INFORMATIVO SCS
Ano 9, nº 165
01 de Setembro de 2015
Informativo da Secretaria de Comércio e Serviços – SCS
Nº 165 – Ano 09 – Brasília, 01 de Setembro de 2015
Sumário
1.
CRÉDITO E FINANCIAMENTO .............................................................................. 3
BNDES
APOSTA EM MAIS DEBÊNTURES INCENTIVADAS AO SETOR ELÉTRICO NOS
PRÓXIMOS ANOS ........................................................................................................... 3
2.
COMÉRCIO ........................................................................................................ 5
VENDA DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO CAI EM AGOSTO, SETOR VÊ FUNDO DO POÇO 5
3.
COMÉRCIO – SHOPPING CENTER ....................................................................... 6
SHOPPING CENTER TRADICIONAL É UM MODELO EM XEQUE?...................................... 6
SHOPPINGS INVESTEM EM PLATAFORMAS PARA INTEGRAR O MEIO DIGITAL COM O
AMBIENTE FÍSICO........................................................................................................... 7
4.
COMÉRCIO - SUPERMERCADOS .......................................................................... 8
VENDAS SOBEM 4,97% NO SETOR DE SUPERMERCADOS ........................................... 8
5.
COMÉRCIO - VAREJO ......................................................................................... 9
LOJAS NOVAS IMPULSIONARAM CRESCIMENTO DO VAREJO NOS ÚLTIMO 5 ANOS, DIZ
CIELO ............................................................................................................................. 9
VAREJO FAZ AJUSTES EM PROCESSOS DE OFERTA DE CRÉDITO, EXPANSÃO E
CONTRATAÇÕES .......................................................................................................... 10
6.
SERVIÇOS – SOFTWARE E TI ........................................................................... 11
APP PROMETE ECONOMIA DE 90% EM LIGAÇÕES INTERURBANAS ............................ 11
7.
COMÉRCIO ELETRÔNICO .................................................................................. 12
ESQUEÇA O E-COMMERCE COMO VOCÊ O CONHECEU ............................................... 12
8.
CURTAS .......................................................................................................... 13
IPC-S DESACELERA ALTA A 0,22% EM AGOSTO POR ALIMENTAÇÃO E HABITAÇÃO . 13
CVC CONCLUI COMPRA DA SUBMARINO VIAGENS, QUE PERTENCIA À B2W ............ 13
9.
FEIRAS ............................................................................................................ 14
1. Crédito e Financiamento
BNDES aposta em mais debêntures incentivadas ao setor elétrico nos
próximos anos
31 de Agosto de 2015
Fonte: DCI
Instituição financeira de fomento prevê desembolso de R$ 20 bilhões neste
ano
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)
não enfrenta escassez de recursos para financiar o setor elétrico, uma queixa
recorrente do elétricas atualmente, mas tem buscado fomentar alternativas de
captação para as empresas, como debêntures incentivadas, que devem ganhar
força no próximos anos com uma esperada redução nas taxas de juros.
A avaliação é do superintendente da área de infraestrutura da instituição,
Nelson Siffert, que disse nesta segunda-feira que o BNDES prevê 1 bilhão em
emissões desses papéis pelo setor neste ano, um número ainda considerado
baixo perto do potencial.
"Devemos desembolsar cerca de 20 bilhões de reais (em
financiamentos) neste ano (ao setor elétrico). O BNDES tem mantido os
projetos em andamento contratados, não há uma escassez de recursos do
banco de forma nenhuma. O que está havendo é uma tentativa de atrair o
mercado de capitais, e entendemos que isso está sendo bem-sucedido", disse
Siffert, durante evento em São Paulo.
Apesar de críticas de investidores de que houve retração na participação
do BNDES nos financiamentos para energia elétrica, a expectativa revelada por
Siffert representa alta de 8,4 por cento ante 2014, quando o banco de fomento
desembolsou 18,45 bilhões de reais para o segmento. O maior valor em
liberações ao setor foi de 18,99 bilhões de reais, em 2013.
A emissão de debêntures está dentro de um novo modelo de concessão
de empréstimos pelo BNDES, que condiciona a tomada de recursos atrelados
à TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo) por grandes empresas ao uso de
instrumentos de mercado de capitais.
Pelas novas regras, empresas com receita bruta anual acima de 1 bilhão
de reais e que tomarem a partir de 200 milhões de reais no BNDES só terão
direito a usar a taxa subsidiada do banco se emitirem debêntures ou outros
papéis no mercado.
O executivo admitiu, no entanto, que as emissões de debêntures de
infraestrutura ainda têm sido prejudicadas pela alta taxa de juros, que tem feito
as empresas adiarem operações.
No futuro, porém, quando as condições forem mais favoráveis, o banco
não descarta reduzir ainda mais a participação nos financiamentos ao setor,
em prol de maiores captações via mercado.
"Quando a taxa de juros cair, e imaginamos que ela venha a cair de
forma expressiva nos próximos anos, o mercado de capitais vai poder ter um
papel mais proeminente. A tendência é aumentar a participação via debêntures
Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços - Secretaria de Comércio e Serviços
“As ideias e opiniões expostas nos artigos são de responsabilidade exclusiva dos autores e podem não refletir
a opinião da Secretaria de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio
Exterior.”
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à medida que a taxa de juros cair e a Selix se aproximar da Taxa de Juros de
Longo Prazo (TJLP)", explicou.
Ele disse que todos financiamentos aprovados hoje pelo banco para
infraestrutura já preveem debêntures, o que já garante mais de 3 bilhões de
reais em operações desse tipo a serem lançadas nos próximos anos.
"No fundo, algumas das emissões que poderiam acontecer este ano
estão sendo postergadas para ano que vem. O empreendedor coloca recurso
dele, do BNDES, e deixa a debênture por último, por isso as estimativas não
são tão promissoras", disse Siffert, destacando que o mecanismo tem sido
bastante procurado por parques eólicos, principalmente.
ESTATAIS
As debêntures também são vistas pelo BNDES como meio de financiar
elétricas como Cemig e Copel, que hoje têm dificuldades para acessar recursos
do banco de fomento por conta de resolução do Conselho Monetário Nacional
(CMN) que restringe o financiamento a estatais estaduais.
"O BNDES tem conversado com Cemig e Copel... são empresas que
têm vários projetos que foram vencedores em leilão... e temos avaliado essa
alternativa (emissão de debêntures) para se obter condições de viabilizar esses
projetos. Pode ocorrer emissões ainda este ano, outra parte no ano que vem e
outra parte em 2017", apontou Siffert.
Segundo ele, ainda não foi definido como serão feitas essas operações,
tanto em relação ao custo quanto aos meios de colocação das debêntures.
http://www.dci.com.br/industria/bndes-aposta-em-mais-debenturesincentivadas-ao-setor-eletrico-nos-proximos-anos-id492588.html
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2. Comércio
Venda de material de construção cai em agosto, setor vê fundo do poço
01 de Setembro de 2015
Fonte: DCI
As vendas de materiais de construção no Brasil em agosto voltaram a
cair na comparação anual, e a associação que reúne fabricantes do setor,
Abramat, afirmou que a indústria começou a dar sinais de que está chegando
perto do fundo do poço.
Segundo os dados da Abramat, as vendas de materiais no mês passado
caíram 10,9 por cento sobre o mesmo período de 2014, avançando 4,1 por
cento sobre julho. Com isso, o resultado no acumulado dos oito primeiros
meses deste ano é de queda de 10,1 por cento.
O setor manteve a projeção de queda de 7 por cento das vendas em
2015 como um todo, previsão que foi piorada no início de agosto ante a
expectativa da entidade no começo do ano de crescimento de 1 por cento.
"O mercado continua deprimido para os materiais, mas parece estar
chegando ao fundo do poço", afirmou o presidente da entidade, Walter Cover,
em comunicado à imprensa, citando fatores como estoques em queda e
substituição de importações.
O setor de materiais para acabamento manteve em agosto tendência de
queda maior nas vendas que o segmento de materiais de base diante da
conclusão de projetos imobiliários de anos antes e fraqueza nos lançamentos
de novos.
"Como prevíamos, as vendas de materiais de acabamento estão e
devem continuar apresentando uma queda maior que os produtos de base
nesse restante do ano, em função do final do ciclo imobiliário iniciado em
2012/2013", disse Cover.
Em agosto, as vendas de materiais de base caíram 7,8 por cento sobre
o mesmo período de 2014. Já o segmento de acabamento teve queda de 15,6
por cento no faturamento na mesma comparação.
http://www.dci.com.br/servicos/venda-de-material-de-construcao-cai-emagosto,-setor-ve-fundo-do-poco-id492845.html
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3. Comércio – Shopping Center
Shopping center tradicional é um modelo em xeque?
01de Setembro de 2015
Fonte: ABRAS
O presidente da administradora de shoppings Aliansce, Renato Rique, acredita
que o setor de shoppings está perto do saturação do modelo de empreendimento
tradicional e regional, focado em oferta de lojas âncora e de vários segmentos do
varejo.
Durante participação em congresso de varejistas em São Paulo, o executivo
avaliou que os empreendimentos que têm maior oferta de serviços de lazer, como
restaurantes, cinema e parques, permitem mais oportunidades de crescimento.
"Não antevejo nos próximos anos perspectivas de crescimento como vinha
acontecendo nos últimos anos, mas acredito que é possível explorar nichos que não
estão sendo atendidos", declarou. "O shopping regional, que é focado nas lojas âncora
e é o modelo que mais estamos acostumados a ver, está perto da saturação em
muitos mercados na minha visão", disse.
Rique considerou que em anos anteriores o setor viveu um período de
abundância de capital e, com isso, houve desenvolvimento de projetos inadequados.
Para ele, o crescimento do segmento nos próximos anos estará atrelado a
empreendimentos que promovam uma mistura de serviços que atraia as famílias para
reuniões e não apenas para compras.
Já o presidente da Associação Brasileiro de Shoppings Centers (Abrasce),
Glauco Humai, minimizou as preocupações em torno de uma saturação de shoppings
centers no mercado brasileiro, mas afirmou que há um excesso de projetos ruins.
Para ele, o mercado nacional ainda tem espaço para crescer, principalmente,
se comparado a países desenvolvidos e algumas nações em desenvolvimento.
De acordo com o executivo, o setor passou por um processo de
amadurecimento nos últimos anos e há uma concorrência mais qualificada atualmente.
"Vinte anos atrás, se fosse construída uma caixa preta, sem nada, o shopping iria
estourar. Mas hoje se não fizer um projeto com custo baixo, acesso agradável, mix
adequado de lojas, o shopping vai fracassar", disse.
Esse movimento, para o presidente da instituição, é algo saudável, pois deixa
as empresas mais preparadas para a concorrência. O executivo apontou que, nos
últimos anos, o crescimento dos shoppings está descolado do varejo. "Shopping está
dois ou três níveis acima do varejo como um todo", disse.
Para Rique, muitos empreendimentos foram feitos em mercados que já
estavam bem servidos, por isso houve uma tendência de fracasso para alguns. O
executivo afirmou que o sucesso de um shopping depende das especificidades de
mercado e de cidade. "Recomendo que o lojista sempre procure qual a condição de
viabilidade de cada shopping", afirmou.
Como exemplo, o executivo disse que foram observadas cidades com 200 mil
habitantes que fizeram três shoppings centers simultaneamente. "Só tem um jeito de
dar certo, fechar dois", brincou. No entanto, ele ressaltou que os shoppings são uma
alternativa natural de crescimento do varejo.
http://www.abrasnet.com.br/clipping.php?area=1&clipping=52462
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Shoppings investem em plataformas para integrar o meio digital com o
ambiente físico
01de Setembro de 2015
Fonte: ABRAS
Nos últimos anos, a internet tem impulsionado revoluções na maneira de
fazer negócios no varejo. Atualmente, cada vez mais shoppings investem na
integração do meio digital com as lojas físicas, apostando no omnichannel,
conceito que oferece ao consumidor o que ele procura nos mais diferentes
canais.
Os hábitos de consumo e as relações com as lojas tomaram novas
formas. Pesquisa recente da agência GfK, especializada no levantamento de
informações referentes a mercados e consumidores, constatou que o número
de clientes que pesquisam no online e preferem realizar a compra na loja física,
o chamado webrooming, vem crescendo. Segundo o estudo, na América
Latina, os índices de preferência de compra webrooming e showrooming
(pesquisa na loja física e compra online) estão bem próximos: 86% e 78%,
respectivamente.
Outro dado interessante é a busca do consumidor pela maior
convergência dos canais. Para 39% dos entrevistados, ter acesso online a
informações sobre o estoque da loja física é fundamental para facilitar a
compra. Para 35% dos consumidores, ofertas personalizadas são grandes
atrativos para a loja física, que podem ser geradas por meio de informações
obtidas pelo histórico do cliente, beacons e QR codes.
Além das lojas, os empreendimentos também têm investido na inserção
digital. “O consumidor moderno busca praticidade, mas a experiência de
compra na loja física permanece sendo valorizada. Para ser bem sucedido no
atual cenário, os shoppings devem oferecer qualidade e conforto tanto no
ambiente off-line quanto online. As redes sociais, por exemplo, são excelentes
ferramentas de comunicação nesse sentido. Elas permitem que o shopping
esteja mais próximo do frequentador, ampliando a divulgação de suas ações e
otimizando as interações com o público”, avalia Glauco Humai, presidente da
Abrasce.
http://www.gsmd.com.br/pt/noticias/shopping-centers/shoppings-investem-emplataformas-para-integrar-o-meio-digital-com-o-ambiente-fisico
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4. Comércio - Supermercados
Vendas sobem 4,97% no setor de supermercados
01 de Setembro de 2015
Fonte: Correio do Estado
Preço da cesta passou de R$ 411,03 em junho para R$ 414,40 em julho
As vendas do setor de supermercados subiram 4,97% em valores reais
em julho na comparação com junho e caíram 1,32% na comparação com julho
do ano passado. No acumulado do ano, houve queda de 0,20%, de acordo
com o Índice Nacional de Vendas da Associação Brasileira de Supermercados
(Abras), divulgado hoje (31), na capital paulista.
A cesta de 35 produtos de largo uso analisada pela Abras registrou
elevação de 0,82%, com o preço passando de R$ 411,03 em junho para
R$ 414,40 em julho. Os itens que apresentaram maiores elevações nos preços
foram queijo muçarela (5,22%), massa sêmola espaguete (4,84%) e farinha de
mandioca (4,72%). No sentido contrário, aparecem tomate (-4,62%), arroz (2,45%) e margarina cremosa (-2,07%).
Apresentaram elevação no valor da cesta as regiões Nordeste, com
mais 1,53% e valor de R$ 357,91; Sudeste, mais 1,30% e custo de R$ 398,01;
Centro-Oeste, com aumento de 0,80% e valor de R$ 393,23; e Sul, com alta de
0,79% e preço de R$ 452,23. Na Região Norte, houve queda de 0,15% e o
preço ficou em R$ 462,63.
http://www.correiodoestado.com.br/economia/vendas-sobem-497-no-setor-desupermercados/256504/
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5. Comércio - Varejo
Lojas novas impulsionaram crescimento do varejo nos último 5 anos, diz
cielo
01 de Setembro de 2015
Fonte: GSMD
O crescimento das redes varejistas nos últimos cinco anos foi
impulsionado pelo ritmo de inauguração de lojas novas, em especial em
segmentos como móveis e eletrodomésticos, farmácias e supermercados,
constatou estudo promovido pela Cielo, com base em dados das transações do
varejo processadas pela adquirente.
A média de crescimento das vendas no varejo nos últimos cinco anos foi
de 11% ao ano, segundo o levantamento. O setor de móveis e
eletrodomésticos, porém, registrou desempenho mais fraco: média de 9% ao
ano.
O vice-presidente de Produtos e Negócios da Cielo, Dilson Ribeiro,
destacou que grande parte da expansão do setor foi dependente de lojas
novas: as inaugurações responderam por 4 pontos porcentuais da taxa de
crescimento do setor de móveis e eletrodomésticos. Já no setor de drogaria e
farmácias, que cresceu 15% ao ano no período, as inaugurações
corresponderam a 3 pontos porcentuais do total da taxa de crescimento. Em
supermercados e hipermercados, com taxa de crescimento de 13%, a
expansão respondeu por 2 pontos porcentuais.
O peso das lojas novas indica que redes capitalizadas e com capacidade
para manter inaugurações conseguem ganhar mercado, mesmo em períodos
de desaceleração. O gerente da área de Inteligência da Cielo, Gabriel Mariotto,
afirmou que a relevância das lojas novas no crescimento do varejo tem sido
ainda mais notável em 2015, em razão da crise. "O que vemos é uma
ampliação desse cenário, com a expansão em lojas sustentando ainda mais o
crescimento", disse.
http://www.gsmd.com.br/pt/noticias/mercado-consumo/lojas-novasimpulsionaram-crescimento-do-varejo-nos-ultimo-5-anos-diz-cielo
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Varejo faz ajustes em processos de oferta de crédito, expansão e
contratações
Representantes de algumas principais companhias varejistas do Brasil
consideraram a melhor gestão do capital de giro como uma prioridade em
2015. Ajustes em processos de oferta de crédito, expansão e relações de
emprego foram citados por executivos de companhias como Riachuelo,
Magazine Luiza, Walmart e Raia Drogasil durante painel em congresso de
varejo em São Paulo.
A presidente do Magazine Luiza, Luiza Helena Trajano, comentou o
cenário de taxa de juros elevada e aumento do custo de capital. Apesar de ter
reforçado que a companhia mantém os planos de abrir 30 lojas novas este ano,
ela afirmou que a empresa tem buscado otimização: diminuir o montante
necessário para investimento em cada loja nova.
"É muito difícil expandir sem capital e sabemos que fluxo de caixa
quebra uma empresa", comentou. "Temos trabalhado as dificuldades de capital
de giro para fazer mais com menos, já abaixamos em 30% o investimento
necessário para expansão", disse Luiza.
O presidente da RaiaDrogasil, Marcílio Pousada, afirmou que a
companhia mantém um ritmo de expansão de 130 lojas novas este ano,
mesmo patamar de 2014. O executivo destacou que a empresa tem buscado
oportunidades de redução de custo de aluguel diante do momento menos
aquecido do mercado imobiliário. "Abrir loja está mais fácil porque tem muitas
placas de aluga-se", disse,
Já o presidente do Walmart, Guilherme Loureiro, destacou que a
companhia tem priorizado a redução de gastos com integração de bandeiras
nos últimos dois anos e, com isso, freou a inauguração de lojas novas. "Não
tem mistério, tem que reduzir custo", disse.
Na Guararapes, controladora da Riachuelo, a necessidade de melhorar
o investimento em capital de giro fez a empresa ajustar seu negócio de crédito
ao consumidor. Flávio Rocha, presidente da Riachuelo, afirmou que a
companhia vinha num ritmo acelerado de conversão dos cartões de crédito
próprios (private label) em bandeirados (co-branded). "Apesar dessa transição
ser uma operação financeira rentável, é demandante de capital, então
reduzimos esse ritmo de conversão visando preservar o caixa", disse.
Luiza Helena acrescentou ainda que o varejo mantém contratações de
colaboradores porque há abertura de lojas novas. Apesar disso, afirmou que a
gestão de pessoal tem sido diferenciada. "Temos dito a todos os nossos
funcionários no Magazine Luiza que eles são vendedores e temos dito que é
preciso vender, porque sem a venda não tem como manter o emprego.
Reforçamos que a equipe tem que focar na meta de venda, porque, se não
vender, vai ter que dispensar gente", concluiu.
http://www.gsmd.com.br/pt/noticias/mercado-consumo/varejo-faz-ajustes-emprocessos-de-oferta-de-credito-expansao-e-contratacoes
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6. Serviços – Software e TI
App promete economia de 90% em ligações interurbanas
01 de Setembro de 2015
Fonte: EXAME.com
Um novo app promete deixar as operadoras de telefonia no Brasil de cabelo
em pé. Se recentemente os ataques ao WhatsApp já estavam se intensificando,
agora elas podem ter um novo alvo. E seu nome é Ringo.
O app foi criado por uma empresa indiana. O serviço promete derrubar as
taxas de telefonia – ele serve principalmente para ligações de longa distância,
dentro do território nacional ou fora.
O Ringo não precisa de internet para que a ligação seja possível, isso
diferencia o serviço de outros existentes, como o Skype. Outro ponto positivo é
quem somente quem faz a ligação precisa do aplicativo instalado.
São duas as opções de funcionamento. A principal é de callback. Telefones
localizados em outras cidades (ou outros países) ganham um equivalente local.
Com isso, o usuário precisa apenas realizar uma ligação local.
O Ringo faz, então, a conexão com o telefone final. Os servidores da
empresa estão todos localizados nos Estados Unidos – e são esses servidores
que fazem a conexão entre os dois telefones.
Com isso, o usuário paga apenas o custo de uma ligação local, além de
alguns poucos centavos ao serviço. Vale dizer que usuários de pós-pago que
tenham um plano local ilimitado ainda são isentos do valor da ligação local.
Conversei com Bhavin Turakhia, CEO e fundador do Ringo, sobre a
chegada do serviço ao Brasil. Ele ressaltou que os custos de ligações usando o
Ringo são inferiores ao que uma operadora tradicional cobraria.
Uma ligação usando o Ringo para um telefone móvel ou fixo nos Estados
Unidos sairia por dez centavos o minuto, de acordo com a empresa. O valor seria
inferior aos cobrados por operadoras de telefonia celular. De acordo com a Ringo,
a economia pode chegar aos 90%.
O app tem versão para Android, iPhone e Windows Phone. Ele está
disponível para o público brasileiro a partir de hoje. Cada novo usuário ganha dois
reais de crédito para testar o serviço.
Contei a Turakhia sobre a briga atual das operadoras brasileiras com o
WhatsApp, que foi até chamado de operadora pirata, pelo presidente da Vivo.
Perguntei se ele acha que o Ringo pode passar pela mesma situação.
“Se vamos ser alvo de ataques das operadoras, só saberemos depois do
lançamento. De qualquer maneira, o Ringo opera completamente dentro da
legalidade”, disse ele. “O modelo do nosso serviço, acredito, pode impactar
bastante o mercado.”
http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/app-promete-economia-de-90-emligacoes-interurbanas
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7. Comércio Eletrônico
Esqueça o e-commerce como você o conheceu
01 de Setembro de 2015
Fonte: administradores.com
É cada vez maior a influência que o comércio eletrônico recebe de canais
digitais como comparadores de preços e sites de ofertas. Isso sinaliza que o
consumidor digital está cada vez menos fiel.
Em meio a amarga e histórica recessão que a economia brasileira
atravessa, com previsão de -2,5% no PIB para 2015, o comércio eletrônico no
Brasil mostra solidez e capacidade de se manter "a prova de crise", com registros
de crescimento e sinais de futuro auspicioso. A junção de empreendedores
arrojados e inovações tecnológicas que estimulam compras e ditam tendências
ainda está a pleno vapor desta revolução do consumo, demonstrando claramente
que o melhor ainda está por vir.
A 32ª. edição do relatório Webshoppers, da E-bit/Buscapé, revelou que,
mesmo abaixo da expectativa inicial de 20%, o e-commerce no Brasil passa bem
longe de retrocessos, com estimativa de crescer 15% em 2015, chegando a
R$ 41,2 bilhões no acumulado do ano. Segundo o estudo, o comércio eletrônico
faturou R$ 18,6 bilhões apenas no primeiro semestre deste ano, aumento de 16%
em relação ao mesmo período de 2014.
Um levantamento do Google registrou aumento de 112% na participação
dos smartphones no acesso à internet no último ano no Brasil, onde o número
desses aparelhos saltou de 10 milhões em 2010 para 93 milhões em 2015. Ou
seja, milhões de pessoas com acesso à internet em tempo integral. O faturamento
do mercado americano de vendas online movimentou US$ 294 bilhões em 2014,
devendo fechar 2015 em US$ 325 bilhões, de acordo com um estudo da Forrester.
Entretanto, o e-commerce como o conhecemos tende a sofrer mudanças. É
cada vez maior a influência que o comércio eletrônico recebe de canais digitais
como comparadores de preços e sites de ofertas. Isso sinaliza que o consumidor
digital (leia-se: o mesmo consumidor das lojas físicas) está cada vez menos fiel.
Para engajar esse público, as lojas virtuais vão precisar acrescentar
"relacionamento" aos seus fatores-chave de sucesso.
Uma das consequências da oportunidade que esse novo cenário trará, será
o crescimento dos sites de nicho e de ofertas locais, que conseguirão atender com
mais precisão e agilidade as necessidades específicas de um consumidor mais
conectado, impaciente, multitelas e que vai desistir imediatamente de uma compra
ao saber que produto não é sustentável. Um consumidor que desponta para tornar
o comércio eletrônico bem diferente do que conhecemos até agora, e com força
suficiente para tornar o setor cada vez mais importante na economia do país.
http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/esqueca-o-e-commercecomo-voce-o-conheceu/104846/
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8. Curtas
IPC-S desacelera alta a 0,22% em agosto por Alimentação e Habitação
01 de Setembro de 2015
Fonte: DCI
O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) registrou alta de
0,22 por cento em agosto, depois subir em julho 0,53 por cento, informou
Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira.
O resultado mostra ainda uma pequena desaceleração em relação ao
que foi registrado na terceira quadrissemana de agosto, quando houve alta de
0,27 por cento.
O destaque ficou para os grupos Alimentação, com queda de 0,11 por
cento, após alta de 0,06 por cento na terceira quadrissemana; e Habitação,
cujo avanço dos preços enfraqueceu para 0,36 por cento contra 0,50 por cento.
A FGV destacou nestes grupos respectivamente o comportamento de
hortaliças e legumes (de -7,29 por cento para -10,28 por cento) e tarifa de
eletricidade residencial (de 0,61 por cento para -0,59 por cento).
CVC conclui compra da Submarino Viagens, que pertencia à B2W
01 de Setembro de 2015
Fonte: EXAME.com
Compra de R$80 milhões: a operação dependia da aprovação do Cade e do
cumprimento de outras condições previstas no contrato de compra e venda
A CVC Viagens anunciou, na noite desta segunda-feira, 31, que concluiu
a compra de 100% do capital da B2W Viagens e Turismo, que opera com a
marca Submarino Viagens.
A operação, que foi anunciada no final de maio, dependia da aprovação
do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do cumprimento de
outras condições previstas no contrato de compra e venda.
O pagamento da operação será baseado em um valor por visita
originada nos sites da B2W, com a condição de atingir taxas mínimas de
conversão. O valor será pago em dez parcelas, e não vai exceder o total
acumulado de R$ 80 milhões.
O atual diretor de negócios da Submarino Viagens, Luciano Barreto,
continua no cargo após a aquisição pela CVC.
A companhia vai convocar uma assembleia geral extraordinária para
confirmar o negócio, e contratou uma empresa especializada para elaborar um
laudo de avaliação, para avaliar se haverá direito de recesso para os acionistas
que não concordarem com a aquisição.
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Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços - Secretaria de Comércio e Serviços
“As ideias e opiniões expostas nos artigos são de responsabilidade exclusiva dos autores e podem não refletir
a opinião da Secretaria de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio
Exterior.”
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9. Feiras
28/08/2015 até 07/09/2015 - MULTIFEIRA BRASIL MOSTRA BRASIL
Setor: Multisetores
Local: Arena das Dunas
Cidade: Natal - RN
29/08/2015 até 06/09/2015 - EXPOINTER
Setor: Agronegócio
Local: Parque Estadual de Exposições Assis Brasil
Cidade: Esteio - RS
01/09/2015 até 02/09/2015 - IT SA BRASIL
Setor: Informática, Tecnologia da Informação e Telecomunicações
Local: Clube Transatlântico
Cidade: São Paulo – SP
01/09/2015 até 03/09/2015 - FRUTAL
Setor: Agronegócio
Local: Centro de Eventos do Ceará
Cidade: Fortaleza – CE
01/09/2015 até 03/09/2015 - INTERSOLAR SOUTH AMERICA 2015
Setor: Energia
Local: Pavilhão Amarelo, Expo Center Norte, São Paulo
Cidade: São Paulo – SP
01/09/2015 até 04/09/2015 - INTERMACH 2015
Setor: Metalurgia e Siderurgia
Local: Megacentro Expoville
Cidade: Joinville – SC
01/09/2015 até 04/09/2015 - HOSPITALMED
Setor: Saúde
Local: Centro de Convenções de Pernambuco
Cidade: Olinda – PE
03/09/2015 até 13/09/2015 - BIENAL DO LIVRO RIO
Setor: Artes Gráficas, Papelarias, Embalagem de Papel, Livro, Material
Didático e Educativo
Local: Riocentro
Cidade: Rio de Janeiro – RJ
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04/09/2015 até 07/09/2015 - EXPO NOIVAS & FESTAS RJ 2015 - EDIÇÃO
NOVA AMÉRICA
Setor: Multisetores
Local: Shopping Nova América
Cidade: Rio de Janeiro – RJ
04/09/2015 até 13/09/2015 - ART MUNDI
Setor: Artesanato, Artes e Coleções
Local: Mendes Convention Center
Cidade: Santos – SP
07/09/2015 até 14/09/2015 - FEIRA MINEIRA DE MÓVEIS E DECORAÇÃO
Setor: Madeira e Móveis
Local: Minascentro
Cidade: Belo Horizonte – MG
09/09/2015 até 10/09/2015 - EXPOVENDING & OCS 2015
Setor: Multisetores
Local: Palácio das Convenções Anhembi
Cidade: São Paulo – SP
09/09/2015 até 12/09/2015 - FEIRA ECOBAHIA AMBIENTAL
Setor: Meio Ambiente e Saneamento
Local: parque costa azul salvador
Cidade: Salvador – BA
10/09/2015 até 13/09/2015 - FENICS
Setor: Multisetores
Local: Parque de exposições João Alencar Athayde
Cidade: Montes Claros – MG
14/09/2015 até 16/09/2015 - BRASVIAS
Setor: Transporte e Logística
Local: Centro Internacional de Convenções do Brasil
Cidade: Brasília – DF
14/09/2015 até 17/09/2015 – EXPOSIBRAM 2015
Setor: Mineração
Local: Centro de Feiras e Convenções de Minas Gerais – EXPOMINAS
Cidade: Belo Horizonte – MG
O Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras está disponível no site
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Secretaria de
Comércio e Serviços
Ministério do
Desenvolvimento, Indústria
e Comércio Exterior
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Informativo da Secretaria de Comércio e Serviços 01/09/2015