Perfil do gestor, Plano Básico de Metas e Gestão para a
Confederação Brasileira de Ciclismo
Rumo à era de ouro do ciclismo
O troféu mais desejado pelos atletas, que formam uma
parcela evoluída da sociedade, de todas as vertentes
do ciclismo é o cumprimento de duas palavras que
carregamos em nossa bandeira:
ORDEM E PROGRESSO
Perfil, Plano Básico de Metas e Gestão para a
Confederação Brasileira de Ciclismo
Rumo à era de ouro do ciclismo
Albert Einstein
“
A vida é como andar de bicicleta.
Para ter equilíbrio você tem que se
manter em constante movimento.
”
Não é necessário uma análise de gênio ou complicados
cálculos matemáticos, nem mesmo losoas aprofundadas
para perceber que o ciclismo no Brasil está em ritmo lento.
O quê implica isso?
No momento a “grande bicicleta” está a cambalear.
Com pouca inércia é difícil manter o alinhamento.
Existe uma necessidade de imprimir mais velocidade.
Para isso será necessário mais força.
Talvez mais coragem para suportar a alta velocidade.
E um grande exército clama para ver o ciclismo alinhado, e
com grande movimento.
Há uma necessidade pairando na esfera desse esporte.
Onde a renovação está chegando em tempo oportuno, no
espaço perfeito, em solo fértil e com muitos trabalhadores
para cuidar dessa semente.
Um caminho a ser trilhado, uma estrada a ser percorrida,
uma pista a ser conquistada. Essa é a linguagem que vai
unir atletas e prossionais do ramo ciclístico que vêem a
chegada de uma nova era.
Um novo tempo onde a voz do atleta tem respeito.
Onde o comando recebe as informações corretas.
A ação deixará de ser uma palavra e vai se transformar no
mais puro movimento.
E se a bicicleta leva um atleta, também leva um gênio e uma
pessoa comum. E nesse mesmo lema seguirá a nova
geração da confederação que vai ampliar o foco, vai
aumentar seus braços, vai se preparar para uma grande
era de ouro do esporte e transmitirá o verdadeiro valor do
sentimento de pedalar com liberdade.
“
As notícias falam por si.
Não temos tempo para mexer com isso.
A internet é um grande arquivo.
Os rastros ficam.
Se você faz bem ou mal, fica registrado.
Os atletas estão falando.
Só querem ser ouvidos.
O momento é de muito trabalho.
Tem muita coisa pra limpar e mil outras
pra realizar.
É disso que o ciclismo precisa.
”
Cláudio da Silva Santos
ÍNDICE
1 - Apresentação
2 - Perl
3 - Luta pelo Ciclismo (Estado do Rio - Brasil)
4 - Fecierj - Resgate do Orgulho de ser ciclista
5 - Rumo a CBC
6 - Visão das deciências - O Fundo da Mina
7 - CBC - Movimento para um novo tempo.
8 - Prioridades: CBC rumo às Olimpíadas
9 - Projetos
9.1 - Distribuição de provas
9.2 - Qualidade das provas/eventos
9.3 - Secretaria de projetos incentivados
9.4 - Divisão de investimento por modalidades
9.5 - Incentivos programados
9.6 - Projetos olímpicos: abragendo todas as modalidades ciclísticas
9.7 - Idade e sexo | Futuro sem barreiras
9.8 - Projetos de Centros de treinamentos
9.9 - Alteração do Estatuto da CBC
9.10 - Novas regras para convocações.
10 - A nova divisão do voto - O poder na mão de todos
1 - APRESENTAÇÃO
Um novo tempo é esperado por todos os atletas, de
todos os segmentos do ciclismo brasileiro.
Em se tratando da renovação da Confederação
Brasileira de Ciclismo (CBC), um dos aspectos mais
importantes que temos que abordar em um projeto de
gestão é, sem nenhuma sombra de dúvidas, que
qualquer sistema gerido por uma pessoa, é o perl
exato do gestor. Quem vai responder, ou não, pelos
atos de terceiros é o indicador.
Quando a sociedade vive em momento de pleito, a
análise que é feita para os futuros governantes é o
passado de envolvimento com as causas
apresentadas e a capacidade da pessoa de executar
o rol de planos.
Se uma nova CBC é aguardada, então uma nova
imagem deve ser vista.
Desde sua logomarca, sua base, seu estatuto e a
inserção de novas ações.
A intenção não é uma troca radical de todo o escalão
da CBC.
Existem bons projetos sendo desenvolvidos que
devem ser preservados.
Excelentes prossionais, gabaritados, que
conquistaram sua vaga com suor e devem ser
observados e congratulados.
Algumas ações dirigidas a alguns segmentos
especícos devem ser continuadas.
E se tão somente necessário for, a limpeza do nome,
o acréscimo do vigor e a inserção do orgulho de ser
confederado, deverá ser a meta a ser conquistada.
Falar de um novo presidente é revelar o perl
pessoal, escancarar o passado e mostrar os traços
de revolução que sempre permearam a alma de
quem nasce para comandar e fazer o novo.
E de fato o saber ouvir é acumular conhecimento. E
assim foi escrita uma história dentro de um Estado
que viu o ciclismo pronto a ser sepultado. Mas o
orgulho foi retomado em ações ampliadas que
pareciam sumir de vista. Mas essas ações
retornavam a um único ponto onde o esporte se unia
à mobilidade. Um mundo de ações. Uma virada em
quatro longos anos.
Este documento apenas pontua projetos. Sem
detalhamentos.
Da mesma forma coloca pontuado o perl de um
candidato que uniu, em uma época onde agregar não
se dava em redes, todos os ciclistas do Estado para
que fosse instaurada uma mudança radical. Que foi
cobrado pela coragem do seu ato; “E agora? Você
travou de vez o ciclismo. Você vai conseguir fazer
diferente?”.
Parecia impossível dormir com essa voz.
Mas foi somente aquela noite de sono o campo
suciente para plantar todas as sementes que hoje
orescem sobre o túmulo do ciclismo que fora
enterrado de vez.
Um calendário vasto que chega a preocupar. Mas por
quê temer? Se um exército foi montado em silêncio
para atender a todas as demandas. Quais são?
Todas as modalidades possíveis e ainda a constante
e atual pauta da mobilidade urbana.
E todos os atletas viram: um irmão, um pai, um
amigo, um colega, “esse eu conheço” e para tantos
outros um GUERREIRO.
Entre projetos para um período pré-olímpico, entre
notícias que desossam o corpo morto do ciclismo
brasileiro, entre fatos comprados e vendidos, ainda
há tempo e esperança.
Quem será o responsável pelo sucesso ou insucesso
da nossa pátria em 2016? Quem responderá por
isso? Qual sistema que impera hoje? Você tem
coragem de assumir parte dessa história? Como
você quer que seu nome seja lembrado pelos seus
atletas federados? Todas as perguntas rondam a
atmosfera de esperança do nosso ciclismo de
grande potencial.
E não é apenas uma pessoa que fará força para tudo
mudar. É um ato que depende de todos. Uma
vontade de ver tudo acontecer diferente.
As ferramentas existem. E para se tornar sábio, basta
ouvir.
No mais, movimentar é preciso para mantermos o
equilíbrio.
E mais um caminho se abre para a possibilidade de
uma nova história.
Os pedalantes querem movimento.
Os atletas querem troféus.
Então vamos nos preparar colocando ORDEM e
fazendo PROGRESSO. Todos unidos por uma só
corrente: o CICLISMO na sua máxima de vertentes.
Estamos “Rumo à Era de Ouro do Ciclismo”
brasileiro.
E juntos podemos mais!
2 - PERFIL
“
Cláudio da Silva Santos nasceu em Niterói - RJ e
desde criança usufrui dos benefícios de pedalar.
Com 45 anos de experiência de vida, casado, dois
lhos, negócios familiares, presidência da
Federação de Ciclismo do Estado do Rio de
Janeiro(Fecierj); bicicleta é o motivo pelo qual
respira e por onde obtém grande satisfação
pessoal.
Pessoa presente nos eventos realizados pela
Fecierj, é considerado uma “gura” que está
sempre incluso em seus pedidos. A expressão
“vamos lá...” é sempre notada pois nunca quer
estar sozinho e da mesma forma não quer
ninguém executando algo solitário.
“
Ganhei minha 1ª bike com 5 anos,
uma Berlineta vermelha, foi paixão
a primeira vista.
Comecei no esporte com 11 anos,
no BMX de São Francisco.
Depois disso, nunca mais consegui
me afastar desta "magrela".
”
Sou muito adrenado, meus amigos
dizem que sou hiperativo, gosto de
correr, remar, pedalar e trabalhar,
durmo pouco e gosto de estar com
meus amigos...
”
Não mascarar os erros, falar no ato, agregar,
incentivar e ouvir são os cinco dedos que regem
seu estatuto pessoal que, durante os quatro anos
à frente da Fecierj, passou a incorporar o sistema
modal das pessoas que o cercam.
Para a grande maioria dos atletas do Estado do
Rio de Janeiro, é considerado um “Rei” do
ciclismo. Não fazendo alusão ao sentido
imperialista. Mas no simples fato de reinar, de
estar disponível 24 horas para o ciclismo, de
governar um verdadeiro exército de centuriões
(que são os comissários e diretores) e atender
com julgamento sereno e instantâneo os
interesses do “reino”(Estado). Uma grande
brincadeira, séria no aspecto moral, que tem
capacidade de retratar os atos éis de seu governo
estadual.
É o perl de mudança, de um tempo que as ações
cessaram e uma nova era se abriu.
Um jovem que se tornou atleta, que se tornou pai,
que sempre teve amigos, lutou, travou e mostrou
trabalho. Simples assim. Simples nos atos.
“Dividir para Somar”, “Juntos Podemos Mais” e
“Todos unidos pela mesma corrente” são
expressões que fazem parte orgânica de sua
vocalização.
“Impossível” e “Isso não dá” são expressões que o
incomodam.
E por onde passa colhe frutos do bem estar gerado
por todo o Estado do Rio de Janeiro.
Prefeituras, clubes, associações, entidades
governamentais e toda sorte de segmentos que
“esbarra” com o ciclismo tem em mãos um currículo
simples e de alto crédito sobre uma pessoa que hoje,
mudou o panorama do ciclismo em um Estado, e
tem apoio para mudar o rumo do ciclismo no Brasil.
3 - LUTA PELO CICLISMO
Em um dado momento da história do ciclismo do
Estado do Rio de Janeiro, com um calendário de
eventos que não ofertava nenhum plano de ação
para que atletas prossionais pudessem montar
carreira, nem mesmo para que patrocinadores se
interessassem por qualquer atividade do ciclismo,
nascia uma vontade pessoal de presenciar um
panorama diferente daquilo que estava nos olhos.
Como fazer diferente?
Em algumas situações, a melhor forma de iniciar
um projeto é “fazendo você mesmo”.
A nalidade é dar exemplo.
E assim os primeiros passos foram dados.
O Brasil vivia uma situação de crise nanceira,
recém saída de uma crise política, e essa
somatória quase aniquilava as chances de
qualquer projeto relacionado ao ciclismo, esporte
que ainda não tinha a visibilidade que tem nos
dias de hoje, para que saísse do papel.
Mas a vontade de lutar por um ciclismo diferente,
que gerava interesse e que pudesse andar
independente, ou até mesmo avesso à qualquer
situação política-nanceira, era grande demais.
Uma busca por atletas de vários segmentos foi
iniciada.
A sua presença começou a ser constante em
vários eventos, de várias vertentes do ciclismo.
Com isso, o aprendizado começou a acontecer
naturalmente.
Os atletas começaram a ser selecionados e as
“
equipes começaram a ser montadas.
Mais interessante é que, diante do panorama do
Brasil, era impossível ter resultados densamente
positivos. Repassar a carga de cobrança para
seus atletas incentivados seria como cobrar algo
que não pode ser pago. E esse clima perdurou,
gerando exemplo para que outras equipes
surgissem e o quadro fosse alterando dentro do
Estado do Rio de Janeiro.
Somente o positivismo imperava. Era o animador,
incentivador, motorista, massagista e pagador.
Quando surgiam os problemas pessoais de
algum atleta ainda acumulava o cargo de
conselheiro. Tudo realizado com gosto pelo
esporte. Sem fronteiras.
Sem aguardar um retorno sequer, fez o exemplo
perdurar até os dias de hoje.
Lutando dia a dia pelo bem do esporte que amava,
aproveitou para analisar e aprender.
Sua experiência não era mais restrita ao campo
do “ser atleta”. A luta pelo crescimento do
interesse pelo ciclismo fez conhecer a realidade
que vive uma equipe, como se mantém a chama
de um atleta acesa e da mesma forma, o que era
necessário para que bons e proveitosos eventos
acontecessem.
De toda a luta, o saldo foi CONHECIMENTO e
EXEMPLO.
Comecei em 1989, realizando Passeios
Ciclísticos, depois montei equipes de
MTB, DownHill, Estrada e Cicloturismo...
Não consigo parar. A cada ano, incluo
novas ações pois isto me faz sentir vivo
e útil ao que amo de verdade.
”
3 - LUTA PELO CICLISMO
Depoimento de Robson Ferreira
Depoimento de Roberta Stopa
Atleta profissional
3x Campeão Brasileiro de MTB XCM
Atleta profissional
Campeã Brasileira de MTB XCO
Conheci o Claudio em 1997
No ano de 2000 integrei a equipe dele onde estou até hoje,
Posso dizer que desde então o esforço dele para manter a equipe
foi além de um patrocinador que quer ter retorno para sua
empresa. Foi um investimento nanceiro. Muito mais foi o
incentivo pessoal e ainda maior foi o incentivo de um apaixonado
pela bicicleta.
Conheci ele em uma prova de mountain bike na cidade de Campo
Grande, aonde não existia a mínima estrutura e um sol escaldante
desanimava qualquer um. E ele lá dando apoio para seus atletas.
Ao ver aquela cena, o meu sonho foi integrar a equipe dele. Após 3
anos o sonho se realizou!
Um apaixonado por bike, seja qual for a vertente (competitiva,
lazer, cicloturismo, mobilidade...etc).
Desde que assumiu a Fecierj ele só vem engrandecendo,
melhorando, passo a passo, de forma consistente e consciente.
Se ele zer metade do que fez pela nossa equipe para a
Confederação, vamos alcançar um nível jamais visto antes antes
em nosso Brasil.
Conheço o Claudio há mais de 18 anos. Quando comecei a
pedalar ele já fazia parte do mundo duas rodas, lojista, chefe de
equipe, patrocinador, incentivador, torcedor, amante do esporte,
organizador e agora presidente.
Cláudio vem desempenhando um belo trabalho no estado do RJ
não só a nível competitivo, mas principalmente como meio de
transporte, sustentabilidade, sociabilidade e lazer se tornando
uma das pessoas mais importantes do nosso cenário "Bike", como
podemos ver e comprovar a evolução do mundo das bikes do
estado do RJ num modo geral.
Ser humano justo e transparente, ama de corpo e alma o que faz,
uma pessoa que conseguiu transformar o estado do RJ, tenho
certeza que irá transformar nosso país.
4 - FECIERJ
O resgate do orgulho de ser ciclista
O período de gestão 2009-2012 da Federação de
Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro (Fecierj) marca o
período de transição entre o estado de atleta,
organizador e chefe de equipe para o estágio de gestor
no ramo ciclístico.
Traduzimos isso de duas formas práticas.
A primeira é que aconteceu uma passagem de estado
do “agente cobrador” para o estágio “agente a ser
cobrado”. Em segundo, de forma prática, assumiu uma
responsabilidade de “gerir” enquanto “aprende na
prática”.
A diretoria da Fecierj, para esse período recebeu
alguns coletes, umas pranchetas, uns poucos cones e
um pequeno chário com algumas poucas chas a
desmanchar.
O peso da responsabilidade estava ali.
Como reverter esse quadro?
A idéia de dividir, segmentar, distribuir as funções
passou a ser prioridade.
Treinar pessoas era o objetivo.
Mas treinar para o quê? Se nem calendário de eventos
existia.
A partir de então a jornada foi dupla. Organizar e
Realizar as competições ciclísticas.
Já que não havia mais o interesse de validar pontos e
poucas “corridas” aconteciam, não havia mais a
possibilidade de mostrar que algo tinha mudado.
Então, enfrentar uma dupla jornada era a única
solução.
E dentro desse molde cresceu a Fecierj.
Criando para que possa existir. Incentivando para que
possa acontecer e somando para que o resultado
possa ser alcançado.
Analogamente seria como se um corretor de imóveis
sentisse forçado a construir para que ele tivesse o que
vender.
Hoje são mais de mil atletas federados ativos e uma
innidade de matérias para que um evento possa ser
realizado.
Mas não é o material ajuntado com o tempo o maior
bem da Fecierj. A experiência adquirida pelos
comissários com o extenso calendário de eventos no
Estado é que permitiu a perfeita lapidação da jóia mais
preciosa da Federação: o CONHECIMENTO.
“O Bope, é o melhor exército de guerrilha urbana do
mundo. Porque eles vivem essa experiência
diariamente. O Hospital Miguel Couto é o mais
experiente em retirada de projéteis no mundo. Porque é
a experiência diária deles. E nós, da Fecierj, estamos
também na luta diária, na guerra constante para o
crescimento do ciclismo. Essa é a nossa guerra!” –
Daniel Fogel, Diretor de Comissários.
Toda a experiência adquirida na amplitude máxima dos
segmentos do ciclismo, aumentou expressivamente a
vontade de se dedicar para que o fortalecimento da
Federação começasse a render frutos ainda maiores.
O retorno do crédito como realizador de eventos
esportivos permitiu que os trabalhadores pudessem ter
uma vasta gama de atividades para coletar
conhecimento.
O lançamento do livro O Rio Pedala marca a era de
mudança ocorrida na história da Federação.
Hoje a Fecierj tem a capacidade de realizar qualquer
tipo de evento ciclístico de forma independente.
Resultado dessa mescla de necessidade de aprender
com aprendizado induzido pela freqüência.
A vitória maior a ser considerada dentro do plano
desenvolvido como lema do período de gestão é o
sentimento que cou para os atletas federados:
Resgate do Orgulho.
E o lema que move a Fecierj rumo ao desenvolvimento
máximo do ciclismo, que também tem revelado o
grande sentimento de atração entre atletas e o esporte
é JUNTOS PODEMOS MAIS!
5 - RUMO A CBC
“
Rumo à era de ouro do ciclismo
Chegou a hora e vez de mudar a CBC,
novas idéias, antigos ideais, sem vícios,
sem favorecimentos pessoais, porém,
com muita eficiência e trabalho intenso,
foco, determinação e comprometimento.
”
Quatro anos se passaram.
Muitas esperanças foram depositadas.
Mais um ciclo olímpico terminou.
E nunca foi tão falado, de forma esmiuçada, o assunto
CBC.
A voz dos atletas têm ecoado por todo o Brasil
clamando por mudança.
Alterar os rumos de uma Confederação consite em
trocar “o que não funciona” por algo “que funciona”.
Manter o que está correto é um dever.
Ouvir as necessidades e planejar é essencial.
Novos métodos, novo estatuto e nova imagem.
Esse é o critério. Básico, trabalhoso e necessário.
A partir de agora, depois de todo perl histórico
apresentado, chegou o momento de traçar linhas para
serem escritas. Para receber novas histórias e marcar
a era em que as Olimpíadas serão realizadas em solo
brasileiro.
O que vamos apresentar? O que temos de melhor?
Temos muito a fazer em “apenas” quatro anos.
Mas idéias não saem do papel sem foco e
determinação.
E a base da nossa proposta é:
MUTAÇÃO – é mudar a todo instante que necessário
for. Mantendo o alinhamento perfeito entre idéias e
ações. A implementação constante que possa
beneciar os maiores interessados de tudo isso: OS
ATLETAS.
Vamos fazer um “Movimento para um Novo Tempo”!
5 - RUMO A CBC
Uma nova imagem, uma nova marca.
A idéia começa com mudança da marca.
Mudar o rosto é necessário.
Renascer no mercado e restaurar o crédito passa pela
aquisição de uma nova imagem.
Veja a primeira proposta.
Traços saindo de um só ponto:
Gestão pontual, precisa.
Linhas curvas:
movimento constante.
Cores de todos
os continentes:
receptividade.
As cores da UCI representam os cinco continentes.
No momento em que o país vai se preparar para o
desenvolvimento olímpico, quando vamos receber
atletas de todas as partes do mundo, devemos usar o
nosso verde-amarelo, mas abraçar as cores dos
demais continentes.
Confederação
Brasileira de
Ciclismo
CBC
Formato com nome ampliado: Permanece o foco no atleta.
Desembaraçar a imagem da CBC em uma marca nova
já começa a imprimir um novo ideal.
Manter o foco no ciclista e sua máquina é fundamental.
Veja a leitura que é ofertada por uma marca mais
abrangente.
Confederação Brasileira de Ciclismo
5 - RUMO A
CBC
Metas determinadas, metas a serem cumpridas.
Denir as estratégias para um período pré-olímpico
consiste em muito mais que planejar. É o momento de
fazer um grande raio-x de toda a estrutura da CBC, no
intuito de apurar o que o organismo produz de melhor.
É o momento de viabilizar o tratamento para a retirada
de um câncer que nutre os recursos energéticos que
deveriam uir por todo o corpo técnico.
Muitas reuniões foram feitas para analisar e projetar.
Muito antes que se pudesse imaginar, o sonho já
estava plantado.
E o peso da responsabilidade já pairava nos locais de
encontro.
Sozinho ninguém constrói.
Um exército bem organizado é aquele que sabe lutar,
mas também sabe construir e se preparar para defesa.
Com a força dos atletas, um exército silencioso se
montou para guerrear por um ciclismo com mais
oportunidades e mais abrangente.
Será uma grande luta.
“
O segredo é ouvir. Não existe
dúvida quando escutamos as
pessoas certas. E são essas
pessoas, que querem ver o bem
acontecer, que se agrupam, se
fortalecem e mostram sua
capacidade. Não existe sentido em
não usar essa imensa força
disponível!
”
As metas já foram lançadas e o plano é básico:
Corrigir, Manter, Trabalhar, Preparar e Receber.
Cinco palavras com sentidos extensos diante das
necessidades de um órgão com atuação nacional.
Corrigir os sistemas, o estatuto, as convocações, as
análises e as informações. É o momento de ouvir com
clareza as excelentes propostas que os atletas, os
principais afetados nas decisões corretas ou
incorretas, têm para o coroamento do seu esforço.
Manter processos corretos, pessoas com interesse no
crescimento gradual e visual do ciclismo. Sem
favorecimentos pessoais. Mas sim um trabalho de
conscientização para o devido crescimento do
ciclismo.
Trabalhar para que haja trabalho. Somente uma
correta divisão de recursos e força permitirá que ações
sejam plantadas por todo o Brasil. Um grande país traz
consigo grandes diculdades. Mas na mesma ótica, é
também o produtor de extensos recursos e força de
trabalho que devem ser aproveitados da melhor forma.
Preparar será uma palavra de ordem e progresso.
Pois é um momento em que nosso país será a sede de
jogos mundiais e não só o desempenho estará
contando pontos. Mas a capacidade de recepção,
mobilização e geração do interesse esportivo vão
comandar toda a estrutura para agraciar os nossos
hóspedes concorrentes.
Receber será a palavra do resultado. Mérito é o único
meio aceitável no momento de festa. Recursos estarão
disponíveis para que esse encontro do ciclismo
mundial seja feito com esmero. E saber receber
signica que há um merecimento para tal. Então,
nossa meta é receber por dádiva e aplicar por mérito.
CBC
6 - Visão das Deficiências
“
Existem recursos disponíveis para a
CBC. Mas diante do papel que ela
tem desempenhado no Brasil ela só
consegue esses recursos via Lei
Piva.
E agora? Em um processo préolímpico, ainda corremos o risco de
ficar sem nenhuma verba.
É o início de um fisco sem limites?
”
CBC
6 - Visão das Deficiências
CBC
6 - Visão das Deficiências
COLOQUEM A MÃO NA CONCIÊNCIA E NÃO NO BOLSO
Venho através deste solicitar e alertar todos aqueles que realmente
amam nosso esporte e nossa modalidade CICLISMO em geral.
Já sabemos que em Janeiro de 2013 teremos a eleição para
presidente da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) e vamos
juntos lutar por uma equipe melhor, que realmente faça as coisas
acontecerem e gastem o dinheiro dos atletas com os atletas e não
com outras coisas. http://www.pedal.com.br/forum/cbc-negocios-emfamilia_topic48298.html
Bom meu pedido é simples já que a meu ver quem deveria votar para
a presidência seriam os atletas, pois eles sim são quem move essa
modalidade, as federações e por m a CONFEDERAÇÃO.
E por falar em FEDERAÇÕES, ai vai meu
APELOOOOOOOOOOOOOO.
Não vendam votos
Não se entregam por nada
Não trocam seus votos por provas realizadas nos seus estados
Não deixem car como está
Fundamentadas ou não, simplesmente são as únicas
notícias que temos recebido da CBC.
Segue email veiculado como forma de protesto.
Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não
Não a essa CONFEDERAÇÃO de hoje
Vamos mudar, evoluir, crescer, daqui a 4 anos as olimpíadas é nossa
é no BRAZIL e tenho certeza que com toda essa grana que o Governo
injeta na Confederação podemos sim formar grandes campeões para
brigarem por medalhas dentro de casa.
Se não fosse o esforço dos ATLETAS não teríamos um representante
em Londres e graças a união deles zeram isso se tornar realidade e
ca aqui os parabéns ao atleta Rubens Donizette pela bela
representação chegando na 24ª colocação e apenas 5minutos do
líder, mesmo largando nas últimas las e escapando por pouco de um
tombo logo depois da largada.
FEDERAÇÕES, CLUBES E DIRIGENTES, só peço uma coisa!!!
VOTEM COM O CORAÇÂO E COM A CABEÇA E NÂO COM O
BOLSO!
Obrigada!!
CBC
6 - Visão das Deficiências
“
Falta amor em cada ação. Quando
amamos, não pensamos em nada
que não leve ao bem estar completo
de quem ou do que amamos.
”
CBC
7 - Um Movimento para um Novo Tempo
A CBC é uma instituição com um histórico fabuloso de
conquistas em um país que pouco de moveu para o
ciclismo.
Fazer a diferença para um esporte pouco observado
sempre foi uma batalha.
Essa batalha se estende, ou até mesmo com maior
diculdade, para as Federações Estaduais. A
instituição nacional se garante com uma única fonte de
recursos, com promessas de repasses diretos ou em
ações que nunca ou raramente são executadas. As
Estaduais já não contam com nenhum recurso e na
totalidade das vezes, salvo por interesse estritamente
pessoais, ainda pagam à CBC demandas que por
direito e conquista, em provas com chancela Brasileira,
deveria ter gratuidade.
O rol de cobranças se estende pelo Brasil com voz de
clamor.
Não adiantaria criar um só documento com todas as
propostas alinhadas.
“
De que adianta, no ponto em que estamos,
montar um projeto único a ser seguido?
Estamos no momento de ouvir o que os
atletas estão dizendo. Eles choram por
alegria ou por derrota. O esporte é deles, o
suor é deles também. Cabe à CBC
valorizar isso. E projetos? Temos que fazer
de acordo com a necessidade
momentânea. As idéias já estão no ar, na
boca de cada um. Só temos tempo de
mostrar que somos capazes para executar
o que sabiamente podemos decidir. Só
podemos prometer uma coisa: Vamos
ouvir e vamos trabalhar muito!
”
Vamos apresentar, alguns diferenciais que já foram
debatidos e selecionados para que o futuro do ciclismo
seja visto com o prazer de um novo olhar.
São linhas gerais, dentro de todo um plano conceitual,
retirando detalhes construtivos da necessidade do
meio esportivo, seja do alto rendimento ou até mesmo
do competitivo.
A necessidade de mudança que existe não está
apenas no campo dos atletas. Mas os Presidentes de
Federações precisam de repasses feitos de forma
programada, com vista de retorno pela CBC e com os
devidos acompanhamentos técnicos para que o e
Estado seja contemplado e o interesse público em
relação ao ciclismo possa obedecer um vetor
ascendente até Rio 2016.
8 - PRIORIDADES
A
Rumo às Olimpíadas
CBC
O momento é de limpar a casa para receber os convidados.
E quem não faz isso?
Zelar pela boa imagem é mostrar que você sabe receber bem seus
convidados, que dá importância à situação. E isto engrandece.
Para que isto aconteça, você precisa comprar materiais de limpeza,
ornamentação, ter subsídio para convidar e é necessário que você tenha
como validar o convite.
Analogamente é o trabalho que deve ser feito.
E há melhor situação do que um antrião que conhece bem sua casa?
Se é Rio 2016, o melhor a conhecer, é quem mora na própria casa.
Documentos, locais, pessoas, tramitações, liberações e demais
necessidades são práticas para quem tem o conhecimento dos caminhos
legais para desenvolver essas ações.
Já existem intenções projetuais para as Zonas de Aclimatação, bem como
os locais especícos para abrigar as modalidades do ciclismo. Já existem
pessoas que estão com conhecimento acumulado, outras em busca do
pleno conhecimento, para desenvolver ações que permitam uma
receptividade inigualável.
Se estamos preocupados com quem virá ao Brasil, maior deve ser a
preocupação com quem estará participando das Olimpíadas como atleta
representante da nossa nação.
Já existe até mesmo idéias para desenvolver um ciclo duplo, visando
beneciar aqueles atletas que conseguirem mostrar seu melhor, sem
prevalecer as condições especícas como levante nanceiro para estar
em todas as provas.
Roberta Stopa, atleta prossional, em email enviado à atual gestão da
CBC, já deixou a proposta de 2 biênios.
Os pontos dos atletas zeram para o segundo biênio.
As provas destacadas no Brasil servem de alavanca para a inserção dos
brasileiros em provas internacionais como o Sulamericano. Novos pontos
são adquiridos para os Mundiais. E assim, os atletas vão permanecendo
8 - PRIORIDADES
A
Rumo às Olimpíadas
CBC
em uma “briga” sadia para se manter.
Mas, para que isso aconteça de maneira íntegra, deve haver um
comprometimento com o custeio para os atletas em provas internacionais.
Deve ser feito de forma que não haja uma “elitização” movido apenas pela
condição individual do atleta de estar presente nas provas.
Deve sim haver a constante busca do atleta para seus patrocínios. Mas o que
toca à CBC é o comprometimento de abranger e custear por igual. Sem
priorizar.
Nossa atleta propôs. Mas quem vai garantir que essa excelente idéia seja
implantada?
Quando falamos de equipamentos, a CBC apresenta preparo para
administrar as provas. O que falta realmente é o interesse de fato para
administrar as provas.
Sem querer sobrepor a nenhuma Federação. Simplesmente que seja
implantado o desejo de somar. Sem a presença de estrelismo, status ou
qualquer situação que possa diminuir comissários que querem aprender a
desenvolver o ciclismo. Essas ações de somatório vão reetir no
desempenho do ciclismo brasileiro no preparo para as Olimpíadas Rio 2016.
A geração de número maior de comissariado, interessado no trabalho a ser
desenvolvido permitirá que nova mão-de-obra seja desenvolvida e
especializada.
Para a realização de um evento olímpico, o cercamento do atleta com o
comissariado é de extrema importância. Por isso, preparar um comissariado
para atender os atletas internacionais trará um conforto ao Comitê Olímpico
Brasileiro (COB), que já está em campanha para obter os melhores PAX
(mão-de-obra qualicada para trabalho em eventos) do Brasil.
É válido ressaltar que um projeto especíco para Rio 2016 não é questão.
Mas mostrar que existe a preocupação e da mesma maneira que a
capacidade de organizar as informações para que o sucesso seja
conquistado, isso é necessário.
E neste passo, um a um, vamos caminhando para que as ações
voltadas às Olimpíadas sejam canalizadas ao sucesso do CICLISMO
E SEUS ATLETAS.
9 - PROJETOS
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CBC
9 - PROJETOS
9.1 - Distribuição de provas
“
Vamos realizar Copas Regionais,
contemplando todos os Estados do
Brasil com Suporte Técnico da CBC
total e sem custo.
O calendário CBC está abruptamente atrelado ao
calendário das Federações.
Contando até mesmo com investimento das próprias
instituições estaduais.
Existe uma necessidade de abrangência nacional.
Um estudo já está sendo realizado para que haja uma
diminuição do “custo de aquisição” de uma prova
chancelada pela CBC. Desde que haja o
enquadramento das necessidades da
Conferederação, visando fomentar o ciclismo em um
plano muito maior.
As provas montadas pelo incentivo privado ou até
mesmo pelas leis de incentivo, devem ser mantidas
como fonte de captação de recursos. E certamente
esses recursos podem ser aplicados em provas de
Estados que não possuem condições de promove-las.
Com isso, já é possível pensar em um “manejo” de
provas, planejadas de forma regular nos quatro anos
subseqüentes.
9.2 - Qualidade das provas/eventos
“
”
Elevar gradativamente a qualidade
das provas com investimentos
pesados da iniciativa privada,
fortalecendo todas as Federações .
Os eventos ciclísticos já acontecem.
Mas como gerar o interesse do setor privado para que
o patrocínio possa ser efetivado com tranqüilidade e
benefício mútuo?
Há uma forma de produzir um ciclo vicioso de grande
valia para o esporte.
A valorização da imagem esportiva é o caminho.
Por essa razão existe uma grande necessidade de
“limpar” a imagem da CBC.
Para que o crédito volte.
Com isso, dar início a uma série de eventos esportivos
q u e v a l o r i z e m o a t l e t a e m p r i m e i r o l u g a r.
Transformados em verdadeiras festas esportivas,
esses eventos passarão a gerar mídia espontânea.
Por sua vez, a mídia fará o papel gerador do interesse
pelo investimento privado.
Depois de iniciado um ciclo, certamente a “maquina do
incentivo” fará o papel de reciclar e entrar no ciclo
vicioso com o aumento gradativo da qualidade dos
eventos ciclísticos.
”
CBC
9.3 - Secretaria de projetos incentivados
“
Vamos montar uma secretaria para cuidar
apenas dos projetos incentivados,
passando para todas as Federações o
"como fazer" passo a passo.
O termo que existe entre os organizadores de provas
conhecido como “passar o chapéu” é uma situação
embaraçosa. Quando existe um bom projeto em mãos,
pronto para beneciar o ciclismo e seus atletas, muitas
vezes a qualidade, ou até mesmo a realização da
prova, passa pelo cunho da obtenção dos recursos
nanceiros.
A CBC deve ser a responsável por mostrar que o
recurso existe. Basta que todas as Federações
aprendam como obtê-lo.
A situação que hoje existe mostra exatamente o
contrário. Uma dependência dos recursos das
Federações.
Criar uma secretaria para cuidar dos projetos
incentivados vai permitir que todas as provas possam
se tornar verdadeiras festas, regadas com qualidade,
com patrocínios realmente interessados no benefício
esportivo.
Retoma e soma ao tópico já apresentado de qualidade
das provas.
As verbas, mesmo que privadas, já estão disponíveis.
Hoje existe uma carência de conhecimento das vias
para a obtenção desses recursos.
E o papel será desempenhado corretamente para que
o ciclismo possa ser um esporte de ponta no Brasil.
”
9 - PROJETOS
9.4 - Divisão de investimento por modalidades
“
Viabilizar estudos por região para que
possamos administrar os recursos
necessários no desenvolvimento de
cada modalidade na região definida.
”
O ciclismo é composto por várias modalidades.
Também chamado de vertentes, cada uma delas tem
suas necessidades próprias para se desenvolver.
Uma análise feita no mapa do Brasil sobre o ciclismo
revelou tendências e vocações regionais por
modalidade.
Um plano estratégico é valorizar essas divisões
naturais sem retirar a chance das demais modalidades
presentes na região, de avançar.
Atrair o recurso correto e medido para que a própria
região possa ser elemento de impulso para fomentar o
ciclismo.
Onde há uma concentração muito efetiva de uma
determinada modalidade, uma sugestão apresentada,
é o uso de eventos multi-modais. Permitindo que em
um só investimento possa ser erguido um modelo de
incentivo às demais modalidades.
Estudos estatísticos continuados, baseados em dados
reais para que o benefício possa ser alcançado, será
realizado, sempre levando em consideração o modelo
'modalidade x região x avanço'.
CBC
9.5 - Incentivos programados
“
9.6 - Projetos olímpicos: abragendo todas
as modalidades ciclísticas
Trabalhamos hoje em conjunto com a
LiveWright e Conexão, e já possuímos
mais de 10 eventos programados (tanto
no incentivo pelo imposto de renda,
quanto no incentivo pelo ICMS), a idéia é
multiplicar estas ações pelas 27
federações nacionais.
Com o funcionamento efetivo da secretaria de projetos
incentivados, uma nova etapa será dada ao ciclismo.
Será o momento de preparar as Federações para
montarem parcerias perfeitas e duradouras, visando
benefício de quem realiza e muito mais para o ciclismo.
Os projetos que estão acontecendo hoje no Estado do
Rio de Janeiro são provas de que é possível manter
uma programação com amplos benefícios para o
ciclismo.
Manter parcerias bilaterais faz com que a CBC possa,
através de várias Federações, manter seu ciclo de
trabalho, sempre dentro das metas e novas regras da
administração 2013-2016.
Essa ação já faz com que alguns eventos sejam
xados e determinados sistemas de pontuação
possam funcionar de forma mais ecaz.
O modelo do sistema incentivado é de grande proveito
para a CBC, tanto quanto para a Federação.
Permitindo escolar comissários estaduais através do
contato regular com o comissariado CBC. E a
programação tem benefícios até nesse aspecto,
quando a instituição estadual pode programar a
seqüência de comissários com experiência e também
o comissariado em estágio, gerando uma proveitosa
rotatividade de aprendizado.
9 - PROJETOS
”
“
Projetos prioritários seriam a criação
de equipes nacionais no mesmo
modelo da Equipe Caloi de Pista em
todas as demais modalidades do
Ciclismo.
”
Como o período de vigência administrativa 2013 –
2016 coincide com o preparatório Olímpico, nada mais
justo que paralelamente à “arrumação da casa”, o
atleta seja preparado para enfrentar esse desao em
seu próprio terreno.
Além da meta do avanço do número atletas
participantes nas olimpíadas, a meta a ser conquistada
é a capacitação dos mesmos para que possam pontuar
dentro do ranking UCI com mais facilidade,
aumentando o posicionamento do Brasil no processo
de seleção, fazendo com que mais atletas brasileiros
tenham chances de participar das olimpíadas.
A criação de 'times' Brasil em todas as modalidades
servirá de fomento para que outros atletas possam
almejar esse tipo de participação, bem como permitirá
que os atletas que já possuem pontos para participar
desse projeto possam estar alinhados a treinamentos
mais efetivos dentro do alto rendimento.
E todo o projeto servirá de fomento para que os
ciclistas competitivos possam vislumbrar a
participação dentro de uma equipe representante do
Brasil, não apenas um atleta representante.
A idéia começou a ser esboçada pela atual gestão, de
forma arrastada e movida por uma necessidade. A
intenção é trabalhar de forma programada,
conceituada, onde os atletas devem cumprir uma
programação de treinos em equipe bem como a
participação em conjunto nas provas.
CBC
9.7 - Idade e sexo | Futuro sem barreiras
“
O Ciclismo é para todos, de 8 à 80 anos,
pedalar é super saudável, é o primeiro na
lista de presentes no natal das crianças,
e a prescrição médica para a 3ª idade,
estou me referindo a bicicleta, sem ela,
me sinto totalmente desequilibrado.
”
Com o alto rendimento em foco, a CBC passa uma imagem de suor
sem limites, agressividade e peso de responsabilidade.
Como uma instituição nacional, poderá ser o elemento de união
entre todas as regiões do país, no sentido de unicar as questões do
ciclismo?
Mas como passar uma imagem mais branda da área competitiva?
O simples fato de agraciar os masters, ofertando até mesmo algum
tipo de evento especíco, tanto quanto os juvenis, abre a amplitude
de atuação.
Até o ano de 2012 acontecia no Balneário Camboriu o Mundial Máster
no Brasil.
A grande festa internacional agradou e muito os competidores não
elitizados.
Mas então, vamos parar por ai?
Não. Com a criação de pelo menos uma prova anual especíca para
Masters, com premiação e título de Campeão Máster Brasileiro,
certamente será mais uma forma de fomentar atletas e treinar
aqueles que querem participar do Mundial em outros países.
E a questão das atletas?
No MTB o segmento feminino sentiu-se prejudicado por não
participar do 'Projeto Olímpico feito às pressas da CBC'. Assim que
“elas” denominam.
Ainda sem critérios diante da gestão atual, longe do assunto criticar,
para que o esporte seja democrático, questões ainda precisam ser
vistas para que as mulheres possam se sentir incentivadas a praticar
na área competitiva e do alto rendimento.
É um campo de muitos projetos. Onde também será necessário muita
dedicação.
Não apenas para agradar a “gregos e troianos”, mas para que haja
resultado.
9 - PROJETOS
9.8 - Projetos de Centros de treinamentos
“
Auxiliar os locais como centros de
treinamento, prestando assessoria
técnica, gera um ponto sempre pronto
a receber uma prova. Além do mais é
um local gerador de novos talentos.
”
Os centros de treinamentos são modelos usados
largamente na Europa e Estados Unidos.
A China produziu uma grande malha de centros,
criando até mesmo 'intercâmbios' para que as técnicas
possam ser difundidas entre esses locais.
Quando o centro de treinamento está em pleno
funcionamento, sendo bem cuidado e incentivado, as
questões documentais cam permanentemente
resolvidas. É um local que está sempre pronto para
abrigar uma prova.
Contando com a assessoria da CBC, qualquer centro
de treinamento também pode se tornar um centro de
treinamento para os processos da própria
Confederação.
Apostar nesse modelo é alinhar os projetos nacionais
com o que há de mais moderno no mundo.
CBC
9.9 - Alteração do Estatuto da CBC
“
9.10 - Novas regras para convocações.
Existem coisas que precisam ser
mudadas de forma urgente. Antes que o
ciclismo morra.
”
Todos os dias vemos tudo que é do universo do
ciclismo se desenvolver.
Algumas Federações têm entrado no ritmo do
desenvolvimento.
E a CBC?
Por que ela não pode se desenvolver?
Algumas alterações devem ser urgentes.
Alguns países já conseguiram entrar na fase do voto
direto.
E o Brasil pode entrar nessa esfera.
Já existem países que estão testando o voto aberto via
internet.
Se existe o recurso, por que não usar?
Uma mudança de voto indireto para voto direto é quase
impossível.
Por isso nossa gestão defende o modelo americano de
colegiado.
É um tópico que será abordado à parte.
A restrição do tempo de administração, como por
exemplo, limitando a 2 mandatos consecutivos, só
podendo retornar após 1 mandato de espera é mais
que democrático. Oferta a chance de comparações e
faz com que as escolhas sejam mais rigorosas.
9 - PROJETOS
“
Não dá pra ver mais atletas sendo
espremidos em processos de última
hora para angariar pontos. Tem que
ter planejamento e critério.
”
Todo o projeto apresentado até aqui se conecta.
Este é o ponto nal e um dos mais debatidos durante os
últimos dois anos.
A criação de uma 'Copa' de MTB às pressas para colocar
“pelo menos 1 brasileiro” nas Olimpíadas de Londres 2012 foi
o elemento que despertou a atenção dos atletas, que
perceberam que algo não tinha sido feito de forma
programada.
Existem conceitos para seguir, com a nalidade maior de não
massacrar os atletas de alto desempenho, que já sofrem com
as altas cargas de treinamentos e viagens em excesso. Se
eles passarem pela obrigação constante de saírem da rotina
habitual e passarem a um estágio desprogramado e
urgencial 'atrás de pontos', passa a ser algo que não trás
nenhum benefício, quando o momento é criar equipes,
destacando vários, e não 'apenas um'.
Adicionar linhas de critério, baseando os trabalhos em
planejamento metódico é a forma correta de espassar os
eventos e manter a conquista de pontos por toda uma equipe,
de uma determinada modalidade, em um plano crescente no
ranking nacional e internacional.
Vários atletas já deram suas sugestões. Estamos prontos
para fazer a análise do melhor sistema para que os atletas
passem por uma avaliação de seu próprio desempenho, mas
dentro de uma esfera democrática, realista, sem beneciar
um prejudicando outro, alinhando as relações nacionais com
os melhores parâmetros internacionais.
CBC
10 - A nova divisão do voto - O poder na mão de todos
Votar é decidir.
É escolher.
Desde o âmbito familiar já aprendemos a ter nossas
necessidades denidas e decididas por
representantes.
Nos primeiros anos de vida, são os nossos pais que
desempenham esse papel.
Na escola, são os representantes de turma.
Quando começamos a votar nos pleitos municipais
e presidenciais, embarcamos no entendimento que
o voto garante a vontade da maioria.
Muitas vezes presenciamos certas continuidades
políticas movidas a sujeira e corrupção.
Mas o entendimento democrático tem atingido um
grau jamais visto.
Neste pleito para a CBC 'ainda' prevalece o voto
indireto, realizado apenas pelos presidenciáveis
estaduais.
Todos sabem que estes não são os afetados diretos
pelo mau trabalho ou bom trabalho que a CBC
desenvolve. São os atletas. De igual maneira já
existe a consciência que mudanças são mais que
necessárias.
E qual é a responsabilidade do seu voto?
Os seus atletas federados no estado sabem.
Tanto sabem que a promessa é cobrar de cada
Presidente de Federação a mudança que já passou
da hora de acontecer.
Hoje pode haver pagamento até mesmo como
troca de favores.
Mas você vai suportar a cobrança que 'seus' atletas
irão fazer?
Vale a pena?
Isso é detalhe. A continuidade pode execrar o
ciclismo em Rio 2016.
Como um Presidente de Federação poderá receber
o seu favor de voto se a CBC passar a não receber
mais o recurso da Lei Piva?
Não estamos persuadindo.
Nossa intenção é mostrar que há solução.
Que ainda está nas mãos de poucos salvar o
ciclismo.
Se é necessário pesquisar para votar, faça isso.
O celeiro está cheio de agulhas!
Já está sendo estudado um modelo matemático
para o voto tenha sua carga dividida.
A montagem de colégios de votação,
representados por cada Federação, trará mais
transparência para a escolha de um novo
Presidente da CBC.
Haverá uso de desvio padrão para alinhar a
escolha do Presidente da Federação com a
escolha dos seus atletas federados. Somente
depois de decidido dentro do colégio é que o voto
sobe para a escolha da CBC. Ainda será possível a
votação em apenas dois candidatos pré-votados,
retirando a chance da perda do voto pelos colégios
que não votaram nos preferenciais. São
ferramentas via internet, distribuídas para cada
Federação, tornando transparente o sistema de
escolha, para que seja decidido não por um valor,
mas para que o atleta tenha real valor.
Além do mais, poder dividir a responsabilidade do
voto, signica que um Presidente de Federação
não poderá ser cobrado pelo ato da escolha. Pois
em qualquer processo democrático, prevalecerá a
transparência, a realidade, o passado, o perl e a
vontade de fazer diferente.
A chance é esta.
O momento é oportuno.
Todos os detalhes já foram passados.
Agora é a sua vez de propor, de colocar suas idéias
para que o ciclismo possa revigorar, mostrar a força
natural que tem.
E você, Presidente de Federação, poderá fazer
parte da mudança.
Não seja cobrado por quem deveria elogiar suas
ações.
Nem queira jogar por terra a chance de retirar os
trilhos do ciclismo e colocar um caminho livre para
que os pneus possam fazer o seu trabalho.
É com estima, carinho e dedicação que este rol de
idéias foi criado.
Apenas um norte diante de um panorama perdido.
Receber seu contato será um grande prazer.
Ouvi-lo será ainda mais construtivo.
Nos vemos na batalha pelo ciclismo do bem.
“
Um ciclismo de verdade, com respeito
e amor, esse é o troféu que os atletas
merecem. Vamos lá. Podemos tentar
mudar. Basta lembrarmos sempre que
JUNTOS PODEMOS MAIS!
”
Cláudio da Silva Santos
[email protected]
(21) 2620-6566
(21) 8870-1833
(21) 7804-2901
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