Jovem Informação – Protagonismo Juvenil e Leitura Crítica da Mídia1 CERQUEIRA, Cleymenne2- Universidade Católica de Brasília GUIA, Flávia da3 - Universidade Católica de Brasília Resumo O presente trabalho tem por objetivo apresentar as experiências vivenciadas na realização do Projeto Jovem Informação: Protagonismo Juvenil e Leitura Crítica da Mídia, desenvolvido em 2007 como trabalho de conclusão do curso de Comunicação Social da Universidade Católica de Brasília. Por meio do apoio da Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI), da Fundação W.K.Kellogg, e do Instituto Alana no âmbito do Programa InFormação - Programa de Cooperação para a Qualificação de Estudantes de Jornalismo, as pesquisadoras desenvolveram oficinas de fotografia em lata e jornal mural com 33 adolescentes de três escolas públicas do Distrito Federal. A pesquisa teve como intuito obter subsídios para entender até que ponto o conhecimento de como são produzidas as notícias e as imagens ajudam os adolescentes a desenvolver uma leitura crítica em relação aos produtos oferecidos pela mídia. Durante as oficinas discutimos com os adolescentes a realização de leituras criticas de notícias e imagens divulgadas pela mídia, protagonismo juvenil e mobilização social tendo como base estudos de Antonio Carlos Gomes da Costa, Bernardo Toro e Graça Caldas, entre outros. Inspiradas pela riqueza de comentários sobre o futuro por parte dos adolescentes, além do jornal mural nas escolas, nasceu a Exposição Sonhos em Buracos de Agulha, uma relação entre as fotos confeccionadas com a técnica pin-hole e textos com relatos de seus projetos de vida para 2017, que ocupou o espaço de exposições da Biblioteca da UCB em abril de 2008. Em 2009 as pesquisadoras escreveram um artigo que está no livro Infância e Consumo: Estudos no Campo da Comunicação. Em2010 as atividades foram oferecidas em Orizona (GO) e também em escolas do Distrito Federal. Sempre em contato com os participantes do projeto, as pesquisadoras pretendem realizar um encontro com os 33 adolescentes da primeira oficina para saber sobre o andamento de seus projetos de vida mencionados nos textos produzidos para a exposição. Palavras-chave: Protagonismo juvenil; leitura critica da mídia; mobilização social A profissão do jornalista está ligada às redações dos jornais, revistas, telejornais, rádios, assessorias e web. Somos vistos como os formadores de opinião, intelectuais que sabem de tudo, investigam e levam as pessoas de todas as classes sociais notícias de todos os cantos do mundo. Se as opiniões se formam por meio de nossa visão de mundo temos uma responsabilidade pública em nossas costas. Proporcionamos diálogo dentro do ônibus, no elevador, com o vizinho, com o desconhecido. Mas, o que fazemos com tanto poder? Desejamos mesmo um público passivo, que recebe tudo como uma folha em branco e multiplica essas informações sem nenhum 1 Relato de Experiência apresentado durante a VIII Conferência de Mídia Cidadã, realizado entre 24 e 25 de setembro de 2012, na Universidade de Brasília. 2 Jornalista formada pela Universidade Católica de Brasília. Pós-graduanda em Educação no Ensino Superior pela UCB e aluna especial do Mestrado em Comunicação na UnB. Email: [email protected] 3 Jornalista formada pela Universidade Católica de Brasília com curso de formação para professores e pós-graduanda em Adolescência e Juventude pela UCB. Email: [email protected] tipo questionamento4? Ou queremos um cidadão crítico, reflexivo e capaz de ter um pensamento livre? Vivemos na era da informação. Somos bombardeados por mensagens que chegam em nossos e-mails, telefones celulares, ou buscamos aprofundar nossos conhecimentos no Google. Mas, com tantas opções somos realmente uma sociedade informada e crítica em relação ao serviço que recebemos dos meios de comunicação? Esses foram os questionamentos que impulsionaram o desenvolvimento do Projeto Jovem Informação – Protagonismo Juvenil e Leitura Crítica da Mídia, desenvolvido com 33 adolescentes, estudantes de três escolas públicas do Distrito Federal. Neste relato, pretendemos apresentar como o projeto foi executado e alguns de seus principais resultados. Um dos maiores desafios no desenvolvimento desse trabalho foi buscar dados sobre os conceitos de protagonismo juvenil, mobilização social, e aprofundar nossos conhecimentos na Teoria Crítica da Comunicação, bem como estabelecer uma relação entre o trabalho teórico e prático dentro das escolas. Escolhemos realizar este projeto em instituições de Ensino Fundamental, por ser esse um espaço de aprendizado, multiplicação do conhecimento e de vivência dos adolescentes. Entenda-se por adolescentes ou jovens as pessoas com idade entre 12 e 18 anos, público do projeto Jovem Informação. Mãos à obra Durante a realização do projeto Jovem Informação, nos dedicamos aproximadamente doze meses em um trabalho intenso, intercalados com maternidade, leituras, estágios, muita burocracia e dúvida sobre quais atividades desenvolver. Optamos por realizar oficinas de fotografia em lata (pin-hole), técnica bastante utilizada pela pesquisadora Flávia da Guia e pela qual nutre verdadeira paixão, e jornal mural, que tem proximidade com os trabalhos desenvolvidos pela pesquisadora Cleymenne Cerqueira. Ao informamos sobre o processo de criação dos produtos midiáticos, tínhamos o objetivo de despertar nos adolescentes que participaram das oficinas uma consciência crítica a respeito dos meios de comunicação. 4 Característica da Teoria da Agulha Hipodérmica ou Estímulo-Resposta de Harold Lasswell. Os encontros, que duravam quatro dias, aconteceram entre os meses de abril e maio de 2007, nas dependências do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 411 de Samambaia, CEF 16 de Taguatinga e CEF 301 do Recanto das Emas, com adolescentes que tinham idades entre 13 e 18 anos, à época, e cursavam 7ª ou 8ª séries do Ensino Fundamental. Para as oficinas, confeccionamos apostilas com conteúdo apropriado para cada atividade. Nas oficinas de Jornal Mural abordamos os vários conceitos de comunicação, estrutura da notícia, pautas, fontes, leitura crítica, jornal mural, Código de Ética dos Jornalistas, jargões jornalísticos e Declaração Universal dos Direitos Humanos. Nas oficinas de fotografia utilizamos a técnica experimental de registro de imagens que utiliza caixas ou latas como câmera, papel fotográfico preto e branco como filme para registro da imagem e a química para revelação conhecida por pin-hole, buraco de agulha em inglês. O nome faz relação ao tamanho do orifício feito em uma das extremidades da lata ou caixa que serve como diafragma da câmera. Também abordamos temas como história da fotografia, enquadramento, fotojornalismo, câmeras analógicas e digitais e todo o processo da técnica pin-hole. Com o conhecimento adquirido nas exposições teóricas, os adolescentes foram convidados para uma reunião quando escolheram sua pauta. Todos tiveram liberdade para buscar suas fontes, entendendo as dificuldades e os desafios do tempo, da limitação de conteúdo, da imparcialidade e da veracidade dos fatos. Questões que eram levadas pelos próprios adolescentes no decorrer dos encontros. Os alunos compartilharam, por meio de jornais murais construídos em suas escolas, temas como violência escolar, políticas públicas para educação, profissão, meio ambiente, moda e abuso de poder por parte da direção. Empoderados 5, os autores da matéria, mobilizaram a escola e conseguiram por meio de conversa e representatividade mudar o sinal entre as aulas, que inicialmente funcionava com uma música clássica, que “ninguém escuta” (apud CERQUEIRA e GUIA, 2007, p. 87) para o sinal antigo que agradava aos professores e aos alunos. Neste momento, nos tornamos mobilizadoras sociais e os alunos parceiros nesse processo. Sendo possível a transformação destes em multiplicadores em suas famílias, 5 Empoderamento ou empowerment, na língua inglesa, tem sido comumente traduzido como fortalecimento ou o ganho de poder, mas um poder que emana de dentro do indivíduo e não aquele que lhe é dado. escolas e comunidades. Segundo Cecília Iorio (2002), com informações as pessoas têm a oportunidade de sair da condição de beneficiário para ser um agente ativo do processo. Mas o que é mobilização social? Para Bernardo Toro (1996) mobilizar é convocar voluntários para um propósito comum. Considere aqui que convocação é um ato de liberdade, ou seja, mobilizar não é manipular, é chamar à participação e deixar que se façam escolhas. “A mobilização social não é uma oportunidade de conseguir pessoas para ajudar a viabilizar nossos sonhos, mas de congregar pessoas que se dispõem a contribuir para construirmos juntos um sonho, que passa a ser de todos” (TORO, 1996, p 21). Um processo de mobilização social tem início quando uma pessoa, um grupo ou uma instituição decide iniciar um movimento no sentido de compartilhar um imaginário e o esforço para alcançá-lo (TORO e WERNECK, 1996). O imaginário toca os sentimentos e não somente a razão do indivíduo. Ele conhece os propósitos, se identifica com eles, se apaixona pela causa e participa das ações para chegar aos objetivos do projeto. É por isso que os propósitos de um projeto de mobilização devem ser claros e expressar bem seus sentidos e finalidades. Para Toro (1996), eles devem tocar a emoção das pessoas e despertar a paixão, pois a razão controla, enquanto a paixão move. E a paixão nos levou a convocar esses jovens para se tornarem protagonistas nessa mobilização em busca de uma visão crítica do processo comunicacional que acreditamos ser uma via de mão dupla, quando o interlocutor também participa do processo. Trabalhamos com uma comunicação convocatória, descentralizada, que orienta, instrui e prepara o mobilizado para a participação no projeto. E não uma manipulada, autoritária e paternalista. Para Luis Martins da Silva (1997), a comunicação se difere da manipulação ao passo que permite aos interlocutores mostrarem suas ideias e um não exerce poder sobre o outro, aproveitando para conseguir vantagens e alcançar objetivos individuais. Mas, afinal o que é protagonismo juvenil? Protagonista é aquele que trabalha para um propósito, que tendo sido beneficiado por algum projeto ou não, age para que as coisas aconteçam. Ele dá o pontapé inicial no processo, não fica apenas esperando as coisas acontecerem. Se analisarmos a etimologia da palavra protagonismo vamos perceber a sua ligação com a mobilização. A expressão tem origem na junção de duas palavras: “proto, que significa o primeiro, o principal e agos, que significa luta. Agonistes, por sua vez, significa ‘lutador’. Protagonista quer dizer, então, lutador principal, personagem principal, ator principal” (COSTA, 1999, p.1). Protagonista pode ser qualquer pessoa, de diferente classe social, idade e etnia. Pode ser ainda um grupo, ou vários grupos, uma entidade da sociedade civil, um movimento social ou uma instituição. No entanto, neste relato falamos de um tipo de protagonismo em particular: aquele realizado pelos jovens e adolescentes. Por isso, o emprego do termo Protagonismo Juvenil, que foi elaborado pelo professor Antonio Carlos Gomes da Costa (1999) para designar o jovem autônomo, solidário e que participa das mudanças em sua escola, família e comunidade. E para uma mudança na relação com a mídia é necessário que os adolescentes entendam que os meios de comunicação criam ideias e associações que dificilmente podemos evitar. Nossas conversas e até aulas são pautadas pela mídia. Seja falando sobre a novela, o Campeonato Brasileiro de Futebol, fofocas, política, economia do país, violência. Por este motivo levamos ao conhecimento dos jovens os vários aspectos que envolvem a produção noticiosa, desde a escolha das pautas, a abordagem dada ao fato, a publicação ou veiculação desse conteúdo, a bagagem cultural de quem o produz, o veículo pelo qual a notícia é transmitida e por fim a análise dos efeitos desses produtos sobre o público. Para José Bernardo Toro (1996), um receptor crítico dos meios de comunicação (cinema, televisão, rádios, jornais e revistas) é alguém que não se deixa manipular como pessoa, como consumidor e como cidadão, e para exercer esse direito é indispensável que além de ter políticas públicas que lhe garantam saúde, educação, segurança e lazer, entre outros, ele tenha acesso a um fluxo de informações diversificado, podendo comparar notícias publicadas em vários veículos. Só assim, por meio da comparação entre os fatos noticiados, ele pode estabelecer seus critérios de seleção. Tabulando Dados Para que as atividades não se tornassem apenas oficinas e como havia uma preocupação em conhecer a relação dos jovens com os meios de comunicação, bem como com os produtos desses meios, preparamos dois questionários. O primeiro, intitulado Conhecendo nosso público, foi aplicado no primeiro dia das oficinas e tinha como objetivo identificar os alunos, o acesso que tinham aos meios de comunicação e a relação que tinham com estes. O segundo questionário, que chamamos de Qual sua opinião?, foi aplicado no final das atividades, último dia do projeto nas escolas, momento em que montávamos o jornal mural e confraternizávamos com os adolescentes. Este questionário teve como objetivo identificar se o fato dos adolescentes saberem, mesmo que superficialmente, como são produzidas as notícias e as fotografias alterava de alguma forma a percepção que tinham em relação aos produtos midiáticos e a manipulação da mídia. Durante a realização das oficinas nas escolas inscrevemos o projeto Jovem Informação – Protagonismo Juvenil e Leitura Critica da Mídia no Programa InFormação6 da Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI) . Com a seleção do projeto pelo Programa tivemos a necessidade de ampliar nossos estudos e incluir uma pesquisa sobre a relação da infância e da publicidade. Então, elaboramos um terceiro questionário abordando a relação de consumo desses adolescentes e de seus familiares. Esse questionário, intitulado Adolescentes e Publicidade foi aplicado no dia 10 de novembro na Universidade Católica de Brasília, quando realizamos o Encontrão Jovem Informação com grande parte dos adolescentes das primeiras atividades do projeto. Nele decidimos levantar a questão da Classificação Indicativa e saber dos adolescentes se as restrições de programas de acordo com a idade eram seguidas em suas casas, além de saber se eles se sentiam influenciados pelos comerciais que viam diariamente e se interferiam na hora de comprar algum produto. É importante frisar que esses questionários não têm a pretensão de representatividade de uma população, e sim uma avaliação das atividades desenvolvidas nesse projeto e que foi utilizado com esse fim. Com eles conseguimos ter uma noção de como é a relação desses jovens com os meios de comunicação e até que ponto o fato de conhecerem o saber jornalístico os ajudam a criar uma leitura crítica do que a mídia oferece. Abaixo alguns dados dos três questionários: 6 InFormação: Programa de Cooperação para a Qualificação de Estudantes de Jornalismo criado em 2006 com o objetivo de ampliar de forma sistemática as possibilidades de capacitação dos futuros profissionais de comunicação para o tratamento de temáticas sociais. - 37% dos alunos tinham 13 anos; - 29% das famílias recebiam até um salário mínimo e 24,3% tinham renda familiar mensal de até três salários; - 98% dos alunos estavam com a idade compatível com a série escolar; - de acordo com as respostas dos alunos de Taguatinga e do Recanto das Emas de 18 alunos 15 tem acesso a Internet e 14 acessam regulamente o Orkut. - analisando as respostas parciais dos 18 alunos 10 acham que os meios de comunicação interferem na vida das pessoas e 12 se sentem influenciados pela mídia. - Todos os adolescentes entrevistados utilizam a Internet para fazer pesquisa, acessar o Orkut, e-mails e sites de bate-papos. - 52% dos adolescentes não respeitam o horário indicativo. - 84% dos entrevistados vão fazer compras mensais com a família e 52% sugerem os produtos a serem comprados. - As marcas mais lembradas pelos adolescentes, vistas geralmente em comerciais na televisão, foram: Garoto, Coca-Cola, OMO e Nestlé. - Quando perguntados quais comerciais prendem mais a sua atenção à resposta foi: entre as meninas: comerciais de sapatos, roupas e celulares e entre os meninos: futebol, carro, celular, tênis e Internet. O resultado das atividades desenvolvidas nas escolas, bem como a convivência com esses jovens foi produtiva e conseguiu ir além dos objetivos iniciais do projeto. Diante da riqueza de material produzido, novas propostas surgiram, como a Exposição Sonhos em Buracos de Agulha. Momento em que os participantes do Jovem Informação tiveram a oportunidade de expor, na Biblioteca da UCB, suas fotos produzidas com a técnica pin-hole e textos que retratavam seus desejos para o futuro. Desejos como o de um mundo mais justo, sem violência e principalmente de se sentirem pertencentes de uma sociedade em que todos podem fazer a diferença. Em um dos textos expostos, a estudante Núbia, de 13 anos, relata bem a relação entre o fazer profissional e a sociedade em que vive. “Se eu for jornalista só vou divulgar coisas corretas e tentar colocar nos jornais coisas que faça o ser humano abrir os olhos e ver que ele precisa mudar as suas atitudes. E se for advogada, pretendo defender os direitos humanos e os direitos naturais, preservando a natureza e ajudando aqueles que querem preservá-la.” (apud CERQUEIRA e GUIA , 2007, p. 100). Essas palavras, vindas de uma jovem de treze anos e após sua participação em oficinas de comunicação que tinham como proposta formar protagonistas sociais, nos faz acreditar que os resultados desse tipo de intervenção são positivos e formam cidadãos críticos capazes de sair da situação de espectador e de se tornarem protagonistas. Em 2009, as pesquisadoras foram convidadas pelo Instituto Alana para escrever o artigo: Informar, formar ou entreter? Os meios de comunicação e a formação de juventude crítica e cidadã, que está publicado no livro Infância e Consumo: Estudos no Campo da Comunicação, relatando os resultados do Projeto Jovem Informação e a experiência dentro das escolas. Dando continuidade as atividades do projeto e procurando novos caminhos, organizamos em 2010 um concurso de redação na Unidade de Acolhimento para Crianças e Adolescentes do Distrito Federal, com o tema: Ser adolescente. Embora, nem todos os acolhidos tenham participado, notamos uma grande mobilização em torno dos inscritos com sugestões, relatos e incentivo. Ou seja, de alguma forma todos queriam se sentir representados nos textos. Concomitantemente, fizemos a mesma atividade em uma escola no povoado da Cachoeira, na cidade de Orizona (GO). Nosso objetivo era por meio dos relatos dos jovens entender o que significava ser adolescente. Nossa surpresa foi constatar que mesmo vivendo em situações tão distintas, eles tinham as mesmas angustias, receios, imediatismo, dificuldades com a transição da infância para a vida adulta, com a explosão hormonal, com a incompreensão dos adultos. E, como o projeto não para, mas se transforma, estamos nos organizando para o próximo passo: realizar um novo encontro com os jovens que participaram da primeira etapa do Jovem Informação – Protagonismo Juvenil e Leitura Crítica da Mídia. O momento será de reflexão e releitura do material produzido, bem como para saber se seus sonhos foram realizados, estão encaminhados, ou mudaram completamente. Bibliografia CERQUEIRA, Cleymenne; GUIA, Flávia da. Jovem Informação - Protagonismo Juvenil e Leitura Crítica da Mídia. 2007. 123p. Monografia apresentada no curso de Comunicação Social da Universidade Católica de Brasília para obtenção do titulo de Bacharel em Comunicação Social. MONTORO, Tânia Siqueira (org). Série Mobilização Social, vol. 2/ Comunicação, Cultura, Cidadania e Mobilização Social. Brasília/Salvador: UnB, 1997. TORO, Bernardo e WERNECK, Nísia Maria Duarte. Mobilização Social: um modo de construir a democracia e a participação. Disponível em: <http://www.aracati.org.br/portal/pdfs/13_Biblioteca/Publica %E7%F5es/mobilizacao_social.pdf>Acessado em: 03 de set. 2007. IORIO, Cecília. Algumas considerações sobre estratégias de Empoderamento e de direitos. Disponível em: <http://www.desarrollolocal.org/documentos/nuevos_docs/Empoderamento_ILorio.doc >Acessado em: 30 de out. 2007. COSTA, Antônio Carlos Gomes da. O adolescente como protagonista. Cadernos, juventude saúde e desenvolvimento, v.1. Brasília, DF, agosto, 1999. Disponível em: <http://www.adolec.br/bvs/adolec/P/cadernos/capítulo/cap07/cap07.htm> Acessado em: 06 de nov. 2007.