ATA DA
QUADRAG~SIMA
SEXTA
CONFER~NCIA
Entre os dias primeiro e três do mês de setembro de mil
novecentos e oitenta, sendo Presidente da República Federativa do Bra
sil Sua Excelência o Senhor João Baptista de Oliveira Figueiredo e Pr~
sidente Constitucional da República da Venezuela Sua Excelência o Se
nhor Doutor Luis Herrera Campins;
Ministro de Estado das Relacões Ex
teriores do Brasil Sua Excelência o Senhor Embaixador
Ramiro Saraiva
Guerreiro e Ministro das Relações Exteriores da Venezuela Sua
E~celên
cia o Senhor Doutor José Alberto Zambrano Velasco i Chefe do Denartamen
to das Américas Sua Excelência o Senhor Embaixador João Hermes Perei
ra de Araujo e Diretor da Direção Geral Setorial de Fronteiras o
..
,
Se
nhor General-de-Brigada de Aviação Alvaro Bracho Rios, reuniram-se na
cidade de Brasilia, Capital da Reptblica Federativa do Brasil, na sa
la geminada "A", do Palãcio Itamaraty, com o fim especial de analisar
os pontos da Agenda adiante transcrita, os seguintes membros da Comis
são Mista:
Parte Brasileira
Delegado-Chefe: Coronel Engenheiro-Geógrafo Ivonilo Dias Rocha, Che
fe da Primeira Comissão Brasileira Demarcadora de Li
mitesi
Delegados-Demarcadores: Pesquisador-Assistente Dilermando
de
Moraes
Mendes, Assessor;
Engenheiro Civil Paulo Carlos da Silva Carva
lho, Assessor;
G!!i?ed'rOC4 g;le?t'~b?<e'J
~meMã() º~t'a cf}!J,.n:J~k:"(J - CZ!n~aed:na
d;u(;lé?/ú
datl
!!iJ;uuz?t'cadb#«(I
Delegado-Auxiliar: ~ ~uk~
Engenheiro-Cart6grafo Gilberto da Silva Fer
rão, Secretário;
Parte Venezuelana
Delegado..-:Chefe: General-de-Brigada de Aviação Alvaro Bracho Rios, Diretor-Geral Setorial de Fronteiras;
Delegado-Demarcador: Astrônomo Renê Gay Pola, Adjunto do Chefe da
Divisão de Demarcação da Direção-Geral Seto
rial de Fronteiras.
A Sessão de Abertura contou ainda com a presença, da Pa,E
te do Brasil, dos Excelentíssimos Senhores Embaixador
..
,
João
Clemente
Baena Soares, Secretário-Geral do Ministério das Relações Exteriores,
Ministro Rubens Ricupero, Chefe da Divisão da América Meridional 11 e
Chefe substituto
ta Salski; e,
da Divisão de Fronteiras, e Secretário Mônica Rena
da Parte da Venezuela, o Excelentíssimo Senhor Embai
xador Freddy Arocha Castresana e o Conselheiro Doutor Efraim Silva Méndez.
Fazendo uso da palavra, o Excelentíssimo Senhor Secretário-Geral do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, Embaixa
dor João Clemente Baena Soares, manifestou, em nome do Ministro de Es
tado das Relações Exteriores, a satisfação de abrir os trabalhos
da
Quadragésima Sexta Conferência da Comissão Mista Brasileiro-Venezuela
na Demarcadora de Limites, afirmando que obras s6lidase duradouras,cQ
mo a desta Comissão,s6 podem ser o resultado de gerações de homens de
votados à causa pública, por isso que
inaugurava
esta
conferência
sob o signo expressivo de uma velha fotografia, que evoca os Que
nos
precederam, cem anos atrás, neste labor de conc6rdia e congraçamento.
~~
~u;lúec. ~d dfE/o~{)~
G;ÚlIfl!iI't'oI
C?f:mú~ãt' Q~/a ~ud(d;;,{) - ~C'z«eltna
!!if,ma~c(l~".a ~ ZeUd
Prestava,
assim, sincera e fraterna homenagem a
res brasileiros e venezuelanos que contribuíram,
todos os demarcado
com seu trabalho e
sacrifício, para as realizações da Comissão Mista Brasileiro-Venezue
lana,
a mais antiga das Comissões Mistas de Limites do Brasil.
Con
cluindo, disse Sua Excelência que estava persuadido de que, com essas
tradições a inspirá-la e dentro desta
atmosfera de cordial e frater
no entendimento, a Comissão Mista logrará prosseguir o
desempenho de
suas tarefas com êxito e harmonia crescentes.
Em seguida, usou da palavra o Excelentíssimo Senhor Ge
neral-de-Brigada de Aviação Alvaro Bracho Rios que expressou os agra
decimentos em nome da Delegação venezuelana, referindo-se ao clima de
paz e amizade que bem reflete o caráter das relações existentes entre A~K
. .,
-t.!:?
nossos países •
Logo após, o Coronel Ivonilo Dias Rocha fez
a
apresen tação dos delegados brasileiros à Comissão Mista: Assessor Dilermando ~
de Moraes Mendes, Assessor Paulo Carlos da Silva Carvalho e Engenhei ro-Cartógrafo Gilberto da Silva Ferrão.
Em seguida, o General-de-Brigada de Aviação Alvaro Bra
cho Rios, como novo Diretor-Geral Setorial de Fronteiras da
Venezue
la, apresentou o Astrônomo René Gay pola.
De conformidade com o princípio observado nas Conferên
cias das Comissões Mistas e em obediência ao estipulado no
parágrafo
primeiro da Ata da Décima Conferência, assinada, em Caracas, a dezes
sete de outubro de mil novecentos e trinta e oito,
o Excelentíssimo
Senhor General-de-Brigada de Aviação Alvaro Bracho Ríos
passou a pr~
sidir a Conferência, afirmando que recebia a Presidência imbuído
do
~u::lén;;
d?líe-d~$t'.1 g;ú1<'eb1<trJ.
Y!J:meMdtJ QL;/a ciJ!J,,(lrJ~;/e;;'tJ - CZ!ntra:«eetna
.!!fíma?:Ca~#f(l ~ ~,e""~
/arJ
mais alto sentimento de camaradagem e mútuo respeito que sempre
teou brasileiros e venezuelanos nas reuniões das Comissões Mistas
nor
e
nos trabalhos demarcatórios.
Por sugestão da Presidência, a Comissão Mista se decla
rou em sessao permanente e passou a analisar a seguinte Agenda
para
esta Quadragésima Sexta Conferência:
I - Leitura da Ata da Quadragésima Quinta Conferência da
Comissão Mista, assinada em Caracas, a dezessete de
julho de mil novecentos e setenta e novei
11 - Exame e aprovaçao das tarefas executadas na
campa
nha densificatória de mil novecentos e setenta e no
ve;
111 - Programação dos trabalhos para a campanha densifica
tória de mil novecentos e oitenta;
IV - Assuntos Diversos;
V - Local e data da Quadragésima Sétima Conferência
da
Comissão Mista.
Inicialmente, foi lida a Ata da Quadragésima Quinta
Co~
ferência da Comissão Mista, assinada em Caracas, a dezessete de julho
de mil novecentos e setenta e nove.
Com referência ao item dois (11), a Comissão Mista
pa~
sou ao exame e aprovação das seguintes tarefas:
1)
-
prosseguimento da sistemática densificação da
li
nha divisória, no sentido oeste, do marco BV-9 ao R-I, na cordilheira
de Pacaraimai
·
~udlé1teô ~tJ e9le~i't';1.
?t:1e?te(;?<t'.1
CZfn~.me~na
!!J!J,ma?tco.~1f((l ~ ~t'k4
Yi:mei:J.ãtí QLla cf)J,.ntJtd'e1.() -
2) - construção de quinze heliportos entre
os
marcos
BV-9 e J-6i
3) - implantação de poligonais topográficas,
entre os
marcos BV-9 e K-l, numa extensão de quarenta mil duzentos e
vinte
e
nove metros;
4) - folha, na escala 1:50000, como traçado das poligonais;
5) - construção de quarenta e três novos marcos, com as
características recomendadas na Trigésima Terceira Conferência, exce
to
o capitel;
6) - quadro demonstrativo das coordenadas dos novos mar
COSi
7) - termos de inauguração dos novos marcos;
I , ,
8) - determinação de coordenadas por rastreamento de s~
télites artificiais (Sistema Doppler), nos marcos BV-9, K-7, K-4, K-l
e J-3, a fim de serem verificadas suas coordenadas anteriormente obti
das por observações astronômicas diretas ou por
simples
transportes
destasj
9) - relação das coordenadas dos marcos verificadas por
satélites (K-l e BV-9)j
10) - termos de correçao das coordenadas dos marcos
K-l
e BV-9 verificadas por satélites;
11) - reconstrução do marco J-l, acidentalmente destruí
do durante a construção do heliporto em suas imediações;
12) - pintura do marco BV-O e de outros duzentos e
senta e cinco entre os marcos BV-2 e BV-9i
ses
~ltdléllÚ; ~tJ c;!fle4(ie.J g:.1e?feõ"e.J
~me~ã(} Q.L;la ~ntJe:d'e?t() - tffn~"r«edna
!!!2f,m(l?fca~lfa ar, ZUk4
13) - reconhecimento, exploração e balizamento do trecho
entre os marcos K-l e J-9.
Em relação ao item três (111), a Comissão Mista ela
borou a seguinte programaçao:
1) - prosseguimento da sistemática densificação da
li
nha divisória, no sentido oeste, do marco K-l ao marco J-9, na cordi
lheira Pacaraimai
2) - construção de cinco heliportos, a partir do
marco
J-6i
3) - implantação de poligonais topográficas ,entre os ma~
cos K-l e J-9, numa extensão aproximada de quarenta e cinco mil metros:
.
4) - folha, na escala 1:50000, com o traçado das polig2
, ,
naisi
5) - construção de aproximadamente quarenta novos
mar
cos, com as características recomendadas na Trigésima Terceira Confe
rência e alteração contida no parágrafo 05 do item IV da Agenda desta
Quadragésima Sexta Conferênciai
6) - quadro demonstrativo das coordenadas dos novos mar
COSi
7) - termos de inauguração dos novos marcos;
8) - determinação de coordenadas por rastreamento de sa
télites artificiais (Sistema Doppler), nos marcos J-2, J-4, J-6,
e J-9, a fim de serem verificadas as suas coordenadas
J-8
anteriormente
obtidas por observações astronômicas ou por simples transportes d€6tas;
9) - relação das coordenadas dos marcos verificadas por
satélites;
~u::/énb dad ci!lleltçtie:J ?J;;/e""Úl"t':J
~mej4ti(i. Q~/a ~ntJe:,{?'(2 - ~~.e«e/a?Za
~ma~C(1""nZ ~ ~Uk:J
la) - termos de correçao das coordenadas dos marcos veri
ficadas por satélitesi
11) - reconstrução dos marcos BV4/BV5-45 e BV6/BV7-li
12) - pintura dos antigos marcos no trecho K-l - J-9;
13) - reconhecimento, exploração e balizamento do trecho
entre o marco J-9 e a nascente do rio Pacu, se possível;
14) - afixação de placas metálicas nos marcos
BV-l, BV-2,
BV-3, BV-4, BV-5, BV-6, BV-7, BV-8 e BV-9j
15) - reboco do marco BV2/BV3-7i
16) - reforço do alicerce do marco BV7/BV8-3.
, ..
Com referência ao item quatro (IV), a Comissão Mis
ta fez as seguintes recomendações:
1) - as operaçoes de campo devem iniciar-se na primeira
quinzena de setembro e ter noventa dias de duração i
2) - a base das operações de campo deve ser
instalada,
em território venezuelano, próximo à localidade de El paujii
3) - providências para as obras de contenção da encosta
do morro onde está assentado o marco BV-8i
4) - providências para a materialização da linha de
cume~
da entre os marcos L-5 e L-6, alterada por efeito da erosao;
5) - os novos marcos terão as característcas
da Trigésima Ter
ceira Conferência, eliminando-se o capitelj
6) - adoção, a partir da próxima campanha,
Técnicas apresentadas nesta Conferência.
das Normas
~/Ú/é;l/tó ./o" ~d~()c.J. 6:1e?ttÓ7<t'.J
~mtj:Jti6 QL;/a ~(l,,(d:~() - CZ!nt+Zfte~?Ul
g,ma?tCOekHfa ~ ~21íé.J
Com respeito ao item cinco (V), a Delegação venezue
lana manifestou sua satisfação de receber a Delegação brasileira, co
rno hóspede, em Caracas, sede da Quadragésima Sétima Conferência
da
Comissão Mista, no segundo trimestre do ano de mil novecentos e oiten
ta e um.
A Delegação brasileira agradeceu o amável convite, acei
to com prazer.
Em nome dos membros da Delegação venezuelana, o Excele~
tíssimo Senhor General-de-Brigada de Aviação Alvaro Bracho Rios agra
deceu a hospitalidade dispensada à sua Delegação e manifestou a satis
fação pela atmosfera de amizade e franco entendimento que caracterizou
.,
/
os trabalhos •
Em nome da Delegação brasileira, o Coronel Ivonilo Dias
Rocha agradeceu ao General Chefe da Delegação venezuelana suas amáveis
palavras, expressando ainda o seu contentamento e dos demais
Delega
dos brasileiros pela maneira eficiente com que dirigiu os trabalhos da
Quadragésima Sexta Conferência da Comissão Mista.
Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a Quadragési
ma Sexta Conferência da Comissão Mista, lavrando-se, em conseqfiencia,
a presente Ata, em dois exemplares em português e dois
em
espanhol,
os quais, depois de lidos e achados conforme, durante a Sessão Plená
ria da Conferência realizada no dia três de setembro, foram assinados
pelos Delegados que participaram da referida Conferência.
Delegação brasileira
Delegação venezuelana
Delegação brasileira
Cel. Ivonilo
Delegacão venezuelana
Dias Rocha
"
Pesq.~
s. Dilerman o
Mendes
Eng9 Paulo Carlos da Silva Carvalho
Gilberto da Silva Ferrão
QUADRAG~SIMA
SEXTA
NORMAS
CONFER~NCIA
T~CNICAS
1. CARACTERIsTICAS DAS POLIGONAIS:
1.1. Poligonais fechadas, com vértices extremos
separados
por
uma distância média de 10 km;
1.2. O número de lados de cada poligonal e o comprimento dos me,ê.
mos serão determinados pelas necessidades de melhor defini
çao da linha de fronteira;
1.3. Quando de uma estação houver a possibilidade de se fazerem
visadas para duas ou mais outras estações, poderá ser uti
",
.
lizado o recurso de irradiamento simples, desde que
guard~ ~ ~
~
~
d as po 1"19onalS.
d as as mesmas normas para a execuçao
2. APARELHAGEM A SER UTILIZADA:
2.1. As leituras angulares serão feitas por intermédio de
-
apar~
lho que garanta diretamente o grau, minuto, segundo;
2.2. As distâncias serão obtidas por distanciômetro
eletrônico
que tenha precisão de até 1 cm;
2.3. Os extremos das poligonais terão suas coordenadas planial
timétricas obtidas
por
rastreamento de satélites artifi
ciais (Sistema Doppler);
2.4. Os azimutes de partida, de chegada e de controle serao ob
tidos a giroscópio, que garante um erro máximo de 20".
3. ESPECIFICAÇÕES DE CAMPO:
3.1. Método dos três tripés;
3.2. Medida Angular Horizontal:
3.2.1. Na obtenção do valor de cada ângulo, serao feitas 4
séries de leituras;
~U;/éHb
dad
c;:;/Jlled~{)i:;J. g;1e?t~Ó1"t';J.
~mÚJ(i6 (?~/a ~(lud;;,{) - CZfne~uettna
!!fJ,?7Uz?!c(l,fi;~a ~ ~zell'd3.2.2. Cada série deverá iniciar aproximadamente nas segui,!!
tes referências: 009 00' 00" - 45900'00" - 90900'00" - 135900'00". 3.3. Medida Angular Vertical:
3.3.1. Para a obtenção de cada ângulo vertical, serao fei
tas três séries de leituras.
3.4. Medida de Distância:
3.4.1. Para a obtenção do valor de cada lado da poligonal,
serão feitas duas medidas sobre o mesmo lado:
uma
quando a visada for a vante e outra quando a ré.
3.5. Outras Medidas:
3.5.1. A altura do aparelho deverá ser tomada de modo ver
tical, a trena, desde o eixo transversal do teodoli
to até a superfície do solo;
3.5.2. A altura do sinal deverá ser
I
,
•
tomada de modo verti
cal, a trena, desde o ponto onde foi
convencionado
ser feita a pontaria para a leitura do ângulo zeni
tal até a superfície do solo.
4. ESPECIFICAÇÕES DE CÂLCULO:
4.1. Medida Angular Horizontal:
âng~
4.1.1. Tirando a média dos valores encontrados para o
lo horizontal,
cada valor não poderá discrepar
mais de 6" da mesma.
Se isso ocorrer com um deles,
este deverá ser abandonado,
com os outros três.
de
obtendo-se nova
média
Em caso de reincidência a esta
çao deverá ser reocupada.
4.2. Medida Angular Zenital:
4.2.1. Cada ângulo não deverá divergir um do outro mais de
30".
4.3. Determinação Azimutal:
4.3.1. Para cada determinação de
Azimute
serao feitas 16
leituras, ficando como resultado a média das mesmas;
~lf;linô ~d dfledrõeJ
C(f:m>ú:Jãt;
g:ú?<'tÓ1<t'J
(?~/a cf}jJ"f'lrJ{;d;~;; - ~~«e~?Za
~ma?!Cf'l~"'(l ~ ~UU4
4.3.2. Em cada cinco km, será feito um controle Azimutal.
4.4. As coordenadas finais de cada vértice de poligonal deverão
ser apresentadas nas formas
geodésica
e plano-retangular
UTM (Universal Transversal Mercator), bem como referencia
das a cada um dos "DATA" dos dois países;
4.4.1. As coordenadas dos pontos rastreados por
satélites
artificiais serão apresentadas nos seguintes
sóides - WGS 72, HAYFORD (PSAD 56),
elip
INTERNACIONAL
DE 1967 (SAD-69).
5. PRECISÕES A SEREM ALCANÇADAS:
5.L Tolerância Angular:
ta
n
= 1,5' y-n
= número de vértices 5.2. Erro máximo relativo: 1
Er = 500
rú
... 1~e
6. CRIT:gRIOS DE ESCOLHA DA POLIGONAL:
6.1. Cada poligonal será medida separadamente pelos dois
topó
grafos, brasileiro e venezuelano;
6.2. As coordenadas finais a serem adotadas serao as médias das
coordenadas das poligonais de cada país, desde que cada uma
delas esteja dentro das tolerâncias acima estipuladas.
Nota: As presentes normas estão em concordância com os
seguintes
princípios gerais que regulam os trabalhos de demarcação:
1) Todas as operações de campo e gabinete devem ser realiza
das, separadamente, por cada país;
2) Os instrumentos e métodos de observação e cálculo, de um
país em relação ao do outro, devem apresentar equivalen
te precisão;
di-u;/úú
~rJ ~4õe,J
gle?fÚ"t',J
~mÚJ(ili Q~/a &"IlHd'e;.O - CZ!n~.efle~?Za
.!!if,,?JU1/l!Cnd/;,a ~ ~ek,J
3) O resultado final adotado deve ser a média dos resultados
de cada país.
Brasília, 03 de setembro de 1980.
Parte brasileira: ~
Cel. Ivonilo Dias Rocha ~~/"771"CZ
'?7~:;'C "#~~L/ - _
p~~~isador-A~~ten~e' Dilermando de Moraes Mendes
#-.d"
4 .. ~ &4. .;;,~- /,a;: _é? .
:c.ngenhelro Paulo Carlos da Silva Carvalho E~iis-~i~raf'5'-> -- -.-.
~I~berto
da Silva Ferrão
Parte venezuelana:
Gen. de
11:
Al v a l
~raChO
Ríos
} 00
m~~~ ~~~Ola
dnú/é1<'Út
CG:N7ZÚJdti
ahd <iYle/oçtiCtJ. g;1e?f~bl't!tJ.
Q~/a ~fld-(4';;.()
-
CZ!nt:'.r«c~?la
!!if,ma'1!C(l~I({l ~ ~ltktJ.
QUADRAG~SIMA
SEXTA
CONFER~NCIA
QUADRO DEMONSTRATIVO DAS COORDENADAS DOS NOVOS MARCOS
MARCO
LATITUDE
(N)
K-I-1
K-I-I1
K-I-II1
K-I-IV
K-2-1
K-2-I1
K-2-II1
,'
.
LONGITUDE
(W Gil
49 25' 14.0"
49 25' 24.0"
619 20' 40.2"
619 20' 16.3"
49 25' 40.2"
49 25' 49.8 11
619 20' 11.5
49 26' 01. 3"
49 26' 28.4/1
619 19' 45.5"
619 19' 03.9/1
ALTITUDE
(1<1etros)
1056
1010
993
1032
1227
619 19' 16.3"
619 19' 12.9"
984
619 18' 42.2"
956
K-3-1
49 26' 55.9"
49 27' 32.0"
K-3-I1
49 27' 40.9"
619 18' 26.7"
987
K-3-II1
619 18' 03.1"
619 17' 42.9"
1051
K-3-IV
49 27' 34.7"
49 27' 38.2"
K-4-1
49 27' 37.3"
619 17' 38.9"
1018
K-4-I1
49 27' 31.2"
49 27' 51.5"
49 28' 03.9"
619 17' 14.1"
619 17' 11. 5"
998
955
619 16 ' 57.7"
999
49 28' 36.3"
49 28' 51.3"
619 16 ' 38.3"
1034
1099
1024
K-4-II1
K-4-IV
K-5-1
K-
II
956
1012
K-5-II1
49 28' 47.8"
619 16 ' 48.3"
619 17' 11.1"
K-6-1
K-6-I1
49 29 ' 26.8"
49 29' 43 .. 5"
619 17' 37.9"
619 17' 47.4 11
1008
K-6-II1
49 29' 52.8"
619 18' 15.1"
1034
K-6-IV
619 18' 29.8"
1022
K-7-1
49 30' 14.4"
49 30' 17.9"
619 18' 29.9"
1025
K-7-I1
49 30' 21.0"
1053
K-7-II1
49 30' 22.0"
619 18' 51.3"
619 19' 16.3"
K-7-IV
49 30' 44.0"
619 19' 10.8"
1030
K-8-1
49 31' 08.9"
619 19' 34.7"
1021
K-8-I1
49 31' 36.2"
619 19' 33.5"
1027
K-8-II1
49 31' 58.4"
1054
K-9-1
49 32 ' 17.7"
619 19' 21.5"
619 18' 28.3/1
1096
1091
1198
~1f~/é7Ú cktó ~d~õe.J. gÚ'1<'eb1<t'.1
YJ:miMd() Q~1á dJJ,.n#~;"() - CZfnN(#:~na
!!if,?IUZ~C(l~If{l ~ ~ze~~
MARCO
LATITUDE
(N)
I
I
(W Gr)
ALTITUDE
(Metros)
K-9-II
49 32' 34.0"
619 18' 14.8"
1300
K-9-III
49 32' 19.1"
619 17' 55.1"
1205
K-9-IV
619 17' 30.7"
1273
K-9-V
49 32' 18.6"
49 32' 18.5"
1133
K-10-I
49 32' 20.8"
619 17' 11.0"
619 17' 07.2"
K-10-II
49 32' 16.2"
1166
K-10-III
49 31' 55.5"
1152
K-10-IV
K-11-I
49 31' 58.0"
49 32' 24.7"
619 16 ' 47.5"
619 16 ' 31.8"
619 16' 17.6"
619 15' 45.7"
1023
K-11-II
49 32' 21.8"
619 15' 20.4"
K-11-III
49 31' 53.5"
619 15' 10.6"
1003
1100
K-11-IV
49 31' 47.5"
49 32' 08.8"
619 14' 56.5"
619 14' 45.1"
K-11-V
,
LONGITUDE
1123
1141
1055
1083