MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS ANÁLISE DA EVASÃO DO IFSULDEMINAS PRÓ-REITORIA DE ENSINO POUSO ALEGRE - MG 2011 1 GOVERNO FEDERAL Ministério da Educação INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIENCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS PRESIDENTE DA REPÚBLICA Dilma Vana Rousseff MINISTRO DA EDUCAÇÃO Fernando Haddad SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA Eliezer Moreira Pacheco Reitor do IF Sul de Minas Sérgio Pedini Pró-Reitor de Administração e Planejamento José Jorge Guimarães Garcia Pró-Reitor de Ensino Marcelo Simão da Rosa Pró-Reitor de Desenvolvimento Institucional Mauro Alberti Filho Pró-Reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Inovação Marcelo Bregagnoli Pró-Reitor de Extensão Renato Ferreira de Oliveira 2 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIENCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS Conselho Superior Presidente do Conselho Superior do IF Sul de Minas Reitor, Sérgio Pedini Representante da SETEC/MEC Walner José Mendes Representantes do Corpo Docente Mauro Alberti Filho e Marcelo Leite Representantes do Corpo Discente Juliano Antônio de Freitas e Cláudio Baquião Filho Representante Técnico Administrativo Wanderley Fajardo Pereira e Antônio Carlos Guida Representantes dos Egressos Dilma Alfredo Teodoro e Marco Antônio Ferreira Representante da Federação da Agricultura de MG Antônio Carlos Anderson Representante da Federação do Comércio de MG Antônio Donizete Casagrande Representante da Federação da Indústria de MG José Donizete Almeida INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIENCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS Diretores de Campus Campus Inconfidentes Ademir José Pereira Campus Machado Walner José Mendes Campus Muzambinho Luiz Carlos Machado Rodrigues Campus Passos Juvêncio Geraldo de Moura Campus Poços de Caldas Josué Lopes Campus Pouso Alegre Marcelo Carvalho Bottazzini 3 SUMÁRIO 1– INTRODUÇÃO …...................................................................................................................... 4 2 – LEVANTAMENTO DE FATORES ENVOLVIDOS NO ABANDONO ESCOLAR . 6 2.1 – Revisão de literatura ….......…................................................................................... 6 2.1.1 – Evasão no IFSULDEMINAS ….......................................................................... 6 2.1.2 – Evasão nas diversas modalidades de ensino no Brasil …................... 7 2.2 – À guisa de síntese: identificação das possíveis causas da evasão …...... 11 3 – JUSTIFICATIVA ….................................................................................................................. 12 4 – OBJETIVOS …........................................................................................................................... 15 5 – MÉTODO …............................................................................................................................... 15 5.1 – Procedimentos de coleta de dados ….................................................................. 15 5.2 – Instrumentos …............................................................................................................. 17 6 – CRONOGRAMA …...................…............................................................................................ 19 7 – RESULTADOS ESPERADOS …........................................................................................... 19 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS …...................................................................................... 21 APÊNDICE ....................................................................................................................................... 24 A – Questionário para aluno em curso …..…................................................................ 24 B – Questionário para aluno evadido …......................................................................... 28 C – Questionário para professores e funcionários …...............…............................. 33 4 1 – INTRODUÇÃO O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais (IFSULDEMINAS) foi consolidado por meio da união das Escolas Agrotécnicas Federais de Inconfidentes, Machado e Muzambinho, as quais possuem histórico reconhecimento na oferta de educação profissionalizante em concomitância e subsequente ao ensino médio. Atualmente é constituído pelos três campi mencionados e por outros três novos, inaugurados em 2011, nos municípios de Passos, Poços de Caldas e Pouso Alegre. Tal estrutura permite a oferta de cursos profissionalizantes, de tecnologia, licenciaturas, bacharelados, além de cursos nas modalidades Educação de Jovens e Adultos (EJA) e Educação a Distância (EaD). De acordo com as finalidades estabelecidas no Estatuto do IFSULDEMINAS (2009) e a missão contida no Plano de Desenvolvimento Institucional (2009), há uma preocupação em formar e qualificar cidadãos críticos, criativos, competentes e humanistas, preparados para atuar nos diversos setores da economia, visando o desenvolvimento socioeconômico local, regional e nacional. Tal objetivo evidencia o compromisso com o estudante de lhe proporcionar condições em que suas potencialidades possam ser desenvolvidas e o comprometimento com o progresso social, ao articular as atividades de pesquisa, ensino e extensão ao desenvolvimento sustentável do ambiente externo. Para se fazer cumprir a proposta do IFSULDEMINAS, é importante garantir que a jornada dos alunos que ingressam na instituição seja bem sucedida, tarefa que exige acompanhamento e planejamento de ações educativas. Nesse sentido, deve-se ter em foco, dentre outros problemas, a questão da evasão escolar, uma das principais dificuldades atualmente detectadas nos cursos oferecidos pelo IFSULDEMINAS. Há poucas décadas atrás, o grande desafio das autoridades governamentais, em relação à esfera educacional, era garantir o acesso do brasileiro à educação formal, mas hoje tem-se visto que apenas o acesso à escola não garante que o aluno permaneça nela. Batista et al. (2005) confirmam tal proposição ao afirmarem que, embora o processo de democratização do sistema educacional brasileiro venha possibilitando maior incurso de 5 indivíduos na escola, o acesso não é garantia de permanência do alunado durante o desenvolvimento do curso nem de êxito na conclusão de seus estudos. A evasão é um fenômeno efetivo e constante na realidade das escolas públicas do País e suas razões variam desde questões pessoais e familiares dos alunos até problemas sociais e institucionais dos próprios estabelecimentos de ensino. O presente estudo tem como referencial a ideia de que “tratar da evasão é tratar do fracasso escolar; o que pressupõe um sujeito que não logrou êxito em sua trajetória na escola” (MACHADO, 2009, p. 36). Assim, este trabalho procura evidenciar os motivos que levam os discentes a deixarem os estudos a fim de desenvolver um projeto que apresente alternativas para combater o abandono escolar no IFSULDEMINAS. Deste modo, esta pesquisa é ponto de partida para o estabelecimento de programas e metas que permitam uma redução progressiva dos índices de evasão observados nos cursos da instituição. Mais do que um projeto, a diminuição do abandono escolar constitui um compromisso que o IFSULDEMINAS firmou com a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (SETEC) ao assinar, em julho de 2010, o Termo de Acordo de Metas e Compromissos (TAM), documento que estabelece metas acadêmicas e institucionais a serem cumpridas pelos Institutos Federais de todo o Brasil. Dentre as metas contidas neste acordo está o alcance de altos índices de eficiência e eficácia da Instituição, sendo a eficiência medida pela razão entre o número de alunos e o número de vagas disponíveis e a eficácia obtida pela razão entre a quantidade de alunos concluintes e as vagas disponibilizadas no processo seletivo. Em síntese, o TAM prevê a meta de 90% de eficiência e 80% de eficácia até o ano de 2016, ou seja, de cada 100 vagas existentes, 90 devem estar preenchidas e de cada 100 vagas oferecidas no processo seletivo de ingresso, ao final do curso, 80 devem estar ocupadas por alunos concluintes. 6 2 – LEVANTAMENTO DE FATORES ENVOLVIDOS NO ABANDONO ESCOLAR Antes de discorrer sobre o projeto em si, serão apresentadas algumas considerações de estudiosos que pesquisam a evasão e o fracasso escolar a respeito dos principais fatores que motivam o abandono estudantil. Tais fatores servirão para nortear nosso trabalho e serão levados em consideração na elaboração dos instrumentos de pesquisa – questionários – a serem utilizados e na análise dos resultados encontrados. 2.1 - Revisão de literatura 2.1.1 - Evasão no IFSULDEMINAS Dada a importância do problema da evasão e a evidência de sua elevada ocorrência em alguns cursos do IFSULDEMINAS, alguns pesquisadores têm se prontificado a estudar o tema, avaliando suas causas e propondo possíveis soluções. Um dos estudos realizados investigou a evasão nos cursos Técnico em Agricultura e Zootecnia (concomitante interno e subsequente), Técnico em Informática (concomitante interno e subsequente) e Técnico em Alimentos (concomitante externo e subsequente) do campus Machado do IFSULDEMINAS (OLIVEIRA, LEITE e CAMPOS, 2010). As pesquisadoras detectaram elevados níveis de evasão escolar em 2008: de 37 alunos matriculados em uma turma de primeiro ano do ensino médio, apenas 20 continuaram frequentando a escola até o primeiro semestre de 2010, sendo que, desses que permaneceram, muitos foram reprovados no primeiro módulo do curso Técnico em Agricultura e Zootecnia. Tais informações revelam o alarmante índice de 46 % de alunos evadidos, o que representa quase metade das vagas desperdiçadas. Ainda foi observado que, nos cursos pesquisados, mais da metade dos alunos relatou já ter pensado em desistir do curso, além de que “os cursos de concomitância apresentam um índice maior de desistência que os subsequentes. E que, geralmente o índice de reprovação e de desistência é grande 7 no primeiro ano e tende a diminuir nos anos seguintes” (OLIVEIRA, LEITE e CAMPOS, 2010, p. 4). Quanto às causas da evasão na visão dos alunos, o estudo concluiu que o principal problema seria a ocorrência de aula em dois períodos, gerando cansaço e contribuindo para a dificuldade na aprendizagem. Ainda em se tratando da evasão no campus Machado, ao investigarem os alunos do Curso Técnico em Informática, Silva Neto e Pinto (2010) constataram que a atividade em dois turnos e a falta de motivação foram as razões que mais contribuíram, podendo a segunda estar relacionado à primeira. Machado (2009), trabalhando dados da Escola Agrotécnica Federal de Inconfidentes, atual campus Inconfidentes do IFSULDEMINAS, concluiu que há uma divergência quanto à opinião dos alunos e dos gestores/professores em relação aos motivos da evasão. Enquanto os estudantes atribuem o problema a questões intraescolares como excesso de atividades e dificuldades com o processo de ensinoaprendizagem, a escola confere responsabilidade a aspectos relacionados aos próprios alunos, como distância da família e dificuldades na convivência em alojamento. Alunos pesquisados provenientes do curso Técnico em Informática concomitante ainda apontaram a falta de identificação com o curso escolhido como fator relacionado ao abandono. De acordo com as pesquisas examinadas, verifica-se que o excesso de atividades concentradas em dois turnos é um fator comum para que os alunos se sintam cansados, desmotivados e encontrem dificuldades na aquisição do conhecimento. 2.1.2 - Evasão nas diversas modalidades de ensino no Brasil Angelluci (2004), analisando dissertações e teses de vários autores durante 11 anos (1991 a 2002) sobre as causas do fracasso escolar no Ensino Fundamental da rede pública no Brasil, verificou que tal fenômeno pode ser compreendido “como problema essencialmente psíquico; como problema meramente técnico; como questão institucional; como questão fundamentalmente política” (ANGELLUCI, 2004, p. 51). Essa diversidade de concepções deve-se ao fato de haver tanto estudos “em que permanece o 8 predomínio de concepções psicologizantes e tecnicistas de fracasso escolar” (ANGELLUCI, 2004, p. 51) quanto pesquisas cujas bases são construídas a partir de uma análise crítica sobre o assunto. Em relação ao fenômeno da evasão no ensino médio, foi constatado, a partir do estudo de Batista, Souza e Oliveira (2009), que apesar de terem sido levantadas diversas causas para o abandono escolar, a condição socioeconômica precária é apontada como um dos principais fatores. Também no ensino profissionalizante esta questão se faz presente. Investigando a evasão em cursos de profissionalização da área de enfermagem, Nunes et al. (2007, p. 439) concluíram que os motivos do abandono se devem principalmente a “problemas de ordem pessoal e social, decorrentes das demandas familiares, da dupla jornada de trabalho e das condições sociais e econômicas”. Para Machado (2009), a concomitância com o ensino médio em cursos profissionalizantes é um fator que dificulta a permanência do aluno na escola, visto que o perfil dos estudantes que procuram um curso técnico é identificado com as classes sociais mais baixas. Assim, por ter que trabalhar para ajudar no provento da família, o aluno não consegue se dedicar a dois cursos e à jornada de trabalho simultaneamente, levando-o a desistir dos estudos. Em pesquisa sobre os cursos Técnico em Transações Imobiliárias e Técnico em Informática subsequentes noturnos do Colégio Agrícola de Camboriú (hoje Instituto Federal Catarinense), Rebello (2008) detectou que os cinco motivos mais determinantes da evasão estavam relacionados à carga horária do curso ser muito concentrada, à grande parte da grade curricular ser oferecida em um único turno, à carga horária semanal de trabalho dos alunos, à falta de tempo para estudar e à didática dos professores ser ineficaz. Em relação à evasão no ensino superior, dados publicados em 1996 pela Comissão Especial para Estudo da Evasão (criada pelo Ministério da Educação) evidenciam que as possíveis causas atribuídas ao problema estão relacionadas às características individuais dos estudantes, a fatores internos aos cursos/instituições e a questões externas aos estabelecimentos de ensino, como aspectos socioculturais e 9 econômicos. Tais fatores, os quais articulam-se entre si, muitas vezes ocorrem mutuamente (ADACHI, 2009). De fato, tem-se constatado uma estreita relação entre a evasão no Ensino Superior e o fator nível socioeconômico. Em estudo publicado por Adachi (2009) sobre a evasão na Universidade Federal de Minas Gerais, constatou-se que o abandono é maior em graduações mais fáceis de se passar no vestibular, que são caracterizadas como cursos de menor prestígio social e integram, em sua maioria, alunos de nível socioeconômico e cultural baixo. A pesquisa ainda concluiu que o principal fator motivador da desistência dos estudantes relaciona-se ao desempenho insatisfatório destes, condição desencadeada por trabalharem concomitantemente à faculdade ou por advirem de um processo de escolarização ineficiente no ensino médio. A partir de um estudo realizado por Machado, Melo Filho e Pinto (2005), foi constatado que, no curso de graduação de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro, os principais motivos da evasão se deviam à falta de informações dos alunos sobre o curso e a carreira no momento da escolha profissional e à falta de recursos financeiros de grande parte dos estudantes, que precisavam trabalhar para ajudar no sustento da família e tinham dificuldades em conciliar o trabalho com os estudos. Investigando a questão da evasão no curso de graduação em Química da UnB a partir da ótica dos próprios alunos evadidos, Cunha, Tunes e Silva (2001) descobriram que alguns dos possíveis motivos que levaram tais estudantes a deixar o curso foram: (1) […] o desamparo sentido na chegada ao curso e a falta de informação quanto aos procedimentos necessários ao registro e à matrícula; (2) o despreparo para lidar com as diferenças entre o segundo grau e o sistema universitário: a condução do curso, os novos professores e metodologias de ensino, as avaliações, o novo grupo, o papel de universitário assumido frente à família e aos amigos; (3) a falta de comunicação que quando existia era restrita às tarefas acadêmicas e, ainda assim, prejudicada pela má qualidade do acesso a professores, funcionários e normas administrativas; e (4) a impossibilidade do estabelecimento de vínculos pessoais significantes, dada a natureza formal das relações interpessoais com que se deparou. (CUNHA; TUNES; SILVA, 2001, p. 278-279). 10 Além das razões acima destacadas, os autores enfatizaram que o aluno evadido do curso de Química da UnB queixa-se principalmente do sistema acadêmico, o qual apresenta defasagens em relação ao currículo e considerável distanciamento entre professor e aluno (CUNHA; TUNES; SILVA, 2001). Bardagi e Hutz (2009), em pesquisa com estudantes evadidos de diferentes áreas do Ensino Superior, constataram que a saída do aluno do curso, principalmente em se tratando das classes média e alta, pode estar relacionada a uma fuga de situações desagradáveis que permeiam a vida escolar, sendo considerada “como uma alternativa extrema, irrefletida, para escapar de uma situação acadêmica considerada insustentável” (p. 102). Sendo assim, nem sempre esse aluno decide pela evasão de forma madura e consciente, sendo tal escolha uma forma de aliviar a tensão e pressão advindas de eventos negativos relacionados ao âmbito acadêmico. Tais eventos tratam-se desde a frustração de expectativas iniciais com o curso, o ambiente universitário ou a profissão e o mercado de trabalho até problemas de relacionamento com colegas e professores. Segundo Queiroz (2002), as questões que envolvem o fracasso escolar podem ser classificadas em externas ao ambiente escolar (trabalho, desigualdades sociais, a própria criança e a família) e intraescolares (a própria escola, a linguagem e o professor). De maneira semelhante, a pesquisadora Rosemary Heijmans, ao realizar pesquisa bibliográfica sobre o tema da evasão escolar no Brasil, afirma ter encontrado como determinantes deste fenômeno “a desestruturação familiar, as políticas de governo, o desemprego, o baixo desempenho, reprovação, a escola e a própria criança” (OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO, 2011, p. 1). Para uma possível reversão do quadro crítico apresentado pelos elevados índices de abandono escolar vigentes na realidade brasileira atual, Queiroz (2002) propõe como alternativa que as escolas e as famílias dos alunos articulem entre si, incentivando uma participação mais ativa dos pais e responsáveis na vida escolar de seus filhos, além de propor que, uma vez unidas, família e escola desenvolvam um maior engajamento junto aos “movimentos sociais que lutam pelo acesso da população à condição de cidadania e à construção de políticas educacionais que possibilitem uma melhoria real da educação no país”(QUEIROZ, 2002, p. 14). Um aspecto também importante no combate à evasão é a 11 oferta de adequada assistência aos alunos carentes, uma vez que, conforme constatado por Adachi (2009, p. 8), “os estudantes de classificação socioeconômica mais baixa, que recebem apoio da assistência estudantil, apresentam elevados índices de conclusão”. 2.2 – À guisa de síntese: identificação das possíveis causas da evasão A partir dos estudos levantados, os quais relatam diversas experiências perante o problema da evasão escolar, podemos, inicialmente, identificar os seguintes fatores que permeiam esse processo: 1- Fatores internos: relacionados às características pessoais, à vida cotidiana e às condições intrafamiliares de cada aluno. 2- Fatores externos: relacionados aos componentes do mundo externo que influenciam a vida do aluno. Podem ser resumidos nas seguintes categorias: a) Fatores intraescolares ou relacionados à proposta pedagógica da escola, ao ensino, aos currículos dos cursos e à relação professor-aluno e b) Fatores relacionados ao contexto macrossocial em que o indivíduo está inserido, como nível sociocultural e econômico, condições e oportunidades de estudo/trabalho, etc. Todas estas razões devem ser consideradas como influentes no processo de fracasso escolar e evasão, porém, as instituições de ensino podem se responsabilizar apenas pelas questões intraescolares, as quais configuram-se como os únicos fatores sobre os quais as escolas são efetivamente capazes de atuar. Em consonância com essa afirmação, Almeida e Barbosa (2010) entendem que os fatores extraescolares que se referem às condições sócio-econômicas e às características culturais apresentadas pelos alunos também podem influenciar positiva ou negativamente o seu desempenho escolar. No entanto, estes fatores não serão analisados em profundidade, (...) por saber que a escola nada pode fazer para alterar estes fatores. (ALMEIDA; BARBOSA, 2010, p. 20). Porém, é importante ressaltar que os motivos envolvidos no processo de evasão estão articulados entre si, o que nos impele a dar grande atenção a todos eles. Um exemplo disso pode ser citado no caso da falta de motivação do aluno, que, apesar de se 12 enquadrar na categoria de fatores internos por se tratar de uma característica particular, pode ser decorrente de alguma falha no sistema educacional da instituição de ensino. O levantamento dos estudos mencionados na revisão de literatura permite-nos constatar que, na visão dos pesquisadores envolvidos em trabalhos sobre evasão escolar, a escola tem um papel de extrema importância quando os estudantes deixam de frequentá-la, embora muitas vezes se isente de tal responsabilidade. Fatores intraescolares como “as reprovações, os conteúdos rigidamente estabelecidos, a concepção formal de disciplina, a rejeição à diferença cultural (...), continuam sendo os mais eficientes vetores do fracasso escolar e da exclusão precoce das crianças brasileiras da escola” (CAVALIERE, 2002, p. 254). Entretanto, o que ocorre é que “os alunos incorporam a perspectiva de que as dificuldades encontradas na escolarização dizem muito mais respeito a si próprios do que aos processos de ensino” (MARUN, 2008, p. 5), uma vez que o discurso predominante dos docentes apontam como motivos da evasão “a falta de vocação do aluno para o curso ou a falta de compromisso do estudante, deixando de lado o papel que a escola desempenhou na trajetória dos alunos” (ALMEIDA; BARBOSA, 2010, p. 19). Considerando os estudos aqui citados, pode-se concluir que, além dos fatores intraescolares, o fator nível socioeconômico é o outro grande problema que ameaça a permanência dos alunos na escola. Frequentemente, o estudante é impelido a deixar os estudos porque sua situação financeira precária exige que ele adentre no mercado de trabalho precocemente, repercutindo em falta de condições para exercer atividades extra laborais e declínio do desempenho acadêmico. 3 - JUSTIFICATIVA Refletir sobre o fracasso escolar e a evasão é uma questão de extrema necessidade, dada a dimensão que tal problema tomou não somente no âmbito educacional, mas na sociedade como um todo. De acordo com Cunha, Tunes e Silva (2001, p. 279), “o prejuízo com a saída do aluno do curso é certo: perde o aluno ao não se diplomar, perde o professor que não se realiza como educador, a universidade, a família e a sociedade. Perde também o País, que olha para o futuro e espera...”. 13 Portanto, mais do que um problema do aluno que deixa a escola, a evasão é uma questão multifacetada e multideterminada, devendo as instituições educacionais, enquanto órgãos responsáveis pela promoção da cultura e da cidadania e na expectativa de minimizar o problema, se prontificarem a detectar as possíveis causas a ele atreladas. De acordo com Machado, Melo Pinto e Silva (2005), a evasão deve ser contabilizada no item despesas do ensino superior público e não como uma simples indecisão do estudante ou falta de vocação para determinada profissão. Por isso, devem ser feitos todos os esforços cabíveis para reter os estudantes em seus cursos. Uma vaga não usada é uma despesa muito grande para um País como o Brasil, com muitas prioridades que, por falta de recursos, não são atendidas. (MACHADO; MELO PINTO; SILVA, 2005, p. S41). Tendo conhecimento do quão onerosa a questão do absenteísmo escolar, tanto na educação básica quanto no ensino superior, tem se tornado para todas as parcelas da sociedade, o Estado tem se posicionado adotando medidas governamentais com o objetivo de combater o fenômeno da evasão. Queiroz (2002) cita os exemplos da escola ciclada (também denominada escola cidadã e/ou escola plural), prevista na Lei de Diretrizes e Bases (LDB – lei nº 9394/1996), do programa “Bolsa Escola” e da atenção dada à educação profissional no Plano Desenvolvimento Escolar (PDE/2007). Cavaliere (2002) também menciona formas de prevenção à evasão ao afirmar que As recentes políticas públicas que buscam garantir a permanência das crianças nas escolas pelo menos até o final do período da obrigatoriedade revelam a percepção, por parte da sociedade, de que existe a necessidade de construção de uma nova identidade para a escola fundamental, sendo a primeira e indispensável condição para tal a integração efetiva de todas as crianças à vida escolar. Os programas “Bolsa escola”, as mudanças nos critérios de organização de turmas e de progressão escolar, a inclusão no currículo oficial de temas ligados à saúde, à ética, e à cultura, a delegação a cada instituição escolar de maior autonomia na formulação de seu projeto pedagógico, a programação de “Dias Nacionais” da família na escola são medidas que pretendem conquistar ou fortalecer a adesão das crianças e suas famílias à escola, prolongando sua permanência nela e respondendo (CAVALIERE, 2002, p. 249). aos efeitos desse prolongamento. 14 Além dos motivos econômicos expostos, outro aspecto que justifica o investimento em projetos de combate à evasão está relacionado à condição de vulnerabilidade social em que fica o sujeito que deixa de frequentar as aulas, o qual, além de não se qualificar, fica mais exposto ao risco de se envolver em delinquências, na medida em que não tem nem a referência da escola para se apoiar. Sendo assim, “o insucesso escolar constitui, em qualquer dos casos, uma pecha profundamente inquietante no plano moral, humano e social; é, muitas vezes gerador de situações de exclusão que marcam os jovens para toda a vida.” (DELLORS, 1998 apud OLIVEIRA; LEITE; CAMPOS, 2010, p. 1). “Este insucesso vai produzir no sujeito um sentimento de fracasso, independente do nível escolar em que esteja, pois ao evadir-se da escola ele vê frustradas suas expectativas iniciais” (MACHADO, 2009, p. 36). Também confere relevância ao estudo o fato de, na análise e compreensão das informações levantadas, privilegiarmos uma visão holística, concebendo a questão da evasão de forma global, sem dicotomizar o fenômeno de forma a responsabilizar apenas as variáveis internas aos estudantes. Pretende-se, neste estudo, um posicionamento crítico da Instituição, visto que na maioria dos casos quando um aluno abandona a escola, a escola já o abandonou a tempos... o fracasso já foi produzido e nesse momento – o da evasão – já se cristalizou e desdobrou. O que foi antes um processo construído e vivenciado agora é só mais um número. Uma pontuação a ser incorporada num índice já bastante triste (BRUNO; ABREU, 2006, p. 96 apud ALMEIDA; BARBOSA, 2010, p. 6). Tendo em vista essas considerações, ressalta-se a importância de se pesquisar os fatores relacionados ao abandono escolar no IFSULDEMINAS, uma vez que este estudo servirá para nortear as diretrizes primordiais de programas, planos e ações de combate à evasão que deverão ser estabelecidos junto à comunidade acadêmica. 15 4 - OBJETIVOS 1. Diagnosticar o percentual de evasão por curso do IFSULDEMINAS; 2. Identificar os principais fatores envolvidos na evasão de estudantes nas diversas modalidades de educação ofertadas pelo IFSULDEMINAS; 3. Estabelecer alternativas de diminuição da evasão por meio do planejamento e implantação de ações propostas democraticamente pela comunidade acadêmica. 5 – MÉTODO 5.1 – Procedimentos de coleta de dados A presente pesquisa será desenvolvida a partir do levantamento de informações sobre os números da evasão no IFSULDEMINAS e consequente investigação de como os alunos, professores e demais funcionários percebem a instituição e o fenômeno do abandono escolar. Trata-se de um estudo quantiqualitativo, visando diagnosticar e compreender as causas da evasão no IFSULDEMINAS tanto por meio dos índices numéricos do abandono estudantil quanto a partir do significado atribuído pelos sujeitos envolvidos no processo educacional. Para tal, o trabalho será realizado em cinco fases distintas. A primeira etapa consistirá de uma pesquisa documental e ocorrerá por intermédio de coleta de dados no Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica (SISTEC) 1, com o intuito de levantar dados sobre a taxa de evasão nos distintos cursos, contemplando suas várias modalidades e turnos. Na segunda fase do estudo, ocorrerá a aplicação de um questionário estruturado, constando perguntas com a finalidade de identificar as causas da evasão estudantil, ao máximo possível de estudantes de cursos com percentual de evasão igual ou superior a 25%. A escolha por esse percentual deve-se à exigência da SETEC, contida no Termo de 1 O SISTEC é um sistema que tem o objetivo de “disponibilizar, mensalmente, informações sobre escolas que ofertam cursos técnicos de nível médio, seus cursos e alunos desse nível de ensino.” (BRASIL, 2011, p. 3). Portanto, apresenta informações atualizadas sobre o número de estudantes em curso e evadidos. 16 Acordo de Metas e Compromissos, de que o índice de eficiência da Instituição alcance, já em 2013, o percentual de 75%. O questionário, cujas questões investigam a trajetória do aluno dentro da instituição e a sua opinião a respeito do IFSULDEMINAS quanto à infraestrutura, à qualidade do ensino, à disponibilidade dos professores e funcionários, etc.; será direcionado aos alunos presentes na Instituição no dia da aplicação, em horário previamente acordado com os professores. Os dados coletados visarão averiguar a percepção dos alunos sobre a escola, seu curso específico e motivações profissionais de sua escolha, bem como colher subsídios para futuras modificações na estrutura física e pedagógica da Instituição. Na terceira fase da pesquisa, será realizado um levantamento das opiniões dos servidores em geral. Para tanto, um questionário deverá ser respondido por professores e técnicos de apoio, com intuito de compreendermos a percepção dos mesmos sobre os fatores responsáveis pela evasão, bem como colhermos sugestões para reversão do quadro atual. Simultaneamente, alunos evadidos cujas matrículas foram realizadas entre os anos de 2008 e 2010 responderão a um questionário com o mesmo objetivo dos demais, buscando o estabelecimento das causas reais do abandono dos estudos. Os participantes desta etapa serão escolhidos baseando-se no critério daqueles que tiverem disponibilidade em contribuir com a pesquisa. A quarta fase da investigação se destinará ao estudo do que foi levantado até então. De posse das informações coletadas nas três primeiras etapas, cujo objetivo é estabelecer um diagnóstico da situação real que se apresenta na instituição, todos os dados serão transportados a planilhas para análise e interpretação dos resultados. A última etapa do trabalho contemplará o planejamento de ações e o estabelecimento de programas que contribuam para a reversão do quadro de evasão na Instituição, os quais serão desenvolvidos a partir do diagnóstico realizado nas demais fases do estudo. Nesta etapa, propostas sugeridas pela comunidade acadêmica poderão ser adotadas de forma a consolidar-se a gestão participativa na construção do processo educacional. O IFSULDEMINAS deverá promover planos e programas de ações pedagógicas que visem maior inclusão, participação e integração dos alunos nos cursos 17 ofertados, possibilitando maior interlocução entre os estudantes e a instituição, de forma a tornar mais viável a permanência destes até o término de seus cursos. A seguir encontra-se um quadro explicativo que resume cada etapa do estudo a partir da explicitação dos objetivos e ações a serem desenvolvidas. Quadro 1: Síntese do planejamento da pesquisa Etapas da pesquisa Ações 1 Pesquisa documental Coleta de dados no SISTEC Levantamento de Aplicação de questionário Objetivos 2 informações a partir dos aos alunos 3 relatos dos alunos Estabelecimento de Levantamento de diagnóstico da real informações a partir dos Aplicação de questionário situação da evasão no relatos de aos docentes/funcionários IFSULDEMINAS docentes/funcionários e e ex-alunos evadidos ex-alunos evadidos 4 Análise dos resultados Organização dos Compreensão dos resultados em planilhas e resultados do interpretação dos mesmos diagnóstico Planejamento e execução 5 Intervenção Reversão do quadro de de programas de combate evasão atual e prevenção à evasão 5.2 – Instrumentos Os instrumentos a serem utilizados são questionários estruturados que consistem em um conjunto de perguntas fechadas com as opções de respostas indicadas, dentre as quais sempre há espaço para que o respondente inclua uma nova alternativa não contemplada entre as disponíveis. O respondente receberá instruções de que poderá marcar quantas opções julgar adequadas às perguntas efetuadas. Há também, no final de cada instrumento, uma questão aberta solicitando sugestões para se extinguir a evasão no IFSULDEMINAS. 18 Os questionários de nossa pesquisa foram adaptados do modelo proposto por Machado (2009). Tomamos este estudo como referência por se tratar de um recente trabalho com o mesmo tema que estamos investigando, ou seja, a evasão em cursos de nível técnico/profissionalizante, e por ter tido como local de pesquisa a antiga Escola Agrotécnica Federal de Inconfidentes, a qual, desde o final de 2008, deixou de ter esse nome para se integrar ao IFSULDEMINAS. Portanto, o perfil de alunos pesquisados por Machado (2009) é exatamente o mesmo que se enquadra em nosso levantamento. Deste modo, os instrumentos de coleta de dados que adotaremos foram elaborados a partir dos questionários contidos no estudo de Machado (2009) e dos resultados da pesquisa bibliográfica apresentada sobre os principais fatores responsáveis pelo abandono estudantil. Levando-se em conta que questões intraescolares e baixo nível socioeconômico foram os motivos mais evidenciados pelos pesquisadores em geral e carga excessiva de atividades em dois turnos foi a causa levantada por todos os estudos que investigaram a evasão no IFSULDEMINAS, estes três aspectos serviram para referenciar a adaptação dos instrumentos de coleta de dados. É importante ressaltar que os questionários não possuem qualquer forma que permita a identificação do sujeito, a fim de preservar o sigilo das informações prestadas e garantir maior fidedignidade e sinceridade dos respondentes. Conforme apresentado no apêndice, serão utilizados três questionários direcionados para públicos específicos: alunos evadidos, alunos não evadidos e professores/funcionários do IFSULDEMINAS. Todos os três são compostos por dados gerais dos respondentes e questões relacionadas à evasão, sendo que os direcionados aos alunos (evadidos e não evadidos) constituem-se também de perguntas a respeito de percepções sobre a trajetória na Instituição e o específico para não evadidos questiona sobre fatores de sucesso na realização do curso. 19 6 – CRONOGRAMA A fim de melhor organizar as etapas do trabalho e otimizar a execução das etapas em tempo hábil, foi organizado um cronograma que servirá para orientar as ações da pesquisa, sem conferir aos pesquisadores envolvidos a obrigatoriedade de segui-lo a risca, visto que eventuais imprevistos poderão surgir em virtude de se tratar de um estudo que envolve a participação de vários sujeitos (ver quadro 2). Quadro 2: Cronograma das atividades da pesquisa (2011/2012) Meses Ago/Dez Fev/Mar Abr/Mai Jun/Jul Ago/Dez 2011 2012 2012 2012 2012 Levantamento da literatura pertinente X X X X X Coleta e análise de dados no SISTEC X X X X X Atividades desenvolvidas X Aplicação de questionário aos alunos Aplicação de questionário aos docentes/funcionários e ex-alunos evadidos Organização e análise dos dados coletados Planejamento e execução de programas de combate e prevenção à evasão Confecção do relatório final X X X X X 7 - RESULTADOS ESPERADOS Com a realização desta pesquisa, pretende-se prioritariamente obter subsídios para que possam ser desenvolvidas medidas de combate à evasão, o que implica, dentre outras ações, propor mudanças no Projeto Político Pedagógico Institucional. Porém, mais do que cumprir com esse objetivo, o presente estudo gerará informações capazes de indicar como anda a qualidade do ensino e dos cursos e quais as deficiências que necessitam ser reparadas com mais urgência. Por meio dos depoimentos de alunos, ex- 20 alunos, professores e funcionários, será possível mapear as principais demandas de cada grupo para estabelecer melhorias que atinjam a totalidade dos atores envolvidos no processo educacional. Esta é uma meta fundamental, se partirmos do princípio de que toda ação verdadeiramente democrática não deve visar o melhor para a maioria apenas, mas deve focar o bem de todos. Neste sentido, as providências a serem adotadas deverão estar em consonância com as demandas mais imediatas identificadas pelo Núcleo de Assistência às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas, a fim de contemplar também as minorias. Junto às mudanças políticas e estruturais necessárias, as medidas propostas também visarão a inclusão, articulação e integração de toda a comunidade acadêmica nas atividades pedagógicas, inclusive as intermediadas pelo ensino, pesquisa e extensão. Espera-se que a participação de todos os sujeitos da instituição no processo educacional de formação dos estudantes resulte em maior eficiência no resgate dos valores institucionais com reflexos positivos na produtividade acadêmica, na produtividade dos campi e no tempo destinado às atividades humanitárias, culturais, espirituais, esportivas, criativas e de lazer nos campi. Pretendemos, a partir das ações desenvolvidas, desmistificar o fato, ainda frequentemente observado nas escolas, de centralizar o problema da evasão no aluno, pois partiremos da noção de que quando uma escola começa a apresentar um quantum acima do aceitável [...] de reprovação e evasão, o que está em pauta não é o baixo nível de inteligência ou de rendimento de seu corpo discente, mas o teor das relações institucionais que, ao menos, estão retroalimentando tais grandezas (AQUINO, 2000, p. 138, apud ALMEIDA e BARBOSA, 2010, p. 6). Tendo em vista esta concepção, estamos assumindo a parcela de responsabilidade pelo abandono escolar que nos cabe, procurando principalmente evidenciar e corrigir os equívocos institucionais que comprometem a qualidade do processo de ensinoaprendizagem e as relações intersubjetivas estabelecidas entre os atores que participam da vida acadêmica do IFSULDEMINAS. 21 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ADACHI, Ana Amélia Chaves Teixeira. Evasão e evadidos nos cursos de graduação da Universidade Federal de Minas Gerais. 214 f. Dissertação – Mestrado em Educação da Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte: UFMG/FaE, 2009. ALMEIDA, Ana Carolina de; BARBOSA, Cláudio Luís de Alvarenga. Análise de fatores intraescolares no processo de evasão escolar: a prática docente e o abandono no Curso Técnico em Agropecuária integrado ao ensino médio da Escola Agrotécnica Federal de Barbacena – MG. Anais II SENEPT: Seminário Nacional de Educação Profissional e Tecnológica, 2010. Disponível em: <http://www.senept.cefetmg.br/galerias/ Anais_2010/Artigos/GT8/ANALISE_DE_FATORES.pdf>. Acesso em: 16 mar. 2011. ANGELUCCI, Carla Biancha et al. O estado da arte da pesquisa sobre o fracasso escolar (1991-2002): um estudo introdutório. Educação e Pesquisa: Revista da Faculdade de Educação da USP. São Paulo. v. 30, n. 1, p. 51-72, abr., 2004. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ep/v30n1/a04v30n1.pdf>. Acesso em: 30 mar. 2011. AQUINO, J. G. O mal-estar da escola contemporânea: o fracasso em questão. In: AQUINO, J. G. Do cotidiano escolar: ensaios sobre ética e seus avessos. São Paulo: Summus, 2000. BARDAGI, Marucia Patta e HUTZ, Cláudio Simon. "Não havia outra saída": percepções de alunos evadidos sobre o abandono do curso superior. Psico-USF (Impr.) [online]. 2009, vol.14, n.1, p. 95-105. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/pusf/ v14n1/a10v14n1.pdf>. Acesso em: 05 abr. 2011. BATISTA, Santos Dias; SOUZA, Alexsandra Matos e OLIVEIRA, Júlia Maria da Silva. A evasão escolar no ensino médio: um estudo de caso. Revista Profissão Docente, Uberaba, v.9, n.19, 2009. Disponível em: <http://www.uniube.br/propep/mestrado/ revista/vol09/9910.pdf>. Acesso em: 18 mar. 2011. BRASIL. Ministério da Educação. Guia SISTEC. <http://portal.mec.gov.br/sistec>. Acesso em: 16 dez. 2011. 2011. Disponível em: BRUNO, E. e ABREU, L. O coordenador pedagógico e a questão do fracasso escolar. In: ALMEIDA, L.; PLACCO, V. (orgs). O coordenador pedagógico e questões da contemporaneidade. São Paulo: Loyola, 2006. CAVALIERE, Ana Maria Villela. Educação integral: uma nova identidade para a escola brasileira? Educ. Soc., Campinas, vol. 23, n. 81, p. 247-270, 2002. Disponível em: <http://www.cedes.unicamp.br>. Acesso em: 22 mar. 2011. COMISSÃO ESPECIAL DE ESTUDOS SOBRE EVASÃO. Diplomação, retenção e evasão nos cursos de graduação em Instituições de Ensino Superior públicas. MEC – Secretaria de Educação Superior. 1997, 152 p. Disponível em: 22 <http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me002240.pdf>. Acesso em: 06 abr. 2011. CUNHA, Aparecida Miranda; TUNES, Elizabeth e SILVA, Roberto Ribeiro da. Evasão do curso de Química da Universidade de Brasília: a interpretação do aluno evadido. Quim. Nova, Vol. 24, No. 1, p. 262-280, 2001. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ qn/v24n2/4291.pdf>. Acesso em: 17 mar. 2011. DELLORS, J. Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez, 1998. Apud OLIVEIRA, Helen Maria Pedrosa; LEITE, Letícia Sepini Batista; CAMPOS, Katia Alves. Descrição das possíveis causas do sucesso/fracasso escolar no Instituto Federal do Sul de Minas Gerais - Campus Machado. II Jornada Científica e Tecnológica – Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais, Campus Machado, 2010. ESTATUTO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS. DOU - Diário Oficial da União, Seção 1, 3 de setembro de 2009, p. 34-35. Disponível em: <http://www.ifsuldeminas.edu.brattachments/204_Estatuto_IFSULDEMINAS.pdf>. Acesso em: 30 mar. 2011. MACHADO, Márcia Rodrigues. A evasão nos cursos de agropecuária e informática / Nível técnico da Escola Agrotécnica Federal de Inconfidentes/MG (2002 a 2006). Dissertação de Mestrado. Faculdade de Educação da UNB: Brasilia/DF. 131p., 2009. MACHADO, Sérgio P.; MELO FILHO, João Massena e PINTO, Angelo C. A evasão nos cursos de graduação de Química: uma experiência de sucesso feita no Instituto de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro para diminuir a evasão. Quim. Nova, Vol. 28, Suplemento, p. S41-S43, 2005. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ qn/v28s0/26773.pdf>. Acesso em: 17 mar. 2011. MARUN, Dulcinéa Janúncio. Evasão escolar no ensino médio: um estudo sobre trajetórias escolares acidentadas. Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Estudos Pós- graduados em Educação: História, Política, Sociedade da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 175p. 2008. Disponível em: <http://www.dominiopublico.gov.br/ download/texto/cp055859.pdf>. Acesso em: 22 mar. 2011. NUNES, Elisabete de Fátima Polo de Almeida et al. Análise da evasão de alunos dos cursos de profissionalização da área de enfermagem no Paraná. Cienc Cuid Saude, 2007; 6(4):433-440. Disponível em: <http://periodicos.uem.br/ojs/index.php /CiencCuidSaude/article/viewFile/3869/2680>. Acesso em: 18 mar. 2011. OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO – CAPES/INEP. Educação Profissional no Brasil e Evasão Escolar. (Projetos). Disponível em: <http://observatorio.inep.gov.br/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=17>. Acesso em: 18 mar. 2011. 23 OLIVEIRA, Helen Maria Pedrosa; LEITE, Letícia Sepini Batista; CAMPOS, Katia Alves. Descrição das possíveis causas do sucesso/fracasso escolar no Instituto Federal do Sul de Minas Gerais - Campus Machado. II Jornada Científica e Tecnológica – Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais, Campus Machado, 2010. PDI - Plano de Desenvolvimento Institucional do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Vigência: 2009 a 2013. Junho de 2009. Disponível em: <http://www.ifsuldeminas.edu.br/downloads/PDI_2009_2013.pdf>. Acesso em: 30 mar. 2011. QUEIROZ, Lucileide Domingos. Um estudo sobre a evasão escolar: para se pensar na inclusão escolar. Anais da 25ª Reunião Anual da Associação Nacional de PósGraduação e Pesquisa em Educação (ANPEd), 2002. Disponível em: <http://www.anped.org.br/reunioes/25/tp251.htm>. Acesso em: 18 mar. 2011. REBELLO, Carlos Eduardo. Fatores de evasão nos cursos subsequentes noturnos do Colégio Agrícola de Camboriú: um estudo de caso. Dissertação de mestrado do Programa de Pós Graduação em Educação Agrícola da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 60 p. 2008. Disponível em: <http://bdtd.ufrrj.br//tde_busca/arquivo.php? codArquivo=1096>. Acesso em: 18 mar. 2011. SILVA NETO, José Fernandes e PINTO, Herbert Faria. Fatores determinantes da evasão dos alunos do Curso Técnico em Informática do IFSM – Campus Machado. II Jornada Científica e Tecnológica – Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais Campus Machado, 2010. 24 APÊNDICE Proposição de questionários adaptados a partir do modelo elaborado por Machado (2009). A. Questionário para aluno em curso 1. Qual curso você realiza? ______________________________________________ 2. Modalidade do curso que você realiza: a.( )Proeja Integrado b.( )Integrado c.( )Concomitante d.( )Subsequente e.( )Bacharelado f.( )Licenciatura g.( )Graduação tecnológica 3. Em qual cidade ocorre? a.( )Inconfidentes b.( )Machado c.( )Muzambinho d.( )Poços de Caldas e.( )Passos f.( )Pouso Alegre g.( )Outra. Qual?____________________________________________________ 4. Em qual turno ocorre? a.( )manhã b.( )tarde c.( )noite d.( )integral – manhã e tarde 5.Qual a sua série/período?_______________ 6. Quando você ingressou no curso? a.( )1º semestre de 2009 b.( )2º semestre de 2009 c.( )1º semestre de 2010 d.( )2º semestre de 2010 e.( )1º semestre de 2011 f.( )2º semestre de 2011 7. Sexo: a.( ) Masculino b.( ) Feminino 25 8. Sua faixa etária: a.( )13 a 18 anos b.( )19 a 25 anos c.( )26 a 30 anos d.( )31 a 40 anos e.( )41 anos ou mais 9. Cor da pele: a.( )branca b.( )preta c.( )amarela/descendente de orientais d.( )parda e.( )indígena f.( )nenhuma das opções 10. Estado civil: a.( )solteiro(a) b.( )casado(a) c.( )união estável d.( )separado(a) e.( )desquitado(a) f.( )viúvo(a) 11. Tem filhos? a.( )não b.( )sim Quantos?_______ Quem cuida enquanto você estuda?______________________ 12. Você: a.( )mora com sua família b.( )mora no alojamento do IFSULDEMINAS c.( )mora em república d.( )mora sozinho e.( )é arrimo/chefe de família ou companheiro(a) f.( )outra situação. Qual?__________________________________________________ 13. Qual a renda média da sua família em salários mínimos? a.( ) Até 1 salário mínimo – até R$545,00 b.( ) De 1 a 2 salários mínimos – de R$546,00 a R$1090,00 c.( ) De 2 a 5 salários mínimos – de R$1091,00 a R$2725,00 d.( ) De 5 a 10 salários mínimos – de R$2726,00 a R$5450,00 e.( ) Acima de 10 salários mínimos – mais de R$5450,00 f. ( ) Não sei informar 14. Sua(s) atividade(s) diária(s) antes de entrar no IFSULDEMINAS era/eram: a.( )somente estudava b.( )somente trabalhava c.( )estudava e trabalhava d.( )não estudava e nem trabalhava 26 15. Aponte sua(s) atividade(s) no momento: a.( )somente estudo b.( )trabalho e estudo 16. Aponte o grau de instrução do(a) chefe de sua família: a.( )Analfabeto b.( )Ensino Fundamental Incompleto c.( )Ensino Fundamental Completo d.( )Ensino Médio incompleto e.( )Ensino Médio completo f.( )Formação técnica de nível médio g.( )Ensino Superior incompleto h.( )Ensino Superior completo i. ( ) Pós graduado 17. Você já pensou em desistir do curso? a.( )não b.( )sim. Por quê? _______________________________________________________ 18. Se fôssemos criar um novo curso hoje, qual seria a sua sugestão? ____________________ NAS QUESTÕES A SEGUIR, ASSINALE A COLUNA QUE MELHOR EXPRESSA SUA OPINIÃO 19. Você escolheu o curso porque: a. Sempre quis fazer o curso escolhido b. Não havia na cidade outro tipo de curso c. Por influência dos pais e/ou familiares d. Por influência de amigos e. Já conhecia outras pessoas que faziam esse curso f. Por facilitar o acesso ao mercado de trabalho g. Por influência da mídia h. Por não saber o que fazer i. Por ter passado por processo de orientação vocacional j. Conveniência de horário k. Menor número de candidatos no processo seletivo l. Outro. Indicar qual ________________ _________________________________ Discordo Discordo Não discordo Concordo Concordo totalmente parcialmente nem concordo parcialmente totalmente 27 20. Os principais fatores que você considera importantes para sua Discordo Discordo Não discordo Concordo Concordo totalmente parcialmente nem concordo parcialmente totalmente permanência no IFSULDEMINAS são: a. Incentivo da família b. Morar com a família c. Esforço e dedicação aos estudos d. Identificação com o curso escolhido e. Companhia dos amigos que estudam na escola f. Trabalho desenvolvido pelos professores g. Apoio e acompanhamento de orientadores educacionais da escola h. Oferta de alojamento e refeitório gratuitos i. Qualidade do ensino oferecido j. Receber auxílio da assistência estudantil k. Outro. Indicar qual ________________ _________________________________ 21. As principais dificuldades que você Discordo Discordo Não discordo Concordo Concordo totalmente parcialmente nem concordo parcialmente totalmente encontra na realização do curso são: a. Distância da família b. Dificuldades financeiras c. Dificuldades em aprender o conteúdo ensinado pelos professores d. Dificuldades de relacionamento com os colegas e. Dificuldades de relacionamento com os professores f. Dificuldades de relacionamento com os funcionários g. Dificuldades em adaptar-se ao regime de alojamento e/ou refeitório h. Dificuldades em executar todas as atividades propostas pela escola i. Carga horária muito grande j. Falta de identificação com o curso escolhido 28 k. Outra. Indicar qual ________________ 22. Os fatores que devem melhorados dentro IFSULDEMINAS são: ser do Discordo Discordo Não discordo Concordo Concordo totalmente parcialmente nem concordo parcialmente totalmente a. Condições físicas das salas de aula e/ou laboratórios b. Condições físicas do refeitório c. Condições físicas dos alojamentos d. Horários disponibilizados para o lazer e. Preparação/capacitação dos professores f. Preparação/capacitação dos demais funcionários g. Métodos empregados no ensino h. Recursos utilizados nas aulas teóricas e/ou práticas i. Maior integração entre os conteúdos e as disciplinas j. Diminuição do número de disciplinas k. Redução da carga horária das disciplinas e/ou atividades práticas l. Maior combate à violência (física, moral, etc.) m. Maior combate à discriminação (racial, social, sexual, religiosa, etc.) n. Maior combate ao BULLYING violência, constrangimento ou humilhação constante dentro da escola ou em outros espaços, inclusive o virtual, que envolvam pessoas relacionadas ao ambiente escolar. o. Outro. Indicar qual _______________ _________________________________ B. Questionário para aluno evadido 1. Qual curso você realizava? __________________________________________________ 2. Modalidade do curso que você realizava: a.( )Proeja Integrado b.( )Integrado c.( )Concomitante d.( )Subsequente 29 e.( )Bacharelado f.( )Licenciatura g.( )Graduação tecnológica 3. Em qual cidade ocorria? a.( )Inconfidentes b.( )Machado c.( )Muzambinho d.( )Poços de Caldas e.( )Passos f.( )Pouso Alegre g.( )Outra. Qual?_____________________________________________________ 4. Em qual turno ocorria? a.( )manhã b.( )tarde c.( )noite d.( )integral – manhã e tarde 5.Qual a série/período em que você deixou de frequentar o curso?_______________ 6. Quando você ingressou no curso? a.( )1º semestre de 2009 b.( )2º semestre de 2009 c.( )1º semestre de 2010 d.( )2º semestre de 2010 e.( )1º semestre de 2011 f.( )2º semestre de 2011 7. Sexo: a.( ) Masculino b.( ) Feminino 8. Sua faixa etária: a.( )13 a 18 anos b.( )19 a 25 anos c.( )26 a 30 anos d.( )31 a 40 anos e.( )41 anos ou mais 9. Cor da pele: a.( )branca b.( )preta c.( )amarela/descendente de orientais d.( )parda e.( )indígena f.( )nenhuma das opções 30 10. Estado civil: a.( )solteiro(a) b.( )casado(a) c.( )união estável d.( )separado(a) e.( )desquitado(a) f.( )viúvo(a) 11. Tem filhos? a.( )não b.( )sim Quantos?_______ Quem cuidava enquanto você estudava?_________________ 12. Na época em que estudava no IFSULDEMINAS, você: a.( )morava com sua família b.( )morava no alojamento do IFSULDEMINAS c.( )morava em república d.( )morava sozinho e.( )era arrimo/chefe de família ou companheiro(a) f.( )outra situação. Qual?__________________________________________________ 13. Qual a renda média da sua família em salários mínimos? a.( ) Até 1 salário mínimo – até R$545,00 b.( ) De 1 a 2 salários mínimos – de R$546,00 a R$1090,00 c.( ) De 2 a 5 salários mínimos – de R$1091,00 a R$2725,00 d.( ) De 5 a 10 salários mínimos – de R$2726,00 a R$5450,00 e.( ) Acima de 10 salários mínimos – mais de R$5450,00 f. ( ) Não sei informar 14. Sua(s) atividade(s) diária(s) antes de entrar no IFSULDEMINAS era/eram: a.( )somente estudava b.( )somente trabalhava c.( )estudava e trabalhava d.( )não estudava e nem trabalhava 15. Sua(s) atividade(s) na época em que você estudava no IFSULDEMINAS era(m): a.( )somente estudava b.( )trabalhava e estudava 16. Aponte o grau de instrução do(a) chefe de sua família: a.( )Analfabeto b.( )Ensino Fundamental Incompleto c.( )Ensino Fundamental Completo d.( )Ensino Médio incompleto e.( )Ensino Médio completo f.( )Formação técnica de nível médio g.( )Ensino Superior incompleto h.( )Ensino Superior completo i. ( )Pós-graduado 31 17. Por quê você desistiu do curso? ______________________________________________ 18. Se fôssemos criar um novo curso hoje, qual seria a sua sugestão? ____________________ NAS QUESTÕES A SEGUIR, ASSINALE A COLUNA QUE MELHOR EXPRESSA SUA OPINIÃO 19. Você escolheu o curso porque: Discordo Discordo Não discordo Concordo Concordo totalmente parcialmente nem concordo parcialmente totalmente a. Sempre quis fazer o curso escolhido b. Não havia na cidade outro tipo de curso c. Por influência dos pais e/ou familiares d. Por influência de amigos e. Já conhecia outras pessoas que faziam esse curso f. Por facilitar o acesso ao mercado de trabalho g. Por influência da mídia h. Por não saber o que fazer i. Por ter passado por processo de orientação vocacional j. Conveniência de horário k. Menor número de candidatos no processo seletivo l. Outro. Indicar qual _______________ 20. Os principais motivos de não ter concluído o curso no IFSM são: a. Problemas familiares b. Problemas de saúde c. Outros problemas pessoais d. Possui ou iniciou outro curso e. Falta de tempo para se dedicar aos estudos f. Falta de identificação com o curso g. Dificuldade de conciliar o estudo com o trabalho h. Excesso de atividades i. Didática ineficiente dos professores j. Outro. Indicar qual________________ 32 Discordo Não discordo Concordo Concordo 21. As principais dificuldades que você Discordo totalmente parcialmente nem concordo parcialmente totalmente encontrou na realização do curso são: a. Distância da família b. Dificuldades financeiras c. Dificuldades em aprender o conteúdo ensinado pelos professores d. Dificuldades de relacionamento com os colegas e. Dificuldades de relacionamento com os professores f. Dificuldades de relacionamento com os funcionários g. Dificuldades em adaptar-se ao regime de alojamento e/ou refeitório h. Dificuldades em executar todas as atividades propostas pela escola i. Carga horária muito grande j. Falta de identificação com o curso escolhido k. Outra. Indicar qual _______________ _________________________________ 22. Os fatores que devem ser melhorados dentro do IFSULDEMINAS são: a. Condições físicas das salas de aula e/ou laboratórios b. Condições físicas do refeitório c. Condições físicas dos alojamentos d. Horários disponibilizados para o lazer e. Preparação/capacitação dos professores f. Preparação/capacitação dos demais funcionários g. Métodos empregados no ensino h. Recursos utilizados nas aulas teóricas e/ou práticas i. Maior integração entre os conteúdos e as disciplinas j. Diminuição do número de disciplinas k. Redução da carga horária das disciplinas e/ou atividades práticas l. Maior combate à violência (física, 33 moral, etc.) m. Maior combate à discriminação (racial, social, sexual, religiosa, etc.) n. Maior combate ao BULLYING violência, constrangimento ou humilhação constante dentro da escola ou em outros espaços, inclusive o virtual, que envolvam pessoas relacionadas ao ambiente escolar. o. Outro. Indicar qual _______________ C. Questionário para professores e funcionários 1. Sexo: a.( ) Masculino b.( ) Feminino 2. Sua faixa etária: a.( )18 a 25 anos b.( )26 a 30 anos c.( )31 a 40 anos d.( )41 anos ou mais 3. Qual a sua ocupação/cargo no IFSULDEMINAS? _________________________________ 4. Quando você começou a trabalhar no IFSULDEMINAS? Ano________ Semestre _______ 5. Em qual campus/cidade você trabalha? a.( )Inconfidentes b.( )Machado c.( )Muzambinho d.( )Poços de Caldas e.( )Passos f.( )Pouso Alegre g.( )Outra. Qual?_____________________________________________________ 6. Aponte o seu grau de instrução: a.( )Ensino Fundamental Incompleto b.( )Ensino Fundamental Completo c.( )Ensino Médio incompleto d.( )Ensino Médio completo e.( )Formação técnica de nível médio f.( )Ensino Superior incompleto. Curso: _______________________________ g.( )Ensino Superior completo. Curso: _______________________________ h.( )Especialização 34 i. ( )Mestrado j. ( )Doutorado 7. Se você é professor, em qual(is) curso(s)/modalidade(s) e turno(s) você leciona? ___________________________________________________________________________ 8. Se fôssemos criar um novo curso hoje, qual seria a sua sugestão? _____________________ NAS QUESTÕES A SEGUIR, ASSINALE A COLUNA QUE MELHOR EXPRESSA SUA OPINIÃO 9. As principais dificuldades que os Discordo Não discordo Concordo Concordo alunos encontram na realização do Discordo totalmente parcialmente nem concordo parcialmente totalmente curso são: a. Distância da família b. Dificuldades financeiras c. Dificuldades em aprender o conteúdo ensinado pelos professores d. Dificuldades de relacionamento com os colegas e. Dificuldades de relacionamento com os professores f. Dificuldades de relacionamento com os funcionários g. Dificuldades em adaptar-se ao regime de alojamento e/ou refeitório h. Dificuldades em executar todas as atividades propostas pela escola i. Carga horária muito grande j. Falta de identificação com o curso escolhido k. Outra. Indicar qual________________ 10. Os fatores que devem ser melhorados dentro do IFSULDEMINAS são: a. Condições físicas das salas de aula e/ou laboratórios b. Condições físicas do refeitório c. Condições físicas dos alojamentos d. Horários disponibilizados para o lazer e. Preparação/capacitação dos professores 35 f. Preparação/capacitação dos demais funcionários g. Métodos empregados no ensino h. Recursos utilizados nas aulas teóricas e/ou práticas i. Maior integração entre os conteúdos e as disciplinas j. Diminuição do número de disciplinas k. Redução da carga horária das disciplinas e/ou atividades práticas l. Maior combate à violência (física, moral, etc.) m. Maior combate à discriminação (racial, social, sexual, religiosa, etc.) n. Maior combate ao BULLYING violência, constrangimento ou humilhação constante dentro da escola ou em outros espaços, inclusive o virtual, que envolvam pessoas relacionadas ao ambiente escolar. o. Outro. Indicar qual_______________ ________________________________