ASSOCIAÇÃO DE FABRICANTES PARA
A INDÚSTRIA AUTOMÓVEL
Este suplemento comercial faz parte integrante do Jornal de Notícias de 11 de abril de 2014 e não pode ser vendido separadamente
Fabricantes de componentes para a
INDÚSTRIA AUTOMÓVEL
Produz-se em Portugal, componentes para a quase totalidade
dos modelos automóvel fabricados na Europa, a que acresce
uma penetração razoável nos mercados Norte e Sul-americanos.
Representa quase 5% do PIB nacional e 10% das exportações,
com um potencial de crescimento e inovação que lhe é reconhecido
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PRETTL Adion Portuguesa, Lda
Lugar do Feixeiro
Rua dos 5 Caminhos
4780-382 Santo Tirso
Portugal
Tel. : 252 830 310
E-mail : [email protected]
Internet : www.prettl.com
2
INDÚSTRIA PORTUGUESA DE COMPONENTES PARA AUTOMÓVEIS
Desenvolvimento
de tecnologia
Potencial
em
crescimento
A Indústria de
Componentes para
Automóveis instalada
em Portugal constitui-se
como um emblemático
cluster da indústria
transformadora nacional.
Agrega cerca de 200
empresas, com um
volume de emprego direto
na ordem das 42 000
pessoas
Apesar dum mercado europeu em
quebra, as empresas da indústria
automóvel em Portugal têm-se
desenvolvido bem, graças a:
• Boa capacidade de adaptação da mãode-obra
• Cooperação entre empresas,
universidades e centros de I&D
• Competências técnicas e certificação
ao nível da gestão da qualidade
• Historial exportador
• Localização privilegiada de entrada e
saída para outros mercados, fora da UE
D
istribui-se por diferentes códigos de
atividade, pelo que, estatisticamente,
é difícil a perceção da representatividade do setor.
Fatura, no presente, mais de sete mil milhões
de euros, com uma quota de exportação de 80%,
sendo de referir o mercado alemão como o de
maior expressão, seguido do espanhol e do
francês. Não está, portanto, intrinsecamente
dependente das linhas de montagem automóvel
implantadas em Portugal, embora elas se constituam sempre como clientes estratégicos.
É possível afirmar que se produz em Portugal
componentes para a quase totalidade dos modelos de automóveis fabricados na Europa, a que
acresce uma penetração razoável nos mercados
norte e sul-americanos.
Seria exaustivo e impraticável listar a panóplia dos componentes fabricados em território
nacional, mas meramente a titulo de exemplo,
identifica-se a produção de pneus, volantes de
direção, autorrádios, caixas de velocidade, baterias, módulos de carroceria, cablagens, assentos,
capotas rebatíveis, compressores do ar condicionado, vidros, molas, tecidos e capas nos mais
variados materiais, moldes, peças produzidas
pelos processos de fundição, estampagem, injeção de polímeros e tantos, tantos mais.
A indústria de componentes desenvolve-se
e ganha corpo desde 1960, há 50 anos, portanto.
continua, nos dias de hoje, a investir, a crescer, representando seguramente a indústria
A INDÚSTRIA DE
COMPONENTES
CONTINUA A
EXPANDIR-SE,
SOBRETUDO
ATRAVÉS DO
DINAMISMO
DAS UNIDADES
INSTALADAS,
QUE ARRASTAM
UM CONJUNTO
ALARGADO DE
SUBFORNECEDORES
transformadora que agrega as melhores tecnologias através de processos de vanguarda do mercado mundial, tendo, ainda, forte e importante
capacidade de desenvolvimento de produto.
A indústria de componentes continua a
expandir-se, sobretudo através do dinamismo das unidades instaladas, que arrastam um
conjunto alargado de subfornecedores, cuja
importância no tecido industrial português não
é despicienda.
É ainda um setor que investiga, em parcerias
com inúmeras universidades de engenharia
portuguesas e que apresenta elevadas taxas de
formação dos seus ativos, com um inequívoco
aumento dos conhecimentos e sua realização
profissional. Em conclusão, representando quase 5% do PIB nacional e 10% das exportações,
com o potencial de crescimento e inovação que
lhe é reconhecido, o setor de produção de componentes para a indústria automóvel deverá ser
tido como estratégico e determinante no tecido
industrial português.
A indústria de componentes em
Portugal tem forte potencial de
crescimento, por:
• Aumento da penetração no mercado
espanhol
• Previsto crescimento do mercado
espanhol
• Maior incorporação nacional dos
veículos fabricados em Portugal
• Próximos modelos a ser lançados pelos
construtores aqui presentes
• Novo investimento direto estrangeiro
em Portugal, que crie novos mercados
• Ascensão na cadeia de valor, associada
ao fornecimento de sistemas e
módulos
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Dá suporte à
globalização da
empresa
Reduz o custo total de
propriedade (TCO)
Mais valia de
resultados
a curto prazo
Infor Automotive, agora na cloud
Melhoria na
segurança
go.infor.com/cloudsuite-automotive
Copyright ©2014 Infor. All rights reserved.
3
A. HENRIQUES
Experiência
do passado
é fundamental
A
A. HENRIQUES começou há
cerca de 70 anos a dedicar-se ao
fabrico de artefactos de borracha, evoluindo posteriormente
para o desenvolvimento de artigos técnicos
destinados às indústrias do automóvel, electrodomésticos, esquentadores e caldeiras,
caixilharia de alumínio, águas e saneamento
e outras aplicações onde estes produtos têm
importância relevante.
Com certificações ISO-9001:2008 e ISO TS
16949 a A. HENRIQUES utiliza todo o tipo de
elastómeros (EPDM, NBR, Silicone, Viton,
EPDM, PP, etc.) nos seus métodos de produção
por extrusão, injeção e compressão estando
habilitada para a vulcanização borracha/
metal.
O grande objetivo da A. HENRIQUES é a procura de soluções tecnológicas que permitam
satisfazer as necessidades dos seus clientes e,
ao mesmo tempo, reduzir os custos de forma
eficaz através da modernização e da inovação.
Na vanguarda da tecnologia, a A. HENRIQUES
dá continuidade a uma tradição de segurança,
qualidade e fiabilidade que vem desde a sua
fundação, há mais de um século.
O GRANDE OBJETIVO DA A. HENRIQUES
É A PROCURA DE SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS QUE PERMITAM SATISFAZER AS
NECESSIDADES DOS SEUS CLIENTES E,
AO MESMO TEMPO, REDUZIR OS CUSTOS
DE FORMA EFICAZ ATRAVÉS
DA MODERNIZAÇÃO E DA INOVAÇÃO
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AFIA
Porta-voz
dos fornecedores
MISSÃO
AFIA – Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel é a Associação portuguesa
que congrega e representa, nacional e internacionalmente, os fornecedores para a indústria
automóvel.
VISÃO
Dinamizar a competitividade das indústrias ligadas ao setor:
• sendo o seu porta-voz junto das autoridades industriais e públicas e os média, tanto
em Portugal como no estrangeiro;
• estabelecendo encontros que permitam a troca de informação e o estreitamento de
relações entre os vários parceiros envolvidos;
• fomentando atividades com vista ao aumento de competência e apoiando a internacionalização das empresas.
HISTÓRIA
1979 – Fundação da AFIA, como Associação sem fins lucrativos
1979 – Membro da CLEPA – European Association of Automotive Suppliers, sediada em Bruxelas
1999 – Cofundador do CEIIA – Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel
2009 – Parceiro do Polo de Competitividade das Indústrias da Mobilidade
2011 – Membro da CIP – Confederação Empresarial de Portugal
FICHA TÉCNICA
Publicação da Unidade de Soluções Comerciais Multimédia da Controlinveste Media • Coordenação e Edição LARA
LOUREIRO • Textos HÉLDER PEREIRA • Fotos D.R. • Publicidade PAULO PEREIRA DA SILVA (diretor comercial de
imprensa), JOÃO OLIVEIRA (diretor de vendas), JOSÉ PACHECO e JOAQUIM MANUEL (gestores de conta)
Design e Coordenação de Arte SOFIA SOUSA • Paginação CRIATIVOS PORTO
4
A certificação
no setor automóvel
O setor automóvel tem-se revelado, ao longo dos anos, um benchmark na área
da qualidade, no controlo exercido sobre a sua cadeia de fornecimento
D
e outra forma, e tendo em conta o
crescimento exponencial, até 2008,
das unidades produzidas mundialmente, não seria possível ter veículos com o nível de desenvolvimento que hoje
estes nos conseguem oferecer.
Tendo presente a complexidade do
produto automóvel, facilmente podemos
chegar a uma variedade infindável de materiais/produtos/tecnologias (metal, têxtil, polímeros, componentes elétricos/
/eletrónicos, software, hardware, etc.). Para,
no final conseguir um veículo à medida de cada cliente, seguro, fiável, cumprindo todos os
regulamentos a nível global, eficiente ambientalmente, com assistência técnica garantida e
finalmente com um custo competitivo, requer
dos seus criadores/produtores, entre outras
coisas um controlo muito apertado dos seus
fornecedores diretos e de toda a cadeia de fornecimento que contribui para o resultado final.
A ISO/TS 16949: 2008, assente na ISO 9001: 2008,
foi a resposta por parte da IATF (contrutores e
associações de indústria automóvel norte americanas e europeias) para responder ao seu ob-
jetivo primordial de fornecer um “framework”
de sistemas de gestão da qualidade que providenciem a melhoria contínua, reforçando a
sua componente de prevenção do defeito, de
redução da variabilidade e do desperdício em
toda a cadeia de fornecimento. Esta norma é
sempre aplicada em conjunto com os requisitos
específicos de cada cliente.
Quando se fala em qualidade, não é só a relacionada com “bom” produto, inclui igualmente
o cumprimento do prazo de entrega, a manutenção de um processo de fabrico sustentável,
por forma a garantir um determinado custo de
fabrico. Logo, deveremos ter sistemas que implementem políticas e procedimentos que consigam
conduzir-nos com sucesso a este trinómio.
A IATF pretende conseguir a implementação
dos objetivos atrás referidos em toda a cadeia de
fornecimento da indústria automóvel, que mudou radicalmente a geografia do mapa dos seus
fornecedores. Quando há 20 anos assistíamos
a um painel centrado na Europa e EUA, agora
temos dois terços destas empresas situadas na
região Ásia/Pacífico, dando lugar a uma globalização das fontes de fornecimento. A aplicação da
IATF PRETENDE
CONSEGUIR A
IMPLEMENTAÇÃO
DOS OBJETIVOS EM
TODA A CADEIA DE
FORNECIMENTO
DA INDÚSTRIA
AUTOMÓVEL
ISO/TS a nível global ajudou significativamente
a esta globalização. No entanto, a IATF espera
ainda mais deste esquema de certificação. Em
outubro do ano passado, publicaram uma nova
versão das regras que regem a certificação das
organizações, de acordo com a ISO/TS 16949, que
teve em consideração algumas preocupações
que com estas novas regras querem ver ultrapassadas. Querem, em suma, “subir a fasquia”.
A preocupação central está no (nem sempre)
alinhamento entre a certificação de uma organização e o desempenho desta para o seu cliente.
Não mais será a conformidade com requisitos o
ponto central de uma auditoria, mas sim o desempenho da organização para os seus clientes e
a capacidade de o melhorar continuamente. Esta
indústria corresponde a uma operação logística
de dimensões gigantescas, pelo que qualquer
ineficiência na cadeia de fornecimento de um
veículo, para além do problema de qualidade
que possa estar envolvido, pode ter um impacto
financeiro de proporções elevadas, pelo que a
prevenção destas situações é primordial. Recordar as operações de Recall no após-venda.
Por último, com a gestão centralizada que
existe por parte da IATF, esta tem a informação e
o controlo de todas as atividades de certificação
que se fazem a nível global por qualquer organismo de certificação acreditado. As regras são
de aplicação global. Ao contrário do que alguns
pensam, este esquema não tem exceções e não
entra em consideração nenhuma conjuntura
local, nacional ou regional, pelo que a sua aplicabilidade pretende-se que seja todos os dias
total, em qualquer parte do mundo.
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5
ETMA METAL PARTS
VDA QMC
Preços
competitivos
Desenvolvimento
dos sistemas de gestão
da qualidade
N
as suas instalações em Braga, a
ETMA Metal Parts receberá brevemente um equipamento único
na península Ibérica, considerado
o mais eficiente do mundo nas máquinas de
formação e estampagem automática – a nova
BIHLER GRM NC.
É de longa data (mais de 40 anos) esta relação
entre a Bihler e a ETMA, sendo em Portugal a
empresa com mais equipamentos instalados.
A equipa de projeto da ETMA já terminou a
formação e treinamento em Fussen, na Alemanha, e estão já de partida as equipas de produção e de fabrico de ferramentas.
Com este forte investimento, a ETMA abraça
o futuro das mudanças rápidas de ferramentas
e da sua redução de custos, assim como da pro-
dução altamente flexível e eficiente, mesmo
em tamanhos de lotes pequenos e claro com
garantia da alta qualidade.
A Bihler GRM-NC é totalmente comandada
numericamente e tem ainda uma unidade
numérica extra de posicionamento automático
dos carros no corpo da máquina, que permite
que as posições dos carros modulares possam
ser ajustadas radial e de forma linear, simplesmente pressionando um botão.
A ETMA METAL PARTS já se apresenta como
caso único na Europa pela diversidade dos
seus 10 processos produtivos integrados, tendo
como objetivo satisfazer os seus clientes com a
melhor solução, rapidez, qualidade e a preços
competitivos num mercado global de fornecimento de componentes metálicos.
COM ESTE FORTE INVESTIMENTO,
A ETMA ABRAÇA O FUTURO DAS
MUDANÇAS RÁPIDAS DE FERRAMENTAS
E DA SUA REDUÇÃO DE CUSTOS, ASSIM
COMO DA PRODUÇÃO ALTAMENTE
FLEXÍVEL E EFICIENTE
A
VDA QMC foi criada pelos construtores automóveis alemães
e seus fornecedores em agosto
de 1997. Os papéis e as responsabilidades assumidos pela VDA QMC são
variados, sendo o seu principal foco o desenvolvimento dos sistemas de gestão da
qualidade na Indústria Automóvel. É constituída por Diretores de Gestão da Qualidade
de todas as OEM automóveis e por igual
número de Diretores Executivos dos seus
fornecedores.
Composta por 30 grupos de trabalho,
incluindo mais de 400 especialistas das
OEM e fornecedores da Indústria Automóvel, desenvolve normas e participa no
organismo internacional IATF, criado com
o objetivo de harmonizar e aplicar essas normas a nível mundial.
Para o mercado português, o representante
oficial da VDA QMC é a OPCO – Operational Consulting, Lda., situada em Palmela, Setúbal.
COMPOSTA POR 30 GRUPOS DE TRABALHO, INCLUINDO MAIS DE 40 ESPECIALISTAS DAS OEM E FORNECEDORES DA
INDÚSTRIA AUTOMÓVEL, DESENVOLVE
NORMAS E PARTICIPA NO ORGANISMO
INTERNACIONAL IATF
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6
AIS Automotive Interior Systems Portugal, Lda
A AIS tem apresentado
excelentes resultados
económicos
A
AIS Automotive Interior Systems
Portugal, Lda. é uma empresa de injeção de componentes plásticos para
as viaturas automóveis e pertence ao
Grupo Alemão AIS, com sede em Niedernberg,
que é um parceiro industrial importante para
um dos principais fabricantes europeus do setor
Automóvel, o Grupo Volkswagen.
O Grupo AIS tem unidades fabris, além de
Portugal, na República Checa e na Rússia e ainda possui departamentos de Desenvolvimento
de Projeto e Central de Vendas sediados na Alemanha. Esta unidade industrial está sediada no
Alentejo, mais concretamente, em Montemor-oNovo desde 2008 e dos componentes plásticos que
fabrica entrega na Autoeuropa os porta-luvas,
consola central, cobertura traseira da bagageira, entre outros, para as viaturas Sharan, Eos e
Scirocco; para Navarra e África do Sul envia os
porta-luvas do Polo e para a VW na Alemanha
entrega coberturas do apoio-de-braço, coberturas
da coluna de direção, entre outros, para o Golf
Cabrio e o VW Touran.
Importa salientar que, em 2012, incluiu no
seu leque de clientes o Grupo Faurecia e a JCI, o
que tem ajudado a empresa AIS Portugal a obter
excelentes resultados económicos, apesar da
recessão económica que o País está a atravessar,
possibilitando, assim, a criação de cerca de centena e meia de postos de trabalho e contribuindo
no combate ao forte desemprego do concelho de
Montemor.
INFOR
Especialistas
em software
de gestão
para o setor
da indústria
automóvel
IMPORTA SALIENTAR QUE, EM 2012,
INCLUIU NO SEU LEQUE DE CLIENTES
O GRUPO FAURECIA E A JCI O QUE TEM
AJUDADO A EMPRESA AIS PORTUGAL
A OBTER EXCELENTES RESULTADOS
ECONÓMICOS
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Automotive Interior
Systems Portugal, Lda.
A AIS Portugal é uma empresa do ramo
automóvel que produz peças plásticas
para o interior dos veículos automóveis.
Estamos situados em Montemor-o-Novo
e a nossa localização geográfica permite
um fácil e rápido acesso à auto-estrada
A6. Actualmente, a unidade fabril dispõe
de um parque de 15 máquinas de injecção
de plástico (com duas áreas de montagem
de componentes associadas) e uma área
de flocagem de peças. A área de injecção
é composta em dois grupos: o grupo de
máquinas Engel composto por 9 máquinas
de 1500T até 50T e o grupo de máquinas
Arburg composto por 6 máquinas de 75T a
70T. Apesar do bom volume de vendas, a boa
performance destas máquinas de injecção
permite ter uma capacidade disponível de
15% no grupo de máquinas Engel e de
45% no grupo de máquinas Arburg. A área
de flocagem (processo que consiste em
revestir as peças plásticas com minúsculas
partículas de fibra) está neste momento a
efectuar o revestimento dos porta-luvas da
VW Sharan. Esta área da unidade fabril
está de momento com uma capacidade de
cerca de 50%.
Na Infor, com mais de 12 000
funcionários em mais de 160
países, “somos especialistas em
software de gestão para o setor da
indústria automóvel”, oferecendo
uma solução completa que abrange
o Business Intelligence, com
atualização em tempo real, EDI
totalmente integrado na solução,
com conceito de trading partners;
tudo com a mesma experiência de
utilizador em qualquer terminal
(smartphone, tablet, laptop, etc.);
inclui gestão de manutenção
sincronizada com a produção,
gestão de qualidade ou gestão
da cadeia de fornecimento,
permitindo visibilidade e controlo
de todos os processos de negócio
com fornecedores. As soluções
contemplam a gestão de exceções,
workflows e colaboração contextual,
numa estrutura modular que
permite implementações e
atualizações parciais sem afetar
o resto do sistema, facilitando
assim a contínua incorporação de
melhorias.
“Destacamos que toda esta suite está
disponível por assinatura na cloud
através de Amazon Web Services
(AWS), com um software atraente de
detalhada funcionalidade setorial e
um modelo flexível por subscrição
que reduz significativamente o
investimento inicial em tecnologias
de informação”, refere a direção.
UM SOFTWARE
ATRAENTE DE
DETALHADA
FUNCIONALIDADE
SETORIAL E
UM MODELO
FLEXÍVEL
7
Prettl:
10 anos em Portugal
A Prettl Adion
Portuguesa, sediada
em Santo Tirso, é uma
empresa especializada
em funções de pequena
iluminação para a
Indústria Automóvel
C
riada em 2004, a empresa nasce na
continuidade da estratégia de expansão no estrangeiro do Grupo Prettl.
O que é hoje o Grupo Prettl, nasce em
1953 pela mão do sr. eng.º Franz Prettl, o qual
possuía uma empresa de metalomecânica em
Pfullingen, a sul de Estugarda na Alemanha.
O Grupo foi crescendo de maneira sustentada,
mas sempre com uma visão de diversificação, de
forma a não depender apenas de um determinado setor de mercado. Hoje, o grupo possui 33
empresas divididas pelo mundo com cerca de
7200 colaboradores, atuando em sectores como
o automóvel (cerca de 50% das vendas), o eletrodoméstico, a eletrónica, o consumo ou a energia.
Até 1972, a atividade centrava-se essencialmente na metalomecânica, trabalhando com
clientes de renome como a Bosch, por exemplo.
Nesse ano, o portfolio é alargado para o fabrico
de bobinas e eletromagnetos; esse foi o passo que
permitiu cimentar de uma forma clara a posição
do grupo como fornecedor do setor automóvel.
Nos anos 70s e 80s, a atividade diversificou
também para o fornecimento de cablagens e
sensores, o que permitiu trabalhar regularmente com integradores de sistemas de renome e
diversos construtores automóveis. Esta relação
perdura até hoje. O setor de eletrodomésticos
começou com o fabrico de máquinas para cortar
legumes, com a marca METEOR.
Nasce em 1978 o setor da energia com a aquisição da empresa de geradores ENDRESS.
Em 1982, é criado o setor de Consumo com a
aquisição da empresa BERNAL, a qual está especializada em sistemas de atuadores de portas.
Apesar de, nos anos 60, o grupo PRETTL
ter dado alguns passos em termos de interna-
cionalização, é nos finais dos anos 80 é que a
empresa começa a assumir-se realmente como uma multinacional. Em 1988, fundada a
PRETTL Electric Corp, em Greenville (SC), Estados Unidos. Com a queda da Cortina de Ferro, a
expansão focou-se nos países do leste Europeu,
tais como a Hungria, a Polónia ou a Ucrânia. Nos
anos 90 foi reforçado o “footprint” mundial com
o alargar da presença do Grupo em países como
a Coreia do Sul, México ou até mesmo Turquia.
O objectivo desta presença centrou-se sempre
em dois aspetos fundamentais: proximidade do
cliente e otimização de meios (custos de mão de
obra, presença de clusters, know-how,…)
Hoje, poderão também encontrar-se empresas do grupo em países tão variados como Marrocos, Rep. Checa, Japão, China ou Vietname.
A divisão de eletrónica nasce no ano 2000,
quando o grupo PRETTL decide adquirir a Bosch Telekom de Radeberg, na Alemanha. Desde
então, a construção de montagens complexas
de componentes eletrónicos tem sido um dos
pilares da consolidação da estrutura do grupo.
Em 2004, o grupo lança-se numa nova aventura: fornecimento de peças plásticas com elevados
requisitos de aspeto para o interior automóvel
e/ou com função de iluminação para o interior
e exterior de veículo. É assim criada a divisão
“Lighting and Interior” com empresas produtivas em Santo Tirso, Portugal; Bydgoszcz, Polónia
e Erd, Hungria.
Recentemente, a internacionalização tem sido intensificada com grandes projetos no México
e na Ásia, bem como no leste da Europa.
Pela histórica relação entre o Grupo Bosch e
o Grupo Prettl, decidiu a Prettl, em 2004, criar a
Prettl Adion Portuguesa, Lda. Era objetivo da
empresa desenvolver e produzir peças plásticas
de elevados padrões estéticos para o interior
do veículo.
A crise de 2008, que teve resultados devastadores em todas as empresas que trabalhavam
no sector automóvel, fez a Prettl Portuguesa
repensar o seu posicionamento de mercado e
o potenciar das suas mais-valias e elementos
diferenciadores. Foi nessas circunstâncias adversas que a Prettl Portuguesa optou por sair
da sua zona de conforto produtivo e lançar-se
no mundo da iluminação para o setor automóvel. Esta refocalização de mercado permitiu
que as vendas entre 2009 e 2013 tenham sido
multiplicadas em três vezes e meia, o que alte-
O GRUPO PRETTL ESTÁ ESPALHADO
UM POUCO POR TODO O MUNDO ATRAVÉS
DOS SEU REPRESENTANTES
Localização das empresas do Grupo Prettl
rou drasticamente o perfil e posicionamento
da empresa tanto a nível competitivo, como a
nível produtivo.
Hoje, a empresa fornece funções completas
para os construtores automóveis que passam
por piscas, terceira luz de stop traseira, refletores de para-choques, luzes de matrícula,
luzes de leitura de teto, entre outros. São
exemplo desses produtos, o pisca lateral de
espelho do Peugeot 508 ou do novo Nissan
Note, os quais são hoje produzidos a 100%
em Portugal.
A empresa anualmente exporta cerca de 92%
das suas vendas, com clientes essencialmente
europeus, os quais se dividem entre construtores
automóveis (Peugeot, Renault, SEAT, Mercedes,
Nissan, …) e alguns outros integradores das nossas funções para os construtores.
Hoje, a empresa labora com 132 colaboradores, usando tecnologias tão variadas como: injecção de termoplásticos, soldadura por ultrasom,
soldadura por vibração, tampografia, gravação
laser, metalização por vácuo, montagens (com
diversos níveis de automação), bem como garantia de qualidade de acordo com as diversas
normativas em vigor.
A qualidade e o envolvimento dos recursos
humanos têm tido um papel preponderante
para o crescimento da empresa. Apesar de a conjuntura mostrar-se de uma forma geral incerta,
têm os colaboradores sabido participar nesta
vontade de crescer e implementar soluções e
tecnologias necessárias à realização de produtos
tão específicos e técnicos como os produzidos
em santo Tirso.
Por outro lado, têm-se feito parcerias com
institutos e escolas locais, no sentido de poder
potenciar a alunos o contacto com a realidade
industrial, bem como no sentido de partilhar
experiências e vivências para poder aproximar a escola das necessidades sentidas pelas
empresas.
Estão também em fase de análise desenvolvimentos de novas tecnologias “made in Portugal” para poder introduzir no mercado novas
funções de reflexão de luz ou de revestimento
de peças.
Em 10 anos, a empresa refocalizou o seu mercado, ultrapassou uma crise económica e está
hoje mais motivada e sólida para ultrapassar os
desafios vindouros. Obrigado.
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