INFORMATIVO SCS Ano 9, nº 165 01 de Setembro de 2015 Informativo da Secretaria de Comércio e Serviços – SCS Nº 165 – Ano 09 – Brasília, 01 de Setembro de 2015 Sumário 1. CRÉDITO E FINANCIAMENTO .............................................................................. 3 BNDES APOSTA EM MAIS DEBÊNTURES INCENTIVADAS AO SETOR ELÉTRICO NOS PRÓXIMOS ANOS ........................................................................................................... 3 2. COMÉRCIO ........................................................................................................ 5 VENDA DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO CAI EM AGOSTO, SETOR VÊ FUNDO DO POÇO 5 3. COMÉRCIO – SHOPPING CENTER ....................................................................... 6 SHOPPING CENTER TRADICIONAL É UM MODELO EM XEQUE?...................................... 6 SHOPPINGS INVESTEM EM PLATAFORMAS PARA INTEGRAR O MEIO DIGITAL COM O AMBIENTE FÍSICO........................................................................................................... 7 4. COMÉRCIO - SUPERMERCADOS .......................................................................... 8 VENDAS SOBEM 4,97% NO SETOR DE SUPERMERCADOS ........................................... 8 5. COMÉRCIO - VAREJO ......................................................................................... 9 LOJAS NOVAS IMPULSIONARAM CRESCIMENTO DO VAREJO NOS ÚLTIMO 5 ANOS, DIZ CIELO ............................................................................................................................. 9 VAREJO FAZ AJUSTES EM PROCESSOS DE OFERTA DE CRÉDITO, EXPANSÃO E CONTRATAÇÕES .......................................................................................................... 10 6. SERVIÇOS – SOFTWARE E TI ........................................................................... 11 APP PROMETE ECONOMIA DE 90% EM LIGAÇÕES INTERURBANAS ............................ 11 7. COMÉRCIO ELETRÔNICO .................................................................................. 12 ESQUEÇA O E-COMMERCE COMO VOCÊ O CONHECEU ............................................... 12 8. CURTAS .......................................................................................................... 13 IPC-S DESACELERA ALTA A 0,22% EM AGOSTO POR ALIMENTAÇÃO E HABITAÇÃO . 13 CVC CONCLUI COMPRA DA SUBMARINO VIAGENS, QUE PERTENCIA À B2W ............ 13 9. FEIRAS ............................................................................................................ 14 1. Crédito e Financiamento BNDES aposta em mais debêntures incentivadas ao setor elétrico nos próximos anos 31 de Agosto de 2015 Fonte: DCI Instituição financeira de fomento prevê desembolso de R$ 20 bilhões neste ano O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) não enfrenta escassez de recursos para financiar o setor elétrico, uma queixa recorrente do elétricas atualmente, mas tem buscado fomentar alternativas de captação para as empresas, como debêntures incentivadas, que devem ganhar força no próximos anos com uma esperada redução nas taxas de juros. A avaliação é do superintendente da área de infraestrutura da instituição, Nelson Siffert, que disse nesta segunda-feira que o BNDES prevê 1 bilhão em emissões desses papéis pelo setor neste ano, um número ainda considerado baixo perto do potencial. "Devemos desembolsar cerca de 20 bilhões de reais (em financiamentos) neste ano (ao setor elétrico). O BNDES tem mantido os projetos em andamento contratados, não há uma escassez de recursos do banco de forma nenhuma. O que está havendo é uma tentativa de atrair o mercado de capitais, e entendemos que isso está sendo bem-sucedido", disse Siffert, durante evento em São Paulo. Apesar de críticas de investidores de que houve retração na participação do BNDES nos financiamentos para energia elétrica, a expectativa revelada por Siffert representa alta de 8,4 por cento ante 2014, quando o banco de fomento desembolsou 18,45 bilhões de reais para o segmento. O maior valor em liberações ao setor foi de 18,99 bilhões de reais, em 2013. A emissão de debêntures está dentro de um novo modelo de concessão de empréstimos pelo BNDES, que condiciona a tomada de recursos atrelados à TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo) por grandes empresas ao uso de instrumentos de mercado de capitais. Pelas novas regras, empresas com receita bruta anual acima de 1 bilhão de reais e que tomarem a partir de 200 milhões de reais no BNDES só terão direito a usar a taxa subsidiada do banco se emitirem debêntures ou outros papéis no mercado. O executivo admitiu, no entanto, que as emissões de debêntures de infraestrutura ainda têm sido prejudicadas pela alta taxa de juros, que tem feito as empresas adiarem operações. No futuro, porém, quando as condições forem mais favoráveis, o banco não descarta reduzir ainda mais a participação nos financiamentos ao setor, em prol de maiores captações via mercado. "Quando a taxa de juros cair, e imaginamos que ela venha a cair de forma expressiva nos próximos anos, o mercado de capitais vai poder ter um papel mais proeminente. A tendência é aumentar a participação via debêntures Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços - Secretaria de Comércio e Serviços “As ideias e opiniões expostas nos artigos são de responsabilidade exclusiva dos autores e podem não refletir a opinião da Secretaria de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.” 3 à medida que a taxa de juros cair e a Selix se aproximar da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP)", explicou. Ele disse que todos financiamentos aprovados hoje pelo banco para infraestrutura já preveem debêntures, o que já garante mais de 3 bilhões de reais em operações desse tipo a serem lançadas nos próximos anos. "No fundo, algumas das emissões que poderiam acontecer este ano estão sendo postergadas para ano que vem. O empreendedor coloca recurso dele, do BNDES, e deixa a debênture por último, por isso as estimativas não são tão promissoras", disse Siffert, destacando que o mecanismo tem sido bastante procurado por parques eólicos, principalmente. ESTATAIS As debêntures também são vistas pelo BNDES como meio de financiar elétricas como Cemig e Copel, que hoje têm dificuldades para acessar recursos do banco de fomento por conta de resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) que restringe o financiamento a estatais estaduais. "O BNDES tem conversado com Cemig e Copel... são empresas que têm vários projetos que foram vencedores em leilão... e temos avaliado essa alternativa (emissão de debêntures) para se obter condições de viabilizar esses projetos. Pode ocorrer emissões ainda este ano, outra parte no ano que vem e outra parte em 2017", apontou Siffert. Segundo ele, ainda não foi definido como serão feitas essas operações, tanto em relação ao custo quanto aos meios de colocação das debêntures. http://www.dci.com.br/industria/bndes-aposta-em-mais-debenturesincentivadas-ao-setor-eletrico-nos-proximos-anos-id492588.html Voltar ao índice Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços - Secretaria de Comércio e Serviços “As ideias e opiniões expostas nos artigos são de responsabilidade exclusiva dos autores e podem não refletir a opinião da Secretaria de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.” 4 2. Comércio Venda de material de construção cai em agosto, setor vê fundo do poço 01 de Setembro de 2015 Fonte: DCI As vendas de materiais de construção no Brasil em agosto voltaram a cair na comparação anual, e a associação que reúne fabricantes do setor, Abramat, afirmou que a indústria começou a dar sinais de que está chegando perto do fundo do poço. Segundo os dados da Abramat, as vendas de materiais no mês passado caíram 10,9 por cento sobre o mesmo período de 2014, avançando 4,1 por cento sobre julho. Com isso, o resultado no acumulado dos oito primeiros meses deste ano é de queda de 10,1 por cento. O setor manteve a projeção de queda de 7 por cento das vendas em 2015 como um todo, previsão que foi piorada no início de agosto ante a expectativa da entidade no começo do ano de crescimento de 1 por cento. "O mercado continua deprimido para os materiais, mas parece estar chegando ao fundo do poço", afirmou o presidente da entidade, Walter Cover, em comunicado à imprensa, citando fatores como estoques em queda e substituição de importações. O setor de materiais para acabamento manteve em agosto tendência de queda maior nas vendas que o segmento de materiais de base diante da conclusão de projetos imobiliários de anos antes e fraqueza nos lançamentos de novos. "Como prevíamos, as vendas de materiais de acabamento estão e devem continuar apresentando uma queda maior que os produtos de base nesse restante do ano, em função do final do ciclo imobiliário iniciado em 2012/2013", disse Cover. Em agosto, as vendas de materiais de base caíram 7,8 por cento sobre o mesmo período de 2014. Já o segmento de acabamento teve queda de 15,6 por cento no faturamento na mesma comparação. http://www.dci.com.br/servicos/venda-de-material-de-construcao-cai-emagosto,-setor-ve-fundo-do-poco-id492845.html Voltar ao índice Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços - Secretaria de Comércio e Serviços “As ideias e opiniões expostas nos artigos são de responsabilidade exclusiva dos autores e podem não refletir a opinião da Secretaria de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.” 5 3. Comércio – Shopping Center Shopping center tradicional é um modelo em xeque? 01de Setembro de 2015 Fonte: ABRAS O presidente da administradora de shoppings Aliansce, Renato Rique, acredita que o setor de shoppings está perto do saturação do modelo de empreendimento tradicional e regional, focado em oferta de lojas âncora e de vários segmentos do varejo. Durante participação em congresso de varejistas em São Paulo, o executivo avaliou que os empreendimentos que têm maior oferta de serviços de lazer, como restaurantes, cinema e parques, permitem mais oportunidades de crescimento. "Não antevejo nos próximos anos perspectivas de crescimento como vinha acontecendo nos últimos anos, mas acredito que é possível explorar nichos que não estão sendo atendidos", declarou. "O shopping regional, que é focado nas lojas âncora e é o modelo que mais estamos acostumados a ver, está perto da saturação em muitos mercados na minha visão", disse. Rique considerou que em anos anteriores o setor viveu um período de abundância de capital e, com isso, houve desenvolvimento de projetos inadequados. Para ele, o crescimento do segmento nos próximos anos estará atrelado a empreendimentos que promovam uma mistura de serviços que atraia as famílias para reuniões e não apenas para compras. Já o presidente da Associação Brasileiro de Shoppings Centers (Abrasce), Glauco Humai, minimizou as preocupações em torno de uma saturação de shoppings centers no mercado brasileiro, mas afirmou que há um excesso de projetos ruins. Para ele, o mercado nacional ainda tem espaço para crescer, principalmente, se comparado a países desenvolvidos e algumas nações em desenvolvimento. De acordo com o executivo, o setor passou por um processo de amadurecimento nos últimos anos e há uma concorrência mais qualificada atualmente. "Vinte anos atrás, se fosse construída uma caixa preta, sem nada, o shopping iria estourar. Mas hoje se não fizer um projeto com custo baixo, acesso agradável, mix adequado de lojas, o shopping vai fracassar", disse. Esse movimento, para o presidente da instituição, é algo saudável, pois deixa as empresas mais preparadas para a concorrência. O executivo apontou que, nos últimos anos, o crescimento dos shoppings está descolado do varejo. "Shopping está dois ou três níveis acima do varejo como um todo", disse. Para Rique, muitos empreendimentos foram feitos em mercados que já estavam bem servidos, por isso houve uma tendência de fracasso para alguns. O executivo afirmou que o sucesso de um shopping depende das especificidades de mercado e de cidade. "Recomendo que o lojista sempre procure qual a condição de viabilidade de cada shopping", afirmou. Como exemplo, o executivo disse que foram observadas cidades com 200 mil habitantes que fizeram três shoppings centers simultaneamente. "Só tem um jeito de dar certo, fechar dois", brincou. No entanto, ele ressaltou que os shoppings são uma alternativa natural de crescimento do varejo. http://www.abrasnet.com.br/clipping.php?area=1&clipping=52462 Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços - Secretaria de Comércio e Serviços “As ideias e opiniões expostas nos artigos são de responsabilidade exclusiva dos autores e podem não refletir a opinião da Secretaria de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.” 6 Shoppings investem em plataformas para integrar o meio digital com o ambiente físico 01de Setembro de 2015 Fonte: ABRAS Nos últimos anos, a internet tem impulsionado revoluções na maneira de fazer negócios no varejo. Atualmente, cada vez mais shoppings investem na integração do meio digital com as lojas físicas, apostando no omnichannel, conceito que oferece ao consumidor o que ele procura nos mais diferentes canais. Os hábitos de consumo e as relações com as lojas tomaram novas formas. Pesquisa recente da agência GfK, especializada no levantamento de informações referentes a mercados e consumidores, constatou que o número de clientes que pesquisam no online e preferem realizar a compra na loja física, o chamado webrooming, vem crescendo. Segundo o estudo, na América Latina, os índices de preferência de compra webrooming e showrooming (pesquisa na loja física e compra online) estão bem próximos: 86% e 78%, respectivamente. Outro dado interessante é a busca do consumidor pela maior convergência dos canais. Para 39% dos entrevistados, ter acesso online a informações sobre o estoque da loja física é fundamental para facilitar a compra. Para 35% dos consumidores, ofertas personalizadas são grandes atrativos para a loja física, que podem ser geradas por meio de informações obtidas pelo histórico do cliente, beacons e QR codes. Além das lojas, os empreendimentos também têm investido na inserção digital. “O consumidor moderno busca praticidade, mas a experiência de compra na loja física permanece sendo valorizada. Para ser bem sucedido no atual cenário, os shoppings devem oferecer qualidade e conforto tanto no ambiente off-line quanto online. As redes sociais, por exemplo, são excelentes ferramentas de comunicação nesse sentido. Elas permitem que o shopping esteja mais próximo do frequentador, ampliando a divulgação de suas ações e otimizando as interações com o público”, avalia Glauco Humai, presidente da Abrasce. http://www.gsmd.com.br/pt/noticias/shopping-centers/shoppings-investem-emplataformas-para-integrar-o-meio-digital-com-o-ambiente-fisico Voltar ao índice Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços - Secretaria de Comércio e Serviços “As ideias e opiniões expostas nos artigos são de responsabilidade exclusiva dos autores e podem não refletir a opinião da Secretaria de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.” 7 4. Comércio - Supermercados Vendas sobem 4,97% no setor de supermercados 01 de Setembro de 2015 Fonte: Correio do Estado Preço da cesta passou de R$ 411,03 em junho para R$ 414,40 em julho As vendas do setor de supermercados subiram 4,97% em valores reais em julho na comparação com junho e caíram 1,32% na comparação com julho do ano passado. No acumulado do ano, houve queda de 0,20%, de acordo com o Índice Nacional de Vendas da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), divulgado hoje (31), na capital paulista. A cesta de 35 produtos de largo uso analisada pela Abras registrou elevação de 0,82%, com o preço passando de R$ 411,03 em junho para R$ 414,40 em julho. Os itens que apresentaram maiores elevações nos preços foram queijo muçarela (5,22%), massa sêmola espaguete (4,84%) e farinha de mandioca (4,72%). No sentido contrário, aparecem tomate (-4,62%), arroz (2,45%) e margarina cremosa (-2,07%). Apresentaram elevação no valor da cesta as regiões Nordeste, com mais 1,53% e valor de R$ 357,91; Sudeste, mais 1,30% e custo de R$ 398,01; Centro-Oeste, com aumento de 0,80% e valor de R$ 393,23; e Sul, com alta de 0,79% e preço de R$ 452,23. Na Região Norte, houve queda de 0,15% e o preço ficou em R$ 462,63. http://www.correiodoestado.com.br/economia/vendas-sobem-497-no-setor-desupermercados/256504/ Voltar ao índice Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços - Secretaria de Comércio e Serviços “As ideias e opiniões expostas nos artigos são de responsabilidade exclusiva dos autores e podem não refletir a opinião da Secretaria de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.” 8 5. Comércio - Varejo Lojas novas impulsionaram crescimento do varejo nos último 5 anos, diz cielo 01 de Setembro de 2015 Fonte: GSMD O crescimento das redes varejistas nos últimos cinco anos foi impulsionado pelo ritmo de inauguração de lojas novas, em especial em segmentos como móveis e eletrodomésticos, farmácias e supermercados, constatou estudo promovido pela Cielo, com base em dados das transações do varejo processadas pela adquirente. A média de crescimento das vendas no varejo nos últimos cinco anos foi de 11% ao ano, segundo o levantamento. O setor de móveis e eletrodomésticos, porém, registrou desempenho mais fraco: média de 9% ao ano. O vice-presidente de Produtos e Negócios da Cielo, Dilson Ribeiro, destacou que grande parte da expansão do setor foi dependente de lojas novas: as inaugurações responderam por 4 pontos porcentuais da taxa de crescimento do setor de móveis e eletrodomésticos. Já no setor de drogaria e farmácias, que cresceu 15% ao ano no período, as inaugurações corresponderam a 3 pontos porcentuais do total da taxa de crescimento. Em supermercados e hipermercados, com taxa de crescimento de 13%, a expansão respondeu por 2 pontos porcentuais. O peso das lojas novas indica que redes capitalizadas e com capacidade para manter inaugurações conseguem ganhar mercado, mesmo em períodos de desaceleração. O gerente da área de Inteligência da Cielo, Gabriel Mariotto, afirmou que a relevância das lojas novas no crescimento do varejo tem sido ainda mais notável em 2015, em razão da crise. "O que vemos é uma ampliação desse cenário, com a expansão em lojas sustentando ainda mais o crescimento", disse. http://www.gsmd.com.br/pt/noticias/mercado-consumo/lojas-novasimpulsionaram-crescimento-do-varejo-nos-ultimo-5-anos-diz-cielo Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços - Secretaria de Comércio e Serviços “As ideias e opiniões expostas nos artigos são de responsabilidade exclusiva dos autores e podem não refletir a opinião da Secretaria de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.” 9 Varejo faz ajustes em processos de oferta de crédito, expansão e contratações Representantes de algumas principais companhias varejistas do Brasil consideraram a melhor gestão do capital de giro como uma prioridade em 2015. Ajustes em processos de oferta de crédito, expansão e relações de emprego foram citados por executivos de companhias como Riachuelo, Magazine Luiza, Walmart e Raia Drogasil durante painel em congresso de varejo em São Paulo. A presidente do Magazine Luiza, Luiza Helena Trajano, comentou o cenário de taxa de juros elevada e aumento do custo de capital. Apesar de ter reforçado que a companhia mantém os planos de abrir 30 lojas novas este ano, ela afirmou que a empresa tem buscado otimização: diminuir o montante necessário para investimento em cada loja nova. "É muito difícil expandir sem capital e sabemos que fluxo de caixa quebra uma empresa", comentou. "Temos trabalhado as dificuldades de capital de giro para fazer mais com menos, já abaixamos em 30% o investimento necessário para expansão", disse Luiza. O presidente da RaiaDrogasil, Marcílio Pousada, afirmou que a companhia mantém um ritmo de expansão de 130 lojas novas este ano, mesmo patamar de 2014. O executivo destacou que a empresa tem buscado oportunidades de redução de custo de aluguel diante do momento menos aquecido do mercado imobiliário. "Abrir loja está mais fácil porque tem muitas placas de aluga-se", disse, Já o presidente do Walmart, Guilherme Loureiro, destacou que a companhia tem priorizado a redução de gastos com integração de bandeiras nos últimos dois anos e, com isso, freou a inauguração de lojas novas. "Não tem mistério, tem que reduzir custo", disse. Na Guararapes, controladora da Riachuelo, a necessidade de melhorar o investimento em capital de giro fez a empresa ajustar seu negócio de crédito ao consumidor. Flávio Rocha, presidente da Riachuelo, afirmou que a companhia vinha num ritmo acelerado de conversão dos cartões de crédito próprios (private label) em bandeirados (co-branded). "Apesar dessa transição ser uma operação financeira rentável, é demandante de capital, então reduzimos esse ritmo de conversão visando preservar o caixa", disse. Luiza Helena acrescentou ainda que o varejo mantém contratações de colaboradores porque há abertura de lojas novas. Apesar disso, afirmou que a gestão de pessoal tem sido diferenciada. "Temos dito a todos os nossos funcionários no Magazine Luiza que eles são vendedores e temos dito que é preciso vender, porque sem a venda não tem como manter o emprego. Reforçamos que a equipe tem que focar na meta de venda, porque, se não vender, vai ter que dispensar gente", concluiu. http://www.gsmd.com.br/pt/noticias/mercado-consumo/varejo-faz-ajustes-emprocessos-de-oferta-de-credito-expansao-e-contratacoes Voltar ao índice Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços - Secretaria de Comércio e Serviços “As ideias e opiniões expostas nos artigos são de responsabilidade exclusiva dos autores e podem não refletir a opinião da Secretaria de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.” 10 6. Serviços – Software e TI App promete economia de 90% em ligações interurbanas 01 de Setembro de 2015 Fonte: EXAME.com Um novo app promete deixar as operadoras de telefonia no Brasil de cabelo em pé. Se recentemente os ataques ao WhatsApp já estavam se intensificando, agora elas podem ter um novo alvo. E seu nome é Ringo. O app foi criado por uma empresa indiana. O serviço promete derrubar as taxas de telefonia – ele serve principalmente para ligações de longa distância, dentro do território nacional ou fora. O Ringo não precisa de internet para que a ligação seja possível, isso diferencia o serviço de outros existentes, como o Skype. Outro ponto positivo é quem somente quem faz a ligação precisa do aplicativo instalado. São duas as opções de funcionamento. A principal é de callback. Telefones localizados em outras cidades (ou outros países) ganham um equivalente local. Com isso, o usuário precisa apenas realizar uma ligação local. O Ringo faz, então, a conexão com o telefone final. Os servidores da empresa estão todos localizados nos Estados Unidos – e são esses servidores que fazem a conexão entre os dois telefones. Com isso, o usuário paga apenas o custo de uma ligação local, além de alguns poucos centavos ao serviço. Vale dizer que usuários de pós-pago que tenham um plano local ilimitado ainda são isentos do valor da ligação local. Conversei com Bhavin Turakhia, CEO e fundador do Ringo, sobre a chegada do serviço ao Brasil. Ele ressaltou que os custos de ligações usando o Ringo são inferiores ao que uma operadora tradicional cobraria. Uma ligação usando o Ringo para um telefone móvel ou fixo nos Estados Unidos sairia por dez centavos o minuto, de acordo com a empresa. O valor seria inferior aos cobrados por operadoras de telefonia celular. De acordo com a Ringo, a economia pode chegar aos 90%. O app tem versão para Android, iPhone e Windows Phone. Ele está disponível para o público brasileiro a partir de hoje. Cada novo usuário ganha dois reais de crédito para testar o serviço. Contei a Turakhia sobre a briga atual das operadoras brasileiras com o WhatsApp, que foi até chamado de operadora pirata, pelo presidente da Vivo. Perguntei se ele acha que o Ringo pode passar pela mesma situação. “Se vamos ser alvo de ataques das operadoras, só saberemos depois do lançamento. De qualquer maneira, o Ringo opera completamente dentro da legalidade”, disse ele. “O modelo do nosso serviço, acredito, pode impactar bastante o mercado.” http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/app-promete-economia-de-90-emligacoes-interurbanas Voltar ao índice Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços - Secretaria de Comércio e Serviços “As ideias e opiniões expostas nos artigos são de responsabilidade exclusiva dos autores e podem não refletir a opinião da Secretaria de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.” 11 7. Comércio Eletrônico Esqueça o e-commerce como você o conheceu 01 de Setembro de 2015 Fonte: administradores.com É cada vez maior a influência que o comércio eletrônico recebe de canais digitais como comparadores de preços e sites de ofertas. Isso sinaliza que o consumidor digital está cada vez menos fiel. Em meio a amarga e histórica recessão que a economia brasileira atravessa, com previsão de -2,5% no PIB para 2015, o comércio eletrônico no Brasil mostra solidez e capacidade de se manter "a prova de crise", com registros de crescimento e sinais de futuro auspicioso. A junção de empreendedores arrojados e inovações tecnológicas que estimulam compras e ditam tendências ainda está a pleno vapor desta revolução do consumo, demonstrando claramente que o melhor ainda está por vir. A 32ª. edição do relatório Webshoppers, da E-bit/Buscapé, revelou que, mesmo abaixo da expectativa inicial de 20%, o e-commerce no Brasil passa bem longe de retrocessos, com estimativa de crescer 15% em 2015, chegando a R$ 41,2 bilhões no acumulado do ano. Segundo o estudo, o comércio eletrônico faturou R$ 18,6 bilhões apenas no primeiro semestre deste ano, aumento de 16% em relação ao mesmo período de 2014. Um levantamento do Google registrou aumento de 112% na participação dos smartphones no acesso à internet no último ano no Brasil, onde o número desses aparelhos saltou de 10 milhões em 2010 para 93 milhões em 2015. Ou seja, milhões de pessoas com acesso à internet em tempo integral. O faturamento do mercado americano de vendas online movimentou US$ 294 bilhões em 2014, devendo fechar 2015 em US$ 325 bilhões, de acordo com um estudo da Forrester. Entretanto, o e-commerce como o conhecemos tende a sofrer mudanças. É cada vez maior a influência que o comércio eletrônico recebe de canais digitais como comparadores de preços e sites de ofertas. Isso sinaliza que o consumidor digital (leia-se: o mesmo consumidor das lojas físicas) está cada vez menos fiel. Para engajar esse público, as lojas virtuais vão precisar acrescentar "relacionamento" aos seus fatores-chave de sucesso. Uma das consequências da oportunidade que esse novo cenário trará, será o crescimento dos sites de nicho e de ofertas locais, que conseguirão atender com mais precisão e agilidade as necessidades específicas de um consumidor mais conectado, impaciente, multitelas e que vai desistir imediatamente de uma compra ao saber que produto não é sustentável. Um consumidor que desponta para tornar o comércio eletrônico bem diferente do que conhecemos até agora, e com força suficiente para tornar o setor cada vez mais importante na economia do país. http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/esqueca-o-e-commercecomo-voce-o-conheceu/104846/ Voltar ao índice Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços - Secretaria de Comércio e Serviços “As ideias e opiniões expostas nos artigos são de responsabilidade exclusiva dos autores e podem não refletir a opinião da Secretaria de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.” 12 8. Curtas IPC-S desacelera alta a 0,22% em agosto por Alimentação e Habitação 01 de Setembro de 2015 Fonte: DCI O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) registrou alta de 0,22 por cento em agosto, depois subir em julho 0,53 por cento, informou Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira. O resultado mostra ainda uma pequena desaceleração em relação ao que foi registrado na terceira quadrissemana de agosto, quando houve alta de 0,27 por cento. O destaque ficou para os grupos Alimentação, com queda de 0,11 por cento, após alta de 0,06 por cento na terceira quadrissemana; e Habitação, cujo avanço dos preços enfraqueceu para 0,36 por cento contra 0,50 por cento. A FGV destacou nestes grupos respectivamente o comportamento de hortaliças e legumes (de -7,29 por cento para -10,28 por cento) e tarifa de eletricidade residencial (de 0,61 por cento para -0,59 por cento). CVC conclui compra da Submarino Viagens, que pertencia à B2W 01 de Setembro de 2015 Fonte: EXAME.com Compra de R$80 milhões: a operação dependia da aprovação do Cade e do cumprimento de outras condições previstas no contrato de compra e venda A CVC Viagens anunciou, na noite desta segunda-feira, 31, que concluiu a compra de 100% do capital da B2W Viagens e Turismo, que opera com a marca Submarino Viagens. A operação, que foi anunciada no final de maio, dependia da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do cumprimento de outras condições previstas no contrato de compra e venda. O pagamento da operação será baseado em um valor por visita originada nos sites da B2W, com a condição de atingir taxas mínimas de conversão. O valor será pago em dez parcelas, e não vai exceder o total acumulado de R$ 80 milhões. O atual diretor de negócios da Submarino Viagens, Luciano Barreto, continua no cargo após a aquisição pela CVC. A companhia vai convocar uma assembleia geral extraordinária para confirmar o negócio, e contratou uma empresa especializada para elaborar um laudo de avaliação, para avaliar se haverá direito de recesso para os acionistas que não concordarem com a aquisição. Voltar ao índice Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços - Secretaria de Comércio e Serviços “As ideias e opiniões expostas nos artigos são de responsabilidade exclusiva dos autores e podem não refletir a opinião da Secretaria de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.” 13 9. Feiras 28/08/2015 até 07/09/2015 - MULTIFEIRA BRASIL MOSTRA BRASIL Setor: Multisetores Local: Arena das Dunas Cidade: Natal - RN 29/08/2015 até 06/09/2015 - EXPOINTER Setor: Agronegócio Local: Parque Estadual de Exposições Assis Brasil Cidade: Esteio - RS 01/09/2015 até 02/09/2015 - IT SA BRASIL Setor: Informática, Tecnologia da Informação e Telecomunicações Local: Clube Transatlântico Cidade: São Paulo – SP 01/09/2015 até 03/09/2015 - FRUTAL Setor: Agronegócio Local: Centro de Eventos do Ceará Cidade: Fortaleza – CE 01/09/2015 até 03/09/2015 - INTERSOLAR SOUTH AMERICA 2015 Setor: Energia Local: Pavilhão Amarelo, Expo Center Norte, São Paulo Cidade: São Paulo – SP 01/09/2015 até 04/09/2015 - INTERMACH 2015 Setor: Metalurgia e Siderurgia Local: Megacentro Expoville Cidade: Joinville – SC 01/09/2015 até 04/09/2015 - HOSPITALMED Setor: Saúde Local: Centro de Convenções de Pernambuco Cidade: Olinda – PE 03/09/2015 até 13/09/2015 - BIENAL DO LIVRO RIO Setor: Artes Gráficas, Papelarias, Embalagem de Papel, Livro, Material Didático e Educativo Local: Riocentro Cidade: Rio de Janeiro – RJ Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços - Secretaria de Comércio e Serviços “As ideias e opiniões expostas nos artigos são de responsabilidade exclusiva dos autores e podem não refletir a opinião da Secretaria de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.” 14 04/09/2015 até 07/09/2015 - EXPO NOIVAS & FESTAS RJ 2015 - EDIÇÃO NOVA AMÉRICA Setor: Multisetores Local: Shopping Nova América Cidade: Rio de Janeiro – RJ 04/09/2015 até 13/09/2015 - ART MUNDI Setor: Artesanato, Artes e Coleções Local: Mendes Convention Center Cidade: Santos – SP 07/09/2015 até 14/09/2015 - FEIRA MINEIRA DE MÓVEIS E DECORAÇÃO Setor: Madeira e Móveis Local: Minascentro Cidade: Belo Horizonte – MG 09/09/2015 até 10/09/2015 - EXPOVENDING & OCS 2015 Setor: Multisetores Local: Palácio das Convenções Anhembi Cidade: São Paulo – SP 09/09/2015 até 12/09/2015 - FEIRA ECOBAHIA AMBIENTAL Setor: Meio Ambiente e Saneamento Local: parque costa azul salvador Cidade: Salvador – BA 10/09/2015 até 13/09/2015 - FENICS Setor: Multisetores Local: Parque de exposições João Alencar Athayde Cidade: Montes Claros – MG 14/09/2015 até 16/09/2015 - BRASVIAS Setor: Transporte e Logística Local: Centro Internacional de Convenções do Brasil Cidade: Brasília – DF 14/09/2015 até 17/09/2015 – EXPOSIBRAM 2015 Setor: Mineração Local: Centro de Feiras e Convenções de Minas Gerais – EXPOMINAS Cidade: Belo Horizonte – MG O Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras está disponível no site Voltar ao índice Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços - Secretaria de Comércio e Serviços “As ideias e opiniões expostas nos artigos são de responsabilidade exclusiva dos autores e podem não refletir a opinião da Secretaria de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.” 15 Secretaria de Comércio e Serviços Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior