S I N D I C A T O A N O X I V D O - C O M É R C I O E D I Ç Ã O A T A C A D I S T A 1 4 1 E D I S T R I B U I D O R D O E S T A D O M A N A U S - A M , D O J A N E I R O A M A Z O N A S D E 2 0 1 5 Valor da cesta básica aumentou em 17 de 18 capitais em 2014 O valor acumulado da cesta básica em 2014 aumentou em 17 das 18 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A exceção foi Natal, que apresentou recuo de 1,7%. No ano passado, o preço da carne bovina e do pão francês subiu em todas as cidades pesquisadas. O preço da carne, produto que tem grande peso na composição da cesta, apresentou variação entre 9,52% em Salvador e 27,71% em Belém. De acordo com o Dieese, a A alta da carne foi motivada, entre outras razões, pela estiagem e pela crescente exportação do produto. Os preços do arroz e do café também subiram em quase todas as capitais, 17 delas. O feijão foi o único produto com redução em todas as cidades pesquisadas. A maior alta foi verificada em Brasília, com variação de 13,79%, seguida por Aracaju (13,34%) e Florianópolis (10,58%). Entre as capitais que registraram as menores altas estão Salvador (1,01%), Belo Horizonte (1,22%) e Campo Grande (2,36%). Em dezembro, duas capitais registraram queda no valor da cesta: Curitiba (-1,07%) e Fortaleza (-0,07%). As maiores elevações foram observadas em Salvador (4,73%) e no Recife (4,35%). São Paulo teve a cesta básica mais cara em dezembro, R$ 354,19, seguida por Florianópolis (R$ 353,10) e Porto Alegre (R$ 348,56). Os menores valores médios foram apurados em Aracaju (R$ 245,70) e Salvador (R$ 267,82). Com base na Constituição, que estabelece que o salário mínimo deve suprir despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese calcula que o mínimo ideal, em dezembro, deveria ser R$ 2.975,55. O cálculo é feito considerando o valor da cesta mais cara, a de São Paulo. A estimativa do departamento revela que o salário mínimo brasileiro deveria ser 4,11 vezes o valor em vigor na época, que era R$ 724. Fonte: Portal Amazônia Contribuição Sindical Patronal 2014 Como Emitir Via Internet: 1º Passo – Acesse: www.sincadam.org.br 2º Passo – Clicando no link EMISSÃO DE GUIA SINDICAL 3º Passo – Informe o CNPJ da Empresa Contribuinte (ex: 00000000000000) - CONTINUAR 4º Passo – Informe os DADOS da Empresa Contribuinte e o CAPITAL SOCIAL 5º Passo – IMPRIMIR GUIA No próprio SINCADAM Situado à Rua 24 de Maio, 324 –Altos – Centro – Manaus-AM CEP: 69010-080, munidos de documentos atualizados da empresa contribuinte. (Contrato Social, CNPJ e Ultima Guia de Contribuição Social Recolhida). Maiores Informações: NESTA EDIÇÃO Empresário de varejo inova e abre supermercado com produtos importados em Manaus 2 Número de famílias brasileiras endividadas diminui quase 1% em 2014, revela pesquisa CNC 3 Aumento do IOF nas operações de crédito como financiamentos vale a partir desta quinta-feira (22) 3 Alta no varejo ainda não anima 2015 4 ANO XIV - EDIÇÃO 141 PÁGINA 2 Empresário de varejo inova e abre supermercado com produtos importados em Manaus Há exatos 30 dias, o empresário Marcelo Gastaldi e País”, explica. De acordo com ele, essa dinâmica sua equipe abriram as portas do Pátio Gourmet, um está sendo aperfeiçoada no dia a dia. supermercado diferenciado em Manaus e que oferece aos clientes uma variedade de 12 mil itens entre nacionais e importados. O estabelecimento fica localizado na avenida Djalma Batista, Zona Centro-Sul de Manaus. “O trabalho é complexo. Nosso objetivo é oferecer é uma experiência personalizada ao cliente, uma compra com mais exclusividade e um atendimento diferenciado, mas sempre ‘de olho’ no custo benefício. Prezamos também pelo cuidado com o frescor e o Mais do que inaugurar um novo conceito de super- sabor de todos os produtos que é o que norteia todo mercado na cidade, no dia 18 de dezembro, Gastal- o nosso trabalho e todos esses quesitos precisam di abraçou um novo desafio: o de comandar pela estar bem amarrados diariamente para conquistarprimeira vez um empreendimento completamente mos nosso espaço”, resume. diferente dos seus outros negócios. O empresário que também é superintendente do Grupo Nova Era, que opera com varejo de baixo custo, avaliou o início da nova experiência como um desafio, com algumas lições já aprendidas e muitos caminhos a percorrer. A empresa da família de Marcelo já operava há vários anos com distribuição de produtos em supermercados de Manaus e há três anos inaugurou a rede Nova Era. “A decisão de trilhar o caminho de um negócio mais segmentado, como é o Pátio Gourmet, foi um grande passo, mas era exatamente o que eu buscava”, conta. Diferenciais Com 240 colaboradores e 3,2 mil metros quadrados de área, o Pátio Gourmet oferece a quem entra na loja, além dos produtos convencionais, um mix de itens orgânicos e integrais para agradar os fãs da alimentação saudável. São cinco alas com opções variadas como frutas e verduras orgânicas, itens integrais e produtos sem lactose. Outras áreas complementam o serviço do estabelecimento que conta com uma padaria especializada, um espaço ‘faça sua própria pizza, um café, uma creperia, uma rotisserie (para grekhados) e um sushi bar. A partir de fevereiro, inaugura no local Para o empresário, abrir um negócio dessa magnitu- um Espaço Gourmet onde serão realizadas aulas e de era um sonho antigo, mas realizá-lo não foi uma encontros gastronômicos. tarefa tão simples. “O desafio é justamente sair desse ramo mais geral que é o varejo do Nova Era para o comando de uma loja mais especializada”, avalia. Desafios Segundo o executivo, o estabelecimento prima em oferecer produtos de qualidade em todos os segmentos e para todos os dias. A meta a ser perseguida é justamente manter essa oferta de produtos para o cliente. “O primeiro passo foi separar as operações. Não era possível operar tudo ao mesmo tempo. São perfis e públicos diferentes. Empresário Marcelo Gastaldi comemora um mês a frente de empreendimento No ‘Pátio’ mantemos uma ala de orgânicos, produtos que precisam estar frescos e portanto ser troca- Fonte: A Crítica dos diariamente. Também trabalhamos com uma variedade maior de pães, vinhos, cervejas e embutidos por exemplo. Todos esses itens exigem uma logística elaborada porque muitos vêm de fora do ANO XIV - PÁGINA EDIÇÃO 3 Número de famílias brasileiras endividadas diminui quase 1% em 2014, revela pesquisa CNC A média de famílias endividadas diminuiu em 2014 lado houve diminuição do endividamento e da inana comparação com 2013, segundo o estudo Perfil dimplência, por outro, aumentou a parcela da renda do Endividamento das Famílias Brasileiras realizado das famílias comprometida com o pagamento de dípela Confederação Nacional do Comércio de Bens, vidas, de 29,4% em 2013, para 30,4% em 2014. A Serviços e Turismo (CNC), com base nos resultados alta das taxas de juros aumentou o custo do crédito mensais da Pesquisa de Endividamento e Inadim- e o peso das dívidas no orçamento das famílias. plência do Consumidor (Peic). A porcentagem de famílias que relataram ter financiamentos ou empréstimos foi de 61,9% em 2014, enquanto no ano anterior a taxa foi de 62,5%. O percentual de famílias com contas em atraso também recuou para 19,4%, ante 21,2% em 2013, alcançando o menor patamar da série histórica, iniciada em 2010. Para a CNC, a diminuição na oferta de crédito, o consumo mais moderado das famílias e as condições favoráveis no mercado de trabalho contribuíram para reduzir o nível de endividamento. “Muitas modalidades de crédito às famílias apresentaram crescimento abaixo da inflação, em razão das altas taxas de juros que geraram cautela no consumo por parte das famílias. O mercado de trabalho, Tipos de dívidas O cartão de crédito foi o tipo de dívida mais citado pelas famílias brasileiras, apontado por 75,3% dos endividados em 2014. Mas o destaque do ano foi o crescimento do financiamento imobiliário, de 1,7 ponto percentual (p.p.) em relação a 2013, e do financiamento de carro, que aumentou 1,6 p.p. na mesma comparação. Outras modalidades de dívidas sofreram queda, como o cheque especial (-0,6 p.p.), o cheque prédatado (-0,4 p.p.), o crédito consignado (-0,5 p.p.), o crédito pessoal (- 0,1 p.p.) e os carnês (-1,7 p.p.). A pesquisa da CNC é realizada com cerca de 18 mil consumidores em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal. com baixa taxa de desemprego e crescimento real da Fonte: CNC renda, também foi um fator preponderante”, avalia a economista da CNC, Marianne Hanson. O Perfil do endividamento demonstra que, se por um Aumento do IOF nas operações de crédito como financiamentos vale a partir desta quinta-feira (22) O Diário Oficial da União publica nesta quarta-feira (21) decreto que aumenta a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas operações de crédito para as pessoas físicas. A medida entra em vigor amanhã (22). O decreto eleva de 1,5% para 3% o IOF. O aumento faz parte do conjunto de quatro medidas anunciadas na última segunda-feira pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, em estratégia do governo para elevar a arrecadação e melhorar o superávit primário (economia para o pagamento de juros da dívida pública). De acordo com o ministro, o objetivo é obter este ano R$ 20,6 bilhões em receitas extras. A maior arrecadação virá da elevação do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre os combustíveis e do retorno da Contribuição para Intervenção no Domínio Econômico (Cide). Outra medida é o aumento do PIS e da Cofins sobre os produtos importados. A alíquota subirá de 9,25% para 11,75%. O governo decidiu aumentar também o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para o atacadista e equipará-lo ao industrial. Fonte: A Crítica ANO XIV - EDIÇÃO PÁGINA 4 Alta no varejo ainda não anima 2015 A atividade do comércio superou as expectativas na reta 2,4% dos "setores renda". Para Neves, essa dinâmica final de 2014 e deve ajudar o Produto Interno Bruto (PIB) pode continuar nos próximos meses, mas não vai se perdo último trimestre do ano passado, depois de um primei- petuar em 2015 e, inclusive, vai atrapalhar o desempero semestre com predominância de taxas negativas. O nho do varejo no ano. "Estamos falando de bens duráveis desempenho, no entanto, deve deixar uma herança com- e semiduráveis, com baixa reposição. Esse crescimento plicada para 2015. de agora inevitavelmente vai roubar crescimento dos pró- Para economistas, a alta de 0,9% do volume de vendas do varejo restrito entre outubro e novembro, feitos os ajustes sazonais, indica que os preços mais comportados ximos meses, sobretudo do primeiro semestre de 2015. Há uma antecipação de consumo", afirma ele, o que pode ser explicado pelos preços mais baixos desses itens. provocaram uma antecipação do consumo no período, Descolamento principalmente de bens semi e não duráveis, o que tende a reduzir a disposição por novas compras nos próximos meses. O varejo voltou a se descolar do comportamento da indústria. Falta dezembro, mas no acumulado de outubro e novembro, na comparação com o terceiro trimestre, as No varejo ampliado - que considera, além dos oito ramos vendas do segmento ampliado (inclui automóveis e matede atividade pesquisados no conceito restrito, os setores rial de construção) encerraram com crescimento de 3%. de automóveis e material de construção - a expansão na Na mesma comparação, a produção da indústria de transpassagem mensal foi ainda maior, de 1,2%, puxada prin- formação recuou 1%. cipalmente pelo salto de 5,5% das vendas de veículos. Os dados foram divulgados pela Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), do IBGE, nesta semana. Os setores que mostraram desempenho pior no período podem ter sido influenciados pelos preços. As vendas de super e hipermercados, que têm maior peso na PMC, encolheram 0,3% em novembro, enquanto a inflação do setor subiu 1,1%. "A queda nas vendas de supermercados tem relação com a inflação, que está alta. A inflação tem papel muito importante nesse setor", disse Nilo Lopes, técnico do IBGE. Esse descolamento difere do comportamento que varejo e indústria tiveram nos primeiros meses do ano. No acumulado do ano, ambos caem, mas o recuo da produção (oferta) voltou a ficar muito maior que o do comércio (consumo). Entre outubro de 2013 e abril deste ano, o varejo andou sempre 1,5 ponto à frente da indústria, seja porque as vendas eram maiores, seja porque a queda era menor. Desde maio, a diferença voltou a crescer até atingir 2,9 pontos em novembro. Essa diferença "combina" com as informações da Sondagem Industrial da FGV, que São os ramos que dependem mais de financiamento que indicou queda de estoque na indústria. E também sugere estão puxando a reação do varejo iniciada no segundo que o aumento de renda nesse período foi usado para o semestre de 2014, observa Paulo Neves, da LCA, em de- consumo. Segundo os dados da Pesquisa Mensal de Emtrimento daqueles mais sensíveis à renda. Na comparação prego, a massa salarial do período outubro/novembro foi de novembro em relação a junho, as vendas dos "setores 4,5% superior à do terceiro trimestre. crédito" aumentaram 12,3%, ante expansão de apenas Fonte: Valor Online Aniversário é celebração da vida, e nesta data tão abençoada vimos expressar nossos cumprimentos Parabéns, bastante saúde e permanentes vitórias. JANEIRO DIA ANIVERSARIANTE 1 IRISMAR LIMA NEVES 6 ALBERTO MITOSO DIB 26 MARIA NEIDE SIMÕES MESQUITA EMPRESA ITAPOÃ COMERCIAL LTDA CASA UNIVERSAL LTDA BOULEVARD DISTRIBUIDORA LTDA Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor do Estado do Amazonas Rua 24 de maio, 324 - Centro - Manaus - Amazonas - 69010-080 Tel.: (92) 3234-2734 / (92) 3622-6417 Fax: (92) 3234-2734 Presidente: Enock Luniére Alves ([email protected]) Executivo: Hermson Souza ([email protected])