Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 1 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Exm.os /as Senhores/as , De acordo com a lei aplicável e com os Estatutos, a Direcção do Espaço t – Associação Para Apoio à Integração Social e Comunitária, vem dar conta da forma como decorreram as actividades da Associação durante o Exercício de 2010 bem como submeter à V. apreciação o respectivo Relatório de Gestão, as Contas e a Proposta de Aplicação de Resultados. Página 2 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Introdução No Ano Europeu de Combate à Pobreza e à Exclusão Social, o Espaço t definiu como slogan “Incluir os ditos normais nos guetos sociais”. Ao longo deste ano, o trabalho desenvolvido por esta Associação leva a que esta Direcção esteja satisfeita com as metas atingidas em todas as suas áreas de intervenção. Com este Relatório explanaremos as actividades desenvolvidas nas três áreas, nomeadamente: Acção Social, Formação e Cultura. Com a criação do slogan pretendemos, dar continuidade ao trabalho desenvolvido promovendo uma reflexão critica e provocatória para com a Sociedade por forma a, reflectirmos sobre novos conceitos e criarmos novos paradigmas na área da Inclusão, onde o Homem e os seus valores deverão ser o seu centro. No campo financeiro, e apesar do esforço realizado para cumprir com os compromissos assumidos e honrar a confiança que os clientes e fornecedores têm depositado no Espaço t, temos vindo a mover esforços no sentido de ultrapassar as dificuldades com as quais nos deparamos e que ainda persistem. Importa, ainda, referir que apesar de usarmos de alguma destreza teremos que trabalhar a área financeira durante, pelo menos, dois anos, para reduzirmos 90% os pagamentos a fornecedores em divida e começarmos a ter um fundo de maneio para a gestão corrente da Associação. Durante este ano, os utentes, a equipa e os órgãos sociais, moveram esforços conjuntos com o intuito de dar continuidade à caminhada da luta pela inclusão social. Foi um ano que, apesar das dificuldades, conseguimos obter muitos projectos aprovados, ao nível da formação e outros, o que fez com que houvesse um elevado número de utentes que frequentaram as n. actividades, quer no Porto quer na Trofa. Em 2010 finalizamos o projecto “+ Igualdade”, financiado pelo POPH. Este projecto percorreu todas as capitais de distrito, promoveu acções de sensibilização sobre a igualdade de género, para mais de 5.000 indivíduos. Na área da Saúde finalizamos, também, o projecto “+ Saúde”, financiado pela DGS. Este foi desenvolvido no Agrupamento Vertical Dr. Augusto Pires de Lima, Junta de Freguesia da Sé, Associação de Solidariedade Zona das Fontainhas. Foi, ainda aprovado um novo projecto, nesta área, para 2011/2012, que irá ser desenvolvido na zona de Massarelos. Conseguimos, também, a aprovação do projecto SER TOTAL, pelo I.S.S.,IP, no âmbito das comemorações do Ano Europeu de Combate à Pobreza e à Exclusão Social. Este projecto Página 3 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 reforçou a continuidade do “Homem T – Um projecto de Felicidade”. Contou com um grande número de Instituições parceiras, tendo este projecto finalizado com a criação da Árvore de Natal do Porto: “Árvore de Natal onde os homens e as mulheres são as estrelas”, e para a qual mais de 900 utentes e cerca de 100 artistas participaram. No que concerne ás actividade da acção social e formação, as mesmas funcionaram de acordo com os objectivos pré-estabelecidos. De salientar, apenas, o aumento substancial dos/as utentes inscritos/as na filial da Trofa. A nível cultural continuamos na luta pela afirmação do Espaço t como entidade cultural; esta também sob a chancela do Clube Unesco Espaço t. Pela primeira vez demos o primeiro passo para a internacionalização da mensagem do Espaço t, através da criação de um protocolo com a Câmara de Saint Avertin, para que em 2011 a segunda exposição “Homem T – um projecto de felicidade” se realize naquela cidade. Outro marco, ao nível cultural, foi o de termos conseguido que o XIII Corpo Evento – Ciclo de Espectáculos em Teatro e Dança se realizasse, pela primeira vez, no Teatro Rivoli – Pequeno Auditório. No meio de muitas outras actividades, no âmbito cultural, conseguimos retomar a publicação da Revista Espaço Con(tacto), tendo em conta a sua periodicidade. Finalizamos a edição do livro Espaço t “15 anos a transformar homens em príncipes”, projecto este que foi o culminar das comemorações dos 15 anos de existência desta Associação. Ao longo deste ano passaram mais de 9.000 indivíduos pelas actividades do Espaço t; número que só por si assegura que devemos continuar a lutar pela afirmação de todos/as, sem excepção, através da Arte. Importa referir que ao nível interno, conseguimos implementar grande parte do Sistema de Certificação da Qualidade. Ao nível das boas práticas e a conciliação da vida profissional com a vida familiar, vimos as boas práticas sistematizadas, que nos valeu mais uma menção honrosa do Prémio “Igualdade é Qualidade”, atribuída pela CITE. Assim, é com grande satisfação que a Direcção do Espaço t apresenta a todos/as os/as sócios/as, instituições e outros, os resultados atingidos e delineados para 2010. De seguida iremos executar uma análise das actividades realizadas por área de acção. Página 4 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Acção Social No campo social o Espaço t com as suas valências, a saber: DLT, filial da Trofa, DFP, CNO concretizou os objectivos a que se propôs no ano de 2010. Ao longo deste ano, inscreveram-se no Departamento Lúdico-Terapêutico (Porto) 82 utentes e na filial da Trofa 103 Gráfico 1. Número total de novos/as utentes inscritos/as por anos, no Departamento Lúdico-Terapêutico (Porto) do Espaço t 300 265 229 250 199 181 186 200 150 100 50 106 174 150 129 152 110 125 90 82 56 45 20 10 20 09 20 08 20 07 20 06 20 05 20 04 20 03 20 02 20 01 20 00 19 99 19 98 19 97 19 96 19 95 0 A análise deste gráfico revela que nos anos 1998 (199), 1999 (265) e 2000 (229), este Departamento contou com um maior número de utentes inscritos/as, comparativamente aos outros anos. Gráfico 2. Número de utentes frequentadores(as) provenientes de inscrições anteriores a 2010 14 15 10 9 10 7 5 5 1 4 4 9 13 12 8 3 1 0 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Podemos verificar através da análise deste gráfico que frequentadores/as provêm de 2007 (14), 2008 (13) e 2009 (12) o maior número Página 5 de 115 de Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Gráfico 3. Número total de utentes que frequentaram as actividades promovidas pelo Departamento Lúdico-Terapêutico (Porto) em 2010 Número de utentes inscritos(as) em 2010: 082 Utentes frequentadores(as) inscritos(as) anteriormente: 100 Total de utentes 2010: 182 2010 Outros 100 82 Gráfico 4 . Percentagem de novos/as utentes inscritos/as, por sexo, no Departamento Lúdico-Terapêutico (Porto) do Espaço T Masculino: Feminino: 60 correspondente a 73,2% dos/as inscritos/as 22 correspondente a 26,8% dos/as inscritos/as Fem. Masc. 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% Podemos constatar, através da análise deste gráfico, que o público-alvo que mais procura os nossos serviços, em termos percentuais, é o sexo masculino com 73,2%, sendo os restantes 26.8 % do sexo feminino. Página 6 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Gráfico 5 . Número de novos/as inscritos/as, por localidade, no Departamento LúdicoTerapêutico (Porto) do Espaço t Gondomar Lamego Maia Matosinhos Ovar Porto Valongo V. Nova de Gaia Vizela - 02 01 04 05 01 60 01 07 01 70 60 50 40 30 20 10 Vizela Vila Nova Gaia Valongo Porto Ovar Matosinhos Maia Lamego Gondomar 0 No que concerne á localidade da proveniência dos/as novos/as inscritos/as, pode-se concluir que a maioria, ou seja, 60 são da cidade do Porto, 7 de Vila Nova de Gaia, sendo os/as restantes dos arredores da Cidade Invicta. Página 7 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Gráfico 6. Número de novos/as inscritos/as, por instituição de encaminhamento, no Departamento Lúdico-Terapêutico (Porto) do Espaço t Pr o ject o Ho mem 1 1 1 N o va A ur o r a M éd ico s d o M und o Inst it ut o S. M anuel 3 Inst it ut o Pr o f issio nal d o T er ço 1 1 1 Inst it ut o Juvenil V icent e M ar ia IEF P Ho sp S. Jo ão 10 Ho sp M ag alhães Lemo s 4 Ho sp Jo aq uim U r b ano 6 Ho sp C o nd e F er r eir a 2 Esp aço T F o r mação 4 C r uz V er melha 1 1 1 1 1 1 C R PG C R I POcid ent al ET Go nd o mar C R I Po cid ent al ET Ocid ent al C R I Po r ient al ET Or ient al C R I Pcent r al ET Gaia C R I Pcent r al ET C ed o f eit a 3 C o munid ad e T er ap êut ica d o M eilão 1 C o munid ad e Po nt e d a Ped r a 2 C lí nica d o Out eir o 1 C ent r o Ho sp it alar d e Gaia 4 C ent r o A nt ó nio C and id o 2 C EF PI 1 1 C ais AM I 3 A D EIM A 1 1 A b r aço N ão Encaminhad o ( a) 20 0 5 10 15 20 Analisando o gráfico acima designado, verifica-se que a maioria dos/as novos /as inscritos/as procuram os nossos serviços autonomamente (20), sendo o restante número encaminhado por outras instituições. Página 8 de 115 25 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Gráfico 7. Número de novos/as inscritos/as, por patologia, no Departamento Lúdico-Terapêutico (Porto) do Espaço t Deficiência Mental Deficiência Múltipla Infecto-Contagiosas Psiquiatria Sem-Abrigo Toxicodependência Não declarada - 01 01 06 26 02 26 24 26 Toxicodependência Sem Abrigo 2 Psiquiatria 26 Infecto-Contagiosas 6 Deficiência Múltipla 1 Deficiência Mental 1 24 Não Declarada 0 5 10 15 20 25 30 Relativamente á patologia dos/as novos/as inscritos/as, conclui-se que a maioria, ou seja, 26 indivíduos têm problemas de toxicodependência e de psiquiatria seguindo-se os indivíduos com patologia não declarada. Página 9 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Gráfico 8. Percentagem de novos/as utentes inscritos/as, por escalão, no Departamento Lúdico-Terapêutico (Porto) Com participação Mínim a Isentos(as) Não Isentos(as) 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% No que refere à percentagem dos /as novos/as utentes inscritos/as, por escalão, 57% encontram-se isentos/as, 35% estão abrangidos/as pela comparticipação mínima de 7,50 €/ mês, 07 % não isentos/as, tendo estes /as de pagar o valor dos ateliers que frequentam. Gráfico 9. Número de utentes inscritos(as) por ano e por faixa etária >50 31 / 50 18 / 30 <18 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% Da análise deste gráfico pode-se concluir que a maioria dos/as nossos/as utentes inscritos/as se encontram na faixa etária dos 31 a 50 anos Página 10 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Gráfico 10. Média de frequência dos ateliês lúdico-terapêuticos (Porto)em 2010 pintura - 08.1 sensibilização arte desenho e pintura - 07.8 adereços de moda e decoração - 04.4 fotografia - 02.6 canto - 08.2 musicoterapia - 05.5 expressão musical - 03.0 teatro - 09.7 teatro terapêutico - 07.0 teatro especial 1 (costa cabral) - 05.8 teatro especial 2 (cerci gaia + condessa) - 09.5 teatro especial 3 (latino coelho) - 08.6 expressão corporal - 06.4 tai-chi-chuan - 07.5 educação física - 05.1 jornalismo - 04.7 dramaturgia - 04.6 escrita e afectos - 09.9 recriando mundos - 07.7 arte de viver - 03.3 informática óptica utilizador 1 - 08.8 informática óptica utilizador 2 - 04.4 Página 11 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 4,4 informática 2 8,8 informática 1 3,3 arte de viver 7,7 recriando mundos 9,9 escrita e afectos dramaturgia 4,6 jornalismo 4,7 5,1 educação física 7,5 tai-chi-chuan 6,4 expressão corporal 8,6 teatro especial 3 9,5 teatro especial 2 5,8 teatro especial 1 7 teatro terapêutico 9,7 teatro 3 expressão musical 5,5 musicoterapia 8,2 canto 2,6 fotografia 4,4 adereços moda decoração 7,8 arte (desenho e pintura) 8,1 pintura 0 2 4 6 8 10 12 Relativamente à análise deste gráfico podemos destacar que, em 2010, os ateliês que foram mais frequentados foram os de escrita e afectos, teatro, canto, seguindo-se os de informática, arte e tai-chi-chuan. Página 12 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Projecto “+ Saúde” Este projecto foi financiado pela Direcção Geral de Saúde, tendo como Programa Nacional Enquadrador - o Plano Nacional de Saúde. Iniciou no dia 1 de Janeiro de 2009 e terminou no dia 31 de Dezembro de 2010. Ao longo destes dois anos contou com as seguintes parcerias: - Junta de Freguesia da Sé; - Associação de Solidariedade da Zona das Fontainhas; - Escola EB1 da Sé; - Escola EB1 do Campo 24 de Agosto; - Escola EB1 da Alegria. Todas elas empenharam-se no desenvolvimento do projecto. Entre os seus contributos principais, podem-se destacar: - Sinalização e selecção do público-alvo para as oficinas do Sorriso e do Coração; - Sugestão de horários e de cedência de espaços para a realização das actividades; - Presença de representantes na actividade Aprender para Educar, dirigida a pais/educadores; - Divulgação e dinamização de crianças e adolescentes para a participação nas caminhadas integradas nas semanas do Sorriso e do Coração; - Sugestões de integração de actividades do + Saúde em eventos organizados por essas entidades. Caracterização das 6 actividades/acções do "+Saúde": 1. Oficina do Coração Nesta oficina foram concretizadas 169 (99%) das horas propostas, 79 horas no primeiro (- 1 hora das previstas) ano e 90 horas no segundo ano. Tivemos a funcionar 5 grupos, um por instituição, três grupos funcionaram após o almoço e os restantes no final da tarde. O total de participantes foi de 146 crianças/adolescentes, 90 do sexo feminino e 56 do sexo masculino. O nível escolar com mais presenças foi o ensino básico do 1º ciclo, sendo que 31 dos participantes tinham o 2º ano e 32 tinham o 4º ano de escolaridade. A média de idade foi de 9 anos. No que se refere aos temas das sessões desta actividade, podemos destacar os seguintes: a obesidade, causas, consequências e estratégias de prevenção; a roda dos alimentos (grupos Página 13 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 alimentares - nutrientes, funções, origens e proporções); a alimentação equilibrada (alimentos a diminuir e a aumentar o consumo); as formas de conservação e de cozinhar os alimentos; as regras de higienização dos alimentos; as doenças relacionadas com a alimentação; as informações dos rótulos dos alimentos, os distúrbios alimentares (Anorexia e Bulimia); e, ainda, a alimentação em diferentes fases do desenvolvimento. Entres as dificuldades encontradas, podemos realçar a de execução do número de horas para cada mês, dado que em meses como o de Julho e de Setembro, três grupos escolares encontravam-se de férias. Nesta actividade, realizámos a avaliação final a 40 participantes e os resultados foram os seguintes: 23 crianças referiram que a actividade foi interessante, 30 acharam-na educativa, 28 que foi divertida e 12 consideram-na criativa; quanto à duração da oficina, 47,5% dos inqueridos referem que o tempo de duração, de cada sessão, foi suficiente e 35% achou pouco tempo; das 40 crianças inqueridas, 34 crianças declararam terem-se sentido bem na oficina; entre o que gostaram mais da actividade está os jogos, referidos por 21 crianças, e a maior parte do grupo não referiu nada relacionado com o que gostou menos; no que se refere à continuidade da oficina, as 40 crianças responderam afirmativamente porque acharam-na divertido e por gostarem. Em resumo, a oficina do coração atingiu os seus objectivos tanto no que refere à execução do nº de horas como aos conteúdos administrados e ao nº de participantes previstos em sede de candidatura. Por parte dos participantes houve um grande interesse pelas metodologias e estratégias de trabalho dos temas (jogos pedagógicos, dinâmicas de pequenos grupos, fotografia e expressão plástica). 2. Oficina do Sorriso Nesta actividade, foram implementadas as 170 horas previstas (80 para o primeiro ano e 90 para o segundo ano). Dela fizeram parte cinco grupos, um por instituição parceira, e funcionou após o almoço e no final da tarde. Por esta actividade passaram um total de 132 crianças/adolescentes, 84 do sexo feminino e 48 do sexo masculino. Quanto à escolaridade, podemos referir que a maior parte dos participantes estava no 1º ciclo do ensino básico, 36 crianças estavam no 2º ano, 29 no 3º ano e 36 crianças no 4º ano de escolaridade. A média de idade foi de 9 anos. Página 14 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Em relação aos temas abordados, podemos salientar: os tipos de dentes e de dentição; os alimentos promotores de saúde oral e os potenciadores de doenças orais; as partes constituintes dos dentes; as doenças orais; e as regras para manter os dentes em bom estado e a higienização oral (técnicas e materiais). Nesta oficina, foi utilizado como mediador artístico privilegiado a fotografia mas também se fez uso da técnica da colagem, da pintura, do desenho e da escrita. Entre os trabalhos fotográficos, podemos evidenciar o que foi realizado com diversos tipos de alimentos, nomeadamente os hortícolas e as frutas, em que estes transformaram-se em adereços de moda para os participantes e permitiu ao mesmo tempo, sensibilizar as crianças/adolescentes para a importância destes alimentos nas refeições diárias, salientando o seu potencial nutritivo e as suas funções, colocando um especial acento na sua função de auxílio na limpeza, no fortalecimento, na formação e protecção dos dentes. Entres as dificuldades encontradas, podemos realçar a dificuldade na execução do número de horas para cada mês, dado que em meses como o de Julho e de Setembro, três grupos escolares se encontravam em férias. A avaliação final a 40 participantes, permitiu-nos obter os seguintes resultados: 28 crianças referiram que a actividade foi interessante, 25 acharam-na educativa e 28 que foi divertida; quanto à duração da oficina, 15 dos inqueridos referem que o tempo de duração, de cada sessão, foi suficiente e 13 achou pouco tempo e 12 muito tempo; das 40 crianças inqueridas, 29 crianças declararam terem-se sentido bem na oficina e 11 alegres; entre o que gostaram mais na actividade, estão os jogos e a pintura, referidos por 26 crianças, e a maior parte do grupo não referiu nada relacionado com o que gostou menos; no que se refere à continuidade da oficina, as 40 crianças responderam afirmativamente porque acharam-na divertido e por conter jogos. Deste modo, podemos concluir que a oficina do coração respondeu de forma eficaz e eficiente aos objectivos e conteúdos para os quais foi planeada. Conseguiu alcançar o nº de participantes previsto e as estratégias de intervenção utilizadas suscitaram grande interesse por parte dos participantes. Página 15 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Nas duas oficinas anteriores, integramos momentos que evidenciaram a natureza transversal dos temas-alvo da intervenção, consistindo principalmente em jogos (um jogo de cartas, três jogos de memória) e desafios de grupo (como por exemplo, concurso e pintura colectiva). 3. Aprender para Educar Para esta actividade tínhamos previsto, em sede candidatura, a realização de 85 debates (cada um com uma duração aproximada de 2 horas), 40 no primeiro ano e 45 no segundo ano do Projecto. De entre as actividades/acções do projecto, esta foi a que tivemos maior dificuldade em cumprir o número de sessões previsto. Este facto, prendeu-se, em grande medida, com o baixo grau de adesão dos pais/educadores em duas instituições. Apesar deste constrangimento, conseguimos realizar um total de 36 sessões (36% do previsto) desta actividade, com cerca de duas horas cada, e que integrou crianças, adolescentes, jovens e adultos, estudantes e pais/educadores. Por esta actividade passaram 120 crianças, 62 do sexo feminino e 58 do sexo masculino, com uma média de idades de 10 anos e com um nível escolar que se situava maioritariamente entre o 1º e o 2ºciclos do ensino básico. O número total de participantes adultos (pais/educadores) foi de 90, 60 do sexo feminino e 30 do sexo masculino, que tinham uma média de idades de 39 anos e cujos níveis escolares predominantes foram o 2º e 3ºciclos. A média de participantes por sessão foi de 13, o mínimo foi de 3 o máximo foi de 30 participantes. Em todas as sessões verificou-se a presença de filhos dos participantes, o que contribuiu para que as sessões desta actividade assumissem um carácter inter-geracional e pedagógico. O Aprender para Educar foi adaptado ao público infantil e juvenil das diversas instituições parceiras, o que constituiu uma forma de atingirmos mais destinatários (técnicos, crianças e adolescentes). As sessões realizadas versaram os comportamentos e conhecimentos alimentares (nutritivos) e a saúde oral. Ao longo destas sessões, houve a distribuição de: certificados de participação, alguns brindes e materiais de higiene oral (pasta e escova de dentes). Em relação aos temas abordados, podemos evidenciar: a higiene oral; a roda dos alimentos; os dentes e problemas associados; a importância da alimentação em diversas fases do desenvolvimento do indivíduo; as próteses dentárias; e mitos à volta da alimentação e da saúde oral. Página 16 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 A divulgação da actividade foi feita através de cartazes e de convites individuais, entregues nas instituições e distribuídos aos pais pelos técnicos das mesmas. No final de cada sessão houve a distribuição de um certificado. As sessões contaram sempre com técnicos da área da nutrição e da saúde oral. Em relação à avaliação desta actividade, devemos referir que não foi possível realizar uma avaliação final junto dos destinatários, o que se deve, em grande parte, ao facto do público participante não ser sempre o mesmo ao longo das sessões. No entanto, a nossa presença habitua nas sessões do Aprender para Educar, permitiu-nos observar uma grande participação dos pais e filhos, educadores, professores e alunos nos temas de saúde oral e obesidade abordadas. Por exemplo, os pais que levavam os filhos a estas sessões, procuravam, junto da nutricionista ou do médico dentista, obter respostas para alguns dos problemas nutricionais e de saúde oral dos filhos. 4. Blog Mais Saúde O Blog + Saúde (http://blog.espacot.pt/mais_saude/) foi constantemente actualizado e foi um bom suporte para a divulgação das acções/actividades realizadas até à actualidade. Deste faz parte registos fotográficos das sessões integradas nas oficinas do Sorriso, do Coração, no "Aprender para Educar" e nas Semanas do Sorriso e do Coração e, ainda, a divulgação dos trabalhos de expressão plástica realizados pelos alunos sobre saúde oral e obesidade e informação sobre estes temas. 5. Semanas do Sorriso e do Coração Ao longo dos dois anos do Projecto Mais Saúde, foram implementadas as 3 semanas do Sorriso e do Coração que tinham por objectivo principal sensibilizar a comunidade geral para a importância dos hábitos alimentares e da higiene oral na promoção da saúde. A primeira semana realizou-se na Estação do Metro do Campo 24 de Agosto, entre 14 e 18 de Dezembro de 2009, a segunda, entre 10 a 13 de Maio, na Estação de S. Bento e a terceira semana, entre 27 de Novembro e 2 de Dezembro de 2010, no Salão Nobre da Junto de Freguesia do Bonfim. Destas semanas fizeram parte duas caminhadas pela saúde que envolveram cerca de 550 alunos e 25 professores da Escola EB1/JI do Campo 24 de Agosto e da Sé e do ATL da Junta de Freguesia da Sé, 5 técnicos, 10 alunos da comunidade de inserção do Espaço t e alguns pais. Aos participantes na caminhada do primeiro ano foi atribuída uma capa de chuva Página 17 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 alusiva à temática e, no segundo ano, uma t-shirt, para além da distribuição de uma garrafa de água e de uma maçã que serviram de chamada de atenção para a importância destes na nossa saúde. Nestas semanas participaram a Universidade Fernando Pessoa, a Fundação Portuguesa de Cardiologia, a Farmácia Sarabando, a Associação de Solidariedade da Zona das Fontainhas, o Instituto Português da Juventude, a Associação Portuguesa de Nutricionistas e a Ergovisão. Nelas realizaram-se rastreios a nível da pressão arterial, frequência cardíaca, glicemia, colesterol, saúde oral, visão e antropométricos (peso, altura, do índice de massa corporal) e distribuiu-se material informativo/preventivo sobre alimentação/nutrição e higiene oral. Além disso, concretizou-se uma exposição de fotografia, projecções audiovisuais e uma exposição de pintura. A mesma exposição de fotografia esteve patente, também, num evento programado pelo Instituto Português da Juventude. Podemos, deste modo, salientar que as semanas do sorriso e do coração constituíram um sucesso tanto a nível de adesão por parte da comunidade em geral assim como a nível das instituições participantes. Duas delas tiveram uma cobertura televisiva. 6. Dois Catálogos Foram concretizados os dois catálogos previstos, tendo-se optado pelo formato 2 em 1, dada a transversalidade dos temas abordados. O número total de páginas, dos dois catálogos, é de 56 (excluindo as capas) e cada um deles contém registos fotográficos das actividades do Mais Saúde, textos sobre o projecto e sobre os temas. A maior parte dos catálogos assenta no registo fotográfico em que os modelos são os participantes das actividades do projecto, das cinco instituições parceiras, e neles é evidenciado os alimentos, os dentes e a obesidade, ao que se junta alguma informação de sensibilização e prevenção. Quanto aos títulos, um chama-se Um Sorriso com Mais Coração - Promoção da Saúde Oral na Infância e na Adolescência e o outro Um Coração com Mais Sorriso - Prevenção da Obesidade na Infância e na Adolescência. Página 18 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Avaliação de conhecimentos, atitudes e comportamentos - Obesidade e Saúde Oral O questionário utilizado resultou de um trabalho de parceria com o Grupo de Investigação de Antropologia da Saúde da Universidade Fernando Pessoa e consistia em duas partes principais, uma sobre a obesidade e alimentação e outra sobre a saúde oral. A primeira parte, era constituída por 20 questões sobre conhecimentos de alimentação e de obesidade, atitudes e comportamentos alimentares; a segunda parte, versava sobre conhecimentos e atitudes relacionadas com a saúde oral. - Ao nível material, salientámos uma rentabilização dos recursos nas actividades/acções integradas no projecto, sem prejuízo para os resultados alcançados até ao momento. A produção de material pedagógico, tais como 4 jogos Mais Saúde e apresentações de powerpoint sobre as temáticas da intervenção, a utilização nas actividades de expressão plástica (colagem, moldagem, desenho e pintura) de materiais recicláveis e oferecidos, permitiram-nos atingir os resultados sem implicar grandes custos. Para além disso, a produção de material gráfico obedeceu a um critério de multifuncionalidade, dado que, por exemplo, o cartaz, para além de servir para divulgar o projecto e as suas acções, foi um jogo do cocas e uma agenda para marcação de eventos. Podemos ainda referir que a partir das oficinas produziu-se o material fotográfico e de expressão plástica utilizados nas exposições e projecções multimédia da Semana do Coração e do Sorriso e nos dois catálogos, o que, em ambos os casos, pressupôs menos gastos, rentabilização dos recursos materiais e humanos. - A nível de recursos humanos, evidenciou-se a mobilização de um grupo de profissionais (das instituições parceiras e promotora) que a título voluntário prestaram o seu contributo técnico para que algumas acções/actividades atingissem os seus objectivos. Isto foi evidente na actividade Aprender para Educar onde já intervieram 3 psicólogos, 3 técnicos da área da saúde e 2 da nutrição. As actividades/acçôes da Semana do Sorriso e do Coração não implicaram custos financeiros de grande relevo, pois foram sustentadas pelos destinatários e técnicos responsáveis das instituições parceiras e promotora e por entidades públicas e privadas que aceitaram o convite para instalarem stands nos locais seleccionados para a realização dos eventos. Em relação aos ganhos a nível da saúde salienta-se: - Maior in(formação) e sensibilização sobre a alimentação e saúde oral; Página 19 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 - Promoção de competências nas áreas da nutrição, da alimentação saudável e da saúde oral, em crianças pais/educadores; - Prevenção de doenças cardiovasculares, orais, cancros gastrointestinais, diabetes e obesidade; - Ênfase colocada nos hábitos alimentares saudáveis, de higiene (pessoal e alimentar) e de actividade física na promoção da saúde; - Proporcionar experiências pedagógicas a crianças e jovens que permitam uma escolha de um estilo de vida saudável ao longo do seu percurso de vida. UTENTES NO ESPAÇO T – TROFA EM 2010 Gráfico 11. Número total de novos/as utentes inscritos/as por anos, na filial da Trofa 140 117 120 100 76 80 40 102 103 2008 2009 2010 78 74 56 55 60 96 32 20 0 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 A análise deste gráfico revela que nos anos 2002 (117), 2009 (102) e 2010 (103) esta filial contou com um maior número de utentes inscritos/as, comparativamente aos outros anos. Página 20 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Gráfico 12. Número de utentes frequentadores/as provenientes de inscrições anteriores a 2010 35 30 25 20 15 10 5 0 30 14 4 0 0 1 0 1 0 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Podemos verificar através da análise deste gráfico que o maior número de frequentadores/as provêm de, 2008 (14) e 2009 (30) Gráfico 13. Média de frequência da filial na Trofa em 2010 5 Informática Pintura 15 5 Guitarra 8 Fotografia 8 Consulta Psicologia 6 Exp. Plástica 12 Escrita Criativa 44 Teatro 50 40 30 20 10 0 Relativamente à análise deste gráfico podemos destacar que, em 2010, os ateliês que foram mais frequentados foram os de consulta de psicologia, guitarra, Teatro e Expressão Plástica. Página 21 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Gráfico 14 . Utentes inscritos/as por sexo: Masculino Feminino 29 74 ∑ = 103 Alunos Sexo 74 29 Masculino Feminino Através da análise este gráfico, podemos constatar que o público-alvo que mais procura os nossos serviços, é o sexo feminino. Gráfico 15. Utentes inscritos/as por localidade Trofa Vila Nova Famalicão Maia São Mamede do Coronado Ribeirão Guidões Alvarelhos São Romão do Coronado Santiago do Bougado S. Martinho Bougado Alfena Covelas Muro Lousado 71 1 2 2 1 3 2 7 6 2 1 2 2 1 Página 22 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 2 2 1 Lousado 1 Muro 2 Covelas 6 Alfena 7 S. Martinho 2 Santiago do Bougado 3 São Romão Coronado Ribeirão 1 Alvarelhos 2 São Mamede Coronado 2 Maia Famalicão Trofa 1 Guidões 71 No que refere à localidade da proveniência dos/as inscritos/as, pode-se concluir que a maioria, ou seja, 71 são da Trofa, 7 de São Romão do Coronado. Gráfico 16. Utentes inscritos /as por Instituição de Encaminhamento Não Encaminhados APPACDM Centro de Saúde da Trofa Seg. Social de Santo Tirso Centro Comunitário Trofa Hospital Magalhães Lemos Cruz Vermelha Trofa GMAPPT CPCJ Trofa Muro de Abrigo Santa casa da Misericórdia Escola Secundária Trofa Escola Preparatória Trofa 62 12 4 2 3 1 10 1 1 1 4 1 1 Página 23 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Esc. Prep. Trofa Esc. Sec. Trofa St.ª Casa Miseric. Muro de Abrigo CPCJ Trofa GMAPPT C.V. Trofa Hosp. Mag. Lemos C.C. Trofa Seg. Soc. St.º C.S.Trofa APPACDM Não Encaminhados 1 1 1 1 1 1 4 10 3 2 4 0 12 10 62 20 30 40 50 60 70 Analisando o gráfico acima designado, verifica-se que a maioria dos/as inscritos /as procuram os nossos serviços autonomamente (62), sendo o restante número encaminhado por outras instituições. Gráfico 17. Número de novos/as inscritos/as, por patologia 53 6 1 Avaliação Psicológica 3 Dificuldades Aprendiagem 1 Perturbação Ansiosa 2 Autismo 4 Hiperactividade 8 Bipolaridade Depressão Doença Mental Deficiência Motora Sem Patologia 2 Apoio Emocional 9 1 Psicose 12 Relativamente á patologia dos/as novos/as inscritos /as, conclui-se que a maioria, ou seja, 53 indivíduos não têm patologia declarada, seguindo-se a mental com 12. Gráfico 18. Percentagem de novos /as utentes inscritos/as, por escalão NÃO ISENTOS: ISENTOS: COMPARTICIPAÇÃO MINIMA 21 63 19 Página 24 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Isentos Não Isentos Comparticipação Mínima No que refere aos/ás novos/as utentes inscritos/as, por escalão, 19 estão abrangidos/as pela comparticipação mínima de 7.50 €/ mês, 63 encontram-se isentos/as e 21 não isentos/as, tendo estes/as de pagar o valor dos ateliers que frequentam. Gráfico 19. Número de novos /as utentes inscritos/as por habilitações literárias 34 28 16 16 7 Licenciatura Bacharelato Secundário 3º Ciclo 2º Ciclo 1 1º Ciclo Sem Habilitações 1 Da análise deste gráfico pode-se concluir que a maioria dos novos/as utentes inscritos/as têm o 3.º ciclo, seguido do 1.º ciclo. Página 25 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Relativamente ao Departamento de Emprego, este deu continuidade à sua actividade financiada pelo IEFP, através da criação do GIP – Gabinete de Inserção Profissional. De referir que este Departamento tem vindo a trabalhar em articulação com o IEFP Gráfico 20. Utentes atendidos /as desde 1997 até 2010 700 653 600 500 473 449 438 400 297 300 200 137 148 180 279 392 399 317 238 218 100 0 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Neste gráfico podemos constatar que durante os 13 anos de existência deste Departamento, o número de utentes atendidos/as em 2003, (653) e em 2010 (473) Gráfico 21.– Utentes inscritos/as por sexo em 2010 218 255 MASCULINO FEMININO Relativamente ao número total de utentes inscritos/as, podemos afirmar que o público-alvo que mais procura os nossos serviços é o sexo feminino, na procura de outras questões relacionadas com emprego. Página 26 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Durante o ano de 2010 voltaram a pedir apoio ao DE 155 pessoas (Acumulado de períodos anteriores) e conseguimos colocar confirmadamente 91 pessoas em emprego, formação ou estágio o que num total de 473 utentes atendidos representou 19% do total. De salientar, ainda, que no universo dos/ as 473 inscritos/as, cerca de 212, ou seja 45%, associavam a problemática da toxicodependência ou doença mental ou deficiência ao estado de desemprego. Destas 212 pessoas ficaram colocados/as 19 utentes toxicodependentes em fase de tratamento, 9 utentes que estão a ser acompanhados/as por doença do foro psíquico e 3 utentes que são portadores/as de deficiência. Ao todo colocamos 31 utentes em emprego ou formação profissional que, para além do desemprego tinham outras fragilidades associadas. Estas 31 pessoas representaram 14,6% do total dos/as colocados/as. Página 27 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Em relação à Linha Urgência, que apesar de todas as dificuldades conseguiu concretizar os seus objectivos, obtendo 259 chamadas Gráfico 22. Total de Atendimentos em 2010 70 Feminino Masculino 189 No que concerne ao número total de chamadas registadas (259) pela Linha Urgência, salienta-se que 189 foram do sexo feminino e 70 do sexo masculino. Gráfico 23. Estado Civil dos /as Apelantes 51 103 Solteiro Casado Divorciado União de Facto Viúvo Não Registado 79 No que respeita ao Estado Civil dos/as apelantes 103 afirmaram ser solteiros/as, 79 casados/as e 51 ocultaram o seu estado civil. Página 28 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Gráfico 24. Faixa etária dos/as Apelantes 2 17 20 anos - 30 anos 116 81 31 anos - 40 anos 41 anos - 50 anos 51 anos - 60 anos 61 anos - 70 anos 71 anos - 80 anos Não registado 5 25 13 Relativamente às idades dos/as apelantes, podemos concluir que ao longo deste período de análise, 116 destas chamadas preferiram omitir este dado. Gráfico 25. Profissão dos/as Apelantes Professora Trabalhador Finanças Médico Funcionário CTT Escritora 30 Cabeleireiro Engenheiro 125 Geografo Modista 35 3 20 Restauração Estudante Doméstica Enfermeiro Construção Civil Assistente Operativo No que se refere ao parâmetro da profissão dos/as apelantes, Agricultor125 não revelam a sua actividade profissional. Banqueiro Padeiro Administrativo Reformado Página 29 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Gráfico 26. Meio de Conhecimento da Linha Urgência 8 39 Amigos 35 Lista Telefónica Outros Não Registado 177 Podemos constatar que o meio através do qual os/as apelantes tiveram conhecimento da Linha Urgência, foi a lista telefónica. Gráfico 27. Frequência das Chamadas 21 1ª vez 2ª vez Não Registado 104 134 No que refere à frequência do número de vezes que os apelantes recorrem à Linha, a maioria ligou pela 1ª vez. Página 30 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Gráfico 28. Região 34 57 3 Norte Centro Sul 34 Ilhas Não Registado 131 Relativamente à zona do país que recorre à Linha com maior frequência, concluímos que a Zona Sul tem um maior volume de chamadas. Gráfico 29. Tipo de Respostas 16 9 12 37 Encaminhamento Apoio/ Suporte Informação Outros Não Registado 185 No que refere ao tipo de respostas efectuadas podemos constatar que, a maioria das chamadas foram no sentido de obter apoio/ suporte. Página 31 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Brigadas Espaço t O Departamento das Brigadas Espaço T, ao longo do ano de 2010, foi o reflexo de toda a conjuntura económica que é transversal a todas as Instituições: a falta de verbas. Foi realizada divulgação ao longo do ano, em diversos períodos, através da internet, reuniões com parceiros e e-mail. Os obstáculos à concretização das mesmas foi idêntico e colateral a todas as instituições que demonstraram interesse: a falta de capacidade económica para realizar brigadas nas suas instalações, quer instituições do âmbito privado ou público. Instituições que reuniram com o intuito de Protocolar com as Brigadas Espaço T: - Lar Padre Joaquim - Centro António Cândido - Instituto Van Zeller - Gaia Social - APD, Associação Portuguesa de Deficientes Actividades desenvolvidas: - Criação de Adereços de Moda – Instituto Van Zeller Página 32 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Formação Este departamento conseguiu ver o Espaço t certificado, junto da DGERT, por um período de três anos. De seguida iremos decompor todas as actividades desenvolvidas por este departamento. No entanto, importa ainda referir que o DFP celebrou um protocolo com o IEFP através da cedência de espaços para 4 cursos, o que foi uma mais valia ao nível financeiro. Durante o ano de 2010, o DFP realizou as seguintes actividades: a) Definição de Plano de Formação para 2011 (diagnóstico de necessidades, planeamento, concepção da formação). b)Elaboração de Candidaturas ao QREN no âmbito do Programa Operacional Potencial Humano no âmbito do Eixo 6, tipologia 6.1 c) Elaboração de candidaturas ao Eixo 7, nomeadamente, às tipologias 7.2 e 7.3 d) Elaboração de candidaturas ao Alto Comissariado para a Saúde e) Elaboração de uma candidatura Prémio Capacitar- BPI f) Elaboração de programas e realização de acções de Formação Não Financiada, Financiada e Formação Interna. g) Análise da Implementação das diferentes acções formativas h) Descrição e Avaliação das actividades estabelecidas para 2010 i) Avaliação do grau de cumprimento dos Objectivos estabelecidos no Plano de Intervenção para 2010. j) Balanço do Plano de Acções de Melhoria para o Ano de 2010; k) Avaliação Das acções (Formação Financiada e não Financiada) l) Elaboração do Plano de Acções de Melhoria para 2011; m) Elaboração do Plano de Intervenção para o Ano de 2011; 2. Definição do Plano de Formação para 2011 2.1) Diagnóstico de Necessidades de Formação Externa FORMAÇÃO FINANCIADA O diagnóstico de necessidades foi elaborado a partir das informações recolhidas junto de empresas de trabalho temporário com as quais trabalhamos em parceria, desenvolvendo reuniões de trabalho; departamento de emprego do Espaço t, GIP da junta de freguesia da Sé, CNO do espaço T, CPCJ oriental e ocidental do Porto, IRS, centros de emprego. Para além Página 33 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 disso, recorreu-se com frequência à consulta de jornais diários para aferir quais as áreas com maior procura de profissionais. FORMAÇÃO NÃO FINANCIADA O diagnóstico de necessidades foi realizado com base nas áreas formativas mais procuradas por potenciais formandos. Este levantamento de necessidades formativas é concretizado através do preenchimento de uma ficha de inscrição onde consta a área de formação que se pretende realizar. De salientar que ao longo dos anos o Espaço t desenvolve e apresenta formação com base na missão da instituição onde são apresentadas também áreas de formação para as quais o Espaço t já possui uma vasta experiência formativa. 2.1.1) Planeamento de Formação Externa O planeamento, concepção e implementação das acções de formação, foram orientados de acordo com os processos chave definidos no decorrer da implementação do Sistema de Gestão da Qualidade. Nota: Aguardamos abertura de novas candidaturas, nomeadamente para o Eixo 2, tipologia 2.2- Educação e formação de adultos e 2.3- UFCD´s Relativamente à formação não financiada foi realizado o respectivo plano de formação. 2.2) Diagnóstico de Necessidades de Formação Interna No âmbito da elaboração do plano de formação interno de 2011, foi aplicado um inquérito por questionário distribuído pelos vários departamentos, com o objectivo de aferir as necessidades reais da equipa do espaço T. Anteriormente foi solicitado a todos/as os colaboradores/as que apresentassem propostas quanto às áreas que consideravam pertinentes ver abordadas na formação interna. Após a recepção dessas sugestões, foi elaborado e aplicado um inquérito por questionário apresentando um conjunto de áreas consideradas pertinentes para as actividades desenvolvidas na instituição. Foi reservada ainda um espaço para eventuais sugestões dos/as colaboradores/as. 2.2.1) Planeamento de Formação Interna De acordo com a informação recolhida, tendo em consideração os interesses e necessidades dos colaboradores da instituição, foi planeado e desenvolvido o plano de formação interno. Cumpriu-se também os requisitos legais, relativamente às áreas de formação mencionadas no código do trabalho. Página 34 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 - Resumo das necessidades de formação interna (obtidas através da análise dos questionários aplicados) Após análise e tratamento de dados, são apresentadas em seguida as áreas consideradas mais relevantes e as menos valorizadas pela equipa do Espaço t. De salientar que o critério de apresentação das mesmas foi a percentagem de respostas igual ou superior a 50%. Formações classificadas de Muito Relevantes 1- Saúde mental - estratégias para lidar c/ pessoas em vários contextos- 96.3% 2- Inteligência emocional – 88.9% 3- Arte como terapia- 81.5% 4- Promoção da Inclusão Social- competências comunicacionais para inclusão- 81.5% 5- Inglês - nível 2- 77.8% 6- Relacionamento Interpessoal ao nível das relações humanas e comunicação- 77.8% 7- Gestão de equipamentos sociais- 66,7% 8- Informática- apresentações multimédia- 66.7% 9- Informática- Excel- 63% 10- Assertividade- comunicação assertiva intra e extrainstitucional- 63% 11- Educação para o consumo- na instituição e vida pessoal- 59.3% 12- Segurança contra incêndios e evacuação- 51.9% 13- Espanhol- Nível 2 - 51.9% 14- E-learning- 51.9% Sugestões dos/as colaboradores/as 1- Publisher 2- Design de páginas de internet 3- Microsoft server 4- Sistematização de dados 5- Gestão do tempo 6- As diferentes patologias 7- Criatividade 8- Braille 9- Consultoria de moda e etiqueta Página 35 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 10- Primeiros socorros 11- Educação financeira- taxas de mercado 3)Elaboração de Candidaturas ao QREN no âmbito do Programa Operacional Potencial Humano no âmbito do Eixo 6, tipologia 6.1- 2011/2012 Eixo 6 – Cidadania, Inclusão e Desenvolvimento Tipologia 6.1 – Formação Para a Inclusão - 1 Curso de Acompanhante de Crianças (Porto) - 1 Curso de Empregado Comercial (Porto) - 1 Curso de Técnico Auxiliar de saúde (Trofa) - 1 Cursos de Animadores de Geriatria (Trofa) 4) Elaboração de candidatura ao QREN no âmbito do Programa Operacional Potencial Humano no âmbito do Eixo 7, tipologia 7.2 e 7.3 - para 2011/2012 EIXO 7- Igualdade de Género TIPOLOGIA 7.2 - Planos para a Igualdade “ Nós & Voz, Igualdade em Acção” Este projecto consiste na elaboração de um Plano para a Igualdade e na sua efectiva implementação no seio da instituição. Com este projecto pretende-se: 1º Integrar a perspectiva da Igualdade de Género em todos os níveis e rotinas da instituição, pela introdução de práticas facilitadoras que promovam a eliminação da discriminação entre homens e mulheres e a conciliação entre a vida pessoal e profissional dos colaboradores. 2º Capacitar os destinatários para a plena integração da Igualdade de Género na gestão da sua vida familiar. 3ª Disseminar os instrumentos e práticas implementadas junto da comunidade onde a instituição desenvolve a sua actividade, pelo estabelecimento de parcerias e pela promoção de acções TIPOLOGIA 7.3 - Apoio Técnico e Financeiro às ONG “ X e Y - uma realidade a alterar” Este projecto tem como finalidade a sensibilização para todo o tipo de violência junto de jovens, com idades compreendidas entre os 12 – 17 anos, bem como os utentes do Espaço t (todos com idades, iguais ou superiores aos 18 anos). Será realizado em zonas problemáticas da cidade do Porto e em parceria com Escolas do 3º Ciclo, contando também com a participação dos utentes da nossa. Recorrendo a uma metodologia de projecto participativa, pretende-se envolver os alunos das escolas na aquisição de conhecimentos sobre a temática e posterior criação de material de sensibilização junto da comunidade escolar e o Página 36 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 envolvimento dos nossos utentes na realização happening`s junto da população civil a desenvolver em espaços públicos. 5) Elaboração de candidaturas ao Alto Comissariado para a Saúde - para 2011/2012 - Criação de um serviço de rádio on-line Este projecto consiste na criação de um serviço de rádio online, cujos produtores serão portadores de doença mental. Devidamente orientados por equipa técnica qualificada, pretende-se preconizar uma mudança ao nível do papel e da participação das pessoas com doença mental no tratamento da sua doença e na sua integração na sociedade. - Plano de Formação dirigido a profissionais da área da saúde mental O plano de formação apresentado tem em vista formar profissionais da área da saúde, nomeadamente, profissionais que trabalham com portadores de doença mental, sensibilizando para a utilização da arte como terapia. Este projecto formativo pretende servir como um complemento às competências adquiridas durante a formação pré e pós graduada dos profissionais desta área. 6) Elaboração de uma candidatura ao Prémio Capacitar BPI- 2010/2011 - Centro de imagem Este centro de imagem é um complemento ao trabalho desenvolvido pela comunidade de inserção do Espaço t, procurando abranger duas vertentes essenciais: o Emprego e a Imagem, fomentando o auto conceito e a auto confiança. O Centro de Imagem pretende conceder à população desempregada os meios para que possam responder de uma forma efectiva a solicitações de emprego, que pode ser de aquisição de novos conhecimentos, e ao mesmo tempo trabalhar a sua imagem pessoal (o seu aspecto físico), que muitas vezes faz desacreditar os indivíduos das suas próprias capacidades ou, por sua vez, as entidades empregadoras. Este centro pretende disponibilizar um serviço especializado em consultoria de imagem pessoal que envolve o diagnóstico, a gestão, o treino e o desenvolvimento personalizado da identidade visual de cada indivíduo. Página 37 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 7) Realização de acções de Formação - Formação Financiada, Não Financiada e Formação Interna, durante o ano de 2010 7.1) Formação Financiada Durante o ano de 2010, o DFP encontrava-se responsável pela gestão das acções de formação em baixo apresentadas. Eixo 1 – Qualificação Inicial de Jovens Tipologia 1.3 – Cursos de Educação e Formação de Jovens Curso CEF de Práticas Comerciais- Porto (transita para 2011) Curso CEF de Instalação e Operação de Sistemas Informáticos – Trofa (transita para 2011) Eixo 2 - Adaptabilidade e Aprendizagem ao Longo da Vida Tipologia 2.2 - Cursos de Educação Formação de Adultos - Curso EFA de Empregado Comercial B3, regime laboral - Porto - Curso de Acção Educativa, regime laboral - Trofa - Curso EFA Empregado de Andares B3, regime laboral - Porto (transita para 2011) - Curso EFA Técnicos de apoio à Gestão NS, regime pós-laboral- Porto (transita para 2011) Tipologia 2.3 – Formações Modulares Certificadas – Componente da Formação de Base 1 UFCD de STC_7 – Sociedade, Tecnologia e Ciência- fundamentos 2 UFCD MV_B3_B – Matemática para a Vida Tipologia 2.3 – Formações Modulares Certificadas – Componente de Formação Tecnológica 4 UFCD 5443 – Língua Inglesa – Relações laborais, Iniciação 4 UFCD 5444 – Língua Inglesa – Relações laborais, Desenvolvimento 3 UFCD 0756- Folha de Cálculo 4 UFCD 0754- Processador de Texto Eixo 6 – Cidadania, Inclusão e Desenvolvimento Tipologia 6.1 – Formação Para a Inclusão 1 Cursos de Animadores de Geriatria (Porto) Página 38 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Eixo 7 – Igualdade de Género Tipologia – 7.3 Apoio Técnico e Financeiro às Organizações Não Governamentais Projecto “+ Igualdade” 7.2) Formação Não Financiada Durante o ano de 2010, a nível de formação não financiada, foram realizadas as seguintes acções de formação, nas delegações Porto e Trofa: - Curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores 4 Acções de Formação (Delegação Trofa) Destinatários: público em geral Requisitos: 9º ano de escolaridade, 2 anos de experiência em área de interesse relevante Duração: 123 horas Formandos Admitidos: 39 formandos/as no total Formandos Desistentes: 0 Formandos Não Aprovados: 0 Formandos Aprovados: 39 Modalidade de Formação: Formação Qualificante - Cursos Vídeo, Acção Intervenção 1 Acções de Formação (Delegação Porto) Destinatários: público em geral Requisitos: sem requisitos específicos Duração: 18 horas Formandos Admitidos: 7 formandos/as no total Formandos Desistentes: 0 Formandos Não Aprovados: 0 Formandos Aprovados: 7 Modalidade de Formação: Formação Qualificante Página 39 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 - Cursos Introdução à Fotografia 2 Acções de Formação (Delegação Porto) Destinatários: público em geral Requisitos: sem requisitos específicos Duração: 12 horas Formandos Admitidos: 10 formandos/as no total Formandos Desistentes: 0 Formandos Não Aprovados: 0 Formandos Aprovados: 10 Modalidade de Formação: Formação Qualificante 7.3) Formação Interna Durante o ano de 2010, a equipa do Espaço t obteve formação nas áreas de: - Gestão da comunicação interna - Implementação do sistema de gestão da qualidade - Igualdade de oportunidades - Organização e gestão do tempo - Sensibilização em higiene e segurança no trabalho - Primeiros socorros 8) Análise e descrição dos objectivos das acções aprovadas para 2010 Seguidamente, é apresentada uma análise segmentada das diversas acções formativas aprovadas durante o ano de 2010. Na modalidade de Formação/ Educação ao longo da vida, o Espaço t contou com a aprovação de uma acção de longa duração e com dupla certificação- Curso EFA de Empregado de Andares, B3. Ainda neste âmbito foram aprovadas 18 Unidades de Formação de Curta Duração (UFCD) dirigidas a complementar percursos escolares ou profissionais. Para além disto, o DFP conseguiu a aprovação de mais 1 cursos no âmbito da Formação para a Inclusão. Para a modalidade de educação e formação de jovens, foi aprovado mais 1 curso desta tipologia. Página 40 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 8.1) Educação e Formação de Adultos Com a implementação da modalidade EFA pretende-se atingir os seguintes objectivos e resultados: - Promover cursos de formação que utilizem novas metodologias formativas e novas estratégias com vista à reinserção social e profissional dos formandos; - Contribuir para a redução do défice de qualificação escolar e profissional da população alvo, aumentando a sua empregabilidade; - Validar e reconhecer saberes adquiridos pelos formandos ao longo da vida, de forma formal ou informal; - Atenuar as desigualdades sociais adversas das qualificações educativas e profissionais dos públicos desfavorecidos; - Criar condições de autonomia nos formandos; - Valorizar o exercício da cidadania e aumentar as condições de empregabilidade; - Modificar atitudes de desvalorização pessoal; 8.2) Unidades de Formação de Curta Duração As UFCD constituem uma oferta de formação que visam a elevação dos níveis de qualificação dos activos (sejam eles empregados ou desempregados de curta ou longa duração), garantindo-lhes o acesso a módulos de formação de curta duração, capitalizáveis, realizados no quadro de um determinado percurso formativo, com vista à obtenção de uma qualificação correspondente a uma determinada saída profissional. Estas permitem a aquisição de conhecimentos em determinadas áreas consideradas fundamentais para o desenvolvimento do indivíduo. Objectivos: Integradas no âmbito da formação contínua de activos, permitem o reforço ou aquisição de competências pessoais e profissionais, com vista a uma (re)inserção ou progressão no mercado de trabalho. 8.3) Formação para a Inclusão Com a implementação das Acções de Formação do Eixo 6, o DFP pretende alcançar os seguintes objectivos e resultados: Página 41 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 - Promover o desenvolvimento de competências pessoais e sociais junto de grupos excluídos ou socialmente desinseridos, tendo como grande objectivo a promoção da sua reinserção social e profissional. É ainda nossa intenção apoiar os indivíduos na definição de projectos de vida saudáveis tornando-os indivíduos aptos ao exercício da cidadania plena e responsável. 8.4) Curso de Educação e Formação de Jovens Com a implementação das Acções de Formação do Eixo 1 o DFP pretende alcançar os seguintes resultados e objectivos: Os CEF´s (cursos de Educação e Formação) pretendem dotar os jovens de meios necessários ao sucesso escolar, profissional e social. Outro dos objectivos é o de reforçar nos alunos a autonomia e a auto-estima, competências essenciais para uma boa integração no mercado de trabalho. 9) Descrição das actividades formativas realizadas em 2010 FINANCIADA, NÃO FINANCIADA e FORMAÇÃO INTERNA 9.1) Curso EFA de Empregado de Andares Destinatários: Adultos sem a escolaridade de 9 anos, detentores de baixas qualificações escolares e/ou profissionais Requisitos: 6º ano de escolaridade; Idade igual ou superior a 18 anos Duração: 1910 horas Data de Início: 28/06/10 Data de Fim: 30/09/11 Formandos Admitidos: 15 Formandos Homens: 7 Mulheres: 8 Formandos Desistentes: A DECORRER Formandos Não Aprovados: A DECORRER Formandos Aprovados: A DECORRER Modalidade de Formação: Formação/Educação Recorrente Resultados Esperados: Proceder à execução do serviço limpeza, arrumação e decoração dos quartos, andares e zonas comuns e do serviço de lavandaria/ rouparia da unidade hoteleira de modo a garantir um serviço de qualidade e a satisfação dos clientes. Página 42 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 9.2) Unidades de Formação de Curta Duração Durante o ano de 2010, foram realizadas as seguintes acções de curta duração: 4 UFCD 0754 –Processador de Texto Objectivo geral: Elaborar, editar e imprimir documentos. Introduzir elementos gráficos em documentos e elaborar e editar documentos longos. Destinatários: Activos com idade superior a 16 anos e que sejam detentores de baixas qualificações escolares e/ou profissionais ou que possuam qualificações desajustadas às necessidades do mercado de trabalho, nos termos da legislação nacional aplicável às Formações Modulares Certificadas Duração: 50h Modalidade de Formação: Formação Contínua Acção 1 Data de Início: 01.06.2010 Data de Fim: 09.07.2010 Formandos Admitidos: 15 Formandos Formandos Desistentes: 1 Formandos Não Aprovados: 0 Formandos Aprovados: 14 Acção 2 Data de Início: 08.06.2010 Data de Fim: 09.07.2010 Formandos Admitidos: 15 Formandos Formandos Desistentes: 2 Formandos Não Aprovados: 0 Formandos Aprovados: 13 Página 43 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Acção 3 Data de Início: 13.09.2010 Data de Fim: 21.10.2010 Formandos Admitidos: 12 Formandos Formandos Desistentes: 0 Formandos Não Aprovados: 0 Formandos Aprovados: 12 Acção 4 Data de Início: 21.10.2010 Data de Fim: 30.11.2010 Formandos Admitidos: 15 Formandos Formandos Desistentes: 2 Formandos Não Aprovados: 0 Formandos Aprovados: 13 2 UFCD MV_B3_B – Matemática para a Vida Objectivo geral: Interpretar, organizar, analisar e comunicar informação utilizando processos e procedimentos matemáticos. Usar a matemática para analisar e resolver problemas e situações problemáticas. Compreender e usar conexões matemáticas em contextos de vida. Raciocinar matematicamente de forma indutiva e de forma dedutiva Destinatários: Activos com idade superior a 16 anos e que sejam detentores de baixas qualificações escolares e/ou profissionais ou que possuam qualificações desajustadas às necessidades do mercado de trabalho, nos termos da legislação nacional aplicável às Formações Modulares Certificadas Duração: 50h Modalidade de Formação: Formação Contínua Página 44 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Acção 1 Data de Início: 21.06.2010 Data de Fim: 16.07.2010 Formandos Admitidos: 15 Formandos Formandos Desistentes: 0 Formandos Não Aprovados: 0 Formandos Aprovados: 15 Acção 2 Data de Início: 13.09.2010 Data de Fim: 12.10.2010 Formandos Admitidos: 14 Formandos Formandos Desistentes: 1 Formandos Não Aprovados: 0 Formandos Aprovados: 13 4 UFCD 5443 – Língua Inglesa – Relações laborais, Iniciação Objectivo geral: Reconhecer e produzir mensagens orais e escritas em língua Inglesa relacionadas com a actividade profissional, nomeadamente, em matéria de negociação colectiva, Direito do trabalho e comunicação institucional. Destinatários: Activos com idade superior a 16 anos e que sejam detentores de baixas qualificações escolares e/ou profissionais ou que possuam qualificações desajustadas às necessidades do mercado de trabalho, nos termos da legislação nacional aplicável às Formações Modulares Certificadas Duração das acções: 50h Modalidade de Formação: Formação Contínua Acção 1 Data de Início: 14.06.2010 Data de Fim: 15.07.2010 Formandos Admitidos: 15 Formandos Formandos Desistentes: 4 Formandos Não Aprovados: 0 Formandos Aprovados: 11 Página 45 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Acção 2 Data de Início: 05.07.2010 Data de Fim: 30.07.2010 Formandos Admitidos: 15 Formandos Formandos Desistentes: 1 Formandos Não Aprovados: 0 Formandos Aprovados: 14 Acção 3 Data de Início: 06.10.2010 Data de Fim: 04.11.2010 Formandos Admitidos: 15 Formandos Formandos Desistentes: 0 Formandos Não Aprovados: 0 Formandos Aprovados: 15 Acção 4 Data de Início: 06.10.2010 Data de Fim: 05.11.2010 Formandos Admitidos: 14 Formandos Formandos Desistentes: 2 Formandos Não Aprovados: 0 Formandos Aprovados: 12 4 UFCD 5444 – Língua Inglesa – Relações laborais, Desenvolvimento Objectivo geral: Reconhecer e produzir mensagens orais e escritas em língua Inglesa relacionadas com a actividade profissional, nomeadamente, em matéria de negociação colectiva, Direito do trabalho e comunicação institucional. Destinatários: Activos com idade superior a 16 anos e que sejam detentores de baixas qualificações escolares e/ou profissionais ou que possuam qualificações desajustadas às necessidades do mercado de trabalho, nos termos da legislação nacional aplicável às Formações Modulares Certificadas Duração: 50h Modalidade de Formação: Formação Contínua Página 46 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Acção 1 Data de Início: 16.07.2010 Data de Fim: 13.08.2010 Formandos Admitidos: 15 Formandos Formandos Desistentes: 2 Formandos Não Aprovados: 0 Formandos Aprovados: 13 Acção 2 Data de Início: 13.09.2010 Data de Fim: 30.09.2010 Formandos Admitidos: 15 Formandos Formandos Desistentes: 1 Formandos Não Aprovados: 0 Formandos Aprovados: 14 Acção 3 Data de Início: 08.11.2010 Data de Fim: 30.11.2010 Formandos Admitidos: 15 Formandos Formandos Desistentes: 0 Formandos Não Aprovados: 0 Formandos Aprovados: 15 Acção 4 Data de Início: 08.11.2010 Data de Fim: 30.11.2010 Formandos Admitidos: 15 Formandos Formandos Desistentes: 1 Formandos Não Aprovados: 0 Formandos Aprovados: 14 Página 47 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 3 UFCD 0756 –Folha de Excel Objectivo geral: Elaborar, editar e imprimir folhas de cálculo. Utilizar fórmulas e funções em folhas de cálculo. Inserir e formatar gráficos em folhas de cálculo. Efectuar operações com listas de valores em folhas de cálculo. Destinatários: Activos com idade superior a 16 anos e que sejam detentores de baixas qualificações escolares e/ou profissionais ou que possuam qualificações desajustadas às necessidades do mercado de trabalho, nos termos da legislação nacional aplicável às Formações Modulares Certificadas Duração: 50h Modalidade de Formação: Formação Contínua Acção 1 Data de Início: 12.07.2010 Data de Fim: 04.08.2010 Formandos Admitidos: 15 Formandos Formandos Desistentes: 1 Formandos Não Aprovados: 0 Formandos Aprovados: 14 Acção 2 Data de Início: 12.07.2010 Data de Fim: 04.08.2010 Formandos Admitidos: 15 Formandos Formandos Desistentes: 2 Formandos Não Aprovados: 0 Formandos Aprovados: 13 Acção 3 Data de Início: 25.10.2010 Data de Fim: 30.11.2010 Formandos Admitidos: 15 Formandos Formandos Desistentes: 1 Formandos Não Aprovados: 0 Página 48 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Formandos Aprovados: 14 1 UFCD de STC_7 – Sociedade, Tecnologia e Ciência- fundamentos Objectivo geral: Intervir em situações de relacionamento com equipamentos e sistemas técnicos tendo como base a identificação e compreensão dos seus princípios e o conhecimento das normas de boa utilização, conducentes ao reforço de eficiência e de capacidade de entendimento das relações sociais. Destinatários: Activos com idade superior a 16 anos e que sejam detentores de baixas qualificações escolares e/ou profissionais ou que possuam qualificações desajustadas às necessidades do mercado de trabalho, nos termos da legislação nacional aplicável às Formações Modulares Certificadas Duração: 50h Modalidade de Formação: Formação Contínua Acção 1 Data de Início: 09.09.2010 Data de Fim: 20.10.2010 Formandos Admitidos: 13 Formandos Formandos Desistentes: 1 Formandos Não Aprovados: 0 Formandos Aprovados: 12 9.3) Curso de Animadores em Geriatria – Porto Destinatários: Adultos sem a conclusão do 9º Ano de Escolaridade Requisitos: => 4º Ano de escolaridade até ao máximo de Frequência do 9º. Ano de Escolaridade Duração: 800 h Data de Início: 03/05/2010 Data de Fim: 30/11/2010 Formandos Admitidos: 15 Formandos Homens: 7 Mulheres: 8 Formandos Desistentes: 3 Formandos Não Aprovados: 0 Formandos Aprovados:12 Modalidade de Formação: Formação para a Inclusão Página 49 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Resultados Esperados: Dotar os/as formandos/as de competências pessoais, sociais, profissionais e relacionais que promovam a sua reinserção social e favoreça a integração no mercado de trabalho. Contribuir para o aumento das competências escolares uma vez que os/as formandos/as serão submetidos ao processo de RVCC em parceria com o CNO do Espaço T. 9.4) Curso CEF de Instalação e Operação de Sistemas Informáticos – Trofa (transita para 2011) Destinatários: Jovens com idades compreendidas entre os 15 e os 23 anos, em risco de abandono escolar Requisitos: 6º. Ano de escolaridade, 7ºano ou frequência do 8º. Ano de escolaridade Duração: 2211 h Data de Início: 01/02/2010 Data de Fim: 15/06/2011 Formandos Admitidos: 15 Formandos Homens: 10 Mulheres: 5 Formandos Desistentes: A DECORRER Formandos Não Aprovados: A DECORRER Formandos Aprovados: A DECORRER Modalidade de Formação: Formação Inicial 9.5) Acções de Formação não Financiadas A) Modalidade de Formação: Formação Qualificante No ano de 2010 ministrou-se, na modalidade de formação qualificante, 4 Curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores na delegação do Espaço t da Trofa. Tendo em conta o papel que a formação profissional assume nos dias de hoje, como forma de aquisição de saberes e competências, a formação pedagógica inicial de formadores deverá ser encarada pelas entidades formadoras como uma prioridade, visando a melhoria da qualidade profissional, através do reforço das competências pedagógicas dos formadores. Neste sentido o Curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores tem os seguintes objectivos gerais: - Situar o papel do formador no sistema onde se desenvolve a sua actividade e definir o respectivo perfil de competências desejável. Página 50 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 - Preparar, desenvolver e avaliar sessões de formação tendo em conta a facilitação do processo de aprendizagem pela selecção e aplicação de métodos, técnicas e meios pedagógicos mais adequados. E operacionalização da formação pela definição de objectivos operacionais pelo controlo dos resultados. - Auto avaliar o desempenho face ao perfil de competências desejado. Resultados Esperados: Com esta acção o formando deverá: - Conhecer e distinguir os diferentes sistemas de formação; - Conhecer as actuais correntes da pedagogia, aplicando-as na actividade de formador; - Conhecer os métodos e técnicas mais usados na formação; - Conhecer os métodos e técnicas mais usados na formação; - Distinguir e aplicar os diferentes tipos de liderança, reconhecendo os seus efeitos na prática pedagógica; - Fazer face à área onde desenvolve as suas competências, definir o perfil de competências adequado; - Ser capaz de definir objectivos pedagógicos, apercebendo-se da sua importância no processo formativo; - Saber elaborar um plano de formação; - Ser capaz de fazer a análise e auto análise de comportamentos pedagógicos; - Saber gerir o espaço de uma sala de aula, em função das tarefas a realizar; - Ser capaz de aplicar novas tecnologias de informação e comunicação, conhecendo os principais recursos didácticos, particularmente os suportes multimédia, aplicando-os adequadamente nas sessões de formação; - Ser capaz de animar uma sessão de formação, promovendo a comunicação entre todos os intervenientes; - Compreender o conceito de avaliação, conhecendo formas de avaliação e adequando-as às situações específicas; - Ser capaz de avaliar a acção de formação, através da definição de objectivos operacionais e pelo controlo dos resultados; Ser capaz de avaliar o seu próprio desempenha face ao perfil de competência desejado. Página 51 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 1ª Acção - Codigo do IEFP – 21991 Destinatários: Público em Geral Requisitos: Habilitações mínimas ao nível do 9 º ano de escolaridade, experiência profissional mínima de 2/3 anos numa área profissional relevante. Duração: 119 horas + 9 h de Comunicação dos Resultados Data de Início: 28/12/2009 Data de Fim: 10/03/2010 Formandos Admitidos: 8 Formandos – 2 Homens; 6 Mulheres Formandos Desistentes: 0 Formandos Não Aprovados: 0 Formandos Aprovados: 2 Homens: 6 Mulheres: Modalidade de Formação: Qualificante 2ª Acção - Código 25726 (Terminado) Destinatários: Público em Geral Requisitos: Habilitações mínimas ao nível do 9 º ano de escolaridade, experiência profissional mínima de 2/3 anos numa área profissional relevante. Duração: 119 horas + 9 h de Comunicação dos Resultados Data de Início: 08/02/2010 Data de Fim: 20/04/2010 Formandos Admitidos: 10 Formandos - 2 Homens: ; 8 Mulheres: Formandos Desistentes: 0 Formandos Não Aprovados: 0 Formandos Aprovados: 2 Homens; 8 Mulheres Modalidade de Formação: Qualificante 3ª Acção - Codigo do IEFP -28103 (Terminado) Destinatários: Público em Geral Requisitos: Habilitações mínimas ao nível do 9 º ano de escolaridade, experiência profissional mínima de 2/3 anos numa área profissional relevante. Duração: 119 horas + 9 h de Comunicação dos Resultados Data de Início: 07/06/2010 Data de Fim: 03/08/2010 Página 52 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Formandos Admitidos: 8 Formandos – 2 Homens; 6 Mulheres Formandos Desistentes: 0 Formandos Não Aprovados: Não aplicável à data do relatório Formandos Aprovados: 8 formandos Modalidade de Formação: Qualificante 4ª Acção - Codigo do IEFP -29550 (Terminado) Destinatários: Público em Geral Requisitos: Habilitações mínimas ao nível do 9 º ano de escolaridade, experiência profissional mínima de 2/3 anos numa área profissional relevante. Duração: 119 horas + 9 h de Comunicação dos Resultados Data de Início: 01/10/2010 Data de Fim: 03/12/2010 Formandos Admitidos: 13 Formandos – 4 Homens; 9 Mulheres Formandos Desistentes: 0 Formandos Não Aprovados: Não aplicável à data do relatório Formandos Aprovados: 13 formandos Modalidade de Formação: Qualificante B- Workshops- Delegação Porto No ano de 2010 ministrou-se, na modalidade de formação contínua, 2 Acções de introdução à fotografia e 1 Acção de Vídeo, Acção Intervenção. - Curso de Introdução à Fotografia Acção 1 Destinatários: público em geral Requisitos: nenhum Duração: 12 horas Data de Início: 13/03/2010 Data de Fim: 31/03/2010 Formandos Admitidos: 3 formandas e 1 formando Formandos Desistentes: 0 Formandos Não Aprovados: 0 Formandos Aprovados: 4 Página 53 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Acção 2 Destinatários: público em geral Requisitos: nenhum Duração: 12 horas Data de Início: 08/03/2010 Data de Fim: 24/03/2010 Formandos Admitidos: 2 formandas e 4 formandos Formandos Desistentes: 0 Formandos Não Aprovados: 0 Formandos Aprovados: 6 Objectivos gerais Visa dotar os participantes dos conhecimentos teóricos necessários à iniciação fotográfica. Objectivos específicos Aprender as técnicas fotográficas; Compreender o processo fotográfico aprendendo a trabalhar com a câmara fotográfica reflex; Desenvolver capacidades de observação do mundo que nos rodeia; Criar centros de interesses alternativos e estimular a criatividade e a realização de projectos artísticos - Curso de Vídeo, Acção Intervenção Acção 1 Destinatários: público em geral Requisitos: nenhum Duração: 18 horas Data de Início: 06/03/2010 Data de Fim: 20/03/2010 Formandos Admitidos: 3 formandas e 4 formandos Formandos Desistentes: 0 Formandos Não Aprovados: 0 Formandos Aprovados: 7 9.6) Formação Interna Durante o ano de 2010, a equipa de colaboradores teve formação nas seguintes áreas: Página 54 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Acção nº1 Área de formação- Primeiros Socorros Objectivo - Habilitar os participantes por forma a que, em caso de confrontados com situações de doença, acidente ou catástrofe, sejam capazes de planear e executar primeiros socorros adequados bem como, fazer a sua avaliação. Data de início- 19/04/2010 Data de fim-17/06/2010 Total de horas- 5 horas Acção nº2 Área de formação- Implementação do Sistema de Gestão da Qualidade Objectivo - dotar os participantes de conhecimentos que lhes permita implementar eficazmente as ferramentas definidas no sistema de gestão da qualidade Data de início- 29/04/2010 Data de fim-30/04/2010 Total de horas- 4 horas Acção nº 3 - 5 Acções de sensibilização de Implementação do Sistema de Gestão da Qualidade Destinatários- formadores/as externos/as do DFP Data das acções 27/04/2010 29/04/2010 22/06/2010 21/06/2010 30/06/2010 Total de horas realizadas- 5 horas Objectivo: uniformizar procedimentos e impressos ao nível dos processos do DFP implementados Acção nº 4 Área de formação- gestão da comunicação interna Página 55 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Objectivo - melhorar os procedimentos internos ao nível da comunicação da instituição entre os diversos departamentos Data de início- 20/05/2010 Data de fim- 21/05/2010 Total de horas- 5 horas Acção nº 5 Área de formação- Organização e Gestão do Tempo Objectivo – dotar os participantes de conhecimentos acerca das técnicas de gestão de tempo existentes que possibilitem ser mais eficiente e produtivo. Data de início- 09/06/2010 Data de fim- 28/06/2010 Total de horas- 6 horas Acção nº 6 Área de formação- Igualdade de Oportunidades Objectivo – sensibilizar toda a equipa para a problemática por forma a dotar os/as colaboradores/as de competências para a promoção da integração social, Data de início- 07/10/2010 Data de fim- 15/10/2010 Total de horas- 10 horas Acção nº 7 Área de formação- Sensibilização em Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho Objectivo – dotar toda a equipa de conhecimentos acerca da principal legislação sobre segurança, higiene e saúde no trabalho; possibilitar à equipa conhecimentos que lhes permita identificar as causas mais comuns de um incêndio e actuar/reduzir as mesmas, assim como, e adoptar os procedimentos correctos em caso de incêndio e evacuação. Data de início- 11/10/2010 Data de fim- 30/11/2010 Total de horas- 12 horas 10) Descrição das actividades formativas iniciadas em 2009 e concluídas em 2010 – formação financiada Página 56 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 10.1) CURSO EFA DE EMPREGRADO COMERCIAL Destinatários: Adultos sem a escolaridade de 9 anos, detentores de baixas qualificações escolares e/ou profissionais Requisitos: 6º ano de escolaridade; Idade igual ou superior a 18 anos Duração: 1835 horas Data de Início: 01/07/2009 Data de Fim: 31/08/2010 Formandos Admitidos: 15 Formandos Homens: 5 Mulheres: 10 Formandos Desistentes: 2 Formandos Não Aprovados: 1 Formandos Aprovados: 12 Modalidade de Formação: Formação/Educação Recorrente Resultados Esperados: Conseguir executar tarefas relacionadas com a venda de produtos e serviços em estabelecimentos comerciais tendo em atenção a satisfação dos clientes 10.2) Curso EFA de Acção Educativa – Trofa Destinatários: Adultos sem a conclusão do 9º Ano de Escolaridade Requisitos: 6º ano e idade igual ou superior a 18 anos Duração: 2235 h Data de Início: 01/07/2009 Data de Fim: 30/11/2010 Formandos Admitidos: 15 Formandos Homens: 1 Mulheres: 14 Formandos Desistentes: 1 Formandos Não Aprovados: 0 Formandos Aprovados:14 Modalidade de Formação: Formação/Educação Recorrente Resultados Esperados: Contribuir para a dinamização dos espaços para acolhimento de crianças e jovens, garantindo a sua segurança e bem-estar e promovendo o seu desenvolvimento adequado Página 57 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 10.3) Curso EFA de Técnicos de Apoio à Gestão Destinatários: Adultos activos sem a conclusão do 12º Ano de Escolaridade Requisitos: 9º ano ou frequência de 10º ou 11º e idade igual ou superior a 23 anos Duração: 2070 h Data de Início: 27/10/08 Data de Fim: 30/09/2011- A DECORRER Formandos Admitidos: 15 Formandos Homens: 1 Mulheres: 14 Formandos Desistentes: 5 Formandos Não Aprovados: A DECORRER Formandos Aprovados: A DECORRER Modalidade de Formação: Formação/Educação Recorrente Resultados Esperados: Assegurar a aplicação dos procedimentos técnico-administrativos necessários à elaboração, aplicação e actualização, dos instrumentos gerais de gestão, na empresa ou serviço público. 11) Descrição e avaliação das actividades estabelecidas para 2010 No Plano Geral de Actividades para 2010, submetido à apreciação da Assembleia Geral do Espaço t, foi aprovado, em específico para o Departamento de Formação e Projectos: Actividades - Conclusão da implementação do Sistema de Gestão da Qualidade segundo a norma ISO 9001:2008; - Promoção de 5 acções de Formação Pedagógica Inicial de Formadores; - Promoção de workshops e cursos de formação não financiadas dirigidos a indivíduos externos; - Diagnóstico de necessidades de formação interna e a organização das acções decorrentes; - Realização de todas as candidaturas possíveis de modo a assegurar a formação financiada no âmbito do POPH; - Formulação de candidaturas a projectos vários que se enquadrem na filosofia da instituição (direitos humanos, Estado da Actividade Observações Concluída parcialmente Implementação do SGQ a decorrer Concluída parcialmente Realizada menos 1 acção das planeadas Concluída Concluída Concluída Concluída Plano de formação interno definido Candidaturas submetidas – ver SIIFSE Candidaturas submetidas Página 58 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 hospital do futuro, entre outros); - Apresentação da proposta de renovação do CAP no âmbito da Igualdade de Oportunidades, junto da Delegação Regional do IEFP Norte. Não realizada Portaria que termina com a obrigatoriedade de renovação do CAP O DFP durante o ano de 2010, tinha como objectivos assegurar a realização dos seguintes projectos/actividades, a maioria das quais condicionadas à aprovação do financiamento respectivo, indicados de seguida: A) Continuação da execução/desenvolvimento dos seguintes cursos de formação financiada Actividades Estado da actividade Observações 1 Curso CEF – Práticas Comerciais (Porto) A decorrer Transita para 2011 1 Curso EFA de Empregado Comercial (Porto) Concluída ------- 1 Curso EFA de Técnicos de Apoio à Gestão Nível Secundário (Porto) A decorrer Transita para 2011 1 Cursos EFA de Acção Educativa (Trofa) Concluída -------- B) Desenvolver os seguintes cursos de formação financiada, sendo que se aguardava a aprovação pedagógica e financeira: Actividades Estado da actividade Observações A decorrer Transita para 2011 Não realizado Não existiu aprovação financeira - 1 Curso EFA de Empregado de Andares (Porto) A decorrer Transita para 2011 - 2 Curso Animadores de Geriatria, eixo 6 (Porto e Trofa) Concluída parcialmente Aprovação de 1 curso (Porto) Não realizado Não existiu aprovação financeira - Curso CEF – Instalação e Operação de Sistemas Informáticos (Trofa) - 2 Cursos EFA de cozinha (Porto e Trofa) - 1 Curso EFA de Arte Floral (Trofa) Página 59 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 C) Execução/desenvolvimento dos seguintes cursos de formação não financiada (UFCD): Actividades Estado da actividade Observações 4 Cursos Processador de Texto 0754 Concluída ------- 3 Cursos Folha de Cálculo Excel 0756 Concluída ------- 3 Cursos Língua Inglesa iniciação 5443 Concluída Foi realizado mais 1 UFCD nesta área 3 Cursos Língua inglesa desenvolvimento 5444 Concluída Foi realizado mais 1 UFCD nesta área 3 Cursos MV B3 B Concluída Foi realizado menos 1 UFCD (substituição por outra área) 2 Cursos STC 7 Concluída Foi realizado menos 1 UFCD (substituição por outra área) C) Execução/desenvolvimento dos seguintes workshops não financiados: Actividades Estado da actividade Observações 6 acções de Formação Pedagógica Inicial de Formadores Parcialmente Concluída Foram realizados 4 acções Não concluída CAP deixou de ter validade 1 curso de Formação Pedagógica Contínua de Formadores 1 curso de vídeo acção e intervenção Concluída Parcialmente Concluída Foram realizados 2 acções 1 curso de fotografia a preto e branco Não concluída Nº insuficiente de inscrições 1 curso de seropositividade, uma abordagem para técnicos Não concluída Nº insuficiente de inscrições Não concluída Nº insuficiente de inscrições 2 cursos Oficinas do Olhar – Saber e Ser Não concluída Nº insuficiente de inscrições 1 curso de Escrita Criativa Não concluída Nº insuficiente de inscrições 3 cursos de iniciação à fotografia 1 curso de gestão da formação Página 60 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 D) Execução/desenvolvimento das seguintes actividades formativas previstas no plano de formação interna: Actividades Gestão da Comunicação Interna na Empresa Implementação Sistema de Gestão da Qualidade Igualdade de Oportunidades Organização e Gestão do Tempo Língua inglesa ou Espanhol - noções de conversação e atendimento ao público Higiene e Segurança no Trabalho - Legislação e Riscos de incêndio Primeiros Socorros Estado da actividade Observações Concluída ------- Concluída ------- Concluída ------- Concluída ------- Não realizada Indisponibilidade do formador Concluída ------- Concluída ------- F) Elaboração de candidaturas a prémios de natureza diversa, nomeadamente: Actividades “Prémio BPI” Capacitar “Hospital do Futuro” Rádio da Loucura Total Alto Comissariado da Saúde Estado da actividade Observações Concluída Prémio não atribuído Concluída A aguardar resultado Concluída A aguardar resultado 12. Avaliação Qualitativa das acções de Formação (Formação Financiada e não Financiada) 12.1. Avaliação Final das acções ao nível quantitativo e qualitativo - Formação Financiada- concluídas em 2010 Página 61 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Tipologia 6.1- Animadores em Geriatria Após tratamento estatístico dos questionários aplicados aos/às formandos/as que terminaram o curso acima referenciado, a avaliação do curso foi Muito Boa, como se pode verificar no gráfico. Todos/as os/as formandos/as avaliaram a globalidade da acção com a cotação máxima. A avaliação final aqui reflectida tem em conta os seguintes critérios: objectivos do curso, metodologia utilizada, conteúdos programáticos, recursos da acção, desempenho dos/as Formadores/as, envolvimento dos formados, apoio da Coordenação/administrativo, organização da acção e desenvolvimento do estágio. Após análise dos dados recolhidos, pode-se concluir que a organização e desenvolvimento do curso foram eficazes, dado que a maioria das respostas se situa entre bom e muito bom. Foi também possível a concretização dos objectivos a que se propunha o departamento- 90% das respostas dos formandos/as se situar entre os critérios 4 e 5, na “Avaliação Global da Acção”. Tipologia 2.3- Unidades de Formação de Curta Duração Os gráficos abaixo apresentados permitem aferir resultados acerca do grau de satisfação dos/as formandos/as nas UFCD´s frequentadas. As apresentações dessa avaliação encontramse organizadas por áreas de formação e respectivos códigos. Todas as acções têm como objecto de avaliação os seguintes requisitos: objectivos do curso, metodologia utilizada, conteúdos programáticos, recursos da acção, desempenho dos/as Formadores/as, envolvimento dos formados, apoio da Coordenação/administrativo, organização da acção Página 62 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 A - UFCD´s 0754- Processador de Texto - 4 acções realizadas Como se pode verificar através da informação apresentada graficamente, as quatro acções da área de processador de texto foram avaliadas de uma forma muito positiva, a maioria das respostas dos/as formandos/as situa-se entre o nível Bom e Muito Bom. Página 63 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Se agruparmos a média de respostas das quatro acções realizadas nesta área de informática, obtemos a seguinte média por grau de satisfação: Nível 5- 67,77% das respostas avaliam como Muito Bom Nível 4- 25,44% das respostas avaliam como Bom Nível 3- 5,47% das respostas avaliam como Suficiente Nível 2- 0.96% das respostas avaliam como Insuficiente Como se pode verificar, a avaliação das UFCD´s- 0754 foi bastante satisfatória, sendo que mais de metade dos formandos/as avaliou como muito bom a acção de formação frequentada, mais de 90% das respostas situam-se entre o nível bom e muito bom, concretizando assim os objectivos a que nos propusemos para o ano de 2010. B- UFCD´s 0756- 3 acções realizadas Através da análise da informação apresentada graficamente, as três acções da área de folha de cálculo, foram avaliadas de uma forma muito positiva, a maioria das respostas dos/as formandos/as situa-se entre o nível Bom e Muito Bom. Página 64 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Se agruparmos a média de respostas das três acções realizadas nesta área de informática, obtemos a seguinte média por grau de satisfação: Nível 5- 65,78% das respostas avaliam como Muito Bom Nível 4- 22,48% das respostas avaliam como Bom Nível 3- 9,90% das respostas avaliam como Suficiente Nível 2- 0.26% das respostas avaliam como Insuficiente Página 65 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Sem resposta- 0,5% Como se pode verificar, a avaliação das UFCD´s- 0756 foi bastante satisfatória, sendo que mais de metade dos formandos/as avaliou com Muito Bom a acção de formação frequentada, 88,26% das respostas situam-se entre o nível Bom e Muito Bom. C - UFCD´s 5443- Relações Laborais- Inglês Iniciação: 4 Acções realizadas Após análise da informação recolhida, como se pode verificar nos gráficos em baixo apresentado, também na área de Inglês, o grau de satisfação dos/as formandos/as situa-se, maioritariamente, entre os níveis 4 e 5. Página 66 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Se agruparmos a média de respostas das quatro acções realizadas nesta área Inglês – Iniciação, obtemos a seguinte média por grau de satisfação: Nível 5- 59,6% das respostas avaliam como Muito Bom Nível 4- 31,9% das respostas avaliam como Bom Nível 3- 6,84% das respostas avaliam como Suficiente Nível 2- 0.28% das respostas avaliam como Insuficiente Como se pode verificar, a avaliação das acções nesta área foi bastante satisfatória, sendo que mais de metade dos formandos/as avaliou com Muito Bom a acção de formação frequentada, 91,5% das respostas situam-se entre o nível Bom e Muito Bom. D- UFCD´s 5444- 4 acções realizadas Na área de inglês- relações laborais- desenvolvimento o grau de satisfação dos/as formandos/as foi muito satisfatório com uma percentagem de respostas 93,3% entre os níveis ais elevados, 4 e 5. Página 67 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Página 68 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Se agruparmos a média de respostas das quatro acções realizadas nesta área Inglês – Desenvolvimento, obtemos a seguinte média por grau de satisfação: Nível 5- 63,6% das respostas avaliam como Muito Bom Nível 4- 29,7% das respostas avaliam como Bom Nível 3- 5,3% das respostas avaliam como Suficiente Nível 2- 0.9% das respostas avaliam como Insuficiente Como se pode verificar, a avaliação das acções nesta área foi bastante satisfatória, sendo que mais de metade dos formandos/as avaliou com Muito Bom a acção de formação frequentada. E- UFCD´s MV3B- 2 acções No que respeita à área de Matemática 58.5% dos/as formandos/as avaliaram com Muito Bom a acção de formação, 30,5% com Bom, 7.8% com nível Suficiente, 1.34% de respostas avaliaram negativamente e 1,9% dos/as formandos/as não respondeu a todas as questões. Tendo em conta o somatório de respostas entre os níveis mais elevados- 89%, o grau de satisfação relativamente às acções de matemática é bastante elevado. Página 69 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 F- UFCD´s STC- 1 acções Relativamente à área apresentada, o grau de satisfação com a UFCD em questão, foi considerado maioritariamente com o nível Muito bom- 60.83% de respostas. Logo a seguir segue-se o nível Bom com 30% de respostas, sendo que entre os níveis 4 e 5, o grau de avaliação atinge os 90.83% de respostas. Tendo em conta estes dados, pode-se afirmar que, na globalidade das acções, as UFCD´s foram realizadas de uma forma bastante satisfatória sendo que maioria das respostas se situa entre os níveis mais elevados. O grau de satisfação dos/as formandos/as foi manifestado como Bom ou Muito bom, o que nos leva a manter os mesmos níveis de exigência e os mesmos objectivos para o ano que se segue. 12.2. Avaliação Final das acções ao nível quantitativo e qualitativo- Formação Não Financiada- concluídas em 2010 Formação Pedagógica Inicial de Formadores Após tratamento dos dados relativos à avaliação final das acções pedagógicas inicias de formadores, é possível verificar que o grau de satisfação dos formandos é bastante satisfatório, dado que a maioria das respostas se situa entre os critérios Bom e Muito Bom. Se realizarmos a média das quatro acções, verifica-se que a maioria das respostas se situa no critério Muito bom com 49,12% de respostas e de 48,04% para o nível Bom. Página 70 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 O critério suficiente reuniu 3,72% das respostas, sendo que nenhum dos formandos/formandas avaliou negativamente as diferentes acções. Toda esta informação poder ser verificada através dos gráficos apresentados. Página 71 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 12.3 Avaliação dos/as Formadores/as pela Coordenação quantitativo e qualitativo No que respeita à avaliação do desempenhos dos/as formadores/as a apresentação da análise realizada encontra-se dividida pelos dois pólos do DFP, Porto e Trofa. No que respeita ao pólo do Porto, a avaliação do desempenho dos/as formadores/as é maioritariamente classificada com Bom, com 59,56% das respostas. Os critérios analisados repostam-se: Assiduidade, Pontualidade Concepção de produtos (material pedagógico, actividades culturais), Envolvimento com a cultura Espaço t, Disponibilidade, Motivação, Criatividade e Inovação, Gestão de Conflitos, Espírito de iniciativa, Liderança e eficácia na resolução problemas, Planeamento de actividades pedagógicas, Relacionamento formandos, Relacionamento equipa, Uso metodologias apropriadas público-alvo Gestão e racionalização meios Participação/ presença reuniões pedagógicas Entrega atempada material pedagógico. Página 72 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 No que respeita a avaliação de desempenho dos formadores no pólo da Trofa, a avaliação de desempenho foi também bastante positiva, maioritariamente classificada com Bom, com 51,41% das respostas e 42,97% com Muito Bom. De salientar que uma percentagem mínima obteve um desempenho classificado como insuficiente o que exige uma intervenção por parte da coordenação. Esta avaliação negativa foi relativa aos critérios participação nas reuniões pedagógicas e entrega atempada dos materiais, em dois formadores que no global não é um valor relevante no entanto exige-se atenção e intervenção nesse sentido. No global, os formadores que colaboram com este departamento tiveram um desempenho bastante positivo ao nível dos requisitos essenciais para o desempenho dessa função. Salienta-se no entanto que será importante reforçar a posição do departamento junto dos formadores por forma a garantir a presença nas reuniões pedagógicas de todos/as os/as formadores/as e no cumprimento dos prazos na entrega dos materiais para os diferentes módulos. 12.4 Avaliação da Coordenação pelos Formadores quantitativo e qualitativo Para a análise dos dados relativamente à avaliação do desempenho da coordenação, realizada pelos formadores foi compilada toda a informação relativa aos dois pólos e relativamente às acções de formação realizadas e concluídas em 2010, ou seja, contempla a Página 73 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 avaliação dos cursos: EFA Acção Educativa, EFA Empregado Comercial, UFCD´s e Animadores em Geriatria. Como se pode verificar através do gráfico apresentado, os/as formadores/as avaliaram o desempenho da coordenação de uma forma muito positiva, estando a maioria das respostas (69%) situadas no critério 5- Muito bom. Os critérios em análise dizem respeito a: Disponibilidade, Eficácia na Resolução Problemas, adequação dos recursos e instalações, Gestão recursos pedagógicos existentes, Relacionamento Interpessoal, Envolvimento actividades pedagógicas, Liderança, Articulação equipa pedagógica, Planeamento e Capacidade de Gestão conflitos. Medida 7.3 Projecto “+ Igualdade” Com o Projecto “+ Igualdade”, o Espaço t empenhou-se em desenvolver uma campanha nacional, nas capitais de distrito e nas Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores. Área Temática de Intervenção: Propusemo-nos abordar, sensibilizando, para a questão da Igualdade do Género e Prevenção da Violência Doméstica. Foram tratados os temas da conciliação da vida pessoal, familiar e profissional, com vista à melhoria de competências e a inserção no mercado de trabalho, em particular das pessoas em risco de inserção. Erradicação da violência e o tráfico baseado no género. Erradicar estereótipos da sociedade baseados no género. Promover a igualdade na participação de homens e mulheres na tomada de decisões. Igualdade de oportunidades económicas entre homens e mulheres Página 74 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Objectivos: a)Sensibilizar e informar a população alvo para a temática da igualdade e a prevenção da violência do género; b)Difundir os valores e princípios da igualdade de género através da disponibilização de informação; c)Garantir o acesso à informação por parte dos grupos mais desfavorecidos e minorias; d)Fomentar o desenvolvimento de uma cidadania activa, através da sensibilização para a mudança de comportamentos; e)Contribuir para a construção de uma sociedade mais coesa e inclusiva Abordar a questão da igualdade do género, foi para nós uma reflexão conjunta sobre a temática. Nas acções desenvolvidas sensibilizamos para os direitos fundamentais consagrados na CRP, para a questão dos direitos humanos e a forma como foram consagrados na Declaração Universal dos Direitos do Homem, para os direitos dos trabalhadores/as previstos no Código do Trabalho, etc. Tornar as pessoas mais informadas e esclarecidas contribui, de forma decisiva, para um exercício de uma cidadania consciente e participativa. Tendo em conta o público-alvo (imigrantes, minorias étnicas, analfabetos, invisuais, etc.), estamos certos que o nosso contributo foi importante nas suas vidas. Através da brochura distribuída e escrita em diversas línguas (mandarim, inglês, crioulo, ucraniano) e em Braille, foi facilitado o acesso à legislação portuguesa, a entidades que podem recorrer com vista à obtenção de resposta a problemas/necessidades do quotidiano, podemos citar como exemplo: a quem recorrer para apresentar queixa/denunciar um crime, como resolver questões relacionadas com o despedimento durante a gravidez, etc. A língua, a ignorância ou a mera apatia, são obstáculos à vida em sociedade que quando desconhecidos geram desigualdades e desequilíbrios sociais. Este projecto previu, também, a edição de um número especial da Revista Espaço Con(tacto) dedicada à Igualdade do Género e Prevenção da Violência Doméstica. Para esta edição o Espaço t convidou agências de comunicação e publicidade, fotógrafos e escolas de design, para desenvolverem campanhas de sensibilização sobre este tema. Página 75 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 O público-alvo deste projecto: As acções desenvolvidas foram realizadas a dois níveis: 1.Intervenções em sala; 2. Intervenções individualizadas e informais. Em ambas, foi realizado um inquérito com vista a apurar opiniões, sentimentos, etc. Com a apresentação da candidatura, o Espaço t, propôs-se atingir 5000 pessoas, sendo este nº ligeiramente ultrapassado. Apesar das resistências/adversidades encontradas, somos da opinião que os objectivos foram alcançados. Esta conclusão, resulta das questões que nos colocavam, do debate que se gerava, nos factos narrados em relação à educação recebida e da mudança da atitude. Esta mudança baseava-se nos seguintes factos: 1.Alteração de comportamentos, por alteração de mentalidades (por terem estado em contacto com outras culturas, aumento da escolaridade, libertação em relação a crenças religiosas); 2.Evolução da sociedade onde cada indivíduo se integra. Apesar de uma mudança lenta, mas progressiva, a sociedade portuguesa sofreu imensas alterações. A mudança de regime político, o acesso à cultura, a integração na União Europeia, a emigração, a imigração, a consagração de direitos iguais para homens e mulheres, as alterações legislativas, nomeadamente o Código do Trabalho e o Código Penal. Os Parceiros: 1.Para a realização de campanhas de sensibilização desenvolvidas em todas as capitais de Distrito, foram contactadas diversas entidades públicas e privadas. Inicialmente, consideramos aconselhável o contacto com Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia, Segurança Social, Centros de Emprego, etc. Nestes casos, deparamo-nos com a circunstância de não nos ser garantida a presença do público pretendido. Perante esta situação, consideramos pertinente contactar o SEF, o CNAI, CLAI, ACAPO, Lares da Terceira Idade, Universidades, Lojas do Cidadão, etc. Página 76 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Nestes locais, foi-nos disponibilizado um espaço para falarmos com os/as alunos/as, imigrantes, idosos/as. Para o desenvolvimento destas acções foi criada uma brochura com informação sobre esta temática, traduzida em Braille, Inglês, Mandarim, Crioulo de Cabo Verde, Ucraniano e Romeno. Todos/as consideraram as nossas intervenções relevantes para o seu público. Uma brochura inclusiva, o conteúdo pertinente. Contamos com os seguintes parceiros nas campanhas realizadas em todas as capitais de Distrito: Associação Amizade dos Países de Leste Associação Protectora dos Pobres do Funchal Associação Solidariedade Imigrante Auditório da Biblioteca Almeida Garrett Câmara Municipal de Beja Câmara Municipal de Faro Centro de Apoio à Terceira Idade da S.C.M. de Coimbra Centro de Dia de S. Lazaro Centro de Dia de Santo Eugénio Centro de Reabilitação da Areosa Centro Social S. Boaventura CLAII’s CNAI Comissão de melhoramentos de Videmonte Complexo Social Santa Casa da Misericórdia de Aveiro Delegações da ACAPO Delegação da Fundação da Juventude do Porto Escola Secundária Fontes Pereira de Melo Escola Superior de Saúde de Portalegre Estação de S. Bento - CP Faculdade de Economia do Porto GAF- Gabinete de Atendimento à Família Instituto Politécnico da Guarda Página 77 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Instituto S. Manuel Lar da Encarnação Lar Ramalho Baraona Lar Santa Casa da Misericórdia Lar Santo António Lojas do Cidadão S.C.M. Povoa de Lanhoso Santa Casa da Misericórdia do Porto Sede das Juntas Freguesia C.H. Évora SEF Universidade da Madeira Universidade de Coimbra Universidade dos Açores Movijovem Acções Previstas e Realizadas Local Nome da Entidade Data SEF Leiria ACAPO 28 e 29 de Janeiro de 2010 Lar da Encarnação Santarém Setúbal Porto - Maia Castelo Branco Viana do Castelo SEF Lar SEF CLAII CLAII SEF CLAII GAF- Gabinete de Atendimento à Família 8 de Fevereiro 2010 9 e 10 de Fevereiro de 2010 14 de Março de 2010 2 e 3 de Março de 2010 10 de Novembro de 2009 Instituto S. Manuel Porto e Gondomar Delegação da ACAPO 26 de Outubro de 2009 Centro de Reabilitação da Areosa Porto - Gondomar Associação Amizade dos Países de Leste 31 de Outubro de 2009 Faro Loja Cidadão | CNAI 15 e 16 de Julho de 2009 Página 78 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Câmara Municipal de Faro Évora Coimbra Bragança Lar Ramalho Baraona Sede das Juntas Freguesia C.H. Évora Loja do Cidadão - SEF Universidade de Coimbra SEF Lar Santa Casa da Misericórdia 14 de Julho de 2009 17 e 18 de Dezembro de 2009 14 e 15 de Janeiro de 2010 Loja Cidadão |SEF Braga Delegação ACAPO Braga 23 de Novembro de 2009 CLAI Beja Aveiro Câmara Municipal de Beja Associação Solidariedade Imigrante Loja do Cidadão - SEF 13 de Julho de 2009 11 e 12 de Janeiro de 2010 SEF Vila Real Lar Santo António 13 e 14 de Janeiro de 2010 ACAPO Portalegre SEF Escola Superior de Saúde de Portalegre Viseu SEF 4 e 5 de Março de 2010 8 e 9 de Março de 2010 SEF Guarda Instituto Politécnico Comissão de melhoramentos de Videmonte 10 e 11 de Março de 2010 CLAII SEF Lisboa ACAPO Centro de Dia de Santo Eugénio 15 a 19 de Março de 2010 Centro Social S. Boaventura Porto - LC Loja do Cidadão SEF 4 e 5 de Fevereiro de 2010 Porto - LC Loja do Cidadão - SEF 23 a 26 de Março Porto Auditório da Biblioteca Almeida Garrett 26 de Março de 2010 Porto Auditório da Biblioteca Almeida Garrett 12 de Maio de 2010 Açores SEF Universidade dos Açores 3 e 4 de Maio de 2010 SEF / Loja do Cidadão Madeira Associação Protectora dos Pobres do Funchal 28 a 30 de Abril de 2010 Universidade da Madeira Página 79 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Porto Estação de S. Bento - CP 10 a 13 de Maio de 2010 Braga – P. Lanhoso S.C.M. Povoa de Lanhoso 20 de Maio de 2010 Porto - FEP Faculdade de Economia do Porto 14 de Abril de 2010 Coimbra Universidade de Coimbra Centro de Apoio à Terceira Idade da S.C.M. de Coimbra 15 e 16 de Abril de 2010 Porto Estação de S. Bento - CP 19 a 23 de Abril de 2010 Braga Centro de Dia de S. Lazaro 8 de Abril de 2010 Aveiro Complexo Social Santa Casa da Misericórdia de Aveiro 12 de Abril de 2010 Porto Santa Casa da Misericórdia do Porto 24 de Maio de 2010 Porto - Acapo Delegação da ACAPO Maio de 2010 Porto - FDJ Delegação da Fundação da Juventude do Porto 17 de Maio de 2010 Porto - ESFPM Escola Secundária Fontes Pereira de Melo 14 de Maio de 2010 Porto – Sede e Formação Sede e Departamento de Formação do Espaço t Novembro de 2009 a Maio de 2010 Porto – CNO Centro Novas Oportunidades do Espaço t Março a Maio de 2010 Porto – Trofa Delegação da Trofa do Espaço t 26 de Maio de 2010 Destinatários/as (caracterização quantitativa e qualitativa dos/as Destinatários/as abrangidos/as, designadamente faixa etária, escolaridade, profissão, desagregação por sexo. Nº total de pessoas inquiridas por faixa etária Idade Total < 18 anos 298 18-35 anos 2531 36-50 anos 51-65 anos > 65 anos Não responde 1129 384 381 322 TOTAL 5045 O total de inquiridos foram 5045 pessoas, dos diferentes grupos que nos propusemos atingir. Os/As jovens até aos 18 anos, foi o grupo com a menor representatividade. Estes/as jovens, encontravam-se essencialmente nas faculdades e SEF. Como resulta dos dados inscritos na Página 80 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 tabela supra, a faixa etária entre os 18 e os 50 anos, foi a que abrangeu o maior número de inquiridos/as. Entre os 18 e 35 anos, encontravam-se essencialmente estudantes, activos/as (entre os quais se encontram imigrantes), desempregados/as (entre os quais se encontram imigrantes). Foram localizados em todas as entidades com as quais se estabeleceu parceria. Acrescentamos que os/as imigrantes abrangidos, foram inquiridos/as principalmente no SEF. O mesmo sucede na faixa etária seguinte, entre os 36 e 50 anos. A faixa etária superior aos 65 anos, diz sobretudo respeito a utentes de lares da terceira idade, reformados/as que se encontravam nas Lojas do Cidadão, etc. Dos 322 que não responderam, são indivíduos que se enquadram em qualquer das faixas referidas. Esta falta de resposta resultava do facto de não quererem revelar a sua idade, isto acontecia essencialmente nas sessões formais ou resultava da falta de tempo para responder a todo o inquérito, especialmente as Lojas do Cidadão. Nº total de pessoas inquiridas segundo as habilitações Habilitações Total Analfabeto 161 4º ano 410 6º ano 9º ano 12º ano Bacharelato Licenciatura Mestrado Doutoramento Não responde 432 816 1870 54 813 59 21 409 TOTAL 5045 Quanto às habilitações literárias dos/as inquiridos/as, referimos que no grupo dos/as analfabetos/as se encontram sobretudo idosos/as e alguns elementos da etnia cigana. Entre o 4º e o 9 ano, inquirimos 1658 pessoas. Deparámo-nos com a necessidade de sensibilizar este grupo para a necessidade de retomarem os estudos e completarem a escolaridade obrigatória. Informamos dos CNO-Centros Novas Oportunidades. Por todo o país se encontravam pessoas com baixo nível de escolaridade. O mesmo não acontecia com os/as analfabetos/as. Foram essencialmente nos distritos do interior que os/as localizamos. Página 81 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Ao nível do 12º, inquirimos 1870 pessoas, de realçar que neste grupo se encontram estudantes a frequentar o ensino superior. Dos/as 813 inquiridos/as com licenciatura, alguns/algumas encontravam-se a frequentar mestrado, enquanto outros/as exerciam uma actividade profissional ou procuravam o 1º emprego. O nº de mestres e doutores é pouco significativo, mas eram profissionais activos. Dos 409 casos que não responderam, ficou a dever-se à falta de tempo ou então por não quererem revelar as suas habilitações literárias. Esta última acontecia quando era o/a próprio/a inquirido/a a responder ao inquérito. Nº total de pessoas face ao emprego Situação face ao Emprego Total Empregados e Estudantes Desempregados Reformados Não responde TOTAL 2845 1013 476 711 5045 O nº total de pessoas activas e estudantes foi de 2845. Tendo em conta a faixa etária dos 18 aos 50 anos (nos quais se integram os/as imigrantes), são estes/as que exercem uma profissão. Este nº é seguido pelos/as desempregados/as, nos quais também se inclui os/as imigrantes e que representa a realidade económica do país, com uma taxa de desemprego alta. Os/As reformados/as são os/as menos representativos/as, desta tabela. No item não responde, encontram-se pessoas empregadas, estudantes, desempregados/as e reformados/as que por motivos de circunstância própria não responderam. Página 82 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Nº total de pessoas inquiridas segundo os grupos alvo e sexo Grupo Analfabetos Imigrantes Invisuais Comunidade / Público em geral TOTAL SEXO M 37 733 66 1133 F 124 800 74 2078 Totais 161 1533 140 3211 5045 No grupo “analfabetos/as”, inquirimos 37 indivíduos do sexo masculino e 124 pessoas do sexo feminino. Este nº revela uma feminização do analfabetismo. Ainda hoje as mulheres são as mais atingidas por este problema. Quanto ao grupo imigrantes, revela um maior nº de mulheres, mas fundamentamos este resultado neste aspecto: apesar do nº de inquiridas ser superior aos inquiridos, são as mulheres que por não terem encontrado um emprego ou porque se dedicam apenas às tarefas domesticas que tentam resolver os seus problemas, junto do SEF ou outros locais. Supomos que será uma questão de repartição de tarefas, para que o outro elemento do casal não falte ao emprego, por exemplo. No grupo invisuais, também o número de mulheres superou o nº dos homens, mas ambos se revelaram interessados/as na discussão destas matérias da Igualdade de Género. Em todas as instalações da ACAPO nos deparamos com relatos de violação dos direitos. Um país, só poderá considerar-se evoluído quando respeita de facto os direitos dos/as mais velhos/as, dos/as portadores/as de deficiência, dos/as desempregados/as. Esta realidade com que nos deparamos, revela a ineficiência da legislação portuguesa direccionada a estes grupos e que não é cumprida, como ex. podemos referir a inexistência de acessos para pessoas idosas ou de rampas. Este aspecto foi constatado com regularidade nos edifícios públicos. O mesmo não acontecia nos lares. Muitos que visitámos apresentavam todas as condições de segurança e acessibilidades para os/as seus/suas utentes. Refira-se mais uma vez o caso da Comissão de Melhoramentos de Videmonte, integrado no Parque Natural da Serra da Estrela. O público em geral, representa 1133 Homens e 2078 mulheres, perfazendo um total de 3211 pessoas. Esta diferença ficou a dever-se, supomos à maior disponibilidade das mulheres para responder a este tipo de questões. Página 83 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 2. As parcerias obtidas, para a publicação do nº 16, da Revista Espaço Con(tacto). Nesta publicação, foram envolvidas graciosamente, empresas de publicidade e escolas artísticas. A saber: IADE – Instituto de Artes Visuais, Design e Marketing IPT – Instituto Politécnico de Tomar A Transformadora AR.CO – Centro de Arte e Comunicação Visual Bolos Quentes Design Sardinha Comunicação Bottom Line Ativism Elec3City António Queirós Design José Miguel Teles Luis Miguel Ferraz Maria João Calisto Nuno Ferreira OPAL Publicidade O contributo gracioso da RTP 2, SIC e Porto Canal, na campanha contra a violência doméstica, intitulada “Dar a cara”, a ser reposta brevemente nestes canais. O lançamento da revista realizou-se no Comando Distrital do Porto da P.S.P., com a presença da senhora Governadora civil do Porto, do Comandante Distrital do Porto da P.S.P, uma representante da C.I.G. e diversas outras personalidades. 3. Uma campanha viral desenvolvida no Facebook intitulada “Dar a cara”, da autoria da Botton Line Activism premiada com a Menção Honrosa dos Prémios Meios & Publicidade. Página 84 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Centro de Novas Oportunidades As metas físicas atingidas pelo CNO Espaço t ao longo do ano de 2010 tendo em conta os seguintes indicadores para ambos os níveis – básico e secundário: - N.º de adultos inscritos; - N.º de adultos com diagnóstico e encaminhamentos definidos; - N.º de adultos em processo de reconhecimento de competências; - N.º de adultos certificados ao longo do ano; Estes indicadores são importantes, uma vez que este projecto possui metas físicas específicas tanto para o nível básico como para o secundário a atingir pela equipa do Centro Novas Oportunidades tendo em conta o nível de resultados anuais B. Estes dados foram recolhidos do SIGO. Os objectivos contratualizados para 2010-2011 foram os seguintes: Indicadores Inscritos Encaminhados Em processo RVCC Certificados NB NS 2010-2011 800 720 2010 400 360 504 479 252 239 2011 2010-2011 400 800 360 720 252 240 324 292 2010 400 360 2011 400 360 162 146 162 146 N.º de adultos inscritos no ano de 2010 O quadro abaixo apresentado possui os números dos adultos inscritos ao longo do ano de INSCRITOS 2010. Nível BÁSICO (NB) 263 Nível SECUNDÁRIO (NS) 247 As metas propostas para o Centro eram de 800 adultos inscritos para ambos os níveis de escolaridade para os 2 anos. Em ambos os níveis o número de inscrições esteve abaixo daquilo que era pretendido. Sendo assim é necessário apostar no aumento das parcerias e protocolos para angariação de inscrições. Esta tarefa é da responsabilidade da Coordenação. Página 85 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 N.º de adultos com diagnóstico e Encaminhamento definidos Relativamente a este indicador é importante mencionar que os encaminhamentos podem ser efectuados para o Processo RVCC ou para outras respostas formativas externas ao Centro. Daí a necessidade sentida em 2009 e 2010 para criação de uma rede de parcerias para potencializar o encaminhamento dos adultos para entidades externas. Neste Quadro apontam-se os números para estas duas situações para o Nível Secundário e para o Nível Básico de escolaridade. Adianta-se que em termos globais foram efectuados 506 ENCAMINHADOS encaminhamentos: 300 no nível básico e 207 no nível secundário. Processo RVCC NB 242 NS 140 Outras Ofertas NB 58 NS 67 Aqui importa reflectir acerca da percentagem de encaminhamentos para outras respostas formativas. No Nível básico 19,(3)% foram encaminhados(as) para outras ofertas formativas e no Nível secundário foram 47,86%. Sendo assim, temos tido cuidado com as orientações da ANQ a este respeito. Contudo as metas alcançadas ao nível dos valores estipulados são mais baixas do que o pretendido. Gráfico 30. Adultos/as em Processo RVCC Em seguida, vamos analisar o n.º de adultos que iniciaram o processo RVCC no ano de 2010. Este gráfico aponta para um número superior de adultos em processo no nível básico – 410 adultos, do que no nível secundário – 277 adultos Página 86 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Esta situação possui algumas particularidades que importa ressaltar, uma vez que o facto de termos iniciado o processo com um número superior de adultos para efectuarem a certificação escolar de nível básico, estes números não se traduziram em certificações escolares conforme o esperado. O elevado número de absentismo e suspensão dos adultos que integram os grupos é um elemento que deve continuar a ser trabalhado no ano de 2011. Neste indicador estamos também abaixo daquilo que pretendíamos para 2010. N.º de adultos certificados O último indicador relevante ao nível das metas físicas diz respeito ao n.º de adultos certificados. Em ambos os dados a taxa de execução ficou mais baixa relativamente ao estipulado, a saber: Nível básico – 61,66% Nível secundário – 56,16% Contudo, é importante mencionar que o Centro premeia o trabalho com qualidade e, para isso, muitas vezes os números quantitativos ficam penalizados. Mas é da competência do Centro efectuar o seu trabalho com seriedade, para que os Processos RVCC sejam reconhecidos também na sociedade civil como processos rigorosos, com qualidade que têm tanto ou mais valor do que qualquer outro processo formativo que confere certificação escolar. Além disso, no início de 2010 houve uma reestruturação da equipa dos formadores do CNO o que se reflectiu no desenvolvimento dos grupos e na prossecução dos mesmos. Página 87 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 PLANO DE ACÇÕES DE MELHORIA Em 2009 o Centro Novas Oportunidades Espaço t participou na implementação do modelo de auto-avaliação CAF. Este modelo permite avaliar o trabalho desenvolvido de uma forma sistematizada, tendo em conta uma série de critérios. Com base no modelo de autoavaliação surgiu o seguinte Plano de acções de melhoria a implementar em 2010. Agora apresentamos o feedback do plano de implementação das acções de melhoria. O plano de acções de melhoria permitiu numa primeira instância sistematizar áreas de intervenção com o objectivo de melhorar os N/ serviços aos N/ clientes: adultos; organizações parceiras e equipa de colaboradores internos e externos do CNO. Numa segunda instância, viabilizou a concretização de algumas alterações que estavam já pensadas, mas que nunca tinham sido concretizadas pela falta de planeamento a este nível. Sendo assim, consideramos extremamente positivo o processo de auto-avaliação que veio originar um plano de acções de melhoria para efectivamente serem concretizadas. Esta análise crítica ao plano de acções de melhoria foi acontecendo à medida que íamos desenvolvendo o próprio plano. Algumas acções preconizadas foram consideradas sem utilidade após uma nova reflexão. Aliás, algumas acções têm impacto noutras e possuem em si próprias poder transformador. Foi o que aconteceu com a acção de melhoria X que diz respeito à criação da plataforma moodle. Com o desenvolvimento da acção XVI – Reformulação do processo RVCC Nível Básico e Secundário ficou definido que o Processo RVCC seria mais presencial para dar mais apoio aos adultos na construção do PRA. Desta feita, verificou-se que a implementação da plataforma moodle já não era necessária, uma vez que a aposta passava por mais sessões presencias com os adultos. Entretanto, houve uma acção que teve alguns constrangimentos em termos de implementação devido a situações internas organizacionais que inviabilizaram a sua completa realização. Estas acções dizem respeito à implementação do Sistema de Qualidade no CNO: Acção I: Mapeamento dos processos do CNO seguindo os requisitos da NP ISO 9001: 2008 como o objectivo da certificação da qualidade do CNO. A metodologia a implementar é a norma explicitada. A avaliação e acompanhamento passa por auditorias internas para verificação. A avaliação final passa pela auditoria da entidade certificadora. Relativamente à acção III o questionário de follow up do adulto é administrado 1 ano após a certificação, pois consideramos que 6 meses era um período pequeno para avaliar o impacto do Processo na vida do adulto. Página 88 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 Na acção IV - Definição de objectivos individuais para cada elemento da equipa CNO para 4 meses e planeamento dos grupos/júris de validação e certificação de competências para o mesmo período. Houve alterações relativamente àquilo que estava planeado, pois criou-se 2 grupos de trabalho – um de nível básico e outro de nível secundário e a monitorização dos objectivos. A acção IX - Auscultação de novas parcerias nas entidades que são já parceiras do Espaço t. Recolher junto do Departamento de Recursos Humanos o contacto privilegiado das entidades parceiras e auscultar necessidades formativas que poderão ser colmatadas através da intervenção do CNO. A avaliação desta acção passa por, no final do cronograma efectuado para a execução da mesma existirem pelo menos mais 1 protocolos de cooperação - foi concretizada, mas infelizmente daí não foi possível obter mais parcerias, embora estivesse idealizado que sim. A acção XII diz respeito à criação da pré-inscrição on-line no site do Espaço t, mas infelizmente até à data não foi possível disponibilizar online as alterações efectuadas no site, razão pela qual ainda não está operacionalizada a acção. A acção XIII - Cumprimento de prazos para emissão de Diplomas; Certificados: Termos de Validação e elaboração de actas com o objectivo de efectuar entregas de Diplomas de Júris no próprio ano de conclusão do nível de escolaridade. Após cada Júri de Validação cada técnico tem 1 mês para emitir os documentos enunciados e elaborar as actas que deverão ser entregues à Coordenação para seguirem para o Agrup. de Escolas de Miragaia que é a entidade certificadora do CNO Espaço t. 100% dos diplomas; certificados; termos e actas elaborados 1 mês após a data de Júri – verificação efectuada pela Coordenação - estava a correr devidamente, contudo em 1 de Agosto de 2010 houve alterações em termos da distribuição de Agrupamentos por parte da DREN e a N/ entidade certificadora que era o Agrupamento de Escolas de Miragaia deixou de existir enquanto Agrupamento, passando a ser representado pelo Agrupamento de Escolas Rodrigues de Freitas. Contudo, no SIGO não fizeram a alteração da entidade certificadora nos Diplomas e Certificados, razão que nos impede de proceder à impressão e despacho dos referidos documentos. Portanto toda a documentação a partir daquela data está pendente. A acção XIV - Elaboração de cartaz e brochura promocional do CNO Espaço t. Esta acção visa a divulgação junto de entidades parceiras e outras do CNO Espaço t: missão, objecto de Página 89 de 115 Relatório de Gestão e de Contas do Exercício de 2010 intervenção: inscrições; diagnóstico; processo RVCC nível básico e nível secundário; horário de funcionamento; equipa pedagógica. O texto a incluir no cartaz e brochura é efectuado pela Coordenação do CNO que encaminha esta informação para o Departamento de Comunicação e Imagem que trata da impressão dos mesmos - não foi concretizada por falta de liquidez financeira da entidade. Embora em sede de candidatura tenha sido aprovada esta verba, o sistema funciona através do modelo de reembolso e o Espaço t é uma IPSS, sem fins lucrativos que deu prioridade ao pagamento dos seus colaboradores e formadores. Por fim, a acção XVI não foi concretizada. Esta acção diz respeito à promoção de reuniões/debates/seminários com outros CNO. O único trabalho efectuado consistiu em identificar alguns centros interessados em criar uma rede de CNO para trabalho em parceria. Contudo, devido a constrangimentos de tempo não foi possível a sua concretização. Conforme ficou perceptível, o plano de acções de melhoria foi alvo de análise e avaliação à medida que o CNO Espaço t efectuava a sua implementação. De facto, o espírito de melhoria contínua é imprescindível no desenvolvimento do trabalho do CNO. O balanço foi positivo apesar de não ter sido possível a realização de algumas acções, conforme já exposto. Página 90 de 115 Relatório de Gestão e Contas do Exercício de 2010 Cultura O Espaço t moveu esforços no sentido de difundir a cultura do Espaço t junto da comunidade em geral. PARCERIAS / CONTACTOS FORMALIZADOS - Rivoli Teatro Municipal - Museu Nacional Soares dos Reis - Casa da Música - Biblioteca Almeida Garret - Hotel Infante Sagres - Cercigaia - Associação Abraço - Associação Cais - Instituto Português da Juventude - Associação Para o Planeamento Familiar - Instituto S. Manuel - Acapo – Porto - Unidade de Desabituação do Norte - Centro Latino Coelho - Centro Condessa de Lobão - Centro Costa Cabral - CAT – Porto Ocidental - Colégio Vanzeller - ESMAE - Vanessa Pires - Academia de Musica de Costa Cabral - Câmara de Saint Avertin Página 91 de 115 Relatório de Gestão e Contas do Exercício de 2010 ACÇÕES DESENVOLVIDAS: JANEIRO 27 de Janeiro a 27 de Fevereiro – Ana Telhado – Quase Galeria FEVEREIRO 26 de Fevereiro a 26 de Março - Paulo Manuel Ramos Seara –Galeria Itinerante Espaço T De 26 de Fevereiro a 14 de Abril – Denis Necrasov – Galeria Espaço t MARÇO 6 de Março a 9 de Abril – Pedro Kaliambai – Quase Galeria ABRIL 16 de Abril a 5 de Junho – Rui Horta Pereira – Quase Galeria 1 de Abril a 21 de Maio - Carlos Pé-Leve – Galeria Itinerante Espaço t De 23 Abril a 28 de Maio – Denis Sousa | João Gomes | Mª José Bastos – Galeria Espaço t 4 de Abril - Concerto com a Violoncelista Vanessa Pires – “Bach e o Violoncelo” MAIO 28 de Maio a 10 de Junho | Corpo Evento – Ciclo de Espectáculos em Teatro e Dança JUNHO 18 de Junho a 1 de Setembro – Tatiana Macedo, Rachel Korman e Helena MartinsCosta – Quase Galeria 18 de Junho | Concerto de Verão | Escola de Música de Costa Cabral 9 de Junho a 9 de Julho - 23 de Julho a 17 de Setembro - Patrícia Sá Carneiro – Galeria Itinerante Espaço t JULHO De 9 de Julho a 28 de Agosto - Rosa País – Galeria Espaço t SETEMBRO 10 Setembro a 4 de Outubro - Ateliê Fidalga – Quase Galeria De 10 de Setembro a 8 de Outubro - Sónia Couto – Galeria Espaço t OUTUBRO 29 de Outubro a 5 de Dezembro – Luís Nobre – Quase Galeria 22 de Outubro a 26 de Novembro – Colectiva de Alunos – Galeria Itinerante Espaço t 14 de Outubro - Ainda Bem que existem offshores |Ciclo de Conversas Afinal que Mundo é este. Página 92 de 115 Relatório de Gestão e Contas do Exercício de 2010 21 de Outubro | Num casamento gay há sempre uma mulher | Ciclo de Conversas Afinal que Mundo é este. 22 de Outubro – Lançamento da Revista Espaço Con(tacto) – + Igualdade 28 de Outubro | Nas redes Sociais nunca estamos sozinhos | Ciclo de Conversas Afinal que Mundo é este. NOVEMBRO De 19 de Novembro a 31 de Dezembro - Colectiva de Alunos – Galeria Espaço t 9 de Novembro | Os enlatados acabam com a pobreza | Ciclo de Conversas Afinal que Mundo é este 11 de Novembro | A Felicidade é o Ópio do Povo | Ciclo de Conversas Afinal que Mundo é este 17 de Novembro | Concerto de Metais do ESMAE (Interpretaram temas de Taffanel e Farkas) 18 de Novembro | Um Mundo Quase Perfeito | Ciclo de Conversas Afinal que Mundo é este DEZEMBRO 10 de Dezembro a 3 de Janeiro – Almudena Fernandez – Quase Galeria 2 de Dezembro a 14 de Janeiro - Nuno Ferreira – Galeria Itinerante Espaço t 3 de Dezembro | Lançamento de Livro 15 Anos Espaço t 15 de Dezembro | Inauguração da Arvore de Natal “Ser Total” na Avenida dos Aliados 15 de Dezembro | Lançamento do “Roteiro para Pobres e não Só” 30 de Dezembro – Lançamento da Revista Espaço Con(tacto) – Pobreza e Exclusão Social CARACTERIZAÇÃO DO PÚBLICO-ALVO ATINGIDO O público-alvo atingido caracteriza-se pela sua heterogeneidade, tal como se pretendia, maioritariamente jovem, de várias classes e estratos sociais. Estiveram presentes em todas as acções cerca de 1200 pessoas CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DA INTERVENÇÃO A visita de estudo / cultural foi realizada a Santiago de Compostela. As Conversas do Ciclo “Afinal que Mundo é Este?” realizaram-se no Hotel Infante Sagres. As restantes conversas dos ciclos “Quase Conversas” e “Conversas Soltas”realizaram-se na Sede do Clube Unesco Espaço T. As Exposições das diferentes galerias, aconteceram no Porto e na Trofa, nos respectivos espaços da Associação. O Corpo Evento – XIII Ciclo des espectáculos em Teatro e Dança decorreu, pela primeira vez, no Teatro Rivoli – Pequeno Auditório Página 93 de 115 Relatório de Gestão e Contas do Exercício de 2010 DESCRIÇÃO DAS ESTRATÉGIAS DE DIVULGAÇÃO Para cada acção foram enviados por E-mail convites para uma base de dados de mais de 50000 endereços, divulgação através de newsletter, bem como press release para todos os órgãos de comunicação social. Outras actividades - Angariação de mecenas; - Participação em feira, festivais e outros; - Manutenção do site do Espaço t; - Divulgação das actividades junto dos meios de comunicação social, facebook, entre outros; - Criação de protocolos. AVALIAÇÃO No segundo ano de funcionamento do Clube Unesco Espaço t, afirmamos convictos ter cumprido na generalidade os objectivos a que nos propusemos para o ano de 2010. Apesar de um plano de actividades extenso e ambicioso, realizaram-se todas as actividades propostas e outras que inicialmente não estavam. No entanto, realçamos o sucesso obtido com o XII Corpo Evento – Ciclo de Espectáculos em Teatro e Dança que se realizou no Rivoli Teatro Municipal, com uma assistência aproximada de 100 pessoas por espectáculo, num total de cerca de 1100 espectadores. Nas demais actividades notou-se um acréscimo na adesão às mesmas. Página 94 de 115 Relatório de Gestão e Contas do Exercício de 2010 Outras Actividades Muitas foram as actividades realizadas por esta Instituição, com vista à melhoria global dos serviços prestados à Comunidade. A procura do Espaço t ao nível de visitas de estudo que foram realizadas e as parcerias que envolveram um trabalho prático dos/as n. técnicos/as aumentaram consideravelmente. Demos continuidade ás parcerias de redes locais para o desenvolvimento social, nomeadamente: Sem Abrigo, Plano Integrado para a Toxicodependência, entre outros. Foi criado um Plano de Formação Interno, que foi cumprido na íntegra. O DQ conseguiu implementar uma grande quantidade processos ao nível da certificação da Qualidade, através da norma NP EN ISO 9001:2000 O DI criou um conjunto de ferramentas, nomeadamente BD’s, para recursos humanos, economato, existência, stocks, para que em 2011 toda a estrutura da associação esteja informatizada. Promovemos, ainda, a manutenção da política, no âmbito, da Igualdade entre Homens e Mulheres, tendo sido criado o lugar da Conselheira para a Igualdade. Página 95 de 115 Relatório de Gestão e Contas do Exercício de 2010 ANEXO Página 96 de 115 Relatório de Gestão e Contas do Exercício de 2010 DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS LÍQUIDOS DO EXERCÍCIO DE 2010 CÓDIGO DA CONTA CUSTOS E PERDAS 612 Custo das Mercadorias Vendidas e Materias Consumidas 62 Fornecimentos e Serviços Externos 622 6221 62211 622111 622112 62212 622121 622122 62213 622131 622132 62214 62215 622151 622152 62216 622161 62217 622171 622172 62219 622191 622192 6222 62222 622221 622222 622224 62223 622231 622232 62225 622251 62227 622271 6222711 6222712 622272 6222721 622273 6222731 62229 622291 622292 Fornecimentos e Serviços Serviços ( I ) Electricidade Porto Trofa Combustivel Porto Trofa Agua Porto Trofa Outros Fluidos Porto Ferramentas e Utensilios Desgaste Rapido Porto Trofa Livros e documentação técnica Porto Material Escritorio Porto Trofa Rendas e Alugueres Porto Trofa Subtotal Serviços ( II ) Comunicações Porto Trofa Projecto 188/PNAECPES/GPO Ser Total Seguros Porto Trofa Transporte de Mercadorias Porto Deslocações e Estadas Pessoal Porto Trofa Utentes Porto Outros Porto Honorarios Porto Trofa Subtotal Exercício 2010 Exercício 2009 342,19 274,21 121.775,48 116.675,28 5.049,03 1.580,27 2.603,91 812,38 348,39 180,52 572,93 530,41 31,69 224,90 588,58 177,17 300,00 960,00 13.960,18 35.276,56 6.780,55 886,14 393,99 4.438,02 210,00 30,64 1.410,95 33,70 1.023,75 297,75 19.914,14 6.854,30 42.273,93 39.649,80 Página 97 de 115 Relatório de Gestão e Contas do Exercício de 2010 CÓDIGO DA CONTA CUSTOS E PERDAS Exercício 2010 Exercício 2009 6223 Serviços ( III ) 62231 Contencioso e Notariado 622311 Porto 5.580,46 62232 Conservação e Reparação 622321 Porto 4.387,60 62233 Publicidade e Propaganda 622331 Porto 3.538,47 62234 Limpeza, Higiene e Conforto 622341 Porto 148,83 622342 Trofa 114,89 62235 Vigilância e Segurança 622351 Porto 286,84 622352 Trofa 39,16 62236 Trabalhos Especializados 622361 Porto 27.348,75 622362 Trofa 90,53 622364 Projecto 188/PNAECPES/GPO Ser Total Reparação, conservação e adaptação em equipamentos e edifícios 62237 alugados 1.200,00 622371 Porto 2.513,05 622372 Trofa 8.220,51 62239 Jornais e revistas 622391 Porto Subtotal 53.469,09 38.701,03 6224 Serviços ( IV ) 62242 Encargos Saude Utentes 622421 Porto 1.362,75 622422 Trofa 315,58 Subtotal 1.678,33 1.000,43 6229 Outros Fornecimentos e Serviços 62291 Atelier de Pintura 622911 Porto 109,89 622912 Trofa 218,16 62292 Atelier de Teatro 622921 Porto 369,00 62293 Atelier de Fotografia 622932 Trofa 53,74 62296 Atelier Acessorios de Moda 622952 Trofa 3,05 62298 Outros Fornecimentos e Serviços 622981 Porto 8.894,57 622982 Trofa 745,54 Subtotal 10.393,95 2.047,46 63 Impostos 1.326,64 9,12 Página 98 de 115 Relatório de Gestão e Contas do Exercício de 2010 CÓDIGO DA CONTA CUSTOS E PERDAS 64 Custos com o Pessoal Exercício 2010 Exercício 2009 131.966,39 92.520,61 6411 Remunerações Certas Porto 63.853,25 Trofa 30.654,43 6412 Remunerações Adicionais Porto 7.345,39 Trofa 2.533,35 645 Segurança Social 22.478,81 646 Seguro de Acidentes de Trabalho 3.388,76 648 Outros Custos com o Pessoal 1.712,40 65 Beneficios Processados e Outros Custos Operacionais 6522 Quotizações 6523 Ofertas e amostras de existências 66 Amortizações (A) 68 Custos e Perdas Financeiras 4.419,32 135,00 4.284,32 46.335,13 57.197,63 306.165,15 267.510,74 28.508,83 29.437,58 681 Juros Suportados 20.749,99 688 Outros custos e perdas financeiras 7.758,84 (C) 69 Custos e Perdas Extraordinarios 690 Acções Financiadas pelo FSE 833,89 334.673,98 296.948,32 1.144.457,12 1.243.037,00 1.115.415,20 Tipologia 6.1 94.949,93 Tipologia 2.2 - Candidatura 2010 124.829,70 Tipologia 2.1 218.387,25 Tipologia 1.3 - Candidatura 2009 183.411,46 Tipologia 2.2 - Candidatura 2008 378.042,18 I.E.F.P. 7.392,10 Tipologia 2.3 - Candidatura 2010 80.581,67 Tipologia 7.3 27.820,91 Página 99 de 115 Relatório de Gestão e Contas do Exercício de 2010 691 Donativos 695 Multas e outras penalidades 6951 Multas Fiscais 100,00 1.555,34 1.555,34 Correcções desfavoráveis relativas a exercicios 697 anteriores 3.533,48 699 Outros Projectos 23.853,10 Galerias Espaço t Projecto + Saude patrocinado pela Direcção Geral da Saude 15.383,34 Workshops e cursos 6.371,65 Programas Ocupacionais (E) 88 Resultado Liquido Exercicio 1.358,75 739,36 1.479.131,10 1.539.985,32 -47.237,93 57.431,38 Página 100 de 115 Relatório de Gestão e Contas do Exercício de 2010 DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS LIQUIDOS DO EXERCICIO DE 2010 CÓDIGO DA CONTA PROVEITOS E GANHOS 71 Vendas 72 Prestações de Serviços 72129 Matricula e Mensalidade de Utentes Exercício 2010 Exercício 2009 519,33 516,61 3.845,00 3.045,00 1.305,00 72129010 Musica Trofa 7228 Outras Comparticipações Complementares 1.305,00 2.540,00 72281 Porto 2.205,00 72282 Trofa 335,00 73 Proveitos Suplementares 25.262,89 73901 T Shirts 10,00 73902 Catalogo "Olhar os Outros" 5,01 73903 Postal Cavalo de Ferro 32,30 73905 Livro "A linguagem da Luz" 20,00 73906 Livro "15 anos" 45,28 73907 Tradução em Braille 2,68 73908 Venda artigos oferecidos Receitas associadas com envio da Revista Espaço Contacto para os 73909 assinantes 9,00 73910 Jornal "Trafico de Ideias" 23,50 73912 Receitas Maquina venda automatica 1.060,09 73913 Receitas associadas com realização de actividades Clube Unesco 515,00 73914 Impressos INCM 499,84 73915 Receitas Corpo evento 319,95 73916 Artigos produzidos nos ateliers 73917 Emissão Cartões 8,50 381,00 73918 Serviços de Apoio à Formação 19.183,25 73919 Serviço de fotocópias 2.556,99 73920 Revista Bombart 3,00 73921 Catalogo Homem t 110,00 73922 Jantares equipa 477,50 74 Comparticipação e Subsidios á Exploração 28.072,60 186.367,64 245.543,48 741 Do Sector Publico Administrativo 7411 Centro Regional de Segurança Social 74112171 Porto 121.800,00 74112172 Trofa 43.890,00 7414/9 De Outros 20.677,64 742/8 De Outras Entidades Página 101 de 115 Relatório de Gestão e Contas do Exercício de 2010 76 Outros Proveitos Suplementares 794,71 1.247,18 762 Quotizações 7621 Porto 684,71 7622 Trofa 25,00 763 Joias 7631 Porto 85,00 7632 Trofa (B) 78 Proveitos e Ganhos Financeiros (D) 216.789,57 278.424,87 0,00 0,00 216.789,57 278.424,87 Página 102 de 115 Relatório de Gestão e Contas do Exercício de 2010 CÓDIGO DA CONTA PROVEITOS E GANHOS 79 Proveitos e Ganhos Extraordinarios 790 Acções Financiadas pelo FSE Exercício 2010 Exercício 2009 1.215.103,60 1.318.991,83 1.127.415,87 Tipologia 2.2 502.871,88 Tipologia 2.1 218.387,25 Tipologia 6.1 94.949,93 Tipologia 1.3 - Candidatura 2009 183.411,46 I.E.F.P. 12.695,27 Tipologia 2.3 80.581,67 Tipologia 7.3 34.518,41 797 Correcções relativas a exercicios anteriores 5.230,54 798 Outros Proveitos e Ganhos Extraordinarios 79832 Em Subsidios para Investimento 33.112,94 7984 Donativos em Dinheiro 9.389,25 7986 Donativos em Espécie 12.377,64 799 Outros Projectos Galerias Espaço t SVE, PEJA e Programa Intercâmbio patrocinados pelo Instituto Português da Juventude 345,00 923,05 Projecto + Saude patrocinado pela Direcção Geral da Saude 15.383,34 Worshops e cursos 10.040,00 Outros 885,97 (F) 1.431.893,17 1.597.416,70 Página 103 de 115 Relatório de Gestão e Contas do Exercício de 2010 Em Resumo: Resultados Operacionais -89.375,58 Resultados Financeiros -28.508,83 Resultados Correntes -117.884,41 Resultado Liquido Exercício -47.237,93 Página 104 de 115 Relatório de Gestão e Contas do Exercício de 2010 BALANÇO DO EXERCÍCIO DE 2010 Exercício 2010 CÓDIGO CONTA ACTIVO Exercício 2009 Activo Bruto Amortizações Activo Liquido Activo Liquido 1.306.525,98 294.969,26 1.011.556,72 1.038.474,95 Imobilizado 42 Imobilizações Corpóreas 422 423 Edificios e Outras Construções Equipamento Básico 876.211,19 112.916,16 66.731,25 73.121,14 809.479,94 39.795,02 424 425 Equipamento Transporte Ferramentas e Utensílios 18.924,74 162,65 18.924,74 162,65 0,00 0,00 426 429 Equipamento Administrativo Outras Imobilizações Corpóreas 191.953,98 106.357,26 134.897,73 1.131,75 57.056,25 105.225,51 43 Imobilizações Incorpóreas 38.200,03 29.494,11 8.705,92 431 Despesas com Estudos e Projectos 38.200,03 29.494,11 8.705,92 44 Imobilizações em Curso 0,00 0,00 0,00 0,00 441 Obras em Curso na Rua de Vilar 54 e 54 A 10.849,25 0,00 Circulante 32 212 e 213 24 265 Existências de Mercadorias 56.215,59 56.215,59 49.090,52 Dívidas de Terceiros - Curto Prazo 2.165,09 2.165,09 1.086,08 Utentes e Sócios 1.086,08 1.086,08 1.079,01 1.079,01 Página 105 de 115 Relatório de Gestão e Contas do Exercício de 2010 Títulos Negociáveis 42,24 42,24 Outras aplicações de tesouraria 42,24 42,24 Depósitos Bancários e Caixa 89.136,71 89.136,71 12 Depósitos Bancários 87.391,27 87.391,27 11 Caixa 1.745,44 1.745,44 Diferimentos 544.869,29 544.869,29 Diferimentos de Receitas Despesas com custo diferido 492.319,94 52.549,35 492.319,94 52.549,35 18 271 272 Total de Amortizações Total de Activo 42,24 52.577,83 614.212,62 324.463,37 2.037.154,93 Página 106 de 115 324.463,37 1.712.691,56 1.766.333,49 Relatório de Gestão e Contas do Exercício de 2010 BALANÇO DO EXERCÍCIO DE 2010 Valores CÓDIGO CONTA Exercício 2010 Exercício 2009 Fundo Social, Reservas e Resultados Transitados 361.847,90 304.416,52 51 59 Fundo Social Resultados Transitados 1.137,26 360.710,64 88 Resultado Líquido do Exercício -47.237,93 57.431,38 Total da Situação Líquida 314.609,97 361.847,90 Dívidas a Terceiros - Médio Longo Prazo 38.643,00 53.440,69 Emprestimos Obtidos 38.643,00 23 SITUAÇÃO LÍQUIDA E PASSIVO Dívidas a Terceiros - Curto Prazo 683.366,87 23 221 24 261 Emprestimos Obtidos Fornecedores C /c Sector Público Administrativo Fornecedores de Imobilizado C/c 384.240,06 32.877,41 68.793,12 7.104,42 262/263/268 Outros Credores 190.351,86 Página 107 de 115 641.290,44 Relatório de Gestão e Contas do Exercício de 2010 Diferimentos 273 274 709.754,46 Diferimentos de Despesas Receitas com Proveito Diferido 37.528,00 638.543,72 Total do Passivo Total da Situação Líquida e do Passivo Página 108 de 115 1.398.081,59 1.404.485,59 1.712.691,56 1.766.333,49 Relatório de Gestão e Contas do Exercício de 2010 MOVIMENTOS OCORRIDOS NAS RUBRICAS DO ACTIVO IMOBILIZADO (ACTIVO BRUTO) NO EXERCÍCIO DE 2010 Rubricas Saldo Inicial Reavaliações Aumentos Alienações Transferências e Abates Saldo Final Imobilizações Corpóreas Edificios e outras construções 876.211,19 876.211,19 Equipamento Básico 109.377,83 Equipamento Transporte 18.924,74 18.924,74 Ferramentas e Utensilios 162,65 162,65 Equipamentos Administrativos 178.218,74 Outras Imobilizações Corpóreas 106.357,26 106.357,26 Despesas com Estudos e Projectos 38.200,03 38.200,03 Total 1.327.452,44 3.538,33 13.735,24 112.916,16 191.953,98 Imobilizações Incorpóreas Página 109 de 115 17.273,57 1.344.726,01 Relatório de Gestão e Contas do Exercício de 2010 MOVIMENTOS OCORRIDOS NAS AMORTIZAÇÕES DAS RUBRICAS DO ACTIVO IMOBILIZADO NO EXERCÍCIO DE 2010 Rubricas Saldo Inicial Reforço Regularizações Saldo Final Imobilizações Corpóreas Edificios e outras construções 49.207,03 17.524,22 66.731,25 Equipamento Básico 62.790,22 10.330,92 73.121,14 Equipamento Transporte 18.924,74 18.924,74 Ferramentas e Utensilios 162,65 162,65 Equipamentos Administrativos Outras Imobilizações Corpóreas 118.817,22 16.080,51 134.897,73 875,60 256,15 1.131,75 27.350,78 2.143,33 29.494,11 278.128,24 46.335,13 Imobilizações Incorpóreas Despesas com Estudos e Projectos Total Página 110 de 115 0,00 324.463,37 Relatório de Gestão e Contas do Exercício de 2010 DEMONSTRAÇÃO DO CUSTO DAS MERCADORIAS VENDIDAS E DAS MATÉRIAS CONSUMIDAS NO EXERCÍCIO DE 2010 MOVIMENTOS MERCADORIAS Existências Iniciais 49.090,52 Compras 11.751,58 Regularização Existências -4.284,32 Existências Finais 56.215,59 342,19 Custo no Exercício Página 111 de 115 Relatório de Gestão e Contas do Exercício de 2010 Anexo Ao Balanço e à Demonstração de Resultados 31 de Dezembro de 2010 Introdução O Espaço t – Associação Para Apoio à Integração Social e Comunitária, fundado a 14 de Novembro de 1994, tem como objectivo promover a integração social de pessoas com problemas físicos, psíquicos e sociais, através da ARTE. As notas que se seguem estão organizadas em conformidade com o Plano Oficial de Contabilidade, na versão mais simplificada de acordo com o art.º 3.º do Decreto Lei n.º 78/89 de 9 de Março; as notas não mencionadas referem-se a situações não existentes ou não aplicáveis a esta Associação no exercício de 2008. Critérios Valorimétricos utilizados: Imobilizações Corpóreas Estas encontram-se contabilizadas pelo valor histórico de aquisição e foram amortizadas pelo método das quotas constantes, com aplicação das taxas máximas permitidas pelo citado Decreto – Regulamento. Acréscimos e Diferimentos Estão registadas nestas rubricas tanto Proveitos a reconhecer neste Exercício cujas Receitas só se vêm a incorrer no Exercício Posterior como Custos a reconhecer neste Exercício cujas Despesas só vêm a incorrer no Exercício Posterior. Página 112 de 115 Relatório de Gestão e Contas do Exercício de 2010 Situação Perante a Segurança Social Ao abrigo do Decreto Lei 411/91 de 17 de Outubro, cumpre-nos informar que a situação do Espaço t para com a Segurança Social se encontra regularizada. Antes de terminar, gostaríamos de expressar o nosso agradecimento a todos os que connosco colaboraram no decurso deste exercício, e dos quais nos cumpre destacar: Os/As nossos/as utentes e fornecedores, pela preferência e confiança com que nos distinguiram; Todas as instituições que connosco colaboraram, pela forma sempre pronta com que se ofereceram a responderem às nossas solicitações; Os/as nossos/as sócios/as, pela confiança e ajuda que sempre nos dispensaram; Todos/as os /as colaboradores/as da Associação, pelo interesse e esforço colocado neste projecto. Terminamos este Relatório expressando o nosso agradecimento a todos os que colaboraram com o Espaço t. Porto, 09 de Março de 2011 A Direcção Página 113 de 115 Relatório de Gestão e Contas do Exercício de 2010 PARECER DO CONSELHO FISCAL No exercício das atribuições estatutariamente lhe foram conferidas, o Conselho Fiscal do Espaço t – Associação Para Apoio à Integração social e Comunitária reuniu, na presente data e na sede social, com o objectivo de, entre outros, apreciar o Relatório de Gestão e Contas do Exercício de 2010 e, seguidamente, emitir parecer sobre o mesmo, dando assim cumprimento ao disposto na alínea c) do artigo 37.º dos Estatutos. Analisando o referido documento foi o mesmo colocado à votação, tendo sido deliberado, por unanimidade dos membros do Conselho Fiscal presentes, dar um parecer favorável à sua Aprovação em Assembleia Geral. Porto, 29 de Abril de 2011 Página 114 de 115 Relatório de Gestão e Contas do Exercício de 2010 Propomos que o resultado negativo de 47.237,93 € seja levado a resultados transitados. De seguida far-se-á uma apresentação dos resultados dos últimos 10 anos. 2010 -47.237,93 2009 57.431,38 2008 8.326,54 2007 6.715,87 17.076,33 2006 2005 19.782,52 2004 68.838,96 2003 52.288,02 2002 46.522,69 2001 3.511,53 2000 -8.008,72 80.000,00 € 60.000,00 € 40.000,00 € 20.000,00 € 0,00 € -20.000,00 € -40.000,00 € -60.000,00 € Página 115 de 115