UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO “LATO SENSU” AVM FACULDADE INTEGRADA ESTUDO DINAMICO PARA APRIMORAMENTO PROFISSIONAL DO PROFESSOR NO ENSINO SUPERIOR EDSON JORGE JOSÉ DE ABREU Orientadora Prof. Monica Melo Rio de Janeiro 2012 2 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO “LATO SENSU” AVM FACULDADE INTEGRADA ESTUDO DINAMICO PARA APRIMORAMENTO PROFISSIONAL DO PROFESSOR NO ENSINO SUPERIOR Apresentação de monografia à AVM Faculdade Integrada como requisito parcial para obtenção do grau de especialista em: Docência do Ensino superior por Edson Jorge José de Abreu. 3 AGRADECIMENTOS Agradeço à Profª Angela Freitas, por ter nos mostrado uma nova forma de ensino, com muita alegria e vontade, a importância da dinâmica de grupo ensinando a todos a vivermos em grupo e entendermos a importância do todo. Agradeço também a Profª Monica Melo, orientadora dessa obra, por toda a dedicação e apoio ao demonstrado ao longo do curso e por sempre nos encorajar a seguirmos a diante sempre nos mostrando o lado maravilhoso em sermos professores, através da simplicidade de seus gestos mostrando a importância da educação em nossas vidas. Agradeço, também, aos professores participantes da banca examinadora que valorizaram esse trabalho com suas presenças; Agradeço aos Amigos e colegas, que fiz nesta instituição de ensino Lidiane, Ane, Pamela e Altamiro, pelo apoio e amizade demonstrados diariamente ao longo de toda essa jornada. Agradeço a família (pai, mãe, esposa e irmãos), sempre presente nos dando apoio e nos motivando, à cada dia sermos melhores. 4 DEDICATÓRIA Dedico esta obra a todos os professores e orientadores desta disciplina ao empenho dado que nos motivou a continuar, que todos saibam da importância de suas matérias para nossa evolução e aprendizado para uma reflexão profunda que me levou a motivação para criação desta monografia. É muita alegria e simplicidade que busco a cada dia baseados em vocês a melhor forma de pratica de ensino. Dedico a também toda a minha família que são os motores propulsores de minha vida, obrigado a todos. 5 RESUMO Este trabalho apresenta reflexões sobre a didática do ensino superior no Brasil, tem por objetivo principal questionar a prática de ensino robotizada, mostrar a didática em diversas épocas e evolução, professor questionar a idéia do ATOR, apresentar um ensino que possa transpor barreiras. O Estudo visa buscar informações antigas e novas de didática de ensino justamente para uma reflexão, estendendo com isso a questionamentos sociais e mesmo vivenciais de cada individuo ou mesmo instituições. 6 METODOLOGIA O Estudo vai apresentar a pesquisa bibliográfica: Web-gráfica, Jornais, Revistas, Livros contemporâneos. Gostaria de citar idéias de Paulo Freire em que: “dizia O fracasso de muitos projetos educacionais está no fato de desconhecer a participação dos alunos.” No livro A escola e o professor. Paulo Freire costumava dizer também que "Aprendizagem é uma releitura do mundo. Ele parte da visão de um mundo em aberto, isto é, a ser transformado em diversas direções pela ação dos homens". Paulo Freire costumava dizer também, não será demasiado chamarmos a atenção para o que significa, do ponto de vista da educação democrática e da formação de liderança, a própria estrutura administrativa de um Centro de Cultura, nesses moldes. No livro Educação para Adultos”. Flávia Maria Teixeira de Medina Nery, costumava dizer também que “outro fator a considerar como uma característica do mundo moderno é a velocidade.Tudo se transforma rapidamente. No livro A ESCOLA HOJE. 7 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 08 CAPÍTULO I - A DOCÊNCIA NOS ANOS 60 à 80 10 CAPÍTULO II - A DOCÊNCIA NO SÉCULO XXI 16 CAPÍTULO III – A VISÃO DE PAULO FREIRE SOBRE A DIDÁTICA 32 CONCLUSÃO 37 ANEXOS 41 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA 43 BIBLIOGRAFIA CITADA 44 ÍNDICE 45 8 INTRODUÇÃO Durante o curso, foi verificado uma divergência de opiniões entre os próprios professores com relação a aplicabilidade do conteúdo das matérias e maneira de como conduzir esta aula, uma das escolhas deste tema é devido justamente a isso: Como o professor deve se postar diante de seus alunos, ele deve ser ou não ele?. O Professor educador, como deve se postar diante das regras e normais de sua instituição de ensino?. O Grande propósito da monografia é questionar e buscar a melhor forma de se educar, buscando sim uma metodologia equilibrada, levando em considerações anos anteriores e já alguns degraus que subimos, compararmos a épocas anteriores. No Capitulo I- Mostrar características da época e opiniões de autores e pessoas sobre o que acontecia na década de 60 à 80, tentando mostrar já a pequena melhoria da visão da didática e também a visão antiga e ultrapassada voltada da época. As necessidades humanas, através daquilo que o senso comum nos diz a propósito do tema. Mostrar também as diferentes correntes do ensino superior existentes na época, inclusive a questão da ditadura militar e as reformas que aconteceram na época. Podemos citar também o modelo de pedagogia criada a partir de 1980, citando a pedagogia “crítico-social”, e etc... 9 No Capitulo II- Mostrar características novas, visões compatíveis ou não com o século XXI, tentamos mostrar diferentes ângulos da situação da didática e também as questões sociais vista por diversas pessoas como fundamental também no ato do aprendizado, neste capitulo buscamos a fundo opiniões diferenciadas de pessoas que vivenciaram ou vivenciam ainda o seu dia a dia na educação tentando através de fatos concretos e opiniões diferenciadas, buscar com sabedoria e simplicidade debater sobre este tema. Fazemos também criticas a ideia do professor ator, a instituições do ensino superior que só visão o lucro, colocamos em foco a ideia de renovação da didática como algo necessário e interessante para o aprendizado do aluno, buscamos alternativas de ensino que possam ao invés de isolar o aluno aproxima-lo do docente e despertando no mesmo o interesse em aprender, em se desenvolver. No Capitulo III- Buscamos mostrar a visão única de Paulo Freire sobre a questão da didática e seus questionamento tão interessantes e ainda muito pertinentes para a nossa época e sua visão para a melhoria do ensino no geral. Paulo Freire sempre tratou da idéia da didática como um conhecimento compartilhado, que através da construção do mesmo em conjunto é a melhor forma de se construir conhecimento, o ensino passa a ser fundamentado em um professor olhando todos de cima, como sendo detentor do saber mais sim aquele que compartilha e conduz ao conhecimento e ao estudo profundo sobre o assunto. Neste Capitulo falar também da questão da necessidade dos educadores serem mais gente, partilhando esse conhecimento e sendo mais social mais ele, trazendo para as universidades pessoas humanas socializadas e com essas características sociais naturais o professor precisa ser social também. 10 CAPÍTULO I DIDÁTICA DO ENSINO SUPERIOR NOS ANOS SESSENTA A OITENTA. Neste capitulo mostramos a questão da didática utilizada na época voltada pelo treinamento da mente e da vontade, filosofia muito antiga mais muito utilizada por alguns professores. 1.1 Características. “ Uma forma escolar, ou seja, um local separado de todos os outros, compreendidos os locais de culto; um espaço organizado de maneira a que os mestres e os escolares possam cumprir os deveres; um tempo regrado por um emprego do tempo que é princípio de ordem mais que de eficácia; um mestre laico pelo menos em sua função (antes mesmo que o ensino fosse laicizado); (HECKHAUSEN, 1967, p.32). Nos anos 60 e 80 a didática assumiu um foco teórico numa dimensão denominada tecnicista, deixando de lado a idéia humanista centrado no processo interpessoal, para uma dimensão do processo ensino - aprendizagem. Podemos considerar que o acesso das pessoas ao ensino superior era muito mais difícil que hoje, apesar de que ainda não exista nada em lei, sem ser o “incentivar”, ou mesmo “motivar”, podemos dizer que a didática esta diretamente ligada ao aparecimento do ensino no decorrer do desenvolvimento da sociedade da produção e da ciência. 11 A Didática da época era nas escolas atribuir-se ao ensino a tarefa de mera transmissão de conhecimentos, sobrecarregar o aluno de conhecimentos que são decorados sem questionamento, darem somente exercícios repetitivos, impor externamente a disciplina e usar castigos. Às vezes são utilizados meios como a apresentação de objetos, figuras, como exemplos, mas o meio principal é a palavra, a exposição oral. Supõe-se que ouvindo e fazendo exercícios repetitivos, os alunos "gravam” a matéria para depois, reproduzi-la, seja através das interrogações do professor, seja através das provas. Para isso, é importante que o aluno "preste atenção", porque ouvindo facilita-se o registro do que se transmite, na memória, objetivos referem-se à formação de um aluno ideal, desvinculado da sua realidade concreta. O professor tende a encaixar os alunos num modelo idealizado de homem que nada tem a ver com a vida presente e futura. Tratava-se de uma prática escolar que empobrece até as boas intenções da Pedagogia Tradicional que pretendia, com seus métodos, a transmissão da cultura, isto é, de grandes descobertas da humanidade, e a formação do raciocínio, o treino da mente e da vontade. Os conhecimentos ficaram estereotipados, sem valor educativo vital, desprovidos de significados sociais, inúteis para a formação das capacidades intelectuais e a compreensão crítica da realidade. O intento de formação mental, de desenvolvimento do raciocínio, ficou reduzido a práticas de memorização. Na verdade percebemos que na época na década de 60 a 80, a questão da didática era muito mal aplicada devido ao pouco interesse dos professores em ensinar e simplesmente em passar matéria fazendo com que o aluno que realmente tivesse o interesse em aprender que se busca o estudo de maneira a somente decorar, estando assim quase sempre voltado ao estudo teórico muito primitivo que talvez fosse algo que não se pensava na época, o acesso a escola era difícil e não se preocupava com ensino superior como nos dias de hoje apesar de estarmos muito atrasado ainda, sabemos que com a evolução 12 da didática irá trazer a todos metodologias novas e inovações necessárias para o “ ato do aprender”, ficando o professor mais preocupado com o aprendizado e com o tipo de conteúdo da matéria dada e como esse conteúdo esta chegando aos seus alunos. “O problema do método ou da didática é o fastidioso problema pedagógico deste século e suas soluções não são isentas de pedanteria, também nos maiores autores: mas como não ver que este é o problema real, decorrência inevitável da evolução histórica? Desde que a instrução tende, embora lentamente, a universalizar-se e a laicizarse, mudando destinatários, especialistas, conteúdos e objetivos, o “como ensinar” (até as coisas mais tradicionais, como a preparação ‘instrumental’ ou ‘formal’ do ler, escrever e fazer contas) assume proporções gigantescas e formas novas; tanto mais se o problema do método se entrelaça com o problema dos novos conteúdos da instrução ‘concreta’, que surgem com o próprio progresso das ciências e com sua relativa aplicação prática” (MANACORDA, 1989, p. 280). Em 1980, para alguns podemos ser considerado o momento de uma verdadeira “refundação” e pesquisa da didática no pais, muitos contam que o movimento da época entre a pedagogia ”crítico-social” dos conteúdos e a pedagogia libertadora teve um aspecto marcante. Muitos dizem que esta época foi marcada pela busca da identidade, a didática acompanhada pelo movimento políticos sociais e culturais na década de 70 foi o sujeito e objeto. Apesar de nos anos 60-70, práticas eram voltadas nas preocupações políticas, econômicas e ideológicas, sendo utilizados como estratégias de despolitização, e de suavização das tensões sociais como instrumento de preparação de mão-de-obra para colaborar com os mecanismos do 13 desenvolvimento econômico. Podemos dizer que hoje alfabetização para jovens e adultos tem uma visão libertadora, onde se questiona, e buscam-se debates e com a sociedade tendo sua liberdade de expressão, preocupando-se com a total integração dos indivíduos na mesma. A didática não poderá continuar sendo um apêndice de orientações mecânicas e tecnológicas. Deverá ser sim, um modo crítico de desenvolver uma prática educativa, forjadora de um projeto histórico, que não se fará tão-somente pelo educador, mas pelo educador, conjuntamente, com o educando e outros membros dos diversos setores da sociedade. (CANDAU, 1984, p. 30). Citamos também algumas medidas foram adotadas para equivalência dos cursos profissionais a secundário, para que fosse possível a progressão no sistema educacional, sendo tais medidas ampliadas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) de 1961. Elas foram adotadas devido ao número de trabalhadores que aumentava consideravelmente, porém o número de trabalhadores ditos qualificados ainda era muito pequeno. Devemos lembrar que à necessidade de modernização das universidades e o estímulo à formação do docente-pesquisador foram criadas neste período: a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e as agências governamentais, CNPq e Capes. Durante a ditadura militar a educação sofreu duas grandes reformas, em 1968 e 1971, precedidas porém pelos acordos MEC-Usaid (Ministério da Educação e Cultura e United States Agency for International Development) onde o Brasil receberia apoio técnico e financeiro para implementar as reformas. Podemos perceber que tais reformas visavam atrelar o sistema educacional brasileiro ao modelo econômico dependente de interesse norteamericano, gerando mudanças na LDB. 14 Podemos concluir que nesta época, a didática era aplicada de maneira antiquada apesar de já pensarem nesta reformulação, na visão dos professores e costumes também antigos influenciados pelos ambientes sociais dos próprios alunos, podemos dizer que os indivíduos são retratos da sociedade que o tempo todo influenciam o mesmo e são influenciados também, como nos dias de hoje mais que com a evolução social e a evolução tecnológica e com aparecimento de novas correntes de ensino, todas as pessoas nos dias de hoje são quase que arrastadas por essa evolução que servirá para um surgimento de uma nova didática. 1.2 Correntes do ensino superior Sabemos que quando falamos de didática do ensino superior podemos citar também duas correntes muito conhecidas que são Gestaltismo e Behaviorismo, apesar de antigas essas correntes ainda são muito discutidas por alguns educadores, completamente adversas falam do ensino de maneira inteligente e interessante, vejamos a baixo: No caso do Behaviorismo podemos dizer que coloca o sujeito como influenciado pelo meio e assim acontecendo o aprendizado, valoriza demais o processo do estimulo e da resposta, sempre baseados em recompensa para estimular os estudos. No caso do Gestaltismo podemos dizer que é ao contrario pois o sujeito passa a influenciar o meio em que ele vive e assim acontecendo o São duas correntes interessantes que se vale a pena citar para insight. que entendamos que a questão da didática sempre foi discutida. Possuímos também uma corrente mais moderna que é a de Piaget que no fundo visa mostrar que tanto o sujeito quanto o meio que é um equilíbrio entre os dois pólos interagindo, Piaget costumava dizer que o Aluno é o construtor, desenvolvimento era o motor da aprendizagem os esquemas mentais tem haver com a assimilação e a acomodação. Piaget tinha uma idéia 15 muito moderna mesmo na época chegando a dizer que o Homem se faz Homem na sociedade, quando o homem pouco interage com o meio se torna menos sensível e mais racional, sempre acreditou que quanto mais agente aprende mais agente se desenvolve. 1.3 Conclusão do capítulo Na verdade podemos entender que de acordo com a área escolhida e a necessidade do aprendizado e a verdade de cada ser, estão associados e diretamente ligados ao desenvolvimento da sensibilidade dos sentidos (olfato, tato, visão e etc...) podendo influenciar bastante no aprendizado, já que também o seu meio social e a sua experiência de vida e sua relação familiar, também influenciaram diretamente no aprendizado deste aluno. Nesta época também possuímos diversos filosóficos defendiam a idéia de “Educação pela Instrução”, o método dos “passos formais”, muitos acreditavam que a pedagogia era ponto central de um circulo de investigação do próprio ser, e que existiam correntes com visões maravilhosas e que fizeram muitos refletirem e até seguirem a que se adequava melhor a sua visão do ensino. 16 CAPÍTULO II DIDATICA DO ENSINO SUPERIOR DO SÉCULO XXI Neste capitulo mostramos diferenças correntes de pedagogia, questão da didática de forma inovadora, a busca do auxilio das tecnologias no aprendizado, a importância da socialização das pessoas, questionamentos com relação a instituições voltadas ao lucro e também a busca pelo aprendizado como que sofre constantes modificações e a idéia do professor ator, que o torna robotizado, a ideia do professor como condutor do saber e não detentor dele e etc... A didática no ensino superior, enquanto disciplina científica, traz em si a exigência da formação do homem crítico, ativo e criativo que acompanha as transformações do mundo, como o domínio de novas tecnologias, o ensino através da pesquisa, através da sua ação social, que seja capaz de observar as mudanças e agir sobre elas, para a melhoria da sociedade em que vive. Partindo desse conceito é que nos leva a questionar a didática no ensino superior, hoje empregada nas universidades. (LIBÂNEO,1994, p. 80). 17 2.1 Tipos de pedagogia da época Podemos verificar que nos últimos anos, que diversos estudos têm sido dedicados à Didática no Brasil, e suas relações com as tendências pedagogia da mesma e investigações possíveis no campo de conhecimentos. Os autores, em geral, concordam em classificar as tendências da pedagogia dividida em dois grupos: Pedagogia Tradicional, Pedagogia Renovada. Podemos dizer também que existem outros tipos de corrente mais é interessante comentar estas duas encontradas vinculadas uma a outra. 2.1.1.Pedagogia tradicional Na Pedagogia tradicional, a Didática é normativa, um conjunto de princípios e regras que regulam o ensino. O ato do ensinar é centrado no professor que expõe a matéria e a interpreta. Podemos também entender que esse tipo de didática é bem comparado a sistemática do professor “Ator”, exposto por alguns educadores e instituições obrigando ao professor “instituir”, normas, posturas que apesar de alguns aspectos ajudarem ao ensino, acabam de um certo modo tornando o professor ou tutor um pouco robotizado de forma a perderem a sua própria personalidade acabam não mostrando motivação e o conhecimento não transcende as barreiras do aluno. Podemos citar também que muita das vezes esse professor acaba levando essa postura para a sua vida atrapalhando o mesmo socialmente. Sendo a educação escolar uma atividade social que, através de instituições próprias, visa assimilação dos conhecimentos e experiências humanas acumuladas no decorrer da história, como ser social com uma teoria de ensino desta forma, ser social e ao mesmo tempo, “instituir”. 18 Tendo em vista a formação dos indivíduos enquanto ser social cabe à Pedagogia intervir nesse processo de assimilação, orientando-o para finalidades sociais e políticas e criando um conjunto de condições metodológicas e organizativas para viabilizá-lo no âmbito da escola. Esse conjunto de tarefas não visa mostrar outra coisa senão o desenvolvimento dos alunos, e prepará-los para a vida social . "(...) a aprendizagem pode se dar com o envolvimento integral do indivíduo, isto é, do emocional, do racional, do seu imaginário, do intuitivo, do sensorial em interação, a partir de desafios, da exploração de possibilidades, do assumir responsabilidades, do criar e do refletir junto." (KENSKI, 1996, p.146) Temos que analisar também que a própria psicologia coloca que todos nós temos mania de julgar as pessoas pelo estereótipo. Como fazer que um professor voltado a regras rigorosas de postura consigam se socializar. O Questionamento colocado aqui é para algumas instituições de ensino que ainda visão essa postura, não permitindo que o professor seja de certa forma ele mesmo, entendendo claro que toda instituição também precisa de normais e regras internas como todas as outras mais não a tal ponto de ter que controlar ou intervir em um profissional a ponto de torná-lo tão robotizado esquecendo-se do lado social e tão necessário para o ato do aprendizado. 19 2.1.2. Pedagogia renovada Na Pedagogia renovada, a Didática é muito mais voltada para um professor como condutor do conhecimento, mais não o detentor do saber, o professor como um verdadeiro estimulador para o aluno no ato da aprendizagem mais ele passa a ser um instrumento motivador e neste caso ele possui sim normas e regras da instituição, mais não a ponto de feri-lo socialmente ou mesmo tolino de ser o que ele realmente é, passando assim a formar sujeitos pensantes e não sujeitos sólidos. Citamos como grande exemplo a idéia da dinâmica de grupo tão aplicável em empresas e instituições e agora estudadas em pós-graduações que tem por finalidade nos mostrar diversos ângulos e nos socializando melhor e com isso fazendo nos entender que aprender é importante sim mais o grande fundamento da aprendizagem é a transformação do ser como indivíduos renovados. Muitas das vezes nos fazem entender, que as pessoas são produtos do meio em que elas vivem e acaba com isso repercutindo em sala de aula causando divisões e obstáculos criados por eles mesmos, o intuito da dinâmica é causar “choques”, para que percam a visão limitada do meio e se abram para uma vida social nova, se afastando de conflitos internos. Podemos ver também que não é fácil despertar a vontade de aprender dos alunos mais é necessário ao professor usar a famosa forma de ensinar se preciso, para isso é importante ser flexível para que o aluno consiga realmente aprender, se compreendermos que as técnicas de ensino mudam sempre com o auxilio da tecnologia podemos utilizar diversas ferramentas que nos auxiliem a utilizar diversas sentidos do aluno visando o aprendizado, como: Ex: Videos, Projetores, Retros, Slides, Tv e outras coisas mais. 20 Feito uma análise das aulas ministradas, questionamos aos alunos: que tipo de aula os mesmos consideravam proveitosa? Para um dos entrevistados é aquela planejada, embasada, de forma que o aluno compreenda o conteúdo a ponto de se posicionar no fim de cada aula. Para outro; é aquele professor conhecedor da matéria abordada e repasse a mesma de forma criativa, utilizando-se de recursos e metodologias. Para os demais, uma aula proveitosa e interativa, inovadora e com professores atualizados tecnologicamente e didaticamente. Freire destaca "Ninguém nasce educador ou marcado para ser educador; a gente se faz educador, a gente se forma como educador, permanentemente, na prática e na reflexão da prática". (FREIRE, 1991, p. 58) No livro Didática e Questões Sociais, falam sobre a necessidade em se reestruturar os conteúdos curriculares e métodos de ensino, demonstrando um ensino já ultrapassado e a necessidade da reformulação, visando a adequação com um mundo mais dinâmico, visando um melhor aproveitamento dessa nova didática que seria de um ensino transformador e em constantes modificações. 2.2. Pilares da educação É importante analisar que existem pilares na educação que são muitos importantes também, dentre eles: Aprender a conhecer, Aprender a fazer, Aprender a viver com os outros, Aprender a ser, podemos dizer que com todos esses pilares o objetivo da escola é preparar o aluno para o mundo, mais como pensar nisso tudo sem pensar na vida social da pessoa, e que muita das vezes nosso comportamento são reflexos do meio em que vivemos, e de nossa vivencia familiar, a idéia é mostrar para o aluno o papel fundamental da escola 21 na construção dele como individuo e que através do estudo conseguimos mudar o rumo de cada um deles, através de um aprendizado que leve ao mesmo perceber que quase tudo que aprende lá, faz parte do seu cotidiano e fazendo com isso levar ao ser a uma reformulação interna e de seus objetivos. Alguns Autores citam também o fato de nunca ter se falado tanto em educação como no momento atual, devido a evolução da informática e da quantidade de pessoas com acesso a internet, uma verdadeira explosão de informação. 2.3. Questionamentos. Existem pequenos questionamentos interessantes colocados em muitos livros, sobre o novo papel do professor diante a tanta informação. “Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo”. (FREIRE, 2005, p. 78). 2.3.1.Questão da iteração. A visão de que é justamente na iteração dialógica com o mundo que os sujeitos constroem e reconstroem conhecimento é muito interessante e é através de uma reflexão profunda no ensino que chegaremos a uma nova didática. 2.3.2. Questão das instituições de ensino. Podemos citar também outro lado da educação muito questionável que é o lado dos empresários que hoje montam instituições do ensino superior visando o lucro que é algo natural, pois se trata de uma universidade particular mais ao mesmo tempo passam a existir dois extremos importantes e discutíveis, as instituições não estando mais preocupadas com a formação 22 cultural e sim de oferecer conhecimentos rápidos e um bom índice de notas no ENADE de “alguns alunos” e em outras formas de avaliação do governo, mascarando de cerca maneira a verdadeira qualidade do ensino dada em tais instituições. A busca de tais universidades na verdade passa a ser meramente financeira, a busca por um marketing bem elaborado, passa a ser também uma forma de “mascarar”, a verdade interna, ou os problemas existentes em algumas delas transformando a cultura escolar em mera mercadoria, fazendo com que o professor perca a vontade ou a motivação em se melhorar e em sua didática devido a regras duras e difíceis de serem seguida, visando à busca incessante somente por lucratividade. Assim sendo, prevalece, na sociedade moderna, a mera informação oferecida pelas escolas particulares, principalmente os cursinhos, que cobram valores altos pela educação oferecida. Tais instituições estão preocupadas não com uma formação cultural, que leve à reflexão, que resgate valores e que conserve uma tradição, mas, sim, com uma sem informação, no sentido de oferecer conhecimentos rápidos e um bom índice de aprovação no vestibular. Elas transformam a cultura escolar em mercadoria a ser consumida, deturpando o seu verdadeiro valor. (In: GENTILI, 1995, p. 150) “A didática deve servir como mecanismo de tradução prática, no exercício educativo, de decisões filosófico- políticas e epistemológicas de um projeto histórico de desenvolvimento do povo. Ao exercer seu papel específico estará apresentandose como o mecanismo tradutor de posturas teóricas em práticas educativas.” 23 (CASTRO, Amélia Domingues; Unicamp. Publicação: Paulo: FDE, 1991 Série Idéias n. 11. São Páginas: 15-25). 2.3.3 Questão de formação do educador. Podemos dizer que muitos educadores que muita das vezes se formam em determinada área, coloca-se como profundo conhecedor de técnicas de transmissão de certos conhecimentos e acabam não conseguindo fazer com que os alunos aprendam, no fundo o grande debate é com relação a sua formação e que tipo de conhecimento adquirido para que seja exposto e explorado este lado do professor, ao invés da busca de outras áreas de que de nada o mesmo tem abrangência e aprendizado para exercê-la, o domínio da didática é necessário para uma boa formação do professor e que muitos desses formados, que acabam por não exercer sua função por não terem gosto por esta formação acabam virando professores, e aprendem a responsabilizar seus alunos pelos fracos no processo da aprendizagem, é inegável que o professor que gosta daquilo que faz e tem amor, procura maneiras e meios para estimular o aluno a compreender a verdadeira necessidade daquilo que ele aprendeu, pois o domínio do mesmo sobre determinado conteúdo é tão abrangente que transcende a ele, com alegria e emoção. 2.3.4 Questão do professor desmotivado. É bem verdade que devemos citar que em determinados casos diversos alunos são reprovados por um mesmo professor ou até uma turma inteira e cujo nada é feito pela instituição de ensino sem verificar de maneira séria o porquê disto ter acontecido, sabemos que diversos fatores podem levar a este tipo de situação mais dentre elas a do professor desmotivado, que segue sempre a mesma forma de didática e que não esta aberta a mudança ou mesmo, a se atualizar em plena era da globalização e que as informações giram a todo instante não podemos estar diretamente presos a métodos de 24 ensino antigos e com pouca perspectiva de mudanças, elas são sempre necessárias para inovar e realizar e motivar as pessoas em cima de uma nova realidade colocada, que só irá trazer mais facilidade e dinamismo no aprendizado, podemos citar como grandes inovações: Tables, Tecnologias Bluetooth, Retroprojetores e outros que hoje auxiliam e muito as salas de aula e orientando cada vez mais seus professores e auxiliando-os nos ensino para que cada vez mais esta iteração aconteça e faça uma construção da aprendizagem. Existem casos em que o professor não passa o conteúdo da matéria e o aluno tem a responsabilidade de aprender, e em alguns casos existem no meio de todo corpo docente de uma mesma faculdade ou instituição do ensino superior um grupo de coordenadores que pensam da mesma maneira. A profissão de educador nesta situação perde totalmente o sentido, pois a responsabilidade, pelo aprender é sempre colocada ao aluno e não ao tipo de ensino que esta sendo dado pelo professor. 2.3.5 Questão sobre responsabilidade do professor. Podemos dizer que no caso da medicina o medico não pode se quer admitir um erro de diagnostico, o tratamento então nem pensar em outras áreas como a engenharia a dimensão da responsabilidade é a mesma, todas as áreas tem seu grau de responsabilidade e no fundo seja qual for ela: Engenharia, O Farmacêutico, Arquiteto, ou em qualquer área temos o nosso grau de responsabilidade, para alguns professores que se julgam superiores simplesmente por terem um diploma ou um mestrado, coloca para o aluno da forma aprendeu, aprendeu; não aprendeu... azar o seu. 25 2.3.6. O Medo e acomodação (Ensino a distância) Podemos citar outro ponto importante na questão de ensino que mostra muito bem o lado do professor que enxerga toda a nova tecnologia com medo, com isso perdendo o foco do ensino, na questão da inovação, estamos falando da questão do ensino a distancia que muitos doutorados e mesmo professores com mestrado são contra, buscando uma série de problemas no tipo de ensino para justificar muitas das vezes a sua dificuldade de lidar com a tecnologia que vem para inovar e mostrar novos caminhos, é bem verdade que a tecnologia não trouxe medo e dificuldade somente para os professores como para a vida das pessoas no geral, podemos dizer que foi um avanço e devido mais que toda mudança e novidade sempre trazem pequenos transtornos para a adequação das pessoas que no geral, sempre se acomodam, uma acomodação natural da vida e na busca do ser conseguir um pouco de descanso. É bem verdade que o ensino a distancia é algo novo para muita gente, mais é uma forma de ensino que se pode chegar a pessoas que jamais tiveram ensino superior em suas regiões é uma forma também das universidades conseguirem mais lucratividade, tendo a visão do avanço da tecnologia dentro da mesma. O Ensino a distancia tem uma didática muito bem elaborada voltada para o aprendizado, observando e cobrando dos alunos empenho e dedicação quanto ao estudo, podemos dizer que a plataforma é voltada para um ensino dinâmico então na verdade é necessário que o aluno se dedique, e busque tirar duvidas quando necessário com o seu tutor. 2.4 Propostas Nos dias de hoje podemos ressaltar também a idéia da escola do sentir, que é uma didática em novas óticas, muito interessante e proposta, pela casa da pedra a um grosso modo, podemos dizer que a Didática é uma ciência cujo objetivo fundamental é ocupar-se das estratégias de ensino, das questões 26 práticas relativas à metodologia e das estratégias de aprendizagem. Sua busca de cientificidade apóia-se em posturas filosóficas como o funcionalismo, o positivismo, assim como no formalismo e o idealismo. Podemos dizer que ela funciona como o elemento transformador da teoria na prática. Em Alguns casos podemos dizer que a didática se acaba por confundir com a pedagogia, por haver semelhança com a idéia do ensino aprendizagem, que busca através de uma ciência da educação mostrar a transformação desses objetivos sociopolíticos e pedagógicos em ensino. A metodologia de ensino voltada para a análise crítica da prática educacional, relacionada com algumas técnicas de ensino que podem ser individuais ou coletivas, buscando produzir a transformação da relação professor-aluno mediada pelo próprio trabalho do docente. Já há alguns anos, nossos docentes e discentes vêm se detendo sobre as várias tradições disciplinares, tentando focalizar as tensões e desdobramentos das mudanças na forma de pensar e construir conhecimentos, em cada uma dessas tradições. (BRANDÃO, 1999, p. 7). Não qualifico a didática como uma prática, embora não despreze este seu lado. Muito menos, tento vê-la como uma teoria geral da educação, estando ou não travestida com o nome de pedagogia – esta megalomania teórica deveria estar afastada de nós desde há muito. Prefiro, neste trabalho, vê-la como um campo de saberes. Então chamarei de didática um lugar, ao qual cabe estudar as principais teorias educacionais dos nossos tempos. (GHIRALDELLI, 2000, p. 11) 27 Alguns educadores costumam dizer que o professor deve primeiro analisar a individualidade de cada aluno, pois no processo ensinoaprendizagem em qualquer contexto em que se esteja inserido, é necessário que se conheça as categorias que integram este processo para que aconteçam de forma mais clara e mais satisfatória o processo de aprendizagem. O professor precisa saber elaborar seus objetivos, verificar que tipo de conteúdo deseja utilizar, quais serão as técnicas necessárias para sua aula, a cada semestre, lembrando que devem ser observadas as novas tecnologias que são necessárias para melhorar ainda mais a exposição do seu conteúdo para o aluno as instituições de ensino deve cobrar de seu professor a cada semestre ou de tempos em tempos inovações para expor sua matéria e meios para que possa cada vez mais chegar neste aluno e fazer com que o mesmo consiga transcender o ensino para si e para as barreiras da escola. Quando me aposentei voltei aos bancos escolares para fazer uma pós em pedagogia terapêutica. Cursos de final de semana, sábado e domingo. E as aulas eram expositivas, uma das professoras (mestras) teve o desplante de citar a bibliografia na lousa e uma bela manhã., a coordenadora da pós chegou com umas apostilas ( capitulo de um livro). Por azar (não gosto desta palavra) a minha estava toda sublinhada. Ai, meu caro, rodei a baiana. Entre outras coisas eu disse que se fosse para ficar lendo trechos de um livro, eu comprava o livro e ficava na minha casa lendo, não precisava pagar para isso. Estou lhe dizendo isto porque sou professora de formação e aprendi que devemos fazer com o que o aluno goste de estar na sala de aula e goste de aprender. Imagine aulas expositivas em plena manhã de sábado e domingo. 28 Eu dormia tanto que acabei desistindo da pós. Hoje não sei como andam as coisa. (GOMES, conceição, 08/05/2010) A opção pelo campo institucional da extensão deve-se à possibilidade de articular ações com a comunidade local, oportunizando um trabalho de parcerias entre ensino e pesquisa. A abordagem comunicativa do saber nas ações do ensino e da pesquisa representa o que se intitula extensão universitária (FRANTZ; SILVA, 2002). A aula é parte do todo, está inserida na universidade que, por sua vez, está filiada a um sistema educacional que também é parte de um sistema socioeconômico, político e cultural mais amplo [...] A aula universitária é a concretude do trabalho docente propriamente dito, que ocorre com a relação pedagógica entre professor e aluno. Ela é o locus produtivo da aprendizagem, que é, também, produção por excelência. O resultado do ensino é a construção do novo e a criação de uma atitude questionadora, de busca e inquietação, sendo local de construção e socialização de conhecimento e cultura.( VEIGA; 2000, p.175): 29 Existe na verdade uma diferente forma de educar vista por várias pessoas e educadores, todos existes focos de visão observados são bastante interessantes que nos levam a uma reflexão sincera e inteligente, buscando novos ângulos para serem observados e as conseqüências prováveis da busca por esta nova forma ensino ou mesmo nesta busca tão interessante e necessária na vida de um educador. Podemos dizer que em alguns casos muitos mestres e doutores vêem a forma da pratica pedagógica como um conjunto de princípios e de pressupostos que as orientam. Mas que a pratica quando não é refletida corre o risco de ser feita do jeito em que o outro viu outras pessoas fazerem, e com isso fugindo do grande “barato” da didática que é justamente a renovação e a transformação. Alguns professores dizem que isso ocorre quando alguns professores estão desmotivados ou mesmo entrou na didática sem qualquer desejo ou mesmo realização profissional visando somente o capital o lado financeiro, também existem situações em que o professor é praticamente encaixado na didática do estabelecimento de ensino em que ele se encontra forçado assim a estar preso ou mesmo robotizado a técnicas sem mesmo nenhum diálogo por parte dos administradores da instituição. A cada dia há uma nova aprendizagem em nossa vida. Ao ensinar a gente aprende e, com essa aprendizagem, a gente ensina melhor. Isso sempre se transforma num círculo contínuo e o melhor produtivo. Nas diversas faculdades da vida aprendese que o aluno vem até o professor no intuito de aprender e que o professor deve estar preparado para ensinar. É importante saber que, dentro de sala e fora dela, o professor é alguém em quem o aluno se espelha, exemplo disso é que toda criança um dia brinca de escolinha e todos eles sempre 30 querem ser professores o professor. transmitimos Sendo e assim, nós recebemos conhecimentos, aprendendo a cada vez mais com nossos alunos. (http://edervalsouza.blogspot.com/2011/09/didaticageral-entrevista-com-um.html; 31/01/2012). 2.5. Conclusão do capítulo Percebemos que existem muitos fatores que podem levar a uma didática ao sucesso ou mesmo ao fracasso, e que dentro das descritas por diversos autores do século 21 e também pela visão de diversos professores, quanto mais a visão limitada de instituições ou professores presos a metodologias antigas e a falta de visão para a renovação constante fazendo com que os mesmo tenham dentro uma evolução tecnológica o na nova fonte de iteração com seus alunos e que a sua forma de se colocar diante de sua turma pode alimentar, ou não a vontade do mesmo em aprender quando tudo na vida deste profissional é feito com emoção e desejo em dividir e partilhar deste conhecimento para que o mesmo seja fator preponderante na construção de uma nova sociedade pela e mais consciente. Existem questionamentos interessantes neste capitulo que apesar do interesse dos empresários em obter lucro e mesmo, com a tendência das escolas que visam o ensino voltado para pontuações no ENADE, podemos verificar que de uma forma ou de outra o ensino vem evoluindo por si só, esta evolução não se deve somente o avanço da tecnologia mais também as mudanças vividas na sociedade e a necessidade de um ensino cada vez mais dinâmico e interativo entre alunos e professores, podemos entender que o novo tipo de didática exposto neste capitulo por várias pessoas tendem a nos mostrar uma preocupação muito mais ligada à conscientização do individuo e para que possa ele buscar meios para seu aprendizado também, como do professor em se renovar com metodologias e formas diferentes para melhor 31 compreensão do aluno, sejam através de computadores, projetores, retros, slides ou mesmo através de dinâmicas de grupo que possam socializar a todos e perceberem que as distancias sociais que no fundo existem mais que não separam pessoas e sim deve ser usada para estudo e compreensão de cada indivíduo e que através dessa socialização, possamos colher frutos necessários para esse aprendizado, desde que nos libertemos de métodos antigos ultrapassados e possamos descobrir ou redescobrir através do estudo das tecnologias e dinâmicas métodos novos para o nosso ensino e com isso com montamos uma nova cultura de aprendizagem sem barreiras e voltadas para pessoas que interagem e buscam através desta iteração a construção de um saber mais pleno e proveitoso para toda uma sociedade, com muita emoção e com isso possamos renovar o ensino deste pais. Devemos ressaltar que a didática é exposta aqui é válida tanto para a graduação, como pesquisa e extensão. Quebrar barreiras inovar, levar o ensino para fora das paredes da instituição de maneira clara, objetiva e motivadora é no fundo o grande desejo de todos que trabalham com educação do ensino superior, quebrar estas barreiras é o grande objetivo, neste capitulo percebemos que no século XXI estes caminhos já estão sendo traçados e que o objetivo principal é inovar e o ensino a distancia vem também para ajudar a quebrar certas barreiras e inovar. 32 CAPÍTULO III VISÃO DE PAULO FREIRE SOBRE A DIDÁTICA Procuro aqui tratar a questão da didática e da educação vista por Paulo Freire, de forma entusiasmada e motivadora. Pude verificar que Paulo Freire sempre buscou através de sua forma otimista de ser motivar a todos na busca por um mundo possível. Todos os títulos dos seus livros são positivos, transmitem esperança mesmo quando colocadas indignações. “Repetia muitas vezes que o mundo é possibilidade, não é fatalidade. A educação não é um tesouro que se perde ao “entregar” a outros. Ao contrário, é um tesouro que aumenta ao ser repartido. Mais tarde ele diria que só é válido o conhecimento compartilhado.” (FREIRE,Paulo, 1977). “Se, na verdade, o sonho que nos anima é democrático e solidário, não é falando aos outros, de cima para baixo, sobretudo, como se fôssemos os portadores da verdade a ser transmitida aos demais, que aprendemos a escutar, mas é escutando que aprendemos a falar com eles. Somente quem escuta paciente e criticamente o outro fala com ele, mesmo que, em certas condições, precise de falar a ele.” (FREIRE; Pedagogia da autonomia, p.128) 33 Apesar de percebermos que Paulo Freire pouco falou sobre ensino superior, muitos de seus livros e textos nos levam a reflexão muito profunda sobre a didática no geral e de como educadores devem se postar diante de seus alunos, fatos tão relatados e mencionados em outros capítulos desta monografia. Quando Paulo Freire, cita que os professores não devem olhar seus alunos de cima para baixo como fossem portadores de uma verdade somente deles sem a construção do conhecimento que se consegue grandes resultados, podemos sim entender como diz: Paulo Freire, “ Que devemos aprender a escutar”, talvez para sua época muitos não imaginavam a importância destas palavras que nos levam até hoje uma grande reflexão sobre a questão da didática. O conhecimento na verdade é realmente algo a ser repartido para que ele possa ser elaborado e melhorado a cada dia, o conhecimento compartilhado é algo que transforma e une pessoas em busca de um saber ainda maior, pois no fundo sabemos que a visão do mesmo, para a nossa época ainda é muito necessária, muito pensavam que sua pedagogia era voltada para pobres, quando no fundo ele visava a união das pessoas através do ensino, transformando o mundo em que vivem. Podemos dizer que em seus livros Paulo Freire, sempre fala de virtudes e coerência necessária ao saber do homem o quando aluno e também individuo diante da sociedade, Paulo Freire realmente marcou uma época pois sempre foi voltado a humildade e a união das pessoas e de uma sociedade mais simples em busca desse tão sonhado sonho que é a construção de um conhecimento de união e que pudesse transcender as barreiras econômicas e sociais das pessoas buscando um aprender único pra todos de igual maneira e sem distinção de ninguém. 34 Cita com simplicidade toda sua repugnação de alguns professores com relação a suas posturas diante de seus alunos e faz questão sempre de mostra a necessidade da simplicidade para se tornarem pessoas melhores. Não é a minha arrogância intelectual a que fala de minha rigorosidade científica. Nem a arrogância é sinal de competência nem a competência é causa da arrogância. Não nego a competência, por outro lado, de certos arrogantes, mas lamento neles a ausência de simplicidade que, não diminuindo em nada seu saber, os faria gente melhor. “Gente mais gente” (FREIRE, 1997, p.165). Perceber nos textos de Paulo Freire, que sua visão sobre o homem é um ser que precisa se relacionar e interagir com o meio para que ele possa aprender e se desenvolver, precisa se abrir para o mundo e para as novas tendências ou expectativas diversas que lhe rodeiam para que possa a partir deste instante construir coisas novas ou mesmo ajudar nesta construção. Paulo Freire, coloca com muita propriedade sua vontade e alegria que tinha na questão da educação incentivando as pessoas e educadores a não estar somente no mundo mais estar com o mundo e essa é uma visão maravilhosa e abrangente que todos devem e podem participar, quando a renovação é feita com muita reflexão e sinceridade sobre seu verdadeiro propósito, que é interessante o ser esta diante de ferramentas e coisas que o desafiem, seja ela uma nova didática, ou mesmo um novo trabalho, quando buscamos algo novo sempre nos deparamos com a novidade que nos faz provar que podemos dar algo alem do que demos anteriormente e que somos capazes de produzir este algo alem. Na verdade tudo parte da questão da organização, buscando sempre, criar algo novo, testar e depois agir, colocando ele em prática, fazendo com 35 que o homem através da reflexão e da ação consiga através deste novo desafio criar novas e interessantes realidades que transformam e mudam o foco dele mesmo e de tudo que lhe rodeia, a transcendência deste homem não é algo especifico de sua consciência mais sim algo que permite observar-se e reconhecer orbitas diferentes do eu e do não eu”. Citar que temos que ter ciência que o ser é algo inacabado que precisa se melhorar e não existe outro meio se não interagindo e vivendo, aprendo e compartilhando saber, se permitindo e ai com esta postura causando diversas transformações no seu eu interior e aflorando para fora de si, a verdadeira alegria e assim sabendo compartilhar a grande arte da vida que é o saber. Presença no mundo “A professora democrática, coerente, competente, que testemunha seu gosto de vida, sua esperança no mundo melhor, que atesta sua capacidade de luta, seu respeito às diferenças, sabe cada vez mais o valor que tem para a modificação da realidade; a maneira consistente com que vive sua presença no mundo, de que sua experiência na escola é apenas um momento, mas um momento importante que precisa ser autenticamente vivido” (FREIRE; Pedagogia da autonomia, p.127). Na verdade podemos analisar que o professor é um grande motivador e que a humildade com que se coloca e a maneira com que conduz a aula, se tem uma postura humilde e inovadora, compartilhando conhecimento e construindo o mesmo com sabedoria é a grande visão de Paulo Freire e que deixou para todo educador, que nos leva a um debate inteligente e interessante sobre a didática e tudo aquilo que influência o simples detalhe do ensinar ou educar. 36 “Não pode haver caminho mais ético, mais verdadeiramente democrático do que testemunhar aos educandos como pensamos, as razões por que pensamos desta ou daquela forma, os nossos sonhos, os sonhos por que brigamos, mas, ao mesmo tempo, dando-lhes provas concretas, irrefutáveis, de que respeitamos suas opções em oposição às nossas” (FREIRE, 1993, p.38) 3.1 Conclusão do capítulo Foi percebido em todos os textos que Paulo Freire nos deu mais que um modo de educar, mais referencias para uma vida, pois o proposito da vida é o aprendizado entre as pessoas e a iteração entre as mesmas trocando saberes, saberes esses que transformam os seres e toda a sua vida por consequência, Paulo ensinou que as vezes complicamos o que não tem nada de complicado, que no fundo o conjunto da mais resultado que um individuo único e simplesmente individualista, a socialização é o grande meio para construção de pessoas inovadoras e menos presas a costumes ultrapassados. Ele comenta que é preciso sim ser critico, ter ética, é preciso respeitar a figura do professor e buscar através desta motivação alavancar novos e novos métodos de ensino, por isso defende a educação continuada em que estando em movimento, não estatizamos e ai nos motivamos a estarmos sempre inovando ao invés de pararmos no tempo 37 CONCLUSÃO Neste contexto podemos dizer que o que vemos é uma certa “briga de braço” entre o professor da didática específica e os pedagogos, uma vez que o professor das didáticas específicas afirmam que os pedagogos não conhecem o conteúdo específico, enquanto que os pedagogos afirmando que é o necessário é conhecer o aluno, o papel do ensino, as condições materiais favoráveis a aprendizagem, ou seja, isso vem ocasionando um dilema muito grande na formação desses professores. O fato é que o que torna – se preciso é ter uma busca de integração entre as didáticas e as didáticas específicas. Incorporar a cultura do lugar e não esquecer que ensinar é ter alegria no que faz, esta alegria juntamente com o conhecimento também ajudam a contaminar os alunos em motivá-los a estudar e se instruírem. Podemos perceber que quanto mais os indivíduos são presos a regras e a normais, de forma a perderem a sua própria personalidade acabam não mostrando motivação e o conhecimento não transcende as barreiras do aluno. Às vezes são utilizados meios como a apresentação de objetos, ilustrações, exemplos, mas o meio principal é a palavra, a exposição oral. É importante entendermos que os questionamentos são importantes para a acontecerem as mudanças e para que a didática evolua e se modifique, que é importante sim que as instituições do ensino superior visem os lucros mais os lucros como produto de um ensino adequado e de qualidade visando sempre a cobrança pela renovação por parte de seus profissionais e até dela mesma enquanto instituição, a final inovar é o grande segredo e estar aberto a mudanças é hoje o grande fator motivacional para todos da área. Instituições de ensino devem buscar professores motivados e que só possam dar aula 38 dentro de sua formação para que possam trazer ensino de qualidade e que através desta motivação buscar novos meios de ensino, motivar também seus alunos buscando sobre inovar. Temos que imaginar também que toda instituição de ensino deve possuir regras mais que estas regras sejam elaboradas para organizar e controlar mais não para bloquear a vontade ou animo dos educadores. Partir do principio que o foco de toda instituição do Ensino superior deve ser o ensino, e listando as etapas temos por obrigação, permitir e respeitar todos os pontos colocados a baixo: Questionamentos, iteração, respeitar a normais e procedimentos, ter professores capacitados e motivados, formação do profissional, uso da Tecnologia inovadora. Ressaltamos que o estudo desta monografia mostrou através de um grande debate de várias pessoas e meios de comunicação mostra a opinião sobre a didática de hoje que é muito parecida com a visão de Paulo Freire de muito tempo atrás sempre buscando, através da reflexão do ensino e didática mostrar que a iteração é a melhor forma para o aprendizado daquela época, e que a questão da simplicidade do educador é fundamental para que isto ocorra. Na verdade estes são pontos muito importantes para que o ensino ocorra com emoção e muita motivação, outros viram para melhorar e para acrescentar e melhorar ainda mais todo aspecto didático com os anos e com o surgimento de novas tecnologias o que precisamos é estarmos abertos a eles. Terminar com palavras de dois professores, que nos fazem refletir e analisar a verdadeira visão do “ensinar”. Não há aprendizagem sem aberturas. Ter uma mente aberta é ter escolhas. Respeitar o tempo de aprendizagem é um ato de amor e fé. 39 Ninguém aprende só, mas em contato com o outro. Aceite e compartilhe experiências e conhecimento. Escuta a si e o outro cria laços de cumplicidade. Não tenha medo de sentir o outro. Experiencie a liberdade de ousar o novo. Se uma e partilhe a liberdade do aprendizado. Com liberdade e em conjunto crescemos e superamos as dificuldades. Somos o espaço que habitamos e o tempo que vivemos. Desejos de mudança são flechas de luz. Abra sua mente para voar rumo ao novo e desconhecido. Abandone conceitos antigos e dance com liberdade. Traga o velho para se unir ao novo e se torne uno. Sem medo de se unir ao desconhecido. Caminhe e experiencie novos sentidos. Se curve ao novo e a força que ele tem para mudar. Se alie com a força do novo e evolua. Ninguém constrói caminhos para estar isolado Encontrarás outros menores e indefesos, traga para a viagem rumo a novas experiências. A liberdade para decidir e a responsabilidade pelo rumo da viagem é fruto da maturidade e confiança no grupo. O grupo supera o individuo e amplia a aprendizagem. Compartilhe o conhecimento. Convide o outro para a viagem ao novo conhecimento. Tenha a solidariedade e a responsabilidade com o crescimento do outro. 40 Quando se tem certeza do destino a viagem é serena. Acolhidos crescemos com harmonia e segurança. Temos a serenidade de aceitar nossas limitações. Refletir sobre nossas escolhas é dobrar-se sobre si mesmo, Logo é uma postura humildade. Que dias melhores aconteçam.... Só Acontecerão se fizermos algo... Por tudo na vida, Pelas crianças, Pela natureza, Enfim por nós mesmos... (Professor Sergio mota e texto Professora Marianina Impagliazzo, video) 41 ANEXO 4 INTERNET A TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA COMO INTERMEDIADORA ENTRE O CONHECIMENTO CIENTÍFICO E O CONHECIMENTO ESCOLAR Lucas Dominguini Resumo Conhecer é uma necessidade histórica do homem no processo de domínio e transformação da natureza para garantir sua reprodução social. As novas gerações se apropriam dos conhecimentos, habilidade, valores, hábitos das gerações anteriores através da atividade educativa. Essa gama de conhecimentos é determinada pelo contexto histórico vigente. Um dos conhecimentos que a atual forma de sociabilidade compreende como necessário as novas gerações é o saber sistematizado produzido da atividade científica: o conhecimento científico. Este é disponibilizado as novas gerações na forma de conhecimento escolar. A mediação entre o conhecimento científico e conhecimento escolar é realizado pela transposição didática, responsável pela modelagem e adaptação do conhecimento científico, o saber sábio, em conhecimento escolar, o saber a ensinar. Desta forma, este artigo tem por objetivo apontar o papel da transposição didática como intermediadora no processo de transformação do conhecimento científico em conhecimento escolar e apontar algumas decorrências para a atividade educativa. (http://revistas.facecla.com.br/index.php/reped/article/view/472, 31/01/2012) Formação didático-pedagógica do professor universitário: uma necessidade? Vanius Paiva Zaiden Silva Orientado Por Consuelo Campos Monteiro 42 Formação Pedagógica do professor universitário: uma necessidade Como mencionamos, a formação do docente universitário tem se concentrado na sua crescente especialização dentro de uma área do saber. De acordo com Vasconcelos (1998, p. 86), há “pouca preocupação com o tema da formação pedagógica de mestres e doutores oriundos dos diversos cursos de pós-graduação do país. A graduação tem sido ‘alimentada’ por docentes titulados, porém, sem a menor competência pedagógica”. Tal constatação nos leva a um questionamento acerca da correlação entre a crescente especialização oferecida pelos cursos de pós-graduação e a melhoria da qualidade docente dos professores universitários. Marcelo García (1999, p. 244), fazendo referência a trabalhos realizados por Aparício e Felman, ressalta que, em diversas investigações, a correlação encontrada entre a produção científica dos professores e a avaliação que seus alunos fazem deles tem sido muito baixa (em torno de 0,21), concluindo as relações entre produtividade científica e eficácia docente são escassas, ou como refere Felman (1987, apud Marcelo García, 1999), são essencialmente independentes uma da outra. A esse respeito, Pimenta e Anastasiou (2002, p. 190-196) observam que a formação atualmente oferecida aos pós -graduandos separa-os de qualquer discussão sobre o pedagógico, desconsiderando, inclusive, que os elementos-chave do processo de pesquisa (sujeitos envolvidos, tempo, conhecimento, resultados e métodos) não são os mesmos necessários à atividade de ensinar, e elaboram uma comparação entre as características dos elementos constituintes de cada atividade. http://www.fundacaoaprender.org.br/formao-didtico-pedaggica-do-professor-universitrio-uma-necessidade, 29/01/2012) 43 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA NASCIMENTO, Roseane, Didática Volume 1,2,3, 2009. NERY, Flávia, A Escola Hoje,2005. RODRIGUES, Zuleide,O livro Educação, 2005. DELORS, Jacques (Coord.). Os quatro pilares da educação. In: Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortezo. 2008. FREIRE, Paulo; FAUNDEZ, Antonio, Pedagogia dialogo e conflito. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1985. PAVÃO, O Livro didático em Questão, 2007. SANTOS,Vivaldo Paulo;O QUEFAZER NA SALA DE AULA: didática, metodologia ou nada disso?, 2003. GADOTTI, Moacir; A Escola e o Professor, Pedagogia dialogo e conflito. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007. FREIRE, Paulo; Educação como pratica da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997. Bergano, Sofia; Filosofias da Educação de Adultos. Coimbra-Portugal, 2002. 44 BIBLIOGRAFIA CITADAS ALCANTARA, Paulo. Disciplina Didática no Ensino Superior – Mestrando em Educação – e-mail: [email protected] – 12/08/2008. 74 BERGER, M.A. Disponível em: www.4shared.com/dir/1104012/94135a8/sharing.html Acesso: 06/01/09. CARRARA. Rosangela. Materiais de estudos-disciplina: Didática no Ensino Superior. Pós-Graduação – FAMPER –PR, 16/08/08; 23/08/08; 06/09/08; 13/09/08. Email: [email protected] FREIRE. P. A pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1974. GADOTI, M. Pensamento pedagógico brasileiro. 8.ed. São Paulo: Ática 2006. HENGEMÜHLE, Adelar. Formação de professores: da função de ensinar ao resgate da educação. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS - Didática no Ensino Superior. Departamento de Educação, UNESP/ BOTUCATU, p.181-182-(1999) e-mail: [email protected] CAMPOS DE ESTUDOS DE EDUCAÇÃO. LATAPI, Pablo. La Recherche Éducative em Amerique Latine, in PERSPECTIVES, Unesco, 1(73), 1990, p.58 (nota nº 3), v. XX. PURA, L.O.M. Didática Teórica e Didática Prática. São Paulo: Loyola, 2000. SAVIANI. D. percorrendo caminhos na educação. 274 Educ. Soc., Campinas, vol. 23, n. 81, p. 273-290, dez. 2002. 45 ÍNDICE Folha de Rosto..........................................................................................2 Agradecimento..........................................................................................3 Dedicatória................................................................................................4 Resumo.....................................................................................................5 Metodologia...............................................................................................6 Sumário.....................................................................................................7 Introdução.................................................................................................8 Capitulo I – Didática do Ensino Superior nos anos sessenta a oitenta..10 1.1 Características........................................................................10 1.2 Correntes do ensino superior..................................................14 1.3 Conclusão do capítulo.............................................................15 Capitulo II- Didática do Ensino Superior no século XXI..........................16 2.1 Tipos de pedagogia da época.................................................17 2.1.1 Pedagogia tradicional................................................17 2.1.2 Pedagogia renovada.................................................19 2.2 Pilares da educação...............................................................20 2.3 Questionamentos....................................................................21 2.3.1 Questão da Iteração..................................................21 2.3.2 Questão das instituições de ensino...........................21 2.3.3 Questão da formação do educador...........................23 2.3.4 Questão do professor desmotivado...........................23 2.3.5 Questão da personalidade do professor....................24 2.3.6 O Medo e acomodação (ensino a distancia).............25 2.4 Propostas................................................................................25 2.5 Conclusão do capítulo............................................................30 Capitulo III – Visão de Paulo Freire sobre a didática ..............................32 3.1 Conclusão do capítulo.............................................................36 Conclusão................................................................................................37 Anexos.....................................................................................................41 Bibliografia consultadas...........................................................................43 46 Bibliografia citadas...................................................................................44 Índice........................................................................................................45