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Pavimentos de Concreto nas Cidades:
A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus
PREMISSAS DE PROJETO E
DIMENSIONAMENTO DE
PAVIMENTOS URBANOS DE
CONCRETO
ENGº MARCOS DUTRA DE CARVALHO
FUNDAMENTO DA MECÂNICA DOS PAVIMENTOS E DA CIÊNCIA DOS
PAVIMENTOS RÍGIDOS
PROJETAR UMA ESTRUTURA QUE DÊ CONFORTO,
SEGURANÇA E ECONOMIA AO USUÁRIO, DURANTE
UM DETERMINADO PERÍODO DE TEMPO.
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2
DIFERENÇAS BÁSICAS ENTRE PAVIMENTOS
RÍGIDOS
FLEXÍVEIS
REVESTIMENTO
BASE E REVESTIMENTO
BASE
SUB-BASE
SUB-BASE
SUBLEITO
REFORÇO DO SUBLEITO
SUBLEITO
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3
COMPARAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO DE CARGA ENTRE PAVIMENTOS
EQUIVALENTES
RÍGIDOS
FLEXÍVEIS
HR
HF
GRANDE ÁREA
DE DISTRIBUIÇÃO
DE CARGA
PEQUENA PRESSÃO
NA FUNDAÇÃO DO
PAVIMENTO
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PEQUENA ÁREA
DE DISTRIBUIÇÃO
DE CARGA
GRANDE PRESSÃO
NA FUNDAÇÃO DO
PAVIMENTO
4
CAPACIDADE DE ABSORÇÃO DE CARGA DE UMA
PLACA DE CONCRETO (carga no interior, seg. PCA)
30,4 cm
qc = 35
20 cm
88,7 cm
qt = 1
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5
TIPOS DE PAVIMENTOS RÍGIDOS
Q
Q
Q
Q
Concreto Simples
Concreto Simples com
Barras de Transferência
Concreto com Armadura Distribuída
Descontínua sem Função Estrutural
Concreto com Armadura Contínua
sem Função Estrutural
Q
Concreto Estruturalmente Armado
Q
Concreto Protendido
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6
PAVIMENTO DE CONCRETO SIMPLES
h
3 a 4 metros
Corte
Planta
4 a 6 metros
4 a 6 metros
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7
PAVIMENTO DE CONCRETO SIMPLES
COM BARRAS DE TRANSFERÊNCIA
h
Corte
3 a 4 metros
Barras de transferência
Planta
4 a 7 metros
4 a 7 metros
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8
PAVIMENTO COM ARMADURA DISTRIBUÍDA DESCONTÍNUA SEM
FUNÇÃO ESTRUTURAL
5 cm
. . . . . . . . . . . . . .
Corte
h
3 a 5 metros
Barras de transferência
Armadura
Planta
Até 30 metros
Até 30 metros
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9
PAVIMENTO COM ARMADURA CONTÍNUA SEM FUNÇÃO
ESTRUTURAL
5 cm
. . . . . . . . . . . . . .
3 a 5 metros
Corte
h
Planta
Juntas de construção de fim de jornada
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10
PAVIMENTO DE CONCRETO ESTRUTURALMENTE ARMADO
h
3 a 7 metros
Corte
. . . . . ... . . . . . . .
. . . . . ... . . . . . . .
Planta
9 a 30 metros
9 a 30 metros
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11
MÉTODOS DE DIMENSIONAMENTO
Q
Q
Portland Cement Association
PCA 1984
American Association of State Highway
and Transportation Officials
AASHTO 1993
AASHTO (suplemento 1998)
AASHTO 2002 (em preparo) – M-E PDG
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12
DIMENSIONAMENTO DE
PAVIMENTOS DE CONCRETO
FUNDAÇÃO
CBR
TRÁFEGO
Contagem e
Classificação
CONCRETO
Resistência
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13
MÉTODO PCA/84
Q
Estudos teóricos
Q
Ensaios de laboratório
Q
Pistas experimentais
Q
Pavimentos em serviço
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14
FUNDAÇÃO
Q
Q
WESTERGAARD (1925):
Fundação winkleriana
TEORIA DO LÍQUIDO DENSO:
deslocamento diretamente
proporcional à pressão exercida
pc = k x d
k = pc
d
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15
FUNDAÇÃO
Q
k = coeficiente de recalque
• provas de carga
• define a capacidade de suporte do subleito
Q
Para efeito de projeto,
relacionamos k com o CBR
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16
FUNDAÇÃO (ensaio de prova de carga)
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17
FUNDAÇÃO (ensaio de prova de carga)
pc
d
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18
FUNDAÇÃO (ensaio de prova de carga)
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19
FUNDAÇÃO (ensaio de prova de carga)
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20
FUNDAÇÃO (Correlação entre CBR e k)
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21
SUBLEITO - RELAÇÃO k x CBR (camada de espessura semi - infinita)
CBR
(%)
4
5
6
8
10
k
(MPa/m)
30
34
38
44
49
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22
SUB-BASES
Q
Dar suporte uniforme e constante
Q
Evitar bombeamento
Q
Controlar as variações volumétricas do subleito
Q
Aumentar o suporte da fundação
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23
FUNDAÇÃO - AUMENTO DE k PROPORCIONADO POR
SUB-BASE GRANULAR
CBRsubl
(%)
4
5
6
8
10
ksubl
(MPa/m)
30
34
38
44
49
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kBG 10
(MPa/m)
34
38
42
48
54
24
FUNDAÇÃO - AUMENTO DE k PROPORCIONADO POR SUBBASE DE SC
CBRsubl
(%)
4
5
6
8
10
ksubl
(MPa/m)
30
34
38
44
49
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k SC 10
(MPa/m)
81
90
98
109
119
25
FUNDAÇÃO - AUMENTO DE k PROPORCIONADO POR SUBBASE DE CR
CBRsubl
(%)
4
5
6
8
10
ksubl
(MPa/m)
30
34
38
44
49
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k CR 10
(MPa/m)
101
111
120
133
144
26
Efeito da sub-base na eficiência da junta
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27
TRÁFEGO - VEÍCULOS DE LINHA
Q
Caminhões médios
Q
Caminhões pesados
Q
Reboques e Semi-reboques
Q
Ônibus
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28
CARGAS MÁXIMAS LEGAIS
Q
CAMINHÕES MÉDIOS
10 tf
6 tf
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29
CARGAS MÁXIMAS LEGAIS
Q
CAMINHÕES MÉDIOS
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30
CARGAS MÁXIMAS LEGAIS
Q
CAMINHÕES PESADOS
17 tf
6 tf
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31
CARGAS MÁXIMAS LEGAIS
Q
REBOQUES E SEMI-REBOQUES
6 tf
17 tf
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25,5 tf
32
CARGAS MÁXIMAS LEGAIS
Q
REBOQUES E SEMI-REBOQUES
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33
CÓDIGO
CLASSIFICAÇÃO
2C
MÉDIO
1
1
-
-
3c
PESADO
1
-
1
-
1
-
-
1
SEMI-REBOQUE
1
2
-
-
1
1
1
-
1
1
-
1
1
1
1
-
4C
2 SI
2S2
2S3
3 SI
NÚMERO DE EIXOS
TRASEIROS
DIANTEIRO
SIMPLES
TANDEM
DUPLO
TANDEM
TRIPLO
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34
3 S3
3 S3 - 5
CLASSIFICAÇÃO
SEMI-REBOQUE
CÓDIGO
3 S2
3 C3
3 C2
3 C3
REBOQUE
2 C2
NÚMERO DE EIXOS
TRASEIROS
DIANTEIRO
SIMPLES
TANDEM
DUPLO
TANDEM
TRIPLO
1
-
2
-
1
-
1
1
1
-
-
1
1
3
-
-
1
2
1
-
1
2
1
-
1
1
2
-
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35
CONCRETO
A resistência mecânica a ser especificada no projeto deve ser a
de tração na flexão (fctM,k ) – (3,8MPa a 5,0MPa)
Normalmente adota-se:
fctM,k = 4,5 MPa
aos 28 dias
•Dmáx do agregado = 38mm
• Consumo mínimo de cimento = 320 kg/m3
• Abatimento (slump) = função do equipamento
• Aditivos plastificantes e incorporador de ar
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36
MÉTODO DE DIMENSIONAMENTO (PCA/84)
MODELOS DE COMPORTAMENTO
W
W
W
FADIGA
EROSÃO
ESCALONAMENTO
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MÉTODO DE DIMENSIONAMENTO (PCA/84)
MODELOS DE COMPORTAMENTO
W
W
W
FADIGA
EROSÃO
ESCALONAMENTO
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38
FADIGA
Q
Repetição de cargas
Q
Relação de tensões (S)
Q
Número limite ou admissível de repetições
de carga
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39
FADIGA DO CONCRETO
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40
FADIGA (relação de tensões)
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41
RELAÇÃO DE TENSÕES E NÚMERO ADMISSÍVEL DE REPETIÇÕES DE CARGA CURVA DE FADIGA (PCA-84)
1,00
PCA 66
Relações de tensões
(S)
0,90
0,80
0,70
Extensão
(1984)
0,60
0,50
0,40
1
101
102
103
104
105
106
107
108
109
Número de aplicações de carga até a ruptura
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42
MÉTODO DE DIMENSIONAMENTO (PCA/84)
Equações de fadiga
Relação de tensões
(Rt)
Equação
. menor que 0,45
. N = ilimitado
. de 0,45 a 0,55
. N = ( 4,2577 / Rt – 0,4325)3,268
. Maior que 0,55
. N = (0,9718 – Rt)) / 0,0828
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43
LEI DE MINER – DANO ACUMULADO POR FADIGA
LEI DE MINER – CONSUMO DE RESISTÊNCIA
À FADIGA (CRF)
CRF = Σ
m
i
=1
(ni / Ni adm)
CRF ≤ 100%
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44
MÉTODO DE DIMENSIONAMENTO (PCA/84)
Posição de carga crítica para as tensões de tração na flexão (6% do
tráfego tangenciando a borda)
Junta transversal
FAIXA DE TRÁFEGO
ACOSTAMENTO
Borda livre
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45
ÓRMULA DE WESTERGAARD: CÁLCULO DA TENSÃO DE TRAÇÃO NA PARTE
FERIOR DA PLACA
σ=
12P (1 − μ 2 )
π h2
∫
∞
0
γy
αx ⎡
βy
βy ⎤ − τ
2
cos
α γ cos
+ (1 − μ )α sen
e
τ ⎢⎣
τ
τ ⎥⎦
dα
2
2 2
4
1 + 4 (1 − μ ) α γ − (1 − μ ) α
2
Eq.41, “New Formulas for Stresses
on Concrete Pavements”, ASCE,
Proc., Jan. 1947, V.73
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46
CARTA DE INFLUÊNCIA Nº 6, DE PICKTETT E RAY
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PPI / 47
ÁBACOS (PCA/66) – EIXOS SIMPLES
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48
ANÁLISE DE FADIGA
200.000
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49
MÉTODO DE DIMENSIONAMENTO (PCA/84)
MODELOS DE COMPORTAMENTO
W
W
W
FADIGA
EROSÃO
ESCALONAMENTO
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50
EROSÃO
Perda de material de camada
de suporte sob as placas de
concreto e nas laterais
Q
Q
Efeito: deformações verticais críticas (cantos e
bordas longitudinais livres)
Novo conceito: Fator de Erosão - mede o poder
que uma certa carga tem de produzir deformação
vertical da placa
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51
MÉTODO DE DIMENSIONAMENTO (PCA/84)
(substitui o método de 1966)
EROSÃO
“POTÊNCIA, TAXA DE TRABALHO OU
FATOR DE EROSÃO (P)”
P = poder de uma carga de produzir
deformação vertical na placa
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52
MÉTODO DE DIMENSIONAMENTO (PCA/84)
(substitui o método de 1966)
EROSÃO
P = 268,7 . p2 / h . k0,73,
p
= k . W = pressão na fundação, no canto
da placa
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53
MÉTODO DE DIMENSIONAMENTO (PCA/84)
Posição de carga crítica para as deformações
Junta transversal
FAIXA DE TRÁFEGO
ACOSTAMENTO
Borda livre
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54
ANÁLISE DE EROSÃO
2.000.000
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55
FOLHA DE CÁLCULO - PCA/84
Espessura: 23 cm
KSIST: 58 MPa/m
FctM,k: 4,5 MPa
1,2
FSC:
Carga
por eixo
carga
x Fsc
Solicitações
previstas
Eixos simples
120
100
60
144
120
72
BT: sim
AC: sim
PP: 20 anos
Analise de Fadiga
Solicitações
Fadiga
admissíveis
Fadiga Erosão
Analise de Erosão
Solicitações
Erosão
admissíveis
Tensão equivalente: 1,14
0,253 Fator de erosão: 2,21
5b Fator de fadiga :
3.285.000
7.665.000
19.345.000
ilimitado
ilimitado
ilimitado
0
0
0
6.000.000
ilimitado
ilimitado
54,75
0,00
0,00
0,99
Eixos tandem duplos 5b Tensão equivalente:
0,22 Fator de erosão: 2,33
Fator de fadiga :
190
180
170
228
216
204
2.555.000
3.650.000
2.190.000
Eixos tandem triplos
260
250
104
100
5c
2.920.000
1.825.000
ilimitado
ilimitado
ilimitado
Tensão equivalente:
Fator de fadiga :
0
0
0
30.000.000
ilimitado
ilimitado
7b
8,52
0,00
0,00
0,77
0,17 Fator de erosão: 2,41
ilimitado
ilimitado
0
0
25.000.000
60.000.000
11,68
3,04
Total
0,00
Total
77,99
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7b
8b
56
MÉTODO DE DIMENSIONAMENTO (PCA/84)
MODELOS DE COMPORTAMENTO
W
W
W
FADIGA
EROSÃO
ESCALONAMENTO
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57
ESCALONAMENTO/EFICIÊNCIA DAS JUNTAS
2d'
ε=
x 100 (% )
d + d'
d=
d’=
deslocamento vertical do lado carregado da junta
idem, do lado descarregado da junta
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58
EFICIÊNCIA DAS JUNTAS
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59
Eficiência de junta
Junta transversal
P
d d’
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60
EFICIÊNCIA DE JUNTA
P
Junta transversal
Barra de transferência
Sub-base estabilizada com cimento
d = d’ ⇒ 100 % eficiente
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61
SISTEMAS ARTIFICIAIS DE MELHORIA DA EFICIÊNCIA DE
JUNTAS
Q
Placas curtas
Q
Barras de transferência
Q
Sub-base estabilizada com cimento
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62
OS SISTEMAS DE TRANSFERÊNCIA DE CARGA
1. DIMINUEM
W
Tensões e deformações nas placas de concreto
W
Pressões e consolidação na fundação
W
Manutenção
2. AUMENTAM
W
Durabilidade
W
Conforto e segurança de rolamento
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63
OUTROS PARÂMETROS
EMPENAMENTO DO CONCRETO: não considerado no
dimensionamento; analisado no projeto geométrico
PERÍODO DE PROJETO: mínimo de 20 anos
FATORES DE SEGURANÇA PARA CARGAS:
Leve
Æ
Médio
Æ
Pesado
Æ
Condições especiais Æ
1,0
1,1
1,2
1,3
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64
PROJETO GEOMÉTRICO DE DISTRIBUIÇÃO DE PLACAS
Combate:
Q
Q
Restrição à retração volumétrica do concreto
Empenamento restringido: fissuras longitudinais
e transversais
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65
ASPECTO SUPERFICIAL PROVÁVEL DE PAVIMENTO DE CONCRETO SEM
JUNTAS TRANSVERSAIS DE CONTRAÇÃO
Fissuras transversais de contração
Planta
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66
EMPENAMENTO TEÓRICO
Tração
Compressão
Compressão
Tração
QUENTE
FRIO
FRIO
QUENTE
DIURNO E NOTURNO
Compressão
FISSURA
Tração
Tração
FISSURA
Compressão
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67
ASPECTO SUPERFICIAL DE PAVIMENTO
DE CONCRETO SEM JUNTAS
Planta
Fissuras transversais de contração
Fissura longitudinal devida
ao empenamento restringido
Fissuras transversais
adicionais devidas ao
empenamento restringido
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68
Disposição das armaduras de transferência e ligação
BT
BL
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69
TIPOS DE JUNTAS
Q
Junta longitudinal
Q
Junta transversal
Q
Juntas de expansão
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70
TIPOS DE JUNTAS LONGITUDINAIS
Q
Junta de articulação
Q
Junta de construção
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71
JUNTA LONGITUDINAL DE ARTICULAÇÃO, DE SEÇÃO ENFRAQUECIDA,
SEM BARRAS DE LIGAÇÃO
0,6
1,2
Selante
h/3
h
OBS: cotas em cm
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72
JUNTA LONGITUDINAL DE ARTICULAÇÃO, DE SEÇÃO
ENFRAQUECIDA, COM BARRAS DE LIGAÇÃO
0,6
1,2
Selante
h/3
h/2
h/2
Barra de
ligação
OBS: cotas em cm
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73
JUNTA LONGITUDINAL DE CONSTRUÇÃO, DE ENCAIXE MACHO-FÊMEA,
SEM BARRAS DE LIGAÇÃO
Selante
0,6
1,2
0,4h
0,2h h
0,4h
0,1h
OBS: cotas em cm
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74
JUNTA LONGITUDINAL DE CONSTRUÇÃO, DE ENCAIXE MACHO-FÊMEA,
COM BARRAS DE LIGAÇÃO
Selante
0,6
1,2
0,4h
0,05h
h
0,1h
0,05h
0,4h
Barra de ligação
0,1h
OBS: cotas em cm
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75
TIPOS DE JUNTAS TRANSVERSAIS
Q
Junta de retração
Q
Junta de retração com barras de transferência
Q
Juntas de construção
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76
JUNTA TRANSVERSAL DE RETRAÇÃO, DE SEÇÃO ENFRAQUECIDA,
SEM BARRAS DE TRANSFERÊNCIA
Detalhe A
h/4
h
OBS: cotas em cm
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77
JUNTA TRANSVERSAL DE RETRAÇÃO, DE SEÇÃO ENFRAQUECIDA,
COM BARRAS DE TRANSFERÊNCIA
Detalhe A
h/4
0,5h
h
0,5h
0,5lb
0,5lb
Barra de transferência (com sua metade mais 2 cm pintada
e engraxada)
OBS: cotas em
cm
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78
JUNTA TRANSVERSAL DE CONSTRUÇÃO PLANEJADA, DE TOPO, COM
BARRAS DE TRANSFERÊNCIA
Selante
h/2
h/2
Barra de transferência
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79
JUNTA DE EXPANSÃO
Selante
1 a 2,5cm
1 a 2,5cm
Estrutura
h
isopor ou similar
OBS: cotas em cm
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80
JUNTA DE EXPANSÃO
Selante
2 cm
Material compreensível
2 cm
h/2
h
h/2
Capuz de
material duro
Barra de transferência
OBS: cotas em cm
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81
BARRAS DE TRANSFERÊNCIA
Bitola, comprimento e espaçamento de barras de transferência (aço
CA-25) (Fonte: PCA)
Espessura da
Placa (cm)
Bitola
(Φ)
Comprimento
(mm)
Espaçamento
(mm)
até 17,0
17,5 a 22,0
22,5 a 30,0
> 30,0
20
25
32
40
460
460
460
460
300
300
300
300
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82
BARRAS DE TRANSFERÊNCIA
Q
São barras de aço liso (CA 25)que têm a função de
transferir cargas verticais de uma placa para outra
contígua, evitando-se com isso a aplicação brusca dos
esforços verticais aplicados pelas rodas dos veículos
e a ocorrência de degraus entre estas placas .
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83
Seminário Pavimentos Urbanos
Pavimentos de Concreto nas Cidades:
A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus
Pavimento de Concreto – EQUIPAMENTOS
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85
EXECUÇÃO DAS JUNTAS
Q
O momento correto para o primeiro corte é função da
resistência do concreto nas primeiras idades e das
condições climáticas do dia.
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86
EXECUÇÃO DAS JUNTAS TRANSVERSAIS
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JUNTAS INDUZIDAS
Junta induzida
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88
Junta transversal de retração e longitudinal de construção
Mapa
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89
Execução das juntas longitudinais de articulação
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90
JUNTAS
JUNTAS LONGITUDINAIS
LONGITUDINAIS SERRADAS
SERRADAS
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91
JUNTA LONGITUDINAL DE CONSTRUÇÃO DE ENCAIXE MACHO – FÊMEA, COM
BARRAS DE LIGAÇÃO
Mapa
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92
Junta longitudinal de construção, de encaixe macho – fêmea, com barras de
ligação
Mapa
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93
Junta transversal de construção, de topo, com barras de
transferência
Q
Verificar a posição e o nivelamento da fôrma
transversal para o inicio da concretagem .
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94
JUNTAS DE CONSTRUÇÃO - BARRAS DE TRANSFERÊNCIA
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95
EXEMPLO PROJETO GEOMÉTRICO
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96
EXEMPLO PROJETO GEOMÉTRICO
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97
J2
J2
J3
6,0
6,00
J1
6,00
0
J2
J1
6,00
0
3,50 3,5
5,
00
5,
00
0
6,00
J2
0
J1
J1
J2
J1
J1 JL com bl
J2 JT com bt
J3 JE com bt
3,50
0
5
3,
placa com armadura distribuída
descontínua, de malha quadrada
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6,00
J2
6 ,0 0
6 ,0 0
J2
J1
J2
6,00
6,0
J2
6,00
6 ,0 0
6,00
J3
60
5,
EXERCÍCIO PROJETO GEOMÉTRICO
5,0
6,00
3,30 3,40 3,30
J1
J1
98
TIPOS DE JUNTAS
SELANTE A FRIO
0,6
1,2
8,5
1
2
21
1
8,5
OBS: cotas em cm
2
Barras de ligação
JUNTA TIPO 1 - Junta longitudinal de construção, de encaixe,
com barras de ligação.
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99
TIPOS DE JUNTAS
DETALHE A
10,5
21
10,5
OBS: cotas em cm
23
23
Barra de transferência (com sua metade mais 2 cm pintada
e engraxada) Ø 25 mm a cada 30 cm - lb = 46 cm
JUNTA TIPO
2
- Junta transversal de retração, serrada,
com barras de transferência.
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100
TIPOS DE JUNTAS
Selante
2 cm
Material compressível
2 cm
10,5
21
10,5
OBS: cotas em cm
23
Capuz de
material duro
JUNTA TIPO
23
Barra de transferência (com sua metade mais 2 cm pintada
e engraxada) Ø 25 mm a cada 30 cm - lb = 46 cm
3
- Junta de expansão, com barras de transferência.
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101
PAVIMENTO COM ARMADURA DISTRIBUÍDA DESCONTÍNUA SEM
FUNÇÃO ESTRUTURAL
5 cm
5 cm
5 cm 5 cm
. .. .. . .
. . . . . .
21 cm
Tela soldada de malha quadrada
Barras de transferência
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102
NOVOS AVANÇOS E
TENDÊNCIAS
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103
REABILITAÇÃO DE PAVIMENTOS
ANTIGOS COM CONCRETO DE CIMENTO PORTLAND
Whitetopping
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104
WHITETOPPING
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105
WHITETOPPING
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106
WHITETOPPING
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107
SP-103/79 (VOTORANTIM-SALTO DE PIRAPORA)
Ficha técnica:
Extensão: 5 km WT
5 km duplicação
1,5 km pista nova
Gomaco GP2600
Erie MG11C
Commander III-200
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108
SP-103/79 (VOTORANTIM-SALTO DE PIRAPORA)
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109
SP-103/79 (VOTORANTIM-SALTO DE PIRAPORA)
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110
BR-290/RS - PORTO ALEGRE-OSÓRIO
Ficha técnica:
Extensão: 16,7 km
Equipamentos:
Wirtgen SP500
CMI 3004F
ARCMOV 100
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111
BR-290/RS - PORTO ALEGRE-OSÓRIO
19 cm
leve
19 cm
Leve
+30% pesado
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24 cm
pesado
112
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113
CONCRETESHOW – São Paulo, 27 a 29 de agosto de 2008
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114
Seminário Pavimentos Urbanos
Pavimentos de Concreto nas Cidades:
A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus
REABILLITAÇÃO COM A TÉCNICA DO
INLAY
REABILITAÇÃO COM O EMPREGO DO INLAY
INLAY
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116
POR QUE EMPREGAR O INLAY?
NÃO FORMA
TRILHA DE RODA
NÃO SOFRE
DEFORMAÇÃO
PLÁSTICA
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117
Situação das ruas, avenidas e corredores de ônibus
Corredores em São Paulo
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118
Seminário Pavimentos Urbanos
Pavimentos de Concreto nas Cidades:
A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus
INLAY
CORREDOR DE ÔNIBUS
AV. IGUAÇU – CORREDOR LIGEIRINHO
CURITIBA/PR
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Pavimentos de Concreto nas Cidades:
A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus
Seminário Pavimentos Urbanos
Pavimentos de Concreto nas Cidades:
A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus
Seminário Pavimentos Urbanos
Pavimentos de Concreto nas Cidades:
A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus
Seminário Pavimentos Urbanos
Pavimentos de Concreto nas Cidades:
A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus
Corredor Ligeirinho – em serviço há 13 anos
Seminário Pavimentos Urbanos
Pavimentos de Concreto nas Cidades:
A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus
INLAY
CORREDOR DE ÔNIBUS
CORREDOR NOVE DE JULHO
SÃO PAULO/SP
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Pavimentos de Concreto nas Cidades:
A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus
CORREDOR NOVE DE JULHO (INLAY) – SÃO PAULO/SP (em serviço há 4 anos)
Seminário Pavimentos Urbanos
Pavimentos de Concreto nas Cidades:
A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus
CORREDOR NOVE DE JULHO (INLAY)– SÃO PAULO/SP
Seminário Pavimentos Urbanos
Pavimentos de Concreto nas Cidades:
A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus
CORREDOR NOVE DE JULHO (INLAY) – SÃO PAULO/SP
Seminário Pavimentos Urbanos
Pavimentos de Concreto nas Cidades:
A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus
CORREDOR NOVE DE JULHO (INLAY) – SÃO PAULO/SP
Seminário Pavimentos Urbanos
Pavimentos de Concreto nas Cidades:
A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus
CORREDOR NOVE DE JULHO – SÃO PAULO/SP
Seminário Pavimentos Urbanos
Pavimentos de Concreto nas Cidades:
A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus
CORREDOR NOVE DE JULHO 9INLAY) – SÃO PAULO/SP
Seminário Pavimentos Urbanos
Pavimentos de Concreto nas Cidades:
A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus
CORREDOR NOVE DE JULHO (INLAY) – SÃO PAULO/SP
Inlay – em serviço há 12 anos
Corredor Roque Petroni (Inlay)
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132
OBRAS JÁ EXECUTADAS EM
SÃO PAULO/SP
140 km DE CORREDORES
SEGREGADOS COM
PAVIMENTO DE CONCRETO
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133
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Pavimentos de Concreto nas Cidades:
A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus
REABILITAÇÃO DE PAVIMENTO DE
CONCRETO COM O EMPREGO DE
“OVERLAY”
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Pavimentos de Concreto nas Cidades:
A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus
EXPERIÊNCIA PIONEIRA - BR 232 – overlay não aderido
Período de projeto: 20 anos
Ano de execução: 2002
OVERLAY NÃO ADERIDO – BR 232 – NENHUMA PATOLOGIA REGISTRADA APÓS 6 ANOS DE
UTILIZAÇÃO – EXCELENTE !!!!!!
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Pavimentos de Concreto nas Cidades:
A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus
OVERLAY NÃO ADERIDO – BR 232 – NENHUMA PATOLOGIA REGISTRADA APÓS 6 ANOS
DE UTILIZAÇÃO – EXCELENTE !!!!!!
Resultados obtidos
Recuperação do pavimento existente – “Overlay”
Xavier de Toledo SP
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137
Diamond Grinding – Micro Fresagem
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138
Diamond Grinding – Micro Fresagem
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139
Diamond Grinding – Micro Fresagem
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140
Diamond Grinding – Micro Fresagem
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141
ACPA - HISTORY IN HIGHWAYS
Through the years since 1923,
pavement design has gradualy, but
steadily transformed to be closer to a
science than an art. Analytical models
have vastly improved and are still
improving and extensive data banks
on pavement performance are finally
being built.
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142
ACPA - HISTORY IN HIGHWAYS
Even so, successful pavement design
will always largely depend on the
good judgement and experience of
the designer
MUITO OBRIGADO
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143
Pavimento
de Concreto
Feito para durar
Uma tendência mundial
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144
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PREMISSAS DE PROJETO E