AU TO R AL D IR EI TO UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO “LATO SENSU” LA LE ID E AVM FACULDADE INTEGRADA PE A IMPORTÂNCIA DO GESTOR EMPRESARIAL EM EMPRESAS Por: Erika Barbosa Santos Brandão Orientador Prof. Mario Luiz D O C U M EN TO PR O TE G ID O DE GRANDE PORTE Rio de Janeiro 2015 2 UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO “LATO SENSU” AVM FACULDADE INTEGRADA A IMPORTÂNCIA DO GESTOR EMPRESARIAL EM EMPRESAS DE GRANDE PORTE Apresentação de monografia à AVM Faculdade Integrada como requisito parcial para obtenção do grau de especialista em MBA Empresarial. Por: . Erika Barbosa Santos Brandao em Gestão 3 AGRADECIMENTOS ....Ao meus pais e ao meu esposo. 4 DEDICATÓRIA Dedico este trabalho á todas as pessoas que direta ou indiretamente sempre estão ao meu lado me apoiando e torcendo pelo meu sucesso verdadeiramente. 5 RESUMO As empresas cada vez mais têm como objetivo capacitar os colaboradores reunindo informações aliadas a experiências. O modelo de gestão eficaz ou ineficaz tem muito a ver com a cultura organizacional da empresa. Este trabalho tem como finalidade despertar a importância do gestor no cotidiano das organizações para promover uma melhor capacitação junto aos colaboradores. Buscando saber em que medida os modelos de gestão podem ajudar nestas melhorias. O que proponho é questionar que tipo de gestão deve ser utilizado para se chegar a um resultado positivo, visto que o especialista em gestão empresarial é um profissional que domina um conjunto de conhecimentos tais como: liderança, relações interpessoais e ética o que lhe permite desencadear ações para se obter o melhor desempenho de uma empresa, já que este atua em organizações de diferentes segmentos: avaliando, otimizando processos, implementando estratégias e fortalecendo as competências da organização. 6 “Existe o risco que você jamais pode correr. Existe o risco que você jamais pode deixar de correr”. Peter Drucker 7 METODOLOGIA “Governar sobre muitos é o mesmo que sobre poucos: é uma questão de organização. Controlar muitos é o mesmo que controlar poucos: é uma questão de formação de sinais. Tornar um exército capaz de lutar contra o inimigo e não perder é uma questão de método. Existem os métodos tradicionais e os não tradicionais”. (p.61) Este trabalho tem como finalidade estudar sobre a gestão empresarial enfocando a atuação do gestor nas grandes empresas. Caracterizando os principais pontos do gestor e os diferentes tipos de gestão. Uma equipe para se tornar eficiente, participativa e com objetivos, precisa de uma boa liderança e de integrantes dispostos a se dedicarem a empresa. Para isso se faz necessário uma gestão democrática e participativa. O gestor deve estar atento para o modelo de gestão que mais se adapta a sua organização. A pesquisa científica a ser apresentada será descrita através de dados bibliográficos sobre o tema proposto. As fontes de pesquisas foram feitas através de livros, textos, artigos, aportes teóricos e com base em trabalhos desenvolvidos por outros autores. Para que haja uma sinergia entre todos os envolvidos na organização e uma gestão participativa e o desenvolvimento do trabalho; os colaboradores devem saber o seu papel dentro da organização independente do cargo que ocupe. O objetivo desta pesquisa é identificar a importância do gestor empresarial em empresas de grande porte caracterizando os diferentes tipos de gestão para que possa verificar o modelo mais adequado. Visto que cada 8 modelo de gestão seja por competência, inovação, mudança estratégia nada mais é do que a busca por uma adequação na empresa. A análise do papel do gestor nas organizações é feita para investigar as técnicas utilizadas comportamento melhores organizacional, métodos, relacionamentos percepções interpessoais, diferenciadas, situações complexas e uma infinidade de problemáticas no mundo corporativo. Este trabalho tem como questão principal enfocar o tema proposto. Tendo como aporte teórico: CHIAVENATO, ABRANTES, COSTA, GOLEMAN, BLOCK, dentre outros citados no trabalho. Desse modo acredita-se que possui grande valia e significância para se compreender o conceito de gestão. Investigando as técnicas utilizadas pelo gestor nas aprimorando conhecimentos nos diversos tipos de gestão. organizações e 9 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPÍTULO I - A Organização 08 11 1.1 - Conceito de gestão empresarial 1.2 - Especificidades das organizações empresariais 1.3 - O Papel do gestor nas organizações 1.4 - Cultura Organizacional 1.5 - Comportamento Organizacional CAPÍTULO II - Capital Humano 22 2.1- A importância das pessoas nas organizações 2.2 - Sociedade do conhecimento: Pessoas na era da informação 2.3 – A visão dos colaboradores ao gestor 2.4 - Gerir a mudança: Compreendendo a resistência 2.5 – Avaliando o desempenho das pessoas CAPÍTULO III – Gestão Empresarial 32 3.1 - Diferentes tipos de gestão 3.2 - Gestão do conhecimento 3.3 - Gestão de Mudanças 3.4 - Gestão estratégica 3.5 - Compreendendo as diferenças CONCLUSÃO 41 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA 43 10 BIBLIOGRAFIA CITADA 46 ÍNDICE 47 11 INTRODUÇÃO Este trabalha enfatiza o papel do gestor empresarial em empresas de grande porte. O clima organizacional atualmente é formado por colaboradores capacitados. O modelo de gestão a ser utilizado deve-se muito a cultura da empresa para melhorias no ambiente. A pesquisa realizada refere-se aos diferentes modelos de gestão. Pode-se afirmar que o gestor deve estar motivado e engajado no que faz para que a participação dos colaboradores seja ativa. Interessa-nos destacar os diversos tipos de gestão. A gestão empresarial destaca-se por ser uma área complexa e cheias de desafios. Esta surgiu com a finalidade de alcançar melhores resultados despertando para a necessidade de um profissional capacitado para atuar no cotidiano das organizações a fim de solucionar problemas, liderar, controlar dentre outras aptidões deste profissional. O tema escolhido se deu pelo fato de querer investigar o modelo de gestão com maior eficácia para maiores resultados na empresa, analisando o papel do gestor na organização e discutindo os diferentes tipos de modelos de gestão tendo como aporte teórico: CHIAVENATO (2004), BLOCK (2001) E GOLEMAN (2014) que abordam sobre o tema de forma direta e indireta. Os aportes teóricos supracitados serão de grande importância para o desenvolvimento desta pesquisa. Cada empresa possui característica diversificada uma da outra. O gestor empresarial deve demonstrar segurança no que executa. Todo o gestor influencia seus subordinados seja de forma positiva ou negativa. As pessoas representam grande parte da empresa podendo ser fracasso ou sucesso. Neste sentido fica a questão de saber como este profissional é visto pelos colaboradores. 12 Chiavenato (2004), em seus livros: Gestão de Pessoas e Teoria Geral da Administração relata com clareza a necessidade de um profissional que se dedique a administração com habilidades e práticas concretas trazendo teórico indispensável. Block (2001) rediz sobre um dos principais problemas encontrados na gestão: as mudanças. Em seu livro: Consultoria – O desafio da liberdade. O autor explica os passos a serem seguidos ao se deparar com esta problemática, tais como agir com autenticidade, apoio, confiança, acima de tudo saber lidar e compreender a resistência. Goleman (2014) contribui muito com seu livro: Foco: a atenção e seu papel fundamental para o sucesso, relatando sobre estratégia, diferentes tipos de liderança, mostrando as estratégias que podem ser desenvolvidas nas organizações através do foco. O autor afirma que: aqueles que alcançam rendimento máximo são precisamente os que prestam mais atenção no que é mais importante para o seu desempenho, sendo de suma importância para a pesquisa. No capítulo I A Organização rediz sobre o conceito de gestão empresarial, relatando sobre características das organizações, o comportamento do gestor influenciando seus subordinados em cultura organizacional diversificadas. O capítulo II apresenta o capital humano explicando sobre a importância das pessoas na organização, era do conhecimento em como lidar com a resistência em um ambiente em que as pessoas tem alto valor na organização. No terceiro capítulo informa sobre os diferentes tipos de gestão utilizados pelos gestores de grandes empresas. 13 O estudo a ser apresentado foi realizado através de pesquisas em livros, textos, artigos sobre o tema proposto. Verifica-se que atualmente as organizações buscam pelo desenvolvimento das pessoas. Pessoas motivadas e felizes tem grande chance de produzirem mais. É fundamental que o gestor perceba atitudes de seus colaboradores, aceitando ideias, trocando experiências, ensinando novos métodos e que juntos percebam a importância de novos aprendizados. 14 CAPÍTULO I A ORGANIZAÇÃO 1.1 – Conceito de gestão empresarial No século XIX expandiu-se pelo mundo a revolução industrial, com esta ocorreram diversas modificações econômicas, social e produtiva. As produções deixaram de ser artesanal para á maquino faturada; o que antes muita das vezes podia ser feito por apenas um artesão desde a matéria prima até o produto final realizados em oficinas ou nas casas; com a revolução industrial houve a criação de fábricas na quais trabalhadores vendiam sua força de trabalho em troca de um salário. A população modificou sua maneira de viver, começaram a ter acessos a produtos industrializados migrando para os grandes centros urbanos. Os profissionais começaram a utilizar métodos para solucionar problemas e administrar os negócios. Apesar de não ser comprovada a história de administrar antes do séc. XIX pode-se afirmar que o homem administra sem perceber desde a antiguidade tendo como exemplo os grandes castelos, construções antigas tudo para acontecer necessitou de um administrador, líder, gestor. A palavra gestão define-se como: “ação ou efeito de gerir; gerência; administração”. Vem de o latim gerir que significa administrar, gerenciar, coordenar. De acordo com Abrantes (2009): “Administração, administrador e administrar são palavras da raiz latina manus, que significa mão e que apareceram no inglês no final do século XVI, porém também expressam poder e jurisdição”. (p.19) 15 A gestão empresarial é um modelo de trabalho que procura alcançar os objetivos da organização, através de planejamentos á fim de solucionar problemas, afixar metas, liderar, controlar, decidir, avaliar, sendo capaz de gerir em ambiente repleto de mudanças. Segundo Abrantes (2009), dois nomes tiveram grande destaque na administração: o francês Henri Fayol (1841-1925) e o americano Frederick Wilson Taylor (1856 -1915). Taylor é considerado o fundador da Administração Cientifica, apesar de muito criticado; sua forma taylorista é aplicada até os dias de hoje nas linhas de montagem. A gestão empresarial revela-se por ser uma área com desafios e complexidades. Na realidade surgiu como resposta aos problemas empresariais; tendo como desafio adaptarem-se as novas situações. Esta se tornou fundamental para a sociedade, pois é utilizado através de pessoas á fim de atingir os melhores resultados dentro das organizações. 1.2 – Especificidades das organizações empresariais Cada organização possui sua própria diretriz – características próprias e diferenciadas por seus talentos humanos. Existem para realizar objetivos; o funcionamento deste depende de seus colaboradores. Devem estar atentos aos objetivos da organização e serem conhecedores da missão, visão e dos valores de sua empresa. A missão é diferente em cada empresa – são objetivos da organização. Funciona como um norteador orientado para as metas. Os valores tendem a regulamentar o comportamento que a empresa espera em seus colaboradores e a visão esta relacionado ao futuro. O que eu sou hoje e o que eu quero ser 16 futuramente. Por isso a necessidade de pessoas “As organizações responsáveis e comprometidas. Chiavenato (2004) afirma que: não existem no vácuo. E nem funcionam ao acaso. Como sistemas abertos, as organizações operam através de mecanismos de cooperação e de competição com outras organizações. Em sua interação com o ambiente, elas dependem de outras organizações e lutam contra outras organizações para manter seus domínios e mercados”. (p.62) As empresas existem para produzir algo á alguém, ou seja, atender a necessidade das pessoas. E, como se diferenciar em um mercado de trabalho altamente competitivo? Pessoas. O sucesso organizacional está ligado diretamente às pessoas. Pessoas diferenciadas com conhecimentos e expertises diferenciadas; o conhecimento de uma empresa que a torna diferente – a geração do conhecimento, a sociedade a informação. Muitos fatores são indicados para o declínio de grandes empresas. Pessoas desmotivadas, clima organizacional conturbado; chefes ao invés de líderes, rotinas administrativas. Desta forma a valorização das pessoas é fator essencial. O clima precisa ser favorável. Os líderes devem aprender e ter a capacidade de fazer com que isso aconteça tendo linguagem simples e carisma com seus colaboradores. Na concepção de Chiavenato (2004), a visão, a missão e os valores são de suma importância para uma empresa. Estes servem para definir o comportamento da empresa o futuro desejado transformado em realidade. Manter o respeito, confiança, alegria são fatores primordiais. Pois tanto a empresa quanto o colaborador necessitam um do outro; ambas com objetivos diferentes. A empresa visando crescimento, lucros e os funcionários com sonhos pessoais. Entende-se que a empresa deve beneficiar para serem 17 beneficiados pois colaborador motivado e feliz tem o dom do encantamento. Clientes encantados, clientes satisfeitos. 1.3 – O Papel do gestor nas organizações O gestor tem como finalidade alcançar resultados através do planejamento, solucionar problemas, afixar metas, ser líder, controlar, decidir, avaliar, comunicar-se. Profissional que deve este altamente capacitado para atuar em diferentes situações desde as mais simples a mais complexa. Cabe ao gestor empresarial otimizar o funcionamento das organizações, visto que trabalhar com pessoas não é uma tarefa fácil; sendo este um dos grandes desafios, pois o líder precisa se adaptar rapidamente as mudanças aplicando desde os novos modelos á administração tradicional. Todo o gestor / líder influencia diretamente os seus subordinados. Esta mudança no comportamento do outro é proposital na intenção de modelar positivamente ao que se propõe. O gestor é o tomador de decisões, o estrategista. Não um modelo a ser seguido; cada gestor terá sua personalidade porém deve ter empatia, ser inteligente, flexível e transmitir confiança. Há três estilos de liderança: a autoritária, liberal e democrática. Na liderança autoritária o gestor impõe as decisões sem nenhuma participação do grupo. Na liderança liberal as tarefas são executadas pelo grupo sem nenhum controle – a participação do líder é mínima. Já na democrática todos estão inseridos no trabalho. “Na prática, o líder utiliza os três processos de liderança, de acordo com a situação, com as pessoas e com a tarefa a ser executada. O líder tanto manda cumprir ordens, como consulta os subordinados 18 antes de tomar uma decisão, como sugere a maneira de realizar certas tarefas: ele utiliza a liderança autocrática, democrática e liberal. O desafio da liderança é saber quando aplicar qual estilo, com quem e em que circunstâncias e atividades”. (CHIAVENATO, 2006 p.125). De acordo com Chiavenato, pode-se afirmar que para se obter sucesso na organização o gestor deve possuir competências básicas, independente do estilo de liderança a ser utilizado seja ela: autoritário, liberal ou democrática. Além do mais, o trabalho em equipe é tarefa árdua e este deve ter bom relacionamento interpessoal para liderar, reduzir os conflitos e motivar a equipe. 1.4 – Cultura Organizacional A cultura organizacional é um conjunto que exprime as regras, ideias, valores, normas de uma empresa, ela é a identidade da organização; ela que define o modo de como as pessoas devem se comportar dentro da empresa. Define o modo de relacionamento entre seus parceiros, fornecedores, clientes e funcionários. A cultura organizacional se controla ao longo do tempo. É ela também quem designa a missão, os valores e a visão da empresa. Cada organização tem sua identidade própria o que a faz diferente das outras e que a posiciona no mercado. O importante é trilhar de forma correta e estar disposto a se adaptar as modificações pois a cultura pode melhorar ou piorar o desempenho da instituição. A organização precisa ser flexível visto que cada ser humano possui sua cultura, identidade própria, sendo uma forte adaptação entre: funcionário – empresa; empresa – funcionário. Organizações maleáveis voltadas para inovação retêm talentos diversificados estão sempre abertos á novas ideias. Ao contrário de organizações rígidas com sistemas fechados. Tudo deve ser mensurado tanto 19 a inovação como a estabilidade, mudanças contínuas podem alterar toda a organização. COSTA (2009): “Hoje as organizações dão muita ênfase ao desenvolvimento de seus colaboradores dentro e fora da empresa. Existe todo um movimento voltado para manter esse trabalhador ativo e atualizado”. (p.30) É certo que a maioria das empresas ao receberem novos funcionários fará com que o mesmo se socialize de acordo com sua cultura. E o funcionário por sua vez se renunciará em alguns aspectos sendo assim uma troca de adaptações. Em algumas organizações alguns candidatos são eliminados no momento da entrevista por acreditarem ser de estilos e padrões diferenciados. Geralmente os funcionários ao ingressar na organização passam por um processo de socialização tais como treinamentos, informativos sobre a empresa, apresentações a outros funcionários ao ambiente em que irá exercer suas funções, recebimento do código de conduta. Tudo com a finalidade de fazer com que o novo colaborador aprenda as diretrizes da empresa: os benefícios e principalmente os deveres da organização. 1.5 – Comportamento Organizacional “Pessoas satisfeitas não são necessariamente as mais produtivas. Mas as pessoas insatisfeitas tendem a desligar-se da empresa, a se ausentar frequentemente e a produzir pior qualidade do que pessoas satisfeitas”. (Chiavenato, 2004, p.11) Apesar de muitas empresas beneficiarem seus funcionários, com incentivos: prêmios/benefícios ou até mesmo elogios. Mesmo com aumentos de salários, percebe-se funcionários mais tristes ou menos motivados com o 20 que fazem. Os fatores que motivam os funcionários são diferentes do que os deixam insatisfeitos e com isso a dificuldade de perceber tal problema. A remuneração depende do trabalho executado; muitas empresas selecionam seus funcionários com grau de conhecimento elevado, interessados em bons resultados, por isso muitos motivam e capacitam através de educação continuada. Pessoas motivadas a aprender e mudar. Para se obter bons resultados tanto na vida quanto no trabalho o indivíduo necessita de fatores básico como: segurança, amor, realização pessoal e auto estima. SILVA (2014): “Empresas bem estruturadas e com visão estratégica de médio e longo prazo tendem a reunir forças em seus próprios funcionários com o objetivo de encontrar novas e criativas alternativas que as façam transcender suas limitações e retornar a rota do crescimento sólido e duradouro sem perder seus valores primordiais”. (p.102) É muito importante a interação dos funcionários com diversos setores da empresa mesmo que esses contatos sejam apenas através de e-mails ou reuniões. Mas deve-se manter contatos; a internet é uma grande aliada ao desenvolvimento de relações interpessoais com a mesma finalidade, essa interação se faz importante para que haja troca de conhecimentos. Costa (2009) diz que: “Quando se observam funcionários trabalhando, não deve se olhar como se fossem peças de uma máquina, onde algumas devem ser trocadas. As pessoas precisam de motivação e não manutenção. As vezes, uma palavra de elogio do chefe ou encarregado é suficiente”. (p.23) Vale ressaltar assim como diz Costa (2009) os colaboradores são pessoas comuns dotadas de medos, desejos, todo o seu comportamento é 21 resultado de diversos fatores. E a forma como lideramos os torna diferente. O funcionário precisa estar feliz, ter prazer no que executa e no espaço em que está inserido. A influência do gestor sobre o colaborador pode ser tanto positiva quanto negativa, devendo este ter habilidades para influenciar positivamente seus subordinados evitando dificuldades de relacionamentos. Em suma o comportamento das pessoas na organização significa muito mais que manter e interagir com outros indivíduos. Mas pode-se afirmar que um dos fatores para um comportamento positivo esteja ligado há um ambiente agradável e respeito mútuo entre todos na organização. 22 CAPÍTULO II CAPITAL HUMANO 2.1 – A importância das pessoas nas organizações Atualmente, as pessoas representam grande importância nas organizações. Todo o administrador seja ele: chefe, coordenador, gerente ou supervisor, deve desempenhar funções motivacionais aos seus subordinados pois este necessita de sua equipe para alcançar resultados. As pessoas podem representar sucesso ou fracasso dependendo de como são estimuladas, capacitadas. Cada um possui sua contribuição e espera um reconhecimento da organização. Apenas empresas com uma visão ampla percebem que o diferencial de uma empresa para que ela seja bem sucedida depende das pessoas, de seus colaboradores. Pessoas como parceiras pessoas como pessoas, pessoas como seres humanos. Pessoas motivadas direta e indiretamente através de salários, benefícios, satisfações e retribuições. Não só de pessoas é constituído a organização: fornecedores, investidores, acionistas, empregados e clientes. “Uma relação de mútua dependência na qual há benefícios recíprocos. Uma relação de duradoura simbiose entre pessoas e organizações”. (Chiavenato, 2004, p.05) Dentre todos os parceiros da organização pode-se afirmar que o maior patrimônio da empresa são as pessoas dotadas de competência, habilidades e conhecimentos, nem sempre todas as pessoas da organização possui expertise. É preciso saber identificar na equipe os talentos sendo grande desafio para a empresa, pois quando se perde um colaborador com expertise 23 com talento todo o conhecimento se vai com ele não sendo um bem da empresa como uma mesa, um computador e sim um bem intangível perdido para outra organização. Wheatley (1999) diz que: “A identidade e o proposito organizacionais tem um papel essencial. Sem uma noção clara do que são, e daquilo que procuram alcançar as organizações viveriam sendo jogadas de um lado par o outro pelas mudanças no seu ambiente. Nenhuma pessoa ou organização pode ser um criador eficaz com o seu ambiente sem ter clareza sobre aquilo que ela pretende se tornar”. (p.62) Segundo Wheatley (1999), cada ser é perceptível como individual, porém parte de um sistema, essas competências individuais aplicadas de forma correta, estimuladas pelo seu gestor principal motivada pela empresa, através de benefícios, educação continuada, universidades corporativas trazem grandes benefícios e resultados positivos para a organização. Desta forma, não basta ter pessoas – colaboradores dotados de conhecimento. Estas pessoas precisam ser desenvolvidas para crescerem dentro da empresa, caso contrário se perde para outra organização ou se perde dentro da própria empresa ocasionando em pessoas frustradas com talentos limitados. 2.2 – Sociedade do conhecimento: Pessoas na era da informação A era da informação surgiu trazendo grandes transformações nas organizações e na vida das pessoas. Tudo que somente podia ser feito dentro de escritórios em prédios e grandes e numerosos arquivos de papéis em 24 horários pré-definidos foi modificado. Com a era da informação o espaço já não é tão importante, visto que se pode acessar através de computadores e notebooks: internet e intranet. O verdadeiro escritório virtual, os numerosos arquivos de papeis se tornaram compactados em hd externo, cds, pen drives entre outros arquivos eletrônicos. Empresas reduziram seus grandes prédios e despesas. Em 1990 surgiu a era da informação provocando grande impacto no desenvolvimento tecnológico trazendo com ela imediatismo para resolução de problemas. Comunicações e informações em tempo real, trabalhos que podem ser realizados separados fisicamente, porém juntos através da internet. A internet passou a ser a principal ferramenta de trabalho para grandes organizações criando um ambiente sem fronteiras, um novo mercado. A sociedade do conhecimento se baseia na informação no conhecimento condizendo com o próprio nome. Chiavenato (2004): “A tecnologia da informação integrando a televisão, o telefone e o computador – trouxe desdobramentos imprevisíveis e transformou o mundo em uma verdadeira aldeia global. Um impacto comparável ao da Revolução Industrial em sua época. A informação passou a cruzar o planeta em milésimos de segundo. A tecnologia da informação forneceu as condições básicas para o surgimento da globalização da economia: a economia internacional transformou-se em economia mundial e global. A competitividade tornou-se intensa e complexa entre as organizações” (p.37) 25 Adaptamo-nos a informações instantâneas; a internet passa a ser o indicador desta velocidade vivenciada criando e oferecendo produtos tanto para pequenas informações como para alavancar resultados em grandes empresas. Se observarmos estamos vivendo com o poder do conhecimento, concentração de ideias, correlação entre diferentes culturas; qualquer coisa pode ser feita e comercializada – empregos e funções são alterados, horários mais flexíveis podendo se ter uma melhor qualidade de vida no trabalho. Com esta nova sociedade, muitas empresas percebem a importância de profissionais capacitados e engajados para acompanhar os avanços tecnológicos. O ambiente competitivo aumenta cada vez mais nas quais empresas precisam buscar alternativas para aumentar lucros e se manter na sociedade, pois a concorrência é internacional devido ao grande acesso de informações e amplos mercados virtuais. Lopes (2008), diz que: “O investimento no capital intelectual dos colaboradores da empresa também é fundamental, pois quanto mais se lapida uma pedra de diamante mais valiosa ela se torna. O mesmo se diz em relação ao trabalhador. Quanto mais se investe no aperfeiçoamento do conhecimento já adquirido do funcionário a empresa, mais ele se torna valioso e essencial para a mesma. É inconcebível que uma empresa moderna não veja que o investimento no seu capital intelectual é que faz a diferença: vale mais investir na qualificação contínua de sua equipe do que ficar trocando funcionários como se trocasse peça de uma engrenagem que provavelmente precisará de um tempo para se adaptar – e tempo parado é tempo perdido.” (p.29) A sociedade do conhecimento é de extrema importância para cada um de nós Pode-se afirmar que hoje é impossível viver sem ela. Grandes empresas precisam identificar suas vantagens interagirem com seus segmentos para ser bem influenciada seja na relação com clientes, na comunicação, no marketing, relações externas e principalmente utilizadas da 26 melhor forma a tecnologia. A tecnologia já não é mais uma palavra que assusta pois já é muito utilizada em diversos setores da organização. 2.3 - A visão dos colaboradores ao gestor Vivemos na era da informação, do imediatismo, neste contexto precisamos reinventar várias vezes nossa profissão, dispostos sempre a aprender coisas novas. Não há como ter carreiras e profissões vinculadas simplesmente á tradições familiares até porque as empresas exigem competências, habilidades e conhecimentos diversificados; todas as pessoas devem e podem se desenvolver. O desenvolvimento deve ser aplicado de acordo com o cargo proposto. Nota-se que com o avanço tecnológico muitos colaboradores vivenciam procedimentos diferenciados. As organizações são construídas através de hierarquia – o trabalho é desenvolvido pelas pessoas e liderado pelo seu gestor; todavia esse gestor deve saber repassar seu conhecimento não apenas absorver. Qualquer conhecimento somente terá validade se houver ação. Cabe ao gestor ser empático, saber ouvir e ser paciente, pode-se perder grandes talentos por culpa de diálogo. Goleman (2014): “Os melhores líderes tem consciência sistêmica, o que os ajuda a responder a pergunta constante de aonde devemos ir e como. O autodomínio e as habilidades sociais se baseiam no foco em si mesmo e no outro, combinados para produzir a inteligência emocional que move o motor humano necessário para chegar lá. Um líder precisa verificar uma escolha estratégica potencial em relação a tudo o que sabe. E depois que a escolha estratégica é feita, ela precisa ser 27 comunicada com paixão e habilidade, usando empatia cognitiva e emocional”. (p.206) Cada colaborador terá uma visão diferenciada seu gestor, mas é ele quem dará as diretrizes e quando se há uma visão ampla do seu gestor se torna mais fácil o comportamento mediante as regras e novas situações. O gestor tem como principal função minimizar e maximizar lucros. Este deve repassar aos seus subordinados os conhecimentos empresariais e cobrar resultados. Mas então quem é o gestor? Qual a sua função? Perguntas estas feitas pelo colaborador. Segundo Goleman (2014): As pessoas fazem suas escolhas sobre onde se focar com base na percepção que têm do que é importante ou não, a visão dos colaboradores ao gestor sempre será diferenciada, pois se refere à condição em que as pessoas conduzem a si próprios, de acordo com sua disciplina e comprometimento. Pode-se afirmar que a administração adotada pelo gestor estará vinculada ao comportamento organizacional. Há pessoas que precisam ser estimuladas todo o tempo devendo ser acompanhadas sempre. Pessoas estas que não podem ser deixadas sem um líder imediato, tendo que ser coercitivo na aplicação das tarefas, pois mesmo sem um líder direto ele é capaz de desenvolver suas tarefas. 2.4 – Gerir a mudança: Compreendendo a resistência Em um processo de gestão pode-se deparar com a resistência, isso ocorre principalmente quando há uma troca na gestão ou uma mudança na cultura da empresa. O empregado colaborador é visto como o teimoso, irracional causando raiva ao seu gestor o tornando muita das vezes coercitiva. 28 O que acontece é que os empregados se sentem ameaçados com as mudanças como se o saber fosse maior que o deles principalmente se forem funcionários com vários anos de empresa; É difícil e complicado as modificações tendo que ser feita gradativamente. Se faz necessário habilidades para lidar com os diferentes tipos de resistência sendo capaz de identifica-los; entender que o colaborador está resistente a situação exposta e não ao gestor. Quando um gestor inicia suas atividades em uma organização ou começa a trabalhar com uma nova equipe é provável este comportamento. Comparações desnecessárias, precipitações. É preciso paciência, já que muitos estão na defensiva e se agirmos com demissões em massa corre-se o risco da perca de alguns talentos o gestor precisa identificar a resistência, encarar, apoiar e informar aos seus subordinados que o que faz não é um ataque á sua competência. Segundo Block (2001): quando o gestor encontra resistência o que esta vendo é a expressão superficial de ansiedades mais profundas gerando total desconforto para lidar com a situação. Não há nada de errado em controlar mas não ter controle gera um estado de muita ansiedade. Dessa forma quando o gestor se depara com a resistência ele se preocupa achando que irá perder o controle. Os grandes erros cometidos em face de resistência são: precipitações, chegar a conclusões sem antes abordar os aspectos mais importantes. Cegueira estrutural, perder de vista objetivos importantes. Falta de controle, ser influenciado. Excesso de confiança, deixar de coletar informações. Atalhos míopes basear-se no que está mais fácil ou que convém. Atirar na linha da cintura, acreditar que pode manter em mente todas as informações. Fracasso em grupo, deixar de gerenciar, acreditando que o outro é melhor. Enganar-se a si mesmo, distorcer evidencias. Não elaborar uma abordagem organizada para compreender suas próprias decisões. 29 Block (2001) afirma que: “A resistência não acontece sempre, mas quando acontece, causa perplexidade e frustação. Em face da resistência, começamos a ver o cliente como teimoso e irracional e, normalmente, acabamos simplesmente apresentando os dados e justificando as recomendações em voz mais alta e com convicção” (p.105) Para muitos nunca será fácil lidar com a mudança, com a inovação. A inovação nada mais é que uma invenção em processo de desenvolvimento resultando em um novo modelo de serviço. Um gestor dotado de conhecimento deve saber lidar com tais fatos para um engajamento de todo a equipe após a quebra de barreiras chamada resistência. 2.5 – Avaliando o desempenho das pessoas Avaliação de desempenho é algo que acontece com muita ênfase nas organizações. Tudo é avaliado não só as pessoas como produtos e serviços, lucros e principalmente o desempenho humano, afinal são as pessoas o principal capital das organizações e este deve ser excelente. Em um mundo competitivo e globalizado não há tempo para execução de tarefas pela metade – o trabalho deve ser excelente. Chiavenato (2004): “Avaliação de desempenho é a identificação, mensuração e administração do desempenho humano nas organizações. A identificação se apoia na análise de cargos e procura determinar quais as áreas de trabalho que se deve examinar quando se mede o desempenho. A mensuração é o elemento central do sistema de 30 avaliação e procura determinar como o desempenho pode ser comparado com certos padrões objetivos. A administração é o ponto chave de todo o sistema de avaliação. A avaliação deve ser muito mais do que uma atividade orientada para o passado, ou seja, deve estar orientada para o futuro para poder alcançar todo o potencial humano na organização” (p.223) Com a avaliação de desempenho podemos mensurar problemas e desta forma resolvê-los melhorando a qualidade dos serviços executados. Os colaboradores precisam de feedbacks para saber se estão no caminho correto caso contrário se estiverem executando de má forma continuará fazendo pois não possui retorno de seu gestor dentre outra se estiver trabalhando com grande eficácia precisa ser recompensado, para que não haja desmotivação, com a avaliação correta o gestor pode promover, transferir e até mesmo desligar um funcionário. Muitos gestores elaboram sistemas de avaliações junto ao RH já que o desempenho da equipe é de responsabilidade deste daí a importância de uma liderança onde haja: troca de conhecimentos, informações, orientação, aconselhamentos, pois muitas pessoas se sentem inferiores se o resultado da avaliação não for positivo. Há vários métodos para avaliar o desempenho desde o fraco ao forte. É avaliadas habilidades, comportamentos, resultados, pontualidade, facilidade de aprender, espírito de equipe, liderança, qualidade no trabalho, foco em resultados, rapidez nas soluções, dentre outros critérios avaliados em uma escala. A avaliação serve para resolução de problemas, informar ao colaborador o que ele esta desempenhando sem para que haja foco no futuro e melhorias, para que os objetivos organizacionais alcancem resultados através das pessoas, pois quando estas sabem o seu valor e recebem reconhecimento do 31 seu trabalho sabem onde erram e se torna mais fácil o desenvolvimento dela própria. 32 CAPÍTULO III GESTÃO EMPRESARIAL 3.1 – Diferentes tipos de gestão O melhor estilo de gestão depende de uma série de fatores tais como: situação organizacional, compreensão dos colaboradores, cultura da empresa. O estilo a ser adotado pelo gestor na prática deve se adequar com as problemáticas existente, visto que um gestor com grandes habilidades jamais fará uso de apenas um modelo de gestão mais agirá com estratégia e utilizará de seu conhecimento inovando sempre. Gestores e líderes se utilizam de diversos tipos de gestão. Há gestores liberais, autócratas, participativos, enfim independente do estilo e ou modelo escolhido a expectativa é gerir com excelência a fim de obter grandes resultados. Muitos gestores se envolvem no cotidiano do trabalho tendo plena consciência de seu desenvolvimento: ouvindo a equipe, participando, promovendo a confiança e harmonia com seus subordinados fazendo com que cada um busque seu próprio conhecimento e consigam tomar decisões na ausência do gestor direto. Em contra partida há os gestores que designam funções específicas em um estilo mais autoritário com mais rigor este muito das vezes decidi sozinho e delega o que deve ser feito. O modelo de gestão a ser utilizado é de grande importância para o sucesso da organização. A liderança autocrática causa insatisfação em alguns casos pois o gestor quem delega as funções tendo alto poder sobre a equipe não tendo elas oportunidades de desenvolver ideias apresentar sugestões. Muitas pessoas não conseguem se adaptar a este estilo se sentindo insatisfeitos podendo gerar aumento na rotatividade de pessoal e 33 absenteísmo. Não pode se afirmar que o estilo autócrata seja negativo, pois este pode ser positivo em trabalhos rotineiros e repetitivos. Mas se alinharmos um estilo de gestão/liderança na qual a equipe se sinta entusiasmada, aumenta a satisfação dos envolvidos para desenvolver com afinco suas funções. Nesse caso o resultado tende a ser melhor. Na verdade não existe melhor ou pior tipo de gestão o que há são situações diárias que necessitam ser lideradas geridas de forma diferenciada. Gerir nada mais é que identificar as problemáticas, solucionar conhecer a equipe envolvela integrando técnica e decisão para que haja sucesso na liderança. A capacidade de liderar é o mais importante para qualquer estilo adotado seja ele autoritário ou liberal. É fato que não há de forma alguma melhor ou pior, o que existem são pessoas com sentimentos, limitações, qualidades e defeitos. Nesse sentido deveram conhecer todo o trabalho, a equipe a fim de liderar e fazer um ótimo trabalho de gestão. 3.2 – Gestão do conhecimento Gestão do conhecimento é a reunião de informações aliadas a experiências relatadas de forma organizada para repassar á outras pessoas. Inicialmente como estratégias a fim de alcançar resultados, ou seja processo que faz com que a pessoa adquira informações buscando resultados para o crescimento e desenvolvimento de habilidades, seja pessoal ou profissional. Diante disto, pode-se afirmar que as empresas necessitam trabalhar gerindo conhecimentos. O conhecimento é quando se consegue reunir informações externas com experiências adquiridas ao longo do tempo. Todo o conhecimento somente é considerado como conhecimento se houver ação se for repassado. 34 O conhecimento não é uma implantação que pode ser feito a qualquer momento e sim algo, lento e contínuo que acontece gradativamente nas organizações fazendo com que a mudança aconteça com eficácia. Esta aprendizagem constituem quatro etapas: conscientização, compreensão, ação e análise. Todos os integrantes da empresa devem se conscientizar a fim de colocar suas ideias em prática para aperfeiçoamento do processo. Assim como a conscientização, as ideias postas em ação devem ser analisadas e compreendidas por toda a equipe. Segundo Abrantes (2009): “O saber de hoje com certeza, estará ultrapassando em pouco tempo. O sucesso de uma empresa hoje não lhe garante o futuro. Todos, empresa e funcionários, precisam aprender a aprender”. (p.95) Pode-se pensar na gestão do conhecimento como algo revolucionário, com novas criações e grandes ideias. Algumas definições de gestão de conhecimentos por diferentes autores. “Gestão do conhecimento é o processo de busca e organização da expertise coletiva da organização, em qualquer lugar em que se encontre, e de sua distribuição para onde houver o maior retorno.” (Hibbard, 1997) “Gestão do Conhecimento é a formalização das experiências, conhecimentos, expertise, de forma que se tornem acessíveis para a organização, e esta possa criar novas competências, alcançar desempenho superior, estimular a inovação e criar valor para seus clientes.” (Beckman, 1999) “A gestão do Conhecimento é a arte de criar valor a partir dos ativos intangíveis da organização.” (Sveiby,1998) 35 Cada empresa possui seu capital intelectual são eles: capital humano, capital de cliente e capital estrutural. O capital humano desenvolve as competências e habilidades adquiridas no processo. O capital de cliente é a forma do encantamento, o diferencial não podendo ser medido, intangível. E o capital estrutural funciona como um código de conduta, um manual a ser seguido, organizado e montado pela empresa. As empresas que utilizam o conhecimento estão certas de que este deve ser coletivo e repassado de forma clara aos envolvidos, todo o processo de aprendizagem gera mudanças por isso precisa-se sempre inovar, o aprendizado é algo contínuo, corrigindo os erros aplicando novas técnicas verificando erros e falhas. 3.3 – Gestão de mudanças Todas as empresas precisam cada vez mais aumentar seus lucros e inovar precisando assim gerir a mudança através da inovação caso contrário perdem espaços em um mundo altamente competitivo e globalizado. Há falta de mudanças faz com que o maior inimigo seja a tradição. Atualmente, com a tecnologia avançada os processos de inovação tendem a ser muito rápido. Os jovens estão cada vez mais antenados e, com isso o surgimento de grandes ideias. Desse modo é de grande importância inovar, estar atentos aos diversos setores da empresa, o excesso de regras pode impedir novas ideias e mudanças significativas. Nota-se que as empresas travam grandes batalhas, entretanto nem todas as organizações conseguem bom desempenho, se faz necessário quebrar regras e utilizar métodos não utilizados anteriormente. Segundo HAMEL(2000): “É preciso experimentar milhares de ideias para que uma dê certo. Essa é a aritmética da inovação”. O que se precisa ter em mente é se 36 todas as mudanças serão válidas. Às vezes não é preciso mudar todo o setor, entretanto romper a tradição. As empresas precisam entender que a inovação pode ser grande ou pequena, porém precisa acontecer. “Não basta mais reduzir custos para aumentar os lucros. Se quiserem gerar mais riqueza, ou mesmo sobreviver, as empresas só tem uma saída: promover inovações radicais”. (HAMEL, 2000, p. 23) A mudança deve estar presente em cada pessoa para o crescimento organizacional: o conhecimento como principal recurso. A inovação é pesquisada desde o século XX, seu estudo se deu pelo fato de querer investigar o processo da invenção para o desenvolvimento e posteriormente resultando em um produto; e com isso, explorar a oportunidade após concretizada. Entretanto a mudança não pode ser confundida com a invenção. Mudar no intuito da melhoria seja do produto ou nos setores organizacionais. Mudar para competir para crescer, para acompanhar o mundo globalizado. Toda a mudança traz com ela transformação seja positiva ou negativa, porém deve se encarar os problemas como forma de crescimento tanto individual como organizacional, aprender com o outro, tomar decisões mais assertivas. Os gestores devem acreditar na mudança querer a mudança e após isso repassar e fazer com que toda a organização participe da mudança. As pessoas agem e pensam diferente uma das outras e para isso é fundamental um processo participativo sendo uma tarefa difícil, pois mesmo que haja esta participação ocorre resistência a esta mudança. SUN TZU (2013), diz que: “Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado em batalhas. Se você se conhece, mas não conhece o inimigo , para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas.” (p.47) 37 Para que a mudança valha a pena a pessoas precisam perceber algum valor na transformação. Os funcionários precisam perceber que se nada for feito tudo continuará como antes. Em qualquer setor sempre existirá pessoas dotadas de qualidades e defeitos, antes da mudança almejada precisamos de uma equipe madura explicando a ela o tipo de ação necessária para esta mudança, as pessoas precisam formular as ideias perder os medos, unificar as opiniões e não aceitar por medo de expor suas ideias mas sim que concordem, opinando trazendo ideias novas para uma mudança com eficácia. 3.4 – Gestão estratégica “Quem tem poucas forças se defende, quem tem bastante ataca. A defesa é para tempos de escassez, o ataque é para tempos de abundância” (Sun Tzu, 2013, p.53) A gestão estratégica se define por ser a gestão que executa suas ações através de decisões assertivas no cumprimento de seu propósito com o intuito de bons resultados, verificando os problemas e resolvendo-os conduzindo a organização no contexto da competição visando assegurar o sucesso da organização pensar no futuro. Atualmente estratégia é um dos termos mais utilizados em grandes empresas; a palavra estratégia vem do grego antigo stratègós, de stratos, “exercito”; e ago “liderança” ou “comando” tendo significado inicialmente “a arte do general” e designava o comandante militar, á época de democracia ateniense. O idioma grego apresenta diversas variações, como stratégicos, ou própria do general chefe, stratégemo, ou estratagemo, ardil de guerra, stratiá, ou expedição militar, stráutemo, ou exercito em campanha; stratégias, ou tenda do general. A gestão estratégica formula o que vamos fazer para construir o futuro desejado através de planejamento e situações vivenciadas, não sendo ligada 38 diretamente a situação atual nas com o cotidiano da organização, direcionando na execução da missão com objetivos e metas no alcance de uma visão ampla transformados em plano de ação. A estratégia nada mais do que um conjunto de meios que uma organização utiliza a fim de alcançar objetivos, devendo ter um processo de aprendizado ao longo do tempo. A estratégia é utilizada na gestão como um das mais funções administrativas; com ela o gestor e sua equipe estabelecem controle das atividades, conduzem a liderança organizam a empresa estabelecem diretrizes para a tomada de decisões visando uma melhoria no desenvolvimento das empresas através de técnicas de gestão com o poder da decisão. Estratégicas e táticas devem ser aplicadas de forma coerente devendo enxergar mais longe. A utilização de técnicas de gestão não garantem o sucesso nem a continuidade das empresas, entretanto a decisão correta sim. Segundo SUNZI a estratégia veio dar resposta a problemas no seu entendimento a estratégia seria a forma pelo qual se conquista o poder e tendo o poder poderia ser feito tanto errado quando certo. Ele define ainda as etapas que devem ser seguidas para uma boa estratégia: o caminho, o tempo, o terreno, a liderança e as regras. “Se as avaliações indicam a vitória, é porque foram feitas de modo apropriado e mostram que suas forças são maiores que do inimigo; se as avaliações indicam a derrota, é porque são desfavoráveis e mostram que suas forças são inferiores a do inimigo. Com bons cálculos, se pode vencer; com poucos, não; quem não os fizer, não tem a mínima chance. Quem faz corretamente as avaliações virá o resultado surgir com clareza. (Sun Tzu, 2013, p.32) Nesse contexto é preciso compreender a estratégia como princípio assertivo para que não haja decisões contraditórias e confusas lembrando que esta gestão traz consigo autonomia para um planejamento. O gestor deve ter 39 autocontrole, competências e habilidades para gerir sua equipe buscando sempre resultados satisfatórios. 3.5 – Compreendendo as diferenças Para se compreender as diferenças existentes deve se ter uma visão holística para que se entenda a diversidade dos líderes. Pessoas estas com tarefas inovadoras, desafiadoras, empreendedoras, outras que preferem a repetição dos fatos e o status quo; aqueles que gostam de treinar, auxiliar, desenvolver pessoas. Muitos são as situações e muitos são os modelos, tipos de gestão que podemos utilizar. Lembrando que o gestor percebe ao longo como beneficiar sua equipe com as ferramentas existentes. Tudo se torna questão de determinação não basta ter conhecimento se não colocar em prática, não adianta inovar se resiste a mudança, métodos, computadores, estruturas se não possuir estratégia. LACOCCA (1984): diz que seu estilo de administração sempre foi conservador quando se arriscava tinha plena certeza de que as pessoas e estudos de mercado confirmavam seu instinto agindo na sua intuição. Muitos gerentes temem em tomar em decisões por medo de correr riscos pois nunca se sabe cem por cento de chance dos riscos a se correr com certeza se terá obstáculos pelo caminho mas se for esperar a certeza os fatos que se tem hoje se tornam ultrapassados mas a frente devendo se basear em experiências e decisões passadas no intuitivo, lógico. 40 LACCOCA (1984 ) diz que: “Mas há uma nova geração de homens de negócios, composta principalmente por homens com pós-graduação em Administração de Empresas, que tem em mente as decisões intuitivas. De fato, a intuição não é uma base suficiente para se agir. Mas muitos desses homens preferem o extremo oposto. Parecem acreditar que todos os problemas podem ser estruturados e reduzidos a um estudo de caso. Isto pode ser verdade na escola, mas nos negócios é preciso ter alguém por perto para dizer”. (p.71) A gestão estratégica se define por ser a gestão que executa suas ações através de decisões assertivas no cumprimento de seu propósito com o intuito de bons resultados, verificando os problemas e resolvendo-os conduzindo a organização no contexto da competição. Correr risco faz parte de uma boa gestão, ouvir a equipe é bom mas todavia as grandes decisões são tomadas pelo líder se ouve as opiniões e decide o que será feito. A capacidade de ouvir é essencial, motivar as pessoas também. Todo o capital intelectual existente na empresa o torna diferente. Um gestor com uma equipe bem treinada e que exerce suas funções com eficácia tem grande chance de acertar. O importante é saber como liderar como repassar seu conhecimento aos outro independente do modelo escolhido. Em suma, assim como inovar e gerir conhecimento a valorização de sua equipe é o que fará a diferença a melhor maneira de reter seus colaboradores é imaginar o seu dia a dia essa compreensão influencia na troca a satisfazer a necessidade e desejos do outro. 41 CONCLUSÃO Ao longo da escrita deste trabalho, percebe-se que o gestor empresarial deve por em prática a união de suas ideias e de seus subordinados havendo uma sinergia entre todos da organização. Cada profissional deve saber a posição que ocupa na organização; a mediação feita pelo gestor deve capacitar os colaboradores: dialogando, debatendo criando novas perspectivas para que todos possuam conhecimentos. Conclui-se que os estudos e análises feitos no decorrer da pesquisa sobre o papel do gestor empresarial em empresas de grande porte, evidenciam grande destaque nas organizações, pois este quem lidera e repassa as normas com respeito e gerindo conhecimentos. A gestão empresarial revela-se por ser uma área com desafios e complexidades; ela surgiu para sanar problemáticas se tornando fundamental para a sociedade. O gestor interage com grande parte dos integrantes da empresa. É importante ressaltar que o gestor deve estar sempre atento aos problemas verificando junto aos colaboradores a melhor forma de resolvê-las tais como: pessoas desmotivadas, rotinas administrativas, clima organizacional desfavorável, dai a importância de um gestor com carisma e empatia. A empresa que gere conhecimentos deve sempre reter talentos tendo o cuidado de não perder pessoas experientes e com grau de confiança elevado é sempre mais fácil capacitá-los, promover do que admitir e treinar novos funcionários. A rotatividade de pessoal gera custos para a empresa. Essas competências designadas ao gestor como básicas para uma boa liderança têm como finalidade aperfeiçoar o funcionamento das organizações certo de que muito das vezes o trabalho em equipe não é tarefa fácil. A ligação entre gestor e equipe é primordial, o gestor é o tomador de decisões, o estrategista é ele quem lidera influencia. Desta forma se faz 42 necessário uma equipe motivada com pessoas responsáveis, pois as vantagens desta sinergia: gestor e equipe são para ambos: a empresa ganha por ter uma equipe engajada em resolver casos preocupados com o resultado final. O funcionário se motiva, se realiza profissionalmente com chances de crescimento na organização e o gestor por ter sua equipe madura e interligada. É importante ressaltar que a participação ativa do gestor em empresa de grande porte contribui para que a empresa se concretize, na qual a equipe deva possuir responsabilidades para execução de suas funções e espírito de equipe. Cada empresa tem suas regras, características diversificadas e a entrada e saída de novas pessoas gera desconforto em alguns casos até o colaborador se adaptar; tudo há mensuração tanto mudanças como estabilidades. O que é importante é trilhar de forma correta e aprender com os erros e falhas no decorrer da jornada. A forma como se lidera que torna tudo diferenciado. O colaborador precisa estar feliz. As pessoas representam grande importância nas empresas dotadas de expertises e técnicas. Cada um terá uma visão diversificada de seu líder direto, mas a administração feita por este será vinculada ao comportamento das pessoas. Penso que este trabalho foi de grande importância, através desta pesquisa, pode-se entender quais as atribuições do gestor, visto que ele detêm de conhecimentos essenciais para capacitar pessoas na organização. A empresa por sua vez para se manter necessita de pessoas capacitadas para desenvolver suas funções com eficácia. Em um mercado altamente competitivo não se há tempo para percas, o trabalho deve ser feito com excelência para aumento dos lucros e para se manter no mercado. 43 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA GOLEMAN, Daniel. Foco. Editora: Objetiva. 1° Edição, 2014. GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional: a teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente. Editora Objetiva. 5° Edição, 1996. CHIAVENATO, Idalberto. Princípios da Administração. Editora: Manole. 2º Edição, 2012. CONNELLAN, Tom. Nos bastidores da Disney. Editora: Saraiva. 22° Edição, 2010. MALCOLM, Gladwell. Fora de Série. Editora: Sextante. 1° Edição, 2008. WHEATLEY, Margareth J. Liderança e a nova ciência. Editora: Cultrix. 2° Edição, 1999. SUN, Tzu. A Arte da Guerra. Editora: Jardim dos Livros. 1° Edição, 2006. MINTZBERG, Henry. Safári da Estratégia. Editora Bookman Companhia. 2° Edição, 2010. DIAS, Reinaldo. Cultura Organizacional. Editora: Alínea. 3° Edição, 2012. CHIAVENATO, Idalberto. Comportamento Organizacional. Editora: Manole. 3° Edição, 2014. THORN, Jeremy. Gerir a mudança. Editora: Gradiva. 1° Edição, 1992. Coleção Cadernos de Gestão. 44 CHIAVENATO, Idalberto. Desempenho Humano nas Empresas. Editora: Manole. 6° Edição, 2008. PEREIRA, Maria Isabel; FERREIRA, Ademir Antonio; REIS, Ana Carla Fonseca. Gestão empresarial: de Taylor aos nossos dias. Editora: Thomson Pioneira. 1° Edição, 1997. BERGUE, Sandro Trescastro. Modelos de Gestão em Organizações. Editora: Educs. 1° Edição, 2011. BOURNE, Mike; BOURNE, Pippa. Tradutor: SILVA, Carlos Leite da. Gestão de Mudanças. Editora: Figurati. 1° edição, 2014. Coleção Aprenda você mesmo. HERRERO, Emilio Balanced Scorecard e a gestão estratégica. Editora: Elsevier. 10° Edição, 2005. CHIAVENATO, Idalberto. Teoria Geral da Administração. Editora: Manole. 9° Edição, 2014. ABRANTES, Jose. Pedagogia Empresarial nas organizações que aprende. Rio de Janeiro: Wak Editora: 2009. COCENZA, Danielle e COSTA, Marilia Maia. Recrutamento e Seleção. RJ: Wak Editora: 2009 SILVA, Ana Beatriz Barbosa. Mentes Perigosas: o psicopata mora ao lado. 2° edição – São Paulo: Globo: 2014 CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas. Editora: Campus. 9° edição, 2004. 45 HAMEL, Gary. Liderando a revolução. Editora: Campus. 1° edição, 2000. NOVAK, William. Autobiografia Lee Lacocca. 1º edição – Editora Cultura: 1984. BLOCK, Peter. Consultoria: O desafio da Liberdade. São Paulo: Makron Books, 2001. 46 BIBLIOGRAFIA CITADA GOLEMAN, Daniel. Foco. Editora: Objetiva. 1° Edição, 2014. WHEATLEY, Margareth J. Liderança e a nova ciência. Editora: Cultrix. 2° Edição, 1999. SUN, Tzu. A Arte da Guerra. Editora: Jardim dos Livros. 1° Edição, 2006. CHIAVENATO, Idalberto. Teoria Geral da Administração. Editora: Manole. 9° Edição, 2014. ABRANTES, Jose. Pedagogia Empresarial nas organizações que aprende. Rio de Janeiro: Wak Editora: 2009. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas. Editora: Campus. 9° edição, 2004. HAMEL, Gary. Liderando a revolução. Editora: Campus. 1° edição, 2000. COCENZA, Danielle e COSTA, Marília Maia. Recrutamento e Seleção. RJ: Wak Editora: 2009 SILVA, Ana Beatriz Barbosa. Mentes Perigosas: o psicopata mora ao lado. 2° edição – São Paulo: Globo: 2014 NOVAK, William. Autobiografia Lee Lacocca. 1º edição – Editora Cultura: 1984. BLOCK, Peter. Consultoria: O desafio da Liberdade. São Paulo: Makron Books, 2001. 47 ÍNDICE FOLHA DE ROSTO 2 AGRADECIMENTO 3 DEDICATÓRIA 4 RESUMO 5 EPÍGRAFE 6 METODOLOGIA 7 SUMÁRIO 9 INTRODUÇÃO 11 CAPÍTULO I A ORGANIZAÇÃO 14 1.1 - Conceito de Gestão Empresarial 14 1.2 – Especificidades das organizações empresariais 15 1.3 – O papel do gestor nas organizações 17 1.4 – Cultura Organizacional 18 1.5 – Comportamento Organizacional 19 CAPÍTULO II CAPITAL HUMANO 2.1 – A importância das pessoas nas organizações 22 22 2.2 – Sociedade do conhecimento: Pessoas na era da informação 23 2.3 – A visão dos colaboradores ao gestor 26 2.4 – Gerir a mudança: Compreendendo a resistência 27 2.5 – Avaliando o desempenho das pessoas 29 CAPITULO III GESTÃO EMPRESARIAL 32 3.1 – Diferentes tipos de gestão 32 48 3.2 – Gestão do conhecimento 33 3.3 – Gestão de mudanças 35 3.4 – Gestão estratégica 37 3.5 – Compreendendo as diferenças 39 CONCLUSÃO 41 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA 43 BIBLIOGRAFIA CITADA 46 ÍNDICE 47