Revista Educação Agrícola Superior Associação Brasileira de Educação Agrícola Superior - ABEAS - v.28, n.2, p.102-106, 2013. ISSN - 0101-756X - DOI: http://dx.doi.org/10.12722/0101-756X.v28n02a04 CARACTERIZAÇÃO QUÍMICA E COLORIMÉTRICA DA POLPA DO MANDACARU1 João T. Nunes2, Rossana M. F. de Figueirêdo3, Alexandre J. de M. Queiroz3, Vanessa M. dos S. Santiago3 & Josivanda P. Gomes3 RESUMO O mandacaru é uma cactácea nativa do Nordeste brasileiro, utilizada principalmente para alimentação de animais nos períodos de estiagem, onde o caule é fornecido após queima para eliminação dos espinhos. Produz frutos piriformes, com tamanho similar ao de abacate, casca lisa,vermelha-escura, polpa branca pontilhada de sementes, semelhante à de pitaia. Tem sabor delicado, com grande potencial de aperfeiçoamento de características sob melhoramento genético. Por se tratar de fruto oriundo de variedades selvagens, deve-se esperar grande variação na composição química dos espécimes de diferentes plantas. Diante do exposto, o presente trabalho teve como objetivo determinar as principais propriedades químicas e parâmetros de cor das polpas integral e concentradas do fruto do mandacaru nos teores de 35 e 56 ºBrix. A polpa integral do fruto do mandacaru apresentou-se ácida, com baixo conteúdo mineral, alto teor de umidade e atividade de água, com predominância da intensidade de amarelo. PALAVRAS-CHAVE: Cereus jamacaru, cactáceas, polpa de fruta CHEMICAL AND COLORIMETRIC CHARACTERIZATION OF MANDACARU PULP ABSTRACT The mandacaru is a native cactus tree from the Brazilian Northeast, mainly used for animal feed during the dry season, where the stem is provided after burning for disposal of thorns. Produces piriform fruit similar size to avocado, bark smooth, dark red, white flesh dotted with seeds, similar to the pitaya. It has a delicate flavor, with great potential for improvement of traits in plant breeding . Because it is derived from the fruit of wild varieties , should be wide variation in the chemical composition of specimens of different plants wait. The present study aimed to determine the main chemical properties and parameters of instrumental color of the fruit pulps and concentrates at 35 and 56 ºBrix. The mandacaru whole pulp fruit presented acid, with low mineral content, high moisture content and water activity, with predominantly yellow intensity. KEY WORDS: Cereus jamacaru, cactaceous, fruit pulp Parte da Dissertação de Mestrado do primeiro autor Professor, IFPE, Belo Jardim – PE. Av. Sebastião Rodrigues da Costa, s/n. E-mail: [email protected] 3 Professor, UFCG/CTRN/UAEA. Rua Aprígio Veloso, 882, Campina Grande. E-mail: [email protected]; [email protected];; [email protected]; [email protected] 1 2 Caracterização química e colorimétrica da polpa do mandacaru 103 INTRODUÇÃO O Nordeste brasileiro tem a maior parte de seu território coberta pela caatinga, vegetação xerófila que ocupa cerca de 11% do território nacional, abrangendo os estados da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e Minas Gerais (Drumond, 2000). Na cobertura vegetal das áreas da região Nordeste a caatinga representa cerca de 800.000 km2, o que corresponde a 70% da região; no entanto, poucos são os estudos encontrados na literatura sobre os frutos desta vegetação que, apesar de serem encontrados em grandes quantidades nos períodos da primavera, não são explorados comercialmente. O mandacaru (Cereus jamacaru) é uma cactácea nativa que vegeta nas caatingas nordestinas, de grande importância para a sustentabilidade e conservação da biodiversidade deste bioma; seus frutos constituem alimentos para pássaros e animais silvestres e, principalmente em períodos de grandes estiagens, o caule é utilizado como volumoso na alimentação dos animais. Os frutos são muito apreciados pelos animais e, apesar de consumidos pelas pessoas e de apresentar grande potencial para o melhoramento genético, não são aproveitados comercialmente. Segundo Rocha & Agra (2000), o fruto do mandacaru é uma baga elipsoidal, com aproximadamente 12 cm de comprimento, vermelho, carnoso, de polpa branca, com inúmeras sementes pretas e bem pequenas. Por se tratar de um fruto oriundo de variedades selvagens, sem qualquer tipo de melhoramento genético é de esperar grande variabilidade em sua composição e nas características da aparência. Diante do exposto, este trabalho foi realizado com o objetivo de se caracterizar as polpas integral e concentradas do fruto do mandacaru quanto aos atributos físico-químicos, atividade de água e parâmetros de cor. MATERIAL E MÉTODOS Este trabalho foi desenvolvido no Laboratório de Armazenamento e Processamento de Produtos Agrícolas da Unidade Acadêmica de Engenharia Agrícola, Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e no Laboratório do Curso de Agroindústria do Instituto Federal de Pernambuco, Campus Belo Jardim. Matéria-prima Foram utilizados como matéria-prima frutos de mandacaru colhidos no semiárido do Estado do Rio Grande do Norte, nos município de Caicó e Acari. Os municípios estão localizados na microregião do seridó ocidental em latitude aproximada de 6° S e longitude de 37° W. Processamento dos frutos As polpas utilizadas no trabalho foram obtidas por meio do processamento dos frutos de mandacaru seguindo as etapas representadas no fluxograma da Figura 1. Recepção e seleção Os frutos foram selecionados manualmente, procedendo-se a eliminação de materiais estranhos, de exemplares danificados Figura 1. Fluxograma do processamento dos frutos do mandacaru e a uniformização do estádio de maturação, com descarte dos frutos verdes, escolhendo-se os maduros para extração das polpas. Lavagem Os frutos selecionados foram pré-lavados em água corrente, com o objetivo de se eliminar terra, sujeiras e resíduos aderidos; Em seguida, foram lavados por imersão em solução de hipoclorito de sódio na concentração de 50 ppm, durante 15 minutos, e posteriormente enxaguados em água corrente e deixados a escorrer o excesso de água antes do despolpamento. Despolpamento Os frutos foram abertos separando-se a polpa das cascas, através de corte longitudinal, por facas e colheres higienizadas, sendo as polpas embaladas em sacos de polietileno de baixa densidade e colocadas em freezer a -22 °C. Após o processamento de toda a polpa, a mesma foi submetida ao refinamento por passagem em malha com 1 mm de diâmetro com auxílio de uma prensa hidráulica da marca Skay, com capacidade para 15000 Kg. Embalagem A polpa integral foi embalada em sacos de polietileno de baixa densidade (PEBD), com capacidade para 0,5 kg. Congelamento Após embaladas, as amostras foram imersas em nitrogênio líquido a -196 °C, com vistas a realizar um congelamento rápido com a melhor preservação das características das polpas. Revista Educação Agrícola Superior - v.28, n.2, p.102-106, 2013. Mês efetivo de circulação deste número: Outubro/2014. 104 João T. Nunes et al. Armazenamento As amostras congeladas foram armazenadas em freezer com temperatura de -22 °C até o momento da utilização nos experimentos. Preparo das amostras Para obtenção das polpas concentradas a 35 e 56 oBrix, a polpa integral (12 oBrix) era descongelada e concentrada em evaporador rotativo, marca Quimis modelo Q344B2, sob vácuo, na temperatura de 60 °C. Caracterização das polpas Sólidos solúveis totais O teor dos sólidos solúveis totais (oBrix) foi determinado através da leitura direta em refratômetro tipo Abbe, marca Atago, segundo metodologia recomendada pelo Instituto Adolfo Lutz (BRASIL, 2005). Sólidos totais e umidade Os sólidos totais e a umidade da polpa do mandacaru foram determinados em estufa a 70 ºC, até peso constante, seguindose as normas do Instituto Adolfo Lutz (Brasil, 2005). Atividade de água Foi determinada através de determinador da marca Aqua Lab. As determinações foram realizadas em triplicata a 20 °C. Cinzas Determinadas em mufla a 525 °C. Este método é fundamentado na perda de peso, que ocorre quando o produto é incinerado a 525 °C, com destruição da matéria orgânica, sem apreciável decomposição dos resíduos minerais ou perda por volatilização. Análise de cor A análise de cor foi realizada em triplicata, em espectrofotômetro portátil Hunter Lab Mini Scan XE Plus, modelo 4500 L, no sistema de cor L*, a* e b*, em que L* é a luminosidade, a* a transição da cor verde (-a*) para a cor vermelha (+a*) e b* a transição da cor azul (-b*) para a cor amarela (+b*). As leituras foram feitas com luminosidade D65, ângulo de observação de 10° e calibração com placa branca. Análises estatísticas NA análise estatística dos dados experimentais utilizou-se o programa Assistat (Silva & Azevedo, 2002) com comparação entre médias pelo teste de Tukey, a 5% de probalidade. RESULTADOS E DISCUSSÃO Na Tabela 1 são apresentados os valores dos parâmetros químicos, físicos e fisíco-químicos das polpas de mandacaru nas concentrações de 12 °Brix (polpa integral), 35 °Brix e 56 °Brix (polpas concentradas). O teor de sólidos solúveis totais (oBrix) da polpa do mandacaru integral foi superior ao dos frutos do mandacaru produzidos nos muncípios de Queimadas e Lagoa Seca no Estado da Paraíba que foi de 10,50 e 11,50 oBrix, respectivamente (Almeida et al., 2009); ao do mandacaru-de-três-quinas (Cereus hildmannianus K. Schum.) de 8,13 oBrix (Pereira et al., 2013); e inferior ao quantificado por Bahia et al. (2010) que foi de 14,1 o Brix de mandacarus maduros colhidos em Petrolina, PE. Os sólidos solúveis totais em frutas, correspondem principalmente aos açúcares, minerais e às pectinas, os quais encontram-se em solução nos vacúolos, e são compostos principalmente por açúcares, representando indiretamente, o teor destes compostos no produto (Chitarra & Chitarra, 2006). As cinzas representam o conteúdo total de minerais das frutas, sendo que os principais minerais encontrados em frutas são o cálcio, magnésio, sódio e potássio (Koblitz, 2011). Dos valores encontrados para as cinzas observam-se diferenças estatisticamente significativas entre a polpa integral e as polpas concentradas, cujos valores superam em quase seis vezes o da polpa integral. Entre as polpas concentradas não se tem diferença estatisticamente significativa, mas o maior valor da polpa a 56º Brix indica a tendência de elevação do teor de minerais com a concentração, resultado esperado devido ao aumento na proporção de sólidos das amostras resultante da evaporação da água. Bahia et al. (2010) encontraram, estudando as características físico-químicas do fruto do mandacaru (Cereus jamacaru P.DC.) cultivado no sertão Pernambucano, teor de cinzas de 0,4814%, superando em cerca de 50% o da polpa integral do presente estudo. Teor de cinzas superior ao da polpa integral também foi encontrado por Pereira et al. (2013) para o fruto mandacaru-de-três-quinas (Cereus hildmannianus K. Schum.) que foi de 0,56%. Observa-se que o pH da polpa integral foi menor que nas amostras concentradas, indicativo de menor acidez em relação às polpas com 35 e 56 °Brix, as quais apresentaram médias semelhantes. A diferença de pH entre a amostra integral e as concentradas pode ser atribuída ao aquecimento a que foram submetidas as amostras concentradas durante o processo de concentração, provocando a oxidação dos ácidos orgânicos com consequente aumento do pH. Almeida et al. (2009), Tabela 1. Valores médios dos parâmetros químicos, físicos e físico-químicos das polpas de mandacaru integral e concentradas Parâmetro Cinzas (%) pH Umidade (%) Sólidos totais (%) Atividade de água (aw) Luminosidade (L*) Intensidade de vermelho (+a*) Intensidade de amarelo (+b*) Integral (12 oBrix) 0,32 b 4,41 87,76 a 12,24 c 0,990 a 24,07c 0,78 c 4,21c Polpa Concentrada (35 oBrix) 1,79 a 4,85 60,65 b 39,35 b 0,948 b 26,14a 10,83 a 26,08 a Concentrada (56 oBrix) 1,84 a 4,83 36,68 c 63,32 a 0,849 c 25,76 b 8,08 b 11,33 b Média geral DMS CV (%) 1,32 61,70 38,30 0,929 25,32 6,56 13.87 0,28 0,57 0,63 0,007 0,09 0,19 0.34 8,43 0,37 0,66 0,30 0,14 1,14 0,99 DMS - Desvio mínimo significativo; CV - Coeficiente de variação. As médias seguidas pela mesma letra nas linhas não diferem estatisticamente entre si pelo Teste de Tukey a 5% de probabilidade Revista Educação Agrícola Superior - v.28, n.2, p.102-106, 2013. Mês efetivo de circulação deste número: Outubro/2014. Caracterização química e colorimétrica da polpa do mandacaru estudando a caracterização do fruto do mandacaru, encontrou valores próximos de pH, de cerca de 4,38 e 4,50, em polpa integral de frutos colhidos nos municípios de Queimadas, PB, e Lagoa Seca, PB, respectivamente. Com base nos resultados obtidos, pode-se classificar, de acordo com Baruffaldi & Oliveira (1998), a polpa do mandacaru integral como alimento ácido (pH entre 3,7 e 4,5) e as polpas concentradas como pouco ácidos (pH > 4,5). Dos valores encontrados para umidade nota-se que as médias diminuíram estatisticamente com o aumento da concentração; relação inversa ocorreu para os sólidos totais. Barbosa (1998), estudando a caracterização da polpa do fruto do mandacaru integral cita valor médio da umidade próximo, de cerca de 86,57%. O valor encontrado da umidade para a polpa integral foi inferior ao determinado por Oliveira et al. (2004) para o mesmo fruto que foi de 93,77%; semelhante ao encontrado por Canuto et al. (2007), para o figo-da-índia (Opuntia ficus-indica), de 87,8%; e superior ao do fruto mandacaru-de-três-quinas (Cereus hildmannianus K. Schum.) encontrado por Pereira et al. (2013) que foi de 83,72%. O teor de sólidos totais da polpa de mandacaru integral é superior ao da polpa de mamão, determinado por Grizotto et al. (2005), que foi de 9,8% e próxima da polpa de bacuri, com teor de sólidos totais 13,754%, quantificado por Muniz (2004). Os sólidos totais é a matéria remanescente após completa remoção da água naturalmente presente nos tecidos vegetais e seus constituintes incluem as fibras e outros carboidratos complexos, açúcares, ácidos, minerais, proteínas e gorduras (Chitarra & Chitarra, 2006). Para a atividade de água nota-se que a mesma diminuiu estatisticamente com o aumento da concentração, de acordo com o teste de Tukey a 5% de probabilidade. Viana (2010) determinou, estudando a polpa do cupuaçu integral, o valor de 0,989 ± 0,001 para atividade de água, sendo próximo ao da polpa integral do mandacaru. As polpas integral e concentradas do mandacaru são classificadas como alimentos de alta umidade (aw > 0,85), as quais são muito propensas a deteriorações microbiológicas em geral (Azeredo et al., 2004). Os parâmetros de cor foram afetados pelo processo de concentração e todos aumentaram entre a amostra integral e as amostras concentradas, porém os aumentos demonstram uma inflexão entre as concentrações de 35 e 56 ºBrix, revertendo a tendência de aumento entre a amostra integral e a amostra 35 ºBrix. Em termos físicos, ocorreu um clareamento das amostras com a concentração, mas a amostra a 56 ºBrix se apresentou mais escura que a amostra a 35 ºBrix. Da mesma forma em relação aos parâmetros +a* e +b*, o matiz se deslocou positivamente nestes dois sentidos entre a amostra integral e as concentradas, mas regrediu entre 35 e 56 ºBrix. CONCLUSÕES 1. A polpa integral do fruto do mandacaru foi considerada alimento ácido, com baixo conteúdo mineral, alto teor de umidade e atividade de água e com matiz predominante na intensidade de amarelo. 2. A concentração provocou elevação nos parâmetros luminosidade, intensidade de vermelho e intensidade de 105 amarelo, mas que tenderam a diminuir com o aumento da concentração. AGRADECIMENTOS Os autores agradecem a FACEPE e a CAPES pelo financiamento do projeto. LITERATURA CITADA Almeida, M. M.; Silva, F. L. H.; Conrado, L. S.; Freire, R. M. M.; Valença, A. R. Caracterização física e físico-química de frutos do mandacaru. Revista Brasileira de Produtos Agroindustriais, v.2, n.1, p.15-20, 2009. Azeredo, H. M. C.; Pinto, G. A. S.; Brito, E. D.; Azeredo, R. M. C. 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