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O ESTADO DO MARANHÃO · SÃO LUÍS, 2 de março de 2013 - sábado
Transporte por cabotagem
cresceu 4% no ano passado,
segundo relatório da Antaq
Anuário Estatístico Aquaviário foi divulgado esta semana, com informações do
setor portuário de todo o país; cabotagem movimentou 133 milhões de toneladas
B
RASÍLIA - A navegação
de cabotagem brasileira
transportou 138 milhões
de toneladas em mercadorias em
2012, número 4% superior à
quantidade transportada em
2011, quando foram transportados 133 milhões de toneladas, segundo o Anuário Estatístico Aquaviário, divulgado esta semana pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).
Do total transportado na cabotagem brasileira no ano passado, 79% corresponderam a cargas
de granel líquido, com 109 milhões de toneladas; 12% a granel
sólido (17 milhões de toneladas);
5% a carga geral conteinerizada
(7 milhões de toneladas); e 3,5%
a carga geral solta (4,8 milhões de
toneladas).
Entre os três principais grupos de mercadorias transportados na cabotagem brasileira em
2012, destacaram-se os combustíveis e óleos minerais, com 77%
do total (107 milhões de toneladas), bauxita, com 10% (13,9 milhões de toneladas), e carga geral conteinerizada, com 5% (7
milhões de toneladas).
Na relação origem/destino das
cargas, as plataformas marítimas
e o estado do Pará lideraram a saída das cargas transportadas na ca-
Divulgação/Emap
Mais
Em 2012, os gastos do país com
afretamentos de embarcações
somaram cerca de US$ 6 bilhões,
representando um acréscimo de
18,8% em relação a 2011. No
apoio portuário, os gastos com
afretamento somaram US$ 49,1
milhões no ano passado; no
apoio marítimo, US$ 3,09 bilhões; na cabotagem, US$ 114,4
milhões; e no longo curso, US$
2,7 bilhões, registrando um crescimento em termos de gastos de
2,1%, 22,8%, 9,5% e 16,2% em
comparação com o ano anterior,
respectivamente.
botagem no ano passado. Já os
principais destinos das cargas
transportadas na cabotagem foram os estados de São Paulo e Rio
de Janeiro.
Longo curso - Na navegação de
longo curso, foram transportados
670 milhões de toneladas de cargas em 2012, número 2% superior ao ano anterior. Os granéis sólidos foram as cargas mais exportadas por via marítima no ano
passado (437,9 milhões de toneladas), registrando um acréscimo
Cabotagem é uma das operações de logística realizadas no Itaqui
de 3% em relação ao ano anterior (2011).
As mercadorias que tiveram
maior crescimento no comparativo com 2011 foram milho, álcool
etílico, trigo e farelo de soja.
As importações por via marítima somaram 144 milhões de toneladas, registrando um crescimento na tonelagem de 1% em
2012 na comparação com o ano
anterior, sendo os granéis sólidos
as principais cargas desembarcadas, com 43% do total.
As principais mercadorias importadas por via marítima no ano
passado foram combustíveis e
óleos minerais, carga geral conteinerizada, fertilizantes/adubos
e carvão mineral.
Frota - Atualmente, a frota brasileira da navegação marítima e de
apoio (cabotagem, longo curso,
apoio marítimo e apoio portuário)
é composta por 1.978 embarcações.
A frota de apoio marítimo é a que
apresenta a menor idade média,
com 11,3 anos, contra 16,5 anos do
longo curso e cabotagem e 18,3
anos do apoio portuário.
"Esse resultado está diretamente associado à retomada da
construção naval para suprir a demanda crescente de embarcações
de apoio marítimo, resultante da
descoberta de novos poços de petróleo no mar e da camada de
pré-sal", avalia o superintendente de Navegação Marítima e de
Apoio da Agência, André Arruda.
Mínima
MARÉ
alta
MARÉ
baixa
04h02 0.7m
10h04 6.1m
16h28 0.7m
22h32 5.9m
Tábua de marés do Porto do Itaqui
Conaportos debate os
rumos da política para o
setor portuário do país
Primeira reunião da
comissão foi realizada
esta semana, sob a
coordenação da SEP
BRASÍLIA - Para dar prosseguimento às metas do Governo Federal de dar competitividade e eficácia na economia brasileira por
meio dos portos, a Secretaria de
Portos (SEP) realizou esta semana a primeira reunião da Comissão Nacional das Autoridades nos
Portos (Conaportos). A reunião
foi conduzida pelo secretário executivo da SEP, Mário Lima.
Cabe à SEP coordenar as reuniões da Comissão com a finalidade de integrar as atividades desempenhadas pelos órgãos e entidades públicos nos portos e instalações portuárias, bem como
fornecer apoio técnico e administrativo e meios necessários para o desenvolvimento e evolução
das atividades do grupo. Estas
atribuições estão determinadas
no Decreto nº 7.861, de 6 de Dezembro de 2012.
Durante a primeira reunião,
foi apresentado de forma objetiva o funcionamento dos procedimentos acionados para a chegada e saída do navio no porto.
Em seguida, o diretor do Departamento de Sistemas de Informações Portuárias da SEP,
Luis Cláudio Montenegro, apresentou o funcionamento do projeto Porto Sem Papel, que busca
dar celeridade e eficiência no cotidiano no porto. Por meio de
uma "janela única" virtual, o
programa irá digitalizar todo o
processo anteriormente realizado por papel.
A próxima reunião com data
prevista para 18 de março trará o
diagnóstico e soluções para os
problemas em relação ao material apresentado.
O Conaportos tem no seu colegiado um membro representante e respectivo suplente da Casa Civil, Ministério da Justiça, Marinha, Ministério da Fazenda,
Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Saúde, Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Planejamento, Orçamento e
Gestão e da Agência Nacional de
Transportes Aquaviários (Antaq).
Divulgação/SEP
Mário Lima, na cabeceira da mesa, coordena a reunião do Conaportos
Rápidas
Inauguração I
Inauguração II
Inauguração III
RIO - A presidente Dilma
inaugurou ontem, no Rio de
Janeiro (RJ), uma unidade de
produção de estruturas
metálicas para a construção de
submarinos. A fábrica fica em
Itaguaí e faz parte do Programa
de Desenvolvimento de
Submarinos (Prosub).
O programa é uma parceria
entre o Brasil e a França e prevê
a fabricação de cinco
submarinos, sendo quatro
convencionais (de propulsão
diesel-elétrica), e um com
propulsão nuclear, segundo
informações do Ministério
da Defesa.
Os equipamentos serão
produzidos com tecnologia
nacional, por técnicos treinados
na França. O primeiro dos
quatro submarinos
convencionais deverá ser
entregue em 2015. O prazo
para a entrega do submarino
nuclear é 2023.
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Transporte por cabotagem cresceu 4% no ano passado, segundo