Revisão – CURSINHO UVA Prof.: Paulo Ênio – Física I ESTILO UVA Assuntos: Termologia. 1) (UVA – 2003.1) Qual a temperatura, na escala Fahrenheit em que esta escala e a escala Kelvin possuem o mesmo valor numérico? Considere 0 °C = 32 °F = 273 K e 100 °C = 212 °F = 373 K? a) – 40,00 °F b) 225,50 °F c) 2297,35 °F d) 574,25 °F Resp. [D] Sabemos que T F : F 32 T 273 F 32 F 273 5 F 160 9 F 2457 9 5 9 5 4 F 2297 F 574, 25º F 2) Em um termômetro de líquido, a propriedade termométrica é o comprimento y da coluna de líquido. O esquema a seguir representa a relação entre os valores de y em cm e a temperatura t em graus Celsius. Para esse termômetro, a temperatura t na escala Celsius e o valor de y em cm satisfazem a função termométrica: a) t = 5y b) t = 5y + 15 c) t = y + 25 d) t = 60 y - 40 Resp. [C] 100º 15 C 40 15 C 40 C Y Y Y 15 C 40 75 15 100 40 60 60 40º Como Y y e C t , substituindo: t y 15 40 t y 25 75º Y 15º 3) O professor Paulo Ênio, um pesquisador na área de termologia, verifica que uma certa temperatura obtida na escala Kelvin é igual ao correspondente valor na escala Fahrenheit acrescido de 145 unidades. Esta temperatura na escala Celsius é : a) 100°C. b) 248°C. c) 55°C. d) 120°C. Resp. [D] Sabendo que T F 145 F 32 T 273 F 32 ( F 145) 273 5 F 160 9 F 1152 9 5 9 5 4 F 992 F 248 F C F 32 C 248 32 9 C 1080 C 120º C 5 9 5 9 4) (UVA – 2008.1 – 2ª fase) Uma escala de temperatura, que chamaremos de escala UVA (°U), possui seu zero (0 °U) coincidindo com o zero absoluto. A diferença entre o ponto de fusão e o ponto de ebulição da água é de 180,0 °U. Qual a temperatura do ponto de fusão da água na escala UVA? Considere o ponto de fusão da água T = 273,0 K. Na CNTP. a) 226,5 °U b) 276,5° U c) 453,0 °U d) 491,4 °U Resp. [D] U ' 373 180º 100 U 0 273 0 U 0 273 0 U 1,8 273 273 U U ' U 373 273 180 100 0º 0 U U 491, 4º U 5) O gráfico a seguir representa a relação entre a temperatura TX e TY de duas escalas termométricas X e Y. Qual a temperatura medida terá a mesma indicação nas duas escalas? a) –60º X b) –40º X c) –30º X d) –50º X Resp. [B] A fórmula de conversão entre Tx e Ty será: Tx 32 Ty 0 Tx 32 Ty 18 Tx Ty 32 50 32 10 0 18 10 10 A temperatura Tx varia linearmente com a temperatura Ty: Se: 18 Tx Ty Tx Tx 32 10Tx 18Tx 320 8Tx 320 Tx 40º X 10 6) Uma escala termométrica “T” relaciona-se com a escala Celsius (C) conforme o gráfico ao lado. À pressão normal quais são, respectivamen te, os valores da temperatura de fusão do gelo e ebulição da água na escala T. a) 0 e 100 b) 10 e 60 c) 15,67 e 70,51 d) 11,43 e 63,57 Resp. [B] Observe os pontos no gráfico: Fazendo a proporcionalidade entre as escalas: 70º 120º 7 7 C (20) T 0 C 20 20 T C T C T 120 ( 20) 70 0 140 70 2 20º 0º Substituindo C 0º C , na equação acima, verificamos que o ponto de fusão vale; 20 0 20 T C T T 10º T 2 2 Substituindo C 100º C , na equação acima, verificamos que o ponto de ebulição vale; 20 100 20 T C T T 60º T 2 2 7) (UVA) No segundo semestre do ano a temperatura no sertão do Ceará pode variar de 15°C durante a madrugada até 45°C durante o dia. Qual a distância que dois trilhos de 100 m (medidos na temperatura de 15°C) de ferrovia devem ter entre si, para que eles apenas se toquem quando seus comprimentos forem máximos? Os trilhos são feitos de aço cujo coeficiente de dilatação linear é 11 ∙ 10–6/°C. Suponha que os trilhos estão fixos nas extremidades que não irão se tocar. a) 11 cm b) 6,6 cm c) 3,3 cm d) 1,1 cm Resp. [B] LA L0 A T LA 1 102 11 106 (45 15) 33 103 m 3,3 cm Assim: D 2 LA D 2 3,3 D 6, 6 cm 7) Considere o microssistema 11abaixo formado por duas pequenas peças metálicas, I e II , presas em duas paredes laterais. Observamos que, na temperatura de 15 ºC, a peça I tem tamanho igual a 2 cm, enquanto a peça II possui apenas 1 cm de comprimento. Ainda nesta temperatura as peças estavam afastadas apenas por uma pequena distância d igual a 5 ∙ 10-3 cm. Sabendo-se que o coeficiente de dilatação linear αI da peça I é iguala 3 ∙ 10-5ºC-1 e que o da peça II (αII) é igual a 4 ∙ 10-5ºC-1, qual deve ser a temperatura do sistema, em ºC, para que as duas peças entrem em contato sem empenar? a) 20 b) 35 c) 50 d) 65 Resp. [D]. 0 15º C L 2cm 0I L 1cm 0 Dados: II 3 d 5 10 cm 3 10 5 º C 1 I II 4 10 5 º C 1 Para que as peças entrem em contato, devemos ter: LI LII 5 10 3 2 3 10 5 15 1 4 10 5 15 5 10 3 6 10 5 90 10 5 4 10 5 60 10 5 5 10 3 10 10 5 5 10 5 150 10 5 10 4 5150 10 3 1,5150 10 3 6,5150 101 65º C 8) (UVA. 2004.1) O coeficiente de dilatação linear do alumínio é 23 ∙ 10–6/°C. Você dispõe de um termômetro graduado em °F e verifica que o aumento de temperatura em um dia foi de 18 °F. Qual foi o aumento no comprimento de um mastro de 10 m, feito de alumínio? a) 0,23 cm b) 2,3 cm c) 23 cm d) 230 cm Resp. [A] Dados: αA = 23 × 10–6/°C, Δθ = 18 °F e L0 = 10 m, assim ΔL = ? O detalhe dessa questão está no fato do coeficient e de dilatação linear (α) estar em °C –1 e a variação de temperatura em °F, logo, nossa primeira atitude será transformar a variação de temperatura para °C, assim: C F 18 C C 10º C 5 9 5 9 Agora, aplicando a lei da dilatação térmica linear, temos: L L0 L 10 23 10 6 10 2,3 10 3m 0, 23 cm 9) Uma barra de cobre de 1,000 m de comprimento, à temperatura de 24ºC, tem, para coeficiente de dilatação linear, 1,7. 10 -5ºC-1. Determine, aproximadamente, a temperatura, em graus Fahrenheit, em que a barra terá um milímetro a menos de comprimento. a) -35 b) -33 c) -31 d) -40 Resp. [C] Temos que a barra diminuirá 1 mm, ou seja, L = 0,999 m. Assim: L L L0 L 0, 999 1 L 0, 001m 1 10 3m L L0 1 103 1 1, 7 105 1103 1, 7 10 5 0,588 10 2 58,8º C Logo: 0 58,8 24 34,8º C 35º C Calculando a temperatura em Fahrenheit, obtemos: C F 32 35 F 32 F 32 7 9 F 31º F 5 9 5 9 10) Um estudante pôs em prática uma experiência na qual pudesse observar alguns conceitos relacionados à “Dilatação Térmica dos Sólidos”. Ele utilizou dois objetos: um fino fio de cobre de comprimento 4L, com o qual montou um quadrado, como mostra a figura I, e uma chapa quadrada, também de cobre, de espessura desprezível e área igual a L 2, como mostra a figura II . Em seguida, o quadrado montado e a chapa, que se encontravam inicialmente à mesma temperatura, foram colocados num for- no até que alcançassem o equilíbrio térmico com este. Assim, a razão entre a área da chapa e a área do quadrado formado com o fio de cobre, após o equilíbrio térmico destes com o forno, é: a) 4 b) 3 c) 2 d) 1 Resp. [D] A razão entre as áreas é 1, pois tanto a chapa quanto o quadrado apresentam a mesma área inicial, são feitos de mesmo material e estão sujeitos à mesma variação de temperatura. 11) (UVA – 2008.2 – 2ª fase) Um cubo de latão tem lado 50,0 cm. Qual o aumento de sua área superficial se a temperatura subir de 20,0°C para 70,0°C? O coeficiente de dilatação linear do latão é 20,0 ∙ 10-6 C. a) 10,0 cm b) 15,0 cm c) 20,0 cm d) 30,0 cm Resp. [D] Temos: L 20 10 6 º C 1 70 20 50º C 2 2 A0 50 50 A0 25 10 cm 2 2 20 10 6 40 10 6 º C 1 Assim: A A0 A 25 10 2 40 10 6 50 A 5 cm 2 Como são seis lados, temos: ATotal 6 A ATotal 6 5 ATotal 30 cm 2 12) Uma placa quadrada e homogênea é feita de um material cujo coeficiente superficial de dilatação é β = 1,6 ∙ 10-4 /ºC. O acréscimo de temperatura, em graus Celsius, necessário para que a placa tenha um aumento de 10% em sua área é: a) 80 b) 160 c) 375 d) 625 Resp. [D]. Dados: 1, 6 10 4 º C 1 1 A A0 A0 10 10 A0 A0 1, 6 10 4 100 1 1 10 1, 6 10 4 625º C 1, 6 10 3 A A0 13) Ao ser submetida a um aquecimento uniforme, uma haste metálica que se encontrava inicialmente a 0º C sofre uma dilatação linear de 0,1% em relação ao seu comprimento inicial. Se considerássemos o aquecimento de um bloco constituído do mesm o material da haste, ao sofrer a mesma variação de temperatura a partir de 0ºC , a dilatação volumétrica do bloco em relação ao seu volume inicial seria de quantos por cento? a) 0,33%. b) 0,3%. c) 0,1%. d) 0,033%. Resp. [B] L L0 10 3 L0 L0 10 3 ¨ V V0 V V0 3 V V0 3 10 3 V 0,3%V0 14) (UVA – 2006.1) Ao colocar cervejas no congelador devemos ficar atentos para que as mesmas não congelem. Se o congelamento ocorrer, as garrafas podem se quebrar. Isto ocorre porque: a) a densidade da cerveja aumenta b) a densidade da cerveja diminui c) a massa da cerveja aumenta d) a massa da cerveja diminui Resp. [B] Pelo fato da cerveja ser constituída basicamente de água e esta, quando se encontra em uma faixa de temperatura entre 0 ºC e 4ºC, à medida que a temperatura diminui, sofre uma expansão volumétrica, podendo ocasionar a quebra da garrafa. Como a massa de água não varia, com o aumento do volume a densidade sofre uma redução. 15) Quando um recipiente totalmente preenchido com um líquido é aquecido, a parte que transborda representa sua dilatação ________. A dilatação __________ do líquido é dada pela ___________da dilatação do frasco e da dilatação __________. Com relação à dilatação dos líquidos, assinale a alterna tiva que, ordenadamente, preenche de modo correto as lacunas do texto acima. a) aparente — real — soma — aparente b) real — aparente — soma — real c) aparente — real — diferença — aparente d) real — aparente — diferença — aparente Resp. [A] 16) (UVA – 2003.2) Uma caneca de alumínio de 100 cm 3 está cheia de glicerina a 30 °C. Qual o volume de glicerina que será derramado se a temperatura do sistema caneca/glicerina subir para 100 °C? Considere o coeficiente de dilatação volum étrica do alumínio igual a 70 ∙ 10– 6/°C e o da glicerina 5 ∙ 10– 4 / °C. a) 3,01 cm3 b) 3,50 cm3 c) 3,99 cm3 d) 0,49 cm3 Resp. [A] V0 100 cm3 0 30º C Dados VAP ? 6 Al 70 10 º C 4 6 1 Glicerina 5 10 500 10 º C A relação entre os coeficientes de dilatação volumétrica é: Real AP Rec AP Real Rec AP 500 10 6 70 10 6 AP 4, 3 10 4 º C1 Calculando o volume aparente: V AP V0 AP V AP 100 4, 3 10 4 (100 30) V AP 3, 01 cm 3 Portanto, o volume derramado foi de 3,01 cm 3. 17) Um recipiente de vidro de capacidade 500 cm 3 contém 200 cm 3 de mercúrio, a 0ºC. Verifica-se que, em qualquer temperatura, o volume da parte vazia é sempre o mesmo. Nessas condições, sendo γ o coeficiente de dilatação volumétrica do mercúrio, o coeficiente de dilatação linear do vidro vale: a) 15 2 b) 15 c) 5 3 d) 5 Resp. [B] Para que o volume da parte vazia permaneça inalterado, devemos ter: Vrec Vreal V0rec rec V0real real 5 00 rec 2 00 real 2 real 15 18) Um botijão de gás liquefeito de petróleo (gás de cozinha) apresenta um intenso vazamento na válvula. Podemos afirmar que: a) o botijão ficará com a temperatura inalterada. b) o botijão ficará com temperatura muito baixa, pois cederá energia ao gás para que este se vaporize. c) o botijão ficará muito quente, porque o gás cede energi a ao botijão para se vaporizar. d) o botijão ficará muito quent e, porque o gás escapa com grande velocidade. e) o botijão ficará com temperatura inalterada, pois o processo ocorre sem trocas de calor. Resp. [B] 5 (3 rec ) 2 real rec 19) Quando se está ao nível do mar, observa -se que a água ferve a uma temperatura de 100 ºC. Subindo uma montanha de 1 000 m de altitude, observa -se que: a) a água ferve numa temperatura maior, pois seu calor específico aumenta . b) a água ferve numa temperatura maior, pois a pressão atmosférica é maior . c) a água ferve numa temperatura menor, pois a pressão atmosférica é menor . d) a água ferve na mesma temperatura de 100º C, independente da pressão atmosférica . e) a água não consegue ferver nessa altitude . Resp. [C] Quanto maior a altitude menor a pressão atmosférica e, conseqüentemente, menor a temperatura de ebulição da água . 20) (UVA – 2005.1) Em termodinâmica, o que é um corpo negro? a) É um corpo de cor preta. b) É um corpo que não emite radiação. c) É um corpo que não absorve radiação. d) É um radiador e absorvedor ideal. Resp. [D] Um corpo negro goza de algumas propriedades bem peculiares como: maior emissividade; maior absorção; refletividade nula (ideal) Assim, podemos afirmar que o item que melhor descreve um corpo negro [ideal] é a opção D. 21) A poluição atmosférica ainda causará grandes mudanças ambientais e comportamentais pelas próximas gerações, em particular, devido à sua influência no efeito estufa e na camada de ozônio. Sobre esses fenômenos são feitas as seguintes considerações: I. A queima de combustíveis fósseis e as queimadas de florestas elevam a quantidade de dióxido de carbono na atmosfera. Com mais dióxido de carbono, a atmosfera absorve uma quantidade maior da radiação infravermelha emitida pela superfície terrestre. O resultado é o aumento da temperatura em todo o planeta, o chamado aquecimento global. II. O efeito estufa natural mantém o clima terrestre ameno, sem grandes variações entre o dia e a noite, permitindo que a vida se mantenha. Sem ele, a temperatura média da superfície terrestre seria bem menor e, com o conseqüência, uma parte muito maior do nosso planeta seria permanentemente coberta de gelo. III. Na estratosfera existe uma camada de ozônio O3 que absorve a radiação ultravioleta do Sol. Essa radiação bronzeia a nossa pele, danifica o DNA, provoca câncer de pele, catarata e danos ao sistema imunológico. A presença de ozônio na estratosfera funciona como uma capa protetora, pois reduz a radiação ultravioleta que chega a superfície terrestre. IV. A poluição atmosférica vem provocando uma redução na camada de ozônio, que persistirá ainda durante o século XXI. Está correto o que se afirma em: a) I e III apenas. b) II e IV, apenas. c) I, II e III, apenas. d) II, III e IV, apenas. e) I, II, III e IV. Resp. [E] I – Correta porque o gás carbônico retém a radiação infravermelha. Com mais dióxido de carbono na atmosfera, temos um incremento natural do efeito estufa o que leva ao aquecimento global. II – Correta porque o efeito estufa natural é conseqüência da presença dos gases estufa na atmosfera (CO 2, H2O). Ele mantém uma temperatura média ideal para a biodiversidade planetária. III – Correta porque a poluição pelos CFC’s destrói a camada de ozônio. E o cloro liberado pelos CFC’s age como catalisador amplificando a destruição do ozônio. A permanência dos CFC’s na estratosfera é longa, logo por muitos anos a camada de ozônio continuará sendo destruída, mesmo com a interrupção de sua utilização. 22) Um resistor R é colocado dentro de um recipiente de parede metálica, no qual é feito vácuo e que possui um te rmômetro incrustado em sua parede externa. Para ligar o resistor a uma fonte externa ao recipiente foi utilizado um fio, com isolamento térmico que impede transferência de calor para as paredes do recipiente. Essa situação encontra se ilustrada na figura a seguir. Ligando o resistor, nota -se que a temperatura indicada pelo termômetro aumenta, mostrando que há transferência de calor entre o resistor e o termômetro. Pode -se afirmar que os processos responsáveis por essa transferência de calor, na ordem CORRETA, são: a) primeiro convecção e depois radiação. b) primeiro convecção e depois condução. c) primeiro radiação e depois convecção. d) primeiro radiação e depois condução. e) primeiro condução e depois convecção. Resp. [D] 23) (UVA – 2006.1) A transferência de calor do Sol para a Terra é feita por meio de: a) Condução b) Radiação c) Convecção d) Absorção Resp. [B] Considerando que entre o Sol e a Terra existe praticamente vácuo, ou seja, não há meio material, o único processo de transmissão associado é o processo de radiação térmica. 24) Dona Erlane colocou dois espelhos côncavos de mesma distância focal um em frente ao outro. Depois colocou o sensor de um termômetro digital no foco de um deles. O medidor mostrou a temperatura da sala, 38 gr aus Celsius (a experiência foi feita em Sobral). Colocando a chama de uma vela no foco de um dos espelhos, o sensor no outro foco acusa um aumento de temperatura para 40 graus Celsius. Se, em vez da vela, for colocado um cubo de gelo no foco de um espelho, o que acontece com a leitura do sensor no foco do outro espelho? a) Aumenta um pouco. b) Diminui um pouco. c) Permanece a mesma. d) n.r.a. Resp. [B] Haverá transferência de calor do sensor em um dos focos para o gelo no outro foco. Essa transferência é por radiação térmica. Logo, a temperatura do sensor cai um pouco, talvez para uns 36 graus. 25) Embalagens tipo “longa vida” (abertas, com a parte interna voltada para cima, embaixo das telhas) podem ser utilizadas como material isolante em telhados de amianto, que no verão atingem temperaturas de 70 oC. Sobre essa utilização do material, é correto afirmar: a) O calor emitido pelas telhas de amianto é absorvido integralmente pelo “forro longa vida”. b) O calor específico do “forro longa vida” é muito pequeno, e por isso sua temperatura é constante, independentemente da quantidade de calor que recebe da telha de amianto. c) A superfície de alumínio do “forro longa vida” reflete o calor emitido pelas telhas de amianto. d) A camada de papelão da embalagem tipo “longa vida” isola o calor emitido pelas telhas de amianto, pois sua capacidade térmica absorve a temperatura. Resp. [C] 26) (UVA – 2005.2) O que é convecção? a) É a transmissão de calor através das moléculas que compõem um meio material. b) É a transmissão de calor através de emissão ou absorção de ondas eletromagnéticas. c) É a transmissão de calor através do deslocamento de camadas do meio material, devido à diferença de densidade entre elas. d) É a transmissão de calor através do contato entre um corpo e outro de temperatura mais alta. Resp. [C] 27) Escolha a alternativa que complete o texto abaixo: “Até o início do século XIX, acreditava -se que o calor era uma substância material contida nos corpos e que ficou conhecida como calórico. Entretanto, a teoria do calórico mostrou-se inadequada para explicar certos fatos experimentais e, hoje sabe -se que o calor é uma forma de (1)..................... ...................., não tendo sentido físico falar em (2)...........................................”. Selecione a alternativa que complete corretamente as lacunas 1 e 2, respectivamente: a) (1) temperatura dos corpos (2) um corpo ter calor b) (1) radiação (2) aquecimento de um corpo c) (1) energia em trânsito (2) calor contido nos corpos d) (1) pressão (2) energia interna dos corpos Resp. [C] 28) Os cinco corpos, apresentados na tabela, estavam à temperatura ambiente de 15º C quando foram, simultaneamente, colocados num recipiente que continha água a 60ºC. Material Massa Calor específico (g) (cal/gºC) alumínio 20 0,21 chumbo 200 0,031 Cobre 100 0,091 Latão 150 0,092 Ao atingirem o equilíbrio térmico, o corpo que rece beu maior quantidade de calor foi o de: a) alumínio b) chumbo c) cobre d) latão Resp. [D] O corpo que recebe a maior quanti dade de calor é aquele que possui a maior capacidade térmica, ou seja, o latão. 29) (UVA – 2008.1) O BTU é uma unidade de medida de calo r inglesa bastante usada em sistemas de refrigeração e aquecimento. Ele é definido como sendo a quantidade de calor necessária para aumentar de 1°F (de 63° F para 64°F) a massa de uma libra massa da água. Suponha que uma piscina de medidas 4 m × 7,5 m × 1,5 m, totalmente cheia, é aquecida por um 5 sistema capaz de fornecer calor a taxa de 2 ∙ 105 BTUs/hora. A temperatura da piscina é inicialmente 15°C e você deseja uma temperatura final de 25°C. Quanto tempo levará para a piscina aquecer? Despreze perdas de calor para o ar. Considere: 1 libra = 450g; densidade da água: 1g/cm 3. a) 1 h b) 3 h c) 6 h d) 9 h Resp. [D] Cálculo do volume da piscina: V 4 m 7,5 m 1,5 m V 45 m 3 Da densidade, concluímos que esse volume corresponde a uma massa de 45.000 kg. Convertendo a massa em libras: 1 libra 0, 45 kg x 45000 kg x 100000 libras Aplicando a fonte térmica: Pot Q 1 105 118 18 2 105 t t 9 h t t 2 30) Dois recipientes iguais A e B, contendo dois líquidos diferentes, inicialmente a 20°C, são colocados sobre uma placa térmica, da qual receb em aproximadamente a mesma quantidade de calor. Com isso, o líquido em A atinge 40°C, enquanto o líquido em B, 80°C. Se os recipientes forem retirados da placa e seus líquidos misturados, a temperatura final da mistura ficará em torno de a) 45°C b) 50°C c) 55°C d) 60°C Resp. [B] Como as duas porções de líquidos, no primeiro procedimento, absorvem a mesma quantidade de calor, obtém -se a seguinte relação entre as capacidades térmicas: Q A QB m A c A A mB cB B C A A C B B C A (40 20) C B (80 20) CA CB C A 3 CB Misturando-se os dois líquidos, a temperatura de equilíbrio térmico é: Q A QB 0 m A c A (E 40) mB cB (E 80) 0 3 C B (E 40) C B (E 80) 0 CA CB 4 E 200 E 50º C 31) (UVA – 2006.2) Um forno de microondas funciona em uma potência de 750 W. Se você quer ferver, neste forno e ao nível do mar, um litro de água, in icialmente a 25°C, quanto tempo levará para que isto ocorra? Dado: dÁgua = 1000 kg/L, c Água = 4 J/kgºC a) 100 s b) 200 s c) 300 s d) 400 s Resp. [A] Sabemos que: 100º 25º 75º C Fer v er Como: Q m c m c Pot Pot t t t Pot m = d . V, teremos: d V c 1 10 3 4 75 t t t 4 10 2 s t 400 s Pot 750 10 32) Ao nível do mar, certa pessoa necessitou aquecer 2,0 litros d’água, utilizando um aquecedor elétrico de imersão, cuja potência útil é constante e igual a 1,0kW. O termômetro disponibilizado estava calibrado na escala Fahre nheit e, no início do aquecimento, a temperatura indicada era 122ºF. O tempo mínimo necessário para que a água atingis- se a temperatura de ebulição foi : Dados: ρ = 1,0g/cm 3, cágua = 1,0 cal/(g . ºC), 1 cal = 4,2 J a) 1 min 40 s b) 2 min c) 4 min 20 s d) 7 min Resp. [D] Como: d 1g / cm3 1000 g / dm3 1000 g / L V 2 L Cálculo da massa de água: m m d 1000 m 2000 g V 2 Cálculo da temperatura inicial em ºC: C ( F 32) 5 C (122 32) C 50º C 5 9 9 Calculando a quantidade de calor fornecida a água: 4,2 Q m c Q 2000 1 (100 50) Q 100000cal 420000J Assim para o tampo, temos: 60 Q 420000 Pot 1000 t 420s 7 min t t 33) (UVA – 2005.1) O calor específico do cobre é 0,0921, o do chumbo 0,0306 e o do mercúrio 0,0332; valores dados em cal/g °C. Para aquecer 1 kg de cada um deles elementos de 30 °C até 100 °C, a qu antidade de calor necessária será maior na seguinte ordem: a) cobre, mercúrio, chumbo. b) mercúrio, cobre, chumbo. c) chumbo, mercúrio, cobre. d) cobre, chumbo, mercúrio. Resp. [A] Sabemos: Q m c Calculando a quantidade de calor de cada metal: QCu m c QCu 1000 0, 0921 70 QCu 6447cal QPb m c QPb 1000 0, 0306 70 QPb 2142cal QHg m c QHg 1000 0, 0332 70 QHg 2324cal 34) Dois corpos A e B, termicamente isolados do resto do ambiente e inicialmente a diferentes temperaturas t A e tB, respectivamente, são colocados em contato até que atinjam o equilíbrio térmico à temperatura t F = 40 ºC. O gráfico representa a variação do calor recebido pelo corpo A como função de sua temperatura. Se o corpo B tem massa mB = 2,0 g e temperatura inicial t B = 60 ºC, determine o valor de seu calor e specífico em unidades de 10 -2 cal/g ºC. Resp. De acordo com o gráfico: Q m A c A 30 m A c A 30 c A 1cal / g º C De acordo com o princípio da igualdade: QA QB 0 30 mB cB 0 30 2 cB (40 60) 0 cB 0, 75cal / g º C 35) O gráfico representa a temperatura de uma amostra de 200 g de areia, em função do tempo de aquecimento. A areia recebe energia de uma fonte, cuja potência constante é de 210 J/s. Adotando-se 1 cal = 4,2 J, o calor específico da areia considerada vale, em cal/g.ºC, a) 0,80 b) 0,50 c) 0,40 d) 0,20 Resp. [D] Dados: 4,2 P 210 J / s Pot 50cal / s ot t 20s m 200 g 45º 20º 25º C A potencia de uma fonte térmica é dada por: Q Pot Q Pot t t Como: Q m c Assim, substituindo os dados, obtemos: P t 50 20 cal m c Pot t c ot c c 0, 20 m 200 25 g ºC Ou 4,2 Q Q 210 Q 4200 J 1000cal t 20 1000 Q m c 1000 200 c 25 c c 0, 2cal / g º C 5000 36) Uma amostra de cobre com, massa mCU =150 g é aquecida em um forno de laboratório até a temperatura T, de 342ºC. Colocando-se, então, o cobre dentro de um frasco contendo água, na quantidade mA = 300 g. A temperatura inicial da água e do frasco é de 6ºC. Considerando o calor específico do cobre ( cCU) igual a 0,1 cal/gºC, a capacidade calorífica efetiva do frasco vazio ( CEF) igual a 45 cal/ºC e calor específico da água (cA) 1, 0 cal/g ºC e, considerando, ainda, que o sistema está isolado, a temperatura final, TF (em ºC), de equilíbrio térmico comum ao cob re, ao frasco e a água é: a) 20 b) 30 Pot c) 40 d) 50 Resp. [A] Para que os corpos envolvidos atinjam o equilíbrio térmico: QCobre QFrasco Q Água 0 m cCobre (TF 342) m cFrasco (TF 6) m c Água (TF 6) 0 Capacidade Térmica 150 0,1 (TF 342) 45 (TF 6) 300 1 (TF 6) 0 Dividindo todos os membros p or 15, temos: TF 342 3 (TF 6) 20 (TF 6) 0 TF 342 3 TF 18 20 TF 120 0 24 TF 480 TF 20º C 37) (UVA – 2003.1) Que massa de vapor d’água a 100 °C deve ser misturado a 150 g de gelo a 0 °C em uma garrafa térmica de modo a produzir água a 50 °C ? Considere: Calor específico da água igual a 1 cal/g . °C, calor latente de fusão da água igual a 80 cal/g e calor latente de vaporização da água igual a 539 cal/g. a) 33,1 g b) 150 g c) 22,3 g d) 100 g Resp. [A] Para que se restabeleça a temperatura original basta que haja o equilíbrio do vapor com o gelo a 50ºC. calor recebido cedido calor mLG m c ( Água ) m LV m c Água 0 150 80 150 1 (50 0) m 539 m 1 50 100 0 19500 m 33,1 g 589 38) (UVA – 2003.1) Qual o valor aproximado da quantidade de calor necessária para derreter completamente 3 kg de cobre puro inicialmente na temperatura de 30 °C. Sejam dados: Ponto de fusão do cobre = 1356 K, calor específico do cobre 386 J/kg.K, calor latente de fusão do cobre 207 kJ/kg. a) 598 kJ b) 1219 kJ c) 1840 kJ d) 621 kJ Resp. m 3 kg 273 0 30º C T 303 K Dados: TFusão 1356 K c 386 J / kg K LF 207 kJ / kg 207000 J / kg QTotal Qsensível QLatente m cCobre m LFusão 3 386 (1356 386) 3 207000 QTotal 1219374 621000 1840374 J QTotal 1840 kJ 12000 7500 539 m 50 m 0 598 m 19500 m 3 39) (UVA – 2004.2) Três cubos de gelo de massa total 20 g e temperatura inicial 0 °C, são colocadas dentro de um copo que contém 180 mL de refrigerante na temperatura de 30°C. Qual a temperatura final da bebida? Considere o caso ideal onde a transferência de calor se dá apenas entre o gelo e o refrigerante. Dados: Calor específico do refrigerante igual ao calor específico da água: 1,0 cal/g °C, calor latente de fusão no gelo 80 cal/g densidade do refrigerante: 1 g/cm , 1 mL = 1 cm3. a) 19°C b) 17°C c) 15°C d) 13°C Resp. [A] Pelo princípio da igualdade: calor recebido calor cedido m LG m c ( Água ) m c Água 0 180 1 ( 30) 20 80 20 1 ( 0) 0 38 19º C 2 30) A enfermeira de um posto de saúde resolveu fer ver 1,0 litro de água para ter uma pequena reserva de água esterilizada. Atarefada, ela esqueceu a água a ferver e quando a guardou verificou que restaram 950mL. Sabe -se que a densidade da água é 1, 0 103 kg / m3 , o calor latente de vaporiza ção da água é 2,3 10 6 J / kg e supõe-se desprezível a massa de água que evaporou ou possa ter saltado para fora do recipiente durante a fervura. Pode-se afirmar que a energia desperdiçada na transformação da água em vapor foi aproximadamente de: a) 25000J. d) 330000J. b) 115000J. e) 460000J. c) 230000J. Resp. [B] A energia desperdiçada corresponde àquela fornecida para a porção de água que, após atingir 100ºC, vaporizou. Como restaram 950mL de água no recipiente, vaporizaram 50 mL, ou seja, 50g ou 50 10 3 kg de água. Dessa forma: Q m Lvaporização 200 3800 Q 50 103 2,3 106 Q 115000 J 31) Um recipiente contém uma mistura de gás ideal X, cuja massa molar é M X, com um gás ideal Y, cuja massa molar é M Y, a uma dada temperatura T. Considere as afirmações abaixo: I. A energia cinética média das moléculas dos gases ideais X e Y depende da temperatura absoluta em que se encontram. II. A velocidade média das moléculas dos gases ideais X e Y depende da tem peratura absoluta em que se encontram e da natureza de cada gás. III. Se M X > MY, a velocidade média das moléculas do gás ideal X é maior qu e a velocidade média do gás ide al Y. Assinale a alternativa correta. a) Apenas I é verdadeira. b) Apenas I e II são verdadeiras. c) Apenas I e III são verdadeiras. d) Apenas II e III são verdadeiras. Resp. [B] A energia cinética das moléc ulas de um gás ideal é dada por: EC 3 RT 2N A m 3 R T , em que R e NA são a constante universal dos gases ideais e o número de 2 NA Avogadro, respectivamente, e T é a temperatura absoluta em que se encontra o gás. A velocidade média das moléculas de um gás ideal é dada por : 3 R T vM , em que M é a massa molar do gás ideal. Portanto, a energia cinética M depende apenas da temperatura abso luta (afirmativa I é verdadeira) e a velocidade média das partículas depende da temperatura absoluta T e da natureza do gás ideal (massa molar M). Portanto, a afirmativa II é verdadeira. Se: M X M Y , ( v M ) X ( v M )Y (afirmativa III é falsa). EC 32) Um gás perfeito sofre as transformações indicadas no gráfico pressão x volume, no qual o trecho BC é uma hipérbole. Em relação às temperaturas dos estados a, b, c e d, é CORRETO afirmar: a) Ta > Tb > Tc > Td b) Ta < Tb < Tc < Td c) Ta < Tb ; Tb = Tc ; Tc > Td d) Ta > Tb ; Tb = Tc ; Tc = Td e) Ta > Tb ; Tb = Tc ; Tc < Td Resp. [C] • Como bc é uma hipérbole, Tb = Tc (isotérmica). • PV = n.R.T, como PV de a é menor que b( Ta < Tb) • PV = n.R.T, como PV de c é maior que d (Tc > Td) 33) (UVA – 2008.2 – 2ª fase) Uma amostra de um gás ideal ocupa um volume V a uma pressão P e temperatura absoluta T. Se k é a constante de Boltzmann, qual das seguintes expressões dá o número de moléculas da amostra? A constante de Boltzmann é dada por k = R / N onde R é a constante universal dos gases e N A o número de Avogadro. a) P ∙ V / T b) k / P ∙ V ∙ T c) P ∙ V / k ∙ T d) k ∙ T / V Resp. [C] R K NA Podemos expressar o número de moléculas de um gás (N) por: N N K N N n NA n n n R NA R K Utilizando a equação de Clapeyron, podemos explicitar o número de mols do gás por: p V p V n R T n R T Igualando: K N p V p V N R R T K T 34) (UVA – 2005.2) Em uma transformação isotérmica de um gás ideal, sua pressão inicial é duplicada. Podemos afirmar que: a) O volume do gás duplicará. b) O volume do gás permanecerá constante. c) O volume do gás será reduzido à metade. d) O volume do gás irá variar de um valor desconhecido. Resp. [C] Numa transformação isotérmica (T = cte) a pressão e o volume variam inversamente, ou seja: p1 V1 p2 V2 V p1 V1 p2 V2 p1 V1 2 p1 V2 V1 2 V2 V2 1 2 T1 T2 Assim, se a pressão é duplicada o volume fica reduzido à metade. 35) (UVA – 2005.1) Se no fundo de uma piscina você soltar uma bolha de ar de volume V, à medida que ela subir para a superfície o volume irá: a) Aumentar b) Diminuir c) Permanecer o mesmo d) Não podemos concluir sem saber valores numéricos Resp. [A] Levando em consideração que a temperatura da água da piscina praticamente não varia: p1 V1 p2 V2 p1 V1 p2 V2 T1 T2 A pressão e o volume são inversamente proporcionais, isto é, se a bolha sobe: pressão diminui e volume aumenta. p V 36) Quatro recipientes metálicos, de capacidades diferentes, contêm oxigênio. Um manômetro acoplado a cada recipiente indica a pressão do gás. O conjunto está em equilíbrio térmico com o meio ambiente. Considere os valores das pressões e d os volumes indicados na ilustração e admita que o oxigênio comporta-se como um gás ideal. Pode -se concluir que o recipiente que contém maior número de moléculas de oxigênio é o da figura: a) I c) III b) II d) IV Resp. [B] p V p V n R T n R T Quem tem o maior P x V, tem o maior número de mols, e por tanto, o maior número de moléculas. pIVI 1 20 20 pIIVII 0,8 30 24 maior ‘n’ e maior número de moléculas . pIIIVIII 0, 4 40 16 pIV VIV 0,3 50 15 37) (UVA – 2004.2) O manual do seu carro recomenda uma2 pressão dos pneus de 26,0 lb/in2 (libras por polegadas ao quadrado) na temperatura de 20,0 °C. Em um dia em que a temperatura ambiente é 35°C, qual será a leitura do medidor de pressão se a calibração do pneu estiver na especificação do manual? Considere o ar como um gás ideal e que o volume do pneu permaneça constante. a) 26,0 lb/in 2 b) 27,3 lb/in 2 c) 30,6 lb/in 2 d) 32,7 lb/in 2 Resp. [B] Sabemos: p1 = 26 lb/in2 Transformando as temperaturas de Celsius para Kelvin: T1 20 273 293K T2 35 273 308K Onde: p1 p2 p 26 2 p2 27 , 3lb / in 2 T1 T2 293 308 38) (UVA. 2004.1) Você calibra o pneu do seu carro com pressão 28,0 lb/in2 (libras por polegadas ao quadrado) na temperatura de 27,0 °C . Após viajar por um certo tempo, a temperatura do ar dentro do pneu atinge 77,0 °C. Que valor aproximado da pressão você mediria nesta temperatura? Considere o ar como um gás ideal e que o volume do pneu permaneça constante. a) 28,0 Ib/in 2 b) 29,2 Ib/in 2 c) 30,6 Ib/in 2 d) 32,7 Ib/in 2 Resp. [D] Dados: Situação inicial p1 = 28,0 lb/in2 T1 = 27,0 °C (300 K) Situação final p2 = ? T2 = 77,0 °C (350 K) Sabendo-se que o volume se manteve constante (transformação isovol umétrica) e que o ar lei tratado como gás ideal , utilizaremos a equação geral dos gases. p1 p2 T1 T2 Assim, substituindo os dados, vem: p 28 2 p2 32 , 7lb / in 2 300 350 39) Uma bomba de bicicleta tem um comprimento de 24 cm e está acoplada a um pneumático. Inicialmente, o pistão está recuado e a pressão do ar n o interior da bomba é 1,0 atm. É preciso avançar o pistão de 8,0 cm, para que a válvula do pneumático seja aberta. Quando isso ocorrer, a pressão, em atm, na câmar a de ar, supondo que a temperatura foi mantida constante, será: a) 1,5 b) 2,0 c) 2,5 d) 3,0 Resp. [A] Como a temperatura é mantida constante: p1 V1 p2 V2 24 p1 V1 p2 V2 p1 24 A p2 16 A p2 p2 1,5atms 16 T1 T2 Sabendo que: V A h 40) (UVA – 2006.2) Um mol de gás ideal, inicialmente nas condições normais de temperatura e pressão, CNTP (T = 0° C, p = 1 atm), é aquecido até que os valores da sua temperatura e da sua pressão sejam dobrados. Qual o valor do volume final do gás? a) 22,4 L b) 44,8 L c) 67,2 L d) 69,6 L Resp. [A] Sabemos que : p 1 atm 1 Situação Inicial V1 22, 4(CNTP ) 273 T1 0º C 273K p2 2 p1 p2 2 1 p2 2 atm Situação Final T2 2T1 T2 2 273 T2 546 K V ? 2 Aplicando a equação geral dos gases perfeitos: p1V1 p2V2 1 22, 4 2 V2 V2 22, 4 T1 T2 200 546 41) (UVA – 2006.1) Em uma transformação de um gás ideal, sua pressão inicial é duplicada e seu volume inicial é reduzido à metade. Podemos afirmar que: a) a temperatura do gás duplicará. b) a temperatura do gás permanecerá constante. c) a temperatura do gás será reduzido à metade. d) a temperatura do gás irá variar de um valor desconhecido. Resp. [B] Pela equação geral dos gases perfeitos, temos: 2 p1 1 V1 p1 V1 p1V1 p2V2 2 T1 T2 T1 T2 T1 T2 A temperatura do gás permanece constante. 42) (UVA – 2003.1) O melhor vácuo obtido em laboratório é da ordem de 10 –13 Pa. Na temperatura de 27 °C, qual o número médio de moléculas por centímetro cúbico em tal vácuo? Considere o número de Avogadro igual a 6 ∙ 1023 mol–1 e a constante universal dos gases igual a 8,3 J/mol.k. a) 16 b) 8 c) 6 d) 24 Resp. [D] Dados: p 11013 Pa 11013 N 2 m 273 T1 27º C 300 K V 1 cm3 10 6 m3 N A 6 1023 mol 1 Sabemos que: p V n R T 1 10 13 10 6 n 8, 3 300 n 4 10 23 moles Assim: 1 mol 6 10 23 moléculas 6 1023 x x 24 moléculas 43) Uma massa de certo gás ideal, ini cialmente nas CNTP, está contida num recipiente provido com uma válvula de segurança. Devido ao aquecimento ambiental, para se manter constante a pressão e o volume no interior do recipiente, foi necessário abrir a válvula de segurança e permitir que 9% dessa massa gasosa escapasse. A temperatura do gás, nesse instante, é de: a) 3.033 ºC b) 2.760 ºC c) 300 ºC d) 27 ºC Resp. [D] 1) Quando o gás ideal encontra -se nas CNTP (T = 273 K; p = 1,0 atm) sua massa (m) é dada por: m p V M p V n R T p V R T m M R T 2) Após a abertura da válvula da segurança, a massa ( m’) de gás ideal, que permanece no recipiente, é dada por: 273 p V M p V M 1 1 m ' 91% m 0,91 0,91 T ' 300 K 27º C R T ' R T T' 273 44) Ao ir do estado A para o C, certa massa de gás perfeito sofre as transformações isotérmica e isocórica, como mostra o gráfico. Se em A a temperatura do gás era 227 °C, sua temperatura em C será: a) 23 C b) 7 C c) 27 C d) 77 °C Resp. [A] Sabemos que uma transformação isotérmica a temperatura permanece constante, logo em B temos a mesma temperatura de A. Mas de B para C verificamos uma transformação isocórica, então : pB pC 1 0,5 TC 250 K C 250 273 C 23º C TB TC 227 273 TC 45) Ao se encher o pneu de uma bicicleta com uma bomba, percebe -se que a temperatura dele aumenta. Tal fenômeno acontece fundamentalmente porque: a) ao ser injetado no pneu, o ar conduz calor até o seu interior, elevando sua temperatura. b) ao ser injetado no pneu, sob pressão, o ar no seu interior sofre uma reação química exotérmica, aquecendo-se. c) ao receber o ar em movimento, forças de atrito têm de atuar, para trazê -lo até o repouso em relação ao pneu, provocando aquecimento do ar. d) ao ser comprimido para dentro do pneu, realiza -se trabalho sobre o ar, aumentando sua energia interna e, por conseguinte, sua temperatura. Resp. [D] Como Q = 0 temos que ΔU = Q – τ ΔU = 0 – τ . Assim quanto maior o trabalho maior a variação de energia interna e consequentemente o aumento de temperatura. 46) No radiador de um carro, a água fica dentro de tubos de metal (canaletas), como na figura abaixo. Com a ajuda de uma bomba d' água, a água fria do radiador vai para dentro do bloco do motor, circulando ao redor dos cilindros. Na circulação, a água recebe calor da combustão do motor, sofre aumento de temperatura e volta para o radiador; é então resfriada, trocando calor com o ar q ue flui externamente devido ao movimento do carro. Quando o carro está parado ou em marcha lenta, um termostato aciona um tipo de ventilador (ventoinha), evitando o superaquecimento da água. A situação descrita evidencia que, no processo de combustão, pa rte da energia não foi transformada em trabalho para o carro se mover. Examinando -se as trocas de calor efetuadas, pode-se afirmar: a) Considerando o motor uma máquina térmica ideal, quanto maior for o calor trocado, maio será o rendimento do motor. b) Considerando o motor uma máquina térmica ideal, quanto menor for o calor trocado, menor será o rendimento do motor. c) Ocorre um aumento da entropia do ar nessas trocas de calor. d) Ocorrem apenas processos reversíveis nessas trocas de calor. Resp. [C] 47) Os estudos científicos desenvolvidos pelo enge nheiro francês Nicolas Sadi Carnot (1796-1832), na tentativa de melhorar o rendimento de máquinas térmicas, serviram de base para a formulação da segunda lei da termodinâmica. Acerca do tema, considere as seguintes afirmativas: I. O rendimento de uma máquina térmica é a razão entre o trabalho realizado pela máquina num ciclo e o calor retirado do reservatório quente nesse ciclo. II. Os refrigeradores são máquinas térmicas que tran sferem calor de um sistema de menor temperatura para outro a uma temperatura mais elevada. III. É possível construir uma máquina, que opera em ciclos, cujo único efeito seja retirar calor de uma fonte e tra nsformá-lo integralmente em trabalho. Assinale a alternativa correta. a) Somente as afirmativas I e III são verdadeiras. b) Somente a afirmativa I é verdadeira. c) Somente a afirmativa II é verdadeira. d) Somente as afirmativas I e II são verdadeiras. Resp. [D] I. Verdadeira. O rendimento mede o aproveitamento, na forma de trabalho, do total de calor retirado da fonte quente. Ele é dado pelo quociente entre o trabalho e o calor da fonte quente. II. Verdadeira. Os refrigeradores retiram calor de uma fonte fria e o lançam num reservatório quente. Para isso, o refrigerador precisa consumir trabalho. III. Falsa. A segunda lei da Termodinâmica afirma que é impossível construir um dispositivo que, operando em ciclos, retire calor da fonte quente e o transforme integralmente em trabalho. 47) (UVA – 2005.1) Um gás ideal sofre uma transformação isotérmica. A variação da energia interna deste gás será: a) Positiva b) Negativa c) Zero d) Não se pode determinar Resp. [C] U 0 (transformação isotérmica ) T 0 3 U n R T 2 0 0 48) Uma máquina térmica executa o ciclo representado no gráfico seguinte: Se a máquina executa 10 ciclos por segundo, a potência desenvolvida, em quilowatt, é: a) 8 b) 8000 c) 80 d) 0,8 e) 800 Resp. [E] N Como: Área Observando que o sentido do gráfico é horário, logo o trabalho é positivo. Assim: N base altura 2 10 1 4 105 8 10 4 J Sendo: Pot 10 t números de ciclos 8 10 4 Pot 10 800 103 800kW 1 1 49) (UVA – 2007.1) Um inventor afirma ter inventado quatro máquinas térmicas, todas operando entre as temperaturas de 400 e 300 K. As características de cada máquina por ciclo são: Calor retirado do reservatório de Máquina temperatura mais alta I II III IV 200 J 500 J 600 J 100 J Calor cedido para o reservatório de temperatura mais baixa Trabalho realizado 150 J 200 J 500 J 90 J 25 J 300 J 100 J 10 J Baseado na eficiência destas máquinas e em princípios de termodinâmica, qual destas máquinas não pode funcionar. a) I b) II c) III d) IV Resp. [B] i - Calculando a eficiência ( ), temos: T 300 1 Fria 1 0 ,25 % 25 % (rendimento da máquina) TQuente 400 ii - Analisando as opções, temos: Q 175 1 Fria 1 0 ,125 % 12 ,5 % QQuente 200 Nota: é possível, pois o valor do rendimento obtido é menor que o da máquina. II) Q 200 1 Fria 1 0 ,6 % 60 % QQuente 500 Nota: (Não é possível, pois o valor do rendimento obtido é maior que o valor da máquina III) III) Q 500 1 Fria 1 0 ,17 % 17 % QQuente 600 Nota: Idem opção I IV) Q 90 1 Fria 1 0 ,1 % 10 % QQuente 100 Nota: Idem opção I 50) Sobre um sistema realiza -se um trabalho de 3 000 J e, em resposta, ele fornece 500 cal de calor durante o mesmo intervalo de tempo. A variação de energia interna do sistema durante esse processo é: (Dado: 1 cal = 4,2 J.) a) + 2500 J b) – 990 J c) + 900 J d) + 2100 J e) – 2100 J Resp. [C] 3000 J Dados: 4,2 Q 500cal 2100 J Determinando a variação da energia interna: U Q U 2100 ( 3000) U 900 J Momento de descontração BRANCOS E NEGROS Que número corresponde à última fileira? ATLETISMO No torneio de atletismo, Barnabé, Gumercindo e Teodoro participaram das provas de cem metros rasos, salto em distancia e arremesso de dardo. Cada um deles conseguiu um primeiro lugar, um segundo lugar e um terceiro. Descubra o que cada um conquistou, sabendo que: 01. Gumercindo venceu Barnabé no salto em distancia; 02. Teodoro chegou atrás de Gumercindo no arremesso de dardo: 03. Barnabé não chegou em primeiro nos cem metros rasos.