Química – 2ª série – Ensino Médio – v. 2 Exercícios 17 g de proteína (17%) 01)100 g 0,3 g de gordura (0,3%) 2,7 g de carboidrato (2,7%) 1 g de proteína ________ 4 kcal 17 g de proteina _______ x x = 68 kcal Em 100 g de requeijão, temos: 68 kcal + 2,7 kcal + 10,8 kcal = 81,5 kcal 100 g ____ 81,5 kcal 200 g ____ x → x = 163 kcal 1 g de gordura _________ 9 kcal 0,3 g de gordura _______ x x = 2,7 kcal 1 g de carboidrato _ ____ 4 kcal 2,7 g de carboidratro ___ x x = 10,8 kcal 02)a)Como a reação possui variação de entalpia positiva, é endotérmica. b)18 g ––––––––––– 286 kcal 180 g –––––––––– x x = 2860 kcal (calor absorvido) c) H (g) + 1 O (g) } 2 H2O () 2 2 +286 kcal 03)E Todas as afirmações estão corretas em relação às reações exotérmicas. 04)C Quando o éter cai na pele, ele absorve calor dela para evaporar. A sensação que se tem é de frio porque a pele está perdendo calor. 05)A Quando o reagente apresenta maior entalpia que o produto, a entalpia da reação tem valor negativo (reação exotérmica). Isso acontece na alternativa II. Nas alternativas I e III, a entalpia dos produtos é maior que a dos reagentes e a reação é endotérmica. 06)C Deve-se perceber que a reação de síntese é a inversa da reação de combustão. Se na reação de combustão há liberação de energia, na reação de síntese há absorção de energia. Se um mol de glicose fosse sintetizado, a reação absorveria 2,8 MJ de calor. Como se sintetiza meio mol, há absorção de metade deste valor de energia (1,4 MJ). Lembrar que 1 MJ = 1 . 106 J. 07)a)Evaporação e condensação. b)A evaporação acontece na superfície da água salobra; e a condensação, na superfície do plástico. c)A evaporação absorve energia solar. 08)B A queima da lenha libera energia para assar a pizza. 09)A A reação I possui ∆H positivo e, portanto, é endotérmica. As reações II e III têm ∆H negativo e, assim, são exotérmicas. 10)A Para ser exotérmica, a reação deve liberar energia, ou seja, a soma das entalpias dos reagentes deve ser maior que a das entalpias dos produtos, para que o valor da entalpia de reação seja negativo. 11)B ∆Hreação = ∑Hprodutos – ∑Hreagentes ∆Hreação = –94 kcal – (–71 kcal) ∆Hreação = –23 kcal 12)A É mais exotérmica a reação que libera maior quantidade de energia. Química 13)B A adição de ácido à água é um processo exotérmico, pois a dissociação do ácido libera energia. 14) 04 01.Verdadeira. Qualquer processo que libere energia tem sinal negativo e é chamado, de maneira geral, exoergônico. Quando se trata de liberação de calor, a reação é chamada exotérmica. 02.Verdadeira. A entalpia da transformação de H2O(V) → H2O() é dada por: ∆Hliquefação = Hlíquido – Hvapor ∆Hliquefação = –68,3 kcal/mol – (–57,8 kcal/mol) ∆Hliquefação = –10,5 kcal/mol 04.Falsa. O calor da solidificação da água é dado por: ∆Hsolidificação = Hsólido – Hlíquido ∆Hsolidificação = –70,0 kcal/mol – (–68,3 kcal/mol) ∆Hsolidificação = –1,7 kcal/mol 08.Verdadeira. 1 mol de água no estado líquido perde mais energia (calor) que 1 mol de água no estado de vapor. Assim, a água no estado de vapor tem mais energia que a água no estado líquido. 16.Verdadeira. Para qualquer estado físico em que a água esteja sendo formada, a reação sempre será exotérmica. 15)C Para se vaporizar 1 mol de água, é necessário que 10,5 kcal de calor sejam fornecidas a ela, a fim de que se transforme do estado líquido para o estado gasoso. 16)Verdadeira. A energia interna de um sistema isolado é constante. Falsa. Num processo endotérmico, o calor é retirado (ou absorvido) do meio ambiente. Falsa. A variação de entalpia positiva ou negativa indica apenas se o sistema ganha ou perde energia. Nada se pode afirmar com base na entalpia sobre a ocorrência dos processos químicos. Verdadeira. A transformação do líquido em vapor é um processo que ocorre com absorção de energia, ou seja, entalpia positiva. Falsa. Processos exotérmicos são aqueles que ocorrem com perda de energia. Química 17)B 3 O2(g) → O3(g) 2 ∆H = +142,3 kJ/mol O3: 48 g/mol 48 g O3 _____ 142,3 kJ 96 g O3 _____ x kJ → x = 284,6 kJ 18)C ∆Hreação = ∑Hprodutos – ∑Hreagentes ∆Hreação = +0 kJ/mol – (–283 kJ/mol) ∆Hreação = +283 kJ/mol 19)E I. Correta. A reação é exotérmica e forma um produto gasoso. Para que esse produto se transforme em líquido, a reação deverá liberar uma quantidade ainda maior de energia. II. Correta. NH3: 17 g/mol 34 g NH3 ––– 22 kcal 2 . 17 g = 34 g 6,8 g NH3 –– x kcal → x = 4,4 kcal III. Correta. 2 mols NH3 –––– –22 kcal 1 mol NH3 ––––– x kcal x = –11 kcal 20)A Para que uma ligação se rompa, é necessário que certa quantidade de energia seja adicionada ao sistema, de modo que a reação é endotérmica. 21)C C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O 1 mol de glicose ––––– 6 mols de O2 5 mols de glicose –––– x mols de O2 x = 30 mols de O2 1 mol de O2 –––– –1 . 102 kcal 30 mols de O2 –– x kcal → x = –3 . 103 22)B ∆Hreação = ∑Hprodutos – ∑Hreagentes ∆Hreação = –394 kJ/mol – (2 kJ/mol) ∆Hreação = –396 kJ/mol 23)C Como um dos produtos na reação II está no estado líquido, ela está liberando uma maior quantidade de energia que a I, na qual todos os produtos estão no estado gasoso. 24)C Como os reagentes estão no estado gasoso e o produto está no estado sólido, a reação acontece com uma maior perda de energia para o meio em relação a reações nas quais o produto seja gasoso ou líquido. 25)A A dissolução do nitrato de sódio é endotérmica, ou seja, quanto maior for a temperatura, maior é a quantidade de sal dissolvido no solvente (água). A dissolução do hidróxido de cálcio é um processo exotérmico, ou seja, quanto menor for a temperatura, maior será a solubilidade da base em água. 26)B O valor de variação de entalpia está sendo dado para a reação. Como na reação 2 mols de água líquida são formados, há uma liberação de 572 kJ de calor para cada 2 mols de água líquida formada, ou 286 kJ para cada mol. 27)B Se calor está sendo liberado, a reação é exotérmica. 28)D As reações metabólicas liberam calor, ou seja, são reações exotérmicas. Assim, pode-se afirmar que a entalpia dos reagentes é maior que a dos produtos. 29)B A quantidade de calor Q2 é maior que Q 1 e Q 3 porque o produto formado é sólido. Logo, há uma maior liberação de calor. Q1 é maior que Q3, porque o produto da reação com liberação de Q3 é gasoso. Logo, uma maior quantidade de calor é necessária para que o produto seja formado, o que diminui a quantidade de calor liberado. 30)C ∆Hreação = ∑Hprodutos – ∑Hreagentes ∆Hreação = ∆H1 – ∆H2 ∆H1 indica a variação de entalpia de formação da água no estado líquido. ∆H2 indica a variação de entalpia de formação da água no estado sólido. Como o produto formado é líquido, a variação de entalpia indicada por ∆H1 – ∆H2 reflete a da reação de fusão da água. 31)E Há calor entre os produtos, e isso significa que energia térmica está sendo liberada. Logo, a reação é exotérmica. 32)A 3O2 → O3 ∆H = +284 kJ (reação endotémica) O2 = 32 g/mol 96 g de O2 ––––– 284 kJ 3 mols . 32 g/mol = 96 g 1000 g de O2 ––––– x kJ x = 2958,33 kJ 33)A Para que a água evapore, é necessário que ela receba certa quantidade de energia. No caso, essa energia é cedida pelo corpo humano, que tem uma sensação de frio quando isso acontece. 34)B I. A queima de um gás libera energia; logo, o processo é exotérmico. II.O processo de fervura da água necessita de absorção de energia; logo, o processo é endotérmico. 35)C Se a temperatura do gelo aumentou, é porque ele recebeu energia do meio, sofrendo um aquecimento. 36)C 18 g de água ––––– 9720 cal 1 g de água –––––––––– x cal → x = 540 cal Química 37)A Como a temperatura da solução decresce pouco a pouco, fica evidente que o sistema (água + sal) está absorvendo calor do meio e, portanto, que a solução apresenta uma entalpia maior do que a da água e do sal separados. 38)a)etanol: C2H6O() + 3O2(g) + 3H2() b)1 mol de etanol _ ___ –1368 kJ 0,5 mol de etanol ___ x → x = –684 kJ 1 mol de octano ____ –5471 kJ 0,5 mol de octano __ x → x = –2735,5 kJ Total da combustão de 1 mol de gasolina: –684 kJ + (–2735,5) kJ = –3419,5 kJ c) 0,72 g ––––––––– 1 mL x ––––––– 1000 mL → x = 720 g 1 mol de gasolina → 80,1 g –– –3419,5 kJ 720 g ––––––– x x = 30737 kJ 39)D A variação de entalpia, ∆H, é negativa. A reação é exotérmica porque se processa liberando energia. 40)A Uma quantidade de energia é formada nos produtos, e isso significa dizer que o sistema está liberando energia. Isso o que classifica a reação como exotérmica. No que diz respeito à estequiometria, ela deve ser mantida em qualquer representação na relação de menores números inteiros, dada por 2 mols:1 mol:2 mols:478 kJ de energia, respectivamente para H2(g):O2(g):H2O:quantidade de energia. 41)E C2H5OH() + 3O2(g) → 2CO2(g) + 3H2O() → reação balanceada ∆Hreação = ∑Hprodutos – ∑Hreagentes ∆Hreação = [(3 . –68)+(2 . –94)]–[(3 . 0)+(1 . –327)] ∆Hreação = –65 kcal/mol C2H5OH() Ou seja, 1 mol de C2H5OH() libera 65 kcal de energia. Química 42)A Para se carregar uma bateria, certa quantidade de energia, seja ela elétrica, química ou de qualquer outro tipo, é absorvida, de modo que a bateria fique energeticamente carregada. Quando uma vela é queimada, certa quantidade de energia é liberada. Essa energia pode ser utilizada para quaisquer fins. 43)E I. Incorreta. Se a reação for invertida, o sinal da entalpia muda, de modo que a energia liberada na reação direta tem mesmo valor numérico da energia absorvida na reação inversa. II. Correta. Como a entalpia é negativa, há liberação de calor, e a reação é exotérmica. III.Correta. Se a entalpia da reação é negativa, a entalpia dos produtos é menor que a dos reagentes. 44)C 2W( s) + 3O2( g ) → 2WO3( s) ∆H = − 1680, 6 kJ C( grafite ) + O2( g ) → CO2( g ) ∆H = − 393, 5 kJ 2WC( s) + 5O2( g ) → 2CO2( g ) + 2WO3( s) ∆H = − 2392, 6 kJ W( s) + C( grafite ) → WC( s) ∆H = ? Reorganizando-se as equações e efetuando-se as multiplicações necessárias, temos que: 2W(s) + 3O2(g) → 2WO3(g) ∆H = –1680,6 kJ (equação 1) 2CO2(g) + 2WO3(s) → 2WC(s) + 5O2(g) ∆H = +2392,6 kJ (equação 2) C(grafite) + O2 → CO2(g) ∆H = –393,5 kJ (equação 3) Dividindo-se as equações 1 e 2 por 2 e mantendo-se a equação 3, tem-se: W( s) + 3 O2( g ) → WO3( s) 2 ∆H = − 840, 3 kJ CO2( g ) + WO3( s) → WO( s) + 5 O2( g ) 2 C( grafite ) + O2( g ) → CO2 ∆H = +1196, 3 kJ ∆H = −393, 5 kJ W( s) + C( grafite ) → WC( s) ∆H = −37, 5 kJ (exotérmica) 45)B C + O2 → CO2 ∆H = –393,5 kJ/mol 1 : 1 1 mol C = 12 g 12 g _____ –393,5 kJ 1 g _____ x kJ → x = –32,8 kJ 46)D 6 C( grafite ) + 3 H2( g ) → C6 H6( ) C( grafite ) + O2( g ) → CO2( g ) ∆H = + 49 kJ ∆H = −393, 5 kJ H2( g ) + 1 O2( g ) → H2O( ) ∆H = −285, 8 kJ 2 C6 H6( ) + 15 O2( g ) → 6 CO2( g ) + 3 H2O( ) ∆H = ? 2 Química Reorganizando-se as equações, e efetuando-se as multiplicações necessárias, temos: 6C6H6() → 6C(grafite) + 3H2(g) ∆H = –49 kJ (equação 1) 1 H2(g) + O2(g) → H2O() ∆H = –285,8 kJ (equação 2) 2 C(grafite) + O2(g) → CO2 (g) ∆H = –393,5 kJ (equação 3) Multiplicando-se a equação 2 por 3, a equação 3 por 6 e mantendo-se a equação 1, obtemos: C 6H6( � ) → 6 C( grafite ) + 3H2(g ) ∆H = – 49,0 kJ (equação 1) 3 H2( g ) + 3 O2( g ) → 3 H2 O( � ) 2 6 C( grafite ) + 6 O 2(g ) → 6 CO 2( g ) C 6H6( � ) + 15 O2( g ) → 6 CO2(g ) + 3 H2O( � ) 2 ∆H = – 857,4 kJ (equação 2) ∆H = – 2361,0 kJ (equação 3) ∆H = – 3267,4 kJ 47)C Hidrácidos fortes: HC, HBr e HI Bases fortes: formadas por metais alcalinos e alcalino-terrosos, exceto hidróxido de belírio e hidróxido de magnésio. 49)B C2(g) + H2O(g) → HC(g) + HCO(g) 48)C O cálculo da variação de entalpia, quando temos o valor da energia de ligação, segue o mesmo princípio do cálculo de entalpia quando a energia (ou entalpia) de formação é dada. 4HC(g) + O2(g) → 2H2O(g) + 2C2(g) ∆Hreação = ∑Hligações rompidas – ∑Hligações formadas ∆Hreação = [(1 . 119,1) + (4 . 103,1)] – [(2 . 57,9) + (4 . 110,6)] ∆Hreação = –26,7 kcal 50)D H3C – C + 3C2 → 3CC4 + 3HC Química ∆Hreação = ∑Hligações rompidas – ∑Hligações formadas ∆Hreação = [(1 . 243) + (2 . 464)] – [(1 . 431) + (1 . 205) + (1 . 464)] ∆Hreação = +71 kJ ∆Hreação = ∑Hligações rompidas – ∑Hligações formadas ∆Hreação = [(3 . 99) + (1 . 81) + (3 . 58)] – [(4 . 81) + (3 . 103)] ∆Hreação = +81 kcal 51)C ∆Hreação = ∑Hprodutos – ∑Hreagentes –206 kJ = [(1 . x) + (1 . –92)] – [(1 . 0) + (1 . –75)] x = –189 kJ/mol 53)B 2HC(g) + F2(g) → 2HF(g) + C2(g) 3 O → CO2(g) + 2H2O() 2 2(g) ∆Hreação = ∑Hprodutos – ∑Hreagentes ∆H reação = [(–393,3) + (2 . –285,8)] – 3 . 0 + (1 . − 238, 5) 2 ∆Hreação = –726,4 kJ/mol CH3OH() 1 mol CH3OH() ––––– –726,4 kJ 0,5 mol CH3OH() ––––– x x = –363,2 kJ CH3OH() + → CH3C(g) + HC(g) 52)CH4(g) + C2(g) ← a)Com os valores de entalpia de ligação, calcula-se o valor de ∆Hr. ∆Hreação = ∑Hligações rompidas – ∑Hligações formadas ∆Hreação = [(1 . 435) + (1 . 242)] – [(1 . 452) +(1 . 431)] ∆Hreação = –206 kJ b)Com o valor de ∆Hr descoberto, calcula-se o valor do ∆Hf do clorofórmio (CH3C). ∆Hreação = ∑Hligações rompidas (endo) – ∑Hligações formadas (exo) ∆H reação = [(2 . 431,8) + (1 . 153,1)] + [(2 . –563,2)+ (1 . –242,6)] ∆Hreação = –352,3 kJ ⇒ exotérmica 54)C12H22O11(s) + 12O2 → 12CO2 + 11H2O() a)∆Hreação = ∑Hprodutos – ∑Hreagentes ∆Hreação = [(12 . –395) + (11 . –285)] – [(12 . 0) + (1 . –2222)] ∆Hreação = –5653 kJ/mol de sacarose b)massa de sacarose na bebida: 35 g valor energético da bebida: 586 kJ 35 g de sacarose ––––– 586 kJ 342 g de sacarose ––––– x → x = 5728 kJ 5728 kJ ––––– 100% 5653 kJ ––––– x% → x = 98,7% 55)B 440,0 g de propano ––––– 22220 kJ x g de propano ––––– 1110 kJ → x = 22 g Química 56)B 342 g de sacarose ––––– 5400 kJ x g de sacarose ––––– 1800 kJ → x = 114 g 57)B CH4(g) + 2O2(g) → CO2(g) + 2H2O(g) ∆Hreação = ∑Hligações rompidas – ∑Hligações formadas ∆Hreação = [(4 . 416) + (2 . 498)] – [(2 . 805) + (4 . 464)] ∆Hreação = –806 kJ 58)A C2H2(g) + 5 O2(g) → 2CO2(g) + H2O() 2 ∆Hreação = ∑Hprodutos – ∑Hreagentes 5 ∆Hreação = [(2 . –94,10) + (1 . –68,30)] – . 0 + (1 . 54, 20) 2 ∆Hreação = –310,70 kcal/mol de etino 26 g de etino ––––– –310,70 kcal 221 g de etino ––––– x kcal → x = –2640,95 kcal 59)07 NO( g ) + O3( g ) → NO2( g ) + O2( g ) NO2( g ) + O( g ) → NO( g ) + O2( g ) O3( g ) + O( g ) → 2 O2( g ) ∆H = −199, 8 kJ ∆H = −192, 1 kJ ∆H = −391, 9 kJ 01.Correta. A equação global (ou total) da reação pode ser representada por O3(g) + O(g) → 2O2(g). 02.Correta. O NO pode ser considerado um catalisador porque ele é reconstituído no final do processo reacional. 04.Correta. Se essa for a lei de velocidade, a reação é de primeira ordem em relação a cada reagente e de segunda ordem global. Química 08.Incorreta. Ambas as reações que representam o processo são exotérmicas. 16.Incorreta. A reação libera 195,95 kJ por mol de oxigênio formado. 60)2C(s) + 2O2(g) → 2CO2(g) 2CO(g) + O2(g) → 2CO2(g) a)2C(s) + O2(g) → 2CO(g) 2 C( s) + 2 O2( g ) → 2 CO2( g ) 2 CO2( s) → 2 CO( g ) + O2( g ) 2 C( s) + O2( g ) → 2 CO( g ) ∆H = –787 kJ ∆H = –566 kJ ∆H = ? ∆H = − 787 kJ ∆H = + 566 kJ ∆H = − 221 kJ 2 mols de CO ––––– –221 kJ 1 mol de CO ––––––– x kJ → x = –110,5 kJ b)Pela estequiometria da reação, 1 mol de carbono produz 1 mol de monóxido de carbono. Assim, 12 g de carbono produzem 28 g de monóxido de carbono. 63)D N2(g) + 3H2(g) → 2NH3(g) ∆H = –90 kJ ∆Hreação = ∑Hligações rompidas – ∑Hligações formadas –90 kJ = [(1 . x) + (3 . 435)] – [(2 . 3 . 390)] x = 945 kJ 64)B N2H4 H2 2NH3 ∆Hformação N2H4 = 50 kJ/mol ∆Hformação NH3 = – 46 kJ/mol ∆Hredução = ∑Hprodutos − ∑Hreagentes 2400 kg = 2400000 g ∆Hredução = [(2 . −46)] − [(1 . 0) + (1 . 50)] 12 g de carbono ––––– 28 g de monóxido de carbono 2400000 g de carbono ––––– x g x = 5600000 g de monóxido de carbono ∆Hredução = −142 kJ 65) 1 mol de monóxido de carbono ––– 28 g x mol de monóxido de carbono –– 5600000 g x = 200000 mols 61)A A entalpia de formação da água sólida é de –42 kJ. 62)C Para determinar a entalpia de formação, inicialmente devemos encontrar a diferença entre as entalpias no gráfico, que corresponde à conversão do octano em isoctano. –5116 kJ = x + –5099 kJ x = –17 kJ Porém, para que a reação se processe, ainda é necessária a liberação de –208,2 kJ de calor. Dessa forma, a energia total do processo é dada pela soma da entalpia de conversão com a entalpia para o início da reação. ∆H = –208,2 kJ + (–17 kJ) ∆H = –225,2 kJ (energia liberada) a)I.H2(g) + C2(g) → 2HC(g) ∆Hreação = ∑Hligações rompidas – ∑Hligações formadas ∆Hreação = [(1 . 432) + (1 . 240)] – [2 . 428)] ∆Hreação = –184 kJ II.N2(g) + 3H2(g) → 2NH3(g) ∆Hreação = ∑Hligações rompidas – ∑Hligações formadas ∆Hreação = [(1 . 942) + (3 . 432)] – [6 . 386)] ∆Hreação = –78 kJ b)Quanto mais energia uma reação libera, ou seja, quanto mais exotérmica (se a energia for calor) ela é, mais favorável é o processo. Logo, a reação I é a mais favorável. Química 66)B Atribuiremos um valor aleatório de energia liberada para a resolução do exercício, que será de 10 000 kJ. Para o octano (114 g/mol; d = 0,7 g/mL) 1 mol de octano ––––– –5100 kJ x mol de octano ––––– –10 000 kJ x = 1,96 mol 1 mol de octano ––––– 114 g 1,96 mol de octano –––– x g → x = 223,44 g m d= V 223, 44 0,7 g/mL = V Voctano = 319,20 mL Para o etanol (46 g/mol; d = 0,8 g/mL) 1 mol de etanol ––––– –1200 kJ x mol de etanol ––––– –10000 kJ x = 8,33 mol 1 mol de etanol ––––– 46 g 8,33 mol de etanol ––– x g → x = 383,18 g m d= V 383, 18 0,8 g/mL = V Vetanol = 478,97 mL Coctano = Voctano . Poctano, sendo Coctano o custo total da gasolina, Voctano o volume dela em litros e Poctano o preço de cada litro dela. Cetanol = Vetanol . Petanol, sendo Cetanol o custo total do álcool, Vetanol o volume dele em litros e Petanol o preço de cada litro dele. Como o custo dos dois combustíveis é indiferente, temos: Coctano = Cetanol, e, assim, Voctano . Poctano = Vetanol . Petanol Voctano . Poctano = Vetanol . Petanol 319,20 . Poctano = 478,97 . Petanol P 319, 20 = etan ol Poctan o 478, 97 Petan ol 2 = 0,666 = Poctan o 3 10 Química 67)D C2H2(g) + 5 O → 2CO2(g) + H2O() 2 2(g) ∆Hreação = ∑Hprodutos – ∑Hreagentes ∆H reação = [(2 . –394) + (1 . –286)] – 5 . 0 + (1 . 227) 2 ∆Hreação = –1301 kJ 68)C H2 + I2 → 2HI ∆Hreação = ∑Hligações rompidas – ∑Hligações formadas ∆Hreação = [(1 . 434) + (1 . 150)] – [2 . 298)] ∆Hreação = –12 kJ → para dois mols de produto formado 2 mols ––––– –12 kJ 1 mol –––––––– x kJ → x = –6 kJ 69)D Com o passar do tempo, o gelo em cubos sofrerá o processo de fusão, liberando energia e aumentando a energia (e a temperatura) do sistema. O gelo constitui um sistema organizado e de baixa entropia (pouca desordem). Conforme a fusão se processa, o gelo se transforma em água líquida, que constitui um sistema mais desorganizado. Aumenta, assim, a entropia do sistema. 70)B I. Correta. Um grama de GNV, constituído por metano, é, dos combustíveis apresentados, o que apresenta maior poder calorífico. II. Incorreta. A combustão de um mol de butano produz 5 mols de água, conforme a equação: 13 C4H10(g) + O → 4CO2(g) + 5H2O(g) 2 2(g) III. Incorreta. A combustão completa da um grama de octano libera 11,58 kcal de calor. IV. Correta. A combustão de um mol de metano requer 2 mols de gás oxigênio, ao passo que a 13 combustão de um mol de butano requer mols de gás oxigênio. 2 71)E C6H6() + 15 O → 6CO2(g) + 3H2O() 2 2(g) ∆Hreação = ∑Hprodutos – ∑Hreagentes 15 . 0 + (1 . 12) ∆Hreação = [(6 . –94,10) + (3 . –68,3)] – 2 ∆Hreação = –781 kcal 72)E ZnO(s) + C(s) → CO(g) + Zn(s) ∆H = ? 1 Zn(s) + O2(g) → ZnO(s) ∆H = –353 kJ/mol (equação1) 2 1 C(s) + O2(g) → CO(g) ∆H = –110 kJ/mol (equação 2) 2 Química 11 Mantendo a equação 2 e invertendo a equação 1, temos: C( s) + 1 O → CO( g ) ∆H = − 110 kJ/mol 2( g ) 2 ∆H = + 353 kJ/mol ZnO( s) → Zn( s) + 1 O2( g ) 2 ZnO( s) + C( s) → CO( g ) + Zn( s) ∆H = + 243 kJ/mol 73)E CH4(g) + 2O2(g) → CO2(g) + 2H2O() ∆Hvaporização = 44 kJ/mol, portanto, ∆Hcondensação = –44 kJ/mol A condensação de 1 mol de água libera 44 kcal. Assim, a entalpia de formação da água líquida pode ser dada por: ∆Hformação H2O() = ∆Hformação H2O(g) + ∆Hcondensação ∆Hformação H2O() = –242 + (–44) ∆Hformação H2O() = –286 kcal ∆Hcombustão = ∑Hprodutos – ∑Hreagentes ∆Hcombustão = [1 . –393) + (2 . –286)] – [(2 . 0) + (1 . –75)] ∆Hcombustão = –890 kJ 74)21 01.Correta. Todas as equações representadas são de processos exotérmicos, pois há "formação" (liberação) de energia nos produtos. 02.Incorreta. Os processos são exotérmicos. 04.Correta. O gás natural produz uma quantidade de energia maior que o carvão, embora a combustão de um mol de cada um dos dois compostos produza um mol de gás carbônico. 08.Incorreta. A ordem crescente de produção de gás carbônico para uma mesma quantidade de energia é gás natural, gasolina e carvão. 16.Correta. Para cada mol de gás carbônico produzido, maior quantidade de energia é liberada quando comparada com os demais compostos em questão. 12 Química 75)A 6CO2(g) + 6H2O() → C6H12O6(s) + 6O2(g) 79)13 kg de butano = 13000 de butano 1 mol de butano: 58 g 1 dia: 24 horas → 5 dias: 120 horas 1 mol ––––––– 58 g x mol ––––––– 13000 g → x = 224,14 mols Vazão por hora: 13000 g/120 h = 108,3 gramas/hora Vazão em mols: 224,14 mols/120 h = 1,87 mol/hora ∆Hreação = ∑Hprodutos – ∑Hreagentes ∆Hreação = [(1 . –1274,4) + (6 . 0)] – [(6 . –393,5) + (6 . – 285,8)] ∆Hreação = 2801,4 kJ/mol 76)C 5 O2(g) → 2CO2(g) + H2O(g) 2 ∆Hformação CO2() = –94,1 kcal/mol ∆Hformação H2O(g) = –68,3 kcal/mol ∆Hcombustão C2H2 = –310,6 kcal/mol ∆Hformação C2H2 = –0,048 kcal/mol . K ∆Hreação = ∑Hprodutos – ∑Hreagentes –310,6 = [(2 . –94,1) + (1 . –68,3)] – (1 . x ) + 5 . 0 2 C2H2(g) + x = ∆Hformação C2H2 = 54,1 kcal/mol ∆G = ∆H – T . ∆S ∆G = 54,1 kcal/mol – (–0,048 kcal/mol . K) . 298 K ∆G = 54,1 kcal/mol + 14,3 kcal/mol ∆G = 68,4 kcal/mol O processo não é espontâneo. 77)C 2CO(g) → C2(g) + O2(g) ∆H = –18,2 cal Para que a reação seja espontânea, o valor de ∆G deve ser negativo. Assim, sendo ∆H negativo, a reação será espontânea para qualquer valor de ∆S positivo. 78)B A entropia de uma reação varia porque, para que a reação ocorra, é necessário que o sistema se desorganize e se reorganize, formando produtos diferentes dos reagentes. 80)B O gráfico que indica a reação é aquele em que, para qualquer momento (instante) dela, a concentração de iodeto seja o dobro da concentração de persulfato, ou seja, que mantenha a relação estequiométrica 2:1 (iodeto: persulfato) da reação. 81)A reação II ocorre com uma velocidade maior que a reação I, porque, no período em questão, mais oxigênio foi consumido (reação II) do que consumido (reação I). 82)A A energia de ativação é a energia necessária para que a reação se processe e é dada pelo intervalo entre o pico do gráfico e a entalpia dos regentes. 83)C O ácido utilizado na experiência 1 foi o ácido clorídrico, pois o desprendimento de gás hidrogênio foi mais rápido, uma vez que a concentração de íons H+ é maior no ácido clorídrico e menor no ácido acético. 84)D 0,05 mol de butano/minuto Tempo de reação: 1 hora (60 minutos) 0,05 mol de butano ––––– 1 minuto x mol de butano ––––––– 60 minutos x = 3 mols 1 mol de gás carbônico —–— 44 g 12 mols de gás carbônico —— x g x = 528 g Química 13 85)V(AR) = 2500 mol/hora 86)C A concentração das substâncias B e C está diminuindo com o passar do tempo, o que implica que elas são reagentes. A concentração de C diminui duas vezes mais rápido que a concentração de B, o que leva a concluir que a relação estequiométrica B:C é de 1:2. A concentração de A aumenta com o tempo, o que faz de A um produto. Sua concentração é proporcional à concentração do reagente B. Assim, a relação estequiométrica da reação com relação a A:B:C é 1:1:2, de modo que a reação balanceada seja dada por B + 2C → A. 87)A A concentração do gás carbônico aumenta com o tempo, de modo que, quando todo o ácido clorídrico ou toda a massa de carbonato de cálcio forem consumidos, o seu volume permanecerá estável, conforme indicado no gráfico. A massa de carbonato de cálcio, a concentração de ácido clorídrico e a concentração de íons Ca2+, respectivamente, diminui, diminui e aumenta com o passar do tempo. Porém, a forma como foi exposta a variação no gráfico é incorreta. 88)B A energia de ativação é um fator independente da temperatura da reação. Ela é uma barreira a qual deve ser vencida para que a reação inicie. 89)CH4(g) + 2O2(g) → CO2(g) + 2H2O(g) a)2 L metano/minuto, CNTP (0 oC, 1 atm), ∆Hcombustão = 882 kJ/mol p.V=n.R.T 1 atm . 2 L/min = n . 0,0821 atm L/mol K . 273 K n = 0,0892 mol/min 1 mol de CH4 –––––––––– –882 kJ 0,0892 mol de CH4 ––––– x x = –78,7 kJ b)1 mol de CH4 ––––– 1 mol de gás carbônico 0,0892 mol de CH4 ––––– x x = 0,0892 mol de gás carbônico 14 Química c)1 mol de CH4 ––––– 2 mols de O2 0,0892 mol de CH4 ––––– x x = 0,1784 mol de O2 por minuto 0,1784 mol de O2 ––––– 1 minuto x –– 20 minutos → x = 3,568 mols de O2 1 mol de O2 ––––– 32 g de O2 3,568 mol de O2 ––––– x x = 114,18 g de O2 90)D Em valor absoluto, a variação da entalpia da reação inversa é de cerca de 225 kJ. 91)B ∆ concentração → ∆ tempo C − Cinicial ∆velocidade = final t final − t inicial ∆velocidade = (0, 3 − 4, 3) mol . L−1 (14 − 4) minutos ∆velocidade = –0,40 mol . L–1 minuto–1 O sinal negativo na variação da velocidade indica que a substância A está sendo consumida durante a reação, e, portanto, confirma que é um dos reagentes. ∆velocidade = 92)a)1) O2(g) → O2(adsorvido) ∆Hreação = ∑Hprodutos – ∑Hreagentes ∆Hreação = [(–37)] – [(0)] ∆Hreação = –37 kJ 2) O2(adsorvido) → 2O(adsorvido) ∆Hreação = ∑Hprodutos – ∑Hreagentes ∆Hreação = [(–251)] – [(–37)] ∆Hreação = –214 kJ 3) O2(g) → 2O(adsorvido) ∆Hreação = ∑Hprodutos – ∑Hreagentes ∆Hreação = [(–251)] – [(0)] ∆Hreação = –251 kJ b)Energia de ativação para a reação O2(g) → 2O(adsorvido) A energia de ativação é a diferença entre a energia do estado de transição e a entalpia do reagente. Ea = Hestado de transição – Hreagente Ea = –17 kJ – (– 37 kJ) Ea = 20 kJ 93)B ∆ concentração → ∆ tempo C − Cinicial ∆velocidade = final t final − t inicial ∆velocidade = (0, 4 − 0, 7) mol . L−1 (5 − 2) minutos ∆velocidade = –0,10 mol . L–1 minuto–1 O sinal negativo na variação da velocidade indica que a substância X é um dos regentes da reação, pois está sendo consumida. ∆velocidade = 94)E Como a relação estequiométrica entre o oxigênio e o gás carbônico é 1:1, a velocidade de consumo de oxigênio é igual à velocidade de formação do gás carbônico. 97)E A concentração da substância Z está diminuindo, e isso indica que ela é um dos reagentes. A concentração das substâncias X e Y está aumentando, e isso indica que ambas são produtos. 98)C 95)A A reação de combustão do etanol é relativamente rápida e tem grande utilidade no dia a dia. Infelizmente, é uma reação bastante poluente. 96)a)No experimento II, a velocidade da reação foi maior, haja vista que, para qualquer tempo do intervalo [0 min – 4 min], a produção de gás hidrogênio foi maior em relação ao experimento I. No tempo 5 min, o equilíbrio foi atingido e a quantidade de gás hidrogênio manteve-se constante. b)Com a elevação da temperatura, a velocidade da reação aumentaria, haja vista que a energia cinética média das moléculas cresceria e colisões mais eficazes e frequentes ocorreriam. ∆ concentração → ∆ tempo C − Cinicial ∆velocidade = final t final − t inicial ∆velocidade = (0, 190 − 0, 200) mol . L−1 (6 − 4) minutos ∆velocidade = –0,005 mol . L–1 minuto–1 O sinal negativo indica consumo da substância e a caracteriza como reagente. ∆velocidade = 99)E Para que a chama se acenda, é necessário que a energia de ativação seja fornecida para a mistura gasosa (hidrocarbonetos), a fim de que a reação de combustão se processe. Essa energia é fornecida pela chama do fósforo. 100)Quando a temperatura de um gás é diminuída, a velocidade com que as moléculas do gás se movem dentro do balão também se reduz, fazendo com que o volume diminua. Isso porque a variação do volume do gás é mais sensível à temperatura que o volume do líquido. Química 15 101)C 106)A Quanto maior for a energia do complexo ativado, menor será a velocidade da reação. 107)A Nas bolhas pequenas, a área de contato total é maior, oxigenando melhor a água. 108)a)Curva I: 102)B A faísca produzida serve para ativar (ou iniciar) a reação de formação da água. 103)B Entre os três experimentos, será o mais rápido aquele que possuir condições de reação mais favoráveis. Comparando-se os experimentos a 40 oC, percebe-se que aquele no qual o comprimido está moído terá velocidade de reação mais rápida do que a situação do comprimido inteiro porque a superfície de contato entre o comprimido e os demais reagentes é maior. Comparando-se os experimentos com comprimido inteiro, nota-se que será mais rápida a reação naquele cuja temperatura for maior, dado o maior número de colisões entre as partículas reagentes. 104)D Reações rápidas ou instantâneas têm energia de ativação baixa. 105)a)A lanterna II apresentará uma chama mais intensa, pois o estado de divisão do carbureto (finamente granulado) propicia uma superfície de contato maior entre reagentes que o da lanterna I, favorecendo a reação e resultando em uma maior velocidade. b)A lanterna II se apagará primeiro, pois a velocidade da reação é maior nela, dado o estado de divisão do reagente, fazendo com que todo o carbureto seja consumido em um tempo menor. 16 Química ∆ concentração → ∆ tempo C − Cinicial ∆velocidade = final t final − t inicial ∆velocidade = −1 ∆velocidade = (1, 2 − 0) mol . L (2 − 0) minutos ∆velocidade = 0,6 mol . L–1 minuto–1 Curva II: ∆velocidade = ∆ concentração → ∆ tempo C − Cinicial ∆velocidade = final t final − t inicial (0, 6 − 0) mol . L−1 (3 − 0) minutos ∆velocidade = 0,2 mol . L–1 minuto–1 b)Curva I: pó de alumínio, devido à maior velocidade de reação Curva II: placa de alumínio ∆velocidade = 109)A A faísca fornece a quantidade de energia suficiente para que a reação se inicie. Essa é a energia de ativação da reação. 110)E Embora seja espontânea, a reação exige uma alta energia de ativação para começar e permanece inalterada se nenhuma ação externa for realizada. 111)D I. Correta. O intervalo 1 representa ∆H da reação direta. II. Correta. O intervalo 2 representa Ea da reação direta. III.Incorreta. Nada se pode afirmar sobre o intervalo 3. IV.Correta. O intervalo 4 representa Ea da reação inversa. 112)D I. Correta. Quanto maior a superfície de contato entre os reagentes, mais rápida é a reação. II. Correta. A velocidade da reação é proporcional à concentração dos reagentes. III.Correta. A velocidade das reações químicas geralmente aumenta com a elevação da temperatura. 113)B I. Incorreta. Certas colisões não são favoráveis à reação. II. Correta. Quanto maior o número de colisões favoráveis à reação, maior a velocidade dela. III.Correta. Podem ocorrer colisões não favoráveis aos produtos da reação. IV.Incorreta. Quanto maior a energia de ativação, menor a velocidade da reação. 114)D A: Concentração aumenta (indicação de produto da reação) em proporção aproximadamente 3 vezes menor que a proporção de B. A é N2. B: Concentração aumenta (indicação de produto da reação) em proporção aproximadamente 3 vezes maior que a proporção de A. B é H2. C: Concentração diminui (indicação de reagente da reação) em proporção aproximadamente 1 vez menor que a proporção de A. C é NH3. 115)F – V – V – V – F Falsa. A etapa I possui ∆G positivo, o que caracteriza uma reação não espontânea. Verdadeira. A etapa II é a etapa mais lenta da reação, pois, apesar de possuir ∆G negativo e ser uma reação espontânea, possui energia de ativação maior. Verdadeira. A substância B é um intermediário da reação global. Verdadeira. A reação A → C é espontânea, pois o ∆G da reação é negativo. Falsa. A energia de ativação da reação C → B é 20 kJ. 116)A A cada 10 oC diminuídos, a velocidade da reação cai pela metade. Assim, se 20 oC forem diminuídos, a velocidade cairá a um quarto. 117)C Deve-se perceber, pelo enunciado da questão, que a reação se processa apenas a partir do início da área hachurada, pois só a partir desse ponto a energia de ativação é suficiente para que a reação se processe. No experimento I, a energia cinética das partículas é menor, evidenciando que o experimento foi realizado a uma temperatura menor que a do experimento II, no qual as partículas possuem maior energia cinética. 118)D EXPERIMENTO LEI DE VELOCIDADE VELOCIDADE 1 1,6 . 10–7 1 3,3 . 10–10 1 1,2 . 10–3 I vI = kI . [C2H5I] II vI = kII . [C3H6] III vI = kIII . [N2O5] IV vI = kIV . [NO2] . [CO] 2 0 2,8 . 10–4 119)A Lei de velocidade: v = k . [CO]a . [O2]b Experimento I: 4 . 10–6 = k . [1,0]a . [2,0]b Experimento II: 8 . 10–6 = k . [2,0]a . [2,0]b Experimento III: 1 . 10–6 = k . [1,0]a . [1,0]b Determinação de a: Divide-se a equação do experimento I pela equação do experimento II. 8 . 10−6 = k . [2, 0]a . [2, 0]b 4 . 10−6 = k . [1, 0]a . [2, 0]b 2 = 2a → a = 1 Determinação de b: Divide-se a equação do experimento I pela equação do experimento III. 4 . 10−6 = k . [1, 0]a . [2, 0]b 1 . 10−6 = k . [1, 0]a . [1, 0]b 4 = 2b → b = 2 Química 17 120)C A lei de velocidade de uma reação é escrita a partir da sua etapa lenta. 121)a)NO2(g) + CO(g) → NO(g) + CO2(g) v = k . [NO2]2 → A etapa I é a mais lenta, logo, é ela quem determina a lei de velocidade. b)I. Falsa. Pelo gráfico, a reação é exotérmica, ou seja, libera calor. II.Falsa. Catalisador não desloca o equilíbrio ou aumenta o rendimento de uma reação; ele apenas altera a sua velocidade. 122)a)Etapa I, pois é a etapa lenta da reação. b)V = k . [HOOH] . [I–] 123)A Conforme se aumenta a temperatura de um alimento, a velocidade de decomposição dele também aumenta. 124)D Nas amostras I e IV, a velocidade média de consumo é de 0,2 g/min, ao passo que nas amostras II e III é de 0,4 g/min. 125)A A reação elementar se processa com ordem 1 em relação ao dióxido de enxofre. 129)B A reação mais rápida é a 3 (com catalisador e com maior temperatura, 35 oC), seguida da 4 (sem catalisador e à temperatura de 35 oC). Na sequência vem a 2 (sem catalisador e a 25 oC) e finalmente a 1 (sem catalisador e a 20 oC). Obviamente, quanto maior a velocidade da reação, menor o tempo. Assim: t3 < t4 < t2 < t1. 130)C Quanto maior o número de colisões efetivas entre os reagentes, maior a velocidade da reação. 131)a)3NH4CO4 + 3A → A2O3 + AC3 + 3NO + 6H2O b)Segmento A: energia de ativação da reação catalisada. A energia de ativação diminui na presença do catalisador. Segmento B: variação da entalpia da reação, que independe do uso de catalisador. 132)C Quando um catalisador diminui a energia de ativação de uma reação, favorecendo-a, denomina-se catalisador positivo. 127)B A etapa que determina a lei de velocidade de uma reação é a etapa lenta. Assim, temos que a lei de velocidade da reação é V = k . [NO2]. 133)C I. Incorreta. Quanto menor a energia de ativação, maior a velocidade da reação. II. Correta. Quando um catalisador é adicionado, a reação segue um caminho mais rápido e favorável, tendo sua velocidade aumentada. III.Incorreta. Um aumento da temperatura geralmente provoca uma diminuição na energia de ativação. IV.Correta. Quando a energia dos reagentes é igual à energia de ativação, temos o complexo ativado. 128)C Se a pressão sobre o N2 for aumentada, o número de colisões efetivas também aumentará, favorecendo a reação. 134)D Um catalisador é uma substância consumida e regenerada durante o processo reacional. 126)E Pela equação elementar, vemos que a ordem em relação ao oxigênio é 3. Se a concentração do oxigênio for triplicada, a velocidade da reação aumentará 27 vezes. 18 Química 135)D v = k . [N2O5]a 4 z = k . x . [N2O5 ]a 2 z = k . x . [N2O5 ]a 2 2 = 2 . [N2O5]a → a = 1 136)E A superfície do catalisador serve como meio para a reação e facilita a transformação de reagentes em produtos. 137)B Quanto maior a temperatura da reação, mais rápida a oxidação da vitamina C. 142)C O aquecimento aumenta a quantidade e a frequência das colisões efetivas entre os reagentes. O catalisador aumenta a velocidade da reação. 143)B A reação inversa e sem o uso de catalisador exige uma quantidade de energia de ativação bastante maior que a necessária para qualquer outra reação entre as citadas. 144)C Os exemplos da coluna II são bastante evidentes na coluna I. 145)D A adição de um catalisador à reação altera o caminho do processo, tornando-o mais rápido quando comparado ao processo não catalisado. 146)a)Exotérmica, pois a entalpia dos produtos é menor que a dos reagentes. b) 138)a)Ea = 10 kcal/mol b) ∆Hcombustão = ∑Hprodutos – ∑Hreagentes ∆Hcombustão = [(10) – (30)] ∆Hcombustão = –20 kcal/mol 139)A Nos veículos de combustão interna, os catalisadores aceleram os processos de conversão dos gases tóxicos em gases não tóxicos. 140)D A velocidade de consumo com e sem catalisador é variável, mas a quantidade consumida de reagentes ou formada de produtos após o término da reação independe do uso do catalisador. 141)C A água quente desnatura as enzimas que convertem os carboidratos em amido, conservando o sabor do milho. 147)D O uso do catalisador altera apenas a energia de ativação e a velocidade da reação. 148)E Sem o uso do catalisador, a energia de ativação da reação de consumo de C é de 70 kJ/mol. Já com uso de catalisador, esse número cai para 60 kJ/mol. 149)D I. Correta. Catalisadores aumentam a velocidade de uma reação. II. Correta. A velocidade de uma reação aumenta com o uso do catalisador devido à diminuição da energia de ativação. Química 19 III.Incorreta. O não uso de um catalisador não impede que a reação se processe, apenas diminui a sua velocidade. IV.Correta. As enzimas são catalisadores biológicos. O substrato, molécula na qual a enzima age, se encaixa na cavidade enzimática num estilo chave-fechadura. No entanto, ao contrário de uma fechadura comum, a molécula de proteína pode se distorcer ligeiramente quando a molécula do substrato se aproxima, e a sua capacidade de distorção correta também determina se a "chave" vai servir. 150)B I. Incorreta. Z representa a energia de ativação sem o catalisador. II. Correta. Y representa a energia de ativação com o catalisador. III.Correta. X representa a variação da entalpia, independentemente do uso de catalisador. IV.Incorreta. O caminho B tem maior velocidade de formação de produtos. 20 Química