Escola de Arquitetura/UFMG
Rua Paraíba, 697- Funcionários - 30.130-140 - Belo Horizonte/MG
Fone: (31) 3409-8830 - Fax: (31) 3409-8818
COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN
Conteúdo Programático
Disciplinas
OPTATIVAS
2012
1
Versão para consulta.
Escola de Arquitetura/UFMG
Rua Paraíba, 697- Funcionários - 30.130-140 - Belo Horizonte/MG
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COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN
DISCIPLINA CAD 187 EMPREENDEDORISMO
Departamento(s) responsável(eis):
Faculdade de Ciências Econômicas – Departamento de Administração
Eixo estruturante:
Área Sociais Aplicadas
Classificação:
[ ] Obrigatória
[ X ] Optativa
Carga horária:
45 horas
Créditos: 2
Pré-Requisitos:
[ X ] Não
[
] Sim
Período (caso seja obrigatória):
Ementa:
É importante adequar o estudante universitário de qualquer área do conhecimento na nova
realidade do mundo do trabalho. No cenário atual o conhecimento sobre o empreendedorismo e o
desenvolvimento do perfil empreendedor torna-se de suma importância para sobrevivência no
mercado competitivo. Pretende-se motivar o aluno para a importância do comportamento
empreendedor e instrumentalizá-lo na construção da visão de negócio com a elaboração de um
plano de negócios.
Bibliografia básica:
1. BAKER, Michael. Administração de Marketing. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
2. BESSANT, John e TIDD, Joe. Inovação e Empreendedorismo – Porto Alegre: Bookman,
2009.
3. DRUCKER, Peter Ferdinando. Inovação e espírito empreendedor: entrepreneurship. 6. ed.
São Paulo: Pioneira, 2000.
4. DRUCKER, Peter. Administração para o futuro: os anos 90 e a virada do século. São
Paulo: Pioneira, 1993.
5. DOLABELA, Fernando. Oficina do Empreendedor. São Paulo: Editora de Cultura, 1999.
Bibliografia complementar:
1. DOLABELA, Fernando. O Segredo de Luiza. Ed. Cultura, 1999.
2. TREVISAN, Antoninho M. Empresários do futuro: como os jovens vão conquistar o mundo
dos negócios. 3. ed. São Paulo: Infinito, 2000.
3. HOOLEY, Graham J.; SAUNDERS, John A.; PIERCY, Nigel F. Estratégia de Marketing e
Posicionamento Competitivo. Sao Paulo: Prentice Hall, 2001.
4. KOTLER, Philip; KELLER, Kevin. Administração de Marketing. 12ª Ed. São Paulo: Pearson,
2006.
2
Versão para consulta.
Objetivo:
1. Sensibilizar e motivar sobre a importância da Gestão Empreendedora.
2. Demonstrar as possibilidades de desenvolvimento das competências empreendedoras.
3. Abordar as questões relacionadas com a identificação das oportunidades de negócios,
metas e objetivos, apontando tendências globais que geram estas oportunidades,
discutindo atributos ou características que devem ter para atender as necessidades dos
clientes e agregar valor.
4. Refletir sobre questões de criatividade, sustentabilidade e propriedade intelectual.
5. Construção de um Plano de Negócios Simplificado, realizando dessa forma um
planejamento financeiro do empreendimento para expressar a viabilidade do seu futuro
negócio.
6. Informar sobre as opções legais para abertura de negócios próprios e sobre o Direito do
Consumidor.
Conteúdo:
Introdução:
- Apresentação da disciplina
- Sensibilizar e motivar sobre importância da Gestão Empreendedora
- Contextualização – GEM 2012
- Apresentação Geral dos Conceitos de empreendedorismo e Inovação
- Ambiente brasileiro do empreendedorismo
- Técnicas no levantamento de idéias para negócios
- Introdução ao Plano de negócios
-Plano de Negócios
- A mentalidade empreendedora
- Competências empreendedoras
- Proteção do conhecimento e Propriedade Intelectual;
- Patentes
- A perspectiva do empreendedorismo
- A importância das start ups e spin offs
- Conceito da Hélice tripla
- Hélice de oportunidades
- Conceito do Vale da Morte
Financiamento
- Angels, Venture Capital, abertura de capital, private equity
- Procedimento para abertura de empresa
- Direito do Consumidor
- Técnica de Apresentação: Como Vender Gelo a Esquimós em Cinco Slides
Estudo de Caso – Convidados
3 grupos
Estudo de Caso – Convidados
3 grupos
Apresentação de trabalho – Plano de Negócios
3 grupos de 8 pessoas
Apresentação de trabalho – Plano de Negócios
3 grupos de 8 pessoas
3
Versão para consulta.
Escola de Arquitetura/UFMG
Rua Paraíba, 697- Funcionários - 30.130-140 - Belo Horizonte/MG
Fone: (31) 3409-8830 - Fax: (31) 3409-8818
COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN
DISCIPLINA ACR 043 – Arte e Sociedade
Departamento(s) responsável(eis):
Análise Crítica e Histórica da Arquitetura e do Urbanismo
Eixo estruturante:
Área de Humanas
Classificação:
[
Carga horária:
45 horas
Créditos: 3
Pré-Requisitos:
[ X ] Não
[
] Obrigatória
[ X ] Optativa
] Sim
Período (caso seja obrigatória):
Ementa:
Análise crítica dos aspectos socioculturais das artes na contemporaneidade. Aborda as
linguagens visuais contemporâneas a partir dos desafios da sociedade pós-industrial,
observando-se seja as contribuições dos pontos de vista espacial e artístico, seja a partir
das conjunturas e apresentações sociais na cidade. Proporciona contato da arte com a
experiência estética pública através de visitas a coleções, eventos, exposições e o
contato direto com o artista e o meio social.
Bibliografia básica:
Benjamin, W “A obra de arte na era da sua reprodutibilidade técnica” Em Walter Benjamin, São Paulo, Abril
(Coleção Os Pensadores).
Benjamin, W “A Coleção” Em Paris capital do século XIX – o livro das passagens, Belo Horizonte, UFMG.
Debord, G A sociedade do espetáculo, capítulos V,VI,VII e VIII, Rio de Janeiro, Contraponto, 1997
Machado Arlindo A fotografia como expressão
(http://www.studium.iar.unicamp.br/dois/1.htm)
do
conceito.
Revista
Studium,
Campinas
Machado, Arlindo O quarto iconoclasmo. Contracapa, 2001
Valéry, Paul Discurso sobre a fotografia. Suplemento Literário, Belo Horizonte, Imprensa Oficial, 01-02-2001, p
13-16 (trad Myriam Bahia Lopes).
Bibliografia complementar:
4
Versão para consulta.
Dagonet, F (org) Le musée sans fin, Champ Vallon, 1993 *
Heidegger, Martin Remarques sur art-sculpture-espace, Paris, Payot, 2009.
Livros sobre artistas:
Cildo Meirelles São Paulo, Cosaq Naif
MAM RJ Anna Bella Geiger: Constelações. Rio de Janeiro, 1996
Hélio Oiticica
Cartas 1964-1974 Lygia Clark Hélio Oiticia Rio de Janeiro, UFRJ, 2001
Textos publicados na web:
Itaú Cultural Programa Hélio Oiticica (http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia/ho/home/dsp_ho
me.cfm)
Tate Modern Hélio Oiticica the body of colour (http://www.tate.org.uk/modern/exhibitions/heliooiticica)
Vídeos:
Orion Ossario, São Paulo, 2009
João Jardim e W Carvalho - Janela da Alma, 2002
Richard Copans - Centro Georges Pompidou, Paris, RMN
Peter Cohen Arquitetura da Destruição, Suécia 1992
Visitas:
Museu Inhotim
Museu de Arte da Pampulha
Museu de Artes e Ofícios
Objetivo:
Pesquisar a historicidade da arte e aprender a relacionar as condições sócio-técnicas do processo de
produção e de difusão da arte.
Conteúdo:
1) Arte e técnica
2) Arte e história
3) Lugares de produção
4) Lugares de exibição
5) A produção e a circulação: fazer e mostrar
5
Versão para consulta.
Escola de Arquitetura/UFMG
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COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN
DISCIPLINA ACR 045 – Sociedade e Cultura
Departamento(s) responsável(eis):
Análise Crítica e Histórica da Arquitetura e do Urbanismo
Eixo estruturante:
Área de Humanas
Classificação:
[
Carga horária:
45 horas
Créditos: 3
Pré-Requisitos:
[ X ] Não
[
] Obrigatória
[ X ] Optativa
] Sim
Período (caso seja obrigatória):
Ementa:
Fundamentos das Ciências Sociais desde o seu surgimento no século XIX e seu desenvolvimento posterior
com ênfase nos conceitos de indivíduo, sociedade, cultura e suas diversas manifestações. Analisa a cultura
através da criação material espontânea, artesanal e vernacular e suas articulações com as representações
sociais e simbólicas. Enfoque na cultura como instrumento voltado para a compreensão, reprodução e
transformação do sistema social e sua contribuição para a criação e produção técnica do design.
Bibliografia básica:
BENJAMIN, Walter “Experiência e pobreza” Em Obras escolhidas. Magia e técnica. Arte e política, São Paulo,
Brasiliense, pp 114-120
“A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica” Em idem.
“O narrador” Em Walter Benjamin. Em ibidem
MATOS, Olgaria 1968 As barricadas do desejo. São Paulo, Brasiliense, 1981 (908 C691 1981 v.9)
SENNETT, Richard O Artífice. Rio de Janeiro, Record, 2009. (331 S478c.Pm 2009)
Bibliografia complementar:
CERTEAU, Michel As artes de fazer Petrópolis, Vozes, 2004 (306.0944 C418i.Pa 2005)
GAGNEBIN, J M “A adorável primavera perdeu seu odor” Em Alea, vol 9, jan-jun, 2007, p 64-74
MARX, Karl “A mercadoria” Em O Capital, cap 2, Rio de Janeiro, DIFEL
VIRILIO, P Os motores da história Em Araújo, H Tecnociência e cultura: ensaios sobre o tempo presente, São
Paulo, Estação Liberdade, pp 127-149.
Filmografia:
Festival 67
Milou em Maio
Tati. Traffic
Vertov Um homem com a câmara na mão
6
Versão para consulta.
Objetivo:
Partir do contexto da revolução industrial para pensar a partir dos textos de autores indicados na bibliografia e
de filmes que serão exibidos em sala de aula como na economia capitalista o objeto é identificado
simultaneamente como meta do desejo e motor da história.
Conteúdo:
As multidões e a cultura de massa. A arte e o mercado.
• Do original à cópia.
• A revolução industrial e o desenraizamento
• O cinema e o tranporte. Vertov e a cidade em movimento.
• A escala monumental.
• A cidade como imagem. A mídia ocupa o espaço público
7
Versão para consulta.
Escola de Arquitetura/UFMG
Rua Paraíba, 697- Funcionários - 30.130-140 - Belo Horizonte/MG
Fone: (31) 3409-8830 - Fax: (31) 3409-8818
COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN
DISCIPLINA ACR 043 – Arte e Sociedade
Departamento(s) responsável(eis):
Análise Crítica e Histórica da Arquitetura e do Urbanismo
Eixo estruturante:
Área de Humanas
Classificação:
[ ] Obrigatória
[ X ] Optativa
Carga horária:
45 horas
Créditos: 3
Pré-Requisitos:
[ X ] Não
[
] Sim
Período (caso seja obrigatória): 1o período
Ementa:
Análise crítica dos aspectos socio-culturais das artes na contemporaneidade. Aborda as
linguagens visuais contemporâneas a partir dos desafios da sociedade pós-industrial,
observando-se seja as contribuições dos pontos de vista espacial e artístico, seja a partir
das conjunturas e apresentações sociais na cidade. Proporciona contato da arte com a
experiência estética pública através de visitas a coleções, eventos, exposições e o contato
direto com o artista e o meio social.
Bibliografia básica:
Benjamin, W “A obra de arte na era da sua reprodutibilidade técnica” Em Walter Benjamin,
São Paulo, Abril (Coleção Os Pensadores).
Benjamin, W “A Coleção” Em Paris capital do século XIX – o livro das passagens, Belo
Horizonte, UFMG.
Cauquelin, A Arte Contemporânea Matins Fontes, 2005.
Deleuze, Gilles e Felix Guattari . Revolução Molecular São Paulo, Brasiliense
Urlberger Andrea Parcours artistiques et virtualités urbaines. Paris. L´Harmattan, 2003
Bibliografia complementar:
Cildo Meirelles São Paulo, Cosaq Naif
MAM RJ Anna Bella Geiger: Constelações. Rio de Janeiro, 1996
LE MEN Les Français peints par eux-même Paris, Musée D`Orsay, RMN, 1999
DAGOGNET, F Le musée sans fin. Champ Vallon, 1988
8
Versão para consulta.
Objetivo:
Apresentar o contexto sócio-técnico e a história do sentido relacionada ao processo de
produção da arte contemporânea. Analisar a produção de artistas contemporâneos e
destacar os questionamentos que ela suscita. Entender os lugares de produção da arte
contemporânea e situá-los na história dos museus e da cidade.
Conteúdo:
Revolução Industrial, urbanização e produção em série
O advento da fotografia
A velocidade e seu impacto na produção artísitica
A diminuição do papel do tátil e a primazia do olhar
A pré-história do cinema
A metrópole e a arte para a massa
O cinema e a arte como indústria
A arte e a revolução
A reprodução em série e os conceitos de aura, autenticidade, unidade
As coleções e os museus
Os eco-museus
A arte e o território
Das telas aos cyborgs
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Versão para consulta.
Escola de Arquitetura/UFMG
Rua Paraíba, 697- Funcionários - 30.130-140 - Belo Horizonte/MG
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COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN
DISCIPLINA CAD188 – Marketing e Comércio
Departamento(s) responsável(eis):
Departamento de Ciências Administrativas
Eixo estruturante:
Área de Humanas
Classificação:
[ ] Obrigatória
[ X ] Optativa
Carga horária:
45 horas
Créditos: 3
Pré-Requisitos:
[ X ] Não
[
] Sim
Período (caso seja obrigatória):
Ementa:
Introdução ao estudo do composto mercadológico. Mercado consumidor.
Comportamento do consumidor e segmentação de mercado. Gestão de comunicação,
de estratégia de produto, vendas, serviço e mercado.
Bibliografia básica:
ENGEL, James F.; BLACKWELL, Roger D.; MINIARD, Paul W. Comportamento do Consumidor. 8ª ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2000.
KOTLER, P. ARMSTRONG, G. Princípios de marketing. 7ª Ed. Rio de Janeiro: PHB, 1999.
KOTLER, P. Marketing Essencial: Conceitos, estratégias e casos. São Paulo: Prentice Hall, 2005.
Bibliografia complementar:
10
Versão para consulta.
COBRA, M. Administração de marketing no Brasil. São Paulo, Cobra Editores, 2003.
CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR.
IACOBUCCI, D. (org.) Os desafios do marketing: aprendendo com os mestres da Kellog Graduate School of
Management. São Paulo, Futura, 2001.
KOTLER, P. Administração de marketing: a edição do milênio. 10ª Ed. São Paulo: Prentice Hall, 2000.
LEVITT, Teodore. A imaginação de Marketing. São Paulo: Atlas, 1990.
PORTER, Michael. Vantagem competitiva. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 1990.
Objetivo:
Geral:
Apresentar, discutir e aplicar os fundamentos da gestão de marketing, através de um enfoque contemporâneo
e gerencial.
Específicos:
• Explicar o conceito de marketing.
• Apresentar uma visão do marketing, com uma perspectiva ética e global.
• Estudar os elementos do planejamento de Marketing.
• Estudar a gestão do composto mercadológico.
• Discutir casos práticos.
• Debater questões de marketing no contexto da sociedade brasileira atual.
Conteúdo:
Apresentação do curso, conceito de marketing, orientação da empresa para o mercado.
Definição de valor e satisfação para o cliente, etapas do processo de administração de Marketing.
Sistema de informações em Marketing.
Comportamento do consumidor e segmentação.
Posicionamento e diferenciação de produtos.
Mix de Marketing: O produto / serviço.
Mix de Marketing: O preço.
Mix de Marketing: A praça.
Mix de Marketing: A promoção.
Apresentação de trabalho final.
Aulas expositivas.
Exercícios e estudos de caso.
Discussões.
Realização e apresentação de trabalhos em grupo.
11
Versão para consulta.
Escola de Arquitetura/UFMG
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COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN
DISCIPLINA DES 059 – Ergonomia Visual
Departamento(s) responsável(eis):
Desenho
Eixo estruturante:
Área de Tecnologia
Classificação:
[
Carga horária:
45 horas
Créditos: 3
Pré-Requisitos:
[ X ] Não
[
] Obrigatória
[ X ] Optativa
] Sim
Período (caso seja obrigatória):
Ementa:
Estudo dos parâmetros de legibilidade e leiturabilidade da informação visual.
Metodologia da ergonomia aplicada ao design gráfico.
Bibliografia básica:
ARAÚJO, Emanuel. O princípio da legibilidade. In: _________. A construção do livro. Rio
de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p. 401-412.
SPENCER, Herbert. The visible word. New York: Hasting House, 1969.
TSCHICHOLD, Jan. Tipografia elementar. São Paulo: Altamira, 2007.
Bibliografia complementar:
12
Versão para consulta.
BLACKWELL, Lewis. The end of print: the design graphic of David Carson. (s.l.): Lawrence
King, 1995.
CHARTIER, Roger. A aventura do livro: do leitor ao navegador. São Paulo: Unesp;
Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 1999.
HEITLINGER, Paulo. Tipografia: origens, formas e uso das letras. Lisboa: Dinalivro, 2006.
HENDEL, Richard. O design do livro. São Paulo: Ateliê, 2006.
HOLLIS, Richard. Design gráfico: uma história concisa. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
LUPTON, Helen; MILLER, Abbott. Design writing research: writing on graphic design.
London: Phaidon: 1999.
MARTINS, W. A palavra escrita; história do livro, da imprensa e da biblioteca. São Paulo:
Ática, 1996.
POYNOR, Rick (org.). Ray Gun: Out of control. New York: Simon & Schuster, 1997.
Objetivo:
•
Habilitar o aluno a aplicar princípios de legibilidade em projetos de design gráfico.
Conteúdo:
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
A linguagem visual;
Sistemas de escrita;
Noções de tipografia;
Anatomia do tipo;
Micro-tipografia e macro-tipografia;
Fisiologia da leitura;
Legibilidade e leiturabilidade;
Elementos do design gráfico;
Hierarquia visual;
Relação texto/imagem;
Legibilidade e design editorial;
Legibilidade e design de informação;
Legibilidade no meio eletrônico;
Experimentalismos (tipo)gráficos contemporâneos.
13
Versão para consulta.
Escola de Arquitetura/UFMG
Rua Paraíba, 697- Funcionários - 30.130-140 - Belo Horizonte/MG
Fone: (31) 3409-8830 - Fax: (31) 3409-8818
COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN
DISCIPLINA DES 061 – Teoria e História do Design Gráfico
Departamento(s) responsável(eis):
Desenho
Eixo estruturante:
Área de Humanas
Classificação:
[
Carga horária:
45 horas
Créditos: 3
Pré-Requisitos:
[ X ] Não
[
] Obrigatória
[ X ] Optativa
] Sim
Período (caso seja obrigatória):
Ementa:
Estudos teóricos, históricos e críticos do Design Gráfico.
Bibliografia básica:
BEIRUT, Michael et al (org.). Textos clássicos do design gráfico. São Paulo: WMF Martins
Fontes, 2010.
HOLLIS, Richard. Design gráfico: uma história concisa. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
MEGGS, Philip. B.; PURVIS, Alston. W. História do design gráfico. São Paulo: Cosac Naif,
2009.
Bibliografia complementar:
14
Versão para consulta.
AGRA, Lúcio. História da arte no século XX; idéias e movimentos. São Paulo: Anhembi
Morumbi, 2004.
ARGAN, Giulio Carlo. Arte moderna; do Iluminismo aos movimentos contemporâneos. São
Paulo: Companhia das Letras, 1992.
BLACKWELL, Lewis. The end of print: the design graphic of David Carson. (s.l.): Lawrence
King, 1995.
CARDOSO, Rafael (org.). O design brasileiro antes do design. São Paulo: Cosac Naif,
2005.
COUTO, Hildo Honorio do. Uma introdução à semiótica. Rio de Janeiro. Presença. 1983.
LUPTON, Helen; MILLER, Abbott. Design writing research: writing on graphic design.
London: Phaidon, 1999.
MELO, Chico Homem (org.). O design gráfico brasileiro; anos 60. São Paulo: Cosac Naif,
2006.
POYNOR, Rick (org.). Ray Gun: Out of control. New York: Simon & Schuster, 1997.
TSCHICHOLD, Jan. Tipografia elementar. São Paulo: Altamira, 2007.
WINCKELMANN, Johann Joachim. Lo bello en el arte. Buenos Aires: Nueva Visión, 1958.
BARTHES, R. Aula; aula inaugural da cadeira de semiologia literária do Colégio de França.
São Paulo: Cultrix, 1996.
___________ Crítica e verdade. São Paulo: Perspectiva, 1970.
___________ O óbvio e o obtuso. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990.
COCCHIARALE, F.; GEISER, A. Abstracionismo geométrico e informal. Rio de Janeiro:
Funarte, 1987.
De MICHELLI, Mario. As vanguardas artísticas. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
FRUTIGER, A. Signos e símbolos. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
LIMA, Guilherme Cunha. O gráfico amador: as origens da moderna tipografia brasileira. Rio
de Janeiro: UFRJ, 1997.
NIEMEYER, Lucy. Design no Brasil: origens e instalação. Rio de Janeiro: 2AB, 1998.
PIGNATARI, D. Informação, linguagem, comunicação. São Paulo: Cultrix, 1980.
Objetivo:
Fornecer ao aluno um embasamento teórico que o possibilite desempenhar a profissão
de modo crítico.
Conteúdo:
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Arte Ocidental: conceitos e transformações;
Artes plásticas moderna e contemporânea: vanguardas, correntes, tendências e
desdobramentos;
Artes gráficas e design gráfico: semelhanças e distinções;
Origens do design gráfico (contexto e fundamentos);
A cultura modernista e a pós-modernista;
O design gráfico racionalista e as rupturas pós-modernas;
Noções de semiótica e suas implicações no campo do design gráfico;
O impacto das tecnologias eletrônicas;
O design gráfico no Brasil.
15
Versão para consulta.
Escola de Arquitetura/UFMG
Rua Paraíba, 697- Funcionários - 30.130-140 - Belo Horizonte/MG
Fone: (31) 3409-8830 - Fax: (31) 3409-8818
COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN
DISCIPLINA EES 050 – Análise Estrutural Aplicada ao Design
Departamento(s) responsável(eis):
Engenharia de Estruturas
Eixo estruturante:
Área de Tecnologia
Classificação:
[
Carga horária:
45 horas
Créditos: 3
Pré-Requisitos:
[ X ] Não
[
] Obrigatória
[ X ] Optativa
] Sim
Período (caso seja obrigatória):
Ementa:
Conceitos básicos de estática; equilíbrio de partículas e de corpos rígidos; estruturas
isostáticas simples: diagrama de corpo livre, reações de apoio e esforços solicitantes;
deformações e deslocamentos nas estruturas; métodos clássicos para a resolução de
estruturas hiperestáticas; softwares para a solução de vigas, pórticos planos e treliças;
aplicações na criação de objetos tecnológicos.
Bibliografia básica:
MARTHA, Luiz F. Análise de Estruturas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
LEET, Kenneth. Fundamentos da Análise Estrutural. São Paulo: McGraw-Hill, 2009.
Bibliografia complementar:
SORIANO, Humberto L. Análise de Estruturas, V.1 e V.2. Rio de Janeiro: Ciência
Moderna, 2005.
ALMEIDA, Maria C. F. Estruturas Isostáticas. São Paulo: Oficina de Textos, 2009.
16
Versão para consulta.
Objetivo:
Apresentar o método do equilíbrio para a resolução de estruturas isostáticas e os
métodos clássicos para a resolução de estruturas hiperestáticas. Apresentar o software
gratuito Ftool desenvolvido pela PUC - Rio para a resolução de vigas, pórticos e treliças.
Analisar a distribuição dos diversos esforços que solicitam as peças estruturais, visando
desenvolver a análise qualitativa das estruturas.
Conteúdo:
I) INTRODUÇÃO/CONCEITOS BÁSICOS
Estruturas reticuladas. Ações, tipos de carregamentos. Tipos de apoios. Condições de
equilíbrio. Compatibilidade de ações e deslocamentos. Indeterminação estática e
cinemática. Equações de ação e deslocamento. Teorema de Maxwell.
2) MÉTODOS CLÁSSICOS DE RESOLUÇÃO DE ESTRUTURAS HIPERESTÁTICAS
Método das Forças: física da resolução, simbologia, aplicações. Método dos
Deslocamentos: física da resolução, simbologia, aplicações.
3) SOFTWARE GRATUITO FTOOL
Resolução de vigas, pórticos planos e treliças com a utilização do software Ftool,
desenvolvido pela PUC - Rio.
4) PROCESSO DE AVALIACÃO
Três provas com valor compreendido entre trinta e trinta e quatro pontos, e trabalhos
práticos com valor total entre cinco e dez pontos.
17
Versão para consulta.
Escola de Arquitetura/UFMG
Rua Paraíba, 697- Funcionários - 30.130-140 - Belo Horizonte/MG
Fone: (31) 3409-8830 - Fax: (31) 3409-8818
COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN
DISCIPLINA EES 056 – Representação Técnica
Departamento(s) responsável(eis):
Engenharia de Estruturas
Eixo estruturante:
Área de Representação
Classificação:
[
Carga horária:
45 horas
Créditos: 3
Pré-Requisitos:
[ X ] Não
[
] Obrigatória
[ X ] Optativa
] Sim
Período (caso seja obrigatória):
Ementa:
Conhecimento das formas e representação dos objetos para a fabricação de peças e
máquinas. Domínio das representações em vistas e cotagem funcional. O uso de vistas e
perspectivas no registro de idéias; o rigor dimensional na indicação de fabricação de
projetados. Desenho técnico e introdução ao AutoCAD.
Bibliografia básica:
PEREIRA, Jailson S. Prática de Projeto em AutoCAD. Rio de Janeiro: Ciência Moderna,
2010.
SILVA, Arlindo. Desenho Técnico Moderno. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
Bibliografia complementar:
KATORI, Rosa. AutoCAD 2011 - Projetos em 2d. São Paulo: SENAC, 2010.
LEAKE, James. Manual de Desenho Técnico para Engenharia. Rio de Janeiro: LTC,
2010.
SCHNEIDER, W. Desenho Técnico Industrial. São Paulo: Hemus, 2009.
18
Versão para consulta.
Objetivo:
Contribuir para a qualificação do aluno de Design no que se refere ao domínio do
desenho técnico mecânico e sua interface com as demais disciplinas que compõem o
currículo do curso.
Introdução ao desenho auxiliado por computador.
Conteúdo:
I) INTRODUÇÃO/CONCEITOS BÁSICOS
Representação de objetos tridimensionais em superfícies bidimensionais. Geometria
Descritiva.
II) DESENHO PROJETIVO
Vistas ortográficas. Perspectivas.
III) DESENHO TÉCNICO
Normas técnicas. Padronização.
IV) DESENHO AUXILIADO POR COMPUTADOR
Introdução ao AutoCAD.
V) AVALIAÇÕES
Três provas valendo trinta pontos cada e trabalhos práticos com valor total de dez
pontos.
19
Versão para consulta.
Escola de Arquitetura/UFMG
Rua Paraíba, 697- Funcionários - 30.130-140 - Belo Horizonte/MG
Fone: (31) 3409-8830 - Fax: (31) 3409-8818
COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN
DISCIPLINA FTC 087 – Fotografia
Departamento(s) responsável(eis):
Fotografia, Teatro e Cinema
Eixo estruturante:
Área de Tecnologia
Classificação:
[
Carga horária:
45 horas
Créditos: 3
Pré-Requisitos:
[ X ] Não
[
] Obrigatória
[ X ] Optativa
] Sim
Período (caso seja obrigatória):
Ementa:
Noções de fotografia. Técnicas básicas da operação de equipamentos e de processos
fotográficos. Fotografia como forma de construção da imagem. Recursos fotográficos para
a pesquisa em design.
Bibliografia básica:
TRIGO JUNIOR, Thales. Equipamento fotografico: teoria e pratica. 2ªed. rev. e ampl.
São Paulo: Senac São Paulo, 2003. 246 p. ISBN 8573590386
HEDGECOE, John. Guia completo de fotografia. São Paulo: Martins Fontes, 1996. 224p.
ISBN 8533605188
ADAMS, Ansel; BAKER, Robert. A câmera. 3. ed. São Paulo: Ed. SENAC, 2003. 204p.
ISBN 8573591242
Bibliografia complementar:
CAMPANY, David.. Art and photography. London; New York: Phaidon, 2003. 304 p.
(Themes and movements) ISBN 0714842869
LANGFORD, Michael John. Basic photography : a primer for professionals. 2. ed. New
York: Amphoto, 1971. 374p.
20
Versão para consulta.
Objetivo:
Levar conteúdo técnico sobre fotografia de modo a capacitar o aluno a buscar soluções
para questões estéticas peculiares ao design, sejam de enquadramento, de iluminação,
de posicionamento de câmera, de linguagem visual, entre outras.
Conteúdo:
I) INTRODUÇÃO/CONCEITOS BÁSICOS
Apresentação da Disciplina com a exposição dos objetivos, conteúdos e sistema de avaliação.
Introdução dos conceitos a serem trabalhos, apresentando questões da imagem fotográfica, do equipamento e
do uso da fotografia na linguagem visual.
II) A CÂMERA
Apresentar o funcionamento da câmera fotografia e seus recursos que compõem uma fotografia.
Funcionamento do diafragma, do obturador , das objetivas e da fotossensibilidade apresentando os
resultados estéticos de cada um dos recursos. Atividades práticas para se familiarizar com o equipamento e
exercitar a produção estética.
III) A LUZ / FOTOMETRAGEM
Apresentar as características da luz e como funciona a fotometragem no meio químico e digital. As questões
estéticase expressivas diretamente ligadas à iluminação, tais como direção dos raios luminosos,
intensidade, cor, natureza difusa ou pontual, texturas. Atividades práticas para exercitar a fotometragem e o
uso do equipamento.
IV) HISTÓRIA
Noções históricas desde a invenção da fotografia ao meio digital, apresentando fotógrafos pioneiros,
mestres do século XX e pesquisas contemporâneas.
V) FOTOGRAFIA COMO LINGUAGEM
Noções de composição no quadro, usos da distância focal, sequências de imagem para construção de
narrativas (storyboards, apresentações de produtos, etc.). Atividades práticas para exercitar o uso estético
da fotografia no campo do design.
21
Versão para consulta.
Escola de Arquitetura/UFMG
Rua Paraíba, 697- Funcionários - 30.130-140 - Belo Horizonte/MG
Fone: (31) 3409-8830 - Fax: (31) 3409-8818
COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN
DISCIPLINA TAU 069 – Design e Teoria do Objeto
Departamento(s) responsável(eis):
Tecnologia da Arquitetura e do Urbanismo
Eixo estruturante:
Área de Humanas
Classificação:
[
Carga horária:
30 horas
Créditos: 2
Pré-Requisitos:
[ X ] Não
[
] Obrigatória
[ X ] Optativa
] Sim
Período (caso seja obrigatória):
Ementa:
Obra de arte e objeto utilitário. A indústria cultural, consumo e crítica à cultura. Objeto e
sociedade. O "kitsch" e o "anti-kitsch". Arte na sociedade industrial. Teorias estéticas
contemporâneas. A cultura como determinante da estruturação do mundo perceptivo.
Estudos teóricos dos modelos e meios gerados pelo design. Perspectiva teórica e suas
aplicações no campo do design.
Bibliografia básica:
BAUDRILLARD, J. A sociedade de consumo. Lisboa: Edições 7O, 2007. 213 p.
BAUDRILLARD, J. O sistema dos objetos. 5. ed. São Paulo: Perspectiva, 2008 230 p.
BENJAMIN, W. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. In: Magia e Técnica, Arte e Política,
1994.
CANCLINI, N. G. Consumidores e cidadãos: conflitos multiculturais da globalização. Trad. Maurício S. Dias.
Rio de Janeiro: UFRJ, 2005.
CARDOSO, F. A. Possibilidades de legitimação do design vernarcular. In: P&D Design 2008 - 8º Congresso
Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento em Design, 2008, São Paulo.
FAGGIANI, K. O Poder do Design da Ostentação à Emoção. Thesaurus, 1ªedição, 2006, 144 p.
LIPOVETSKY, G. O império do efêmero: a moda e o seu destino nas sociedades modernas. Lisboa, Dom
Quixote, 1989.
MOLES, A. A.; MICELI, S. O Kitsch: a arte da felicidade. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 1986. 231p.
ONO, M. Design e cultura: sintonia essencial. Curitiba: Edição da Autora, 2006, 132 p.
PIGNATARI, D. Informação, linguagem, comunicação. 25ª. ed. Cotia: Ateliê Editorial, 2003. 155 p.
VILLAS-BOAS, A. Identidade e Cultura. Rio de Janeiro: 2AB, 2002, 120 p.
Bibliografia complementar:
22
Versão para consulta.
ADORNO, T.; HORKHEIMER, M. Dialética do esclarecimento. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985.
BERMAN, M. Tudo que é sólido desmancha no ar. São Paulo, Cia. das Letras, 1987.
BOMFIM, G. A. Idéias e formas na história do design: uma investigação estética. João Pessoa, Ed.
Universitária/UFPB, 1998.
DEBORD, G. A sociedade do espetáculo. 2 ed. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997.
DENIS, R. D. Design, cultura material e o fetichismo dos objetos. In: Arcos: Design, cultura material e
visualidade. Número único, 1998. p.15 - 38.
ECO, U. Obra aberta: forma e indeterminação nas poéticas contemporâneas. São Paulo: Perspectiva, 2003.
FLUSSER, V. O mundo codificado: por uma filosofia do design e da comunicação. Org. Rafael Cardoso. Ed.
Cosac & Naify, 2007. 224 p.
Objetivo:
Estimular a reflexão e a análise crítica dos conteúdos expostos na disciplina, que consistem em
um convite à reflexão e abertura para discussão sobre as inter-relações entre pessoas e objetos.
Nossos objetos do dia-a-dia: onde se situam os limites entre arte e design? Reflexão sobre como
pessoas e sociedade se apropriam dos objetos, produtos utilitários ou arte, os re-significando no
tempo e no espaço.
Conteúdo:
23
Versão para consulta.
I) INTRODUÇÃO/REFLEXÃO E DISCUSSÃO
A cultura material em suas relações com as atividades culturais e a indústria cultural. Valores culturais e revalorização das manifestações culturais. Símbolos e significados da cultura material e a transmissão de cultura,
conhecimento e história entre as pessoas.
Apresentação da Disciplina com a exposição dos objetivos, conteúdos e sistema de avaliação.
II) ESTUDOS TEÓRICOS SOBRE ARTE, SOCIEDADE INDUSTRIAL, CULTURA E APROPRIAÇÃO
Apresentação das diversas abordagens teóricas ligadas às manifestações artísticas e culturais na sociedade
industrial. Estudo do percurso da arte pública nos séculos XX e XXI, no contexto do desenvolvimento industrial
das grandes cidades. Discussão sobre grafites, outros movimentos e expressões culturais que tomam como
espaço de uso as grandes metrópoles com o intuito de provocar questões relacionadas à arte, ao urbanismo, à
arquitetura e ao design nas dimensões da ética, da estética e da política. Reflexão sobre o entrecruzamento
entre espaço urbano, arte, mídia, produto e indústria cultural, discutindo suas derivações, as causas e as
conseqüências de sua aproximação com meios institucionais, a moda e a mídia. Apropriações e intervenções
em espaços públicos sob a luz de correntes contrárias a imposição de valores do capital, do consumo e do
funcionalismo urbano nos anos 60 e 70.
Contradições entre a racionalidade dos objetos e a irracionalidade das necessidades produzindo um sistema
de significações. O reflexo da evolução dos objetos nas relações da sociedade, nas estruturas familiares e no
estilo. O gestual na relação do homem com o mundo e com as estruturas sociais. Objetos funcionais, disfunção
dos gestos e autonomia da forma. A busca pela naturalização formal como referência ideal de toda a finalidade.
Nostalgia, lembrança, testemunho e apropriação. Significação e símbolo. Arte e design compreendidos
enquanto referência simbólica.
A simbolização dos objetos utilitários em razão de contextos ou circunstâncias. Diversidade humana, maneiras
de concepção, significação e representação, levando a uma redefinição do conceito de arte. Encontro e
confronto entre culturas e consequentes inovações estéticas, tecnológicas, cientificas e transformação estética
cultural. Valor da arte, reprodução, kitsch, gadget. [“...civilização consumidora que produz para consumir e cria
para produzir, num ciclo cultural onde a noção fundamental é a de aceleração.” MOLES, 1986 p. 20-21]. A
imposição de valores de gosto. Ante-arte, pseudo-arte, pseudo-objeto: falsificação, reprodução barata,
simulação, fetiche, inutilidade e disfuncionalidade, cultura de massa. Valor de uso X fetichismo (fantasia,
simbolismo) e a relação social estabelecida. Objetos utilitários e símbolos da sociedade industrial
transformados em arte – o movimento pop-art. Arte figurativa e ironia aos objetos de consumo. Re-apropriação:
"anti-kitsch" ou “cult-kitsch”. Re-significação popular: objetos vernaculares. Produções locais, vernaculidade e
identidade. Re-significação e re-aproveitamento: “Do lixo ao luxo”. Aspirações sociais e o prestígio mediado
pelos objetos. Ostentação e mercado do luxo.
A busca por uma re-ligação com a natureza como sobreposição à confrontação entre o estrutural (o essencial)
e as necessidades e práticas (o inessencial). De um lado, a naturalização, o escamoteamento, a
sobreimpressão, a decoração como um modo de solucionar a contradição das relações com objetos –
tecnicistas, funcionalistas. [“De uma parte organização e cálculo, de outra parte, conotação e negação, uma só
e mesma função do signo, uma só e mesma realidade do mundo funcional.” BAUDRILLARD, 2008 p. 71]. De
outro lado, a naturalização como prolongamento dos gestos e do corpo do homem. Formas de objetos que se
encaixam ao corpo, favorecem a manipulação e se adaptam aos desejos. A biônica e a re-apropriação das
formas da natureza como solução de uso. A biointegração (YEANG, 2006) do órgão artificial com o corpo que o
hospeda e a necessidade de uma integração “sistema artificial-sistema natural”.
III) REFLEXÕES TEÓRICAS E DESIGN
Estudo da cultura como determinante da estruturação do mundo perceptivo, entendendo: a) aspectos
antropológicos e semióticos – os sistemas de signos produzidos nas relações sociais. O design gráfico como
manifestação cultural; b) o papel do design no desenvolvimento da cultura material. Diversidade cultural como
expressão das identidades e suas relações com o design de produto.
Estudos teóricos dos modelos (elementos e significados de referência) e meios (transformação e impactos
sobre a sociedade, percepção, hábitos e inovação) gerados pelo design.
Elaboração de ensaio, a partir de leitura de textos, ou seja, texto sobre assunto, expondo idéias, críticas e
reflexões a respeito do tema tratado e argumentando o ponto de vista.
24
Versão para consulta.
Conteúdo (continuação):
IV) PROCESSO DE AVALIAÇÃO
A avaliação tem como fundamento a reflexão sobre os conteúdos teóricos tratados na disciplina. É feita com
base no Relatório de visita, no Seminário, no Ensaio e na Prova que serão desenvolvidos ao longo do curso.
Visita a museus e/ou galerias com o objetivo de analisar as obras expostas como manifestações culturais,
bem como refletir sobre os limites possíveis e existentes entre arte e design. O trabalho é individual, devendo
ser entregue um relatório sobre as observações e análises feitas.
O Seminário tem o objetivo de permitir a reflexão sobre a cultura como determinante da estruturação do
mundo perceptivo, entendendo os aspectos antropológicos e semióticos, e o design como manifestação
cultural e expressão de identidade. O trabalho é individual e é elaborado a partir da leitura de capítulos de
referências bibliográficas.
O Ensaio tem o objetivo de instigar o estudo teórico dos modelos (elementos e significados de referência) e
meios (transformação e impactos sobre a sociedade, percepção, hábitos e inovação), gerados pelo design a
partir de leitura de textos apresentados em congressos P&D Design – Pesquisa e Desenvolvimento em Design.
Compreende-se por Ensaio: Artigo escrito livremente sobre um assunto. Texto didático, expondo idéias, críticas
e reflexões a respeito de certo tema. Defesa de um ponto de vista sobre um tema. O trabalho é individual e é
elaborado a partir da leitura de textos propostos em aula. Cada aluno deve analisar um texto, refletir e buscar
outras referências que contribuam para a construção de seu ensaio.
A Prova tem o objetivo de fixar o conhecimento adquirido pelo aluno durante o semestre.
25
Versão para consulta.
Escola de Arquitetura/UFMG
Rua Paraíba, 697- Funcionários - 30.130-140 - Belo Horizonte/MG
Fone: (31) 3409-8830 - Fax: (31) 3409-8818
COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN
DISCIPLINA TAU 070 – Ecodesign e Meio Ambiente
Departamento(s) responsável(eis):
Tecnologia da Arquitetura e do Urbanismo
Eixo estruturante:
Área de Tecnologia
Classificação:
[
Carga horária:
45 horas
Créditos: 3
Pré-Requisitos:
[ X ] Não
[
] Obrigatória
[ X ] Optativa
] Sim
Período (caso seja obrigatória):
Ementa:
Princípios de preservação da natureza, meio ambiente e qualidade de vida. Fatores e
processos ecológicos fundamentais no planejamento de estratégias de desenvolvimento
sustentável. Estudo das ferramentas e métodos de ecodesign.
Bibliografia básica:
FERRY, Luc. A nova ordem ecológica: a árvore, o animal e o homem. Editora Difel, 2009. 252 p.
KAZAZIAN, Thierry. Haverá a idade das coisas leves: design e desenvolvimento sustentável. Trad. Eric. R. R.
Heneault. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2005.
MANZINI, E; VEZZOLI, C. O desenvolvimento de produtos sustentáveis: os requisitos ambientais dos
produtos industriais. São Paulo: EDUSP, 2002. 366p.
RIBEIRO, Maurício A. Ecologizar - Pensando o Ambiente Humano, Editora Rona, Belo Horizonte, 1998, 392p.
SACHS, Ignacy. Ecodesenvolvimento: crescer sem destruir. Edições Vértice, 1986. 207p.
VEIGA, José Eli da. Desenvolvimento Sustentável: o desafio do século XXI. Editora Garamond, 2005.
Bibliografia complementar:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR/ISO 14040 – Gestão ambiental – Avaliação do
ciclo de vida – Princípios e estrutura. Rio de Janeiro, 2001.
BIAZIN, C. C. Rotulagem ambiental: um estudo comparativo entre programas. 2002. 110 f. Dissertação
(Mestrado em Engenharia de Produção) - Curso de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, Universidade
Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2002.
COLTRO, L. (Org.). Avaliação do ciclo de vida como instrumento de gestão. Campinas. Disponível em:
<www.cetea.ital.org.br/figs/ACV_como_Instrumento_de_Gestao-CETEA.pdf#page=44>. Acessado: set. 2010.
DEFORGE, Yves. Por um Design Ideológico. Trad. Estela Santos Abreu. Rev. Estudos em Design, São
Paulo, v.2, n.1, p.15-22, jul. 1994.
GRAEDEL, T. E. et ALLENBY, B. R. Design for environment. Prentice Hall, Upper Saddle River: 1996.
KAZAZIAN, Thierry, et al. Le cycle de l'emballage. Masson, Paris, 1995. 172 p.
e
LARRERE, C. Les philosophies de l’environnement. 1 éd. Collection Philosophies. PUF, Paris, 1997.
PAPANEK, V. The Green Imperative. Thames and Hudson, 1995.
PEREIRA, Andréa Franco. Da Sustentabilidade Ambiental e da Complexidade Sistêmica no Design Industrial
de Produtos. In: Revista Estudos em Design, v. 10, n. 01. Rio de Janeiro: AEnd – Associação de Ensino de
Design do Brasil, 2003. Pág. 37-61.
THACKARA, J. In the Bubble: Designing in a Complex World. Cambridge, Massachusetts: MIT Press; 2005.
26
Versão para consulta.
Objetivo:
Despertar no aluno o interesse pela adoção de parâmetros ambientais na concepção de produtos
e peças gráficas, a partir do estudo do surgimento da visão ambientalista, da noção de meio
ambiente e do conceito de desenvolvimento sustentável. Compreender os impactos causados
pela produção industrial sobre o meio ambiente, considerando seus aspectos ecológico, social e
econômico. Estudar as estratégias desenvolvidas com vistas à diminuição dos impactos, para
compreender as possibilidades de aplicação prática do ecodesign.
Conteúdo:
I) INTRODUÇÃO
Apresentação da Disciplina com a exposição dos objetivos, conteúdos e sistema de avaliação.
Discussão sobre a organização e dinâmica dos estudos e aprendizado em sistema EAD.
II) PRINCÍPIOS DE PRESERVAÇÃO DA NATUREZA. MEIO AMBIENTE E QUALIDADE DE VIDA
No último século, verificou-se uma evolução progressiva em relação ao conhecimento sobre o
funcionamento da biosfera e a potencialidade dos danos causados pelas atividades humanas. O
reconhecimento da pertinência destas preocupações originou a convicção de que o
desenvolvimento da indústria pode continuar a ocorrer, levando-se em conta seus efeitos sobre o
ambiente natural, de forma a minimizá-los. A discussão sobre os impactos causados ao meio
natural implica no debate da busca pela qualidade de vida humana.
III) SETOR PRODUTIVO E FATORES DE IMPACTO. SUSTENTABILIDADE: PLANEJAMENTO E
ESTRATÉGIAS
A poluição e o esgotamento dos recursos naturais atingem a escala planetária, repercutindo de
forma decisiva sobre o plano social e pessoal. Sob a perspectiva do desenvolvimento sustentável,
espera-se que a sociedade industrial não se reduza a um crescimento quantitativo. As dificuldades
encontradas residem na busca do equilíbrio entre interesses individuais e coletivos. Lidar com esta
ambigüidade, assim como com a não obrigatoriedade das ações a favor do meio ambiente e com a
complexidade apresentada às possíveis soluções, revela um horizonte de interdisciplinaridade que
deve ser cada vez maior e efetivo.
IV) ECODESIGN:
AMBIENTAIS
MÉTODOS
E
FERRAMENTAS;
ABORDAGENS
GLOBAIS,
SÓCIO-
Na década de 1980 são então criadas novas nomenclaturas tais como a noção de “eco-design” e o
termo “eco-produto”, fazendo referência ao produto que provoque menor dano ecológico possível ao
longo de seu ciclo de vida. Há a busca por uma reorientação do pensamento, tendo em mente
ideias tais como: economia de recursos e de espaço; multifuncionalidade, modularidade,
durabilidade, não-poluição etc.; a importância das mudanças sociais e simbólicas, a importância de
valores subjetivos e da apropriação dos objetos, o compromisso moral da sociedade e do indivíduo;
busca de compreensão mais global e holística.
V) ISO 14000. ACV - ANÁLISE DO CICLO DE VIDA
Os métodos de ACV foram uma das primeiras tentativas de sistematização do exame dos fatores
ecológicos no design de produtos. Isto aconteceu, sobretudo, com a implementação em 1996 das
normas ISO 14000, que efetivamente formalizam a idéia de ciclo de vida. Aliás, se os anos 70 foram
caracterizados pela introdução dos procedimentos de “controle de poluição” e os anos 80 foram
marcados pelas ações de “planejamento ambiental”, os anos 90 se caracterizaram pela globalização
dos conceitos e por uma verdadeira iniciativa de sistematização das ações.
27
Versão para consulta.
Conteúdo (continuação):
IV) PROCESSO DE AVALIAÇÃO
A avaliação é feita com base no Trabalho 1 - T1, no Trabalho 2 - T2 e na Avaliação Final que serão
desenvolvidos ao longo do curso.
O Trabalho 1 - T1 tem por objetivo permitir a participação ativa dos alunos no curso,
proporcionando o aprimoramento das “aulas-informação”, momento em que são apresentados
conteúdos e conceitos pelo professor, a partir da experiência de “aula-pesquisa”, quando os
alunos buscam, eles próprios e sob orientação do professor, complementar os conteúdos
adquiridos reforçando o aprendizado. O T1 consiste de aulas-pesquisa em grupo. O trabalho
prevê ainda “aulas-discussão” nas quais os grupos, bem como o professor, emitem comentários
sobre a resenha e crítica, tendo os autores das resenhas direito a fazer a conclusão do assunto.
O Trabalho 2 - T2 tem por objetivo permitir que os alunos compreendam a complexidade dos
impactos causados pelo setor produtivo, visualizando em detalhe cada etapa de um processo de
produção, determinado pelos próprios alunos. O T2 consiste de trabalho relativo à elaboração do
inventário do ciclo de vida, baseado na Norma Técnica ISO 14000.
A Avaliação Final tem o objetivo de fixar o conhecimento adquirido pelo aluno
durante o semestre.
28
Versão para consulta.
Escola de Arquitetura/UFMG
Rua Paraíba, 697- Funcionários - 30.130-140 - Belo Horizonte/MG
Fone: (31) 3409-8830 - Fax: (31) 3409-8818
COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN
DISCIPLINA TAU072 – Tópicos em Design: aspectos interativos do design e da
arquitetura
Departamento(s) responsável(eis):
Tecnologia da Arquitetura e do Urbanismo
Eixo estruturante:
Área de Tecnologia
Classificação:
[ ] Obrigatória
[ X ] Optativa
Carga horária:
30 horas
Créditos: 2
Pré-Requisitos:
[X ] Não
[ ] Sim
Período (caso seja obrigatória):
Ementa:
Estudo dos parâmetros, limitações e capacidades humanas, nas relações: operador objeto - usuário.
Conceitos, objetivos e análise do sistema homem, máquina e da ergonomia, ligados ao
design, arquitetura e urbanismo.
Objetivos:
Possibilitar ao aluno obter uma visão da ergonomia e suas principais aplicações no design,
arquitetura e urbanismo.
Possibilitar ao aluno aplicar metodologias de avaliação e de técnicas em ambientes
construídos.
29
Versão para consulta.
Programa:
1. INTRODUÇÃO
Definição e objetivos da ergonomia, tipos, o que é trabalho. Histórico, nascimento, evolução,
atualidade.
A abrangência da ergonomia, contribuição profissional, análise de postos de trabalho.
Aplicações da Ergonomia.
2. MÉTODOS E TÉCNICAS
Construção do conhecimento em ergonomia. O sistema homem-máquina-ambiente. Métodos e
técnicas de pesquisa ergonômica.
3. ORGANISMO HUMANO
Principais funções do organismo humano pertinentes ao presente contexto da ergonomia,
relacionadas ao trabalho.
4. ANTROPOMETRIA
Medidas. Diferenças relacionadas aos gêneros. Proporções corporais. Padrões de medidas
antropométricas. Técnicas de medições. Antropometria estática e dinâmica. Aplicações da
antropometria. Relações com o trabalho.
5. BIOMECÂNICA
Relações dos movimentos e das forças relacionadas ao trabalho. Posturas de trabalho.
Interações físicas do usuário com o posto de trabalho, máquinas, ferramentas e materiais.
Aplicação de técnicas de avaliação de posturas laborais (OWAS, RULA, Diagrama das áreas
dolorosas, sistema nórdico).
6. INFORMAÇÃO
Interações sistema homem-máquina. Movimentos de controles (acionamento por mão e por
pés). Destros e canhotos e adequação aos movimentos corporais. Tipos de controles. Tipos de
manejos. Movimentos e os tipos de pegas. Ferramentas manuais. Sensação e percepção.
Memória. Informação e Comunicação. Tarefas visuais. Regras básicas da Gestalt. Símbolos.
Mostradores. Leituras analógicas e digitais. Alarmes.
7. LEGISLAÇÃO
Normas e condutas relacionadas à ergonomia do produto e à ergonomia do trabalho.
8. ERGONOMIA DO PRODUTO
Características desejáveis dos produtos. Design ergonômico. Projeto universal. Usabilidade.
Estudo de casos. Conforto e constrangimento.
9. DIAGNÓSTICO
Diagnóstico de situações de trabalho e de produto. Propostas de soluções.
METODOLOGIA:
A metodologia utilizada será aulas expositivas das unidades, havendo micro seminários
baseados nos conceitos e em textos relacionados. Cada 10 h/a serão de cada tema, 10 para
design, 10 para arquitetura e 10 para urbanismo. Também serão feitas atividades práticas
presenciais em grupos de discussão, entrega de artigos para leitura e desenvolvimento de
resenha a serem entregues para avaliação.
30
Versão para consulta.
AVALIAÇÃO, CRITÉRIOS
As avaliações serão feitas baseadas nas atividades desenvolvidas, avaliando a participação
diária, o discurso crítico nos mini-seminários, e os trabalhos práticos. A divisão de pontos
acontecerá do seguinte modo:
AVA
ATIVIDADE
DAT
PTS
L
A
1
Seminário 1: DESIGN - Discursos extramuros
15
2
10
3
Avaliação de usabilidade de produtos. Texto: JORDAN,
Patrick W. An introduction to usability. Londres: Taylor &
Francis Ltd, 1998.
Seminário 2: ARQUITETURA - acessibilidade
15
4
Seminário 3: URBANISMO - mobilidade
15
5
Análise ergonômica de produtos - vários segmentos
15
6
Análise ergonômica de ferramental de trabalho - vários
15
segmentos
Seminário 4: Texto: GUERIN, F. O diagnóstico e a
15
transformação. (ver bibliografia).
Participação, assiduidade, envolvimento, comprometimento.
Durante a disciplina, em cada trabalho, 1/3 dos pontos é referente à participação,
assiduidade e envolvimento com a disciplina.
100
TOTAL
7
8
Bibliografia básica:
1.
2.
3.
4.
5.
GUERIN, F. Compreender o trabalho para transformá-lo: a prática da ergonomia.
São Paulo: Universidade de São Paulo. Escola Politécnica. Depto de Engenharia da
Produção, Fundação Vanzolini, Edgard Blücher, 2001. 200p.
IIDA, Itiro. Ergonomia: projeto e produção. 2 ed. rev. e ampl. – São Paulo: Edgard
Blücher, 2005. 614p.
KROEMER, K.; GRANDJEAN, E. Manual de ergonomia: adaptando o trabalho ao
homem. 5.ed. Porto Alegre: Bookman, 2005. 327p.
PANERO, Julius; ZELNIK, Martin. Dimensionamento humano para espaços
interiores: um livro de consulta e referência para projetos. Barcelona: G. Gili, 2002.
320p.
TILEY, Alvin; Henry Dreyfuss Associates. As medidas do homem e da mulher:
fatores humanos em design. Porto Alegre: Bookman, 2005. 104 p.
Bibliografia complementar:
1. BOUERI, José Jorge. Sob medida: antropometria, projeto e modelagem. In: PIRES, Dorotéia
Baduy. Design de moda: olhares diversos. Dorotéia Baduy Pires (Org.) Barueri, SP:Estação
das Letras e Cores Editora, 2008. P.347-369.
2. CHAFFIN, Don; ANDERSSON, Gunnar; MARTIN, Bernard. Biomecânica ocupacional.
Belo Horizonte: Ergo, 2001. 579 p.
3. CHAPANIS, Alphonse. A engenharia e o relacionamento homem-máquina. São Paulo:
Atlas, 1972. 153p.
4. CUSHMAN, William, ROSENBERG, Daniel. Human factors in product design.
Amsterdan: Elsevier, 1991. 340p.
5. DANIELLOU, François. A ergonomia em busca de seus princípios: debates
epistemológicos. São Paulo: Edgard Blücher, 2004. 244p.
31
Versão para consulta.
Escola de Arquitetura/UFMG
Rua Paraíba, 697- Funcionários - 30.130-140 - Belo Horizonte/MG
Fone: (31) 3409-8830 - Fax: (31) 3409-8818
COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN
DISCIPLINA TAU063 – Estágio Curricular Supervisionado II
Departamento(s) responsável(eis):
Depto de Tecnologia da Arquitetura e do Urbanismo
Eixo estruturante:
Área de Humanas
Classificação:
[ ] Obrigatória
[ X ] Optativa
Carga horária:
150 horas
Créditos: 10
Pré-Requisitos:
[ X ] Não
[
] Sim
Período (caso seja obrigatória):
Ementa:
Estágio obrigatório para desenvolvimento de trabalhos na área do design.
Bibliografia básica:
GOMES FILHO, João. Design do objeto: bases conceituais. São Paulo: Escrituras, 2006.
Gonzaga, Armando Luiz. Madeira: uso e conservação. Brasília, DF: IPHAN/MONUMENTA, 2006.
LESKO, Jim. Design Industrial: materiais e processos de fabricação. Tradução de Wilson Kindlein Júnior e
Clovis Belbute Peres. São Paulo: Blucher, 2004.
LIMA, Marco Antônio Magalhães. Introdução aos materiais e processos para designers. Rio de Janeiro:
Ciência Moderna, 2006.
MANZINI, Ezio e VEZOLLI, Carlo. O desenvolvimento de produtos sustentáveis. Tradução de Astrid de
Carvalho. São Paulo: Editora Universidade de São Paulo, 2008.
DAMAZIO, Vera & ESPOSEL, Júlia. Design & Emoção: sobre a “competência emocional” de produtos e
de marcas. In: P&D DESIGN, 2008, São Paulo. 8º Congresso Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento em
Design, 2008.
GOMES FILHO, João. Design do objeto: bases conceituais. São Paulo: Escrituras, 2006.
LÖBACH, Bernd. Design industrial: bases para a configuração dos produtos industriais. São Paulo:
Edgard Blücher, 2001. 206 p.
NIEMEYER, Lucy. Elementos de semiótica aplicados ao design. Rio de Janeiro: 2AB, 2003.
NORMAN, Donald A. Design emocional: por que adoramos (ou detestamos) os objetos do dia-a-dia.
Tradução de Ana Deiró. Rio de Janeiro: Rocco, 2008.
Bibliografia complementar:
32
Versão para consulta.
KELLEY, Tom. A Arte da Inovação. Tradução de Maria Claudia Lopes. São Paulo: Futura, 2001.
MORRIS, Richard. Fundamentos de design de produto. Tradução de Mariana Bandara. Porto Alegre:
Bookman, 2010.
SAMARA, Timothy. Elementos do design: guia de estilo gráfico. Tradução de Edson Furmankiewicz. Porto
Alegre: Bookman, 2010.
_________. Evolução do design: da teoria à prática. Tradução de Edson Furmankiewicz. Porto Alegre:
Bookman, 2010.
STRAUB, Ericson e CASTILHO, Marcelo. Conexões: como designers conectam experiência, intuição e
processo em seus projetos. Curitiba: Infolio, 2010.
Objetivo:
Acompanhar o aluno no desenvolvimento do estágio e fornecer o suporte teórico-metodológico
necessário para a execução do estágio.
Conteúdo:
• Orientações semanais;
• Seminários sobre as atividades dos alunos nos estágios.
33
Versão para consulta.
Escola de Arquitetura/UFMG
Rua Paraíba, 697- Funcionários - 30.130-140 - Belo Horizonte/MG
Fone: (31) 3409-8830 - Fax: (31) 3409-8818
COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN
DISCIPLINA TAU071 – Materiais e Processos de Fabricação
Departamento(s) responsável(eis):
Depto de Tecnologia da Arquitetura e do Urbanismo
Eixo estruturante:
Área de Humanas
Classificação:
[ ] Obrigatória
[ X ] Optativa
Carga horária:
60 horas
Créditos: 4
Pré-Requisitos:
[ X ] Não
[
] Sim
Período (caso seja obrigatória):
Ementa:
Elementos da ciência dos materiais: propriedades e características; processos de
obtenção, de produção e de conformação dos materiais. Principais sistemas e processos
de fabricação em Design para a Construção e Produto.
Bibliografia básica:
GOMES FILHO, João. Design do objeto: bases conceituais. São Paulo: Escrituras, 2006.
Gonzaga, Armando Luiz. Madeira: uso e conservação. Brasília, DF: IPHAN/MONUMENTA, 2006.
LESKO, Jim. Design Industrial: materiais e processos de fabricação. Tradução de Wilson Kindlein Júnior e
Clovis Belbute Peres. São Paulo: Blucher, 2004.
LIMA, Marco Antônio Magalhães. Introdução aos materiais e processos para designers. Rio de Janeiro:
Ciência Moderna, 2006.
MANZINI, Ezio e VEZOLLI, Carlo. O desenvolvimento de produtos sustentáveis. Tradução de Astrid de
Carvalho. São Paulo: Editora Universidade de São Paulo, 2008.
Bibliografia complementar:
34
Versão para consulta.
Associação Brasileira de Materiais Compósitos (ABMACO). Compósitos I: materiais, processos,
aplicações, desempenhos e tendências.
Associação Brasileira de Materiais Compósitos (ABMACO). Compósitos 2: tecnologia de
processos.
BURGER, Luiza Maria e RICHTER, Hans Georg. Anatomia da Madeira. São Paulo: Nobel, 1991.
CALLISTER, William D. Jr. Ciência e engenharia dos materiais: uma introdução. Tradução de
Sérgio M. S. Soares. Rio de Janeiro: LCT, 2002.
CORRÊA, Glaucinei Rodrigues. Desenvolvimento, produção e caracterização de compósitos
madeira-plásticos para aplicação na indústria moveleira. Dissertação de mestrado. Redemat,
Universidade Federal de Ouro Preto, 2004.
CORRÊA, Glaucinei Rodrigues e SILVA, Ethiene Pereira da. O Design na Indústria Moveleira de
Belo Horizonte. In: 9º Congresso Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento em Design.
Universidade Anhembi Morumbi. São Paulo: 2010.
LEFTERI, Chris. Como se Faz: 82 técnicas de fabricação para designers de produto. Tradução
de Marcelo A. L. Alves. São Paulo: Blucher, 2009.
MANO, Eloisa Biasotto. Polímeros como materiais de engenharia. São Paulo: Blucher, 1991.
Objetivo:
Possibilitar ao aluno uma visão analítico-reflexiva sobre os principais materiais e processos industriais, suas
variáveis e características, considerando a aplicabilidade nos projetos e produtos industriais.
Conteúdo:
• PROPRIEDADES DOS MATERIAIS - Estudo das propriedades dos principais grupos de materiais:
os poliméricos, os metálicos, os naturais, os cerâmicos e os compósitos.
• PROCESSOS DE OBTENÇÃO E PROCESSAMENTO DOS MATERIAIS - Análise da importância
e influência dos processos (de obtenção e processamento) nas propriedades dos materiais e nas
aplicações. Estudo dos processos de corte e usinagem dos metais. Conformação de metais
(fundição, injeção, laminação, forjamento, extrusão, calandragem, estampagem, repuxo,
dobramento e conificação), de polímeros (injeção, rotomoldagem, extrusão, pultrusão,
termoformagem e sopro), de cerâmicos (fundição, laminação, extrusão, prensagem e sopro) e
processos relacionados a madeiras maciças e reconstituídas (corte, usinagem, sambladuras e
furações).
• PROCESSOS DE UNIÃO E ACABAMENTO - Estudo e análise dos principais processos de união
e acabamento dos materiais metálicos (polimento, jato de areia, anodização, spray eletrostático e
galvanização), dos poliméricos (pigmentos, texturas, pintura e metalização) e da madeira maciça e
seus derivados (FF, BP, laminado melamínico e pintura).
• VISITAS - visitas técnicas para que os alunos possam ter contato direto com os materiais e
principalmente com os processos empregados pelas indústrias. Serão agendadas em horário
comercial, de acordo com a disponibilidade das empresas e alunos.
35
Versão para consulta.
Escola de Arquitetura/UFMG
Rua Paraíba, 697- Funcionários - 30.130-140 - Belo Horizonte/MG
Fone: (31) 3409-8830 - Fax: (31) 3409-8818
COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN
DISCIPLINA EPD091 Acessibilidade e Ergonomia
Departamento(s) responsável(eis): DEP
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DA PRODUÇÃO
Eixo estruturante:
Classificação:
[ ] Obrigatória
[ X ] Optativa
Carga horária:
60 horas
Créditos: 4
Pré-Requisitos:
[ X ] Não
[
] Sim
Período (caso seja obrigatória):
Ementa:
O ponto de vista do trabalho humano; Conceitos básicos em Ergonomia; Análise ergonômica do
trabalho; Acessibilidade espacial e aspectos normativos; Acessibilidade aos sistemas de
informação; Princípios do design universal; Ergonomia e projeto.
Bibliografia básica:
1. BEGUIN,P(2008), Argumentos para uma abordagem dialógica da inovação. Laboreal,4,
(2), 74-84. In:http://laboreal.up.pt/revista/
2. FALZON.P(2007). Ergonomia. São Paulo, Edgard Blücher.
3. IIDA, I.(2005) Ergonomia, projeto e produção, 2 edição,ED Edgar Bluncher
4. http://www.ncsu.edu/project/design-projects/udi/
Bibliografia complementar:
www.acessibilidade.org.br
http://styx.nied.unicamp.br:8080/todosnos/artigos-cientificos/sobre-o-projeto
www.acessibilidadelegal.com
36
Versão para consulta.
Objetivo:
Desenvolver competências para a avaliação ergonômica de situações reais do ponto de vista da
acessibilidade espacial e aos sistemas de informação:
- Percepção de problemas ergonômicos encontrados nas situações de acessibilidade;
- Apreciação crítica das situações observadas a partir de uma abordagem ergonômica, incluindo a
capacidade de descrição dos problemas encontrados e a elaboração de alternativas para
adequação ergonômica;
- Compreensão dos principais elementos de interface Ergonomia/Design para o projeto de situações
de acessibilidade física e informacional.
Conteúdo:
Principais conceitos em Ergonomia:
Trabalho prescrito e Trabalho real ;
Tarefa e Atividade;
Variabilidade e Regulação.
Atividade humana:
Dimensão física;
Dimensão cognitiva;
Dimensão psíquica;
Dimensões coletivas.
Análise Ergonômica do trabalho
Análise das demandas;
Análise das macro-estruturas componentes das situações;
Critérios de definição de foco;
Análise sistemáticas das atividades;
Diagnóstico,
Critérios de transformação ergonômica das situações.
Acessibilidade espacial
Critérios de adequação ergonômica
Normas e legislação
Demandas atuais
Acessibilidade aos sistemas de informação
Critérios de adequação ergonômica
Demandas atuais
Princípios do design universal
37
Versão para consulta.
Escola de Arquitetura/UFMG
Rua Paraíba, 697- Funcionários - 30.130-140 - Belo Horizonte/MG
Fone: (31) 3409-8830 - Fax: (31) 3409-8818
COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN
DISCIPLINA EPD092 Ergonomia do produto
Departamento(s) responsável(eis): DEP
Eixo estruturante:
Classificação:
[ X ] Obrigatória
[ ] Optativa
Carga horária:
45 horas
Créditos: 3
Pré-Requisitos:
[ X ] Não
[
] Sim
Período (caso seja obrigatória):
Ementa:
Aplicação de conceitos ergonômicos ao desenvolvimento de produtos;
metodologias de avaliação ergonômica de produto e situações de uso;
metodologias de análise da atividade. Casos práticos de análise e intervenção
ergonômica; estudos da atividade.
Bibliografia básica:
FALZON.P(2007). Ergonomia. São Paulo, Edgard Blücher.
GUÉRIN, F. et alii. Compreender o Trabalho para transformá-lo. São Paulo: Edgar Blücher, 2001
IIDA, Itiro.2005. Ergonomia, Projeto e Produção (2ª edição). São Paulo: Editora Edgar Blücher.
.
Bibliografia complementar:
DREYFUSS, Henry, 2003. Designing for People. (1st edition 1955) Allworth Press.
PANERO, Julius; ZELNIK, Martin. Las dimensiones humanas en los espacios interiores; estándares
antropométricos. Barcelona , Gustavo Gili, 1983. 320 p.
ROMEIRO Flho, E. et al. Projeto do Produto. Coleção Campus/ABEPRO de Engenharia de
Produção. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
38
Versão para consulta.
Objetivo:
Desenvolver competências para a avaliação ergonômica de situações reais envolvendo a utilização
de produtos:
- Percepção de problemas ergonômicos encontrados nas situações da vida cotidiana;
- Apreciação crítica das situações observadas a partir de uma abordagem ergonômica, incluindo a
capacidade de descrição dos problemas encontrados e a elaboração de alternativas para
adequação ergonômica;
- Compreensão dos principais elementos de interface Ergonomia/Design
Conteúdo:
Introdução à Ergonomia
Apresentação do curso.
Ergonomia: conceituação.
Exemplos de aplicação da ergonomia ao projeto de produtos e postos de trabalho.
Ergonomia e novas tecnologias.
Novos rumos da Ergonomia
Ergonomia e Design de Produtos
Design e Ergonomia.
A concepção de produtos com centro no usuário.
Concepção ergonômica de produtos.
Antropometria
Teoria e dados antropométricos. Pega e manejo.
Aplicação de medidas antropométricas.
Avaliação de produtos sob o ponto de vista ergonômico
Ergonomia e Comunicação Visual
Visão, cores e iluminação
Dispositivos de sinalização, informação e controle
Manuais de instruções, livros e produtos gráficos
Software e Internet
Conceitos Ligados ao Ambiente, Posto de Trabalho e Mobiliário
Medidas do ambiente de trabalho.
As posturas no trabalho e biomecânica.
Projetos em Ergonomia
Conceitos fundamentais em ergonomia.
Tarefa e atividade humana
A organização da ação humana mediada por instrumentos
A metodologia de Análise Ergonômica e sua relação com o desenvolvimento de produtos
39
Versão para consulta.
Escola de Arquitetura/UFMG
Rua Paraíba, 697- Funcionários - 30.130-140 - Belo Horizonte/MG
Fone: (31) 3409-8830 - Fax: (31) 3409-8818
COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN
DISCIPLINA UNI 015 – Noções de Design
Departamento(s) responsável(eis):
Tecnologia da Arquitetura e do Urbanismo
Eixo estruturante:
Área de Tecnologia
Classificação:
[
Carga horária:
30 horas
Créditos: 2
Pré-Requisitos:
[ X ] Não
[
] Obrigatória
[ X ] Optativa
] Sim
Período (caso seja obrigatória):
Ementa:
Conceitos associados ao Design dirigidos para público extra Curso de Design. Evolução
formal e tecnológica do design. Panorama das principais correntes e “escolas” de design.
Design no Brasil. Princípios da profissão, áreas de atuação do designer e
interdisciplinaridade com outras áreas do conhecimento.
Bibliografia básica:
LIDWELL, William, HOLDEN, Kritina, BUTLER, Jill. Universal Principles of Design. Rockport, 2003. 216 p.
NORMAN, Donald A.. O design do dia-a-dia. Rocco, 1988. 271 p.
BERNSEN, Jens. Design: defina primeiro o problema. SENAI/LBDI, 1995. 132 p.
KELLEY, Tom. A arte da inovação. Futura, 2001.
Bibliografia complementar:
JORDAN, Patrick W.. Designing pleasurable products. Taylor & Francis, 2000. 216 p.
40
Versão para consulta.
Objetivo:
Noções de design para alunos de outras áreas de conhecimento.
Conteúdo:
Aula Presencial = Aula P
Aula à distancia = Aula EAD
Aula P: Apresentação do professor / objetivos da disciplina / critérios de avaliação / bibliografia
Aula P: Panorama histórico do design
Aula EAD: Mapa conceitual Panorama
Aula P: Conceitos em design
Aula EAD: Mapa conceitual Conceitos
Aula P: Trabalho prático
Aula EAD: Parecer sobre Trabalho Prático
Aula P: Design e Interdisciplinaridade
Aula EAD: Ensaio Design & Minha Área
Aula P: Métodos em design
Aula EAD: Mapa conceitual Métodos
Aula P: Parâmetros elementares em design 1
Aula P: Parâmetros elementares em design 2
Aula P: Exibição do filme OBJECTIFIED de Gary Hustwit
Questões sobre o filme
Aula EAD: Reflexão sobre as questões a partir do filme
41
Versão para consulta.
Escola de Arquitetura/UFMG
Rua Paraíba, 697- Funcionários - 30.130-140 - Belo Horizonte/MG
Fone: (31) 3409-8830 - Fax: (31) 3409-8818
COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN
DISCIPLINA DES062 – Tópicos em design gráfico I (A escrita e o espaço público)
Departamento(s) responsável(eis):
Desenho
Eixo estruturante:
Área de Representação
Classificação:
[ ] Obrigatória
[X] Optativa
Carga horária:
30 horas
Créditos: 2
Pré-Requisitos:
[ X ] Não
[
] Sim
Período (caso seja obrigatória):
Ementa:
Disciplina optativa, com conteúdo a ser estabelecido conforme demanda.
Bibliografia básica:
BAINES, Phil; DIXON, Catherine. Signs: Lettering in the environment. Lancashire:
Laurence King, 2002.
BELLON, Daniel; BELLON, Klaus. Typography for the people; hand-painted signs from
around the world. Cincinnati: How, 2010.
JENNINGS, Simon. An urban alphabet. Sussex: Ilex, 2010.
Bibliografia complementar:
KORAB, Balthazar. An architectural alphabet. Washington: The Preservation, 1992.
Revista do Instituto Artes das Américas. V. 3, n. 1. Belo Horizonte: Instituto Arte das
Américas; C/Arte, jan./jun. 2006.
42
Versão para consulta.
Objetivo:
•
Despertar o senso crítico em relação às diversas grafias – populares e eruditas –
presentes nos espaços públicos;
•
Estimular a capacidade criadora por meio de atividades práticas no campo ampliado
das artes gráficas.
Conteúdo:
Conceito expandido e tipos de escrita:
•
Tipográfica/manual;
•
Erudita/popular;
Escrita e design de informação;
Releituras e apropriações no âmbito do design gráfico;
Relações interdisciplinares: Design gráfico/Arte;
Intervenções urbanas.
43
Versão para consulta.
Escola de Arquitetura/UFMG
Rua Paraíba, 697- Funcionários - 30.130-140 - Belo Horizonte/MG
Fone: (31) 3409-8830 - Fax: (31) 3409-8818
COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN
DISCIPLINA PRJ 074 – Comunicação Visual do Edifício e da Cidade
Departamento(s) responsável(eis):
Projetos
Eixo estruturante:
Área de Humanas
Classificação:
[ ] Obrigatória
[ X ] Optativa
Carga horária:
45 horas
Créditos: 3
Pré-Requisitos:
[ X ] Não
[
] Sim
Período (caso seja obrigatória):
Ementa:
Relações visuais entre os elementos que compõem o espaço urbano. Processos de
intervenção, através da comunicação visual, na paisagem da cidade. Espaço do edifício
e seu entorno.
Bibliografia básica:
WOLLNER, Alexandre. Alexandre Wollner a formação do design moderno no Brasil. São
Paulo: CosacNaify, 2005.
MAGALHÃES, Aloisio. Herança do olhar: o design de Aloisio Magalhães. Rio de Janeiro:
Senac, 2003.
LONGO, Celso Carlos. Design Total: CauduroMartino 1967-77. Dissertação de Mestrado,
FAU-USP, 2007.
Bibliografia complementar:
FIEDLER, Jeannine. Bauhaus. Berlim: Ullmann Publishing, 2009.
VOSSOUGHIAN, Nader. Otto Neurath: The Language of the Global Polis, Rotterdam: NAi
Publishers, 2008.
BATEMAN, Steven. Symbol. London: Laurence King Publishers, 2011.
BAYER, Herbert. Visual Communication, Architecture, Painting. NY: Reinhold Publishing,
1967.
ROTHENBERG, Randall. Pentagram. Milan: Monacelli Press, 1999.
44
Versão para consulta.
Objetivo:
Discutir, apresentar e problematizar as possibilidades da comunicação visual aplicada à
edifício, ao espaço urbano e seus equipamentos, mobiliários e serviços.
Discutir, apresentar e problematizar a comunicação visual como um importante campo da
vida urbana e como ferramenta prospectiva e de informação do cotidiano.
Objetivos específicos:
Induzir, incentivar e aprimorar a capadicade dos alunos de:
Pesquisar sobre modos de comunicar, origem da comunicação visual, organização dos
sistemas de informação, símbolos, pictogramas, famílias tipográficas, logotipos etc.
Coletar e interpretar de dados financeiros, logísticos, socio-econômicos, tecnológicos,
culturais, ambientais, físico-geográficos; Sintetizar as principais informações, elaborar de
diagramas, gráficos, mapas temáticos, tabelas, análise crítica, etc.
Elaborar e produzir de material gráfico.
Desenvolver de projetos de interesse público no campo da comunicação visual.
Conteúdo:
01: Introdução à Comunicação visual / Início Projetos
02: Otto Neurath
03: Bauhaus
04: Ulm
05: Alexandre Wollner
06: Aloisio Magalhães
07 : Design Total: CauduroMartino
08: Sistemas análogos
09: Sistemas análogos
10: Seminário discussão Projetos
11: Seminário discussão Projetos
12: Seminário apresentação Projetos
45
Versão para consulta.
Escola de Arquitetura/UFMG
Rua Paraíba, 697- Funcionários - 30.130-140 - Belo Horizonte/MG
Fone: (31) 3409-8830 - Fax: (31) 3409-8818
COLEGIADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DESIGN
DISCIPLINA PRJ 075 – Tópicos em Design e Arquitetura: Visitas Guiadas
Departamento(s) responsável(eis):
Projetos
Eixo estruturante:
Área de Representação
Classificação:
[ ] Obrigatória
[ X ] Optativa
Carga horária:
30 horas
Créditos: 2
Pré-Requisitos:
[ X ] Não
[
] Sim
Período (caso seja obrigatória):
Ementa:
Disciplina optativa com conteúdo a ser estabelecido conforme demanda.
Bibliografia básica:
CERTEAU, Michel de. A invenção do cotidiano: 1.artes de fazer. Petrópolis: Vozes, 1994.
FERRO, Sergio. Arquitetura e trabalho livre. São Paulo: Cosacnaify, 2007.
FLUSSER, Vilém. O mundo codificado: por uma filosofia do design e da comunicação. São
Paulo: Cosacnaify, 2007.
PEREC, Georges. La vida instrucciones de uso. Barcelona: Anagrama, 1992.
SOUSA SANTOS, Boaventura de. Produzir para viver: os caminhos da produção não
capitalista. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
Bibliografia complementar:
BARDI, Lina Bo. Tempos de grossura: o design no impasse. Instituto Lina Bo e Pietro M.
Bardi. São Paulo, 1994.
Bell, Bryan (ed). Expanding Architecture: Design as Activism. New York: Metropolis Books,
2007.
Bell, Bryan (ed). Good Deeds, Good Design: Community Service Through Architecture.
New York: Metropolis Books, 2007.
46
Versão para consulta.
Objetivo:
Visitas guiadas à atelies, escritórios, empresas das áreas do design e da arquitetura
para observação local e entendimento dos processos de criação, fabricação e
comercialização de produtos diversos: peças gráficas, publicações, joias, cerâmicas,
móveis.
Conteúdo:
VISITAS GUIADAS
1.Gráfica
2.Tipografia
3.Ateliê de cerâmica
4.Ateliê de joias
5. Ateliê de encadernação
6. Fábrica de móveis
47
Versão para consulta.
Download

Conteudo Programatico disciplinas optativas