estadual de Habitação
Popular, Emília Correia Lima.
A casas representaram investimento de cerca de R$ 468 mil e são parte de um volume de centenas de
casas que foram contratadas por governos anteriores. “Quando assumiu o Governo da Paraíba, em janeiro
de 2011, Ricardo Coutinho estabeleceu três diretrizes na área de habitação popular, sendo a primeira delas
relacionada às obras paralisadas ou às obras contratadas que não haviam começado. Começamos em
fevereiro de 2011 e hoje entregamos os imóveis aos seus legítimos donos”, ressaltou.
Assim como as casas de Mogeiro, muitas outras obras estavam paralisadas ou não começadas. Dessas,
453 unidades foram construídas e entregues às famílias beneficiadas ainda em 2011. “No comecinho de
março teremos, incluindo essas 15 que estão sendo entregues hoje, mais 205 casas entregues neste início
de 2012”, observou Emília.
Ela acrescentou que ainda neste mês de fevereiro outras unidades habitacionais que estavam em situação
semelhante serão colocadas em licitação, para que as obras possam ser retomadas imediatamente. “Com
isso, a gente acaba com todas as pendências do passado. E não haverá nenhuma obra que tenha ficado
paralisada do passado que a gente não termine”, enfatizou.
Recuperando o tempo perdido – Segundo ressaltou o governador Ricardo Coutinho, a ordem no seu
Governo é concluir todas as obras que estavam paralisadas e criar as condições necessárias para que
muitas outras sejam construídas e entregues à população. “Em vários e vários municípios há a presença do
Estado procurando tirar o tempo perdido e acelerar o desenvolvimento na área de habitação”, comentou.
Ele disse ainda que investir em habitação é uma das providências essenciais, especialmente para um
Estado que tem um déficit quantitativo de 125 mil casas. “Nós temos a determinação de, ao longo desses
três anos, e no quarto ano, chegarmos a pelo menos 35 a 40 mil casas. Vamos trabalhar muito para isso”,
afirmou o governador.
Segundo Ricardo, atualmente, sob análise da Caixa Econômica Federal, há projetos que, juntos, prevêem a
construção de oito mil casas. “Estamos esperando a confirmação da Caixa para providenciar os processos
de licitação e, em seguida, dar início às obras”, observou, lembrando ainda que há muitos projetos em
andamento hoje no Estado. “Em Campina Grande, por exemplo, há 1,5 mil casas cujos projetos estavam
paralisados completamente. Dois conjuntos já estão em obras, e o terceiro, a licitação termina em março e
as obras serão logo serão iniciadas”, assegurou.
Projetos resgatados – Ao tomar conhecimento de que havia na Paraíba mais de 60 municípios em que os
recursos conseguidos para investimento em habitação popular estariam para ser devolvidos por falta de
cumprimento de compromissos por parte das prefeituras, especialmente na área de contrapartida, o
Governo do Estado promoveu um trabalho com o Ministério das Cidades e os bancos financiadores para
resgatar os projetos e ofereceu parceria às prefeituras para que as obras fossem iniciadas. A construção
dos imóveis está em andamento, e os projetos envolvem cerca de três mil unidades habitacionais.
Outras diretrizes – Além da conclusão e entrega de todas as unidades habitacionais paralisadas ou não
iniciadas, o Governo do Estado tratou, em 2011, de criar as condições para que a Cehap voltasse a ser não
apenas executora, mas também coordenadora de habitação no Estado.
Em dezembro passado, por meio de portaria publicada no Diário Oficial da União, a Cehap foi autorizada
pelo Ministério das Cidades a voltar a atuar como agente financeiro nos programas de habitação. Para isso,
a companhia participou de processo de habilitação e comprovou ter capacidade para atender aos critérios
de qualificação técnica, jurídica e fiscal exigidos para essa finalidade.
A primeira consequência positiva, segundo Emília, foi a garantia da liberação de mais de R$ 38 milhões
para a Cehap investir na construção de moradias populares para famílias de baixa renda em municípios
com populações de até 50 mil habitantes. As unidades habitacionais serão construídas pelo Programa
Minha Casa, Minha Vida.
Como agente financeiro, a Cehap vai fazer os convênios com os municípios que forem selecionados e
começar imediatamente a construção de 1,5 mil casas. Como órgão executor, a Cehap está tratando de
parcerias com outros agentes financeiros credenciados pelo Ministério das Cidades com vistas à
construção de outras 1,5 mil unidades habitacionais. “Estamos prevendo começar mais três mil casas até o
mês de junho, no interior do Estado”, observou Emília Correia Lima.
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6. Folha de Londrina - PR (11/02/2012)
Crédito imobiliário
A construção civil foi utilizada como remédio contra a crise econômica que atingiu o País nos últimos anos
O aumento da concessão do crédito imobiliário no Paraná é um fator positivo para o Estado. O programa
habitacional Minha Casa, Minha Vida é bandeira do governo Lula e da atual presidente Dilma Rousseff (PT)
e, ao menos em números, tem se mostrado eficaz nos seus objetivos. Balanço divulgado nessa semana
pela Caixa Econômica Federal - instituição que detém 73,8% do mercado nacional de crédito imobiliário mostra que foram liberados R$ 5,950 bilhões no ano passado no Estado. O volume é 22% maior do que o
atingido em 2010. Os recursos beneficiaram cerca de 1,7 milhão de famílias, das quais 40.744
paranaenses.
Em todo o País, a Caixa liberou cerca de R$ 80 bilhões, valor 5,5% superior ao contratado em 2010.
Segundo a instituição os financiamentos cresceram mais de 15%, atingindo R$ 67,8 bilhões. Também
foram destinados R$ 7,5 bilhões para subsídios e R$ 4,9 bilhões em arrendamentos residenciais e
repasses. Os números demonstram também um certo otimismo da população com o futuro, com a melhoria
da qualidade de vida e com a manutenção do emprego, uma vez que os financiamentos são feitos a
longuíssimos prazos. Além disso, o baixo nível de inadimplência - de 1,7% - demonstra um
comprometimento dos tomadores de empréstimos, já que 45% dos contratos são firmados com pessoas de
até 35 anos.
A construção civil foi utilizada como remédio pelo governo federal contra a crise econômica que atingiu o
País nos últimos anos. A aposta deu certo e o País conseguiu passar quase ileso pelas turbulências. Agora,
com a crise europeia, o cenário tem sido remontado e é de se esperar que dê certo novamente. A
construção é um dos segmentos que mais movimenta a economia - da extração de commodities como o
ferro, passando pelo mercado de materiais ao varejo de móveis e eletrodomésticos - e ainda absorve parte
da mão de obra sem qualificação específica. Além disso, a ''casa própria'' ainda é sonho da maioria dos
brasileiros.
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7. Estado de Minas - MG (11/02/2012)
Reforço para a construção
Governo regulamenta uso de recursos do FGTS para financiar compra de material para obras em imóveis
de até R$ 500 mil. Crédito deve aquecer consumo e pressionar preços
Marinella Castro
Publicação: 11/02/2012 04:00
O inflacionado segmento de serviços vai ganhar mais um empurrão. O governo federal regulamentou a
linha de crédito, com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), para compra de
materiais de construção. O crédito é útil para quem planeja começar a reforma, ampliar a casa e também
melhorar sistemas para consumo de água e energia. A medida deve impulsionar a produção de matériasprimas e o varejo, mas também pressionar a demanda no disputado mercado dos prestadores de serviços.
Com a nova linha de crédito, a Associação do Comércio de Materias de Construção (Acomac-MG) já estima
que o crescimento do setor, inicialmente previsto para 6% alcance 9% em 2012. A resolução do governo vai
atingir principalmente a classe média, proprietária de imóveis com valores de até R$ 500 mil, e não exige
limite de renda. O crédito é de até R$ 20 mil por pessoa, com taxa de juros de 12% ao ano e prazo de
pagamento de até 120 meses. Segundo pesquisa do Conselho Curador do FGTS, a taxa média praticada
nas instituições financeiras varia entre 23% e 56% ao ano. A preocupação é de que o fôlego extra ao
segmento esquente a demanda já pressionada do setor de serviços, como pedreiros, pintores e
marcineiros.
Para se ter ideia, a inflação dessa mão de obra, medida pelo IBGE, fechou 2011 em 9,56% no país e 14,2%
na Região Metropolitana de Belo Horizonte, índice bem superior ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo
(IPCA), que de janeiro a dezembro acumulou alta de 6,5%. “A medida pode inflacionar ainda mais a mão de
obra e elevar preços dos materiais de construção. O melhor seria se o trabalhador pudesse aplicar esse
recurso livremente. Para se educar, por exemplo”, criticou Cláudio Shikida, coordenador do Núcleo de
Estudos de Política Monetária do Ibmec.
A expectativa é de que os valores comecem a ser liberados em 30 dias. Em um primeiro momento serão
R$ 300 milhões que podem chegar a R$ 1 bilhão. De fato, a linha de crédito deve animar milhares de
brasileiros, como o professor Alexandre Utsch, a iniciar uma reforma. Ele pretende fechar a varanda de sua
casa, trocar o piso e reformular a cozinha. “Se realmente tiver taxas subsidiadas pelo FGTS, a medida é
positiva porque contribui também para injetar recursos na economia”, comentou Alexandre, que já planeja
ser um dos candidatos à linha de crédito.
Efeito positivo O presidente da Acomac-MG, Rui Fidélis Júnior, comentou que o financiamento para
material de construção vai permitir que o consumidor reduza seu endividamento. “Os recursos vão
contribuir para levantar o consumo, que foi freado nos últimos meses.”
Miguel José de Oliveira, vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac),
aponta que melhor seria se o consumidor pudesse sacar os recursos definindo ele próprio onde utilizá-los.
Ainda assim, o especialista destaca que a linha de crédito traz a boa combinação de juros baixos com
prazos longos e deve gerar uma competição entre os bancos. “O produto pode entrar em choque com
linhas de alguns bancos, mas resta às instituições emprestar e ganhar alguma coisa ou não conceder o
crédito e não ganhar nada.” O financiamento deve competir com produtos como o Construcard, da Caixa
Econômica Federal, que exige um imóvel como garantia.
O crédito pode ser contratado também para construção, instalação de hidrômetros de medição individual e
de sistemas de aquecimento solar. A consultora do Sindicato da Indústria da Construção Civil (SinduisconMG) Henriqueta Arantes aponta que o governo deve atingir seu objetivo de reciclar imóveis para o melhor
aproveitamento de água e energia. “O alvo é apopulação de renda média, porque a de baixa renda já conta
com linhas específicas de crédito”, lembrou a especialista. A Região Sudeste vai levar 42,5% dos recursos,
seguida pelas regiões Nordeste (28,2%), Sul (11,2%), Norte (9,68%) e Centro-Oeste (8,37%).
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8. O Estado de S. Paulo - SP (11/02/2012)
Inflação na construção sobe para 0,59%
11 de fevereiro de 2012 | 3h 05
RIO - O Estado de S.Paulo
A inflação na construção, medida pelo Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em convênio com a Caixa Econômica Federal (CEF), ficou em
0,59% em janeiro, enquanto em dezembro do ano passado foi de 0,12%. Em janeiro de 2011, o índice
subiu 0,27%.
Em 12 meses até janeiro, o índice acumula alta de 5,98%. O custo nacional da construção por metro
quadrado passou de R$ 809,65 em dezembro para R$ 814,43 em janeiro, sendo R$ 445,78 relativos aos
materiais e R$ 368,65 à mão de obra. Os preços dos materiais caíram 0,13% em janeiro, ante um aumento
de 0,22% em dezembro. Já os preços da mão de obra subiram 1,47% em janeiro. Em dezembro, ficaram
estáveis.
FGV. A inflação na construção civil apurada pelo Índice Nacional de Construção Civil-Médio (INCC-M )
acumula alta de 1,62% no ano e de 8,50% em 12 meses até a primeira prévia do IGP-M de fevereiro,
divulgada ontem pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Entre a primeira prévia de janeiro e a primeira de fevereiro, a taxa do INCC-M acelerou de 0,10% para
0,95%. O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços teve alta 0,42%. Na primeira prévia do mês
anterior, havia registrado 0,19%.
Já o índice referente ao custo da mão de obra registrou elevação, da estabilidade em janeiro, para a alta de
1,48% na primeira prévia de fevereiro.
Os itens que representaram as maiores influências positivas foram ajudante especializado (1,49%),
servente (1,34%) e engenheiro (2,32%).
Os destaques negativos foram condutores elétricos (-7,69%), tubos e conexões de PVC (-1,06%) e cimento
portland comum (-0,42%). / A.S. e GLAUBER GONÇALVES
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9. DCI - SP (13/02/2012)
Construção busca selos e métodos mais ecológicos
sÃO PAULO - A alemã Knauf aprovou recentemente um aporte de R$ 30 milhões na ampliação de 60% da
capacidade na fábrica de Queimados (RJ) para produção de chapas a base de gesso ( drywall) para
paredes na construção civil. "Todos estão de olho no potencial do País", afirmou ao DCI o diretor-financeiro
da Knauf do Brasil, Siegfried E. Bretzke, para quem a produção da empresa em 2011 atingiu 18 milhões de
m² de chapas de drywall, alta de 28% em relação a 2010. A expansão desse mercado em 2012 deve
chegar a 25%, segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall, graças a
característica de economia de material de construção e rejeitos de obras para a construção com a chapas e
divisórias baseadas em gesso.
A questão é que na esteira da sustentabilidade, as construtoras têm apostado cada vez mais nos
chamados "prédios verdes". Segundo dados da consultoria Cushman & Wakefield, no Rio de Janeiro, em
apenas dois anos, 40% dos novos prédios comerciais deverão adotar ações como reutilização de água e
redução de luz e dejetos. Em 2011, o número de pedidos para o selo Leed , específico para construção
com menor impacto no meio ambiente, cresceram 140%.
Paula Cristina
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10. Diário de Maringá - PR (10/02/2012)
Setor da construção civil em Londrina teve crescimento de 7,3%
Juliana Leite
A construção civil em Londrina apresentou crescimento significativo em relação a meta estipulada para o
ano de 2011, de 6%. O Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) apontou que o ano fechou
com 7,3%. Os números poderiam ser ainda melhores se o Plano Diretor Participativo do Município já
tivesse sido aprovado na Câmara Municipal.
Segundo o presidente da entidade, Gerson Guariente, o aumento foi importante, pois manteve o indicativo
de crescimento e sustentação do setor em Londrina. Para ele, a aprovação do Plano Diretor teria dado um
impulso ainda maior aos dados, com previsção de acréscimo de 2 a 3%.
"A previsão de aprovação do Plano Diretor era para meados do ano passado. Mesmo sem ter a
formalização disso tivemos um ano espetacular", comentou. De acordo com ele, o Sinduscon aproveitou o
início das atividades do legislativo e levou a demanda para os vereadores.
A preocupação em ter números ainda maiores foi exposta aos parlamentares, que teriam se comprometido
a debater o assunto até o fim do mês de março. "Eles também dependem de algumas informações que
foram solicitadas ao município", contou.
O presidente do Sinduscon ainda destacou que a Caixa Econômica Federal estimou que os londrinenses
movimentaram cerca de R$ 1 bilhão em financiamentos. Para 2012, a meta é de R$ 1,5 bilhão. De acordo
com ele, o número representa cerca de 80% das movimentações financeiras do setor.
A área da construção civil deve ter um balanço positivo em 2012. Guariente acredita que a crise que abate
países da Europa e até mesmo dos Estados Unidos não irá afetar o Brasil, principalmente o município de
Londrina, que vem apresentando crescimento acima da média nacional.
"Deve girar em torno de 6%. A gente sempre volta à mesma questão. O imóvel sempre foi um investimento
seguro, seja para moradia ou um negócio financeiro", afirmou.
Empregabilidade
Os números do Sinduscon também apontam para um crescimento significativo da emprebabilidade no setor
da construção civil em Londrina. De acordo com Guariente, os indicativos apontaram para aumento de
9,5%.
"Não tínhamos uma meta, mas imaginávamos que chegaria próximo a 6%", comentou. Ele explicou que os
dados são positivos nas duas frentes que comandam a questão da empregabilidade: o crescimento natural
da indústria e a ocupação de postos de trabalho, assim como a retirada de profissionais do mercado
informal.
"O incentivo à formalização possibilita que essas pessoas sejam inseridas e saiam das condições de risco e
situação deploráveis de segurança", afirmou.
Ele apontou que houve períodos de 2011 em que houveram mais demissões do que contratações, no
entanto, o mercado de trabalho da construção civil conseguiu absorver os trabalhadores, deixando os
índices positivos.
"Nós ainda temos obras de grande execução, como a construção de dois shoppings na cidade. Isso atrai
muita gente para o trabalho", declarou.
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Mais informações: Comunicação ANEPAC
Pró Cultura Marketing e Eventos
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CLIPPING DE NOTÍCIAS
Acompanhe as notícias dos setores de areia, brita e
construção civil
Nas primeiras horas do dia os sindicatos, associações e
executivos recebem um e-mail com as notícias publicadas
nos principais veículos de comunicação do País.
1. IstoÉ Online - SP (10/02/2012)
PF prende 4 por extração ilícita de areia em MG
...de areia em Minas Gerais. A ação foi deflagrada nas zonas rurais dos municípios de Ponte Nova e
Guaraciaba após investigações identificaram a Extração de Areia ao longo do leito do Rio Piranga sem a
autorização do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). Até o momento, quatro ...
2. Ministério Público Federal - DF (09/02/2012)
Prefeito de Guanhães (MG) é acusado de extrair granito sem licença em terras da União
...controlada pelo gestor e seus filhos extraía granito para fabricação de brita sem autorização federal. O
empreendimento já teria provocado danos ao meio ambiente. Uma vistoria realizada pelo Departamento
Nacional de Produção Mineral (DNPM), em junho de 2010, encontrou o prefeito do município no ...
3. Diário de Pernambuco - PE (10/02/2012)
Construção surpreende
... Número de empregos com carteira assinada praticamente triplicou entre 2005 e 2010, segundo a Ceplan
Imagem: SILVINO/DP Odesempenho do setor da construção civil não para de surpreender. Entre 2005 e
2010, o número de empregos com carteira assinada neste setor praticamente triplicou em ...
4. Jornal da Manhã - MG (10/02/2012)
Caixa Federal apresenta programas habitacionais a sócios do Sinduscon
...da construção Civil de Uberaba (Sinduscon) promoveu reunião entre associados da entidade e
representantes da Caixa Econômica Federal (CEF) para discutir ...
5. O Estado do Maranhão - MA (10/02/2012)
Nível de atividade da Construção Civil foi maior em 2011 no MA
...em 2012 e projeta aumento da utilização da capacidade instalada, da aquisição de matéria prima e de
contratação de mão de obra. A indústria da construção civil fechou 2011 com aumento no nível de
atividade em relação ao ano anterior. De acordo com a Sondagem Indústria da construção do ...
6. Pagina 20 - AC (10/02/2012)
Minha Casa, Minha Vida: Fieac comemora entrada do Banco do Brasil
...Minha Vida” foi recebida com grande entusiasmo pela Federação das Indústrias do Estado do Acre
(FIEAC). Durante reunião com empresários do setor da construção civil, realizada na tarde de ontem, no
auditório da Casa da Indústria, representantes do Banco do Brasil (BB) e governo do Estado ...
7. O Dia - PI (09/02/2012)
Caixa anuncia financiamento de 8 mil habitações para famílias de baixa renda em 2012
...Emanuel Bonfim, os construtores não têm a responsabilidade da venda, que caberá à CEF A Caixa
Econômica Federal financiará até o final do ano, 8 mil unidades ...
8. DCI - SP (10/02/2012)
S. Paulo sedia 4º maior evento de construção do mundo
...São Paulo São Paulo - A cidade de São Paulo será responsável por sediar a 20ª Feicon Batimat (Salão
Internacional de construção), que figura entre os quatro maiores eventos do setor de construção no
mundo. A exposição comemora 20 anos de existência e está programada ...
9. DCI - SP (10/02/2012)
Crescimento imobiliário é intenso no interior do Estado
...vivido um grande boom imobiliário desde o ano de 2007, com menores custos de produção e com o
consequente aumento da disputa por terrenos entre as construtoras e prestadoras de serviço. O
desenvolvimento da região não está relacionado apenas com a qualidade de vida presente no local, mas a
...
10. Cidade Biz - SP (09/02/2012)
Confiança da construção civil desacelera no trimestre encerrado em janeiro, aponta FGV
...seis meses 9/2/2012 - 09:35 - Redação Apesar de continuar apresentando níveis médios inferiores aos do
ano passado, o Índice de Confiança da construção, elaborado mensalmente pela FGV, evoluiu de forma
relativamente favorável em janeiro de 2012, quando se consideram as comparações ...
1. IstoÉ Online - SP (10/02/2012)
PF prende 4 por extração ilícita de areia em MG
Priscila Trindade
Quatro pessoas foram presas nesta quinta-feira, 9, durante uma operação da Polícia Federal de combate à
extração ilícita de areia em Minas Gerais.
A ação foi deflagrada nas zonas rurais dos municípios de Ponte Nova e Guaraciaba após investigações
identificaram a extração de areia ao longo do leito do Rio Piranga sem a autorização do Departamento
Nacional de Produção Mineral (DNPM).
Até o momento, quatro pontos de extração foram vistoriados. Nos locais foram apreendidos sete balsas,
cinco caminhões, seis tratores, um tanque contendo 7.000 litros de óleo diesel, além de grande quantidade
de areia estocada. Outras áreas de extração ainda serão vistoriadas.
Um dos pontos vistoriados era operado ilegalmente por um indivíduo que deveria estar cumprindo prisão
domiciliar. A área explorada por ele fica localizada nos limites de seu imóvel rural.
Os presos responderão pelos crimes de usurpação de bem público e de danos ambientais e serão
encaminhados ao Complexo Penitenciário de Ponte Nova.
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2. Ministério Público Federal - DF (09/02/2012)
Prefeito de Guanhães (MG) é acusado de extrair granito sem licença em terras da União
8/2/2012
Exploração do mineral rendeu mais de 3 milhões à empresa de Osvaldo de Castro
A Procuradoria Regional da República da 1ª Região (PRR1) ofereceu denúncia contra o prefeito de
Guanhães (MG), Osvaldo de Castro Pinto, por exploração ilegal de recursos minerais em terras da União,
sem autorização. Fiscalização apurou que a empresa controlada pelo gestor e seus filhos extraía granito
para fabricação de brita sem autorização federal. O empreendimento já teria provocado danos ao meio
ambiente.
Uma vistoria realizada pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), em junho de 2010,
encontrou o prefeito do município no local. Osvaldo de Castro reconheceu que a extração ocorria sem
licença e em terras federais. Desde 2008, a Orgual – Organizações Guanhães Ltda. explora uma área de 4
hectares, próxima ao município. O DNPM determinou a paralisação imediata do trabalhos da empresa, em
outubro do mesmo ano.
O laudo de perícia criminal federal estimou que o valor para a quantidade de granito extraída de maneira
ilegal na área totaliza R$ 3.527.000,00, além de apontar degradação ambiental na região com a supressão
da vegetação e alteração do relevo.
Para o procurador regional da República Alexandre Espinosa, os denunciados deverão responder por
crimes contra o patrimônio e contra o meio ambiente. O caso está no Tribunal Regional Federal da 1ª
Região, que decidirá sobre o recebimento da denúncia. Se condenados, Osvaldo de Castro e seus dois
filhos terão de devolver o valor que foi extraído das terras da União.
Número judicial: 0003253-11.2012.4.01.0000/MG
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3. Diário de Pernambuco - PE (10/02/2012)
Construção surpreende
MICHELINE BATISTA [email protected]
Recife, sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Número de empregos com carteira assinada praticamente triplicou entre 2005 e 2010, segundo a Ceplan
Imagem: SILVINO/DP Odesempenho do setor da construção civil não para de surpreender. Entre 2005 e
2010, o número de empregos com carteira assinada neste setor praticamente triplicou em Pernambuco.
Saltou de 42.469 para 122.908 postos, num crescimento médio anual de 23,7%. Algo sem precedentes no
estado. Enquanto isso, o período que compreende de 2000 a 2005 foi marcado pela estagnação nesse
segmento, com o estoque de emprego formal chegando a recuar 0,5%.
O boom do emprego na construção civil nos últimos anos é creditado ao aquecimento do mercado
imobiliário, às obras de infraestrutura e a construção de empreendimentos de porte no Complexo Industrial
Portuário de Suape, a exemplo da Refinaria Abreu e Lima, da PetroquímicaSuape e do Estaleiro Atlântico
Sul. Em 2010, as vagas formais na construção civil responderam por 30,3% do total de empregos gerados
no estado.
Mas não foi somente a construção civil que cresceu. O emprego formal no comércio registrou alta de 8,4%
entre 2005 e 2010 e, os serviços, 8,0%. Já o incremento na indústria extrativa mineral e na de
transformação foi de 6,5% e 6,3%, respectivamente. De modo geral, o estoque em Pernambuco cresceu
7,0%, de acordo com informações do Ministério do Trabalho e Emprego. Esses dados foram compilados e
analisados pela Consultoria Econômica e Planejamento (Ceplan) no informe especial Tendências do
mercado de trabalho em Pernambuco, divulgado ontem.
“O mercado de trabalho no estado está muito dinâmico. Evidentemente, isso tudo vai sofrer uma calmaria
depois que as obras terminarem, mas deve continuar crescendo porque as empresas vão entrar em
operação e muita gente será absorvida”, comenta o economista e sócio-diretor da Ceplan, Aldemir do Vale.
Analisando também dados do Censo 2000 e 2010 do IBGE, a Ceplan verificou um expressivo crescimento
do peso dos empregados entre os pernambucanos de 10 anos ou mais de idade ocupados na semana
pesquisada. Pulou de 59,7%, em 2000, para 63,4% em 2010. Já o percentual de não remunerados caiu de
5,5% para 1,9%.
No Brasil, entre 2000 e 2010, o percentual de pessoas economicamente ativas que estavam ocupadas, na
semana da pesquisa do Censo, saltou de 47,9% para 53,3%. No Nordeste, a evolução foi de 43,6% para
47,1%. Sinal de que os trabalhadores brasileiros passaram a ter mais acesso ao emprego formal e às
garantias trabalhistas.
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4. Jornal da Manhã - MG (10/02/2012)
Caixa Federal apresenta programas habitacionais a sócios do Sinduscon
Sindicato da Construção Civil de Uberaba (Sinduscon) promoveu reunião entre associados da entidade e
representantes da Caixa Econômica Federal (CEF) para discutir questões relacionadas ao programa do
Governo Federal Minha Casa, Minha Vida 2.
O presidente do Sinduscon, Nagib Facury, afirma que durante o encontro, que reuniu cerca de 80 pessoas,
foram comentadas as mudanças ocorridas no programa Minha Casa, Minha Vida 2, como a tipologia da
casa, acabamento e aquecimento solar e os valores. Além disto, a CEF apresentou novos produtos da área
habitacional. “Foi uma reunião de entendimento e conhecimento relacionados a estes assuntos.”
A partir de agora, o Sinduscon vai entrar com novos projetos, em parceria com a Cohagra, para fazer
trabalho dentro do programa Minha Casa, Minha Vida e repetir o que foi feito. Entretanto, os novos produtos
da Caixa estão fora do programa do Governo Federal, como lançamentos de prédios e residências voltados
para linha diferente, superior à renda de zero a três salários mínimos, ressalta Facury.
Ficou definido ainda, segundo o presidente do Sinduscon, que uma vez por mês haverá reunião,
juntamente com a Superintendência Regional da Caixa, para resolver os problemas enfrentados pelas
empresas, como a verba do Governo Federal que a Caixa administra e fiscaliza.
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5. O Estado do Maranhão - MA (10/02/2012)
Nível de atividade da Construção Civil foi maior em 2011 no MA
SÃO LUÍS - O setor também está confiante em 2012 e projeta aumento da utilização da capacidade
instalada, da aquisição de matéria prima e de contratação de mão de obra. A indústria da construção civil
fechou 2011 com aumento no nível de atividade em relação ao ano anterior.
De acordo com a Sondagem Indústria da Construção do Maranhão, pesquisa feita pela Federação das
Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema) e divulgada hoje, apontou que o indicador chegou a 56,3 pontos
em dezembro de 2011, um aumento de 5,8 pontos em relação ao mesmo mês de 2010.
A pesquisa também mede a expectativa do empresariado do setor em relação a 2012 e o resultado indica
que os industriais da construção civil estão esperando maior nível de atividade, aumento da contratação de
mão de obra e na aquisição de insumos e matérias primas este ano.
Em relação à Sondagem da Construção Civil feita em todo o país, o nível de atividade do setor teve um
resultado inferior uma vez que o índice Brasil marcou 47,6 pontos, indicando redução de atividade em
relação a novembro, ficando 8,7 pontos abaixo do que o medido no Maranhão.
No entanto, para os próximos seis meses, a pesquisa mostrou que em todo o país a classe está otimista
tanto no cenário nacional quanto no cenário local.
A Sondagem também demonstrou que no Maranhão a margem de lucro operacional, a situação financeira
das empresas e o acesso ao crédito no último trimestre do ano passado foram consideradas boas pelos
empresários maranhenses.
“Deve-se destacar a recuperação da atividade do setor no segundo semestre de 2011, lembrando que a
região Nordeste obteve um desempenho melhor neste período ao restante do país”, comentou Marcos
Itapary, assessor da Fiema e responsável pela pesquisa no Estado.
“No caso do Maranhão, já se pode sentir o reflexo dos grandes investimentos que estão sendo feitos no
estado. Há novas empresas do setor se instalando e que, junto com as já estabelecidas, ampliam a
prestação de serviços para os empreendimentos de grandes empresas como Votorantim e MPX para citar
apenas algumas”, completou o pesquisador.
No entanto, apesar dos bons resultados da pesquisa, a Sondagem aponta que ainda há importantes
obstáculos a serem vencidos pelo setor: falta de mão de obra qualificada e elevada carga tributária.
A Sondagem Indústria da Construção do Maranhão é uma pesquisa qualitativa, cuja metodologia é aplicada
no Maranhão desde janeiro de 2010, em conjunto com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). O
levantamento é feito por amostragem e foram ouvidas 21 empresas maranhenses.
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6. Pagina 20 - AC (10/02/2012)
Minha Casa, Minha Vida: Fieac comemora entrada do Banco do Brasil
09-Fev-2012
A notícia de que mais uma instituição financeira engrossará o time da faixa 1 do programa do governo
federal “Minha Casa, Minha Vida” foi recebida com grande entusiasmo pela Federação das Indústrias do
Estado do Acre (FIEAC). Durante reunião com empresários do setor da construção civil, realizada na tarde
de ontem, no auditório da Casa da Indústria, representantes do Banco do Brasil (BB) e governo do Estado
apresentaram o sistema de crédito imobiliário para as construtoras que participam do programa.
“Antes, o único agente financeiro com que trabalhávamos era a Caixa Econômica Federal. Agora, estamos
anunciando a entrada do Banco do Brasil no programa ‘Minha Casa, Minha Vida’, pelo qual iniciaremos um
grande projeto habitacional no Estado, que será a primeira cidade planejada do Acre. Na verdade, será um
novo bairro, que proporcionará moradia digna e de excelente estrutura para a população”, anunciou
Wolvenar Camargo, secretário estadual de Obras que, na ocasião, representou o governador Tião Viana.
reunião no auditório da Casa da Indústria formalizou a parceria
Para os empresários da indústria, a iniciativa é de grande importância para impulsionar o setor e não
comprometer o andamento das obras. O presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil do
Estado do Acre (Sinduscon), Carlos Afonso, acredita que este é um momento ímpar para o Estado.
“Estamos contentes e ansiosos para atingirmos essa meta ousada que nos foi proposta”, disse. “Trata-se
de uma alternativa extremamente importante, em vista do alto volume de unidades previstas para serem
construídas até 2014 (algo em torno de 2,6 milhões de unidades habitacionais em todo o Brasil). Assim,
não só os empresários terão mais tranqüilidade, como também os próprios mutuários”, comemorou o
engenheiro Carlos Sasai, presidente da FIEAC.
Segundo o superintendente do Banco do Brasil no Acre, Marcos Bachiega, a instituição já participava desde
2010 das faixas 2 e 3 do programa, faltando apenas aderir à faixa 1, que contempla a população que
recebe até três salários mínimos. “Para nós, é uma satisfação compor essa força para o desenvolvimento
do Estado e da indústria acreana”, declarou. O gerente nacional do “Minha Casa, Minha Vida” no Banco do
Brasil, Antônio Saito, apresentou as soluções da instituição para construtoras e incorporadoras, como o BB
Plano Empresário; Programa Minha Casa Minha Vida PJ; BB Aquisição na Planta; e Desligamentos de
Unidades – Repasse e Plano Piloto.
“O mais importante da nossa participação neste programa é a ampliação do atendimento como um todo.
Não significa que a Caixa não esteja dando conta, mas a demanda é muito grande e somos agora mais
uma opção para as empresas e mutuários”, enfatizou Saito.
Assessoria Fieac
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7. O Dia - PI (09/02/2012)
Caixa anuncia financiamento de 8 mil habitações para famílias de baixa renda em 2012
Segundo Emanuel Bonfim, os construtores não têm a responsabilidade da venda, que caberá à CEF
A Caixa Econômica Federal financiará até o final do ano, 8 mil unidades habitacionais no Piauí somente
através do Programa Minha Casa, Minha Vida. Os créditos para financiamento de habitação será
destinado, especialmente, aos piauienses que recebem de zero a três salários mínimos, considerados da
faixa 1 do programa do Governo Federal. A informação foi repassada nesta quarta-feira, dia 8, pelo
superintendente regional da Caixa, Emanoel do Bonfim Filho, durante entrevista coletiva.
Em 2011 foram aplicados neste mesmo setor de crédito R$ 261,6 milhões equivalente a 5.254 unidades
habitacionais."Na faixa 1 os construtores não têm a responsabilidade da venda. Elas são distribuídas
através de parcerias entre a caixa e os governos municipais, estaduais e federal. Entretanto, o controle
para essa concessão é maior na tentativa de evitar fraudes", explica o superintendente regional da Caixa,
Emanoel do Bonfim Filho.
Desde a criação do programa foram investidos no Piauí cerca de R$ 1,1 bilhão em habitação, sendo R$
820 milhões somente na capital. São 21 mil casas construídas, sendo que 70% foram entregues para os
mutuários. Em Teresina, o Programa Minha Casa, Minha Vida entregou 2.855 casas e apartamentos e tem
3.118 casas e apartamentos para que sejam entregues este ano.
De acordo superintendente regional da Caixa, Emanoel do Bonfim Filho, quatro fatores justificam esse
aumento na procura por financiamentos de imóveis: a redução da taxa de juros no mercado, a ampliação
dos prazos de pagamento, a melhoria de renda das famílias, e os subsídios do governo, como o programa
Minha Casa, Minha Vida. "O aumento de renda tem permitido que as famílias tenham acesso a imóveis
com perfis diferentes que os adquiridos no passado", afirmou Filho.
O Minha Casa, Minha Vida 2 foi lançado em dezembro de 2010 e tem a meta de construção de 2 milhões
de unidades habitacionais até 2014. Uma mudança em relação à primeira versão é que agora o governo
pode construir casas e apartamentos em áreas que ainda estão em fase de desapropriação. Esse era um
empecilho para construir imóveis em áreas vulneráveis, onde se concentra boa parte do público-alvo do
programa. No MCMV-2 a meta para construção de imóveis para famílias de baixíssima renda (até três
salários mínimos), que terão direito a subsídio integral do governo, é de 1,2 milhão ante 400 mil unidades
na primeira versão do programa.
Fonte: Jornal O Dia
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8. DCI - SP (10/02/2012)
S. Paulo sedia 4º maior evento de construção do mundo
- São Paulo
São Paulo - A cidade de São Paulo será responsável por sediar a 20ª Feicon Batimat (Salão Internacional
de Construção), que figura entre os quatro maiores eventos do setor de construção no mundo. A exposição
comemora 20 anos de existência e está programada para acontecer entre os dias 27 e 31 de março, com
uma estrutura capaz de receber 130 mil compradores e arquitetos, que buscam na Feicon, as tendências
para os futuros projetos da construção civil brasileira. Sob a organização e promoção da Reed Exhibitions
Alcantara Machado, a Feicon Batimat terá 750 marcas expositoras.
Agências
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9. DCI - SP (10/02/2012)
Crescimento imobiliário é intenso no interior do Estado
São José dos Campos - O interior paulista tem vivido um grande boom imobiliário desde o ano de 2007,
com menores custos de produção e com o consequente aumento da disputa por terrenos entre as
construtoras e prestadoras de serviço.
O desenvolvimento da região não está relacionado apenas com a qualidade de vida presente no local, mas
a indústria imobiliária vem aproveitando esse potencial das pequenas cidades para diversificar produtos em
diferentes demandas, com habitações que vão de populares até alto padrão.
Uma dessas regiões é o Vale do Paraíba, mais propriamente na cidade de São José dos Campos. A
Akamines Negócios Imobiliários, empresa cujo objeto é facilitar todo o trâmite burocrático na área
imobiliária, está presente no local desde abril de 2010 e busca levar, à região, profissionais com
conhecimento de mercado para atender a demanda local.
"O Vale do Paraíba é uma região em expansão, está geograficamente bem localizada tomando boa parte
do eixo Rio - SP, com boa infraestrutura viária, e tem se tornando um polo industrial", afirma Daniele
Akamine, diretora da empresa e advogada especializada no ramo imobiliário.
De acordo com o Sinduscon, São José dos Campos aponta como uma das grandes opções de
empreendimentos no Vale do Paraíba. "Muitas famílias acabam se mudando para a região em busca de
uma melhor qualidade de vida", completa Daniele.
Agências
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10. Cidade Biz - SP (09/02/2012)
Confiança da construção civil desacelera no trimestre encerrado em janeiro, aponta FGV
Otimismo dos empresários foi afetado pelas avaliações sobre a situação atual e pelas expectativas para os
próximos seis meses
9/2/2012 - 09:35 - Redação
Apesar de continuar apresentando níveis médios inferiores aos do ano passado, o Índice de Confiança da
Construção, elaborado mensalmente pela FGV, evoluiu de forma relativamente favorável em janeiro de
2012, quando se consideram as comparações interanuais: o recuo de 8,7% no trimestre findo em janeiro,
em relação ao mesmo período do ano anterior, é inferior à queda de -9,9% registrada em dezembro
passado, na mesma base de comparação.
A variação interanual do Indicador Trimestral de Confiança é também, em janeiro, a menor da série iniciada
em setembro passado. O índice médio do trimestre ficou em 126,9 pontos, contra 139,0 pontos em janeiro
de 2011.
Em bases interanuais, os destaques positivos foram os grupos Preparação do Terreno, com variação de 1,0%, no trimestre findo em janeiro de 2012, ante -5,8%, em dezembro de 2011; e Construção de Edifícios
e Obras de Engenharia, com variação de -9,5%, ante -11,4%.
No sentido contrário, o segmento de Obras de Infraestrutura para Engenharia Elétricas e para
Telecomunicações registra -9,0%, em janeiro contra -3,2% no trimestre findo em dezembro; as taxas de
Obras de Acabamento foram de -5,4% (trimestre encerrado em janeiro) e -1,9% (em dezembro).
No confronto mensal, houve avanço mais expressivo do Índice da Situação Atual (ISA-CST) que do Índice
de Expectativas (IE-CST). Entre dezembro e janeiro, a variação interanual trimestral do ISA-CST passou de
-12,8% para -11,5%; no mesmo período, o IE-CST passou de -7,1% para -6,1%.
Presente - O item situação atual dos negócios foi o que mais contribuiu para a queda do ISA-CST no
trimestre findo em janeiro de 2012: das 720 empresas consultadas, 34,6% consideraram a situação atual
como boa, contra 48,4%, no mesmo período de 2011; enquanto 9,7% a consideraram ruim (contra 5,4%).
Futuro - O quesito “tendência dos negócios para os próximos seis meses” foi o que mais influenciou na
redução do IE-CST, no trimestre findo em janeiro: a expectativa de melhora nos negócios passou de 53,9%,
no mesmo período de 2011, para 46,2%. Já o contingente que espera piora saltou de 2,4% para 4,6%.
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Mais informações: Comunicação ANEPAC
Pró Cultura Marketing e Eventos
Tel/Fax: 11 5505 7797
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CLIPPING DE NOTÍCIAS
Acompanhe as notícias dos setores de areia, brita e
construção civil
Nas primeiras horas do dia os sindicatos, associações e
executivos recebem um e-mail com as notícias publicadas
nos principais veículos de comunicação do País.
1. A Gazeta - ES (09/02/2012)
Fábrica de rochas em Colatina
...de 350 mil metros quadrados que abrigará a nova unidade, os serviços de terraplanagem já foram
iniciados. O próximo passo, explica Gomes, será a construção dos galpões e a aquisição dos
equipamentos. Um deles é a máquina polideira, que será usada no polimento das chapas de granito. Na
nova ...
2. CruzeiroNet - SP (09/02/2012)
"Minha Casa, Minha Vida" deve ter mais 4 mil unidades
... Carolina Santana [email protected] O plano habitacional do governo federal Minha
Casa Minha Vida (MCMV) deve contratar a construção de mais 4 mil unidades esse ano. De acordo com o
planejamento, essas residências devem ser entregues em meados de 2013 e contemplarão ...
3. DCI - SP (09/02/2012)
Construção civil no DF retoma fôlego no fim de 2011
...- A indústria da construção civil sinaliza ter fechado 2011 em crescimento, apesar do ano difícil.
Sondagem realizada pela Federação das Indústrias do Distrito Federal ...
4. G1 - RJ (09/02/2012)
Financiamento imobiliário cresce mais em PE do que no Brasil
...teve um recuo de aproximadamente 30%. A explicação para a redução das contratações se deve ao fato
de, em 2010, o estado ter iniciado o processo de construção de casas para as vítimas das enchentes
ocorridas na Mata Sul. Em 2011, como não houve catástrofes naturais da mesma proporção em ...
5. Midia News - SP (08/02/2012)
Número de empreiteiras sobe 129% em 2 anos
...atuando em Mato Grosso subiu 129% entre 2009 e 2011. O balanço faz parte de levantamento realizado
pelo Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da construção Civil de Cuiabá e Municípios, e segundo a
entidade é decorrente do "boom" no setor, motivado principalmente pelas obras do Programa de ...
6. Pini - SP (09/02/2012)
Custo da construção civil aumentou 8,01% nos últimos 12 meses
...de obra foi o principal responsável pela alta do índice, com crescimento de 11,78% no período Mauricio
Lima O Índice Nacional do Custo da construção - Disponibilidade Interna (INCC-DI) cresceu 0,89% no mês
de janeiro, puxando para cima o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna ...
7. Portal GCN - SP (09/02/2012)
Empresários portugueses da construção civil visitarão SP
... Um grupo de empresários portugueses do setor da construção civil visitará São Paulo no período de 27
a 31 de março. A visita tem como objetivo fazer contatos e ainda conhecer empresas e empresários ...
8. Correio Braziliense - DF (09/02/2012)
Caixa libera R$ 3,9 bilhões para DF e Entorno
...a nacional”, comentou. Do volume liberado em Brasília e região metropolitana para a habitação, R$ 1,3
bilhão, ou 33,3%, foi em créditos para o Minha casa, minha vida, programa do governo federal que
objetiva garantir moradia à população de baixa renda. O FGTS respondeu por R$ 1,5 bilhão, ou ...
9. Diário de Pernambuco - PE (09/02/2012)
A tecnologia da construção
...FREITAS [email protected] Recife, quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012 Industrialização dos
processos construtivos visa reduzir custos, diminuir o tempo e racionalizar as obras A construtora Cinkel
está utilizando a técnica na construção de 500 ...
1. A Gazeta - ES (09/02/2012)
Fábrica de rochas em Colatina
Indústria entrará em operação em 2014 e será destinada ao polimento de granitos
08/02/2012 - 22h16
Rita Bridi
[email protected]
A Marbrasa, com sede em Cachoeiro de Itapemirim, programou investimento da ordem de R$ 50 milhões
na instalação de uma nova unidade no bairro Maria Ortiz, em Colatina. A planta industrial, que terá
capacidade para polir 120 mil metros quadrados de granito por mês, entrará em operação no final de 2014
e é parte do plano de expansão da empresa.
Em Colatina, onde tem a maior jazida de granito preto do país, a Marbrasa dispõe de uma unidade
mineradora, na localidade de São Gabriel de Baunilha. Segundo o gerente-executivo da empresa, Elvis
Gomes, já foram investidos R$ 5,5 milhões na aquisição de vários equipamentos que contribuirão para
aumentar a capacidade de extração de pedras.
Na área de 350 mil metros quadrados que abrigará a nova unidade, os serviços de terraplanagem já foram
iniciados. O próximo passo, explica Gomes, será a construção dos galpões e a aquisição dos
equipamentos. Um deles é a máquina polideira, que será usada no polimento das chapas de granito.
Na nova planta, explicou o gerente, serão instalados teares multifuncionais para o beneficiamento do
granito extraído nas jazidas que a empresa tem no Norte do Estado. Serão adquiridos também
equipamentos utilizados para fazer o enquadramento dos blocos de granito.
Na unidade de extração de granito, o investimento de R$ 5,5 milhões foi feito na aquisição de
equipamentos que permitirão maior velocidade na extração das pedras, além da construção da nova oficina
e do novo refeitório.
Novidades para agilizar produção
Não são apenas as pedras brasileiras que chamam atenção na Vitória Stone Fair 2012, a maior feira do
setor de rochas ornamentais da América Latina que vai até amanhã, no Pavilhão de Carapina.
Equipamentos de empresas italianas, brasileiras e americanas prometem ser também as vedetes.
É o caso da Rochaz, de Iconha, que apresenta as multifios de 15 até 42 fios, capazes de serrar bloco de
granito em cinco horas - teares convencionais demoram cerca de 50 horas.
"Saímos do nível tupiniquim para um momento de alto avanço tecnológico", disse o diretor-presidente da
Rochaz, Robson Roberte de Andrade, ao revelar que já são 10 clientes interessados durante a feira.
A Sotreq apresenta um equipamento de grande porte capaz de fazer o carregamento de blocos de granito
de 50 toneladas. Com mais de quatro metros de altura e 12 de comprimento, a novidade é da americana
Caterpillar.
Com a garantia de reduzir o número de acidentes, a carregadeira realiza o trabalho de deslocamento do
bloco de granito em dois minutos.
Já a italiana Pellegrini Meccanica apresenta a TDI 100 Super, um equipamento de fio diamantado,
específico para pedreira, e um perfurador SLIM. Essas máquinas garantem complementar um grande corte
em tempo menor e, assim, proporciona uma redução no consumo de energia.
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2. CruzeiroNet - SP (09/02/2012)
"Minha Casa, Minha Vida" deve ter mais 4 mil unidades
No dia 30 de março, segundo a Caixa, deve ser entregue o condomínio Altos do Ipanema - Por: Fábio
Rogério
Carolina Santana
[email protected]
O plano habitacional do governo federal Minha Casa Minha Vida (MCMV) deve contratar a construção de
mais 4 mil unidades esse ano. De acordo com o planejamento, essas residências devem ser entregues em
meados de 2013 e contemplarão exclusivamente as famílias com renda mensal de zero a três salários
mínimos. Segundo o superintendente regional da Caixa Econômica Federal (CEF) em Sorocaba, Sandro
Vimer Valentini, os projetos estão em análise e a triagem dos contemplados é feita junto às prefeituras.
Cerca de metade dessas unidades devem ser construídas em Sorocaba.
No dia 30 de março, diz Valentini, deve ser entregue o condomínio Altos do Ipanema com as primeiras
unidades do MCMV para famílias de baixa renda. São 480 apartamentos construídos na zona norte da
cidade. A lista dos contemplados não foi fornecida. A CEF diz que a informação deve ser fornecida pela
Prefeitura que, por sua vez, afirma que o banco é quem tem os dados dos contemplados. Apesar da
divergência, Valentini comenta que a prioridade foi dada para moradores de áreas de risco. Outras 320
unidades residenciais devem ser entregues ainda este ano em Sorocaba.
Sobre os projetos de construção para famílias de baixa renda, Valentini explica que a contratação está em
andamento com os dados sendo analisados. Para Sorocaba, os valores máximo de aquisição é de R$ 65
mil para apartamentos e R$ 63 mil para casas. "Os imóveis são comprados pelo FAR (Fundo de
Arrendamento Residencial) que é administrado pela Caixa. O imóvel então é repassado para o
contemplado que passa a pagar parcelas mensais", explica o superintendente.
Com o programa habitacional, que está em sua segunda edição, famílias com renda de até três salários
mínimos têm acesso ao financiamento habitacional. Para quitar o imóvel, os novos moradores devem pagar
parcelas mensais correspondentes a 10% do salário, tendo o valor mínimo de R$ 50. O local das novas
unidades não foi divulgado.
O programa conta ainda com outras duas faixas de financiamento. A primeira engloba famílias com renda
entre três e seis salários mínimos e a outra beneficia quem tem renda mensal total entre seis e dez
mínimos. Na região, desde que foi lançado, em 2009, o programa investiu R$ 1,6 milhão. Foram
contratadas 15 mil unidades e 11 mil já foram entregues.
Cadastro em 2009
Quando foi lançado o programa Minha Casa Minha Vida pelo governo federal, a Prefeitura de Sorocaba
realizou um cadastro das famílias de baixa renda no município. O levantamento foi realizado entre maio e
agosto de 2009. Foram feitos 61.199 registros de famílias que ganham até três salários mínimos mensais.
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3. DCI - SP (09/02/2012)
Construção civil no DF retoma fôlego no fim de 2011
BRASÍLIA - A indústria da construção civil sinaliza ter fechado 2011 em crescimento, apesar do ano difícil.
Sondagem realizada pela Federação das Indústrias do Distrito Federal (FIBRA), em parceria com a
Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal
(Sinduscon/DF) mostra que em dezembro o indicador da evolução do nível de atividades do setor situou-se
em 50,7 pontos.
Em consequência do comportamento positivo da atividade do setor, o mercado de trabalho mostra-se
levemente aquecido: o indicador de evolução do número de empregados alcançou 50,9 pontos e o do nível
de atividade em relação ao usual situou--se em 49,2 pontos. Assim, os entrevistados demonstraram
otimismo em relação aos próximos seis meses.
De acordo com a sondagem de expectativas, os empresários do setor esperam aumentar o nível de
atividade e contratar mais empregados. O indicador de evolução
do número de empregados situou-se em 61,9 pontos em dezembro frente aos 59,6 da sondagem anterior.
O indicador de nível de atividade alcançou 62,0 pontos em dezembro frente aos 57,8 pontos.
Agência CNI
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4. G1 - RJ (09/02/2012)
Financiamento imobiliário cresce mais em PE do que no Brasil
Índices foram divulgados pela Caixa, através do balanço do ano de 2011.
Crescimento no estado foi de 10,7%, contra 5,5% do Brasil.
Vitor Tavares Do G1 PE
O crescimento do financiamento imobiliário através da Caixa Econômica Federal em Pernambuco foi maior
do que o do Brasil no acumulado do ano passado. Quando comparado o ano de 2011 com 2010, o
desempenho do estado foi de 10,7 % de acréscimo, enquanto o País apresentou um índice de aumento de
5,5%. Esse valor, entretanto, não inclui as operações do programa Minha Casa Minha Vida, do Governo
Federal. Os números foram apresentados nesta quarta-feira (8) pela Superintendência Regional da Caixa
no Recife.
Quando se coloca o Minha Casa Minha Vida nos números, o estado teve um recuo de aproximadamente
30%. A explicação para a redução das contratações se deve ao fato de, em 2010, o estado ter iniciado o
processo de construção de casas para as vítimas das enchentes ocorridas na Mata Sul. Em 2011, como
não houve catástrofes naturais da mesma proporção em Pernambuco, as unidades residenciais foram
direcionadas a outros tipos de público. Desde o início do programa, em 2009, houve contratos para a
construção de 58.324 unidades, dos quais aproximadamente 16 mil foram relacionados a enchentes. No
total, mais de 13 mil já foram entregues para a população.
Na Região Metropolitana do Recife (RMR), algumas cidades se destacaram no crescimento de imóveis
financiados dentro do Minha Casa Minha Vida. Segundo a Caixa, municípios como Abreu e Lima e Igarassu
apresentaram maior número de unidades habitacionais, principalmente para a chamada “faixa 1”, que é
composta por famílias com rendimento mensal de até R$ 1,6 mil. Áreas mais centrais, dentro do Recife ou
próximo de áreas mais adensadas, apresentam carência na oferta de terrenos. O tipo de público que está
buscando o financiamento também vem apresentando mudanças.
“A gente tem percebido a busca das pessoas, dentro do Minha Casa Minha Vida, por imóveis localizados
em municípios da Região Metropolitana do Recife, que estão mais integrados com a capital. Há uma
mudança também no perfil dos clientes. Além das pessoas das classes D e C, percebemos um crescimento
de clientes das classes A e B, que estão buscando financiamento conosco, por conta das vantagens”,
contou Paulo Nery, superintendente regional da Caixa no Recife.
O aumento no número de financiamentos imobiliários no estado em 2012 está previsto para 15%. Alguns
dos empreendimentos previstos dentro do Minha Casa Minha Vida devem ficar localizados, principalmente,
nas cidades do Grande Recife, como em áreas próximas à Cidade da Copa, em São Lourenço da Mata, e
também em Jaboatão dos Guararapes. “A Caixa deve continuar buscando parcerias. Dentro desse
crescimento pernambucano, é papel da Caixa buscar maior relação junto ao governo, mais tempestividade
[dentro do prazo] no desenvolvimento dos negócios, mais fontes de recursos. É um trabalho em conjunto”,
falou Paulo Nery.
Pernambuco também apontou números maiores do que o País em relação a pagamentos dos benefícios
sociais. O crescimento no estado foi de 18%; no Brasil, 13,6%. No que se refere à quantidade de operações
comerciais, que levam em consideração créditos destinados a pessoas físicas e jurídicas, o valor chegou
R$ 2,8 bi no estado, crescimento 20% maior do que o brasileiro. Paulo Nery considera que os números do
estado refletem o bom momento econômico. “Esse é um momento ímpar na economia pernambucana.
Com o estado crescendo acima da média, as pessoas também começam a ganhar mais, com crescimento
da renda. Por isso que as variáveis locais vêm se desenvolvendo”, concluiu.
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5. Midia News - SP (08/02/2012)
Número de empreiteiras sobe 129% em 2 anos
Obras do PAC e da Copa do Mundo de 2014 motivaram crescimento
GAZETA DIGITAL
Número de empreiteiras atuando em Mato Grosso subiu 129% entre 2009 e 2011. O balanço faz parte de
levantamento realizado pelo Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil de Cuiabá e
Municípios, e segundo a entidade é decorrente do "boom" no setor, motivado principalmente pelas obras do
Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e da Copa do Mundo de 2014.
As empresas são responsáveis pela operacionalização da obra. Na avaliação do sindicato, com o avanço
no número de empreiteiras, os cuidados com a segurança dos trabalhadores devem ser reforçados, além
dos demais direitos trabalhistas. O balanço feito pelo sindicato teve como base o número de empresas
cadastradas na Junta Comercial de Mato Grosso (Jucemat).
Conforme a pesquisa, 1,921 mil empresas do setor da construção civil (entre empreiteiras e construtoras)
se inscreveram no órgão entre 1975 e 2011, e a maioria delas microempresas é empresas de pequeno
porte. Presidente do sindicato, Joaquim Santana, informa que somente nos últimos 2 meses, 4 pequenas
empreiteiras já procuraram o sindicato aceitando ações judiciais para quitação de direitos trabalhistas que,
pela lei, também são de responsabilidade da tomadora do serviço, neste caso, da construtora.
"Essa é a verdadeira legalização dos ‘gatos’, empreiteiros sem nenhuma condição financeira que abrem
empresas e se tornam regulares, podendo atuar livremente", reclama o líder sindical. Para ele, o assunto
deveria merecer mais atenção dos órgãos de fiscalização. "Estes números são apenas das empresas
regularizadas no mercado, mas sabemos que existem muitas outras irregulares. Ou seja, estamos
perdendo o controle da quantidade de empregados e das condições de trabalho oferecidas".
Segundo informações repassadas pela assessoria do Sindicato das Indústrias da Construção Civil em Mato
Grosso (Sinduscon/MT), do total de empresas atuantes no Estado, apenas 5% são associados à entidade.
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6. Pini - SP (09/02/2012)
Custo da construção civil aumentou 8,01% nos últimos 12 meses
Mão de obra foi o principal responsável pela alta do índice, com crescimento de 11,78% no período
Mauricio Lima
O Índice Nacional do Custo da Construção - Disponibilidade Interna (INCC-DI) cresceu 0,89% no mês de
janeiro, puxando para cima o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI), que cresceu 0,30%
no período entre 1º e 31 de janeiro. O detalhe fica para o crescimento de 8,01% no custo do setor nos
últimos 12 meses. O custo foi medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (IBRE) da Fundação Getúlio
Vargas (FGV)
No mês, os três grupos componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação:
materiais e equipamentos, de 0,16% para 0,24%, serviços, de 0,40% para 1,20% e mão de obra, de 0,01%
para 1,34%.
Nos últimos 12 meses, o que mais cresceu foi o índice relativo à mão de obra, com alta de 11,78%.
Materiais, equipamentos e serviços registraram alta de 4,42% em seus preços.
O item que apresentou mais aceleração foi o de taxas de serviços e licenciamentos, que subiu 5,01% no
mês de janeiro, seguido pelo preço dos salários de engenheiros, que cresceu 2,01%. Os condutores
elétricos apresentaram queda de 1,70%, sendo o item que mais caiu.
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7. Portal GCN - SP (09/02/2012)
Empresários portugueses da construção civil visitarão SP
Um grupo de empresários portugueses do setor da construção civil visitará São Paulo no período de 27 a
31 de março. A visita tem como objetivo fazer contatos e ainda conhecer empresas e empresários de
referência no setor não apenas Do Estado, mas também em outras regiões.
Durante o encontro, que é organizado pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras
Públicas, serão realizados seminários e visitas a obras. A expectativa dos organizadores é que a visita
conte com a participação de representantes de 20 empresas de Portugal.
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8. Correio Braziliense - DF (09/02/2012)
Caixa libera R$ 3,9 bilhões para DF e Entorno
» MARIANA BRANCO
Publicação: 09/02/2012 02:00
O crédito liberado pela Caixa Econômica Federal para financiamento habitacional no Distrito Federal e
Entorno registrou crescimento superior ao nacional em 2011. No país o crédito para moradia ficou em R$
67,8 bilhões, aumentando 15,7% frente a 2010. Para o DF e municípios de Goiás e Minas Gerais que
compõem sua zona de influência, os empréstimos fecharam o ano em R$ 3,9 bilhões, com incremento de
21,88% em igual período. Os dados fazem parte de balanço divulgado ontem pela Superintendência
Regional do banco em Brasília.
O DF também superou os resultados nacionais na concessão de crédito comercial. No ano passado, R$
425,5 milhões foram liberados localmente para pessoas jurídicas contra R$ 118,9 milhões em 2010, o que
significou incremento de 257,74%. Os empréstimos para pessoas físicas, por sua vez, saltaram de R$
285,5 milhões para R$ 415,1 milhões, crescendo 50%. Em âmbito nacional a alta para as duas
modalidades foi, respectivamente, de 55,2% e 30%.
O superintendente regional da Caixa em Brasília, Elício Lima, atribuiu o desempenho excepcional do crédito
para pessoa jurídica à política de captação de clientes empresariais da instituição. “Aumentamos bastante a
participação no mercado perante as médias, grandes e pequenas empresas”, afirmou. Lima disse ainda
que o resultado do DF e Entorno é motivo para comemorar. “A avaliação é que foi positivo. Nossa
contribuição em todos os itens de crédito superou a nacional”, comentou.
Do volume liberado em Brasília e região metropolitana para a habitação, R$ 1,3 bilhão, ou 33,3%, foi em
créditos para o Minha Casa, Minha Vida, programa do governo federal que objetiva garantir moradia à
população de baixa renda. O FGTS respondeu por R$ 1,5 bilhão, ou 38,4% do montante emprestado. A
maior parte do crédito, R$ 2,02 bilhões, ou 51,5%, veio de recursos da poupança. No entanto, enquanto as
liberações do Minha Casa, Minha Vida e FGTS cresceram 20,58% e 30%, as da poupança aumentaram só
6,63%.
A divulgação dos resultados do DF ocorreu um dia após a Caixa Econômica anunciar seu resultado
nacional. Em 2011 o lucro líquido geral da instituição foi de R$ 5,2 bilhões, com avanço de 37,7% na
comparação com 2010.
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9. Diário de Pernambuco - PE (09/02/2012)
A tecnologia da construção
AUGUSTO FREITAS [email protected]
Recife, quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Industrialização dos processos construtivos visa reduzir custos, diminuir o tempo e racionalizar as obras
A construtora Cinkel está utilizando a técnica na construção de 500 casas populares de um projeto em
Moreno.
Analise a atual fase do mercado imobiliário pernambucano. Projetos residenciais e comerciais aqui e ali,
construtoras expandindo negócios, sustentabilidade em alta, valorização. É algo jamais visto e o dinamismo
tomou conta do setor da construção civil. Do ponto de vista tecnológico, uma nova cultura está surgindo: a
industrialização dos processos construtivos.
A ideia consiste em ferramentas capazes de reduzir custos, diminuir o tempo de construção e racionalizar
as obras. Uma delas começa a ganhar espaço no mercado pernambucano, a de paredes de concreto
celular ou concreto celular espumoso. O sistema utiliza a combinação de concreto com aditivos e fibra de
polipropileno, injetados em formas de alumínio.
Segundo a Associação Brasileira de Cimento Portland em Pernambuco (ABCP-PE), a tecnologia permite
mais fluidez dos produtos, conforto térmico e rapidez na obra. Tudo porque as formas (untadas com
desmoldantes) são colocadas em torno das paredes do imóvel armada em telas, já com os espaços
reservados para instalações elétricas e hidráulicas, portas e janelas. E o canteiro permanece limpe e livre –
na construção civil tradicional, 20% do material usado são descartados.
“A tecnologia reduz a praticamente zero os resíduos no canteiro de obras, é resistente e dispensa o uso do
chapisco. O acabamento é mínimo, apenas com pintura”, explica Eduardo Moraes, gerente regional da
ABCP-PE. Doze horas são suficientes para retirar as formas após a concretagem. Elas podem ser
utilizadas mais de cinco mil vezes, inclusive em projetos de quatro pavimentos.
A construtora Cinkel está utilizando a técnica na construção de 500 casas populares do projeto Parque
Residencial Moreno, na PE-07. As paredes ficam prontas em apenas um dia e o ganho é de 50% no tempo
total da obra. “Montamos as formas pela manhã e à tarde concretamos com nossa tecnologia. No outro dia
retiramos os moldes com a estrutura pronta”, diz Roberto Kelner, diretor da Cinkel.
Kelner pretende expandir a técnica para projetos maiores, já que em outras regiões ela é utilizada em
projetos com até 18 pavimentos. Outra construtora que utiliza técnica semelhante (concreto convencional) é
a Carrilho, nas obras de 704 apartamentos, no Janga e em Peixinhos. “Na falta de mão de obra
especializada, a técnica permite a eliminação de outras funções de acabamento, como pintura e reboco”,
completa Fábio Hatem, engenheiro civil da Carrilho.
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CLIPPING DE NOTÍCIAS
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construção civil
Nas primeiras horas do dia os sindicatos, associações e
executivos recebem um e-mail com as notícias publicadas
nos principais veículos de comunicação do País.
1. DCI - SP (07/02/2012)
Mercado quer "regionalizar" condições para o Minha Casa
...Paulo - O governo brasileiro quer agilizar a construção de casas neste ano dentro do programa Minha
Casa, Minha Vida. Contudo, especialistas entrevistados pelo DCI afirmam que o déficit de ...
2. Jornal do Comércio - RS (08/02/2012)
Apoio à construção civil
...Franco A construção civil brasileira vive um momento histórico, registrando crescimento significativo, ano
após ano. Em 2012, empresários do ramo estimam que o ...
3. DCI - SP (08/02/2012)
Financiamentos imobiliários concedidos pela caixa no RJ subiram 26,7% em 2011
...do Tempo de Serviço (FGTS) e outras fontes atingiram R$ 3,7 bilhões. Foram financiadas 55.148
unidades habitacionais. No âmbito do Programa Minha casa, minha vida, segunda fase, iniciada em 2011,
foram contratados no estado R$ 2,3 bilhões, que irão beneficiar 33.759 famílias. A ...
4. Corumbá Online - MS (08/02/2012)
Sindicatos industriais de Corumbá vão discutir associativismo nesta sexta-feira
...industriais de Corumbá - Simec (Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico
de Corumbá), Sindiecol (Sindicato das Indústrias Extrativas de Corumbá), Sindivesc (Sindicato das
Indústrias do Vestuário de Corumbá), Sindicom (Sindicato das Indústrias da Construção e do ...
5. Folha de S. Paulo - SP (08/02/2012)
Sócio de ministro atua em programa do governo
...alvo a população de classe média baixa. Os lotes da Village são vizinhos a dois conjuntos de
apartamento do Minha Casa, Minha Vida, ainda em construção, o Residencial Irmã Dulce e o Jardim das
Colinas. Além do Minha Casa, Minha Vida, o Ministério das Cidades tem como atribuição fazer ...
6. Ministério do Trabalho e Emprego - DF (07/02/2012)
Estoque de trabalhadores na construção civil dobra em cinco anos
...milhões de trabalhadores com carteira assinada em todo pais. Brasilia, 06/02/2012 – O estoque de
trabalhadores com carteira assinada no setor da construção civil dobrou nos últimos cinco anos. Até o final
de dezembro de 2011, o setor contabilizava 2.762.156 empregos celetistas; em 2006, o ...
7. Canal Executivo - SP (07/02/2012)
Produtores de cimento enfrentam pouca competição
...de Macedo Nogueira Lima, verificou os custos de transação e a probabilidade de arbitragem entre
estados, a estrutura competitiva no varejo de construção civil e o impacto da diminuição tarifária no poder
de mercado de uma empresa localizada no Estado do Amazonas e nos preços na região Norte. ...
8. Jornal Pequeno - MA (08/02/2012)
Desempenho baixo em habitação e saneamento enfraqueceu primeiro ano da gestão Dilma
...o governo petista está enganando, iludindo a sociedade com falsas promessas', lamentou ontem (6). A
iniciativa foi lançada em 2009 com meta de construir 1 milhão de casas. Em 2010, ganhou uma segunda
fase, prevendo mais 2 milhões de habitações. No ritmo atual, o governo petista precisaria de ...
9. eBand - SP (07/02/2012)
Pedreira será reaberta em Curitiba
...que passar por obras. No projeto, está previsto o alargamento do portão de entrada, em 12 metros, e das
atuais saídas de emergência, além da construção de outras duas saídas, com escadas no paredão da
lateral esquerda do palco, dando acesso à área do estacionamento e do heliponto. Os ...
10. Estado de Minas - MG (08/02/2012)
Agenda
...com explosivos é o curso oferecido pelo Instituto de Educação Tecnológica (Ietec) amanhã e sexta-feira,
dirigido a engenheiros, geólogos, técnicos, construtores e demais profissionais com interesse na área.
Informações: (31) 3223-6251, 3116-1000 e no ...
1. DCI - SP (07/02/2012)
Mercado quer "regionalizar" condições para o Minha Casa
São Paulo - O governo brasileiro quer agilizar a construção de casas neste ano dentro do programa Minha
Casa, Minha Vida. Contudo, especialistas entrevistados pelo DCI afirmam que o déficit de moradias nunca
será resolvido se não houver uma verdadeira política habitacional, de modo, principalmente, a avaliar as
particularidades da cada região do País.
O vice-presidente de Habitação do Secovi-SP, Flávio Prando, afirmou que o sindicato busca "há algum
tempo" regionalizar os valores de subsídios e limites dos programas habitacionais. "O custo de produção
em São Paulo, por exemplo, é muito maior do que em outros estados e essa diferença se torna perceptível
para o comprador com renda até 3 salários mínimos. Um subsídio de R$ 165 mil para essa faixa [do Minha
Casa, Minha Vida] em São Paulo é muito baixo", explica.
"Habitação tem que ser resolvida de forma geral. Em cidades grandes, como São Paulo, existem várias
oportunidades para oferecer moradia, como reconstruir prédios abandonados. Há muita coisa que pode ser
feita. Basta uma política que avalie cada localidade. Não adianta obrigar uma pessoa a morar onde ela não
nasceu, e que não tenha infraestrutura, como escolas e hospitais, por perto", aponta Sérgio Guimarães
Pereira Júnior, especialista em urbanização e diretor da Vallor Urbano.
Sobre o Minha Casa, Minha Vida, o especialista diz que "é uma ofensa chamar de programa habitacional".
"Uma verdadeira política habitacional é aquela que cria condições para se construir moradias. Neste
sentido, o papel do governo tem que ser indutor, agente de fomento, e não executor", avalia.
Prando aponta que para resolver o problema habitacional no País as esferas federal, estadual e municipal
têm que trabalhar juntas. "O governo de São Paulo, ao reconhecer a dificuldade de atender a demanda,
criou o Casa Paulista. Apesar desse subsídio adicional, os recursos federais são muito importantes porque
são maiores. Quantitativamente talvez esse programa paulista não consiga ser suficiente", diz.
Para o diretor da Vallor Urbano, uma parceria público-privada seria um meio melhor para viabilizar essa
política. "Não se pode deixar que a Caixa (Econômica Federal) imponha um lucro para as construtora. Se
tiver uma descentralização das atividades com maior participação das empresas, o preço dos imóveis se
regularizaria. Além disso, o que se visa hoje é construir o maior número de casas possível sem observar a
qualidade desses produtos", critica Pereira Júnior.
Ele comenta que uma auditoria recente realizada pela Controladoria Geral da União (CGU), ao mostrar que
sete em cada dez contratos fechados no setor de habitação pela Secretaria Nacional de Habitação (SNH)
do Ministério das Cidades, envolvendo o repasse de recursos da União para Estados e municípios, não são
realizados, comprova que não se pode deixar o gerenciamento habitacional somente nas "mãos públicas".
O levantamento foi feito nos contratos assinados entre 2004 e abril de 2011, que fazem parte do Programa
de Aceleração do Crescimento (PAC) e se referem especificamente a casas e melhorias em favelas e
conjuntos habitacionais no Brasil.
Segundo a pesquisa até o quarto mês de 2011, 74% dos 4.243 contratos que existiam na carteira da SNH,
que somam cerca de R$ 12,5 bilhões em investimentos, não foram concretizados.
"Embora fortemente combatido pelas elites econômicas, o subsídio é o meio para garantir a moradia própria
e aceitável à família de baixa renda. E os governos devem saber disso. É preciso, no entanto, facilitar esse
acesso ao realmente necessitado", diz o tenente Dirceu Cardoso Gonçalves, dirigente da Associação de
Assistência Social dos Policiais Militares de São Paulo (ASPOMIL).
Na opinião dele, os governos federal, estaduais e municipais precisam se apressar com a definição de
programas habitacionais mais executáveis. "Ou, então, terão de continuar infinitamente com episódios
como o Pinheirinho, as moradias nas encostas, os alagadiços e outros pontos insalubres de se morar", diz
ele ao se referir à desocupação do terreno em São José dos Campos (SP), e às diversas situações de risco
que ocorrem em todo o País.
Missão
Na semana passada, em encontro com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o presidente da Caixa
Econômica, Jorge Hereda, informou que, em 2011, o Minha Casa, Minha Vida concluiu 700 mil casas. Para
2012, a meta é entregar entre 400 mil e 500 mil unidades e firmar 600 mil contratos de novas moradias.
Além da Caixa, Mantega também se reuniu com o Banco do Brasil e com construtoras e pediu empenho
para agilizar as obras do programa. "A missão do governo e do setor privado é viabilizar o Minha casa,
Minha Vida 2, com mais dois milhões de unidades (até 2014) e completar o Minha Casa, Minha Vida 1",
comentou o ministro na oportunidade.
Segundo ele, reduzir o déficit habitacional é uma das prioridades do governo neste ano para possibilitar um
crescimento econômico de 4,5%.
Fernanda Bompan
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2. Jornal do Comércio - RS (08/02/2012)
Apoio à construção civil
Moreira Franco
A construção civil brasileira vive um momento histórico, registrando crescimento significativo, ano após ano.
Em 2012, empresários do ramo estimam que o setor continuará aquecido e vai expandir a uma taxa perto
de 5%, mesmo patamar registrado em 2011. Trata-se de uma demonstração clara da força crescente do
mercado interno, do aumento de renda da população e da ascensão de milhões de brasileiros ao mercado
de consumo.
O trabalhador é, certamente, o grande beneficiário desse boom da construção civil. No primeiro semestre
de 2011, o setor foi o segundo que mais gerou empregos formais no País. Foram abertos 186 mil novos
postos de trabalho, patamar perto dos 235 mil gerados pela agricultura. E esses empregos com carteira
assinada significam mais consumo, mais vendas, mais produção e, afinal, ainda mais empregos.
É por isso que os três níveis de governo precisam avançar com as políticas que estimulam a construção
civil. No entanto, devem atuar para diminuir os gargalos do setor. Um deles é a qualificação da mão de
obra. Sem profissionais competentes de engenharia civil e bons mestres de obra, pintores, eletricistas e
assentadores de cerâmica, entre outros, os empreendimentos passam a enfrentar problemas sérios, como
crescimento do número de acidentes de trabalho, atraso no cronograma das obras e queda da qualidade do
produto final.
A modernização dos métodos construtivos é outro desafio importante. Os investimentos em novas
máquinas e equipamentos serão essenciais para construir mais unidades, com prazos mais reduzidos e
com custos menores. E também, com inovação tecnológica e mão de obra mais capacitada, experimentase uma elevação da produtividade, e essa é uma das formas para assegurar a manutenção de taxas de
crescimento altas e, com elas, mais e melhores oportunidades de emprego.
Ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República
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3. DCI - SP (08/02/2012)
Financiamentos imobiliários concedidos pela caixa no RJ subiram 26,7% em 2011
RIO DE JANEIRO - Um total de 93.219 imóveis foi financiado pela Caixa Econômica Federal no estado do
Rio de Janeiro, no ano passado, alcançando valor de R$ 8,2 bilhões. O resultado registrado pela instituição
foi 26,72% superior ao do ano anterior (R$ 6,5 bilhões). Os números foram divulgados nesta terça-feira (7)
pela superintendente regional da Caixa no estado, Nelma Tavares.
Com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), as linhas de financiamento
somaram em torno de R$ 4,5 bilhões, em 2011, com 38.071 contratações. Nelma Tavares disse que o valor
apurado ficou R$ 617,7 milhões acima do resultado de 2010. Já as operações feitas com recursos do
Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e outras fontes atingiram R$ 3,7 bilhões. Foram
financiadas 55.148 unidades habitacionais.
No âmbito do Programa Minha Casa, Minha Vida, segunda fase, iniciada em 2011, foram contratados no
estado R$ 2,3 bilhões, que irão beneficiar 33.759 famílias. A superintendente regional da Caixa declarou
que desde o lançamento do Minha Casa, Minha Vidao, em 2009, já foram contratadas 50.674 unidades
residenciais, com investimento de R$ 3,3 bilhões, e entregues 10.120 moradias.
O balanço apresentado pela Caixa mostra, ainda, que os benefícios sociais pagos no estado do Rio
totalizaram, em 2011, R$ 14,4 bilhões. Destaque para o Programa Bolsa Família, com R$ 860,7 milhões; o
FGTS (R$ 6,2 bilhões); e o seguro desemprego (R$ 1,7 bilhão).
Agência Brasil
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4. Corumbá Online - MS (08/02/2012)
Sindicatos industriais de Corumbá vão discutir associativismo nesta sexta-feira
7/2/2012 17:18:00
Diretores dos sindicatos industriais de Corumbá - Simec (Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas
e de Material Elétrico de Corumbá), Sindiecol (Sindicato das Indústrias Extrativas de Corumbá), Sindivesc
(Sindicato das Indústrias do Vestuário de Corumbá), Sindicom (Sindicato das Indústrias da Construção e do
Mobiliário de Corumbá) e Siacoms (Sindicato das Indústrias da Alimentação de Corumbá) – vão reunir,
nesta sexta-feira (10), diversos empresários do município para o lançamento das ações em prol do
desenvolvimento das indústrias da região.
Segundo o presidente do Simec, Lourival Vieira Costa, a reunião será realizada no auditório do Sesi de
Corumbá às 20 horas e são esperados pelo menos 80 empresários dos diversos segmentos industriais do
município para discutirem sobre associativismo empresarial. Ele acrescenta ainda que, na oportunidade, o
superintendente do IEL, Bergson Amarilla, e o vice-presidente do Simec, Antônio Eustaquio Adão,
abordarão assuntos ligados diretamente ao desenvolvimento das empresas, pois a Fiems tem esse papel
de reunir os empresários para discutir assuntos que interferem na competitividade.
“Ao longo da palestra, eles também vão explicar o funcionamento de um sindicato industrial e como a
mobilização dos empresários pode trazer resultados para o crescimento de um determinado segmento
produtivo”, pontuou Lourival Costa. Além disso, acrescenta o presidente do Simec, os gerentes do Sesi,
Senai e Sebrae-MS em Corumbá vão apresentar os serviços oferecidos pelas três entidades para os
associados dos cinco sindicatos industriais da cidade.
Na avaliação dele, o evento servirá para demonstrar aos empresários corumbaenses como a união
contribui para o fortalecimento da atuação dos sindicatos. “Com o aval dos industriais, os sindicatos terão
mais força para brigar pelos interesses comuns da classe. Ao reivindicarmos juntos, teremos mais
facilidade na negociação com a administração pública e também com outras entidades”, pontuou. Lourival
Costa ainda acrescenta que a reunião servirá para a entrega dos certificados para os novos associados do
Simec, Sindiecol, Sindivesc, Sindicom e Siacoms.
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5. Folha de S. Paulo - SP (08/02/2012)
Sócio de ministro atua em programa do governo
Empresário tem negócios no Minha Casa, Minha Vida, que é coordenado pelas Cidades
BRENO COSTA
ENVIADO ESPECIAL A JOÃO PESSOA
O novo ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, é sócio do dono de uma imobiliária que negocia imóveis
do programa Minha Casa, Minha Vida em João Pessoa.
A pasta é responsável pela execução do programa, principal bandeira do governo na área da habitação
popular.
A Araújo Imobiliária, que pertence a Diógenes Araújo Lins, tem atuação na capital paraibana desde os anos
80. A empresa fica num terreno aos fundos do escritório político de Ribeiro.
O site da imobiliária tem uma seção destinada exclusivamente a imóveis do programa do governo. A
empresa recebe um percentual de cada financiamento pela função de intermediar o contato entre o
interessado e a Caixa, financiadora do programa.
A sociedade do ministro com Diógenes Araújo se dá em outra empresa, a Village Urbanismo, sediada no
escritório de Ribeiro.
A empresa é uma das quatro que Aguinaldo Ribeiro omitiu em sua declaração de bens entregue à Justiça
Eleitoral em 2010, como a Folha mostrou no domingo.
O ministro afirmou que se desligará das empresas.
O capital da Village é representado por 133 lotes de terreno localizados em um bairro popular de João
Pessoa, o Planalto Boa Esperança.
O local é palco de a forte expansão imobiliária, tendo como público alvo a população de classe média
baixa.
Os lotes da Village são vizinhos a dois conjuntos de apartamento do Minha Casa, Minha Vida, ainda em
construção, o Residencial Irmã Dulce e o Jardim das Colinas.
Além do Minha Casa, Minha Vida, o Ministério das Cidades tem como atribuição fazer parcerias com
Estados e prefeituras para obras de infraestrutura urbana.
Essas ações contribuem para a valorização de imóveis e incluem obras de saneamento, abastecimento
d'água e coleta de lixo.
Ribeiro, que ocupava o posto de líder do PP na Câmara dos Deputados antes de assumir o ministério,
apresentou para o Orçamento deste ano uma emenda de R$ 2,6 milhões ao Ministério das Cidades, para
ações de infraestrutura em municípios da Paraíba". Agora caberá a ele executar a emenda.
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6. Ministério do Trabalho e Emprego - DF (07/02/2012)
Estoque de trabalhadores na construção civil dobra em cinco anos
No final de 2011, setor tinha 2,7 milhões de trabalhadores com carteira assinada em todo pais.
Brasilia, 06/02/2012 – O estoque de trabalhadores com carteira assinada no setor da construção civil
dobrou nos últimos cinco anos. Até o final de dezembro de 2011, o setor contabilizava 2.762.156 empregos
celetistas; em 2006, o montante era de 1.388.958, segundo o Cadastro Geral de Empregados e
Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Fatores como o aumento do financiamento habitacional e ações governamentais - Programa de Aceleração
do Crescimento (PAC) e Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), além dos investimentos previstos por
conta dos eventos esportivos Copa do Mundo em 2014 e Jogos Olímpicos em 2016 têm contribuído
positivamente para geração de empregos no setor.
Somando os setores de atividade econômica, o país chegou ao final de dezembro passado com estoque de
37.887.47 empregos celetistas. Destes, 15.317.702 referem-se ao setor de serviços; 8.506.686 comércio;
8.215.134 indústria da transformação; 1.571.221 agropecuária; 914.374 administração pública; 391.800
serviços de utilidade pública; e 208.397 extrativa mineral.
Caged – Em 2011, a Construção Civil foi responsável pela criação de 222.897 empregos com carteira
assinada, registrando o maior crescimento relativo entre os setores, com elevação de 8,78% em relação ao
estoque de trabalhadores de dezembro de 2010.
Os estados que geraram o maior número de empregos com carteira assinada foram São Paulo (41.191);
Rio de Janeiro (37.026) e Pernambuco (21.211).
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7. Canal Executivo - SP (07/02/2012)
Produtores de cimento enfrentam pouca competição
07-02-2012
Na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA), uma pesquisa analisou três aspectos da
competição na indústria do cimento no Brasil. O trabalho, realizado pela pesquisadora de Tatiana de
Macedo Nogueira Lima, verificou os custos de transação e a probabilidade de arbitragem entre estados, a
estrutura competitiva no varejo de construção civil e o impacto da diminuição tarifária no poder de mercado
de uma empresa localizada no Estado do Amazonas e nos preços na região Norte. Com base nos
resultados obtidos, o estudo concluiu que os produtores nacionais enfrentam pouca competição, que não é
influenciada pela redução tributária.
O cimento é um produto utilizado na maior parte das obras civis, sendo consumido, portanto, em todo o
país. Apesar de ser produto homogêneo e de seu processo produtivo ser simples, são necessários
elevados investimentos iniciais na produção, o que tende a diminuir a quantidade de fabricantes. Os custos
de transporte – relativamente altos em comparação aos preços finais do produto – também são
mencionados como limitadores da competição nessa indústria. A pesquisa, que faz parte da tese de
doutorado de Tatiana, foi orientada pelo professor Márcio Issao Nakane, da FEA.
Os custos de transação para envio de cimento de um estado a outro, ambos localizados na mesma região
geográfica, e a probabilidade de arbitragem entre esses estados são estimados simultaneamente por meio
de modelos de regressão com mudança (switching regression model). Os resultados mostram que os
custos de transação variam de 5% a 27% do preço final do produto, sendo, portanto, altos. As
probabilidades de arbitragem estimadas são bastante baixas, indicando que existe algum outro fator, além
do custo de transação, a torná-las baixas.
Competição
Considerando apenas o Estado de São Paulo, foi analisada a competição no varejo de material de
construção civil. A hipótese de que a estrutura nesse setor é competitiva é assumida por outras pesquisas
que analisaram a competição na indústria do cimento no Brasil. A partir da conclusão já existente na
literatura científica de que o efeito dos impostos depende do tipo de competição, testou-se a hipótese de
competição perfeita em contraposição a uma estrutura menos competitiva.
Para isso, foi assumida a hipótese de que o Imposto sobre Operações relativas à Circulação de
Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de
Comunicação (ICMS), que antes podia ser caracterizado como ad valorem, passou a ser um imposto
específico. Os resultados apontaram para a correção da hipótese de competição perfeita.
Tendo em vista extensa literatura que analisa os efeitos da abertura comercial sobre a competição e
trabalhos anteriores que analisam o poder de mercado da indústria cimenteira brasileira, foram estimados
os efeitos da diminuição da alíquota tarifária ocorrida em 2006 sobre os preços do produto comercializado
no Amazonas e em Roraima e sobre o poder de mercado da firma instalada no Amazonas.
A verificação do efeito da medida nos preços foi feita por meio da utilização de estimativas com grupos
tratados e grupos de controle. O cálculo do impacto da redução tarifária no poder de mercado da firma foi
feita com base na hipótese de que o produtor nacional e o externo atuam como competidores em um
oligopólio de Cournot. Os resultados indicaram a ausência de efeitos da diminuição tributária.
Há pouca competição interestadual e, também, de produtores estrangeiros. Mesmo a redução da alíquota
do imposto de importação, foi pouco efetiva em relação à diminuição do poder de mercado do produtor
localizado no Amazonas. Mais trabalhos devem ser feitos para se verificar por que a competição
regionalmente e, mesmo com competidores externos, é tão restrita. (Agência USP de Notícias)
Mais informações: email [email protected], com Tatiana de Macedo Nogueira Lima
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8. Jornal Pequeno - MA (08/02/2012)
Desempenho baixo em habitação e saneamento enfraqueceu primeiro ano da gestão Dilma
POR LETÍCIA BOGÉA
DIÁRIO TUCANO
No primeiro ano de mandato de Dilma Rousseff, as promessas no setor habitacional e no saneamento
básico não prosperaram. A mensagem presidencial encaminhada ao Congresso na semana passada revela
que tem sido pífia a execução do programa Minha Casa, Minha Vida. Das três milhões de moradias
prometidas no lançamento do projeto, em abril de 2009, apenas 540.883 foram entregues. O texto mostra
ainda que, dos R$ 36,38 bilhões contratados pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 1) para
saneamento, apenas 9% foram concluídos.
Os dados confirmam que os anúncios feitos durante a campanha eram só para obter votos, na avaliação do
deputado Antonio Imbassahy (PSDB-BA). 'O Minha Casa, Minha Vida é um projeto de grande importância
para a população brasileira. Mas, infelizmente, o governo petista está enganando, iludindo a sociedade com
falsas promessas', lamentou ontem (6).
A iniciativa foi lançada em 2009 com meta de construir 1 milhão de casas. Em 2010, ganhou uma segunda
fase, prevendo mais 2 milhões de habitações. No ritmo atual, o governo petista precisaria de mais 12 anos
para cumprir o prometido, segundo o Instituto Teotônio Vilela (ITV).
'Tudo é feito lentamente, como o PAC de uma maneira geral. Já é a marca do governo anunciar programas
com pouca realização. A população já percebe que tudo não passa de uma fantasia', disse o tucano.
Em relação às baixas aplicações em saneamento, Imbassahy ressalta: 'É realmente uma situação virtual.
Um governo da falsa promessa e do compromisso esquecido'. A mensagem presidencial mostra que, dos
R$ 36,38 bilhões contratados pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 1) para a área, apenas
9% foram concluídos. Na velocidade registrada ao longo dos últimos cinco anos, seria necessário mais
meio século para concluir as obras, de acordo com o ITV.
'O problema não é recurso, mas incapacidade administrativa. O governo fala a todo momento que a
economia está muito bem e que a União arrecada bilhões. Onde está esse dinheiro?', questionou o
deputado.
Na opinião do tucano, a verba não está sendo bem aplicada devido à má gerência administrativa, que
recolhe tantos impostos sem dar retorno à população. O problema se repete não só no Minha Casa, Minha
Vida e no saneamento, mas em saúde e segurança. 'Tanta coisa foi dita durante a campanha. E tudo foi
largado e esquecido pela presidente', criticou o parlamentar.
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9. eBand - SP (07/02/2012)
Pedreira será reaberta em Curitiba
MP-PR, prefeitura e Associação de Moradores do Abranches chegaram ontem a um consenso
Do Metro Curitiba [email protected]
Depois de quase quatro anos, a novela da reabertura da Pedreira Paulo Leminski parece estar chegando
ao fim. Ontem, em audiência entre a prefeitura, o MP-PR (Ministério Público) e a associação de moradores
na 4ª Vara da Fazenda Pública, Falências e Concordatas, a juíza Mariana Gusso suspendeu o processo
que mantinha o espaço fechado. Mas ele só será reaberto depois que passar por obras.
No projeto, está previsto o alargamento do portão de entrada, em 12 metros, e das atuais saídas de
emergência, além da construção de outras duas saídas, com escadas no paredão da lateral esquerda do
palco, dando acesso à área do estacionamento e do heliponto.
Os eventos terão que ter equipamentos que direcionem o som, evitando vazamentos e reclamações por
parte de moradores do Abranches. “Com caixas espalhadas e regulagem de graves, não é necessário
volume tão alto em um único ponto”, explica o assessor de Controle Externo da Procuradoria Geral do
Município, Sílvio Brambila.
Mesmo assim, haverá limite de horário, que varia com o tipo e a data do evento. “No sábado, terá que
terminar até 1h. No domingo, até 22h”, comenta Brambila. Segundo ele, haverá pagamento de caução
antecipado para evitar violações das regras.
A Pedreira foi fechada em março de 2008 a pedido de 134 moradores da região, que reclamavam de
barulho e desordem. “É uma vitória depois de uma série de encontros para buscar a conciliação”, comenta
o vereador Jonny Stica, líder do movimento “A Pedreira é nossa”.
Outras mudanças
Um posto da Polícia Militar será instalado na Pedreira, segundo Brambila. O trânsito será fiscalizado e as
ruas poderão ser bloqueadas, com acesso apenas para moradores. A Pedreira também terá gerador de
energia para garantir a iluminação e os equipamentos sonoros.
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10. Estado de Minas - MG (08/02/2012)
Agenda
Mineração – Desmonte de rochas com explosivos é o curso oferecido pelo Instituto de Educação
Tecnológica (Ietec) amanhã e sexta-feira, dirigido a engenheiros, geólogos, técnicos, construtores e demais
profissionais com interesse na área. Informações: (31) 3223-6251, 3116-1000 e no www.ietec.com.br.
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Mais informações: Comunicação ANEPAC
Pró Cultura Marketing e Eventos
Tel/Fax: 11 5505 7797
[email protected]
CLIPPING DE NOTÍCIAS
Acompanhe as notícias dos setores de areia, brita e
construção civil
Nas primeiras horas do dia os sindicatos, associações e
executivos recebem um e-mail com as notícias publicadas
nos principais veículos de comunicação do País.
1. Olhar Direto - MT (07/02/2012)
Dilma pede dedicação e bom trânsito político a novo ministro das Cidades
...ministro Aguinaldo, sua total dedicação a essas prioridades. Estará sobre sua gestão o Minha Casa,
Minha Vida, o maior e mais importante programa de construção de moradias na historia recente do país
(...) Ele [Minha Casa, Minha Vida] é a nossa estratégia central de garantir que as famílias de ...
2. GP1 - PI (07/02/2012)
ADH vai entregar mais mil unidades habitacionais no Jacinta Andrade
...uma nova cidade na Santa Maria da Codipi, bairro onde fica localizado o empreendimento. Da Redação O
objetivo do Governo do Piauí com a construção do Residencial Jacinta Andrade é diminuir o déficit
habitacional de Teresina e garantir uma vida digna para as famílias contempladas. Para ...
3. Pagina 20 - AC (07/02/2012)
Governo e Banco do Brasil celebram parceria para construção de moradias
...por 07-Fev-2012 O Banco Brasil (BB) é o novo parceiro do governo do Acre na construção de unidades
habitacionais integrantes do programa Minha Casa, Minha Vida. Famílias com renda de até três salários
mínimos serão ...
4. Jornal Indústria e Comércio - PR (07/02/2012)
Entregas de imóveis devem duplicar em Curitiba
...entregues duplique em 2012, em relação ao ano anterior, chegando a 7.354 apartamentos Crescimento
no volume de apartamentos entregues pelas construtoras e valorização dos imóveis novos. Estas são as
perspectivas da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná ...
5. O Documento - MT (06/02/2012)
Feira de negócios em construção e habitação será lançada em Cuiabá
.../ Várzea Grande, 06/02/2012 - 10:56. Da Redação Mato Grosso terá a primeira feira de negócios da
cadeia produtiva da indústria da construção. Em 4 dias de evento, são esperadas cerca de 8 mil pessoas
entre consumidores de imóveis e empresários do segmento. Entre os dias 19 e 22 ...
6. Ribeirão Preto Online - SP (07/02/2012)
Emprego na construção civil cresce 19,59% em Ribeirão Preto
...Ribeirão Preto Online O número de empregos na construção civil cresceu 19,59% em Ribeirão Preto,
segundo uma pesquisa divulgada na última sexta-feira (3), pelo Sinduscon (Sindicato da Indústria da ...
7. Jornal da Manhã - MG (07/02/2012)
Mercado imobiliário deve registrar crescimento de 30% ao longo do ano
...acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), em 2011,
os financiamentos para a compra e construção de imóveis atingiram a marca de R$ 79,9 bilhões, sendo
considerado o maior volume já registrado em todo o país. Ao todo, foram emprestados ...
8. Jornow - SP (07/02/2012)
Governo exige que Construtoras tenham certificado para atuarem no Programa Minha Casa, Minha
Vida
...06/02/12 As projeções da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da construção) indicam que, neste ano,
cerca de 1,6 milhão de unidades habitacionais serão financiadas em todo o país. Além disso, a entrada de
novos ...
9. Gazeta do Povo - PR (07/02/2012)
Justiça suspende processo que mantém Pedreira fechada
...cobrar um valor de “caução” e fiscalizar antes dos eventos o cumprimento das exigências. Além disso,
duas novas saídas de emergência deverão ser construídas próximo ao elevador existente atualmente ao
lado do palco, para dar acesso a saída pela rua Eugênio Flor. O próprio elevador deverá ser ...
1. Olhar Direto - MT (07/02/2012)
Dilma pede dedicação e bom trânsito político a novo ministro das Cidades
G1
A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (6) que espera do novo ministro das Cidades,
Aguinaldo Ribeiro, "total dedicação" para as ações sob responsabilidade da pasta e ainda "bom trânsito
político" para poder executá-las em parceria com governos estaduais e municipais.
No discurso de posse do novo ministro, Dilma ressaltou o perfil da pasta, responsável pelo programa
habitacional Minha Casa, Minha Vida.
"Espero, caro ministro Aguinaldo, sua total dedicação a essas prioridades. Estará sobre sua gestão o Minha
Casa, Minha Vida, o maior e mais importante programa de construção de moradias na historia recente do
país (...) Ele [Minha Casa, Minha Vida] é a nossa estratégia central de garantir que as famílias de baixa
renda conquistem o sonho da casa própria".
Depois, disse que as atividades da pasta envolvem União, os governos estaduais e as prefeituras, sendo
por isso, "um dos ministérios mais federativos", o que, nas palavras da presidente, exige "parcerias". "Isso
impõe ao seu titular capacidade de negociação, bom trânsito politico e postura rigorosamente republicana".
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2. GP1 - PI (07/02/2012)
ADH vai entregar mais mil unidades habitacionais no Jacinta Andrade
Segundo os engenheiros da ADH, que acompanham a obra desde o inicio, está se erguendo uma nova
cidade na Santa Maria da Codipi, bairro onde fica localizado o empreendimento.
Da Redação
O objetivo do Governo do Piauí com a construção do Residencial Jacinta Andrade é diminuir o déficit
habitacional de Teresina e garantir uma vida digna para as famílias contempladas. Para tanto, a Agência de
Desenvolvimento Habitacional (ADH), já entregou 2.967 casas e no período de abril a junho deste ano
serão entregues mais 1.000 unidades. Em junho também está prevista a conclusão de duas escolas, o
terminal de ônibus e a pavimentação asfáltica.
“Nossa previsão é concluir as 4.300 mil moradias até o final do ano. Portanto, é a realização do sonho da
casa própria para milhares de piauienses”, declara o diretor geral da ADH, Gilberto Medeiros. A construção
do residencial Jacinta Andrade gerou cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos desde o inicio das obras,
com um investimento total de R$ 147 milhões, recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)
e contrapartida do Governo do Estado.
Segundo os engenheiros da ADH, que acompanham a obra desde o inicio, está se erguendo uma nova
cidade na Santa Maria da Codipi, bairro onde fica localizado o empreendimento. “O Jacinta Andrade foi
planejado com todos os equipamentos comunitários necessários ao bom desenvolvimento da vida social de
famílias piauienses beneficiadas com a obra” , afirma a gerente de Melhorias Habitacionais da ADH,
Tatiana Eulálio.
São três escolas, duas unidades básicas de saúde, terminal de ônibus, duas creches, delegacia, quadra
poliesportiva, centro cultural, mercado público, rede de esgoto, rede elétrica , água encanada e ruas
asfaltadas. “O contrato dos equipamentos foi assinado 15 meses após o contrato da habitação, por isso,
são obras que possuem cronogramas diferentes, ou seja, serão entregues em datas diferentes”, explica
Tatiana.
O residencial ocupa uma área de 172 hectares e irá abrigar aproximadamente 20 mil pessoas. As casas
são destinadas à famílias que ganham de 1 a 3 salários mínimos, como é o caso de Larissa e Leonardo,
pais do pequeno Artur, de 2 anos. “Assinei o contrato na semana retrasada. E ainda não acredito que estou
me livrando de um aluguel de R$ 300 reais”, comenta a beneficiária Larissa. Ela é atendente de consultório
e o marido é frentista, em um Posto de Combustível.
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3. Pagina 20 - AC (07/02/2012)
Governo e Banco do Brasil celebram parceria para construção de moradias
Escrito por
07-Fev-2012
O Banco Brasil (BB) é o novo parceiro do governo do Acre na construção de unidades habitacionais
integrantes do programa Minha Casa, Minha Vida. Famílias com renda de até três salários mínimos serão
beneficiadas com essa união entre instituição financeira e governo.
O protocolo que consolida a parceria foi assinado pelo governador Tião Viana e pelo superintendente do
Banco do Brasil, Marcos Bachiega. O superintendente afirma que para o banco é motivo de orgulho poder
contribuir com a construção de moradias para famílias de baixa renda.
“Nós já temos parceria com o programa Minha Casa, Minha Vida na operação de financiamento para
famílias com rende superior a três salários mínimos, mas agora vamos poder atender aqueles que mais
precisam de uma casa, aqueles que recebem até três salários mínimos”, detalha Bachiega.
A chefe do Gabinete Civil, Márcia Regina Pereira, pontua que a celebração deste protocolo vem para
contribuir. “Isso contempla a ação social desenvolvida também por outros bancos. Será mais uma
instituição engajada para levar moradia para quem mais precisa”, complementa.
PROTOCOLO que consolida a parceria foi assinado pelo governo do Estado e pelo superintendente do
Banco do Brasil
Bachiega revela que o Acre esta se destacando na busca por parcerias para a construção de unidades
habitacionais.
“O Estado e os empresários daqui estão saindo na frente de muitas outras cidades com maior população. O
Acre é um dos poucos que já procurou o banco para firmar parceria. Isso mostra o empenho com que o
governo atua em prol de sua população”, observa o superintendente do Banco do Brasil.
Nos próximos dias o BB promoverá reunião com empresários que atuam no ramo de construção civil para
dar início às operações de crédito. De acordo com Marcos Bachiega, 12 empresas deverão participar deste
encontro.
Política habitacional forte - O ano de 2011 foi um marco para a política habitacional do Acre. Em apenas um
ano, o governo do Estado promoveu a entrega de 4.200 moradias para as famílias de baixa renda.
Os investimentos nesse setor devem seguir até 2014, tendo em vista que o governo trabalha na construção
de mais 10 mil unidades habitacionais que farão parte de um dos projetos mais ousados desta gestão: o
Cidade do Povo, cidade projetada para atender entre 60 a 70 mil pessoas com toda infraestrutura
necessária, incluindo escolas, unidades de saúde, área de lazer, prédios com serviços públicos, entre
outros.
Agência de Notícias do Acre
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4. Jornal Indústria e Comércio - PR (07/02/2012)
Entregas de imóveis devem duplicar em Curitiba
Estimativa é que o número de unidades entregues duplique em 2012, em relação ao ano anterior,
chegando a 7.354 apartamentos
Crescimento no volume de apartamentos entregues pelas construtoras e valorização dos imóveis novos.
Estas são as perspectivas da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná
(Ademi/PR) para o segmento, em Curitiba, para este ano. A estimativa da entidade é que o número de
unidades entregues duplique em 2012, em relação ao ano anterior, chegando a 7.354 apartamentos. O pico
deve se dar em 2013, quando serão entregues quase 11 mil unidades na cidade.
Para o presidente da associação, Gustavo Selig, esta alta é um reflexo da grande quantidade de
empreendimentos lançados em 2008. “Vale lembrar que próximo a 90% do montante total está vendido e
que boa parte não estará disponível no mercado”, analisa. Os apartamentos econômicos, em condomínios
clubes, com três dormitórios devem ser os mais entregues até 2013.
Selig acredita que isto não vai desestabilizar o setor, visto que muitas pessoas que adquiriram o imóvel na
planta para investimento o fizeram com a finalidade de locação. Segundo o Perfil Imobiliário 2011, realizado
pela entidade, apenas 17% dos entrevistados sobre a intenção de compra do imóvel nos próximos 24
meses afirmaram que vão o fazer para investimento. Destes, 82% disseram que vão destiná-lo para
locação e apenas 18% para revenda. “Isto evidencia o perfil do poupador e não do especulador”, comenta
Selig.
O presidente da Ademi/PR não acredita numa concorrência entre apartamentos novos e prontos para
morar. “A flexibilidade de pagamento é maior para um imóvel na planta, em que a percentagem do valor do
imóvel referente à poupança pode ser parcelada durante o período de construção”, justifica Selig.
Considerando este cenário, a tendência dos preços dos imóveis novos é de crescimento. De acordo com
Selig, os lançamentos devem valorizar entre 12 e 15% ao ano. “Este aumento se deve não apenas à
questão da valorização, mas também por conta do aumento dos custos de construção, especialmente mão
de obra e terreno. Por isso, não há como baixar o preço do imóvel”, explica.
Selig afirma que construtoras e incorporadoras estão investido pesado na inteligência de mercado, atuando
com mais força em nichos e apostando em projetos diferenciados. “A tendência é atender perfis de
compradores cada vez mais específicos e oferecer ainda mais personalização na área de acabamento”,
prevê.
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5. O Documento - MT (06/02/2012)
Feira de negócios em construção e habitação será lançada em Cuiabá
Cuiabá / Várzea Grande, 06/02/2012 - 10:56.
Da Redação
Mato Grosso terá a primeira feira de negócios da cadeia produtiva da indústria da construção. Em 4 dias de
evento, são esperadas cerca de 8 mil pessoas entre consumidores de imóveis e empresários do segmento.
Entre os dias 19 e 22 de julho, no Centro de Eventos Pantanal acontece a Edificar, Feira de Negócios da
Habitação e Construção de Mato Grosso. Lançamento está marcado para esta quinta-feira (09), no
auditório da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt).
Projeto da Edificar nasceu da parceria entre o Sindicato da Indústria da Construção do Estado de Mato
Grosso (Sinduscon-MT) e do Sindicato da Habitação de Cuiabá e Várzea Grande (Rede Secovi-MT) para
promover oportunidades de negócios restrito à cadeia produtiva da indústria da construção e da habitação.
Durante a feira serão realizadas ainda palestras, workshops e painéis de discussão voltados para
profissionais e investidores do setor.
Além do público mato-grossense, o evento deverá atrair empresas e investimentos de outros estados,
principalmente do Norte e Centro-Oeste brasileiro. Está prevista a comercialização de imóveis e negócios
entre representantes do segmento, como construtoras, instituições financeiras e expositores de máquinas e
produtos voltados para construção. São esperados 80 expositores para o evento.
São parceiros da Edificar, a Fiemt, a Federação do Comércio de Mato Grosso (Fecomércio), Governo do
Estado de Mato Grosso, Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (CREA-MT),
Sebrae e a Caixa e Banco do Brasil. A realização é do Sinduscon-MT e Secovi-MT.
Momento de Expansão
O chamado do boom da construção civil tem se concretizado não somente como uma fase da economia
depois de anos de estagnação, mas como uma tendência. Com políticas para geração de renda e emprego,
programas de estímulo à construção e projetos de qualificação de mão de obra, o segmento se consagra
como uma das principais forças para a pujança econômica do país e de Mato Grosso.
Nos últimos cinco anos, a geração de empregos formais pela construção no Estado saltou de 19,139 mil
contratações em 2006 para 49,142 mil em 2011, crescimento de 156 %. Estes números, porém, não
refletem a realidade em sua totalidade, uma vez que há pelo menos mais o mesmo número de
trabalhadores autônomos empregados em obras e reformas particulares, como de casa e pequenas
empresas, que não fazem parte da estatística porque não possuem a carteira de trabalho registrada.
Outro dado que aponta crescimento puxado pela construção é o Produto Interno Bruto (PIB) que entre 2005
e 2009 saltou de R$ 1,63 bilhão para R$ 2,35 bilhões somente com relação a este segmento no Estado.
PIB total mato-grossense passou de R$ 33,3 bilhões para R$ 51,2 bilhões, crescimento de 53% de acordo
com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Neste mesmo período, o país registrou
incremento de 21%, passando de R$ 1,8 trilhão para R$2,7 trilhões. Ou seja, Mato Grosso cresceu 30
pontos percentuais a mais do que o país.
Com relação ao comércio de materiais para construção, a Pesquisa Mensal do Comércio realizada pelo
IBGE mostra que Mato Grosso é o estado do Centro Oeste que mais cresceu em 2011. De acordo com
levantamento, até novembro o volume de vendas do comércio varejista ampliado, que inclui os materiais
para construção, acumulava alta de 8,9%. Enquanto Goiás teve crescimento de 8,2%, Mato Grosso do Sul
de 4,2% e o Distrito Federal de 2,4%.
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6. Ribeirão Preto Online - SP (07/02/2012)
Emprego na construção civil cresce 19,59% em Ribeirão Preto
Fonte: Ribeirão Preto Online
O número de empregos na construção civil cresceu 19,59% em Ribeirão Preto, segundo uma pesquisa
divulgada na última sexta-feira (3), pelo Sinduscon (Sindicato da Indústria da Construção de São Paulo).
Foram criadas 3.385 vagas no município em 2011. Na região, o crescimento foi de 15,37%, ou seja, 7.049
vagas criadas no ano passado.
Segundo a pesquisa, Ribeirão tem, atualmente, 20.661 trabalhadores no ramo, o que representa 38,5% do
total regional. Enquanto isso, a região registra 53.589 postos de trabalho, o que representa 6,8% do total
em todo o Estado.
Queda em dezembro
Segundo a pesquisa, no mês de dezembro, Ribeirão teve 513 postos de trabalho fechados, queda de
2,42% em relação ao mesmo período de 2010. Já a região também registrou queda, quando 875 postos de
trabalho foram fechados no último mês do ano, o que representou queda de 1,61% se comparado com
dezembro de 2010.
Segundo o Sinduscon, uma das explicações para a queda em dezembro se deve ao fato de muitos
empreendimentos estarem concluídos. Ainda segundo o sindicato, a crise financeira internacional e a falta
de mão de obra qualificada são outros possíveis motivos para a queda na geração de empregos.
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7. Jornal da Manhã - MG (07/02/2012)
Mercado imobiliário deve registrar crescimento de 30% ao longo do ano
De acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), em
2011, os financiamentos para a compra e construção de imóveis atingiram a marca de R$ 79,9 bilhões,
sendo considerado o maior volume já registrado em todo o país. Ao todo, foram emprestados R$ 23,7
bilhões a mais do que em 2010, o que representou crescimento de 42%.
O corretor de imóveis, Flávio Maia, que trabalha apenas com compra e venda, observa este crescimento.
Para ele, nos últimos três anos, a alta foi de 80%. “Só no ano passado apresentamos mais de 200
financiamentos para imóveis. O governo federal facilitou muito o acesso da população com a renda
informal. O Programa Minha Casa, Minha Vida também aceita a renda informal. Em Uberaba, o mercado de
imóveis valorizou muito. Antigamente, eu comprava um terreno por aproximadamente R$ 9 mil e
atualmente, só compro por R$ 35 mil. Está muito valorizado”, destaca o corretor.
Já outro corretor, Bernardo França, aponta que em 2009 foi o início da explosão do setor imobiliário, que
seguiu até meados do ano seguinte. No segundo semestre de 2010, o mercado seguiu estabilizado. “Por
causa dos pacotes econômicos, volta a se restabelecer. Mas ocorreram várias entregas de imóveis com as
finalizações das construções. O mercado não está oscilando, mas para quem quiser adquirir imóvel, este é
um bom momento”, ressalta Bernardo.
Segundo a Abecip, a previsão é manter o crédito imobiliário em alta neste ano de 2012, mas o ritmo de
crescimento deverá ser um pouco mais lento, com aumento em torno de 30%. (JFS)
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8. Jornow - SP (07/02/2012)
Governo exige que Construtoras tenham certificado para atuarem no Programa Minha Casa, Minha
Vida
- 06/02/12
As projeções da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) indicam que, neste ano, cerca de 1,6
milhão de unidades habitacionais serão financiadas em todo o país. Além disso, a entrada de novos
agentes financeiros, como o Banco do Brasil, para atuação no Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV)
está deixando o setor mais otimista.
Mas, para atuar no MCMV, as construtoras precisam ser certificadas com o selo PBQP-H - Programa
Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat - através da norma SIAC em pelo menos no nível D, que
garante que a empresa está de acordo e cumpre todas as normas e exigências do governo federal no que
tange os processos de construção.
Portar o selo significa estar em conformidade de serviços e obras, melhoria da qualidade de materiais,
formação e requalificação de mão-de-obra, normalização técnica, capacitação de laboratórios, avaliação de
tecnologias inovadoras, informação ao consumidor e promoção da comunicação entre os setores
envolvidos.
Com isso, o governo espera organizar o setor da construção civil em torno da melhoria da qualidade do
habitat em busca da modernização produtiva, além de aumentar a competitividade no setor, reduzir custos
e otimizar o uso dos recursos públicos.
A longo prazo, o objetivo é criar um ambiente de isonomia competitiva, que propicie soluções mais baratas
e de melhor qualidade para a redução do déficit habitacional no país, atendendo, em especial, a produção
habitacional de interesse social.
A PDCA Engenharia, construtora com origem em Uberlândia (MG) e atuação em 21 municípios, construiu
somente em 2011 cerca de 1.500 moradias financiadas pela CAIXA através de programas habitacionais do
governo. Para este ano, estima atingir a meta de 4.600 unidades habitacionais construídas, três vezes mais
que em 2011.
Para isso, acaba de renovar sua certificação PBQP-H nível A, através de uma auditoria de manutenção
feita pelo órgão credenciado líder na categoria, Bureau Veritas.
Em Minas Gerais, a PDCA Engenharia foi a primeira Construtora a possuir o selo PBQP-H, nível A, que
vem sendo renovado ano após ano desde 2002. Além disso, a empresa foi a primeira no Estado a
conquistar o Certificado ISO 9001 em 1998. “Já passamos por 21 auditorias de manutenção e certificação e
investimos continuamente na melhoria de todos os nossos processos. Contamos com um departamento de
gestão da qualidade atuante, que é fruto da preocupação dos diretores da empresa com melhoria
contínua”, informa o Gestor da Qualidade, Jabez Ferreira Marques.
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9. Gazeta do Povo - PR (07/02/2012)
Justiça suspende processo que mantém Pedreira fechada
Local segue interditado até que a prefeitura de Curitiba realize obras de adequação do espaço
A juíza da 4ª Vara da Fazenda Pública de Curitiba, Mariana Gluszcynski Fowler Gusso suspendeu na tarde
desta segunda-feira (6) o processo judicial em que o Ministério Público do Paraná (MP-PR) pede o
fechamento da Pedreira Paulo Leminski, em Curitiba, por que o barulho e a desordem nos dias de eventos
atrapalham os moradores da vizinhança, no bairro Abranches. A paralisação da ação vale até a Prefeitura
de Curitba realizar obras para criar novas saídas de emergência, equipamentos para evitar vazamento de
som e ações de gerenciamento de trânsito e segurança da região nos dias de shows. Com isso, o local
segue interditado pela decisão liminar de março de 2008, expedida pela própria 4ª Vara.
Na ação, a juíza argumenta que a Justiça só voltará a analisar a situação da Pedreira novamente após a
prefeitura realizar a adequação, o que não tem prazo para acontecer. “Diante do plano (de adequação)
apresentado pelo município de Curitiba (...) fica acordado entre as partes e autorizado por este juízo a
realização das obras e concretização de todo o plano apresentado. Deve o município de Curitiba comunicar
nos autos a finalização de todo o pactuado”, afirma Gusso. Ela completa: “Neste período, o processo
permanecerá suspenso (...). A liminar permanece vigente.”
O plano de adequação foi apresentado nesta segunda pela prefeitura depois de um acordo em outubro de
2011. Na época, definiu-se que o Executivo realizaria estudos técnicos e apresentaria os documentos ao
processo para embasar a decisão judicial sobre reabrir ou não a Pedreira para grandes eventos. O plano foi
realizado por técnicos das secretarias de Meio Ambiente e Administração, com o auxílio do Corpo de
Bombeiros.
Mudanças
Pelo documento apresentado, a reabertura da Pedreira está condicionada ao uso de equipamentos de som
especiais que limitam a acústica com o direcionamento do áudio de forma mais específica, evitando a
propagação exagerada do som na vizinhança. Os empresários que queiram usar o espaço terão que se
comprometer a utilizar este tipo de equipamento e para isso a prefeitura passará a cobrar um valor de
“caução” e fiscalizar antes dos eventos o cumprimento das exigências.
Além disso, duas novas saídas de emergência deverão ser construídas próximo ao elevador existente
atualmente ao lado do palco, para dar acesso a saída pela rua Eugênio Flor. O próprio elevador deverá ser
substituído. As atuais saídas de emergência deverão ser alargadas para possibilitar a passagem de mais
pessoas ao mesmo tempo e deverá ser implantada uma sinalização específica para elas, com geradores de
energia próprios.
Existe a possibilidade ainda de implantar dois módulos da Polícia Militar no local, um do lado de fora,
próximo à Ópera de Arame, e outro dentro da Pedreira.
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Mais informações: Comunicação ANEPAC
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