Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
Unidade Central de Gestão
de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade
em Cirurgia Programada
Ano 2013
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
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Documento/Arquivo
Título
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
Data
17 de Outubro de 2014
Nome do ficheiro e versão
UCGIC TL 20141017 Rel_Ativ_Cir_Prog TP 2013 VE3
Localização na pasta
Z:\06
partilhada
Relatórios\13
BI\INDICADORES\02
Rel
SIGIC\03
anuais\2013\Relatorio
Indicadores
TP
e
e
NM
2013\UCGIC TL 20141017 Rel_Ativ_Cir_Prog TP 2013
VE3.docx
Data da última atualização
17-10-2014
Registo de Alterações
Versão
Data
VE1
30-05-2014
VE2
04-06-2014
VE3
17-10-2014
Autores
Coautores
Revisores
Pedro Gomes
Aprovação
Pedro Gomes
Tânia Luis
Pedro Gomes
Ana Ferreira
Tânia Luis
Miriam Viegas
Pedro Gomes
Ana Ferreira
Tânia Luis
Miriam Viegas
Pedro Gomes
Pedro Gomes
Distribuição do Documento
Nome
Organização
Fernando Leal da Costa
MS
Alexandre Lourenço
ACSS, IP
Secretário de Estado Adjunto do
Ministro da Saúde
Vogal CD
Ricardo Mestre
ACSS, IP
Diretor DPS
Pedro Gomes
ACSS, IP
Coordenador Nacional do SIGIC
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Cargo/Responsabilidade
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Programada Oncológica (NM) – Ano
2013
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SÚMARIO EXECUTIVO
SUMÁRIO EXECUTIVO
O Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia (SIGIC) foi criado em 2004 com o
objetivo de melhorar, de forma sustentável, o acesso aos cuidados de saúde na área cirúrgica
no Serviço Nacional de Saúde (SNS). Visa ainda promover o respeito pelos direitos dos utentes.
Faz parte também do âmbito do SIGIC a observância dos princípios da qualidade e boa gestão
em saúde e governação clínica, por forma a garantir eficiência e eficácia, contribuindo desta
forma para a sustentabilidade do sistema.
A informação disponibilizada neste relatório decorre diretamente dos dados registados nos
Sistemas de Informação Hospitalar (SIH) que transitam por processos automáticos para uma
base de dados central. Traduzem a atividade normal dos hospitais, quer no que respeita à
consulta e registo de utentes para cirurgia, quer no que respeita ao registo da atividade
cirúrgica.
Os próximos gráficos apresentam os resultados da procura nos últimos oito anos, quer no que
respeita a episódios entrados (inscrições para cirurgia no período de um ano), quer a episódios
a aguardar cirurgia (LIC), a 31 de Dezembro de cada ano.
Gráfico 1 – País: Evolução das Entradas, de LIC e da mediana do TE da LIC (meses) desde 2006 até 2013
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SÚMARIO EXECUTIVO
A procura de cuidados cirúrgicos, avaliado através da inscrição de novos episódios em lista de
inscritos para cirurgia (entradas), cresceu continuamente desde que é efetuada uma medição
sistematizada. O crescimento, face ao ano de 2012, é de 3,2% e face a 2006 é 42,5%, situandose acima de 644 mil entradas, no ano de 2013.
A lista de inscritos para cirurgia (LIC) que representa o acumulado de episódios a aguardar
cirurgia, em 2013 cresceu 5,6%, no global das patologias, face ao período homólogo anterior.
Tendo a mediana do tempo de espera (TE) da LIC diminuído 4,5% face a 2012 e 58,9% face a
2006.
A tabela que se segue apresenta os indicadores da procura distribuídos por Administração
Regional de Saúde (ARS), para o ano de 2013.
Tabela 1 – ARS: Resultados da procura em 2013
Em 2013 o número de entradas aumentou em todas as ARS, face a 2012, sendo esse aumento
mais significativo na ARS do Algarve e Alentejo com 6,2% e 5,3%, respetivamente. Este maior
crescimento, nestas regiões é compreensível, se tivermos em conta o atraso de resposta às
populações (o número de entradas é um indicador que manifesta a falta de acesso aos
cuidados de saúde) que apresentam relativamente às restantes regiões, como se pode verificar
no número de entradas por 1.000 habitantes.
O aumento do número de utentes a aguardar cirurgia é uma tendência que se verifica também
em todas as ARS, mas mais acentuado na ARS do Algarve com um aumento de 13,5%, face a
2012. A diminuição da mediana do tempo de espera da LIC, face a 2012, apenas não se verifica
na ARS do Alentejo, onde se verificou um ligeiro aumento (mais nove dias) e na ARS Norte que
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SÚMARIO EXECUTIVO
manteve o valor de 2012. A ARS Norte continua a ser a região com menor mediana do TE da
LIC.
O próximo quadro representa o acesso da população residente, nas várias ARS e os vários
distritos.
Gráfico 2 – ARS: Evolução das entradas por 1000 habitantes por ARS e distrito de residência em 2006, 2012 e 2013
Pode observar-se que a distribuição do acesso, medida pela inscrição de utentes em lista, não
é homogénea no país, observando-se diferenças entre distritos na ordem de 1 para 2, com os
piores resultados no Algarve e Baixo Alentejo e os melhores no Porto, Braga e Coimbra.
Não obstante, a evolução verificada é favorável entre 2006 e 2013.
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SÚMARIO EXECUTIVO
Os gráficos que se seguem apresentam os indicadores de oferta em cirurgia programada,
desde de 2006 até 2013.
Gráfico 3 – País: Evolução da produção cirúrgica desde 2006 até 2013
Constata-se que o número de operados tem vindo a crescer, sendo esse aumento, em 2013 de
57,6%, face a 2006 e de 1,9%, face a 2012.
No número de operados nos hospitais de destino (HD), maioritariamente hospitais
convencionados, em 2013 registou-se uma diminuição de 40,7%, face ao ano anterior.
A produção realizada em hospitais do SNS, enquanto hospitais de destino, apenas representa
1,5% dos episódios cirúrgicos em todos os HD.
O expurgo diminuiu 5,9%, face a 2012, sendo o principal motivo para a saída da lista a
desistência do utente.
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SÚMARIO EXECUTIVO
A tabela seguinte apresenta os indicadores de oferta em cirurgia programada nas diversas
regiões no ano de 2013.
Tabela 2 – ARS: Resultados da oferta em 2013
Pode-se observar que a variação dos episódios cirúrgicos diminuiu nas ARS do Centro e do
Algarve, face a 2012. Contudo, se considerarmos os episódios cirúrgicos padrão (ajustados à
complexidade cirúrgica) verificamos que apenas existe diminuição ao nível da ARS Algarve.
No que concerne à média do tempo de espera dos episódios cirúrgicos esta diminuiu nas ARS
de Lisboa e Vale do Tejo (LVT) e Alentejo face a 2012.
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SÚMARIO EXECUTIVO
A próxima tabela apresenta indicadores de qualidade como a percentagem de episódios em
lista de inscritos para cirurgia (LIC) e operados prioritários, com tempo de espera (TE) superior
ao tempo máximo de resposta garantido (TMRG)1 e saídas.
Gráfico 4 – País: Evolução dos indicadores de qualidade desde 2006 até 2013
Um indicador relevante de qualidade é a percentagem de inscritos que ultrapassaram os
tempos máximos de resposta garantidos para as respetivas prioridades. Este indicador tem
vindo a melhorar e em 2013 verificou-se uma redução de 15,3%, face a 2012 e 65,3%, face a
2006.
Já em relação aos doentes com neoplasias malignas (NM), embora exista uma melhoria em
relação a 2006, em comparação com 2012 verificou-se um aumento da percentagem de
doentes que ultrapassam os TMRG.
1
Os tempos máximos de resposta garantidos (TMRG) por nível de prioridade clínica (P): P1-Geral – 270 dias; P1-NM – 60 dias; P2Geral – 60 dias; P2-NM – 45 dias; P3 – 15 dias; P4 – 3 dias.
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SÚMARIO EXECUTIVO
O próximo gráfico apresenta a distribuição dos episódios com Nota de Transferência /Vale
Cirurgia (NT/VC) emitidos, durante o ano de 20132.
Gráfico 5 – País: Indicadores de transferência em 2013
Em 2013 66.687 episódios tiveram NT/VC emitidos, dos quais 41,4% foram recusados, o que
corresponde a um comportamento habitual, em que o utente por razões diversas prefere ficar
no seu hospital de origem. Em 31 de dezembro de 2013 estavam em posse de NT/VC 9.181
utentes que não tinham ainda decidido sobre a transferência. Dos NT/VC emitidos e cativados
em 2013 foram realizadas 13.314 cirurgias e 1.231 episódios devolvidos ao HO, sem cirurgia
realizada no HD.
2
Este gráfico refere-se exclusivamente a NT/VC emitidos em 2013, isto é, um utente com NT/VC emitido em 2012 e operado em
2013 não foi tido em conta nos valores apresentados neste mapa.
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SÚMARIO EXECUTIVO
Na tabela seguinte, observam-se os indicadores, entradas, lista de inscritos para cirurgia e
operados, do ano de 2013 e respetiva variação homóloga, distribuídos pelos grupos de
serviço3.
Tabela 3 – Grupo de serviço: Resultados da oferta em 2013
Em relação aos tempos de espera (TE) para cirurgia, os grupos de serviço de
Ginecologia/Obstetrícia e Cirurgia Pediátrica, destacam-se com medianas de TE da LIC de 1,67
e 2,07 meses respetivamente. Os grupos de Neurocirurgia e Cirurgia Plástica / Dermatologia
são as que apresentam mais utentes que já ultrapassaram o seu tempo máximo de espera para
a prioridade, com 24,1% e 21,5% respetivamente.
3
Os grupos de serviços agregam serviços/unidades funcionais a fim de concentrar as propostas cirúrgicas em grupos homogéneos
em que as especialidades médicas e cirúrgicas se juntam.
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SÚMARIO EXECUTIVO
A tabela seguinte apresenta um conjunto de indicadores, relativos ao ano de 2013, distribuídos
pelos vários grupos nosológicos4, não oncológicos.
Tabela 4 – Grupos Nosológicos – Não oncológicos: Resultados da oferta em 2013
Os grupos nosológicos não oncológicos, com mais utentes em LIC, são os grupos de
procedimentos em ossos, tecidos moles e articulações e doença dos olhos e anexos. No
entanto, estes também são os grupos cujos procedimentos são os mais realizados.
As principais conclusões sintetizam-se nos seguintes pontos:
1. A gestão da atividade cirúrgica, através do modelo do SIGIC, permitiu nos últimos oito
anos uma significativa melhoria no acesso, bem refletida na mediana de espera dos
inscritos que passou de sete meses para três meses.
4
Os grupos nosológicos agrupam os episódios de acordo com a patologia e os procedimentos cirúrgicos que estes encerram,
tendo em conta as grandes regiões anatómicas e patologias/procedimentos mais frequentes, estabelecendo desta forma um
conjunto abrangente e compreensível para leitores não especializados.
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SÚMARIO EXECUTIVO
2. As grandes variações surgem até 2010, sendo que a partir desse momento o sistema
tende a estabilizar, fruto essencialmente da grande diferença entre os tempos de
espera médios observados (cerca de três meses) e os tempos máximos de resposta
garantida (cerca de nove meses). As diferenças citadas condicionam o acesso dos
utentes à possibilidade de escolha e à consequente concorrência entre instituições;
3. Analisando as diversas regiões, no que respeita aos tempos de espera, é a Região
Norte que se encontra melhor colocada e o Algarve que apresenta os piores
resultados;
4. Um aspeto importante relativo ao acesso prende-se com as assimetrias regionais
observadas que apesar de terem vindo a melhorar, ainda apresentam diferenças de
1:2;
5. A produção cirúrgica tem vindo a crescer significativamente, observando-se um
crescimento de 58% nos últimos oito anos e 2% em 2013, face a 2012. Este
crescimento na produção é transversal a todo o país, excetuando a região do Algarve;
6. A produção convencionada em hospitais privados ou sociais tem vido a decrescer
apresentado uma redução em 2013 de 41%, face a 2012. Esta situação deve-se à
combinação de dois fatores – TMRG muito elevados face às medianas observadas, e à
ação dos hospitais públicos face à recente responsabilização financeira pelos episódios
transferidos;
7. Na generalidade as diversas especialidades têm apresentado resultados mais
favoráveis no que respeita ao acesso. A especialidade em que se observam maiores
tempos de espera são as da Neurocirurgia, seguidas das da Ortopedia
No que se refere às patologias, são as doenças dos olhos (e em particular as cataratas) e as
patologias ortopédicas que maiores volumes de utentes representam. Os maiores tempos de
espera verificam-se nos episódios para cirurgia da obesidade, cirurgia da coluna e cirurgia de
lesões benignas da mama.
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Índice Geral
Índice Geral
1. INTRODUÇÃO .......................................................................................................................... 16
1.1. ENQUADRAMENTO ......................................................................................................... 16
1.2. RELATÓRIO ...................................................................................................................... 16
1.3. ORGANIZAÇÃO DO DOCUMENTO ................................................................................... 17
2. OBJETIVOS, MÉTODOS E INDICADORES .................................................................................. 20
2.1. OBJETIVOS ....................................................................................................................... 20
2.2. MÉTODOS E INDICADORES ............................................................................................. 21
3. ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS ................................................................................................... 36
3.1. PROCURA......................................................................................................................... 37
3.2. OFERTA ............................................................................................................................ 54
3.3. PROCESSO ....................................................................................................................... 74
3.4. TRANSFERÊNCIAS ............................................................................................................ 82
3.5. QUALIDADE ..................................................................................................................... 86
3.6. CAPACIDADE INSTALADA E PRODUTIVIDADE ................................................................. 95
4. CIRURGIA DE AMBULATÓRIO ................................................................................................ 103
5. GRUPOS NOSOLÓGICOS ........................................................................................................ 115
6. GRUPOS DE SERVIÇO (ESPECIALIDADES)............................................................................... 130
7. HOSPITAIS.............................................................................................................................. 133
7.1. HOSPITAIS DO SNS ........................................................................................................ 133
7.1.1. ARS Norte .............................................................................................................. 134
7.1.2. ARS Centro ............................................................................................................ 142
7.1.3. ARS LVT ................................................................................................................. 149
7.1.4. ARS Alentejo.......................................................................................................... 156
7.1.5. ARS Algarve ........................................................................................................... 161
7.2. HOSPITAIS PROTOCOLADOS.......................................................................................... 165
7.3. HOSPITAIS CONVENCIONADOS ..................................................................................... 171
7.3.1. Convenções com a ARS Norte ............................................................................... 174
7.3.2. Convenções com a ARS Centro ............................................................................. 175
7.3.3. Convenções com a ARS LVT .................................................................................. 176
7.3.4. Convenções com a ARS Alentejo .......................................................................... 178
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Índice Geral
7.3.5. Convenções com a ARS Algarve ............................................................................ 179
8. APÊNDICES............................................................................................................................. 180
8.1. LISTA DE SIGLAS, ACRÔNIMOS E ABREVIATURAS ......................................................... 180
8.2. FORMULÁRIO ................................................................................................................ 184
8.3. GLOSSÁRIO .................................................................................................................... 189
8.4. APURAMENTO DOS GRUPOS NOSOLÓGICOS ............................................................... 210
8.5. LISTA DE ILUSTRAÇÕES.................................................................................................. 286
8.6. LISTA DE GRÁFICOS ....................................................................................................... 287
8.7. LISTA DE TABELAS ......................................................................................................... 291
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
1.INTRODUÇÃO
1. INTRODUÇÃO
1.1. ENQUADRAMENTO
O Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia (SIGIC) foi criado em 2004 com o
objetivo de melhorar de forma sustentável o acesso aos cuidados de saúde prestados por
serviços cirúrgicos do Serviço Nacional de Saúde (SNS), garantindo progressivamente que o
tratamento cirúrgico ocorra dentro de um tempo máximo estabelecido, considerado
clinicamente aceitável, em função da respetiva patologia.
O SIGIC visa assim, garantir aos beneficiários do SNS o respeito pelos direitos consignados, em
particular no que respeita à igualdade no acesso ao tratamento cirúrgico programado, em
tempos máximos estabelecidos para todas as patologias, servindo-se para o efeito de
instrumentos de avaliação e controlo de toda a atividade cirúrgica realizada a nível nacional.
Faz parte também do âmbito do SIGIC a observância dos princípios da qualidade e boa gestão
em saúde e governação clínica, por forma a garantir eficiência e eficácia, contribuído desta
forma para a sustentabilidade do sistema.
1.2. RELATÓRIO
É neste contexto, e no âmbito das suas funções de monitorização e publicação de informação
sobre a atividade cirúrgica realizada no país, que a Unidade Central de Gestão de Inscritos para
Cirurgia (UCGIC) efetuou mais um relatório sobre os episódios cirúrgicos relativo a utentes que
estavam propostos para cirurgia programada, nos hospitais da rede do SNS, considerando
todas as patologias inscritas.
O presente relatório apresenta uma análise dos indicadores globais do país, regiões de saúde,
grupos de patologias, procedimentos, especialidades cirúrgicas e cirurgia de ambulatório.
Apresenta ainda relativamente aos hospitais do SNS, hospitais protocolados e hospitais
convencionados, uma análise mais detalhada. O estudo da atividade cirúrgica específica em
neoplasias malignas (NM), pode ser consultado no documento “Relatório da Atividade em
Cirurgia Programada Oncológica (NM) – Ano 2013”.
O conjunto de mapas de indicadores, que passamos a apresentar, insere-se no projeto de
transparência, responsabilidade e proximidade entre os Serviços e o cidadão. Decorre
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
1.INTRODUÇÃO
diretamente dos dados registados nos sistemas de informação hospitalar (SIH) que transitam
por processos automáticos para uma base de dados central. Traduzem a atividade normal dos
hospitais, quer no que respeita à consulta e registo de utentes para cirurgia, quer no que
respeita ao registo da atividade cirúrgica. Esta gestão de informação suporta-se nos registos
normais da atividade e impôs uma necessidade de atualidade e rigor da informação que tem
vindo a ser progressivamente melhorada. Contudo, em alguns hospitais, que estão a
reformular os seus sistemas de informação, podem verificar-se ainda eventuais incorreções na
informação disponibilizada que decorrem em geral da não atualização atempada dos registos.
Todos os indicadores utilizados neste relatório foram antecipadamente disponibilizados aos
hospitais para que se pronunciassem sobre os mesmos. O objetivo é incrementar a capacidade
de organização e controlo nos hospitais, para que estes possam fornecer às populações, de
uma forma clara e transparente, um melhor serviço e informação, centrados nas necessidades
do cidadão.
1.3. ORGANIZAÇÃO DO DOCUMENTO
O atual relatório encontra-se dividido em oito capítulos.
O presente capítulo, para além de um breve enquadramento da temática da atividade em
cirurgia programada, pretende apresentar a organização do relatório.
O segundo capítulo apresenta os objetivos principais, assim como os métodos utilizados e os
indicadores analisados no relatório.
A análise dos indicadores agregados ao nível do país e das regiões é efetuada no terceiro
capítulo. Este encontra-se dividido em seis subcapítulos, correspondendo cada um deles a um
grupo de indicadores, a saber:
Procura (entradas e número de episódios em lista de inscritos para cirurgia (LIC)); oferta
(operados); processo (tempos de espera); transferências (notas de transferências e vales
cirurgias (NT/VC)); qualidade (tempos máximos de resposta garantidos (TMRG)); capacidade
instalada e produtividade (cirurgiões padrão, produção padrão).
No quarto capítulo disponibiliza-se os dados referentes especificamente à produção realizada
em regime de ambulatório, que está incluída nos restantes indicadores apresentados.
Os indicadores por grupo nosológico são apresentados no quinto capítulo.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
1.INTRODUÇÃO
A informação relativa aos grupos de serviço (especialidades) é analisada no sexto capítulo.
A análise comparativa dos hospitais do SNS, protocolados e convencionados encontra-se no
sétimo capítulo que por sua vez está dividido em três subcapítulos, de acordo com o tipo de
hospital.
Os apêndices a este relatório, tais como a lista de siglas, acrónimos e abreviaturas, formulário,
glossário, apuramento dos grupos nosológicos, lista de ilustrações, lista de gráficos e lista de
tabelas podem ser consultados no oitavo capítulo.
Ao longo do relatório os indicadores são apresentados tanto em gráficos e tabelas, como no
decorrer do texto. Chamamos a atenção de que em algumas das tabelas de análise evolutiva
de indicadores, verificam-se omissões na sequência anual, decorrente da falta de espaço
necessário para uma visualização comparativa abrangente. Nestes casos, os anos omissos são
2007 e 2008, substituídos graficamente por uma coluna sem valores (vide Tabela 6 e
seguintes).
Nalgumas tabelas, na coluna respeitantes às variações homólogas, foram acrescidas setas cuja
cor e direção indicam ao leitor o sentido da variação, com o seguinte significado:
Seta
Significado
Aumento favorável face ao período homólogo
Aumento desfavorável face ao período homólogo
Diminuição favorável face ao período homólogo
Diminuição desfavorável face ao período homólogo
Noutras tabelas as variações homólogas são apresentadas em cor verde (variação favorável)
ou em vermelho (variação desfavorável).
Nos gráficos evolutivos referentes às Administrações Regionais de Saúde (ARS), cada uma é
sempre apresentada por uma cor, igual em todos os gráficos:
Norte – Azul
Centro – Rosa
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
1.INTRODUÇÃO
LVT – Verde
Alentejo – Roxo
Algarve – Azul-turquesa
Nos gráficos evolutivos referentes aos anos, a cada um também foi atribuída
uma cor
diferente:
2006 – Rosa
2007 – Amarelo
2008 – Verde
2009 – Roxo
2010 – Azul-turquesa
2011 – Laranja
2012 – Bege
2013 – Azul
Nos gráficos o género é apresentado por uma cor para cada uma qual se mantém igual em
todas as situações:
Homens – Azul
Mulheres – Rosa
Nos gráficos evolutivos referentes à produção cirúrgica, , cada tipo de hospital é apresentado
sempre com a mesma cor:
Hospitais do SNS – Azul
Hospitais Protocolados – Azul-turquesa
Hospitais Convencionados – Rosa
Nos gráficos evolutivos, referentes à produção cirúrgica, o regime em que ocorre a cirurgia, de
internamento ou ambulatório é apresentado por uma cor:
Ambulatório – Verde
Internamento – Vermelho
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2.OBJETIVOS E MÉTODOS – 2.1.Objetivos
2. OBJETIVOS, MÉTODOS E INDICADORES
2.1. OBJETIVOS
O presente relatório foi elaborado com a finalidade de dar a conhecer os indicadores da
procura, oferta, processo, e qualidade da atividade cirúrgica programada em Portugal
Continental e tem como principais objetivos:
Analisar aspetos evolutivos entre 2006 e 2013 da atividade cirúrgica em Portugal
Continental;
Analisar a procura de procedimentos no âmbito de terapêuticas cirúrgicas, a nível
nacional e regional, por grupo nosológico e por especialidades;
Avaliar a resposta do Serviço Nacional de Saúde (SNS) à procura de tratamento
cirúrgico, numa perspetiva global e segmentada;
Avaliar as transferências de utentes e correspondentes impactos;
Identificar constrangimentos;
Disponibilizar informação de suporte à gestão e aos processos de decisão;
Contribuir para a transparência dos processos públicos, através da disponibilização de
informação relativa à gestão da lista de inscritos para cirurgia (LIC) e da atividade
cirúrgica programada.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
2.OBJETIVOS E MÉTODOS – 2.2.Métodos e indicadores
2.2. MÉTODOS E INDICADORES
A determinação dos indicadores obedece a uma rigorosa metodologia que visa garantir a
qualidade dos dados e comprometer os hospitais com a informação que disponibiliza.
Ilustração 1 – Integração de dados
O processo de aquisição de dados, extração e qualificação de indicadores envolve a
Administração Central do Sistema de Saúde, I.P. (ACSS, I.P.), as Administrações Regionais de
Saúde (ARS) e os hospitais do SNS, protocolados e convencionados (privados e sociais).
A aquisição de dados, provenientes dos sistemas de informação dos hospitais (SIH) é efetuada
diariamente. Logo nesta fase são identificadas inconsistências e solicitadas correções.
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2.OBJETIVOS E MÉTODOS – 2.2.Métodos e indicadores
Existem quatro níveis de extração / qualificação de dados e quatro repositórios:
Nível 1: Recolha das mensagens provindas do processo de transferência de dados dos
hospitais; Repositório de mensagens;
Nível 2: Tratamento do repositório de mensagens para integração de dados;
Repositório da base de dados do operacional;
o
Subnível a) – verifica a conformidade dos dados e rejeita dados incoerentes;
o
Subnível b) – qualifica os dados integrados em válidos, suspeitos, inválidos
SIH, inválidos Sistema Informático de Gestão da Lista de Inscritos para Cirurgia
(SIGLIC).
Ilustração 2 – Extrações mensais
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
2.OBJETIVOS E MÉTODOS – 2.2.Métodos e indicadores
As extrações têm por finalidade calcular indicadores e ocorrem com uma periocidade mensal.
Os dados extraídos mensalmente vão representando o acumulado desde o início do ano em
curso até ao final do mês de referência5. As extrações mensais ocorrem por volta do dia 15 do
mês seguinte ao período em análise, permitindo-se desta forma que eventuais atrasos nos
registos não se repercutam nos indicadores.
Nível 3: Processamento dos dados do repositório operacional – Extrações mensais:
o
Recolhe e arquiva dados para cálculo de indicadores;
o
Identifica detalhes inválidos;
o
Calcula indicadores excluindo os detalhes inválidos;
o
Assinala indicadores com desvios;
o
Cria avisos;
o
Analisa o repositório data warehouse (DW) constituído por uma base de dados
(BD) de detalhes e uma BD de indicadores, incluindo a informação necessária
para introduzir no QlikView6 e na aplicação SIGLIC.
5
Por exemplo a extração do mês de março de 2013 tem dados referentes ao período de 01-01-2013 até 31-03-2013.
6
Ferramenta de Business Intelligence atualmente utilizada na Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia (UCGIC).
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
2.OBJETIVOS E MÉTODOS – 2.2.Métodos e indicadores
Ilustração 3 – Relatórios semestrais/anuais - 1ª extração
A preparação dos dados para os relatórios semestrais e anuais, que se destinam à publicação
pública, obriga a etapas suplementares de qualificação, por forma a garantir maior exatidão
nos dados.
Assim, para estes relatórios são efetuadas duas extrações, uma chamada provisória e a oficial.
Poderão ainda ser efetuadas extrações suplementares caso sejam detetadas inconsistências
significativas.
A primeira extração é em tudo semelhante às extrações mensais e com base nesta são criados
indicadores. Os hospitais com esta informação confirmam os dados.
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2.OBJETIVOS E MÉTODOS – 2.2.Métodos e indicadores
Ilustração 4 – Relatórios semestrais/anuais - 2ª extração
A segunda extração é executada após o período dado aos hospitais para efetuaram correções.
Atendendo aos relatórios produzidos, com base na segunda extração, os hospitais podem
anexar comentários/justificações aos valores obtidos para os indicadores. Para facilitar o
processo de análise os indicadores que apresentem desvios ao valor padrão ou variações
homólogas superiores a 20% ou inferiores a -20% são destacados. Por sua vez, os analistas da
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia (UCGIC) efetuam análises, com base nos
indicadores da segunda extração e nos comentários/justificações efetuados pelos hospitais.
Dos indicadores da segunda extração, dos comentários/justificações dos hospitais e das
análises da UCGIC resultarão os relatórios semestrais /anuais.
Nível 4: Processamento de informação dos repositórios de nível 3 – duas vezes por ano
(extração do 1º semestre e anual):
o
Subnível a) – após o processamento da 1ª extração (equivalente ao nível 3) é
efetuada uma análise manual dos dados que é reportada aos hospitais, os
hospitais analisam os dados e corrigem nos SIH eventuais erros;
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2.OBJETIVOS E MÉTODOS – 2.2.Métodos e indicadores
o
Subnível b) – Segunda extração sob o mesmo período, três semanas após a
primeira; os hospitais analisam os novos indicadores e anexam comentários,
os analistas da UCGIC avaliam os novos indicadores integram os comentários e
produzem os relatórios finais a publicar.
Os indicadores do presente relatório referem-se a episódios que se constituem na inscrição de
um utente na lista de inscritos para cirurgia (LIC). Traduzem duas realidades diferentes, os
atributos referentes a utentes inscritos à espera de cirurgia a 31 de Dezembro de 2006, 2007,
2008, 2009, 2010, 2011, 2012 e 2013 (LIC) e os atributos referentes a utentes operados em
cirurgia programada durante o período de 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2011, 2012 e 2013
(Operados). Os dados são apresentados nos seguintes modos de agregação:
País
Regiões
Grupos Nosológicos
Grupos de Serviços (Especialidades)
Hospitais
Ilustração 5 – Tipos de agregações dos indicadores
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
2.OBJETIVOS E MÉTODOS – 2.2.Métodos e indicadores
São analisados diversos tipos de indicadores, definidos no formulário, dos quais se enumeram
alguns dos mais importantes:
Relativos à Procura
Entradas;
Idade média das entradas;
Número de episódios em Lista de Inscritos para Cirurgia (LIC);
Idade média da LIC;
Taxa de crescimento da LIC;
LIC prioritária;
...
Relativos à Oferta
Operados;
Operados padrão;
Operados prioritários;
Operados ambulatório;
Operados em modalidade remuneratória alternativa (MRA);
Operados em relação à região;
Expurgo;
Saídas;
...
Relativos ao Processo
Mediana do tempo de espera (TE) da LIC;
LIC intransferível;
Tempo médio pendência da LIC;
LIC/(operados/mês);
Média do tempo de espera dos operados;
...
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Relativos às Transferências
Notas de transferência/Vales cirurgia (NT/VC) emitidos;
Episódios que receberam NT/VC;
Cativações;
Operados em hospitais de destino (HD);
Episódios com recusa de transferência;
...
Relativos à Qualidade
LIC com tempo de espera (TE) > Tempo máximo de resposta gararantido (TMRG);
LIC prioritária TE > TMRG;
LIC intransferível TE> TMRG;
Operados TE > TMRG;
Operados prioritários TE >TMRG;
Óbitos;
...
Relativos à Capacidade Instalada e Produtividade
Número de salas de bloco operatório (BO);
Número de cirurgiões padrão;
Número de anestesistas padrão;
Operados padrão por cirurgião padrão;
Rácio entre cirurgiões padrão afetos ao BO e anestesistas padrão afetos ao BO;
...
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
2.OBJETIVOS E MÉTODOS – 2.2.Métodos e indicadores
Os dados analisados referem-se aos registos no SIGLIC, realizados por hospitais com atividade
cirúrgica da responsabilidade do SNS (hospitais públicos, incluindo os em regime de parcerias
público-privadas, hospitais convencionados, hospitais com acordos ou contratos com o SNS),
nas seguintes datas:
Indicadores de Capacidade Instalada e Produtividade: para os anos de 2010, 2011,
2012 e 2013, a extração ocorreu a 15 de Março de 2014, com correções feitas pelos
hospitais até dia 3 de Junho de 2014;
Indicadores de 2013: de 1 de Janeiro até 31 de Dezembro de 2013, cuja extração
ocorreu a 15 de Março de 2014;
Indicadores de 2012: de 1 de Janeiro até 31 de Dezembro de 2012, cuja extração
ocorreu a 1 de Junho de 2013, exceto os indicadores referentes ao número de notas
de transferência/vales cirurgia (NT/VC) que foram extraídos a 17 de Junho de 2013;
Indicadores de 2011: de 1 de Janeiro até 31 de Dezembro de 2011, cuja extração
ocorreu a 21 de Fevereiro de 2012. Contudo, foram realizadas correções aos dados
extraídos, decorrentes da análise de reportes por parte dos hospitais até 28 de Maio
de 2012;
Indicadores de 2010: de 1 de Janeiro até 31 de Dezembro de 2010, cuja extração
ocorreu a 14 de Novembro de 2011;
Indicadores de 2009: de 1 de Janeiro até 31 de Dezembro de 2009, cuja extração
ocorreu a 6 de Abril de 2010;
Indicadores de 2008: de 1 de Janeiro até 31 de Dezembro de 2008, cuja extração
ocorreu a 27 de Fevereiro de 2009, exceto os indicadores referentes ao número de
notas de transferência/vales cirurgia (NT/VC) que foram extraídos a 20 de Abril de
2009;
Indicadores de 2007: de 1 de Janeiro até 31 de Dezembro de 2007, cuja extração
ocorreu a 23 de Janeiro de 2008, exceto os indicadores de notas de transferência/vales
cirurgia (NT/VC) que foram extraídos a 21 de Abril de 2009;
Indicadores de 2006: de 1 de Janeiro até 31 de Dezembro de 2006, cuja extração
ocorreu a 27 de Março de 2007.
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2.OBJETIVOS E MÉTODOS – 2.2.Métodos e indicadores
Os dados analisados no decurso deste relatório têm as seguintes características:
População: Conjunto de episódios7 registados na base de dados SIGLIC, provenientes
de 47 instituições hospitalares do SNS, das quais quatro estão em regime de parceria
público-privada, 14 hospitais com acordos de cooperação ou contratos com o SNS para
a elaboração de atividade cirúrgica enquanto hospitais de origem (HO), doravante
designados por protocolados e 55 hospitais convencionados e referentes a:

Episódios com registos de entradas (propostas cirúrgicas) em LIC para cirurgia
programada de:


Episódios em LIC (a aguardar cirurgia) a:


1 de Janeiro de 2006 a 31 de Dezembro de 2013;
31 de Dezembro de 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2011, 2012 e 2013;
Episódios com registos de saídas de LIC, episódios realizados (operados) e
episódios expurgados8 de cirurgias programadas de:

1 de Janeiro de 2006 a 31 de Dezembro de 2013;
7
Integram a LIC episódios correspondentes a propostas cirúrgicas para cirurgia programada, incluindo urgências diferidas,
excluindo pequenas cirurgias e quaisquer procedimentos efetuados fora do bloco operatório. Foram também excluídos os
episódios pré-inscritos (não consentidos e/ou não validados pelo responsável do serviço).
8
Utentes inscritos em lista que são excluídos desta sem terem sido operados de forma programada, quer por terem desistido,
falecido, operados de forma urgente ou outro.
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2.OBJETIVOS E MÉTODOS – 2.2.Métodos e indicadores
A informação relativa à população residente tem como fonte os Censos 2011 do
Instituto Nacional de Estatística (INE).
No presente relatório, os indicadores apresentados por 1.000 habitantes passaram a
ser calculados pela área de influência da ARS e não pela região geográfica da sua
implantação.
Em relação aos indicadores apresentados por instituição hospitalar, os valores
constantes neste relatório, referentes a anos anteriores, poderão não coincidir com os
dos relatórios já publicados, uma vez que tem ocorrido unificações de hospitais. Para
permitir a comparação ao longo dos anos é atribuído à instituição hospitalar a
atividade agregada dos hospitais que lhe deram origem. Na tabela seguinte são
apresentados os hospitais que foram unificados no decorrer do ano de 2013.
Tabela 5 – Unificações de hospitais em 2013
Instituição hospitalar atual
Hospitais anteriores
Centro Hospitalar do Algarve, E.P.E
Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio, E.P.E.
Decreto-Lei n.º69/2013, de 17 de Maio
Hospital de Faro, E.P.E.
O Hospital Bernardino Lopes de Oliveira de Alcobaça, que pertencia ao Centro Hospitalar do
Oeste passa a ser da responsabilidade do Centro Hospitalar Leiria -Pombal, E.P.E. (Decreto-Lei
n.º116/2013, de 9 de Agosto).
O Hospital Beatriz Ângelo – Loures foi inaugurado a 19 de Janeiro de 2012, pelo que a
sua produção cirúrgica de 2012 foi incluída neste relatório. No entanto o processo de
integração da informação deste hospital no SIGLIC ainda não está automatizado pelo
que poderão verificar-se algumas diferenças na informação presente neste relatório e
na do SIH do hospital.
Foi detetado que os valores apresentados em relatórios anteriores no que concerne à
média do TE da LIC estavam incorretos, como tal estes foram corrigidos no presente
relatório.
Em 2012 passou-se a contabilizar a produção cirúrgica da unidade de ambulatório do
Centro Hospitalar do Porto.
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2.OBJETIVOS E MÉTODOS – 2.2.Métodos e indicadores
Apesar de ter sido integrado no SIGIC em 2010, o Hospital da Prelada não forneceu,
nesse ano, dados adequados à avaliação da sua atividade. Apenas são tidos em conta
os dados do Hospital da Prelada a partir de 2011.
Em 2011 vários hospitais das Misericórdias (hospitais protocolados), ao abrigo de
acordos estabelecidos com as ARS e Ministério da Saúde (MS), passaram a ser
hospitais de origem integrados no SIGIC. Assim, os dados destes hospitais foram tidos
em conta a partir de esse ano.
Numa progressiva aproximação a um reporte mais fidedigno dos dados, os referentes
às entradas, saídas e cancelamento não correspondem aos indicadores apresentados
em relatórios anteriores, pois atualmente no seu cálculo são contabilizadas as
transferências de responsabilidade (exemplo: se uma proposta for criada por um
Serviço/UF e operado por outro, então são contabilizadas duas entradas, uma cirurgia
e um cancelamento).
No presente relatório, ao invés do efetuado nos relatórios anteriores, considerou-se
que o motivo de cancelamento - transferências de responsabilidade deixa de classificar
o episódio como expurgo. Nas comparações evolutivas referentes a anos transatos, o
indicador foi recalculado para permitir ter dados comparáveis.
No sentido de melhorar o método da avaliação de desempenho hospitalar, no que
concerne ao acesso, os dados apresentados referentes aos tempos de espera dos
operados, por hospital do SNS, poderão não coincidir com publicações anteriores a
2012, dado que anteriormente estavam a ser apresentados tendo em conta o tempo
de espera total do episódio, independentemente dos hospitais por onde passou, e
agora passa a ter em conta o tempo de espera do episódio apenas o da
responsabilidade do hospital que o operou.
Em relação a dados referentes aos grupos nosológicos, os valores presentes neste
relatório, referentes aos anos anteriores a 2009, poderão não coincidir com os dos
relatórios dos anos 2007 e 2008, uma vez que nesses estavam incluídos no grupo de
neoplasias - as de comportamento incerto e as de natureza não especificada. Estas
deveriam representar um valor residual e a razão da sua inclusão decorria do princípio
- na dúvida tratar em tempo útil como se de uma neoplasia maligna (NM) se tratasse.
Não obstante, a verificação de um número inadequadamente elevado de classificações
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
2.OBJETIVOS E MÉTODOS – 2.2.Métodos e indicadores
nesta classe, em alguns hospitais, obrigaram à exclusão dessas patologias do grupo de
neoplasias malignas. Nas comparações evolutivas referentes a anos transatos, os
indicadores foram recalculados para permitir ter dados comparáveis. A exclusão
destes episódios do grupo nosológico das neoplasias também afeta os valores
referentes aos tempos máximos de resposta garantidos (TMRG).
Os dados apresentados referentes aos operados por grupos de serviço, tipos de
serviço, serviços, unidades funcionais poderão não coincidir com versões anteriores a
2011, pois nestes os dados estavam a ser apresentados na perspetiva do hospital onde
o doente foi inscrito (HO) e não na perspetiva do hospital que procede à intervenção
cirúrgica.
Em 2010 o SNS passou a incluir os seguintes subsistemas, ADSE, ADM das Forças
Armadas, SAD/GNR e SAD/PSP9.
Os dados utilizados provêm primariamente e em exclusivo dos sistemas de informação
dos hospitais, sendo estes pois responsáveis pelos mesmos.
Os hospitais têm acesso autónomo, através da aplicação SIGLIC, a indicadores e aos
dados desagregados que estão na base das análises efetuadas neste relatório.
Os agrupamentos nosológicos formaram-se de acordo com as metodologias em anexo
(vide 8.4) e tiveram em conta os procedimentos, a região anatómica intervencionada,
as especialidades médicas envolvidas no tratamento, a patologia implicada e a
frequência de ocorrência.
Na contabilização do tempo de espera (TE) em LIC é excluído o tempo em que o
utente, por motivos pessoais ou clínicos, não pode ser submetido a cirurgia (tempo de
pendência) e ainda o tempo entre a emissão de NT/VC e a sua cativação no hospital de
destino (HD), que é da exclusiva responsabilidade do utente, no caso das
transferências.
Estes
tempos
que
são
excluídos
pressupõem
sempre
a
indisponibilidade expressamente consentida pelo utente. O tempo em que por
motivos administrativos o episódio está suspenso para evitar transferência ou
9
De acordo com a Lei n.º 3-B/2010, publicada a de 28 de Abril e que aprovou o Orçamento do Estado para 2010.
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2.OBJETIVOS E MÉTODOS – 2.2.Métodos e indicadores
agendamento (tempo de suspensão) não é excluído. Também é contabilizado o tempo
de espera no hospital de destino após transferência.
As variações homólogas foram calculadas com base nos valores exatos apurados, que
nalguns casos podem não coincidir com os valores apresentados, pois estes podem ter
sido eventualmente arredondados.
A soma da produção dos hospitais de uma determinada ARS é diferente do valor da
ARS. Esta situação deve-se ao facto que a produção em hospitais de destino é
referenciada à ARS do hospital de origem que não é necessariamente a ARS em que o
hospital se insere geograficamente.
Os somatórios dos operados padrão, nos diferentes agrupamentos, poderão não
coincidir exatamente com o número total de operados padrão, devido aos
arredondamentos efetuados.
O valor dos operados padrão poderá não ser exatamente igual ao número de operados
multiplicado pela média do peso relativo (PR), devido aos arredondamentos
efetuados.
Para efeitos de cálculos da média do peso relativo não são tidos em conta episódios
com peso relativo zero (situação que ocorre quando a codificação está errada e
corresponde a grupos de diagnósticos homogéneos (GDH) de erro). No entanto, para
cálculo de operados padrão, todos os episódios operados são considerados, sendo
ajustados os casos de PR igual a zero, à média do peso relativo do grupo de episódios
com valor apurado.
As médias do peso relativo poderão não corresponder às apresentadas em versões
anteriores a 2011 pois nestas estavam a ser contabilizados os pesos relativos iguais a
zero.
O peso relativo decorre do apuramento do GDH, da cirurgia corrigida na conclusão, do
episódio terapêutico cirúrgico. Não entra em conta com intercorrências ou terapias
médicas complementares que possam ter ocorrido no internamento e não
corresponde portanto ao episódio de internamento. Não obstante, trata-se de valores,
em termos médios, muito aproximados.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
2.OBJETIVOS E MÉTODOS – 2.2.Métodos e indicadores
A LIC a 31 de dezembro, de determinado ano, poderá não ser igual ao somatório da LIC
do ano anterior com o valor das entradas do ano em análise, subtraído do valor das
saídas. A razão desta ocorrência resulta de existir um número limitado de situações em
que as instituições hospitalares corrigem, durante o ano em análise, episódios
referentes a anos anteriores.
Foram utilizados métodos de estatística descritiva.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3. ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS
3. ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS
No presente capítulo é apresentada a análise da atividade cirúrgica
programada do país e das Administrações Regionais de Saúde (ARS),
com os indicadores agregados por procura, oferta, processo,
transferências, qualidade, capacidade instalada e produtividade.
A procura alude aos utentes que entraram em lista (entradas) e aos que
se encontravam a aguardar cirurgia (LIC). Estes indicadores caraterizam
a
necessidade
da
população
em
tratamento
cirúrgico
após
reconhecimento pelas instituições.
A oferta é representada pela capacidade de resposta dos hospitais face à procura, cirurgias
realizadas (operados). São consideradas duas grandes dimensões nos indicadores de oferta:
uma referente a doentes operados (episódios cirúrgicos), independentemente da
complexidade das cirurgias, outra relativa aos episódios cirúrgicos ponderados pelo nível de
complexidade10. É através desta última dimensão que as diversas prestações devem ser
comparadas.
Os indicadores de processo relatam a forma como é abordada a gestão da lista, encerram
informação relativa aos tempos de espera (TE), tempos de pendências e episódios
intransferíveis.
Os indicadores pertencentes ao grupo de transferências relatam os movimentos dos episódios
decorrentes da incapacidade do hospital de origem (HO) gerir a totalidade dos casos, agregam
informação relativa às notas de transferência/vales cirurgia (NT/VC) emitidas e episódios
operados em hospitais de destino (HD).
Os indicadores de qualidade analisam o ajustamento às melhores práticas e explicam as não
conformidades processuais. Os indicadores de capacidade instalada e produtividade
apresentam os recursos físicos e humanos das instituições hospitalares assim como a sua
produtividade.
10
Índice de complexidade cirúrgica do GDH apurado para o episódio cirúrgico, à data da conclusão de acordo com as tabelas de
preços a praticar para a produção adicional realizada no âmbito do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia (SIGIC),
em vigor.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.1.Procura
3.1. PROCURA
Os próximos gráficos apresentam os resultados da procura nos últimos oito anos, quer no que
respeita a episódios entrados (inscrições para cirurgia no período de um ano), quer a episódios
a aguardar cirurgia (LIC) a 31 de Dezembro de cada ano.
Evolução das entradas
42,5%
700.000
Nº entradas
600.000
500.000
400.000
300.000
200.000
100.000
0
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
Gráfico 6 – País: Evolução das entradas desde 2006 até 2013
Ao longo dos anos o número de entradas tem vindo a aumentar gradualmente, tendo atingido
o seu máximo em 2013, com 644.178 episódios entrados. Em 2013 houve um aumento de
3,2% face a 2012, e 42,5% face a 2006.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.1.Procura
LIC
Nº episódios em LIC
250.000
Mediana TE da LIC
8
-20,4%
-58,9%
200.000
7
6
5
150.000
4
100.000
3
2
50.000
1
0
Mediana do TE da LIC (meses)
Evolução da LIC e da mediana do TE da LIC (meses)
0
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
Gráfico 7 – País: Evolução da LIC e da mediana do TE da LIC (meses) desde 2006 até 2013
Ao longo dos anos o número de episódios a aguardar por cirurgia (LIC) teve uma diminuição
constante até 2010. Em 2011 a LIC teve o seu primeiro aumento, face ao ano homólogo
(2009). Apesar de em 2012 a LIC ter voltado a diminuir, o seu valor manteve-se superior ao
valor de 2010 em 2,8%. Em 2013 a LIC aumentou 5,6%, face a 2012, e 8,6% face a 2010 (ano
em que a LIC atingiu o seu mínimo 162.211). De 2006 a 2013 a LIC teve uma diminuição de
20,4%.
Também a mediana do tempo de espera (TE) da LIC diminuiu progressivamente até ao ano de
2010, tendo atingido os 3,1 meses. Em 2011 teve um aumento para 3,3 meses, no entanto
voltou a diminuir no ano seguinte (2012) para 3 meses, estando em 2013 nos 2,8 meses. Em
2013 a mediana do TE da LIC diminuiu 4,5% face a 2012 e 58,9% face a 2006.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.1.Procura
Na tabela seguinte observa-se a evolução da procura, nos últimos oito anos, em relação aos
episódios entrados e aos episódios a aguardar cirurgia (LIC), a 31 de Dezembro de cada ano em
análise.
Tabela 6 – País: Evolução dos resultados da procura desde 2006 até 2013
Indicadores de procura
∆
homóloga
2012/2013
(%)
2006
…
2009
2010
2011
2012
2013
451.942
…
566.878
573.527
611.535
624.226
644.178
3,2%
%Entradas do SNS
81,4%
…
82,8%
92,1%
90,9%
90,6%
86,7%
-4,3%
%Entradas do sexo
masculino
42,4%
…
42,1%
42,0%
41,9%
42,2%
42,9%
1,7%
52
…
54
54
54
55
55
0,0%
221.208
…
164.751
162.211
180.356
166.798
176.129
5,6%
6,9
…
3,4
3,1
3,3
3,0
2,8
-4,5%
7,7%
…
6,8%
6,7%
6,6%
6,4%
6,3%
-1,6%
1,6%
…
1,9%
2,0%
2,0%
2,1%
2,2%
4,8%
51
…
52
51
53
53
54
1,9%
Indicadores das entradas
Entradas
Idade média das entradas
Indicadores da LIC
LIC
Mediana do TE da LIC em
meses
% LIC prioritária
11
% LIC NM
Idade média da LIC
Em 2013 verificou-se um aumento das entradas em 3,2% face ao ano anterior. A média etária
dos utentes entrados em LIC é de 55 anos, 42,9% são homens e 86,7% são beneficiários do
regime geral do SNS.
O número de utentes inscritos a aguardar cirurgia (LIC), a 31 de Dezembro de 2013 era de
176.129 episódios, o que representa cerca de 1,8% da população nacional12. Destes, no grupo
de utentes inscritos para cirurgia oncológica de recessão (NM)13, contabilizavam-se 3.916
episódios, o que corresponde a 2,2% da totalidade de inscritos.
O número de utentes a aguardar cirurgia, classificados como prioritários, representa 6,3% da
LIC total.
A LIC a 31 de dezembro de 2013 aumentou 5,6%, face a 2012. Já o tempo de espera (TE)
mediano em LIC diminuiu 4,5% (menos 4 dias), face ao período imediatamente anterior.
11
São considerados prioritários os episódios classificados com o nível de prioridade clínica 2, 3 e 4.
12
Fonte: Censos 2011 – INE
13
Exclui cirurgia com intuito exclusivo de diagnóstico, paliativo ou reconstrutivo, ainda que efetuado a doentes oncológicos.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.1.Procura
A tabela que se segue apresenta os mesmos indicadores que a tabela anterior, mas
distribuídos por ARS e país, para o ano de 2013.
Tabela 7 – ARS: Resultados da procura em 2013
Indicadores de procura
Norte
Centro
LVT
Alentejo
Algarve
País
277.374
116.860
207.825
23.691
18.428
644.178
3,3%
0,7%
4,0%
5,3%
6,2%
3,2%
%Entradas do SNS
90,3%
91,7%
77,9%
93,5%
92,0%
86,7%
% Entradas do sexo masculino
41,9%
42,5%
44,4%
42,9%
44,6%
42,9%
54
57
56
60
57
55
65.481
39.015
57.760
6.689
7.184
176.129
9,5%
3,5%
1,6%
8,9%
13,5%
5,6%
2,3
3,2
3,3
2,8
3,8
2,8
5,4%
8,3%
5,9%
4,9%
6,9%
6,3%
1,9%
2,4%
2,7%
1,5%
0,9%
2,2%
Idade média da LIC
52
56
54
57
55
54
LIC/(Operados /mês)
3,3
4,9
3,9
4,0
6,0
3,9
Indicadores de entradas
Entradas
∆ homóloga entradas
Idade média das entradas
Indicadores de LIC
LIC
∆ homóloga LIC
Mediana do TE da LIC em meses
% LIC prioritária
14
% LIC NM
Em 2013 o número de entradas aumentou em todas ARS, face a 2012, sendo esse aumento
mais significativo na ARS do Algarve e Alentejo com 6,2% e 5,3%, respetivamente.
O aumento do número de utentes a aguardar cirurgia é uma tendência que se verifica também
em todas as ARS, mas mais acentuado na ARS do Algarve com um aumento de 13,5%, face a
2012. A diminuição da mediana do tempo de espera da LIC, face a 2012, apenas não se verifica
na ARS do Alentejo, onde se verificou um ligeiro aumento (mais nove dias) e na ARS Norte que
manteve o valor de 2012. A ARS Norte continua a ser a região com menor mediana do TE da
LIC.
14
São considerados prioritários os episódios classificados com o nível de prioridade clínica 2, 3 e 4.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.1.Procura
A figura seguinte reflete a evolução do número de novas inscrições para cirurgia (entradas) e
correspondentes saídas, seja por motivos de realização da cirurgia (operados) seja por efeito
de cancelamento da proposta (cancelados).
Evolução das entradas e saídas entre 2006 e 2013
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
Nº entradas
625.000
500.000
375.000
250.000
451.942
517.612
534.344
566.878
573.527
611.535
624.226
644.178
125.000
Nº Saídas
0
0
-125.000
-250.000
-375.000
-500.000
-625.000
-750.000
-468.519 -549.086
-563.953 -579.024 -576.426 -599.476 -639.561 -634.105
Gráfico 8 – País: Evolução das entradas e saídas desde 2006 até 2013
Ao longo dos anos verificou-se que o número de saídas foi superior ao número de entradas o
que se traduz na diminuição do número de utentes em LIC. No entanto, esta tendência
inverteu-se em 2011, dando assim origem ao aumento da LIC, pela primeira vez em seis anos.
Em 2012 as saídas voltaram a ser superiores às entradas e tornamos a verificar uma
diminuição da LIC. Já em 2013 o comportamento volta a ser semelhante ao do ano 2011
verificando-se mais entradas que saídas, dando origem a novo aumento da LIC.
A diminuição das saídas, face a 2012 (-0,9%), deveu-se à diminuição do expurgo (-5,9%), uma
vez que em 2013 houve aumento da produção cirúrgica (1,9%), face ao ano anterior.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.1.Procura
A próxima figura representa a evolução da taxa de crescimento da LIC15 no país, nos últimos
oito anos.
Evolução da taxa de crescimento da LIC entre 2006 e 2013
Taxa de crescimento da LIC
2006
3%
2%
1%
0%
-1%
-2%
-3%
-4%
-5%
-6%
-7%
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
2,0%
1,6%
-0,5%
-2,1%
-2,5%
-3,7%
-6,1%
-5,5%
Gráfico 9 – País: Evolução da taxa de crescimento da LIC desde 2006 até 2013
As entradas em LIC têm vindo a crescer ao longo dos últimos oito anos, tendo sido esse
crescimento no ano de 2013 de 3,2% face a 2012. As saídas tiveram uma diminuição em 2013
de 0,9%, face a 2012. Até ao ano de 2010 o volume das saídas tinha sido superior ao das
entradas em LIC, ocorrendo de forma sistemática um decréscimo da LIC, invertendo-se esta
situação em 2011. No entanto, em 2012 as saídas voltaram a ser superiores às entradas
resultando novamente na diminuição da LIC. Em 2013 verificou-se novamente um aumento da
LIC, uma vez que o número de saídas foi menor às entradas verificadas.
15
Taxa de crescimento da LIC = [(Entradas-Saídas)/Entradas]*100
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.1.Procura
No gráfico abaixo encontra-se representada a distribuição dos episódios entrados na lista
desde 2006 até 2013, de acordo com a entidade financeiramente responsável pelos mesmos.
Distribuição das entradas por entidade financeira responsável
entre 2006 e 2013
% Não SNS
100%
90%
18,6%
18,2%
17,8%
17,2%
81,4%
81,8%
82,2%
82,8%
2006
2007
2008
2009
% SNS
7,9%
9,1%
9,4%
13,3%
92,1%
90,9%
90,6%
86,7%
2010
2011
2012
2013
% Episódios entrados
80%
70%
60%
50%
40%
30%
20%
10%
0%
Gráfico 10 – País: Evolução das entradas por entidade financeira responsável entre 2006 e 2013
Cerca de 86,7% dos episódios entrados em LIC são beneficiários do regime geral (SNS).
A diferença observada entre 2009 e 2010 decorre de incorporação dos subsistemas ADSE,
ADM das Forças Armadas, SAD/GNR e SAD/PSP no regime geral16.
16
De acordo com a Lei n.º 3-B/2010, publicada a de 28 de Abril e que aprovou o Orçamento do Estado para 2010.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.1.Procura
O próximo quadro identifica em cada região, a percentagem de entradas face ao total de
entradas no país em 2013.
% de entradas de cada ARS no total de entradas em 2013
4%
3%
43%
32%
Norte
Centro
LVT
Alentejo
18%
Algarve
Gráfico 11 – ARS: Percentagem de entradas de cada ARS no total de entradas em 2013
A região Norte apresenta a maior percentagem de entradas com 43%, em contraponto com a
região do Algarve com 3%.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.1.Procura
O gráfico que se segue apresenta a evolução do número de entradas distribuídas pelas
respetivas ARS, desde 2006 até ao ano de 2013. Neste gráfico é tido em conta a localidade da
instituição em que foram inscritos, pelo que não representa o acesso real das populações ao
tratamento cirúrgico.
Evolução das entradas por 1.000 habitantes por ARS desde 2006 até 2013
Norte (3.682.370)
Centro (1.744.528)
LVT (3.659.868)
Alentejo (509.849)
Algarve (451.006)
Nº entradas por 1.000 hab.
80
70
60
50
40
30
20
10
0
2006
2007
2008
2009
2010
Gráfico 12 – ARS: Evolução das entradas por 1.000 habitantes
2011
17 18 19
2012
2013
desde 2006 até 2013
Este gráfico mostra que a forma como se agrupam as regiões, no que respeita à equidade no
acesso, sofreu alterações significativas entre 2006 e 2013.
As regiões do Alentejo e Algarve são as que menos entradas têm por cada 1000 habitantes,
porém estas regiões não têm hospitais protocolados. Já na região Norte 9,3% das entradas são
da responsabilidade de hospitais protocolados, contra 0,9% na região de LVT e 0,5% na região
Centro.
17
O número de habitantes por ARS é apresentado entre parêntesis.
18
No presente relatório, os indicadores apresentados por 1.000 habitantes passaram a ser calculados pela área de influência da
ARS e não pela região geográfica da sua implantação.
19
Fonte: Censos 2011 – INE
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.1.Procura
A figura seguinte representa o número de entradas por 1.000 habitantes nos anos de 2006,
2012 e 2013, considerando a ARS de residência do utente.
Entradas por 1.000 habitantes nos anos de 2006, 2012 e 2013 por ARS de residência
Gráfico 13 – ARS: Entradas por 1.000 habitantes
20 21
nos anos de 2006, 2012 e 2013 por ARS de residência
Pode observar-se que a distribuição do acesso, medida pela inscrição de utentes em lista, não
é homogénea no país, ainda que tenha evoluído favoravelmente entre 2006 e 2013.
20
Fonte: Censos 2011 – INE
21
No presente relatório, os indicadores apresentados por 1.000 habitantes passaram a ser calculados pela área de influência da
ARS e não pela região geográfica da sua implatação.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.1.Procura
A próxima figura representa o número de entradas por 1.000 habitantes nos anos de 2006,
2012 e 2013, considerando o distrito de residência do utente.
Entradas por 1.000 habitantes nos anos de 2006, 2012 e 2013 por distrito de residência
Gráfico 14 – ARS: Entradas por 1.000 habitantes
22
nos anos de 2006, 2012 e 2013 por distrito de residência
Pode observar-se que a distribuição do acesso, medida pela inscrição de utentes em lista, não
é homogénea no país, ainda que tenha evoluído favoravelmente entre 2006 e 2013.
22
Fonte: Censos 2011 – INE
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.1.Procura
Nas figuras seguintes observam-se a distribuição, por classes etárias e género, das entradas em
2006 e em 2013.
Distribuição das entradas por classes etárias e género no país em 2006
Homens
25%
Mulheres
%Entradas
20%
15%
10%
5%
0%
0< idade 10< idade 20< idade 30< idade 40< idade 50< idade 60< idade 70< idade 80< idade idade >90
≤10
≤20
≤30
≤40
≤50
≤60
≤70
≤80
≤90
Classe etária
Gráfico 15 – País: Distribuição das entradas por classes etárias e género em 2006
Distribuição das entradas por classes etárias e género no país em 2013
Homens
25%
Mulheres
%Entradas
20%
15%
10%
5%
0%
0< idade 10< idade 20< idade 30< idade 40< idade 50< idade 60< idade 70< idade 80< idade idade >90
≤10
≤20
≤30
≤40
≤50
≤60
≤70
≤80
≤90
Classe etária
Gráfico 16 – País: Distribuição das entradas por classes etárias e género em 2013
A distribuição etária e género é semelhante entre 2006 e 2013.
A maioria dos utentes entrados em LIC situa-se nas faixas etárias dos 50 aos 80 anos de idade,
sendo que nas mulheres o pico da classe etária verifica-se no grupo dos 70 aos 80 anos de
idade e nos homens dos 60 aos 70 anos. A média da idade dos utentes, que entraram em LIC
em 2013, é de 55 anos.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.1.Procura
A figura que se segue representa a evolução anual da LIC, por prioridade à data de 31 de
Dezembro de 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2011, 2012 e 2013.
Evolução da LIC por prioridade entre 2006 e 2013
P1
P2
P3
P4
100%
% Episódios
90%
80%
70%
60%
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
23
Gráfico 17 – País: Evolução da LIC por prioridade entre 2006 e 2013
A 31 de Dezembro de 2013 encontravam-se em LIC 165.105 episódios não prioritários24, que
corresponde a um aumento de cerca de 5,7% relativamente ao mesmo dia e mês em 2012 e a
um decréscimo de 19,2%, quando comparada com a LIC a 31 de Dezembro de 2006.
Chama-se a atenção que 93,7% da LIC de 31 de Dezembro de 2013 corresponde a episódios
considerados não prioritários.
Os episódios de prioridade quatro (urgência diferida) correspondem apenas a 0,2% da LIC total
a 31 de Dezembro de 2013.
23
P1 – Prioridade normal; P2 – Prioridade prioritário; P3 – Prioridade muito prioritário; P4 – Urgência diferida.
24
Episódios não prioritários correspondem aos episódios classificados com nível de prioridade clínica igual a 1.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.1.Procura
No gráfico seguinte observa-se a evolução do número de inscritos para cirurgia, nos últimos
oito anos, nas diferentes regiões. Neste gráfico, é considerada a localidade da instituição
hospitalar em que estão inscritos, pelo que não representa o acesso real das populações ao
tratamento cirúrgico.
Evolução da LIC por 1.000 hab. por ARS desde 2006 até 2013
Norte (3.682.370)
Centro (1.744.528)
LVT (3.659.868)
Alentejo (509.849)
Algarve (451.006)
40
LIC por 1.000 hab.
35
30
25
20
15
10
5
0
2006
2007
2008
2009
2010
Gráfico 18 – ARS: Evolução da LIC por 1.000 habitantes
25 26 27
2011
2012
2013
desde 2006 até 2013
A ARS com maior número de utentes em LIC por 1.000 habitantes é a ARS Centro. Nessa região
0,3% da LIC pertence a hospitais protocolados, contra 0,5% em LVT e 4,9% no Norte.
Contudo, é a ARS Centro que apresenta melhores progressos ao longo destes oito anos já que
tinha em 2006 mais de 37 utentes por 1.000 habitantes em LIC e em 2013 tem 22. A ARS
Alentejo apesar de se encontrar bem situada tem vindo a piorar ao longo destes anos.
De um modo geral pode concluir-se que ao longo dos anos em análise observou-se uma
redução na dispersão deste indicador.
Realça-se que este indicador tem de ser analisado em função da capacidade produtiva da cada
região.
25
O número total de habitantes por ARS é o valor inscrito entre parêntesis na legenda do gráfico
26
No presente relatório, os indicadores apresentados por 1.000 habitantes passaram a ser calculados pela área de influência da
ARS e não pela região geográfica da sua implatanção.
27
Fonte: Censos 2011 – INE
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.1.Procura
No gráfico abaixo observa-se a evolução da mediana do tempo de espera, em meses, dos
utentes inscritos em LIC, nos últimos oito anos, nas diferentes regiões. Neste gráfico é tido em
conta a localidade da instituição em que estão inscritos, pelo que não representa o acesso real
das populações ao tratamento cirúrgico.
Evolução da mediana do TE (meses) da LIC por ARS
Norte
Centro
LVT
Alentejo
Algarve
Mediana do TE da LIC (meses)
9
8
7
6
5
4
3
2
1
0
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
Gráfico 19 – ARS: Evolução da mediana do TE da LIC em meses desde 2006 até 2013
A evolução é genericamente favorável, observando-se uma diminuição da mediana do tempo
de espera em quase todas as regiões (exceto no Alentejo que aumentou e no Norte que
manteve) bem como uma diminuição da dispersão.
Curiosamente as ARS do Alentejo (que aumentou a mediana do TE da LIC) e Norte (que
manteve o valor) apresentam a menor mediana do tempo de espera da LIC com 2,8 meses e
2,3 meses respetivamente.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.1.Procura
A próxima tabela apresenta um resumo dos indicadores sobre a procura por região em 2013.
Tabela 8 – ARS: Indicadores da procura no ano de 2013
Entradas
Entradas
por 1.000
28
habitantes
∆
homóloga
entradas
(%)
Norte
277.374
75,3
3,3%
Centro
116.860
67,0
LVT
207.825
Alentejo
Algarve
ARS
País
Mediana
do TE da
LIC em
meses
LIC/
operados
por mês
65.481
2,3
3,3
0,7%
39.015
3,2
4,9
56,8
4,0%
57.760
3,3
3,9
23.691
46,5
5,3%
6.689
2,8
4,0
18.428
40,9
6,2%
7.184
3,8
6,0
644.178
64,1
3,2%
176.129
2,8
3,9
LIC
Do lado da procura, as regiões que registaram maior número de entradas em 2013 e que
tinham, a 31 de Dezembro de 2013, mais utentes a aguardar por cirurgia são a regiões Norte e
de LVT.
A ARS Norte tem a menor mediana do TE da LIC (2,3 meses) contra a ARS do Algarve que
detém o maior valor (3,8 meses).
28
Fonte: Censos 2011 – INE
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.1.Procura
A figura seguinte ilustra a evolução semanal da LIC, entradas e episódios operados no ano de
2013.
Evolução semanal da LIC, entradas e operados no País em 2013
LIC
Entradas
Operados
30.000
Nº episódios em LIC
175.000
25.000
150.000
20.000
125.000
100.000
15.000
75.000
10.000
Carnaval
50.000
5.000
25.000
Páscoa
Período das férias do verão
0
01
14
1º trimestre
27
Semanas
2º trimestre
3º trimestre
Natal
Nº episódios operados e entradas
200.000
0
40
4º trimestre
Gráfico 20 – País: Evolução semanal da LIC, entradas e operados em 2013
Os entalhes observados nas curvas de entradas e operados correspondem a quebras na
produção, quer de consultas (entradas) quer de cirurgias (operados). Estão associadas a
épocas festivas e marcação de férias concentradas em determinados períodos.
A LIC teve uma evolução desfavorável ao longo do ano 2013, apresentando no final do ano um
acréscimo de 9.331 episódios em relação ao ano de 2012.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.2.Oferta
3.2. OFERTA
Por oferta, entende-se o processamento a que os episódios inscritos para cirurgia são
submetidos nas instituições hospitalares que culmina na conclusão do episódio a que
corresponde à saída da lista de inscritos, quer seja com cirurgia realizada (operados) quer sem
cirurgia, designando-se neste caso por expurgo29 (episódios saídos da lista sem que tenha sido
efetuada a cirurgia programada ao abrigo do SNS).
A produção cirúrgica pode ser realizada em hospitais do SNS30 (Op. H. SNS), em hospitais
convencionados (Op. H. Conv.) ou em hospitais protocolados31 (Op. H. Prot.).
No ano de 2013 saíram 634.105 episódios de lista de inscritos para cirurgia.
O próximo gráfico mostra a distribuição das saídas ao longo dos últimos oito anos.
Evolução das saídas
Op. H.SNS
Op. H.Conv.
Op. H. Prot.
Expurgo
2008
2010
2012
100%
80%
60%
40%
20%
0%
2006
2007
2009
2011
2013
Gráfico 21 – País: Evolução da distribuição das saídas desde 2006 até 2013
29
Utentes inscritos em lista que são excluídos desta sem terem sido operados de forma programada, quer por terem desistido,
falecido, operados de forma urgente ou outro.
30
São considerados hospitais do SNS os hospitais públicos, os em regime de parceria público-privada e os integrados nas Unidades
Locais de Saúde (ULS).
31
Hospitais protocolados – hospitais com acordos de cooperação ou contratos com o SNS para a elaboração de atividade cirúrgica
enquanto hospital de origem (HO).
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.2.Oferta
Nos primeiros anos de implementação do SIGIC, o expurgo32 ultrapassava os 20%, fruto da
necessidade de atualizar a listas de inscritos que incluía muitos utentes com vários anos de
espera. Paulatinamente, a partir de 2008, o valor começou a diminuir situando-se em 13,2%
em 2013.
Tabela 9 - País: Evolução da distribuição dos operados desde 2006 até 2013
Indicadores
%Operados H. SNS
%Operados H.
Convencionados
%Operados H.
Protocolados
Total Operados
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
96,0%
93,1%
93,5%
95,0%
94,7%
91,4%
90,2%
92,3%
4,0%
6,9%
6,5%
5,0%
5,3%
4,9%
5,0%
2,9%
n.a.
n.a.
n.a.
n.a.
n.a.
3,7%
4,7%
4,8%
345.321
403.061
455.503
475.293
484.065
503.919
534.415
544.377
Legenda: n.a. – Não aplicável.
32
Utentes inscritos em lista que são excluídos desta sem terem sido operados de forma programada, quer por terem desistido,
falecido, operados de forma urgente ou outro.
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.2.Oferta
A tabela que se segue apresenta os indicadores de oferta em cirurgia programada, desde de
2006 até 2013, assim como a variação desses indicadores entre 2012 e 2013.
São apresentados valores para a totalidade dos episódios com cirurgia e estes são
desagregados consoante se realizaram em hospitais de origem (HO)33 ou em hospitais de
destino (HD)34.
Tabela 10 – País: Evolução dos indicadores de oferta desde 2006 até 2013
Indicadores de oferta
2006
…
2009
2010
2011
35
2012
2013
∆ hom.
2012/2013
(%)
Oferta
Operados total
345.321
Média peso relativo op. Total
36
37
1,22
… 475.293
…
484.065
503.919
534.415
544.377
1,9%
1,04
1,00
0,99
1,00
1,03
3,0%
Operados padrão total
420.386
… 493.523
483.096
497.938
535.218
557.991
4,3%
Operados HO
330.685
… 449.227
457.346
478.307
507.268
528.227
4,1%
1,03
0,98
0,97
0,98
1,02
4,1%
… 461.425
447.834
463.992
498.604
536.487
7,6%
Média peso relativo HO
Operados padrão HO
405.608
Operados HD
Média peso relativo HD
Operados padrão HD
Expurgo
1,23
38
Saídas
14.636
…
26.066
26.719
25.612
27.147
16.150
-40,7%
1,05
…
1,22
1,30
1,30
1,32
1,31
-0,8%
15.341
…
31.721
34.657
33.394
35.816
21.163
-40,9%
98.205
…
89.280
86.351
83.446
88.677
83.480
-5,9%
… 579.024
576.426
599.476
639.561
634.105
-0,9%
468.519
%Op. prioritários
40
39
27,9%
…
29,9%
29,7%
28,9%
26,8%
26,4%
-1,5%
10,6%
…
14,6%
12,3%
8,8%
9,0%
11,2%
24,4%
-16.577
…
-12.146
-2.899
12.059
-15.335
10.073
-165,7%
41
%Op. MRA H.Públicos face
operados H.Públicos
Diferencial entre procura e oferta
Entradas - saídas
…
33
HO – Hospitais que receberam primariamente os utentes.
HD – Hospitais que receberam doentes transferidos.
35
Em 2011 passaram a ser contabilizados os episódios dos Hospitais Protocolados (Misericórdias com acordos com as ARS e MS),
assim como o Hospital de Prelada.
36
Índice de complexidade cirúrgica do GDH apurado para o episódio cirúrgico, à data da conclusão de acordo com as tabelas de
preços a praticar para a produção adicional realizada no âmbito do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia (SIGIC),
em vigor.
37
Número de episódios operados ajustados à complexidade cirúrgica no período em análise. Operados x Média do peso relativo.
38
No presente relatório, ao invés do efetuado nos relatórios anteriores, considerou-se que o motivo de cancelamento transferências de responsabilidade deixa de classificar o episódio como expurgo. Nas comparações evolutivas referentes a anos
transatos, o indicador foi recalculado para permitir ter dados comparáveis.
39
São considerados prioritários os episódios classificados com o nível de prioridade clínica 2, 3 e 4.
40
MRA - modelo remuneratório em que os profissionais são remunerados por atividade realizada fora do horário de trabalho
estabelecido, e em função do valor atribuído a essa produção.
41
Não inclui PPP.
34
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.2.Oferta
Constata-se que o número de operados tem vindo a crescer, sendo esse aumento, em 2013 de
57,6%, face a 2006 e de 1,9%, face a 2012.
No número de episódios operados nos hospitais de destino (maioritariamente hospitais
convencionados) em 2013 registou-se uma diminuição de 40,7%, face ao ano anterior.
A produção realizada em hospitais do SNS, enquanto hospitais de destino, apenas representa
1,5% dos operados em todos os HD.
O expurgo diminuiu 5,9%, face a 2012, sendo o principal motivo de expurgo a desistência do
utente.
A percentagem de produção que os profissionais dos hospitais públicos42 realizam fora do
horário de trabalho estabelecido, e paga em função do valor atribuído a essa produção (MRA)
aumentou 24,4%, entre 2012 e 2013.
A percentagem de classificação de episódios operados como prioritários diminuiu, entre 2012
e 2013, em 1,5%.
O quadro seguinte identifica a evolução da atividade cirúrgica programada e a percentagem de
cirurgia realizada em regime de ambulatório, nos últimos oito anos.
Evolução da atividade cirúrgica e % op. em amb.
60%
57,6%
243,9%
500.000
Nº Operados
%Op. Amb.
50%
400.000
40%
300.000
30%
200.000
20%
100.000
10%
0
%Operados em ambulatório
Operados
600.000
0%
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
Gráfico 22 – País: Evolução da atividade cirúrgica programada desde 2006 até 2013
42
Hospitais do SNS sem incluir os hospitais em regime de parceria público-privada.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.2.Oferta
Pode constatar-se um crescimento de 57,6% no número de episódios cirúrgicos concluídos por
cirurgia (operados). A percentagem de cirurgias realizadas em regime de ambulatório
aumentou 243,9%, face a 2006.
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.2.Oferta
A tabela abaixo apresenta a distribuição dos operados, por classes de peso relativo (PR)43, desde 2006 até 2013.
44
Tabela 11 – País: Evolução da distribuição dos operados por classes de peso relativo desde 2006 até 2013
Classes Peso
relativo
2006
%
Nº
%
Nº
2012
%
Nº
2013
∆ hom. 2012/2013
(%)
Nº
%
%
Nº
%
…
154.664
32,5%
118.013
24,4%
128.051
25,4%
120.476
23,1%
95.892
17,6%
-20,4%
-23,8%
0,5 ≤ PR < 0,8
65.998
19,2%
…
148.917
31,3%
217.916
45,0%
220.841
43,8%
240.015
46,0%
276.043
50,7%
15,0%
10,2%
0,8 ≤ PR < 1,1
66.434
19,3%
…
60.122
12,7%
59.371
12,3%
63.420
12,6%
64.446
12,3%
69.110
12,7%
7,2%
3,3%
1,1 ≤ PR < 1,4
35.090
10,2%
…
32.446
6,8%
15.661
3,2%
15.733
3,1%
18.654
3,6%
25.627
4,7%
37,4%
30,6%
1,4 ≤ PR < 1,7
19.819
5,8%
…
18.962
4,0%
13.028
2,7%
14.043
2,8%
15.981
3,1%
17.564
3,2%
9,9%
3,2%
1,7 ≤ PR < 2,0
12.595
3,7%
…
13.354
2,8%
12.560
2,6%
12.738
2,5%
12.686
2,4%
12.168
2,2%
-4,1%
-8,3%
2,0 ≤ PR < 2,3
4.994
1,5%
…
8.406
1,8%
13.403
2,8%
13.413
2,7%
11.569
2,2%
10.009
1,8%
-13,5%
-18,2%
2,3 ≤ PR < 2,6
2.610
0,8%
…
1.752
0,4%
598
0,1%
607
0,1%
701
0,1%
1.261
0,2%
79,9%
100,0%
2,6 ≤ PR < 2,9
1.825
0,5%
…
2.964
0,6%
3.942
0,8%
4.034
0,8%
4.020
0,8%
3.761
0,7%
-6,4%
-12,5%
26.002
7,6%
…
33.580
7,1%
29.571
6,1%
31.037
6,2%
33.591
6,4%
32.896
6,0%
-2,1%
-6,3%
43
Nº
2011
31,5%
≥2,9
%
2010
108.089
0 ≤ PR < 0,5
Nº
2009
…
Os somatórios do número de operados poderá não corresponder ao total de operados pois existem episódios que por motivos de erros de codificação não têm peso relativo atribuído.
44
Índice de complexidade cirúrgica do GDH apurado para o episódio cirúrgico, à data da conclusão de acordo com as tabelas de preços a praticar para a produção adicional realizada no âmbito do Sistema Integrado de
Gestão de Inscritos para Cirurgia (SIGIC), em vigor.
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3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.2.Oferta
Os episódios cirúrgicos mais frequentes correspondem aos de peso relativo entre 0,5 e 0,8
logo seguidos dos inferiores a 0,5, os quais no seu conjunto representam mais de 68% dos
episódios em 2013. As variações homólogas, face ao último ano, que mais cresceram foram
nos episódios que estão compreendidos entre os PR de 2,3 e 2,6, e os que mais decresceram
encontram-se entre os PR de 0 e 0,5.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.2.Oferta
Os próximos gráficos apresentam a distribuição dos operados por classes de peso relativo45,
desde 2006 até 2013.
Evolução da distribuição dos operados por classes de peso relativo
desde 2006 até 2013
2006
60%
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
%Operados
50%
40%
30%
20%
10%
0%
0 ≤ PR <
0,5
0,5 ≤ PR < 0,8 ≤ PR < 1,1 ≤ PR < 1,4 ≤ PR < 1,7 ≤ PR < 2,0 ≤ PR < 2,3 ≤ PR < 2,6 ≤ PR <
0,8
1,1
1,4
1,7
2,0
2,3
2,6
2,9
≥2,9
Gráfico 23 – País: Evolução da distribuição dos operados por classes de peso relativo desde 2006 até 2013.
Evolução da distribuição dos operados por classes de peso relativo desde
2006 até 2013
0 ≤ PR < 0,8
80%
0,8 ≤ PR < 1,4
1,4 ≤ PR < 2,0
2,0 ≤ PR < 2,6
≥2,6
70%
%Operados
60%
50%
40%
30%
20%
10%
0%
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
Gráfico 24 – País: Evolução da distribuição dos operados por classes de peso relativo desde 2006 até 2013.
Podemos constatar que a maior percentagem de episódios operados tem peso relativo entre
os 0 e os 0,8. Esta classe é mais representativa.
45
Índice de complexidade cirúrgica do GDH apurado para o episódio cirúrgico, à data da conclusão de acordo com as tabelas de
preços a praticar para a produção adicional realizada no âmbito do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia (SIGIC),
em vigor.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.2.Oferta
A próxima tabela apresenta a oferta em 2012 e 2013 para os diferentes tipos de hospitais,
sendo que os hospitais do SNS encontram-se subdivididos em hospitais públicos e hospitais em
regime de parceria público-privada.
Tabela 12 – País: Evolução dos indicadores de oferta entre 2012 e 2013
Indicadores de oferta
Oferta
Operados H. Públicos
2012
Nº
MPR
2013
Op.
Pad.46
Nº
MPR
∆ homóloga 2012/2013 (%)
Op.
Pad.47
Nº
MPR
Op.
Pad.48
402.156
1,00
402.735
411.343
1,04
426.127
2,3%
4,0%
5,8%
Operados H. PPP
37.302
0,92
34.333
47.187
0,95
44.806
26,5%
3,3%
30,5%
Operados ULS
42.844
0,90
38.562
43.721
0,96
42.044
2,0%
6,7%
9,0%
Operados H. protocolados
25.261
0,92
23.314
26.211
0,92
24.095
3,8%
0,0%
3,3%
Operados H.
convencionados
26.852
1,33
35.587
15.915
1,32
20.964
-40,7%
-0,8%
-41,1%
Total operados
534.415
1,00
535.218
544.377
1,03
557.991
1,9%
3,0%
4,3%
Esta distribuição permite identificar que o número de cirurgias aumentou em todas as
tipologias hospitalares, exceto nos hospitais convencionados que diminuiu 40,7%, face a 2012.
46
O valor dos operados padrão poderá não corresponder exatamente ao valor dos operados multiplicados pela média do peso
relativo devido a arredondamentos.
47
O valor dos operados padrão poderá não corresponder exatamente ao valor dos operados multiplicados pela média do peso
relativo devido a arredondamentos.
48
O valor dos operados padrão poderá não corresponder exatamente ao valor dos operados multiplicados pela média do peso
relativo devido a arredondamentos.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.2.Oferta
A tabela seguinte apresenta os indicadores de oferta em cirurgia programada nas diversas
regiões no ano de 2013.
Tabela 13 – ARS: Indicadores de oferta em 2013
Indicadores de oferta
Norte
Centro
LVT
Alentejo
Algarve
País
Oferta
Operados total
239.010
95.363
175.715
20.011
14.278
544.377
2,2%
-2,1%
4,3%
2,1%
-5,8%
1,9%
1,01
1,03
1,05
1,01
1,01
1,03
Operados padrão total
241.372
97.987
184.066
20.239
14.475
557.991
Operados HO
236.885
90.259
169.660
19.685
11.738
528.227
1,00
1,01
1,04
1,01
1,00
1,02
237.728
91. 129
176.279
19.833
11.684
536.487
7,7%
3,2%
9,5%
8,3%
11,2%
7,6%
2.125
5.104
6.055
326
2.540
16.150
1,67
1,33
1,26
1,23
1,09
1,31
3.557
6.795
7.645
402
2.764
21.163
-68,1%
-28,8%
-28,1%
-11,3%
-31,9%
-40,9%
0,7%
3,6%
0,6%
0,0%
0,0%
1,5%
29.999
17.228
30.167
2.809
3.277
83.480
270.283
115.998
207.032
23.164
17.628
634.105
23,6%
30,2%
26,4%
28,5%
44,6%
26,4%
18,4%
7,2%
3,3%
18,0%
10,5%
11,2%
25,2%
4,9%
-11,9%
201,6%
28,0%
23,9%
7.091
862
793
527
800
10.073
∆ homóloga operados
Média peso relativo op. total
49
Média peso relativo HO
Operados padrão HO
∆ homóloga operados padrão HO
Operados HD
Média peso relativo HD
Operados padrão HD
∆ homóloga operados padrão HD
%Operados HD H.SNS/ operados HD
Expurgo
50
Saídas
%Op. prioritários
51
52
%Op. MRA H.Públicos face operados
H.Públicos
∆ homóloga %Op. MRA H.Público face
operados H.Público
Diferencial entre procura e oferta
Entradas - saídas
49
Índice de complexidade cirúrgica do GDH apurado para o episódio cirúrgico, à data da conclusão de acordo com as tabelas de
preços a praticar para a produção adicional realizada no âmbito do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia (SIGIC),
em vigor.
50
No presente relatório, ao invés do efetuado nos relatórios anteriores, considerou-se que o motivo de cancelamento transferências de responsabilidade deixa de classificar o episódio como expurgo. Nas comparações evolutivas referentes a anos
transatos, o indicador foi recalculado para permitir ter dados comparáveis.
51
MRA - modelo remuneratório em que os profissionais são remunerados por atividade realizada fora do horário de trabalho
estabelecido, e em função do valor atribuído a essa produção.
52
Não inclui PPP.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.2.Oferta
Pode-se observar que o diferencial entre entradas e saídas é positivo em todas as ARS,
significando que contribuíram para o aumento global da LIC. A ARS LVT é a que tem o índice de
complexidade médio (peso relativo) mais elevado (1,05).
A região com maior variação negativa do número de operados padrão nos hospitais de origem
é a do Algarve como 11,2% de variação homóloga.
A variação dos operados padrão em hospitais de destino diminuiu em todas as ARS, sendo a
maior diminuição registada na ARS do Norte com 68,1%, face a 2012.
A participação dos hospitais do SNS53, como hospitais de destino, foi muito discreta em 2013
com apenas 235 episódios, cerca de 1,5%54 da atividade transferida.
Quanto a percentagem de operados em MRA55 podemos observar que esta é
significativamente mais elevada na região do Norte e Alentejo, com 18,4% e 18,0%
respetivamente.
53
São considerados hospitais do SNS os hospitais públicos, os em regime de parceria público-privada e os integrados nas Unidades
Locais de Saúde (ULS).
54
(Operados HD SNS/ Operados HD SNS + Operados H.Convencionado) x 100
55
Produção realizada pela equipa cirúrgica fora do seu horário de trabalho estabelecido e paga por unidade ponderada de
produção.
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3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.2.Oferta
O próximo gráfico apresenta a evolução do número de operados por ARS, desde 2006 até ao
ano de 2013. Neste quadro é considerada a localidade da instituição em que os utentes foram
tratados, pelo que não representa a oferta real das populações ao tratamento em cirúrgica.
Evolução dos operados por 1.000 hab. por ARS desde 2006 até 2013
Norte (3.682.370)
Centro (1.744.528)
LVT (3.659.868)
Alentejo (509.849)
Algarve (451.006)
Nº operados por 1.000 hab.
80
70
60
50
40
30
20
10
0
2006
2007
2008
2009
2010
Gráfico 25 – ARS: Evolução dos operados por 1.000 habitantes
2011
56 57 58
2012
2013
desde 2006 até 2013
A ARS Norte é a região com maior número de operados por 1000 habitantes.
56
O número de habitantes por ARS é apresentado entre parêntesis.
57
No presente relatório, os indicadores apresentados por 1.000 habitantes passaram a ser calculados pela área de influência da
ARS e não pela região geográfica da sua implatanção.
58
Fonte: Censos 2011 – INE
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3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.2.Oferta
A figura que se segue apresenta o número de episódios concluídos por realização de cirurgia,
por cada 1.000 habitantes, por ARS de residência dos respetivos utentes nos anos de 2006,
2012 e 2013.
Operados por 1.000 habitantes nos anos de 2006, 2012 e 2013 por ARS de residência
Gráfico 26 – ARS: Operados por 1.000 habitantes
59 60
nos anos de 2006, 2012 e 2013 por ARS de residência
Na distribuição do número de cirurgias, no ano de 2013, por região de residência dos utentes,
observa-se que as regiões de LVT, Alentejo e Algarve apresentam valores entre os 46,3 e 35,1
cirurgias, por 1.000 habitantes. Na região Norte o valor é de 53,9 e a região Centro destaca-se
com 72,6.
Importa ainda salientar que apesar de em todas as regiões se observar um crescimento em
2013, face a 2006, no número de operados por 1.000 habitantes, é na região Norte que este
crescimento é mais expressivo. Em 2013 a ARS do Centro e Algarve diminuíram a produção,
face a 2012.
59
No presente relatório, os indicadores apresentados por 1.000 habitantes passaram a ser calculados pela área de influência da
ARS e não pela região geográfica da sua implatanção.
60
Fonte: Censos 2011 – INE
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3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.2.Oferta
O gráfico seguinte apresenta a evolução da média do tempo de espera (TE) dos operados nas
diferentes regiões, nos últimos oito anos.
Evolução média do TE (meses) dos operados por ARS
Norte
Centro
LVT
Alentejo
Algarve
Média do TE dos operados (meses)
7
6
5
4
3
2
1
0
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
Gráfico 27 – ARS: Evolução da média do TE (em meses) dos operados desde 2006 até 2013
Em 2013 as ARS LVT e Alentejo aumentaram a média do tempo de espera dos operados, face a
2012. A ARS Norte é a região com menor média do tempo de espera dos operados com 2,4
meses. Já a ARS Algarve tem a média do TE dos operados mais elevada com 3,4 meses.
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3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.2.Oferta
A próxima tabela apresenta a distribuição dos episódios cirúrgicos (operados), por distrito de
residência do respetivo utente, no que se refere ao seu número, à média do tempo de espera
de episódios com cirurgia realizada e ainda a mediana do tempo de espera da LIC.
Tabela 14 – Distritos residência: Distribuição dos episódios em 2013
1.817.172
Nº Op./1.000
hab
69,0
Média do TE dos
Op. (meses)
2,26
Mediana TE da LIC
(meses)
2,10
Coimbra
430.104
65,9
3,47
3,73
Braga
848.185
65,8
2,34
2,50
Aveiro
714.200
55,7
3,30
2,77
Évora
166.726
54,7
2,62
3,07
Viseu
377.653
54,5
2,90
2,27
Bragança
136.252
53,3
2,70
2,33
Viana Do Castelo
244.836
53,3
2,32
2,23
2.250.533
50,3
2,31
3,03
Vila Real
206.661
48,1
2,55
2,57
Castelo Branco
196.264
47,6
2,64
3,50
Guarda
160.939
46,2
3,34
3,93
Portalegre
118.506
45,8
2,75
3,07
Santarém
453.638
45,3
3,33
3,03
Leiria
470.930
44,9
2,73
2,67
Setúbal
851.258
42,1
3,49
4,37
Beja
152.758
38,1
2,52
2,83
Faro
451.006
35,1
3,22
3,77
Distrito de residência
Porto
Lisboa
61
Nº hab.
Este quadro permite-nos observar indicadores de oferta nos diversos distritos do país. Apesar
das diferenças observadas serem menores que as observadas no passado, continuamos a
verificar diferenças acentuadas entre os vários distritos. Os distritos com mais operados por
1.000 habitantes são Porto, Coimbra, Braga e Aveiro. O número de operados por 1.000
habitantes residentes é para os do distrito do Porto quase o dobro de que para os de Faro.
Em nove distritos a mediana do tempo de espera da LIC situa-se abaixo dos três meses e num
acima dos quatro meses.
Salientamos a importância da equidade do agendamento dos utentes em LIC revelada pela
diferença entre a mediana do tempo de espera da LIC e a média do tempo de espera dos
operados. Assim, quanto maior a essa diferença, menor é a equidade e esta situação é mais
marcante no caso de Castelo Branco e Setúbal.
61
Fonte: Censos 2011 – INE
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O gráfico seguinte representa a evolução da produção cirúrgica (operados) mensal no ano de
2006 e de 2013, com identificação dos períodos com significativa baixa produção cirúrgica.
Nº e p i s ó d i o s o p e r a d o s
Evolução mensal da produção cirúrgica em 2006 e 2013
2006
60.000
2013
50.000
40.000
30.000
Carnaval
20.000
Páscoa
Natal
Período de férias de verão
10.000
0
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
Gráfico 28 – País: Evolução mensal dos operados em 2006 e em 2013
A evolução da produção cirúrgica entre 2006 e 2013 foi positiva. A distribuição ao longo do
ano é semelhante, sendo que os períodos onde se verificam maiores quebras na produção
correspondem aos períodos de feriados e de férias. A maior quebra verifica-se no período das
férias de Verão e logo a seguir na época do Natal.
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3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.2.Oferta
No gráfico abaixo observa-se a evolução da atividade cirúrgica programada nos hospitais do
SNS62, realizada na modalidade remuneratória alternativa (MRA)63 e na modalidade
remuneratória convencional (MRC)64, e em hospitais convencionados e protocolados65.
Evolução da atividade cirúrgica por tipo de hospital entre 2006 e 2013
H.SNS MRC
H.SNS MRA
H. Convencionados
H. Protocolados
600.000
Nº episódios operados
500.000
400.000
300.000
200.000
100.000
0
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
Gráfico 29 – País: Evolução da atividade cirúrgica por tipo de hospital desde 2006 até 2013
O aumento global da produção é um resultado de todas as modalidades de produção à
exceção dos hospitais convencionados.
Tabela 15 - País: Evolução da atividade cirúrgica por tipo de hospital desde 2006 até 2013
Indicadores
2006
…
2009
2010
2011
2012
2013
%Operados H.SNS MRC
90,2%
…
85,7%
88,2%
91,6%
91,6%
89,9%
%Operados H.SNS MRA
9,8%
…
14,3%
11,8%
8,4%
8,4%
10,1%
96,0%
…
95,0%
94,7%
91,4%
90,2%
92,3%
4,0%
…
5,0%
5,3%
4,9%
5,0%
2,9%
n.a.
…
n.a.
n.a.
3,7%
4,7%
4,8%
345.321
…
475.293
484.065
503.919
534.415
544.377
%Operados H. SNS
%Operados H. Convencionados
%Operados H. Protocolados
Total Operados
62
São considerados hospitais do SNS os hospitais públicos, os em regime de parceria público-privada e os integrados nas Unidades
Locais de Saúde (ULS).
63
MRA (modalidade remuneratória alternativa) - modelo remuneratório em que os profissionais são remunerados por atividade
realizada fora do horário de trabalho estabelecido, e em função do valor atribuído a essa produção.
64
MRC (modalidade remuneratória convencional) - Produção realizada pela equipa cirúrgica dentro do seu horário de trabalho
estabelecido e paga no âmbito do seu vencimento mensal.
65
Só iniciaram os acordos em 2011.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.2.Oferta
Na figura seguinte observa-se a distribuição por classes etárias e género dos episódios que
foram operados no ano de 2006 e 2013.
Distribuição dos operados por classes etárias e género em 2006
%Operados
Homens
Mulheres
22%
20%
18%
16%
14%
12%
10%
8%
6%
4%
2%
0%
0< idade 10< idade 20< idade 30< idade 40< idade 50< idade 60< idade 70< idade 80< idade idade >90
≤10
≤20
≤30
≤40
≤50
≤60
≤70
≤80
≤90
Gráfico 30 – País: Distribuição dos operados por classes etárias e género em 2006
Distribuição dos operados por classes etárias e género em 2013
%Operados
Homens
Mulheres
22%
20%
18%
16%
14%
12%
10%
8%
6%
4%
2%
0%
0< idade 10< idade 20< idade 30< idade 40< idade 50< idade 60< idade 70< idade 80< idade idade >90
≤10
≤20
≤30
≤40
≤50
≤60
≤70
≤80
≤90
Gráfico 31 – País: Distribuição dos operados por classes etárias e género em 2013
Pode observar-se que a distribuição é muito semelhante entre os dois anos em análise.
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3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.2.Oferta
Os gráficos que se seguem apresentam a distribuição dos operados por ARS e por prioridade
operacional66, em 2006 e 2013.
100%
Distribuição dos operados por prioridade operacional em 2006
P4
P3
80%
P2-NM
60%
P2-não
NM
P1-NM
40%
20%
P1-não
NM
0%
Norte
Centro
LVT
Alentejo
Algarve
País
Gráfico 32 – ARS: Distribuição dos operados por prioridade operacional em 2006
100%
Distribuição dos operados por prioridade operacional em 2013
P4
80%
P3
60%
P2-NM
40%
P2-não
NM
P1-NM
20%
P1-não
NM
0%
Norte
Centro
LVT
Alentejo
Algarve
País
Gráfico 33 – ARS: Distribuição dos operados por prioridade operacional em 2013
66
Prioridade operacional - nomenclatura de classificação de episódios, no âmbito do SIGIC, que os agrupa por TMRG, determinada
pela prioridade clínica e patologia/grupo de patologia. O total de prioridades operacionais é igual ao número de agrupamentos de
doentes com igual TMRG.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.2.Oferta
Esta representação gráfica mostra a assimetria na distribuição dos episódios operados em
função da prioridade. Sobressai um volume muito marcado de episódios muito prioritários na
região do Algarve sugerindo a utilização de critérios diferentes nesta classificação, entre as
cinco regiões.
No caso destes indicadores existem alterações significativas entre 2006 e 2013 sendo
especialmente notório na região do Algarve.
O próximo quadro representa a evolução do número de episódios com cirurgias realizadas e o
número de episódios expurgados.
Evolução dos episódios operados e expurgados desde 2006 até 2013
Operados/mês
Expurgo/mês
60.000
Nº ep isód ios
50.000
40.000
30.000
20.000
10.000
0
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
Gráfico 34 – País: Evolução dos episódios operados e expurgados desde 2006 até 2013
O número de cirurgias realizadas tem vindo a aumentar desde 2006, observando-se um
crescimento de 1,9% em 2013, face a 2012. O expurgo diminuiu 5,9%, face a 2012. As saídas
diminuíram 0,9% face a 2012.
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3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.3.Processo
3.3. PROCESSO
Os indicadores de processo revelam como a lista de inscritos é organizada e processada.
A tabela seguinte apresenta-nos indicadores como a média do tempo de espera (TE) dos
operados, o coeficiente de variação dos operados, ajustado à prioridade e a percentagem do
tempo de pendência dos operados.
Tabela 16 – País: Evolução dos indicadores de processo desde 2006 até 2013
Indicadores de processo
2006
…
2009
2010
2011
2012
2013
∆
homóloga
2012/2013
(%)
LIC
Mediana TE da LIC em meses
Média TE da LIC em meses
67
Tempo médio de pendência
68
por episódio em LIC em dias
% LIC intransferível
LIC/ (operados/mês)
69
6,9
…
3,4
3,1
3,3
3,0
2,8
-4,5%
10,4
…
5,7
4,7
5,2
5,1
4,5
-11,1%
6,3
…
4,5
3,4
3,7
6,5
7,4
13,0%
5,3%
…
7,6%
8,4%
6,0%
5,8%
5,5%
-5,2%
7,7
…
4,2
4,0
4,3
3,7
3,9
3,7%
4,9
…
2,9
2,6
2,7
2,8
2,7
-5,9%
639,1%
…
150,2%
193,5%
144,1%
147,7%
137,0%
-7,2%
0,8%
…
2,0%
1,5%
3,1%
1,4%
4,6%
228,6%
Operados
Média TE dos operados em
meses
Coeficiente de variação dos
operados, ajustado à
prioridade
% Tempo de pendência dos
70
operados
A média do tempo de espera dos operados diminuiu 5,9% face ao ano anterior, o que
corresponde a uma diminuição de cinco dias. A mediana do tempo de espera da LIC diminuiu
4,5%, o que corresponde a menos quatro dias. A conjugação destas duas tendências é
indiciadora de processos mais equitativos na abordagem dos utentes.
67
Foi detetado que os valores apresentados em relatórios anteriores no que concerne à média do TE da LIC estavam incorretos
como tal estes foram corrigidos no presente relatório.
68
Tempo médio que cada episódio em LIC esteve pendente. Para o cálculo são contabilizados todos episódios independentemente
se tiveram pendentes ou não.
69
É a taxa de resolução, isto é, seria o tempo que se demoraria a resolver a LIC caso não houvesse mais entradas e o número
médio de operados por mês se mantivesse estável.
70
Percentagem de tempo que cada episódio operado esteve pendente face ao tempo real de espera (tempo de espera + tempo de
pendência). Para o cálculo são contabilizados todos episódios independentemente se tiveram pendentes ou não.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.3.Processo
Contudo, observa-se uma subida do tempo médio de pendência. Uma análise detalhada revela
que existem onze hospitais em que o tempo médio de pendência é superior a dez dias, dos
quais sete apresentam medianas de TE da LIC inferior a três meses. Seis hospitais aumentaram
o seu tempo médio de pendência em cinco dias, tendo quatro destas instituições diminuído a
mediana do tempo de espera da LIC.
Em 33 de 829 unidade funcionais (UF) de hospitais de origem regista-se um tempo médio de
pendência superior a 30 dias. Estes dados justificam uma análise mais detalha para excluir a
hipótese deste mecanismo estar a ser usado, indevidamente, para reduzir os tempos de
espera dos utentes.
O tempo de resolução da LIC71 aumentou 3,7% o que neste caso representa mais 4 dias para
resolver a LIC, caso não ocorressem novas entradas e o ritmo mensal das cirurgias se
mantivesse, face ao ano anterior. Se calculássemos o mesmo indicador mas tendo em conta as
saídas em vez dos episódios operados o tempo de resolução da LIC seria de 3,3 meses,
representando também um aumento de 6 dias.
71
O tempo de resolução da LIC é o eventual tempo, considerado necessário, para resolver a LIC caso, a partir da data do cálculo
não se registassem mais entradas e o número médio de operados/saídos por mês se mantivesse constante.
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3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.3.Processo
A tabela abaixo apresenta-nos, por prioridade, o tempo médio de pendência por episódios em
LIC e a percentagem do tempo de pendência dos operados, desde 2006 até 2013.
Tabela 17 – País: Evolução dos indicadores de processo desde 2006 até 2013
Indicadores de processo
2006
…
2009
Tempo médio de pendência por episódio em LIC em dias
2010
2011
2012
2013
∆
homóloga
2012/2013
(%)
72
P1 - não NM
6,6
…
4,5
3,4
3,7
6,8
7,7
13,2%
P1 - NM
4,5
…
1,9
2,9
4,0
2,4
2,2
-8,3%
P2 - não NM
3,4
…
5,1
3,0
5,0
4,2
3,3
-21,4%
P2 - NM
0,7
…
4,0
2,5
2,7
3,6
3,2
-11,1%
P3 - não NM
5,5
…
2,7
2,4
2,9
2,2
0,6
-72,7%
P3 - NM
3,4
…
2,5
2,0
1,0
0,1
0,4
300,0%
P4 - não NM
4,6
…
0,8
7,3
1,3
0,3
0,1
-66,7%
P4 - NM
0,0
…
0,0
12,8
0,0
0,0
0,0
n.a.
% Tempo de pendência dos operados
73
P1 - não NM
0,9%
…
2,0%
1,5%
3,1%
1,4%
4,7%
235,7%
P1 - NM
0,3%
…
1,5%
0,4%
3,9%
3,3%
3,1%
-6,1%
P2 - não NM
0,8%
…
2,4%
2,2%
3,1%
1,7%
3,9%
129,4%
P2 - NM
0,2%
…
2,4%
0,9%
4,0%
2,3%
5,2%
126,1%
P3 - não NM
0,9%
…
0,9%
1,1%
1,0%
1,8%
2,5%
38,9%
P3 - NM
0,2%
…
0,7%
0,3%
0,9%
2,8%
1,0%
-64,3%
P4 - não NM
0,2%
…
0,2%
1,7%
0,3%
0,5%
0,5%
0,0%
P4 - NM
0,0%
…
0,2%
0,0%
0,0%
0,0%
0,0%
n.a.
Este quadro mostra que o crescimento do tempo de pendência dos episódios em LIC, em 2013,
ocorre especialmente à custa dos episódios não prioritários (P1) não NM e muito prioritários
(P3) NM.
O tempo de pendência observado nos episódios operados mostra uma tendência de aumento
nos P1 – não NM, P2 – não NM, P2 – NM e P3 – não NM.
72
Tempo médio que cada episódio em LIC esteve pendente. Para o cálculo são contabilizados todos episódios independentemente
se tiveram pendentes ou não.
73
Percentagem de tempo que cada episódio operado esteve pendente face ao tempo real de espera (tempo de espera + tempo de
pendência). Para o cálculo são contabilizados todos episódios independentemente se tiveram pendentes ou não.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.3.Processo
A tabela seguinte apresenta-nos os indicadores, mediana do tempo de espera da LIC, tempo
médio de pendência por episódio em LIC, média do tempo de espera dos operados e
percentagem do tempo de pendência dos operados, para as diferentes ARS, em 2013.
Tabela 18 – ARS: Evolução dos indicadores de processo em 2013
Indicadores de processo
Norte
Centro
LVT
Alentejo
Algarve
País
LIC
2,3
3,2
3,3
2,8
3,8
2,8
0,0%
-11,9%
-2,9%
11,8%
-10,3%
-4,5%
3,3
5,8
5,0
3,8
5,5
4,5
-3,9%
-20,6%
-6,1%
3,1%
-19,4%
-11,8%
4,7
13,8
6, 9
4,8
3,5
7,4
% LIC intransferível
3,3%
11,5%
4,4%
0,0%
7,6%
5,5%
∆ homóloga % LIC intransferível
3,2%
25,4%
-39,9%
n.a.
173,4%
-5,2%
2,4
3,2
2,7
2,8
3,4
2,7
-10,7%
-7,6%
2,5%
0,9%
-8,2%
-5,9%
3,7%
8,2%
4,0%
2,5%
2,9%
4,6%
Mediana TE da LIC em meses
∆ homóloga mediana TE da LIC em
meses
Média TE da LIC em meses
∆ homóloga média TE da LIC em meses
Tempo médio de pendência por
74
episódio em LIC em dias
Operados
Média TE dos operados em meses
∆ homóloga média TE dos operados
em meses
75
% Tempo de pendência dos operados
A ARS Centro é a que apresenta maior percentagem de utentes em LIC classificados como
intransferíveis, sendo o seu valor o dobro da média nacional.
A região com menor mediana do TE da LIC é a região Norte com um valor de 2,3 meses.
O valor da média do TE dos operados, para valores muito díspares da mediana do TE da LIC,
indica uma má gestão da equidade em LIC. Todavia, apenas as regiões LVT e Algarve
apresentam valores muito diferentes entre estes indicadores.
74
Tempo médio que cada episódio em LIC esteve pendente. Para o cálculo são contabilizados todos episódios independentemente
se tiveram pendentes ou não.
75
Percentagem de tempo que cada episódio operado esteve pendente face ao tempo real de espera (tempo de espera + tempo de
pendência). Para o cálculo são contabilizados todos episódios independentemente se tiveram pendentes ou não.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.3.Processo
O próximo gráfico apresenta a evolução da resolução da LIC desde 2006 até 2013, isto é, se
não houvesse mais inscrições e a média de operados por mês se mantivesse, seria o tempo
que se demoraria a resolver o número de episódios a aguardar cirurgias.
Evolução da LIC/op. mês desde 2006 até 2013
País
Norte
Centro
LVT
Alentejo
Algarve
10,0
9,0
8,0
Meses
7,0
6,0
5,0
4,0
3,0
2,0
1,0
0,0
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
76
Gráfico 35 – ARS: Evolução da LIC/op. mês desde 2006 até 2013
O tempo de resolução da LIC aumentou em 2013 3,7%, face a 2012, o que representa um
aumento de 4 dias.
A região com maior tempo para resolução da LIC é o Algarve, seguida do Centro.
Apenas a região Norte tem tempos de resolução da LIC inferiores à média nacional.
76
O tempo de resolução da LIC é o eventual tempo, considerado necessário, para resolver a LIC caso, a partir da data do cálculo
não se registassem mais entradas e o número médio de operados por mês se mantivesse constante..
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3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.3.Processo
No gráfico abaixo, observa-se a mediana do tempo de espera (TE) da LIC, indicador de
equidade regional importante, em meses, por distrito de residência do utente e ordenado por
ordem crescente, em relação aos valores de 2013.
Mediana do TE da LIC em meses por distrito de residência
2006
2013
Porto
Viana do Castelo
Viseu
Bragança
Braga
Vila Real
Leiria
Aveiro
Beja
Santarém
Lisboa
Portalegre
Évora
Castelo Branco
Coimbra
Faro
Guarda
Setúbal
0
2
4
6
8
10
12
Mediana do TE da LIC em meses
Gráfico 36 – Distrito residência: Mediana do TE da LIC em meses em 2006 e 2013
Em todos os distritos observou-se uma melhoria no acesso entre 2006 e 2013.
Os distritos de residência dos utentes em LIC, com maior mediana de TE, são os distritos de
Setúbal e Guarda com 4,37 e 3,93 meses respetivamente. O distrito que mais melhorou a sua
mediana foi o distrito de Leiria passando de 10,6 meses em 2006 para 2,67 em 2013.
Apesar da melhoria absoluta, a equidade regional mantém-se diferente de um para dois entre
regiões a melhor e pior região relativo à mediana do tempo de espera da LIC.
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3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.3.Processo
O próximo gráfico apresenta a evolução da média do tempo de espera dos operados, em
meses, desde 2006 até 2013. Esta média está representada para os operados em regime de
ambulatório, de internamento e para o total de operados.
Média do tempo de espera dos operados (meses)
Evolução da média do tempo de espera dos operados em meses desde
2006 até 2013
Operados Ambulatório
6,0
Operados Internamento
Total Operados
5,0
4,0
3,0
2,0
1,0
0,0
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
Gráfico 37 – País: Evolução do tempo de espera dos operados desde 2006 até 2013
Podemos verificar que a média do tempo de espera dos operados, em meses, é mais elevada
na cirurgia realizada em regime de internamento. De notar que desde 2008 a diferença tem
vindo a manter-se mais ou menos constante.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.3.Processo
O gráfico que se segue apresenta para cada prioridade a distribuição do número de operados
por tempo de espera (semanas) em 2013.
Distribuição dos operados por tempo de espera (semanas) em 2013
P1-não NM
P1-NM
P2-não NM
P2-NM
P3
P4
60.000
Nº de operados
50.000
40.000
30.000
3,03 meses
20.000
10.000
0
1
3
5
7
9 11 13 15 17 19 21 23 25 27 29 31 33 35 37 39 41 43 45 47 49 51 53
Semanas de espera
Gráfico 38 – País: Distibuição dos operados por tempo de espera (semanas) em 2013
Pode observar-se que a distribuição dos episódios pelo tempo que aguardaram pela cirurgia
mantém um número muito importante de episódios com TE muito superior ao da mediana. A
título de exemplo, para a prioridade P1 não oncológica a mediana do TE da LIC situa-se nos
3,03 meses sendo que os doentes situados no percentil 90 têm TE em LIC 9,5 meses.
O SNS no seu todo não consegue dar um acesso equitativo aos seus utentes. Se o acesso fosse
equitativo estaríamos a ver uma curva normal centrada na média e mediana e com um desvio
padrão não superior a 15 dias para P1-não NM.
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3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.4.Transferências
3.4. TRANSFERÊNCIAS
Os indicadores pertencentes ao grupo de transferências refletem os movimentos dos
episódios, decorrentes da incapacidade do hospital de origem (HO) gerir a totalidade dos casos
e agregam informação relativa às notas de transferência/vales cirurgia (NT/VC) emitidas.
A tabela imediata apresenta indicadores referentes a transferências, tais como número de
notas de transferências/vales cirurgia (NT/VC) emitidos, recusas de transferências, cativações
em hospitais convencionados e públicos e devoluções após a cativação.
Tabela 19 – País: Indicadores sobre as transferências de utentes no âmbito do SIGIC desde 2006 até 2013
Indicadores de
transferências
2006
…
NT/VC emitidos
81.432
… 118.778
Episódios para os quais
77
foram emitidos NT/VC
70.421
…
12.576
Recusas de transferência
78
Cativados em H. SNS
Cativados em H.
convencionados
Devoluções (após cativação)
2009
∆ hom.
2012/2013
(%)
2010
2011
2012
2013
120.225
124.867
104.353
84.601
-18,9%
96.284
98.437
96.926
84.734
66.687
-21,3%
…
52.079
57.243
56.425
54.525
39.694
-27,2%
2.570
…
2.344
1.294
1.288
541
696
28,7%
22.107
…
27.540
29.133
28.853
28.309
18.013
-36,4%
3.166
…
3.851
3.576
3.361
3.522
2.530
-28,2%
No que se refere às transferências de utentes através de NT/VC, no ano 2013, 56 hospitais
convencionados receberam utentes por esta via. Foram emitidos 84.601 NT/VC, o que
corresponde a uma diminuição de 18,9%, face a 2012. Já o número de episódios com NT/VC foi
de 66.687 o que representa também uma diminuição de 21,3%, face ao período homólogo.
O número de cativações diminuiu, em hospitais convencionados, sendo a diminuição de 36,4%,
face ao período anterior, o que justifica também a diminuição dos operados em hospitais
convencionados.
77
O número de episódios de NT/VC contabiliza apenas um NT/VC por utente no ano de 2013, isto é, o número de utentes que
receberam NT/VC em 2013.
78
O número apresentado representa o número de vezes que NT/VC foram recusados independente do número de NT/VC para
cada utente. Isto é se um utente teve dois NT/VC e recusou os dois, são ambos contabilizados.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.4.Transferências
A próxima tabela apresenta indicadores referentes às transferências, tais como número de
NT/VC emitidos, recusas de transferências, cativações em hospitais convencionados e
devoluções após a cativação, por ARS, em 2013.
Tabela 20 – ARS: Indicadores sobre as transferências de utentes no âmbito do SIGIC em 2013
Indicadores de transferências
Norte
Centro
LVT
Alentejo
Algarve
País
NT/VC emitidos
12.260
23.284
40.160
2.686
6.211
84.601
Episódios para os quais foram emitidos
79
NT/VC
10.502
18.201
30.648
2.198
5.138
66.687
6.485
11.344
18.742
1.436
1.687
39.694
52,9%
48,7%
46,7%
53,5%
27,2%
46,9%
16
273
406
1
0
696
-83,7%
20,8%
104,0%
0,0%
-100,0%
28,7%
2.284
5.535
6.900
396
2.898
18.013
-68,6%
-24,0%
24,9%
13,5%
-31,4%
-36,4%
394
726
1.028
48
334
2.530
Recusas de transferências
80
%Recusas de transferências
Cativados em H. SNS
∆ hom. cativados em H. SNS
Cativados em H. convencionados
∆ hom. cativados em H. convencionados
Devoluções (após cativação)
No que se refere às transferências de utentes, por via de NT/VC, a ARS LVT é a que tem maior
número de utentes com NT/VC. Contudo em percentagem de episódios que recebem NT/VC
sobre o número de episódios entrados em LIC é a região Algarve que apresenta maior valor
com 27,9% de casos.
As regiões em que as variações homólogas nas cativações de NT/VC, em hospitais
convencionados, diminuíram são o Norte, o Centro e o Algarve, 68,6%, 24,0% e 31,4%
respetivamente.
79
O número de episódios de NT/VC contabiliza apenas um NT/VC por utente no ano de 2013, isto é, o número de utentes que
receberam NT/VC em 2013.
80
O número apresentado representa o número de vezes que NT/VC foram recusados independente do número de NT/VC para
cada utente. Isto é se um utente teve dois NT/VC e recusou os dois, são ambos contabilizados.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.4.Transferências
O próximo gráfico apresenta a distribuição dos episódios com NT/VC emitidos, durante o ano
de 201381.
Gráfico 39 – País: Estrutura das transferências em 2013
Em 2013 66.687 episódios tiveram NT/VC emitidos, dos quais 41,4% foram recusados. Em 31
de dezembro de 2013 estavam em posse de NT/VC 9.181 utentes que não tinham ainda
decidido sobre a transferência. Dos NT/VC emitidos e cativados em 2013 foram realizadas
13.314 cirurgias e 1.231 episódios devolvidos ao HO.
O processo de transferência para além de possibilitar soluções alternativas para os episódios
sem solução atempada, nos respetivos hospitais de origem, é um mecanismo importante na
manutenção das listas, permitindo neste ponto do percurso identificar eventuais erros nos
registos e em caso de necessidade expurgar os utentes que já não aguardam cirurgia.
81
Este gráfico refere-se exclusivamente a NT/VC emitidos em 2013, isto é, um utente com NT/VC emitido em 2012 e operado em
2013 não aparecerá neste mapa.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.4.Transferências
No gráfico que se segue observa-se a distribuição das devoluções ao hospital de origem (HO),
após cativação e apresentados por ordem decrescente pelos respetivos motivos, em 2013.
Distribuição das devoluções ao HO por motivos em 2013
Utente s/ condições operatórias por motivos clínicos
A pedido do utente por motivos pessoais plausíveis
Desistência
Sem indicação cirúrgica
Desacordo com a proposta cirúrgica
Cuidados especiais não disponíveis
Outros
Proposta não adequada à situação clínica do utente
Já operado no hospital de origem
O HD opta por não realizar a cirurgia
Processo clínico com informação insuficiente
Incapacidade técnica para realizar a cirurgia
0
Devoluções: 2.530
50
100
150
200
250
300
350
400
450
Devoluções
Gráfico 40 – País: Distribuição das devoluções ao HO, por motivos, em 2013
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3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.5.Qualidade
3.5. QUALIDADE
Os indicadores de qualidade analisam o ajustamento às melhores práticas e explicam as não
conformidades.
A próxima tabela apresenta indicadores de qualidade como a percentagem de episódios em
lista de inscritos para cirurgia (LIC) e operados, com tempo de espera (TE) superior ao tempo
máximo de resposta garantido (TMRG)82 e saídas.
Tabela 21 – País: Evolução dos indicadores de qualidade desde 2006 até 2013
Indicadores de qualidade
2006
…
2009
2010
2011
2012
2013
∆
homóloga
2012/2013
(%)
LIC
% LIC > TMRG
43,5%
…
18,4%
13,0%
15,8%
15,1%
12,8%
-15,2%
% LIC > 3 meses
72,0%
…
54,4%
50,9%
53,5%
49,3%
48,0%
-2,6%
24,9
…
12,6
9,2
10,3
10,4
9,3
-10,6%
%LIC prioritária > TMRG
69,6%
…
35,8%
30,2%
31,5%
31,9%
30,8%
-3,4%
% LIC intransferível > TMRG
face à LIC intransferível
43,0%
…
36,9%
34,8%
44,8%
24,4%
23,0%
-5,7%
25,8%
…
9,8%
7,7%
9,1%
9,1%
8,0%
-11,6%
29,7%
…
15,3%
12,1%
13,2%
13,2%
12,5%
-5,4%
13,3
…
7,5
6,7
7,5
7,6
6,9
-9,2%
21,0%
…
15,4%
15,0%
13,9%
13,9%
13,2%
-5,0%
0,5%
…
0,4%
0,3%
0,3%
0,3%
0,3%
0,0%
Percentil 90 do TE da LIC
(em meses)
Operados
% Operados >TMRG
% Operados prioritários >
TMRG
Percentil 90 do TE dos
operados (em meses)
Saídas
83
%Expurgo face às saídas
%Óbitos face às saídas
Um indicador importante de qualidade é a percentagem de inscritos que ultrapassaram os
tempos máximos de resposta garantidos para as respetivas prioridades. Este indicador tem
82
TMRG: P1-Geral – 270 dias; P1-NM – 60 dias; P2-Geral – 60 dias; P2-NM – 45 dias; P3 – 15 dias; P4 – 3 dias.
83
No presente relatório, ao invés do efetuado nos relatórios anteriores, considerou-se que o motivo de cancelamento transferências de responsabilidade deixa de classificar o episódio como expurgo. Nas comparações evolutivas referentes a anos
transatos, o indicador foi recalculado para permitir ter dados comparáveis.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.5.Qualidade
vindo a melhorar e em 2013 verificou-se uma redução de 15,3%, face a 2012 e 65,3% face a
2006.
A percentagem de LIC intransferível, com tempo de espera superior ao TMRG, face à LIC
intransferível, subgrupo de utentes para os quais foi considerado pelo hospital de origem ser
prejudicial a sua transferência, em 2013 diminuiu 5,7%, face a 2012, mantendo-se no entanto
num valor excessivo de 23,0%. De notar que os utentes incluídos neste subgrupo estão
particularmente fragilizados e o hospital que coloca um episódio nesta situação fica com uma
responsabilidade acrescida de providenciar a terapêutica proposta para a resolução do
problema do utente dentro do TMRG.
Existem estudos que apontam para que a permanência em LIC de um utente por mais de três
meses traduz uma gestão ineficiente por parte do hospital. O número de casos tem vindo a
diminuir e em 2013 situa-se em 48,0%.
Um cada dez utentes esperou em LIC em 2013, em 9,3 meses (mais do triplo da mediana dos
utentes em LIC). Este indicador quando comparado com a mediana nacional indica a falta de
equidade com que a gestão da LIC é efetuada.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.5.Qualidade
A próxima tabela apresenta indicadores de qualidade como a percentagem de episódios em
lista, com tempo de espera superior ao tempo máximo de resposta garantido para a respetiva
prioridade distribuídos pelas cinco ARS, para o ano de 2013.
Tabela 22 – ARS: Indicadores de qualidade em 2013
Indicadores de qualidade
Norte
Centro
LVT
Alentejo
Algarve
País
LIC
6,6%
18,6%
16,9%
6,7%
10,9%
12,8%
39,2%
52,2%
53,8%
48,2%
58,4%
48,0%
7,0
12,1
11,0
7,2
8,6
9,3
%LIC prioritária > TMRG
14,9%
37,0%
42,3%
14,6%
34,7%
30,8%
% LIC intransferível > TMRG face à LIC
intransferível
37,3%
10,6%
35,0%
33,3%
12,3%
23,0%
% Operados >TMRG
4,9%
12,1%
10,1%
5,6%
11,7%
8,0%
% Operados prioritários > TMRG
9,1%
16,4%
14,5%
9,6%
12,8%
12,5%
6,1
7,9
7,4
6,8
8,3
6,9
11,1%
14,9%
14,6%
12,1%
18,6%
13,2%
0,2%
0,4%
0,4%
0,3%
0,3%
0,3%
% LIC > TMRG
% LIC > 3 meses
Percentil 90 do TE da LIC (em meses)
Operados
Percentil 90 do TE dos operados (em
meses)
Saídas
84
%Expurgo face às saídas
% Óbitos face às saídas
Apesar de ter melhorado, o Centro é a região com mais utentes a aguardar com tempo de
espera desadequado e maior percentil 90 do TE da LIC. Neste último indicador também a
região de LVT encontra-se muito mal colocada.
Sobressaem ainda as regiões de LVT, Centro e Algarve com uma percentagem de episódios
prioritários em LIC acima dos TMRG superior a 34%.
84
No presente relatório, ao invés do efetuado nos relatórios anteriores, considerou-se que o motivo de cancelamento transferências de responsabilidade deixa de classificar o episódio como expurgo. Nas comparações evolutivas referentes a anos
transatos, o indicador foi recalculado para permitir ter dados comparáveis.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.5.Qualidade
No gráfico seguinte observa-se a evolução da mediana de tempo de espera dos utentes que
aguardavam por cirurgia a 31 de Dezembro de 2006 e de 2013 em cada ARS.
Evolução da LIC por 1.000 habitantes em 2006 e 2013
LIC ≤ TMRG/1.000 hab.
LIC > TMRG/1.000 hab.
Norte - 2006
2013
Centro - 2006
2013
LVT - 2006
2013
Alentejo - 2006
2013
Algarve - 2006
2013
0
5
10
15
20
LIC/1.000 Hab.
Gráfico 41 – ARS: Evolução da LIC por 1.000 habitantes
25
85 86
30
35
40
em 2006 e 2013
Em 2013 a região com menos utentes em LIC a ultrapassar o TMRG por 1.000 habitantes é o
Alentejo e é no Centro que se observa o maior número de episódios com tempo de espera
superior ao TMRG por 1.000 habitantes.
Há uma tendência que sobressai em todas as regiões de redução da proporção da LIC superior
ao TMRG no total de LIC quando comparados os anos de 2006 e 2013.
85
Fonte: Censos 2011 – INE
86
No presente relatório, os indicadores apresentados por 1.000 habitantes passaram a ser calculados pela área de influência da
ARS e não pela região geográfica.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.5.Qualidade
O próximo gráfico apresenta por ordem crescente, em relação a 2013, a percentagem de
episódios em LIC que ultrapassam o TMRG, por distrito de residência, em 2006 e 2013.
Distribuição da % LIC > TMRG por distrito de residência
2006
2013
VIANA DO CASTELO
BRAGANÇA
PORTO
BEJA
ÉVORA
VILA REAL
BRAGA
FARO
PORTALEGRE
SANTARÉM
VISEU
CASTELO BRANCO
LEIRIA
AVEIRO
LISBOA
GUARDA
SETÚBAL
COIMBRA
0%
10%
20%
30%
%LIC > TMRG
40%
50%
60%
70%
Gráfico 42 – Distrito residência: Percentagem da LIC> TMRG em 2006 e 2013
Sobressai genericamente que entre 2006 e 2013 existiu uma melhoria significativa na redução
do número de episódios em LIC que ultrapassavam os TMRG.
Em 2013 os distritos de Coimbra, Setúbal e Guarda apresentam percentagens de episódios em
LIC com TE superior aos TMRG, acima dos 15%. Por sua vez os distritos que apresentam menor
percentagem são Viana do Castelo, Bragança e Porto com 2,6%, 4,1% e 4,7% respetivamente.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.5.Qualidade
O próximo gráfico apresenta a distribuição da percentagem dos operados com TE acima do
TMRG, distribuído por distrito de residência e ordenado por ordem crescente dos valores de
2013.
Distribuição da %operados > TMRG por distrito de residência
2006
2013
VIANA DO CASTELO
PORTO
BEJA
BRAGANÇA
VILA REAL
ÉVORA
PORTALEGRE
BRAGA
LEIRIA
CASTELO BRANCO
LISBOA
VISEU
FARO
SANTARÉM
AVEIRO
COIMBRA
SETÚBAL
GUARDA
0%
10%
20%
30%
40%
50%
%operados > TMRG
Gráfico 43 – Distrito residência: Percentagem dos operados> TMRG em 2006 e 2013
Os distritos que apresentam mais operados com TE superior ao TMRG são o da Guarda com
15,4% e Setúbal com 14,5%. Os distritos de Viana do Castelo e Porto distinguem-se por terem
a menor percentagem 3,0% e 3,7% respetivamente.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.5.Qualidade
O gráfico seguinte apresenta a distribuição dos motivos de expurgo por cada região em 2013.
Por cada região de saúde é apresentada a percentagem de expurgo, face às saídas, valor
inscrito entre parêntesis.
Distribuição do expurgo em cada região por motivos em 2013
Perda de indicação cirúrgica
Outros
Operado fora do SIGIC
Óbito
NT/VC expirado
Erro processual
Desistência
100%
90%
80%
70%
60%
50%
40%
30%
20%
10%
0%
Norte (11,1%)
Centro (14,9%)
LVT (14,6%)
Gráfico 44 – ARS: Distribuição do expurgo
87 88
Alentejo (12,1%)
Algarve (18,6%)
por motivos no ano 2013
O expurgo por motivo de desistência é o mais comum. O motivo que apresenta menor valor é
o óbito.
No Algarve o expurgo, por NT/VC expirado adquire particular relevância.
87
Utentes inscritos em lista que são excluídos desta sem terem sido operados de forma programada, quer por terem desistido,
falecido, operados de forma urgente ou outro.
88
No presente relatório, ao invés do efetuado nos relatórios anteriores, considerou-se que o motivo de cancelamento transferências de responsabilidade deixa de classificar o episódio como expurgo. Nas comparações evolutivas referentes a anos
transatos, o indicador foi recalculado para permitir ter dados comparáveis.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.5.Qualidade
O próximo gráfico mostra a distribuição dos motivos de expurgo no país em 2013.
Distribuição do expurgo em 2013
Desistência
18%
Erro processual
39%
NT/VC expirado
Óbito
21%
Operado fora do SIGIC
Outros
7%
2% 4%
9%
Gráfico 45 – País: Distribuição do expurgo
Perda de indicação cirúrgica
89 90
por motivos no ano 2013
No país o motivo de expurgo mais frequente é a “desistência” da cirurgia por parte do utente.
O tempo de espera médio nos casos de desistência é de 7,2 meses, 2,7 vezes superior ao da
média do tempo de espera dos doentes operados nas respetivas prioridades. Este indicador
indicia que um tempo de espera excessivo pode ser um fator que condiciona a desistência.
89
Utentes inscritos em lista que são excluídos desta sem terem sido operados de forma programada, quer por terem desistido,
falecido, operados de forma urgente ou outro.
90
No presente relatório, ao invés do efetuado nos relatórios anteriores, considerou-se que o motivo de cancelamento transferências de responsabilidade deixa de classificar o episódio como expurgo. Nas comparações evolutivas referentes a anos
transatos, o indicador foi recalculado para permitir ter dados comparáveis.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.5.Qualidade
Na tabela seguinte observa-se o expurgo, no ano de 2013, distribuído por região e pelos
respetivos por motivos.
91
Tabela 23 – ARS: Distribuição do expurgo por motivos no ano de 2013
Motivos de expurgo dos episódios
Desistência
Norte
Centro
LVT
Alentejo
Algarve
País
12.635
6.205
10.738
1.261
1.325
32.164
-9%
-1%
18%
-7%
16%
1%
2.909
1.319
2.767
104
261
7.360
-45,2%
-27,4%
2,7%
3,0%
-16,3%
-28,0%
404
257
1.448
141
682
2.932
-78,1%
-71,9%
-47,7%
4,4%
-9,7%
-54,3%
499
499
784
73
58
1.913
1,4%
4,2%
16,8%
-12,0%
-26,6%
6,0%
1.156
1.408
3.090
279
271
6.204
-19,0%
-34,0%
4,6%
3,3%
3,4%
-12,0%
7.263
4.432
5.558
528
132
17.913
-13,4%
27,7%
8,0%
18,9%
-2,9%
1,9%
Perda de indicação cirúrgica
5.133
3.108
5.782
423
548
14.994
∆ homóloga perda de indicação
cirúrgica
-0,4%
12,3%
23,3%
-11,5%
-26,3%
8,4%
Total expurgo
29.999
17.228
30.167
2.809
3.277
83.480
∆ homóloga total expurgo
-17,8%
-3,5%
7,6%
-1,9%
-4,5%
-5,9%
%Expurgo/Saídas
11,1%
14,9%
14,6%
12,1%
18,6%
13,2%
-15,1%
0,1%
3,3%
-4,7%
2,1%
-5,0%
∆ homóloga desistência
Erro processual
∆ homóloga erro processual
NT/VC expirado
∆ homóloga NT/VC expirado
Óbito
∆ homóloga óbito
Operado fora do SIGIC
∆ homóloga operado fora do SIGIC
Outros
∆ homóloga outros
∆ homóloga %Expurgo/Saídas
A região com expurgo face às saídas mais elevado é o Algarve.
91
No presente relatório, ao invés do efetuado nos relatórios anteriores, considerou-se que o motivo de cancelamento transferências de responsabilidade deixa de classificar o episódio como expurgo. Nas comparações evolutivas referentes a anos
transatos, o indicador foi recalculado para permitir ter dados comparáveis.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.6.Capacidade instalada e
produtividade
3.6. CAPACIDADE INSTALADA E PRODUTIVIDADE
Os indicadores de capacidade instalada e produtividade indicam os recursos físicos e humanos
das instituições hospitalares, assim como o ajuste destes à produção.
Nas tabelas seguintes observam-se os indicadores sobre a capacidade instalada e
produtividade, no país, de 2010 a 2013 Estes indicadores são referentes aos hospitais do SNS
(públicos e PPP).
Tabela 24 – País: Evolução dos indicadores de capacidade instalada desde 2010 até 2013
Indicadores de capacidade instalada
Nº cirurgiões padrão ajustados
2010
92
2011
2012
∆
homóloga
2012/2013
(%)
2013
4.292
4.887
4.905
4.680
-4,6%
1.116
1.158
1.129
1.095
-3,0%
1.207
1.323
1.334
1.349
1,1%
708
706
694
708
2,0%
Nº salas de BO exclusivas de ambulatório
115
123
128
132
3,1%
Nº total de salas BO
480
498
509
503
-1,2%
11.561
12.902
13.583
12.604
-7,2%
4.131
4.946
4.940
5.300
7,3%
1.078
995
1.155
1.136
-1,6%
595
478
543
510
-6,1%
Nº anestesistas padrão ajustados
93
Nº cirurgiões padrão ajustados afetos ao BO
94
Nº anestesistas padrão ajustados afetos ao BO
95
Nº horas semanais disponíveis do BO para
Internamento/ambulatório em MRC
Nº horas semanais disponíveis do BO para
ambulatório (exclusivo) em MRC
Nº horas semanais disponíveis do BO para
Internamento/ambulatório em MRA
Nº horas semanais disponíveis do BO para
ambulatório (exclusivo) em MRA
92
Cirurgiões padrão ajustados = [∑Horas de trabalho semanais dos cirurgiões + ∑Horas de trabalho semanais dos cirurgiões
internos/2]/35horas. As horas semanais de trabalho dos cirurgiões são as registadas na capacidade instalada e as realizadas em
MRA. As horas semanais realizadas em MRA são o nº de operados padrão em [(MRA x 1,5 x 2)/nº semanas em analise]. Num ano
foram consideradas 52 semanas.
93
Anestesistas padrão ajustados = [∑Horas de trabalho semanais dos anestesistas] /35horas. As horas semanais de trabalho dos
anestesistas são as registadas na capacidade instalada e as realizadas em MRA. As horas semanais realizadas em MRA são o nº de
operados padrão em [(MRA x 1,5)/nº semanas em analise]/35. Num ano foram consideradas 52 semanas.
94
Cirurgiões padrão ajustados afetos ao BO = [∑Horas afetas ao BO semanais dos cirurgiões + ∑Horas afetas ao BO semanais dos
cirurgiões internos/2]/35horas. As horas semanais de afetação ao BO dos cirurgiões são as registadas na capacidade instalada e as
realizadas em MRA. As horas semanais afetas ao BO em MRA são o nº de operados padrão em [(MRA x 1,5 x 2)/nº semanas em
analise]/35. Num ano foram consideradas 52 semanas.
95
Anestesistas padrão ajustados afetos ao BO = [∑Horas afetas ao BO semanais dos anestesistas] /35horas. As horas semanais de
afetação ao BO dos anestesistas são as registadas na capacidade instalada e as realizadas em MRA. As horas semanais afetas ao
BO em MRA são o nº de operados padrão em [(MRA x 1,5)/nº semanas em analise]/35. Num ano foram consideradas 52 semanas.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.6.Capacidade instalada e
produtividade
O número de cirurgiões e anestesistas, padrão ajustado diminuíram 4,6% e 3,0%,
respetivamente, entre 2012 e 2013. No entanto a afetação ao BO aumentou para ambos.
Verifica-se ainda que o número de salas de BO reduziu ao nível do país (6 salas). No entanto, as
salas de BO exclusivas para ambulatório aumentaram 3,1%.
Constatamos ainda que as horas de BO, para produção MRA e MRC, diminuíram de uma forma
geral, de 2012 para 2013. No entanto, as horas para produção MRC em regime de ambulatório
aumentaram.
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.6.Capacidade instalada e
produtividade
Tabela 25 – País: Evolução dos indicadores de produtividade desde 2010 até 2013
Indicadores de produtividade
Nº cirurgias padrão por cirurgião padrão ajustado/Ano
Nº cirurgias padrão por anestesista padrão
ajustado/Ano
Nº cirurgias padrão por cirurgião padrão ajustado
afeto ao BO/Ano
Nº cirurgias padrão por anestesista padrão ajustado
afeto ao BO/Ano
Grau de ajuste entre cirurgiões padrão afetos ao BO e
anestesistas padrão afetos ao BO
% Disponibilidade de sala / standard
96
2010
2011
2012
∆
homóloga
2012/2013
(%)
2013
104,4
91,2
97,1
109,3
12,6%
401,5
384,8
422,0
467,3
10,7%
371,3
336,8
357,2
379,3
6,2%
632,9
631,2
686,6
722,7
5,3%
1,7
1,9
1,9
1,9
0,0%
60,3%
64,7%
66,2%
64,8%
-2,1%
A padronização da capacidade instalada e produção é fundamental para análises integradas e
comparativas entre as instituições.
A produtividade em 2013 aumentou, quer por cirurgiões padrão, quer por anestesistas padrão.
No entanto, ambos os valores estão abaixo do padrão, uma vez que para os cirurgiões o valor
anual deveria ser de 15497 cirurgias padrão ano (em 2013 verificou-se 70% deste padrão) e no
caso dos anestesistas de 50198 (em 2013 verificou-se 93,3% deste padrão).
O indicador, grau de ajuste entre cirurgiões e anestesistas padrão, afetos ao BO, encontra-se
estável, numa proporção de 1,9 cirurgiões para 1 anestesista.
Podemos verificar uma redução da disponibilidade de salas de BO standard, na ordem dos
2,1%, entre 2012 e 2013.
Face à disponibilidade standard, que corresponde a 60h/semana (12h x 5 dias), os hospitais do
SNS apresentam apenas 64,8%, em 2013 que corresponde a 39 horas por semana (7,8h x 5
dias).
96
Sala standard corresponde a (12 horas diárias x 5 dias úteis x nº salas de BO)
97
Cada cirurgião padrão (35 horas de trabalho) tem afeto ao BO 10,5h (30%). Cada cirurgia padrão que realiza dura em média
1,5h. No BO em média estão 2 cirurgiões. E a média de trabalho por ano é de 44 semanas.
98
Cada anestesista padrão (35 horas de trabalho) tem afeto ao BO 17,5h (50%). Cada cirurgia padrão que realiza dura em média
1,5h. No BO está 1 anestesista. E a média de trabalho por ano é de 44 semanas.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.6.Capacidade instalada e
produtividade
As próximas tabelas representam os indicadores sobre a capacidade instalada e produtividade,
por ARS, em 2013.
Tabela 26 – ARS: Evolução dos indicadores de capacidade instalada em 2013
Indicadores de capacidade instalada
Nº cirurgiões padrão ajustados
99
Norte
Centro
LVT
Alentejo
Algarve
País
1.765
840
1.760
194
121
4.680
1,7%
-10,5%
-4,9%
15,3%
-42,9%
-4,6%
439
185
408
35
28
1.095
5,0%
-15,1%
-3,9%
6,2%
-20,7%
-3,0%
568
217
470
52
42
1.349
11,5%
-5,4%
-6,4%
16,2%
-13,1%
1,1%
310
135
217
24
22
708
4,0%
-1,3%
-0,4%
3,5%
20,2%
2,0%
44
28
53
3
4
132
162
121
189
19
12
503
4.592
2.152
5.024
530
306
12.604
1.828
1.141
2.119
97
115
5.300
748
146
212
18
12
1.136
321
61
83
14
31
510
Nº Horas semanais disponíveis do BO (total)
7.489
3.500
7.438
659
464
19.550
∆ homóloga nº Horas semanais disponíveis do
BO (total)
2,2%
-2,8%
-6,4%
-4,8%
-28,9%
-3,3%
∆ homóloga nº cirurgiões padrão ajustados
Nº anestesistas padrão ajustados
100
∆ homóloga nº anestesistas padrão ajustados
Nº cirurgiões padrão ajustados afetos ao
101
BO
∆ homóloga nº cirurgiões padrão ajustados
afetos ao BO
Nº anestesistas padrão ajustados afetos ao
102
BO
∆ homóloga nº anestesistas padrão ajustados
afetos ao BO
Nº salas de BO exclusivas de ambulatório
Nº total de salas BO
Nº horas semanais disponíveis do BO para
internamento/ambulatório em MRC
Nº horas semanais disponíveis do BO para
ambulatório (exclusivo) em MRC
Nº horas semanais disponíveis do BO para
internamento/ambulatório em MRA
Nº horas semanais disponíveis do BO para
ambulatório (exclusivo) em MRA
99
Cirurgiões padrão ajustados = [∑Horas de trabalho semanais dos cirurgiões + ∑Horas de trabalho semanais dos cirurgiões
internos/2]/35horas. As horas semanais de trabalho dos cirurgiões são as registadas na capacidade instalada e as realizadas em
MRA. As horas semanais realizadas em MRA são o nº de operados padrão em [(MRA x 1,5 x 2)/nº semanas em analise]. Um ano
tem 52 semanas.
100
Anestesistas padrão ajustados = [∑Horas de trabalho semanais dos anestesistas]/35horas. As horas semanais de trabalho dos
anestesistas são as registadas na capacidade instalada e as realizadas em MRA. As horas semanais realizadas em MRA são o nº de
operados padrão em [(MRA x 1,5)/nº semanas em analise]/35. Um ano tem 52 semanas.
101
Cirurgiões padrão ajustados afetos ao BO = [∑Horas afetas ao BO semanais dos cirurgiões + ∑Horas afetas ao BO semanais dos
cirurgiões internos/2]/35horas. As horas semanais de afetação ao BO dos cirurgiões são as registadas na capacidade instalada e as
realizadas em MRA. As horas semanais afetas ao BO em MRA são o nº de operados padrão em [(MRA x 1,5 x 2)/nº semanas em
analise]/35. Um ano tem 52 semanas.
102
Anestesistas padrão ajustados afetos ao BO = [∑Horas afetas ao BO semanais dos anestesistas]/35horas. As horas semanais de
afetação ao BO dos anestesistas são as registadas na capacidade instalada e as realizadas em MRA. As horas semanais afetas ao
BO em MRA são o nº de operados padrão em [(MRA x 1,5)/nº semanas em analise]/35. Um ano tem 52 semanas.
Página 98 de 293
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.6.Capacidade instalada e
produtividade
Apesar de existir uma tendência para a redução de cirurgiões e anestesistas (padrão ajustado)
a nível nacional e regional, as ARS Norte e Alentejo tiveram um aumento de 1,7% e 15,3% de
cirurgião e 5,0% e 6,2% de anestesista, respetivamente.
Para as ARS Centro e LVT a afetação ao BO dos cirurgiões e anestesistas tem diminuído
contrariando a tendência. Apenas a ARS Norte aumentou a disponibilidade de sala do BO em
2,2%.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.6.Capacidade instalada e
produtividade
Tabela 27 – ARS: Evolução dos indicadores de produtividade em 2013
Indicadores de produtividade
Norte
Nº cirurgias padrão por cirurgião padrão
ajustado/Ano
∆ homóloga nº cirurgias padrão por cirurgião
padrão ajustado/Ano
Nº cirurgias padrão por anestesista padrão
ajustado/Ano
∆ homóloga nº cirurgias padrão por
anestesista padrão ajustado/Ano
Nº cirurgias padrão por cirurgião padrão
ajustado afeto ao BO/Ano
∆ homóloga nº cirurgias padrão por cirurgião
padrão ajustado afeto ao BO/Ano
Nº cirurgias padrão por anestesista padrão
ajustado afeto ao BO/Ano
∆ homóloga nº cirurgias padrão por
anestesista padrão ajustado afeto ao BO/Ano
Grau de ajuste entre cirurgiões padrão afetos
ao BO e anestesistas padrão afetos ao BO
∆ homóloga grau de ajuste entre cirurgiões
padrão afetos ao BO e anestesistas padrão
afetos ao BO
% Disponibilidade de sala / standard
103
∆ homóloga % Disponibilidade de sala /
104
standard
Centro
LVT
Alentejo
Algarve
País
121,5
108,2
99,3
102,0
96,2
109,3
5,4%
15,7%
15,1%
-6,3%
94,7%
12,6%
489,0
490,8
428,4
558,4
422,2
467,3
2,1%
21,9%
13,9%
1,8%
40,1%
10,7%
377,8
418,9
371,8
382,8
278,0
379,3
-3,9%
9,4%
16,9%
-7,0%
27,9%
6,2%
691,9
674,8
806,7
814,6
525,8
722,7
3,0%
4,9%
9,9%
4,4%
-7,5%
5,3%
1,8
1,6
2,2
2,1
1,9
1,9
7,2%
-4,1%
-6,0%
12,3%
-27,7%
0,0%
77,0%
48,2%
65,6%
57,8%
64,4%
64,8%
2,8%
-2,8%
-4,0%
-4,8%
-28,9%
-2,1%
O número de cirurgias padrão por cirurgião e anestesista tem aumentado em todas as ARS
(excepto para a ARS Alentejo – cirurgião).
À exceção da ARS Norte, todas as outras ARS diminuíram a disponibilidade de sala de BO. Essa
disponibilidade situa-se entre as 29 horas (5,8h *5 dias) e as 46 horas semanais (9,2h x 5 dias).
103
Sala standard corresponde a (12 horas diárias x 5 dias úteis x nº salas de BO)
104
Sala standard corresponde a (12 horas diárias x 5 dias úteis x nº salas de BO)
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.6.Capacidade instalada e
produtividade
O próximo gráfico apresenta a produtividade por cirurgião padrão ajustado em 2012 e 2013
para as diferentes regiões do país.
Operados padrão por cirurgião padrão ajustado no ano de 2012 e 2013
Gráfico 46 – ARS: Operados padrão por cirurgião padrão ajustado no ano de 2012 e 2013
O próximo gráfico apresenta a produtividade por anestesista padrão ajustado em 2012 e 2013
por ARS.
Operados padrão por anestesista padrão ajustado no ano de 2012 e 2013
Gráfico 47 – ARS: Operados padrão por anestesista padrão no ano de 2012 e 2013
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
3.ANÁLISE DO PAÍS E DAS ARS – 3.6.Capacidade instalada e
produtividade
O próximo gráfico apresenta a relação entre o número de operados padrão por cirurgiões
padrão face ao número de operados padrão por anestesista padrão em 2013.
Nº operados padrão por cirurgião padrão
Operados padrão por cirurgião padrão e operados padrão por
anestesista padrão em 2013
240
Cirurgiões e anestesistas
Cirurgiões otimizados
IPO Porto
180
IPO Lisboa
H Dr. Franc. Zagalo - Ovar
120
CH V. Nova de
Gaia/Espinho
CH Tondela
- Viseu
otimizados
CH Entre o Douro e Vouga
H Fern. da Fonseca - Lx
ULS Norte Alentejano Portalegre
H Sta Maria Maior Barcelos
H D. Figueira da Foz
H D. Santarém
H Espírito
Santo - Évora
CH Póvoa do Varzim/VC
60
Inst. Oft. Dr. Gama Pinto Lx
CH Oeste CH Alto Ave
- Guimarães
Cirurgiões e anestesistas
0
Anestesistas otimizados
não otimizados
0
200
400
600
800
1000
Nº operados padrão por anestesista padrão
1200
Gráfico 48 – País: Operados padrão por cirurgião padrão e operados padrão por anestesista padrão
1400
105
em 2013
O ponto laranja representa no gráfico a proporção ideal106 de cirurgiões padrão (154) e
anestesistas padrão (501). Podemos assim categorizar os hospitais, representados nos quatro
quadrantes, em:

Instituições com cirurgiões otimizados;

Instituições com anestesistas otimizados;

Instituições com cirurgiões e anestesistas otimizados;

Instituições sem otimização em cirurgiões e anestesitas.
105
A localização nos quadrantes de alguns hospitais, relativamente aos dados dos anestesistas, poderá estar eventualmente
incorreta pois foram indentificadas incongruências e dados pouco prováveis sem que os hospitais se tenham pronunciado
atempadamente, nomeadamente o Hospital Santa Maria Maior, Hospital Espírito Santo de Évora e Centro Hospitalar TondelaViseu.
106
Teoricamente a disponibilidade de cirurgião padrão (com 35 horas semanais) deve ser de 10,5 horas afetas ao BO (30%) e a
disponibilidade de anestesista padrão (35 horas semanais) de 17,5 horas afetas ao BO (50%). Tendo em conta que são necessários
dois cirurgiões para uma cirurgia, 17,5 horas de anestesistas dão para 17,5 /(10,5/2cirurgiões)=3,33 cirurgiões padrão.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
4.CIRURGIA DE AMBULATÓRIO
4. CIRURGIA DE AMBULATÓRIO107
A produção cirúrgica realizada em regime de ambulatório
representou cerca de 53% do total da atividade cirúrgica, a
nível nacional, no ano de 2013, correspondendo a 290.343
episódios operados, neste regime, nos hospitais.
No quadro seguinte, observa-se a evolução dos indicadores
relativos à cirurgia de ambulatório nos últimos oito anos e
respetiva variação entre 2012 e 2013.
Tabela 28 – Cirurgia de ambulatório: Evolução dos indicadores dos operados em ambulatório desde 2006 até 2013
Indicadores de cirurgia de
ambulatório
% Operados em ambulatório
Operados em ambulatório
Média de TE dos op. em amb.
em meses
Coeficiente da variação do TE
dos op. amb. ajustado à
prioridade
Média de idade dos op. em
amb
108
Operados grupo A
2006
…
2009
15,5%
53.414
…
44,7%
… 212.385
2010
2011
2012
2013
47,0%
227.306
47,9%
241.629
50,4%
269.104
53,3%
290.343
∆ hom.
2012/
2013 (%)
5,9%
7,9%
4,0
…
2,4
2,2
2,2
2,4
2,3
-1,7%
176,0%
…
143,7%
148,8%
125,1%
141,8%
125,8%
-11,3%
50
…
56
55
55
55
55
0,0%
… 183.223
174.370
181.897
190.615
190.997
0,2%
17,9%
…
62,9%
66,2%
67,8%
70,1%
73,4%
4,7%
14.420
…
27.058
28.485
28.845
30.818
29.777
-3,4%
% Operados em amb. grupo B
4,4%
…
5,5%
6,2%
6,8%
9,0%
9,1%
1,1%
% Operados em amb. > TMRG
% de conversões em cirurgias
110
de internamento
17,7%
…
5,0%
4,1%
4,2%
4,9%
4,9%
0,0%
7,3%
…
0,3%
0,4%
0,4%
0,4%
0,6%
50,0%
% Operados em amb. grupo A
Operados grupo B
107
109
56.696
Foram consideradas cirurgias de ambulatório, as cirurgias que os hospitais assinalaram como tal.
108
É um conjunto de procedimentos normalmente passíveis de serem realizados em regime de ambulatório, compilado pela APCA
(Associação Portuguesa de Cirurgia Ambulatória). Listagem no glossário.
109
É um conjunto de procedimentos não universalmente realizados em regime ambulatório, mas que podem eventualmente sê-lo,
divulgado pela APCA (Associação Portuguesa de Cirurgia Ambulatória). Listagem no glossário.
110
Número de cirurgia que foram consideradas de ambulatório mas que efetivamente tiveram internamento.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
4.CIRURGIA DE AMBULATÓRIO
Observou-se um crescimento da cirurgia em regime de ambulatório, no ano 2013, de 5,9% em
relação ao ano de 2012. Quanto aos tempos de espera (TE) dos utentes operados nesse regime
diminuíram face ao período homólogo, sendo em 2013 de 2,3 meses, ainda assim um valor
inferior ao TE dos episódios operados em regime de internamento.
A idade média dos utentes operados em ambulatório é de 55 anos. A percentagem de utentes
operados em ambulatório com tempo de espera superior ao tempo máximo de resposta
garantido (TMRG) é de 4,9%.
Parte significativa (73%) da lista de procedimentos ajustados à cirurgia de ambulatório já é
executada neste regime.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
4.CIRURGIA DE AMBULATÓRIO
A próxima figura apresenta a percentagem de episódios operados em ambulatório face ao
total de operados por cada distrito de residência nos anos de 2006, 2012 e 2013.
%Operados em ambulatório face ao total de operados nos anos de 2006, 2012 e 2013
Gráfico 49 – Cirurgia de ambulatório: %Operados em ambulatório por distrito de residência nos anos de 2006, 2012
e 2013
Podemos observar que em 2006 a percentagem de cirurgias em regime de ambulatório era
pouco significativo em todo o país. Em 2006 eram os utentes residentes no distrito de Coimbra
que mais cirurgias tinham neste regime com um valor acima de 25%.
Em 2013 podemos observar que a percentagem de operados em regime de ambulatório
aumentou consideravelmente em todos os distritos, sendo agora os distritos de Braga, Viseu,
Porto e Viana do Castelo que se destacam apresentando percentagens superiores a 55%.
Observa-se que a percentagem de operados em regime ambulatório evoluiu favoravelmente
em termos gerais face a 2012.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
4.CIRURGIA DE AMBULATÓRIO
Os próximos quadros apresentam o número de operados e operados padrão em cirurgia de
ambulatório e regime de internamento.
Evolução dos operados desde 2006 até 2013
Internamento
600.000
Ambulatório
Operados
500.000
400.000
300.000
200.000
100.000
0
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
Gráfico 50 – Cirurgia de ambulatório: Evolução dos operados desde 2006 até 2013
Evolução dos operados padrão desde 2006 até 2013
Internamento
Operados Padrão
600.000
Ambulatório
500.000
400.000
300.000
200.000
100.000
0
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
Gráfico 51 – Cirurgia de ambulatório: Evolução dos operados padrão desde 2006 até 2013
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
4.CIRURGIA DE AMBULATÓRIO
A tabela seguinte traduz os valores observados nos gráficos anteriores mostrando a evolução
da produção cirúrgica e da produção cirúrgica padrão desde 2006 até 2013.
Tabela 29 – Cirurgia de ambulatório: Evolução da produção cirúrgica e da produção cirúrgica padrão desde 2006 até
2013
111
112
Ano
Total
operados
% Operados
ambulatório
Total operados
padrão
% operados
padrão amb.
MPR
amb.
MPR
int.
2013
544.377
53,3%
557.991
34,4%
0,66
1,44
2012
534.415
50,4%
535.218
30,4%
0,60
1,40
2011
503.919
47,9%
497.939
27,9%
0,58
1,37
2010
484.065
47,0%
483.096
27,6%
0,59
1,36
2009
475.293
44,7%
493.523
22,6%
0,53
1,46
2008
455.503
37,6%
504.755
15,7%
0,46
1,50
2007
403.061
9,9%
501.314
4,0%
0,50
1,33
2006
345.321
15,5%
420.386
8,6%
0,68
1,32
A cirurgia de ambulatório representa cerca de 53% da atividade cirúrgica mas quando
ponderada pelo indicador de complexidade a cirurgia realizada em regime de internamento
corresponde a 65,6% de toda a atividade.
No gráfico com a evolução dos operados padrão verifica-se que entre os anos de 2007 e 2010
houve uma transferência dos casos de internamento para ambulatório mantendo-se a relação
estável a partir desse ano.
111
MPR – Média do peso relativo: Índice de complexidade cirúrgica do GDH apurado para o episódio cirúrgico, à data da conclusão
de acordo com as tabelas de preços a praticar para a produção adicional realizada no âmbito do Sistema Integrado de Gestão de
Inscritos para Cirurgia (SIGIC), em vigor.
112
Idem
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Página 107 de 293
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4.CIRURGIA DE AMBULATÓRIO
O próximo gráfico apresenta a distribuição dos operados em ambulatório por grupo nosológico
em 2013.
Distribuição dos operados em ambulatório por grupo
nosológico em 2013
Doença do Olhos e anexos
7,4%
Lipomas, quistos sebáceos, adiposidade localizada e outras lesões
da pele benignas e malignas sem intenção curativa
Outras doenças da região abdominopélvica (inclui esófago)
3,4%
3,6%
Ossos, tecidos moles e articulações
3,6%
37,3%
4,1%
Quisto sinovial, Dupuytran, sind. do túnel cárpico, dedo em gatilho
Doença das Amígdalas, adenóides, nariz, seios perinasais, ouvido
4,4%
Doença do útero e anexos
Outras doenças da cabeça e pescoço
4,9%
Hérnias Inguino-femurais
5,0%
Varizes dos membros inferiores
6,3%
Neoplasias malignas da pele
6,9%
13,0%
Outros
Gráfico 52 – Cirurgia de ambulatório: Distribuição dos operados em ambulatório por grupo nosológico no ano 2013
Tabela 30 – Cirurgia de ambulatório: Grupos nosológicos que estão incluídos em outros em 2013
Grupo Nosológico
%Op. amb. face ao
total de op. amb.
Outras referências não enquadráveis em outros agrupamentos
Hemorroidas, outras doenças anais, prolapsos e incontinência
Doença benigna da mama e maligna sem intenção curativa
Doença da Vesícula Biliar
Cancro da cabeça e pescoço
Carcinoma do útero (corpo e cérvix)
Outros cancros da região abdominopélvica
Coluna Vertebral
Doença da Tiroide
Doença do Coração
Cancro da mama
Doença benigna da próstata e maligna sem intenção curativa
Doença do Cólon (intestino grosso)
Outras doenças da região torácica
Outros cancros da região torácica
Cancro do Cólon e recto
Neoplasias malignas não enquadráveis em outros agrupamentos
Cancro da próstata
Doença do Sistema nervoso central
Obesidade
2,42%
1,50%
1,09%
0,69%
0,41%
0,40%
0,19%
0,16%
0,13%
0,12%
0,07%
0,06%
0,05%
0,04%
0,03%
0,02%
0,02%
0,02%
0,01%
0,00%
O grupo nosológico no qual se realiza mais cirurgias em regime de ambulatório é o dos
procedimentos nas doenças dos olhos e anexos, representado 37,3% do total de cirurgias
realizadas em ambulatório seguido das cirurgias a lesões cutâneas e subcutâneas (13,0%).
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
4.CIRURGIA DE AMBULATÓRIO
Os gráficos seguintes mostram a distribuição dos operados em ambulatório, por sexo e classe
étaria em 2006 e 2013.
Distribuição dos operados em ambulatório por classes etárias e
género em 2006
Homens
25%
Mulheres
%Operados
20%
15%
10%
5%
0%
0< idade ≤10 10< idade
≤20
20< idade
≤30
30< idade
≤40
40< idade
≤50
50< idade
≤60
60< idade
≤70
70< idade
≤80
80< idade
≤90
idade >90
Gráfico 53 – Cirurgia em ambulatório: Distribuição dos operados em ambulatório por classes etárias e género em
2006
Distribuição dos operados em ambulatório por classes etárias e
género em 2013
Homens
25%
Mulheres
%Operados
20%
15%
10%
5%
0%
0< idade ≤10 10< idade
≤20
20< idade
≤30
30< idade
≤40
40< idade
≤50
50< idade
≤60
60< idade
≤70
70< idade
≤80
80< idade
≤90
idade >90
Gráfico 54 – Cirurgia em ambulatório: Distribuição dos operados em ambulatório por classes etárias e género em
2013
Em 2013 a classe etária onde foram realizadas mais cirurgias em regime de ambulatório é a
dos 50 aos 80 anos.
No que respeita à evolução, face a 2006, pode observar-se que o número de utentes com
idades entre os 70 e 80 anos aumentou.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
4.CIRURGIA DE AMBULATÓRIO
O gráfico seguinte mostra a distribuição dos operados por classe étaria em internamento e
ambulatório.
Distribuição dos operados em ambulatório e internamento por
classes etárias em 2013
Internamento
25%
Ambulatório
%Operados
20%
15%
10%
5%
0%
0< idade ≤10 10< idade
≤20
20< idade
≤30
30< idade
≤40
40< idade
≤50
50< idade
≤60
60< idade
≤70
70< idade
≤80
80< idade
≤90
idade >90
Gráfico 55 – Cirurgia em ambulatório: Distribuição dos operados em ambulatório e internamento por classes etárias
em 2013
A idade média dos utentes operados é de 55 anos quer em ambulatório, quer em regime de
internamento.
Importa sobressair que é nas classes etárias entre os 50 e os 80 que mais é relevante o
impacto da cirurgia de ambulatório.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
4.CIRURGIA DE AMBULATÓRIO
O próximo gráfico apresenta a evolução da percentagem dos operados em ambulatório por
ARS, desde 2006 até 2013.
Evolução da %Operados em ambulatório por ARS desde 2006 até 2013
Norte
Centro
LVT
Alentejo
Algarve
%Operados em ambulatório
70%
60%
50%
40%
30%
20%
10%
0%
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
Gráfico 56 – Cirurgia de ambulatório: Evolução da % dos operados em ambulatório por ARS desde 2006 até 2013
À exceção da ARS Algarve que manteve o valor da sua percentagem de produção em
ambulatório no ano de 2013, todas as outras aumentaram.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
4.CIRURGIA DE AMBULATÓRIO
O próximo gráfico apresenta a distribuição dos operados em ambulatório, pelo seu distrito de
residência, em 2013. As cores representadas no gráfico indicam a variação da posição
relativamente ao ano de 2012.
70%
%Operados em ambulatório por distrito de residência em 2013
Média nacional
53,3%
%Operados ambulatório
60%
50%
40%
30%
20%
10%
0%
Variação face a n-1
Distrito de residência
Desceu de posição
Subiu de posição
Mantêm a posição
Gráfico 57 – Cirurgia de ambulatório: Operados em ambulatório por distrito de residência em 2013
Apenas seis dos distritos apresentam uma taxa de ambulatório abaixo dos 50%.
Em 2013 os distritos com menos residentes operados em ambulatório, com uma percentagem
inferior a 47%, são os de Beja, Lisboa, Faro e Portalegre.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
4.CIRURGIA DE AMBULATÓRIO
O próximo gráfico apresenta a distribuição dos operados em ambulatório por grupo de serviço
em 2013. As cores representadas no gráfico indicam a variação da posição relativamente ao
ano de 2012.
%Operados em ambulatório por grupo de serviço em 2013
100%
%Operados em ambulatório
90%
80%
70%
60%
50%
40%
30%
20%
10%
0%
Grupo de serviço
Desceu de posição
Subiu de posição
Mantêm a posição
Gráfico 58 – Cirurgia de ambulatório: Operados em ambulatório por grupo de serviço em 2013
Os grupos de serviço com mais operados em ambulatório em 2013 são Oftalmologia, Cirurgia
Pediátrica e Cirurgia Plástica/Dermatologia com percentagens acima dos 60%, apresentando a
Oftalmologia percentagens de 90,9%.
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Página 113 de 293
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
4.CIRURGIA DE AMBULATÓRIO
O próximo gráfico apresenta a distribuição da percentagem de cirurgias de ambulatório do
grupo A113 e B114 face ao total de operados para esse mesmo grupo.
%Operados em ambulatório grupo A e B
%Op. amb. grupo/ operados total grupo
100%
%Op. Amb Grupo A
%Op. Amb Grupo B
80%
60%
40%
20%
0%
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
Gráfico 59 – Cirurgia de ambulatório: Evolução do número de operados em ambulatório do grupo A e B desde 2006
até 2013
O crescimento de cirurgias de ambulatório é particularmente expressivo nas cirurgias do grupo
A que representa os casos menos complexos.
113
Grupo A (em CA) – é um conjunto de procedimentos normalmente passíveis de serem realizados em regime de ambulatório,
compilado pela APCA (Associação Portuguesa de Cirurgia Ambulatória).
114
Grupo B (em CA) – é um conjunto de procedimentos não universalmente realizados em regime ambulatório, mas que podem
eventualmente sê-lo, divulgado pela APCA (Associação Portuguesa de Cirurgia Ambulatória).
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
5.GRUPOS NOSOLÓGICOS
5. GRUPOS NOSOLÓGICOS
Os grupos nosológicos115 agrupam os episódios de acordo com a
patologia e os procedimentos cirúrgicos que estes encerram,
tendo
em
conta
as
grandes
regiões
anatómicas
e
patologias/procedimentos mais frequentes, estabelecendo desta
forma um conjunto abrangente e compreensível para leitores
não especializados.
Os gráficos seguintes ilustram a distribuição da lista de inscritos para cirurgia (LIC) por grupos
nosológicos não oncológicos e oncológicos no ano de 2013, por ordem decrescente.
Distribuição da LIC não oncológica por grupo nosológico em 2013
LIC≤TMRG
LIC>TMRG
Ossos, tecidos moles e articulações
Doença do Olhos e anexos
Lipomas, quistos sebáceos, adiposidade localizada e outras lesões…
Doença das Amígdalas, adenóides, nariz, seios perinasais, ouvido
Outras doenças da região abdominopélvica (inclui esófago)
Varizes dos membros inferiores
Hérnias Inguino-femurais
Doença da Vesícula Biliar
Quisto sinovial, Dupuytran, sind. do túnel cárpico, dedo em gatilho
Coluna Vertebral
Doença do útero e anexos
Hemorróidas, outras doenças anais, prolapsos e incontinência
Outras doenças da cabeça e pescoço
Doença benigna da mama e maligna sem intenção curativa
Outras referências não enquadráveis em outros agrupamentos
Doença da Tiróide
Doença benigna da próstata e maligna sem intenção curativa
Obesidade
Doença do Coração
Doença do Cólon (intestino grosso)
Doença do Sistema nervoso central
Outras doenças da região torácica
0
10.000
20.000
30.000
40.000
Nº episódios em LIC
Gráfico 60 – Grupos nosológicos: Distribuição da LIC não oncológica por grupo nosológico em 2013
115
A constituição dos grupos nosológicos pode ser consultada subcapítulo 8.4.
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5.GRUPOS NOSOLÓGICOS
Os grupos nosológicos não oncológicos mais frequentes em LIC são os procedimentos em
ossos, tecidos moles, articulações e em doença dos olhos e anexos.
Distribuição da LIC oncológica por grupo nosológico em 2013
LIC≤TMRG
LIC>TMRG
Neoplasias malignas da pele
Outros cancros da região abdominopélvica
Cancro da mama
Cancro da cabeça e pescoço
Cancro do Cólon e recto
Cancro da próstata
Carcinoma do útero (corpo e cervix)
Outros cancros da região torácica
Neoplasias malignas não enquadráveis em outros
agrupamentos
0
200
400
600
800
1.000
1.200
1.400
Nº episódios em LIC
Gráfico 61 – Grupos nosológicos: Distribuição da LIC oncológica por grupo nosológico em 2013
Os grupos nosológicos oncológicos mais frequentes em LIC são os procedimentos em
neoplasias malignas (NM) da pele seguidas das NM da região abdominopélvica.
A área com mais episódios em atraso, face aos TMRG, observa-se no cancro da próstata.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
5.GRUPOS NOSOLÓGICOS
Nos gráficos seguintes observa-se a comparação das medianas de tempo de espera da LIC
verificadas em 2013 e 2006, por grupos nosológicos não oncológicos e oncológicos e
apresentados por ordem decrescente, em relação ao ano de 2013.
Mediana de TE da LIC (em meses) não oncológica por grupo
nosológico em 2006 e 2013
2006
2013
Obesidade
Coluna Vertebral
Doença benigna da mama e maligna sem intenção curativa
Ossos, tecidos moles e articulações
Doença do Sistema nervoso central
Varizes dos membros inferiores
Doença da Tiróide
Doença da Vesícula Biliar
Doença benigna da próstata e maligna sem intenção curativa
Doença das Amígdalas, adenóides, nariz, seios perinasais,…
Outras doenças da região torácica
Doença do Cólon (intestino grosso)
Doença do Coração
Hérnias Inguino-femurais
Hemorróidas, outras doenças anais, prolapsos e incontinência
Outras doenças da cabeça e pescoço
Doença do Olhos e anexos
Quisto sinovial, Dupuytran, sind. do túnel cárpico, dedo em…
Lipomas, quistos sebáceos, adiposidade localizada e outras…
Outras doenças da região abdominopélvica (inclui esófago)
Outras referências não enquadráveis em outros…
Doença do útero e anexos
0
5
10
Mediana de TE da LIC em meses
15
Gráfico 62 – Grupos nosológicos: Med iana de TE (em meses) da LIC não oncológica, por grupo nosológico, em 2006
e 2013
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5.GRUPOS NOSOLÓGICOS
Mediana de TE da LIC (em dias) oncológica por grupo nosológico em
2006 e 2013
2006
2013
Cancro da próstata
Neoplasias malignas da pele
Outros cancros da região abdominopélvica
Outros cancros da região torácica
Carcinoma do útero (corpo e cervix)
Cancro da cabeça e pescoço
Neoplasias malignas não enquadráveis em outros
agrupamentos
Cancro do Cólon e recto
Cancro da mama
0
20
40
60
80
Mediana de TE da LIC em dias
Gráfico 63 – Grupos nosológicos: Mediana de TE (em dias) da LIC oncológica, por grupo nosológico, em 2006 e 2013
Em todos os procedimentos, oncológicos e não oncológicos, observa-se entre 2006 e 2013
uma redução significativa da mediana do TE da LIC.
Os grupos nosológicos com mediana do tempo de espera mais baixa são:

Nos não oncológicos, os procedimentos em doenças do útero e anexos e em outras
doenças da região abdominopélvica (inclui esófago), com 1,8 meses e 2,27 meses,
respetivamente;

Nos oncológicos, os procedimentos em cancro da mama e cancro do cólon e recto,
ambas com 19 dias.
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5.GRUPOS NOSOLÓGICOS
Os próximos gráficos apresentam o número de entradas por 1.000 habitantes (para não NM) e
por 10.000 habitantes (para NM), para cada grupo de patologias e por distrito de residência,
em 2013, traduzindo o acesso em função da residência.
Também são apresentados dois gráficos reatando a média da idade dos utentes inscritos em
lista (entrados) em cada distrito de residência, consoante se são oncológicas ou não.
Grandes agrupamentos de patologias não oncológicas
Entradas não oncológicas por 1.000 habitantes por distrito de residência em 2013
Gráfico 64 – Grupos nosológicos: Entradas não oncológicas por 1.000 habitantes por distrito de residência em 2013
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5.GRUPOS NOSOLÓGICOS
Idade média dos utentes referentes às entradas não oncológicas por distrito de residência em
2013
Gráfico 65 – Grupos nosológicos: Idade média dos utentes referentes às entradas não oncológicas por distrito de
residência em 2013
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5.GRUPOS NOSOLÓGICOS
Grandes agrupamentos de patologias oncológicas
Entradas oncológicas por 10.000 habitantes por distrito de residência em 2013
Gráfico 66 – Grupos nosológicos: Entradas oncológicas por 10.000 habitantes por distrito de residência em 2013
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5.GRUPOS NOSOLÓGICOS
Idade média dos utentes referentes às entradas oncológicas por distrito de residência em 2013
Gráfico 67 – Grupos nosológicos: Idade média dos utentes referentes às Entradas oncológicas por distrito de
residência em 2013
Um aspeto que sobressai desde logo é a idade média dos utentes que são inscritos ser mais
elevada no interior face ao litoral.
Genericamente e para a maioria das patologias também se pode afirmar que nos distritos do
norte e nos do litoral se inscrevem mais doentes.
Importava estudar se esta ocorrência se correlaciona com variações na prevalência das
doenças ou se corresponde, como parece a iniquidades regionais no acesso aos tratamentos.
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5.GRUPOS NOSOLÓGICOS
As figuras seguintes ilustram a distribuição da atividade cirúrgica padrão, por grupos
nosológicos não oncológicos e oncológicos no ano 2013, por ordem decrescente dos valores
dos H.SNS.
Distribuição dos operados padrão não oncológicos por grupo
nosológico em 2013
H.SNS
H.Convencionados
H.Protocolados
Ossos, tecidos moles e articulações
Doença do Olhos e anexos
Lipomas, quistos sebáceos, adiposidade localizada e…
Doença do Coração
Outras doenças da região abdominopélvica (inclui…
Coluna Vertebral
Doença das Amígdalas, adenóides, nariz, seios…
Outras referências não enquadráveis em outros…
Outras doenças da cabeça e pescoço
Doença do útero e anexos
Hérnias Inguino-femurais
Doença da Vesícula Biliar
Hemorróidas, outras doenças anais, prolapsos e…
Varizes dos membros inferiores
Quisto sinovial, Dupuytran, sind. do túnel cárpico, dedo…
Doença do Sistema nervoso central
Doença benigna da mama e maligna sem intenção…
Doença da Tiróide
Doença do Cólon (intestino grosso)
Doença benigna da próstata e maligna sem intenção…
Obesidade
Outras doenças da região torácica
0
50.000
100.000
Nº operados padrão
150.000
Gráfico 68 – Grupos nosológicos: Distribuição dos operados padrão não oncológicos por grupo nosológico em 2013
Os grupos nosológicos não oncológicos mais frequentes na atividade cirúrgica ajustada dos
hospitais são os procedimentos em ossos, tecidos moles e articulações e os procedimentos em
doenças dos olhos e anexos, com 23,8% e 16,0% do total de operados padrão no País,
respetivamente. Este gráfico mostra também que a área mais relevante dos hospitais
convencionados é a ortopédica.
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5.GRUPOS NOSOLÓGICOS
Distribuição dos operados padrão oncológicos por grupo
nosológico em 2013
H.SNS
H.Convencionados
H.Protocolados
Outros cancros da região abdominopélvica
Cancro do Cólon e recto
Neoplasias malignas da pele
Cancro da cabeça e pescoço
Cancro da mama
Carcinoma do útero (corpo e cervix)
Outros cancros da região torácica
Cancro da próstata
Neoplasias malignas não enquadráveis em
outros agrupamentos
0
5.000
10.000
15.000
20.000
Nº operados padrão
Gráfico 69 – Grupos nosológicos: Distribuição dos operados padrão oncológicos por grupo nosológico em 2013
Os grupos nosológicos oncológicos mais frequentes na atividade cirúrgica ajustada dos
hospitais são os procedimentos em cancros na região abdominopélvica e os procedimentos em
cancro do cólon e reto, com 28,0% e 21,8% do total de operados padrão NM no País,
respetivamente.
Pode-se observar que os hospitais protocolados e convencionados tem uma participação
residual na área da oncologia.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
5.GRUPOS NOSOLÓGICOS
Os gráficos seguintes expõem a média do tempo de espera (TE) dos utentes operados por
grupo nosológico, não oncológico e oncológico, nos anos de 2006 e de 2013. A apresentação
dos grupos nosológicos é por ordem decrescente em relação aos valores no ano de 2013.
Média de TE (em meses) dos operados não oncológicos por grupo
nosológico
2006
2013
Obesidade
Varizes dos membros inferiores
Coluna Vertebral
Doença da Vesícula Biliar
Doença das Amígdalas, adenóides, nariz, seios perinasais,…
Doença benigna da mama e maligna sem intenção curativa
Doença benigna da próstata e maligna sem intenção curativa
Doença da Tiróide
Ossos, tecidos moles e articulações
Hérnias Inguino-femurais
Hemorróidas, outras doenças anais, prolapsos e incontinência
Quisto sinovial, Dupuytran, sind. do túnel cárpico, dedo em…
Outras doenças da região abdominopélvica (inclui esófago)
Doença do Olhos e anexos
Lipomas, quistos sebáceos, adiposidade localizada e outras…
Doença do útero e anexos
Outras doenças da cabeça e pescoço
Doença do Cólon (intestino grosso)
Outras referências não enquadráveis em outros…
Outras doenças da região torácica
Doença do Coração
Doença do Sistema nervoso central
0
2
4
6
8
10
12
Média de TE dos operados em meses
14
Gráfico 70 – Grupos nosológicos: Evolução da média de TE (em meses) dos operados não oncológicos por grupo
nosológico em 2006 e 2013
Em relação à média de tempo de espera dos utentes operados dos grupos nosológicos não
oncológicas, os procedimentos em obesidade, varizes e coluna são os que têm valores mais
elevados, 11,7 meses, 5,5 meses e 4,4 meses respetivamente.
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5.GRUPOS NOSOLÓGICOS
Média de TE (em dias) dos operados oncológicos por grupo
nosológico
2006
2013
Cancro da próstata
Cancro da cabeça e pescoço
Outros cancros da região abdominopélvica
Neoplasias malignas da pele
Carcinoma do útero (corpo e cervix)
Cancro da mama
Outros cancros da região torácica
Cancro do Cólon e recto
Neoplasias malignas não enquadráveis em
outros agrupamentos
0
20
40
60
80
100
Média de TE dos operados em dias
Gráfico 71 – Grupos nosológicos: Evolução da média de TE (em dias) dos operados oncológicos por grupo nosológico
em 2006 e 2012
No que se refere aos grupos nosológicos oncológicos a média do tempo de espera dos
operados é mais elevada para o cancro da próstata e cancro de cabeça e pescoço.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
5.GRUPOS NOSOLÓGICOS
As tabelas seguintes apresentam um conjunto de indicadores do ano de 2013 distribuídos pelos vários grupos nosológicos.
Tabela 31 – Grupos nosológicos não oncológicos: Indicadores do ano 2013
Grupo Nosológico – Não Oncológico
Doença do Olhos e anexos
Ossos, tecidos moles e articulações
Lipomas, quistos sebáceos, adiposidade localizada e
outras lesões da pele benignas e malignas sem intenção
curativa
Outras doenças da região abdominopélvica (inclui
esófago)
Doença das Amígdalas, adenoides, nariz, seios
perinasais, ouvido
Doença do útero e anexos
Outras doenças da cabeça e pescoço
Quisto sinovial, Dupuytran, sind. do túnel cárpico, dedo
em gatilho
Hérnias Inguino-femurais
Outras referências não enquadráveis em outros
agrupamentos
Varizes dos membros inferiores
Doença da Vesícula Biliar
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
137.620
95.711
12,0%
0,3%
∆ hom.
∆ hom.
Mediana
∆ hom.
mediana % LIC
Operados operados
LIC
do TE da
Operados
LIC (%)
TE da LIC >TMRG
padrão padrão
LIC (meses)
(%)
(%)
33.007 21,1%
2,47
7,2% 6,8% 119.283 88.529
15,3%
36.517
4,6%
3,77
-2,6% 16,8% 75.573 122.856
-1,9%
61.380
-0,2%
13.774
16,0%
2,33
-4,1% 10,7%
51.421
37.356
3,8%
51.587
5,6%
11.189
4,1%
2,27
-8,1% 11,0%
43.551
32.849
7,2%
35.113
-1,6%
13.473
1,5%
3,07
-3,2%
9,6%
29.771
20.663
-1,3%
27.971
22.487
0,9%
6,9%
5.132
4.267
8,9%
1,1%
1,80
2,47
1,9% 5,3%
-1,3% 11,6%
25.862
19.179
16.370
18.499
11,8%
21,7%
22.467
0,0%
6.484
6,8%
2,37
-7,8%
7,0%
17.813
9.678
-2,7%
22.429
2,4%
7.468
4,9%
2,80
1,2% 10,2%
18.677
13.562
3,1%
18.353
2,8%
3.204
2,9%
2,27
0,0% 12,1%
15.473
19.867
15,1%
17.650
17.465
-11,0%
-0,9%
8.241
6.908
-20,3%
-1,4%
3,27
3,20
-21,0% 11,4%
-8,6% 14,6%
15.166
14.648
11.049
12.311
-0,8%
-0,9%
∆ hom.
Entradas entradas
(%)
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
5.GRUPOS NOSOLÓGICOS
Grupo Nosológico – Não Oncológico
Hemorroidas, outras doenças anais, prolapsos e
incontinência
Coluna Vertebral
Doença benigna da mama e maligna sem intenção
curativa
Doença do Coração
Doença da Tiroide
Doença benigna da próstata e maligna sem intenção
curativa
Doença do Sistema nervoso central
Doença do Cólon (intestino grosso)
Obesidade
Outras doenças da região torácica
Legenda
∆ hom.
Entradas entradas
(%)
LIC
∆ hom.
LIC (%)
∆ hom.
∆ hom.
Mediana
mediana % LIC
Operados operados
do TE da
Operados
TE da LIC >TMRG
padrão padrão
LIC (meses)
(%)
(%)
14.104
-1,4%
4.401
-1,8%
2,60
-7,1% 12,7%
12.069
11.180
-1,9%
11.935
7,1%
6.383
9,8%
5,13
-4,3% 23,4%
8.098
20.496
-2,4%
9.948
-9,2%
4.004
-2,8%
5,13
25,2% 28,3%
8.767
6.614
-0,2%
9.467
5.848
2,9%
-1,8%
1.212
2.155
17,6%
-4,2%
2,82
3,20
15,8% 7,3%
-11,9% 12,9%
8.184
5.209
33.582
5.577
3,4%
-2,7%
4.718
7,6%
1.800
1,0%
3,07
-17,1% 16,1%
3.800
3.610
-4,2%
3.678
2.097
1.758
1.043
4,3%
1,6%
-13,4%
-0,3%
351
420
1.677
146
-5,4%
-11,9%
-23,3%
46,0%
3,40
2,98
8,80
3,05
0,0%
-1,6%
-11,4%
-12,0%
21,4%
22,1%
49,7%
23,3%
3.245
1.870
1.559
895
6.309
3.546
2.666
1.229
1,9%
-2,8%
-14,0%
8,1%
< - 5%
> 5%
< 2,5 meses
> 3,5 meses
< -10%
> 10%
> 10%
Verde
Vermelho
> 5%
< -5%
> 5%
< -5%
Os grupos nosológicos não oncológicos, com mais utentes em LIC, são os procedimentos em ossos, tecidos moles e articulações e doença dos olhos e anexos.
No entanto, estes também são os procedimentos mais operados.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
5.GRUPOS NOSOLÓGICOS
Tabela 32 – Grupos nosológicos oncológicos: Indicadores do ano de 2013
Grupo Nosológico – Oncológico
Neoplasias malignas da pele
Outros cancros da região abdominopélvica
Cancro da mama
Cancro do Cólon e recto
Cancro da cabeça e pescoço
Carcinoma do útero (corpo e cérvix)
Cancro da próstata
Outros cancros da região torácica
Neoplasias malignas não enquadráveis em
outros agrupamentos
∆ hom.
Entradas
Entradas LIC NM
NM
NM (%)
12.925
11.444
6.893
5.762
4.799
2.374
1.995
1.917
12,5%
3,8%
5,8%
-0,7%
1,7%
-1,2%
1,2%
7,2%
1.196
1.027
365
330
343
138
313
127
1.240
12,1%
77
Mediana ∆ hom.
∆ hom.
∆ hom.
Operados
do TE da mediana % LIC NM Operados
operados
LIC NM
padrão
LIC NM TE da LIC >TMRG
NM
padrão
(%)
NM
(dias) NM (%)
NM (%)
37,8%
29
3,6%
27,2% 11.341
8.597
35,7%
10,1%
28
3,7%
27,5%
9.826 15.715
8,1%
-14,3%
19
-5,0%
13,4%
6.401
5.967
7,6%
-2,1%
19
-9,5%
15,8%
5.149 12.235
-1,4%
-5,0%
22 -12,0%
23,9%
4.685
6.362
10,1%
-25,8%
26
0,0%
20,3%
2.577
2.610
12,8%
13,0%
39
18,2%
37,1%
1.696
2.270
-4,7%
53,0%
26
30,0%
20,5%
1.654
2.326
4,2%
45,3%
21
-34,4%
> 5%
< - 5%
< 20 dias
< -10%
< -5%
> 5%
> 30 dias
> 10%
27,3%
935
1.521
-4,5%
Legenda
Verde
Vermelho
> 5%
> 10%
< -5%
No que se refere aos grupos nosológicos oncológicos os procedimentos com mais utentes a aguardar cirurgia são os cancros da pela.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
6.GRUPOS DE SERVIÇO (ESPECIALIDADES)
6. GRUPOS DE SERVIÇO (ESPECIALIDADES)
Os grupos de serviços agregam serviços/unidades funcionais a fim de
concentrar as propostas cirúrgicas em grupos homogéneos em que as
especialidades médicas e cirúrgicas se juntam. Assim, por exemplo, no
grupo designado de Cirurgia Cardiotorácica iremos encontrar, para além
dos serviços de Cirurgia Cardiotorácica, a atividade dos serviços de
Cardiologia e de Pneumologia. Foram identificados 12 grupos de serviço.
Na tabela seguinte, observam-se os indicadores do ano de 2013 e respetiva variação homóloga
sobre as entradas e a lista de inscritos para cirurgia (LIC) distribuída pelos grupos de serviço.
Tabela 33 – Grupos de serviço: Indicadores de acesso em 2013
Grupo de serviço
Cirurgia Geral
Oftalmologia
Ortopedia
Ginecologia/ Obstetrícia
Cirurgia Cabeça e Pescoço
(inclui ORL, Estomatologia)
Cirurgia Plástica /
Dermatologia
Urologia
Cirurgia Vascular
Neurocirurgia
Cirurgia Cardiotóracica
Cirurgia Pediátrica
Outros
País
Legenda
Verde
Vermelho
∆ hom.
Entradas entradas
(%)
LIC
∆ hom.
LIC (%)
Mediana ∆ hom.
do TE da mediana % LIC
LIC
TE da LIC >TMRG
(meses)
(%)
2,77
-11,7%
14,2%
2,37
2,9%
6,6%
3,70
-0,9%
15,9%
1,67
2,0%
5,0%
142.892
136.785
105.141
59.307
1,7%
12,1%
0,2%
2,3%
39.442
32.645
40.183
10.316
4,3%
21,2%
5,4%
10,1%
57.309
1,2%
17.188
2,3%
2,90
-1,1%
10,2%
48.375
-4,6%
12.146
2,2%
3,27
7,7%
21,5%
38.621
19.481
12.969
11.845
10.748
705
644.178
5,4%
-2,4%
6,2%
2,7%
4,7%
-15,8%
3,2%
9.529
5.980
4.564
1.564
2.533
39
176.129
1,9%
-26,0%
6,5%
18,0%
-9,5%
-45,1%
5,6%
2,37
3,27
4,67
2,93
2,07
0,83
2,83
-5,3%
-28,5%
-9,1%
15,8%
-17,3%
-57,7%
-4,5%
16,0%
11,9%
24,1%
9,5%
1,8%
30,8%
12,8%
< - 5% < 2,5 meses
> 5% > 3,5 meses
< -10%
> 10%
> 10%
> 5%
< -5%
Em relação aos tempos de espera (TE) para cirurgia, destacam-se as especialidades de
Ginecologia/Obstetrícia e Cirurgia pediátrica com medianas de TE da LIC de 1,67 e 2,07 meses
respetivamente. As especialidades de Neurocirurgia e Cirurgia Plástica / Dermatologia são as
que apresentam mais utentes que já ultrapassaram o seu tempo máximo de espera para a
prioridade, com 24,1% e 21,5% respetivamente.
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6.GRUPOS DE SERVIÇO (ESPECIALIDADES)
O próximo gráfico relaciona número de episódios em LIC (YY), mediana de tempo de espera
em LIC (XX), relação entre a LIC e o número de cirurgias realizadas por mês (volume da esfera)
e taxa de crescimento da LIC (cor da esfera).
Características da LIC em 2013
50.000
Cirurgia Geral
Nº episódios em LIC
40.000
Taxa Cresc. LIC
Ortopedia
Oftalmologia
30.000
Cirurgia Cabeça e Pescoço
(inclui ORL, Estomatologia)
20.000
Cirurgia Plástica /
Dermatologia
Ginecologia/
Obstetricia
10.000
0
Urologia
Cirurgia Vascular
Neurocirurgia
Cirurgia Pediátrica
Cirurgia Cardiotóracica
-10.000
0
tACA
1
2
3
4
5
6
Mediana do TE da LIC em meses
Volume da esfera: LIC face aos operados por mês
Cor da esfera: Taxa de crescimento da LIC
Gráfico 72 – Grupos de serviço: Características da LIC no ano 2013
Neste gráfico de esferas, a dimensão das situações em análise (episódios em LIC, LIC face aos
operados por mês) é dada pela altura no gráfico e pelo volume da esfera; a criticidade das
variáveis medidas (mediana de tempo de espera em LIC e Taxa de crescimento) é dada pelo
desvio para a direita no gráfico e pelas cores, vermelho taxas positivas (aumento da LIC) e
verde para taxas negativas (diminuição da LIC).
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6.GRUPOS DE SERVIÇO (ESPECIALIDADES)
Na tabela seguinte, observam-se os indicadores sobre a atividade cirúrgica do país distribuída
pelos grupos de serviço, em 2013.
Tabela 34 – Grupos de serviço: Indicadores dos operados no ano de 2013
Grupo de serviço
Ortopedia
Operados
Operados
padrão
∆ hom.
operados
padrão (%)
Média de
TE dos
operados
(meses)
∆ homóloga
média de TE
dos operados
(%)
%Op.>
TMRG
82.630
128.533
-1,6%
3,44
-10,0%
12,9%
Cirurgia Geral
120.943
120.399
2,8%
2,80
-6,2%
7,6%
Oftalmologia
118.725
88.062
15,4%
2,23
2,6%
5,2%
Cirurgia Cabeça e Pescoço
(inclui ORL, Estomatologia)
48.403
39.311
6,8%
3,12
-4,3%
8,4%
Cirurgia Cardiotóracica
10.080
37.409
3,4%
1,22
10,3%
4,6%
Cirurgia Plástica / Dermatologia
41.877
36.452
8,4%
2,49
4,8%
9,9%
Ginecologia/ Obstetrícia
51.946
33.722
8,6%
1,82
-9,9%
2,9%
Urologia
32.603
24.830
2,8%
2,57
-2,4%
14,2%
Cirurgia Vascular
17.290
20.720
9,9%
3,59
-17,7%
8,9%
Neurocirurgia
9.772
18.829
-6,4%
2,45
-8,7%
10,3%
Cirurgia Pediátrica
9.481
6.259
8,2%
2,65
-18,3%
3,0%
627
534
-17,7%
1,06
-27,9%
35,2%
544.377
557.991
4,3%
2,66
-5,9%
8,0%
> 5%
< -5%
< 2,5 meses
> 3,5 meses
< -10%
> 10%
> 10%
Outros
País
Legenda
Verde
Vermelho
O grupo de serviço que tem mais operados padrão é a Ortopedia, apesar de ser a Cirurgia
Geral que tem maior número de operados.
A Cirurgia Vascular é a que apresenta maior tempo de espera dos operados.
As valências de Ortopedia, Urologia e Neurocirurgia apresentam valores excessivos na
percentagem de operados com tempo de espera superior aos máximos garantidos.
A valência com maior crescimento é a de Oftalmologia.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS
7. HOSPITAIS
A atividade cirúrgica programada, em relação ao total de patologias,
distribui-se por 47 instituições hospitalares do Serviço Nacional de
Saúde (SNS)116, 14 hospitais protocolados117 e 56 hospitais
convencionados118. Existem hospitais que são protocolados e
convencionados em simultâneo e nestas situações a análise da
produção realizada no âmbito do protocolo encontra-se no subcapítulo correspondente, vide
7.2. Hospitais Protocolados, e a produção efetuada ao abrigo da convenção é apresentada no
subcapítulo 7.3. Hospitais Convencionados.
Nestas secções comparam-se vários indicadores relativos aos diversos hospitais referidos.
7.1. HOSPITAIS DO SNS119
Neste subcapítulo são apresentadas tabelas e gráficos por Administração Regional de Saúde
(ARS) e dentro de cada uma destas por hospital do Sistema Nacional de Saúde (SNS), incluídas
as parcerias público-privadas.
Assim o primeiro gráfico mostra a distribuição dos hospitais pelo número de episódios em Lista
de Inscritos para Cirurgia (LIC) e o número de operados pelos hospitais na ARS em análise.
Nesse, os hospitais idealmente devem distribuir-se de forma linear, uma vez que existe uma
correlação positiva e forte entre estes indicadores. Sendo que os que se encontram acima da
linha apresentam um excesso de inscritos.
As tabelas apresentadas por ARS contêm indicadores de procura, oferta, processo,
transferências, qualidade, capacidade instalada e produtividade. O último gráfico apresentado
por região de saúde mostra a procura e a oferta nos serviços hospitalares (tipos de serviços) de
cada ARS.
116
São considerados hospitais do SNS os hospitais públicos, os em regime de parceria público-privada e os integrados nas
Unidades Locais de Saúde (ULS).
117
São considerados hospitais protocolados, os hospitais com acordos de cooperação ou contratos com o SNS para a elaboração
de atividade cirúrgica enquanto hospital de origem (HO).
118
São considerados hospitais convencionados, os hospitais do setor privado ou do setor social que estabelecem convenções com
as ARS, no âmbito do SIGIC.
119
São considerados hospitais do SNS os hospitais públicos, em regime de parceria público-privada e Unidades Locais de Saúde
(ULS).
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.1.ARS Norte
7.1.1. ARS Norte
A ARS Norte tem sob a sua tutela 15 hospitais do SNS.
LIC e operados nos hospitais da ARS Norte em 2013
10.000
Tendência linear
9.000
H Braga
8.000
R² = 0,7676
CH Porto
CH São João
LIC
7.000
CH Entre o Douro e
Vouga
6.000
5.000
CH V. Nova de
Gaia/Espinho
4.000
3.000
2.000
IPO Porto
1.000
CH Póvoa do Varzim/VC
0
0
5.000
10.000
15.000
20.000
25.000
30.000
35.000
40.000
Operados
Gráfico 73 – Hospitais SNS: LIC e operados nos hospitais da ARS Norte em 2013
O CH do Porto, o Hospital de Braga e o CH São João são os hospitais desta região com mais
utentes acumulados em LIC mas também com mais operados. No entanto o CH São João
apresenta uma melhor performance pois tem uma lista de inscritos mais reduzida que a
tendência dos hospitais.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.1.ARS Norte
Tabela 35 – Hospitais SNS: Indicadores de procura nos hospitais da ARS Norte em 2013
41.280
∆ homóloga
entradas (%)
7,8%
33.285
11,0%
8.040
3,7%
0,6%
28.902
9,5%
7.995
31,1%
16,9%
22.008
2,5%
4.369
-18,6%
0,9%
CH Entre o Douro e Vouga
15.963
-0,6%
5.089
-1,0%
0,0%
CH Tâmega e Sousa
15.827
1,7%
3.709
36,4%
0,0%
ULS Matosinhos
14.920
1,9%
4.849
40,0%
0,0%
14.529
14,7%
4.909
7,9%
9,9%
13.459
-3,9%
4.003
16,1%
0,1%
IPO Porto
12.412
-2,2%
1.614
13,5%
10,0%
ULS Alto Minho - V. Castelo
12.302
13,7%
2.931
21,4%
0,3%
CH Médio Ave - Famalicão
10.471
3,2%
2.509
4,9%
0,0%
ULS Nordeste - Bragança
6.794
11,3%
1.936
10,3%
0,0%
CH Póvoa do Varzim/VC
5.304
-7,6%
1.216
-1,8%
0,0%
H Sta Maria Maior - Barcelos
4.022
-0,3%
1.621
22,6%
1,9%
277.374
3,3%
65.481
9,5%
3,3%
< - 5%
> 5%
>10%
Hospital
Entradas
CH São João
120
CH Porto
H Braga
121
CH V. Nova de Gaia/Espinho
122
CH Alto Ave - Guimarães
CH Trás-os-Montes e Alt. Douro
ARS Norte (inclui H.Prot)
123
Legenda
Verde
Vermelho
∆ homóloga
LIC (%)
7.466
2,7%
LIC
> 5%
< -5%
%LIC
intransferível
0,3%
Nesta região, os dois hospitais com maior crescimento relativo da procura são o CH Alto Ave Guimarães e a ULS Alto Minho - V. Castelo.
O CH Póvoa do Varzim/VC é o hospital que perdeu mais procura de 2012 para 2013.
A ULS Matosinhos, seguida do CH Tâmega e Sousa tiveram um aumento significativo da LIC
face a 2012. Já o CH V. Nova de Gaia/Espinho teve uma diminuição da LIC de 18,6% face a
2012.
O H Braga apresenta a maior percentagem de LIC intransferível com 16,9%.
120
Devido à inexistência de interface com a unidade de cirurgia de ambulatório (CICA), a informação do CHP tem sido integrada de
forma manual através de ficheiros preenchidos pela instituição. Após cálculo dos indicadores e intimada a instituição, foram
identificados vários episódios com informação incorreta, como tal os indicadores do CH Porto seriam de: Entradas = 33.303 (mais
22 episódios que na extração); Operados = 28.803 (mais 620 episódios que na extração); %LIC>TMRG = 9% (menos um ponto
percentual que na extração).
121
Segundo o H Braga ficaram 5 episódios por integrar como tal a LIC seria de 7.990 episódios. Apesar das diferenças serem
mínimas, os problemas de integração identificados são enviados semanalmente para a instituição corrigir a informação.
122
Foram identificados três episódios cuja integração não tinha ocorrido em conformidade, como tal os indicadores do CH V. Nova
de Gaia/Espinho: Operados = 20.169; LIC = 4.366.
123
Segundo o CH Trás-os-Montes e Alto. Douro, em 31.12.2013, havia 22 episódios em LIC de cirurgia plástica que em Março 2014
foram cancelados por “referenciados para outro Hospital conforme instruções superiores”.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.1.ARS Norte
Tabela 36 – Hospitais SNS: Indicadores de oferta nos hospitais da ARS Norte em 2013
Hospital
Operados
125
CH São João
∆
homóloga
operados
(%)
MPR Op.
∆
%
homóloga
124
%Op. amb. Expurgo /
MPR Op.
Saídas
(%)
36.493
4,5%
1,19
3,2%
54,4%
10,5%
CH Porto
28.176
24,8%
0,90
-21,3%
57,9%
11,9%
H Braga
23.304
4,9%
0,99
7,6%
62,0%
9,8%
20.166
8,1%
1,21
3,1%
57,8%
10,9%
CH Entre o Douro e Vouga
14.042
2,7%
1,02
6,4%
52,5%
11,5%
CH Tâmega e Sousa
13.205
-9,9%
0,88
7,2%
60,2%
10,7%
CH Alto Ave - Guimarães
11.612
25,0%
0,95
4,0%
54,8%
16,9%
ULS Matosinhos
11.545
-0,9%
0,99
20,0%
56,1%
13,2%
IPO Porto
11.246
-3,3%
0,95
6,6%
52,4%
7,7%
CH Trás-os-Montes e Alt. Douro
11.035
-5,5%
0,91
4,0%
63,2%
13,3%
ULS Alto Minho - V. Castelo
10.262
2,0%
0,94
1,0%
58,4%
12,9%
CH Médio Ave - Famalicão
8.761
-1,0%
0,82
3,2%
60,5%
9,7%
ULS Nordeste - Bragança
5.502
10,9%
0,99
4,4%
56,7%
15,9%
CH Póvoa do Varzim/VC
4.548
-7,1%
0,93
12,0%
51,7%
13,4%
H Sta Maria Maior - Barcelos
2.958
-9,4%
0,89
5,4%
62,2%
14,1%
239.010
2,2%
1,01
1,7%
58,1%
11,1%
126
CH V. Nova de Gaia/Espinho
127
ARS Norte (inclui H.Prot e H.Conv)
Legenda
Verde
Vermelho
> 5%
< -5%
> 5%
< -5%
< 10%
> 10%
O CH São João, o CH Porto e o Hospital de Braga são as instituições da região Norte com mais
cirurgias programadas realizadas.
124
No presente relatório, ao invés do efetuado nos relatórios anteriores, considerou-se que o motivo de cancelamento transferências de responsabilidade deixa de classificar o episódio como expurgo. Nas comparações evolutivas referentes a anos
transatos, o indicador foi recalculado para permitir ter dados comparáveis.
125
Segundo dados do SIH do CH São João o número de operados é de 36.504 (+ 11 episódios que no SIGLIC). Apesar das diferenças
serem mínimas, os problemas persistem, uma vez que correspondem a dificuldades de codificação de proposta e cirurgias pela
instituição, com a utilização de códigos de diagnóstico e procedimentos incorretos.
126
Devido à inexistência de interface com a unidade de cirurgia de ambulatório (CICA), a informação do CHP tem sido integrada de
forma manual através de ficheiros preenchidos pela instituição. Após cálculo dos indicadores e intimada a instituição, foram
identificados vários episódios com informação incorreta, como tal os indicadores do CH Porto seriam de: Entradas = 33.303 (mais
22 episódios que na extração); Operados = 28.803 (mais 620 episódios que na extração); %LIC>TMRG = 9% (menos um ponto
percentual que na extração).
127
Foram identificados três episódios cuja integração não tinha ocorrido em conformidade, como tal os indicadores do CH V. Nova
de Gaia/Espinho: Operados = 20.169; LIC = 4.366.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.1.ARS Norte
O CH Alto Ave - Guimarães e o CH Porto foram as instituições que mais aumentaram a sua
produção face a 2012 com 25,0% e 24,8% respetivamente.
O CH V. Nova de Gaia/Espinho é o hospital com maior índice médio de complexidade (média
do peso relativo por GDH).
Doze dos quinze hospitais da ARS Norte têm valores da percentagem de expurgo acima dos
10%, sinal de processos ineficientes de gestão de LIC.
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7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.1.ARS Norte
Tabela 37 – Hospitais SNS: Indicadores de processo nos hospitais da ARS Norte em 2013
Mediana do
TE da LIC
(meses)
∆ homóloga
mediana do
TE da LIC
(%)
LIC/op. mês
IPO Porto
1,83
31,0%
1,72
1,15
16,9%
CH São João
2,03
-18,7%
2,46
1,78
-18,5%
CH V. Nova de Gaia/Espinho
1,83
-32,1%
2,60
2,34
-22,5%
CH Póvoa do Varzim/VC
1,83
0,0%
3,21
2,61
-6,9%
CH Tâmega e Sousa
1,90
16,3%
3,37
2,28
-9,1%
CH Porto
2,33
-9,1%
3,42
2,38
-9,8%
ULS Alto Minho - V. Castelo
2,23
-1,5%
3,43
2,50
-20,7%
CH Médio Ave - Famalicão
2,00
13,2%
3,44
2,85
-5,3%
H Braga
2,50
53,1%
4,12
1,69
14,0%
ULS Nordeste - Bragança
2,30
1,5%
4,22
3,00
-18,6%
CH Entre o Douro e Vouga
2,47
10,4%
4,35
3,58
8,6%
CH Trás-os-Montes e Alt. Douro
2,33
-5,4%
4,35
2,53
0,3%
ULS Matosinhos
2,83
14,9%
5,04
3,33
7,0%
CH Alto Ave - Guimarães
2,83
-12,4%
5,07
3,43
4,3%
H Sta Maria Maior - Barcelos
3,40
64,5%
6,58
3,55
19,5%
2,3
0,0%
3,3
2,4
-10,7%
< 2,5 meses
> 3,5 meses
< -10%
> 10%
< 2,5 meses
> 3,5 meses
< 2,5 meses
> 3,5 meses
< -10%
> 10%
Hospital
ARS Norte (inclui H.Prot e H.Conv)
Legenda
Verde
Vermelho
Média do TE ∆ homóloga
dos Op.
média do TE
(meses)
dos Op. (%)
Praticamente todos os hospitais da região têm medianas de TE em LIC admitiveis (entre 2 e 3
meses) ou boas (menos de 2 meses) sendo os melhores hospitais o IPO do Porto, o CH V. Nova
de Gaia/Espinho e o CH Póvoa do Varzim/VC.
Apenas o H Sta Maria Maior – Barcelos que apresentam uma mediana do TE da LIC acima dos 3
meses.
O H Sta Maria Maior - Barcelos apresenta um número muito elevado de doentes em LIC face à
média dos operados por mês em 2013 e necessitária de 6,58 meses de produção (idêntica a
2013), sem que houvesse novas entradas, para resolver todas as situações em LIC.
No que diz respeito à média do TE dos operados apenas o CH Entre o Douro e Vouga e o H Sta
Maria Maior – Barcelos têm valores ligeiramente acima dos 3,5 meses.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.1.ARS Norte
Tabela 38 – Hospitais SNS: Indicadores de transferência nos hospitais da ARS Norte em 2013
Hospital
H Braga
∆
∆
Episódios ∆ homóloga
homóloga %Op. HD/ homóloga
%Cativações/
c/ NT/VC ep. c/ NT/VC
%cat/ep.
Op. do
%op. HD/
ep. c/ NT/VC
emitidos emitidos (%)
c/ NT/VC Hospital
op. do
(%)
hosp (%)
2.393
26,5%
25,2%
-3,9%
2,1%
3,3%
CH São João
1.086
-62,7%
22,6%
-18,7%
0,7%
-65,3%
IPO Porto
1.070
29,7%
5,4%
-58,6%
0,4%
-28,4%
CH Trás-os-Montes e Alt. Douro
1.024
-45,1%
14,4%
-25,0%
1,2%
-58,7%
CH Entre o Douro e Vouga
1.006
32,2%
18,4%
-31,1%
0,9%
-30,0%
CH V. Nova de Gaia/Espinho
816
-79,8%
41,3%
-28,5%
1,7%
-85,7%
CH Alto Ave - Guimarães
765
-79,1%
13,9%
-61,9%
1,2%
-90,5%
CH Médio Ave - Famalicão
694
7,6%
26,8%
36,1%
1,9%
60,0%
H Sta Maria Maior - Barcelos
612
241,9%
48,5%
357,2%
7,5%
883,8%
ULS Nordeste - Bragança
284
-81,0%
9,2%
-44,6%
0,5%
-87,7%
CH Tâmega e Sousa
247
-64,4%
11,7%
-39,3%
0,2%
-82,7%
ULS Alto Minho - V. Castelo
210
-79,9%
4,3%
-84,5%
0,1%
-94,6%
CH Póvoa do Varzim/VC
203
-77,2%
27,6%
-27,8%
1,2%
-80,5%
10
-98,8%
80,0%
159,9%
0,0%
-98,1%
3
-99,4%
0,0%
-100,0%
0,0%
-100,0%
10.502
-53,6%
21,9%
-32,6%
0,9%
-71,8%
CH Porto
ULS Matosinhos
ARS Norte (inclui H.Prot)
O H Sta Maria Maior – Barcelos é a instituição mais dependente de transferências para a
resolução da sua LIC com cerca de 7,5% de operados em HD, tendo tido um aumento face a
2012 de 883,8%, uma vez que em 2012 apresentava valores abaixo de 1%.
A maioria dos hospitais teve uma diminuição considerável no que se refere à percentagem de
operados em hospitais de destino.
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7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.1.ARS Norte
Tabela 39 – Hospitais SNS: Indicadores de qualidade nos hospitais da ARS Norte em 2013
Hospital
ULS Alto Minho - V. Castelo
∆
∆
Percentil
homóloga
homóloga
%LIC
90 do TE
%LIC
Percentil
>TMRG
da LIC (em
>TMRG
90 do TE
meses)
(%)
da LIC (%)
0,3%
-40,1%
5,5
-5,2%
∆
homóloga
%Op
%Op
>TMRG
>TMRG
(%)
2,5%
-47,1%
CH São João
0,7%
-77,3%
5,5
-19,9%
2,8%
-38,4%
CH Tâmega e Sousa
0,7%
-9,2%
6,0
2,3%
1,4%
-25,2%
ULS Matosinhos
0,8%
88,8%
6,3
13,5%
4,8%
-34,9%
CH Póvoa do Varzim/VC
1,0%
-59,3%
5,8
-10,8%
4,3%
-31,6%
ULS Nordeste - Bragança
1,7%
-49,1%
6,6
-5,3%
4,2%
-67,5%
CH Médio Ave - Famalicão
1,8%
257,5%
6,2
16,3%
3,0%
21,5%
H Sta Maria Maior - Barcelos
3,9%
190,0%
7,0
26,3%
11,4%
250,9%
CH V. Nova de Gaia/Espinho
4,5%
-57,1%
6,0
-32,5%
3,8%
-56,1%
CH Entre o Douro e Vouga
6,4%
107,0%
7,3
10,2%
11,1%
5,8%
CH Trás-os-Montes e Alt. Douro
7,9%
38,4%
7,6
5,0%
3,7%
-50,8%
CH Porto
9,6%
6,5%
8,4
5,0%
4,6%
-5,6%
H Braga
12,9%
2,2%
10,3
10,4%
4,0%
-5,3%
CH Alto Ave - Guimarães
13,5%
44,7%
10,0
21,1%
13,5%
12,1%
IPO Porto
25,7%
40,6%
15,6
18,7%
5,7%
39,3%
ARS Norte (inclui H.Prot e H.Conv)
6,6%
-1,8%
7,0
-2,3%
4,9%
-24,6%
Legenda
Verde
Vermelho
> 10%
< -10%
> 10%
< -10%
> 10%
> 10%
< -10%
> 10%
128
O IPO Porto, o CH Alto Ave - Guimarães e o Hospital de Braga são os hospitais que na LIC têm
mais doentes que ultrapassam os TMRG.
O CH Alto Ave – Guimarães, o H Sta Maria Maior – Barcelos e o CH Entre o Douro e Vouga são
os hospitais que nos operados têm mais doentes que ultrapassam os TMRG.
128
Devido à inexistência de interface com a unidade de cirurgia de ambulatório (CICA), a informação do CHP tem sido integrada de
forma manual através de ficheiros preenchidos pela instituição. Após cálculo dos indicadores e intimada a instituição, foram
identificados vários episódios com informação incorreta, como tal os indicadores do CH Porto seriam de: Entradas = 33.303 (mais
22 episódios que na extração); Operados = 28.803 (mais 620 episódios que na extração); %LIC>TMRG = 9% (menos um ponto
percentual que na extração).
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.1.ARS Norte
Tabela 40 – Hospitais SNS: Indicadores de capacidade instalada e produtividade nos hospitais da ARS Norte em 2013
Cirurgiões
padrão
ajustados
Hospital
∆ homóloga
Cirurgiões Anestesistas
padrão
padrão
ajustados
ajustados
(%)
Operados
padrão por
cirurgião
padrão
ajustados
∆ homóloga
Operados
padrão por
cirurgião
padrão
ajustados
(%)
Operados
padrão por
anestesista
padrão
ajustados
77,8
10,3%
19,3
184,1
-1,0%
743,3
134,4
-13,6%
39,4
180,8
28,9%
617,6
59,9
-13,3%
23,4
178,3
18,9%
456,2
149,6
-2,0%
35,6
154,9
15,2%
650,3
H Sta Maria Maior - Barcelos
17,4
-25,1%
2,2
151,5
27,5%
1.211,9
ULS Alto Minho - V. Castelo
67,1
-3,8%
14,6
144,3
7,1%
663,3
ULS Nordeste - Bragança
45,6
17,2%
12,5
119,9
-1,2%
436,1
ULS Matosinhos
98,7
-0,6%
40,4
116,3
19,7%
284,4
CH Trás-os-Montes e Alt. Douro
89,2
10,8%
20,4
113,1
-11,3%
495,1
CH São João
385,9
21,8%
62,9
112,2
-11,5%
688,4
CH Porto
229,0
-11,7%
89,7
110,6
11,3%
282,4
CH Tâmega e Sousa
108,8
-38,1%
30,5
106,7
56,1%
380,9
CH Médio Ave - Famalicão
70,1
70,9%
15,3
102,7
-40,2%
472,0
CH Póvoa do Varzim/VC
61,7
1,6%
7,9
68,7
2,4%
539,7
CH Alto Ave - Guimarães
169,3
39,1%
24,7
64,8
-6,5%
443,6
CH Entre o Douro e Vouga
CH V. Nova de Gaia/Espinho
IPO Porto
H Braga
129
Legenda
Verde
Vermelho
> 5%
< -5%
> 170
< 138
> 5%
< -5%
> 563
< 457
Cerca de metade das instituições diminuiu o número de cirurgiões padrão, face a 2012.
O CH Entre o Douro e Vouga, CH V. Nova de Gaia/Espinho e o IPO Porto apresentam uma
produtividade de cirurgião acima das 154 cirurgias padrão ano (valor standard), sendo possível
devido à afetação dos cirurgiões ao BO ser superior a 30%, face ao horas totais de trabalho,
chegando mesmo aos 55% no IPO Porto.
Relativamente à produtividade dos anestesistas, cerca de metade dos hospitais apresenta
valores acima do standard (501 cirurgia ano), devido ao aumento da afetação destes médicos
ao BO (superior a 50% face às outras atividades).
129
Foram indentificadas incongruências e dados pouco prováveis, relativamente aos anestesistas, para os quais o hospital
confirmou a existência de erros mas até à publicação deste relatório não conseguiu corrigir a informação no SIGLIC. Com base na
informação disponibilizada pelo hospital os indicadores seriam: 4,89 Anestesistas padrão ajustados e 247,8 Operados padrão por
anestesista padrão ajustados.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.2.ARS Centro
7.1.2. ARS Centro
A ARS Centro tem sob a sua tutela 12 hospitais do SNS.
LIC e operados nos hospitais da ARS Centro em 2013
20.000
CH Univer. de Coimbra
18.000
Tendência linear
R² = 0,9692
16.000
14.000
12.000
LIC
10.000
8.000
6.000
CH Baixo Vouga
4.000
CH Tondela - Viseu
CH Leiria - Pombal
2.000
IPO Coimbra
0
0
5.000
10.000
15.000
20.000
25.000
30.000
35.000
40.000
Operados
Gráfico 74 – Hospitais SNS: LIC e operados nos hospitais da ARS Centro em 2013
O CH Universitário de Coimbra é o hospital desta região com mais utentes acumulados em LIC,
muito distanciado do CH Baixo Vouga, CH Tondela- Viseu e do CH Leiria-Pombal, no entanto é
a instituição que mais opera na região.
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.2.ARS Centro
Tabela 41 – Hospitais SNS: Indicadores de procura nos hospitais da ARS Centro em 2013
∆ homóloga
entradas
(%)
46.197
2,7%
Hospital
Entradas
CH Univer. de Coimbra
CH Tondela - Viseu
130
∆ homóloga
LIC (%)
LIC
17.845
-1,3%
%LIC
intransferível
1,9%
131
17.003
22,4%
4.547
-7,8%
CH Leiria - Pombal
13.575
7,1%
3.678
39,6%
CH Baixo Vouga
11.381
-24,7%
4.872
1,1%
0,1%
6.463
-2,5%
2.515
3,6%
11,5%
5.256
-4,8%
727
4,9%
0,0%
4.795
5,2%
1.252
32,2%
0,3%
H D. Figueira da Foz
4.253
-13,0%
1.465
-2,9%
0,0%
ULS Castelo Branco
4.194
-1,6%
1.334
1,4%
0,1%
H Dr. Franc. Zagalo - Ovar
1.657
-10,8%
385
22,6%
0,0%
H Arc. J. Crisóst. - Cantanhede
1.192
-7,4%
204
4,6%
0,0%
666
-0,9%
87
148,6%
0,0%
116.860
0,7%
39.015
3,5%
11,5%
< - 5%
> 5%
>10%
ULS Guarda
IPO Coimbra
CH Cova da Beira - Covilhã
132
H José Luc. de Castro - Anadia
ARS Centro (inclui H.Prot)
Legenda
Verde
Vermelho
> 5%
< -5%
84,4%
0,5%
Nesta região, o hospital com maior crescimento relativa da procura é o CH Tondela-Viseu.
O CH Baixo Vouga é o hospital que perdeu mais procura de 2012 para 2013.
O H José Luc. de Castro – Anadia, o CH Leiria – Pombal, o CH Cova da Beira – Covilhã e o H Dr.
Franc. Zagalo – Ovar tiveram um aumento significativo da LIC face a 2012. No caso do H José
Luc. de Castro – Anadia o aumento é representado por mais 52 episódio face a 2012.
Já o CH Tondela-Viseu teve uma diminuição da LIC de 7,8% face a 2012.
O CH Tondela-Viseu apresenta um valor absurdo na percentagem de LIC intransferível com
84,4%.
130
O CH Tondela – Viseu justificou o aumento significativo do número de entradas pelo crescimento de primeiras consultas,
decorrente da contratação de médicos especialistas (2 Oftalmologistas em Outubro 2012; 2 Dermatologistas em Novembro 2012;
1 Urologista em Março 2013).
131
A % da LIC intransferível excede largamente as médias regional e nacional. Após questionada, a instituição referiu ter alterado o
processo de inscrição, nomeadamente a colocação de intransferíveis. Apesar da UCGIC ainda não ter averiguado as situações de
colocação do intransferível, os episódios com esse atributo que excedem o TMRG, sem que haja qualquer agendamento, deverão
ter NT/VC emitido (caso haja oferta), pelo que foi solicitado à instituição a remoção do respetivo atributo em 279 (7% da LIC
intransferível) para que a UCGIC possa proceder à emissão.
132
O CH Cova da Beira – Covilhã deixou de ter a valência de neurocirurgia (27 episódios em LIC). No entanto, esta informação só
foi reportada à UCGIC recentemente (de forma não oficial) após solicitação de validação dos indicadores deste relatório.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.2.ARS Centro
Tabela 42 – Hospitais SNS: Indicadores de oferta nos hospitais da ARS Centro em 2013
Hospital
Operados
∆
homóloga
operados
(%)
CH Univer. de Coimbra
33.733
0,9%
1,12
CH Tondela - Viseu
13.363
14,0%
CH Leiria - Pombal
10.590
-2,8%
CH Baixo Vouga
8.715
ULS Guarda
MPR Op.
∆
homóloga
MPR Op.
(%)
%Op.
amb.
%
133
Expurgo /
Saídas
5,6%
52,3%
16,4%
0,97
4,4%
60,2%
14,4%
0,98
-2,4%
51,2%
14,5%
4,1%
0,95
-2,0%
56,9%
16,6%
5.108
1,0%
0,88
2,9%
63,0%
14,9%
IPO Coimbra
4.670
-6,6%
1,01
3,9%
39,0%
8,5%
CH Cova da Beira - Covilhã
3.742
-3,9%
0,80
-1,2%
49,0%
16,4%
H D. Figueira da Foz
3.719
-17,8%
0,88
1,7%
54,2%
12,2%
ULS Castelo Branco
3.583
-0,4%
0,99
6,2%
51,1%
12,0%
1.407
-16,1%
0,86
5,1%
70,1%
11,3%
1.126
-8,7%
0,70
4,0%
100,0%
10,4%
529
-25,0%
0,68
7,3%
100,0%
13,8%
95.363
-2,1%
1,03
2,2%
52,5%
14,9%
H Dr. Franc. Zagalo - Ovar
H Arc. J. Crisóst. - Cantanhede
134
H José Luc. de Castro - Anadia
ARS Centro (inclui H.Prot e H.Conv)
Legenda
Verde
Vermelho
> 5%
< -5%
> 5%
< -5%
< 10%
> 10%
O CH Univer. de Coimbra, o CH Tondela - Viseu e o CH Leiria - Pombal são as instituições da
região Centro com mais cirurgias programadas realizadas.
O CH Tondela - Viseu foi a instituição que mais aumentou a sua produção face a 2012. Já o H
José Luc. de Castro – Anadia diminuiu a sua produção em 25,0% face a 2012.
O CH Univer. de Coimbra é o hospital com maior índice médio de complexidade (média do
peso relativo por GDH).
À exceção do IPO de Coimbra todos os hospitais da ARS Centro têm valores da percentagem de
expurgo acima dos 10%, sinal de processos ineficientes de gestão de LIC.
133
No presente relatório, ao invés do efetuado nos relatórios anteriores, considerou-se que o motivo de cancelamento transferências de responsabilidade deixa de classificar o episódio como expurgo. Nas comparações evolutivas referentes a anos
transatos, o indicador foi recalculado para permitir ter dados comparáveis.
134
Devido a erros informáticos (problemas de mapeamentos entre sistemas informáticos), a produção realizada pelo H Arc. J.
Crisóst. – Cantanhede como hospital de destino, anterior a 2013, não foi contabilizada. Em 2012, o hospital resolveu 35 episódios,
como hospital de destino.
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.2.ARS Centro
Tabela 43 – Hospitais SNS: Indicadores de processo nos hospitais da ARS Centro em 2013
Mediana do
TE da LIC
(meses)
∆ homóloga
mediana do
TE da LIC
(%)
LIC/op. mês
IPO Coimbra
1,10
-19,5%
1,87
1,19
-8,8%
H José Luc. de Castro - Anadia
1,13
-10,5%
1,97
1,24
-28,7%
H Arc. J. Crisóst. - Cantanhede
1,57
95,8%
2,17
2,39
-8,3%
H Dr. Franc. Zagalo - Ovar
1,60
3,2%
3,28
2,16
26,9%
CH Cova da Beira - Covilhã
3,20
15,7%
4,01
1,82
-0,8%
CH Tondela - Viseu
2,07
-43,6%
4,08
2,96
-39,1%
CH Leiria - Pombal
1,90
9,6%
4,17
2,01
-5,1%
ULS Castelo Branco
3,20
-5,0%
4,47
2,97
-7,3%
H D. Figueira da Foz
3,07
-2,1%
4,73
2,37
-31,8%
ULS Guarda
4,00
8,1%
5,91
3,34
11,0%
CH Univer. de Coimbra
4,43
-7,0%
6,35
2,76
-2,2%
CH Baixo Vouga
3,43
-24,5%
6,71
4,01
9,4%
3,2
-11,9%
4,9
3,2
-7,6%
< 2,5 meses
> 3,5 meses
< -10%
> 10%
< 2,5 meses
> 3,5 meses
< 2,5 meses
> 3,5 meses
< -10%
> 10%
Hospital
ARS Centro (inclui H.Prot e H.Conv)
Legenda
Verde
Vermelho
Média do TE ∆ homóloga
dos Op.
média do TE
(meses)
dos Op. (%)
Os hospitais com maior mediana do TE da LIC são o CH Univer. de Coimbra e a ULS Guarda. O H
Arc. J. Crisóst. – Cantanhede teve um aumento da mediana do TE da LIC de 95,8%, poi no
período homólogo tinha 0,80 meses de mediana.
A maioria dos hospitais da ARS Centro apresenta uma resolução da LIC atual (31.12.2013),
tendo em conta os operados 2013 acima dos quatro meses (sem que haja mais entradas).
O CH Tondela – Viseu, o H D. Figueira da Foz e o H José Luc. de Castro – Anadia apresentam
grandes melhorias no que concerne a média do tempo de espera dos operados mas apenas o
primeiro apresenta também uma redução da mediana do TE da LIC semelhante..
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.2.ARS Centro
Tabela 44 – Hospitais SNS: Indicadores de transferências nos hospitais da ARS Centro em 2013
Hospital
CH Univer. de Coimbra
∆
∆
∆ homóloga
homóloga %Op. HD/ homóloga
%Cativações/
ep. c/ NT/VC
%cat/ep.
Op. do
%op. HD/
ep. c/ NT/VC
emitidos (%)
c/ NT/VC Hospital
op. do
(%)
hosp (%)
11.368
12,7%
38,3%
-20,6%
10,3%
-15,6%
Episódios
c/ NT/VC
emitidos
ULS Guarda
2.143
16,5%
19,6%
-2,5%
6,3%
-9,1%
CH Baixo Vouga
1.581
-44,2%
33,8%
-7,3%
5,2%
-49,0%
ULS Castelo Branco
807
-11,6%
12,1%
-23,0%
2,5%
-31,8%
IPO Coimbra
669
3,2%
17,6%
-18,4%
1,9%
-9,0%
CH Tondela - Viseu
598
-82,5%
10,5%
-38,3%
0,5%
-91,1%
CH Leiria - Pombal
522
-16,7%
24,9%
-30,3%
1,2%
-37,5%
CH Cova da Beira - Covilhã
395
-14,9%
7,6%
10,1%
0,7%
32,8%
H D. Figueira da Foz
193
-49,7%
65,8%
28,3%
2,6%
-54,8%
H Dr. Franc. Zagalo - Ovar
112
-13,2%
11,6%
24,8%
1,0%
90,1%
H Arc. J. Crisóst. - Cantanhede
10
-89,5%
0,0%
-100,0%
0,0%
-100,0%
H José Luc. de Castro - Anadia
3
0,0%
0,0%
0,0%
0,0%
18.201
-14,0%
31,9%
-10,1%
5,4%
ARS Centro (inclui H.Prot)
-28,2%
O CH Univer. de Coimbra é a instituição mais dependente de transferências para a resolução
da sua LIC com cerca de 10,3% de operados em HD.
A maioria dos hospitais apresenta uma diminuição considerável no que se refere à
percentagem de operados em hospitais de destino.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.2.ARS Centro
Tabela 45 – Hospitais SNS: Indicadores de qualidade nos hospitais da ARS Centro em 2013
Hospital
%LIC
>TMRG
Percentil
∆ homóloga
90 do TE
%LIC
da LIC (em
>TMRG (%)
meses)
3,7
%Op
>TMRG
∆ homóloga
%Op
>TMRG (%)
17,0%
4,4%
-43,6%
H Arc. J. Crisóst. - Cantanhede
0,0%
H José Luc. de Castro - Anadia
0,0%
2,0
17,3%
0,4%
-55,6%
H Dr. Franc. Zagalo - Ovar
1,3%
-83,0%
5,6
-24,5%
7,2%
243,9%
CH Leiria - Pombal
5,0%
26,8%
4,9
-9,3%
2,1%
-55,9%
CH Cova da Beira - Covilhã
5,9%
5,6%
7,0
2,2%
5,0%
-35,6%
CH Tondela - Viseu
11,0%
-64,6%
8,2
-72,8%
11,3%
-39,4%
H D. Figueira da Foz
11,4%
20,3%
8,9
16,5%
5,7%
-47,0%
ULS Castelo Branco
13,1%
19,0%
9,8
8,0%
8,0%
-10,0%
IPO Coimbra
13,6%
-25,7%
6,8
-12,5%
11,1%
-13,8%
ULS Guarda
16,3%
20,3%
9,8
7,7%
15,0%
12,5%
CH Univer. de Coimbra
24,8%
-14,5%
17,9
-26,1%
9,6%
-2,6%
CH Baixo Vouga
24,9%
-3,1%
13,2
-3,0%
19,3%
15,1%
ARS Centro (inclui H.Prot e H.Conv)
18,6%
-21,4%
12,1
-32,5%
12,1%
-11,7%
> 10%
< -10%
> 10%
< -10%
> 10%
> 10%
< -10%
> 10%
Legenda
Verde
Vermelho
-100,0%
∆ homóloga
Percentil 90
do TE da LIC
(%)
O CH Baixo Vouga e o CH Univer. de Coimbra são os hospitais que na LIC têm mais doentes que
ultrapassam os TMRG.
O CH Baixo Vouga e a ULS Guarda são os hospitais que nos operados têm mais doentes que
ultrapassam os TMRG.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.2.ARS Centro
Tabela 46 – Hospitais SNS: Indicadores de capacidade instalada e produtividade nos hospitais da ARS Centro em
2013
Hospital
135
Cirurgiões
padrão
ajustados
∆ homóloga
Cirurgiões Anestesistas
padrão
padrão
ajustados
ajustados
(%)
Operados
padrão por
cirurgião
padrão
ajustados
∆ homóloga
Operados
padrão por
cirurgião
padrão
ajustados
(%)
Operados
padrão por
anestesista
padrão
ajustados
93,9
13,5%
25,3
138,3
4,8%
513,5
33,9
-24,8%
6,4
131,7
38,2%
695,4
H Dr. Franc. Zagalo - Ovar
9,3
30,7%
4,4
130,2
-32,5%
273,0
H Arc. J. Crisóst. - Cantanhede
6,5
5,6%
1,9
122,5
-10,1%
426,8
IPO Coimbra
39,0
-7,5%
12,8
121,5
4,8%
370,9
H D. Figueira da Foz
28,1
7,9%
4,6
116,8
-22,5%
714,9
CH Leiria - Pombal
92,3
-3,1%
23,2
112,7
-2,0%
449,1
3,4
9,3%
0,9
106,9
-26,3%
394,3
353,4
-23,4%
69,1
106,9
39,0%
547,1
ULS Castelo Branco
38,1
-18,6%
7,0
93,3
29,9%
510,9
CH Baixo Vouga
98,0
17,3%
21,7
84,7
-13,0%
381,7
CH Cova da Beira - Covilhã
44,0
12,8%
8,0
68,3
-15,9%
376,4
CH Tondela - Viseu
ULS Guarda
H José Luc. de Castro - Anadia
CH Univer. de Coimbra
Legenda
Verde
Vermelho
> 5%
< -5%
> 170
< 138
> 5%
< -5%
> 563
< 457
Quase metade das instituições diminuiu o número de cirurgiões padrão, face a 2012, no
entanto a produtividade dos mesmos para todas as instituições encontra-se abaixo do
standard de 154 cirurgias padrão, por cirurgião padrão ajustado.
Relativamente às cirurgias padrão, por anestesista padrão ajustado, existem cinco hospitais
com valores acima do standard (501 cirurgias, por anestesista padrão), dos quais dois
apresentam valores de otimização elevada, com 138% e 143% face ao standard, uma vez que
os seus anestesistas estão afetos à atividade de BO em mais de 80% do seu tempo.
135
Foram indentificadas incongruências e dados pouco prováveis, relativamente aos anestesistas, para os quais o hospital
confirmou a existência de erros mas até à publicação deste relatório não conseguiu corrigir a informação no SIGLIC. Com base na
informação disponibilizada pelo hospital os indicadores seriam: 40 Anestesistas padrão ajustados e 324,9 Operados padrão por
anestesista padrão ajustados.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.3.ARS LVT
7.1.3. ARS LVT
A ARS LVT tem sob a sua tutela 15 hospitais do SNS.
LIC e operados nos Hospitais da ARS LVT em 2013
12.000
CH Lisboa Central
Tendência linear
10.000
R² = 0,8415
LIC
8.000
CH Lisboa Norte
H Garcia de Orta Almada
6.000
H Fern. da Fonseca - Lx
CH Setúbal
4.000
CH Lisboa Ocidental
2.000
IPO Lisboa
0
0
5.000
10.000
15.000
20.000
25.000
30.000
35.000
40.000
Operados
Gráfico 75 – Hospitais SNS: LIC e operados nos hospitais da ARS LVT em 2013
O CH Lisboa Central, o CH Lisboa Norte e o Hospital Garcia de Orta- Almada são os hospitais
desta região com mais utentes acumulados em LIC.
No que se refere ao número de operados são o CH Lisboa Central e o CH Lisboa Norte que mais
operam.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.3.ARS LVT
Tabela 47 – Hospitais SNS: Indicadores de procura nos hospitais da ARS LVT em 2013
CH Lisboa Central
∆ homóloga
entradas
(%)
42.485
-1,5%
CH Lisboa Norte
26.558
H Fern. da Fonseca - Lx
Hospital
Entradas
LIC
∆ homóloga
LIC (%)
%LIC
intransferível
11.020
0,7%
2,2%
-5,3%
7.592
-10,7%
0,0%
20.827
-1,0%
4.102
10,3%
0,8%
CH Lisboa Ocidental
17.334
-0,6%
3.554
-11,5%
0,2%
H Garcia de Orta - Almada
16.185
7,8%
6.381
14,2%
7,4%
12.616
68,2%
3.276
61,7%
1,6%
10.389
6,1%
4.055
15,3%
1,9%
CH Médio Tejo -T. Novas
9.008
0,1%
2.882
-1,8%
14,9%
H V. F. Xira
8.236
24,4%
1.722
13,1%
2,1%
IPO Lisboa
8.026
-2,9%
1.168
15,6%
40,6%
H D. Santarém
7.782
-2,1%
3.094
-10,5%
0,7%
HPP - H Cascais
7.580
23,2%
2.664
4,5%
0,0%
CH Barreiro Montijo
6.861
-0,4%
2.530
-10,8%
27,8%
CH Oeste
6.440
-5,1%
1.785
-24,8%
0,1%
Inst. Oft. Dr. Gama Pinto - Lx
5.241
19,2%
1.674
9,5%
0,7%
207.825
4,0%
57.760
1,6%
4,4%
< - 5%
> 5%
>10%
H Beatriz Ângelo - Loures
136
CH Setúbal
137
ARS LVT (inclui H.Prot)
Legenda
Verde
Vermelho
> 5%
< -5%
O CH Lisboa Norte e o CH Oeste são os hospitais que perderam mais procura de 2012 para
2013.
Mais de metade dos hospitais desta ARS teve um aumento da LIC face a 2012. Já o CH Oeste
teve uma diminuição da LIC de 24,8%.
O IPO Lisboa e CH Barreiro Montijo apresentam as maiores percentagens de LIC intransferível
com 40,6% e 27,8% respetivamente, valores muito superiores à região (4,4%) e ao país (5,5%).
136
Devido à inexistência de interface, a informação do HBA tem sido integrada de forma manual através de ficheiros preenchidos
pela instituição. Após cálculo dos indicadores e intimada a instituição, foram identificados vários episódios com informação
incorreta. Caso a informação tivesse sido corrigida atempadamente os indicadores do H. Beatriz Ângelo – Loures seriam os
seguintes: LIC = 2.823; %LIC>TMRG=21%; Operados = 10.797; %Expurgo/Saídas=7%; %Op.>TMRG= 4%.
137
No decorrer das validações, a UCGIC detetou um erro na atribuição do atributo de intransferível e pendente. O hospital foi
notificado e corrigiu a informação. No entanto nem todas as situações foram corrigidas/integradas antes da extração. O valor da
mediana do TE da LIC ajustando os tempos de pendência indevidos, é de 6,5 meses.
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.3.ARS LVT
Tabela 48 – Hospitais SNS: Indicadores de oferta nos hospitais da ARS LVT em 2013
Operados
∆
homóloga
operados
(%)
CH Lisboa Central
34.990
0,1%
1,08
4,5%
54,0%
14,3%
CH Lisboa Norte
20.993
-8,5%
1,28
5,7%
37,5%
18,1%
H Fern. da Fonseca - Lx
17.006
-1,8%
0,87
0,8%
5,0%
13,8%
CH Lisboa Ocidental
15.173
1,0%
1,21
3,1%
48,5%
12,6%
12.009
4,4%
0,91
6,9%
62,1%
17,1%
10.443
111,3%
0,90
0,9%
59,7%
6,5%
CH Setúbal
7.880
3,2%
1,01
5,0%
57,7%
12,5%
CH Médio Tejo -T. Novas
7.360
2,1%
0,95
8,8%
53,2%
15,6%
H V. F. Xira
7.071
32,6%
0,99
-3,4%
59,8%
11,7%
IPO Lisboa
6.828
-5,1%
1,49
19,1%
32,8%
15,1%
HPP - H Cascais
6.369
32,5%
0,83
0,3%
70,3%
13,1%
H D. Santarém
6.118
-0,6%
0,93
8,9%
54,2%
18,5%
CH Barreiro Montijo
5.662
15,0%
0,94
6,6%
50,9%
16,2%
CH Oeste
5.554
8,6%
0,93
-3,1%
46,6%
16,1%
Inst. Oft. Dr. Gama Pinto - Lx
4.232
17,1%
0,71
9,3%
100,0%
16,9%
175.715
4,3%
1,05
2,7%
48,0%
14,6%
Hospital
H Garcia de Orta - Almada
H Beatriz Ângelo - Loures
139
ARS LVT (inclui H.Prot e H.Conv)
Legenda
Verde
Vermelho
MPR Op.
> 5%
< -5%
∆
homóloga
MPR Op.
(%)
> 5%
< -5%
%Op.
amb.
%
138
Expurgo /
Saídas
< 10%
> 10%
O CH Lisboa Central e o CH Lisboa Norte são as instituições da região LVT com mais cirurgias
programadas realizadas.
O IPO de Lisboa seguido do CH Lisboa Norte são os hospitais com maior índice médio de
complexidade não só em toda a região, como em todo o país.
A maioria dos hospitais da ARS LVT tem valores da percentagem de expurgo acima dos 10%,
sinal de processos ineficientes de gestão da LIC.
138
No presente relatório, ao invés do efetuado nos relatórios anteriores, considerou-se que o motivo de cancelamento transferências de responsabilidade deixa de classificar o episódio como expurgo. Nas comparações evolutivas referentes a anos
transatos, o indicador foi recalculado para permitir ter dados comparáveis.
139
Devido à inexistência de interface, a informação do HBA tem sido integrada de forma manual através de ficheiros preenchidos
pela instituição. Após cálculo dos indicadores e intimada a instituição, foram identificados vários episódios com informação
incorreta. Caso a informação tivesse sido corrigida atempadamente os indicadores do H. Beatriz Ângelo – Loures seriam os
seguintes: LIC = 2.823; %LIC>TMRG=21%; Operados = 10.797; %Expurgo/Saídas=7%; %Op.>TMRG= 4%.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.3.ARS LVT
Tabela 49 – Hospitais SNS: Indicadores de processo nos hospitais da ARS LVT em 2013
Mediana do
TE da LIC
(meses)
∆ homóloga
mediana do
TE da LIC
(%)
LIC/op. mês
IPO Lisboa
1,40
27,3%
2,05
1,43
11,7%
CH Lisboa Ocidental
3,47
-3,7%
2,81
1,93
13,8%
H Fern. da Fonseca - Lx
2,73
7,9%
2,89
1,67
11,6%
H V. F. Xira
1,67
-9,1%
2,92
2,40
5,6%
H Beatriz Ângelo - Loures
2,73
59,2%
3,76
1,74
42,0%
CH Lisboa Central
3,40
-1,9%
3,78
2,32
-5,9%
CH Oeste
2,27
-33,3%
3,86
2,67
-0,5%
5,17
13,1%
4,34
2,41
7,1%
CH Médio Tejo -T. Novas
2,57
-7,2%
4,70
2,79
2,5%
Inst. Oft. Dr. Gama Pinto - Lx
2,77
-5,7%
4,75
1,94
31,7%
HPP - H Cascais
3,03
-5,2%
5,02
4,33
24,2%
CH Barreiro Montijo
3,73
-36,0%
5,36
4,19
16,4%
H D. Santarém
4,00
-16,7%
6,07
4,28
18,7%
CH Setúbal
4,47
-11,3%
6,18
2,95
17,6%
H Garcia de Orta - Almada
5,17
-3,7%
6,38
3,00
0,1%
3,3
-2,9%
3,9
2,7
2,5%
< 2,5 meses
> 3,5 meses
< -10%
> 10%
< 2,5 meses
> 3,5 meses
< 2,5 meses
> 3,5 meses
< -10%
> 10%
Hospital
CH Lisboa Norte
140
ARS LVT (inclui H.Prot e H.Conv)
Legenda
Verde
Vermelho
Média do TE ∆ homóloga
dos Op.
média do TE
(meses)
dos Op. (%)
O CH Lisboa Norte e o H Garcia de Orta - Almada têm as medianas do TE da LIC mais elevadas
da ARS e do país.
A maioria dos hospitais da ARS apresenta uma resolução da LIC atual tendo em conta os
operados em 2013 (sem que haja mais entradas) acima dos 3,5 meses (LIC/op. mês).
140
No decorrer das validações, a UCGIC detetou um erro na atribuição do atributo de intransferível e pendente. O hospital foi
notificado e corrigiu a informação. No entanto nem todas as situações foram corrigidas/integradas antes da extração. O valor da
mediana do TE da LIC ajustando os tempos de pendência indevidos, é de 6,5 meses.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.3.ARS LVT
Tabela 50 – Hospitais SNS: Indicadores de transferências nos hospitais da ARS LVT em 2013
Episódios
c/ NT/VC
emitidos
∆ homóloga
ep. c/ NT/VC
emitidos (%)
%Cativaçõ
es/ep. c/
NT/VC
CH Lisboa Norte
5.531
-12,7%
31,7%
∆
homóloga
%cat/ep.
c/ NT/VC
(%)
-11,9%
H Garcia de Orta - Almada
4.845
18,2%
28,9%
CH Lisboa Central
3.530
-38,8%
CH Setúbal
2.774
H Fern. da Fonseca - Lx
%Op.
HD/ Op.
do
Hospital
∆ homóloga
%op. HD/
op. do hosp
(%)
6,1%
-24,2%
-6,1%
8,7%
-1,3%
21,4%
-31,2%
1,8%
-58,1%
-0,3%
26,0%
-23,3%
7,4%
-24,3%
2.465
5,3%
22,0%
11,6%
2,3%
3,7%
H D. Santarém
2.338
4,0%
30,8%
-6,9%
9,2%
-8,7%
CH Lisboa Ocidental
1.967
-9,9%
19,6%
8,2%
2,1%
4,1%
CH Barreiro Montijo
1.790
-17,7%
27,0%
11,5%
7,1%
-15,7%
CH Oeste
1.260
-29,7%
26,3%
-26,6%
5,4%
-49,0%
H Beatriz Ângelo - Loures
1.207
0,0%
0,4%
0,0%
0,0%
HPP - H Cascais
903
-2,8%
3,8%
-67,6%
0,2%
-88,1%
IPO Lisboa
889
7,5%
1,2%
411,6%
0,1%
321,2%
H V. F. Xira
611
359,4%
3,3%
-45,6%
0,1%
-35,3%
CH Médio Tejo -T. Novas
312
-40,5%
19,6%
11,4%
1,0%
-11,8%
5
-58,3%
0,0%
-100,0%
0,0%
-100,0%
30.648
-5,5%
23,8%
-17,7%
3,4%
-29,8%
Hospital
Inst. Oft. Dr. Gama Pinto - Lx
ARS LVT (inclui H.Prot)
O H D. Santarém seguindo é do H Garcia de Orta - Almada são as instituições mais
dependentes de transferências com cerca de 9,2% e 8,7% respetivamente.
A maioria dos hospitais apresenta uma diminuição considerável no que se refere à
percentagem de operados em hospitais de destino de 2012 para 2013.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.3.ARS LVT
Tabela 51 – Hospitais SNS: Indicadores de qualidade nos hospitais da ARS LVT em 2013
∆
∆
Percentil
homóloga
homóloga
%LIC
90 do TE
%LIC
Percentil
>TMRG
da LIC (em
>TMRG
90 do TE
meses)
(%)
da LIC (%)
2,1%
-41,8%
4,3
-39,7%
Hospital
CH Médio Tejo -T. Novas
∆
homóloga
%Op
%Op
>TMRG
>TMRG
(%)
3,9%
17,9%
H V. F. Xira
2,6%
2,0%
5,4
4,5%
2,9%
-18,1%
Inst. Oft. Dr. Gama Pinto - Lx
6,1%
29,4%
3,7
7,7%
4,6%
23,1%
H Fern. da Fonseca - Lx
10,4%
7,9%
8,5
5,8%
5,3%
24,4%
HPP - H Cascais
12,2%
-49,6%
8,9
-36,9%
19,6%
69,1%
CH Lisboa Central
13,6%
-29,2%
10,7
-19,8%
5,5%
-23,4%
CH Lisboa Ocidental
17,2%
-8,1%
11,0
-5,3%
6,1%
-2,1%
H D. Santarém
17,3%
-19,4%
10,4
-21,8%
20,3%
96,5%
CH Barreiro Montijo
19,8%
-33,3%
13,5
-25,8%
18,3%
2,4%
H Garcia de Orta - Almada
20,3%
-7,0%
11,6
0,3%
14,8%
15,3%
CH Oeste
20,4%
33,7%
12,7
25,7%
6,4%
16,8%
IPO Lisboa
20,8%
33,8%
5,4
17,5%
25,8%
29,0%
CH Lisboa Norte
23,2%
-3,8%
14,9
-1,0%
10,3%
16,7%
24,4%
3,2%
13,4
0,8%
14,6%
25,9%
27,3%
64,1%
13,8
132,3%
4,0%
-13,8%
16,9%
-10,0%
11,0
-6,5%
10,1%
2,0%
> 10%
< -10%
> 10%
< -10%
> 10%
> 10%
< -10%
> 10%
CH Setúbal
H Beatriz Ângelo - Loures
141
ARS LVT (inclui H.Prot e H.Conv)
Legenda
Verde
Vermelho
A maioria dos hospitais da ARS LVT apresenta uma elevada percentagem de episódios em LIC
que ultrapassam os TMRG, ainda maior que o indicador nacional (12,8%)
141
Devido à inexistência de interface, a informação do HBA tem sido integrada de forma manual através de ficheiros preenchidos
pela instituição. Após cálculo dos indicadores e intimada a instituição, foram identificados vários episódios com informação
incorreta. Caso a informação tivesse sido corrigida atempadamente os indicadores do H. Beatriz Ângelo – Loures seriam os
seguintes: LIC = 2.823; %LIC>TMRG=21%; Operados = 10.797; %Expurgo/Saídas=7%; %Op.>TMRG= 4%.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.3.ARS LVT
Tabela 52 – Hospitais SNS: Indicadores de capacidade instalada e produtividade nos hospitais da ARS LVT em 2013
Hospital
Cirurgiões
padrão
ajustados
∆ homóloga
Cirurgiões Anestesistas
padrão
padrão
ajustados
ajustados
(%)
Operados
padrão por
cirurgião
padrão
ajustados
∆ homóloga
Operados
padrão por
cirurgião
padrão
ajustados
(%)
Operados
padrão por
anestesista
padrão
ajustados
H Fern. da Fonseca - Lx
80,0
-4,2%
18,4
185,9
3,3%
807,8
IPO Lisboa
68,4
1,7%
25,3
148,6
11,2%
400,9
H V. F. Xira
57,4
31,0%
16,1
121,7
-2,3%
435,0
H Beatriz Ângelo - Loures
80,5
-0,1%
16,8
116,5
113,4%
559,4
255,6
-3,0%
68,8
105,2
-0,3%
391,0
CH Médio Tejo -T. Novas
68,4
-34,3%
16,4
102,2
68,8%
425,3
H D. Santarém
57,0
8,0%
8,1
99,7
0,2%
698,8
CH Barreiro Montijo
56,1
-12,7%
10,5
94,9
40,4%
507,4
401,1
-15,1%
81,4
94,4
23,2%
465,2
32,5
-7,2%
3,0
92,2
37,9%
999,0
210,7
-4,0%
44,8
86,8
8,5%
407,9
61,0
-9,0%
18,6
86,6
46,0%
284,4
H Garcia de Orta - Almada
132,0
16,4%
33,3
83,2
-4,2%
329,3
CH Setúbal
108,7
1,8%
26,9
73,3
6,5%
296,6
90,4
17,1%
19,6
57,0
-10,1%
262,9
CH Lisboa Norte
CH Lisboa Central
Inst. Oft. Dr. Gama Pinto - Lx
CH Lisboa Ocidental
HPP - H Cascais
CH Oeste
Legenda
Verde
Vermelho
> 5%
< -5%
> 170
< 138
> 5%
< -5%
> 563
< 457
Nove dos quinze hospitais da ARS LVT apresentam uma redução de cirurgiões padrão
ajustados, face a 2012.
Relativamente à produtividade dos cirurgiões verifica-se que apenas o H Fernando da Fonseca
se encontra acima do standard de 154 cirurgias (121% do standard). Este hospital otimizou o
trabalho dos cirurgiões afetando os mesmos quase 50% ao BO, em vez dos 30% standard.
Relativamente à produtividade dos anestesistas existem cinco hospitais que apresentam
valores acima do standard (501 cirurgias), possível porque a afetação dos anestesistas ao BO é
superior a 50%, face às suas horas totais de trabalho, havendo situações em que a afetação ao
BO chega a ser de 80%.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.4.ARS Alentejo
7.1.4. ARS Alentejo
A ARS Alentejo tem sob a sua tutela 4 hospitais do SNS.
LIC e operados nos Hospitais da ARS Alentejo em 2013
4.000
3.500
H Espírito Santo - Évora
Tendência linear
3.000
R² = 0,9978
LIC
2.500
2.000
1.500
ULS Norte Alentejano Portalegre
ULS Baixo Alentejo Beja
ULS Litoral Alent. - Sant.
Cacém
1.000
500
0
0
1.000
2.000
3.000
4.000
5.000
6.000
7.000
8.000
9.000
10.000
Operados
Gráfico 76 – Hospitais SNS: LIC e operados nos hospitais da ARS Alentejo em 2013
O H. Espírito Santo é o hospital desta região com mais utentes em LIC mas também é o que
mais opera.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.4.ARS Alentejo
Tabela 53 – Hospitais SNS: Indicadores de procura nos hospitais da ARS Alentejo em 2013
Hospital
H Espírito Santo - Évora
Entradas
142
∆ homóloga
entradas
(%)
∆ homóloga
LIC (%)
LIC
%LIC
intransferível
11.339
8,6%
3.468
27,3%
0,1%
4.882
4,4%
1.261
-6,4%
0,1%
ULS Baixo Alentejo - Beja
4.642
12,6%
1.141
33,5%
0,0%
ULS Litoral Alent. - Sant. Cacém
2.828
-13,4%
819
-32,6%
0,0%
23.691
5,3%
6.689
8,9%
0,0%
< - 5%
> 5%
>10%
ULS Norte Alentejano - Portalegre
ARS Alentejo
143
Legenda
Verde
Vermelho
> 5%
< -5%
Nesta região, o hospital com maior crescimento relativo da procura é a ULS Baixo Alentejo –
Beja mas também foi o que mais aumentou a LIC, juntamente com o H Espírito Santo - Évora.
A ULS Litoral Alent. - Sant. Cacém é o hospital que perdeu mais procura de 2012 para 2013.
142
O H Espírito Santo – Évora perdeu a capacidade cirúrgica em maxilo-facial e ortopedia-patologia da coluna (14 episódios em
LIC). A ACSS juntamente com a ARS Alentejo e LVT encontra-se a transferir os episódios das respetivas especialidades.
143
A ULS do Norte Alentejano a 31.12.2013 tinha um episódio transferido para um HD desde 23.04.2011. O episódio encontra-se
concluído por realização da cirurgia noutro HD, desde Maio de 2014.
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7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.4.ARS Alentejo
Tabela 54 – Hospitais SNS: Indicadores de oferta nos hospitais da ARS Alentejo em 2013
Hospital
Operados
∆
homóloga
operados
(%)
H Espírito Santo - Évora
9.209
4,0%
1,06
9,4%
55,4%
11,1%
ULS Norte Alentejano - Portalegre
3.880
1,2%
0,94
-2,2%
44,6%
13,7%
ULS Baixo Alentejo - Beja
3.841
4,2%
0,97
6,2%
45,7%
11,4%
ULS Litoral Alent. - Sant. Cacém
2.755
-5,1%
0,95
4,1%
57,8%
14,2%
20.011
2,1%
1,01
5,6%
51,2%
12,1%
ARS Alentejo (inclui H.Conv)
Legenda
Verde
Vermelho
MPR Op.
> 5%
< -5%
∆
homóloga
MPR Op.
(%)
> 5%
< -5%
%Op.
amb.
%
144
Expurgo /
Saídas
< 10%
> 10%
O H Espírito Santo - Évora é a instituição da região do Alentejo com mais cirurgias programadas
realizadas e com maior índice médio de complexidade.
Os quatro hospitais da ARS têm valores da percentagem de expurgo acima dos 10% sinal de
processos ineficientes de gestão da LIC.
144
No presente relatório, ao invés do efetuado nos relatórios anteriores, considerou-se que o motivo de cancelamento transferências de responsabilidade deixa de classificar o episódio como expurgo. Nas comparações evolutivas referentes a anos
transatos, o indicador foi recalculado para permitir ter dados comparáveis.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.4.ARS Alentejo
Tabela 55 – Hospitais SNS: Indicadores de processo nos hospitais da ARS Alentejo em 2013
Hospital
Mediana do
TE da LIC
(meses)
∆ homóloga
mediana do
TE da LIC
(%)
LIC/op. mês
ULS Baixo Alentejo - Beja
2,60
62,5%
3,56
2,30
ULS Litoral Alent. - Sant. Cacém
2,20
-29,8%
3,57
4,12
-8,1%
ULS Norte Alentejano - Portalegre
2,67
0,0%
3,90
2,79
12,3%
H Espírito Santo - Évora
3,17
17,3%
4,52
2,44
7,0%
2,8
11,8%
4,0
2,8
0,9%
< 2,5 meses
> 3,5 meses
< -10%
> 10%
< 2,5 meses
> 3,5 meses
< 2,5 meses
> 3,5 meses
< -10%
> 10%
ARS Alentejo (inclui H.Conv)
Legenda
Verde
Vermelho
Média do TE ∆ homóloga
dos Op.
média do TE
(meses)
dos Op. (%)
-6,6%
O H Espírito Santo - Évora apresenta um número elevado de doentes em LIC face à média dos
operados por mês em 2013 e teria de trabalhar cerca de 4,52 meses, sem que haja novas
entradas para poder resolver todos os utentes inscritos.
Tabela 56 – Hospitais SNS: Indicadores de transferências nos hospitais da ARS Alentejo em 2013
Hospital
H Espírito Santo - Évora
Episódios ∆ homóloga
c/ NT/VC ep. c/ NT/VC
emitidos emitidos (%)
1.302
∆
%Op. HD/ homóloga
Op. do
%op. HD/
Hospital
op. do
hosp (%)
%Cativaçõ
es/ep. c/
NT/VC
∆ homóloga
%cat/ep. c/
NT/VC (%)
49,5%
20,4%
-5,3%
2,3%
25,8%
ULS Norte Alentejano - Portalegre
505
83,0%
19,8%
-36,4%
2,0%
-5,7%
ULS Litoral Alent. - Sant. Cacém
225
-11,1%
4,0%
-36,8%
0,3%
-43,7%
ULS Baixo Alentejo - Beja
166
-37,1%
13,3%
-41,7%
0,4%
-73,7%
2.198
32,1%
18,1%
-14,1%
1,6%
-2,3%
ARS Alentejo
À exceção do H Espírito Santo – Évora a maioria dos hospitais apresenta uma diminuição
considerável no que se refere à percentagem de operados em hospitais de destino.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.4.ARS Alentejo
Tabela 57 – Hospitais SNS: Indicadores de qualidade nos hospitais da ARS Alentejo em 2013
Hospital
ULS Baixo Alentejo - Beja
∆
∆
Percentil
homóloga
homóloga
%LIC
90 do TE
%LIC
Percentil
>TMRG
da LIC (em
>TMRG
90 do TE
meses)
(%)
da LIC (%)
0,7%
-14,4%
6,2
35,2%
∆
homóloga
%Op
%Op
>TMRG
>TMRG
(%)
2,8%
3,6%
ULS Litoral Alent. - Sant. Cacém
1,5%
-1,0%
5,6
-23,0%
9,6%
74,9%
ULS Norte Alentejano - Portalegre
9,0%
40,4%
7,8
14,3%
4,8%
8,8%
H Espírito Santo - Évora
9,0%
-10,9%
7,9
-7,6%
5,4%
15,6%
ARS Alentejo (inclui H.Conv)
6,7%
5,9%
7,2
0,0%
5,6%
21,7%
Legenda
Verde
Vermelho
> 10%
< -10%
> 10%
< -10%
> 10%
> 10%
< -10%
> 10%
A ULS Norte Alentejano - Portalegre e H Espírito Santo - Évora são os hospitais que apresentam
mais situações em LIC que ultrapassam os TMRG.
Tabela 58 – Hospitais SNS: Indicadores de capacidade instalada e produtividade nos hospitais da ARS Alentejo em
2013
Cirurgiões
padrão
ajustados
Hospital
∆ homóloga
Cirurgiões Anestesistas
padrão
padrão
ajustados
ajustados
(%)
Operados
padrão por
cirurgião
padrão
ajustados
∆ homóloga
Operados
padrão por
cirurgião
padrão
ajustados
(%)
Operados
padrão por
anestesista
padrão
ajustados
ULS Norte Alentejano - Portalegre
24,4
-14,9%
4,6
149,9
16,2%
787,5
ULS Litoral Alent. - Sant. Cacém
22,7
2,0%
6,1
115,8
-3,2%
432,9
96,3
15,8%
15,5
101,6
-1,7%
629,7
50,8
48,2%
9,2
73,5
-25,3%
405,3
H Espírito Santo - Évora
145
ULS Baixo Alentejo - Beja
Legenda
Verde
Vermelho
> 5%
< -5%
> 170
< 138
> 5%
< -5%
> 563
< 457
Apesar dos cirurgiões padrão terem aumentado em quase todos os hospitais, a sua
produtividade diminuiu (Operados padrão, por cirurgião padrão), exceto na ULS Norte
Alentejano – Portalegre que aumentou a sua produtividade, 149,9 operados padrão, por
cirurgião padrão ajustado (o standard situa-se nos 154), apesar de ter diminuído os cirurgiões
padrão.
145
Foram indentificadas incongruências e dados pouco prováveis, relativamente aos anestesistas, para os quais o hospital, até à
publicação deste relatório, não apresentou justificação.
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.5.ARS Algarve
7.1.5. ARS Algarve
A ARS Algarve tem sob a sua tutela 1 centro hospitalar do SNS.
LIC e operados nos Hospitais da ARS Algarve em 2013
8.000
7.000
CH Algarve
6.000
LIC
5.000
4.000
3.000
2.000
1.000
0
0
2.000
4.000
6.000
Operados
8.000
10.000
12.000
14.000
Gráfico 77 – Hospitais SNS: LIC e operados nos hospitais da ARS Algarve em 2013
Em 2013 a ARS Algarve passou a deter apenas um centro hospital constituído pelos antigos H
Faro e o CH Barlavento Algarvio.
Tabela 59 – Hospitais SNS: Indicadores de procura nos hospitais da ARS Algarve em 2013
Hospital
Entradas
∆ homóloga
entradas
(%)
LIC
∆ homóloga
LIC (%)
%LIC
intransferível
CH Algarve
18.428
6,2%
7.184
13,5%
7,6%
ARS Algarve
18.428
6,2%
7.184
13,5%
7,6%
< - 5%
> 5%
>10%
Legenda
Verde
Vermelho
> 5%
< -5%
O CH Algarve teve um aumento das entradas que resultou num aumento da LIC também.
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Página 161 de 293
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.5.ARS Algarve
Tabela 60 – Hospitais SNS: Indicadores de oferta nos hospitais da ARS Algarve em 2013
Operados
∆
homóloga
operados
(%)
CH Algarve
11.738
4,3%
1,00
6,5%
48,5%
18,6%
ARS Algarve (inclui H.Conv)
14.278
-5,8%
1,01
5,2%
47,2%
18,6%
Hospital
Legenda
Verde
Vermelho
∆
homóloga
MPR Op.
(%)
MPR Op.
> 5%
< -5%
%Op.
amb.
> 5%
< -5%
%
146
Expurgo /
Saídas
< 10%
> 10%
O CH Algarve aumentou em 6,5% a média do peso relativo face a 2012.
A percentagem de expurgo face às saídas é de 18,6%, apesar de elevado diminuiu ligeiramente
face a 2012.
Tabela 61 – Hospitais SNS: Indicadores de processo nos hospitais da ARS Algarve em 2013
Hospital
CH Algarve
ARS Algarve (inclui H.Conv)
Legenda
Verde
Vermelho
Mediana do
TE da LIC
(meses)
∆ homóloga
mediana do
TE da LIC
(%)
LIC/op. mês
3,77
-10,3%
7,34
2,42
-1,2%
3,8
-10,3%
6,0
3,4
-8,2%
< 2,5 meses
> 3,5 meses
< -10%
> 10%
< 2,5 meses
> 3,5 meses
< 2,5 meses
> 3,5 meses
< -10%
> 10%
Média do TE ∆ homóloga
dos Op.
média do TE
(meses)
dos Op. (%)
A mediana do TE da LIC do CH Algarve é de 3,77, observando-se uma melhoria face a 2012 de
10,3%.
146
No presente relatório, ao invés do efetuado nos relatórios anteriores, considerou-se que o motivo de cancelamento transferências de responsabilidade deixa de classificar o episódio como expurgo. Nas comparações evolutivas referentes a anos
transatos, o indicador foi recalculado para permitir ter dados comparáveis.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.5.ARS Algarve
Tabela 62 – Hospitais SNS: Indicadores de transferências nos hospitais da ARS Algarve em 2013
Episódios
c/ NT/VC
emitidos
∆ homóloga
ep. c/ NT/VC
emitidos (%)
CH Algarve
5.138
-24,8%
∆
∆ homóloga %Op. HD/ homóloga
%cat/ep. c/
Op. do
%op. HD/
NT/VC (%)
Hospital
op. do
hosp (%)
56,4%
-8,8%
17,8%
-31,0%
ARS Algarve
5.138
-24,8%
56,4%
Hospital
%Cativaçõ
es/ep. c/
NT/VC
-8,8%
17,8%
-31,0%
O CH Algarve apresenta grande dependência das transferências para a resolução da sua LIC.
Tabela 63 – Hospitais SNS: Indicadores de qualidade nos hospitais da ARS Algarve em 2013
Hospital
CH Algarve
147
ARS Algarve (inclui H.Conv)
Legenda
Verde
Vermelho
∆
∆
Percentil
homóloga
homóloga
%LIC
90 do TE
%LIC
Percentil
>TMRG
da LIC (em
>TMRG
90 do TE
meses)
(%)
da LIC (%)
10,9%
-44,2%
8,6
-37,9%
10,9%
> 10%
-44,2%
< -10%
> 10%
8,6
-37,9%
< -10%
> 10%
∆
homóloga
%Op
%Op
>TMRG
>TMRG
(%)
8,3%
-19,4%
8,3%
> 10%
-19,4%
< -10%
> 10%
O CH Algarve apresenta uma melhoria significativa em todos os indicadores de qualidade,
apesar de ainda apresentar uma percentagem da LIC acima dos TMRG alta.
147
O Centro Hospital do Algarve justificou, o número de episódios em LIC, com muito tempo superior ao TMRG, por insuficientes
recursos de anestesista.
A instituição apresenta 12 salas de BO para internamento e ambulatório (algumas exclusivas ambulatório) e 702 horas de
anestesista afetas ao BO. Indicam ainda que as horas disponíveis de BO são de 421. Isto significa que o fator limitante é a
disponibilidade de BO e não as horas de anestesistas. De acordo com os indicadores padrão o bloco, que apresenta 12 salas (7 na
unidade de Faro e 5 na unidade de Portimão), tem apenas 58% de disponibilidade de sala de BO (12 horas por 5 dias por sala de
BO).
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.1.Hospitais do SNS – 7.1.5.ARS Algarve
Tabela 64 – Hospitais SNS: Indicadores de capacidade instalada e produtividade nos hospitais da ARS Algarve em
2013
Hospital
CH Algarve
148
Cirurgiões
padrão
ajustados
121,5
∆ homóloga
Cirurgiões Anestesistas
padrão
padrão
ajustados
ajustados
(%)
-42,9%
27,7
Operados
padrão por
cirurgião
padrão
ajustados
∆ homóloga
Operados
padrão por
cirurgião
padrão
ajustados
(%)
Operados
padrão por
anestesista
padrão
ajustados
96,2
94,7%
422,2
Legenda
Verde
Vermelho
> 5%
< -5%
> 170
< 138
> 5%
< -5%
> 563
< 457
O CH Algarve diminuiu grandemente os cirurgiões padrão e aumentou de forma muito
significativa a produtividade dos mesmos de 2012 para 2013, no entanto ainda se encontra a
62% do standard (154 operados por cirurgião).
148
O Centro Hospital do Algarve justificou, o número de episódios em LIC, com muito tempo superior ao TMRG, por insuficientes
recursos de anestesista.
A instituição apresenta 12 salas de BO para internamento e ambulatório (algumas exclusivas ambulatório) e 702 horas de
anestesista afetas ao BO. Indicam ainda que as horas disponíveis de BO são de 421. Isto significa que o fator limitante é a
disponibilidade de BO e não as horas de anestesistas. De acordo com os indicadores padrão o bloco, que apresenta 12 salas (7 na
unidade de Faro e 5 na unidade de Portimão), tem apenas 58% de disponibilidade de sala de BO (12 horas por 5 dias por sala de
BO).
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.2.Hospitais Protocolados
7.2. HOSPITAIS PROTOCOLADOS149
Neste capítulo são apresentadas tabelas e gráficos por hospital protocolado. Os hospitais
protocolados celebraram acordos em 2011 com as Administrações Regionais de Saúde (ARS) e
Ministério da Saúde (MS). Em 2012 passaram a existir mais dois hospitais protocolados, um
com a ARS Norte e outro com LVT. O Hospital da Prelada á mais antigo de que 2011 no entanto
só em 2011 começamos a ter informação com qualidade desta entidade.
O próximo gráfico apresenta a distribuição dos utentes em lista de inscritos para cirurgia (LIC)
e dos operados em 2013 nos hospitais protocolados.
LIC e operados em 2013 nos hospitais protocolados
2.500
Norte - H Prelada
2.000
R² = 0,9356
Tendência linear
LIC
1.500
1.000
Norte - Sª Cª M. R.
d'Ave - H. Narciso
Ferreira
500
Norte - H Miser. de
Lousada
Norte - Sª Cª M. Felgueiras
- H. Agost. Ribeiro
0
0
2.000
4.000
6.000
8.000
10.000
12.000
Operados
Gráfico 78 – Hospitais protocolados: LIC e operados em 2013
O hospital da Prelada destaca-se dos restantes por ser o que apresenta mais utentes a
aguardar cirurgia mas também é o que realiza mais cirurgias.
149
Hospitais protocolados – hospitais com acordos de cooperação ou contratos com o SNS para a elaboração de atividade cirúrgica
enquanto hospital de origem (HO).
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.2.Hospitais Protocolados
A próxima tabela apresenta indicadores de procura para o ano de 2013 e respetivas variações homólogas para os hospitais protocolados.
Tabela 65 – Hospitais protocolados: Indicadores de procura em 2013
ARS
Protocolo
Hospital
Entradas
∆ homóloga
entradas (%)
∆ homóloga
LIC (%)
LIC
Centro
H Miser. de Mealhada
630
100,0%
105
Centro
Total
630
100,0%
105
LVT
APDP
LVT
Sª Cª M. de Benavente
LVT
Sª Cª M. Entronc. - H. S. J. Baptista
LVT
Total
Norte
H Prelada
Norte
Sª Cª M. R. d'Ave - H. Narciso Ferreira
150
A 31.12.2012 o valor da LIC era de 16 episódios.
151
A 31.12.2012 o valor da mediana do TE da LIC era de 1,27 meses.
152
Em 2012 o número de entradas foi de 65 episódios.
153
A 31.12.2012 o valor da LIC era de 109 episódios.
154
A 31.12.2012 o valor da mediana do TE da LIC era de 1,27 meses.
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Mediana do
TE da LIC
(meses)
LIC/op. mês
150
0,73
-92,6%
2,72
556,3%
0,73
-92,6%
2,72
6,90
1,20
151
444,7%
n.a.
2,10
0,57
n.a.
0,27
154
1,86
556,3%
1.286
37,1%
207
384
26,7%
49
89,9%
n.a.
185
152
4
n.a.
153
3,67
184,6%
∆ homóloga
mediana do
TE da LIC (%)
138,5%
189,5%
1,87
1.855
42,0%
260
11.950
-29,9%
2.173
-2,5%
1,77
-1,9%
2,50
4.597
-0,5%
541
2,3%
0,93
3,7%
1,45
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.2.Hospitais Protocolados
ARS
Protocolo
Hospital
Entradas
∆ homóloga
entradas (%)
∆ homóloga
LIC (%)
LIC
Mediana do
TE da LIC
(meses)
∆ homóloga
mediana do
TE da LIC (%)
LIC/op. mês
155
1,57
-27,7%
0,73
74
-55,7%
1,33
-84,1%
0,38
7,1%
258
-10,4%
0,93
-52,5%
1,78
850
11,8%
0
-100,0%
n.a.
-100,0%
0,00
708
32,8%
29
-64,2%
4,17
-52,3%
0,41
156
0
-100,0%
n.a.
-100,0%
0,00
Norte
H Miser. de Lousada
2.469
16,6%
133
Norte
Sª Cª M. Felgueiras - H. Agost. Ribeiro
2.266
13,2%
Norte
H Miser. de Vila Verde
1.831
Norte
Sª Cª M. M. de Canaveses
Norte
Sª Cª M. Esposende - Valentim Ribeiro
Norte
H Miser. de Vila do Conde
623
Norte
Sª Cª M. P. de Lanhoso - H. Ant. Lopes
576
-3,4%
14
0,0%
0,50
-16,7%
0,30
26
-89,1%
3
-25,0%
7,47
-61,2%
1,20
25.896
-13,1%
3.225
-5,6%
1,37
-12,8%
1,61
Norte
H Miser. de Fão
157
Norte
Total
216,2%
280,0%
Legenda
Verde
> 5%
< - 5%
< 2,5 meses
< -10%
< 2,5 meses
Vermelho
< -5%
> 5%
> 3,5 meses
> 10%
> 3,5 meses
155
A 31.12.2012 o valor da LIC era de 35 episódios.
156
Em 2012 o número de entradas foi de 197 episódios.
157
As instituições hospitalares assinaladas a laranja apresentam valores desajustados relativos à LIC. Estes indicadores correspondem aos dados fornecidos pelos respetivos hospitais. No entanto quando inquiridos sobre
esta matéria verificou-se que os valores não correspondem à realidade e resultam de má gestão da LIC por parte dos hospitais, ocorrendo duplicações na LIC. As instituições procederam aos cancelamentos das LIC
duplicadas e as ARS foram notificadas para determinarem as necessidades formativas por forma a evitar os erros anteriores.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.2.Hospitais Protocolados
A tabela que se segue apresenta indicadores de oferta para o ano de 2013 e respetivas variações homólogas para os hospitais protocolados.
Tabela 66 – Hospitais protocolados: Indicadores de oferta em 2013
ARS
Protocolo
Hospital
Operados
∆ homóloga
operados
(%)
Média do
peso
relativo
∆ homóloga
MPR (%)
∆ homóloga
Média do TE
média do TE
dos Op
dos Op
(meses)
(meses) (%)
%Op. amb.
% Expurgo/
Saídas
Centro
H Miser. de Mealhada
463
3,6%
0,83
-0,1%
1,21
-65,5%
68,9%
2,7%
Centro
Total
463
3,6%
0,83
-0,1%
1,21
-65,5%
68,9%
2,7%
LVT
APDP
1.185
39,9%
0,71
-6,7%
0,85
38,6%
99,7%
0,0%
LVT
Sª Cª M. de Benavente
314
-9,0%
0,68
23,3%
1,21
18,9%
100,0%
6,0%
181
158
1,22
19,1%
1,15
-32,7%
60,8%
0,0%
1.680
31,6%
0,76
5,2%
0,95
19,4%
95,6%
1,2%
10.413
5,5%
1,04
-6,0%
2,40
-17,7%
50,3%
10,8%
LVT
Sª Cª M. Entronc. - H. S. J. Baptista
LVT
Total
Norte
H Prelada
Norte
Sª Cª M. R. d'Ave - H. Narciso Ferreira
4.484
-2,9%
0,89
6,0%
0,95
1,1%
81,8%
2,0%
Norte
Sª Cª M. Felgueiras - H. Agost. Ribeiro
2.357
4,1%
0,73
-1,3%
1,19
50,8%
93,6%
0,0%
Norte
H Miser. de Lousada
2.198
-7,1%
0,79
6,0%
1,39
-32,1%
84,1%
3,9%
Norte
H Miser. de Vila Verde
1.737
-5,9%
0,93
6,6%
2,19
17,7%
77,3%
6,4%
Norte
Sª Cª M. Esposende - Valentim Ribeiro
849
31,6%
0,92
-1,3%
4,85
52,5%
71,3%
3,0%
Norte
Sª Cª M. M. de Canaveses
823
7,2%
0,86
2,4%
0,44
-23,0%
84,8%
0,8%
158
112,9%
Em 2012 o número de operados foi de 85 episódios.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.2.Hospitais Protocolados
ARS
Protocolo
Norte
Hospital
H Miser. de Vila do Conde
Norte
Sª Cª M. P. de Lanhoso - H. Ant. Lopes
Norte
H Miser. de Fão
Norte
Total
Operados
620
∆ homóloga
operados
(%)
384,4%
159
Média do
peso
relativo
0,84
∆ homóloga
MPR (%)
7,8%
∆ homóloga
Média do TE
média do TE
dos Op
dos Op
(meses)
(meses) (%)
%Op. amb.
% Expurgo/
Saídas
0,71
55,8%
92,1%
7,8%
160
88,0%
3,6%
557
-2,8%
0,92
14,8%
0,86
160,3%
30
-93,4%
0,59
-28,0%
4,65
29,2%
100,0%
9,1%
24.068
2,3%
0,93
-0,4%
1,85
-8,6%
69,4%
6,5%
Legenda
Verde
> 5%
> 5%
< 2,5 meses
< -10%
< 10%
Vermelho
< -5%
< -5%
> 3,5 meses
> 10%
> 10%
159
Em 2012 o número de operados foi de 128 episódios.
160
Em 2012 a média do tempo de espera dos operados era de 0,33 meses.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.2.Hospitais Protocolados
A próxima tabela apresenta os indicadores de qualidade nos hospitais protocolados em 2013 e
respetivas variações homólogas.
Tabela 67 – Hospitais protocolados: Indicadores de qualidade em 2013
ARS
Protocolo
Hospital
%LIC
>TMRG
∆ homóloga
∆ homóloga
%Op.
%LIC
%Op.>TMRG
>TMRG
>TMRG (%)
(%)
Centro
H Miser. de Mealhada
1,0%
-98,3%
1,9%
-56,6%
Centro
Total
1,0%
-98,3%
1,9%
-56,6%
LVT
Sª Cª M. Entronc. - H. S. J. Baptista
0,0%
0,0%
LVT
Sª Cª M. de Benavente
2,0%
2,9%
LVT
APDP
36,7%
LVT
Total
29,6%
Norte
Sª Cª M. R. d'Ave - H. Narciso Ferreira
0,0%
Norte
H Miser. de Vila Verde
0,4%
-94,1%
3,2%
1883,8%
163
Norte
H Miser. de Lousada
6,0%
5,3%
0,8%
384,2%
164
Norte
Sª Cª M. Felgueiras - H. Agost. Ribeiro
6,8%
-82,6%
4,2%
4608,7%
165
Norte
H Prelada
14,1%
-28,6%
5,0%
Norte
Sª Cª M. P. de Lanhoso - H. Ant. Lopes
14,3%
100,0%
0,9%
414,4%
166
Norte
Sª Cª M. Esposende - Valentim Ribeiro
17,2%
-63,2%
21,2%
551,2%
167
Norte
H Miser. de Fão
33,3%
-66,7%
26,7%
1251,1%
168
Norte
H Miser. de Vila do Conde
Norte
Sª Cª M. M. de Canaveses
Norte
Total
229,6%
161
162
0,2%
101,8%
0,7%
178,7%
0,0%
-100,0%
150,1%
-14,3%
0,0%
10,2%
-100,0%
0,0%
-39,0%
3,7%
40,6%
Legenda
Verde
Vermelho
161
Em 2012 a %Op.>TMRG era de 0,9%.
162
Em 31.12.2012 a %LIC>TMRG era de 14,7%.
163
Em 2012 a %Op.>TMRG era de 0,2%.
164
Em 2012 a %Op.>TMRG era de 0,2%.
165
Em 2012 a %Op.>TMRG era de 0,1%.
166
Em 2012 a %Op.>TMRG era de 0,2%.
167
Em 2012 a %Op.>TMRG era de 3,3%.
168
Em 2012 a %Op.>TMRG era de 2,0%.
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< -10%
> 10%
> 10%
< -10%
> 10%
> 10%
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.3.Hospitais Convencionados
7.3. HOSPITAIS CONVENCIONADOS
No próximo gráfico, observa-se a evolução da atividade cirúrgica dos hospitais
convencionados, em cada mês do ano de 2012 e 2013.
Evolução mensal da atividade cirúrgica dos hospitais
convencionados em 2012 e 2013
2012
2013
Nº ep isód ios op er ad os
3.500
3.000
Período de Férias de Verão
2.500
2.000
1.500
Páscoa
1.000
Natal
Carnaval
500
0
01
02
03
04
05
06
Meses
07
08
09
10
11
12
Gráfico 79 – Hospitais convencionados: Evolução mensal da atividade cirúrgica dos hospitais convencionados em
2012 e 2013
A atividade cirúrgica dos hospitais convencionados tem uma tendência decrescente ao longo
de cada ano.
Pode observar-se que a produção cirúrgica nos hospitais convencionados, em 2013, teve uma
redução significativa face a 2012.
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.3.Hospitais Convencionados
O gráfico apresentado relaciona o número de episódios em lista de inscritos para cirurgia (LIC)
e o número de operados em hospitais convencionados independentemente da ARS com a qual
têm convenção.
LIC e operados em 2013 nos hospitais convencionados
350
SANFIL
300
H São Louis
Tendência linear
250
R² = 0,9141
LIC
200
150
ASMECL
CH São Francisco
H O. Terc. S. Franc. da
Cidade
100
HPP - H Sta Maria de
Faro
50
CLINIGRANDE
0
0
500
1.000
1.500
2.000
2.500
Operados
Gráfico 80 – Hospitais convencionados: LIC e operados em 2013 nos hospitais convencionados
A Sanfil (309 episódios em LIC), seguida do Hospital de São Louis (286 episódios em LIC) são os
hospitais convencionados com mais LIC, mas também com maior número de operados, com
2.241 e 1.820, respetivamente.
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.3.Hospitais Convencionados
A próxima tabela apresenta indicadores sobre operados em hospitais convencionados, em
2013 por ARS.
Tabela 68 – Hospitais convencionados: Indicadores sobre os operados em hospitais convencionados em 2013
Convenções
por região
Operados conv.
∆ homóloga
operados conv.
% Operados
convencionados
em relação ao
total da região
Operados padrão
convencionados
∆ homóloga
operados padrão
convencionados
Norte
2.110
-71,2%
0,9%
3.545
-68,1%
Centro
4.921
-31,3%
5,2%
6.659
-29,7%
LVT
6.018
-26,0%
3,4%
7.595
-27,7%
326
-0,3%
1,6%
402
-11,3%
2.540
-35,1%
17,8%
2.764
-31,8%
15.915
-40,7%
2,9%
20.964
-41,1%
Alentejo
Algarve
País
A região do Algarve é a que tem maior dependência da atividade convencionada, com 17,8%
de casos, seguida da região Centro com 5,2%.
Em valor absoluto ajustado à complexidade cirúrgica (MPR) dos operados é a região LVT que
mais utentes opera no setor convencionado.
A produção cirúrgica convencionada reduziu em todas as ARS, sendo essa diminuição maior
(em termos percentuais) na ARS Norte, seguida do Algarve e Centro.
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página
173 de 293
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.3.Hospitais Convencionados – ARS Norte
7.3.1. Convenções com a ARS Norte
Tabela 69 – Hospitais convencionados: Indicadores dos hospitais com convenção com a região do Norte em 2013
Hospital Convencionado
Nº VC emitidos
com HC
referenciado
Operados
Op.
padrão
∆ homóloga
Op. padrão
(%)
Média TE
dos op. em
dias
H Arrábida-Gaia
5.738
301
619
-72,0%
18
H Miser. de Vila Verde
2.506
180
362
-19,5%
64
Clínica Particular de Barcelos
6.253
195
273
309,4%
19
Sª Cª M. R. d'Ave - H. Narciso Ferreira
4.354
137
256
-54,4%
32
H Trofa
3.906
111
238
-35,7%
19
Casa de Saúde da Boavista
2.090
98
223
-84,7%
39
HOSPOR - Clipóvoa
6.293
189
219
-38,3%
9
Sª Cª M. P. de Lanhoso - H. Ant. Lopes
3.559
78
190
-34,6%
17
CUF - Porto
3.016
127
178
-59,7%
29
Casa de Saúde de Guimarães
5.734
120
136
-85,7%
33
SANFIL
1.898
72
111
-42,3%
24
HPP Norte - H. Boavista
2.998
54
110
-71,8%
17
Ven. O. Terc. de S. Francisco
4.114
65
97
-86,0%
26
H Miser. de Vila do Conde
6.504
84
87
-76,5%
11
PPFMNS - H. Santa Maria
2.125
69
87
-81,4%
33
Clínica Central de Oiã
1.271
41
82
-36,8%
29
Ven. Irm. de Nª Sª da Lapa
2.055
54
74
-87,5%
37
C. O. Terc. Santíssima Trindade
2.051
38
64
-77,3%
39
H Part. de Viana do Castelo
3.898
37
44
-86,0%
26
929
21
43
-60,3%
24
H Miser. de Lousada
3.001
26
36
-85,6%
19
Sª Cª M. Felgueiras - H. Agost. Ribeiro
3.327
13
17
-87,1%
34
H Miser. de Fão
4.924
0
0
-100,0%
443
0
0
-100,0%
2.110
3.545
-68,1%
H Miser. de Mealhada
Sª Cª M. Esposende - Valentim Ribeiro
Total
27
A ARS Norte apresenta 24 hospitais convencionados em 2013.
Nas convenções com a região Norte é o Hospital Arrábida-Gaia que mais utentes intervenciona
ajustados à complexidade cirúrgica (MPR) dos operados, seguido pelo Hospital da Misericórdia
de Vila Verde.
A média de tempo de espera dos operados nestes hospitais varia entre 9 e 64 dias.
É notória a grande redução dos operados padrão em todos os hospitais à exceção da Clínica
Particular de Barcelos que aumentou em 309% face a 2012, correspondendo a mais 206
episódios ajustados à complexidade cirúrgica (MPR).
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página
174 de 293
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.3.Hospitais Convencionados – ARS Centro
7.3.2. Convenções com a ARS Centro
Tabela 70 – Hospitais convencionados: Indicadores dos hospitais com convenção com a região do Centro em 2013
Hospital Convencionado
Nº VC emitidos
com HC
referenciado
Operados
Op. padrão
∆ homóloga
Média TE dos
Op. padrão
op. em dias
(%)
SANFIL
14.728
2.093
3.164
-22,9%
24
H Miser. de Mealhada
14.225
906
1.014
-22,1%
24
6.370
495
722
-30,7%
34
16.768
316
367
22,5%
16
CLIRIA - Aveiro
6.630
301
318
-29,4%
26
Casa de Repouso de Coimbra
7.791
194
249
-65,4%
48
Fund. Nª Sª Guia - H de Avelar
6.777
74
204
-28,7%
29
INTERCIR
CH São Francisco
Fund. Aurélio Amaro Diniz
8.514
130
201
-43,2%
38
15.002
180
169
11,1%
11
Clínica Central de Oiã
9.136
153
149
-70,3%
33
Sª Cª M. de Leiria
8.059
21
30
-52,1%
27
H São Louis
602
17
18
-45,7%
22
Ven. O. Terc. de S. Francisco
391
14
18
10,2%
17
7.895
11
13
-90,3%
27
169
37
-52,7%
17
170
12
171
40
CLINIGRANDE
H Confr. Nª Sª Nazaré
H São João de Deus
1.689
5
12
H Miser. de Vila do Conde
893
6
4
SOERAD - Torres Vedras
173
1
3
Sª Cª M. R. d'Ave - H. Narciso Ferreira
184
3
3
Clínica Particular de Barcelos
348
1
1
4.921
6.659
Total
760,9%
116,8%
147,3%
7
-29,7%
26
A ARS Centro apresenta 19 hospitais convencionados em 2013.
Nas convenções com a região Centro é a SANFIL que mais utentes intervenciona, seguido pelo Hospital
da Misericórdia da Mealhada.
A média de tempo de espera dos operados nos hospitais convencionados da ARS Centro varia entre 7 e
40 dias.
É notória a grande redução dos operados padrão em quase todos hospitais.
169
Corresponde a mais 11 operados ajustados à complexidade cirúrgica face a 2012.
Corresponde a mais 2 operados ajustado à complexidade cirúrgica face a 2012.
171
Corresponde a mais 2 operados ajustado à complexidade cirúrgica face a 2012.
170
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página
175 de 293
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.3.Hospitais Convencionados – ARS LVT
7.3.3. Convenções com a ARS LVT
Tabela 71 – Hospitais convencionados: Indicadores dos hospitais com convenção com a região LVT em 2013
Hospital Convencionado
Nº VC emitidos
com HC
referenciado
Operados
Op. padrão
∆ homóloga
Média TE dos
Op. padrão
op. em dias
(%)
H O. Terc. S. Franc. da Cidade
14.459
1.354
2.175
-10,9%
11
H São Louis
23.805
1.748
1.895
-14,7%
23
8.474
661
940
-30,8%
34
-41,9%
25
172
17
HOSPOR - H de Santiago
Ven. O. Terc. S. Franc. Jesus - H. de Jesus
16.785
494
611
CH São Francisco
7.547
283
331
CLINIGRANDE
3.939
255
310
-48,6%
12
14.554
366
310
-36,2%
37
8.257
148
238
-35,1%
38
17.039
229
228
-62,7%
35
H São João de Deus
2.223
65
116
-54,9%
25
SANFIL
2.715
70
114
-32,9%
23
Clínica Parque dos Poetas
3.008
105
73
-57,5%
29
CUF - Cascais
3.444
102
72
H Confr. Nª Sª Nazaré
1.452
32
35
12,2%
16
GHPALG - H Part. do Algarve
5.721
25
26
-21,1%
4
174
11
26
-90,0%
66
Sª Cª M. de Leiria
1.104
15
25
-70,2%
25
CUF - Torres Vedras
2.834
18
23
276
16
20
-88,0%
38
-65,5%
186
ASMECL
Sª Cª M. Entronc. - H. S. J. Baptista
SOERAD - Torres Vedras
British Hospital
H Miser. de Évora
Clínica Europa
133,7%
34
20
31
10
10
Casa de Saúde de Guimarães
2.153
4
7
H Miser. de Mealhada
1.565
4
6
-59,9%
28
H Miser. de Vila do Conde
2.305
3
3
-64,4%
30
6.018
7.595
-27,7%
23
Total
48
A ARS LVT apresenta 23 hospitais convencionados em 2013.
Nas convenções com a região LVT é o Hospital S. Louis que mais utentes intervenciona, seguido pelo H.
O. Terc. S. Franc. da Cidade. Se tivermos em conta as cirurgias ajustadas à complexidade (MPR) dos
operados a ordem inverte-se para estes dois hospitais.
172
Corresponde a mais 189 operados ajustado à complexidade cirúrgica face a 2012.
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página
176 de 293
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.3.Hospitais Convencionados – ARS LVT
A média de tempo de espera dos operados nos hospitais convencionados da ARS LVT varia entre 4 e 186
dias. É notória a grande redução dos operados padrão em quase todos hospitais.
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.3.Hospitais Convencionados – ARS Alentejo
7.3.4. Convenções com a ARS Alentejo
Tabela 72 – Hospitais convencionados: Indicadores dos hospitais com convenção com a região do Alentejo em 2013
Hospital Convencionado
Nº VC emitidos
com HC
referenciado
H São João de Deus
H Miser. de Évora
H São Louis
CDI, S.A. - Évora
SANFIL
HOSPOR - H de Santiago
ASMECL
∆ homóloga
Média TE dos
Op. padrão
op. em dias
(%)
Operados
Op. padrão
1.779
169
232
-11,8%
13
648
57
70
-45,3%
31
1.706
45
56
62,7%
23
173
16
507
43
29
1.212
6
7
-16,3%
14
64
4
6
-20,9%
8
426
2
2
31,4%
48
4
0
0
-100,0%
326
402
-11,3%
British Hospital
Total
399,8%
18
A ARS Alentejo apresenta 8 hospitais convencionados em 2013.
Nas convenções com a região Alentejo é o H São João de Deus que mais utentes intervenciona, seguido
pelo H. Miser. de Évora.
A média de tempo de espera dos operados nos hospitais convencionados da ARS Alentejo varia entre 8
e 48 dias.
173
Corresponde a mais 23 operados ajustado à complexidade cirúrgica face a 2012.
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página
178 de 293
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
7.HOSPITAIS – 7.3.Hospitais Convencionados – ARS Algarve
7.3.5. Convenções com a ARS Algarve
Tabela 73 – Hospitais convencionados: Indicadores dos hospitais com convenção com a região do Algarve em 2013
Hospital Convencionado
Nº VC emitidos
com HC
referenciado
Operados
Op. padrão
∆ homóloga
Média TE dos
Op. padrão
op. em dias
(%)
H Part. Algarve - Gamb
5.467
893
936
-28,6%
15
HPP - H Sta Maria de Faro
4.614
692
613
-44,6%
25
GHPALG - H Part. do Algarve
5.622
391
457
-32,1%
10
GHPALG - H São Camilo
4.293
210
353
-39,6%
22
HPP - H São Gonçalo de Lagos
4.329
115
204
-17,6%
24
H de Loulé
2.678
146
108
27
H de Albufeira
2.764
79
79
13
H São Louis
355
10
9
-88,5%
35
H São João de Deus
201
3
3
-94,4%
7
Sª Cª M. de Leiria
77
1
1
ASMECL
39
0
0
-100,0%
2.540
2.764
-31,8%
Total
25
18
A ARS Algarve apresenta 11 hospitais convencionados em 2013.
Nas convenções com a região Algarve é o H. Particular Algarve - Gamb que mais utentes intervenciona
ajustados a complexidade cirúrgica (MPR) dos operados, logo seguido pelo HPP - H. Sta Maria de Faro.
A média de tempo de espera dos operados nos hospitais convencionados da ARS Algarve varia entre 7 e
35 dias.
É notória a grande redução dos operados padrão em todos hospitais.
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.1.Lista de siglas, acrônimos e abreviaturas
8. APÊNDICES
8.1. LISTA DE SIGLAS, ACRÔNIMOS E ABREVIATURAS
ACSS, I.P. – Administração Central do Sistema de Saúde, Instituto Público (antigo Instituto de
Gestão Informática e Financeira da Saúde)
ADM – Assistência na Doença aos Militares
Adm. – Administrativas
ADSE – Assistência na Doença aos Servidores Civis do Estado
Amb. – Ambulatório
APCA – Associação Portuguesa de Cirurgia de Ambulatório
ARS – Administração Regional de Saúde
BD – Base de dados
BO – Bloco Operatório
C.H. – Centro Hospitalar
Cat. – Cativações
Cir. – Cirurgias
Clín. – Clínicas
Conv. – Convencionado
DGS – Direção Geral da Saúde
DW – Data warehouse
Ent. – Entradas
Ep. – Episódio
E.P.E. – Entidade Pública Empresarial
ERS – Entidade Reguladora da Saúde
Estom. – Estomatologia
GDH – Grupo de Diagnóstico Homogéneo
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.1.Lista de siglas, acrônimos e abreviaturas
Gin. – Ginecologia
H. – Hospital
Hab. – Habitantes
HC – Hospital Convencionado
HD – Hospital de Destino
HO – Hospital de Origem
Hom. – Homóloga
ICD9CM – International Classification of Diseases (version 9) - Clinical Modification
IGIF – Instituto de Gestão Financeira da Saúde
INE – Instituto Nacional de Estatística
IPO – Instituto Português de Oncologia
LIC – Lista de Inscritos para Cirurgia
LVT – Lisboa e Vale do Tejo
MJ – Ministério da Justiça
MPR – Média do peso relativo
MRA – Modalidade Remuneratória Alternativa (Produção realizada pela equipa cirúrgica fora
do seu horário de trabalho estabelecido)
MRC – Modalidade Remuneratória Convencional (Produção realizada pela equipa cirúrgica
dentro do seu horário de trabalho estabelecido)
MS – Ministério da Saúde
Nº – Número
NC – Não Conformidades
Neurocir. – Neurocirurgia
NM – Procedimentos cirúrgicos em oncologia (Neoplasias Malignas) de ressecção
NSNS – Outros subsistemas de saúde fora do SNS
NT – Nota de Transferência
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 181 de 293
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.1.Lista de siglas, acrônimos e abreviaturas
NT/VC – Nota de Transferência/Vale Cirurgia
Obst. – Obstetrícia
Oftal. – Oftalmologia
ORL – Otorrinolaringologia
Op. – Operados
P – Prioridade
P1 – Nível de prioridade clínica 1 (normal)
P2 – Nível de prioridade clínica 2 (prioritária)
P3 – Nível de prioridade clínica 3 (muito prioritária)
P4 – Nível de prioridade clínica 4 (urgência diferida)
Pop. – População
PPP – Parcerias Público Privadas
Prot. – Protocolados
RIS – Rede de Informática da Saúde
SAD/GNR – Sistema de Assistência na Doença da Guarda Nacional Republicana
SAD/PSP – Sistema de Assistência na Doença da Policia de Segurança Pública
Seq. transf. – Na Sequência de transferência
SIC – Sistema de Informação Central
SIGIC – Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia
SIGLIC – Sistema Informático de Gestão da Lista de Inscritos para Cirurgia
SIH – Sistema de Informação Hospitalar
SNS – Serviço Nacional de Saúde
TMRG – Tempo Máximo de Resposta Garantido
TE – Tempo de Espera
TC – Tribunal de Contas
Página 182 de 293
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.1.Lista de siglas, acrônimos e abreviaturas
UCGIC – Unidade Central Gestão Inscritos para Cirurgias
UF – Unidade Funcional
UHGIC – Unidade Hospitalar Gestão Inscritos para Cirurgias
ULS – Unidade Local Saúde
URGIC - Unidade Regional Gestão Inscritos para Cirurgias
URO. – Urologia
VC – Vale Cirurgia
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 183 de 293
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.2.Formulário
8.2. FORMULÁRIO
Indicador
Descrição
∆ Homóloga
[(Ano n) – (Ano n-1)]/(Ano n-1) x 100
%Expurgo/Saídas
Percentagem de episódios que saíram por cancelamento da lista a aguardar
cirurgia face ao total de episódios saídos (incluí episódios operados e
cancelados), no período em análise
%LIC Intransferível
%LIC NM
%LIC Prioritária
%Operados ambulatório
%Operados HD
%Operados MRA
%Operados prioritários
%Operados TE > TMRG
Anestesistas padrão
ajustados
Cativações
Página 184 de 293
Percentagem de episódios a aguardar cirurgia classificados como
intransferíveis face ao total de episódios a aguardar, numa determinada
data.
Percentagem de episódios a aguardar cirurgia com neoplasia maligna face
ao total de episódios a aguardar, numa determinada data.
Percentagem de episódios a aguardar cirurgia classificados como
prioritários (P2, P3 ou P4) face ao total de episódios a aguardar, numa
determinada data.
Percentagem de episódios operados de forma programada em regime de
ambulatório (< 24 horas) face ao total de operados, no período em análise.
Percentagem de episódios operados de forma programada em hospitais de
destino face ao total de episódios operados pertencentes a hospitais de
origem (inclui operados no HO e HD referente a episódios criados no HO),
no período em análise.
Percentagem de episódios operados de forma programada em modalidade
remuneratória alternativa (fora do horário normal de trabalho da equipa)
face ao total de episódios operados, no período em análise.
Percentagem de episódios operados de forma programada classificados
como prioritários (prioridades 2, 3 ou 4) face ao total de episódios
operados, no período em análise.
Percentagem de episódios operados de forma programada com tempo de
espera superior ao tempo máximo de resposta garantido (de acordo com a
prioridade e patologia) face ao total de episódios operados, no período em
análise.
Número de anestesistas com 35 horas semanais de trabalho incluindo as
horas utilizadas para produção em MRA - modalidade remuneratória
alternativa (fora do horário normal de trabalho da equipa)
FÓRMULA:
∑[Horas semanais de trabalho anestesistas + (operados padrão semanal em
MRA x 1,5)]/35
Número de episódios cativados através de NT/VC em hospitais de destino,
no período em análise.
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.2.Formulário
Indicador
Descrição
Número de cirurgiões com 35 horas semanais de trabalho incluindo as
horas utilizadas para produção em MRA - modalidade remuneratória
alternativa (fora do horário normal de trabalho da equipa)
Cirurgiões padrão
ajustados
Coef. Variação TE op.
ajust. À prioridade
FÓRMULA:
∑[Horas de trabalho semanais cirurgiões + (∑Horas de trabalho semanais
internos de cirurgia)/2]/35horas + (operados padrão semanal em MRA x
1,5*2)]/35
Coeficiente da variação do tempo de espera dos episódios operados de
forma programada ajustado à prioridade, no período em análise.
Devoluções ao HO
Número de episódios devolvidos pelo HD no período em análise, após
cativação de NT/VC.
Entradas
Número de episódios que entraram (propostas cirúrgicas) na lista de
inscritos para cirurgia, no período em análise.
Entradas/1.000 hab.
Número de episódios que entraram (propostas cirúrgicas) na lista de
inscritos para cirurgia, por 1.000 habitantes, no período em análise.
Episódios c/ recusa
transferência
Número de episódios com pelo menos uma recusa de transferência, no
período em análise. Se o episódio tiver mais que uma recusa no período em
análise é contabilizada apenas uma.
Episódios com NT/VC
Número de episódios com pelo menos uma nota de transferência e/ou vale
cirurgia emitido, no período em análise. Se um episódio receber duas
NT/VC, no período, é contabilizada apenas uma.
Expurgo
Número de episódios que saíram por cancelamento da lista a aguardar
cirurgia, no período em análise
Expurgo/mês
Número médio mensal de episódios que saíram por cancelamento da lista a
aguardar cirurgia, no período em análise.
Idade média Operados
Idade média dos utentes, dos episódios que entraram (propostas
cirúrgicas) na lista de inscritos para cirurgia, no período em análise.
Idade média dos utentes, dos episódios a aguardar cirurgia (LIC), numa
determinada data
Idade média dos utentes, dos episódios operados, no período em análise.
Idade média Operados
ambulatório
Idade média dos utentes, dos episódios operados em regime de
ambulatório no período em análise.
LIC
Número de episódios a aguardar cirurgia (LIC), numa determinada data
LIC HD
Número de episódios a aguardar cirurgia (LIC) nos hospitais de destino,
numa determinada data
Idade média Entradas
Idade média LIC
LIC Intransferível
LIC Intransferível TE>
TMRG
LIC NM
LIC Prioritária
Número de episódios a aguardar cirurgia, classificados como intransferíveis,
numa determinada data.
Número de episódios a aguardar cirurgia (LIC) classificados como
intransferíveis e com tempo de espera superior ao tempo máximo de
resposta garantido (de acordo com a prioridade e patologia), numa
determinada data
Número de episódios a aguardar cirurgia com neoplasia maligna, numa
determinada data.
Número de episódios a aguardar cirurgia, classificados como prioritários
(P2, P3 ou P4), numa determinada data
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.2.Formulário
Indicador
LIC Prioritária TE > TMRG
LIC TE > TMRG
LIC/(Operados/mês)
Descrição
Número de episódios a aguardar cirurgia, classificados como prioritários
(P2, P3 ou P4), com tempo de espera superior ao tempo máximo de
resposta garantido (de acordo com a prioridade e patologia), numa
determinada data
Número de episódios a aguardar cirurgia (LIC) com tempo de espera
superior ao tempo máximo de resposta garantido (de acordo com a
prioridade e patologia), numa determinada data
Tempo de resolução (em meses) da LIC numa determinada data, face à
produção no período em análise.
Média do TE dos operados
Tempo médio de espera dos operados, no período em análise.
(meses)
Média do TE dos operados Tempo médio de espera dos operados com neoplasia maligna, no período
NM (dias)
em análise.
Mediana do TE da LIC
Mediana do tempo de espera dos episódios a aguardar cirurgia, numa
determinada data
Mediana do TE da LIC
H.Conv.
Mediana do tempo de espera dos episódios a aguardar cirurgia em
hospitais convencionados, numa determinada data
MPR Operados
Média do peso relativo dos GDH dos episódios operados, no período em
análise. (Não são contabilizados episódios com peso relativo de zero).
MPR Operados
ambulatório
MPR Operados MRA
MPR Operados MRC
Média do peso relativo dos GDH dos episódios operados em ambulatório,
no período em análise.
Média do peso relativo dos GDH dos episódios operados em modalidade
remuneratória alternativa (fora do horário normal de trabalho da equipa),
no período em análise.
Média do peso relativo dos GDH dos episódios operados em modalidade
remuneratória convencional (dentro do horário normal de trabalho da
equipa), no período em análise.
Nº de salas de BO
exclusivas de ambulatório
Número de salas de bloco operatório exclusivas para cirurgia de
ambulatório (ex.: UCA)
Nº horas semanais
disponíveis do BO para
ambulatório em MRA
Somatório das horas de bloco operatório disponíveis para cirurgias de
ambulatório (em salas exclusivas de ambulatório) em modalidade
remuneratória alternativa (MRA)
Nº horas semanais
disponíveis do BO para
ambulatório em MRC
Nº horas semanais
disponíveis do BO para
internamento/ambulatório
em MRA
Nº Horas semanais
disponíveis do BO para
internamento/ambulatório
em MRC
Nº salas BO para
internamento/ambulatório
Somatório das horas de bloco operatório disponíveis para cirurgias de
ambulatório (em salas exclusivas de ambulatório) em modalidade
remuneratória convencional (MRC)
NT/VC com recusa
transferência
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Somatório das horas de bloco operatório disponíveis para cirurgias de
internamento/ambulatório (em salas não exclusivas para ambulatório) em
modalidade remuneratória alternativa (MRA)
Somatório das horas de bloco operatório disponíveis para cirurgias de
internamento/ambulatório (em salas não exclusivas para ambulatório) em
modalidade remuneratória convencional (MRC)
Número de salas de bloco operatório para cirurgia
internamento/ambulatório (não exclusivas ao ambulatório)
Número de notas de transferência e/ou vales cirurgia que foram recusados,
no período em análise. Se um episódio apresentar dois vales cirurgias
recusados, ambos são contabilizados.
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.2.Formulário
Indicador
NT/VC cativados
NT/VC emitidos
NT/VC não cativados
Óbitos
Operados
Operados ambulatório
Descrição
Número de notas de transferência e/ou vales cirurgia cativados em
hospitais de destino, no período em análise. Se um episódio apresentar
dois vales cirurgias cativados, ambos são contabilizados.
Número de notas de transferências e vales cirurgias emitidos, no período
em análise. Se um episódio receber dois vales cirurgias ambos são
contabilizados.
Número de notas de transferência e/ou vales cirurgia não cativados, no
período em análise
Número de episódios que saíram por cancelamento da lista a aguardar
cirurgia com o motivo de óbito (sem cirurgia), no período em análise.
Número de episódios operados de forma programada, no período em
análise.
Número de episódios operados de forma programada em regime de
ambulatório, no período em análise.
Número de episódios operados de forma programada em regime de
Operados ambulatório TE>
ambulatório com tempo de espera superior ao tempo máximo de resposta
TMRG
(de acordo com a respetiva prioridade e patologia), no período em análise.
Número de episódios operados de forma programada pertencente ao
Operados do hospital
hospital de origem (inclui operados no HO e HD referente a episódios
criados no HO), no período em análise.
Número de episódios operados de forma programada em hospitais
Operados H.Conv. TE >
convencionados com tempo de espera superior ao tempo máximo de
TMRG
resposta garantido (de acordo com a respetiva prioridade e patologia), no
período em análise.
Número de episódios operados de forma programada num hospital de
Operados HD
destino, no período em análise.
Número de episódios operados de forma programada no hospital de
Operados HO
origem, no período em análise.
Número de episódios operados de forma programada em MRA Operados MRA
modalidade remuneratória alternativa (fora do horário normal de trabalho
da equipa), no período em análise.
Número de episódios operados de forma programada em MRA Operados MRA H.SNS
modalidade remuneratória alternativa (fora do horário normal de trabalho
da equipa) em hospitais do SNS, no período em análise.
Número de episódios operados de forma programada em MRC Operados MRC
modalidade remuneratória convencional (dentro do horário normal de
trabalho da equipa), no período em análise.
Número de episódios operados de forma programada com neoplasia
Operados NM
maligna, no período em análise.
Número de episódios operados ajustados à complexidade cirúrgica, no
período em análise.
Operados padrão
FÓRMULA:
Operados x Média do peso relativo operados (das cirurgias com MPR≠0)
Número de episódios operados de forma programada, em regime de
ambulatório, ajustados à complexidade cirúrgica, no período em análise.
Operados padrão
ambulatório
FÓRMULA:
Operados em ambulatório x Média do peso relativo operados ambulatório
(das cirurgias com MPR≠0)
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.2.Formulário
Indicador
Descrição
Número de episódios operados de forma programada em modalidade
remuneratória alternativa (fora do horário normal de trabalho da equipa)
ajustados à complexidade cirúrgica, no período em análise.
Operados padrão MRA
FÓRMULA:
Operados em MRA x Média do peso relativo Operados MRA (das cirurgias
com MPR≠0)
Número de episódios operados de forma programada em modalidade
remuneratória convencional (dentro do horário normal de trabalho da
equipa) ajustados à complexidade cirúrgica, no período em análise.
Operados padrão MRC
Operados prioritários
Operados prioritários TE
>TMRG
Operados TE > TMRG
Operados/1.000 hab.
Operados/mês
População residente
Saídas
Sala padrão
FÓRMULA:
Operados em MRC x Média do peso relativo Operados MRC (das cirurgias
com MPR≠0)
Número de episódios operados de forma programada classificados com
prioritários (prioridades 2, 3 ou 4), no período em análise.
Número de episódios operados de forma programada classificados com
prioritários (prioridades 2, 3 ou 4), com tempo de espera superior ao
tempo máximo de resposta garantido (de acordo com a respetiva
prioridade e patologia), no período em análise.
Número de episódios operados de forma programada com tempo de
espera superior ao tempo máximo de resposta garantido (de acordo com a
respetiva prioridade e patologia), no período em análise.
Número de episódios operados e forma programada por 1.000 habitantes,
no período em análise.
Número médio mensal de episódios operados de forma programada, no
período em análise.
Número de população residente, no período em análise
Número de episódios saídos da LIC (incluí episódios operados e
cancelados), no período em análise.
Corresponde a uma sala com 60 horas semanais de disponibilidade (12
horas diárias x 5 dias úteis x nº salas BO)
Tempo médio de pendências em episódios a aguardar cirurgia (LIC), numa
determinada data.
TE médio pendência da LIC
FÓRMULA:
∑Tempos de pendência da LIC/ Número total de episódios em LIC
Percentagem do crescimento da lista a aguardar cirurgia, no período em
análise.
Taxa Crescimento LIC
FÓRMULA:
[(Entradas - Saídas)/Entradas] x 100
VC emitidos com o H.Conv. Número de vales cirurgia que referencia o hospital convencionado, no
referenciado
período em análise.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.3.Glossário
8.3. GLOSSÁRIO
Acto cirúrgico – evento que ocorre, obrigatoriamente, numa sala de Bloco Operatório
(BO) onde se realizam um ou mais procedimentos cirúrgicos, simultâneos ou
sequenciais, num determinado período de tempo, em que o utente permanece
anestesiado e presente nas instalações do BO, sob a alçada de um cirurgião
responsável por estes procedimentos.
Agrupamento/Grupo de estrutura174 - “…classificação e agrupamento dos hospitais de
acordo com tipologia dos seus custos.”
A metodologia de agrupamento tem por base a análise do custo médio por
doente de cada hospital ajustado pelo respectivo índice de case-mix, de forma a anular
o efeito da casuística nos custos.
Atributos do episódio inscrito – são características de um episódio, decorrentes de
acções registadas que influenciam o processo:
Validado (sim/não) – nota de consentimento e validação do responsável do
serviço/unidade funcional registados e adequadamente integrados no SIGLIC e
outras medidas exigidas no âmbito de programas específicos (p.ex. PTCO);
Pendente (sim/não) – paragem na contagem do TE do utente na LIC, a seu
pedido, fundado em motivo plausível ou a pedido do médico proponente da
cirurgia e consentido pelo utente, decorrente de uma situação clínica que o
impede temporariamente de ser operado;
Suspenso (sim/não) – bloqueio de um episódio que impede que este seja
mobilizado. Atributo que não interfere no cálculo do tempo de espera do utente
na LIC;
Agendado175 (sim/não) – com data para a realização da cirurgia;
Intransferível (sim/não) – classificação do episódio impeditiva de transferência
automática, por a mesma ter sido considerada clínica ou socialmente prejudicial
ao utente e este ter dado o seu consentimento.
174
http://portalcodgdh.min-saude.pt/index.php/Agrupamento_dos_hospitais_para_efeito_do_sistema_de_financiamento
175
Fora do âmbito dos atributos do episódio, agendado indica a marcação da data de realização de qualquer evento.
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.3.Glossário
Cancelados – episódios cirúrgicos que saíram da LIC por razões distintas das
realização da cirurgia no serviço/UF em que estão inscritos. Estão neste grupo
episódios referentes a utentes não operados ou operados em outras instituições,
sequência de uma transferência e ainda os que o foram noutras modalidades
cirurgia (urgência,…).
da
os
na
de
Cativação176 –“…formalização no SIGLIC da aceitação por parte do utente da sua
transferência para o hospital de destino.”
Cirurgia – equivalente a acto cirúrgico.
Cirurgia de ambulatório 177– “…é uma intervenção cirúrgica programada, realizada sob
anestesia geral, loco-regional ou local que, sendo habitualmente efectuada em regime
de internamento, pode ser realizada em instalações próprias, com segurança e de
acordo com a actual legis artis, em regime de admissão e alta no período máximo de
vinte e quatro horas e não inclui a pequena cirurgia.”
Cirurgia programada178 – “…é aquela que é efectuada no bloco operatório com data de
realização previamente marcada e não inclui a pequena cirurgia.”
Cirurgia urgente179 – “…aquela que é efectuada no bloco operatório, sem data de
realização previamente marcada, por equipas afectas ao serviço de urgência.”
Classe diagnóstica – é o enquadramento clínico major onde se insere o problema do
utente.
Classificação Internacional de Doenças180 – “é uma nomenclatura de doenças criada
para fins estatísticos. Passou por várias revisões das quais a mais conhecida ainda é a
nona (CID-9) que data de 1975. A 10ª revisão (CID-10) já existe desde 1993 mas não
tem ainda utilização generalizada. Em especial não é utilizada em Portugal nem nos
Estados Unidos. Em vez dela é utilizada uma modificação clínica da CID-9: a CID-9-MC
(Classificação Internacional de Doenças, 9ª Revisão, Modificação Clínica).” O sistema
176
Cf. o n.º 37, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria nº 45/2008 de 15
de Janeiro
177
Cf. o n.º 12, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria nº 45/2008 de 15
de Janeiro
178
Cf. o n.º 11, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria nº 45/2008 de 15
de Janeiro
179
Cf. o n.º 14, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria nº 45/2008 de 15
de Janeiro
180
Cf. Portal da codificação e dos GDH, http://portalcodgdh.min-saude.pt/index.php/CID#Defini.C3.A7.C3.A3o
Página 190 de 293
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.3.Glossário
neste momento, requer a codificação em CID-9-MC mas está já adaptado ao sistema
CID-10-MC e requer toda a informação necessária a uma posterior recodificação.
Consentimento informado181 – é o documento que recolhe a concordância do utente
para a cirurgia, nomeadamente do tipo de procedimento a executar e os riscos
cirúrgicos inerentes.
Diagnóstico principal182 – “…descreve o problema ou condição patológica observada
após conclusão do estudo completo do utente e das terapêuticas instituídas.”
O diagnóstico principal, ao qual corresponde o procedimento principal é o que o
clínico no evento em causa estabelece como o mais relevante no contexto em que se
insere, no caso de relevância equivalente o clínico elege arbitrariamente um como
principal.
Diagnóstico secundário183 – “…descreve o problema ou condição patológica
concomitante com o diagnóstico pré-operatório ou com o diagnóstico principal.”
Os diagnósticos secundários correspondem a condições clínicas que se podem
considerar de forma autónoma em relação ao diagnóstico principal ou a outros
secundários. Esta autonomia significa que poderiam ser abordados, em boa prática,
em eventos distintos, na perspectiva da construção diagnóstica ou das acções
terapêuticas.
Diagnóstico associado184 – “…descreve o problema ou condição patológica que
enquadra ou ajuda a explicar o diagnóstico pré-operatório, principal ou secundário.”
Os diagnósticos associados estão sempre na dependência de um diagnóstico
principal ou secundário e servem para melhor enquadrar ou definir o designado
problema sintetizado no diagnóstico principal ou secundário.
181
Cf.
a
Carta
dos
Direitos
e
Deveres
dos
Doentes,
http://www.portaldasaude.pt/portal/conteudos/informacoes+uteis/direitos+deveres/direitosdeveresdoente.htm
182
Cf. o n.º 18, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria n.º 45/2008 de 15
de Janeiro
183
Cf. o n.º 19, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria n.º 45/2008 de 15
de Janeiro
184
Cf. o n.º 20, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria n.º 45/2008 de 15
de Janeiro
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.3.Glossário
Entradas (nº) – número de propostas que se inscrevem em LIC num determinado
período de tempo.
Episódio (de doença) (de cuidados)185 – “…período que decorre desde a primeira
comunicação de um problema de saúde ou doença a um prestador de cuidados, até à
realização do último encontro respeitante a esse mesmo problema ou doença.
Um novo episódio começa com o primeiro contacto subsequente ao
aparecimento duma doença ou da recidiva da mesma, depois dum intervalo livre [de
doença].”
No âmbito do SIGIC, episódio terapêutico é um conjunto coerente de eventos e
correspondentes registos que ocorrem num período temporal e que respondem a um
plano de cuidados. Traduz a resposta institucional ao problema identificado,
representando o valor dos serviços prestados. O episódio é a resposta institucional aos
problemas apresentados e é valorizado através da facturação. Esta definição está em
plena consonância com a anterior transcrita do Glossário de Conceitos para a
Produção de Estatísticas de Saúde.
Equidade – tratamento igual para igual necessidade.
Estabelecimento de Saúde – “serviço ou conjunto de serviços prestadores de cuidados
de saúde, dotados de direcção técnica, de administração e instalações próprias. Pode
ter ou não internamento.”
Expurgo – número de episódios funcionais concluídos por cancelamento sem cirurgia.
Não inclui episódios com cirurgia realizada no hospital de origem no âmbito de outro
episódio, na urgência, no hospital de destino ou noutras instituições.
Fase da proposta – A fase da proposta inicia-se com a primeira consulta da
especialidade do episódio terapêutico na instituição referenciada e termina com a
admissão para a realização do primeiro evento crítico (exclusive), eventualmente a
cirurgia.
Fase da realização – A fase da realização inicia-se com a admissão ao primeiro evento
crítico (inclusive), que poderá corresponder à admissão ao internamento/ambulatório
para a cirurgia, até à alta do último evento crítico.
185
Cf.
Glossário
de
Conceitos
para
a
Produção
de
Estatísticas
de
Saúde,
http://portalcodgdh.min-
saude.pt/index.php/Epis%C3%B3dio
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.3.Glossário
Fase da catamnese – fase do episódio funcional que corresponde ao seguimento do
utente na instituição após a fase de realização.
Fase da conclusão - fase do episódio funcional que corresponde ao encerramento do
episódio, englobando todos os procedimentos de síntese e de classificação final do
episódio, incluindo, nos casos apropriados (ex: hospitais convencionados), a produção
da documentação anexa à factura, facturação do episódio e respectivo pagamento.
Esta fase inicia-se após o último evento na fase de catamnese e culmina no
registo da conclusão e sua validação ou no cancelamento do episódio.
Formulário (de indicadores) – é um documento que reúne a descrição e forma de
cálculo dos indicadores de gestão, disponibilizados pela UCGIC.
Grupo A (em CA) – é um conjunto de procedimentos normalmente passíveis de serem
realizados em regime de ambulatório, compilado pela APCA (Associação Portuguesa de
Cirurgia Ambulatória).
Tabela dos procedimentos do Grupo A
Abortamento cirúrgico
Adenoidectomia sem amigdalectomia
Amigdalectomia (sem adenoidectomia)
Amigdalectomia com adenoidectomia
Artroscopia do joelho
Circuncisão
Destr / oclusão endoscópica bilateral das trompas de Falópio
Dilatação e curetagem do útero, NCOP
Excisão de cartilagem semilunar do joelho
Excisão de quisto ou sinuspilonidal
Excisão e reparação de calo e outras deform dedos pés
Excisão local de lesão da mama
Exérese de quisto de Baker
Extracção cirúrgica de dente NCOP
Extracção de prótese de fixação interna de osso
Fístula ou Fissura anal
Hemorroidectomia
Histeroscopia
Incontinência Urinária Feminina
Laqueação e stripping de veias varicosas
Libertação de contractura de Dupuytren (fasciotomia da mão)
Libertação do túnel cárpico
Miringotomia com inserção de tubo
Operação no cristalino (cirurgia de catarata)
Operação nos músculos extraoculares (estrabismo)
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.3.Glossário
Tabela dos procedimentos do Grupo A
Orquidectomia e orquidopexia
Reparação de hérnia femoral
Reparação de hérnia inguinal
Reparação de hérnia umbilical
Reparação de outro tipo de hérnia
Reparações e operações plásticas no nariz (rinoplastia)
Vasectomia e laqueação do canal deferente
Grupo B (em CA) – é um conjunto de procedimentos não universalmente realizados
em regime ambulatório, mas que podem eventualmente sê-lo, divulgado pela APCA
(Associação Portuguesa de Cirurgia Ambulatória).
Tabela dos procedimentos do Grupo B
Abdominoplastia
Cirurgia antirefluxo por laparoscopia
Colecistectomial aparoscópica
Excisão ou destruição de disco intervertebral
Histerectomia vaginal assistida por laparoscopia (LAVH)
Lobectomia unilateral da tiróide
Mamoplastia redutora bilateral
Mastectomia
Prostatectomia transuretral
Reparação de cistocelo e rectocelo
Reparação dos ligamentos cruzados do joelho
Grupo de serviço – agrupamentos que têm em conta as áreas de intervenção dos
serviços/UF:
Descrição do Tipo de Serviço
SIGLA
Grupo de Serviço
Anestesiologia
ANES
G50
Unidade de cuidados pos anestésicos (recobro)
UCPA
G50
Cirurgia Cabeça e pescoço
CCP
G01
Cirurgia Cardiotorácica
CCT
G02
Cirurgia Geral
CIRG
G03
Cirurgia Maxilofacial
CMF
G01
Cirurgia Pediátrica
CPED
G04
Cirurgia Plástica (Reconstrutiva)
CPR
G05
Cirurgia Vascular
CIRV
G06
SERVIÇOS DE ANESTESIOLOGIA
SERVIÇOS CIRURGICOS
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.3.Glossário
Descrição do Tipo de Serviço
SIGLA
Grupo de Serviço
Neurocirurgia
NCIR
G07
Cirurgia Digestiva
CDIG
G03
Cirurgia Digestiva Alta
CDA
G03
Cirurgia Digestiva Baixa (cólon e recto)
CDB
G03
Unidade Vertebro-Medular
UVM
G07
Colheita Multi-Orgânica
CMO
G03
Transplante (Hepático, Pancreático, Renal)
TRA
G03
Dermatologia
DER
G08
Estomatologia
EST
G01
Ginecologia
GIN
G09
Obstetrícia
OBST
G09
Oftalmologia
OFT
G10
Otorrinolaringologia
ORL
G01
Urologia
URO
G11
Ortopedia
ORT
G12
Senologia
SEN
G03
Traumatologia
TRAU
G12
Uroginecologia
UUROG
G09
Medicina dentária
MEDD
G01
Medicina Reprodutiva
MEDR
G09
Cateterismos
CAT
G03
Hemodinamica (Cardíaca)
HEMD
G02
Unidade de Queimados
UQUE
G05
Protologia
PROT
G03
Transplante Medula Óssea
TMO
G60
Anatomia Patológica
APAT
G50
Imuno-Hemoterapia
IMUH
G50
Imagiologia
IMG
G50
Patologia Clínica
PATC
G50
Medicina Nuclear
MEDN
G50
Laboratório de Citologia
LCIT
G50
Neuroradiologia
NEUR
G50
Neuropatologia
NEUP
G50
Cardiologia
CARD
G02
Endocrinologia
END
G03
Medicina Física de Reabilitação (Fisiatria)
MFR
G60
Gastrenterologia
GASTR
G03
Hematologia
HEM
G60
Imunoalergologia
IMUA
G60
Medicina
MED
G03
Nefrologia
NEFR
G11
Neurologia
NEU
G07
SERVIÇOS MÉDICO CIRURGICOS
MCDT
SERVIÇOS MÉDICOS
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.3.Glossário
Descrição do Tipo de Serviço
SIGLA
Grupo de Serviço
Oncologia médica
OM
G03
Pediatria
PED
G04
Pneumologia
PNEU
G02
Psiquiatria
PSI
G60
Reumatologia
REU
G60
Cardiologia Pediátrica
CARP
G02
Dor
DOR
G50
Broncoscopia
BRO
G02
Clínica Oncológica
CLIO
G03
Clínica Geral (medicina familiar)
CLIG
G03
Hospital dia
HDIA
G50
Infertilidade
INFT
G09
Infecciologia
INFC
G03
Unidade de cuidados Intensivos Coronários
UCIC
G60
Unidade de cuidados Intensivos Hematológicos
UCIH
G60
Unidade de cuidados Intensivos Polivalente
UCIP
G60
Unidade de Imunodeficiência
UID
G60
Bloco (operatório)
BO
G50
Urgência
URG
G60
Radioterapia
RAD
G60
Curieterapia
CUR
G60
Unidades de Cuidados Intensivos/intermédios
UCI
G60
Administrativo
ADM
G70
Consulta de Grupo / Consulta de decisão terapêutica
CDT
G50
Gabinete de Apoio ao Utente
GAU
G70
Hemoterapia
HET
G60
Serviço de atendimento não Programado
SAN
G60
Serviço de Gestão de Doentes
SGD
G70
Psicologia
PSIC
G60
Outros
OUT
G99
OUTROS SERVIÇOS
Descrição dos grupos de serviço
ID
Grupos
Descrição do Grupo de Serviço
SIGLA
01
Cirurgia Cabeça e Pescoço (inclui ORL, Estomatologia)
CCP
02
Cirurgia Cardiotorácica
CCT
03
Cirurgia Geral
CG
04
Cirurgia Pediátrica
CPED
05
Cirurgia Plástica / Dermatologia
CPR
06
Cirurgia Vascular
CV
07
Neurocirurgia
NC
09
Ginecologia/ Obstetrícia
GIN
10
Oftalmologia
OFT
11
Urologia
URO
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.3.Glossário
ID
Grupos
Descrição do Grupo de Serviço
SIGLA
12
Ortopedia
ORT
50
Serviços clínicos de apoio
SCA
60
Outros serviços clínicos
OSC
70
Serviços administrativos
SA
99
Outros
O
Hospital de destino186 – “…refere-se à unidade hospitalar do SNS ou unidade
convencionada no âmbito do SIGIC, onde é realizada a intervenção cirúrgica que foi
identificada como necessária no hospital de origem do utente, aquando do seu registo
na LIC.”
Hospital de origem187 – “…unidade hospitalar do SNS e do sector privado ou do sector
social que trata beneficiários do SNS, onde é efectuado pela primeira vez o registo do
utente na LIC para um determinado tratamento cirúrgico.”
Índice de Casemix (ICM Hospi) – coeficiente global de ponderação da produção que
reflecte a relatividade de um hospital face aos outros, em termos da sua maior ou
menor proporção de doentes com patologias complexas e, consequentemente, mais
consumidoras de recursos. O ICM determina-se calculando o rácio entre o número de
doentes equivalentes ponderados pelos pesos relativos dos respectivos GDH e o
número total de doentes equivalentes, ou seja:
ICM Hospi 
 DoentesEquivalentesGDHi  Peso Re lativoGDHi
 DoentesEquivalentesGDHi
Índice de Casemix normalizado (ICM Hospin) – o ICM nacional é por definição, igual a
1. A nova produção contratada e o total de custos associado implica o ajustamento dos
pesos relativos dos GDH, de forma a garantir que o doente médio nacional tem um
coeficiente de ponderação de 1, ou seja:
186
Cf. o n.º 40, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria n.º
45/2008 de 15 de Janeiro
187
Cf. o n.º 39, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria n.º
45/2008 de 15 de Janeiro
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.3.Glossário
ICM Hospin 
ICMHospi
 DoentesEquivalentesHospi  ICMHospi
 DoentesEquivalentesNacional
A variável ICM encontra-se fortemente correlacionada com o custo unitário da consulta.
Quando se transpõe o ICM do internamento para o universo da consulta externa é feito
novo ajustamento, com a produção contratada para esta área, ou seja:
ICM Hospin 
ICMHospi
 ConsultasHospi  ICMHospi
 ConsultasNacional
Intervenção cirúrgica188 – é o “acto ou mais actos operatórios realizados por um ou
mais cirurgiões no bloco operatório na mesma sessão.”
Intercorrências189 – “… todas as situações passíveis de causar limitações à normal
função de órgãos e sistemas do utente, como acidentes ou eclosão de patologias
independentes.”
Instituição hospitalar – entidade envolvida directamente na prestação de cuidados de
saúde, com regime de internamento e terapias diferenciadas, constituída por uma ou
mais unidades funcionais, com um órgão de gestão único e reconhecido. Ex: hospital,
centro hospitalar ou unidade local de saúde.
Intransferível190 – atributo de um episódio funcional que indica que este não pode ser
transferido, por ter sido considerado que a transferência pode ser, clínica ou
socialmente, prejudicial para o utente. Esta situação carece de consentimento
expresso do utente.
188
Cf. o n.º 10 do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria n.º 45/2008 de 15
de Janeiro
189
De acordo com o n.º 21, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria n.º
45/2008 de 15 de Janeiro
190
De acordo com o n.º 91, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria n.º
45/2008 de 15 de Janeiro
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.3.Glossário
Lista de Inscritos para Cirurgia 191(LIC) – “conjunto das inscrições dos utentes que
aguardam a realização de uma intervenção cirúrgica, independentemente da
necessidade de internamento ou do tipo de anestesia utilizada, proposta e validada por
médicos especialistas num hospital do SNS ou numa instituição do sector privado ou do
sector social que contratou com aquele a prestação de cuidados aos seus beneficiários
e para a realização da qual esses mesmos utentes já deram o seu consentimento
expresso.”
A LIC inclui os utentes propostos para intervenção cirúrgica com os recursos da
cirurgia programada e os utentes propostos em urgências diferidas.
Não se incluem na LIC:
Os utentes propostos para pequenas cirurgias, salvo os casos devidamente
justificados em que seja indispensável a anestesia geral ou loco-regional e a
utilização do bloco operatório;
Os utentes propostos para procedimentos cirúrgicos a realizar fora do bloco
operatório de cirurgia convencional ou ambulatória;
Os utentes propostos (mas não programados) para procedimentos cirúrgicos
urgentes a realizar no bloco operatório locado à urgência.
LIC transferida – episódios cirúrgicos em LIC que estão transferidos, incluindo os que
aguardam a cativação num HD (episódios em trânsito), os que já têm a nota de
transferência e o vale cirurgia emitido e ainda dentro do prazo de validade e os que
estão cativados em hospitais de destino.
LIC no destino – episódios cirúrgicos que se encontram cativados em hospitais de
destino.
Mediana do tempo de espera192 – “…ao tempo de espera, situado no centro da
distribuição dos tempos de espera dos utentes inscritos na LIC, 50% dos quais aguarda
acima e os restantes 50% abaixo daquele valor central.”
É representada em dias se for referente ao tempo de espera da LIC numa
entidade convencionada ou a situações de neoplasia maligna e em meses se for
referente a uma entidade do SNS.
191
Cf. o n.º 6, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria n.º 45/2008 de 15
de Janeiro
192
Cf. o n.º 32, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria n.º 45/2008 de 15
de Janeiro
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.3.Glossário
Mediana do tempo de espera dos operados – refere-se ao tempo de espera situado
no centro da distribuição dos tempos de espera dos utentes operados, num
determinado período, 50 % dos quais aguardou acima e os restantes 50 % abaixo
daquele valor central.
É representada em dias se for referente ao tempo de espera dos operados numa
entidade convencionada ou a situações de neoplasia maligna e em meses se for
referente a uma entidade do SNS.
Média do tempo de espera dos operados – equivalente a tempo mediano de espera
dos operados.
Modalidade remuneratória alternativa – modelo remuneratório em que os
profissionais são remunerados por atividade realizada fora do horário de trabalho
estabelecido, e em função do valor atribuído a essa produção;
Modalidade remuneratória convencional – modelo remuneratório que corresponde
aos vencimentos auferidos e à produção realizada dentro do horário de trabalho
estabelecido.
Movimentos (n.º) – número de alterações aos registos que decorram de acções da
instituição ou do utente no âmbito de um episódio, desde a referenciação até à sua
conclusão financeira ou cancelamento. Estão incluídas as criações de registo,
anulações e novas criações desses mesmos registos.
Não Conformidades –“…as situações de incumprimento das regras previstas no
regulamento do SIGIC193, no presente Manual.”e na restante legislação e normas
aplicáveis. Estão classificadas em clínicas e administrativas e dentro destas em NC de
processo e de conteúdos.
Nível de prioridade194 – “…a classe em que um determinado utente é integrado, tendo
em conta o tempo máximo que pode esperar pelo procedimento cirúrgico proposto,
avaliado em função da doença e problemas associados, patologia de base, gravidade,
impacto na esperança de vida, na autonomia e na qualidade de vida do utente,
velocidade de progressão da doença e tempo de exposição à doença.”
Nota de alta – documento entregue ao utente aquando da alta hospitalar, após o
internamento ou após alta do episódio do ambulatório cirúrgico.
193
Portaria n.º45/2008 de 15 de Janeiro
194
Cf. o n.º 34, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria n.º 45/2008 de 15
de Janeiro
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.3.Glossário
Nota apensa à factura – documento emitido pelo SIGLIC que acompanha a factura e
contém os elementos necessários para estabelecer o valor a facturar pelos serviços
prestados a um determinado utente no âmbito de um episódio.
Nota de Consentimento195 – é “o documento que recolhe a concordância do utente
com a proposta de intervenção cirúrgica e com a sua inscrição na LIC e a aceitação do
conjunto de normas do Regulamento do SIGIC que servem de base à gestão da
proposta cirúrgica.”
Operados (n.º actual) – número de episódios cirúrgicos com cirurgia programada
realizada pelo hospital, durante um determinado período de tempo, incluindo os
episódios cirúrgicos cativados e operados pelo hospital enquanto hospital de destino.
Operados HD - número de episódios cirúrgicos com cirurgia programada realizada pelo
hospital, durante um determinado período de tempo, referente a episódios cativados
na sequência de uma transferência.
Pendente (registo)196 – “…uma alteração temporária do registo de um utente na LIC
que, a seu pedido, fundado em motivo plausível, ou a pedido do médico proponente da
cirurgia, decorrente de uma situação clínica que o impede temporariamente de ser
operado, fica pendente por um período definido de tempo, findo o qual é novamente
activado, mantendo-se o interesse do utente em submeter-se a uma intervenção
cirúrgica no hospital.”O tempo de pendência não pode ultrapassar o TMRG da
patologia e da prioridade com que foi classificado. Por motivo plausível, a duração
máxima da pendência é igual ao TMRG e por motivos clínicos, pode chegar aos de 4
meses. Esta última obriga a concordância expressa do utente.
Pré-inscrito – utente ao qual foi apresentada uma proposta de cirurgia, que não se
encontra ainda validada pelo responsável do serviço/UF ou/e consentida pelo utente.
Prioridade Operacional – nomenclatura de classificação de episódios, no âmbito do
SIGIC, que os agrupa por TMRG, determinada pela prioridade clínica e patologia/grupo
de patologia. O total de prioridades operacionais é igual ao número de agrupamentos
de doentes com igual TMRG.
195
Cf. o n.º 7, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria n.º 45/2008 de 15
de Janeiro
196
Cf. o n.º 26, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria n.º 45/2008 de 15
de Janeiro
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.3.Glossário
TMRG
Tempo máximo
de
agendamento
(dias)
Notificação do
utente da data
da cirurgia (dias)
Geral
270 dias
203 dias
20 dias
1
Oncológico
60 dias
45 dias
20 dias
2
Geral
60 dias
30 dias
10 dias
45
2
Oncológico
45 dias
23 dias
10 dias
15
3
3
4
Prioridade
Operacional
Prioridade
Clínica
Grupo de
patologia
270
1
60
Geral
Oncológico
Geral
Oncológico
15 dias
3 dias
5 dias
(a pedido)
Logo que
possível
5 dias
Logo que
possível
Processo do utente197 – “… o conjunto de documentos em suporte físico ou electrónico
com informação relevante e suficiente para a gestão da proposta cirúrgica.”
Processo do utente para transferência – é o conjunto de documentos especialmente
preparados com vista à transferência do utente, com informação relevante e
necessária para a correcta apreciação da proposta cirúrgica e do utente, no hospital
destino.
Produção adicional198 – “…produção que excede a produção base contratualizada com
os hospitais do SNS, bem como a efectuada pelas entidades convencionadas no âmbito
do SIGIC.”
Produção base199 – “…produção contratada no início do ano, considerando o histórico
de produção do hospital, a melhoria da eficiência e a evolução da sua procura.”
197
Cf. o n.º 16, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria n.º 45/2008 de 15
de Janeiro
198
Cf. o n.º 43, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria n.º 45/2008 de 15
de Janeiro
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.3.Glossário
Programa operatório – descrição da actividade cirúrgica num determinado dia
explicitando patologia, procedimentos, equipa, utentes e recursos a utilizar para a
actividade do bloco operatório.
Proposta cirúrgica200 – “…entende-se a proposta terapêutica na qual está prevista a
realização de uma intervenção cirúrgica com os recursos da cirurgia programada.”
Componente do plano de cuidados de um utente no qual está prevista a realização de
uma intervenção cirúrgica com os recursos da cirurgia programada.
Proposta terapêutica201 – é “o documento que sintetiza o conjunto de acções que o
hospital se predispõe a realizar com vista à resolução de problemas de saúde do
utente.”
Prótese202 – Dispositivo médico activo ou não activo para ser total ou parcialmente
introduzido, destinado a ficar implantado no organismo humano, por um prazo
superior a trinta dias.
Readmissão203 – “…consiste na reincorporação em LIC de um utente indevidamente
cancelado, relevando o tempo já decorrido para efeito de contagem de tempo de
espera.”
Referenciação204 – “…acto médico de transmissão de um conjunto de informações
clínicas de um utente, designadamente a história clínica, realizada pelo médico
assistente e dirigida ao médico hospitalar de determinada especialidade, através do
qual se solicita a realização de uma primeira consulta, clinicamente justificada e
suportada, sempre que necessário, em resultados de exames complementares de
diagnóstico e de acordo com as regras de referenciação definidas;”
199
Cf. o n.º 42, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria n.º 45/2008 de 15
de Janeiro
200
Cf. o n.º 8, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria n.º 45/2008 de 15
de Janeiro
201
Cf. o n.º 9, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria n.º 45/2008 de 15
de Janeiro
202
De acordo com o Decreto-lei n.º 145/2009 de 17 de Junho
203
Cf. o n.º 28, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria n.º 45/2008 de 15
de Janeiro
204
Cf. o anexo II, Portaria n.º 615/2008 de 11 de Julho
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.3.Glossário
Reinscrição205 – “…consiste no recomeço, a partir de zero, da contagem do tempo de
espera para um dado utente que a seu pedido, mantendo-se a indicação cirúrgica, é
inscrito de novo na LIC.”A contagem do tempo de espera reinicia-se.
Saídas (n.º) – números de episódios cirúrgicos concluídos que deixam de constar na
LIC do hospital por via de cirurgia programada efectuada pelo hospital (operados) ou
por outras vias (cancelados por cirurgia fora do âmbito do SIGIC, privado ou urgência e
cancelados sem cirurgia), num determinado período de tempo.
Sequelas – todas as situações novas de doença ou limitação funcional esperada que
surjam na sequência da instituição das terapêuticas e não sejam imputáveis a
situações independentes dos procedimentos instituídos.
Serviço – no âmbito do SIGIC, entende-se por Serviço uma estrutura formalmente
organizada na instituição e chefiada por um responsável identificado, com uma
incumbência específica na área da prestação de cuidados de saúde. Só serviços com
capacidade para realizar procedimentos cirúrgicos, em bloco operatório, podem
efectuar propostas cirúrgicas (e só para os procedimentos que disponibilizam) e,
consequentemente, constituir uma LIC.
Submissão dos documentos – passagem de um documento de um utilizador individual
a um com o perfil adequado à validação do mesmo, em acções que requerem
autorização. Nestes processos só os intervenientes têm acesso aos documentos;
Tempo de Espera (TE)206 – “…o número de dias de calendário que medeia entre o
momento em que é proposta uma intervenção cirúrgica pelo médico especialista e a
observação, o cancelamento do registo ou a saída do utente da LIC.”
A este tempo são descontados os tempos de pendências por motivos plausíveis
(pessoais, médicos ou por incumprimento por facto imputável ao utente) que possam
ocorrer no hospital de origem e o tempo desde a emissão de NT/VC até à sua cativação
ou cancelamento.
Tempo de Espera desde a Admissão (1ª consulta Hospitalar) (TEA) – o número de dias
de calendário que medeia entre o momento da primeira consulta em serviço
hospitalar até ao cancelamento do registo ou a saída do utente da LIC.
205
Cf. o n.º 29, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria n.º 45/2008 de 15
de Janeiro
206
Cf. o n.º 30, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria n.º 45/2008 de 15
de Janeiro
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.3.Glossário
A este tempo são descontados os tempos de pendências por motivos plausíveis
(pessoais ou médicos) que possam ocorrer e o tempo desde a emissão de NT/VC até à
cativação ou cancelamento do mesmo.
Tempo de Espera Global (TEG) – o número de dias de calendário que medeia entre o
momento do pedido da referenciação para o serviço hospitalar até ao cancelamento
do registo ou a saída do utente da LIC.
A este tempo são descontados os tempos de pendências por motivos plausíveis
(pessoais, médicos ou por incumprimento por facto imputável ao utente) que possam
ocorrer e o tempo desde a emissão de NT/VC até à cativação ou cancelamento do
mesmo.
Tempo de Espera Integral (TEI) – o número de dias de calendário que medeia entre o
momento em que é proposta uma intervenção cirúrgica pelo médico especialista e o
cancelamento do registo ou a saída do utente da LIC.
Tempo de Espera da Instituição Hospitalar (TEIH) de origem – o número de dias de
calendário que medeia entre o momento em que é proposta uma intervenção
cirúrgica pelo médico especialista e a observação, a transferência para a UCGIC, o
cancelamento do registo ou a saída do utente da LIC.
A este tempo são descontados os tempos que não são da responsabilidade do
hospital, a saber:
Tempo de pendências por motivos plausíveis (pessoais, médicos ou por
incumprimento por facto imputável ao utente) que possam ocorrer.
Tempo que o utente não está na instituição hospitalar (o tempo desde a
transferência para a UCGIC até à cativação da NT/VC ou cancelamento do
mesmo).
Tempo de Espera da Instituição Hospitalar (TEIH) de destino – o número de dias de
calendário que medeia entre o momento da cativação da NT/VC e a observação, o
cancelamento do registo ou a saída do utente da LIC.
A este tempo são descontados os tempos que não são da responsabilidade do hospital
de destino, tempo de espera pela informação em falta solicitada ao HO (processo e MCDT).
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.3.Glossário
Tempo de espera no destino207 – “…número de dias de calendário que medeia entre o
momento em que o vale cirurgia é cativado no hospital de destino e a observação (LIC),
a devolução ou a saída do utente da LIC.”
Tempo de espera do episódio funcional - o número de dias de calendário que medeia
entre o momento em que o utente fica afecto ao serviço/UF (elaboração da proposta
para uma intervenção cirúrgica pelo médico especialista ou cativação da NT/VC) e o
momento da observação, do cancelamento do registo ou da saída do utente da LIC do
serviço/UF.
A este tempo são descontados os tempos de pendências por motivos plausíveis
(pessoais, médicos ou por incumprimento por facto imputável ao utente) que possam ocorrer
nesse período.
Tempo Máximo de Resposta Garantidos 208(TMRG) – é o número máximo de dias em
que as instituições do SNS são obrigadas a garantir a prestação de todo o tipo de
cuidados de saúde, tendo em conta a classificação de prioridade, patologia ou grupo
de patologia.
Os tempos não contabilizados nas situações em que se verificam dias de espera
da exclusiva responsabilidade do utente, situações de pendência e tempo de trânsito.
TEMPOS MÁXIMOS DE RESPOSTA GARANTIDOS (TMRG)
NÍVEL
DE
CLÍNICA
PRIORIDADE
P1 – NORMAL
P2 – PRIORITÁRIO
P3 - MUITO PRIORITÁRIO
P4 - URGÊNCIA DIFERIDA
a)
207
GRUPO DE PATOLOGIA
TMRG em dias
GERAL a)
270
OBESIDADE
270
ONCOLOGIA
60
GERAL
60
ONCOLOGIA
45
GERAL
15
ONCOLOGIA
15
GERAL
3
ONCOLOGIA
3
Inclui a cirurgia para correcção morfológica, em resultado de cirurgia oncológica.
Cf. o n.º 35, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria n.º 45/2008 de 15
de Janeiro
208
De acordo com a Portaria n.º 1529/2008 de 26 de Dezembro
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.3.Glossário
Tempo médio de espera209 – “…tempo de espera que resulta do somatório dos tempos
de espera dos utentes inscritos, dividido pelo número total de doentes inscritos, numa
data.”
Tempo mediano de espera dos operados - tempo de espera que resulta do somatório
dos tempos de espera dos utentes operados, dividido pelo número total de utentes
operados, cujo registo da cirurgia se verificou durante o período em observação.
Tempo de Resposta Garantido210 (TRG) – é o número de dias de resposta garantido
por tipo de prestação, por patologia ou grupo de patologia, por cada instituição
prestadora de cuidados de saúde e fixados pela mesma, dentro dos limites
estabelecidos a nível nacional.
Tempo do episódio global – número de dias que medeia entre a referenciação e a
conclusão. A este tempo são descontados os tempos que são da responsabilidade das
instituições do SNS.
Tempo do episódio integral – número de dias que medeia entre a referenciação e a
conclusão.
Transferência211 –“deslocação do utente do seu hospital de origem para outra
instituição hospitalar do SNS ou convencionada…”
Esta transferência pode ser de dois tipos:
Transferência da responsabilidade – ocorre quando a responsabilidade do
tratamento integral do problema de saúde do utente é transferida para um novo
serviço/unidade funcional, intra ou interinstitucional. Esta transferência pode advir
da cativação de uma NT/VC, no âmbito de um programa especial ou por acordo
entre os respectivos directores de serviço.
Transferência da cirurgia – decorre da aceitação da proposta de transferência
induzida pela regulação central, restrita à realização da cirurgia e após a conclusão
no HD é devolvido ao HO para continuação dos tratamentos no âmbito do plano
de cuidados estabelecido.
209
Cf. o n.º 31, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria n.º 45/2008 de 15
de Janeiro
210
De acordo com a Portaria n.º 1529/2008 de 26 de Dezembro
211
Cf. o n.º 38, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria n.º 45/2008 de 15
de Janeiro
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.3.Glossário
Unidade funcional212 – “…estrutura constituída na dependência de um serviço cirúrgico
com equipas médicas designadas quando a escassez de recursos justifica a necessidade
de manter LIC independentes dentro de um serviço.”
A Unidade Funcional (UF), no âmbito estrito do SIGIC, deve ser entendida como
um sector de um serviço cirúrgico que, devido à sua especificidade, foi dotado de
meios próprios e pode constituir uma LIC distinta da do Serviço onde se integra.
(exemplo: no âmbito de um serviço de ginecologia, é criada uma unidade funcional de
senologia porque existem equipas cirúrgicas especialmente preparadas nesta área; no
âmbito do serviço cirurgia geral, forma-se uma unidade de laparoscopia dado existirem
recursos físicos limitados e apenas duas equipas habilitadas). As UF têm
obrigatoriamente um responsável que, por delegação do director de serviço, tem
competência para validar as propostas cirúrgicas e agendar as cirurgias da unidade
funcional que coordena.
Unidade Nosológica (UN) – é a caracterização clínica de um problema de saúde de um
utente, resultante da sua avaliação, num determinado evento, adequadamente
classificado com um conjunto de códigos de ICD, sendo que um é classificado como
principal correspondendo-lhe a descrição das acções subsequentes, também elas
classificadas com um conjunto de códigos de ICD e uma delas classificada como
principal. No caso de um problema oncológico, existe também um conjunto adicional
de atributos para a caracterizar nomeadamente a identificação da morfologia dos
tumores. Na caracterização da UN, inclui-se ainda a especificação dos dispositivos
médicos aplicados ao utente e a identificação da equipa que participa na construção
da UN.
Um problema pode ser descrito em uma ou mais UN desde que sejam
identificadas acções independentes na abordagem do mesmo. Sempre que existam
diversos eventos na abordagem do problema, existem número igual de unidades
nosológicas.
Urgência diferida213 –“…situação em que um utente que se encontra em crise aguda é
proposto para uma intervenção cirúrgica com os recursos dos serviços/UF adstritos à
cirurgia programada.”
212
Cf. o n.º 41, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria n.º 45/2008 de 15
de Janeiro
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.3.Glossário
Vale cirurgia/Nota de Transferência214 – “…documento pré-numerado, pessoal e
intransmissível que só pode ser utilizado para a realização da cirurgia proposta ou
equivalente, dentro do prazo de validade aposto.”
Versionamento de documentos – característica do sistema de informação que
permite que, de cada vez que um documento relativo a um evento é alterado e se crie
novo documento, seja incrementada a versão actual e seja arquivada a versão
anterior, juntamente com a nova.
213
De acordo com o n.º 13, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria n.º
45/2008 de 15 de Janeiro
214
Cf. o n.º 36, do regulamento do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia, publicado na Portaria n.º 45/2008 de 15
de Janeiro
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2012
9.APÊNDICES – 9.6.Apuramento dos grupos nosológicos
8.4. APURAMENTO DOS GRUPOS NOSOLÓGICOS
Grupos Nosológicos
N10
N19
N20
N21
N22
N24
N28
N29
N30
N31
N32
N33
N38
N39
N40
N41
N42
N43
N44
N45
N46
N47
N48
N49
N51
N60
N61
N62
N63
N64
N65
N66
N67
N81
N98
N99
Sistema nervoso central
Procedimentos em Doença do Sistema nervoso central
Região da cabeça e pescoço
Procedimentos em Doença do Olhos e anexos
Procedimentos em Doença das Amígdalas, adenoides, nariz, seios perinasais, ouvido
Procedimentos em Doença da Tiroide
Procedimentos em Cancro da cabeça e pescoço
Procedimentos em Outras doenças da cabeça e pescoço
Região torácica
Procedimentos em doença benigna da mama e maligna sem intenção curativa
Procedimentos em Doença do Coração
Procedimentos em Cancro da mama
Procedimentos em Outros cancros da região torácica
Procedimentos em Outras doenças da região torácica
Região abdominopélvica
Procedimentos em Doença do Cólon (intestino grosso)
Procedimentos em Doença da Vesícula Biliar
Procedimentos em Cancro do Cólon e recto
Procedimentos em Hemorroidas, outras doenças anais, prolapsos e incontinência
Procedimentos em doença benigna da próstata e maligna sem intenção curativa
Procedimentos em Cancro da próstata
Procedimentos em Doença do útero e anexos
Procedimentos em Outros cancros da região abdominopélvica
Procedimentos em Outras doenças da região abdominopélvica (inclui esófago)
Procedimentos em Carcinoma do útero (corpo e cérvix)
Outras localizações ou localizações não especificadas
Procedimentos em Coluna Vertebral
Procedimentos em Quisto sinovial, Dupuytran, sind. do túnel cárpico, dedo em gatilho
Procedimentos em Hérnias Inguino-femurais
Procedimentos em lipomas, quisto sebáceo, adiposidade localizada e lesões benignas da pele
e lesões malignas da pele sem intenção curativa
Procedimentos em Obesidade
Procedimentos em Varizes dos membros inferiores
Procedimentos em Ossos, tecidos moles e articulações
Procedimentos em Neoplasias malignas da pele
Procedimentos em Neoplasias malignas não enquadráveis em outros agrupamentos
Outras referências não enquadráveis em outros agrupamentos
Página 210 de 293
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Grupos de extração
Cod
Nosológicos
N10
N98
Oncológicos
Precedência
Cod
E01
O
N19
21 E0189
71 E0199
N20
E02
N21
31 E0203
N21
32 E0204
N22
33 E0205
N22
34 E0206
N22
N24
35 E0207
36 E0209
N64
37 E0210
N29
38 E0211
N29
39 E0212
N29
N28
O
40 E0213
4 E0281
N81
O
5 E0282
Condições de identificação
Descrição
Órgãos Intracranianos
Outros Procedimentos em Órgãos
intracranianos por NM
Outros procedimentos em Órgãos
intracranianos
Cabeça e Pescoço (excetuo órgãos
Intracranianos)
Procedimentos no Olho e anexos
(pálpebras, orbita e aparelho
lacrimal)
Procedimentos em cataratas
Procedimentos nas Amígdalas e
Adenoides
Procedimentos no Nariz e Seios
nasais
Procedimentos no Ouvido e
Mastoide
Procedimentos na Tiroide
Procedimentos na Pele e Tecido
celular subcutâneo da cabeça e
pescoço
Procedimentos nos Vasos em cabeça
e pescoço
Procedimentos em Dentes e
Gengivas
Procedimentos em Glândulas
salivares
Procedimentos na Tiroide por NM
Procedimentos na Pele e Tecido
celular subcutâneo da cabeça e
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Região
procedimento
NM
R01
"=NM"
R01
<>NM
R0209
<>NM
R02
<>NM
R0203
<>NM
R0210
<>NM
R0212
R0215
<>NM
<>NM
R02
<>NM
R0230
<>NM
R0272
<>NM
R0213
R0215
<>NM
"=NM"
R02
"=NM"
Restrição segundo o
procedimento
(<> P1370 <> P1371 <>
P1372 <> P138 <> P139)*
P131-P136 + (P1370 +
P1371 + P1372 + P138 +
P139)*
Restrição segundo o
diagnóstico
D360-D379
Restrições adicionais
<> D366 <>P131-136
D366
P86
D2160-D2164
P86
D193
D1730-D1734+ D2320D2324 + D2382
Na 1ª distribuição se a
região do diagnóstico
for R02 … eP=86 com o
Rp for 02 ou 96-99 ou
2020
Na 1ª distribuição se a
região do diagnóstico
for R02 … e a região do
procedimento for
R2030 ou R0230
<>D172 na distribuição
por diagnóstico e por
Página 211 de 293
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Grupos de extração
Cod
Nosológicos
Oncológicos
Precedência
Cod
Condições de identificação
Descrição
Região
procedimento
NM
Restrição segundo o
procedimento
Restrição segundo o
diagnóstico
pescoço por NM excetuo Melanoma
N28
O
1 E0283
N28
O
2 E0284
N28
O
3 E0285
N28
O
22 E0289
N29
N30
72 E0299
E03
N32
N31
41 E0302
42 E0303
N32
43 E0304
E03040
1
N32
Procedimento em Faringe, Laringe e
Traqueia por NM
Procedimentos em Gânglios da
Cabeça e Pescoço por NM
Procedimentos em Cavidade Oral
(inclui Lábio e Glândulas Salivares)
por NM
Outros Procedimentos em cabeça e
pescoço por NM
Outros procedimentos em cabeça e
pescoço
Região torácica e dorsal e axilar
Procedimentos no pulmão,
brônquio, pleura
Procedimentos na Mama
Procedimentos no Coração e
Pericárdio
Procedimentos de inserção de
dispositivos no coração
R0207+R0271
"=NM"
R0240
"=NM"
R0272+R0213
R02
"=NM"
Resto;"=
NM"
Resto;<
>NM
R0302
R0301
<>NM
<>NM
R0303
<>NM
R02
D146D148+D1490+D1491+D16
1+D2356+D2310+D2311
D1960+D1968-D1969
Na 1ª distribuição se a
região do diagnóstico
for R02 … e a região do
procedimento for
R2040 ou R0240
D140D145+D2300+D2351
R
N33
O
7 E0381
Procedimento na Mama por NM
R0301
"=NM"
N38
O
8 E0382
Procedimentos no Pulmão, Pleura,
Brônquio por NM
R0302
"=NM"
Página 212 de 293
Restrições adicionais
procedimento;
Na 1ª distribuição se a
região do diagnóstico
for R02 … e P=86 com o
Rp for 02 ou 96-99 ou
2020
D174 + D2383 + D2330 +
D19881 + D2383 + D2393
D1622-D1639 + D1658 +
D1659 + D1970 + D2312 +
D2318 + D2319 + D1991 +
D1990 + D2357 + D2359 +
D2391 + D2399 + D1972 +
D163
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Grupos de extração
Cod
Nosológicos
Oncológicos
Precedência
Cod
N38
O
9 E0383
N38
O
23 E0389
N39
74 E0399
N40
E04
N49
44 E0402
N41
45 E0403
N42
46 E0404
N49
47 E0405
N49
N49
48 E0406
49 E0407
N67
N43
N48
O
O
Condições de identificação
Descrição
Procedimentos em Gânglios da
Região Torácica e Axilar em NM
Outros Procedimentos na região
torácica por NM
Outros procedimentos na região
torácica
Região Abdominal, lombar e
retroperitoneal
Procedimentos no Esófago ou
Estômago
Procedimentos no Cólon
Procedimentos na Vesícula e vias
biliares
Procedimentos no Fígado ou
pâncreas
Procedimentos no Rim ou ureteres
Procedimentos no Intestino Delgado
50 E0410
Procedimentos em Hérnias
Abdominais
10 E0481
11 E0482
Procedimentos no cólon por NM
Procedimentos no Esófago ou
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Região
procedimento
R0340+R1140
R03+R11
R03+R11
NM
Restrição segundo o
procedimento
"=NM"
Resto;"=
NM"
Resto;<
>NM
Restrição segundo o
diagnóstico
D1961
Restrições adicionais
Na 1ª distribuição se a
região do diagnóstico
for R03 … e a região do
procedimento for
R2040 ou R0340
<>R0330 e <> R1130
R2011 + R0401 <>NM
R040204+R040
205
<>NM
R0408
<>NM
R0407 + R0406 <>NM
R0403
R040203
<>NM
<>NM
R04
<>NM
R040204+R040
205
"=NM"
R2011 + R0401 "=NM"
P877
P534-P538
D1890-D1892
Na distribuição por
procedimento: todos os
procedimento que
estejam no R0403 e
ainda o P877,
independentemente da
sua região
5511,5512,5518,5519,
5521,5522,5528,5529,55
31,5532,5538,5539
Na 1ª distribuição inclui
os diagnósticos quando
a região do
procedimento for
R04+R066+R069+R096+
R099+R106+R109+R119
+R136+R139+R206+R96
D153 + D2303
D150-
Página 213 de 293
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Grupos de extração
Cod
Nosológicos
Oncológicos
Precedência
Cod
N48
O
12 E0483
N48
O
13 E0484
N48
O
24 E0489
N49
N60
75 E0499
E05
N61
51 E0501
N98
O
N61
N40
25 E0589
77 E0599
E06
N44
52 E0604
N44
N49
53 E0605
54 E0606
N43
O
Página 214 de 293
15 E0682
Condições de identificação
Descrição
estômago por NM
Procedimentos no Fígado ou
pâncreas ou vesicula biliar ou vias
biliares por NM
Procedimentos no Rim ou ureteres
por NM
Outros Procedimentos na Região
abdominal por NM
Outros procedimentos na Região
abdominal
Coluna vertebral
Excisão ou destruição de disco
intravertebral
Outros Procedimentos na Coluna
vertebral por NM
Outros procedimentos na Coluna
vertebral
Bacia e região pélvica
Procedimentos em Hemorroidas,
fistulas e fissuras anais
Região
procedimento
NM
Restrição segundo o
procedimento
Restrição segundo o
diagnóstico
D151+D2301+D2302
R0406 + R0407
+ P0408
"=NM"
D2353+D1977+D155D157
R0403
D23691+D1980
R04
R04
R05
R05
R05
R06
"=NM"
Resto;"=
NM"
Resto;<
>NM
Restrições adicionais
<>R0430
<>NM
P805
Resto;"=
NM"
Resto;<
>NM
<>NM
Procedimentos em Prolapsos,
incontinência, cistocelos e rectocelos R06 ou R08
<>NM
Procedimentos na Bexiga ou Uretra
R0601
<>NM
Procedimentos no recto e ânus por
NM
R0609 + R0610 "=NM"
P494 + P491
D565+D455
P593-P597+P705
D6256+D618
<>R0620-R0650
N 1ª distribuição inclui
os diagnósticos quando
a região do
procedimento for
R06+R066+R069+R096+
R099+R106+R109+R119
+R136+R139+R206+R96
<>R0620-R0650
Na 1ª distribuição inclui
os diagnósticos quando
a região do
procedimento for
R06+R066+R069+R096+
R099+R106+R109+R119
+R136+R139+R206+R96
D154 + D2304-D2306
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Grupos de extração
Cod
Nosológicos
Oncológicos
Precedência
Cod
N48
O
16 E0683
N48
O
26 E0689
N49
N40
78 E0699
E07
N45
55 E0703
N49
N46
O
56 E0704
17 E0781
N48
O
27 E0789
N49
N40
N47
79 E0799
E08
58 E0803
N47
N49
N49
Condições de identificação
Descrição
Procedimentos na Bexiga ou Uretra
por NM
Outros Procedimentos na Região
pélvica por NM
Outros procedimentos na Região
pélvica
Genitais Masculinos
Procedimentos na Próstata e
Vesícula seminal
Procedimentos na Fimose
Procedimentos na Próstata por NM
Outros Procedimentos nos Genitais
masculinos por NM
Outros procedimentos nos Genitais
masculinos
Genitais Femininos
Procedimentos no Ovário e Trompas
Região
procedimento
R0601
NM
R06
"=NM"
Resto;"=
NM"
Resto;<
>NM
R0701
<>NM
R06
R07
R0701
R07
<>NM
"=NM"
Resto;"=
NM"
Resto;<
>NM
R0801
<>NM
R07
59 E0804
60 E0805
61 E0810
Procedimentos no Útero
Histeroscopia
Procedimentos no parto
R0802
R08
<>NM
<>NM
<>NM
Procedimentos no Útero por NM
Procedimentos no ovário e anexos
por NM
Outros Procedimentos nos Órgãos
genitais femininos por NM
Outros procedimentos nos Genitais
femininos
Membro superior
Procedimentos em Quisto sinovial,
Dupuytran, Sind. do túnel cárpico
R0802
"=NM"
R0801
R08
"=NM"
Resto;"=
NM"
Resto;<
>NM
R09
+R2050+R206
<>NM
N51
O
18 E0881
N51
O
19 E0882
N48
O
28 E0889
N49
N60
80 E0899
E09
N62
62 E0902
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
R08
Restrição segundo o
procedimento
Restrição segundo o
diagnóstico
D188+D1893+D2337+D23
67+D2394
Restrições adicionais
<>R0630
D605+P640
D185 + D2334+D2365
Tem apenas 1
distribuição - Na
primeira distribuição a
Rp =07 ou 96a99 e o
diag =605 ou P=640
<>P6812 na distribuição
por diagnóstico e por
procedimento
P6812
P72-75
D182+D180+ D179 +
D2331+D2332+D2360
D183+D2362+D1986
P0443
D7286+D3540+D7274
<> R0930
Na 1ª distribuição inclui
Página 215 de 293
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Grupos de extração
Cod
Nosológicos
Oncológicos
Precedência
Cod
Condições de identificação
Descrição
Região
procedimento
NM
Restrição segundo o
procedimento
Restrição segundo o
diagnóstico
Restrições adicionais
os diagnósticos quando
a região do
procedimento for
Rp09+Rp206+Rp96+Rp9
8+Rp99
N60
E10
N67
N60
64 E1002
E12
N63
63 E1202
E20
E2010
E20100
30 1
E2011
N65
E20110
57 1
E2020
N99
N81
O
E20208
6 1
N81
O
E20208
20 2
Página 216 de 293
Membro Inferior
Substituição ou reparação de
articulações dos membros inferiores
Região Inguinal
Procedimentos nas Hérnias Inguinofemurais
Outros
Obesidade
Obesidade - intervenções gastro
intestinais
Planeamento Familiar
Intervenções por motivos de
planeamento Familiar
Pele
<>R02
R12
R0401+ R2011
+ R0402
<>R02
<>NM
P814-P815
<>NM
<>NM
<>NM
P4469 + P4495 + P4431 +
P4438
P63+P66-P69
D550-D553 e
<>(551,5511,5512,5518,5
519,552,
5521,5522,5528,5529,55
3,5531,5532,5538,5539)
Na 1ª distribuição inclui
os diagnósticos quando
a região do
procedimento for
R066+R069+R096+R099
+R106+R109+R119+R13
6+R139+R206+R96
D2780
a 1ª e única distribuição
tem em conta o
diagnóstico e região do
procedimento
DV25
A distribuição para este
grupo de extração é
feita tendo em conta o
procedimento e o
diagnóstico. Existe
assim só 1 distribuição
Procedimentos na Pele e tec. Cel.
Subcutâneo por NM
"=NM"
P86
<> D172
Procedimentos em Melanoma
"=NM"
P86
D172
a 1ª e única distribuição
tem em conta o
diagnóstico e região do
procedimento
a 1ª e única distribuição
tem em conta o
diagnóstico e região do
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Grupos de extração
Cod
Nosológicos
Oncológicos
Precedência
Cod
Condições de identificação
Descrição
Região
procedimento
NM
Restrição segundo o
procedimento
Restrição segundo o
diagnóstico
Restrições adicionais
procedimento
N64
N66
N99
N99
N99
N67
N67
N67
E20209
68 9
E2030
E20300
65 1
E20309
69 9
E2040
E20409
70 9
E2050
E20509
73 9
E2060
E20600
66 1
E20600
67 2
E20609
76 9
E99
Procedimentos na Pele e tecido
celular subcutâneoem lesões não
malignas da pele
Vasos
<>NM
Procedimentos nas Varizes dos
membros inferiores
Outros procedimentos em vasos
(excetuo cabeça e pescoço)
Linfáticos
Procedimentos em Linfáticos não
especificados noutros grupos
Nervos
Procedimentos em Nervos não
especificados noutros grupos
Ossos e partes moles
Procedimentos em Deformidades do
Hálux
Artroscopias
Outros procedimentos em ossos e
partes moles (excetuo cabeça e
pescoço, coluna, tórax e abdómen)
Referências não enquadráveis em
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
<>NM
P86
Diagnóstico = D68-D709
Se Procedimento <> P86
e a região do proc. = R96;
R98; R99
P3859
Diagnóstico = D454 se
Procedimento <> P3859 e
o a região do proc. = R96;
R98; R99;R2030
Rxx30
XX=03,04,06,0
9,10,11,12,20
e R2051
<>NM
<>R02
<>NM
P40
<>R02
<>NM
P04+P05
a 1ª e única distribuição
tem em conta a região
do procedimento
R036+R039+R0
46+R049+R066
+R069+R096+R
099+R106+R10
9+R119+R136+
R139+R206+R9
6+R98+R99
<>NM
<>R02
<>NM
R066+R069+R0
96+R099+R106
+R109+R119+R
136+R139+R20
6
<>NM
A distribuição dos
diagnósticos é efetuada
imediatamente a seguir
à distribuição por
procedimentos
D7350-D7353
a 1ª e única distribuição
tem em conta o
diagnóstico e região do
procedimento
P802
D715+D717+D9964+DV54
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Grupos de extração
Cod
Nosológicos
N98
Oncológicos
Precedência
O
N99
Cod
29 E9989
82 E9999
Condições de identificação
Descrição
Região
procedimento
outros agrupamentos
Outros Procedimentos não
enquadráveis em outros
agrupamentos por NM
Outras referências não enquadráveis
em outros agrupamentos
81
NM
Restrição segundo o
procedimento
Restrição segundo o
diagnóstico
Restrições adicionais
Resto;"=
NM"
Resto;<
>NM
2ª Distribuir pela
mesma ordem tendo
em conta os
diagnósticos e
respectivas regiões
(*) consideram-se apenas estes códigos.
NOTAS
NM =
todos os episódios c/ cód. Diagnóstico D140.. a D208.. e D230.. a D234.. excetuo os episódios com cod procedimento P=grupo de exclusão
Operações lógicas: na mesma coluna '+' significa 'ou'; entre colunas a função lógica ='e'
A distribuição dos episódios pelos grupos de extração é efetuado da seguinte forma:
1º Distribuir os episódios, pelos grupos de extração específicos, tendo em conta os ICD's dos procedimentos e a sua região (em conformidade com a precedência).
Caso não sejam identificados ICD's, então distribui-se apenas pela região do procedimento;
2º Distribuir os episódios, pelos grupos de extração inespecíficos (excetuo E9989 e E9999), tendo em conta a região do procedimento (em conformidade com a
precedência);
3º Distribuir os episódios, pelos grupos de extração específicos, tendo em conta os ICD’s do diagnóstico e a sua região (em conformidade com a precedência). Caso
não sejam indicados ICD's e a região apresentada tenha mais do que dois dígitos então distribui-se unicamente pela região do diagnóstico, caso contrário não é
efetuada a distribuição por diagnóstico
4º Distribuir os episódios, pelos grupos de extração inespecíficos (excetuo E9989 e E9999), tendo em conta a região do diagnóstico (em conformidade com a
precedência)
5º Distribuir os episódios pelos grupos de extração E9989 e E9999 (em conformidade com a precedência)
Só não são aplicadas estas regras para as situações claramente identificadas nas restrições adicionais.
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P0002
P0003
P0050
P0051
P0052
P0054
P0055
P0062
P009
P01
P010
P0101
P0102
P0109
P011
P0111
P0112
P0113
P0114
P0115
P0118
P0119
P0121
P0122
P0123
P0124
P013
P0131
P0132
P0139
P02
P020
P0201
P0202
P0203
P0204
P0205
P0206
P0207
P021
P0211
P0212
P0213
P0214
P022
P023
P0231
P0232
P0233
P0234
Descrição Procedimento
ULTRASSONOGRAFIA TERAPÊUTICA DO CORAÇÃO
ULTRASSONOGRAFIA TERAPÊUTICA DOS VASOS PERIFÉRICOS
IMPLANTE DE PACEMAKER DE RESINCRONIZAÇÃO CARDÍACA, SEM MENÇÃO DE DESFIBRILHAÇÃO,
SISTEMA TOTAL (CRT-P)
IMPLANTE DE DESFIBRILHADOR DE RESINCRONIZAÇÃO CARDÍACA, SISTEMA TOTAL (CRT-D)
IMPLANTE OU SUBSTITUIÇÃO DE ELÉCTRODO TRANSVENOSO NO SISTEMA VENOSO CORONÁRIO
VENTRICULAR ESQUERDO
IMPLANTE OU SUBSTITUIÇÃO DE DESFIBRILHADOR DE RESINCRONIZAÇÃO CARDÍACA (CRT-D), SÓ
DISPOSITIVO DE GERADOR DE PULSO
INSERÇÃO DE STENT DILUIDOR DE FÁRMACO, EM ARTÉRIA NÃO CORONÁRIA
ANGIOPLASTIA PERCUTANEA OU ATERECTOMIA DE VASOS INTRA-CRANIANOS
PROCEDIMENTOS E INTERVENCOES NAO CLASSIFICAVEIS EM OUTRA PARTE
INCISAO / EXCISAO NO CRANIO, CEREBRO E MENINGES CEREBRAIS
PUNCAO CRANIANA
PUNCAO CISTERNAL
PUNCAO DE VENTRICULO ATRAVES DE CATETER PREVIAMENTE IMPLANTADO
PUNCOES CRANIANAS NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO CRANEO CEREBRO E MENINGES CEREBRAIS
BIOPSIA FECHADA [PERCUTANEA] [POR AGULHA] DAS MENINGES CEREBRAIS
BIOPSIA ABERTA DE MENINGES CEREBRAIS
BIOPSIA FECHADA [PERCUTANEA] [POR AGULHA] DO CEREBRO
BIOPSIA ABERTA DO CEREBRO
BIOPSIA DO CRANEO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO CEREBRO E MENINGES CEREBRAIS NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO CRANIO NCOP
INCISAO E DRENAGEM DE SEIO CRANIANO
REMOCAO DE NEUROESTIMULADOR INTRACRANIANO
REABERTURA DE CRANIOTOMIA
CRANIOTOMIAS NCOP
INCISAO NO CEREBRO E MENINGES CEREBRAIS
INCISAO NAS MENINGES CEREBRAIS
LOBOTOMIA E PEDUNCULOTOMIA
INCISOES NO CEREBRO NCOP
OPERACAO NO CRANEO, CEREBRO E MENINGES CEREBRAIS
CRANIOPLASTIA
ABERTURA DE SUTURA CRANIANA
REDUCAO DE FRAGMENTOS DE FRACTURA DO CRANEO
FORMACAO DE RETALHO DE OSSO CRANIANO
ENXERTO OSSEO DO CRANEO
INSERCAO DE PLACA CRANIANA
OSTEOPLASTIAS CRANIANAS NCOP
REMOCAO DE PLACA DO CRANEO
RECONSTRUCAO DE MENINGES CEREBRAIS
SUTURA SIMPLES DA DURA-MATER DO CEREBRO
RECONSTRUCOES DAS MENINGES NCOP
LAQUEACAO DE VASOS DAS MENINGES
PLEXECTOMIA DA COROIDEIA
VENTRICULOSTOMIA
SHUNT VENTRICULAR EXTRACRANIANO
SHUNT VENTRICULAR PARA A CABECA E PESCOCO
SHUNT VENTRICULAR PARA O APARELHO CIRCULATORIO
SHUNT VENTRICULAR PARA A CAVIDADE TORACICA
SHUNT VENTRICULAR PARA ORGAOS E CAVIDADE ABDOMINAL
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P0235
P0239
P024
P0241
P0242
P0243
P029
P0291
P0292
P0293
P0294
P0295
P0296
P0299
P030
P0301
P0302
P0309
P031
P032
P0321
P0329
P033
P0331
P0332
P0339
P035
P0351
P0352
P0353
P0359
P036
P037
P0371
P0372
P0379
P039
P0390
P0391
P0392
P0393
P0394
P0395
P0396
P0397
P0398
P0399
P0402
P0403
P0404
P041
P0411
P0412
Descrição Procedimento
SHUNT VENTRICULAR PARA O APARELHO URINARIO
OPERACOES PARA DRENAGEM VENTRICULAR NCOP
REVISAO REMOCAO E IRRIGACAO DE SHUNT VENTRICULAR
IRRIGAÇÃO E EXPLORAÇÃO DE SHUNT VENTRICULAR
SUBSTITUICAO DE SHUNT VENTRICULAR
REMOCAO DE SHUNT VENTRICULAR
OPERACOES NO CRANEO CEREBRO E MENINGES CEREBRAIS NCOP
SECCAO DE ADERENCIAS CORTICAIS
REPARACAO DO CEREBRO
IMPLANTACAO DE NEUROESTIMULADOR INTRACRANIANO
INSERCAO OU SUBSTITUICAO DE PINCAS CRANIANAS OU DE APARELHO DE TRACÇÃO
REMOCAO DE PINCAS CRANIANAS OU APARELHO DE TRACCAO
INSERCAO DE ELECTRODOS ESFENOIDAIS
OPERACOES NO CRANEO CEREBRO E MENINGES CEREBRAIS NCOP
EXPLORACAO E DESCOMPRESSAO DE ESTRUTURAS DO CANAL RAQUIDIANO
EXTRACCAO DE CORPO ESTRANHO DO CANAL RAQUIDIANO
REABERTURA DE LAMINECTOMIA
EXPLORACOES E DESCOMPRESSOES DO CANAL RAQUIDIANO NCOP
SECCAO DE RAIZ NERVOSA RAQUIDIANA
CORDOTOMIA
CORDOTOMIA PERCUTANEA
CORDOTOMIAS NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA ESPINAL MEDULA E ESTRUTURAS DO CANAL RAQ
PUNCAO LOMBAR
BIOPSIA DE ESPINAL MEDULA OU DAS MENINGES RAQUIDIANAS
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA ESPINAL MEDULA E NAS ESTRUTURAS DO CANAL
OPERACOES PLASTICAS NAS ESTRUTURAS DA ESPINAL MEDULA
CORRECCAO DE MENINGOCELO MEDULAR
CORRECCAO DE MIELOMENINGOCELO MEDULAR
REDUCAO DE FRACTURA VERTEBRAL
CORRECCOES E OPERACOES PLASTICAS NAS ESTRUTURAS DA ESPINAL MEDULA, NCOP
SECCAO DE ADERENCIAS DA ESPINAL MEDULA E RAIZES DOS NERVOS RAQUI
SHUNT DA TECA MEDULAR
SHUNT MEDULAR TECO-PERITONEAL
SHUNT MEDULAR TECOURETERAL E SHUNT MEDULAR TECOURETERAL E URETERAL
SHUNTS DA TECA MEDULAR NCOP
OPERACOES NA ESPINAL MEDULA E ESTRUTURAS DO CANAL MEDULAR,NCOP
INSERCAO CATETER NO CANAL MEDULAR P/INFUSAO SUBST.TERAP./PALIAT.
INJECCAO DE ANESTESICO NO CANAL MEDULAR PARA ANALGESIA
INJECCAO DE SUBSTANCIA NCOP NO CANAL MEDULAR
INSERCAO OU SUBSTITUICAO DE NEUROESTIMULADOR MEDULAR
REMOCAO DE NEUROESTIMULADOR MEDULAR
REMOCAO DE COAGULO MEDULAR
DESNERVACAO PERCUTANEA DE FACETAS ARTICULARES (CANAL MEDULAR)
REVISAO DE SHUNT RAQUIDIANO
REMOCAO DE SHUNT RAQUIDIANO
OPERACOES NA ESPINAL MEDULA NCOP
SECCAO DO NERVO TRIGEMIO
SECCAO OU ESMAGAMENTO DE NERVOS CRANIANOS OU PERIFERICOS NCOP
INCISOES DE NERVOS CRANIANOS E PERIFERICOS NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO SISTEMA NERVOSO PERIFERICO
BIOPSIA FECH. [PERCUTANEA] [AGULHA] GANGLIO/NERVO CRANIANO/PERIF
BIOPSIA ABERTA DE GANGLIO OU NERVO CRANIANO OU PERIFERICO
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P0419
P043
P044
P0441
P0442
P0443
P0444
P0449
P045
P046
P047
P0471
P0472
P0473
P0474
P0475
P0476
P0479
P048
P0480
P0481
P0489
P049
P0491
P0492
P0493
P0499
P050
P051
P0511
P0519
P053
P0531
P0532
P0539
P0581
P060
P0601
P0602
P0609
P061
P0611
P0612
P0613
P0619
P070
P0700
P0701
P0702
P071
P0711
P0712
P0713
Descrição Procedimento
PROCEDIMENTOS DIAGNOST.NOS GANG.OU NERVOS CRANIANOS OU PERIFERICOS,NC
SUTURA DE NERVOS CRANEANOS E PERIFERICOS
SECÇÃO DE ADERÊNCIAS E DESCOMPRESSAO DE NERVOS CRANEANOS E PERIFERIC.
DESCOMPRESSAO DE RAIZ DE NERVO TRIGEMIO
DESCOMPRESSOES DE NERVO CRANIANO NCOP
LIBERTACAO DO TUNEL CARPICO
LIBERTACAO DO TUNEL TARSICO
DESCOMPRESSOES DE NERVO PERIFÉRICO OU GANGLIO OU SECCAO DE ADERENCIAS NCOP
ENXERTO DE NERVO CRANEANO OU PERIFERICO
TRANSPOSICAO DE NERVOS CRANEANOS OU PERIFERICOS
PLASTIA DE NERVOS CRANIANOS OU PERIFERICOS NCOP
ANASTOMOSE DO NERVO HIPOGLOSSO AO FACIAL
ANASTOMOSE DO NERVO ACESSORIO AO FACIAL
ANASTOMOSE DO NERVO ACESSORIO AO HIPOGLOSSO
ANASTOMOSE DE NERVO CRANEANO OU PERIFERICO NCOP
REVISAO DE REPARACAO PREVIA DE NERVOS CRANEANOS OU PERIFERICOS
REPARACAO DE LESOES TRAUMAT. ANTIGAS DE NERV.CRANEANOS OU PERIF.
NEUROPLASTIA NCOP
INJECCAO EM NERVO PERIFERICO
INJECCAO EM NERVO PERIFERICO NCOP
INJECCAO DE ANESTESICO EM NERVO PERIFERICO PARA ANALGESIA
INJECCAO DE OUTRAS SUBSTANCIAS EXCEPTO NEUROLITICAS
OPERACOES EM NERVOS CRANEANOS OU PERIFERICOS, NCOP
NEURECTASIA
IMPLANTACAO OU SUBSTITUICAO DE NEURO-ESTIMULADOR PERIFERICO
REMOCAO DE NEURO-ESTIMULADOR PERIFERICO
OPERACOES EM NERVOS CRANIANOS OU PERIFERICOS NCOP
SECCAO DE NERVO OU GANGLIO SIMPATICO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS EM NERVOS OU GANGLIOS SIMPATICOS
BIOPSIA DE NERVO OU GANGLIO SIMPATICO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NOS NERVOS OU GANGLIOS SIMPATICOS NCOP
INJECCAO EM NERVO OU GANGLIO SIMPATICO
INJECCAO DE ANESTESICO EM NERVO SIMPATICO PARA ANALGESIA
INJECCAO DE SUBSTANCIA NEUROLITICA EM NERVO SIMPATICO
INJECCOES EM NERVO OU GANGLIO SIMPATICO NCOP
REPARACAO DE NERVO OU GANGLIO SIMPATICO
INCISAO NA REGIAO TIROIDEIA
ASPIRACAO DA REGIAO TIROIDEIA
REABERTURA DE FERIDA DA REGIAO TIROIDEIA
INCISAO DA REGIAO TIROIDEIA,NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NAS GLANDULAS TIROIDEIA E PARATIROIDEIA
BIOPSIA FECHADA [PERCUTANEA] [POR AGULHA] DA GLANDULA TIROIDEIA
BIOPSIA ABERTA DA GLANDULA TIROIDEIA
BIOPSIA DA GLANDULA PARATIROIDEIA
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NAS GLANDULAS TIROIDEIA E PARATIROIDEIA NCO
EXPLORACAO DA REGIAO SUPRA-RENAL
EXPLORACAO DA REGIAO SUPRARENAL NCOP
EXPLORACAO UNILATERAL DA REGIAO SUPRARENAL
EXPLORACAO BILATERAL DA REGIAO SUPRARENAL
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NAS GLANDULAS S.R., HIPOFISE, PINEAL E TIMO
BIOPSIA FECHADA [PERCUTANEA] [POR AGULHA] GLANDULA SUPRA-RENAL
BIOPSIA ABERTA DA GLANDULA SUPRA-RENAL
BIOPSIA DA GLANDULA HIPOFISARIA, VIA TRANSFRONTAL
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P0714
P0715
P0716
P0717
P0719
P074
P0741
P0742
P0743
P0744
P0745
P0749
P0751
P0752
P0771
P0772
P0791
P0792
P0793
P0794
P080
P0801
P0802
P0809
P081
P0811
P0819
P0821
P0822
P083
P0831
P0832
P0833
P0834
P0835
P0836
P0837
P0838
P084
P0841
P0842
P0843
P0844
P0849
P085
P0851
P0852
P0859
P086
P0861
P0862
P0863
P0864
Descrição Procedimento
BIOPSIA DA GLANDULA HIPOFISARIA, VIA TRANSESFENOIDAL
BIOPSIA DA GLANDULA HIPOFISARIA, VIA NAO ESPECIFICADA
BIOPSIA DO TIMO
BIOPSIA DA GLANDULA PINEAL
PROCEDIMENTOS DIAGNOST. GLANDULAS S.R., HIPOFISE, PINEAL E TIMO NCOP
INTERVENCAO NAS GLANDULAS SUPRA-RENAIS, SEUS NERVOS E VASOS NCOP
INCISAO DA GLANDULA SUPRA-RENAL
SECCAO DOS NERVOS DAS GLANDULAS SUPRA-RENAIS
LAQUEACAO DOS VASOS SUPRA-RENAIS
RECONSTRUCAO DE GLANDULA SUPRA-RENAL
REIOMPLANTACAO DE TECIDO SUPRA-RENAL
INTERVENCAO NAS GLANDULAS SUPRA-RENAIS, SEUS NERVOS E VASOS NCOP
EXPLORACAO DA REGIAO PINEAL
INCISAO DA GLANDULA PINEAL
EXPLORACAO DA FOSSA PITUITARIA
INCISAO DA HIPOFISE
EXPLORACAO DA REGIAO DO TIMO
INCISAO DO TIMO
REPARACAO DO TIMO
TRANSPLANTACAO DO TIMO
INCISAO DA PALPEBRA
INCISAO DA MARGEM PALPEBRAL
AVIVAMENTO DE BLEFARORRAFIA
INCISAO DA PALPEBRA NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA PALPEBRA
BIOPSIA DA PALPEBRA
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA PALPEBRA NCOP
EXCISAO DE CHALAZIO
EXCISAO DE OUTRA LESAO MENOR DA PALPEBRA
REPARACAO DE BLEFAROPTOSE E RETRACCAO DA PALPEBRA
REPARACAO DE BLEFAROPTOSE POR TECNICA DO MUSCULO FRONTAL C/SUTURA
REPARACAO DE BLEFAROPTOSE POR TECNICA DE MUSCULO FRONTAL C/ DESLIZAMENTO DEFASCIA
REPARACAO DE BLEFAROPTOSE POR RESSECCAO OU AVANCO DE MUSCULO OU APONEVROSE
REPARACAO DE BLEFAROPTOSE POR OUTRAS TECNICAS COM ELEVAÇÃO DO MUSCULO
REPARACAO DE BLEFAROPTOSE POR TECNICA TARSAL
REPARACAO DE BLEFAROPTOSE POR OUTRAS TECNICAS
REDUCAO DE SUPER CORRECCAO DE PTOSE
CORRECCAO DE RETRACCAO DA PALPEBRA
REPARACAO DE ENTROPIO OU ECTROPIO
REPARACAO DE ENTROPIO OU ECTROPIO POR TERMOCAUTERIZACAO
REPARACAO DE ENTROPIO OU ECTROPIO POR TECNICA DE SUTURA
REPARACAO DE ENTROPIO OU ECTROPIO COM RESSECCAO EM CUNHA
REPARACAO DE ENTROPIO OU ECTROPIO COM RECONSTRUCAO DA PALPEBRA
REPARACOES DE ENTROPIO OU ECTROPIO NCOP
AJUSTAMENTOS DE POSICAO DA PALPEBRA NCOP
CANTOTOMIA
BLEFARORRAFIA
AJUSTAMENTOS DE POSICAO DA PALPEBRA NCOP
RECONSTRUCAO DE PALPEBRA COM RETALHOS OU ENXERTOS
RECONSTRUCAO DE PALPEBRA COM ENXERTO OU RETALHO DE PELE
RECONSTRUCAO DE PALPEBRA COM ENXERTO OU RETALHO DE MEMBRANA MUCO
RECONSTRUCAO DE PALPEBRA COM ENXERTO FOLICULAR
RECONSTRUCAO DE PALPEBRA COM RETALHO TARSOCONJUNTIVAL
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P0869
P087
P0870
P0871
P0872
P0873
P0874
P088
P0881
P0882
P0883
P0884
P0885
P0886
P0887
P0889
P089
P0891
P0892
P0893
P0899
P090
P091
P0911
P0912
P0919
P094
P0941
P0942
P0943
P0944
P0949
P095
P0951
P0952
P0953
P0959
P097
P0971
P0972
P0973
P098
P0981
P0982
P0983
P099
P0991
P0999
P100
P101
P102
P1021
P1029
Descrição Procedimento
RECONSTRUCAO DA PALPEBRA COM ENXERTOS OU RETALHOS NCOP
RECONSTRUCOES DA PALPEBRA NCOP
RECONSTRUCAO DE PALPEBRA SOE
RECONSTRUCAO DE PALPEBRA ENVOLVENDO O BORDO ESPESSURA, PARCIAL
RECONSTRUCAO DE RECONSTRUCAO DE PALPEBRA ESPESSURA PARCIAL NCOP
RECONSTRUCAO DE PALPEBRA ENVOLVENDO O BORDO, ESPESSURA TOTAL
RECONSTRUCAO DE PALPEBRA, ESPESSURA TOTAL NCOP
REPARACOES DE PALPEBRA NCOP
REPARACAO LINEAR DE LACERACAO DA PALPEBRA OU SUPRACILIO
REPARACAO DE LACERACAO ENVOLVENDO BORDO PALPEBRAL, ESPESSURA PARCIAL
REPARACAO DE LACERACAO DE PALPEBRA, ESPESSURA PARCIAL NCOP
REPARACAO LACERACAO ENVOLVENDO O BORDO PALPEBRAL, ESPESSURA TOTAL
REPARACAO DE LACERACAO DE PALPEBRA POR ESPESSAMENTO TOTAL NCOP
RITIDECTOMIA DA PALPEBRA INFERIOR
RITIDECTOMIA DA PALPEBRA SUPERIOR
REPARACOES DA PALPEBRA NCOP
OPERACOES NAS PALPEBRAS NCOP
DEPILACAO ELECTROCIRURGICA DA PALPEBRA
DEPILACAO CRIOCIRURGICA DA PALPEBRA
DEPILACAO DA PALPEBRA NCOP
OPERACOES NAS PALPEBRAS NCOP
INCISAO DA GLANDULA LACRIMAL
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO APARELHO LACRIMAL
BIOPSIA DA GLANDULA LACRIMAL
BIOPSIA DO SACO LACRIMAL
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO APARELHO LACRIMAL NCOP
MANIPULACAO DO CANAL LACRIMAL
EXPLORACAO DO PONTO LACRIMAL
EXPLORACAO DOS CANALICULOS LACRIMAIS
EXPLORACAO DE CANAL NASOLACRIMAL
ENTUBACAO DE CANAL NASOLACRIMAL
MANIPULACAO DE CANAL LACRIMAL NCOP
INCISAO DE SACO OU CANAIS LACRIMAIS
INCISAO DE PONTO LACRIMAL
INCISAO DOS CANALICULOS LACRIMAIS
INCISAO DE SACO LACRIMAL
INCISOES DOS CANAIS LACRIMAIS NCOP
REPARACAO DE CANALICULO E/OU PONTO LACRIMAL
CORRECCAO DE PONTO LACRIMAL EVERTIDO
REPARACAO DE PONTO LACRIMAL NCOP
REPARACAO DE CANALICULO LACRIMAL
FISTULIZACAO DO TRACTO LACRIMAL PARA A CAVIDADE NASAL
DACRIOCISTORRINOSTOMIA
CONJUNTIVOCISTORRINOSTOMIA
CONJUNTIVORRINOSTOMIA COM INSERCAO DE TUBO OU STENT
OPERACOES NO APARELHO LACRIMAL NCOP
OBLITERACAO DE PONTO LACRIMAL
OPERACOES NO APARELHO LACRIMAL NCOP
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO ALOJADO NA CONJUNTIVA POR INCISAO
INCISOES NA CONJUNTIVA NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA CONJUNTIVA
BIOPSIA DA CONJUNTIVA
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA CONJUNTIVA NCOP
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P104
P1041
P1042
P1043
P1044
P1049
P105
P106
P1091
P112
P1121
P1122
P1129
P113
P1131
P1132
P1139
P115
P1151
P1152
P1153
P1159
P116
P1160
P1161
P1162
P1163
P1164
P1169
P117
P1171
P1172
P1173
P1174
P1175
P1176
P1179
P119
P1191
P1192
P1199
P120
P1200
P1201
P1202
P121
P1211
P1212
P1213
P1214
P122
P1221
P1222
Descrição Procedimento
CONJUNTIVOPLASTIA
REPARACAO DE SIMBLEFARO COM ENXERTO LIVRE
RECONSTRUCAO DE FUNDO DE SACO CONJUNTIVAL COM ENXERTO LIVRE
RECONSTRUCOES DE FUNDO DE SACO CONJUNTIVAL NCOP
ENXERTO LIVRE DE CONJUNTIVA NCOP
CONJUNTIVOPLASTIA NCOP
SECÇÃO DE ADERENCIAS DA CONJUNTIVA E PALPEBRA
REPARACAO DE LACERACAO DE CONJUNTIVA
INJECCAO SUBCONJUNTIVAL
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA CORNEA
ESCARIFICACAO DA CORNEA PARA SEMENTEIRA OU CULTURA
BIOPSIA DA CORNEA
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA CORNEA NCOP
EXCISAO DE PTERIGIO
TRANSPOSICAO DE PTERIGIO
EXCISAO DE PTERIGIO COM ENXERTO DE CORNEA
EXCISAO DE PTERIGIO, NCOP
REPARACAO DE CORNEA
SUTURA DE LACERACAO DE CORNEA
REPARACAO DE DEISCENCIA DE FERIDA POS OPERATORIA DA CORNEA
REPARACAO DE LACERACAO OU FERIDA DA CORNEA COM RETALHO CONJUNTIVAL
REPARACOES DA CORNEA NCOP
TRANSPLANTE DE CORNEA
TRANSPLANTE DE CORNEA SOE
QUERATOPLASTIA LAMELAR COM AUTO-ENXERTO
QUERATOPLASTIA LAMELAR NCOP
QUERATOPLASTIA PENETRANTE COM AUTO-ENXERTO
QUERATOPLASTIA PENETRANTE NCOP
TRANSPLANTE DE CORNEA, NCOP
CIRURGIA RECONSTRUTIVA E REFRACTIVA DA CORNEA NCOP
QUERATOMELEUSIS
QUERATOFAQUIA
QUERATOPROTESE
TERMOQUERATOPLASTIA
QUERATOTOMIA RADIAL (CORNEA)
EPIQUERATOFAQUIA (CORNEA)
CIRURGIAS RECONSTRUTIVAS E REFRACTIVAS DA CORNEA NCOP
OPERACOES NA CORNEA NCOP
TATUAGEM DA CORNEA
REMOCAO DE IMPLANTE ARTIFICIAL DA CORNEA
OPERACOES NA CORNEA NCOP
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO INTRAOCULAR DO SEGMENTO ANTERIOR DO OLHO
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO INTRAOCULAR DO SEGMENTO ANTERIOR DO OLHO, SOE
REMOCAO COM MAGNETO DE CORPO ESTRANHO INTRAOCULAR DO SEGMENTO ANTERIOR
REMOCAO CORPO ESTRANHO INTRAOCULAR SEGMENTO ANTERIOR OLHO S/ UTI
IRIDOTOMIA E IRIDECTOMIA SIMPLES
IRIDOTOMIA COM TRANSFIXACAO
IRIDOTOMIAS NCOP
EXCISAO DE PROLAPSO DA IRIS
IRIDECTOMIAS NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA IRIS CORPO CILIAR ESCLEROTICA E CAMARA A
PUNCAO DIAGNOSTICA DA CAMARA ANTERIOR DO OLHO
BIOPSIA DA IRIS
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 225 de 293
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P1229
P123
P1231
P1232
P1233
P1234
P1235
P1239
P125
P1251
P1252
P1253
P1254
P1255
P1259
P126
P1261
P1262
P1263
P1264
P1265
P1266
P1269
P127
P1271
P1272
P1273
P1274
P1279
P1281
P1282
P1283
P1285
P1286
P1287
P1288
P1289
P1291
P1292
P130
P1300
P1301
P1302
P131
P1311
P1319
P132
P133
P134
P1341
P1342
P1343
Descrição Procedimento
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA IRIS CORPO CILIAR ESCLEROTICA E CAMARA A
IRIDOPLASTIA E COREOPLASTIA
SECÇÃO DE GONIOSINEQUIAS
SECÇÃO DE SINEQUIAS ANTERIORES, NCOP
SECÇÃO DE SINEQUIAS POSTERIORES
SECÇÃO DE ADERENCIAS CORNEOVITREAS
COREOPLASTIA
IRIDOPLASTIAS NCOP
PROCEDIMENTOS PARA MELHORAR A CIRCULACAO INTRAOCULAR
GONIOPUNCAO SEM GONIOTOMIA
GONIOTOMIA SEM GONIOPUNCAO
GONIOTOMIA COM GONIOPUNCAO
TRABECULOTOMIA AB EXTERNO
CICLODIALISE
PROCEDIMENTOS PARA MELHORAR A CIRCULACAO INTRAOCULAR,NCOP
FISTULIZACAO DA ESCLEROTICA
TREPANACAO DE ESCLEROTICA COM IRIDECTOMIA
TERMOCAUTERIZACAO DE ESCLEROTICA COM IRIDECTOMIA
IRIDENCLEISIS E IRIDOTASIS
TRABECULECTOMIA AB EXTERNO
FISTULIZACAO DA ESCLEROTICA COM IRIDECTOMIA NCOP
REVISAO POS-OPERATORIA DE TECNICAS DE FISTULIZACAO CIRURGICA DA ESCLERÓTICA
PROCEDIMENTOS FISTULIZANTES NCOP
PROCEDIMENTOS PARA MELHORAR A PRESSAO INTRAOCULAR ELEVADA NCOP
CICLODIATERMIA
CICLOCRIOTERAPIA
CICLOFOTOCOAGULACAO
DIMINUICAO DO CORPO CILIAR NOS
PROCEDIMENTOS PARA GLAUCOMA NCOP
SUTURA DE LACERACAO DA ESCLEROTICA
REPARACAO DE FISTULA DA ESCLEROTICA
REVISAO DE FERIDA OPERATORIA DO SEGMENTO ANTERIOR NCOP
REPARACAO DE ESTAFILOMA DA ESCLEROTICA COM ENXERTO
REPARACAO DE ESTAFILOMA DA ESCLEROTICA NCOP
REFORCO DA ESCLEROTICA COM ENXERTO
REFORCO DA ESCLEROTICA NCOP
OPERACOES NA ESCLEROTICA NCOP
EVACUACAO TERAPEUTICA DA CAMARA ANTERIOR
INJECCAO NA CAMARA ANTERIOR
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO DO CRISTALINO
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO DO CRISTALINO SOE
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO DO CRISTALINO COM UTILIZACAO DE MAGNET
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO DO CRISTALINO SEM UTILIZACAO DE MREMOCAO DE CORPO
ESTRANHO DO CRISTALINO SEM UTILIZACAO DE MAGNET
EXTRACCAO INTRACAPSULAR DO CRISTALINO
EXTRACCAO INTRACAPSULAR DO CRISTALINO POR VIA TEMPORAL INFERIOR
EXTRACCAO INTRACAPSULAR DO CRISTALINO, SOE
EXTRACCAO EXTRACAPSULAR DO CRISTALINO POR TECNICA LINEAR
EXTRACC.EXTRACAPS.CRISTALINO POR TECN.ASPIR.SIMPLES (E IRRIGACAO)
EXTRACCAO EXTRACAPSULAR DO CRISTALINO POR TECNICA DE FRAGMENTACAO E ASPIRAÇÃO
FACOEMULSIFICACAO E ASPIRACAO DE CATARATA
FACOFRAGMENTACAO MECANICA E ASPIRACAO DE CATARATA POR VIA POSTERIOR
FACOFRAGMENTACAO MECANICA E OUTRA ASPIRACAO DE CATARATA
Página 226 de 293
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P135
P1351
P1359
P136
P1364
P1365
P1366
P1369
P137
P1370
P1371
P1372
P138
P139
P140
P1400
P1401
P1402
P141
P1411
P1419
P143
P1431
P1432
P1433
P1434
P1435
P1439
P144
P1441
P1449
P145
P1451
P1452
P1453
P1454
P1455
P1459
P146
P147
P1471
P1472
P1473
P1474
P1475
P1479
P15
P150
P1501
P1509
P151
P1511
P1512
Descrição Procedimento
EXTRACCAO EXTRACAPSULAR DO CRISTALINO NCOP
EXTRACCAO EXTRACAPSULAR DO CRISTALINO POR VIA TEMPORAL INFERIOR
EXTRACCOES EXTRACAPSULARES DO CRISTALINO NCOP
EXTRACCAO DE CATARATA NCOP
DISCISAO DE MEMBRANA SECUNDARIA (PÓS CATARATA)
EXCISAO DE MEMBRANA SECUNDARIA (PÓS CATARATA)
FRAGMENTACAO MECANICA DE MEMBRANA SECUNDARIA (PÓS CATARATA
EXTRACCAO DE CATARATA NCOP
INSERCAO DE PROTESE DE CRISTALINO (PSEUDOFAQUIA)
INSERCAO DE PSEUDOFAQUIA SOE
INSERCAO PROTESE INTRAOCULAR DE CRISTALINO SUCEDENDO A EXTRACCAO CA, 1ª MÃO
INSERCAO SECUNDARIA INTRAOCULAR DE PROTESE DO CRISTALINO
EXTRACCAO DE CRISTALINO IMPLANTADO
OPERACOES NO CRISTALINO NCOP
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO DO SEGMENTO POSTERIOR DO OLHO
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO DO SEGMENTO POSTERIOR DO OLHO SOE
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO DO SEGMENTO POSTERIOR DO OLHO COM MAGNETE
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO DO SEGMENTO POSTERIOR DO OLHO SEM MAGNETE
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA RETINA, COROIDE, VITREO E CAMARA POSTERIOR
PUNCAO DIAGNOSTICA DO VITREO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA RETINA, COROIDE, VITREO E CAMARA POSTERIOR, NCOP
REPARACAO DE RASGADURA DA RETINA
REPARACAO DE RASGADURA DA RETINA POR DIATERMIA
REPARACAO DE RASGADURA DA RETINA POR CRIOTERAPIA
REPARACAO DE RASGADURA DA RETINA POR FOTOCOAGULAC. ARCO DE XENON
REPARACAO DE RASGADURA DA RETINA POR FOTOCOAGULACAO LASER
REPARACAO DE RASGAD.DA RETINA POR FOTOCOAGUL.LASER, TIPO N/ESPECIFICADO
REPARACAO DE RASGADURA DA RETINA, NCOP
REPARACAO DE DESCOLAMENTO DE RETINA COM DEPRESSAO ESCLERAL E IMPLANTE
DEPRESSAO ESCLERAL COM IMPLANTE
DEPRESSOES ESCLERAIS NCOP
REPARACOES DE DESCOLAMENTO DA RETINA NCOP
REPARACAO DE DESCOLAMENTO DA RETINA COM DIATERMIA
REPARACAO DE DESCOLAMENTO DA RETINA COM CRIOTERAPIA
REPARACAO DE DESCOLAMENTO DA RETINA POR FOTOCOAGULACAO POR XENON
REPARACAO DE DESCOLAMENTO DA RETINA POR FOTOCOAGULACAO POR LASER
REPARAÇÃO DE DESCOLAMENTO DA RETINA POR FOTOCOAGULAÇÃO DE TIPO NÃO ESPECIFICADO
REPARACOES DE DESCOLAMENTO DA RETINA NCOP
REMOÇÃO DE MATERIAL CIRÚRGICO IMPLANTADO NO SEGMENTO POSTERIOR DO OLHO
OPERACOES NO VITREO
EXTRACCAO DO VITREO POR VIA ANTERIOR
EXTRACCAO DO VITREO NCOP
VITRECTOMIA MECANICA POR VIA ANTERIOR
VITRECTOMIA MECANICA NCOP
INJECCAO DE SUBSTITUTO DE VITREO
OPERACOES NO VITREO NCOP
OPERACAO NOS MULCULOS EXTRA-OCULARES
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NOS MUSCULOS E TENDOES EXTRAOCULARES
BIOPSIA DE MUSCULO OU TENDAO EXTRAOCULAR
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NOS MUSCULOS E TENDOES EXTRAOCULARES NCOP
OPERACOES NUM MUSCULO EXTRAOCULAR ENVOLVENDO SUA DESINSERCAO TEMPORÁRIA
RECUO DE UM MUSCULO EXTRAOCULAR
AVANCO DE UM MUSCULO EXTRAOCULAR
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 227 de 293
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P1513
P1519
P152
P1521
P1522
P1529
P153
P154
P155
P156
P157
P159
P161
P162
P1621
P1622
P1623
P1629
P166
P1661
P1662
P1663
P1664
P1665
P1666
P1669
P167
P1671
P1672
P168
P1681
P1682
P1689
P180
P1801
P1802
P1809
P181
P1811
P1812
P1819
P184
P185
P186
P187
P1871
P1872
P1879
P189
P19
P190
Descrição Procedimento
RESSECCAO DE UM MUSCULO EXTRAOCULAR
OPERACOES EM MUSCULO EXTRAOCULAR ENVOLVENDOX DESINSERCAO TEMPORARIA DO GLOBO
OPERACOES NUM MUSCULO EXTRAOCULAR NCOP
PROCEDIMENTOS DE ALONGAMENTO DE UM MUSCULO EXTRAOCULAR
PROCEDIMENTOS DE ENCURTAMENTO DE UM MUSCULO EXTRAOCULAR
OPERACOES NUM MUSCULO EXTRAOCULAR NCOP
OP.2 /MAIS MUSC.EXTRAOCULARES ENVOLV.DESINSERCAO TEMPOR.GLOBO NUM OU EM AMBOS OS
OLHOS
OPERACOES EM DOIS OU MAIS MUSCULOS EXTRAOCULARES NUM OU EM AMBOS OS OLHOS
TRANSPOSICAO DE MUSCULOS EXTRAOCULARES
REVISAO DE CIRURGIA DE MUSCULO EXTRAOCULAR
REPARACAO DE LESAO DE MUSCULO EXTRAOCULAR
OPERACOES NOS TENDOES E MUSCULOS EXTRAOCULARES NCOP
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO PENETRANTE NO OLHO SOE
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA ORBITA E GLOBO OCULAR
OFTALMOSCOPIA
PUNCAO DIAGNOSTICA DA ORBITA
BIOPSIA DO GLOBO OCULAR E ORBITA
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA ORBITA E GLOBO OCULAR NCOP
PROCEDIMENTOS SECUNDARIAS APOS EXCISAO DE GLOBO OCULAR
INSERCAO SECUNDARIA DE IMPLANTE OCULAR
REVISAO E REINSERCAO DE IMPLANTE OCULAR
REVISAO DE LOCA DE ENUCLEACAO COM ENXERTO
REVISAO DE LOCA DE ENUCLEACAO NCOP
ENXERTO SECUNDARIO PARA CAVIDADE DE EXENTERACAO
REVISAO DE CAVIDADE DE EXENTERACAO NCOP
PROCEDIMENTOS SECUNDARIOS APOS REMOÇAO DO GLOBO OCULAR NCOP
REMOCAO DE IMPLANTE OCULAR OU ORBITAL
REMOCAO DE IMPLANTE OCULAR
REMOCAO DE IMPLANTE ORBITAL
REPARACAO DE LESAO DO GLOBO OCULAR E ORBITA
REPARACAO DE FERIDA DA ORBITA
REPARACAO DE ROTURA DO GLOBO OCULAR
REPARACAO DE LESAO DA ORBITA E GLOBO OCULAR NCOP
INCISAO DO OUVIDO EXTERNO
PERFURACAO DO LOBO DA ORELHA
INCISAO DO CANAL AUDITIVO EXTERNO
INCISAO DO OUVIDO EXTERNO NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO OUVIDO EXTERNO
OTOSCOPIA
BIOPSIA DE OUVIDO EXTERNO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO OUVIDO EXTERNO NCOP
SUTURA DE LACERACAO DO OUVIDO EXTERNO
CORRECCAO CIRURGICA DE ORELHA ALADA
RECONSTRUCAO DO CANAL AUDITIVO EXTERNO
REPARACOES PLASTICAS DO OUVIDO EXTERNO NCOP
CONSTRUCAO DE PAVILHAO AURICULAR
REINSERCAO DE PAVILHAO AURICULAR AMPUTADO
REPARACOES PLASTICAS DE OUVIDO EXTERNO NCOP
OPERACOES NO OUVIDO EXTERNO NCOP
OPERACÕES DE RECONSTRUCAO NO OUVIDO MEOPERACÕES DE RECONSTRUCAO NO OUVIDO
MEDIO
MOBILIZACAO DO ESTRIBO
Página 228 de 293
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P192
P1921
P1929
P193
P194
P195
P1952
P1953
P1954
P1955
P196
P199
P200
P2001
P2009
P201
P202
P2021
P2022
P2023
P203
P2031
P2032
P2039
P206
P2061
P2062
P2071
P2072
P208
P2092
P2093
P2094
P2095
P2096
P2097
P2098
P210
P2100
P2101
P2102
P2103
P2104
P2105
P2106
P2107
P2109
P211
P212
P2121
P2122
P2129
Descrição Procedimento
REVISAO DE ESTAPEDECTOMIA
REVISAO DE ESTAPEDECTOMIA COM SUBSTITUICAO DE BIGORNA
REVISÃO DE ESTAPEDECTOMIA NCOP
OPERACOES NA CADEIA OSSICULAR NCOP
MIRINGOPLASTIA
TIMPANOPLASTIAS NCOP
TIMPANOPLASTIA TIPO II
TIMPANOPLASTIA TIPO III
TIMPANOPLASTIA TIPO IV
TIMPANOPLASTIA TIPO V
REVISAO DE TIMPANOPLASTIA
REPARACOES DO OUVIDO MEDIO NCOP
MIRINGOTOMIA
MIRINGOTOMIA COM INSERCAO DE TUBO
MIRINGOTOMIA NCOP
REMOCAO DE TUBO DE TIMPANOSTOMIA
INCISAO DE MASTOIDE E OUVIDO MEDIO
INCISAO DE MASTOIDE
INCISAO DE CELULAS AEREAS DA PIRAMIDE PETROSA
INCISAO DO OUVIDO MEDIO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO OUVIDO MEDIO E INTERNO
ELECTROCOCLEOGRAFIA
BIOPSIA DE OUVIDO MEDIO E INTERNO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO OUVIDO MEDIO E INTERNO NCOP
FENESTRACAO DO OUVIDO INTERNO
FENESTRACAO DO OUVIDO EXTERNO (INICIAL)
REVISAO DE FENESTRACAO DE OUVIDO INTERNO
SHUNT ENDOLINFATICO
INJECCAO NO OUVIDO INTERNO
OPERACOES NA TROMPA DE EUSTAQUIO
REVISAO DE MASTOIDECTOMIA
REPARAÇÃO DAS JANELAS OVAL E REDONDA
INJECCAO NO TIMPANO
IMPLANTE DE PROTESE ELECTROMAGNETICA NO OUVIDO
IMPLANTE OU SUBSTITUICAO DE DISPOSITIVO COCLEAR PROTESICO,SOE
IMPLANTE OU SUBST. DISPOSITIVO COCLEAR PROTESICO, CANAL UNICO
IMPLANTE OU SUBST.DISPOSITIVO COCLEAR PROTESICO,CANAIS MULTIP
CONTROLE DE EPISTAXIS
CONTROLE DE EPISTAXIS SOE
CONTROLE DE EPISTAXIS POR TAMPONAMENTO NASAL ANTERIOR
CONTROLE DE EPISTAXIS POR TAMPONAMENTO POSTERIOR (E ANTERIOR)
CONTROLE DE EPISTAXIS POR CAUTERIZACAO( E TAMPONAMENTO)
CONTROLE DE EPISTAXIS POR LAQUEACAO DAS ARTERIAS ETMOIDAIS
CONTROLE DE EPISTAXIS POR LAQUEACAO (TRANSANTRAL) DA ARTERIA MAXILAR
CONTROLE DE EPISTAXIS POR LAQUEACAO DA ARTERIA CAROTIDA EXTERNA
CONTROLE EPISTAXIS POR EXCISAO MUCOSA NASAL E ENXERTO PELE NO SEPTUM E PAREDES NASAIS
LATERAIS
CONTROLE DE EPISTAXIS POR OUTROS MEIOS
INCISAO DO NARIZ
PROCEDIMENTOS DIAGNÓSTICOS NO NARIZ
RINOSCOPIA
BIOPSIA DO NARIZ
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO NARIZ NCOP
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 229 de 293
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P2162
P217
P2171
P2172
P218
P2181
P2182
P2183
P2184
P2185
P2186
P2187
P2188
P2189
P2191
P220
P2200
P2201
P2202
P221
P2211
P2212
P2219
P222
P223
P2241
P225
P2250
P2251
P2252
P2253
P227
P2271
P2279
P23
P230
P2301
P2309
P231
P2311
P2319
P232
P233
P234
P2341
P2342
P2343
P2349
P235
P236
P237
P2370
P2371
Descrição Procedimento
FRACTURA DOS CORNETOS
REDUCAO DE FRACTURA NASAL
REDUCAO FECHADA DE FRACTURA NASAL
REDUCAO ABERTA DE FRACTURA NASAL
REPARACOES E OPERACOES PLASTICAS NO NARIZ
SUTURA DE LACERACAO DO NARIZ
ENCERRAMENTO DE FISTULA NASAL
RECONSTRUCAO TOTAL DO NARIZ
REVISAO DE RINOPLASTIA
RINOPLASTIA PARA AUMENTO
RINOPLASTIA LIMITADA
RINOPLASTIA NCOP
SEPTOPLASTIAS NCOP
REPARACOES E OPERACOES PLASTICAS NO NARIZ NCOP
SECÇÃO DE ADERENCIAS DAS FOSSAS NASAIS
ASPIRACAO E LAVAGEM DOS SEIOS NASAIS
ASPIRACAO E LAVAGEM DOS SEIOS NASAIS SOE
PUNCAO DOS SEIOS NASAIS PARA ASPIRACAO OU LAVAGEM
ASPIRACAO OU LAVAGEM DOS SEIOS NASAIS ATRAVES DO OSTIUM
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NOS SEIOS NASAIS
BIOPSIA FECHADA [ENDOSCOPICA] [POR AGULHA] DOS SEIOS NASAIS
BIOPSIA ABERTA DOS SEIOS NASAIS
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NOS SEIOS NASAIS, NCOP
ANTROTOMIA ENDONASAL
ANTROTOMIA MAXILAR EXTERNA
SINUSOTOMIA FRONTAL
SINUSOTOMIAS NASAIS NCOP
SINUSOTOMIA SOE
ETMOIDOTOMIA
ESFENOIDOTOMIA
INCISAO DE MULTIPLOS SEIOS NASAIS
REPARACAO DOS SEIOS NASAIS
ENCERRAMENTO DE FISTULA DOS SEIOS NASAIS
REPARACAO DOS SEIOS NASAIS NCOP
REMOCAO E RESTAURACAO DE DENTES
EXTRACCAO DE DENTE POR FORCEPS
EXTRACCAO DE DENTE DE LEITE
EXTRACCAO DE DENTE SOE
EXTRACCAO CIRURGICA DE DENTE
EXTRACCAO DE RAIZ RESIDUAL
EXTRACCAO CIRURGICA DE DENTE NCOP
RESTAURACAO DE DENTE POR OBTURACAO
RESTAURACAO DE DENTE POR INCLUSAO ENCHIMENTO
RESTAURACOES DENTARIAS NCOP
APLICACAO DE COROA
INSERCAO DE PONTE FIXA
INSERCAO DE PONTE MOVEL
RESTAURACOES DENTARIAS NCOP
IMPLANTE DE DENTE
IMPLANTE DE PROTESE DENTARIA
APICECTOMIA E TERAPIA DO CANAL DA RAIZ
CANAL DA RAIZ SOE
TERAPIA DO CANAL DA RAIZ POR IRRIGACAO
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P2372
P2373
P240
P241
P2411
P2412
P2419
P242
P2432
P245
P246
P247
P248
P249
P2491
P2499
P250
P2501
P2502
P2509
P255
P2551
P2559
P259
P2591
P2592
P2593
P2594
P260
P261
P2611
P2612
P2619
P2621
P264
P2641
P2642
P2649
P2691
P270
P271
P272
P2721
P2722
P2723
P2724
P2729
P275
P2751
P2752
P2753
P2754
P2755
Descrição Procedimento
TERAPIA DO CANAL DA RAIZ COM APICECTOMIA
APICECTOMIA
INCISAO NA GENGIVA OU OSSO ALVEOLAR
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NOS DENTES, GENGIVAS E ALVEOLOS
BIOPSIA DA GENGIVA
BIOPSIA DOS ALVEOLOS
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NOS DENTES GENGIVAS E ALVEOLOS NCOP
GENGIVOPLASTIA
SUTURA DE LACERACAO DA GENGIVA
ALVEOLOPLASTIA
EXPOSICAO DE DENTE
APLICACAO DE PROTESE ORTODONTICA
OPERACOES ORTODONTICAS NCOP
OPERACOES DENTARIAS NCOP
EXTENSAO OU AFUNDAMENTO DOS SULCOS BUCO-LABIAL OU LINGUAL
OPERACOES DENTARIAS NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA LINGUA
BIOPSIA FECHADA [AGULHA] DA LINGUA
BIOPSIA ABERTA DA LINGUA
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA LINGUA NCOP
REPARACAO DA LINGUA E GLOSSOPLASTIA
SUTURA DE LACERACAO DA LINGUA
REPARACOES E OPERACOES PLASTICAS NA LINGUA NCOP
OPERACOES NA LINGUA NCOP
FRENOTOMIA LINGUAL
FRENECTOMIA LINGUAL
SECÇÃO DE ADERENCIAS DA LINGUA
GLOSSOTOMIAS NCOP
INCISAO DA GLANDULA OU CANAL SALIVAR
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NAS GLANDULAS E CANAIS SALIVARES
BIOPSIA FECHADA [POR AGULHA] DE GLANDULA OU CANAL SALIVAR
BIOPSIA ABERTA DE GLANDULA OU CANAL SALIVAR
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NAS GLANDULAS E CANAIS SALIVARES NCOP
MARSUPIALIZACAO DE QUISTO DA GLANDULA SALIVAR
REPARACAO DE GLANDULA OU CANAL SALIVAR
SUTURA DE LACERACAO DA GLANDULA SALIVAR
ENCERRAMENTO DE FISTULA SALIVAR
REPARACOES E OPERACOES PLASTICAS NA GLANDULA OU CANAL SALIVAR NCOP
SONDAGEM DO CANAL SALIVAR
DRENAGEM DA FACE E PAVIMENTO DA BOCA
INCISAO DO PALATO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA CAVIDADE ORAL
BIOPSIA DO PALATO OSSEO
BIOPSIA DA UVULA E DO PALATO MOLE
BIOPSIA DO LABIO
BIOPSIA DA BOCA, ESTRUTURA NAO ESPECIFICADA
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA CAVIDADE ORAL, NCOP
REPARACAO PLASTICA DA BOCA
SUTURA DE LACERACAO DO LABIO
SUTURA DE LACERACAO DE OUTROS LOCAIS DA BOCA
ENCERRAMENTO DE FISTULA DA BOCA
REPARAÇÃO DE FENDA LABIAL
ENXERTO DA ESPESSURA TOTAL DE PELE DO LABIO E BOCA
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 231 de 293
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P2756
P2757
P2759
P276
P2761
P2762
P2763
P2769
P2771
P2773
P2791
P2792
P280
P281
P287
P289
P2891
P2899
P290
P291
P2911
P2912
P2919
P2931
P294
P295
P2951
P2952
P2953
P2954
P2959
P2991
P2992
P3001
P310
P311
P312
P3121
P3129
P313
P314
P3141
P3142
P3143
P3144
P3145
P3148
P3149
P316
P3161
P3162
P3163
P3164
Descrição Procedimento
ENXERTO DE PELE DO LABIO E BOCA NCOP
ADAPTAÇÃO DE PEDICULO OU RETALHO DE ENXERTO AO LABIO E BOCA
REPARACAO PLASTICA DA BOCA
PALATOPLASTIA
SUTURA DE LACERACAO DO PALATO
CORRECCAO DE FENDA PALATINA
REVISAO DE REPARACAO DE FENDA PALATINA
REPARACOES PLASTICAS DO PALATO NCOP
INCISAO DA UVULA
REPARAÇÃO DA UVULA
FRENECTOMIA LABIAL
INCISAO DA BOCA ESTRUTURA NAO ESPECIFICADA
INCISAO E DRENAGEM DE AMIGDALAS E ESTRUTURAS PERIAMIGDALINAS
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NAS AMIGDALAS E ADENOIDES
CONTROLO DE HEMORRAGIA APOS AMIGDALECTOMIA E ADENOIDECTOMIA
OPERACOES NAS AMIGDALAS E ADENOIDES NCOP
REMOÇAO DE CORPO ESTRANHO DAS AMIGDALAS E ADENOIDES POR INCISAO
OPERACOES NAS AMIGDALAS E ADENOIDES NCOP
FARINGOTOMIA
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA FARINGE, NCOP
FARINGOSCOPIA
BIOPSIA DA FARINGE
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA FARINGE NCOP
MIOTOMIA DO CRICOFARINGEO
OPERAÇÕES PLASTICAS NA FARINGE
REPARAÇÃO DA FARINGE NCOP
SUTURA DE LACERACAO DA FARINGE
ENCERRAMENTO DE FISTULA DA FENDA BRANQUIAL
ENCERRAMENTO DE FISTULA DA FARINGE, NCOP
SECÇÃO DE ADERENCIAS FARINGEAS
REPARAÇOES DA FARINGE NCOP
DILATACAO DA FARINGE
SECCAO DO NERVO GLOSSOFARINGEO
MARSUPIALIZACAO DE QUISTO LARINGEO
INJECCAO NA LARINGE
TRAQUEOSTOMIA TEMPORARIA (TRAQUEOTOMIA)
TRAQUEOSTOMIA PERMANENTE
TRAQUEOSTOMIA PERMANENTE MEDIASTINICA
TRAQUEOSTOMIA PERMANENTE NCOP
INCISAO DA LARINGE OU DA TRAQUEIA, NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA LARINGE E TRAQUEIA
TRAQUEOSCOPIA ATRAVES DE ESTOMA ARTIFICIAL
LARINGOSCOPIA E TRAQUEOSCOPIA NCOP
BIOPSIA FECHADA [ENDOSCOPICA] DA LARINGE
BIOPSIA FECHADA [ENDOSCOPICA] DA TRAQUEIA
BIOPSIA ABERTA DA LARINGE OU DA TRAQUEIA
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA LARINGE, NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA TRAQUEIA, NCOP
REPARACAO DA LARINGE
SUTURA DE LACERACAO DA LARINGE
ENCERRAMENTO DE FISTULA DA LARINGE
REVISAO DE LARINGOSTOMIA
REPARACAO DE FRACTURA DA LARINGE
Página 232 de 293
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P3169
P317
P3171
P3172
P3173
P3174
P3175
P3179
P3191
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P3221
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P330
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P333
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P3332
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P334
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P3348
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P3391
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P3393
P340
P3401
P3402
P3403
P3404
P3405
P3409
P341
P342
P3421
P3422
Descrição Procedimento
REPARACÃO DA LARINGE NCOP
REPARACOES E OPERACOES PLASTICAS NA TRAQUEIA
SUTURA DE LACERACAO DA TRAQUEIA
ENCERRAMENTO DE FISTULA EXTERNA DA TRAQUEIA
ENCERRAMENTO DE FISTULAS DA TRAQUEIA, NCOP
REVISAO DE TRAQUEOSTOMIA
RECONSTRUCAO DA TRAQUEIA E CONSTRUCAO DE LARINGE ARTIFICIAL
REPARACOES E OPERACOES PLASTICAS NA TRAQUEIA NCOP
SECCAO DO NERVO LARINGEO
SECÇÃODE ADERENCIAS DA TRAQUEIA OU LARINGE
SUB STITUICAO DE STENT LARINGEO OU TRAQUEAL
INJECCAO DE SUBSTANCIA TERAPEUTICA DE ACCAO LOCAL NA TRAQUEIA
FISTULIZACAO TRAQUEO-ESOFAGICA
PLICACAO DE BOLHA ENFISEMATOSA
CIRURGIA DE REDUÇÃO DE VOLUME PULMONAR
INCISAO DOS BRONQUIOS
INCISAO DO PULMAO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO PULMAO E BRONQUIOS
BRONCOSCOPIA ATRAVES DE ESTOMA ARTIFICIAL
BRONCOSCOPIA POR FIBROSCOPIA (BRONCOFIBROSCOPIA)
BRONCOSCOPIA NCOP
BIOPSIA FECHADA (ENDOSCOPICA) DE BRONQUIO
BIOPSIA ABERTA DE BRONQUIO
BIOPSIA FECHADA [PERCUTANEA] [POR AGULHA] DO PULMAO
BIOPSIA FECHADA ENDOSCOPICA DO PULMAO
BIOPSIA ABERTA DO PULMAO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO PULMAO E BRONQUIOS, NCOP
COLAPSO CIRURGICO DO PULMAO
SECCAO DO NERVO FRENICO PARA COLAPSO DO PULMAO
PNEUMOTORAX ARTIFICIAL PARA COLAPSO DO PULMAO
PNEUMOPERITONEU PARA COLAPSO DO PULMAO
TORACOPLASTIA
COLAPSO CIRURGICO DO PULMAO, NCOP
REPARACAO E OPERACAO PLASTICA DO PULMAO E BRONQUIOS
SUTURA DE LACERACAO DOS BRONQUIOS
ENCERRAMENTO DE FISTULA BRONQUICA
SUTURA DE LACERACAO DO PULMAO
REPARACOES E OPERACOES PLASTICAS NOS BRONQUIOS NCOP
REPARACOES E OPERACOES PLASTICAS NO PULMAO NCOP
DILATACAO BRONQUICA
LAQUEACAO DE BRONQUIO
PUNCAO DO PULMAO
INCISAO DA PAREDE TORACICA E PLEURA
INCISAO DA PAREDE TORACICA
TORACOTOMIA EXPLORADORA
REABERTURA DO LOCAL DE TORACOTOMIA RECENTE
INSERCAO DE CATETER INTERCOSTAL PARA DRENAGEM
CRIAÇÃO DE SHUNT PLEURO-PERITONEAL
INCISAO DA PLEURA, NCOP
INCISAO DO MEDIASTINO
PROCEDIMENTOS DIAGNOST. NA PAREDE TORACICA, PLEURA, MEDIASTINO E DIAFRAGMA
TORACOSCOPIA TRANSPLEURAL
MEDIASTINOSCOPIA
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 233 de 293
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P3423
P3424
P3425
P3426
P3427
P3428
P3429
P3451
P346
P347
P3471
P3472
P3473
P3474
P3479
P3482
P3483
P3484
P349
P3491
P3492
P3493
P350
P3500
P3501
P3502
P3503
P3504
P351
P3510
P3511
P3512
P3513
P3514
P352
P3520
P3521
P3522
P3523
P3524
P3525
P3526
P3527
P3528
P353
P3531
P3532
P3533
P3535
P3539
P354
P3541
P3542
Descrição Procedimento
BIOPSIA DA PAREDE TORACICA
BIOPSIA PLEURAL
BIOPSIA FECHADA [PERCUTANEA] [POR AGULHA] DO MEDIASTINO
BIOPSIA ABERTA DO MEDIASTINO
BIOPSIA DO DIAFRAGMA
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA PAREDE TORACICA PLEURA E DIAFRAGMA NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO MEDIASTINO NCOP
DESCORTICACAO DO PULMAO
ESCARIFICACAO DA PLEURA
REPARACAO DA PAREDE TORACICA
SUTURA DE LACERACAO DA PAREDE TORACICA
ENCERRAMENTO DE TORACOSTOMIA
ENCERRAMENTO DE FISTULA DO TORAX, NCOP
REPARACAO DE DEFORMIDADE DO TORAX
REPARACOES DA PAREDE TORACICA, NCOP
SUTURA DE LACERACAO DO DIAFRAGMA
ENCERRAMENTO DE FISTULA DO DIAFRAGMA
REPARACAO DO DIAFRAGMA, NCOP
OPERACOES NO TORAX NCOP
TORACENTESE
INJECCAO NA CAVIDADE TORACICA
REPARACAO DA PLEURA
VALVOTOMIA SEM CORACAO ABERTO
VALVOTOMIA SEM CORACAO ABERTO, VALVULA NAO ESPECIFICADA
VALVOTOMIA SEM CORACAO ABERTO, VALVULA AORTICA
VALVOTOMIA SEM CORACAO ABERTO, VALVULA MITRAL
VALVOTOMIA SEM CORACAO ABERTO, VALVULA PULMONAR
VALVOTOMIA SEM CORACAO ABERTO, VALVULA TRICUSPIDA
VALVULOPLASTIA CORAÇÃO ABERTO SEM SUBSTITUICAO
VALVULOPLASTIA CORAÇÃO ABERTO SEM SUBSTITUICAO, VALVULA NAO ESPECIF
VALVULOPLASTIA CORAÇÃO ABERTO DA VALVULA AORTICA, SEM SUBSTITUICAO
VALVULOPLASTIA SEM SUBSTITUICAO, CORAÇÃO ABERTO, DE VALVULA MITRAL
VALVULOPLASTIA SEM SUBSTITUICAO, CORAÇÃO ABERTO DE VALVULA PULMONAR
VALVULOPLASTIA SEM SUBSTITUICAO, CORAÇÃO ABERTO, DE VALVULA TRICÚSPIDA
SUBSTITUICAO DE VALVULAS DO CORACAO
SUBSTITUICAO DE VALVULA CARDIACA NAO ESPECIFICADA
SUBSTITUICAO DE VALVULA AORTICA COM ENXERTO DE TECIDO
SUBSTITUICAO DA VALVULA AORTICA NCOP
SUBSTITUICAO DA VALVULA MITRAL COM ENXERTO DE TECIDO
SUBSTITUICAO DA VALVULA MITRAL, NCOP
SUBSTITUICAO DA VALVULA PULMONAR COM ENXERTO DE TECIDO
SUBSTITUICAO DA VALVULA PULMONAR NCOP
SUBSTITUICAO DA VALVULA TRICUSPIDA COM ENXERTO DE TECIDO
SUBSTITUICAO DA VALVULA TRICUSPIDA NCOP
OPERACOES NAS ESTRUTURAS ADJACENTES AS VALVULAS CARDIACAS
OPERACOES NO MUSCULO PAPILAR
OPERACOES NAS CORDAS TENDINOSAS
ANELOPLASTIA
OPERACOES NAS CORDAS TRABECULARES DO CORACAO
OPERACOES EM ESTRUTURAS NCOP ADJACENTES AS VALVULAS CARDIACAS
PRODUCAO DE DEFEITO SEPTAL NO CORACAO
ALARGAMENTO DE DEFEITO EXISTENTE NO SEPTO AURICULAR TECNICA DE R
CRIACAO DE DEFEITO SEPTAL NO CORACAO
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P355
P3550
P3551
P3552
P3553
P3554
P356
P3560
P3561
P3562
P3563
P357
P3570
P3571
P3572
P3573
P358
P3581
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P3583
P3584
P359
P3591
P3592
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P3594
P3595
P3596
P3598
P3599
P360
P3600
P3601
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P3605
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P361
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P3613
P3614
P3615
P3616
P3617
P3619
P362
P363
Descrição Procedimento
REPARACAO DOS SEPTOS AURICULAR E VENTRICULAR COM PROTESE
REPARACAO DE DEFEITO SEPTAL CARDIACO, NAO ESPECIFICADO, COM PROTESE
REPARACAO DE DEFEITO DO SEPTO AURICULAR COM PROTESE TECNICA ABERTA
REPARACAO DE DEFEITO DO SEPTO AURICULAR COM PROTESE TECNICA FECHADA
REPARACAO DE DEFEITO DO SEPTO VENTRICULAR COM PROTESE
REPARACAO DE DEFEITO DE COXIM ENDOCARDICO COM PROTESE
REPARACAO DOS SEPTOS AURICULAR E VENTRICULAR COM ENXERTO DE TECIDO
REPARACAO DE DEFEITO SEPTAL DO CORACAO NAO ESPECIFICADO COM ENXERTO
REPARACAO DE DEFEITO DO SEPTO AURICULAR COM ENXERTO DE TECIDO
REPARACAO DE DEFEITO DO SEPTO VENTRICULAR COM ENXERTO DE TECIDO
REPARACAO DE DEFEITO DO COXIM ENDOCARDICO, COM ENXERTO DE TECIDO
REPARACOES, NAO ESPECIFICADAS, DOS SEPTOS AURICULAR E VENTRICULAR, NCOP
REPARACOES, NAO ESPECIFICADAS, DE DEFEITOS SEPTAIS CARDIACOS NCOP
REPARACOES, NAO ESPECIFICADAS, DE DEFEITO DO SEPTO AURICULAR NCOP
REPARACOES, NAO ESPECIFICADAS, DE DEFEITOS DO SEPTO VENTRICULAR NCOP
REPARACOES, NAO ESPECIFICADAS, DE DEFEITOS DO COXIM ENDOCARDICO NCOP
REPARACAO TOTAL DE ALGUMAS ANOMALIAS CARDIACAS CONGENITAS
REPARACAO TOTAL DA TETRALOGIA DE FALLOT
REPARACAO TOTAL DE RETORNO VENOSO PULMONAR TOTAL, ANÓMALO
REPARACAO TOTAL DO TRONCUS ARTERIOSUS
CORRECCAO TOTAL DE TRANSPOSICAO DOS GRANDES VASOS, NCOP
OPERACOES DAS VALVULAS E SEPTOS CARDIACOS NCOP
TRANSPOSICAO INTERAURICULAR DE RETORNO VENOSO
CRIACAO DE CANAL ENTRE O VENTRICULO DIREITO E A ARTERIA PULMONAR
CRIACAO DE CANAL ENTRE O VENTRICULO ESQUERDO E A AORTA
CRIACAO DE CANAL ENTRE A AURICULA E A ARTERIA PULMONAR
REVISAO DE PROCEDIMENTOS CORRECTIVOS NO CORACAO
VALVULOPLASTIA PERCUTANEA
OPERAÇÕES NOS SEPTOS CARDIACOS NCOP
OPERAÇÕES NAS VALVULAS CARDIACAS NCOP
REMOCAO DE OBSTRUCAO DE ARTERIA CORONARIA E/OU INSERCAO STENT
REMOCAO DE OBSTRUCAO DE ARTERIA CORONARIA, SOE
ANGIOPL.PERCUT.TRANSLUM. 1 CORON. OU ATERECT.CORON.,S/M/AG.TROMB
ANGIOPL.PERCUT.TRANSLUM. 1 CORON.,OU ATERECT.CORON.,C/AG.TROMBOL
ANGIOPLASTIA DE ARTERIA CORONARIA, POR TORACOTOMIA
INFUSAO INTRA ARTERIA CORONARIA DE AGENTE TROMBOLITICO
ANGIOPL.PERCUT.TRANSLUM. MÚLTIP.CORON. OU ATER.COR.,NO MESMO ACTO OPERATÓRIO, C/
OU S/MENÇÃO DE AGENTE TROMBOLÍTICO
INSERCAO DE STENT(S) NÃO DILUIDOR DE FÁRMACO NA ARTERIA CORONARIA
INSERÇÃO DE STENT DILUIDOR DE FARMACO NA ARTERIA CORONARIA
REMOCAO DE OBSTRUCAO DE ARTERIA CORONARIA, NCOP
BYPASS PARA REVASCULARIZACAO DO CORACAO
BYPASS AORTOCORONARIO PARA REVASCULARIZACAO DO CORACAO SOE
BYPASS AORTOCORONARIO DE UMA ARTERIA CORONARIA
BYPASS AORTOCORONARIO DE DUAS ARTERIAS CORONARIAS
BYPASS AORTOCORONARIO DE TRES ARTERIAS CORONARIAS
BYPASS AORTOCORONARIO DE QUATRO OU MAIS ARTERIAS CORONARIAS
BYPASS SIMPLES DA ARTERIA MAMARIA INTERNA A CORONARIA
BYPASS DUPLO DA ARTERIA MAMARIA INTERNA A CORONARIA
BYPASS ARTERIAL ABDOMINAL-CORONARIO
BYPASS PARA REVASCULARIZACAO DO CORACAO NCOP
REVASCULARIZACAO CARDÍACA POR IMPLANTE ARTERIAL
REVASCULARIZACÃO DO CORACAO, NCOP
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P3631
P3632
P3639
P370
P371
P3710
P3711
P3712
P372
P3721
P3722
P3723
P3724
P3725
P3726
P3727
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P3732
P374
P376
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P3765
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P378
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P3786
P3787
P3789
P3791
P3792
P3793
P3794
P3795
P3796
Descrição Procedimento
REVASCULARIZACAO TRANSMIOCARDICA VIA ABERTA
REVASCULARIZACAO TRANSMIOCARDICA NCOP
REVASCULARIZACAO CARDIACA NCOP
PERICARDIOCENTESE
CARDIOTOMIA E PERICARDIOTOMIA
INCISAO DO CORACAO SOE
CARDIOTOMIA
PERICARDIOTOMIA
PROCEDIMENTOS DIAGNÓSTICOS NO CORACAO E PERICARDIO
CATETERIZACAO DO CORACAO DIREITO
CATETERIZACAO DO CORACAO ESQUERDO
CATETERIZACAO CARDIACA COMBINADA DE CORACAO DIREITO E ESQUERDO
BIOPSIA DO PERICARDIO
BIOPSIA DO CORACAO
ESTUDOS ELECTROFISIOLOGICOS DE ESTIMULACAO E REGISTO CARDÍACOS
MAPEAMENTO DO CORACAO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO CORACAO E PERICARDIO NCOP
EXCISAO DE ANEURISMA DO CORACAO
REPARACAO DO CORACAO E PERICARDIO
IMPLANTE DE SISTEMAS DE CORACAO ASSISTIDO
IMPLANTE DE BALAO DE PULSACAO
IMPLANTE DE APARELHOS PARA CORACAO ASSISTIDO, NCOP
SUBSTITUICAO E REPARACAO DO APARELHO PARA CORACAO ASSISTIDO
REMOCAO DE APARELHO PARA ASSISTENCIA CARDIACA
IMPLANTE DE APARELHO PARA ASSISTENCIA CARDIACA, EXTERNO, PULSÁTIL
IMPLANTE DE APARELHO PARA ASSISTENCIA CARDIACA, IMPLANTÁVEL, PULSÁTIL
IMPLANTE DE APARELHO DE CARDIOMIOSTIMULACAO
INSERC,REV,SUBST,REMOC.TERMINAIS,INSER.PACEMAKER TEMP OU REV.BOLSA
INSERCAO INICIAL DE TERMINAL TRANSVENOSO DE PACEMAKER (ELÉCTODO) NO VENTRICULO
INSERCAO INICIAL TERM.TRANSVEN.DE PACEMAKER (ELÉCTRODO) NA AURICULA E VENTRICULO
INSERCAO INICIAL TERMINAL TRANSVENOSO DE PACEMAKER (ELÉCTRODO) NA AURICULA
INSERCAO OU SUBSTITUICAO DE TERMINAL EPICÁRDICO DE PACEMAKER (ELÉCTRODO)
REVISAO DE TERMINAL DE PACEMAKER [ELECTRODO]
SUBSTIT. TERMINAL TRANSVENOSO AURICULAR E/OU VENTRIC. DE PACEMAKER (ELÉCTRODO)
REMOCAO DE TERMINAIS DE PACEMAKER [ELECTRODOS], SEM SUBSTITUICAO
INSERCAO DE PACEMAKER TEMPORARIO TRANSVENOSO
REVISAO OU MUDANCA DE LOCAL DA BOLSA DO PACEMAKER
INSERCAO, SUBSTITUICAO, REMOCAO E REVISAO DE PACEMAKER
INSERCAO INICIAL OU SUBST.PACEMAKER, PERMANENTE N/ESPEC.COMO RITMO-REACTIVO
INSERC.INICIAL PACEMAKER CAMARA SIMPLES N/ESP.COMO RITMO-REACTIV
INSERCAO INICIAL DE PACEMAKER DE CAMARA SIMPLES, RITMO-REACTIVO
INSERCAO INICIAL DE PACEMAKER DE CAMARA DUPLA
SUBSTIT.QUALQUER TIPO PACEMAKER CAMARA SIMP,N/ESP.C/RITMO-REACTI
SUBST. DE QUALQUER TIPO PACEMAKER CAMARA SIMPLES, RITMO-REACTIVO
SUBSTITUICAO DE QUALQUER TIPO DE PACEMAKER COM CAMARA DUPLA
REVISAO OU REMOCAO DE PACEMAKER
MASSAGEM CARDIACA COM TORAX ABERTO
INJECCAO DE SUBSTANCIA TERAPEUTICA NO CORACAO
INJECCAO DE SUBSTANCIA TERAPEUTICA NO PERICARDIO
IMPLANTE OU SUBSTIT.CARDIOVERSOR/DESFIBR.AUTOM, SISTEMA TOTAL (AICD)
IMPLANTE DE CARDIOVERSOR/DESFIBR. AUTOMAT.,APENAS TERMIN(IMPLANTE DE
CARDIOVERSOR/DESFIBR. AUTOMAT.,APENAS TERMIN(AIS)
IMPLANTE CARDIOVERS./DESFRIBILADOR AUTOM.,SO GERADOR IMPULSOS
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P3797
P3798
P380
P3800
P3801
P3802
P3803
P3804
P3805
P3806
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P3829
P385
P3850
P3851
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P387
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P3898
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P393
P3930
P3931
P3932
P394
Descrição Procedimento
SUBSTITUICAO CARDIOVERSOR/DESFRIBILADOR AUTOM., SO TERMINAL(AIS)
SUBSTITUICAO CARDIOVERS./DESFRIBILADOR AUTOM.,SO GERADOR IMPULSO
INCISAO DE VASO
INCISAO DE VASO DE LOCALIZACAO NAO ESPECIFICADA
INCISAO DE VASOS INTRACRANIANOS
INCISAO DE VASOS DA CABECA E PESCOCO (NAO INTRACRANIANOS)
INCISAO DE VASOS DOS MEMBROS SUPERIORES
INCISAO DA AORTA
INCISAO DE VASOS TORACICOS EXCEPTO A AORTA
INCISAO DE ARTERIAS ABDOMINAIS
INCISAO DE VEIAS ABDOMINAIS
INCISAO DE ARTERIAS DOS MEMBROS INFERIORES
INCISAO DE VEIAS DOS MEMBROS INFERIORES
ENDARTERECTOMIA
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NOS VASOS SANGUINEOS
BIOPSIA DE VASO SANGUINEO
ANGIOSCOPIA PERCUTANEA
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NOS VASOS SANGUINEOS, NCOP
LAQUEACAO E STRIPPING DE VEIAS VARICOSAS
LAQUEACAO E STRIPPING DE VEIAS VARICOSAS, LOCAL NAO ESPECIFICADO
LAQUEACAO E STRIPPING DE VEIAS VARICOSAS INTRACRANIANAS
LAQUEACAO E STRIPPING DE VEIAS VARICOSAS DA CABECA /PESCOCO NCOP
LAQUEACAO E STRIPPING DE VEIAS VARICOSAS DOS MEMBROS SUPERIORES
LAQUEACAO E STRIPPING DE VEIAS VARICOSAS TORACICAS NCOP
LAQUEACAO E STRIPPING DE VEIAS VARICOSAS ABDOMINAIS
LAQUEACAO E STRIPPING DE VEIAS VARICOSAS DOS MEMBROS INFERIORES
INTERRUPCAO DA VEIA CAVA
OCLUSAO CIRURGICA DE VASOS, NCOP
PUNCAO DE VASO
CATETERIZACAO ARTERIAL
CATETERIZACAO DE VEIA UMBILICAL
CATETERIZACAO VENOSA, NCOP
FLEBOTOMIA
CATETERIZACAO VENOSA PARA DIALISE RENAL
PUNCAO ARTERIAL, NCOP
PUNCAO DE VEIA, NCOP
SHUNT SISTEMICO PARA ARTERIA PULMONAR
SHUNT VENOSO INTRA-ABDOMINAL
SHUNT OU BYPASS VASCULAR NCOP
ANASTOMOSE ARTERIAL CAVO-PULMONAR
BYPASS AORTO-SUBCLAVIA-CAROTIDA
SHUNT OU BYPASS VASCULAR INTRATORACICO NCOP
BYPASS AORTO-RENAL
BYPASS AORTO-ILIACO-FEMURAL
SHUNT OU BYPASS VASCULAR INTRA-ABDOMINAL NCOP
ARTERIOVENOSTOMIA PARA DIALISE RENAL
BYPASS VASCULAR EXTRACRANEANO-INTRACRANEANO (EC-IC)
SHUNT OU BYPASS VASCULAR (PERIFERICO) NCOP
SUTURA DE VASO
SUTURA DE VASO SANGUINEO NAO ESPECIFICADO
SUTURA DE ARTERIA
SUTURA DE VEIA
REVISAO DE PROCEDIMENTO CIRURGICO VASCULAR
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P3941
P3942
P3943
P3949
P395
P3951
P3952
P3953
P3954
P3955
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P396
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P409
P411
P413
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P4132
P4133
P4138
P4139
P4141
Descrição Procedimento
CONTROLO DE HEMORRAGIA APOS CIRURGIA VASCULAR
REVISAO DE SHUNT ARTERIOVENOSO PARA DIALISE RENAL
REMOCAO DE SHUNT ARTERIOVENOSO PARA DIALISE RENAL
REVISAO DE CIRURGIA VASCULAR, NCOP
REPARACAO DE VASOS, NCOP
CLAMPAGEM DE ANEURISMA
REPARACAO DE ANEURISMA, NCOP
REPARACAO DE FISTULA ARTERIOVENOSA
OPERACAO DE REENTRADA (AORTA)
REIMPLANTACAO DE VASO RENAL ABERRANTE
REPARACAO DE VASO SANGUINEO COM ENXERTO DE RETALHO DE TECIDO
REPARACAO DE VASO SANGUINEO COM ENXERTO DE RETALHO SINTETICO
REPARACAO DE VASO SANGUINEO COM ENXERTO DE RETALHO TIPO N/ESPEC.
REPACACÃO DE VAREPACACÃO DE VASOS SANGUINEOS, NCOP
CIRCULACAO EXTRACORPORAL E PROC.AUX.P/CIRURGIA DE CORACAO ABERTO
CIRCULACAO EXTRACORPORAL AUXILIAR A CIRURGIA DE CORACAO ABERTO
HIPOTERMIA (SISTEMICA) INCIDENTAL EM CIRURGIA ABERTA DO CORACAO
CARDIOPLEGIA
PACEMAKER CARDIACO INTRAOPERATORIO
OXIGENACAO DE MEMBRANA EXTRACORPÓREA (ECMO)
BYPASS CARDIOPULMONAR PERCUTANEO
REPARAÇÃO ENDOVASCULAR DE VASO
IMPLANTE ENDOVASCULAR DE ENXERTO NA AORTA ABDOMINAL
REPARAÇÃO ENDOVASCULAR (DE ANEURISMA) DE OUTROS VASOS, NCOP
INSERÇÃO DE STENT, NÃO DILUIDOR DE FÁRMACO, EM ARTÉRIA NÃO CORONÁRIA
LIBERTACAO DE VASO
INJECCAO DE SUBSTANCIA ESCLEROSANTE NA VEIA
INSERCAO DA CANULA TOPO A TOPO
SUBSTITUICAO DE CANULA TOPO A TOPO
HEMODIALISE
PERFUSAO TOTAL DO CORPO
PERFUSOES NCOP
CONTROLE DE HEMORRAGIA NCOP
OPERAÇÕES EM VASOS SANGUINEOS, NCOP
INCISAO DE ESTRUTURAS LINFATICAS
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NAS ESTRUTURAS LINFATICAS
BIOPSIA DE ESTRUTURA LINFATICA (GANGLIO LINFATICO...)
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS EM ESTRUTURAS LINFATICAS, NCOP
OPERACAO NO CANAL TORACICO
CANULACAO DO CANAL TORACICO
FISTULIZACAO DO CANAL TORACICO
ENCERRAMENTO DE FISTULA DO CANAL TORACICO
LAQUEACAO DO CANAL TORACICO
OPERACOES NO CANAL TORACICO NCOP
OPERACOES NAS ESTRUTURAS LINFATICAS, NCOP
PUNCAO DO BACO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA MEDULA OSSEA E BACO
BIOPSIA DE MEDULA OSSEA
BIOPSIA ASPIRATIVA DO BACO
BIOPSIA DO BACO, NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA MEDULA OSSEA NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO BACO NCOP
MARSUPIALIZACAO DE QUISTO ESPLENICO
Página 238 de 293
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P4191
P4195
P420
P4201
P4209
P421
P4210
P4211
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P4289
P4291
P4292
P430
P431
P4311
P4319
P432
Descrição Procedimento
ASPIRACAO DE MEDULA OSSEA DE DADOR, PARA TRANSPLANTE
REPARAÇÃO E OPERAÇÕES PLÁSTICAS NO BAÇO
ESOFAGOTOMIA
INCISAO DE TECIDO ESOFAGICO
INCISAO DE ESOFAGO, NCOP
ESOFAGOSTOMIA
ESOFAGOSTOMIA SOE
ESOFAGOSTOMIA CERVICAL
EXTERIORIZACAO DE BOLSA ESOFAGICA
FISTULIZACAO EXTERNA DO ESOFAGO, NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO ESOFAGO
ESOFAGOSCOPIA PER-OPERATORIA POR INCISAO
ESOFAGOSCOPIA ATRAVES DE ESTOMA ARTIFICIAL
ESOFAGOSCOPIA NCOP
BIOPSIA FECHADA [ENDOSCOPICA] DO ESOFAGO
BIOPSIA ABERTA DO ESOFAGO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO ESOFAGO, NCOP
EXCISAO LOCAL DE DIVERTICULO DO ESOFAGO
ANASTOMOSE INTRATORACICA DO ESOFAGO
ESOFAGO-ESOFAGOSTOMIA INTRATORACICA
ESOFAGO-GASTROSTOMIA INTRATORACICA
ANASTOMOSE DO ESOF. INTRATORACICA C/ INTERPOSICAO INTESTINO DELGADO
ANASTOMOSE INTRATORACICA DO ESOFAGO A SEGMENTO INTESTINAL SOE
ANASTOMOSE DO ESOFAGO INTRATORACICA COM INTERPOSICAO DE COLON
ESOFAGO-COLOSTOMIA INTRATORACICA NCOP
ANASTOMOSE DO ESOFAGO INTRATORACICA COM INTERPOSICAO NCOP
ANASTOMOSE INTRATORACICA DO ESOFAGO NCOP
ANASTOMOSE PRE-ESTERNAL DO ESOFAGO
ESOFAGO-ESOFAGOSTOMIA PRE-ESTERNAL
ESOFAGO-GASTROSTOMIA PRE-ESTERNAL
ANASTOMOSE DO ESOFAGO PRE-ESTERNAL C/ INTERPOSICAO INTESTINO DELGADO
ESOFAGO-ENTEROSTOMIA PRE-ESTERNAL, NCOP
ANASTOMOSE ESOFAGICA PRE-ESTERNAL COM INTERPOSICAO DE COLON
ESOFAGO-COLOSTOMIA PRE-ESTERNAL
ANASTOMOSE DO ESOFAGO PRE-ESTERNAL COM INTERPOSICAO
ANASTOMOSE PRE-ESTERNAL DO ESOFAGO, NCOP
ESOFAGOMIOTOMIA
REPARACAO DO ESOFAGO, NCOP
INSERCAO DE TUBO PERMANENTE NO ESOFAGO
SUTURA DE LACERACAO DO ESOFAGO
ENCERRAMENTO DE ESOFAGOSTOMIA
REPARACAO DE FISTULA ESOFAGICA, NCOP
REPARACAO DE CONSTRIÇÃO DO ESOFAGO
PRODUCAO DE TUNEL SUBCUTANEO SEM ANASTOMOSE DO ESOFAGO
ENXERTOS DE ESOFAGO NCOP
REPARACAO DE ESOFAGO NCOP
LAQUEACAO DE VARIZES ESOFAGICAS
DILATACAO DO ESOFAGO
GASTROTOMIA
GASTROSTOMIA
GASTROSTOMIA PERCUTANEA [ENDOSCOPICA](PEG)
GASTROSTOMIA NCOP
GASTROSTOMIA PERMANENTE
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 239 de 293
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P433
P440
P4400
P4401
P4402
P4403
P441
P4411
P4412
P4413
P4414
P4415
P4419
P442
P4421
P4422
P4429
P443
P4431
P4432
P4439
P444
P4440
P4441
P4442
P4443
P4444
P4449
P445
P446
P4461
P4462
P4463
P4464
P4465
P4466
P4469
P4491
P4492
P4493
P4494
P450
P4500
P4501
P4502
P4503
P451
P4511
P4512
P4513
P4514
P4515
P4516
Descrição Procedimento
PILOROMIOTOMIA
VAGOTOMIA
VAGOTOMIA, SOE
VAGOTOMIA TRONCULAR
VAGOTOMIA ALTAMENTE SELECTIVA
VAGOTOMIA SELECTIVA, NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO ESTOMAGO
GASTROSCOPIA TRANSABDOMINAL
GASTROSCOPIA ATRAVES DE ESTOMA ARTIFICIAL
GASTROSCOPIA NCOP
BIOPSIA FECHADA [ENDOSCOPICA] DO ESTOMAGO
BIOPSIA ABERTA DO ESTOMAGO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO ESTOMAGO NCOP
PILOROPLASTIA
DILATACAO DO PILORO POR INCISAO
DILATACAO ENDOSCÓPICA, DO PILORO
PILOROPLASTIA NCOP
GASTRO-ENTEROSTOMIA SEM GASTRECTOMIA
BYPASS GASTRICO ALTO
GASTROJEJUNOSTOMIA PERCUTÂNEA (ENDOSCÓPICA)
GASTRO-ENTEROSTOMIA NCOP
CONTROLO DE HEMORRAGIA E SUTURA DE ULCERA GASTRICA OU DUODENAL
SUTURA DE ULCERA PEPTICA, SOE
SUTURA DE ULCERA GASTRICA
SUTURA DE ULCERA DUODENAL
CONTROLO ENDOSCOPICO DE HEMORRAGIA GASTRICA OU DUODENAL
EMBOLIZACAO POR CATETER P/TRAT.HEMORRAGIA GASTRICA OU DUODENAL
CONTROLO DE HEMORRAGIA DO ESTOMAGO OU DUODENO, NCOP
REVISAO DE ANASTOMOSE GASTRICA
REPARACAO DO ESTOMAGO, NCOP
SUTURA DE LACERACAO DO ESTOMAGO
ENCERRAMENTO DE GASTROSTOMIA
ENCERRAMENTO DE FISTULA GASTRICA NCOP
GASTROPEXIA
ESOFAGOGASTROPLASTIA
PROCED.PARA CRIACAO DE COMPETENCIA ESFINCTERICA ESOFAGO-GASTRICA, NCOP
REPARACOES DO ESTOMAGO NCOP
LAQUEACAO DE VARIZES GASTRICAS
MANIPULACAO INTRA-OPERATORIA DO ESTOMAGO
INSERCAO DE BALAO GASTRICO
REMOCAO DE BALAO GASTRICO
ENTEROTOMIA
INCISAO DO INTESTINO, SOE
INCISAO DO DUODENO
INCISAO DO INTESTINO DELGADO NCOP
INCISAO DO INTESTINO GROSSO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICS NO INTESTINO DELGADO
ENDOSCOPIA TRANSABDOMINAL DO INTESTINO DELGADO
ENDOSCOPIA DO INTESTINO DELGADO ATRAVES DE ESTOMA ARTIFICIAL
ENDOSCOPIA DO INTESTINO DELGADO, NCOP (""ENDOSCOPIA ALTA"")
BIOPSIA FECHADA [ENDOSCOPICA] DO INTESTINO DELGADO
BIOPSIA ABERTA DO INTESTINO DELGADO
ESOFAGO-GASTRO-DUODENOSCOPIA (EGD) COM BIOPSIA FECHADA
Página 240 de 293
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P4519
P452
P4521
P4522
P4523
P4524
P4525
P4526
P4527
P4528
P4529
P455
P4550
P4551
P4552
P459
P4590
P4591
P4592
P4593
P4594
P4595
P460
P4601
P4602
P4603
P4604
P461
P4610
P4611
P4612
P4613
P4614
P462
P4620
P4621
P4622
P4623
P4624
P463
P4631
P4632
P4639
P464
P4640
P4641
P4642
P4643
P465
P4650
P4651
P4652
P466
Descrição Procedimento
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO INTESTINO DELGADO, NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO INTESTINO GROSSO
ENDOSCOPIA TRANSABDOMINAL DO INTESTINO GROSSO
ENDOSCOPIA DO INTESTINO GROSSO ATRAVES DE ESTOMA ARTIFICIAL
COLONOSCOPIA
SIGMOIDOSCOPIA FLEXIVEL
BIOPSIA FECHADA [ENDOSCOPICA] DO INTESTINO GROSSO
BIOPSIA ABERTA DO INTESTINO GROSSO
BIOPSIA INTESTINAL, LOCAL NAO ESPECIFICADO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO INTESTINO GROSSO, NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO INTESTINO, LOCAL NAO ESPECIFICADO
ISOLAMENTO DE SEGMENTO INTESTINAL
ISOLAMENTO DE SEGMENTO INTESTINAL, SOE
ISOLAMENTO DE SEGMENTO DE INTESTINO DELGADO
ISOLAMENTO DE SEGMENTO DE INTESTINO GROSSO
ANASTOMOSE INTESTINAL
ANASTOMOSE INTESTINAL SOE
ANASTOMOSE INTESTINO DELGADO - INTESTINO DELGADO
ANASTOMOSE INTESTINO DELGADO - COTO RECTAL
ANASTOMOSE INTESTINO DELGADO - INTESTINO GROSSO, NCOP
ANASTOMOSE INTESTINO GROSSO - INTESTINO GROSSO
ANASTOMOSE INTESTINAL AO ANUS
EXTERIORIZACAO DE INTESTINO
EXTERIORIZACAO DE INTESTINO DELGADO
RESSECCAO DE SEGMENTO EXTERIORIZADO DE INTESTINO DELGADO
EXTERIORIZACAO DE INTESTINO GROSSO
RESSECCAO DE SEGMENTO EXTERIORIZADO DE INTESTINO GROSSO
COLOSTOMIA
COLOSTOMIA, SOE
COLOSTOMIA TEMPORARIA
COLOSTOMIA MAGNETICA PERMANENTE
COLOSTOMIA PERMANENTE
ABERTURA DIFERIDA DE COLOSTOMIA
ILEOSTOMIA
ILEOSTOMIA, SOE
ILEOSTOMIA TEMPORARIA
ILEOSTOMIA CONTINENTE
ILEOSTOMIA PERMANENTE NCOP
ABERTURA DIFERIDA DE ILEOSTOMIA
ENTEROSTOMIA ncop
ABERTURA DIFERIDA DE ENTEROSTOMIA
JEJUNOSTOMIA PERCUTANEA [ENDOSCOPICA] (PEJ)
ENTEROSTOMIA NCOP
REVISAO DE ESTOMA INTESTINAL
REVISAO DE ESTOMA INTESTINAL SOE
REVISAO DE ESTOMA DE INTESTINO DELGADO
REPARACAO DE HERNIA PERICOLOSTOMICA
REVISAO DE ESTOMA DO INTESTINO GROSSO, NCOP
ENCERRAMENTO DE ESTOMA INTESTINAL
ENCERRAMENTO DE ESTOMA INTESTINAL, SOE
ENCERRAMENTO DE ESTOMA DE INTESTINO DELGADO
ENCERRAMENTO DE ESTOMA DE INTESTINO GROSSO
FIXACAO DE INTESTINO
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 241 de 293
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P4660
P4661
P4662
P4663
P4664
P467
P4671
P4672
P4673
P4674
P4675
P4676
P4679
P468
P4680
P4681
P4682
P4685
P4691
P4692
P4693
P4694
P4695
P4696
P472
P479
P4791
P4792
P4799
P480
P481
P482
P4821
P4822
P4823
P4824
P4825
P4826
P4829
P487
P4871
P4872
P4873
P4874
P4875
P4876
P4879
P488
P4881
P4891
P4892
P4893
P4901
Descrição Procedimento
FIXACAO DE INTESTINO SOE
FIXACAO DE INTESTINO DELGADO A PAREDE ABDOMINAL
FIXACAO DO INTESTINO DELGADO, NCOP
FIXACAO DE INTESTINO GROSSO A PAREDE ABDOMINAL
FIXACOES DE INTESTINO GROSSO NCOP
REPARACAO DE INTESTINO, NCOP
SUTURA DE LACERACAO DE DUODENO
ENCERRAMENTO DE FISTULA DUODENAL
SUTURA DE LACERACAO DE INTESTINO DELGADO, EXCEPTO DUODENO
ENCERRAMENTO DE FISTULA DE INTESTINO DELGADO, EXCEPTO DUODENO
SUTURA DE LACERACAO DE INTESTINO GROSSO
ENCERRAMENTO DE FISTULA DE INTESTINO GROSSO
REPARACAO DE INTESTINO, NCOP
DILATACAO E MANIPULACAO DE INTESTINO
MANIPULACAO INTRAABDOMINAL DE INTESTINO, SOE
MANIPULACAO INTRAABDOMINAL DE INTESTINO DELGADO
MANIPULACAO INTRAABDOMINAL DE INTESTINO GROSSO
DILATACAO DE INTESTINO
MIOTOMIA DO COLON SIGMOIDE
MIOTOMIA DE PARTES DO COLON NCOP
REVISAO DE ANASTOMOSE DO INTESTINO DELGADO
REVISAO DE ANASTOMOSE DE INTESTINO GROSSO
PERFUSAO LOCAL DE INTESTINO DELGADO
PERFUSAO LOCALDE INTESTINO GROSSO
DRENAGEM DE ABCESSO APENDICULAR
OPERACOES NO APENDICE NCOP
APENDICOSTOMIA
ENCERRAMENTO DE FISTULA APENDICULAR
OPERACOES NO APENDICE NCOP
PROCTOTOMIA
PROCTOSTOMIA
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO RECTO, RECTO-SIGMOIDE E TECIDO PERI-RECTAL
PROCTO-SIGMOIDOSCOPIA TRANSABDOMINAL
PROCTO-SIGMOIDOSCOPIA ATRAVES DE ESTOMA ARTIFICIAL
PROCTO-SIGMOIDOSCOPIA RIGIDA
BIOPSIA FECHADA [ENDOSCOPICA] DO RECTO
BIOPSIA ABERTA DO RECTO
BIOPSIA DE TECIDO PERI-RECTAL
PROCED.DIAGN.NO RECTO, RECTO-SIGMOIDE E TECIDO PERI-RECTAL, NCOP
REPARACAO DO RECTO
SUTURA DE LACERACAO DO RECTO
ENCERRAMENTO DE PROCTOSTOMIA
ENCERRAMENTO DE FISTULAS RECTAIS, NCOP
RECTO-RECTOSTOMIA
PROCTOPEXIA ABDOMINAL
PROCTOPEXIA, NCOP
REPARACAO DO RECTO, NCOP
INCISAO OU EXCISAO DE LESAO OU TECIDO PERI-RECTAL
INCISAO DE TECIDO PERIRECTAL
INCISAO DE ESTENOSE RECTAL
MIECTOMIA ANO-RECTAL
REPARACÃODE FISTULA PERI-RECTAL
INCISAO DE ABCESSO PERIANAL
Página 242 de 293
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P4902
P491
P4911
P492
P4921
P4922
P4923
P4929
P494
P4941
P4942
P4943
P4944
P4945
P4946
P4947
P4949
P495
P4951
P4952
P4959
P497
P4971
P4972
P4973
P4974
P4975
P4976
P4979
P4991
P4992
P4993
P4994
P4995
P500
P501
P5011
P5012
P5019
P5021
P506
P5061
P5069
P5091
P5092
P5093
P5094
P510
P5101
P5102
P5103
P5104
P511
Descrição Procedimento
INCISÃO DE TECIDO PERIANAL NCOP
INCISAO OU EXCISAO DE FISTULA ANAL
FISTULOTOMIA ANAL
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO ANUS E TECIDO PERIANAL
ANUSCOPIA
BIOPSIA DE TECIDO PERIANAL
BIOPSIA DO ANUS
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO ANUS E TECIDO PERIANAL NCOP
PROCEDIMENTOS EM HEMORROIDES
REDUCAO DE HEMORROIDES
INJECCAO DE HEMORROIDES
CAUTERIZACAO DE HEMORROIDES
DESTRUICAO DE HEMORROIDES POR CRIOTERAPIA
LAQUEACAO DE HEMORROIDES
EXCISAO DE HEMORROIDES
ESVAZIAMENTO DE HEMORROIDES TROMBOSADAS
PROCEDIMENTOS EM HEMORROIDES, NCOP
SECCAO DO ESFINCTER ANAL
ESFINCTEROTOMIA ANAL ESQUERDA
ESFINCTEROTOMIA ANAL POSTERIOR
ESFINCTEROTOMIA ANAL, NCOP
REPARACAO DO ANUS
SUTURA DE LACERACAO DO ANUS
CERCLAGE ANAL
ENCERRAMENTO DE FISTULA ANAL
TRANSPLANTE DO MUSCULO GRACILIS PARA TRAT. DE INCONTINENCIA ANAL
IMPLANTE OU REVISÃO DE ESFINCTER ANAL ARTIFICIAL
REMOÇÃO DE ESFINCTER ANAL ARTIFICIAL
REPARACAO DO ESFINCTER ANAL, NCOP
INCISAO NO SEPTO DO ÂNUS
INSERCAO DE ESTIMULADOR DO ÂNUS, SUBCUTÂNEO, ELECTRICO
INCISOES NO ANUS NCOP
REDUCAO DO PROLAPSO DO ÂNUS
CONTROLO DE HEMORRAGIA DO ÂNUS (POS OPERATORIA)
HEPATOTOMIA
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO FIGADO
BIOPSIA FECHADA [PERCUTANEA] [COM AGULHA] DO FIGADO
BIOPSIA ABERTA DO FIGADO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO FIGADO, NCOP
MARSUPIALIZACAO DE LESAO DO FIGADO
REPARACAO DO FIGADO
ENCERRAMENTO DE LACERACAO DE FIGADO
REPARACAO DO FIGADO, NCOP (HEPATOPEXIA)
ASPIRACAO PERCUTANEA DO FIGADO
MANUTENCAO EXTRACORPORAL DA FUNCAO HEPATICA
PERFUSAO LOCALIZADA DO FIGADO
INJECCOES DE SUBSTANCIA TERAPEUTICA NO FIGADO, NCOP
COLECISTOTOMIA E COLECISTOSTOMIA
ASPIRACAO PERCUTANEA DA VESICULA
COLECISTOSTOMIA POR TROCATER
COLECISTOSTOMIA NCOP
COLECISTOTOMIA NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NAS BIAS BILIARES
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 243 de 293
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P5110
P5111
P5112
P5113
P5114
P5115
P5119
P513
P5131
P5132
P5133
P5134
P5135
P5136
P5137
P5139
P514
P5141
P5142
P5143
P5149
P515
P5151
P5159
P5161
P517
P5171
P5172
P5179
P5181
P5182
P5183
P5184
P5185
P5186
P5187
P5188
P5189
P519
P520
P5201
P5209
P521
P5211
P5212
P5213
P5214
P5219
P523
P524
P5292
P5293
P5294
Descrição Procedimento
COLANGIOPANCREATOGRAFIA RETROGRADA ENDOSCOPICA
COLANGIOGRAFIA RETROGRADA ENDOSCOPICA (ERC)
BIOPSIA PERCUTANEA DA VESICULA BILIAR OU CANAIS BILIARES
BIOPSIA ABERTA DA VESICULA OU CANAIS BILIARES
BIOPSIA FECHADA [ENDOSCOPICA] DE CANAL BILIAR OU DO ESFINCTER ODDI, NCOP
MEDICAO DA PRESSAO DO ESFINCTER DE ODDI
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NAS VIAS BILIARES NCOP
ANASTOMOSE DA VESICULA BILIAR OU DE CANAL BILIAR
ANASTOMOSE DA VESICULA BILIAR A CANAIS HEPATICOS
ANASTOMOSE DA VESICULA BILIAR AO INTESTINO (COLECISTO-ENTEROSTOMIA)
ANASTOMOSE DA VESICULA BILIAR AO PANCREAS
ANASTOMOSE DA VESICULA BILIAR AO ESTOMAGO
ANASTOMOSE DA VESICULA BILIAR, NCOP
COLEDOCOENTEROSTOMIA
ANASTOMOSE DE CANAL HEPATICO AO TRACTO GASTRINTESTINAL
ANASTOMOSE DE CANAL BILIAR NCOP
INCISAO DE CANAIS BILIARES PARA RESOLUCAO DE OBSTRUCAO
EXPLORACAO DO CANAL BILIAR PRINCIPAL PARA REMOCAO DE CALCULO
EXPLORACAO DO CANAL BILIAR PRINCIPAL P/RESOLUCAO DE OBSTRUCAO NCOP
INSERCAO DE TUBO COLEDOCO-HEPATICO PARA DESCOMPRESSAO
INCISAO DE CANAIS BILIARES NCOP PARA RESOLUCAO DE OBSTRUCAO
INCISAO DE CANAIS BILIARES NCOP
EXPLORACAO DO CANAL BILIAR PRINCIPAL (COLEDOCO)
INCISAO DE CANAL BILIAR NCOP
EXCISAO DE COTO CISTICO
REPARACAO DE CANAIS BILIARES
SUTURA SIMPLES DO CANAL BILIAR PRINCIPAL
COLEDOCOPLASTIA
REPARACAO DE CANAIS BILIARES NCOP
DILATACAO DO ESFINCTER DE ODDI
ESFINCTEROTOMIA PANCREATICA
ESFINCTEROPLASTIA PANCREATICA
DILATACAO ENDOSCOPICA DA AMPOLA DE VATER OU CANAL BILIAR
ESFINCTEROTOMIA E PAPILOTOMIA ENDOSCOPICAS
INSERCAO ENDOSCOPICA DE TUBO DE DRENAGEM NASOBILIAR
INSERCAO ENDOSCOPICA DE ENDOPROTESE (TUBO) EM CANAL BILIAR
REMOCAO ENDOSCOPICA DE CALCULO(S) DO TRACTO BILIAR
OPERACÕES NO ESFINCTER DE ODDI NCOP
OPERACAO NAS VIAS BILIARES, NCOP
PANCREATOTOMIA
DRENAGEM DE QUISTO PANCREATICO POR CATETER
PANCREATOTOMIAS, NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO PANCREAS
BIOPSIAFECHADA (ASPIRAÇÃO)(AGULHA)(PERCUTÂNEA) DO PANCREAS
BIOPSIA ABERTA DO PANCREAS
PANCREATOGRAFIA RETROGRADA ENDOSCOPICA (ERP)
BIOPSIA FECHADA [ENDOSCOPICA] DE CANAL PANCREATICO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO PANCREAS, NCOP
MARSUPIALIZACAO DE QUISTO PANCREATICO
DRENAGEM INTERNA DE QUISTO PANCREATICO
CANULACAO DO CANAL PANCREATICO
INSERCAO ENDOSCOPICA DE ENDOPROTESE (TUBO) EM CANAL PANCREATICO
REMOCAO ENDOSCOPICA DE CALCULO(S) DE CANAL PANCREATICO
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P5295
P5296
P5297
P5298
P53
P530
P5300
P5301
P5302
P5303
P5304
P5305
P531
P5310
P5311
P5312
P5313
P5314
P5315
P5316
P5317
P532
P5321
P5329
P533
P5331
P5339
P534
P5341
P5349
P535
P5351
P5359
P536
P5361
P5369
P537
P538
P5380
P5381
P5382
P539
P540
P541
P5411
P5412
P5419
P542
P5421
P5422
P5423
P5424
Descrição Procedimento
REPARACAO DO PANCREAS, NCOP
ANASTOMOSE DO PANCREAS
INSERCAO ENDOSCOPICA DE TUBO DE DRENAGEM NASOPANCREATICO
DILATACAO ENDOSCOPICA DE CANAL PANCREATICO
REPARAÇÃO DE HERNIA
REPARACAO UNILATERAL DE HERNIA INGUINAL
REPARACAO UNILATERAL DE HERNIA INGUINAL, SOE
REPARACAO UNILATERAL DE HERNIA INGUINAL DIRECTA
REPARACAO UNILATERAL DE HERNIA INGUINAL INDIRECTA
REPARACAO UNILATER. HERNIA INGUINAL DIRECTA C/ENXERTO OU PROTESE
REPARACAO UNILATER. HERNIA INGUIN.INDIRECTA C/ENXERTO OU PROTESE
REPARACAO UNILATERAL DE HERNIA INGUINAL COM ENXERTO OU PROTESE, SOE
REPARACAO BILATERAL DE HERNIA INGUINAL
REPARACAO BILATERAL DE HERNIA INGUINAL, SOE
REPARACAO BILATERAL DE HERNIA INGUINAL DIRECTA
REPARACAO BILATERAL DE HERNIA INGUINAL INDIRECTA
REPARACAO BILATERAL DE HERNIAS INGUINAIS UMA DIRECTA E OUTRA INDIRECTA
REPARACAO BILATERAL DE HERNIA INGUINAL DIRECTA COM ENXERTO OU PRÓTESE
REPARACAO BILATERAL DE HERNIA INGUINAL INDIRECTA COM ENXERTO OU PRÓTESE
REPARACAO BILATERAL HERNIAS INGUINAIS UMA DIRECTA OUTRA INDIRECTA, COM ENXERTO OU
PRÓTESE
REPARACAO DE HERNIA INGUINAL BILATERAL COM ENXERTO OU PROTESE SOE
REPARACAO UNILATERAL DE HERNIA FEMURAL (CRURAL)
REPARACAO UNILATERAL DE HERNIA FEMURAL COM ENXERTO OU PROTESE
REPARACAO UNILATERAL DE HERNIA FEMURAL, NCOP
REPARACAO BILATERAL DE HERNIA FEMURAL (CRURAL)
REPARACAO BILATERAL DE HERNIA FEMURAL COM ENXERTO OU PROTESE
HERNIORRAFIA FEMURAL BILATERAL, NCOP
REPARACAO DE HERNIA UMBILICAL
REPARACAO DE HERNIA UMBILICAL COM PROTESE
HERNIORRAFIA UMBILICAL, NCOP
REPARACAO DE HERNIA DA PAREDE ABDOMINAL ANTERIOR (SEM PROTESE OU ENXERTO), NCOP
REPARACAO DE HERNIA INCISIONAL (EVENTRACAO)
REPARACAO DE HERNIA DA PAREDE ABDOMINAL ANTERIOR NCOP
REPARACAO DE HERNIA PAREDE ABDOMIN.ANTERIOR C/PROTESE OU ENXERTO, NCOP
REPARACAO DE HERNIA INCISIONAL COM PROTESE
REPARACAO DE HERNIA DA PAREDE ABDOMINAL NCOP, COM ENXERTO OU PROTESE
REPARACAO DE HERNIA DIAFRAGMATICA, VIA ABDOMINAL
REPARACAO DE HERNIA DIAFRAGMATICA, VIA TORACICA
REPARACAO DE HERNIA DIAFRAGMATICA, VIATORACICA, SOE
PLICATURA DO DIAFRAGMA
REPARACAO DE HERNIA PARA-ESTERNAL
REPARACAO DE HERNIA, NCOP
INCISAO DA PAREDE ABDOMINAL
LAPAROTOMIA
LAPAROTOMIA EXPLORADORA
REABERTURA DO LOCAL DE LAPAROTOMIA RECENTE
LAPAROTOMIA NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS DA REGIAO ABDOMINAL
LAPAROSCOPIA
BIOPSIA DA PAREDE ABDOMINAL OU UMBIGO
BIOPSIA DO PERITONEU
BIOPSIA FECHADA [PERCUTANEA] [AGULHA] DE MASSA INTRA-ABDOMINAL
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P5425
P5429
P545
P5451
P5459
P546
P5461
P5462
P5463
P5464
P547
P5471
P5472
P5473
P5474
P5475
P549
P5491
P5492
P5493
P5494
P5495
P5496
P5497
P5498
P5499
P550
P5501
P5502
P5503
P5504
P551
P5511
P5512
P552
P5521
P5522
P5523
P5524
P5529
P5531
P557
P558
P5581
P5582
P5583
P5584
P5585
P5586
P5587
P5589
P559
P5591
Descrição Procedimento
LAVAGEM PERITONEAL
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA REGIAO ABDOMINAL, NCOP
SECÇÃO DE ADERENCIAS DO PERITONEU
SECÇÃO LAPAROSCÓPICA DE ADERÊNCIAS PERITONEAIS
SECÇÃO DE ADERÊNCIAS PERITONEAIS, NCOP
SUTURA DE PAREDE ABDOMINAL E PERITONEU
REENCERRAMENTO DE RUPTURA POS-OPERATORIA DA PAREDE ABDOMINAL
ENCERRAMENTO DIFERIDO DE FERIDA GRANULADA ABDOMINAL
SUTURA DA PAREDE ABDOMINAL, NCOP
SUTURA DO PERITONEU
REPARACAO DE PAREDE ABDOMINAL E PERITONEU, NCOP
REPARACAO DE GASTROSQUISE
REPARACAO DA PAREDE ABDOMINAL, NCOP
REPARACAO DO PERITONEU NCOP
REPARACAO DO EPIPLON, NCOP
REPARACAO DO MESENTERIO, NCOP
OPERACÕES NA REGIAO ABDOMINAL, NCOP
DRENAGEM ABDOMINAL PERCUTANEA (PARACENTESE)
EXTRACCAO DE CORPO ESTRANHO DA CAVIDADE ABDOMINAL
CRIACAO DE FISTULA CUTANEO-PERITONEAL
CRIACAO DE SHUNT PERITONEO-VASCULAR
INCISAO DO PERITONEU
INJECCAO DE AR NA CAVIDADE PERITONEAL
INJECCAO DE SUBST.TERAPEUTICA P/ACTUACAO LOCAL NA CAV.PERITONEAL
DIALISE PERITONEAL
OPERACÕES NA REGIAO ABDOMINAL, NCOP
NEFROTOMIA E NEFROSTOMIA
NEFROTOMIA
NEFROSTOMIA
NEFROSTOMIA PERCUTANEA SEM FRAGMENTACAO
NEFROSTOMIA PERCUTANEA COM FRAGMENTACAO
PIELOTOMIA E PIELOSTOMIA
PIELOTOMIA
PIELOSTOMIA
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO RIM
NEFROSCOPIA
PIELOSCOPIA
BIOPSIA FECHADA [PERCUTANEA] [AGULHA] DO RIM
BIOPSIA ABERTA DO RIM
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO RIM NCOP
MARSUPIALIZACAO DE LESAO DO RIM
NEFROPEXIA
REPARACOES DO RIM NCOP
SUTURA DE LACERACAO DE RIM
ENCERRAMENTO DE NEFROSTOMIA E PIELOSTOMIA
ENCERRAMENTO DE FISTULA DO RIM, NCOP
REDUCAO DE TORSAO DO PEDICULO RENAL
SINFISIOTOMIA DE RIM EM FERRADURA
ANASTOMOSE DO RIM
CORRECCAO DE JUNCAO URETEROPELVICA
REPARACOES DE RIM NCOP
OPERACOES NOS RINS NCOP
DESCAPSULACAO DO RIM
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P5592
P5593
P5594
P5595
P5596
P5597
P5598
P5599
P560
P561
P562
P563
P5631
P5632
P5633
P5634
P5635
P5639
P565
P5651
P5652
P566
P5661
P5662
P567
P5671
P5672
P5673
P5674
P5675
P568
P5681
P5682
P5683
P5684
P5685
P5686
P5689
P5691
P5692
P5693
P5694
P5695
P570
P571
P5711
P5712
P5717
P5718
P5719
P572
P5721
P5722
Descrição Procedimento
ASPIRACAO PERCUTANEA DO RIM (PELVE)
SUBSTITUICAO DE TUBO DE NEFROSTOMIA
SUBSTITUICAO DE TUBO DE PIELOSTOMIA
PERFUSAO LOCAL DO RIM
INJECCAO DE SUBSTANCIA TERAPEUTICA NO RIM NCOP
IMPLANTE OU SUBSTITUICAO DE RIM ARTIFICIAL
REMOCAO DE RIM ARTIFICIAL
OPERACOES NOS RINS NCOP
REMOCAO TRANSURETRAL DE OBSTRUCAO DO URETER E PELVE RENAL
MEATOTOMIA URETERAL
URETEROTOMIA
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO URETER
URETEROSCOPIA
BIOPSIA FECHADA PERCUTANEA DO URETER
BIOPSIA FECHADA ENDOSCOPICA DO URETER
BIOPSIA ABERTA DE URETER
ENDOSCOPIA (CISTOSCOPIA) (ANSOSCOPIA) DE CANAL ILEAL
ACTO DE DIAGNOSTICO NO URETER, NCOP
URETERO-ILEOSTOMIA CUTANEA
FORMACAO DE URETERO-ILEOSTOMIA CUTANEA
REVISAO DE URETERO-ILEOSTOMIA CUTANEA
DERIVACOES URINARIAS EXTERNAS, NCOP
FORMACAO DE URETEROSTOMIAS CUTANEAS NCOP
REVISAO DE URETEROSTOMIAS CUTANEAS, NCOP
ANASTOMOSE OU BYPASS DO URETER NCOP
DERIVACAO URINARIA PARA O INTESTINO
REVISAO DE ANASTOMOSE URETERO-INTESTINAL
NEFROCISTANASTOMOSE SOE
URETERONEOCISTOSTOMIA
TRANSURETEROURETEROSTOMIA
REPARACAO DE URETER
SECÇÃO DE ADERENCIAS INTRALUMINAIS DE URETER
SUTURA DE LACERACAO DE URETER
ENCERRAMENTO DE URETEROSTOMIA
ENCERRAMENTO DE FISTULA DO URETER
URETEROPEXIA
REMOCAO DE LAQUEACAO DO URETER
REPARACAO DO URETER NCOP
DILATACAO DO MEATO URETERAL
IMPLANTE DE ESTIMULADOR ELECTRONICO URETERAL
SUBSTITUICAO DE ESTIMULADOR ELECTRONICO URETERAL
EXTRACCAO DE ESTIMULADOR ELECTRONICO URETERAL
LAQUEACAO DE URETER
LIMPEZA TRANSURETERAL DA BEXIGA
CISTOTOMIA E CISTOSTOMIA
ASPIRACAO PERCUTANEA DA BEXIGA
SECÇÃO DE ADERENCIAS INTRALUMINAIS COM INCISAO DA BEXIGA
CISTOSTOMIA PERCUTANEA
CISTOSTOMIA SUPRAPUBICA, NCOP
CISTOTOMIA NCOP
VESICOSTOMIA
VESICOSTOMIA
REVISAO OU ENCERRAMENTO DE VESICOSTOMIA
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P573
P5731
P5732
P5733
P5734
P5739
P5741
P578
P5781
P5782
P5783
P5784
P5785
P5786
P5787
P5788
P5789
P579
P5791
P5792
P5793
P5794
P5795
P5796
P5797
P5798
P5799
P580
P581
P582
P5821
P5822
P5823
P5824
P5829
P584
P5841
P5842
P5843
P5844
P5845
P5846
P5847
P5849
P585
P586
P589
P5891
P5893
P5899
P590
P5900
P5902
Descrição Procedimento
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA BEXIGA
CISTOSCOPIA ATRAVES DE ESTOMA ARTIFICIAL
CISTOSCOPIA NCOP
BIOPSIA FECHADA [TRANSURETRAL] DA BEXIGA
BIOPSIA ABERTA DA BEXIGA
PROCEDIMENTOSDIAGNOSTICO NA BEXIGA, NCOP
SECÇÃO TRANSURETRAL DE ADERENCIAS INTRALUMINAIS
REPARACAO DA BEXIGA, NCOP
SUTURA DE LACERACAO DA BEXIGA
ENCERRAMENTO DE CISTOSTOMIA
REPARACAO DE FISTULA ENVOLVENDO BEXIGA E INTESTINO
REPARACAO DE FISTULA DA BEXIGA
CISTOURETROPLASTIA E REPARACAO PLASTICA DO COLO VESICAL
REPARACAO DE EXTROFIA DA BEXIGA
RECONSTRUCAO DA BEXIGA
ANASTOMOSES DA BEXIGA NCOP
REPARACAO DA BEXIGA, NCOP
OPERACOES NA BEXIGA NCOP
ESFINCTEROTOMIA DA BEXIGA
DILATACAO DO COLO VESICAL
CONTROLE DE HEMORRAGIA (POS OPERATORIA) DA BEXIGA
INSERCAO DE CATETER URINARIO PERMANENTE
SUBSTITUICAO DE CATETER URINARIO PERMANENTE
IMPLANTE DE ESTIMULADOR ELECTRONICO DA BEXIGA
SUBSTITUICAO DE ESTIMULADOR ELECTRONICO DA BEXIGA
REMOÇÃO DE ESTIMULADOR ELECTRONICO DA BEXIGA
OPERACOES NA BEXIGA NCOP
URETROTOMIA
MEATOTOMIA URETRAL
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA URETRA
URETROSCOPIA PERINEAL
URETROSCOPIA NCOP
BIOPSIA DA URETRA
BIOPSIA DO TECIDO PERIURETRAL
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA URETRA E TECIDO PERIURETRAL, NCOP
REPARACAO DA URETRA
SUTURA DE LACERACAO DA URETRA
ENCERRAMENTO DE URETROSTOMIA
ENCERRAMENTO DE FISTULA DA URETRA, NCOP
REANASTOMOSE DA URETRA
REPARACAO DE HIPOSPADIAS OU EPISPADIAS
RECONSTRUCOES DA URETRA NCOP
MEATOPLASTIA URETRAL
REPARACOES DA URETRA NCOP
LIBERTACAO DE APERTO URETRAL
DILATACAO DA URETRA
OPERACOES NA URETRA E TECIDO PERIURETRAL NCOP
INCISAO DO TECIDO PERIURETRAL
IMPLANTE DE ESFINCTER URINARIO ARTIFICIAL (AUS)
OPERACOES NA URETRA E TECIDO PERIURETRAL NCOP
DISSECCAO DO TECIDO RETROPERITONEAL
DISSECCAO RETROPERITONEAL SOE
SECÇÃO DE ADERENCIAS PERI-RENAIS OU PERI-URETERAIS SOE
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P5903
P5909
P591
P5911
P5912
P5919
P592
P5921
P5929
P593
P594
P595
P596
P597
P5971
P5972
P5972
P5979
P598
P599
P5992
P5993
P5994
P5995
P5996
P5999
P600
P601
P6011
P6012
P6013
P6014
P6015
P6018
P6019
P6071
P6072
P6081
P6091
P6092
P6093
P6094
P6095
P610
P611
P6111
P6119
P612
P614
P6141
P6142
P6149
P6191
Descrição Procedimento
SECÇÃO LAPAROSCÓPICA DE ADERÊNCIAS PERIRENAIS OU PERI-URETERAIS
INCISAO DE TECIDO PERI-RENAL OU PERI-URETERAL NCOP
INCISAO DE TECIDO PERI-VESICAL
SECÇÃO DE ADERENCIAS PERI-VESICAIS, NCOP
SECÇÃO LAPAROSCÓPICA DE ADERÊNCIAS PERIVESICAIS
INCISAO DE TECIDO PERI-VESICAL NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NOS TECIDOS PERIRENAL E PERIVESICAL
BIOPSIA DE TECIDO PERIRENAL OU PERIVESICAL
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO TECIDO PERIRENAL PERIVESICAL E RETROPERI
PLICATURA DA JUNCAO URETROVESICAL
SUSPENSAO SUPRAPUBICA
SUSPENSAO URETRAL RETROPUBICA
SUSPENSAO PARAURETRAL
REPARACAO DE INCONTINENCIA URINARIA POR STRESS NCOP
OPERACAO DO MUSCULO ELEVADOR PARA SUSPENSAO URETROVESICAL
INJECCAO OU IMPLANTE NA URETRA E/OU COLO VESICAL
INJECCAO OU IMPLANTE NA URETRA E/OU COLO VESICAL
REPARACAO DE INCONTINENCIA URINARIA POR STRESS, NCOP
CATETERIZACAO URETERAL
OPERACOES NO APARELHO URINARIO NCOP
OPERACOES NOS TECIDOS PERIRENAL OU PERIVESICAL NCOP
SUBSTITUICAO DE TUBO DE URETEROSTOMIA
SUBSTITUICAO DE TUBO DE CISTOSTOMIA
FRAGMENTACAO ULTRASONICA DE CALCULOS URINARIOS
LITOTRIPSIA EXTRACORPORAL POR ONDAS DE CHOQUE [ESWL]
OPERACOES NO APARELHO URINARIO NCOP
INCISAO DA PROSTATA
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA PROSTATA E VESICULAS SEMINAIS
BIOPSIA FECHADA [PERCUTANEA] [AGULHA] DA PROSTATA
BIOPSIA ABERTA DA PROSTATA
BIOPSIA FECHADA [PERCUTANEA] DAS VESICULAS SEMINAIS
BIOPSIA ABERTA DAS VESICULAS SEMINAIS
BIOPSIA DE TECIDO PERIPROSTATICO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA PROSTATA E TECIDO PERIPROSTATICO, NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NAS VESICULAS SEMINAIS, NCOP
ASPIRACAO PERCUTANEA DE VESICULA SEMINAL
INCISAO DE VESICULA SEMINAL
INCISAO DE TECIDO PERIPROSTATICO
ASPIRACAO PERCUTANEA DA PROSTATA
INJECCAO NA PROSTATA
REPARACAO DA PROSTATA
CONTROLO DE HEMORRAGIA (POS-OPERATORIA) DA PROSTATA
DILATACAO TRANS-URETRAL POR BALAO DA URETRA PROSTATICA
INCISAO E DRENAGEM DO ESCROTO E TUNICA VAGINAL
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO ESCROTO E TUNICA VAGINAL
BIOPSIA DE ESCROTO OU TUNICA VAGINAL
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO ESCROTO E TUNICA VAGINAL NCOP
EXCISAO DE HIDROCELO (DA TUNICA VAGINAL)
REPARACAO DO ESCROTO E TUNICA VAGINAL
SUTURA DE LACERACAO DO ESCROTO E TUNICA VAGINAL
REPARACAO DE FISTULA ESCROTAL
REPARACOES DO ESCROTO E TUNICA VAGINAL NCOP
ASPIRACAO PERCUTANEA DA TUNICA VAGINAL
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P620
P621
P6211
P6212
P6219
P625
P626
P6261
P6269
P627
P629
P6291
P6292
P6299
P630
P6301
P6309
P632
P635
P6351
P6352
P6353
P6359
P636
P637
P6370
P6371
P6372
P6373
P638
P6381
P6382
P6383
P6384
P6385
P6389
P6391
P6392
P6393
P6394
P6395
P640
P641
P6411
P6419
P644
P6441
P6442
P6443
P6444
P6445
P6449
P645
Descrição Procedimento
INCISAO DE TESTICULO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NOS TESTICULOS
BIOPSIA FECHADA [PERCUTANEA] [POR AGULHA] DE TESTICULO
BIOPSIA ABERTA DE TESTICULO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NOS TESTICULOS NCOP
ORQUIDOPEXIA
REPARACAO DE TESTICULOS
SUTURA DE LACERACAO DE TESTICULO
REPARACAO DE TESTICULOS NCOP
INSERCAO DE PROTESE TESTICULAR
OPERACAO NOS TESTICULOS NCOP
ASPIRACAO DE TESTICULO
INJECCAO DE SUBSTANCIA TERAPEUTICA NOS TESTICULOS
OPERACAO NOS TESTICULOS NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO CORDAO ESPERMATICO EPIDIDIMO E CANAIS DE
BIOPSIA DE CORDAO ESPERMATICO EPIDIDIMO OU CANAL DEFERENTE
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO CORDAO ESPERMATICO EPIDIDIMO E CANAL DEF
EXCISAO DE QUISTO DO EPIDIDIMO
REPARACAO DE CORDAO ESPERMATICO E EPIDIDIMO
SUTURA DE LACERACAO DO CORDÃO ESPERMATICO E EPIDIDIMO
REDUCAO DE TORSAO DOS TESTICULOS OU CORDAO ESPERMATICO
TRANSPLANTE DE CORDAO ESPERMATICO
REPARACÃO DO CORDAO ESPERMATICO E EPIDIDIMO NCOP
VASOTOMIA
VASECTOMIA E LAQUEACAO DO CANAL DEFERENTE
PROCEDIMENTOS PARA ESTERILIZACAO MASCULINA SOE
LAQUEACAO DO CANAL DEFERENTE
LAQUEACAO DO CORDAO ESPERMATICO
VASECTOMIA
REPARACAO DO CANAL DEFERENTE E EPIDIDIMO
SUTURA DE LACERACAO DO CANAL DEFERENTE E EPIDIDIMO
RECONSTRUCAO DO CANAL DEFERENTE SECCIONADO CIRURGICAMENTE
EPIDIDIMOVASOSTOMIA
REMOCAO DE LAQUEACAO DO CANAL DEFERENTE
REMOCAO DE VALVULA DO CANAL DEFERENTE
REPARACOES DO CANAL DEFERENTE E EPIDIDIMO NCOP
ASPIRACAO DE ESPERMATOCELO
EPIDIDIMOTOMIA
INCISAO DE CORDAO ESPERMATICO
SECÇÃO DE ADERENCIAS DO CORDAO ESPERMATICO
INSERCAO DE VALVULA NO CANAL DEFERENTE
CIRCUNCISAO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO PENIS
BIOPSIA DO PENIS
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO PENIS, NCOP
REPARACAO E OPERACAO PLASTICA NO PENIS
SUTURA DE LACERACAO DO PENIS
LIBERTACAO DO FREIO PREPUCIAL
CONSTRUCAO DO PENIS
RECONSTRUCAO DO PENIS
REIMPLANTE DO PENIS
REPARACAO DO PENIS, NCOP
OPERACOES PARA MUDANCA DE SEXO, SOE
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P6491
P6492
P6493
P6494
P6495
P6496
P6497
P6498
P650
P6501
P6509
P651
P6511
P6512
P6513
P6514
P6519
P6521
P6523
P657
P6571
P6572
P6573
P6574
P6575
P6576
P6579
P658
P6581
P6589
P6591
P6592
P6593
P6594
P6595
P660
P6601
P6602
P661
P6611
P6619
P662
P6621
P6622
P6629
P663
P6631
P6632
P6639
P667
P6671
P6672
P6673
Descrição Procedimento
SLIT (?) DORSAL OU LATERAL DO PREPUCIO
INCISAO DO PENIS
SECCAO DE ADERÊNCIAS DO PENIS
COLOCACAO DE PROTESE EXTERNA NO PENIS
INSERCAO OU SUBSTITUIÇÃO DE PROTESE PENIANA NAO INSUFLAVEL
REMOCAO DE PROTESE INTERNA DO PENIS
INSERCAO OU SUBSTITUIÇÃO DE PROTESE PENIANA INSUFLAVEL
OPERACOES NO PENIS, NCOP
OOFOROTOMIA
OOFOROTOMIA LAPAROSCOPICA
OOFOROTOMI, NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NOS OVARIOS
BIOPSIA DO OVARIO (ASPIRATIVA)
BIOPSIA DO OVARIO NCOP
BIOPSIA LAPAROSCOPICA DO OVARIO
PROCEDIMENTOS DIAGNÓSTICOS LAPAROSCÓPICOS NO OVÁRIO, NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NOS OVARIOS NCOP
MARSUPIALIZACAO DE QUISTO DO OVARIO
MARSUPIALIZACAO LAPAROSCÓPICA DE QUISTO DO OVÁRIO
REPARACAO DE OVARIO
SUTURA SIMPLES DE OVARIO, NCOP
REIMPLANTE DE OVARIO, NCOP
SALPINGO-OOFOROPLASTIA, NCOP
SUTURA SIMPLES LAPAROSCOPICA DO OVARIO
REIMPLANTE LAPAROSCOPICO DO OVARIO
SALPINGO-OOFOROPLASTIA LAPAROSCOPICA
REPARACAO DE OVARIO, NCOP
SECÇÃODE ADERENCIAS DO OVARIO E TROMPA DE FALOPIO
SECÇÃO LAPAROSCÓPICA, DE ADERÊNCIAS DO OVÁRIO E TROMPA DE FALÓPIO
SECÇÃO DE ADERÊNCIAS DO OVÁRIOS E TROMPA DE FALÓPIO, NCOP
ASPIRACAO DE OVARIO
TRANSPLANTE DE OVARIO
ROTURA MANUAL DE QUISTO DO OVARIO
DESENERVACAO DO OVARIO
REDUCAO DE TORSAO DO OVARIO
SALPINGOTOMIA E SALPINGOSTOMIA
SALPINGOTOMIA
SALPINGOSTOMIA
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NAS TROMPAS DE FALOPIO
BIOPSIA DA TROMPA DE FALLOPIO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NAS TROMPAS DE FALOPIO NCOP
DESTRUICAO OU OCLUSAO ENDOSCOPICA BILATERAL DAS TROMPAS DE FALOPIO
LAQUEACAO E ESMAGAMENTO ENDOSCOPICO BILATERAL DA TROMPA DE FALÓPIO
LAQUEACAO E SECÇÃO ENDOSCOPICA BILATERAL E SECCAO DAS TROMPAS DE FALÓPIO
DESTRUICOES OU OCLUSOES ENDOSCOPICAS BILATERAIS DAS TROMPAS DE FALÓPIO NCOP
DESTRUICAO OU OCLUSAO BILATERAL DAS TROMPAS DE FALOPIO, NCOP
LAQUEACAO OU ESMAGAMENTO BILATERAL DAS TROMPAS DE FALOPIO, NCOP
LAQUEACAO E SECCAO BILATERAL DAS TROMPAS DE FALOPIO (OP.POMEROY)
DESTRUIÇÃO OU OCLUSÃO BILATERAL DAS TROMPAS DE FALÓPIO, NCOP
REPARACAO DE TOMPA DE FALOPIO
SUTURA SIMPLES DA TROMPA DE FALÓPIO
SALPINGO-OOFOROSTOMIA
SALPINGO-SALPINGOSTOMIA
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 251 de 293
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P6674
P6679
P668
P6691
P6692
P6693
P6694
P6695
P6696
P6697
P670
P671
P6711
P6712
P6719
P6731
P675
P676
P6761
P6762
P6769
P681
P6811
P6812
P6813
P6814
P6815
P6816
P6819
P6821
P6822
P688
P690
P6901
P6902
P6909
P692
P6921
P6922
P6923
P6929
P693
P694
P6941
P6942
P6949
P695
P6951
P6952
P6959
P696
P697
P6991
Descrição Procedimento
SALPINGO-UTEROSTOMIA
REPARACOES DA TROMPA DE FALOPIO, NCOP
INSUFLACAO DE TROMPA DE FALOPIO
ASPIRACAO DA TROMPA DE FALÓPIO
DESTRUICAO OU OCLUSAO UNILATERAL DA TROMPA DE FALÓPIO
IMPLANTE OU SUBSTITUIÇÃO DE PROTESE DA TROMPA DE FALÓPIO
REMOCAO DE PROTESE DA TROMPA DE FALÓPIO
INSUFLACAO DE SUBSTANCIA TERAPEUTICA NAS TROMPAS DE FALÓPIO
DILATACAO DA TROMPA DE FALÓPIO
IMPLANTE DE FRANJAS NA PAREDE UTERINA
DILATACAO DO CANAL CERVICAL
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO CERVIX
BIOPSIA ENDOCERVICAL
BIOPSIA CERVICAL NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO CERVIX NCOP
MARSUPIALIZACAO DE QUISTO CERVICAL
REPARACAO DO ORIFICIO CERVICAL INTERNO
REPARACAO DO CERVIX, NCOP
SUTURA DE LACERACAO DO CERVIX
REPARACAO DE FISTULA DA CERVIX
REPARACÃO DO CERVIX, NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO UTERO E ESTRUTURAS DE SUPORTE
EXAME DIGITAL DO UTERO
HISTEROSCOPIA
BIOPSIA ABERTA DO UTERO
BIOPSIA ABERTA DE LIGAMENTOS UTERINOS
BIOPSIA FECHADA DE LIGAMENTOS UTERINOS
BIOPSIA FECHADA DO UTERO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO UTERO E ESTRUTURAS DE SUPORTE, NCOP
SECCAO DE SINEQUIAS ENDOMETRIAIS
INCISAO OU EXCISAO DE SEPTO CONGENITO DO UTERO
EVISCERACAO PELVICA
DILATACAO E CURETAGEM DO UTERO
DILATACAO E CURETAGEM DO UTERO PARA INTERRUPCAO DE GARVIDEZ
DILATACAO E CURETAGEM DO UTERO APOS PARTO OU ABORTO
DILATACAO E CURETAGEM DO UTERO, NCOP
REPARACAO DAS ESTRUTURAS DE SUPORTE DO UTERO
OPERACAO DE INTERPOSICAO
SUSPENSAO UTERINA, NCOP
REPARACAO VAGINAL DE INVERSAO CRONICA DO UTERO
REPARACAO DO UTERO E ESTRUTURAS DE SUPORTE, NCOP
DESNERVACAO UTERINA PARACERVICAL
REPARACAO UTERINA
SUTURA DE LACERACAO DO UTERO
ENCERRAMENTO DE FISTULA DO UTERO
REPARACOES DO UTERO NCOP
CURETAGEM ASPIRATIVA DO UTERO
CURETAGEM ASPIRATIVA DO UTERO PARA INTERRUPCAO DE GRAVIDEZ
CURETAGEM ASPIRATIVA APOS PARTO OU ABORTO
CURETAGEM ASPIRATIVA DO UTERO NCOP
EXTRACÇÃO OU REGULARIZACAO MENSTRUAL
INSERCAO DE DISPOSITIVO CONTRACEPTIVO INTRAUTERINO
INSERCAO DE DISPOSITIVO TERAPEUTICO NO UTERO
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P6992
P6993
P6994
P6995
P6996
P6997
P6998
P700
P701
P7011
P7012
P7013
P7014
P702
P7021
P7022
P7023
P7024
P7029
P705
P7050
P7051
P7052
P706
P7061
P7062
P707
P707
P7071
P7072
P7073
P7074
P7075
P7076
P7077
P7079
P709
P7091
P7092
P710
P7101
P7109
P711
P7111
P7119
P712
P7121
P7122
P7123
P7129
P717
P7171
P7172
Descrição Procedimento
INSEMINACAO ARTIFICIAL
INSERCAO DE LAMINARIA
REDUCAO MANUAL DE INVERSAO DO UTERO
INCISAO DO ERVIX
REMOÇÃO DE MATERIAL DE CERCLAGE DO CERVIX
REMOÇÃO DE OUTRO CORPO ESTRANHO PENETRANTE DO CERVIX
OPERACOES NAS ESTRUTURAS DE SUPORTE DO UTERO NCOP
CULDOCENTESE
INSISAO DA VAGINA E FUNDO DE SACO
HIMENOTOMIA
CULDOTOMIA
SECÇÃO DE ADERENCIAS INTRALUMINAIS DA VAGINA
VAGINOTOMIA NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA VAGINA E FUNDO DE SACO
VAGINOSCOPIA
CULDOSCOPIA
BIOPSIA DO FUNDO DE SACO
BIOPSIA VAGINAL
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA VAGINA E FUNDO DE SACO, NCOP
REPARACAO DE CISTOCELO E RECTOCELO
REPARACAO DE CISTOCELO E RECTOCELO (SIMULTANEA)
REPARACAO DE CISTOCELO (COLPORRAFIA ANTERIOR)
REPARACAO DE RECTOCELO (COLPORRAFIA POSTERIOR)
CONSTRUCAO E RECONSTRUCAO DA VAGINA
CONSTRUCAO DA VAGINA
RECONSTRUCAO DA VAGINA
REPARAÇÃO DA VAGINA, NCOP
REPARAÇÃO DA VAGINA, NCOP
SUTURA DE LACERACAO DA VAGINA
REPARACAO DE FISTULA COLOVAGINAL
REPARACAO DE FISTULA RECTO-VAGINAL
REPARACAO DE FISTULA VAGINO-ENTERICA, NCOP
REPARACAO DE FISTULA DA VAGINA, NCOP
HIMENORRAFIA
SUSPENSAO E FIXACAO DA VAGINA
REPARACÃO DA VAGINA NCOP
OPERACOES NA VAGINA E FUNDO DE SACO NCOP
OPERACOES NA VAGINA NCOP
OPERACOES NO FUNDO DE SACO DA VAGINA, NCOP
INCISAO DA VULVA E PERINEO
SECÇÃO DE ADERENCIAS VULVULARES
INCISÃO DA VULVA E PERINEO NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA VULVA
BIOPSIA DA VULVA
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA VULVA NCOP
OPERACÕES NA GLANDULA DE BARTHOLIN
ASPIRACAO PERCUTANEA DA GLANDULA DE BARTHOLIN (QUISTO)
INCISAO DA GLANDULA DE BARTHOLIN (QUISTO)
MARSUPIALIZACAO DA GLANDULA DE BARTHOLIN (QUISTO)
OPERACOES NA GLANDULA DE BARTHOLIN NCOP
REPARACAO DA VULVA E PERINEO
SUTURA DE LACERACAO DA VULVA OU PERINEO
REPARACAO DE FISTULA DA VULVA OU PERINEO
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 253 de 293
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P7179
P72
P720
P721
P722
P7221
P7229
P723
P7231
P7239
P724
P725
P7251
P7252
P7253
P7254
P726
P727
P7271
P7279
P728
P729
P73
P730
P7301
P7309
P731
P732
P733
P734
P735
P7351
P7359
P736
P738
P739
P7391
P7392
P7393
P7394
P7399
P740
P741
P742
P743
P744
P749
P7491
P7499
P75
P750
P751
P752
Descrição Procedimento
REPARACOES DA VULVA E PERINEO NCOP
PARTO POR FORCEPS, VENTOSA E PARTO PELVICO
APLICACAO DE FORCEPS BAIXO
APLICACAO DE FORCEPS BAIXO COM EPISIOTOMIA
APLICACAO DE FORCEPS MEDIO
FORCEPS MEDIO COM EPISIOTOMIA
FORCEPS MEDIO NCOP
APLICACAO DE FORCEPS ALTO
FORCEPS ALTO COM EPISIOTOMIA
FORCEPS ALTO NCOP
ROTACAO DA CABECA FETAL COM FORCEPS
EXTRACCAO PELVICA
EXTRACCAO PELVICA PARCIAL COM FORCEPS PARA CABECA ULTIMA
EXTRACCAO PELVICA PARCIAL NCOP
EXTRACCAO PELVICA TOTAL COM FORCEPS PARA CABECA ULTIMA
EXTRACCOES PELVICAS TOTAIS NCOP
APLICACAO DE FORCEPS A CABECA ULTIMA
EXTRACCAO POR VENTOSA
EXTRACCAO POR VENTOSA COM EPISIOTOMIA
EXTRACCOES POR VENTOSA NCOP
PARTO INSTRUMENTAL ESPECIFICADO NCOP
PARTO INSTRUMENTAL NAO ESPECIFICADO
TECNICAS DE INDUCAO DO PARTO, OU PARTO ASSISTIDO, NCOP
ROTURA ARTIFICIAL DE MEMBRANAS
INDUCAO DE TRABALHO DE PARTO POR ROTURA ARTIFICIAL DE MEMBRANAS
ROTURAS ARTIFICIAIS DE MEMBRANAS, NCOP
INDUCAO CIRURGICA DO TRABALHO DE PARTO, NCOP
ROTACAO INTERNA E COMBINADA E EXTRACCAO
APLICACAO DE FORCEPS SEM RESULTADO
INDUCAO CLINICA DO TRABALHO DE PARTO
PARTO MANUAL ASSISTIDO
ROTACAO MANUAL DA CABECA DO FETO
PARTOS MANUAL ASSISTIDO NCOP
EPISIOTOMIA
OPERACOES NO FETO PARA FACILITAR O PARTO
OPERAÇOES NO PARTO ASSISTIDO, NCOP
VERSAO EXTERNA
REDUCAO DE PROLAPSO DO CORDAO UMBILICAL
INCISAO DO COLO PARA FACILITAR O PARTO
SINFISIOTOMIA
OPERAÇOES NO PARTO ASSISTIDO, NCOP
CESARIANA CLASSICA
CESARIANA CERVICAL BAIXA
CESARIANA EXTRAPERITONEAL
REMOÇAO DE GRAVIDEZ ECTÓPICA EXTRA-TUBAR
CESARIANA DE OUTRO TIPO ESPECIFICADO
CESARIANA DE TIPO SOE
HISTEROTOMIA PARA INTERRUPCAO DE GRAVIDEZ
CESARIANAS DE TIPO SOE, NCOP
OPERACOES OBSTETRICAS NCOP
INJECCAO INTRA-AMNIOTICA PARA ABORTO
AMNIOCENTESE DIAGNOSTICA
TRANSFUSAO INTRAUTERINA
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P753
P7531
P7532
P7533
P7534
P7535
P7536
P7537
P754
P755
P7550
P7551
P7552
P756
P7561
P7562
P7569
P757
P758
P759
P7591
P7592
P7593
P7594
P7599
P760
P7601
P7609
P761
P7611
P7619
P7643
P7646
P765
P766
P7661
P7662
P7663
P7664
P7665
P7666
P7667
P7668
P7669
P767
P7670
P7671
P7672
P7673
P7674
P7675
P7676
P7677
Descrição Procedimento
OPERACOES INTRA-UTERINAS NO FETO E AMNIOS NCOP
AMNIOSCOPIA
ELECTROCARDIOGRAMA FETAL (COURO CABELUDO), INTRA-UTERINO
COLHEITA DE SANGUE FETAL E BIOPSIA (INTRA-UTERINA)
MONITORIZAÇÃO FETAL, NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NO FETO E AMNIOS NCOP
CORRECCAO DE DEFEITO FETAL
AMNIOINFUSAO
REMOÇÃO MANUAL DE PLACENTA RETIDA
REPARACAO DE LACERACAO OBSTETRICA RECENTE DO UTERO
REPARACAO DE LACERACAO RECENTE DO UTERO NCOP
REPARACAO DE LACERACAO OBSTETRICA RECENTE DO COLO UTERINO
REPARACAO DE LACERACAO OBSTETRICA RECENTE DO CORPO UTERINO
REPARACAO LACERACOES OBSTETRICAS RECENTES NCOP
REPARACAO DE LACERACAO OBSTETRICA RECENTE DA BEXIGA E URETRA
REPARACAO DE LACERACAO OBSTETRICA RECENTE DE RECTO E ESFINTER ANAL
REPARACAO DE LACERACAO OBSTETRICA RECENTE NCOP
EXPLORACAO MANUAL DA CAVIDADE UTERINA, POS-PARTO
TAMPONAMENTO OBSTETRICO DO UTERO OU VAGINA
OPERACOES OBSTETRICAS NCOP
DRENAGEM DE HEMATOMA INCISIONAL OBSTETRICO DO PERINEO
DRENAGEM DE HEMATOMA, NCOP DA VULVA OU VAGINA
CORRECCAO CIRURGICA DE UTERO INVERTIDO
REDUCAO MANUAL DE UTERO INVERTIDO
OPERACOES OBSTETRICAS NCOP
INCISAO DE OSSO FACIAL SEM SECCAO
SEQUESTRECTOMIA DE OSSO DA FACE
INCISOES DOS OSSOS DA FACE NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NOS OSSOS E ARTICULACOES DA FACE
BIOPSIA DE OSSOS DA FACE
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NOS OSSOS E ARTICULACOES DA FACE NCOP
RECONSTRUCAO DA MANDIBULA, NCOP
RECONSTRUCAO NCOP, DE OSSOS DA FACE NCOP
ARTROPLASTIA TEMPOROMANDIBULAR
REPARAÇÃO DE OSSOS DA FACE E CIRURGIA ORTOGNATICA NCOP
OSTEOPLASTIA FECHADA (OSTEOTOMIA) DO RAMO DA MANDIBULA
OSTEOPLASTIA ABERTA (OSTEOTOMIA) DO RAMO DA MANDIBULA
OSTEOPLASTIA (OSTEOTOMIA) DO CORPO DA MANDIBULA
CIRURGIA ORTOGNATICA NA MANDIBULA NCOP
OSTEOPLASTIA SEGMENTAR (OSTEOTOMIA) DA MAXILA
OSTEOPLASTIA TOTAL (OSTEOTOMIA) DA MAXILA
GENIOPLASTIA DE REDUCAO
GENIOPLASTIA DE AUMENTO
REPARAÇÃO DE OSSOS DA FACE NCOP
REDUCAO DE FRACTURA DE OSSOS DA FACE
REDUCAO DE FRACTURA DA FACE, SOE
REDUCAO FECHADA DE FRACTURA DO MALAR e ARCADA ZIGOMATICA
REDUCAO ABERTA DE FRACTURA DO MALAR e ARCADA ZIGOMATICA
REDUCAO FECHADA DE FRACTURA DO MAXILAR
REDUCAO ABERTA DE FRACTURA DO MAXILAR
REDUCAO FECHADA DE FRACTURA DA MANDIBULA
REDUCAO ABERTA DE FRACTURA DA MANDIBULA
REDUCAO ABERTA DE FRACTURA DO ALVEOLO
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P7678
P7679
P7691
P7692
P7693
P7694
P7695
P7696
P7697
P770
P7700
P7701
P7702
P7703
P7704
P7705
P7706
P7707
P7708
P7709
P771
P7710
P7711
P7712
P7713
P7714
P7715
P7716
P7717
P7718
P7719
P772
P7720
P7721
P7722
P7723
P7724
P7725
P7726
P7727
P7728
P7729
P773
P7730
P7731
P7732
P7733
P7734
P7735
P7736
P7737
P7738
P7739
Descrição Procedimento
REDUCAO FECHADA DE FRACTURA DA FACE, NCOP
REDUCAO ABERTA DE FRACTURA DA FACE, NCOP
ENXERTO EM OSSO DA FACE
INSERCAO DE IMPLANTE SINTETICO NO OSSO DA FACE
REDUCAO FECHADA DE LUXACAO TEMPORO-MANDIBULAR
REDUCAO ABERTA DE LUXACAO TEMPORO-MANDIBULAR
MANIPULACOES DA ARTICULACAO TEMPORO-MANDIBULAR NCOP
INJECCAO DE SUBSTANCIA TERAPEUTICA NA ARTICULACAO TEMPORO-MANDIBULAR
REMOÇÃO DE DISPOSITIVO DE FIXACAO INTERNA DE OSSO DA FACE
SEQUESTRECTOMIA
SEQUESTRECTOMIA, LOCAL NAO ESPECIFICADO
SEQUESTRECTOMIA, OMOPLATA, CLAVICULA E TORAX (COSTELAS/ESTERNO)
SEQUESTRECTOMIA, UMERO
SEQUESTRECTOMIA, RADIO E CUBITO
SEQUESTRECTOMIA, CARPO E METACARPO
SEQUESTRECTOMIA, FEMUR
SEQUESTRECTOMIA, ROTULA
SEQUESTRECTOMIA, TIBIA E PERONEO
SEQUESTRECTOMIA, TARSO E METATARSO
SEQUESTRECTOMIA, LOCALIZACAO NCOP
INCISAO DE OSSO SEM SECCAO, NCOP
INCISAO DE OSSO SEM SECCAO NCOP, LOCAL NAO ESPECIFICADO
INCISAO DE OSSO S/SECCAO NCOP, OMOPLATA CLAVICULA E TORAX (COSTELAS/ESTERNO)
INCISAO DE OSSO SEM SECCAO NCOP, UMERO
INCISAO DE OSSO SEM SECCAO NCOP, RADIO E CUBITO
INCISAO DE OSSO SEM SECCAO NCOP, CARPO E METACARPO
INCISAO DE OSSO SEM SECCAO NCOP, FEMUR
INCISAO DE OSSO SEM SECCAO NCOP, ROTULA
INCISAO DE OSSO SEM SECCAO NCOP, TIBIA E PERONEO
INCISAO DE OSSO SEM SECCAO NCOP, TARSO E METATARSO
INCISAO DE OSSO SEM SECCAO NCOP
OSTEOTOMIA EM CUNHA
OSTEOTOMIA EM CUNHA, LOCAL NAO ESPECIFICADO
OSTEOTOMIA EM CUNHA, OMOPLATA CLAVICULA E TORAX (COSTELAS/ESTERNO)
OSTEOTOMIA EM CUNHA, UMERO
OSTEOTOMIA EM CUNHA, RADIO E CUBITO
OSTEOTOMIA EM CUNHA, CARPO E METACARPO
OSTEOTOMIA EM CUNHA, FEMUR
OSTEOTOMIA EM CUNHA, ROTULA
OSTEOTOMIA EM CUNHA, TIBIA E PERONEO
OSTEOTOMIA EM CUNHA, TARSO E METATARSO
OSTEOTOMIA EM CUNHA, NCOP
SECCAO DE OSSO, NCOP
SECCOES DE OSSO NCOP, LOCAL NAO ESPECIFICADO
SECCOES DE OSSO NCOP, OMOPLATA CLAVICULA E TORAX (COSTELAS/ESTERNO)
SECCOES DE OSSO NCOP, UMERO
SECCOES DE OSSO NCOP, RADIO E CUBITO
SECCOES DE OSSO NCOP, CARPO E METACARPO
SECCOES DE OSSO NCOP, FEMUR
SECCOES DE OSSO NCOP, ROTULA
SECCOES DE OSSO NCOP, TIBIA E PERONEO
SECCOES DE OSSO NCOP, TARSO E METATARSO
SECCOES DE OSSO DE LOCAL NCOP
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P774
P7740
P7741
P7742
P7743
P7744
P7745
P7746
P7747
P7748
P7749
P775
P7756
P7757
P777
P7770
P7771
P7772
P7773
P7774
P7775
P7776
P7777
P7778
P7779
P780
P7800
P7801
P7802
P7803
P7804
P7805
P7806
P7807
P7808
P7809
P781
P7810
P7811
P7812
P7813
P7814
P7815
P7816
P7817
P7818
P7819
P782
P7820
P7822
P7823
P7824
Descrição Procedimento
BIOPSIA OSSEA
BIOPSIA OSSEA, LOCAL NAO ESPECIFICADO
BIOPSIA OSSEA, OMOPLATA CLAVICULA E TORAX (COSTELAS/ESTERNO)
BIOPSIA OSSEA, UMERO
BIOPSIA OSSEA, RADIO E CUBITO
BIOPSIA OSSEA, CARPO E METACARPO
BIOPSIA OSSEA, FEMUR
BIOPSIA OSSEA, ROTULA
BIOPSIA OSSEA, TIBIA E PERONEO
BIOPSIA OSSEA, TARSO E METATARSO
BIOPSIA OSSEA DE LOCAL NCOP
EXCISAO E REPARAÇÃO DE CALO ÓSSEO E OUTRAS DEFORMIDADES DOS DEDOS DOS PES
REPARACAO DE DEDO DO PE EM MARTELO
REPARACAO DE DEDO DO PE EM GARRA
EXCISAO DE OSSO PARA ENXERTO
EXCISAO DE OSSO PARA ENXERTO, LOCAL NAO ESPECIFICADO
EXCISAO DE OSSO PARA ENXERTO, OMOPLATA CLAVICULA E TORAX (COSTELA/ESTERNO)
EXCISAO DE OSSO PARA ENXERTO, UMERO
EXCISAO DE OSSO PARA ENXERTO, RADIO E CUBITO
EXCISAO DE OSSO PARA ENXERTO, CARPO E METACARPO
EXCISAO DE OSSO PARA ENXERTO, FEMUR
EXCISAO DE OSSO PARA ENXERTO, ROTULA
EXCISAO DE OSSO PARA ENXERTO, TIBIA E PERONEO
EXCISAO DE OSSO PARA ENXERTO, TARSO E METATARSO
EXCISAO DE OSSO PARA ENXERTO, LOCAL NCOP
ENXERTO OSSEO
ENXERTO OSSEO, LOCAL NAO ESPECIFICADO
ENXERTO OSSEO, OMOPLATA, CLAVICULA E TORAX (COSTELAS/ESTERNO)
ENXERTO OSSEO, UMERO
ENXERTO OSSEO, RADIO E CUBITO
ENXERTO OSSEO, CARPO E METACARPO
ENXERTO OSSEO, FEMUR
ENXERTO OSSEO, ROTULA
ENXERTO OSSEO, TIBIA E PERONEO
ENXERTO OSSEO, TARSO E METATARSO
ENXERTO OSSEO, LOCAL NCOP
APLICACAO DE DISPOSITIVO DE FIXACAO EXTERNA
APLICACAO DE DISPOSITIVO DE FIXACAO EXTERNA - LOCAL N/ESPECIFICA
APLIC.DISP.FIX.EXTERNA - OMOPLATA,CLAVICULA,TORAX [COST./ESTERNO
APLICACAO DE DISPOSITIVO DE FIXACAO EXTERNA - UMERO
APLICACAO DE DISPOSITIVO DE FIXACAO EXTERNA - RADIO E CUBITO
APLICACAO DE DISPOSITIVO DE FIXACAO EXTERNA - CARPO E METACARPO
APLICACAO DE DISPOSITIVO DE FIXACAO EXTERNA - FEMUR
APLICACAO DE DISPOSITIVO DE FIXACAO EXTERNA - ROTULA
APLICACAO DE DISPOSITIVO DE FIXACAO EXTERNA - TIBIA E PERONEO
APLICACAO DE DISPOSITIVO DE FIXACAO EXTERNA - TARSO E METATARSO
APLICACAO DE DISPOSITIVO DE FIXACAO EXTERNA - LOCAL NCOP
PROCEDIMENTOS P/ENCURTAMENTO DE MEMBROS
PROCEDIMENTOS P/ENCURTAMENTOPROCEDIMENTOS P/ENCURTAMENTO DE MEMBROS - LOCAL
NAO ESPECIFICADO
PROCEDIMENTOS P/ENCURTAMENTO DE MEMBROS - UMERO
PROCEDIMENTOS P/ENCURTAMENTO DE MEMBROS - RADIO E CUBITO
PROCEDIMENTOS P/ENCURTAMENTO DE MEMBROS - CARPO E METACARPO
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P7825
P7827
P7828
P7829
P783
P7830
P7831
P7832
P7833
P7834
P7835
P7837
P7838
P7839
P784
P7840
P7841
P7842
P7843
P7844
P7845
P7846
P7847
P7848
P7849
P785
P7850
P7851
P7852
P7853
P7854
P7855
P7856
P7857
P7858
P7859
P786
P7860
P7861
P7862
P7863
P7864
P7865
P7866
P7867
P7868
P7869
P787
P7870
P7871
P7872
P7873
P7874
Descrição Procedimento
PROCEDIMENTOS P/ENCURTAMENTO DE MEMBROS - FEMUR
PROCEDIMENTOS P/ENCURTAMENTO DE MEMBROS - TIBIA E PERONEO
PROCEDIMENTOS P/ENCURTAMENTO DE MEMBROS - TARSO E METATARSO
PROCEDIMENTOS P/ENCURTAMENTO DE MEMBROS - LOCAL NCOP
PROCEDIMENTOS P/ALONGAMENTO DE MEMBROS
PROCEDIMENTOS P/ALONGAMENTO DE MEMBROS - LOCAL NAO ESPECIFICADO
PROC.P/ALONGAMENTO MEMBR.: OMOPLATA/CLAVICULA/TORAX (COSTELAS/ESTERNO)
PROCEDIMENTOS P/ALONGAMENTO DE MEMBROS - UMERO
PROCEDIMENTOS P/ALONGAMENTO DE MEMBROS - RADIO E CUBITO
PROCEDIMENTOS P/ALONGAMENTO DE MEMBROS - CARPO E METACARPO
PROCEDIMENTOS P/ALONGAMENTO DE MEMBROS - FEMUR
PROCEDIMENTOS P/ALONGAMENTO DE MEMBROS - TIBIA E PERONEO
PROCEDIMENTOS P/ALONGAMENTO DE MEMBROS - TARSO E METATARSO
PROCEDIMENTOS P/ALONGAMENTO DE MEMBROS - LOCAL NCOP
REPARACAO OU OPERACAO PLASTICA NO OSSO, NCOP
REPARACAO/OPERACAO PLASTICA NCOP EM OSSO DE LOCAL N/ESPECIFICADO
REPAR/OP.PLASTICA NCOP-OMOPLATA,CLAVICULA E TORAX (COSTELAS/ESTERNO)
REPARACAO OU OPERACAO PLASTICA NCOP, NO UMERO
REPARACAO OU OPERACAO PLASTICA NCOP, NO RADIO E CUBITO
REPARACAO OU OPERACAO PLASTICA NCOP, NO CARPO E METACARPO
REPARACAO OU OPERACAO PLASTICA NCOP, NO FEMUR
REPARACAO OU OPERACAO PLASTICA NCOP, NA ROTULA
REPARACAO OU OPERACAO PLASTICA NCOP, NA TIBIA E PERONEO
REPARACAO OU OPERACAO PLASTICA NCOP, NO TARSO E METATARSO
REPARACAO OU OPERACAO PLASTICA NCOP, EM OSSO DE LOCAL NCOP
FIXACAO INTERNA DE OSSO SEM REDUCAO DE FRACTURA
FIXACAO INTERNA DE OSSO SEM REDUCAO DE FRACTURA, LOCAL N/ESPECIFICADO
FIXACAO INTERNA OMOPLATA, CLAVICULA E TORAX, S/ REDUCAO FRACTURA
FIXACAO INTERNA DO UMERO SEM REDUCAO DE FRACTURA
FIXACAO INTERNA DO RADIO E CUBITO, SEM REDUCAO DE FRACTURA
FIXACAO INTERNA DO CARPO E METACARPO, SEM REDUCAO DE FRACTURA
FIXACAO INTERNA DO FEMUR, SEM REDUCAO DE FRACTURA
FIXACAO INTERNA DA ROTULA, SEM REDUCAO DE FRACTURA
FIXACAO INTERNA DA TIBIA E PERONIO, SEM REDUCAO DE FRACTURA
FIXACAO INTERNA DO TARSO E METATARSO, SEM REDUCAO DE FRACTURA
FIXACAO INTERNA DE OSSO, NCOP SEM REDUCAO DE FRACTURA
REMOÇÃO DE PROTESE DE FIXACAO INTERNA DE OSSO
REMOÇÃO DE PROTESE DE FIXACAO INTERNA DE OSSO NAO ESPECIFICADO
REMOÇÃO PROTESE FIXACAO INT. -OMOPLATA,CLAVICULA,TORAX [COSTEL
REMOÇÃO DE PROTESE DE FIXACAO INTERNA DO UMERO
REMOÇÃO DE PROTESE DE FIXACAO INTERNA DO RADIO E CUBITO
REMOÇÃO DE PROTESE DE FIXACAO INTERNA DO CARPO E METACARPO
REMOÇÃO DE PROTESE DE FIXACAO INTERNA DO FEMUR
REMOÇÃO DE PROTESE DE FIXACAO INTERNA DA ROTULA
REMOÇÃO DE PROTESE DE FIXACAO INTERNA DA TIBIA E PERONEO
REMOÇÃO DE PROTESE DE FIXACAO INTERNA DO TARSO E METATARSO
REMOÇÃO DE PROTESE DE FIXACAO INTERNA DE LOCALIZACAO NCOP
OSTEOCLASIA (FRACTURA CIRURGICA)
OSTEOCLASIA (FRACTURA CIRURGICA) -LOCALIZACAO NAO ESPECIFICADA
OSTEOCLASIA (FRACTURA CIRURGICA) -OMOPLATA CLAVIC. TORAX (COSTELAS/ESTERNO)
OSTEOCLASIA (FRACTURA CIRURGICA) -UMERO
OSTEOCLASIA (FRACTURA CIRURGICA) -RADIO E CUBITO
OSTEOCLASIA (FRACTURA CIRURGICA) -CARPO E METACARPO
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P7875
P7876
P7877
P7878
P7879
P788
P7880
P7881
P7882
P7883
P7884
P7885
P7886
P7887
P7888
P7889
P789
P7890
P7891
P7892
P7893
P7894
P7895
P7896
P7897
P7898
P7899
P790
P7900
P7901
P7902
P7903
P7904
P7905
P7906
P7907
P7908
P7909
P791
P7910
P7911
P7912
P7913
P7914
P7915
P7916
P7917
P7918
P7919
P792
P7920
P7921
Descrição Procedimento
OSTEOCLASIA (FRACTURA CIRURGICA) -FEMUR
OSTEOCLASIA (FRACTURA CIRURGICA) -ROTULA
OSTEOCLASIA (FRACTURA CIRURGICA) -TIBIA E PERONEO
OSTEOCLASIA (FRACTURA CIRURGICA) -TARSO E METATARSO
OSTEOCLASIA (FRACTURA CIRURGICA) - LOCALIZACAO NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS EM OSSO, NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS, NCOP EM OSSO, LOCALIZACAO NAO ESPECIFICADA
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS, NCOP, EM OSSO -OMOPLATA CLAVICULA TORAX
(COSTELAS/ESTERNO)
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS, NCOP, EM OSSO - UMERO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS, NCOP, EM OSSO- RADIO E CUBITO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS, NCOP, EM OSSO- CARPO E METACARPO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS, NCOP, EM OSSO - FEMUR
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS, NCOP, EM OSSO - ROTULA
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS, NCOP EM OSSO - TIBIA E PERONEO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS, NCOP, EM OSSO - TARSO E METATARSO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS, NCOP, EM OSSO - LOCALIZACAO NCOP
INSERCAO DE ESTIMULADOR DE CRESCIMENTO OSSEO
INSERCAO DE ESTIMULADOR CRESCIMENTO OSSEO - LOCAL N/ESPECIFICADO
INSER.ESTIMUL.CRESC. OMOPLATA/CLAVICULA/TORAX [COSTELAS ESTERNO]
INSERCAO DE ESTIMULADOR DE CRESCIMENTO OSSEO NO UMERO
INSERCAO DE ESTIMULADOR DE CRESCIMENTO OSSEO NO RADIO E CUBITO
INSERCAO DE ESTIMULADOR DE CRESCIMENTO OSSEO NO CARPO/METACARPO
INSERCAO DE ESTIMULADOR DE CRESCIMENTO OSSEO NO FEMUR
INSERCAO DE ESTIMULADOR DE CRESCIMENTO OSSEO NA ROTULA
INSERCAO DE ESTIMULADOR DE CRESCIMENTO OSSEO NA TIBIA E PEORNEO
INSERCAO DE ESTIMULADOR DE CRESCIMENTO OSSEO NO TARSO/METATARSO
INSERCAO DE ESTIMULADOR DE CRESCIMENTO EM OSSO NCOP
REDUCAO FECHADA DE FRACTURA SEM FIXACAO INTERNA
REDUCAO FECHADA DE FRACTURA, LOCAL N/ESPECIF., S/FIXACAO INTERNA
REDUCAO FECHADA DE FRACTURA DO UMERO, S/FIXACAO INTERNA
REDUCAO FECHADA DE FRACTURA DO RADIO E CUBITO, S/FIXACAO INTERNA
REDUCAO FECHADA DE FRACTURA DO CARPO E METACARPO, S/FIXACAO INT.
REDUCAO FECHADA DE FRACTURA DE FALANGES DA MAO, S/FIXACAO INTERN
REDUCAO FECHADA DE FRACTURA DO FEMUR, S/FIXACAO INTERNA
REDUCAO FECHADA DE FRACTURA DA TIBIA E PERONEO, S/FIXACAO INTERN
REDUCAO FECHADA DE FRACTURA DO TARSO E METATARSO, S/FIXACAO INT.
REDUCAO FECHADA DE FRACTURA DE FALANGES DO PE, S/FIXACAO INTERNA
REDUCAO FECHADA DE FRACTURA DE OSSO NCOP, S/FIXACAO INTERNA
REDUCAO FECHADA DE FRACTURA COM FIXACAO INTERNA
REDUCAO FECHADA DE FRACTURA COM FIXACAO INTERNA-LOCALIZACAO NAO
REDUCAO FECHADA DE FRACTURA COM FIXACAO INTERNA-UMERO
REDUCAO FECHADA DE FRACTURA COM FIXACAO INTERNA-RADIO E CUBITO
REDUCAO FECHADA DE FRACTURA CARPO OU METACARPO C/FIXACAO INTERNA
REDUCAO FECHADA DE FRACTURA COM FIXACAO INTERNA-FALANGES DA MAO
REDUCAO FECHADA DE FRACTURA COM FIXACAO INTERNA-FEMUR
REDUCAO FECHADA DE FRACTURA COM FIXACAO INTERNA-TIBIA E PERONEO
REDUCAO FECHADA DE FRACTURA COM FIXACAO INTERNA-TARSO E METATARS
REDUCAO FECHADA DE FRACTURA COM FIXACAO INTERNA-FALANGES DO PE
REDUCAO FECHADA DE FRACTURA C/FIXACAO INTERNA-OSSO ESPECIF.NCOP
REDUCAO ABERTA DE FRACTURA SEM FIXACAO INTERNA
REDUCAO ABERTA DE FRACTURA S/FIXACAO INTERNA, LOCAL N/ESPECIFIC.
REDUCAO ABERTA DE FRACTURA DO UMERO, SEM FIXACAO INTERNA
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P7922
P7923
P7924
P7925
P7926
P7927
P7928
P7929
P793
P7930
P7931
P7932
P7933
P7934
P7935
P7936
P7937
P7938
P7939
P794
P7940
P7941
P7942
P7945
P7946
P7949
P795
P7950
P7951
P7952
P7955
P7956
P7959
P796
P7960
P7961
P7962
P7963
P7964
P7965
P7966
P7967
P7968
P7969
P797
P7970
P7971
P7972
P7973
P7974
P7975
P7976
P7977
Descrição Procedimento
REDUCAO ABERTA DE FRACTURA DO RADIO E CUBITO, S/ FIXACAO INTERNA
REDUCAO ABERTA DE FRACTURA DO CARPO E MATACARPO, S/FIXACAO INTER
REDUCAO ABERTA DE FRACTURA DE FALANGES DA MAO, S/FIXACAO INTERNA
REDUCAO ABERTA DE FRACTURA DO FEMUR, SEM FIXACAO INTERNA
REDUCAO ABERTA DE FRACTURA DA TIBIA E PERONEO, S/FIXACAO INTERNA
REDUCAO ABERTA DE FRACTURA DO TARSO E METATARSO, S/FIXACAO INTER
REDUCAO ABERTA DE FRACTURA DE FALANGES DO PE, S/FIXACAO INTERNA
REDUCAO ABERTA DE FRACTURA DE OSSO NCOP, SEM FIXACAO INTERNA
REDUCAO ABERTA DE FRACTURA COM FIXACAO INTERNA
REDUCAO ABERTA DE FRACTURA, LOCAL N/ESPECIF., C/FIXACAO INTERNA
REDUCAO ABERTA DE FRACTURA DO UMERO, COM FIXACAO INTERNA
REDUCAO ABERTA DE FRACTURA DO RADIO E CUBITO, C/FIXACAO INTERNA
REDUCAO ABERTA DE FRACTURA DO CARPO E METACARPO, C/FIXACAO INTER
REDUCAO ABERTA DE FRACTURA DE FALANGES DA MAO, C/FIXACAO INTERNA
REDUCAO ABERTA DE FRACTURA DO FEMUR, COM FIXACAO INTERNA
REDUCAO ABERTA DE FRACTURA DA TIBIA E PERONEO, C/FIXACAO INTERNA
REDUCAO ABERTA DE FRACTURA DO TARSO E METATARSO, C/FIXACAO INTER
REDUCAO ABERTA DE FRACTURA DE FALANGES DO PE, C/FIXACAO INTERNA
REDUCAO ABERTA DE FRACTURA DE OSSO NCOP, COM FIXACAO INTERNA
REDUCAO FECHADA DE EPIFISE SEPARADA
REDUCAO FECHADA DE EPIFISE SEPARADA-LOCAL NAO ESPECIFICADO
REDUCAO FECHADA DE EPIFISE SEPARADA-UMERO
REDUCAO FECHADA DE EPIFISE SEPARADA-RADIO E CUBITO
REDUCAO FECHADA DE EPIFISE SEPARADA-FEMUR
REDUCAO FECHADA DE EPIFISE SEPARADA-TIBIA E PERONEO
REDUCAO FECHADA DE EPIFISE SEPARADA-OSSO ESPECIFICADO NCOP
REDUCAO ABERTA DE EPIFISE SEPARADA
REDUCAO ABERTA DE EPIFISE SEPARADA-LOCAL NAO ESPECIFICADO
REDUCAO ABERTA DE EPIFISE SEPARADA-UMERO
REDUCAO ABERTA DE EPIFISE SEPARADA-RADIO E CUBITO
REDUCAO ABERTA DE EPIFISE SEPARADA-FEMUR
REDUCAO ABERTA DE EPIFISE SEPARADA-TIBIA E PERONEO
REDUCAO ABERTA DE EPIFISE SEPARADA-OSSO ESPECIFICADO NCOP
DESBRIDAMENTO DO LOCAL DE FRACTURA EXPOSTA
DESBRIDAMENTO DO LOCAL DE FRACTURA EXPOSTA-LOCALIZACAO NAO ESPEC
DESBRIDAMENTO DO LOCAL DE FRACTURA EXPOSTA-UMERO
DESBRIDAMENTO DO LOCAL DE FRACTURA EXPOSTA-RADIO E CUBITO
DESBRIDAMENTO DO LOCAL DE FRACTURA EXPOSTA-CARPO E METACARPO
DESBRIDAMENTO DO LOCAL DE FRACTURA EXPOSTA-FALANGES DA MAO
DESBRIDAMENTO DO LOCAL DE FRACTURA EXPOSTA-FEMUR
DESBRIDAMENTO DO LOCAL DE FRACTURA EXPOSTA-TIBIA E PERONEO
DESBRIDAMENTO DO LOCAL DE FRACTURA EXPOSTA-TARSO E METATARSO
DESBRIDAMENTO DO LOCAL DE FRACTURA EXPOSTA-FALANGES DO PE
DESBRIDAMENTO DO LOCAL DE FRACTURA EXPOSTA-OSSO ESPECIFICADO NCOP
REDUCAO FECHADA DE LUXACAO
REDUCAO FECHADA DE LUXACAO DE LOCAL NAO ESPECIFICADO
REDUCAO FECHADA DE LUXACAO DO OMBRO
REDUCAO FECHADA DE LUXACAO DO COTOVELO
REDUCAO FECHADA DE LUXACAO DO PULSO
REDUCAO FECHADA DE LUXACAO DE MAO E DEDOS
REDUCAO FECHADA DE LUXACAO DA ANCA
REDUCAO FECHADA DE LUXACAO DO JOELHO
REDUCAO FECHADA DE LUXACAO DO TORNOZELO
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P7978
P7979
P798
P7980
P7981
P7982
P7983
P7984
P7985
P7986
P7987
P7988
P7989
P800
P8000
P8001
P8002
P8003
P8004
P8005
P8006
P8007
P8008
P8009
P801
P8010
P8011
P8012
P8013
P8014
P8015
P8016
P8017
P8018
P8019
P802
P8020
P8021
P8022
P8023
P8024
P8025
P8026
P8027
P8028
P8029
P803
P8030
P8031
P8032
P8033
P8034
P8035
Descrição Procedimento
REDUCAO FECHADA DE LUXACAO DE PE E DEDOS
REDUCAO FECHADA DE LUXACAO DE OUTROS LOCAIS ESPECIFICADOS
REDUCAO ABERTA DE LUXACAO
REDUCAO ABERTA DE LUXACAO DE LOCAL NAO ESPECIFICADO
REDUCAO ABERTA DE LUXACAO DE OMBRO
REDUCAO ABERTA DE LUXACAO DE COTOVELO
REDUCAO ABERTA DE LUXACAO DE PUNHO
REDUCAO ABERTA DE LUXACAO DE MAO E DEDOS
REDUCAO ABERTA DE LUXACAO DA ANCA
REDUCAO ABERTA DE LUXACAO DE JOELHO
REDUCAO ABERTA DE LUXACAO DE TORNOZELO
REDUCAO ABERTA DE LUXACAO DE PE E DEDOS
REDUCAO ABERTA DE LUXACOES DE OUTRO LOCAL
ARTROTOMIA PARA EXTRACCAO DE PROTESE
ARTROTOMIA P/ REMOÇÃO DE PROTESE DE LOCAL N/ESPECIFICADO
ARTROTOMIA PARA REMOÇÃO DE PROTESE DO OMBRO
ARTROTOMIA PARA REMOÇÃO DE PROTESE DO COTOVELO
ARTROTOMIA PARA REMOÇÃO DE PROTESE DO PUNHO
ARTROTOMIA PARA REMOÇÃO DE PROTESE DA MAO E DEDOS
ARTROTOMIA PARA REMOÇÃO DE PROTESE DA ANCA
ARTROTOMIA PARA REMOÇÃO DE PROTESE DO JOELHO
ARTROTOMIA PARA REMOÇÃO DE PROTESE DO TORNOZELO
ARTROTOMIA PARA REMOÇÃO DE PROTESE DO PE E DEDOS
ARTROTOMIA P/ REMOÇÃO DE PROTESE DE LOCAIS ESPECIF. NCOP
ARTROTOMIA NCOP
ARTROTOMIA NCOP DE LOCAL NAO ESPECIFICADO
ARTROTOMIA NCOP DO OMBRO
ARTROTOMIA NCOP DO COTOVELO
ARTROTOMIA NCOP DO PUNHO
ARTROTOMIA NCOP DA MAO E DEDOS
ARTROTOMIA NCOP DA ANCA
ARTROTOMIA NCOP DO JOELHO
ARTROTOMIA NCOP DO TORNOZELO
ARTROTOMIA NCOP DO PE E DEDOS
ARTROTOMIA NCOP DE LOCAL ESPECIFICADO NCOP
ARTROSCOPIA
ARTROSCOPIA DE LOCAL NAO ESPECIFICADO
ARTROSCOPIA DO OMBRO
ARTROSCOPIA DO COTOVELO
ARTROSCOPIA DO PUNHO
ARTROSCOPIA DA MAO E DEDOS
ARTROSCOPIA DA ANCA
ARTROSCOPIA DO JOELHO
ARTROSCOPIA DO TORNOZELO
ARTROSCOPIA DO PE E DEDOS
ARTROSCOPIA DE LOCAIS ESPECIFICADOS NCOP
BIOPSIA DE ESTRUTURA ARTICULAR
BIOPSIA DE ESTRUTURA ARTICULAR DE LOCAL NAO ESPECIFICADO
BIOPSIA DE ESTRUTURA ARTICULAR DO OMBRO
BIOPSIA DE ESTRUTURA ARTICULAR DO COTOVELO
BIOPSIA DE ESTRUTURA ARTICULAR DO PUNHO
BIOPSIA DE ESTRUTURA ARTICULAR DA MAO E DEDOS
BIOPSIA DE ESTRUTURA ARTICULAR DA ANCA
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 261 de 293
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P8036
P8037
P8038
P8039
P804
P8040
P8041
P8042
P8043
P8044
P8045
P8046
P8047
P8048
P8049
P806
P810
P8100
P8101
P8102
P8103
P8104
P8105
P8106
P8107
P8108
P8109
P811
P8111
P8112
P8113
P8114
P8115
P8116
P8117
P8118
P812
P8120
P8121
P8122
P8123
P8124
P8125
P8126
P8127
P8128
P8129
P814
P8140
P8141
P8142
P8143
P8144
Descrição Procedimento
BIOPSIA DE ESTRUTURA ARTICULAR DO JOELHO
BIOPSIA DE ESTRUTURA ARTICULAR DO TORNOZELO
BIOPSIA DE ESTRUTURA ARTICULAR DO PE E DEDOS
BIOPSIA DE ESTRUTURA ARTICULAR DE LOCAIS ESPECIFICADOS NCOP
SECCAO DE CAPSULA ARTICULAR, LIGAMENTO OU CARTILAGEM
SECCAO DE CAPSULA ARTICULAR, LIGAMENTO OU CARTILAGEM DE LOCAL N/ESP
SECCAO DE CAPSULA ARTICULAR, LIGAMENTO OU CARTILAGEM DO OMBRO
SECCAO DE CAPSULA ARTICULAR, LIGAMENTO OU CARTILAGEMDO COTOVELO
SECCAO DE CAPSULA ARTICULAR, LIGAMENTO OU CARTILAGEM DO PUNHO
SECCAO DE CAPSULA ARTICULAR, LIGAMENTO OU CARTILAGEM DA MAO E DEDOS
SECCAO DE CAPSULA ARTICULAR, LIGAMENTO OU CARTILAGEM DA ANCA
SECCAO DE CAPSULA ARTICULAR, LIGAMENTO OU CARTILAGEM DO JOELHO
SECCAO DE CAPSULA ARTICULAR, LIGAMENTO OU CARTILAGEM DO TORNOZELO
SECCAO DE CAPSULA ARTICULAR, LIGAMENTO OU CARTILAGEM DO PE E DEDOS
SECCAO DE CAPSULA ARTICULAR, LIGAMENTO OU CARTILAGEM, DE LOCAIS NCOP
EXCISAO DE CARTILAGEM SEMILUNAR DO JOELHO
FIXACAO DA COLUNA VERTEBRAL
FIXACAO DA COLUNA VERTEBRAL NCOP
FIXACAO DA ARTICULACAO VERTEBRAL ATLAS-AXISANA
FIXACAO DA COLUNA CERVICAL NCOP, TECNICA ANTERIOR
FIXACAO DA COLUNA CERVICAL NCOP, TECNICA POSTERIOR
FIXACAO DA COLUNA DORSAL E DORSOLOMBAR, TECNICA ANTERIOR
FIXACAO DA COLUNA DORSAL E DORSOLOMBAR, TECNICA POSTERIOR
FIXACAO DA COLUNA LOMBAR E LOMBO-SAGRADA, TECNICA ANTERIOR
FIXACAO DA COLUNA LOMBAR E LOMBO-SAGRADA, TECNICA LATERALTRANSVERSA
FIXACAO DA COLUNA LOMBAR E LOMBO-SAGRADA, TECNICA POSTERIOR
FIXACAO DA COLUNA VERTEBRAL, QUALQUER NIVEL, QUALQUER TECNICA
ARTRODESE DO PE E TORNOZELO
FIXACAO DO TORNOZELO
ARTRODESE TRIPLA DO TORNOZELO
FIXACAO SUBTARSICA
FIXACAO MEDIO TARSICA
FIXACAO TARSOMETATARSICA
FIXACAO METATARSICOFALANGICA
FIXACAO DE PE, NCOP
FIXACAO DE DEDO DO PE, NCOP
ARTRODESE DE ARTICULACAO, NCOP
ARTRODESE DA ARTICULACAO NAO ESPECIFICADA
ARTRODESE DA ANCA
ARTRODESE DO JOELHO
ARTRODESE DO OMBRO
ARTRODESE DO COTOVELO
FIXACAO RADIOCARPICA
FIXACAO CARPOMETACARPICA
FIXACAO METACARPOFALANGICA
FIXACAO INTERFALANGICA
ARTRODESE DE ARTICULACOES ESPECIFICADAS NCOP
REPARACAO NCOP DE ARTICULACAO DE MEMBRO INFERIOR
REPARACAO DA ARTICULACAO DA ANCA, NCOP
SUBSTITUICAO TOTAL DE JOELHO
REPARACAO DE "CINCO-EM-UM" DO JOELHO
TRIADE DE REPARACAO DO JOELHO
ESTABILIZACAO DA ROTULA
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P8145
P8146
P8147
P8148
P8149
P817
P8171
P8172
P8173
P8174
P8175
P8179
P818
P8180
P8181
P8182
P8183
P8184
P8185
P819
P8191
P8192
P8193
P8194
P8195
P8196
P8197
P8198
P8199
P820
P8201
P8202
P8203
P8204
P8209
P821
P8211
P8212
P8219
P8232
P8233
P824
P8241
P8242
P8243
P8244
P8245
P8246
P825
P8251
P8252
P8253
P8254
Descrição Procedimento
REPARACOES NCOP DOS LIGAMENTOS CRUZADOS
REPARACOES NCOP DOS LIGAMENTOS COLATERAIS
REPARACOES DO JOELHO NCOP
SUBSTITUICAO TOTAL DE TORNOZELO
REPARACOES DO TORNOZELO NCOP
ARTROPLASTIA E REPARACAO DE MAO, DEDOS E/OU PUNHO
ARTROPLASTIA ARTICUL.METACARPO-FALANG.OU INTER-FALANG,C/IMPLANTE
ARTROPLASTIA ARTICUL.METACARPO-FALANG.OU INTER-FALANG.S/IMPLANTE
SUBSTITUICAO TOTAL DE PUNHO
ARTROPLASTIA DE ARTIC.CARPO-CARPICA OU CARPO-METACARP.C/IMPLANTE
ASTROPLASTIA DE ARTIC.CARPO-CARPICA OU CARPO-METACARP.S/IMPLANTE
REPARACAO DE MAO, DEDOS OU PUNHO, NCOP
ARTROPLASTIA E REPARACAO DE OMBRO E/OU COTOVELO
SUBSTITUICAO TOTAL DO OMBRO
SUBSTITUICAO PARCIAL DO OMBRO
REPARACAO DE LUXACAO RECORRENTE DO OMBRO
REPARAÇÃO DO OMBRO NCOP
SUBSTITUICAO TOTAL DE COTOVELO
REPARACAO DO COTOVELO, NCOP
OPERACOES NAS ESTRUTURAS ARTICULARES NCOP
ARTROCENTESE
INJECCAO DE SUBSTANCIA TERAPEUTICA NA ARTICULACAO OU LIGAMENTO
SUTURA DE CAPSULA OU LIGAMENTO DE EXTREMIDADE SUPERIOR
SUTURA DE CAPSULA OU LIGAMENTO DE TORNOZELO E PE
SUTURA DE CAPSULA OU LIGAMENTO DE EXTREMIDADE INFERIOR NCOP
REPARAÇÃO DE ARTICULACAO NCOP
REVISAO DE ARTICULACAO SUBSTITUIDA DO MEMBRO SUPERIOR
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NAS ESTRUTURAS ARTICULARES, NCOP
OPERACOES NAS ESTRUTURAS ARTICULARES NCOP
INCISO DE MUSCULO, TENDAO, FASCIA E BOLSA SINOVIAL DA MAO
EXPLORACAO DE BAINHA DO TENDAO DA MAO
MIOTOMIA DA MAO
BURSOTOMIA DA MAO
INCISAO E DRENAGEM DOS ESPACOS PALMAR OU TENAR
INCISAO DOS TECIDOS MOLES DA MAO NCOP
SECÇÃO DE MUSCULO, TENDAO E FASCIA DA MAO
TENOTOMIA DA MAO
FASCIOTOMIA DA MAO
SECÇÃO DOS TECIDOS MOLES DA MAO, NCOP
EXCISAO DE TENDAO DA MAO PARA ENXERTO
TENOECTOMIAS DA MAO NCOP
SUTURA DE MUSCULO, TENDAO E FASCIA DA MAO
SUTURA DE BAINHA DE TENDAO DA MAO
SUTURA DIFERIDA DO TENDAO FLEXOR DA MAO
SUTURA DIFERIDA DE OUTRO TENDAO DA MAO
SUTURA DE TENDAO FLEXOR DA MAO, NCOP
SUTURAS NCOP DE TENDOESNCOP DA MAO NCOP
SUTURA DE MUSCULO OU FASCIA DA MAO
TRANSPLANTE DE MUSCULO E TENDAO DA MAO
AVANÇO DE TENDAO DA MAO
RECUO DE TENDAO DA MAO
REINSERCAO DE TENDAO DA MAO
REINSERCAO DE MUSCULO DA MAO
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 263 de 293
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P8255
P8256
P8257
P8258
P8259
P826
P8261
P8269
P827
P8271
P8272
P8279
P828
P8281
P8282
P8283
P8284
P8285
P8286
P8289
P830
P8301
P8302
P8303
P8309
P831
P8311
P8312
P8313
P8314
P8319
P832
P8321
P8329
P836
P8361
P8362
P8363
P8364
P8365
P837
P8371
P8372
P8373
P8374
P8375
P8376
P8377
P8379
P838
P8381
Descrição Procedimento
ALTERACOES DO COMPRIMENTO DE TENDOES OU MUSCULOS DA MAO, NCOP
TRANSFERÊNCIA OU TRANSPLANTACAO, DA MAO, NCOP
TRANSPOSICAO DE TENDOES DA MAO, NCOP
TRANSPLANTE OU TRANSFERÊNCIA DE MÚSCULOS DA MAO, NCOP
TRANSPOSICAO DE MUSCULOS DA MAO, NCOP
RECONSTRUCAO DO POLEGAR
OPERACAO DE POLICIZACAO ENVOLVENDO NERVOS E VASOS SANGUINEOS
RECONSTRUCAO DO POLEGAR, NCOP
OPERACAO PLASTICA NA MAO COM ENXERTO OU IMPLANTE
RECONSTRUCAO DE POLIA DE TENDAO
OPERACAO PLASTICA NA MAO COM ENXERTO DE MUSCULO OU FASCIA
OPERACAO PLASTICA NA MAO COM ENXERTO OU IMPLANTE NCOP
OPERACOES PLASTICAS NA MAO NCOP
TRANSFERENCIA DE DEDO EXCEPTO POLEGAR
REPARACAO DE FENDA DA MAO
REPARACAO DE MACRODACTILIA
REPARACAO DE DEDO EM MARTELO
TENODESE DA MAO NCOP
TENOPLASTIAS DA MAO NCOP
OPERACOES PLASTICAS NA MAO NCOP
INCISAO DE MUSCULO, TENDAO, FASCIA E BOLSA SINOVIAL
EXPLORACAO DE BAINHA TENDINOSA
MIOTOMIA
BURSOTOMIA
INCISAO DE TECIDO MOLE, NCOP
SECÇÃO DE MUSCULO, TENDAO E FASCIA
SECCAO DO TENDAO DE AQUILES
TENOTOMIA DO ADUTOR DA COXA
TENOTOMIA NCOP
FASCIOTOMIA
SECÇÃO DE TECIDO MOLE, NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS EM MUSCULO, TENDAO, FASCIA E BOLSA SINOVIAL, INCLUINDO OS
DA MÃO
BIOPSIA DE TECIDO MOLE
PROCEDIMENTOS DIAGNÓSTICOS EM MUSCULO, TENDAO, FASCIA E BOLSA SINOVIAL,INCLUINDO OS
DA MÃO, NCOP
SUTURA DE MUSCULO, TENDAO E FASCIA
SUTURA DE BAINHSUTURA DE BAINHA TENDINOSA
SUTURA DIFERIDA DE TENDAO
REPARAÇÃO DE MUSCULO (COIFA) ROTADOR DO OMBRO
SUTURA DE TENDAO, NCOP
SUTURA DE MUSCULO OU FASCIA NCOP
RECONSTRUCAO DE MUSCULO E TENDAO
AVANÇO DE TENDAO
RECUO DE TENDAO
REINSERCAO DE TENDAO
REINSERCAO DE MUSCULO
TRANSFERENCIA OU TRANSPLANTE DE TENDAO
TRANSPOSICÃO DE TENDAO NCOP
TRANSFERENCIA OU TRANSPLANTE DE MUSCULO
TRANSPOSICÃO DE MUSCULO NCOP
OPERACOES PLASTICAS NO MUSCULO, TENDAO E FASCIA, NCOP
ENXERTO DE TENDAO
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P8382
P8383
P8384
P8385
P8386
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P8388
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P8391
P8392
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P8395
P8396
P8397
P8398
P842
P8421
P8422
P8423
P8424
P8425
P8426
P8427
P8428
P8429
P843
P844
P8440
P8441
P8442
P8443
P8444
P8445
P8446
P8447
P8448
P8492
P8493
P850
P851
P8511
P8512
P8519
P8531
P8532
P855
P8550
P8551
P8552
P8553
P8554
P856
Descrição Procedimento
ENXERTO DE MUSCULO OU FASCIA
RECONSTRUCAO DA POLIA DE TENDAO
LIBERTACAO DE PE BOTO, NCOP
ALTERACAO DO COMPRIMENTO DE MUSCULO OU TENDAO
PLASTIA DO QUADRICIPTE
OPERACAO PLASTICA EM MUSCULO, NCOP
OPERACAO PLASTICA EM TENDAO, NCOP
OPERACAO PLASTICA EM FASCIA, NCOP
SECÇÃO DE ADERENCIAS DE MUSCULO, TENDAO, FASCIA E BOLSA SINOVIAL
INSERCAO OU SUBSTITUICAO DE ESTIMULADOR DE MUSCULO ESQUELETICO
EXTRACCAO DE ESTIMULADOR DE MUSCULO ESQUELETICO
ASPIRACAO DE BOLSA SINOVIAL
ASPIRACAO DE TECIDOS MOLES, NCOP
INJECCAO DE SUBSTANCIA TERAPEUTICA NA BOLSA SINOVIAL
INJECCAO DE SUBSTANCIA TERAPEUTICA NO TENDAO
INJECCAO DE SUBSTANCIA TERAPEUTICA ACTUANDO LOCALMENTE EM TECIDOS MOLES NCOP
REIMPLANTE DE EXTREMIDADE
REIMPLANTE DE POLEGAR
REIMPLANTE DE DEDO
REIMPLANTE DE ANTEBRACO PUNHO OU MAO
REIMPLANTE DE BRACO
REIMPLANTE DE DEDO DO PE
REIMPLANTE DE PE
REIMPLANTE DE PERNA OU TORNOZELO
REIMPLANTE DE COXA
REIMPLANTES NCOP
REVISAO DE COTO DE AMPUTACAO
IMPLANTE OU AJUSTE DE PROTESE DE MEMBRO
IMPLANTE OU AJUSTE DE PROTESE DE MEMBRO SOE
AJUSTE DE PROTESE DE BRACO E OMBRO
AJUSTE DE PROTESE DE ANTEBRACO E MAO
AJUSTE DE PROTESE DE BRACO SOE
IMPLANTE DE DISPOSITIVO PROTÉSICO NO BRACO
AJUSTE DE PROTESE ACIMA DO JOELHO
AJUSTE DE PROTESE ABAIXO DO JOELHO
AJUSTE DE PROTESE DA PERNA SOE
IMPLANTE DEDISPOSITIVO PROTESICO NA PERNA
SEPARACAO DE GEMEOS SIAMESES IGUAIS
SEPARACAO DE GEMEOS SIAMESES NAO IGUAIS
MASTOTOMIA
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA MAMA
BIOPSIA FECHADA [PERCUTANEA] [POR AGULHA] DA MAMA
BIOPSIA ABERTA DA MAMA
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA MAMA NCOP
MAMOPLASTIA DE REDUÇÃO UNILATERAL
MAMOPLASTIA DE REDUÇÃO BILATERAL
MAMOPLASTIA DE AUMENTO
MAMOPLASTIA DE AUMENTO, SOE
INJECCAO UNILATERAL NA MAMA PARA AUMENTO
INJECCAO BILATERAL NA MAMA PARA AUMENTO
IMPLANTE MAMARIO UNILATERAL
IMPLANTE MAMARIO BILATERAL
MASTOPEXIA
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P857
P858
P8581
P8582
P8583
P8584
P8585
P8586
P8587
P8589
P859
P8591
P8592
P8593
P8594
P8595
P8596
P8599
P860
P8601
P8602
P8603
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P8605
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P8625
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P865
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P8660
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P8663
P8664
P8665
P8666
P8667
P8669
P867
P8670
Descrição Procedimento
RECONSTRUCAO TOTAL DA MAMA
REPARACOES E OPERACOES PLASTICAS NA MAMA, NCOP
SUTURA DE LACERACAO DE MAMA
ENXERTO FINO NA MAMA
ENXERTO ESPESSO NA MAMA
ENXERTO PEDICULADO DA MAMA
ENXERTO EM RETALHO DE MUSCULO, NA MAMA
TRANSPOSICAO DE MAMILO
REPARAÇÃO OU RECONSTRUÇÃO DO MAMILO NCOP
MAMOPLASTIAS NCOP
OPERACAO NA MAMA, NCOP
ASPIRACAO DE MAMA
INJECCAO DE SUBSTANCIA TERAPEUTICA NA MAMA
REVISAO DE IMPLANTE DE MAMA
REMOCAO DE IMPLANTE DE MAMA
INSERCAO DE EXPANSOR TECIDULAR NA MAMA
REMOCAO DE EXPANSOR TECIDULAR DA MAMA
OPERAÇÕES NA MAMA, NCOP
INCISAO DE PELE E TECIDO SUBCUTANEO
ASPIRACAO DE PELE E TECIDO SUBCUTANEO
INJECCAO OU TATUAGEM DE LESAO OU DEFEITO DA PELE
INCISAO DE SINUS OU QUISTO PILONIDAL
INCISAO COM DRENAGEM DE PELE E TECIDO SUBCUTANEO, NCOP
INCISAO COM REMOÇÃO DE CORPO ESTRANHO DA PELE E TECIDO SUBCUTANEO
INSERCAO DE BOMBA PERFUSORA TOTALMENTE IMPLANTAVEL
INSERCAO DE DISPOSITIVODE ACESSO VASCULAR TOTALMENTE IMPLANTAVEL (VAD)
INCISAO DE PELE E TECIDO SUBCUTANEO, NCOP
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NA PELE E TECIDO SUBCUTANEO
BIOPSIA DE PELE E TECIDO SUBCUTANEO
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS NE PELE E TECIDO SUBCUTANEO, NCOP
EXCISAO DE SINUS OU QUISTO PILONIDAL
DESBRIDAMENTO EXCISIONAL DE FERIDA, INFECCAO OU QUEIMADURA
REMOCAO DE UNHA, LEITO UNGUEAL OU PELE CIRCUNDANTE
QUIMIOCIRURGIA DA PELE
DERMABRASAO
LAQUEACAO DE APENDICE DA DERME
DESBRIDAMENTO DE UNHA,LEITO UNGUEAL OU PELE UNGUEAL
DESBRIDAMENTO NAO EXCISIONAL DE FERIDA, INFECCAO OU QUEIMADURA
SUTURA OU ENCERRAMENTO DA PELE E TECIDO SUBCUTANEO, NCOP
REIMPLANTE DE ESCALPE
ENCERRAMENTO DA PELE E TECIDO SUBCUTÂNEO DE LOCAIS NCOP
ENXERTO LIVRE DE PELE
ENXERTO LIVRE DE PELE, SOE
ENXERTO ESPESSO DE PELE NA MAO
ENXERTO DE PELE NA MAO, NCOP
ENXERTO ESPESSO DE PELE EM LOCAIS NCOP
TRANSPLANTE DE CABELO
HETEROENXERTO NA PELE
HOMOENXERTO NA PELE
ENXERTO REGENERATIVO DA DERME
ENXERTO DE PELE, NCOP, LOCAIS NCOP
ENXERTOS PEDICULADOS OU RETALHOS
ENXERTO PEDICULADO OU RETALHO, SOE
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P8671
P8672
P8673
P8674
P8675
P868
P8681
P8682
P8683
P8684
P8685
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P869
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P870
P8701
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P8737
P8738
P8739
P874
Descrição Procedimento
CORTE E PREPARACAO DE ENXERTOS PEDICULADOS OU RETALHOS
AVANCAMENTO DE ENXERTO PEDICULADO
LIGACAO DE ENXERTO PEDICULADO OU RETALHO Á MAO
LIGACAO DE ENXERTO PEDICULADO OU RETALHO, LOCALIZACAO NCOP
REVISAO DE ENXERTO PEDICULADO OU RETALHO
REPARAÇÃO E RECONSTRUÇÃO DA PELE E TECIDO SUBCUTANEO
REPARACAO DE FLACIDEZ DA FACE
RITIDECTOMIA FACIAL
OPERACAO PLASTICA P/REDUCAO DO TAMANHO (PELE E TEC.SUBCUTANEO)
RELAXAMENTO DE CICATRIZ OU CONTRATURA DE FAIXA DA PELE
CORRECCAO DE SINCORRECCAO DE SINDACTILIA
ONICOPLASTIA
REPARACAO E RECONSTRUCAO DA PELE E TECIDO SUBCUTANEO, NCOP
OPERAÇÕES NA PELE E TECIDO SUBCUTANEO, NCOP
EXCISAO DE PELE PARA ENXERTO
ELECTROLISE E OUTRAS DEPILACOES DA PELE
INSERCAO DE EXPANSOR DE TECIDOS
OPERAÇÕES NA PELE E TECIDO SUBCUTANEO, NCOP
RADIOGRAFIA DE TECIDOS MOLES DA FACE CABECA E PESCOCO
PNEUMOENCEFALOGRAFIA
RADIOGRAFIA COM CONTRASTE DO CEREBRO E CRANEO NCOP
TOMOGRAFIA AXIAL COMPUTADORIZADA DA CABECA
TOMOGRAFIA DA CABECA NCOP
DACRIOCISTOGRAFIA DE CONTRASTE
RADIOGRAFIA DE CONTRASTE DA NASOFARINGE
LARINGOGRAFIA DE CONTRASTE
LINFANGIOGRAFIA CERVICAL
RADIOGRAFIA DE TECIDOS MOLES DA FACE CABECA E PESCOCO NCOP
RADIOGRAFIA DA FACE CABECA E PESCOCO NCOP
RADIOGRAFIA TOTAL DOS DENTES
RADIOGRAFIA DENTARIA NCOP
ARTROGRAFIA DE CONTRASTE TEMPOROMAXILAR
RADIOGRAFIA DE CONTRASTE DA ORBITA
RADIOGRAFIA DE CONTRASTE DOS SEIOS (PERI-NASAIS)
RADIOGRAFIA DOS OSSOS DA FACE NCOP
RADIOGRAFIA DO CRANEO NCOP
RADIOGRAFIA DA COLUNA VERTEBRAL
MIELOGRAFIA DE CONTRASTE
RADIOGRAFIA DA COLUNA CERVICAL NCOP
RADIOGRAFIA DA COLUNA DORSAL NCOP
RADIOGRAFIA DA COLUNA LOMBO-SAGRADA NCOP
RADIOGRAFIA DA COLUNA VERTEBRAL NCOP
RADIOGRAFIA DE TECIDOS MOLES DO TORAX
BRONCOGRAFIA ENDOTRAQUEAL
BRONCOGRAFIA DE CONTRASTE, NCOP
PNEUMOGRAFIA MEDIASTINICA
LINFANGIOGRAFIA INTRATORACICA
RADIOGRAFIA DE CONTRASTE DOS DUCTOS MAMARIOS
XEROGRAFIA DA MAMA
MAMOGRAFIA NCOP
SINOGRAFIA DA PAREDE TORACICA
RADIOGRAFIA DOS TECIDOS MOLES DA PAREDE TORACICA NCOP
RADIOGRAFIA DO TORAX NCOP
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P8741
P8742
P8743
P8744
P8749
P875
P8751
P8752
P8753
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P8761
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P880
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P882
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Descrição Procedimento
TOMOGRAFIA AXIAL COMPUTADORIZADA DO TORAX
TOMOGRAFIA DO TORAX NCOP
RADIOGRAFIA DE COSTELAS ESTERNO E CLAVICULA
RADIOGRAFIA DO TORAX, DE ROTINA, ASSIM DESCRITO
RADIOGRAFIA DO TORAX, NCOP
RADIOGRAFIA DAS VIAS-BILIARES
COLANGIOGRAFIA HEPATICA PERCUTANEA
COLANGIOGRAFIA INTRAVENOSA
COLANGIOGRAFIA INTRA-OPERATORIA (PER-OPERATORIA)
COLANGIOGRAFIA NCOP
RADIOGRAFIA DAS VIAS BILIARES NCOP
RADIOGRAFIAS DO APARELHO DIGESTIVO NCOP
RADIOGRAFIA COM PAPA BARITADA
RADIOGRAFIA SERIADA GASTRO-DUODENAL (TRANSITO GASTRO-DUODENAL)
RADIOGRAFIA SERIADA DO INTESTINO DELGADO (TRANSITO INTESTINAL)
RADIOGRAFIA SERIADA DA PORCAO TERMINAL DO INTESTINO (CLISTER OPACO)
RADIOGRAFIA DO INTESTINO NCOP
PANCREATOGRAFIA DE CONTRASTE
RADIOGRAFIA DO APARELHO DIGESTIVO NCOP
RADIOGRAFIAS DO APARELHO URINARIO
TOMOGRAFIA AXIAL COMPUTADORIZADA DO RIM
NEFROTOMOGRAFIA NCOP
PIELOGRAFIA INTRAVENOSA
PIELOGRAFIA RETROGRADA
PIELOGRAFIA PERCUTANEA
CISTOURETROGRAFIA RETROGRADA
CISTOGRAFIA NCOP
ILEOGRAFIA ("RADIOGRAFIA DE CANAL ILEAL")
RADIOGRAFIA DOS ORGAOS GENITAIS MASCULINOS
VESICULOGRAFIA SEMINAL DE CONTRASTE
RADIOGRAFIA DA PROSTATA E VESICULAS SEMINAIS, NCOP
EPIDIDIMOGRAFIA DE CONTRASTE
VASOGRAFIA DE CONTRASTE
RADIOGRAFIA DO EPIDIDIMO E VASOS DEFERENTES, NCOP
RADIOGRAFIA DOS ORGAOS GENITAIS MASCULINOS, NCOP
RADIOGRAFIA DOS ORGAOS GENITAIS MASCULINOS, NCOP
RADIOGRAFIA DE TECIDOS MOLES DO ABDOMEM
RADIOGRAFIA DE TECIDOS MOLES DO ABDOMEM
TOMOGRAFIA AXIAL COMPUTADORIZADA DO ABDOMEM
TOMOGRAFIA ABDOMINAL NCOP
SINOGRAFIA DA PAREDE ABDOMINAL
LINFANGIOGRAFIA ABDOMINAL
RADIOGRAFIA DOS TECIDOS MOLES DA PAREDE ABDOMINAL NCOP
RADIOGRAFIA DO ABDOMEM NCOP
RADIOGRAFIA PELVICA COM CONTRASTE OPACO
RADIOGRAFIA PELVICA COM CONTRASTE GASOSO
PNEUMOGRAFIA PERITONEAL NCOP
FISTULOGRAFIA RETROPERITONEAL
PNEUMOGRAFIA RETROPERITONEAL
RADIOGRAFIA RETROPERITONEAL NCOP
RADIOGRAFIA DO ABDOMEN NCOP
RADIOGRAFIA DOS OSSOS DOS MEMBROS E BACIA
RADIOGRAFIA DOS OSSOS DO OMBRO E BRACO
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
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P8882
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Descrição Procedimento
RADIOGRAFIA DOS OSSOS DO COTOVELO E ANTEBRACO
RADIOGRAFIA DOS OSSOS DO PUNHO E MAO
RADIOGRAFIA DOS OSSOS DE MEMBRO SUPERIOR SOE
PELVIMETRIA (RADIOGRAFIA DOS OSSOS DA BACIA)
RADIOGRAFIA DOS OSSOS DA BACIA E ANCA NCOP
RADIOGRAFIA DOS OSSOS DA COXA, JOELHO E PERNA
RADIOGRAFIA DOS OSSOS DO TORNOZELO E PE
RADIOGRAFIA DOS OSSOS DO MEMBRO INFERIOR SOE
RADIOGRAFIAS NCOP
ARTERIOGRAFIA UTILIZANDO MATERIAL DE CONTRASTE
ARTERIOGRAFIA DAS ARTERIAS CEREBRAIS
AORTOGRAFIA
ARTERIOGRAFIA DAS ARTERIAS PULMONARES
ARTERIOGRAFIA DE VASOS INTRATORACICOS NCOP
ARTERIOGRAFIA DAS ARTERIAS RENAIS
ARTERIOGRAFIA DE PLACENTA
ARTERIOGRAFIA DE ARTERIAS INTRABDOMINAIS NCOP
ARTERIOGRAFIA DA FEMURAL E ARTERIAS DOS MEMBROS INFERIORES
ARTERIOGRAFIA DE LOCAIS ESPECIFICADOS NCOP
ANGIOCARDIOGRAFIA, SOE
ANGIOCARDIOGRAFIA DA VEIA CAVA
ANGIOCARDIOGRAFIA DAS ESTRUTURAS DO CORACAO DIREITO
ANGIOCARDIOGRAFIA DAS ESTRUTURAS DO CORACAO ESQUERDO
ANGIOCARDIOGRAFIA COMBINADA DO CORACAO ESQUERDO E DIREITO
ARTERIOGRAFIA CORONARIA UTILIZANDO UM CATETERE UNICO
ARTERIOGRAFIA CORONARIA UTILIZANDO DOIS CATETERES
ARTERIOGRAFIA CORONARIA NAO ESPECIFICADA OU NCOP
RADIOGRAFIA CARDIACA DE CONTRASTE NEGATIVO
FLEBOGRAFIA
FLEBOGRAFIA UTILIZANDO MATERIAL DE CONTRASTE, LOCAL NAO ESPECIFICADO
FLEBOGRAFIA DE VEIAS DA CABECA E PESCOCO, UTILIZANDO MATERIAL DE CONTRASTE
FLEBOGRAFIA DAS VEIAS PULMONARES UTILIZANDO MATERIAL DE CONTRASTE
FLEBOGRAFIA DE VEIAS INTRATORACICAS NCOP, UTILIZANDO MATERIAL DE CONTRASTE
FLEBOGRAFIA DO SISTEMA PORTA, UTILIZANDO MATERIAL DE CONTRASTE
FLEBOGRAFIA DE VEIAS INTRABDOMINAIS NCOP, UTILIZANDO MATERIAL DE CONTRASTE
FLEBOGRAFIA DA FEMURAL/VEIAS MEMBROS INFERIORES, UTILIZANDO MATERIAL DE CONTRASTE
FLEBOGRAFIA DE LOCAL ESPECIFICADO NCOP, UTILIZANDO MATERIAL DE CONTRASTE
FLEBOGRAFIA POR IMPEDANCIA
ULTRASSONOGRAFIA
ULTRASSONOGRAFIA DA CABECA E PESCOCO
ULTRASSONOGRAFIA DO CORACAO (ECOCARDIOGRAFIA)
ULTRASSONOGRAFIA DE LOCAIS DO TORAX NCOP
ULTRASSONOGRAFIA DO APARELHO DIGESTIVO
ULTRASSONOGRAFIA DO APARELHO URINARIO
ULTRASSONOGRAFIA DO ABDOMEN E RETROPERITONEU
ULTRASSONOGRAFIA DO SISTEMA VASCULAR PERIFERICO
ULTRASSONOGRAFIA DE UTERO GRAVIDO
ULTRASSONOGRAFIA NCOP
TERMOGRAFIA
TERMOGRAFIA CEREBRAL
TERMOGRAFIA OCULAR
TERMOGRAFIA OSSEA
TERMOGRAFIA MUSCULAR
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
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P893
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P8932
P8933
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Descrição Procedimento
TERMOGRAFIA DE MAMA
TERMOGRAFIA DE VASO SANGUINEO
TERMOGRAFIA DE LOCAIS NCOP
IMAGEOLOGIA DIAGNOSTICA NCOP
IMAGEOLOGIA DIAGNOSTICA, NCOP
RESSONANCIA MAGNETICA DO CEREBRO E TRONCO CEREBRAL
RESSONANCIA MAGNETICA DO PEITO E MIOCARDIO
RESSONANCIA MAGNETICA DA ESPINAL MEDULA
RESSONANCIA MAGNETICA DE ESTRUTURAS MUSRESSONANCIA MAGNETICA DE ESTRUTURAS
MUSCULOESQUELÉTICAS
RESSONANCIA MAGNETICA DA BACIA, PROSTATA E BEXIGA
RESSONÂNCIA MAGNÉTICA INTRAOPERATÓRIA, NCOP
RESSONANCIA MAGNETICA DE LOCAIS NCOP OU SOE
ESTUDOS DE DENSIDADE MINERAL DOS OSSOS
RESSONANCIA MAGNETICA NUCLEAR DE LOCAIS NCOP OU NAO ESPECIFICADO
ENTREVISTA DIAGNOSTICA CONSULTA E AVALIACAO
ENTREVISTA E AVALIACAO DESCRITA COMO BREVE
ENTREVISTA E AVALIACAO DESCRITA COMO LIMITADA
ENTREVISTA E AVALIACAO DESCRITA COMO COMPREENSIVA
ENTREVISTAS E AVALIACOES NCOP
ENTREVISTA DIAGNOSTICA E AVALIACAO NCOP
CONSULTA DESCRITA COMO LIMITADA
CONSULTA DESCRITA COMO COMPREENSIVA
CONSULTAS NCOP
CONSULTAS SOE
MEDIÇÕES ANATÓMICAS E FISIOLÓGICAS E EXAMES MANUAIS - SISTEMA NERVOSO E ORGAOS DOS
SENTIDOS
TESTE DO AMOBARBITAL INTRACAROTIDEO
TONOMETRIA
ESTUDO DA FUNCAO NASAL
EXAME NEUROLOGICO
ELECTROENCEFALOGRAMA
TESTES NAO INVASIVOS DAS FUNCOES NEUROLOGICAS, NCOP
TRANSILUMINACAO DE CRANEO DE RECEM NASCIDO
POLISSONOGRAMA
TESTES PARA ALTERACOES DA FUNCAO DO SONO, NCOP
MONITORIZACAO ELECTRO-ENCEFALOGRAFICA VIDEO E RADIO-TELEMETRICA
MEDIÇÕES ANATÓMICAS E FISIOLÓGICAS E EXAMES MANUAIS - APARELHO GENITOURINAR
MANOMETRIA URINARIA
CISTOMETROGRAFIA
ELECTROMIOGRAFIA DO ESFINTER URETRAL
UROFLUXOMETRIA (UFR)
PERFIL DA PRESSAO URETRAL (PPU)
EXAME GINECOLOGICO
AVALIACOES NAO INVASIVAS DO APARELHO GENITOURINARIO NCOP
MEDIÇÕES ANATÓMICAS E FISIOLÓGICAS E EXAMES MANUAIS, NCOP
EXAME DENTARIO
MANOMETRIA ESOFAGICA
EXAME DIGITAL DE ESTOMA DE ENTEROSTOMIA
TOQUE RECTAL
TRANSILUMINACAO DE SEIOS NASAIS
EXAME MANUAL DA MAMA
DETERMINACAO DA CAPACIDADE VITAL ("ESPIROMETRIA")
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
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Descrição Procedimento
MEDICOES RESPIRATORIAS NAO INVASIVAS, NCOP
MEDICOES E EXAMES NAO INVASIVOS, NCOP
PROVAS DE ESFORCO CARDIACO E CONTROLE DE PACEMAKER
PROVA DE ESFORCO CARDIOVASCULAR UTILIZANDO TAPETE ROLANTE
PROVA DE ESFORCO DE DOIS DEGRAUS DE MASTER
PROVA DE ESFORCO CARDIOVASCULAR UTILIZANDO BICICLETA ERGOMETRICA
PROVAS DE ESFORCO CARDIOVASCULAR NCOP
CONTROLE DE FREQUENCIA DE PACEMAKER ARTIFICIAL
CONTROLE DE ARTEFACTO DE PACEMAKER ARTIFICIAL, EM FORMA DE ONDA
CONTROLE DE IMPEDANCIA DO ELECTRODO DE PACEMAKER ARTIFICIAL
CONTROLE DO LIMIAR DE VOLTAGEM OU AMPERAGEM DE PACEMAKER ARTI
CONTROLE DE FREQUENCIA DE GIRO DE PACEMAKER ARTIFICIAL
PROCEDIMENTOS NAO INVASIVOS CARDIACOS E VASCULARES, NCOP
MONITORIZACAO CARDIACA AMBULATORIA
ELECTROCARDIOGRAMA DE FREQUENCIA
ELECTROCARDIOGRAMA
VECTOCARDIOGRAMA (COM ECG)
MONITORIZACAO ELECTROCARDIOGRAFICA
FONOCARDIOGRAFIA COM ELÉCTRODO DE ECG
TRACADO DE PULSO CAROTIDEO COM ELÉCTRODO DE ECG
APEXCARDIOGRAFIA (COM ECG)
PLETISMOGRAFIA
MEDIÇÕES, NÃO INVASIVAS, CARDIACAS OU VASCULARES, NCOP
MONITORIZACAO CIRCULATORIA
MONITORIZAÇÃO CONTÍNUA DE GASES DO SANGUE ARTERIAL
MONITORIZACAO DA PRESSAO ARTERIAL SISTEMICA
MONITORIZACAO DA PRESSAO VENOSA CENTRAL
MONITORIZACAO DA PRESSAO DA ARTERIA PULMONAR
MONITORIZACAO DO TERRITORIO DA ARTERIA PULMONAR
DETERMINACAO DE GASES NO SANGUE ARTERIAL
DETERMINACAO DE GASES NO SANGUE VENOSO
MONITORIZACAO DO DEBITO CARDIACO PELA TECNICA DE CONSUMO DE OXIGÉNIO
MONITORIZACAO DO DEBITO CARDIACO POR TECNICA NCOP
MONITORIZACAO DO FLUXO SANGUINEO CORONARIO
AUTOPSIA
EXAME MICROSCOPICO AMOSTRA OSTEOMUSCULAR OU LIQUIDO SINOVIAL
EX.MICR. OSTEOMUSCULAR OU LIQUIDO SINOVIAL -ESFREGAÇO
EX.MICR. OSTEOMUSCULAR OU LIQUIDO SINOVIAL -CULTURA
EX.MICR. OSTEOMUSCULAR OU LIQUIDO SINOVIAL -CULTURA E SENSIBILIDADE
EX.MICR. OSTEOMUSCULAR OU LIQUIDO SINOVIAL -PARASITOLOGIA
EX.MICR. OSTEOMUSCULAR OU LIQUIDO SINOVIAL -TOXICOLOGIA
EX.MICR. OSTEOMUSCULAR OU LIQUIDO SINOVIAL -CITOLOG./ESFREGAÇO PAPANICOLAU
EXAME MICROSCOPICO DO AP.OSTEOMUSCULAR OU LIQUIDO SINOVIAL, NCOP
EXAME MICROSCOPICO DE AMOSTRA DA PELE E OUTROS TEGUMENTOS
EX.MICR. DE AMOSTRA DA PELE E TEGUMENTOS - ESFREGAÇO
EX.MICR. DE AMOSTRA DA PELE E TEGUMENTOS - CULTURA
EX.MICR. DE AMOSTRA DA PELE E TEGUMENTOS - CULTURA E SENSIBILIDADE
EX.MICR. DE AMOSTRA DA PELE E TEGUMENTOS - PARASITOLOGIA
EX.MICR. DE AMOSTRA DA PELE E TEGUMENTOS - TOXICOLOGIA
EX.MICR. DE AMOSTRA DA PELE E TEGUMENTOS - CITOLOGIA/ESFREGAÇO PAPANICOLAU
EXAME MICROSCOPICO DA PELE E OUTROS TEGUMENTOS, NCOP
EXAME MICROSCOPICO DE AMOSTRA DE TECIDO DE FERIDA OPERATORIA
EXAME MICROSCOPICO DE AMOSTRA DE TECIDO DE OUTROS LOCAIS
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P919
P920
P9201
P9202
P9203
P9204
P9205
P9209
P921
P9211
P9212
P9213
P9214
P9215
P9216
P9217
P9218
P9219
P922
P9223
P9224
P9225
P9226
P9228
P923
P9230
P9233
P9239
P930
P9301
P9302
P9303
P9304
P9305
P9306
P9307
P9308
P9309
P931
P9311
P9312
P9313
P9314
P9315
P9316
P9317
P9318
P9319
P932
P9321
P9322
P9323
P9324
Descrição Procedimento
EXAME MICROSCOPICO DE AMOSTRA DE LOCAL NAO ESPECIFICADO
CINTIGRAFIA RADIOISOTOPICA E ESTUDO FUNCIONAL
CINTIGRAFIA RADIOISOTÓPICA E ESTUDOS FUNCIONAIS DA TIROIDE
CINTIGRAFIA RADIOISOTÓPICA E ESTUDO FUNCIONAL DO FIGADO
CINTIGRAFIA RADIOISOTOPICA E ESTUDO FUNCIONAL DOS RINS
CINTIGRAFIA RADIOISOTOPICA E ESTUDO FUNCIONAL GASTROINTESTINAL
CINTIGRAFIA RADIOISOTOPICA E ESTUDO FUNCIONAL CARDIOVASCULAR E HEMATOPOIÉTICO
ESTUDOS FUNCIONAIS RADIOISOTOPICOS NCOP
CINTIGRAFIA RADIOISOTOPICA NCOP
CINTIGRAFIA CEREBRAL
CINTIGRAFIA DE LOCAIS DA CABECA, NCOP
CINTIGRAFIA DA PARATIROIDE
CINTIGRAFIA DOS OSSOS
CINTIGRAFIA PULMONAR
CINTIGRAFIA DO SISTEMA LINFATICO
CINTIGRAFIA DA PLACENTA
CINTIGRAFIA DE TODO O CORPO
CINTIGRAFIA DE LOCAIS, NCOP
TERAPEUTICA RADIOLOGICA E MEDICINA NUCLEAR
TELE-RADIOTERAPIA RADIOISOTOPICA
TELE-RADIOTERAPIA USANDO FOTOES
TELE-RADIOTERAPIA USANDO ELECTROES
TELE-RADIOTERAPIA POR PARTICULAS RADIOACTIVAS NCOP
INJECCAO OU INSTILACAO DE RADIOISOTOPOS
RADIOCIRURGIA ESTEREOTAXICA
RADIOCIRURGIA ESTEREOTAXICA, SOE
RADIO-CIRURGIA POR PARTICULAS
RADIOCIRURGIA ESTEREOTÁXICA, SOE
DIAGNOSTICO FISIOTERAPEUTICO
AVALIACAO FUNCIONAL
AVALIACAO ORTOTICA
AVALIACAO PROTESICA
TESTE MANUAL DE FUNCAO MUSCULAR
AVALIACAO DA CAPACIDADE MOTORA
MEDICAO DE COMPRIMENTO DE MEMBRO
MEDICAO CORPORAL
ELECTROMIOGRAFIA
PROCEDIMENTOS DIAGNOSTICOS DE FISIOTERAPIA, NCOP
EXERCICIOS DE FISIOTERAPIA
EXERCICIOS ASSISTIDOS
EXERCICIOS ACTIVOS OSTEOMUSCULARES NCOP
EXERCICIOS COM RESISTENCIA
TREINO DOS MOVIMENTOS ARTICULARES
MOBILIZACOES DA COLUNA VERTEBRAL
MOBILIZACAO DE ARTICULACOES NCOP
EXERCICIOS PASSIVOS OSTEOMUSCULARES NCOP
EXERCICIOS RESPIRATORIOS
EXERCICIOS NCOP
MANIPULACOES FISIOTERAPEUTICAS OSTEOMUSCULARES NCOP
TRACCAO MANUAL E MECANICA
TREINO DE DEAMBULACAO E ORTOESTATISMO
ADAPTACAO DE DISPOSITIVO ORTOTICO
TREINO NO USO DE PROTESE OU ORTOTESE
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P9325
P9326
P9327
P9328
P9329
P933
P9331
P9332
P9333
P9334
P9335
P9336
P9337
P9338
P9339
P934
P9341
P9342
P9343
P9344
P9345
P9346
P935
P9351
P9352
P9353
P9354
P9355
P9356
P9357
P9358
P9359
P936
P9361
P9362
P9363
P9364
P9365
P9366
P9367
P937
P9371
P9372
P9373
P9374
P9375
P9376
P9377
P9378
P938
P9381
P9382
P9383
Descrição Procedimento
EXTENSAO FORCADA DE MEMBRO
RUTURA MANUAL DE ADERENCIAS ARTICULARES
ESTIRAMENTO DE MUSCULO OU TENDAO
ESTIRAMENTO DE FASCIA
CORRECCOES FORCADAS DE DEFORMIDADES NCOP
PROCEDIMENTOS TERAPEUTICOS DE FISIOTERAPIA NCOP
EXERCICIOS ASSISTIDOS EM PISCINA
TRATAMENTO POR HIDROMASSAGEM
HIDROTERAPIA NCOP
DIATERMIA
TERAPIA PELO CALOR, NCOP
REEDUCACAO CARDIACA
GINASTICA PRE-PARTO
FISIOTERAPIA COMBINADA SEM MENCAO DOS COMPONENTES
FISIOTERAPIA NCOP
TRACCAO ESQUELETICA E TRACCOES, NCOP
TRACCAO DA COLUNA VERTEBRAL UTILIZANDO DISPOSITIVO NO CRANEO
TRACCOES DA COLUNA VERTEBRAL NCOP
TRACCAO ESQUELETICA INTERMITENTE
TRACCOES ESQUELETICAS NCOP
TRACCAO COM TALA DE THOMAS
TRACCOES NA PELE DOS MEMBROS NCOP
IMOBILIZACAO, PRESSAO E CUIDADOS COM FERIDAS, NCOP
APLICACAO DE COLETE DE GESSO
APLICACAO DE COLAR CERVICAL
APLICACAO DE MOLDES, NCOP
APLICACAO DE TALA
ARAME DENTARIO
APLICACAO DE PENSO COMPRESSIVO
APLICACAO DE PENSOS PARA FERIDAS, NCOP
APLICACAO DE CALCAS DE PRESSAO
IMOBILIZACAO, COMPRESSAO, E CUIDADOS COM FERIDAS, NCOP
TRATAMENTO COM MANIPULACAO OSTEOPATICA
TRATAMENTO COM MANIPULACAO OSTEOPATICA PARA MOBILIZACAO GERAL
TRAT C/ MANIPULACAO OSTEOPATICA UTILIZANDO FORCAS ALTA VELOCIDADE E BAIXA AMPLITUDE
TRAT C/ MANIPULACAO OSTEOPATICA UTILIZANDO FORCAS BAIXA VELOCIDADE E ALTA AMPLITUDE
TRATAMENTO COM MANIPULACAO OSTEOPATICA UTILIZANDO FORCAS ISOTONICAS E ISOMÉTRICAS
TRATAMENTO COM MANIPULACAO OSTEOPATICA UTILIZANDO FORCAS INDIRECTAS
TRATAMENTO COM MANIPULACAO OSTEOPATICA PARA MOVER OS FLUIDOS DOS TECIDOS
TRATAMENTOS COM MANIPULACAO OSTEOPATICA ESPECIFICADA NCOP
REABILITACAO DA FALA E LEITURA E REABILITACAO DA VISAO
CORRECCAO DE DISLEXIA
CORRECCAO DE DISFASIA
CORRECCAO DA FALA ESOFAGICA
CORRECCAO DE DEFEITOS DA FALA
CORRECCOES E TERAPEUTICAS DA FALA NCOP
TREINO DO INVISUAL NA UTILIZACAO DE CAO GUIA
TREINO DE BRAILLE OU MOON
REABILITACAO DE INVISUAIS NCOP
TERAPEUTICAS DE REABILITACAO NCOP
LUDOTERAPIA
TERAPIA EDUCACIONAL
TERAPIA OCUPACIONAL
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P9384
P9385
P9389
P939
P9390
P9391
P9392
P9393
P9394
P9395
P9396
P9397
P9398
P9399
P940
P9401
P9402
P9403
P9408
P9409
P941
P9411
P9412
P9413
P9419
P942
P9421
P9422
P9423
P9424
P9425
P9426
P9427
P9429
P943
P9431
P9432
P9433
P9434
P9435
P9436
P9437
P9438
P9439
P944
P9441
P9442
P9443
P9444
P9445
P9446
P9449
P945
Descrição Procedimento
TERAPIA PELA MUSICA
REABILITACAO VOCACIONAL
REABILITACAO NCOP
TERAPIA RESPIRATORIA
PRESSAO RESPIRATORIA POSITIVA CONTINUA (CPAP)
VENTILAÇÃO POR PRESSÃO POSITIVA INTERMITENTE (IPPB)
PROCESSOS MECANICOS DE ASSISTENCIA A RESPIRACAO, NCOP
METODOS DE RESSUSCITACAO NAO MECANICOS
MEDICACAO RESPIRATORIA ADMINISTRADA POR NEBULINIZADOR
OXIGENACAO HIPERBARICA
VIAS DE ENRIQUECIMENTO EM OXIGENIO NCOP
CAMARA DE DESCOMPRESSAO
CONTROLO DA PRESSAO E COMPOSICAO ATMOSFERICAS NCOP
PROCEDIMENTOS RESPIRATORIOS NCOP ("FISIOTERAPIA RESPIRATORIA")
AVALIACAO E TESTES PSICOLOGICOS
APLICACAO DE TESTES DE INTELIGENCIA
APLICACAO DE TESTES PSICOLOGICOS
ANALISE DO CARACTER
AVALIACAO E TESTES PSICOLOGICOS NCOP
DETERMINACAO DO ESTADO PSICOLOGICO NCOP
ENTREVISTAS CONSULTAS E AVALIACOES PSIQUIATRICAS
AVALIACAO PSIQUIATRICA DO ESTADO MENTAL
VISITA PSIQUIATRICA DE ROTINA NCOP
AVALIACAO DE COMPROMISSO PSIQUIATRICO
ENTREVISTAS E AVALIACOES PSIQUIATRICAS NCOP
SOMATOTERAPIA PSIQUIATRICA
NARCOANALISE
TERAPEUTICA PELO LITIO
TERAPEUTICA NEUROLEPTICA
TERAPEUTICA POR CHOQUE QUIMICO
TERAPEUTICA POR OUTROS PSICOFARMACOS
TERAPEUTICA POR ELECTROCHOQUE SUBCONVULSIVO
TERAPEUTICA POR ELECTROCHOQUES NCOP
SOMATOTERAPIAS PSIQUIATRICAS NCOP
PSICOTERAPIA INDIVIDUAL
PSICANALISE
HIPNOTERAPIA
TERAPIA COMPORTAMENTAL
TERAPIA INDIVIDUAL PARA DISFUNCÃO PSICOSEXUAL
INTERVENCAO EM SITUACAO DE CRISE
PSICOTERAPIA PELO JOGO
PSICOTERAPIA VERBAL EXPLORATORIA
PSICOTERAPIA DE SUPORTE VERBAL
PSICOTERAPIAS INDIVIDUAIS NCOP
PSICOTERAPIAS E ORIENTACOES NCOP
TERAPEUTICA DE GRUPO PARA DISFUNCOES PSICOSEXUAIS
TERAPIA FAMILIAR
PSICODRAMA
TERAPIA DE GRUPO NCOP
ORIENTACAO A DROGADOS
ORIENTACAO A ALCOOLICOS
ORIENTACOES NCOP
REFERENCIAR PARA REABILITACAO PSICOLOGICA
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P9451
P9452
P9453
P9454
P9455
P9459
P946
P9461
P9462
P9463
P9464
P9465
P9466
P9467
P9468
P9469
P950
P9501
P9501
P9502
P9502
P9503
P9503
P9504
P9504
P9505
P9505
P9506
P9506
P9507
P9507
P9509
P9509
P9511
P9512
P9513
P9514
P9515
P9516
P9521
P9522
P9523
P9524
P9525
P9526
P9531
P9532
P9533
P9534
P9535
P9536
P9541
P9542
Descrição Procedimento
REFERENCIAR PARA PSICOTERAPIA
REFERENCIAR PARA CUIDADOS APOS TRATAMENTO PSIQUIATRICO
REFERENCIAR PARA REABILITACAO DE ALCOOLISMO
REFERENCIAR PARA REABILITAÇÃO DE DROGADOS
REFERENCIAR PARA REABILITACAO VOCACIONAL
REFERENCIAR PARA REABILITACAO PSICOLOGICA NCOP
REABILITACAO E DESINTOXICACAO DO ALCOOL E/OU DROGAS
REABILITACAO (DA DEPENDENCIA) DO ALCOOL
DESINTOXICACAO DO ALCOOL
REABILITACAO E DESINTOXICACAO DO ALCOOL
REABILITACAO (DA DEPENDENCIA) DE DROGA
DEXINTOXICACAO DE DROGA
REABILITACAO E DESINTOXICACAO DE DROGA
REABILITACAO COMBINADA DE ALCOOL E DROGA
DESINTOXICACAO COMBINADA DE ALCOOL E DROGA
REABILITACAO E DESINTOXICACAO COMBINADAS DE ALCOOL E DROGA
EXAME GERAL E SUBJECTIVO DO OLHO
EXAME LIMITADO DO OLHO
EXAME LIMITADO DO OLHO
EXAME DETALHADO DO OLHO
EXAME DETALHADO DO OLHO
WORK-UP OFTALMOLOGICO ALARGADO
WORK-UP OFTALMOLOGICO ALARGADO
EXAME DO OLHO SOB ANESTESIA
EXAME DO OLHO SOB ANESTESIA
ESTUDO DO CAMPO VISUAL
ESTUDO DO CAMPO VISUAL
ESTUDO DA PERCEPCAO VISUAL DAS CORES
ESTUDO DA PERCEPCAO VISUAL DAS CORES
ESTUDO DA ADAPTACAO AO ESCURO
ESTUDO DA ADAPTACAO AO ESCURO
EXAME DO OLHO SOE
EXAME DO OLHO SOE
FOTOGRAFIA DO FUNDO OCULAR
ANGIOGRAFIA COM FLUOROSCEINA OU ANGIOSCOPIA DO OLHO, NCOP
ESTUDO ECOGRÁFICO DO OLHO
ESTUDO DO OLHO POR RAIO-X
ESTUDO DA MOTILIDADE OCULAR
ESTUDO COM P32 E OUTROS ESTUDOS RADIOACTIVOS DO OLHO
ELECTRORETINOGRAFIA (ERG)
ELECTROOCULOGRAFIA (EOG)
POTENCIAL EVOCADO VISUAL(PVE)
ELECTRONISTAGMOGRAMA (ENG)
ELECTROMIOGRAMA DO OLHO (EMG)
TONOGRAFIA TESTES INDUTORES E TESTES NCOP PARA GLAUCOMA
ADAPTACAO E PRESCRICAO DE OCULOS
PRESCRICAO ADAPTACAO E ENTREGA DE LENTES DE CONTACTO
ENTREGA DE ACESSORIOS DE VISAO DIMINUIDA
PROTESES OCULARES
EDUCACAO ORTOPTICA
ORIENTACAO E INSTRUCOES OFTALMOLOGICAS
AUDIOMETRIA
TESTES CLINICOS DE AUDICAO
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P9543
P9544
P9545
P9546
P9547
P9548
P9549
P960
P9601
P9602
P9603
P9604
P9605
P9606
P9607
P9608
P9609
P9611
P9614
P9615
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P9617
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P9623
P9624
P9625
P9626
P9627
P9628
P9629
P963
P9631
P9632
P9633
P9634
P9635
P9636
P9637
P9638
P9639
P9641
P9642
P9643
P9644
P9645
P9646
P9647
P9648
P9649
P9651
Descrição Procedimento
AVALIACAO AUDIOLOGICA
TESTES CLINICOS DE FUNCAO VESTIBULAR
TESTES DE ROTACAO
TESTES DA FUNCAO AUDITIVA E VESTIBULAR NCOP
EXAME DA AUDIÇÃO, NCOP
ADAPTAÇÃO DE AJUDA AUDITIVA
PROCEDIMENTOS NAO CIRURGICOS RELACIONADAS COM A AUDICAO NCOP
INTUBACAO NAO CIRURGICA DO TRACTO GASTROINTESTINAL E RESPIRATORI
INSERCAO DE TUBO NASOFARINGEO
INSERCAO DE TUBO OROFARINGEO
INSERCAO DE TUBO OBTURADOR ESOFAGICO
INSERCAO DE TUBO ENDOTRAQUEAL
ENTUBACAO DO TRACTO RESPIRATORIO, NCOP
INSERCAO DE SONDA DE SENGSTAKEN
INSERCAO DEINSERCAO DE TUBO (NASO-)GASTRICO NCOP
INSERCAO DE SONDA (NASO-)INTESTINAL
INSERCAO DE SONDA RECTAL
TAMPONAMENTO DO CANAL AUDITIVO EXTERNO
TAMPONAMENTO VAGINAL
INSERCAO DE MOLDE VAGINAL
DILATACAO VAGINAL NCOP
INSERCAO DE DIAFRAGMA VAGINAL
INSERCAO DE PESSARIO VAGINAL, NCOP
TAMPONAMENTO RECTAL
DILATACAO DO CANAL FRONTO-NASAL
DILATACAO DO RECTO
DILATACAO DO ESFINCTER ANAL
DILATACAO E MANIPULACAO DE ESTOMA DE ENTEROSTOMIA
DISTENSAO TERAPEUTICA DA BEXIGA
REDUCAO MANUAL DE PROLAPSO RECTAL
REDUCAO MANUAL DE HERNIA
REDUCAO MANUAL DE PROLAPSO DE ENTEROSTOMIA
REDUÇÃO DE INTUSCEPÇÃO DO TUBO DIGESTIVO
IRRIGACAO, LIMPEZA E INSTILACAO LOCAL, NAO CIRURGICA, DO APARELHO DIGESTIVO
ARREFECIMENTO GASTRICO
CONGELAMENTO GASTRICO
LAVAGEM GASTRICA
IRRIGACAO POR SONDA (NASO) GASTRICA NCOP
GAVAGEM GASTRICA
IRRIGACAO DE GASTROSTOMIA OU ENTEROSTOMIA
PROCTOCLISE
REMOCAO DE FESES IMPACTADAS
ENEMA TRANSANAL, NCOP
IRRIGACAO DE COLECISTOSTOMIA E VIAS BILIARES, NCOP
IRRIGACAO DE VIAS PANCREATICAS
INSTILACAO DO TRACTO DIGESTIVO EXCEPTO GAVAGEM GASTRICA
DUCHE VAGINAL
IRRIGACAO DE NEFROSTOMIA E PIELOSTOMIA
IRRIGACAO DE URETEROSTOMIA E CATETER URETERAL
IRRIGACAO DE CISTOSTOMIA
IRRIGACAO DE CATETERES URINARIOS, NCOP (ALGÁLIA)
INSTILACAO GENITURINARIA NCOP
IRRIGACAO DO OLHO
Página 276 de 293
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P9652
P9653
P9654
P9655
P9656
P9657
P9658
P9659
P966
P967
P970
P9701
P9702
P9703
P9704
P9705
P971
P9711
P9712
P9713
P9714
P9715
P9716
P972
P9721
P9722
P9723
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P9726
P9729
P973
P9731
P9732
P9733
P9734
P9735
P9736
P9737
P9738
P9739
P974
P9741
P9742
P9743
P9749
P975
P9751
P9752
P9753
P9754
P9755
P9756
Descrição Procedimento
IRRIGACAO DO OUVIDO
IRRIGACAO DAS FOSSAS NASAIS
DESCAMACAO, POLIMENTO E DESBRIDAMENTO DENTARIO
TOILETTE DE TRAQUEOSTOMIA
LAVAGENS DE BRONQUIOS E TRAQUEIA NCOP
IRRIGACAO DE CATETER VASCULAR
IRRIGACAO DE CATETER DE FERIDA
IRRIGACAO DE FERIDAS NCOP
INFUSAO ENTERAL DE SUBSTANCIAS NUTRICIONAIS CONCENTRADAS
VENTILACAO MECANICA CONTINUA NCOP
SUBSTITUICAO NAO CIRURGICA DE DISPOSITIVOS GASTRO INTESTINAIS
SUBSTITUICAO DE SONDA (NASO) GASTRICA OU DE ESOFAGOSTOMIA
SUBSTITUICAO DE SONDA DE GASTROSTOMIA
SUBSTITUICAO DE SONDA OU DISPOSITIVO DE ENTEROSTOMIA DO INTESTINO DELGADO
SUBSTITUICAO DE SONDA OU DISPOSITIVO DE ENTEROSTOMIA DO INTESTINO GROSSO
SUBSTITUICAO DE ENDOPROTESE EM CANAL BILIAR OU PANCREATICO
SUBSTITUICAO, NAO CIRURGICA, DEDISPOSITIVOS DO APARELHO OSTEOMUSCULAR
SUBSTITUICAO DE GESSO DO MEMBRO SUPERIOR
SUBSTITUICAO DE GESSO DO MEMBRO INFERIOR
SUBSTITUICAO DE GESSO NCOP
SUBSTITUICAO DE DISPOSITIVO DE IMOBILIZACAO OSTEOMUSCULAR, NCOP
SUBSTITUICAO DE CATETER DE FERIDA
SUBSTITUICAO DE TAMPAO OU DRENO DE FERIDA
SUBSTITUICOES NAO CIRURGICAS NCOP
SUBSTITUICAO DE TAMPONAMENTO NASAL
SUBSTITUICAO DE TAMPONAMENTO DENTARIO
SUBSTITUICAO DE TUBO DE TRAQUEOSTOMIA
SUBSTITUICAO E REAJUSTAMENTO DE DIAFRAGMA VAGINAL
SUBSTITUICAO DE PESSARIO VAGINAL, NCOP
SUBSTITUICAO DE TAMPAO OU DRENO VAGINAL OU VULVAR
SUBSTITUICOES NAO CIRURGICAS NCOP
REMOCAO NAO CIRURGICA DE DISPOSITIVO TERAPEUTICO DA CABECA E PESCOÇO
REMOCAO DE PROTESE OCULAR
REMOCAO DE TAMPONAMENTO NASAL
REMOCAO DE ARAME DENTARIO
REMOCAO DE TAMPONAMENTO DENTARIO
REMOCAO DE PROTESE DENTARIA
REMOCAO DE DISPOSITIVOS EXTERNOS DE FIXACAO MANDIBULAR, NCOP
REMOCAO DE TUBO DE TRAQUEOSTOMIA
REMOCAO DE SUTURA DA CABECA E PESCOCO
REMOCAO DE DISPOSITIVOS TERAPEUTICOS DA CABECA E PESCOCO, NCOP
REMOCAO, NAO CIRURGICA, DE DISPOSITIVO TERAPEUTICO DO TORAX
REMOCAO DE SONDA DE TORACOTOMIA OU DRENO DA CAVIDADE PLEURAL
REMOCAO DE DRENO DO MEDIASTINO
REMOCAO DE SUTURAS DO TORAX
REMOCAO DE DISPOSITIVOS DO TORAX, NCOP
REMOCAO N/CIRURGICA DISPOSITIVO TERAPEUTICO DO APARELHO DIGESTIV
REMOCAO DE SONDA DE GASTROSTOMIA
REMOCAO DE SONDA DO INTESTINO DELGADO
REMOCAO DE SONDA DO INTESTINO GROSSO OU APENDICE
REMOCAO DE SONDA DE COLECISTOSTOMIA
REMOCAO DE SONDA EM T OUTRA SONDA DE VIA BILIAR, NCOP OU SONDA HEPATICA
REMOCAO DE SONDA OU DRENO PANCREATICO
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 277 de 293
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P9759
P976
P9761
P9762
P9763
P9764
P9765
P9769
P977
P9771
P9772
P9773
P9774
P9775
P9779
P978
P9781
P9782
P9783
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P9785
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P9789
P980
P9801
P9802
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P9804
P9805
P981
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P9820
P9821
P9822
P9823
P9824
P9825
P9826
P9827
P9828
Descrição Procedimento
REMOCAO DE DISPOSITIVOS DO APARELHO DIGESTIVO, NCOP
REMOCAO NAO CIRURGICA DE DISPOSITIVO TERAPEUTICO DO APARELHO URINÁRIO
REMOCAO DE SONDA DE PIELOSTOMIA E NEFROSTOMIA
REMOCAO DE SONDA DE URETEROSTOMIA E CATETER URETERAL
REMOCAO DE SONDA DE CISTOSTOMIA
REMOCAO DE DISPOSITIVOS URINARIOS DE DRENAGEM, NCOP
REMOCAO DE STENT URETRAL
REMOCAO DE DISPOSITIVOS DO APARELHO URINARIO, NCOP
REMOCAO NAO CIRURGICA DE DISPOSITIVO TERAPEUTICO DO APARELHO GENITAL
REMOCAO DE DISPOSITIVO CONTRACEPTIVO INTRAUTERINO
REMOCAO DE TAMPAO INTRAUTERINO
REMOCAO DE DIAFRAGMA VAGINAL
REMOCAO DE PESSARIO VAGINAL, NCOP
REMOCAO DE TAMPAO VAGINAL OU VULVAR
REMOCAO DE DISPOSITIVOS DO TRACTO GENITAL, NCOP
REMOCAO, NAO CIRURGICA, DE DISPOSITIVOS TERAPEUTICOS, NCOP
REMOCAO DE DISPOSITIVO DE DRENAGEM RETROPERITONEAL
REMOCAO DE DISPOSITIVO DE DRENAGEM PERITONEAL
REMOCAO DE SUTURAS DA PAREDE ABDOMINAL
REMOCAO DE SUTURAS DO TRONCO, NCOP
REMOCAO DE TAMPONAMENTO DO TRONCO, NCOP
REMOCAO DE DISPOSITIVOS DO ABDOMEN NCOP
REMOCAO DE DISPOSITIVOS DO TRONCO NCOP
REMOCAO DE DISPOSITIVOS DE IMOBILIZACAO EXTERNA
REMOCAO DE DISPOSITIVOS TERAPEUTICOS NCOP
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO INTRALUMINAL DO APARELHO DIGESTIVO SEM INCISÃO
REMOÇÃO DE CORPO ESTRANHO INTRALUMINAL DA BOCA SEM INCISAO
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO INTRALUMINAL DO ESOFAGO SEM INCISAO
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO INTRALUMINAL DO ESTOMAGO E INTESTINO DELGADO SEM
INCISÃO
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO INTRALUMINAL DO INTESTINO GROSSO SEM INCISÃO
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO INTRALUMINAL DO RECTO E ANUS SEM INCISÃO
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO INTRALUMINAL DE OUTROS LOCAIS SEM INCISÃO
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO INTRALUMINAL DO OUVIDO SEM INCISAO
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO INTRALUMINAL DO NARIZ SEM INCISAO
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO INTRALUMINAL DA FARINGE SEM INCISAO
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO INTRALUMINAL DA LARINGE SEM INCISAO
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO INTRALUMINAL DA TRAQUEIA E BRONQUIOS, SEM INCISÃO
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO INTRALUMINAL DO UTERO SEM INCISAO
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO INTRALUMINAL DA VAGINA SEM INCISAO
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO INTRALUMINAL DE ESTOMA ARTIFICIAL SEM INCISÃO
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO INTRALUMINAL DA URETRA SEM INCISAO
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO NCOP, SEM INCISAO
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO SOE
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO SUPERFICIAL DO OLHO SEM INCISAO
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO, NCOP DA CABECA E PESCOCO SEM INCISAO
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO DA VULVA SEM INCISAO
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO DO ESCROTO OU PENIS SEM INCISAO
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO, NCOP S/INCISAO DO TRONCO EXCEPTO ESCROTO, PENIS OU
VULVA
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO DA MAO, SEM INCISAO
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO SEM INCISAO DO MEMBRO SUPERIOR EXCEPTO MÃO
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO DO PE SEM INCISAO
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Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P9829
P985
P9851
P9852
P9859
P990
P9900
P9901
P9902
P9903
P9904
P9905
P9906
P9907
P9908
P9909
P9910
P9911
P9912
P9913
P9914
P9915
P9916
P9917
P9918
P9919
P992
P9920
P9921
P9922
P9923
P9924
P9925
P9926
P9927
P9928
P9929
P993
P9931
P9932
P9933
P9934
P9935
P9936
P9937
P9938
P9939
P994
P9941
P9942
P9943
P9944
P9945
Descrição Procedimento
REMOCAO DE CORPO ESTRANHO SEM INCISAO DO MEMBRO INFERIOR EXCEPTO PÉ
LITOTRIPSIA EXTRACORPORAL POR ONDAS DE CHOQUE
LITOTRIPSIA EXTRACORP. P/ONDAS CHOQUE DO RIM, URETER E/OU BEXIGA
LITOTRIPSIA EXTRACORP.P/ONDAS CHOQUE DA VESICULA E/OU CANAIS BILIARES
LITOTRIPSIA EXTRACORPORAL POR ONDAS DE CHOQUE DE LOCAIS NCOP
TRANSFUSAO DE SANGUE E COMPONENTES SANGUINEOS
TRANSFUSAO AUTOLOGA PER-OPERATÓRIA DE SANGUE TOTAL OU COMPONENTES SANGUINEOS
TRANSFUSAO DE SUBSTITUICAO
TRANSFUSAO DE SANGUE AUTOLOGO PREVIAMENTE COLHIDO
TRANSFUSAO DE SANGUE TOTAL NCOP
TRANSFUSAO DE GLOBULOS RUBROS
TRANSFUSAO DE PLAQUETAS
TRANSFUSAO DE FACTORES DE COAGULACAO
TRANSFUSAO DE SOROS, NCOP
TRANSFUSAO DE EXPANSORES DE SANGUE
TRANSFUSAO DE SUBSTANCIAS NCOP
INJECÇÃO OU INFUSÃO DE AGENTE TROMBOLÍTICO
INJECCAO DE IMUNOGLOBULINA RH
IMUNIZACAO PARA ALERGIA
IMUNIZACAO PARA DOENCA AUTOIMUNE
INJECCAO DE GAMA GLOBULINA
INFUSAO PARENTERICA DE SUBSTANCIAS NUTRICIONAIS CONCENTRADAS
INJECCAO DE ANTIDOTO
INJECCAO DE INSULINA
INJECCAO OU INFUSAO DE ELECTROLITOS
INJECCAO DE ANTICOAGULANTES
INJECCAO OU INFUSAO DE SUBSTANCIA TERAPEUTICA OU PROFILATIC NCOP
INJECÇÃO OU INFUSÃO DE INIBIDOR DAS PLAQUETAS
INJECCAO DE ANTIBIOTICO
INJECCAO DE OUTROS ANTI-INFECCIOSOS
INJECCAO DE ESTEROIDE
INJECCAO DE HORMONA NCOP
INJECCAO OU INFUSAO DE SUBSTANCIA QUIMIO-TERAPEUTICA DO CANCRO
INJECCAO DE TRANQUILIZANTE
IONTOFORESE
IMUNOTERAPIA ANTINEOPLÁSICA
INJECCAO OU INFUSAO DE SUBSTANCIA TERAPEUTICA OU PROFILATIC NCOP
VACINACAO PROFILATICA E INOCULACAO CONTRA CERTAS DOENCAS BACTERI
VACINACAO CONTRA A COLERA
VACINACAO CONTRA A FEBRE TIFOIDE E PARATIFOIDE
VACINACAO CONTRA TUBERCULOSE
VACINACAO CONTRA PESTE
VACINACAO CONTRA TULAREMIA
ADMINISTRACAO DE TOXOIDE DIFTÉRICO
VACINA CONTRA TOSSE CONVULSA
ADMINISTRACAO DE TOXOIDE DO TETANO
ADMINISTRACAO DE DIFTERIA-TETANO-TOSSE CONVULSA COMBINADAS (VACINA)
VACINACAO PROFILATICA E INOCULACAO CONTRA CERTAS DOENCAS VIRAIS
ADMINISTRACAO DE VACINA CONTRA POLIOMIELITE
VACINACAO CONTRA VARICELA
VACINACAO CONTRA FEBRE AMARELA
VACINACAO CONTRA RAIVA
VACINACAO CONTRA O SARAMPO
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
Exceções NM
ICD
P9946
P9947
P9948
P995
P9951
P9952
P9953
P9954
P9955
P9956
P9957
P9958
P9959
P996
P9960
P9961
P9962
P9963
P9964
P9969
P997
P9971
P9972
P9973
P9974
P9975
P9976
P9977
P9979
P998
P9981
P9982
P9983
P9984
P9985
P9986
P9988
P999
P9991
P9992
P9993
P9994
P9995
P9996
P9997
P9998
P9999
Descrição Procedimento
VACINACAO CONTRA A PAROTIDITE
VACINACAO CONTRA A RUBEOLA
VACINAÇÃO CONTRA SARAMPO-PAROTIDITE-RUBEOLA
VACINACAO E INOCULACAO NCOP
VACINACAO PROFILATICA CONTRA A CONSTIPACAO
VACINACAO PROFILATICA CONTRA A GRIPE
VACINACAO PROFILATICA CONTRA A ENCEFALITE VIRAL TRANSMITIDA POR ARTRÓPODES
VACINAC.PROFILATICA CONTRA DOENC.VIRAIS TRANSMIT. P/ARTROP. NCOP
ADMINISTRACAO PROFILATICA DE VACINA CONTRA DOENCAS NCOP
ADMINISTRACAO DE ANTITOXINA TETANICA
ADMINISTRACAO DE ANTITOXINA DO BOTULISMO
ADMINISTRACAO DE ANTITOXINAS NCOP
VACINACOES E INOCULACOES NCOP
CONVERSAO DO RITMO CARDIACO
RESSUSCITACAO CARDIO-PULMONAR SOE
CARDIOVERSAO ATRIAL
CONVERSOES DO CORACAO POR ELECTROCHOQUE NCOP
MASSAGEM CARDIACA COM TORAX FECHADO
ESTIMULACAO DO SEIO CAROTIDEO
CONVERSAO DO RITMO CARDIACO NCOP
AFERESE TERAPEUTICA OU INJECÇÃO, ADMINISTRAÇÃO OU INFUSÃO DE SUBSTÂNCIA TERAPÊUTICA
OU PROFILÁTICA, NCOP
PLASMAFERESE TERAPEUTICA
LEUCOFERESE TERAPEUTICA
ERITROFERESE TERAPEUTICA
PLAQUETAFERESE TERAPEUTICA
ADMINISTRAÇÃO DE AGENTE NEURO-PROTECTOR
IMUNOADSORÇÃO EXTRACORPORAL
APLICAÇÃO OU ADMINISTRAÇÃO DE SUBSTÂNCIA DE BARREIRA DE ADESÃO
AFERESE TERAPEUTICA, NCOP
DIVERSOS PROCEDIMENTOS FISICOS
HIPOTERMIA (CENTRAL) (LOCAL)
TERAPIA COM LUZ ULTRAVIOLETA
FOTOTERAPIA NCOP
ISOLAMENTO
HIPERTERMIA PARA TRATAMENTO DO CANCRO
COLOCACAO NAO INVASIVA, DE ESTIMULADOR DO CRESCIMENTO OSSEO
FOTOFERESE TERAPEUTICA
PROCEDIMENTOS DIVERSOS NCOP
ACUNPUNCTURA PARA ANESTESIA
ACUNPUNCTURA NCOP
MASSAGEM RECTAL (PARA ESPASMO DO MUSCULO ELEVADOR)
MASSAGEM PROSTATICA
ESTIRAMENTO DO PREPUCIO
RECOLHA DE ESPERMA PARA INSEMINACAO ARTIFICIAL
AJUSTE DE DENTADURA
EXTRACCAO DE LEITE DA MAMA DO LACTENTE
PROCEDIMENTOS, NCOP
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
ID Região
R00
R01
R0101
R0102
R0104
R0106
R0130
R0160
R0190
R02
R0203
R0206
R0207
R020701
R020702
R0209
R020901
R020902
R0210
R021001
R021002
R0211
R0212
R021201
R021202
R0213
R021301
R021302
R021303
R021304
R0215
R0216
R0221
R0220
R0230
R0240
R0250
R0260
R026001
R026002
R026003
R026004
R0271
R0272
R0273
R0290
Região de Diagnóstico/Procedimento
Todo o organismo
Crânio e órgãos intracranianos
Meninges
Cérebro e cerebelo
Ventrículos vertebrais
Pituitária e pineal
Vasos intracranianos
Calote craniana
Crânio e órgãos intracranianos - NAND
Cabeça e Pescoço (excetuo órgãos intracranianos)
Amígdalas e adenoides
Esófago cervical
Laringe e traqueia
Laringe
Traqueia
Olho e anexos (pálpebras, orbita e aparelho lacrimal)
Olho
Pálpebras, orbita e aparelho lacrimal
Nariz e seios perinasais
Nariz
Seios perinasais
Pavilhão auricular
Ouvido e mastoide
Ouvido
Mastoide
Glândulas salivares
Parótida
Glândulas submaxilares
Glândulas sublinguais
Glândulas salivares minor
Tiroide
Paratiroide
Couro cabeludo
Pele e partes moles cervicais
Vasos da cabeça e pescoço
Linfáticos cabeça e pescoço
Nervos e plexos nervosos da cabeça e pescoço
Ossos da cabeça (excetuo calote) e dentes
Dentes
Ossos da base do crânio
Maxilar superior
Maxilar inferior
Nasofaringe, orofaringe e hipofaringe
Cavidade oral e lábios
Face (incluindo pele e tecidos moles)
Cabeça e Pescoço (excetuo órgãos intracranianos) - NAND
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
ID Região
R03
R0301
R0302
R030201
R030202
R030203
R0303
R030301
R030302
R0304
R030401
R030402
R0305
R0320
R0330
R0340
R0350
R036
R0361
R036101
R036102
R036103
R0365
R0390
R04
R0401
R0402
R040203
R04020301
R04020302
R04020303
R040204
R040205
R0403
R040301
R040302
R0406
R0407
R0408
R0409
R0410
R0430
R0440
R0450
R046
R0465
Região de Diagnóstico/Procedimento
Região torácica e dorsal
Mama
Pulmão, brônquios e pleura
Pulmão
Brônquios
Pleura
Coração e pericárdio
Coração
Pericárdio
Mediastino (inclui órgãos linfáticos e timo)
Órgãos linfáticos
Timo
Esófago torácico
Pele da região torácica e dorsal
Vasos da região torácica e dorsal
Linfáticos da região torácica e dorsal
Nervos da região torácica e dorsal
Ossos e partes moles
Ossos da região torácica
Omoplata
Clavícula
Costelas
Partes moles da região torácica e dorsal
Região torácica e dorsal - NAND
Região Abdominal, Retroperitoneal e Lombar
Estômago
Intestino
Intestino delgado
Duodeno
Jejuno
Lleon
Cólon
Apêndice ileocecal
Rim, cálice e ureteres
Rim
Cálice e ureteres
Pâncreas
Fígado
Vesícula e vias biliares
Baço
Suprarrenal
Vasos abdominais
Linfáticos abdominais
Nervos abdominais
Ossos e partes moles da região abdominal e lombar
Parede abdominal e lombar (pele, músculos, aponevrose, peritoneu
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
ID Região
R0490
R05
R0501
R0502
R0503
R0504
R0590
R06
R0601
R0609
R0610
R0620
R0630
R0640
R0650
R0660
R0690
R07
R0701
R0702
R0703
R0790
R08
R0801
R0802
R0803
R0890
R09
R0920
R0930
R0940
R0950
R0960
R0961
R096101
R096102
R096103
R096104
R096105
R0965
R0990
R10
R1020
R1030
R103001
Região de Diagnóstico/Procedimento
parietal)
Região Abdominal e lombar - NAND
Coluna vertebral
Coluna cervical
Coluna dorsal
Coluna lombar
Coluna sagrada
Coluna vertebral - NAND
Bacia e Cavidade Pélvica
Bexiga e uretra
Recto
Ânus
Pele da bacia
Vasos pélvicos
Linfáticos da pelve
Nervos pélvicos
Ossos e partes moles da bacia
Bacia e Cavidade Pélvica - NAND
Genitais Masculinos
Próstata e vesícula seminal
Testículo, epidídimo, canal deferente e escroto
Pénis
Genitais Masculinos - NAND
Genitais Femininos
Ovário e trompas
Útero
Vulva e Vagina
Genitais Femininos - NAND inclui Procedimentos obstétricos
Membro superior
Pele do membro superior
Vasos do membro superior
Linfáticos do membro superior
Nervos do membro superior
Ossos e partes moles dos membros superiores
Ossos do Membro superior
Ossos do braço e antebraço
Articulação do ombro
Articulação do cotovelo
Articulação do punho
Ossos da mão
Partes moles do membro superior
Membro superior - NAND
Membro inferior
Pele do membro inferior
Vasos dos membros inferiores
Artérias dos membros inferiores
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
ID Região
R103002
R1040
R1050
R1060
R1061
R106101
R106102
R106103
R106104
R106105
R1065
R1090
R11
R1120
R1130
R1140
R1150
R1165
R1190
R12
R1220
R1230
R1240
R1250
R1265
R1290
R13
R1320
R1330
R1340
R1350
R1365
R1390
R20
R2010
R2011
R2012
R2013
R2014
R2020
R2030
R2040
R2050
R2051
R2060
R2061
Região de Diagnóstico/Procedimento
Veias dos membros inferiores
Linfáticos dos membros inferiores
Nervos do membro inferior
Ossos e partes moles dos membros inferiores
Ossos do membro inferior
Ossos da coxa e perna
Ossos do pé
Articulação coxofemural
Joelho
Artelho
Partes moles dos membros inferiores
Membro inferior - NAND
Região axilar
Pele da região axilar
Vasos da região axilar
Linfáticos da região axilar
Nervos da região axilar
Partes moles da região axilar
Região Axilar - NAND
Região inguinal
Pele da região inguinal
Vasos da região inguinal
Linfáticos da região inguinal
Nervos da região inguinal
Partes moles da região inguinal
Região inguinal - NAND
Região perineal
Pele da região perineal
Vasos da região perineal
Linfáticos da região perineal
Nervos da região perineal
Partes moles da região perineal
Região perineal - NAND
Referências não enquadráveis em outros agrupamentos
Imagiologia do sistema urinário
Esófago
Medula óssea e sangue
Sistema génito-urinário não referenciados a regiões
Glândulas endócrinas não referenciadas a regiões
Pele e anexos não referenciados a regiões
Vasos não referenciados a regiões
Linfáticos não referenciados a regiões
Nervos não referenciados a regiões
Aorta
Ossos, articulações e partes moles
Ossos e articulações do corpo e membros
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.4.Apuramento dos grupos nosológicos
ID Região
R2065
R96
R98
R99
Região de Diagnóstico/Procedimento
Partes moles não referenciadas a regiões
Múltiplas regiões
Não Aplicável
Não especificado
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.5.Lista de ilustrações
8.5. LISTA DE ILUSTRAÇÕES
Ilustração 1 – Integração de dados .............................................................................................................................. 21
Ilustração 2 – Extrações mensais ................................................................................................................................. 22
Ilustração 3 – Relatórios semestrais/anuais - 1ª extração ........................................................................................... 24
Ilustração 4 – Relatórios semestrais/anuais - 2ª extração ........................................................................................... 25
Ilustração 5 – Tipos de agregações dos indicadores .................................................................................................... 26
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.6.Lista de gráficos
8.6. LISTA DE GRÁFICOS
Gráfico 1 – País: Evolução das Entradas, de LIC e da mediana do TE da LIC (meses) desde 2006 até 2013 .................. iv
Gráfico 2 – ARS: Evolução das entradas por 1000 habitantes por ARS e distrito de residência em 2006, 2012 e 2013 vi
Gráfico 3 – País: Evolução da produção cirúrgica desde 2006 até 2013 .......................................................................vii
Gráfico 4 – País: Evolução dos indicadores de qualidade desde 2006 até 2013 ........................................................... ix
Gráfico 5 – País: Indicadores de transferência em 2013 ................................................................................................ x
Gráfico 6 – País: Evolução das entradas desde 2006 até 2013 .................................................................................... 37
Gráfico 7 – País: Evolução da LIC e da mediana do TE da LIC (meses) desde 2006 até 2013 ....................................... 38
Gráfico 8 – País: Evolução das entradas e saídas desde 2006 até 2013 ....................................................................... 41
Gráfico 9 – País: Evolução da taxa de crescimento da LIC desde 2006 até 2013 ......................................................... 42
Gráfico 10 – País: Evolução das entradas por entidade financeira responsável entre 2006 e 2013 ............................ 43
Gráfico 11 – ARS: Percentagem de entradas de cada ARS no total de entradas em 2013 ........................................... 44
Gráfico 12 – ARS: Evolução das entradas por 1.000 habitantes desde 2006 até 2013............................................... 45
Gráfico 13 – ARS: Entradas por 1.000 habitantes nos anos de 2006, 2012 e 2013 por ARS de residência .................. 46
Gráfico 14 – ARS: Entradas por 1.000 habitantes nos anos de 2006, 2012 e 2013 por distrito de residência ............. 47
Gráfico 15 – País: Distribuição das entradas por classes etárias e género em 2006 .................................................... 48
Gráfico 16 – País: Distribuição das entradas por classes etárias e género em 2013 .................................................... 48
Gráfico 17 – País: Evolução da LIC por prioridade entre 2006 e 2013 ......................................................................... 49
Gráfico 18 – ARS: Evolução da LIC por 1.000 habitantes desde 2006 até 2013 ......................................................... 50
Gráfico 19 – ARS: Evolução da mediana do TE da LIC em meses desde 2006 até 2013 ............................................... 51
Gráfico 20 – País: Evolução semanal da LIC, entradas e operados em 2013 ................................................................ 53
Gráfico 21 – País: Evolução da distribuição das saídas desde 2006 até 2013 .............................................................. 54
Gráfico 22 – País: Evolução da atividade cirúrgica programada desde 2006 até 2013 ................................................ 57
Gráfico 23 – País: Evolução da distribuição dos operados por classes de peso relativo desde 2006 até 2013. ........... 61
Gráfico 24 – País: Evolução da distribuição dos operados por classes de peso relativo desde 2006 até 2013. ........... 61
Gráfico 25 – ARS: Evolução dos operados por 1.000 habitantes desde 2006 até 2013 ............................................. 65
Gráfico 26 – ARS: Operados por 1.000 habitantes nos anos de 2006, 2012 e 2013 por ARS de residência ................ 66
Gráfico 27 – ARS: Evolução da média do TE (em meses) dos operados desde 2006 até 2013 .................................... 67
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.6.Lista de gráficos
Gráfico 28 – País: Evolução mensal dos operados em 2006 e em 2013....................................................................... 69
Gráfico 29 – País: Evolução da atividade cirúrgica por tipo de hospital desde 2006 até 2013 .................................... 70
Gráfico 30 – País: Distribuição dos operados por classes etárias e género em 2006 ................................................... 71
Gráfico 31 – País: Distribuição dos operados por classes etárias e género em 2013 ................................................... 71
Gráfico 32 – ARS: Distribuição dos operados por prioridade operacional em 2006 .................................................... 72
Gráfico 33 – ARS: Distribuição dos operados por prioridade operacional em 2013 .................................................... 72
Gráfico 34 – País: Evolução dos episódios operados e expurgados desde 2006 até 2013 ........................................... 73
Gráfico 35 – ARS: Evolução da LIC/op. mês desde 2006 até 2013 ............................................................................... 78
Gráfico 36 – Distrito residência: Mediana do TE da LIC em meses em 2006 e 2013 .................................................... 79
Gráfico 37 – País: Evolução do tempo de espera dos operados desde 2006 até 2013 ................................................ 80
Gráfico 38 – País: Distibuição dos operados por tempo de espera (semanas) em 2013 ............................................. 81
Gráfico 39 – País: Estrutura das transferências em 2013 ............................................................................................. 84
Gráfico 40 – País: Distribuição das devoluções ao HO, por motivos, em 2013 ............................................................ 85
Gráfico 41 – ARS: Evolução da LIC por 1.000 habitantes em 2006 e 2013 .................................................................. 89
Gráfico 42 – Distrito residência: Percentagem da LIC> TMRG em 2006 e 2013 ........................................................... 90
Gráfico 43 – Distrito residência: Percentagem dos operados> TMRG em 2006 e 2013............................................... 91
Gráfico 44 – ARS: Distribuição do expurgo por motivos no ano 2013......................................................................... 92
Gráfico 45 – País: Distribuição do expurgo por motivos no ano 2013 ........................................................................ 93
Gráfico 46 – ARS: Operados padrão por cirurgião padrão ajustado no ano de 2012 e 2013 ..................................... 101
Gráfico 47 – ARS: Operados padrão por anestesista padrão no ano de 2012 e 2013 ................................................ 101
Gráfico 48 – País: Operados padrão por cirurgião padrão e operados padrão por anestesista padrão em 2013 ..... 102
Gráfico 49 – Cirurgia de ambulatório: %Operados em ambulatório por distrito de residência nos anos de 2006, 2012
e 2013 ........................................................................................................................................................................ 105
Gráfico 50 – Cirurgia de ambulatório: Evolução dos operados desde 2006 até 2013 ................................................ 106
Gráfico 51 – Cirurgia de ambulatório: Evolução dos operados padrão desde 2006 até 2013 ................................... 106
Gráfico 52 – Cirurgia de ambulatório: Distribuição dos operados em ambulatório por grupo nosológico no ano 2013
................................................................................................................................................................................... 108
Gráfico 53 – Cirurgia em ambulatório: Distribuição dos operados em ambulatório por classes etárias e género em
2006 ........................................................................................................................................................................... 109
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.6.Lista de gráficos
Gráfico 54 – Cirurgia em ambulatório: Distribuição dos operados em ambulatório por classes etárias e género em
2013 ........................................................................................................................................................................... 109
Gráfico 55 – Cirurgia em ambulatório: Distribuição dos operados em ambulatório e internamento por classes etárias
em 2013 ..................................................................................................................................................................... 110
Gráfico 56 – Cirurgia de ambulatório: Evolução da % dos operados em ambulatório por ARS desde 2006 até 2013
................................................................................................................................................................................... 111
Gráfico 57 – Cirurgia de ambulatório: Operados em ambulatório por distrito de residência em 2013 ..................... 112
Gráfico 58 – Cirurgia de ambulatório: Operados em ambulatório por grupo de serviço em 2013 ............................ 113
Gráfico 59 – Cirurgia de ambulatório: Evolução do número de operados em ambulatório do grupo A e B desde 2006
até 2013 ..................................................................................................................................................................... 114
Gráfico 60 – Grupos nosológicos: Distribuição da LIC não oncológica por grupo nosológico em 2013 ..................... 115
Gráfico 61 – Grupos nosológicos: Distribuição da LIC oncológica por grupo nosológico em 2013 ............................ 116
Gráfico 62 – Grupos nosológicos: Med iana de TE (em meses) da LIC não oncológica, por grupo nosológico, em 2006
e 2013 ........................................................................................................................................................................ 117
Gráfico 63 – Grupos nosológicos: Mediana de TE (em dias) da LIC oncológica, por grupo nosológico, em 2006 e 2013
................................................................................................................................................................................... 118
Gráfico 64 – Grupos nosológicos: Entradas não oncológicas por 1.000 habitantes por distrito de residência em 2013
................................................................................................................................................................................... 119
Gráfico 65 – Grupos nosológicos: Idade média dos utentes referentes às entradas não oncológicas por distrito de
residência em 2013 .................................................................................................................................................... 120
Gráfico 66 – Grupos nosológicos: Entradas oncológicas por 10.000 habitantes por distrito de residência em 2013 121
Gráfico 67 – Grupos nosológicos: Idade média dos utentes referentes às Entradas oncológicas por distrito de
residência em 2013 .................................................................................................................................................... 122
Gráfico 68 – Grupos nosológicos: Distribuição dos operados padrão não oncológicos por grupo nosológico em 2013
................................................................................................................................................................................... 123
Gráfico 69 – Grupos nosológicos: Distribuição dos operados padrão oncológicos por grupo nosológico em 2013 .. 124
Gráfico 70 – Grupos nosológicos: Evolução da média de TE (em meses) dos operados não oncológicos por grupo
nosológico em 2006 e 2013 ....................................................................................................................................... 125
Gráfico 71 – Grupos nosológicos: Evolução da média de TE (em dias) dos operados oncológicos por grupo nosológico
em 2006 e 2012 ......................................................................................................................................................... 126
Gráfico 72 – Grupos de serviço: Características da LIC no ano 2013 ......................................................................... 131
Gráfico 73 – Hospitais SNS: LIC e operados nos hospitais da ARS Norte em 2013 ..................................................... 134
Gráfico 74 – Hospitais SNS: LIC e operados nos hospitais da ARS Centro em 2013 ................................................... 142
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.6.Lista de gráficos
Gráfico 75 – Hospitais SNS: LIC e operados nos hospitais da ARS LVT em 2013 ........................................................ 149
Gráfico 76 – Hospitais SNS: LIC e operados nos hospitais da ARS Alentejo em 2013 ................................................ 156
Gráfico 77 – Hospitais SNS: LIC e operados nos hospitais da ARS Algarve em 2013 .................................................. 161
Gráfico 78 – Hospitais protocolados: LIC e operados em 2013 .................................................................................. 165
Gráfico 79 – Hospitais convencionados: Evolução mensal da atividade cirúrgica dos hospitais convencionados em
2012 e 2013 ............................................................................................................................................................... 171
Gráfico 80 – Hospitais convencionados: LIC e operados em 2013 nos hospitais convencionados ............................ 172
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.7.Lista de tabelas
8.7. LISTA DE TABELAS
Tabela 1 – ARS: Resultados da procura em 2013 ........................................................................................................... v
Tabela 2 – ARS: Resultados da oferta em 2013 ............................................................................................................viii
Tabela 3 – Grupo de serviço: Resultados da oferta em 2013 ........................................................................................ xi
Tabela 4 – Grupos Nosológicos – Não oncológicos: Resultados da oferta em 2013 .....................................................xii
Tabela 5 – Unificações de hospitais em 2013 .............................................................................................................. 31
Tabela 6 – País: Evolução dos resultados da procura desde 2006 até 2013 ................................................................ 39
Tabela 7 – ARS: Resultados da procura em 2013 ......................................................................................................... 40
Tabela 8 – ARS: Indicadores da procura no ano de 2013 ............................................................................................. 52
Tabela 9 - País: Evolução da distribuição dos operados desde 2006 até 2013 ............................................................ 55
Tabela 10 – País: Evolução dos indicadores de oferta desde 2006 até 2013 ............................................................... 56
Tabela 11 – País: Evolução da distribuição dos operados por classes de peso relativo desde 2006 até 2013 ............. 59
Tabela 12 – País: Evolução dos indicadores de oferta entre 2012 e 2013 ................................................................... 62
Tabela 13 – ARS: Indicadores de oferta em 2013......................................................................................................... 63
Tabela 14 – Distritos residência: Distribuição dos episódios em 2013......................................................................... 68
Tabela 15 - País: Evolução da atividade cirúrgica por tipo de hospital desde 2006 até 2013 ...................................... 70
Tabela 16 – País: Evolução dos indicadores de processo desde 2006 até 2013 ........................................................... 74
Tabela 17 – País: Evolução dos indicadores de processo desde 2006 até 2013 ........................................................... 76
Tabela 18 – ARS: Evolução dos indicadores de processo em 2013 .............................................................................. 77
Tabela 19 – País: Indicadores sobre as transferências de utentes no âmbito do SIGIC desde 2006 até 2013 ............. 82
Tabela 20 – ARS: Indicadores sobre as transferências de utentes no âmbito do SIGIC em 2013 ................................ 83
Tabela 21 – País: Evolução dos indicadores de qualidade desde 2006 até 2013 ......................................................... 86
Tabela 22 – ARS: Indicadores de qualidade em 2013................................................................................................... 88
Tabela 23 – ARS: Distribuição do expurgo por motivos no ano de 2013 ..................................................................... 94
Tabela 24 – País: Evolução dos indicadores de capacidade instalada desde 2010 até 2013 ....................................... 95
Tabela 25 – País: Evolução dos indicadores de produtividade desde 2010 até 2013 .................................................. 97
Tabela 26 – ARS: Evolução dos indicadores de capacidade instalada em 2013 ........................................................... 98
Tabela 27 – ARS: Evolução dos indicadores de produtividade em 2013 .................................................................... 100
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.7.Lista de tabelas
Tabela 28 – Cirurgia de ambulatório: Evolução dos indicadores dos operados em ambulatório desde 2006 até 2013
................................................................................................................................................................................... 103
Tabela 29 – Cirurgia de ambulatório: Evolução da produção cirúrgica e da produção cirúrgica padrão desde 2006 até
2013 ........................................................................................................................................................................... 107
Tabela 30 – Cirurgia de ambulatório: Grupos nosológicos que estão incluídos em outros em 2013 ........................ 108
Tabela 31 – Grupos nosológicos não oncológicos: Indicadores do ano 2013 ............................................................ 127
Tabela 32 – Grupos nosológicos oncológicos: Indicadores do ano de 2013 .............................................................. 129
Tabela 33 – Grupos de serviço: Indicadores de acesso em 2013 ............................................................................... 130
Tabela 34 – Grupos de serviço: Indicadores dos operados no ano de 2013 .............................................................. 132
Tabela 35 – Hospitais SNS: Indicadores de procura nos hospitais da ARS Norte em 2013 ........................................ 135
Tabela 36 – Hospitais SNS: Indicadores de oferta nos hospitais da ARS Norte em 2013 ........................................... 136
Tabela 37 – Hospitais SNS: Indicadores de processo nos hospitais da ARS Norte em 2013 ...................................... 138
Tabela 38 – Hospitais SNS: Indicadores de transferência nos hospitais da ARS Norte em 2013................................ 139
Tabela 39 – Hospitais SNS: Indicadores de qualidade nos hospitais da ARS Norte em 2013 ..................................... 140
Tabela 40 – Hospitais SNS: Indicadores de capacidade instalada e produtividade nos hospitais da ARS Norte em 2013
................................................................................................................................................................................... 141
Tabela 41 – Hospitais SNS: Indicadores de procura nos hospitais da ARS Centro em 2013 ....................................... 143
Tabela 42 – Hospitais SNS: Indicadores de oferta nos hospitais da ARS Centro em 2013 ......................................... 144
Tabela 43 – Hospitais SNS: Indicadores de processo nos hospitais da ARS Centro em 2013 ..................................... 145
Tabela 44 – Hospitais SNS: Indicadores de transferências nos hospitais da ARS Centro em 2013 ............................ 146
Tabela 45 – Hospitais SNS: Indicadores de qualidade nos hospitais da ARS Centro em 2013 ................................... 147
Tabela 46 – Hospitais SNS: Indicadores de capacidade instalada e produtividade nos hospitais da ARS Centro em
2013 ........................................................................................................................................................................... 148
Tabela 47 – Hospitais SNS: Indicadores de procura nos hospitais da ARS LVT em 2013 ............................................ 150
Tabela 48 – Hospitais SNS: Indicadores de oferta nos hospitais da ARS LVT em 2013 .............................................. 151
Tabela 49 – Hospitais SNS: Indicadores de processo nos hospitais da ARS LVT em 2013 .......................................... 152
Tabela 50 – Hospitais SNS: Indicadores de transferências nos hospitais da ARS LVT em 2013 ................................. 153
Tabela 51 – Hospitais SNS: Indicadores de qualidade nos hospitais da ARS LVT em 2013 ........................................ 154
Tabela 52 – Hospitais SNS: Indicadores de capacidade instalada e produtividade nos hospitais da ARS LVT em 2013
................................................................................................................................................................................... 155
Tabela 53 – Hospitais SNS: Indicadores de procura nos hospitais da ARS Alentejo em 2013 .................................... 157
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Relatório da Atividade em Cirurgia Programada – Ano 2013
8.APÊNDICES – 8.7.Lista de tabelas
Tabela 54 – Hospitais SNS: Indicadores de oferta nos hospitais da ARS Alentejo em 2013 ....................................... 158
Tabela 55 – Hospitais SNS: Indicadores de processo nos hospitais da ARS Alentejo em 2013 .................................. 159
Tabela 56 – Hospitais SNS: Indicadores de transferências nos hospitais da ARS Alentejo em 2013 .......................... 159
Tabela 57 – Hospitais SNS: Indicadores de qualidade nos hospitais da ARS Alentejo em 2013 ................................. 160
Tabela 58 – Hospitais SNS: Indicadores de capacidade instalada e produtividade nos hospitais da ARS Alentejo em
2013 ........................................................................................................................................................................... 160
Tabela 59 – Hospitais SNS: Indicadores de procura nos hospitais da ARS Algarve em 2013 ..................................... 161
Tabela 60 – Hospitais SNS: Indicadores de oferta nos hospitais da ARS Algarve em 2013 ........................................ 162
Tabela 61 – Hospitais SNS: Indicadores de processo nos hospitais da ARS Algarve em 2013 .................................... 162
Tabela 62 – Hospitais SNS: Indicadores de transferências nos hospitais da ARS Algarve em 2013 ........................... 163
Tabela 63 – Hospitais SNS: Indicadores de qualidade nos hospitais da ARS Algarve em 2013 .................................. 163
Tabela 64 – Hospitais SNS: Indicadores de capacidade instalada e produtividade nos hospitais da ARS Algarve em
2013 ........................................................................................................................................................................... 164
Tabela 65 – Hospitais protocolados: Indicadores de procura em 2013 ..................................................................... 166
Tabela 66 – Hospitais protocolados: Indicadores de oferta em 2013 ........................................................................ 168
Tabela 67 – Hospitais protocolados: Indicadores de qualidade em 2013 .................................................................. 170
Tabela 68 – Hospitais convencionados: Indicadores sobre os operados em hospitais convencionados em 2013 .... 173
Tabela 69 – Hospitais convencionados: Indicadores dos hospitais com convenção com a região do Norte em 2013
................................................................................................................................................................................... 174
Tabela 70 – Hospitais convencionados: Indicadores dos hospitais com convenção com a região do Centro em 2013
................................................................................................................................................................................... 175
Tabela 71 – Hospitais convencionados: Indicadores dos hospitais com convenção com a região LVT em 2013 ....... 176
Tabela 72 – Hospitais convencionados: Indicadores dos hospitais com convenção com a região do Alentejo em 2013
................................................................................................................................................................................... 178
Tabela 73 – Hospitais convencionados: Indicadores dos hospitais com convenção com a região do Algarve em 2013
................................................................................................................................................................................... 179
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