Bureau Veritas Certification
Relatório de Auditoria
Relatório de Auditoria
Organização :
Norma:
Auditoria :
FIBRIA CELULOSE S/A
CA :
NBR 14789
1ª manutenção ES / 2ª manutenção BA e MG
CA 53117/60859
Período da Auditoria
20/9/2010
até
24/9/2010
Duração :
22 HDs
ESCOPO:
MANEJO FLORESTAL DE FLORESTAS PLANTADAS NOS SEGUINTES MUNICÍPIOS: ARACRUZ,
CONCEIÇÃO DA BARRA, SÃO MATEUS, LINHARES, JAGUARÉ, MONTANHA,
SORETAMA, SERRA, VILA VALÉRIO, PINHEIROS , MUCURI , FUNDÃO, RIO BANANAL,
IBIRAÇU, SANTA LEOPOLDINA, SANTA TERESA, IBATIBA E MARECHAL FLORIANO,
LOCALIZADOS NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO E; MUCURI , NOVA
VIÇOSA, PRADO, ALCOBAÇA, CARAVELAS, IBIRAPUÃ, TEIXEIRA DE FREITAS E
VEREDA, LOCALIZADOS NA BAHIA; E NANUQUE E CARLOS CHAGAS, LOCALIZADOS EM MINAS
GERAIS
NBR 14790
Numero de Não Conformidades:
Menor:
7
Maior:
0
Numero de Não Conformidades Encerradas
Menor:
0
Maior:
0
Numero de Não Conformidades Não Encerradas:
Menor:
7
Maior:
0
Sumário da auditoria ( Para maiores informações, veja o relatório detalhado de Auditoria )
A auditoria foi realizada de acordo com o plano estabelecido. Todas as atividades auditadas estavam operando
normalmente, inclusive o viveiro de mudas do Espírito Santo.
Esta auditoria foi realizada em conjunto com a auditoria dos sistemas de gestão da qualidade e ambiental, para
a qual foi gerado um segundo relatório. Deve ser esclarecido que as informações destes relatórios são
complementares, devendo, para o completo entendimento do evento, serem consultados ambos os
documentos.
Ao longo do período de avaliação identificamos uma série de planos de ação, demonstrando que a empresa
está se adequando a sua nova identidade. Foram evidenciadas mudanças significativas, conforme demonstrado
no relatório detalhado. Como destaque citamos as áreas de sustentabilidade, recursos humanos, suprimentos
e meio ambiente, onde vários processos e atividades estão passando por revisões.
Abaixo citamos ainda alguns pontos que merecem atenção especial:
Necessidade de retomada do monitoramento das áreas que estão em processo de recuperação com espécies
nativas;
Manutenção de registros de ASOs e PPP por parte das empresas contratadas em locais de fácil recuperação;
Caráter de dependência do projeto PIMA, apesar da satisfação por parte dos participantes e sucessos obtidos
nos consórcios;
Gestão de empresas contratadas em relação à segurança: Priorizar a gestão na unidade Aracruz com recursos
humanos apropriados (atualmente apenas 5 técnicos de segurança para todas as operações);
Tensões identificadas no relacionamento com o sindicato da Bahia (representando funcionários).
Por último destacamos de forma positiva as contratações recentes de técnicos que irão compor as equipes de
campo nas regionais, atendendo a demandas de comunicação, meio ambiente e sustentabilidade.
Projeto em Helvécia deixa claro a mobilização e motivação das partes interessadas envolvidas.
Revisão 03
Bureau Veritas Certification
Relatório de Auditoria
Relatório de Auditoria
Organização :
Norma:
Auditoria :
FIBRIA CELULOSE S/A
CA :
NBR 14789
1ª manutenção ES / 2ª manutenção BA e MG
CA 53117/60859
Recomendação do Auditor Líder
Toda(s) a(s) NC encontradas durante a auditoria foram encerradas.
N.A
Proceder/Continuar Certificação
N.A
Date
24/09/10
Nome: ALEX VERVUURT
Data: 24/09/10
Data, nome e/ou assinatura do Auditor Líder
Follow-up Requerido
BVQI
NÃO
SIM
CLIENTE
DATA LIMITE DE ACOMPANHAMENTO
Sumário do Follow-up
Fechamento do Follow-up
Todos os RNC´s Encerrados
Proceder/Continuar Certificação
Data:
Nome:
Data:
Data, nome e/ou assinatura do Auditor Líder
Revisão 03
Bureau Veritas Quality International
Relatório de Auditoria
Relatório Sumário
Q
R
S
T
U
V
W
X
Y
Z
0
0
Gerir Pessoas
MPG
P
0
Planejar e Gerenciar o Negócio
MPG
PROCESSOS
L M N O
0
Suprir Materiais e Serviços
K
0
Produzir Celulose
J
0
Comercializar Celulose
I
0
Gerir Sustentabilidade
H
0
G
0
F
0
E
0
D
53117/60859
Gerir Sistemas de Controladoria
C
Gerenciar Saúde e Segurança
B
Gerir Conhecimento
A
Planejar e Gerenciar Estratégias
Auditoria :
Produzir e Suprir Madeira
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
0
Norma:
Prover Tecnologia
Organização :
NBR 14.789 REQUISITOS
TURNO
NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS
AUDITOR:
0
3º
0
2º
Gerir Recursos Financeiros
1º
MPG
0
Princípio 1 Cumprimento de legislação
1.1
Legislação e outros regulamentos
1
1.2
Direito das comunidades locais
0
1.3
Legislação trabalhista, previdenciária,
fiscal e tributária
X
0
Racionalidade no uso de recursos
Princípio 2
florestais
2.1
Uso e manejo sustentável de recursos
florestais
2.2
Plano de manejo atualizado
2.3
Tecnologia florestal apropriada
2.4
Rastreamento do fluxo de matéria-prima
florestal
0
X
0
0
X
0
0
0
Princípio 3 Zelo pela diversidade biológica
3.1
Introdução e utilização de material
genético
X
0
3.2
Proteção de ecossistemas
remanescentes
X
0
3.3
Proteção florestal e manejo de pragas e
doenças
X
0
3.4
Levantamentos fitossociológicos
0
3.5
Áreas de relevante interesse ecológico
0
3.6
Atividades de caça e pesca
0
0
Princípio 4 Respeito às águas, ao solo e ao ar
4.1
Planejamento ambiental prévio
0
4.2
Conservação, monitoramento e
manutenção de recursos hídricos e
edáficos
0
4.3
Uso racional de produtos químicos
4.4
Redução ou tratamento adequado de
residuos
X
1
X
0
Desenvolvimento ambiental, econômico
Princípio 5
e social das regiões
0
5.1
Incentivo a programas de interesse
comunitário
0
5.2
Programas de divulgação e
comunicação com partes interessadas
0
USO DO(S) LOGOTIPO(S) E
CERTIFICADO(S)
0
GP 01
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2
Revisão 03
Bureau Veritas Quality International
Relatório de Auditoria
Relatório Sumário
Gerir Pessoas
Prover Tecnologia
Q
R
S
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U
V
W
X
Y
Z
0
Planejar e Gerenciar o Negócio
P
0
Suprir Materiais e Serviços
PROCESSOS
L M N O
0
Produzir Celulose
K
0
Comercializar Celulose
J
0
Gerir Sustentabilidade
I
0
H
0
G
0
F
0
E
0
D
0
C
Gerir Sistemas de Controladoria
B
53117/60859
Gerenciar Saúde e Segurança
A
Planejar e Gerenciar Estratégias
Auditoria :
Gerir Conhecimento
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
0
Norma:
Produzir e Suprir Madeira
Organização :
NBR 14.789 REQUISITOS
TURNO
NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS
AUDITOR:
LJQ
0
3º
0
2º
Gerir Recursos Financeiros
1º
LJQ
0
Princípio 1 Cumprimento de legislação
1.1
Legislação e outros regulamentos
X
1
1.2
Direito das comunidades locais
X
0
1.3
Legislação trabalhista, previdenciária,
fiscal e tributária
X
0
X
Racionalidade no uso de recursos
Princípio 2
florestais
0
2.1
Uso e manejo sustentável de recursos
florestais
0
2.2
Plano de manejo atualizado
0
2.3
Tecnologia florestal apropriada
2.4
Rastreamento do fluxo de matéria-prima
florestal
X
X
0
X
0
0
Princípio 3 Zelo pela diversidade biológica
3.1
Introdução e utilização de material
genético
3.2
Proteção de ecossistemas
remanescentes
X
0
3.3
Proteção florestal e manejo de pragas e
doenças
X
0
3.4
Levantamentos fitossociológicos
X
0
3.5
Áreas de relevante interesse ecológico
X
0
3.6
Atividades de caça e pesca
0
0
0
Princípio 4 Respeito às águas, ao solo e ao ar
4.1
Planejamento ambiental prévio
X
0
4.2
Conservação, monitoramento e
manutenção de recursos hídricos e
edáficos
X
0
4.3
Uso racional de produtos químicos
X
1
4.4
Redução ou tratamento adequado de
residuos
X
0
Desenvolvimento ambiental, econômico
Princípio 5
e social das regiões
0
5.1
Incentivo a programas de interesse
comunitário
X
0
5.2
Programas de divulgação e
comunicação com partes interessadas
X
0
GP 01
USO DO(S) LOGOTIPO(S) E
CERTIFICADO(S)
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2
Revisão 03
Bureau Veritas Quality International
Relatório de Auditoria
Relatório Sumário
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
0
Prover Tecnologia
Produzir e Suprir Madeira
R
S
T
U
V
W
X
Y
Z
0
Gerir Pessoas
Q
0
Planejar e Gerenciar o Negócio
P
0
Suprir Materiais e Serviços
PROCESSOS
L M N O
0
Produzir Celulose
K
0
I
0
H
0
G
0
F
0
E
0
D
0
C
53117/60859
Gerir Sistemas de Controladoria
B
Comercializar Celulose
A
Gerir Sustentabilidade
Auditoria :
Gerenciar Saúde e Segurança
Norma:
Gerir Conhecimento
Organização :
FFN
FFN
J
NBR 14.789 REQUISITOS
TURNO
AUDITOR:
FFN
0
NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS
Meio Ambiente Florestal
3º
Gerir Recursos Financeiros
2º
Planejar e Gerenciar Estratégias
1º
FFN
0
Princípio 1 Cumprimento de legislação
1.1
Legislação e outros regulamentos
1.2
Direito das comunidades locais
1.3
Legislação trabalhista, previdenciária,
fiscal e tributária
3
3
0
1
1
Racionalidade no uso de recursos
Princípio 2
florestais
0
2.1
Uso e manejo sustentável de recursos
florestais
0
2.2
Plano de manejo atualizado
0
2.3
Tecnologia florestal apropriada
0
2.4
Rastreamento do fluxo de matéria-prima
florestal
0
0
Princípio 3 Zelo pela diversidade biológica
3.1
Introdução e utilização de material
genético
0
3.2
Proteção de ecossistemas
remanescentes
0
3.3
Proteção florestal e manejo de pragas e
doenças
0
3.4
Levantamentos fitossociológicos
0
3.5
Áreas de relevante interesse ecológico
0
3.6
Atividades de caça e pesca
0
0
Princípio 4 Respeito às águas, ao solo e ao ar
4.1
Planejamento ambiental prévio
0
4.2
Conservação, monitoramento e
manutenção de recursos hídricos e
edáficos
0
4.3
Uso racional de produtos químicos
1
4.4
Redução ou tratamento adequado de
residuos
0
Desenvolvimento ambiental, econômico
Princípio 5
e social das regiões
0
5.1
Incentivo a programas de interesse
comunitário
X
0
5.2
Programas de divulgação e
comunicação com partes interessadas
X
0
GP 01
USO DO(S) LOGOTIPO(S) E
CERTIFICADO(S)
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
3
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
4
Revisão 03
Bureau Veritas Quality International
Relatório de Auditoria
Relatório Sumário
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
0
P
Q
R
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V
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X
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Z
0
0
0
0
0
Gerir Pessoas
PROCESSOS
L M N O
0
Planejar e Gerenciar o Negócio
K
0
Suprir Materiais e Serviços
J
0
Produzir Celulose
I
0
G
0
F
0
E
Gerir Sistemas de Controladoria
D
Gerenciar Saúde e Segurança
C
53117/60859
Gerir Conhecimento
B
Comercializar Celulose
A
Gerir Sustentabilidade
Auditoria :
Produzir e Suprir Madeira
Norma:
Prover Tecnologia
Organização :
ARV
RPG
H
NBR 14.789 REQUISITOS
TURNO
AUDITOR:
ARV
DHO - Comunicação
NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS
Meio ambiente
3º
Gerir Recursos Financeiros
2º
Planejar e Gerenciar Estratégias
1º
ARV
ARV
0
Princípio 1 Cumprimento de legislação
X
0
1.1
Legislação e outros regulamentos
1.2
Direito das comunidades locais
0
1.3
Legislação trabalhista, previdenciária,
fiscal e tributária
0
Racionalidade no uso de recursos
Princípio 2
florestais
2.1
Uso e manejo sustentável de recursos
florestais
2.2
Plano de manejo atualizado
0
X
0
X
0
2.3
Tecnologia florestal apropriada
0
2.4
Rastreamento do fluxo de matéria-prima
florestal
0
0
Princípio 3 Zelo pela diversidade biológica
3.1
Introdução e utilização de material
genético
3.2
Proteção de ecossistemas
remanescentes
3.3
Proteção florestal e manejo de pragas e
doenças
0
3.4
Levantamentos fitossociológicos
0
3.5
Áreas de relevante interesse ecológico
3.6
Atividades de caça e pesca
0
X
X
0
X
0
0
0
Princípio 4 Respeito às águas, ao solo e ao ar
0
4.1
Planejamento ambiental prévio
4.2
Conservação, monitoramento e
manutenção de recursos hídricos e
edáficos
4.3
Uso racional de produtos químicos
X
0
4.4
Redução ou tratamento adequado de
residuos
X
0
x
0
Desenvolvimento ambiental, econômico
Princípio 5
e social das regiões
0
5.1
Incentivo a programas de interesse
comunitário
X
5.2
Programas de divulgação e
comunicação com partes interessadas
1
GP 01
0
X
1
USO DO(S) LOGOTIPO(S) E
CERTIFICADO(S)
0
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
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0
0
0
0
0
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0
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0
1
Revisão 03
Bureau Veritas Certification
Relatório de Auditoria
Notas do Auditor
Organização :
Auditoria :
Norma:
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
1ª MANUTENÇÃO
53117/60859
Revisão 03
Bureau Veritas Certification
Relatório de Auditoria
Notas do Auditor
Organização :
Norma:
Auditoria :
Processo:
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
1ª MANUTENÇÃO
53117/60859
Documentação - Controladoria
Observações Gerais:
Princípio 1 , Critério 1.3
Departamento de Controladoria
Foi verificado em contratos com prestadores de serviço a solicitação mensal de quitações junto ao INSS, FGTS,
sefip. No caso de Certidões Negativas de Débitos (CND), as mesmas são encaminhadas somente por ocasião
de auditorias ou mediante solicitação.
Evidências:
1) Fíbria
- Certidão negativa conjunta positiva com efeitos de negativa de débitos aos tributos federais e à dívida da união Receita Federal - nº C2DD.AE73.51246.7019, val. 09/03/2011 . Contribuinte possui arrolamento de bens,
conforme IN RFB 264/2002. Inscrições do contribuinte e de empresas incorporadas garantidas por depósito
judicial e por fiançabancária ou com exigibilidade suspensa por decisão judicial. Inscrições da Empresa Ripasa
para aprcelamento pela Lei 11941/09.Inscrições recolhidas 80204042187-07 e 80510005359-05, recolhidas
conforme guias DARF apresentadas.
- Certidão de Tributos Mobiliários n°510960/2010 - Pref. Sao Paulo, emitida em 19/03/2010 vál. 19/09/2010.
- Certificado de Regularidade do FGTS nas regionais Aracruz, Posto da Mata,Rio Nanuque, Mantanha, Córrego
do Limeoiro, Barra do Riacho, n°2010083014292770251098, vál. 30/08/2010 a 28/09/2010.
- Certificado de Regularidade do FGTS - CRF - n°2010083014292770251098, vál. 30/08/2010 a 28/09/2010.
- Certidão Positiva com Efeitos de Negativa de débitos relativos as contribuições previdenciárias e às de
terceiros - nº 002912010-212002228, vál. 17/11/2010. Certidõ emitida com base na lei 11941/2009.
- CND Estadual Espírito Santo - n° 2010200378, vál. 28/09/2010.
- Certidão Especial de Débitos Tributários do Estado da Bahia ( Certidão Positiva com efeito de Negativa) n°
20110575692, vál 22/11/2010.
Sub-contratados:
1) Du Campo Serviços Agroflorestais Ltda
- Recolhimento de Guia da Previdência Social - GPS, venc 20/07/10
- Recolhimento de Guia da Previdência Social - GPS, venc 20/08/10
- GRF 06/08/10
- Evidenciado recolhimento de FGTS de funcionários e declaração á previdências, emitido em 06/08/10,
referente à julho/2010.
-CND - Contribuições Previdenciárias e às de terceiros- Receita Federal -nº 161852010-070011110, val.
06/02/2011
- CND tributos federais e à dívida da união - Certidão Conjunta Negativa nº 39.C1.0585.CBC7.3EC1, val
07/.03/2011.
- Certificado de Regularidade do FGTS - CR, vál. 20/09/2010 a 19/10/2010, n° 2010092015085515494940
2) Equilibrio Proteção Florestal S C Ltda
- Certificado de Regularidade do FGTS - CRF , validade 16/08/10 a a14/09/2010
n° 2010081615535769046933
- CND tributos federais e à dívida da união - Certidão Conjunta Negativa nº 128D.34A4.F244.4426, val.
29/08/2010
- CND tributos federais e à dívida da união - Certidão Conjunta Negativa nº B0AE.E76A.0356.0F47,
Revisão 03
Bureau Veritas Certification
Relatório de Auditoria
Notas do Auditor
Organização :
Auditoria :
Norma:
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
1ª MANUTENÇÃO
53117/60859
3) Emflora Empreendimentos Florestais Ltda
- INSS - referente à julho/2010 - pagto efetuado - venc. 20/08/2010
- GRF/FGTS validade 07/08/2010, pagamento efetuado
- Certificado de Regularidade do FGTS -CRF, validade 10/09/2010 a 09/10/2010
- Certidão conjunta positiva com efeitos de negativa de débitos aos tributos federais e à dívida da união Receita Federal - nº 0D63.0833.EE46.CE11, val. 08/11/2010 . Contribuinte optante pelo parcelamento da Lei
11.941/2009.
- Certidão positiva com efeitos de negativa de débitos relativos às contribuições previdenciárias e às de
terceiros - Receita Federal - nº 038752010-07001100.CE11, val. 08/11/2010
- Certidão n° 2010.00061119 de Distribuição - Ações e Execuções - nada consta na Justiça Federal de 1°Grau
no Espírito Santo.
Pessoal Auditado:
Patrícia L. de Almeida - Analista de Recebimento Fiscal
Revisão 03
Bureau Veritas Certification
Relatório de Auditoria
Notas do Auditor
Organização :
Auditoria :
Processo:
Norma:
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
1ª MANUTENÇÃO
53117/60859
Centro de Tecnologia - Melhoramento Genético
Observações Gerais:
Princípio 3, Critério 3.1
A Fíbria possui atualmente 9 clones sendo propagados em viveiro, e 13 clones em fase de implantação no
campo - 2010. A empresa compra materiais de terceiros (4 clones externos), como mudas, mas não produzem
clones originados destes materiais.
Em utilização:
Sementes - AR 10 - plantio para melhoramento genético
Mudas para doação externa - AR 9 e AR1
Serraria - mesmo s clones de plantio de celulose
- Indicadores para escolha de material genético - ton cel/ha/ano, presença de pragas e doenças.
Evidenciado documento protocolado junto ao Ministério da Agricultura - Registro Nacional de Cultivares (RNC)
RNC ARA 60061em 13/04/2006, RNC 20559.
- Evidenciado Recomendação Técnica - Material Genético, revisão 02, de 02/03/2010, onde:
- Área máxima de plantio para 1 clone, desde 2008 = 100ha
entre 100 - 300 ha = plantio de no mínimo 2 clones (depende da forma e design do plantio)
Maiores que 300 ha = mín 3 clones
- Evidenciado RNC no site do Ministério da Agricultura de 13 materiais genéticos diferentes (E. grandis, saligna e
spp.), desde 2009
- Evidenciado Atestado de Origem Genética
- Evidenciado proteção (propriedade Intelectual) de 6 materiais genéticos
-Tendência entre 5 ou 10 clones de plantio. Em torno de 20% do viveiro é substituido por clones novos
anualmente
- Definição de estratégias locais para melhoramento genético.
Pessoal Auditado:
Jupiter Israel Muro - Consultor em Melhoramento Genético Florestal
Revisão 03
Bureau Veritas Certification
Relatório de Auditoria
Notas do Auditor
Organização :
Norma:
Auditoria :
Processo:
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
1ª MANUTENÇÃO
53117/60859
Centro de Tecnologia - OGM
Observações Gerais:
Princípio 3, Critério 3.1 e 2.3
- Atualmente, transformação de 1 material genético em andamento. No total, mais de 600 linhagens já foram
pesquisadas. São somente avaliadas as questões de transformação genética das plantas, sem avaliação da
eficácia, que deverá ser availado uma vez que estas plantas forem testadas em campo.
- Finalidade da transformação: reduzir lignina, melhorar qualidade da celulose e lignina, e crescimento
volumétrico.
- Evidenciado solicitação de Extensão do CQB (Certificado Qualidade em Biossegurança) n° 0050/98, em
out/2004 para 3 laboratórios no Espírito Santo e casa de vegetação.
- Evidenciado Pedido de Extensão junto ao CTNBio para laboratórios em Jacareí, setembro de 2010. Aguardando
parecer do órgão federal.
- Evidenciado Publicação no DOU em 02/03/2005 - Extrato do Parecer Técnico 505/2005CTNBio considereou
que protocolo experimental atendem as normas e legislação pertinente.Evidenciada carta 053/2005.
Transformação de Eucalyptus spp com microorganismos Agrobacterium sp e E. Coli.
- Evidenciado envio de Relatório (Carta registrada - enviada em 04/04/2010).
- Evidenciado Parecer Técnico 505/2005 CT Brasil, Ministério da Ciência e tecnologia , processo n°
01200.001109/1998-30
- Evidenciado treinamento em Biossegurança sobre OGMs em 04 e 05 de setembro de 2008 e 07 e 08 de agosto
de 2008. CTNbio solicita treinamento em biossegurança a cada 2 anos. A Fíbria deverá realizar mais um
treinamento em biossegurança até o final de 2010, que deverá ser averiguado na próxima auditoria de
manutenção.
- Evidenciado Manual de Biossegurança da Fibria Celulose, revisão 10 (Laboratório) e Rev. 7 (Casa de
Vegetação)
- Evidenciada em campo casa de vegetação para OGMs, com aplicações de medidas previstas pelo CTNBio,
como identificação de pesquisa com produtos biológicos na entrada do local, EPI´s, tapete com produto químico
(Lysol) na entrada do local.
- Evidenciados registros de destinação de incineração de resíduos de OGMs desde 2007 - Empresa Marca
Ambiental Ltda. Licença de Operação n°352/2009, valid 30/10/2013 para exercer incineração de resíduos de
serviço de saúde (Classe II) e L.O n°106/2007, val. 3/5/2011, para resíduos Classe I.
Pessoal Auditado:
Walker V. de Aguiar - Analista Líder de Laboratório
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Relatório de Auditoria
Notas do Auditor
Organização :
Norma:
Auditoria :
Processo:
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
1ª MANUTENÇÃO
53117/60859
Viveiro Aracruz
Observações Gerais:
Princípio 1
Princípio 2, Critérios: 2.1 e 2.3;
Princípio 4, Critério 4.3 e 4.4
- Operações do Viveiro são realizadas pela empresa Du Campo Serviços Agroflorestais Ltda, desde mini jardins,
estaqueamento, casa de vegetação, crescimento, entre outras atividades.
- Treinamento: subcontratados recebem manual do viveiro. Encarregado do Viveiro da Du Campo que
providencia treinamento específico para funcionários, inclusive DDS.
- 9 clones em produção no viveiro, conforme já verificado com o setor de melhoramento florestal.
- O viveiro tem capacidade para produção de 40 milhões de mudas. Este ano de 2010 foram produzidas cerca
de 20 milhões de mudas até set/2010, pois foram retomadas as atividades que foram reduzidas em 2008.
- As Mudas permanecem em torno de 90 dias no viveiro.
- Evidenciado Manual do Viveiro - MA 12.01.001, que estabelece prática operacionais e monitoramentos de
atividades do viveiro.
- Captação de águas - poços artesianos (o órgão ambiental IEMA ainda não exige outorga) e Lagoa Santa
Joana (Verificado Requerimento de outorga, Processo n 35157798, em 05/10/2006). Formalizado processo de
regularização de outorga, último encaminhamento de informações relativas ao estudo de manejo de água
irrigada e ART foi em 11/09/2007, atendendo ao Ofício IEMA /GRH/SUORE/N°403/2007. Não foi evidenciado
manifestação do órgão ambiental (IEMA).
- Certificado de Inscrição de Registro Nacional de Sementes e Mudas, RENASEM n° 00070/2006, válido
até17/08/2012, processo 21018.6950/2005-41.
- Geração de Efluentes - Evidenciado Plano de Ação para execução de obra para emissão de efluentes.
Efluentes são encaminhados diretamente à drenagem natural, a ser executado em maio/2011. No momento, foi
realizado orçamento para contratação dos serviços.
Monitoramento de efluentes do viveiro são realizados trimestralmente, conforme Manual do Viveiro.
Evidenciado Boletim de Análise Físico Química/Bacteriológica, realizado em 11/02/2010, CRQ n°03315018,
Resp. Patrícia Nunes Pignaton.
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Relatório de Auditoria
Notas do Auditor
Organização :
Auditoria :
Norma:
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
1ª MANUTENÇÃO
53117/60859
- Evidenciado Manual de Gestão de Resíduos MA.12.13.001, rev01.
- Evidenciado uso de máscaras para serviços com substrato, conforme estabelece o Manual do Viveiro.
- Em entrevista com funcionários da empresa Du Campo, evidenciou-se o uso de EPI´s, a existência de diálogos
diários de segurança (DDS), com temas ambientais e segurança, além de paradas diárias para exercícios
ergonômicos.
- Restaurante SKSA sediado em coqueiral e é servido em bandejas aquecidas, modelo self-service.
OBS 1: Assegurar que a execução de obras de tratamento de efluentes seja realizada conforme o Plano
de Ação proposto do viveiro de mudas Aracruz.
OBS 2: Atentar para temperatura dos alimentos servidos no refeitório do viveiro de mudas Aracruz.
Princípio 1, Critério 1.3.
NC1 menor: Não foi disponibilizado local adequado para lavar as mãos e olhos, conforme estabelece o
FISPQ de produtos armazenados no Depósito de Produtos Químicos (Fertilizantes) e documento Fíbria
Análise Prevencionistas Atividades (APA), n° D.V.07-2009, no item 2.2.4, o qual estabelece "Disponibilizar
fonte de água para lavar as mãos e olhos após contato com produto ou em caso de acidente".
Pessoal Auditado:
Ronaldo Francisco Loss - Coordenador de Silvicultura e Viveiro
Messias Boa - Coordenador do Viveiro
Gilvam Cruz - Analita Operações Florestais
Sub-contratados - Du Campo Seviços Agroflorestais FlorestaisLtda:
Hivina F. da Cruz - estaqueamento
Shirleide Santos - Operacional do Viveiro
Valdei Furtado - Carregamento de mudas e enchimento de tubetes
Gleidison Gomes - Ajudante Florestal
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Relatório de Auditoria
Notas do Auditor
Organização :
Auditoria :
Processo:
Norma:
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
1ª MANUTENÇÃO
53117/60859
Desenvolvimento Florestal - Proteção Florestal
Observações Gerais:
Princípio 2, Critério 2.3
Princípio 3, Critério 3.3
Projetos anuais, monitorados mensalmente: Manejo de Novas Pragas, Resistência à Pragas e Doenças.
Metas ambientais para novas pragas: Ex. Percevejo bronzeador. Atendimento de metas é acompanhado pelo
Sistema de Gerenciamento de Projetos (SGP), através de PAP (Planejamento e Acompanhamento de Projetos)
e RAP (Relatóriode Acompanhamento de Projeto).
Fórum - Comitê de Desenvolvimento Operacional - discute assuntos a serem tratados na proteção florestal.
- Evidenciado Procedimento Monitoramento Silvicultural PO.1202005, rev 0. Monitoramento de formigas
cortadeiras. Uso de sistema "DICE" para controle de formigas, conforme critérios de infestação. Classificação de
danos, conforme características locais. Vistorias registradas pelo Sistema "Focos".
- Levantamento de formigas é terceirizado: Equilibrio Proteção Florestal S C Ltda.
- Em 2005, as áreas de "Não Controle" de formigas cortadeiras era equivalente a somente 5%. Este número foi
aumentando, e atualmente 55% das áreas não são controladas com sulfuramida, ou seja, a empresa reduziu o
uso destes produtos químicos, mantendo a produtividade da floresta.
- Importação de parasitóide realizada pela UNESP Botucatu para estudar e avaliar sua eficácia contra percevejo
bronzeado. Procedimento relaizado pela Universidade e não pela Fíbria.
- Evidenciado Projeto de Cooperação Técnica com UNESP Botucatu para Monitoramento e Manejo de Pragas
Exóticas em Florestas de Eucalipto.
- Treinamento para novas pragas: realizado pela Pesquisa.
- Treinamento para subcontratados: Realizados treinamentos para subcontratados realizada pela Empresa
Equilíbrio Proteção Florestal Ltda, para outros subcontratados da empresa Plantar e Emflora. Em julho e agosto
de 2010, foram treinados 586 subcontratados para combate em formigas cortadeiras (evidenciado em relatório
de treinamento e registrso de listas de presença).
Desenvolvimento Florestal - Coorporativa, dividida em:
1- Silvicultura e Viveiro
2- Fomento
3- Colheita
4- Qualidade
- Evidenciado Acompanhamento de Pendências das demandas apresentadas nas reuniões do CDO.
- Evidenciadas Ata de Reunião CDO Ago/2009 - com aprovação de nova norma de plantio em mosaico
(PO.12.02.2006, rev.0), conforme sugerido pelo departamento de Melhoramento Florestal.
- Evidenciado Treinamento para sub contratados da empresa Emflora na nova norma de plantio PO.12.02.2006,
rev.0., em 14/09/2010.
- Evidenciado transferência de tecnologia, através de comunicações internas à respeito da adoção de novas
técnicas com base em pesquisa do setor de desenvolvimento.
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Relatório de Auditoria
Notas do Auditor
Organização :
Auditoria :
Norma:
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
1ª MANUTENÇÃO
53117/60859
Pessoal Auditado:
Osmar Menegol - Desenvolvimento de Manejo Florestal
Reginaldo Gonçalves Mafia - Pesquisador - Centro de Tecnologia
Maria de Lurdes Sagrillo - Analista de Gestão operacional Florestal
Angelo Moura - Especialista em Controle de Qualidade Florestal
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Relatório de Auditoria
Notas do Auditor
Organização :
Auditoria :
Norma:
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
1ª MANUTENÇÃO
Processo:
53117/60859
Recuperação APP
Observações Gerais:
Princípio 3, Critério 3.2.
- Evidenciado atividades de capina manual (coroamento) para mudas de espécies nativas em campo, conforme
estabelece procedimento PO.12.02.003 " Manejo Ambiental" , AI 2, Talhão 02-02, Córrego Limoeiro, Município
de Nanuque-Minas Gerais.
- Em entrevista com funcionários da Plantar S/A, foi evidenciado treinamento à respeito das condições
trabalhistas e ambientais no campo.
- Evidenciado em planta, Regional 005, AI 002, a distribuição espacial de diferentes materiais genéticos, de
modo a permitir maior diversidade nos plantios.
- Atividade de manutenção em APP e Reserva Legal é realizada pela empresa Plantar S/A. Foi observado
grande número de falhas no campo, mas a empresa não tem registro detalhado das atividades de recuperação
em APP (espécies utilizadas, design do plantio, adubação e técnica utilizada), tampouco avalia o índice de
sobrevivência ou recrutamento de espécies. Foi evidenciado, no entanto, um Plano de Ação que inclui o
levantamento de áreas potenciais para recuperação, revisão de procedimento e técnicas de recuperação de APP
e RL, planejamento das áreas a serem recuperadas, caracterização de áreas no campo, disponibilização de
mudas, entre outros.
- Evidenciado Treinamento de Funcionários da Empresa Plantar S/A em primeiros socorros, dia 27/09/2009 e
treinamento sobre padronização do processo de silvicultura em 20/09/2010 - enfoque para combate à incêndios
e noções de primeiros socorros, para funcionários sobre coordenaçãod o encarregado Jorge Ribeiro de Souza.
- Evidenciado treinamento sobre as atividades operacionais e EPIs da equipe Plantar S/A em recuperação de
APP e Reserva Legal, registro em 04/08/2010.
OBS 3: Implementar todas as medidas do Plano de Ação proposto pela Fíbria em conjunto com o
LERF/Piracicaba para garantir a eficácia da recuperação das Áreas de Preservação Permanente e
Reservas Legais.
Pessoal Auditado:
João Angelo - Analista de Operação Florestal - Fíbria
Edilson Pereira - Motorista da Expresso Três Fronteiras, sub contratado da Empresa Plantar
Jorge Ribeiro - Encarregado da empresa Plantar S/A
Gilmar Cardoso - Ajudante Florestal da empresa Plantar S/A
Rogério de Araújo Chaves - Gerente da Filial Plantar de Poço da Mata-BA.
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Relatório de Auditoria
Notas do Auditor
Organização :
Auditoria :
Norma:
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
1ª ANUAL/ 2ª ANUAL
53117/60859
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Relatório de Auditoria
Notas do Auditor
Organização :
Norma:
Auditoria :
Processo:
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
1ª ANUAL/ 2ª ANUAL
53117/60859
Produzir e suprir madeira
Observações Gerais: VIVEIRO DE ESPERA - ARMAZENAMENTO DE INSUMOS
Princípio 1, Critério 1.1
Princípio 4, Critério 4.3
- Atividade: armazenamento de insumos, agrotóxicos e resíduos de embalagens
Foi evidenciado durante essa auditoria a Licença Ambiental do escritório da GAFOR para suas instalações.
- Atividade: motorista do caminhão, placa DJE 4484
Foi evidenciado que o caminhão estava carregando fertilizante, o motorista estava habilitado a exercer àquela
função, conhecia os impactos ambientais que sua atividade poderia causar ao meio ambiente, além de saber
como agir em caso de emergência, conforme procedimento passado pela Fibria. Também, estava ciente se em
caso de derramamento de óleo quais atitudes deveria tomar. Foi evidenciado que o “kit de emergência” estava
com todos os itens para atendimento a este tipo de risco.
Foi evidenciado também nessa macro atividade que as fichas de FISPQ estavam presentes tanto no escritório
da GAFOR, como no galpão de armazenagem dos insumos, quanto nos caminhões que transportavam os
insumos.
Evidências de FISPQ’s (produtos verificados):
- Rocha Fosfática (Ca3PO4) 2 CaF2
- Fertilizante mineral misto (NPK)
- Óxido de Magnésio
Todas as FISPQ’s desses produtos acima listados estavam disponibilizadas a todas as pessoas que tinham
contato com esses insumos: motorista que transporta, colaborador que manuseia e também no próprio galpão
de armazenagem.
Pessoal Auditado:
Eduardo Silva
Fabrício Leite Prati
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Relatório de Auditoria
Notas do Auditor
Organização :
Norma:
Auditoria :
Processo:
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
1ª ANUAL/ 2ª ANUAL
53117/60859
Produzir e Suprir Madeira
Observações Gerais: VIVEIRO DE ESPERA - SILVICULTURA
Princípio 2, critério 2.1e 2.4
Foi evidenciado que as mudas chegam ao viveiro somente para aguardar sua saída ao campo para o plantio
e/ou replantio.
Essas mudas são selecionadas por vigor, tamanho, onde são separadas, recontadas e as que não estão no
padrão estabelecido pelo Fibria, que no caso é representada pela PLANTAR, são contabilizadas em um arquivo
digital e após isso é passado um relatório a Fibria do que foi utilizado ou não do lote de mudas de eucalipto que
chegaram ao viveiro.
As mudas vão ao campo divididas por clones de eucalipto, onde para cada área específica é direcionado um
clone para que não ocorra mistura de material genético e esse controle é realizado através de etiquetas nas
caixas onde são acondicionadas, além da ordem plantio que vai ao campo entregue a PLANTAR para os seus
colaboradores.
Todo esse processo segue uma programação mensal que é efetivamente feita pela Fibria e repassada a
PLANTAR e o colaborador Bruno Campos que é responsável por atender essa demanda da Fibria e entregar em
campo as mudas necessárias de eucalipto para o plantio e/ou replantio.
- Expedição de mudas para utilização no campo:
Evidências:
- Controle Qualitativo de Expedição de Mudas
- Clones utilizados: 3335 e 3336, todas as caixas com as mudas identificadas desde a origem no viveiro de
espera até o campo.
Pessoal Auditado:
Bruno Campos
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Relatório de Auditoria
Notas do Auditor
Organização :
Norma:
Auditoria :
Processo:
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
1ª ANUAL/ 2ª ANUAL
53117/60859
Produzir e suprir madeira
Observações Gerais: COLHEITA
Princípio 1, Critério 1.1, 1.3
Área: 419
- Transporte dos funcionários da PLANTAR para o campo para atividade de plantio:
Evidências de legalidade do transporte:
Licenças para transportar os funcionários dentro da validade;
Motorista habilitado para esse transporte;
Presença de cintos de segurança nos bancos que transportam os colaboradores;
- Banheiro químico no campo:
Evidências:
Presença de papel higiênico;
Lixeira;
Água e detergente para lavar as mãos após o uso do banheiro;
E cal para jogar no banheiro após a utilização do banheiro.
Princípio 4, Critério 4.2
- Plantio parte mecanizado, parte manual:
Foi evidenciado em campo o transporte de graxa, ferramentas e correias, onde somente o responsável por esse
manuseio recebeu treinamento adequado. E todos os demais eram cientes que não poderiam mexer com esses
produtos, somente o habilitado para a função.
- Geração de resíduos nessa atividade acima:
Foi evidenciado que em caso de vazamento de óleo em quantidade substancial em campo, que a equipe não
tinha um vasilhame que pudesse recolher esse óleo. A prática realizada em campo era que, caso houvesse
algum derramamento, a base dele da PLANTAR era acionada e somente no outro dia era recolhido àquele óleo.
Entretanto, no outro dia dessa auditoria (22/09/2010) após sinalizado esse desvio, a empresa PLANTAR colocou
em seus ônibus a bandeja e o vasilhame para esse óleo.
Pessoal Auditado:
- Manoel Jorge Ricardo
- Paulo Custódio
- Dilson Bispo dos Santos
- Admilson Ribeiro
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Relatório de Auditoria
Notas do Auditor
Organização :
Norma:
Auditoria :
Processo:
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
1ª ANUAL/ 2ª ANUAL
53117/60859
Produzir e Suprir Madeira
Observações Gerais: COLHEITA
Princípio 2, Critérios 2.1, 2.4
Foi evidenciado nessa área o planejamento da colheita, o qual é mensal. A atividade de manutenção (quando
necessária) e os procedimentos para realizar essa manutenção em campo.
Foi evidenciado que no Talhão 14.01 a atividade de colheita estava finalizada e foi verificado no escritório da
Fibria em Posto da Mata o volume final que foi adquirido nesse talhão.
Pessoal Auditado:
- Engelbert Filipe Fuchs
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Relatório de Auditoria
Notas do Auditor
Organização :
Norma:
Auditoria :
Processo:
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
1ª ANUAL/ 2ª ANUAL
53117/60859
Produzir e suprir madeira
Observações Gerais: COLHEITA
Princípio 4, Critério 4.4
Não conseguimos evidenciar em campo a atividade de lavagem para manutenção, pois não estava acontecendo
na área que amostramos.
Contudo, existe o procedimento da Fibria para essa lavagem de manutenção e destinação desses resíduos
gerados, os quais recebem destinação correta na fábrica e a empresa responsável, que no caso é a Vitória
Ambiental direciona esses resíduos.
Nessa mesma área não foi evidenciado óleos e graxas no solo, todos os resíduos estavam separados de forma
correta.
Foi evidenciado em campo a existência de um recipiente que recebe todo o óleo das máquinas utilizadas em
campo. Não evidenciado um procedimento para esse recipiente, entretanto, por boa prática da Fibria, todos os
funcionários sabem que precisam encher o mesmo até a metade, pois assim evita vazamentos excessivos, os
quais podem não ser contidos pela bandeja de contenção existente em baixo desse recipiente e também durante
o transporte até a fábrica e sua destinação final.
Pessoal Auditado:
- Leones Tibério Siqueira
- Tiago Ferreira Inácio
- Anderson Gomes da Silva
Revisão 03
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Relatório de Auditoria
Notas do Auditor
Organização :
Norma:
Auditoria :
Processo:
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
1ª ANUAL/ 2ª ANUAL
53117/60859
Produzir e Suprir Madeira
Observações Gerais: COLHEITA
Princípio 1, Critério 1.3
Conversamos com o operador de harvester Tcharles de Oliveira Queiros que comentou sobre o seu horário de
trabalho (06:06h – 15:18h), com o horário de almoço de uma hora (11h – 12h). O colaborador disse que a água
que bebe em campo é retirada do pátio da PLANTAR e a potabilidade dessa água foi verificada no escritório da
Fibria, a qual se encontra dentro dos padrões exigidos pela legislação. O colaborador descreveu sua atividade
em campo, que gosta de trabalhar na Fibria na sua atividade, que está de acordo com a refeição que lhe é
servida e comenta que a única oportunidade de melhoria que o mesmo gostaria de receber, seria o seu turno
começar um pouco mais tarde e que não se importaria em sair também um pouco mais tarde.
Área: 38, Talhão: 09
Empresa: PLANTAR
Foi evidenciado nessa atividade as condições de trabalho dos colaboradores como horário de trabalho (07:00h –
16:40h) e que o almoço acontece de 11:00h as 12:00h. O produto utilizado pelos colaboradores dessa atividade
é o gel.
Paradas de trabalho, devido à atividade desses colaboradores são realizadas em dois momentos por eles: 15
minutos pela manhã e 15 minutos pelo período da tarde, mas com o deslocamento entre talhões, os
colaboradores também fazem paradas.
O clone de eucalipto utilizado nessa atividade foi o 3335, o qual foi verificado tanto na ordem de serviço, quanto
nas caixas provenientes do viveiro de espera que o clone utilizado realmente era o que foi destinado para essa
área.
Em campo, existem dois colaboradores que são capacitados para atendimento em primeiros socorros em caso
de emergência, o qual foi verificado o registro desse treinamento no escritório da Fibria.
Pessoal Auditado:
- Tcharles de Oliveira Queiros
- Zelito Costa de Oliveira
- Terezinho Souza das Neves
- Ailton Santos do Nascimento
Revisão 03
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Relatório de Auditoria
Notas do Auditor
Organização :
Norma:
Auditoria :
Processo:
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
1ª ANUAL/ 2ª ANUAL
53117/60859
Gerir Sustentabilidade
Observações Gerais: RESPONSABILIDADE SOCIAL
Princípio 5, Critério 5.1
- Comunidade de Helvécia
Local: Centro de Informática
Existem três monitores dos cursos de informática ministrados pelo centro, os quais foram capacitados pelo
SENAI.
A definição das prioridades de pessoas que farão o curso é feita pela própria comunidade.
O centro existe em parceria com a prefeitura e os colaboradores são remunerados pela própria prefeitura.
O centro de informática já capacitou cerca de 400 alunos.
- Conversa com a representante da comunidade: Maria Aparecida dos Santos “Dona Tidinha”
A representante comentou que a parceria entre Fibria e Comunidade já existe há 6 anos, onde os projetos são
voltados para sustentabilidade.
Dona Tidinha está engajada no Instituto ETHOS, com auxílio da Fibria para que os projetos realizados pelas
grandes empresas em relação à responsabilidade social deixe de ser assistencialista e passe a ser parceria.
Foi explicado por ela que o Instituto ETHOS trabalha com três fases com essa pessoa designadas da
comunidade:
1ª Sensibilização: que é a parte de empreendedorismo pela comunidade;
2ª Projeto: apresentação do projeto pela empresa que fará a responsabilidade social junto à comunidade.
3ª Monitoramento: pelo próprio Instituto ETHOS do funcionamento desse projeto.
Dona Tidinha comentou sobre a construção do viveiro de mudas em Helvécia, o qual vai atender também a
comunidade de Juerana em emprego e renda para região. Foi falado por ela que serão gerados 250 empregos
diretos, divididos entre os dois municípios, além dos empregos indiretos.
Também, na comunidade de Helvécia tem uma base sólida cultural, onde foram descobertos vários talentos e
esses talentos foram conduzidos a peça teatral denominada de Auto do São Benedito, a qual já foi apresentada
em várias cidades da região. Responsável pela direção dessa peça foi o Ciro Barcelos, que veio da cidade do
Rio de Janeiro para realizar esse projeto.
Em Helvécia também está sendo capacitado um jovem chamado Danilon, o qual tem talento para direção de
peças teatrais, construção de um curta metragem em um primeiro momento, o qual participará em grandes
prêmios nacionais e mundiais.
Com o colaborador da Fibria Eloi foram verificados os demais projetos sociais que estão em andamento, tais
eles:
- Programa Social de Agricultura familiar;
- Reforma do Museu que consiste em uma estação de trem que passava na região de Helvécia;
- Construção do Centro Cultural;
- Viveiros comunitários de mudas para espécies nativas;
- Casa de farinha em Pouso Alegre;
- Caravelas Empreendedor.
Pessoal Auditado:
- Janaína Souza Nascimento Laurindo
- Maria Aparecida dos Santos "Dona Tidinha"
- Eloi Catani Júnior
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Relatório de Auditoria
Notas do Auditor
Organização :
Auditoria :
Norma:
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
1ª ANUAL/ 2ª ANUAL
Processo:
53117/60859
DHO
Observações Gerais: SINDICATO SINTREXBEM
Sindicato dos trabalhadores na silvicultura, no plantio, nos tratos culturais, extração e beneficiamento da madeira
em atividades florestais e industriais moveleiras no extremo Sul da Bahia - SINTREXBEM
Durante a entrevista no sindicato foram levantadas algumas questões referentes aos colaboradores que realizam
atividade em campo, onde os sindicais dizem que os colaboradores não conhecem os riscos de suas atividades.
Contudo, em entrevista com colaboradores em campo, todos disseram que recebem treinamento sobre riscos
ergonômicos e operacionais.
Também foi perguntado sobre EPI’s e suas utilizações aos colaboradores entrevistados e os mesmos souberam
explicar o uso e suas destinações.
São realizados Diálogos Diários de Segurança e Diálogos Diários de Segurança e Meio Ambiente, evidenciados
em campo sobre riscos a saúde ocupacional.
Pessoal Auditado:
OBS: os entrevistados no Sindicato, os quais fazem parte da comissão de presidência não quiseram citar seus
nomes nesse relatório.
Revisão 03
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Relatório de Auditoria
Notas do Auditor
Organização :
Auditoria :
Norma:
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
1ª ANUAL/ 2ª ANUAL
Processo:
53117/60859
DHO
Observações Gerais: SINDICATO SINTREXBEM
CONTINUAÇÃO
Acordo coletivo Bahia de 29/11/1989 na cláusula 10 determina jornada de trabalho de 40 horas a título de
compensação pelo tempo médio despendido no transporte fornecido pela empresa, entre o pátio de embarque e
o local de trabalho de difícil acesso não servido por transporte público regular (redução de 4 horas)
O acordo coletivo válido em 2010 (08/01/2010) prevê em sua cláusula 6 - ACORDO ANTERIOR, que ficam
mantidas as cláusula do acordo anterior que não conflitarem com as cláusulas avençadas no presente
instrumento.
A respeito de denúncia sobre funcionários que teriam sido demitidos “lesionados” buscamos as seguintes
evidências:
ASOS de:
Luciano Costa Barros da Silva
Operador de máquina proc florestal trainee
Em 16/08/2010 exame clínico demissional considerado apto
Edson Carlos Ferraz da Silva
Operador maq proc florestal trainee
Demitido na função de auxiliar de operação de depósito
ASO periódico de 19/04/2010. Desligado em 02/07/2010, menos de 90 dias da data do último exame periódico. A
função de auxiliar de operação de depósito não trazia novas necessidades de exame, por ser função
administrativa. Por este motivo não houve novo exame de mudança de função (NR-07)
Marcos Alves Ferreira
Op maq proc florestal trainee
ASO demissional em 09/07/2010 através de exame clínico, considerado apto
PCMSO de janeiro de 2010 estava atualizado com as funções analisadas
HORAS EXTRAS EM DEMASIA
Funcionários utilizam um coletor que registra eletronicamente os horários de início e fim da jornada de trabalho.
No portal de acesso (CEAT virtual) o empregado faz regularização de suas pendências, havendo o pagamento
de horas extras e compensações.
Em seguida o sistema gera uma mensagem para aprovação através do gestor
Amostralmente foi evidenciado, através de análise de cartões de ponto de abril/maio de vários funcionários, que
não existe excesso em horas extras de trabalhadores florestais. Não foi evidenciado qualquer irregularidade
sobre o período de 11 horas de descanso entre as jornadas de trabalho.
Pessoal Auditado:
OBS: os entrevistados no Sindicato, os quais fazem parte da comissão de presidência não quiseram citar seus
nomes nesse relatório.
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Produzir e suprir madeira
Observações Gerais:
Princípio 2, critério 2.1
Princípio 4. critério 4.4
- AUDITORIA FIBRIA – CAMPO (Colheita e Silvicultura)
Fibria – Amostragem no processo florestal: Colheita - Área 707, talhões 09-01 e 10-02;
- Verificado registro - Ordem Operacional de Corte 0219 UO 46 - Marítimo - Celulose sem casca,
corte;
- Verificado registro de monitoramento de fumaça escura em adesivo no equipamento Harvester
numero de frota: 7244007 - Valmet, com registro datado em 04/08/2010;
- Verificado registros de relatório de avaliação técnica executado pela empresa Dragrena, do
“Programa Despoluir – Programa Ambiental do Transporte”, correspondendo ao período de 15/07 a
31/08/2010. Os registros de monitoramento são apresentados os resultados nas metodologias do
“Anel de Rigelman e Opacímetro. Evidenciado os registros de calibração do opacímetro utilizado na
amostragem;
- Evidenciado o registro - Boletin Diário de Trabalho - BDT, com informações sobre as atividades
operacionais da colheita;
- Verificado registros do livro de ocorrências operacionais e situações anormais, para passagem de
turno.
- Evidenciado registros de incidentes da área de segurança e registros da planilha de controle do
Pocket sobre as ocorrências de operação, condições abaixo do padrão e incidentes;
- Evidenciados registros de manutenção florestal com a empresa terceirizada Komatsu Florest,
incluindo as atividades de manutenção preventiva e corretiva;
- Evidenciado os registros de medição do desempenho de manutenção – com o conceito de
‘disponibilidade mecânica’ – apresentado pelo sistema SIE;
- Evidenciado controle das atividades de colheita através dos registros padronizados “Produção e
Estoque de Madeira, da área 46-BA, frente de corte 05. Nessa atividade foi evidenciado registros de
controle de disponibilidade mecânica.
- Evidenciado nas atividades operacionais o controle das operações de corte de madeira, registros de
controle com mapa dos talhões a serem cortados, áreas de proteção ambiental, incluindo as áreas de
reserva legal e áreas de proteção permanente;
- Evidenciado na área o controle de resíduos sólidos, uso correto dos EPI’s, banheiro químico nas
proximidades da barraca provisória para realização das refeições no horário de almoço;
- Evidenciados registros para o controle dos resíduos sólidos contaminados, resíduos recicláveis e
resíduos de óleo usado, destinados para a empresa Lwarte;
- Verificado registros de acompanhamento mensal de geração de resíduos da colheita florestal;
- Verificado registros de controle de entrada de resíduos no aterro – UBR;
- Evidenciado controle de descartes de resíduos contaminados – Classe 1;
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Pessoal Auditado:
- Sérgio S. Oliveira – Supervisor de Mecânica terceirizado – Komatsu Forest;
- Valdemir Manoel Nunes Soeiro – Coord. Manutenção – Komatsu Forest;
- Antonio Aubergio A. Leite Filho – Analista de Operações Florestais – Fibria;
- Gilmar Mendes Murça – Analista de Programação de Operações Florestais – Fibria;
- Dório Anderson Vicente da Silva – Coord. Colheita-BA. – Fibria;
- Tiago Ferrreira Inácio – Tec. Segurança do Trabalho – Fibria;
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Produzir e suprir madeira
Observações Gerais:
Princípio 1, critérios 1.1 e 1.3
- ATIVIDADES DE SILVICULTURA:
Amostragem nos procesos de Adubação de base – talhão 03, área 62 e atividade de “Confecção de
Bacia”, área 186, talhão 05;
- Evidenciado no campo o controle das operações das atividades de adubação de base, conforme os
registros de “ordem de serviço de campo – 034865, para a operação 9250 – adubação de base;
- Evidenciado os controle de EPI’s dos trabalhadores do campo. Realizada entrevista com vários
trabalhadores do campo sobre o relacionamento com a empresa, liberação de EPI’s condições do
alimento no campo, disponibilidade de transporte, treinamento operacionais e de segurança e
condições de trabalho de uma forma geral. Muitos reclamaram acerca do espaço das cadeiras no
ônibus de transporte. Foi evidenciado apenas que somente um par de cadeiras no transporte coletiva
apenas apresentava distancias desconfortáveis no transporte.
- Evidenciado situação de calibração da balança de medição das quantidades de adubo utilizadas no
campo;
- Verificado a situação de licenciamento no campo do veículos de transporte de passageiro – ônibus
placa LBL 5646 – PINHERIOS – ES. Evidenciado que a documentação do licenciamento do veículo
estava vencida. Contudo, o pessoal do gestão da empresa terceirizada Plantar apresentou o
Licenciamento para o Ano de 2010;
- Verificado o registro “Licença de Fretamento” nº 01142/2010 com validade até agosto 2011;
- Verificado o registro “Certificado de Vistoria” da Agerba – 1215/CS, com validade até 31/01/2011;
- Evidenciado registro de pagamento do IPVA para o ano de 2010 em 15/04/2010 cod. Renavan –
666171025, exercício 2010;
- Realizada entrevista com o encarregado de campo acerca das questões sobre as anotações e
registros de situações de emergências ambientais e outras ocorrências de qualidade. Evidenciado
que o funcionário não dominava completamente as informações acerca dos registros a serem
preenchidos.
- Para as atividades de confecção de bacia, igualmente foram evidenciados os registros de “ordem de
serviço’, 034862, operação 9203, plantio/irrigação – plana, para uma área de 35h para plantio com
gel;
OBS.: A organização deverá verificar a necessidade de estabelecer novos treinamentos em
conjunto com a empresa terceirizada sobre os registros a serem utilizados em situações de
não-conformidade. Essa mesma observação foi registrada na atividade de “Confecção de
Bacias”, da área 186, talhão 5;
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Pessoal Auditado:
- Rogério de Araújo Chaves - Gerente da Plantar – Filial Posto da Mata;
- Guilherme Jacob – Analista Florestal – Plantar;
- Manoel dos Santos Cerilo – Motorista, da empresa Zanoni;
- Adão de Jesus – Encarregado de Campo – Plantar;
- Gilson Amaral – Motorista Zanoni;
- Josenilton Batista – Encarregado de Campo - Plantar
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Gerir Sustentabilidade
Observações Gerais:
Princípio 5, critério 5.1
- ENTREVISTA COM PESSOAL DE PROJETOS SOCIAIS - DIA 22/09/2010
- Realizado visita ao Projeto Caravela Empreendedor, no município de Caravelas – BA,
- A reunião foi realizado com os representantes da Myrá (organização responsável pela gestão do
programa) e representantes da Apesca. Estavam presentes na reunião:
- Sr. Lierte Abreu Siguara - Presidente da Apesca;
- Helio B. de Souza - Conselheiro da Apesca;
- Kleber Passos Saude - Coordenador operacional do Projeto Caravelas Empreendedora (Myrá);
- Marilene Fiqueiredo - Aux. Adm (Myrá) e diretora da Apesca;
- Qustionados a respeito do andamento do projeto os representantes da entidade Myrá quanto da
Apesca responderam satisfatoriamente sobre os canais de comunicação existentes, a pronta
disponibilização da Fibria em atendê-los e dos recursos disponíveis. Todos os entrevistados
mostraram-se satisfeitos até o momento acerca do programa e dos benefícios que poderão ser
advindos para a comunidade de pescadores e seus familiares na região de Caravelas. Todos os
participantes não apresentaram nenhuma reclamação sobre a participação da Fibria e o
desenvolvimento do programa em questão;
- Como registros foram evidenciados o documento Estatuto Social da Apesca e o plano de negócio da
unidade de produção de gelo e beneficiamento de pescados de Caravelas - BA;
- Foi realizada uma inspeção no local de instalação da futura fábrica de gelo conforme o projeto;
- Verificado o cronograma do de estruturação do projeto, que se encontra ainda na primeria fase;
- De uma forma geral a percepção da comunidade em relação ao projeto é positiva, mesmo ainda no
ínicio dos trabalhos;
Pessoal Auditado:
- Sr. Lierte Abreu Siguara - Presidente da Apesca;
- Helio B. de Souza - Conselheiro da Apesca;
- Kleber Passos Saude - Coord. operacional do Projeto Caravelas Empreendedora (Myra);
- Marilene Fiqueiredo - Aux. Adm (Myra) e diretora da Apesca;
- Ana Marta - Gestora Fibria
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Gerir Sustentabilidade
Observações Gerais:
Princípio 5, critério 5.2
- ENTREVISTA COM PESSOAL DA SEGURANÇA PATRIMONIAL:
- O total das equipes de segurança: 5 equipes com viatura, composta com 02 vigilantes armados,
para as áreas florestais da regional BA;
- Verificado registros da ocorrência principal de ‘roubo de madeira’ - para carvão e/ou serraria na área
415, talhão 08, horário 10:30;
- Verificado oficio ADMDOP 0003/2010 da Garra para a Delegacia de Controle de Segurança Privada
- do Departamento de Polícia Federal, de Porto Seguro-Ba, de 17/03/2010 - Ocorrência de óbito em
área da Fibria, disparo de arma de fogo, segundo BO ITB 386/2010;
- Verificado registro de auto de apresentação/apreensão a Delegacia de Policia de Itabatã- Mucuri BA;
- Evidenciado relatório de ações corretivas da empresa terceirizada Garra, sobre a ocorrência
envolvendo o vigilante e infrator;
- Verificado registro - Relatório de incidentes no exercício de atividade de segurança privada, para a
Secretaria de Policia Federal;
- Verificado procedimento - Padrão operacional - sobre o Sistema Integrado de Monitoramento
Florestal - PO-12.02.012;
- Evidenciado controle da segurança patrimonial contido no procedimento para as situações;
- roubo de madeira, caça e pesca predatória, invasão de gado, disposição de lixo e outras
ocorrências;
- Verificados registros de indicadores gerenciais da regional Bahia;
- Foi evidenciado que as ocorrências aumentaram significativamente em 2010 em quase todos os
tipos de delitos, com atenção especial a furto de eucalipto, motosserras e veículos apreendidos, com
dados superiores de 2009 já alcançados em agosto de 2010. Foi registrado em 2009 um total de
23.008,8 m3 de madeira e para 2010 (até agosto) foi registrado um total de 74.290,88 m3 de madeira
furtada nas áreas da organização somente no estado da Bahia;
- Verificado registros de apresentação dos resultados das ações de segurança patrimonial da Bahia,
São Mateus e Aracruz;
- Verificado registros das classificações das ocorrências de segurança patrimonial, segundo a tabela
do FO-12.02.004;
- Verificado registro de licenciamento da Policia Federal (Superintendência Regional da Bahia) para a
segurança armada da Garra - Evidenciado registro de certificado de segurança n. 31742 com
validade até 29 de maio de 2010. Evidenciado registro no Diário Oficial da União, n° 150, do dia
06/08/2010, Alvará n. 10.934, de 28 de julho de 2010, sobre processo n.
2009/0002159/DPF/PSO/BA, para autorização de funcionamento da Garra;
- Evidenciado registro de curso de formação de vigilantes - AESVES;
- Evidenciado registros de ocorrência diversas da vigilância florestal, com informações sobre o tipo de
ocorrências sobre a caça, pesca, veículos, furto de madeira, presença de animais, ocorrência de
pragas nas plantações de eucalipto, presença de cadáver, ocorrência de incêndio e invasão de terra;
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Pessoal Auditado:
Pessoal Auditado:
- Amarildo Nunes - Coord. De Segurança Patrimonial - Fibria;
- Douglas Cardoso Scheletz - Coord. operacional de segurança patrimonial - Garra;
- Vanilson Santiago de Souza - Técnico de segurança - Garra ;
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Segurança e Saúde Ocupacional
Observações Gerais:
Princípio 1, critério 1.3
Segurança e Saúde Ocupacional
Verificado PPRA da Fibria Celulose S/A
Foi apresentado o Fluxograma de Avaliação e Gerenciamento
Realizada análise critica sobre os GHEs identificados
Foi realizada avaliação da metodologia de Reavaliação com relação a Higiene Ocupacional
NA até 3 anos
Entre NA e LEO até 1 ano
LEO até 3 anos
Realizada analise do Comparativo das Avaliações do PPRA
Verificado Cronograma do PPRA.
Avaliada a Realização das Atividades do Cronograma. – todos em dia.
Evidenciada a Apresentação do PPRA na CIPA.
Em entrevistas foi observado que devido a fusão ocorrida, a área ganhou mais importância e
autonomia.
Verificada a existência de um Comitê de SSO corporativo.
Realizada análise de Indicadores de Performance de SSO
IDS
TFCaf
Pessoal Auditado:
Paulo Cesar
Wilmar Oliveira
Roberto Ramos
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Segurança e Saúde Ocupacional
Observações Gerais:
Princípio 1, critério 1.3
Os Indicadores não apresentam bons resultados, mas ações já foram definidas para que as metas
voltem a apresentar resultados satisfatórios.
O grande gap fica na logística florestal, onde o alto numero de acidentes contribui fortemente para o
atual nível dos indicadores.
Verificadas Analises de Acidentes para colaboradores próprios
Verificadas Açõess tomadas para Acidentes.
Verificado PCMSO Fibria.
Analisado Controle de Exames periódicos
Avaliado Sistema Informatizado para registros de exames e gerenciamento dos mesmos.
Gerenciamento de Terceiros
Analisada metodologia de Gerenciamento de Terceiros estabelecida no Procedimento: PO.12.11.21
rev.02. Essa metodologia veio após a fusão e visa um maior controle sobre as atividades
terceirizadas.
Analisadas as Diretrizes para Avaliação de Terceiros com base no Check - List FO.12.11.014 rev. 02,
também introduzido após a fusão.
O check-list é composto por 93 itens de avaliação, onde o terceiro deve prover para a área de
Segurança, evidências documentais que comprovem o atendimento ao check-list.
Esse formulário é padrão para todas as empresas, focando essencialmente o atendimento a NR´s.
OBS: A Organização pode avaliar a necessidade de estabelecer no check-list, alguma verificação
mais específica com relação a atividade do terceiro. Ex: Atendimento as normas da Anvisa para
empresas que fornecem alimentação, entre outros
A Aplicação deste check-list é semestral.
Pessoal Auditado:
Paulo Cesar
Wilmar Oliveira
Roberto Ramos
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Segurança e Saúde Ocupacional
Observações Gerais:
CONTINUAÇÃO
Anteriormente existia uma metodologia diferente que também foi evidenciada
Verificado Auto Avaliacao de Segurança realizado ate o final do ano passado.
Os indicadores de SSO são compostos por próprios e terceiros, e os resultados apresentados foram:
IDS. - próprio e terceiro - operações florestais – resultado 70 / meta 69
IDS. - próprio e terceiro - logística – resultado 15 / meta 65
Tcaf - logística - resultado 7.21 / meta 5
TCaf -.operações florestais – resultado 3.24 / meta 5
Durante as entrevistas pudemos avaliar que o contingente de técnicos de segurança disponibilizados
nessa atividade não é suficiente para executarem todas as ações necessárias para o bom andamento
da área.
Atualmente o dimensionamento atende o previsto na NR04, mas as atribuições dos técnicos
transcende a responsabilidade apenas dos colaboradores próprios, pois estes profissionais executam
uma funções de gerenciamento das empresas terceiras com relação ao assunto Segurança.
NC - Foi evidenciado que atualmente a metodologia de analise crítica da documentação enviada pelos
prestadores de serviço, em obediência do check-list de Gerenciamento de Terceiros não está sendo
realizada, não assegurando desta forma que os prestadores de serviço estão realmente atendendo
todos os requisitos de SSO exigidos pela Fibria.
Uma ação de contingência está sendo tomada e envolve a contratação de uma outra empresa para
realizar as atividades de terceiros.
Também avaliamos as análises de acidentes realizadas por terceiros, especialmente nas empresas
vinculadas a Logistica Florestal. Evidenciou-se que as análises são pontuais e não remetem a
soluções globais, isto é trata-se o efeito mas não a causa raiz do problema que ocasionou o acidente.
A Organização deve avaliar a necessidade de interferir nessas avaliações e cobrar ações que
garantam estancar a repetibilidade destes acidentes.
Pessoal Auditado:
Paulo Cesar
Wilmar Oliveira
Roberto Ramos
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Segurança e Saúde Ocupacional
Observações Gerais:
CONTINUAÇÃO
Outro ponto questionado foi com relação ao atendimento a emergências nas atividades de observação florestal
(Torristas). Não conseguimos evidenciar que a Organização tenha uma metodologia definida para resgate
desses profissionais em caso de mau-súbito. A Organização deve avaliar tal necessidade a fim de garantir que o
trabalhador que ocupa tal função esteja são e caso ocorra algum problema, tenha como resgata-lo.
Pessoal Auditado:
Paulo Cesar
Wilmar Oliveira
Roberto Ramos
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Norma:
Auditoria :
ARACRUZ CELULOSE S.A
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1ª ANUAL / 2ª ANUAL
Processo:
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Gerir Sustentabilidade
Observações Gerais:
Princípio 5, critério 5.1
Política de Investimentos em aprovação
Verificada Matriz de Impacto na comunidade
Analisados e Visitados Projetos existentes
PIMA - Produção Integrada Madeira a Alimentos
Programa de Participação no Desenvolvimento Rural local e Territorial.
Pessoal Auditado:
Licia
Pedro
Sr. Gilson
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Auditoria :
Processo:
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DHO
Observações Gerais:
Princípio 2, critério 2.2
Em SP -> Verificar Diretrizes de Recrutamento e Diretrizes de Competências
Atualmente existem algumas diretrizes, mas o modelo ainda não está totalmente definido
Verificar também como é feito cálculo para determinação de orçamento para Treinamentos
Competências
Evidenciado que o Modelo de Gestão que está determinado ainda não está totalmente pronto, mas os
colaboradores já estão com a implementação realizada e operacionalizando-o de acordo com o
definido
A Gestão de competências pode envolver varias gerencias, pois as competências especificas de
cada função / colaborador podem ser definidas pelos gestores das áreas.
As Competencias básicas já estão no DHO , mas as específicas podem vir a ser solicitadas
posteriormente pelo Gestor da Area na qual o colaborador exerce suas atividades
Orçamento:
O montante para o ano de 2010 foi R$ 337.500,00
Em entrevista, tivemos depoimento de que o valor atende a demanda necessária
Será necessário verificar em SP a metodologia que foi definida para chegar nesse valor.
Treinamento de Novos Funcionários
Verificado Programa de Integração de novos funcionários na fabrica e em atividade florestal.
Mensalmente ou sempre que existir quórum maior que 5 novos funcionários é realizada um
treinamento de integração que abrange vários assuntos, inclusive as questões de normalização e
certificações existentes na organização.
Os assuntos de Meio Ambiente e Segurança também são pauta desses treinamentos que podem
levar de 2 a 4 dias, dependendo da gerencia que o profissional será alocado. Exemplo: unidade fabril:
2 dias ; unidade florestal 4 dias!
Evidenciado também o Programa de Indução que é mais técnico e específico para a atividade do
colaborador com envolvimento do DHO.
Pessoal Auditado:
Marcia Rosa
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Meio Ambiente Florestal
Observações Gerais:
Princípio 1, critério 1.1
Sigla – Sistema de Gerenciamento dos Licenciamentos Ambientais
SistemaInformatizado auxilia no gerenciameno total dos passos para o licenciamento
Esse mesmo sistema tem um módulo para o gerenciamento de cada condicionante.
Alteração de Titularidade das Licenças em Andamento
Licenciamento MG.
3 Grandes Blocos – Fazendas Gemada, Fazenda Lagoa Santa e Fazenda Cavalo grande
Governo do Estado de MG – Certificado LO 016 – Fazenda Gemada
Validade até 09/07/2014
Governo do Estado de MG – Certificado LO 014 – Fazenda Cavalo Grande
Validade até 28/11/2016
Governo do Estado de MG – Certificado LO 018 – Fazenda Lagoa Santa
Validade até 16/12/2016
Governo do Estado de MG – Certificado LI 008 – Fazenda Rancho Miura III
Pessoal Auditado:
Diomar
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Meio Ambiente Florestal
Observações Gerais:
CONTINUAÇÃO
Condicionantes:
Monitoramento de Avifauna e Vegetação – bianual - ok
Instalação de esgoto sanitário. – 120 dias - ok
Outorgas de uso de Recursos Hidricos ou Insignificancia da utilização – 180 dias
NC - Evidenciado que a Organização possui em sual licença do Operação da Fazenda Gemada – LO
016 valida até 09/07/2014, uma condicionante de regularização de Recursos Hídricos em um prazo
de 180 dias. Até a presente data a Organização não possui tal regularização, apenas existe o recibo
de entrega de documentos visando a obtenção de Certificado de uso Insignificante do Recurso
Hidrico.
O Sistema de Gerenciamento SIGLA demonstra o status de Atendido, quando na realidade não existe
uma posição definitiva desta condicionante.
Averbação de Reserva legal – LI 008/2008 – condicionante 01 – 30 dias – ok.
Viveiro - VER - Ronaldo no Viveiro. A área de meio ambiente não controla outros
licenciamentos que não sejam referentes aos Orgãos Ambientais
Licenciamento de Tratores florestais. –
Licenciamento Ambiental – Espirito Santo.
RLO 002/2004 – validade em 03/10/2010 – solicitação de renovação em 14/05/2010 – antes dos 120
dias (142 dias antes)
Condicionantes verificadas:
Pessoal Auditado:
Diomar
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Meio Ambiente Florestal
Observações Gerais:
CONTINUAÇÃO
Atualização do Plano de Manejo enviada assim que passar por revisão.
Ultimo envio oficial do plano de manejo, realizado em 26/02/2009.
NC Ultima Atualização do Plano de Manejo datada de 01/07/2010. Não existe envio oficial desse
documento ao órgão ambiental, conforme requerido pela condicionante 1.2 da RLO 002/2004
Executar por ano contado a partir da data da sua aprovação , 10% do projeto de recuperação de
áreas de preservação ambiental / permanente
Encaminhar para o Orgão ambiental o encaminhamento de relatórios de Pluviometria, talhões
colhidos e os modelos de ZPC a serem empregados
Evidencias disponíveis – verificados últimos 3 meses.
Condicionantes 3.8 e 3.9 – Relatorio de Monitoramento de Água Subterrânea e Superficial.
Neste caso já existe um TAC (passagem de terras para os indígenas), pois os monitoramentos era
realizados em áreas que foram entregues para essas comunidades.
Condicionante 3.12 – Monitoramento de Recursos Hídricos nas Micro bacias
Definiçao das microbacias que serão monitoradas
Parametros analisados.
A Organização pode avvaliar a necessidade de estabelecer justificativa sempre que ocorrer em um
resultado obtido fora dos padrões legais de comparação. Vale a pena também pensar no método
atualmente adotado de coleta.
Pessoal Auditado:
Diomar
Revisão 03
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Meio Ambiente Florestal
Observações Gerais:
CONTINUAÇÃO
Licença RLO 001/2001 vencida em 14/01/2005
Protocolo conforme CONAMA237/97 – agosto de 2004 – 160 dias antes. Ok
Apoio ao idaf - ok
Comunicação ao IDAF correspondente ao monitoramento de água.
Incorporado ao programa de monitoramento de recursos Hídricos
Condicionante 16 – Atendimento a legislação pertinente no tocante ao Armazenamento , utilização e
destinação final de resíduos sólidos.
Licenciamento de Barragem
Condicionantes de todas as Licenças:
Outorgas 085/2006 e 127/2006 – ok;
NC Foi evidenciado que a Organização realizou a classificação de condicionantes de licença com
atividades a serem realizadas em campo como “Informativa” e devido a este fato não temos evidencia
dos atendimentos destas condicionantes. E.O: controle de nível da Barragem Licenças de Todas as
Barragens no ES.
A Organização deve fazer a abrangência necessária sobre o problema.
BAHIA
Licença em de área em implantação 3083/2003 processo 2005/ 005712 / TEC /LO -0110
Processo sob controle e com os limites de plantio monitorados anualmente.
Existem reuniões periódicas para tratar da emissão das L.O´s uma vez que as LI´s estão expiradas
desde 2005 e a empresa respaldada pela Resolução 237/97
Licença 8124/2007 – Operação terminal de barcaças – validade até 22/04/2011
Verificadas condicionantes de licença – ok
Pessoal Auditado:
Diomar
Revisão 03
Bureau Veritas Certification
Relatório de Auditoria
Notas do Auditor
Organização :
Auditoria :
Norma:
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
1ª ANUAL/2ª anual
53117/60859
Revisão 03
Bureau Veritas Certification
Relatório de Auditoria
Notas do Auditor
Organização :
Auditoria :
Processo:
Norma:
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
1ª ANUAL/2ª anual
53117/60859
Sustentabilidade e relações corporativas
Observações Gerais:
Princípio 5, Critérios 5.1 e 5.2
Entrevista realizada com técnicos da área de sustentab ilidade demonstraram que:
Política de investimento sócio-ambiental encontra-se em fase de validação pela direção da empresa
SISPART
Nova Estrutura definida para este processo:
Comitê de sustentabilidade - externo
Comitê interno de sustentabilidade - engloba todas as unidades
Comitê de relacionamento local - Ainda em definição para a unidade Aracruz
GT Sustentabilidade local - está desenhado, porém não implantado
Estudo etnoambiental elaborado pela ONG ANAI foi apresentado. Constava como uma exigência da
cláusula 7 do TAC firmado em dezembro de 2007 e dos projetos elaborados conforme cláusula 16 do
mesmo TAC.
Evidenciada memória de reunião de 18 de maio de 2010, demonstrando a apresentação do estudo
etnoambiental e projetos à comunidades Tupiniquim e Guaraní. A apresentação foi feita por técnicos
da ONG ANAI. A memória de reunião demonstra tensões presentes entre as comunidades indígenas,
FUNAI e técnicos da ONG ANAI.
Importantes alterações na política socioambiental da Fibria evidenciadas:
SISPART será a ferramenta para gerenciamento das ações de sustentabilidade
Projetos serão conceitualmente construidos de forma a garantir a independência ao longo do tempo
(saída da Fibria com o passar do tempo)
Maior autonomia para a atuação local dos técnicos da área de sustentabilidade.
Evidenciado Relatório final do plano de 100 dias, que foi elaborado assim que a Fibria foi criada. Notase que o relatório demonstra o status de cumprimento das ações definidas, possibilitando a tomada de
ações corretivas onde pertinente.
Através de entrevista foi compreendido que a Fibria irá utilizar como base conceitual o Manual de
engajamento com Partes interessadas que foi criado pelo Instituto Votorantim
Através de entrevistas foram apresentadas várias ações que estão em fase de implementação, a partir
das novas políticas adotadas pela Fibria. Os planos de ação estavam documentados, permitindo o
acompanhamento de suas realizações.
Pessoal Auditado:
Licia Cantarella
Robson Leite
Revisão 03
Bureau Veritas Certification
Relatório de Auditoria
Notas do Auditor
Organização :
Auditoria :
Processo:
Norma:
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
1ª ANUAL/2ª anual
53117/60859
CENTRO DE TECNOLOGIA
Observações Gerais:
Princípio 4, critério 4.2
Realizada verificação a respeito da instalação de estrutura para monitoramento de uma microbacia experimental
na regional Aracruz.
Foi contratada empresa para instalação do vertedor, de acordo com o projeto denominado Proposta técnica para
serviços hidrológicos - Projeto e supervisão da construção de um vertedor em microbacia, empresa Hidro-Bat,
25/07/2010. Foi feita visita ao local onde será instalado o vertedor, AI 65
Evidenciado estudo que demonstra a viabilidade desta microbacia (Mapeamento do lençol freático de
microbacias utilizando método de eletroresistividade - setembro de 2009)
Analisado sistema de gerenciamento de projetos utilizado pelo CT - Centro de tecnologia:
Projeto P10B003A - Monitoramento ambiental integrado em microbacia hidrográfica experimental
Evidenciado acompanhamento das etapas (cronograma) do projeto, demonstrando 69% de realização, sendo
previsto 74%. Algumas poucas ações estavam em atraso.
Análise crítica do projeto realizada em 20/08/2010.
Princípio 3. critérios 3.4
Ao deixar a área do futuro vertedor, encontramos em campo monitoramento de avifauna sendo realizado por
equipe da própria Aracruz. Haviam três redes de captura instaladas, onde também foi evidenciado material para
anilhamento e identificação de aves. Os técnicos presentes explicaram o método de captura, critérios de
avaliação
das
aves
e
demais
métodos
de
identificação
aleatória
de
fauna.
Pessoal Auditado:
Rodolfo Loos
Marcos Aires
Evanio Trivilin
Revisão 03
Bureau Veritas Certification
Relatório de Auditoria
Notas do Auditor
Organização :
Auditoria :
Processo:
Norma:
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
1ª ANUAL/2ª anual
53117/60859
Entrevista sindicato Aracruz
Observações Gerais:
Princípio 1, critério 1.3
Realizada entrevista no sindicado SINTIEMA.
O presidente do sindicato declarou que o acordo coletivo vigente vem sendo cumprido integralmente pela Fibria.
Alegou estar preocupado com a falta de interlocutor em nível gerencial na Fibria.
Exemplificou a questão da solicitação de suporte financeiro para troca dos computadores do centro de
informática. A Fibria não se posiciona a respeito, conforme declaração do sindicato.
O sindicato demonstrou preocupação com perdas relevantes em função da fusão da VCP e Aracruz, alegando
que isto provoca aumento da rotatividade entre os trabalhadores florestais.
Solicita prioridade no tratamento dado aos trabalhadores florestais da silvicultura.
Foram visitadas as instalações do centro de informática e consultório odontológico, que se encontravam em
funcionamento.
Durante a entrevista não foram apontadas questões que demonstrem falta de empenho por parte da Fibria em
resolver conflitos.
O presidente do sindicato apontou os funcionários da Fibria com quem mantém diálogos a respeito do acordo
coletivo. Estes funcionários trabalham atualmente na empresa, demonstrando que há pontos focais atuais.
Pessoal Auditado:
Davi Gomes - Sintiema
Revisão 03
Bureau Veritas Certification
Relatório de Auditoria
Notas do Auditor
Organização :
Norma:
Auditoria :
Processo:
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
1ª ANUAL/2ª anual
53117/60859
Meio ambiente florestal
Observações Gerais:
Princípio 3, critério 3.2
Recuperação de áreas degradadas:
Foi feita uma explanação a respeito da nova estratégia adotada pela Fibria, formalizada no Manual das
ações operacionais de restauração florestal, código PO.12.02.003, rev 00
Verificada documentação sobre a área recuperada pela empresa no ano de 2009.
Em confronto com a Licença de operação do Espírito Santo, evidenciamos que a empresa comunicou
ter recuperado 748,10 ha no ano de 2009, ha o que corresponde a 8% do total
Evidenciado planejamento de recuperação de 2010 a 2016 no estado do ES
Em 2009 foi realizada recuperação de 748,1 .
Base cadastral utilizada é o Sistema de Gestão Florestal (SGF)
A estrutura de recurso humano prevê equipes dedicadas a restauração.
A novo processo de restauração de áreas está sendo totalmente desenhado, desde a fase de
planejamento, passando pelo monitoramento, controle e realimentação das ações necessárias.
No sistema Dpocumentação on-line - DOL foram evidenciados os seguintes procedimentos:
PO.12.13.002 - Manual de manejo para conservação de áreas protegidas, rev00
Princípio 2, critério 2.2
PLANO DE MANEJO
Após análise do plano de manejo da Fibria, pode-se constatar que houve poucas alterações no
mesmo. A estrutura do plano foi construida conforme segue:
Introdução
Objetivos do manejo florestal
Gestão florestal
Histórico dos plantios e espécie utilizada
Descrição das área manejadas
Planejamento florestal
Operações do manejo florestal
Planos de contingência nos casos de incêndios, sinistros e eventos aleatórios
Monitoramentos e estudos
Treinamento e aprimoramento da mão-de-obra
Para cada capítulo encontramos as referências normativas e diretrizes gerais de atuação do
empreendimento florestal. A responsabilidade técnica encontra-se na Gerência Geral Florestal.
CONTINUAÇÃO ABAIXO
Revisão 03
Bureau Veritas Certification
Relatório de Auditoria
Notas do Auditor
Organização :
Norma:
Auditoria :
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
1ª ANUAL/2ª anual
53117/60859
Pessoal Auditado:
Juliano - coordenador de meio ambiente
Revisão 03
Bureau Veritas Certification
Relatório de Auditoria
Notas do Auditor
Organização :
Norma:
Auditoria :
Processo:
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
1ª ANUAL/2ª anual
53117/60859
Meio ambiente florestal
Observações Gerais:
Princípio 3, critério 3.5
Áreas de relevante interesse ecológico
Através de entrevista foi constatado que as duas ex-unidades tinham métodos diferentes a respeito de
definição de áreas de relevante interesse ecológico.
As seguintes etapas serão definidas para determinação de áreas de relevante interesse ecológico:
Unificação dos sistemas existentes (informações existentes)
Definição de metodologia
Escolha de áreas prioritárias
Estas etapas deverão acontecer até março de 2011.
Princípio 1, critério 1.1
Com relação ao processo de requerimento de outorga para captação de água do viveiro foram
evidenciados os seguites documentos:
Requerimento de outorga nr 35157798, de 05/10/2006
Ofício IEMA/GRH/SUORE/nr056/2007, solicitando informações complementares sobre o uso da água
Protocolo de 30/03/2007 respondendo a solicitação, demonstrando o consumo de água do viveiro
através da necessidade de irrigação ao longo do tempo
Ofício IEMA/GRH/SUORE/nr403/2007, solicitando novamente projeto de irrigação do viveiro.
Protocolo de 15199/07 de 11/09/07, contemplando projeto de irrigação do viveiro com informações
completas sobre todo o projeto hidráulico.
Pessoal Auditado:
Juliano - coordenador de meio ambiente
Revisão 03
Bureau Veritas Certification
Relatório de Auditoria
Oportunidade(s) de Melhoria(s)
Organização :
Auditoria :
Norma:
ARACRUZ CELULOSE S.A
CA :
NBR 14789
1ª ES / 2ª BA e MG
53117/60859
N° Observações
1
No estabelecimento das ações corretivas deve ser melhor considerada a magnitude da não conformidade
e sua necessidade de abrangência. EX. Definida a responsabilidade para um técnico de segurança em
treinar equipe para adequar as operações florestais na NR17; ação relacionada a NR 17 se limita a realizar
diagnóstico de ergonomia (evidências coletadas no sistema de ações corretivas e preventivas)
2
A Fibria deve priorizar o relacionamento eficiente com os sindicatos, considerando a capacidade de
tomada de decisões na unidade Aracruz (EX. Sintiema reclamou sobre a falta de decisões a respeito de
solicitação de suporte para troca de computadores que fazem parte de um convênio com a empresa)
3
A organização deve avaliar a possibiliade de revisar a atual sistemática sobre o controle da caixa de
primeiros socorros. A atual sistemática pode não ser suficiente para assegurar que a caixa de primeiros
socorros permaneça completa ao longo do tempo.
4
A organização deve avaliar a reformulação da sistemática estabelecida para a análise crítica dos PPRAs
dos terceiros, assegurando a presença de ART quando o documento for produzido por engenheiro
5
A organização deve avaliar a inclusão dos termos da NR11 no controle de meios de transporte, mesmo
que a NR31, norma mais específica, tenha requisitos mais brandos sobre oo tema
No caso em análise pode não existir o amparo do principio da Teoria Geral do Direito, pois não se trata de
norma mais específica que outra, mas sim do princípio da Norma Mais Favorável. Tentarei exemplificar:
A Teoria Geral do Direito apresenta como um dos principais caracteres da norma jurídica seu fundamento
de vigência. Um dos elementos que compõe o fundamento de vigência é a hierarquia normativa entre os
diversos dispositivos jurídicos. Esta hierarquia foi celebrizada na Pirâmide de Kelsen, em que a norma
hierarquicamente superior fundamenta a vigência da norma inferior. Todavia, a doutrina Juristrabalhista
encontra o princípio da Norma Mais Favorável uma inversão da estrutura hierárquica jurídica da Pirâmide
de Kelsen. Para estes, a norma hierarquicamente superior será a que mais favorece ao trabalhador,
independentemente da sua posição na hierarquia tradicional na Teoria Geral do Direito. Este princípio
deriva-se do caráter protetivo do Direito do Trabalho e é indispensável neste ramo jurídico, onde, entre outras coisas, também é tratado a s
6
A organização deverá verificar a necessidade de estabelecer novos treinamentos em conjunto com a
empresa terceirizada sobre os registros a serem utilizados em situações de não-conformidade e ou
situações anormais e emergência nas operações de campo. Essa mesma observação foi registrada na
atividade de “Confecção de Bacias”, da área 186, talhão 5;
7
Assegurar que a execução de obras de tratamento de efluentes seja realizada conforme o Plano de Ação
proposto do viveiro de mudas Aracruz.
8
Atentar para temperatura dos alimentos servidos no refeitório do viveiro de mudas Aracruz.
9
Implementar todas as medidas do Plano de Ação proposto pela Fíbria em conjunto com o LERF/Piracicaba
para garantir a eficácia da recuperação das Áreas de Preservação Permanente e Reservas Legais.
10
A Organização pode avaliar a necessidade de estabelecer no check-list, alguma verificação mais
específica com relação a atividade do terceiro. Ex: Atendimento as normas da Anvisa para empresas que
fornecem alimentação, entre outros
Revisão 03
Bureau Veritas Certification
Relatório de Não Conformidade (SF 02)
DATA
Preenchido pelo Bureau Veritas Certification
22/09/2010
ORGANIZAÇÃO
CA
Fibria Celulose S/A
CA 53117/60859
AUDITORIA
1ª Manutenção
PROCESSO
Gerir Sustentabilidade
NBR 14789-2007
NC Nº
ARV/01
PRINCIPIO 5 - Critério 5.2
DESCRIÇÃO DA NÃO CONFORMIDADE / EVIDÊNCIA OBJETIVA E/OU REFERENCIA DOCUMENTAL
Não evidenciados procedimentos para comunicação clara e objetiva das atividades e formas de atuação do
empreendimento florestal., no que diz respeito ao engajameneto com partes interessadas.
COMENTÁRIOS DO AUDITOR
Os antigos procedimentos dos processos de sustentabilidade ainda não foram atualizados;
Está sendo instituida uma nova atuação local de comunicação, ligada à área de DHO, cujos procedimentos ainda estão
sendo definidos
TIPO DA NÃO CONFORMIDADE
AUDITOR LÍDER
RERESENTANTE DA ORGANIZAÇÃO.
AUDITOR
Não Conformidade - Menor
PRAZO MAX. PARA FECHAMENTO DA NC
Alex Vervuurt
Alex Vervuurt
Sandro Bressan Pinheiro
Preenchido pelo Bureau Veritas Certification
Preenchido pela ORGANIZAÇÃO
21-dez-10
Análise de Causa
Ação Corretiva
VERIFICAÇÃO DA AÇÃO
CORRETIVA
VERIFICAÇÃO DA
EFETIVIDADE DA AÇÃO
CORRETIVA
DATA
REPRESENTANTE DA ORGANIZAÇÃO
ACEITA ?
AUDITOR
DATA
RESULTADO
Efetividade da ação corretiva foi aceita
A efetividade da ação corretiva deverá ser verificada na auditoria:
Manutenção
VERIFICAÇÃO DA
EFETIVIDADE DA AÇÃO
CORRETIVA
Especial
COMENTÁRIOS DE ACOMPANHAMENTO
AUDITOR
Enviar Resposta para: [email protected]
DATA
Revisão 06
Bureau Veritas Certification
Relatório de Não Conformidade (SF 02)
DATA
Preenchido pelo Bureau Veritas Certification
22/09/2010
ORGANIZAÇÃO
CA
Fibria Celulose
CA 53117/60859
AUDITORIA
1ª manutenção
PROCESSO
Produzir e suprir madeira
NBR 14789-2007
NC Nº
RPG/01
Critério 1.3
DESCRIÇÃO DA NÃO CONFORMIDADE / EVIDÊNCIA OBJETIVA E/OU REFERENCIA DOCUMENTAL
Evidência não estava disponível de que a sistemática estabelecida pela organização para o controle
e influência sob seus subcontratados assegurasse que o PPRA da empresa BR Serviços
contemplasse todos os trabalhadores/funções envolvidas na colheita.
EO: O PPRA da empresa BR Serviços Ltda Me de fevereiro/2010 não possuia a função afiador
exercida pelo profissional Nivaldo do Santos
COMENTÁRIOS DO AUDITOR
TIPO DA NÃO CONFORMIDADE
AUDITOR LÍDER
RERESENTANTE DA ORGANIZAÇÃO.
AUDITOR
Não Conformidade - Menor
PRAZO MAX. PARA FECHAMENTO DA NC
Alex Vervuurt
Rafaela Guimarães
Sandro Bressan Pinheiro
Preenchido pelo Bureau Veritas Certification
Preenchido pela ORGANIZAÇÃO
21-dez-10
Análise de Causa
Ação Corretiva
VERIFICAÇÃO DA AÇÃO
CORRETIVA
DATA
REPRESENTANTE DA ORGANIZAÇÃO
ACEITA ?
IMPLEMENTAÇÃO DA
AÇÃO CORRETIVA
AUDITOR
DATA
RESULTADO
Efetividade da ação corretiva foi aceita
A efetividade da ação corretiva deverá ser verificada na auditoria:
Manutenção
Especial
COMENTÁRIOS DE ACOMPANHAMENTO
VERIFICAÇÃO DA
EFETIVIDADE DA AÇÃO
CORRETIVA
AUDITOR
Enviar Resposta para: [email protected]
DATA
Revisão 06
Bureau Veritas Certification
Relatório de Não Conformidade (SF 02)
DATA
Preenchido pelo Bureau Veritas Certification
24/09/2010
ORGANIZAÇÃO
CA
FIBRIA CELULOSE S/A
CA 53117/60859
AUDITORIA
1ª Anual
PROCESSO
Gerenciar Saúde e Segurança
NC Nº
FFN/01
NBR 14789-2007
PRINCIPIO 1 - CRITÉRIO 1.3
DESCRIÇÃO DA NÃO CONFORMIDADE / EVIDÊNCIA OBJETIVA E/OU REFERENCIA DOCUMENTAL
Foi evidenciado que atualmente a metodologia de analise crítica da documentação enviada pelos prestadores
de serviço, em obediência do check-list de Gerenciamento de Terceiros não está sendo realizada, não
assegurando desta forma que os prestadores de serviço estão realmente atendendo todos os requisitos de SSO
exigidos
pela
Fibria.
COMENTÁRIOS DO AUDITOR
Uma ação de contingência está sendo tomada e envolve a contratação de uma outra empresa para
realizar as atividades de monitoramento de terceiros.
TIPO DA NÃO CONFORMIDADE
AUDITOR LÍDER
Não Conformidade - Menor
PRAZO MAX. PARA FECHAMENTO DA NC
RERESENTANTE DA ORGANIZAÇÃO.
AUDITOR
FRANCISCO
NOGUEIRA
ALEX VERVUURT
SANDRO BRESSAN
PINHEIRO
Preenchido pelo Bureau Veritas Certification
Preenchido pela ORGANIZAÇÃO
23-dez-10
Análise de Causa
Ação Corretiva
VERIFICAÇÃO DA AÇÃO
CORRETIVA
VERIFICAÇÃO DA
EFETIVIDADE DA AÇÃO
CORRETIVA
DATA
REPRESENTANTE DA ORGANIZAÇÃO
ACEITA ?
SANDRO BRESSAN PINHEIRO
AUDITOR
DATA
RESULTADO
Efetividade da ação corretiva foi aceita
A efetividade da ação corretiva deverá ser verificada na auditoria:
Manutenção
VERIFICAÇÃO DA
EFETIVIDADE DA AÇÃO
CORRETIVA
Especial
COMENTÁRIOS DE ACOMPANHAMENTO
AUDITOR
Enviar Resposta para: [email protected]
DATA
Revisão 06
Bureau Veritas Certification
Relatório de Não Conformidade (SF 02)
DATA
Preenchido pelo Bureau Veritas Certification
24/09/2010
ORGANIZAÇÃO
CA
FIBRIA CELULOSE S/A
CA 53117/60859
AUDITORIA
1ª Anual
PROCESSO
Meio Ambiente Florestal
NC Nº
FFN/02
NBR 14789-2007
PRINCIPIO 1 - CRITÉRIO 1.1
DESCRIÇÃO DA NÃO CONFORMIDADE / EVIDÊNCIA OBJETIVA E/OU REFERENCIA DOCUMENTAL
Evidenciado que a Organização possui em sua licença do Operação da Fazenda Gemada – LO 016
valida até 09/07/2014, uma condicionante de regularização de Recursos Hídricos em um prazo de
180 dias a contar da emissão da licença .
COMENTÁRIOS DO AUDITOR
O Sistema de Gerenciamento SIGLA demonstra o status de Atendido, quando na realidade não
existe uma posição definitiva desta condicionante.
TIPO DA NÃO CONFORMIDADE
AUDITOR LÍDER
Não Conformidade - Menor
PRAZO MAX. PARA FECHAMENTO DA NC
RERESENTANTE DA ORGANIZAÇÃO.
AUDITOR
ALEX VERVUURT
FRANCISCO
NOGUEIRA
SANDRO BRESSAN
PINHEIRO
Preenchido pelo Bureau Veritas Certification
Preenchido pela ORGANIZAÇÃO
23-dez-10
Análise de Causa
Ação Corretiva
VERIFICAÇÃO DA AÇÃO
CORRETIVA
DATA
REPRESENTANTE DA ORGANIZAÇÃO
ACEITA ?
IMPLEMENTAÇÃO DA
AÇÃO CORRETIVA
AUDITOR
DATA
RESULTADO
Efetividade da ação corretiva foi aceita
A efetividade da ação corretiva deverá ser verificada na auditoria:
Manutenção
Especial
COMENTÁRIOS DE ACOMPANHAMENTO
VERIFICAÇÃO DA
EFETIVIDADE DA AÇÃO
CORRETIVA
AUDITOR
Enviar Resposta para: [email protected]
DATA
Revisão 06
Bureau Veritas Certification
Relatório de Não Conformidade (SF 02)
DATA
Preenchido pelo Bureau Veritas Certification
24/09/2010
ORGANIZAÇÃO
CA
FIBRIA CELULOSE S/A
CA 53117/60859
AUDITORIA
1ª Anual
PROCESSO
Meio Ambiente Florestal
NC Nº
FFN/03
NBR 14789-2007
PRINCIPIO 1 - CRITÉRIO 1.1
DESCRIÇÃO DA NÃO CONFORMIDADE / EVIDÊNCIA OBJETIVA E/OU REFERENCIA DOCUMENTAL
Não existe envio oficial do plano de manejo ao órgão ambiental, conforme requerido pela
condicionante 1.2 da RLO 002/2004
COMENTÁRIOS DO AUDITOR
Ultima Atualização do Plano de Manejo datada de 01/07/2010
TIPO DA NÃO CONFORMIDADE
AUDITOR LÍDER
Não Conformidade - Menor
PRAZO MAX. PARA FECHAMENTO DA NC
RERESENTANTE DA ORGANIZAÇÃO.
AUDITOR
ALEX VERVUURT
FRANCISCO
NOGUEIRA
SANDRO BRESSAN
PINHEIRO
Preenchido pelo Bureau Veritas Certification
Preenchido pela ORGANIZAÇÃO
23-dez-10
Análise de Causa
Ação Corretiva
VERIFICAÇÃO DA AÇÃO
CORRETIVA
DATA
REPRESENTANTE DA ORGANIZAÇÃO
ACEITA ?
IMPLEMENTAÇÃO DA
AÇÃO CORRETIVA
AUDITOR
DATA
RESULTADO
Efetividade da ação corretiva foi aceita
A efetividade da ação corretiva deverá ser verificada na auditoria:
Manutenção
Especial
COMENTÁRIOS DE ACOMPANHAMENTO
VERIFICAÇÃO DA
EFETIVIDADE DA AÇÃO
CORRETIVA
AUDITOR
Enviar Resposta para: [email protected]
DATA
Revisão 06
Bureau Veritas Certification
Relatório de Não Conformidade (SF 02)
DATA
Preenchido pelo Bureau Veritas Certification
24/09/2010
ORGANIZAÇÃO
CA
FIBRIA CELULOSE S/A
CA 53117/60859
AUDITORIA
1ª Anual
PROCESSO
Meio Ambiente Florestal
NC Nº
FFN/04
NBR 14789-2007
PRINCIPIO 1 - CRITÉRIO 1.1
DESCRIÇÃO DA NÃO CONFORMIDADE / EVIDÊNCIA OBJETIVA E/OU REFERENCIA DOCUMENTAL
Foi evidenciado que a Organização realizou a classificação de condicionantes de licença com
atividades a serem realizadas em campo como “Informativa” e devido a este fato não temos
evidencia dos atendimentos destas condicionantes. E.O: controle de nível da Barragem Licenças de
Todas as Barragens no ES.
COMENTÁRIOS DO AUDITOR
A Organização deve fazer a abrangência necessária sobre o problema.
TIPO DA NÃO CONFORMIDADE
AUDITOR LÍDER
Não Conformidade - Menor
PRAZO MAX. PARA FECHAMENTO DA NC
RERESENTANTE DA ORGANIZAÇÃO.
AUDITOR
ALEX VERVUURT
FRANCISCO
NOGUEIRA
SANDRO BRESSAN
PINHEIRO
Preenchido pelo Bureau Veritas Certification
Preenchido pela ORGANIZAÇÃO
23-dez-10
Análise de Causa
Ação Corretiva
VERIFICAÇÃO DA AÇÃO
CORRETIVA
DATA
REPRESENTANTE DA ORGANIZAÇÃO
ACEITA ?
IMPLEMENTAÇÃO DA
AÇÃO CORRETIVA
AUDITOR
DATA
RESULTADO
Efetividade da ação corretiva foi aceita
A efetividade da ação corretiva deverá ser verificada na auditoria:
Manutenção
Especial
COMENTÁRIOS DE ACOMPANHAMENTO
VERIFICAÇÃO DA
EFETIVIDADE DA AÇÃO
CORRETIVA
AUDITOR
Enviar Resposta para: [email protected]
DATA
Revisão 06
Bureau Veritas Certification
Relatório de Não Conformidade (SF 02)
DATA
Preenchido pelo Bureau Veritas Certification
24/09/2010
ORGANIZAÇÃO
CA
Fibria Celulose S/A
CA 53117/60859
AUDITORIA
1ª Anual
PROCESSO
Produzir e Suprir Madeira
NBR 14789-2007
NC Nº
MPG/01
PRINCIPIO 1 - CRITÉRIO 1.3
DESCRIÇÃO DA NÃO CONFORMIDADE / EVIDÊNCIA OBJETIVA E/OU REFERENCIA DOCUMENTAL
Não foi disponibilizado local adequado para lavar mãos e olhos, conforme estabelece o FISPQ de produtos
armazenados no Depósito de Produtos Químicos (Fertilizantes) e documento Fíbria Análise Prevencionistas
Atividades (APA), n° D.V.07-2009, no item 2.2.4, o qual estabelece: "Disponibilizar fonte de água para lavar as
mãos e olhos após contato com produto ou em caso de acidente".
COMENTÁRIOS DO AUDITOR
Funcionário de depósito com produtos químicos (fertilizantes) do Viveiro Aracruz manipula produtos com EPI´s,
no entanto, em caso de acidentes, não há local adequado para lavar mãos e olhos, conforme estabelece FISPQ
de produtos e documento Fíbria.
TIPO DA NÃO CONFORMIDADE
AUDITOR LÍDER
Não Conformidade - Menor
PRAZO MAX. PARA FECHAMENTO DA NC
RERESENTANTE DA ORGANIZAÇÃO.
AUDITOR
Alexander Vervvurt
MARIA AUGUSTA
GODOY
Sandro Bressan Pinheiro
Preenchido pelo Bureau Veritas Certification
Preenchido pela ORGANIZAÇÃO
23-dez-10
Análise de Causa
Ação Corretiva
VERIFICAÇÃO DA AÇÃO
CORRETIVA
VERIFICAÇÃO DA
EFETIVIDADE DA AÇÃO
CORRETIVA
DATA
REPRESENTANTE DA ORGANIZAÇÃO
ACEITA ?
AUDITOR
DATA
RESULTADO
Efetividade da ação corretiva foi aceita
A efetividade da ação corretiva deverá ser verificada na auditoria:
Manutenção
VERIFICAÇÃO DA
EFETIVIDADE DA AÇÃO
CORRETIVA
Especial
COMENTÁRIOS DE ACOMPANHAMENTO
AUDITOR
Enviar Resposta para: [email protected]
DATA
Revisão 06
Download

Notas do Auditor - bureau veritas certificação