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UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES
PÓS-GRADUAÇÃO “LATO SENSU”
LA
LE
ID
E
AVM FACULDADE INTEGRADA
PE
A IMPORTÂNCIA DO GESTOR EMPRESARIAL EM EMPRESAS
Por: Erika Barbosa Santos Brandão
Orientador
Prof. Mario Luiz
D
O
C
U
M
EN
TO
PR
O
TE
G
ID
O
DE GRANDE PORTE
Rio de Janeiro
2015
2
UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES
PÓS-GRADUAÇÃO “LATO SENSU”
AVM FACULDADE INTEGRADA
A IMPORTÂNCIA DO GESTOR EMPRESARIAL EM EMPRESAS
DE GRANDE PORTE
Apresentação de monografia à AVM Faculdade
Integrada como requisito parcial para obtenção do
grau
de
especialista
em
MBA
Empresarial.
Por: . Erika Barbosa Santos Brandao
em
Gestão
3
AGRADECIMENTOS
....Ao meus pais e ao meu esposo.
4
DEDICATÓRIA
Dedico este trabalho á todas as pessoas
que direta ou indiretamente sempre estão
ao meu lado me apoiando e torcendo pelo
meu sucesso verdadeiramente.
5
RESUMO
As empresas cada vez mais têm como objetivo capacitar os
colaboradores reunindo informações aliadas a experiências. O modelo de
gestão eficaz ou ineficaz tem muito a ver com a cultura organizacional da
empresa. Este trabalho tem como finalidade despertar a importância do gestor
no cotidiano das organizações para promover uma melhor capacitação junto
aos colaboradores. Buscando saber em que medida os modelos de gestão
podem ajudar nestas melhorias. O que proponho é questionar que tipo de
gestão deve ser utilizado para se chegar a um resultado positivo, visto que o
especialista em gestão empresarial é um profissional que domina um conjunto
de conhecimentos tais como: liderança, relações interpessoais e ética o que
lhe permite desencadear ações para se obter o melhor desempenho de uma
empresa, já que este atua em organizações de diferentes segmentos:
avaliando, otimizando processos, implementando estratégias e fortalecendo as
competências da organização.
6
“Existe o risco que você jamais pode
correr. Existe o risco que você jamais
pode deixar de correr”.
Peter Drucker
7
METODOLOGIA
“Governar sobre muitos é o mesmo que
sobre poucos: é uma questão de organização. Controlar muitos é o
mesmo que controlar poucos: é uma questão de formação de sinais.
Tornar um exército capaz de lutar contra o inimigo e não perder é
uma questão de método. Existem os métodos tradicionais e os não
tradicionais”. (p.61)
Este trabalho tem como finalidade estudar sobre a gestão empresarial
enfocando a atuação do gestor nas grandes empresas. Caracterizando os
principais pontos do gestor e os diferentes tipos de gestão.
Uma equipe para se tornar eficiente, participativa e com objetivos,
precisa de uma boa liderança e de integrantes dispostos a se dedicarem a
empresa. Para isso se faz necessário uma gestão democrática e participativa.
O gestor deve estar atento para o modelo de gestão que mais se adapta a sua
organização.
A pesquisa científica a ser apresentada será descrita através de dados
bibliográficos sobre o tema proposto. As fontes de pesquisas foram feitas
através de livros, textos, artigos, aportes teóricos e com base em trabalhos
desenvolvidos por outros autores.
Para que haja uma sinergia entre todos os envolvidos na organização e
uma gestão participativa e o desenvolvimento do trabalho; os colaboradores
devem saber o seu papel dentro da organização independente do cargo que
ocupe. O objetivo desta pesquisa é identificar a importância do gestor
empresarial em empresas de grande porte caracterizando os diferentes tipos
de gestão para que possa verificar o modelo mais adequado. Visto que cada
8
modelo de gestão seja por competência, inovação, mudança estratégia nada
mais é do que a busca por uma adequação na empresa.
A análise do papel do gestor nas organizações é feita para investigar as
técnicas
utilizadas
comportamento
melhores
organizacional,
métodos,
relacionamentos
percepções
interpessoais,
diferenciadas,
situações
complexas e uma infinidade de problemáticas no mundo corporativo.
Este trabalho tem como questão principal enfocar o tema proposto.
Tendo como aporte teórico: CHIAVENATO, ABRANTES, COSTA, GOLEMAN,
BLOCK, dentre outros citados no trabalho. Desse modo acredita-se que possui
grande valia e significância para se compreender o conceito de gestão.
Investigando
as
técnicas
utilizadas
pelo
gestor nas
aprimorando conhecimentos nos diversos tipos de gestão.
organizações
e
9
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO
CAPÍTULO I - A Organização
08
11
1.1 - Conceito de gestão empresarial
1.2 - Especificidades das organizações empresariais
1.3 - O Papel do gestor nas organizações
1.4 - Cultura Organizacional
1.5 - Comportamento Organizacional
CAPÍTULO II - Capital Humano
22
2.1- A importância das pessoas nas organizações
2.2 - Sociedade do conhecimento: Pessoas na era
da informação
2.3 – A visão dos colaboradores ao gestor
2.4 - Gerir a mudança: Compreendendo a resistência
2.5 – Avaliando o desempenho das pessoas
CAPÍTULO III – Gestão Empresarial
32
3.1 - Diferentes tipos de gestão
3.2 - Gestão do conhecimento
3.3 - Gestão de Mudanças
3.4 - Gestão estratégica
3.5 - Compreendendo as diferenças
CONCLUSÃO
41
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
43
10
BIBLIOGRAFIA CITADA
46
ÍNDICE
47
11
INTRODUÇÃO
Este trabalha enfatiza o papel do gestor empresarial em empresas de
grande porte. O clima organizacional atualmente é formado por colaboradores
capacitados. O modelo de gestão a ser utilizado deve-se muito a cultura da
empresa para melhorias no ambiente. A pesquisa realizada refere-se aos
diferentes modelos de gestão. Pode-se afirmar que o gestor deve estar
motivado e engajado no que faz para que a participação dos colaboradores
seja ativa.
Interessa-nos destacar os diversos tipos de gestão. A gestão
empresarial destaca-se por ser uma área complexa e cheias de desafios. Esta
surgiu com a finalidade de alcançar melhores resultados despertando para a
necessidade de um profissional capacitado para atuar no cotidiano das
organizações a fim de solucionar problemas, liderar, controlar dentre outras
aptidões deste profissional.
O tema escolhido se deu pelo fato de querer investigar o modelo de
gestão com maior eficácia para maiores resultados na empresa, analisando o
papel do gestor na organização e discutindo os diferentes tipos de modelos de
gestão tendo como aporte teórico: CHIAVENATO (2004), BLOCK (2001) E
GOLEMAN (2014) que abordam sobre o tema de forma direta e indireta.
Os aportes teóricos supracitados serão de grande importância para o
desenvolvimento
desta
pesquisa.
Cada
empresa
possui
característica
diversificada uma da outra. O gestor empresarial deve demonstrar segurança
no que executa. Todo o gestor influencia seus subordinados seja de forma
positiva ou negativa. As pessoas representam grande parte da empresa
podendo ser fracasso ou sucesso. Neste sentido fica a questão de saber como
este profissional é visto pelos colaboradores.
12
Chiavenato (2004), em seus livros: Gestão de Pessoas e Teoria Geral
da Administração relata com clareza a necessidade de um profissional que se
dedique a administração com habilidades e práticas concretas trazendo teórico
indispensável.
Block (2001) rediz sobre um dos principais problemas encontrados na
gestão: as mudanças. Em seu livro: Consultoria – O desafio da liberdade. O
autor explica os passos a serem seguidos ao se deparar com esta
problemática, tais como agir com autenticidade, apoio, confiança, acima de
tudo saber lidar e compreender a resistência.
Goleman (2014) contribui muito com seu livro: Foco: a atenção e seu
papel fundamental para o sucesso, relatando sobre estratégia, diferentes tipos
de liderança, mostrando as estratégias que podem ser desenvolvidas nas
organizações através do foco. O autor afirma que: aqueles que alcançam
rendimento máximo são precisamente os que prestam mais atenção no que é
mais importante para o seu desempenho, sendo de suma importância para a
pesquisa.
No capítulo I A Organização rediz sobre o conceito de gestão
empresarial,
relatando
sobre
características
das
organizações,
o
comportamento do gestor influenciando seus subordinados em cultura
organizacional diversificadas.
O capítulo II apresenta o capital humano explicando sobre a importância
das pessoas na organização, era do conhecimento em como lidar com a
resistência em um ambiente em que as pessoas tem alto valor na organização.
No terceiro capítulo informa sobre os diferentes tipos de gestão
utilizados pelos gestores de grandes empresas.
13
O estudo a ser apresentado foi realizado através de pesquisas em livros,
textos, artigos sobre o tema proposto. Verifica-se que atualmente as
organizações buscam pelo desenvolvimento das pessoas. Pessoas motivadas
e felizes tem grande chance de produzirem mais. É fundamental que o gestor
perceba
atitudes
de
seus
colaboradores,
aceitando
ideias,
trocando
experiências, ensinando novos métodos e que juntos percebam a importância
de novos aprendizados.
14
CAPÍTULO I
A ORGANIZAÇÃO
1.1
– Conceito de gestão empresarial
No século XIX expandiu-se pelo mundo a revolução industrial, com esta
ocorreram diversas modificações econômicas, social e produtiva. As produções
deixaram de ser artesanal para á maquino faturada; o que antes muita das
vezes podia ser feito por apenas um artesão desde a matéria prima até o
produto final realizados em oficinas ou nas casas; com a revolução industrial
houve a criação de fábricas na quais trabalhadores vendiam sua força de
trabalho em troca de um salário.
A população modificou sua maneira de viver, começaram a ter acessos
a produtos industrializados migrando para os grandes centros urbanos. Os
profissionais começaram a utilizar métodos para solucionar problemas e
administrar os negócios. Apesar de não ser comprovada a história de
administrar antes do séc. XIX pode-se afirmar que o homem administra sem
perceber desde a antiguidade tendo como exemplo os grandes castelos,
construções antigas tudo para acontecer necessitou de um administrador,
líder, gestor.
A palavra gestão define-se como: “ação ou efeito de gerir; gerência;
administração”. Vem de o latim gerir que significa administrar, gerenciar,
coordenar.
De acordo com Abrantes (2009):
“Administração, administrador e administrar são palavras da raiz latina
manus, que significa mão e que apareceram no inglês no final do
século XVI, porém também expressam poder e jurisdição”. (p.19)
15
A gestão empresarial é um modelo de trabalho que procura alcançar os
objetivos da organização, através de planejamentos á fim de solucionar
problemas, afixar metas, liderar, controlar, decidir, avaliar, sendo capaz de
gerir em ambiente repleto de mudanças.
Segundo Abrantes (2009), dois nomes tiveram grande destaque na
administração: o francês Henri Fayol (1841-1925) e o americano Frederick
Wilson Taylor (1856 -1915). Taylor é considerado o fundador da Administração
Cientifica, apesar de muito criticado; sua forma taylorista é aplicada até os dias
de hoje nas linhas de montagem.
A gestão empresarial revela-se por ser uma área com desafios e
complexidades.
Na
realidade
surgiu
como
resposta
aos
problemas
empresariais; tendo como desafio adaptarem-se as novas situações. Esta se
tornou fundamental para a sociedade, pois é utilizado através de pessoas á fim
de atingir os melhores resultados dentro das organizações.
1.2
– Especificidades das organizações empresariais
Cada organização possui sua própria diretriz – características próprias e
diferenciadas por seus talentos humanos. Existem para realizar objetivos; o
funcionamento deste depende de seus colaboradores. Devem estar atentos
aos objetivos da organização e serem conhecedores da missão, visão e dos
valores de sua empresa.
A missão é diferente em cada empresa – são objetivos da organização.
Funciona como um norteador orientado para as metas. Os valores tendem a
regulamentar o comportamento que a empresa espera em seus colaboradores
e a visão esta relacionado ao futuro. O que eu sou hoje e o que eu quero ser
16
futuramente.
Por
isso
a
necessidade
de
pessoas
“As
organizações
responsáveis
e
comprometidas.
Chiavenato (2004) afirma que:
não
existem
no
vácuo. E nem funcionam ao acaso. Como sistemas abertos, as
organizações operam através de mecanismos de cooperação e de
competição com outras organizações. Em sua interação com o
ambiente, elas dependem de outras organizações e lutam contra
outras organizações para manter seus domínios e mercados”. (p.62)
As empresas existem para produzir algo á alguém, ou seja, atender a
necessidade das pessoas. E, como se diferenciar em um mercado de trabalho
altamente competitivo? Pessoas. O sucesso organizacional está ligado
diretamente às pessoas. Pessoas diferenciadas com conhecimentos e
expertises diferenciadas; o conhecimento de uma empresa que a torna
diferente – a geração do conhecimento, a sociedade a informação.
Muitos fatores são indicados para o declínio de grandes empresas.
Pessoas desmotivadas, clima organizacional conturbado; chefes ao invés de
líderes, rotinas administrativas. Desta forma a valorização das pessoas é fator
essencial. O clima precisa ser favorável. Os líderes devem aprender e ter a
capacidade de fazer com que isso aconteça tendo linguagem simples e
carisma com seus colaboradores.
Na concepção de Chiavenato (2004), a visão, a missão e os valores são
de suma importância para uma empresa. Estes servem para definir o
comportamento da empresa o futuro desejado transformado em realidade.
Manter o respeito, confiança, alegria são fatores primordiais. Pois tanto a
empresa quanto o colaborador necessitam um do outro; ambas com objetivos
diferentes. A empresa visando crescimento, lucros e os funcionários com
sonhos pessoais. Entende-se que a empresa deve beneficiar para serem
17
beneficiados pois colaborador motivado e feliz tem o dom do encantamento.
Clientes encantados, clientes satisfeitos.
1.3
– O Papel do gestor nas organizações
O gestor tem como finalidade alcançar resultados através do
planejamento, solucionar problemas, afixar metas, ser líder, controlar, decidir,
avaliar, comunicar-se. Profissional que deve este altamente capacitado para
atuar em diferentes situações desde as mais simples a mais complexa.
Cabe ao gestor empresarial otimizar o funcionamento das organizações,
visto que trabalhar com pessoas não é uma tarefa fácil; sendo este um dos
grandes desafios, pois o líder precisa se adaptar rapidamente as mudanças
aplicando desde os novos modelos á administração tradicional.
Todo o gestor / líder influencia diretamente os seus subordinados. Esta
mudança no comportamento do outro é proposital na intenção de modelar
positivamente ao que se propõe.
O gestor é o tomador de decisões, o
estrategista. Não um modelo a ser seguido; cada gestor terá sua
personalidade porém deve ter empatia, ser inteligente, flexível e transmitir
confiança.
Há três estilos de liderança: a autoritária, liberal e democrática. Na
liderança autoritária o gestor impõe as decisões sem nenhuma participação do
grupo. Na liderança liberal as tarefas são executadas pelo grupo sem nenhum
controle – a participação do líder é mínima. Já na democrática todos estão
inseridos no trabalho.
“Na prática, o líder utiliza os três processos de liderança, de acordo
com a situação, com as pessoas e com a tarefa a ser executada. O
líder tanto manda cumprir ordens, como consulta os subordinados
18
antes de tomar uma decisão, como sugere a maneira de realizar
certas tarefas: ele utiliza a liderança autocrática, democrática e liberal.
O desafio da liderança é saber quando aplicar qual estilo, com quem e
em que circunstâncias e atividades”. (CHIAVENATO, 2006 p.125).
De acordo com Chiavenato, pode-se afirmar que para se obter sucesso
na organização o gestor deve possuir competências básicas, independente do
estilo de liderança a ser utilizado seja ela: autoritário, liberal ou democrática.
Além do mais, o trabalho em equipe é tarefa árdua e este deve ter bom
relacionamento interpessoal para liderar, reduzir os conflitos e motivar a
equipe.
1.4
– Cultura Organizacional
A cultura organizacional é um conjunto que exprime as regras, ideias,
valores, normas de uma empresa, ela é a identidade da organização; ela que
define o modo de como as pessoas devem se comportar dentro da empresa.
Define o modo de relacionamento entre seus parceiros, fornecedores, clientes
e funcionários. A cultura organizacional se controla ao longo do tempo. É ela
também quem designa a missão, os valores e a visão da empresa.
Cada organização tem sua identidade própria o que a faz diferente das
outras e que a posiciona no mercado. O importante é trilhar de forma correta e
estar disposto a se adaptar as modificações pois a cultura pode melhorar ou
piorar o desempenho da instituição. A organização precisa ser flexível visto
que cada ser humano possui sua cultura, identidade própria, sendo uma forte
adaptação entre: funcionário – empresa; empresa – funcionário.
Organizações
maleáveis
voltadas para inovação retêm
talentos
diversificados estão sempre abertos á novas ideias. Ao contrário de
organizações rígidas com sistemas fechados. Tudo deve ser mensurado tanto
19
a inovação como a estabilidade, mudanças contínuas podem alterar toda a
organização.
COSTA (2009):
“Hoje as organizações dão muita ênfase ao desenvolvimento de seus
colaboradores dentro e fora da empresa. Existe todo um movimento
voltado para manter esse trabalhador ativo e atualizado”. (p.30)
É certo que a maioria das empresas ao receberem novos funcionários
fará com que o mesmo se socialize de acordo com sua cultura. E o funcionário
por sua vez se renunciará em alguns aspectos sendo assim uma troca de
adaptações. Em algumas organizações alguns candidatos são eliminados no
momento da entrevista por acreditarem ser de estilos e padrões diferenciados.
Geralmente os funcionários ao ingressar na organização passam por um
processo de socialização tais como treinamentos, informativos sobre a
empresa, apresentações a outros funcionários ao ambiente em que irá exercer
suas funções, recebimento do código de conduta. Tudo com a finalidade de
fazer com que o novo colaborador aprenda as diretrizes da empresa: os
benefícios e principalmente os deveres da organização.
1.5
– Comportamento Organizacional
“Pessoas satisfeitas não são necessariamente as mais produtivas.
Mas as pessoas insatisfeitas tendem a desligar-se da empresa, a se
ausentar frequentemente e a produzir pior qualidade do que pessoas
satisfeitas”. (Chiavenato, 2004, p.11)
Apesar de muitas empresas beneficiarem seus funcionários, com
incentivos: prêmios/benefícios ou até mesmo elogios. Mesmo com aumentos
de salários, percebe-se funcionários mais tristes ou menos motivados com o
20
que fazem. Os fatores que motivam os funcionários são diferentes do que os
deixam insatisfeitos e com isso a dificuldade de perceber tal problema.
A remuneração depende do trabalho executado; muitas empresas
selecionam
seus
funcionários
com
grau
de
conhecimento
elevado,
interessados em bons resultados, por isso muitos motivam e capacitam através
de educação continuada. Pessoas motivadas a aprender e mudar. Para se
obter bons resultados tanto na vida quanto no trabalho o indivíduo necessita de
fatores básico como: segurança, amor, realização pessoal e auto estima.
SILVA (2014):
“Empresas bem estruturadas e com visão estratégica de médio e
longo prazo tendem a reunir forças em seus próprios funcionários
com o objetivo de encontrar novas e criativas alternativas que as
façam transcender suas limitações e retornar a rota do crescimento
sólido e duradouro sem perder seus valores primordiais”. (p.102)
É muito importante a interação dos funcionários com diversos setores da
empresa mesmo que esses contatos sejam apenas através de e-mails ou
reuniões. Mas deve-se manter contatos; a internet é uma grande aliada ao
desenvolvimento de relações interpessoais com a mesma finalidade, essa
interação se faz importante para que haja troca de conhecimentos.
Costa (2009) diz que:
“Quando se observam funcionários trabalhando, não deve se olhar
como se fossem peças de uma máquina, onde algumas devem ser
trocadas. As pessoas precisam de motivação e não manutenção. As
vezes, uma palavra de elogio do chefe ou encarregado é suficiente”.
(p.23)
Vale ressaltar assim como diz Costa (2009) os colaboradores são
pessoas comuns dotadas de medos, desejos, todo o seu comportamento é
21
resultado de diversos fatores. E a forma como lideramos os torna diferente. O
funcionário precisa estar feliz, ter prazer no que executa e no espaço em que
está inserido. A influência do gestor sobre o colaborador pode ser tanto
positiva quanto negativa, devendo este ter habilidades para influenciar
positivamente seus subordinados evitando dificuldades de relacionamentos.
Em suma o comportamento das pessoas na organização significa muito
mais que manter e interagir com outros indivíduos. Mas pode-se afirmar que
um dos fatores para um comportamento positivo esteja ligado há um ambiente
agradável e respeito mútuo entre todos na organização.
22
CAPÍTULO II
CAPITAL HUMANO
2.1
– A importância das pessoas nas organizações
Atualmente,
as
pessoas
representam
grande
importância
nas
organizações. Todo o administrador seja ele: chefe, coordenador, gerente ou
supervisor, deve desempenhar funções motivacionais aos seus subordinados
pois este necessita de sua equipe para alcançar resultados. As pessoas
podem representar sucesso ou fracasso dependendo de como são
estimuladas, capacitadas. Cada um possui sua contribuição e espera um
reconhecimento da organização.
Apenas empresas com uma visão ampla percebem que o diferencial de
uma empresa para que ela seja bem sucedida depende das pessoas, de seus
colaboradores. Pessoas como parceiras pessoas como pessoas, pessoas
como seres humanos. Pessoas motivadas direta e indiretamente através de
salários, benefícios, satisfações e retribuições. Não só de pessoas é
constituído a organização: fornecedores, investidores, acionistas, empregados
e clientes.
“Uma relação de mútua dependência na qual há benefícios
recíprocos. Uma relação de duradoura simbiose entre pessoas e
organizações”. (Chiavenato, 2004, p.05)
Dentre todos os parceiros da organização pode-se afirmar que o maior
patrimônio da empresa são as pessoas dotadas de competência, habilidades e
conhecimentos, nem sempre todas as pessoas da organização possui
expertise. É preciso saber identificar na equipe os talentos sendo grande
desafio para a empresa, pois quando se perde um colaborador com expertise
23
com talento todo o conhecimento se vai com ele não sendo um bem da
empresa como uma mesa, um computador e sim um bem intangível perdido
para outra organização.
Wheatley (1999) diz que:
“A identidade e o proposito organizacionais tem um papel essencial.
Sem uma noção clara do que são, e daquilo que procuram alcançar
as organizações viveriam sendo jogadas de um lado par o outro pelas
mudanças no seu ambiente. Nenhuma pessoa ou organização pode
ser um criador eficaz com o seu ambiente sem ter clareza sobre
aquilo que ela pretende se tornar”. (p.62)
Segundo Wheatley (1999), cada ser é perceptível como individual,
porém parte de um sistema, essas competências individuais aplicadas de
forma correta, estimuladas pelo seu gestor principal motivada pela empresa,
através de benefícios, educação continuada, universidades corporativas
trazem grandes benefícios e resultados positivos para a organização.
Desta forma, não basta ter pessoas – colaboradores dotados de
conhecimento. Estas pessoas precisam ser desenvolvidas para crescerem
dentro da empresa, caso contrário se perde para outra organização ou se
perde dentro da própria empresa ocasionando em pessoas frustradas com
talentos limitados.
2.2
– Sociedade do conhecimento: Pessoas na era da
informação
A era da informação surgiu trazendo grandes transformações nas
organizações e na vida das pessoas. Tudo que somente podia ser feito dentro
de escritórios em prédios e grandes e numerosos arquivos de papéis em
24
horários pré-definidos foi modificado. Com a era da informação o espaço já
não é tão importante, visto que se pode acessar através de computadores e
notebooks: internet e intranet. O verdadeiro escritório virtual, os numerosos
arquivos de papeis se tornaram compactados em hd externo, cds, pen drives
entre outros arquivos eletrônicos. Empresas reduziram seus grandes prédios e
despesas.
Em 1990 surgiu a era da informação provocando grande impacto no
desenvolvimento tecnológico trazendo com ela imediatismo para resolução de
problemas. Comunicações e informações em tempo real, trabalhos que podem
ser realizados separados fisicamente, porém juntos através da internet. A
internet passou a ser a principal ferramenta de trabalho para grandes
organizações criando um ambiente sem fronteiras, um novo mercado. A
sociedade do conhecimento se baseia na informação no conhecimento
condizendo com o próprio nome.
Chiavenato (2004):
“A tecnologia da informação integrando a televisão, o telefone e o
computador – trouxe desdobramentos imprevisíveis e transformou o
mundo em uma verdadeira aldeia global. Um impacto comparável ao
da Revolução Industrial em sua época. A informação passou a cruzar
o planeta em milésimos de segundo. A tecnologia da informação
forneceu as condições básicas para o surgimento da globalização da
economia: a economia internacional transformou-se em economia
mundial e global. A competitividade tornou-se intensa e complexa
entre as organizações” (p.37)
25
Adaptamo-nos a informações instantâneas; a internet passa a ser o
indicador desta velocidade vivenciada criando e oferecendo produtos tanto
para pequenas informações como para alavancar resultados em grandes
empresas. Se observarmos estamos vivendo com o poder do conhecimento,
concentração de ideias, correlação entre diferentes culturas; qualquer coisa
pode ser feita e comercializada – empregos e funções são alterados, horários
mais flexíveis podendo se ter uma melhor qualidade de vida no trabalho.
Com esta nova sociedade, muitas empresas percebem a importância
de profissionais capacitados e engajados para acompanhar os avanços
tecnológicos. O ambiente competitivo aumenta cada vez mais nas quais
empresas precisam buscar alternativas para aumentar lucros e se manter na
sociedade, pois a concorrência é internacional devido ao grande acesso de
informações e amplos mercados virtuais.
Lopes (2008), diz que:
“O investimento no capital intelectual dos colaboradores da empresa
também é fundamental, pois quanto mais se lapida uma pedra de
diamante mais valiosa ela se torna. O mesmo se diz em relação ao
trabalhador. Quanto mais se investe no aperfeiçoamento do
conhecimento já adquirido do funcionário a empresa, mais ele se
torna valioso e essencial para a mesma. É inconcebível que uma
empresa moderna não veja que o investimento no seu capital
intelectual é que faz a diferença: vale mais investir na qualificação
contínua de sua equipe do que ficar trocando funcionários como se
trocasse peça de uma engrenagem que provavelmente precisará de
um tempo para se adaptar – e tempo parado é tempo perdido.” (p.29)
A sociedade do conhecimento é de extrema importância para cada um
de nós Pode-se afirmar que hoje é impossível viver sem ela. Grandes
empresas precisam identificar suas vantagens interagirem com seus
segmentos para ser bem influenciada seja na relação com clientes, na
comunicação, no marketing, relações externas e principalmente utilizadas da
26
melhor forma a tecnologia. A tecnologia já não é mais uma palavra que
assusta pois já é muito utilizada em diversos setores da organização.
2.3 - A visão dos colaboradores ao gestor
Vivemos na era da informação, do imediatismo, neste contexto
precisamos reinventar várias vezes nossa profissão, dispostos sempre a
aprender coisas novas. Não há como ter carreiras e profissões vinculadas
simplesmente á tradições familiares até porque as empresas exigem
competências, habilidades e conhecimentos diversificados; todas as pessoas
devem e podem se desenvolver. O desenvolvimento deve ser aplicado de
acordo com o cargo proposto.
Nota-se que com o avanço tecnológico muitos colaboradores vivenciam
procedimentos diferenciados. As organizações são construídas através de
hierarquia – o trabalho é desenvolvido pelas pessoas e liderado pelo seu
gestor; todavia esse gestor deve saber repassar seu conhecimento não apenas
absorver. Qualquer conhecimento somente terá validade se houver ação. Cabe
ao gestor ser empático, saber ouvir e ser paciente, pode-se perder grandes
talentos por culpa de diálogo.
Goleman (2014):
“Os melhores líderes tem consciência sistêmica, o que os ajuda a
responder a pergunta constante de aonde devemos ir e como. O
autodomínio e as habilidades sociais se baseiam no foco em si
mesmo e no outro, combinados para produzir a inteligência emocional
que move o motor humano necessário para chegar lá. Um líder
precisa verificar uma escolha estratégica potencial em relação a tudo
o que sabe. E depois que a escolha estratégica é feita, ela precisa ser
27
comunicada com paixão e habilidade, usando empatia cognitiva e
emocional”. (p.206)
Cada colaborador terá uma visão diferenciada seu gestor, mas é ele
quem dará as diretrizes e quando se há uma visão ampla do seu gestor se
torna mais fácil o comportamento mediante as regras e novas situações. O
gestor tem como principal função minimizar e maximizar lucros. Este deve
repassar aos seus subordinados os conhecimentos empresariais e cobrar
resultados. Mas então quem é o gestor? Qual a sua função? Perguntas estas
feitas pelo colaborador.
Segundo Goleman (2014): As pessoas fazem suas escolhas sobre onde
se focar com base na percepção que têm do que é importante ou não, a visão
dos colaboradores ao gestor sempre será diferenciada, pois se refere à
condição em que as pessoas conduzem a si próprios, de acordo com sua
disciplina e comprometimento.
Pode-se afirmar que a administração adotada pelo gestor estará
vinculada ao comportamento organizacional. Há pessoas que precisam ser
estimuladas todo o tempo devendo ser acompanhadas sempre. Pessoas estas
que não podem ser deixadas sem um líder imediato, tendo que ser coercitivo
na aplicação das tarefas, pois mesmo sem um líder direto ele é capaz de
desenvolver suas tarefas.
2.4
– Gerir a mudança: Compreendendo a resistência
Em um processo de gestão pode-se deparar com a resistência, isso
ocorre principalmente quando há uma troca na gestão ou uma mudança na
cultura da empresa. O empregado colaborador é visto como o teimoso,
irracional causando raiva ao seu gestor o tornando muita das vezes coercitiva.
28
O que acontece é que os empregados se sentem ameaçados com as
mudanças como se o saber fosse maior que o deles principalmente se forem
funcionários com vários anos de empresa; É difícil e complicado as
modificações tendo que ser feita gradativamente. Se faz necessário
habilidades para lidar com os diferentes tipos de resistência sendo capaz de
identifica-los; entender que o colaborador está resistente a situação exposta e
não ao gestor.
Quando um gestor inicia suas atividades em uma organização ou
começa a trabalhar com uma nova equipe é provável este comportamento.
Comparações desnecessárias, precipitações. É preciso paciência, já que
muitos estão na defensiva e se agirmos com demissões em massa corre-se o
risco da perca de alguns talentos o gestor precisa identificar a resistência,
encarar, apoiar e informar aos seus subordinados que o que faz não é um
ataque á sua competência.
Segundo Block (2001): quando o gestor encontra resistência o que esta
vendo é a expressão superficial de ansiedades mais profundas gerando total
desconforto para lidar com a situação. Não há nada de errado em controlar
mas não ter controle gera um estado de muita ansiedade. Dessa forma quando
o gestor se depara com a resistência ele se preocupa achando que irá perder o
controle.
Os grandes erros cometidos em face de resistência são: precipitações,
chegar a conclusões sem antes abordar os aspectos mais importantes.
Cegueira estrutural, perder de vista objetivos importantes. Falta de controle,
ser influenciado. Excesso de confiança, deixar de coletar informações. Atalhos
míopes basear-se no que está mais fácil ou que convém. Atirar na linha da
cintura, acreditar que pode manter em mente todas as informações. Fracasso
em grupo, deixar de gerenciar, acreditando que o outro é melhor. Enganar-se a
si mesmo, distorcer evidencias. Não elaborar uma abordagem organizada para
compreender suas próprias decisões.
29
Block (2001) afirma que:
“A resistência não acontece sempre, mas quando acontece, causa
perplexidade e frustação. Em face da resistência, começamos a ver o
cliente como teimoso e irracional e, normalmente, acabamos
simplesmente
apresentando
os
dados
e
justificando
as
recomendações em voz mais alta e com convicção” (p.105)
Para muitos nunca será fácil lidar com a mudança, com a inovação. A
inovação nada mais é que uma invenção em processo de desenvolvimento
resultando em um novo modelo de serviço. Um gestor dotado de conhecimento
deve saber lidar com tais fatos para um engajamento de todo a equipe após a
quebra de barreiras chamada resistência.
2.5
– Avaliando o desempenho das pessoas
Avaliação de desempenho é algo que acontece com muita ênfase nas
organizações. Tudo é avaliado não só as pessoas como produtos e serviços,
lucros e principalmente o desempenho humano, afinal são as pessoas o
principal capital das organizações e este deve ser excelente. Em um mundo
competitivo e globalizado não há tempo para execução de tarefas pela metade
– o trabalho deve ser excelente.
Chiavenato (2004):
“Avaliação de desempenho é a identificação, mensuração e
administração
do
desempenho
humano
nas
organizações. A
identificação se apoia na análise de cargos e procura determinar
quais as áreas de trabalho que se deve examinar quando se mede o
desempenho. A mensuração é o elemento central do sistema de
30
avaliação e procura determinar como o desempenho pode ser
comparado com certos padrões objetivos. A administração é o ponto
chave de todo o sistema de avaliação. A avaliação deve ser muito
mais do que uma atividade orientada para o passado, ou seja, deve
estar orientada para o futuro para poder alcançar todo o potencial
humano na organização” (p.223)
Com a avaliação de desempenho podemos mensurar problemas e desta
forma resolvê-los melhorando a qualidade dos serviços executados. Os
colaboradores precisam de feedbacks para saber se estão no caminho correto
caso contrário se estiverem executando de má forma continuará fazendo pois
não possui retorno de seu gestor dentre outra se estiver trabalhando com
grande eficácia precisa ser recompensado, para que não haja desmotivação,
com a avaliação correta o gestor pode promover, transferir e até mesmo
desligar um funcionário.
Muitos gestores elaboram sistemas de avaliações junto ao RH já que o
desempenho da equipe é de responsabilidade deste daí a importância de uma
liderança onde haja: troca de conhecimentos, informações, orientação,
aconselhamentos, pois muitas pessoas se sentem inferiores se o resultado da
avaliação não for positivo.
Há vários métodos para avaliar o desempenho desde o fraco ao forte. É
avaliadas habilidades, comportamentos, resultados, pontualidade, facilidade de
aprender, espírito de equipe, liderança, qualidade no trabalho, foco em
resultados, rapidez nas soluções, dentre outros critérios avaliados em uma
escala.
A avaliação serve para resolução de problemas, informar ao colaborador
o que ele esta desempenhando sem para que haja foco no futuro e melhorias,
para que os objetivos organizacionais alcancem resultados através das
pessoas, pois quando estas sabem o seu valor e recebem reconhecimento do
31
seu trabalho sabem onde erram e se torna mais fácil o desenvolvimento dela
própria.
32
CAPÍTULO III
GESTÃO EMPRESARIAL
3.1
– Diferentes tipos de gestão
O melhor estilo de gestão depende de uma série de fatores tais como:
situação organizacional, compreensão dos colaboradores, cultura da empresa.
O estilo a ser adotado pelo gestor na prática deve se adequar com as
problemáticas existente, visto que um gestor com grandes habilidades jamais
fará uso de apenas um modelo de gestão mais agirá com estratégia e utilizará
de seu conhecimento inovando sempre.
Gestores e líderes se utilizam de diversos tipos de gestão. Há gestores
liberais, autócratas, participativos, enfim independente do estilo e ou modelo
escolhido a expectativa é gerir com excelência a fim de obter grandes
resultados. Muitos gestores se envolvem no cotidiano do trabalho tendo plena
consciência de seu desenvolvimento: ouvindo a equipe, participando,
promovendo a confiança e harmonia com seus subordinados fazendo com que
cada um busque seu próprio conhecimento e consigam tomar decisões na
ausência do gestor direto. Em contra partida há os gestores que designam
funções específicas em um estilo mais autoritário com mais rigor este muito
das vezes decidi sozinho e delega o que deve ser feito.
O modelo de gestão a ser utilizado é de grande importância para o
sucesso da organização. A liderança autocrática causa insatisfação em alguns
casos pois o gestor quem delega as funções tendo alto poder sobre a equipe
não tendo elas oportunidades de desenvolver ideias apresentar sugestões.
Muitas pessoas não conseguem se adaptar a este estilo se sentindo
insatisfeitos podendo gerar aumento na rotatividade de pessoal
e
33
absenteísmo. Não pode se afirmar que o estilo autócrata seja negativo, pois
este pode ser positivo em trabalhos rotineiros e repetitivos.
Mas se alinharmos um estilo de gestão/liderança na qual a equipe se
sinta entusiasmada, aumenta a satisfação dos envolvidos para desenvolver
com afinco suas funções. Nesse caso o resultado tende a ser melhor. Na
verdade não existe melhor ou pior tipo de gestão o que há são situações
diárias que necessitam ser lideradas geridas de forma diferenciada. Gerir nada
mais é que identificar as problemáticas, solucionar conhecer a equipe envolvela integrando técnica e decisão para que haja sucesso na liderança.
A capacidade de liderar é o mais importante para qualquer estilo
adotado seja ele autoritário ou liberal. É fato que não há de forma alguma
melhor ou pior, o que existem são pessoas com sentimentos, limitações,
qualidades e defeitos. Nesse sentido deveram conhecer todo o trabalho, a
equipe a fim de liderar e fazer um ótimo trabalho de gestão.
3.2
– Gestão do conhecimento
Gestão do conhecimento é a reunião de informações aliadas a
experiências relatadas de forma organizada para repassar á outras pessoas.
Inicialmente como estratégias a fim de alcançar resultados, ou seja processo
que faz com que a pessoa adquira informações buscando resultados para o
crescimento e desenvolvimento de habilidades, seja pessoal ou profissional.
Diante disto, pode-se afirmar que as empresas necessitam trabalhar gerindo
conhecimentos. O conhecimento é quando se consegue reunir informações
externas com experiências adquiridas ao longo do tempo. Todo o
conhecimento somente é considerado como conhecimento se houver ação se
for repassado.
34
O conhecimento não é uma implantação que pode ser feito a qualquer
momento e sim algo, lento e contínuo que acontece gradativamente nas
organizações fazendo com que a mudança aconteça com eficácia. Esta
aprendizagem constituem quatro etapas: conscientização, compreensão, ação
e análise. Todos os integrantes da empresa devem se conscientizar a fim de
colocar suas ideias em prática para aperfeiçoamento do processo. Assim como
a conscientização, as ideias postas em ação devem ser analisadas e
compreendidas por toda a equipe.
Segundo Abrantes (2009):
“O saber de hoje com certeza, estará ultrapassando em pouco tempo.
O sucesso de uma empresa hoje não lhe garante o futuro. Todos,
empresa e funcionários, precisam aprender a aprender”. (p.95)
Pode-se pensar na gestão do conhecimento como algo revolucionário,
com novas criações e grandes ideias. Algumas definições de gestão de
conhecimentos por diferentes autores.
“Gestão do conhecimento é o processo de busca e organização da
expertise coletiva da organização, em qualquer lugar em que se
encontre, e de sua distribuição para onde houver o maior retorno.”
(Hibbard, 1997)
“Gestão do Conhecimento é a formalização das experiências,
conhecimentos, expertise, de forma que se tornem acessíveis para a
organização, e esta possa criar novas competências, alcançar
desempenho superior, estimular a inovação e criar valor para seus
clientes.” (Beckman, 1999)
“A gestão do Conhecimento é a arte de criar valor a partir dos ativos
intangíveis da organização.” (Sveiby,1998)
35
Cada empresa possui seu capital intelectual são eles: capital humano,
capital de cliente e capital estrutural. O capital humano desenvolve as
competências e habilidades adquiridas no processo. O capital de cliente é a
forma do encantamento, o diferencial não podendo ser medido, intangível. E o
capital estrutural funciona como um código de conduta, um manual a ser
seguido, organizado e montado pela empresa.
As empresas que utilizam o conhecimento estão certas de que este
deve ser coletivo e repassado de forma clara aos envolvidos, todo o processo
de aprendizagem gera mudanças por isso precisa-se sempre inovar, o
aprendizado é algo contínuo, corrigindo os erros aplicando novas técnicas
verificando erros e falhas.
3.3
– Gestão de mudanças
Todas as empresas precisam cada vez mais aumentar seus lucros e
inovar precisando assim gerir a mudança através da inovação caso contrário
perdem espaços em um mundo altamente competitivo e globalizado. Há falta
de mudanças faz com que o maior inimigo seja a tradição. Atualmente, com a
tecnologia avançada os processos de inovação tendem a ser muito rápido. Os
jovens estão cada vez mais antenados e, com isso o surgimento de grandes
ideias. Desse modo é de grande importância inovar, estar atentos aos diversos
setores da empresa, o excesso de regras pode impedir novas ideias e
mudanças significativas.
Nota-se que as empresas travam grandes batalhas, entretanto nem
todas as organizações conseguem bom desempenho, se faz necessário
quebrar regras e utilizar métodos não utilizados anteriormente. Segundo
HAMEL(2000): “É preciso experimentar milhares de ideias para que uma dê
certo. Essa é a aritmética da inovação”. O que se precisa ter em mente é se
36
todas as mudanças serão válidas. Às vezes não é preciso mudar todo o setor,
entretanto romper a tradição. As empresas precisam entender que a inovação
pode ser grande ou pequena, porém precisa acontecer.
“Não basta mais reduzir custos para aumentar os lucros. Se quiserem
gerar mais riqueza, ou mesmo sobreviver, as empresas só tem uma
saída: promover inovações radicais”. (HAMEL, 2000, p. 23)
A mudança deve estar presente em cada pessoa para o crescimento
organizacional: o conhecimento como principal recurso. A inovação é
pesquisada desde o século XX, seu estudo se deu pelo fato de querer
investigar o processo da invenção para o desenvolvimento e posteriormente
resultando em um produto; e com isso, explorar a oportunidade após
concretizada. Entretanto a mudança não pode ser confundida com a invenção.
Mudar no intuito da melhoria seja do produto ou nos setores organizacionais.
Mudar para competir para crescer, para acompanhar o mundo globalizado.
Toda a mudança traz com ela transformação seja positiva ou negativa,
porém deve se encarar os problemas como forma de crescimento tanto
individual como organizacional, aprender com o outro, tomar decisões mais
assertivas. Os gestores devem acreditar na mudança querer a mudança e
após isso repassar e fazer com que toda a organização participe da mudança.
As pessoas agem e pensam diferente uma das outras e para isso é
fundamental um processo participativo sendo uma tarefa difícil, pois mesmo
que haja esta participação ocorre resistência a esta mudança.
SUN TZU (2013), diz que:
“Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer
o resultado em batalhas. Se você se conhece, mas não conhece o
inimigo , para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se
você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as
batalhas.” (p.47)
37
Para que a mudança valha a pena a pessoas precisam perceber algum
valor na transformação. Os funcionários precisam perceber que se nada for
feito tudo continuará como antes. Em qualquer setor sempre existirá pessoas
dotadas de qualidades e defeitos, antes da mudança almejada precisamos de
uma equipe madura explicando a ela o tipo de ação necessária para esta
mudança, as pessoas precisam formular as ideias perder os medos, unificar as
opiniões e não aceitar por medo de expor suas ideias mas sim que concordem,
opinando trazendo ideias novas para uma mudança com eficácia.
3.4
– Gestão estratégica
“Quem tem poucas forças se defende, quem tem bastante ataca. A
defesa é para
tempos de escassez, o ataque é para tempos de
abundância” (Sun Tzu, 2013, p.53)
A gestão estratégica se define por ser a gestão que executa suas ações
através de decisões assertivas no cumprimento de seu propósito com o intuito
de bons resultados, verificando os problemas e resolvendo-os conduzindo a
organização no contexto da competição visando assegurar o sucesso da
organização pensar no futuro. Atualmente estratégia é um dos termos mais
utilizados em grandes empresas; a palavra estratégia vem do grego antigo
stratègós, de stratos, “exercito”; e ago “liderança” ou “comando” tendo
significado inicialmente “a arte do general” e designava o comandante militar, á
época de democracia ateniense. O idioma grego apresenta diversas variações,
como stratégicos, ou própria do general chefe, stratégemo, ou estratagemo,
ardil de guerra, stratiá, ou expedição militar, stráutemo, ou exercito em
campanha; stratégias, ou tenda do general.
A gestão estratégica formula o que vamos fazer para construir o futuro
desejado através de planejamento e situações vivenciadas, não sendo ligada
38
diretamente a situação atual nas com o cotidiano da organização, direcionando
na execução da missão com objetivos e metas no alcance de uma visão ampla
transformados em plano de ação. A estratégia nada mais do que um conjunto
de meios que uma organização utiliza a fim de alcançar objetivos, devendo ter
um processo de aprendizado ao longo do tempo.
A estratégia é utilizada na gestão como um das mais funções
administrativas; com ela o gestor e sua equipe estabelecem controle das
atividades, conduzem a liderança organizam a empresa estabelecem diretrizes
para a tomada de decisões visando uma melhoria no desenvolvimento das
empresas através de técnicas de gestão com o poder da decisão. Estratégicas
e táticas devem ser aplicadas de forma coerente devendo enxergar mais longe.
A utilização de técnicas de gestão não garantem o sucesso nem a
continuidade das empresas, entretanto a decisão correta sim.
Segundo SUNZI a estratégia veio dar resposta a problemas no seu
entendimento a estratégia seria a forma pelo qual se conquista o poder e tendo
o poder poderia ser feito tanto errado quando certo. Ele define ainda as etapas
que devem ser seguidas para uma boa estratégia: o caminho, o tempo, o
terreno, a liderança e as regras.
“Se as avaliações indicam a vitória, é porque foram feitas de modo
apropriado e mostram que suas forças são maiores que do inimigo;
se as avaliações indicam a derrota, é porque são desfavoráveis e
mostram que suas forças são inferiores
a do inimigo. Com bons
cálculos, se pode vencer; com poucos, não; quem não os fizer, não
tem a mínima chance. Quem faz corretamente as avaliações virá o
resultado surgir com clareza. (Sun Tzu, 2013, p.32)
Nesse contexto é preciso compreender a estratégia como princípio
assertivo para que não haja decisões contraditórias e confusas lembrando que
esta gestão traz consigo autonomia para um planejamento. O gestor deve ter
39
autocontrole, competências e habilidades para gerir sua equipe buscando
sempre resultados satisfatórios.
3.5
– Compreendendo as diferenças
Para se compreender as diferenças existentes deve se ter uma visão
holística para que se entenda a diversidade dos líderes. Pessoas estas com
tarefas inovadoras, desafiadoras, empreendedoras, outras que preferem a
repetição dos fatos e o status quo; aqueles que gostam de treinar, auxiliar,
desenvolver pessoas. Muitos são as situações e muitos são os modelos, tipos
de gestão que podemos utilizar. Lembrando que o gestor percebe ao longo
como beneficiar sua equipe com as ferramentas existentes.
Tudo se torna questão de determinação não basta ter conhecimento se
não colocar em prática, não adianta inovar se resiste a mudança, métodos,
computadores, estruturas se não possuir estratégia. LACOCCA (1984): diz
que seu estilo de administração sempre foi conservador quando se arriscava
tinha plena certeza de que as pessoas e estudos de mercado confirmavam seu
instinto agindo na sua intuição.
Muitos gerentes temem em tomar em decisões por medo de
correr
riscos pois nunca se sabe cem por cento de chance dos riscos a se correr com
certeza se terá obstáculos pelo caminho mas se for esperar a certeza os fatos
que se tem hoje se tornam ultrapassados mas a frente devendo se basear em
experiências e decisões passadas no intuitivo, lógico.
40
LACCOCA (1984 ) diz que:
“Mas há uma nova geração de homens de negócios, composta
principalmente por homens com pós-graduação em Administração de
Empresas, que tem em mente as decisões intuitivas. De fato, a
intuição não é uma base suficiente para se agir. Mas muitos desses
homens preferem o extremo oposto. Parecem acreditar que todos os
problemas podem ser estruturados e reduzidos a um estudo de caso.
Isto pode ser verdade na escola, mas nos negócios é preciso ter
alguém por perto para dizer”. (p.71)
A gestão estratégica se define por ser a gestão que executa suas ações
através de decisões assertivas no cumprimento de seu propósito com o intuito
de bons resultados, verificando os problemas e resolvendo-os conduzindo a
organização no contexto da competição.
Correr risco faz parte de uma boa gestão, ouvir a equipe é bom mas
todavia as grandes decisões são tomadas pelo líder se ouve as opiniões e
decide o que será feito. A capacidade de ouvir é essencial, motivar as pessoas
também. Todo o capital intelectual existente na empresa o torna diferente. Um
gestor com uma equipe bem treinada e que exerce suas funções com eficácia
tem grande chance de acertar. O importante é saber como liderar como
repassar seu conhecimento aos outro independente do modelo escolhido.
Em suma, assim como inovar e gerir conhecimento a valorização de sua
equipe é o que fará a diferença a melhor maneira de reter seus colaboradores
é imaginar o seu dia a dia essa compreensão influencia na troca a satisfazer a
necessidade e desejos do outro.
41
CONCLUSÃO
Ao longo da escrita deste trabalho, percebe-se que o gestor empresarial
deve por em prática a união de suas ideias e de seus subordinados havendo
uma sinergia entre todos da organização. Cada profissional deve saber a
posição que ocupa na organização; a mediação feita pelo gestor deve
capacitar os colaboradores: dialogando, debatendo criando novas perspectivas
para que todos possuam conhecimentos.
Conclui-se que os estudos e análises feitos no decorrer da pesquisa
sobre o papel do gestor empresarial em empresas de grande porte,
evidenciam grande destaque nas organizações, pois este quem lidera e
repassa as normas com respeito e gerindo conhecimentos. A gestão
empresarial revela-se por ser uma área com desafios e complexidades; ela
surgiu para sanar problemáticas se tornando fundamental para a sociedade.
O gestor interage com grande parte dos integrantes da empresa. É
importante ressaltar que o gestor deve estar sempre atento aos problemas
verificando junto aos colaboradores a melhor forma de resolvê-las tais como:
pessoas
desmotivadas,
rotinas
administrativas,
clima
organizacional
desfavorável, dai a importância de um gestor com carisma e empatia.
A empresa que gere conhecimentos deve sempre reter talentos tendo o
cuidado de não perder pessoas experientes e com grau de confiança elevado
é sempre mais fácil capacitá-los, promover do que admitir e treinar novos
funcionários. A rotatividade de pessoal gera custos para a empresa. Essas
competências designadas ao gestor como básicas para uma boa liderança têm
como finalidade aperfeiçoar o funcionamento das organizações certo de que
muito das vezes o trabalho em equipe não é tarefa fácil.
A ligação entre gestor e equipe é primordial, o gestor é o tomador de
decisões, o estrategista é ele quem lidera influencia. Desta forma se faz
42
necessário uma equipe motivada com pessoas responsáveis, pois as
vantagens desta sinergia: gestor e equipe são para ambos: a empresa ganha
por ter uma equipe engajada em resolver casos preocupados com o resultado
final. O funcionário se motiva, se realiza profissionalmente com chances de
crescimento na organização e o gestor por ter sua equipe madura e interligada.
É importante ressaltar que a participação ativa do gestor em empresa de
grande porte contribui para que a empresa se concretize, na qual a equipe
deva possuir responsabilidades para execução de suas funções e espírito de
equipe. Cada empresa tem suas regras, características diversificadas e a
entrada e saída de novas pessoas gera desconforto em alguns casos até o
colaborador se adaptar; tudo há mensuração tanto mudanças como
estabilidades. O que é importante é trilhar de forma correta e aprender com os
erros e falhas no decorrer da jornada.
A forma como se lidera que torna tudo diferenciado. O colaborador
precisa estar feliz. As pessoas representam grande importância nas empresas
dotadas de expertises e técnicas. Cada um terá uma visão diversificada de seu
líder direto, mas a administração feita por este será vinculada ao
comportamento das pessoas.
Penso que este trabalho foi de grande importância, através desta
pesquisa, pode-se entender quais as atribuições do gestor, visto que ele detêm
de conhecimentos essenciais para capacitar pessoas na organização. A
empresa por sua vez para se manter necessita de pessoas capacitadas para
desenvolver suas funções com eficácia. Em um mercado altamente
competitivo não se há tempo para percas, o trabalho deve ser feito com
excelência para aumento dos lucros e para se manter no mercado.
43
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
GOLEMAN, Daniel. Foco. Editora: Objetiva. 1° Edição, 2014.
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redefine o que é ser inteligente. Editora Objetiva. 5° Edição, 1996.
CHIAVENATO, Idalberto. Princípios da Administração. Editora: Manole.
2º Edição, 2012.
CONNELLAN, Tom. Nos bastidores da Disney. Editora: Saraiva. 22° Edição,
2010.
MALCOLM, Gladwell. Fora de Série. Editora: Sextante. 1° Edição, 2008.
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Edição, 2014.
THORN, Jeremy. Gerir a mudança. Editora: Gradiva. 1° Edição, 1992. Coleção
Cadernos de Gestão.
44
CHIAVENATO, Idalberto. Desempenho Humano nas Empresas. Editora:
Manole. 6° Edição, 2008.
PEREIRA, Maria Isabel; FERREIRA, Ademir Antonio; REIS, Ana Carla
Fonseca. Gestão empresarial: de Taylor aos nossos dias. Editora: Thomson
Pioneira. 1° Edição, 1997.
BERGUE, Sandro Trescastro. Modelos de Gestão em Organizações. Editora:
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BOURNE, Mike; BOURNE, Pippa. Tradutor: SILVA, Carlos Leite da. Gestão de
Mudanças. Editora: Figurati. 1° edição, 2014. Coleção Aprenda você mesmo.
HERRERO, Emilio Balanced Scorecard e a gestão estratégica. Editora:
Elsevier. 10° Edição, 2005.
CHIAVENATO, Idalberto. Teoria Geral da Administração. Editora: Manole. 9°
Edição, 2014.
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COCENZA, Danielle e COSTA, Marilia Maia. Recrutamento e Seleção. RJ:
Wak Editora: 2009
SILVA, Ana Beatriz Barbosa. Mentes Perigosas: o psicopata mora ao lado. 2°
edição – São Paulo: Globo: 2014
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas. Editora: Campus. 9° edição,
2004.
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NOVAK, William. Autobiografia Lee Lacocca. 1º edição – Editora Cultura: 1984.
BLOCK, Peter. Consultoria: O desafio da Liberdade. São Paulo: Makron
Books, 2001.
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NOVAK, William. Autobiografia Lee Lacocca. 1º edição – Editora Cultura: 1984.
BLOCK, Peter. Consultoria: O desafio da Liberdade. São Paulo: Makron
Books, 2001.
47
ÍNDICE
FOLHA DE ROSTO
2
AGRADECIMENTO
3
DEDICATÓRIA
4
RESUMO
5
EPÍGRAFE
6
METODOLOGIA
7
SUMÁRIO
9
INTRODUÇÃO
11
CAPÍTULO I
A ORGANIZAÇÃO
14
1.1 - Conceito de Gestão Empresarial
14
1.2 – Especificidades das organizações empresariais
15
1.3 – O papel do gestor nas organizações
17
1.4 – Cultura Organizacional
18
1.5 – Comportamento Organizacional
19
CAPÍTULO II
CAPITAL HUMANO
2.1 – A importância das pessoas nas organizações
22
22
2.2 – Sociedade do conhecimento:
Pessoas na era da informação
23
2.3 – A visão dos colaboradores ao gestor
26
2.4 – Gerir a mudança: Compreendendo a resistência
27
2.5 – Avaliando o desempenho das pessoas
29
CAPITULO III
GESTÃO EMPRESARIAL
32
3.1 – Diferentes tipos de gestão
32
48
3.2 – Gestão do conhecimento
33
3.3 – Gestão de mudanças
35
3.4 – Gestão estratégica
37
3.5 – Compreendendo as diferenças
39
CONCLUSÃO
41
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
43
BIBLIOGRAFIA CITADA
46
ÍNDICE
47
Download

Erika Barbosa Santos Brandão