1 RESOLUÇÕES E COMENTÁRIOS DAS QUESTÕES ( ) I Unidade ( x ) II Unidade QUÍMICA E ( ) III Unidade HISTÓRIA Ensino Médio Curso: ___________________________ Série: ______ 3.ª S/E Turma: __________________________ 14 06 2009 Data: ____/____/_______ Química Prof. Carlos Fernando e Demóstenes 1) Resolução 2 180 =2 mF 60 2 = 23 mF 3 mF = 2 8 1 mF = ou 0,25 g 4 2) Resolução 1000g = 2n 7,8 128 = 2 n 27 = 2n n =7 t T1 2 t 7= 14 t = 7 x 14 = 98 dias n= 3) Resolução 98 100% = 2 12,3 x 100% = 28 x 100 =x 256 x = 0,39% 4) Resolução I 137 Æ- βº + Cs 137 Segue → 2 5) Resolução A emissão de partículas altera também o núcleo atômico. 6) Resolução 100% “U” 4,5 x 109 anos 4,5 x10 9 anos 50% U 50% Pb 25%U 25%Pb Resumo Após 9.0 x 109 anos Teremos 25% U – 1 75% Pb - 3 7) Resolução 0 0 100% 18 meses 50% 18 meses 25% 18 meses 12,5% Logo apresenta mais de 10% do valor inicial 1 1 Diferem no número de nêutrons 2 2 Autoexplicante 3 3 São idênticas, pois o Hélio apresenta 2He4 dois prótons e dois nêutrons. 4 4 Os nêutrons lentos estouram os núcleos dos urânios fissionáveis. 8) Resolução 0 0 O CH3 — C = C — CH2 – CH3 | | H H H2O È O3 / Zn O CH3 – C O + H C – CH2 – CH3 H 11 Na oxidação branda cada carbono da dupla receberá uma hidroxila. 22 micodernia CH3 — CH2OH CH3 — C aceti O OH Ácido Acético Etanol 33 CH3 — C = C — CH3 KMnO 4 H ⊕ Conc Δ | | CH3 CH3 44 O || 2 CH3 – C – CH3 Acetona propanona C12H22O11 Sacarose Glicose + Frutose Sacarose ZimaseÈ zimaseÈ 2CH3 — CH2O4 2 CH3 — CH2OH + + 2CO2 2CO2 Segue → 3 9) Resolução pH=4 Æ[H3O+] = 10-3mol/L 1L Æ 10-3 mol H3O+ 103L Æ x = 10-1 mol H3O+ 10-1 mol H3O+, necessitam de 10-1 mol OH- para neutralização. CaCO3 + H2O Æ Ca(OH)2 + H2O + CO2 1 mol Ca(OH)2 Æ 2 mols OHx Æ 1 x 10-1 mol OHx = 0,5 x 10-1 mol Ca(OH)2, consequentemente 0,5 x 10-1 mol de CaCO3. 1 mol CaCO3 Æ 100g 0,5 x 10-1 mol x = 5g CaCO3 10) Resolução H2SO4 V = 50ml = 50 x 10-3L M = 1 x 10-2 mol/L n.º de mols de H2SO4 1 x 10-2 x 50 x 10-3 = 50 x 10-5mol NaOH V = 30ml = 30 x 10-3L M = 6 x 10-2 mol/L n.º de mols de NaOH 6 x 10-2 x 30 x 10-3 = 180 x 10-5 mol. Pela estequiometria da reação, temos: 2 mols NaOH 1 mol H2SO4 Æ 50 x 10-5 mol Æ x = 100 x 10-5 mol NaOH Logo há 80 x 10-5 mol de NaOH em excesso: Æ 80 ml 80 x 10-5 mol NaOH Æ1000l X X = 10-2 mol/L NaOH, Logo a [OH-] = 10-2, portanto o pOH = 2 e pH= 12 11) Resolução − Kh = [HCO 3− ][O H ] [CO 3−2 ] − -4 2,5 x 10 = − [O H ] − [O H ] 2 10 −1 = 25 x 10 −6 -3 [O H ] = 5 x 10 mol/L 12) Resolução X Na2CO3 + H2O Æ HCO 3− + 2Na+ + OH- Meio Básico pH > 7 a 25ºC 13) Resolução Fluxo de elétrons 0 0 1 1 3Co(+aq2 ) + 2 Al 0 3Co 0 +2Al (+aq3 ) Red oxi Ag. Oxidante ag. redutor 2 2 Cálculo da DDP (f.e.m) = +1,66 – 0,28 = 1,38 volts 3 3 A solução de Al (NO3)3 se concentrará Segue → 4 4 4 14) 00 11 22 Resolução O elétrodo de sacrifício é mais facilmente oxidado que a estrutura metálica à qual está ligado. º º O Zinco, sendo mais facilmente oxidado que o ferro ( E oxi Zn > E oxi Fe ) protege o ferro da corrosão. A eletrólise é um processo forçado, ocorrendo às custas de energia. Logo ΔG > 0. 44 Quanto menor o E ºRe d mais facilmente o elemento se oxida e consequentemente será um melhor agente redutor ou um agente oxidante fraco. O ácido sulfúrico serve para aumentar a condutividade elétrica da água. 15) Resolução 33 − 1 O 2( g ) 2 − 1 2mols e →1 mol H2(22,4L) + mol O2(11,2L) 2 2,96.500 → 33,6L gases Q → 67,2 x 10-3 L gases Q = 4,96,5 C Q=ixt H 2 O 2mols e H 2( g ) + t= 16) 00 4/ x 96,5 = 96,5s 4/ Resolução Pilha de Daniel: Semirreações − Znº → Zn+2 + 2 e (Oxidação) →agente redutor (znº) − 11 22 33 44 Cu+2 + 2 e → Cuº (redução) → agente oxidante (Cu+2) A finalidade da ponte salina é estabelecer o equilíbrio entre os íons das soluções de uma semipilha para outra. O “enferrujamento” do ferro corresponde a um processo de oxidação. Na eletrólise aquosa do CuSO4 forma-se no cátodo cobre metálico (admitindo-se a utilização de eletrodos inertes). As reações que ocorrem nas pilhas são de oxidorredução. História Prof. Edson Rocha e Sineide Henriques 17) Comentário Não houve ampliação da cidadania para os estrangeiros, mas o governo afirmou as conquistas políticas importantes para os cidadãos gregos que já vinham do governo de Clístenes. A divisão feita contribui para o crescimento das práticas políticas democráticas da época, ampliando a participação política; mas isso ocorreu na época de Clístenes. Houve, anteriormente, a lei do ostracismo, mas não foi adotada a tirania, e, sim, reformas que ampliaram o poder da população. A Bulé representava os cidadãos de forma mais ampliada, favorecendo o debate sobre seus direitos e deveres e garantindo maior participação e interesse pelas causas políticas, mas foi criada na época de Clístenes. 18) Comentário Para religião da Grécia antiga, os deuses eram a imagem e semelhança dos homens, assim acreditavam em seus mitos, relacionando-os com acontecimentos reais e usando-os para entender o mundo humano. 19) Comentário Segue → 5 No período imperial de Roma, o imperador era divinizado, e os cristãos não aceitavam esta imposição do estado, assim nevavam o Cesaropapismo. 20) Comentário O sistema Feudal ficou caracterizado por ser agrária, amonetária, comércio de troca, sociedade estamental, política descentralizada, produção de subsistência, ideologia teocêntrica pela manipulação do poder estabelecida pela Igreja Católica, os feudos como base da produção. 21)Comentário Vemos que, durante a Idade Média, o sistema feudal estruturou uma sociedade de ordens, economia agrária e autossuficiente, fragmentação política e mentalidade fortemente influenciada pela religiosidade. 22) Comentário O feudalismo foi implantado na Europa ocidental, depois do declínio do império romano teve como base o trabalho sevil, o que mantinha os trabalhadores presos à terra e subordinados a uma série de obrigações (talha, banalidade, corvéia, etc) como impostos e serviços. 23)Comentário Havia fortes ligações da tragédia com a religião, a fonte inspiradora de muitos autores. Não representavam apenas os mitos ligados à elite, mas buscavam um efeito pedagógico que atingia a todos, tendo sua origem nas lendas populares. Diferem da tragédia moderna, pois atualmente se valoriza a ação e se vive numa sociedade voltada para o consumo material. 24)Comentário Otávio Augusto foi o primeiro imperador de Roma, o seu período de governo ficou conhecido como o da “Pax Romana”. É notório que foi estabelecida uma política que procurou punir os abusos e as corrupções administrativas, a qual evitou o maior acirramento de disputas entre os grupos dominantes, como também foram tomadas medidas que dinamirazam a vida intelectual do império, inclusive, fazendo do latim a língua oficial. 25) Comentário A sociedade no Brasil colonial era bastante injusta e de estrutura social de extremos: senhores (casa grande) e escravos africanos (senzala). A camada intermediária era livre e numericamente bastante inferior a dos escravos. Vivia a camada mais numerosa e responsável pela produção das riquezas do Brasil em péssimas condições. Tratada como peças compráveis e de uso e posse total do seu senhor. 26) Comentário Foi um movimento de caráter emancipacionista (de independência), elitista (intelectuais filhos dos donos de minas, na sua maioria) não abolicionista e que não passou da 1.ª fase de preparação – a fase conspiratória. Devido à declaração de Joaquim Silvério dos Reis, a Revolta dfoi abortada e a reação do governo português foi violenta. 27) Comentário Todas as revoltas emancipacionistas (separatistas) sofreram grande influência do movimento iluministas europeu. A Revolta dos Alfaiates ou Baiana inclinou-se para as camadas populares (escravos, alforriados, homens livres pobres). Radicalizou e defendia a abolição da escravidão com a morte dos portugueses. Assustando a pequena participação das elites que se retiraram do movimento conspiratório. Também esse movimento sofreu a delação: a repressão foi bem mais violenta com o número de presos e condenados À morte, assustador. 28) Comentário A vinda da corte portuguesa para o Brasil, fugindo da invasão das tropas napoleônicas do general Junot, colocou o Brasil no caminho da independência sob vários aspectos. O príncipe regente D. João tratou de tornar o Rio de Janeiro (a 2.ª capital do Brasil / a 1.ª foi Salvador) digna da sua presença, por sua vez de tempo indeterminado. Foram inúmeras as mudanças, tanto culturais como políticas. Economicamente a tentativa de industrializar o Brasil fracassou por causa dos danosos tratados com a Inglaterra. Segue → 6 29) Comentário O movimento iluminista europeu apregoava, em termos de poderes, a separação e independência dos Três Poderes (Montesquieu), cabendo ao governante apenas o Poder Executivo. D. Pedro optou por quatro poderes. O QUARTO PODER – O PODER MODERADOR, dava-lhe plenos poderes de interferir no Judiciário e no Legislativo. Havia uma corrente europeia que defendia a existência de um 4.º poder, criação do franco-suiço Benjamin Constant. Seria uma forma intermediária entre o total rompimento com a monarquia absolutista – rescaldo do Congresso de Viena / Santa Aliança. 30) Comentário No início da colonização do Brasil, Portugal procurou se eximir de despesas doando imensas porções de terras a particulares – as donatárias ou capitanias hereditárias. O governo nesse sistema não participaria nos investimentos aqui. Sabemos que este sistema fracassou. Nesta fase de atividade econômica predatória a mão-de-obra utilizada era a indígena. As tribos amigas forneciam alimentos de seus roçados e as tribos inimigas (as que reagiam à dominação) eram exterminadas nas chamadas “guerras justas” – com seus sobreviventes escravizados. Houve uma imposição dos costumes portugueses sobre os povos indígenas dominados. 31) Comentário Com a ampliação da colonização, e com passar do tempo, os descendentes portugueses passaram a contestar os abusivos impostos da metrópole. Surgem os movimentos nativistas de reivindicações para solução de problemas locais, sem falar ainda em separação. Depois, com a chegada das ideias iluministas originárias da Europa, cresceu o anseio por libertação total da metrópole portuguesa/ rompimento do Pacto Colonial, a partir do século XVII e sob influência da independência dos EUA e da Revolução Francesa. 32) Comentário O governo de D. Pedro I foi de grande instabilidade política. A constituição outorgada (imposta) gerou intensos descontentamentos, principalmente no NE. Pernambucano deflagrou uma revolta separatista, que durante outros motivos, não aceitava o autoritarismo do imperador, impondo uma Constituição e ainda com o 4.º Poder. Tem início aí um acelerado processo de desgaste da popularidade de D. Pedro I, que vai culminar com a sua abdicação ao trono brasileiro e a sua volta para Portugal. Segue →